Leila Parreira | O MAIOR MANDAMENTO (PALESTRA ESPÍRITA)
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tão longe de atingir a perfeição. Aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe, nos abrace e nos conceda a sua paz. Hoje nós vamos estudar um pouco da doutrina espírita, do Evangelho Segundo o Espiritismo, do Livro dos Espíritos e vamos desenvolver um tema muito importante que é a essência da vida, o amor. Então, convido a todos a elevarem os pensamentos, a deixarem de lado as preocupações e entregarem-se completamente ao ambiente íntimo no encontro com Jesus, nosso mestre, guia e modelo, nosso bom pastor. E nessa mentalização, vamos enxergar com a com espírito as mãos de Jesus sobre nós, nos abençoando, nos oferecendo as bênçãos de que são que somos carentes, necessários e dizendo para ele: "Senhor Jesus, amado mestre, queremos agradecer as bênçãos que nos chegam chegam a toda hora. Queremos agradecer igualmente esse tempo de hoje em que estamos aqui para estudarmos juntos nesse encontro, nessa reunião, os ensinos tão seminais que deixastes para nós, Senhor Jesus. E assim rogamos também que abençoe essa hora de estudo, que ela transcorra em paz, em harmonia e pedimos saúde, equilíbrio, paz para todos aqueles que passam por provações maiores. Te rogamos, mestre divino, ser conosco hoje e sempre. Graças a Deus, graças a Jesus. Saudamos também a todos aqueles que nos ouvem, que nos assistem, os internautas, todos aqueles que buscam estar conosco nessa hora para refletir um pouco sobre a doutrina espírita e o cristianismo, os ensinos do mestre. Uma boa tarde a todos. A leitura que faremos para harmonização está no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 11. esse capítulo que trata da lei do amor, que trata trata do amor propriamente dito. Eu vou dizer para vocês as as os itens desse capítulo que fala do maior amor. Capítulo 11. Amar o próximo como a si mesmo é o nome do capítulo. E há itens que discorrem a
ta do amor propriamente dito. Eu vou dizer para vocês as as os itens desse capítulo que fala do maior amor. Capítulo 11. Amar o próximo como a si mesmo é o nome do capítulo. E há itens que discorrem a respeito do mandamento maior. Mandamento maior. Qual é o determinismo divino? É o mandamento maior. É que nós possamos aprender a amar. É, o amor é aprendido quando nós prestamos atenção em nossos atos, em nossos gestos, em nossos pensamentos e sentimentos. Então, o primeiro item fala do mandamento maior e diz assim: "Fazermos aos outros o que queiramos que os outros nos façam." Aí desenvolve a parábola dos credores e dos devedores. Fala também nesse capítulo que amar o próximo como a si mesmo, fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro a tal respeito que tomar para padrão do que devemos fazer aos outros aquilo que para nós desejamos. É também chamada regra áurea, fazer ao outro o que desejamos que nos façam. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco do que os temos para com eles? Então, nós não podemos almejar que nos tratem diferentemente do jeito que nós tratamos, que nos considerem de uma forma diferente daquela que consideramos o nosso semelhante. A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Então, quando a gente presta atenção e aprimora o relacionamento que temos com o outro, nós estamos trabalhando para diminuir essa chaga, essa ferida que nos faz impedir o crescimento, o avanço espiritual, que é o egoísmo. Então, quando a gente trabalha nesse sentido de fazer ao outro que gostaríamos que nos fosse feito e de cuidar do relacionamento interpessoal, utilizando o quê? A delicadeza, a gentileza no trato com semelhante, o respeito ao à individualidade do outro. Isso é muito importante. É sinal de avanço, de
de cuidar do relacionamento interpessoal, utilizando o quê? A delicadeza, a gentileza no trato com semelhante, o respeito ao à individualidade do outro. Isso é muito importante. É sinal de avanço, de crescimento, que é, na verdade, o cumprimento daquilo para o qual viemos aqui nesse mundo. Outra vez estamos aqui para aprender e aprender a amar é libertador. Quando adotamos essas máximas para regra de conduta e para a base das instituições sociais, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e terão que entre e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem disensões, mas tão somente união, concórdia e benevolência mútua. Que maravilhosa página é essa do Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec, o professor Rivaio. E esse mês, o mês de abril, comemoramos mais um aniversário do livro que iniciou todo esse projeto de trazer à humanidade uma compreensão melhorada dos ensinos de Jesus. Trazer à humanidade uma verdadeira significação da vida, dos embates, das crises, uma interpretação mais justa. que nos torna mais capazes, melhor aquilhoados, aquiados para a realização da nossa trajetória humana. Porque ninguém vem aqui por acaso. A nós estamos aqui para realizar aquilo que nos compete realizar. É por isso que as nossas vidas, cada um tem uma vida diferente, cada um tem desafios diferentes, porque nós somos únicos originais, nós tivemos vivências diferentes. Então, estamos aqui hoje para enfrentar a nossa realidade criada, cultivada, semeada no ontem. Então, importa muito que a gente busque compreender, observar atentamente qual será o objetivo da vida, por será que nós estamos aqui. Com certeza. O objetivo da vida é que nós tomemos consciência da nossa realidade íntima, que nós busquemos compreender em que patamar estamos, quanto já alcançamos, quanto já conquistamos, quanto falta para conquistar, para alcançarmos a verdadeira liberdade de um espírito puro? Um espírito puro, naturalmente é desvencilhado completamente de quaisquer
alcançamos, quanto já conquistamos, quanto falta para conquistar, para alcançarmos a verdadeira liberdade de um espírito puro? Um espírito puro, naturalmente é desvencilhado completamente de quaisquer amarras. fica solto, livre, não se ressente, não se magoa, não se revolta e vive com alegria porque reconhece a dádiva da vida, reconhece o sagrado da existência como oportunidade concedida por Deus, o Pai amoroso, criador de todas as coisas, que quer a nossa felicidade. a nossa felicidade individual, mas também coletiva, e que oferece para nós todos os dias instrumentais, ferramentas para o nosso avanço por meio da compreensão e da luta. Porque ninguém evolui deitado e assistindo televisão. Nós evoluímos esforçando-nos, buscando realização. A realização perfeita é aquela que procede da observação atenta de nós mesmos. É quando penetramos corajosamente, francamente o nosso mundo íntimo. Quando lá dentro de nós descobrimos que há muita luz, já há muitas conquistas que precisamos revigorar, mas também há aspectos sombrios que precisamos combater. Então, para que tudo isso? Para que todo esse trabalho, é claro que é para dignificar, aprimorar a nossa qualidade humana. Estamos aqui com o dever de nos melhorarmos a nós mesmos e de melhorar o ambiente em que vivemos em torno de nós. Como é que se melhora em torno de nós com o nosso jeito cristão de nos relacionarmos uns com os outros? Então, precisamos, como disse Pedro, o apóstolo de Jesus, que é preciso amar. Tendes profundo amor uns para com os outros, porque o amor apaga, anula a multidão dos nossos erros. Olha só que alternativa maravilhosa que a vida nos oferece. essa que nos diz que o erro que cometemos tem conserto. Podemos reparar como nos dedicando aquilo que for nobre, belo, bom, justo. Então, é por isso que nós devemos prestar atenção na oportunidade maravilhosa, rica, que todos nós estamos tendo. o conhecimento dessa doutrina libertadora, a doutrina dos espíritos, que são os mensageiros de Jesus, que há muitos séculos atrás vem trazendo pra
idade maravilhosa, rica, que todos nós estamos tendo. o conhecimento dessa doutrina libertadora, a doutrina dos espíritos, que são os mensageiros de Jesus, que há muitos séculos atrás vem trazendo pra humanidade sementes de luz, o verbo sagrado, as intenções de favorecer a humanidade, que muitas vezes se acomoda na brutalidade, que se acomoda moda naquele aspecto animalizado, porque às vezes é prazeroso, mas nós somos convocados pela vida a melhores realizações, a fazer aquilo que nos compete, considerando o que é nobre, justo e bom. Então, nós devemos realizar dessa forma a nossa jornada. É por isso que aquele musicista, teólogo, humanista Alberto Schweitzer, que morava numa região muito rica e tinha toda uma vida muito boa para ser vivida, família, honra, aplausos, ele era também médico. E ele escutou um chamamento da vida. o chamamento de servir para tornar-se mais pleno, para dignificar a sua humanidade. E ele queria vivenciar, porque amor, o amor maior não pode ser apenas o conhecimento através de livros. Não é preciso vivenciar cada minuto, segundo da nossa vida buscando a prática. E que que esse homem fez, o Albert Schweitzer, ele disse: "Não sei qual será seu destino, mas sei uma coisa: os únicos dentre nós que serão realmente felizes são aqueles que buscaram e encontraram um modo de servir." Ele saiu da terra dele, do país dele, embrenhou-se lá no Congo Africano, com a intenção e o propósito firme de construir hospital e de servir aquela população, aquelas tribos marginalizadas, sofridas, doentes. E ele com isso carreou para o seu propósito muitos outros enfermeiros, outros médicos membros da sua família que também descobriram a alegria de servir. É por isso que Jesus na última ceia, antes da sua crucificação, comemorando com os apóstolos a Páscoa judaica, porque Jesus era judeu e essa Páscoa é uma tradição entre os judeus, entre os hebreus, ele comemorou repartindo um pão para mostrar a importância do compartilhar. Ele disse que esse alimento material representava o alimento espiritual. Por
uma tradição entre os judeus, entre os hebreus, ele comemorou repartindo um pão para mostrar a importância do compartilhar. Ele disse que esse alimento material representava o alimento espiritual. Por isso, comei desse pão. Comei desse pão que é que representa a minha carne, representa a mim o meu alimento, o alimento espiritual que eu ofereço para toda a humanidade. Esse pão é a doutrina de Jesus. São os ensinos de Jesus que precisam estar associados à prática. O vinho representando o sangue de Jesus em sacrifício como ápice do seu projeto de levar levar para a humanidade os ensinos, essa doutrina libertadora, o que ele faz? Ele diz: "Bebei deste vinho, deste sangue, que tereis a iluminação necessária, encontrareis a verdade que liberta". E nesse tempo de ceia, da última ceia de Jesus com os apóstolos, ele mostra e demonstra a importância de nós refletirmos sobre a nossa conduta e o que ele faz. Cinge a sua cintura no modelo de servo. Usava naquele tempo que o servo colocasse na cintura uma toalha para poder lavar os pés dos donos. Mas Jesus coloca a toalha na cintura e lava os pés de cada um dos discípulos, demonstrando a importância do servir. É nesse momento que ele inaugura o tempo do serviço, porque não há como realizar o amor verdadeiro se nós não nos dispomos a amparar, a servir, a ajudar, a compreender, a levar esperança para o nosso semelhante. Pedro disse: "Não, absolutamente o Senhor não vai lavar os meus pés". Mas Jesus mostrou para ele que era preciso, por reflete a qualidade, a virtude maior, a virtude pedra angular de toda ascensão humana, que é a virtude da humildade, ensinando para nós que é preciso que nós nos situemos na compreensão de quem somos nós. Precisamos uns dos outros. Somos interdependentes. Por isso, essa qualidade, essa virtude é de fundamental importância. Ninguém se julgue maior ou mais importante do que o outro. Somos interdependentes. Precisamos uns dos outros. Para progredirmos, para evoluirmos. espiritual, moral e intelectualmente, nós necessitamos dos
uém se julgue maior ou mais importante do que o outro. Somos interdependentes. Precisamos uns dos outros. Para progredirmos, para evoluirmos. espiritual, moral e intelectualmente, nós necessitamos dos outros. Vejamos, hoje nós estamos aqui com a eletricidade, com a luz elétrica, né, a clarear o ambiente. Temos hoje a facilidade de comunicação global no momento que acontece lá, sabemos aqui. são dádivas, dádivas da lei do progresso que vai trazendo para nós e muito mais quando nos empenhamos em contribuir, trazendo para nós resultados tão positivos para a nossa alegria de viver, paraa nossa saúde. Se nós olharmos tempos atrás, não tínhamos a vacina, por exemplo, não tínhamos a penicilina para curar uma, como é que chama aquela doença infecciosa, herisipela, por exemplo, né? um reumatismo infeccioso. Então, as pessoas morriam porque não tinha o remédio curativo. Hoje já progredimos em muitos campos, mas falta ainda o aspecto da nossa sensibilização em relação ao nosso próprio dever de nos iluminarmos a nós mesmos. Essa é a primeira obrigação de todos nós, nos autoconhecermos. para nos melhorarmos, para realizarmos essa trajetória cuidadosa, delicada de observar dentro de nós os nossos talentos a serem multiplicados. Quantos de nós deixamos os nossos talentos se enquistarem? É, paralisados, sem fazer o movimento necessário e moramos numa casa planetária que vive em constante movimento, em constante mudança, a nos mostrar a impermanência das coisas materiais e físicas. Então, tudo que Jesus nos traz como legado, como ensino, vivenciando, exemplificando cada ponto, ele nos mostra a importância do raciocínio, da observação atenta sobre tudo que acontece e da manutenção da alegria de viver. Porque é preciso que nós sejamos criaturas que compreendamos as dádivas que nos chegam e com essa compreensão possamos nos interrelacionarmos de uma forma amorosa, agradecida em relação a tudo que nos acontece. Ah, mas e se eu tô passando por um problema muito grande? Se eu tenho um conflito enorme que eu não sei
amos nos interrelacionarmos de uma forma amorosa, agradecida em relação a tudo que nos acontece. Ah, mas e se eu tô passando por um problema muito grande? Se eu tenho um conflito enorme que eu não sei o caminho para solucionar. Então, se nós tivermos um raciocínio verdadeiro, nós vamos compreender que para tudo há soluções. E aquilo que é conflituoso que nos chega, aquilo não precisa nos martirizar. Se nós entendermos que cada conflito, cada crise, cada desgosto pode ser transubstanciado em lição. Lição que vai nos projetar para a frente, para o alto. Por ninguém vai se aprimorar na moleza. Então, é preciso que a vida nos devolva circunstâncias que nos cheguem para que nós possamos nos harmonizar perante a lei divina, que em outro tempo defraudamos. Então, precisamos dos quitar perante a lei divina. Isso é amor divino para conosco quando nos oferece a oportunidade quantas sejam necessárias, quantas reencarnações precisarmos para a pouco e pouco irmos nos transformando em espíritos puros. Essa é a meta, esse é o objetivo, objetivo final da nossa existência. E para isso contamos com a nossa sensibilidade, com a nossa emoção, com o pensamento raciocinado, com a capacidade de ofertar amor, compreensão, tolerância, indulgência, gentileza, né? Tudo isso é muito humano, faz parte da nossa vida. Quando nós nos entregamos ao mau humor, quando nós não cultivamos aquilo que Jesus recomendou, quando disse: "No mundo tereis aflições, mas não se turbe o vosso coração. Eu venci o mundo." Então ele recomenda bom ânimo, né? Ele recomenda que a gente não desista, que a gente persevere. E as qualidades que ele leciona são as qualidades de firmeza, decisão e determinação. Essas qualidades que nos fazem caráter forte perante a vida e as injunções. Porque teremos então compreendido que tudo que nos chega na forma de desgosto, na forma de tristeza e angústia, vem para nós, porque precisamos daquela ocorrência, precisamos desse enfrentamento, ou para aprender como prova, ou para espiar, para nos quitarmos perante as
esgosto, na forma de tristeza e angústia, vem para nós, porque precisamos daquela ocorrência, precisamos desse enfrentamento, ou para aprender como prova, ou para espiar, para nos quitarmos perante as injustiças pretéritas que possamos ter cometido. Então, a vida é sagrada e cada um de nós é sagrado também. Deus nos olha com amor porque nos oferece todas as oportunidades de realizar em nós próprios essa construção positiva, essa construção iluminada. Para quê? para que a gente possa também oferecer o nosso contributo pessoal para esse mundo vindouro, esse mundo de felicidade, onde o mal não prevalecerá, o mundo de regeneração. Nós estamos num período de transição. Por isso, hoje nós pensamos melhor a vida. Hoje nós já deixamos de lado as magias, as ilusões, as superstições. Hoje nós preferimos raciocinar. Hoje nós preferimos a objetividade para uma realização verdadeira. Então, na questão, tem uma questão aqui no livro dos espíritos, que é a base da doutrina espírita. Trabalho excelente, maravilhoso de Allan Kardec, professor Rivaio, ajudado ou amparado pelos espíritos codificadores missionários encaminhados por Jesus junto a Allan Kardec para resolver inaugurar esse tempo. novo de uma nova compreensão, de novos patamares. Então, na questão 939 do livro dos espíritos, no comentário dessa dessa questão, olha só, o livro dos espíritos, eu vou contar para vocês quantas questões ele tem. Veja o trabalho. Dá para imaginar o trabalho de Allan Kardec num tempo que não tinha, não tinha computador, não tinha celular, não tinha esses requintes que hoje nós contamos para realizar trabalhos até burocráticos, né? São 1019 questões respondidas pelos missionários de Jesus no livro inaugural. O básico da doutrina espírita é muita coisa, né? Então ele fez com denodo, com altruísmo, abrindo mão dos próprios interesses para servir o mestre dos mestres. Para encerrar, então, eu preciso contar para vocês o comentário dessa questão que é a 938 do livro dos espíritos. diz assim: "A natureza deu ao homem, ao ser humano, a
ara servir o mestre dos mestres. Para encerrar, então, eu preciso contar para vocês o comentário dessa questão que é a 938 do livro dos espíritos. diz assim: "A natureza deu ao homem, ao ser humano, a necessidade de amar e de ser amado. Quando alguém coíbe a o a a capacidade de amar num ser humano, ele definha, o ser humano definha, deteriora, morre, porque nós temos isso como impulso natural. o de amar e de ser amado. Uma um dos maiores gozos que lhe são concedidos na terra é o de encontrar corações que com ele, com o seu simpatizem. Dá a natureza a ele assim as primícias da felicidade que o aguarda no mundo dos espíritos perfeitos, onde tudo é amor e benignidade. Desse gozo de amar e ser amado, os egoístas são excluídos. Então, meus irmãos, que que mensagem linda essa do livro dos espíritos e também do Evangelho segundo o Espiritismo. Temos, teríamos muita coisa a comentar, né, sobre esse hálito de Deus, que é o amor semeado dentro de cada um de nós. Só quero contar para vocês um um trechinho de uma história que eu li sobre uma menina pequena da cidade grande que foi observada por alguns senhores. Essa menina todos os dias carregava um irmão deficiente que não podia caminhar nas suas costas e ela era menor do que o irmão. E um dos observadores, com muita pena dela, chegou-se a ela e disse: "Ele é muito pesado para você. Deixe-me ajudá-la. Deixe-me carregá-la para você". E ela disse: "Não, ele não é pesado, ele é meu irmão". Esse sentimento de fraternidade deve tomar conta de nós. Deixemos a nossa sensibilidade aflorar e assim, com certeza, nos tornaremos muito mais felizes e muito melhores como seres humanos. Agradeço a todos a oportunidade de estarmos aqui juntos e a atenção de todos vocês. Uma boa tarde, um bom fim de semana para todos. Que Jesus nos ampare e nos abençoe. A prece da para o passe, né? Todos estão vão encaminhar, né? Naturalmente nós vamos fazer juntos o Pai Nosso, né? Que é a prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a
sse, né? Todos estão vão encaminhar, né? Naturalmente nós vamos fazer juntos o Pai Nosso, né? Que é a prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Senhor, as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação e livrai-nos do mal. Assim seja. Uma boa tarde a todos. Obrigada. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a
ra para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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