9º MANDAMENTO - NÃO DESEJEIS A MULHER DO PRÓXIMO [ESPIRITISMO EM DIÁLOGO]

Comunhão Espírita de Brasília 09/08/2025 (há 8 meses) 1:05:37 368 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Boa noite, queridos amigos. É sempre uma alegria estarmos aqui. E nessas nossas segundas sextas-feiras do mês, nós temos esse projeto, né, do espiritismo em debate, que sempre são trazidos temas interessantes da do Evangelho, do da tradição cristã, também dos textos cristãos à luz da doutrina espírita para o nosso debate. Já foram feitos debates sobre os pecados capitais, sobre outros pecados também. E agora o nosso professor Jeferson está tratando dos mandamentos da lei de Deus lá, das leis de Moisés à luz da doutrina espírita. E já estamos agora no nono mandamento, já no nono mandamento, né, que é não não desejais a mulher do próximo. Então já temos e quem tiver interesse em procurar, nós temos todas essas palestras sobre os pecados, sobre os mandamentos e outros temas do espiritismo em debate na no YouTube da comunhão. Vale a pena maratonar essa série e assistir essas palestras pregressas que trazem muitos ensinamentos, trazem muitas reflexões sobre questões que afetam o nosso cotidiano. E hoje trataremos desse tema da cobiça. E eu trouxe uma mensagem de Joana de Angeles, que fala justamente da cobiça para iniciarmos essa reflexão que vai ser trazida aqui pelo professor Jeferson, em que Joana no livro Vida Feliz nos fala: "Lentamente as pessoas se apresentam insatisfeitas, cobiçando os pertences que não possuem e que não têm real necessidade. Se cada um bastasse com os recursos de que dispõe, a vida se tornaria mais rica de beleza e de experiências. Há uma falsa proposta de felicidade muito propalada nesses dias, que chamaremos a posse mesmista. Todo mundo deseja as mesmas coisas que o próximo possui. E a imitação das fantasias e quimeras produzidas pela imaginação passou a ser meta a alcançar-se. Quem não consegue o mesmismo considera-se rejeitado,

ndo deseja as mesmas coisas que o próximo possui. E a imitação das fantasias e quimeras produzidas pela imaginação passou a ser meta a alcançar-se. Quem não consegue o mesmismo considera-se rejeitado, infeliz. Não cobistes nada de ninguém. Realiza-te em ti mesmo e flui de paz. Com isso em mente, lembrando também de Jung, né, que todos nós nascemos originais e nos tornamos cópias ao longo da nossa vida, que nós busquemos a nós mesmos, que busquemos a Deus, que busquemos o que existe de bom e de belo, mas dentro do da do nosso da nossa própria identidade e do nosso ideal junto com Deus. Então, elevemos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, nosso mestre, aos nossos mentores queridos e agradeçamos por sermos quem somos, pela nossa história constituída ao longo de séculos e de muitas existências, em que nós vamos traçando o nosso caminho que é único, individual, a nossa identidade. Busquemos, a partir de quem somos, conhecer as nossas fraquezas, as nossas forças, os nossos caminhos, os nossos desejos e as nossas potencialidades. E trabalhemos a partir de nós e da nossa comunhão com Deus, das nossas realizações e das fraquezas que ainda precisamos cumprir, dos afetos que construímos ao longo da vida. que iluminam o nosso caminho e potencializam as nossas realizações e sobretudo do amor, do amor que está presente em todo o universo, da vida que sorri para nós e de tudo de bom e belo que podemos conquistar e que com certeza conquistaremos. que saibamos buscar a comunhão e o ideal do bem junto com Cristo e com Deus e com aqueles nossos amigos que já nos damos as mãos. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e que nós estejamos com ele. Que assim seja. Sem mais delongas, passo a palavra pro nosso amigo e professor Jeferson, que falará sobre o desejo do que não é nosso, não é isso? Muito obrigada, Jeferson. A palavra é sua. >> Uma ótima noite a todos. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Como a Carla Daniela adiantou, o projeto que nós dois estamos envolvidos é exatamente trazer assuntos

palavra é sua. >> Uma ótima noite a todos. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Como a Carla Daniela adiantou, o projeto que nós dois estamos envolvidos é exatamente trazer assuntos do cotidiano à luz da doutrina espírita. E eu sempre faço questão de lembrar porque que nós trouxemos a questão dos mandamentos lá que a gente vê na Bíblia do decálogo. Porque esses mandamentos eles tratam de dificuldades humanas. Então eles eram atuais na época de Moisés, eles eram atuais na época de Davi, eles eram atuais na época de Jesus e continuam sendo atuais para a nossa época, porque eles não foram destinados simplesmente a um povo semita que era nômade no deserto, que era o povo hebreu. Ele foi pensado para toda uma tendência nossa, uma dificuldade nossa, enquanto seres humanos, de conseguirmos controlar as nossas tendências de satisfação imediata com o prejuízo dos outros. E aí nós temos essa série de reflexões a respeito dos 10 mandamentos e já estamos nos aproximando do final, estamos indo para o nono mandamento. Faço questão sempre de lembrar que esses mandamentos, a depender da Bíblia que a pessoa pega, o nono é o oitavo, o sétimo é o sexto, eh o quinto é o sexto. Então é meio variado. Aqui nós adotamos a divisão apresentada por Allan Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo primeiro, que ele trata daquela máxima não vim destruir a lei. Então, para que nós possamos hoje nos situar, nós vamos abordar o não desejais a mulher do teu próximo, né? não cobiçarás a mulher do teu próximo. E entendendo que a mulher não significa só, né, o homem em relação à mulher, porque a mulher poderia dizer assim: "Ah, que bom, então eu posso desejar o marido da minha próxima." De forma nenhuma. A regra, ela se estende também a outro sexo e de todas as implicações que isso tem. Para que a gente possa primeiro eh tá fazendo uma reflexão, vamos tentar entender qual o significado da palavra desejo. Eh, a palavra desejo, a etimologia dela vem do latim, é muito bonita, é desidare, né? É, significa o

sa primeiro eh tá fazendo uma reflexão, vamos tentar entender qual o significado da palavra desejo. Eh, a palavra desejo, a etimologia dela vem do latim, é muito bonita, é desidare, né? É, significa o seguinte, de é não, você não consegue, né? E a outra palavra em latim significa astro estrela. Então é desejar sem alcançar as estrelas. Então o desejo é querer tocar no nos astros, querer tocar no céu, querer tocar naquele no cosmos, sendo nós seres humanos com os dois pezinhos cravados na terra. Então o desejo é a vontade que nós temos. de ter aquilo que não é nosso naquele momento. E é bom que tenhamos desejo. Eh, faz parte da nossa própria evolução enquanto organismo. Nós temos que desejar comer para que nós sobrevivamos. Nós temos que desejar reproduzir, fazer sexo, fazer filhos para que a nossa espécie vá à frente. Nós temos que desejar progredir, nós temos que ser ambiciosos, porque se não formos, uma mudança de realidade pode colocar o trabalho de uma vida inteira a perder. Então, é importante que tenhamos desejos. E o desejo ele se esgota quando ele é alcançado. O desejo se esgota com a nossa satisfação. Quando nós não nos satisfazemos com aquilo que desejamos, existe também um outro fator que se chama frustração. E a geração atual, o pessoal Millenium, que vem aí dos anos 2000 pra frente, é um pessoal que tá tendo dificuldade com essa palavra frustração. Frustração faz parte da vida, porque a frustração ela é o resultado dos nossos desejos que não são alcançados. E sim, existem desejos que não serão alcançados. Então, a frustração faz parte da vida. Um adulto, uma pessoa psiquicamente madura, ela vai saber lidar com as suas frustrações sem deixar de, por isso, desejar outras coisas. A questão do desejo ele se esgotar com a satisfação, ele nos coloca sempre com o pensamento no amanhã. Porque imaginem, eu tenho um desejo de tomar um sorvete. Esse desejo se esgota a partir do momento que eu consumo o sorvete da minha preferência. Então, logo que esse desejo se satisfaz,

to no amanhã. Porque imaginem, eu tenho um desejo de tomar um sorvete. Esse desejo se esgota a partir do momento que eu consumo o sorvete da minha preferência. Então, logo que esse desejo se satisfaz, outro desejo assume o lugar. Então, tenho desejo de uma pizza, tenho desejo de ir ao cinema, eu tenho desejo de comprar um carro. Eu sempre lembro quando eu penso nisso, né? Eh, quando eu mor, eu morei no Rio Grande do Sul até os meus 12 anos de idade, depois que eu mudei para Brasília. E eu lembro que lá no Rio Grande do Sul, ah, ainda vendo televisão, só tinham duas estações de televisão na minha cidade e a propaganda era Corsel 2, o carro do ano 1978. Era o desejo de 1978. Era ter um Corcel 2. Posteriormente ter um Del Rei, ter um Opala, ter um Maveric, era o desejo. O que são esses carros hoje? perto de todas essas gamas de veículos com novas tecnologias, com novos descansos, novos prazeres. O Corcel 2 continua sendo o carro do ano, mas ele era objeto de desejo em 1978. Porque a tendência do desejo também é se atualizar. Ele merece ser atualizado porque nós queremos sempre progredir, nós queremos sempre estar além. E aí entramos numa situação. Somos aí a questão espírita, somos seres espirituais, não obstante estarmos num corpo biológico. Mas a nossa natureza não é material, a nossa natureza é espiritual, mas estamos num corpo físico, num corpo biológico, desde que a gente se entende por gente. Nós não temos lembranças de outras vidas anteriores a esta vida. A maioria das pessoas, né, eh, via de regra, existem exceções, mas a gente não vai trabalhar com exceção. Vamos trabalhar com a regra. As pessoas não lembram das vidas passadas dela. A pessoa se levanta, vai fazer o toalete, ela olha no espelho, ela diz assim: "Eu estou me vendo". E na verdade não, você não está se vendo, você está vendo o seu corpo. Mas isso é de uma maneira tão intrincada, tão embrincada entre conosco, entre a nossa percepção, a nossa mente e o nosso corpo, que nós não conseguimos separar o nosso corpo de nós

vendo o seu corpo. Mas isso é de uma maneira tão intrincada, tão embrincada entre conosco, entre a nossa percepção, a nossa mente e o nosso corpo, que nós não conseguimos separar o nosso corpo de nós mesmos. Por isso que satisfazer os desejos do corpo parece que estamos satisfazendo os desejos da alma. E são duas coisas diferentes porque são naturezas diferentes. Os desejos do corpo, eles se satisfazem com as coisas materiais, porque o corpo é material. Os desejos da alma se satisfazem com coisas espirituais, porque são do espírito da psiquê. Então, quando nós pensamos em desejos, nós podemos dividir em dois, os desejos do corpo e os desejos da alma, que não se confundem. Se somos seres espirituais e temos desejos materiais, esses desejos eles são insuficientes para nos dar a felicidade, porque a nossa natureza não é material. Então eles podem dar uma satisfação momentânea, como o Corcel 2, carro de 19, carro do ano de 1978, pode dar uma satisfação momentânea. Eu compro um carro, uma Ferrari, sonho de consumo, né, da de muitas pessoas, eu compro um jato particular, sonho de consumo de muitas pessoas, o auge de sucesso profissional, sucesso de empreendedorismo de alguém, uma mansão, um jato. Essas coisas são materiais, então elas darão satisfação, mas essa satisfação é momentânea, porque elas satisfazem a matéria, elas não satisfazem ao espírito. As únicas felicidades que nós podemos ter reais são as felicidades do espírito, porque são as felicidades que alimentam a nossa natureza espiritual, natureza que é a nossa. E aí vem o problema. Boa parte das pessoas não está preparada para a morte. Boa parte das pessoas não está preparada para a vida espiritual. Porque essas pessoas que é a massa do planeta Terra, elas entendem que felicidade é ter coisas materiais. Quando o corpo fica no cemitério e essas pessoas vão para o mundo espiritual, todas as coisas materiais não acompanham elas. Então, essas pessoas e é a massa, é a grande maioria do planeta, elas levam uma coceira que elas não dão conta de

as pessoas vão para o mundo espiritual, todas as coisas materiais não acompanham elas. Então, essas pessoas e é a massa, é a grande maioria do planeta, elas levam uma coceira que elas não dão conta de coçar. Eu, na minha eh juventude eu era skitista, eu fui judoca, por isso fraturei e tive que engessar. Quem usou o gesso sabe o que que é uma coceira que você não dá conta de coçar. Horrível. A maioria das pessoas desencarna tendo desejos, vontades por coisas materiais. Só que elas vão para a pátria espiritual porque são seres espirituais. Elas levam uma coceira que elas não dão conta de coçar. E isso cria para essas pessoas um sofrimento. Porque é um sofrimento, gente. Não tem pessoas que sofrem porque não tem uma bolsa de uma grife da coleção deste ano. Isso não é motivo de sofrimento. Não tem gente que sofre porque queria passar as férias num paraíso lá no Pacífico, na Ásia, porque todo mundo já foi, essa pessoa ainda não foi. E isso causa sofrimento. Agora imaginem você ir para um local que a única satisfação que você tem é a satisfação que você leva das coisas que você é. E a pessoa não tem nada, porque ela tinha carro, ela tinha avião, ela tinha mansão, ela tinha diploma, ela tinha beleza, tinha saúde. E tudo isso ficou no cemitério. Sendo seres espirituais, nós temos que ter uma atenção muito grande para aquilo que é objeto do nosso desejo. Porque onde está o nosso desejo, ali estará o nosso coração. Quando na Bíblia, lá no Deuteronômio, lá no Êxodo, se fala, você não deve desejar a mulher do teu próximo? E aí nós temos que fazer uma reflexão. Nós não devemos desejar o cônjuge, a pessoa que está vinculada a alguém pela séria relação do matrimônio. E matrimônio também, entendam de forma bem elástica, não precisa necessariamente haver uma certidão e uma aliança. as pessoas que se unem com o objetivo de terem o mesmo futuro. Pessoas que se unem planejando testemunharem uma o futuro da outra. Isso é casamento. Por exemplo, uma camisa como essa, você tem um buraquinho que entra o botão

om o objetivo de terem o mesmo futuro. Pessoas que se unem planejando testemunharem uma o futuro da outra. Isso é casamento. Por exemplo, uma camisa como essa, você tem um buraquinho que entra o botão chamado casa. Esse buraco aqui casa, porque quando entra o botão na casa, a camisa se fecha, porque um completa o outro. Isso é casamento. Ser companheiro, ser companheira é quem é a companhia do outro. Freud quando estudou eh a questão do desejo humano e aí a questão da psicanálise e Freud tem uma influência enorme durante todo o século XX, desaguando quase meados do século XX, porque eh era um gênio das relações humanas, não era infalível como ninguém é, mas ele conseguiu perceber muita coisa que a maioria antes não tinha percebo. Freud, ele entendeu que um ser humano pode ser objeto de desejo de outro ser humano, sendo um objeto de desejo. A pessoa pela qual alguém se interessa, ela é um objeto. Ela não é um sujeito. E objeto é algo material. Se nós desejamos coisas materiais e somos seres espirituais, as coisas materiais, os objetos de desejo, mesmo sendo os objetos da nossa libido, que é outra pessoa, ela é capaz de satisfazer momentaneamente aquilo que queremos, mas só duas almas No mesmo diapasão, duas almas olhando na mesma direção, duas almas tendo o mesmo projeto de futuro. É que permitem que essa relação seja constituída de dois sujeitos e não de objetos. Por isso que quando nós desejamos alguém que está em outra relação, via de regra, via de regra, o que nós desejamos é o objeto da satisfação dos meus desejos. Não é a Maria enquanto ser humano, enquanto pessoa, enquanto alguém que tem sonhos, que tem desejos. que tem angústias, que tem depressão, que tem problemas, é a Maria, objeto dos meus desejos. É o Paulo João, objeto dos desejos da Ana, da Beatriz. As pessoas viram objetos e aí nós arrebentamos essa relação de botão e casa. Porque é uma relação que sendo uma relação de projeto, existe uma expectativa, existe uma eh projeção de futuro. é uma relação que almeja, que constrói e

nós arrebentamos essa relação de botão e casa. Porque é uma relação que sendo uma relação de projeto, existe uma expectativa, existe uma eh projeção de futuro. é uma relação que almeja, que constrói e vem um terceiro ou uma terceira e interrompe essa relação para a satisfação dos seus desejos, porque vê no outro um objeto e aí alguém vai sair muito machucado. Não é possível construir a felicidade no sofrimento de outra pessoa. Se a nossa felicidade é construída no sofrimento de outro, estamos plantando para nós o desequilíbrio que estamos causando, ação e reação. Por isso que agora imaginem isso falando e vejam, né? Eu citei Freud, eu citei relações humanas com todo conhecimento que a gente tem, as questões espirituais trazidas pela doutrina espírita. Agora imaginem esse povo vivendo, o povo hebreu, vivendo como nômade, 1000, 100, 2000 anos antes de Cristo, antes de Jesus. Não é cidades com milhares de pessoas. Esse eh essa população em especial, esse clã em especial era algumas milhares, mas não eram centenas de milhares, milhões de pessoas. Então a confiança nas relações, ela era muito importante. As pessoas eram analfabetas. A massa. A massa. 99,9% das pessoas não sabia ler e escrever. E tinha gente que sabia ler, mas não sabia escrever. Tinha gente que sabia escrever e não sabia ler. E isso é uma realidade que acompanha a humanidade até a revolução industrial. Essa coisa de escola democratizada para todos, educação democratizada para todos, ela vem pós revolução industrial. as pessoas não sabiam eh ler leis. Então, como é que elas faziam as relações sociais serem estáveis e duradoras? na confiança. Na confiança você trazer uma pessoa para a sua tenda, uma pessoa para sua casa para fazer negócio, para manter uma relação social, porque nós, seres humanos somos carentes das relações sociais, nós necessitamos dessas interações. Você tinha que confiar em quem entra na tua casa. Como que você confia em alguém que entra na sua casa numa época que a não tinha um aparato

s das relações sociais, nós necessitamos dessas interações. Você tinha que confiar em quem entra na tua casa. Como que você confia em alguém que entra na sua casa numa época que a não tinha um aparato estatal como nós temos hoje? Não tinha judiciário, não tinha polícia, não tinha instituições. A coisa era feita na base da confiança. Como que alguém traz uma pessoa para sua casa se não confia? nessa pessoa. Então, essa sociedade tem que definir regras de confiança. Como você traz para sua casa alguém que vai desejar a sua esposa? Hoje, com tudo que nós temos, com todos a o avanço das nossas instituições, com todo o avanço da nossa cultura, da nossa tecnologia, você abre a porta da sua casa para uma pessoa que você não confia. Você traz para sua casa alguém que pode colocar o seu relacionamento em risco, a segurança da sua família, os bens que você tem no seu lado? Agora imaginem 1500 anos antes de Cristo. Então, quando se fala não desejar a mulher do próximo e mais uma vez se estende ao cônjuge de uma maneira geral, é manter esse tecido social sem ruptura, porque esta ruptura naquela época, como hoje, pode causar grandes problemas e, em particular, naquela época podia causar morte. E tanto que a regra para o adultério era o apedrejamento e era o apedrejamento do casal, contanto que eles fossem flagrados em adultério. Jesus diz assim: "Eu não vim derrubar a lei, eu vim levar a lei à perfeição." Lei na Bíblia significa Torá. Torá é a revelação de Yahé, o Deus hebreu, a Moisés, escrita em cinco livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Esta é a chamada lei. Eu não vim destruir a lei. Eu não vim destruir a Torá. Eu não vim acabar com a revelação de Deus que Deus fez a Moisés. Mas eu vim levar essa revelação à perfeição. É isso que Jesus coloca. E aí vejam quando Jesus fala do adultério, aquele que olha com cobiça a mulher do seu próximo, olha com o desejo pela mulher do seu próximo, este no seu coração já comete adultério. Porque Jesus, ele vai um passo além, ele

s fala do adultério, aquele que olha com cobiça a mulher do seu próximo, olha com o desejo pela mulher do seu próximo, este no seu coração já comete adultério. Porque Jesus, ele vai um passo além, ele veio levar a Torá à perfeição. Então ele mostra que o desejo pela outra pessoa já é o suficiente para romper essa relação espiritual pela qual nós devemos ter a nossa ética, pela qual nós devemos nos pautar. E essa relação, ela acaba se ligando à pessoa como objeto. E por vários motivos. Um homem deseja uma mulher, uma mulher deseja um homem por motivos biológicos. Tem testosterona envolvida, tem estrogênio, tem eh progesterona, tem as nossas sinapses, né? Tem os citocina, tem eh uma série de mecanismos psicológicos. que faz com que a gente queira alguém. Não é simplesmente assim: acordei, olhei e pronto. Até uma pessoa bonita, nós olhamos uma pessoa bonita e achamos que gostamos da pessoa porque ela é bonita. Tem uma camada muito mais profunda nisso. A beleza, ela é vista como genes bons, genes saudáveis. Estar com uma pessoa bonita significa que a minha próle será saudável. No fundo da compra daquelas revistas, né, masculinas que tinham mulheres nuas, não é só a mulher nua, é o que aquela nudez da estética simboliza bons genes para reprodução. Então tem coisas que nós desejamos que estão no nosso subconsciente, na nossa biologia, que nós não fazemos nem ideia. Por isso da importância de nós termos o entendimento dessa relação que tem que ser uma relação, antes de tudo ética. Porque se ela não for ética, voltamos àquela questão, eu levo para mim uma coceira que eu não dou conta de coçar. E normalmente várias histórias, né, que são cantadas e decantadas na Bíblia, na literatura, né, na dramaturgia, de pessoas que desejaram alguém que estava com outro alguém e isso causou verdadeiras tragédias. Eh, Shakespeare, a beleza da literatura shakespeareiana, que era alguém que ia para o teatro falar de dramas, comédias, de situações do dia a dia, mas da mesma forma que as histórias bíblicas, a beleza dos textos

are, a beleza da literatura shakespeareiana, que era alguém que ia para o teatro falar de dramas, comédias, de situações do dia a dia, mas da mesma forma que as histórias bíblicas, a beleza dos textos de Shakespeare é ele trazer símbolos que são universais, não são só daquela época, né, século 16, século XV, são coisas que são atuais hoje. Então, por exemplo, quando ele escreve Otelo, Otelo ele trata de duas coisas, da cobiça de um homem pela mulher do seu amigo e dos ciúmes desenfreado do marido em relação à mulher. Isso é humano. Desde que o mundo é mundo. Isso acontece até a nossa geração e vai acontecer na gerações futuras. A, o drama Hotel de Shakespeare é exatamente um alerta para o grau de loucura que nós podemos deixar, que nós podemos chegar se nós não colocarmos freio naquilo que não nos pertence e que iremos tirar de quem tem de direito. É óbvio que eu não estou dizendo que uma pessoa pertence é posse de alguém. de forma nenhuma, mas pessoas têm responsabilidades com pessoas, pessoas criam vínculos com pessoas, pessoas magoam pessoas. Então, quando eh no caso de de Otelo, Iago, que era o pseudo amigo de Hotelo, ele vê o Hotelo, um mouro, um estrangeiro, em Veneza, sendo alvo de todas as benesses, de todas as homenagens, de toda o eh aprovação social, casado com a mulher mais linda daquela cidade. Ele é movido pela inveja, porque ele cobiçava aquilo que era de hotel. Ele seria incapaz de se duelar, se debater em armas com hotelo e vencer. Então ele utiliza, já que eu não posso ter a esposa de hotelo, já que eu não posso ter a condição social de hotelo, já que eu não posso ser amado como hotelo é, eu vou tornar a vida de hotelo o inferno. É um drama. E quantas pessoas não são assim? sobre cobiça em em relação à mulher do próximo. Uma das histórias mais emblemáticas que nós temos a história de Davi. Davi é alguém que Deus escolhe como ungido. Para as pessoas pouco familiarizadas, ungido é alguém que é separado da galera. Imagina como se fosse um rebanho de

áticas que nós temos a história de Davi. Davi é alguém que Deus escolhe como ungido. Para as pessoas pouco familiarizadas, ungido é alguém que é separado da galera. Imagina como se fosse um rebanho de ovelha. O pastor tira uma ovelha para ele do rebanho e aquela ovelha tem um papel especial. O ungido é a ovelha de Deus. Em hebraico, a palavra é machia, da onde no português vem a palavra Messias, que do grego vem a palavra Cristo. Então, Davi na sua época, ele era o Messias, ele era o Masia, ele era o escolhido de Deus. Deus tinha tido um outro escolhido chamado Saul. Mas a história bíblica, ela tem um Deus que se decepciona, um Deus que se enfurece, um Deus que ciumenta, um Deus que se encoleriza. E Deus estava insatisfeito com Saul. Deus resolveu tirar a unção de Saul e passar a unção para Davi. E aí o profeta Samuel, que era o maior profeta daquele povo naquele período, ele pega, procura a casa de Jessé em Belém. Davi era da cidadezinha de Belém. E lá ele encontrando o jovem pastor, que era uma criança ainda, ele derrama um óleo sagrado na cabeça daquele menino. Esse gesto de derramar um óleo na cabeça de alguém significa que aquela pessoa é escolhida por Deus. A partir dali, a vida de Davi muda. Segundo a Bíblia, Deus estava com Davi todos os momentos. Deus ilumina Davi, Deus protege Davi, Deus acompanha Davi. Por isso que aquela criança quando vai lutar contra um filisteu que era um gigante, que metia medo em todo o exército hebreu chamado Golias, Davi, uma criança, ganha de Golias porque Deus havia escolhido Davi para ungido. Todas as batalhas Deus estava com Davi. Davi era vitorioso, mesmo quando todas as probabilidades ele deveria estar morto. Davi era querido pela corte e era querido pelo povo. Saul morria de inveja de Davi. Tentou matar Davi mais de uma vez. Davi teve que se refugiar no país dos inimigos, na Filistia, e só voltou de lá quando teve garantias que não seria morto. Após a morte de Saul, ele é coroado rei. E um rei, ele tem um palácio. Um rei tem súditos.

e se refugiar no país dos inimigos, na Filistia, e só voltou de lá quando teve garantias que não seria morto. Após a morte de Saul, ele é coroado rei. E um rei, ele tem um palácio. Um rei tem súditos. Um rei ele determina com a sua vontade toda o todo o ordenamento social e todo o ordenamento jurídico de um povo. Davi estava no auge. Ele era o top da cadeia alimentar. Jerusalém não era uma cidade de judeus. Ela virou uma cidade de judeus quando Davi tomou Jerusalém dos jebuseus. Jerusalém foi invadida, tomada e Davi colocou ali como a capital dos judeus e continua sendo a capital espiritual do povo judeu até hoje. Certa vez andando no terraço do seu palácio. Palácio ele é mais alto que o resto das casas. E no oriente, as todas as casas costumam terraço, onde as pessoas passam à noite, porque é mais fresco à noite e como não chove, elas passam à noite no terraço. Mas também as mulheres tomavam banho no terraço das casas, porque as casas elas eram muito pequenas, elas eram muito insalubres. Então as mulheres tomavam banho no terraço. Davi estava passeando no terraço do seu palácio. Quando ele chega na beirada, ele tá olhando pro terraço das casas e vê uma mulher linda, uma mulher que era uma verdadeira deusa entre os mortais chamada Betsabá. E ele fica hipnotizado pela beleza dela. Betabá tava tomando banho. Davi a venua. Davi era casado com várias esposas. Davi tinha um arém. Mas aquela mulher, ela desperta o desejo dele e ele procura saber quem é. E ele descobre que Betsabá era casada com um dos seus generais, um estrangeiro de nome Urias, mas ele quer bet sabá. Ele deseja Betsabá, então ele acaba tendo um relacionamento com ela, um relacionamento adulterino. Betabá engravida de Davi e Urias tá no campo de batalha com os filisteus. Escândalo naquela época, escândalo hoje. O nosso governante engravida a mulher do nosso general. Isso daria muita atenção nos tabloides dos nossos dias. Daria uma fofoca muito boa nos dias de Davi. Que que Davi faz? Manda Urias voltar do

je. O nosso governante engravida a mulher do nosso general. Isso daria muita atenção nos tabloides dos nossos dias. Daria uma fofoca muito boa nos dias de Davi. Que que Davi faz? Manda Urias voltar do campo de batalha. Volta para Jerusalém, Urias. Beleza? Deita com a tua mulher, descansa, porque você foi um bom soldado, foi um bom combatente, foi muito corajoso. A tua hora agora de descanso para que Urias, tendo relações com Betabá, todos pensassem que o filho que nascesse fosse de Urias e não de Davi. Quando da Erias estava hospedado no palácio de Davi, quando Davi acorda e sai dos seus aposentos, encontra com Urias dormindo no corredor em frente ao quarto dele. Betabá tá dormindo lá na cama lá dentro e ele no corredor. Aí Davi pergunta: "Ué, que que você tá fazendo aqui fora? Por que que você não tá deitado com a tua mulher?" Ele, rei, eu sou um guerreiro. Os meus colegas não estão com as suas mulheres. Os meus colegas estão na solidão, estão no frio. Muitos deles nunca retornarão para suas casas. Como em sã consciência posso ficar no calor dos braços da minha mulher? Se os meus companheiros de armas estão agora lutando, Davi viu que o problema ia ficar sério. E aí, como é que ele resolve a situação? Ele manda Urias de volta pro campo de batalha. Urias tinha que se reportar a um outro general. Ele escreve, Davi manda uma carta para esse outro general dizendo o seguinte: "O portador dessa carta, o general Urias, deverá ir para a batalha mais encarnecida que houver e lá deverá ser deixado sozinho para morrer." E assim acontece. Urias cai em batalha. Que que Davi faz? Desposa Betsabá. Agora o filho adulterino tá legítimo. Tudo muito bom, tudo muito bem. Samuel, o profeta, já havia morrido e um belo dia e os reis faziam isso. Eles recebiam as pessoas para resolver os problemas dela em audiências. Numa bela, uma bela manhã aparece o profeta Natã. e se apresenta para o rei. E Davi era um homem muito religioso. Pois não, profeta. O que que o Senhor tá querendo? O que que o Senhor precisa?

ências. Numa bela, uma bela manhã aparece o profeta Natã. e se apresenta para o rei. E Davi era um homem muito religioso. Pois não, profeta. O que que o Senhor tá querendo? O que que o Senhor precisa? Meu rei, tem um assunto que tá me deixando profundamente consternado. Tem um assunto que tá me tirando sono. Tem um assunto que tá me causando tristeza. Pois não, profeta. Que assunto é esse? Do que que se trata? Se eu puder ajudar em alguma coisa, pode contar comigo. Meu rei, é o seguinte. Aqui no seu reino tinha um homem que tinha uma ovelha, uma ovelhinha que esse homem adorava essa ovelha. Ele dava banho na ovelha, ele levava a ovelha para passear, ele chegava a dormir com a ovelha. Ele tinha uma relação de pai e filho com essa ovelha, de tanto que ele gostava dela. Mas o vizinho dele, um homem muito rico e muito poderoso, que tinha um rebanho com mais de 100 ovelhas, ficou interessado na ovelha do pobre e roubou a ovelha e mandou matar o vizinho. Davi se enfurece, desce do seu trono e fala: "Profeta, me dá o nome desse homem por Yahvé. Assim que eu souber o nome desse homem, eu vou fazer justiça. Esse homem estará morto ainda hoje. Quem é esse cara? Meu rei. Ele se chama Davi. Porque Urias só tinha uma esposa que era a flor da sua vida. o objeto do seu desejo, a alegria dos seus dias. E o Senhor, com o arém de tantas mulheres nacionais e estrangeiras, o Senhor mandou matar Urias para ficar com essa única mulher. E Yahé quer justiça. Lembre-se que Davi era o preferido de Deus na história bíblica. Claro, Davi era o ungido. Davi era o Messias. Mas Davi pisou feio na bola porque o seu desejo levou a morte de um companheiro. Por isso que aquele que deseja, ainda que no seu coração, a mulher do seu próximo, para Deus, esse homem já comete adultério, porque não lhe falta coragem. O desejo já tá ali, lhe falta oportunidade. São coisas diferentes. Iago com Otelo, Davi com Urias. Os nossos relacionamentos, no nosso dia a dia, onde as pessoas são transformadas em objetos.

coragem. O desejo já tá ali, lhe falta oportunidade. São coisas diferentes. Iago com Otelo, Davi com Urias. Os nossos relacionamentos, no nosso dia a dia, onde as pessoas são transformadas em objetos. aquilo que o Balman vai falar, né, que tá muito em voga, adora, o pessoal adora botar em redação de Enem a chamada modernidade líquida, onde as pessoas não mantém vínculos. Os vínculos são diáfonos, os vínculos são rápidos, porque as pessoas estão interessadas na satisfação daquilo que os seus olhos contemplam. Problema que as pessoas envelhecem com a idade, o cabelo fica branco, o cabelo cai, o colágeno vai acabando, a pele vai encararquilhando, a musculatura vai se enfraquecendo, o cérebro vai perdendo a sua massa encefálica. Um idoso em idade avançada tem 25% a menos de massa enfencefálica que ele teve na sua juventude. E aí, se as nossas relações são baseadas simplesmente na satisfação da matéria e a matéria se corrompe, a matéria acaba, a matéria se esvai, o que que vai sobrar para o nosso coração? Daí a beleza dos 10 mandamentos. Daí a beleza desse dessas pessoas que eram pessoas tão simples, pessoas que viviam numa época tão difícil, tão dura, elas conseguiram enxergar algo que nós com tablets, computadores, celulares, eh, satélites, com relações comerciais, digitais, inteligência artificial, basicamente nós estamos vivendo os mesmos dilemas. O espiritismo, ele nos dá essa visão e nos dá essa reflexão no livro Opinião Espírita, que é um livro eh de dois espíritos, Emanuel e André Luiz, através de dois médiuns, Chico Xavier e Valdo Vieira. Numa mensagem, André Luiz coloca que um espírita a cada 3 anos deve fazer um balanço para saber o como, o quanto que ele evoluiu, porque em 3 anos de espiritismo, nós não podemos ser a mesma pessoa. Em 3 anos de doutrina, em 3 anos de reflexão, necessariamente a gente tem que ser alguém melhor, porque a gente não para de aprender, não para de se surpreender, não para de refletir, não para de ver questões. E aí nós vemos que nós somos o grande inimigo

amente a gente tem que ser alguém melhor, porque a gente não para de aprender, não para de se surpreender, não para de refletir, não para de ver questões. E aí nós vemos que nós somos o grande inimigo de nós mesmos. Nós trazemos para nossa vida sofrimentos. E vejam que interessante, né? Nós não precisamos trazer sofrimento paraa nossa vida. O sofrimento vem até nós, ele bate na porta. Sofrimento tem GPS com o nosso endereço. A gente não precisa nem sair de casa. O sofrimento nos alcança. É irracional alguém sair de casa para procurar sofrimento, para procurar desavença, para alimentar mágoa por sede de vingança, para realizar a sua cobiça. É sair de casa para procurar sofrimento. E aqui que os espíritos nos falam para com isso. Você não precisa ser uma pessoa plena, uma pessoa perfeita, uma pessoa eh top das galáxias para sofrer menos. Arruma a tua cabeça, porque a maior parte dos problemas, a maior parte da das crises, elas não vêm de fora, elas vêm de dentro das nossas cabeças. Tem exceções, tem. É só olhar para Israel e faixa de Gaza. O sofrimento de ambos os lados, um lado agora sofrendo bem mais que o outro. Rússia e Ucrânia, o sofrimento bateu na porta daquelas pessoas. Elas não precisaram sair de casa procurando sofrimento. Mas na maioria dos lugares, na maioria das situações, se a gente analisar as dores que carregamos são fruto das nossas escolhas. E aí nós voltamos no começo dessa palestra. E por que que escolhemos mal? Por que que escolhemos complicado? Por que que não apostamos naquilo que realmente tem futuro? É projetado para o além. E o além que eu falo não é a vida depois da morte, não. É o além desse relógio, desse calendário, deste tempo para frente. Porque nós insistimos na satisfação para atingirmos a nossa felicidade das coisas materiais. Como somos seres espirituais, as coisas materiais só nos dão satisfação um breve momento. A minha sobremesa favorita é pudim. Adoro pudim. A segunda favorita é Quindim. A terceira brigando com Quindin é brigadeiro.

es espirituais, as coisas materiais só nos dão satisfação um breve momento. A minha sobremesa favorita é pudim. Adoro pudim. A segunda favorita é Quindim. A terceira brigando com Quindin é brigadeiro. Espero que todos tenham jantado. Que acontece quando eu tenho vontade de comer pudim? Eu como. Ó, que delícia. Coisa boa. Tô nem aí com dieta. Vou lá e pego. Comi o podim. Tô satisfeito. Sabe o que acontece com o podim? A saliva quebra as moléculas, o estômago joga os ácidos, ele passa pelo aparelho digestório e depois o que sobrar é excreção. E aí eu preciso de outro pudim. depois de outro pudim, de outra pizza, de outro cinema, outro filme, de um outro carro, porque é assim, as coisas materiais são assim. Se os relacionamentos são baseados somente na beleza, no status, nas coisas externas, é como se ele entrasse pela boca e saísse pelo aparelho de discreção. Ele contribui e depois é expelido porque não nos pertence. Para quem tem dúvida é só olhar no Evangelho Segundo o Espiritismo. Não separeis o que Deus juntou. Kardec, ele faz uma pergunta muito pertinente. Não separeis o que Deus juntou. A questão é o que Deus juntou? Porque quem casa pela beleza, a beleza acaba. Uma mulher linda e chata, quando tem 20 anos, ela é linda e chata. Essa mulher com 60, ela já não é tão linda e tá mais chata. Um homem eh insuportável com 20 anos, mas bem-sucedido, exportista, youtuber, influencer, é um cara insuportável com 20 anos. Com 60 anos, ele tá mais insuportável. Com 90, se tiver vivo, ainda mais. Não separeis o que Deus juntou. A questão é o que junta é o que fala o coração. E para encerrar, o que que nós encontramos no evangelho? O nosso coração, o nosso tesouro está onde está o nosso coração. Então, a gente tem que tomar muito cuidado onde põe o nosso coração, porque esse tesouro tem que ser de valores, que a traça não corrói, que os ladrões não furtam, que o imposto de renda não leva uma parte. tem que ser algo que nos pertença, porque pertence a duas almas que estão casadas.

tem que ser de valores, que a traça não corrói, que os ladrões não furtam, que o imposto de renda não leva uma parte. tem que ser algo que nos pertença, porque pertence a duas almas que estão casadas. Então, que façamos isso, nos tornemos a pessoa querida de alguém para que as pessoas queridas também se façam importantes na nossa vida. Boa reflexão, bom final de semana. Mês que vem a gente traz o último mandamento. Uma boa noite. >> Muito obrigada por mais essas lições preciosas que nos deixam, essas reflexões que tiramos dessa noite de hoje, né? que possamos ir para casa um pouco pensativos e quem sabe eh possamos mudar algumas coisas em nossa vida a partir dessas reflexões também, né? Eh, se vocês gostaram dessa palestra, recomendo assistir as demais. Esse já é o nono mandamento. Temos oito anteriores e também temos os pecados capitais e outros conteúdos que foram trazidos nesse projeto Espiritismo em Diálogo e continuarão sendo trazidos todos os segund as segundas sextas-feiras do mês aqui nesse mesmo horário. Então recomendo voltar no mês que vem e também maratonar essas séries e assistir no canal do YouTube da comunhão. Também convido vocês, no domingo teremos o dia dos pais e os nossos corais aqui da comunhão. Amanhã homenagearão os pais em belíssimos eventos. Às 5 horas teremos o coral infantil, o Elinhos de Luz, que fará uma apresentação O meu Pai é lindo. Uma homenagem das crianças aos seus pais que estarão presentes aqui. E às 19 horas o coral adulto, o Elos de Luz fará a apresentação Papai, te desejo vida. E serão com certeza bel homenagem aos nossos papais. Não deixem de assistir e de estar presentes. Garanto que vai valer a pena. Aguardo vocês aqui amanhã. Eh, e com tudo isso em mente, elevemos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, concentrando naquilo que nós podemos, naquilo que nós temos, naquilo que é nosso de verdade. E que nós busquemos o que é importante para nós, que Jesus seja o nosso farol, o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. o nosso companheiro de existência e que

, naquilo que é nosso de verdade. E que nós busquemos o que é importante para nós, que Jesus seja o nosso farol, o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. o nosso companheiro de existência e que nós estejamos sempre alinhados com os valores do Cristo, com a sua forma de ser e de viver, buscando estar cada vez mais próximos deles em pensamento e em ações. Que sigamos os mandamentos e os preceitos de Deus que nos foram explicitados pelo Cristo e que possamos caminhar cada vez mais próximos do que existe de bom. e das leis divinas para que a nossa vida seja cada vez melhor, mais produtiva, mais bela e mais em comunhão com Deus. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e que nós estejamos com ele. Que assim seja. Muito obrigada à presença de todos e nos encontramos aqui mais uma vez amanhã e na segunda sexta do mês para o último mandamento. Vamos fechar com chave de ouro mais essa série. Um grande abraço a todos e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para a caminhada, que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. Que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. E esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos, a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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