#77 Estudando O Livro dos Espíritos - Possessos
"Estudando O Livro dos Espíritos" Um estudo sistemático e contínuo da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Semanalmente, toda segunda-feira, às 20h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Encontro 77 - Capítulo 9 - Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal, da 2ª parte de ‘O Livro dos Espíritos’ — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos – Possessos – Perguntas 473 a 480
Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o Estudando o livro dos espíritos. Seja muito bem-vindo, Cris. Muito bem-vinda, viu? Satisfação imensa dividir aqui a responsabilidade da da tarefa contigo. E damos as boas-vindas também às nossas intérpretes para Libras, Ariane Rabelo e André Beatriz e aos nossos convidados de hoje. Hoje nós temos Mariene Airão, que é palestrante espírita, coordenadora do Serviço de Atendimento Espiritual do Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro. conduz o programa CERGE em Movimento na Rádio Rio de Janeiro e também hoje contamos com Samuel Nunes Magalhães, pesquisador da história do Espiritismo, fundador do Centro de Documentação Espírita do Amazonas e de Pernambuco, integrante do Centro de Documentação Espírita do Ceará, é autor de vários livros, atualmente colabora com a Federação Espírita Brasileira e com o Centro Espírita Sem Fronteiras. Noss agradecimento também aos parceiros de transmissão simultânea. Muito bom estar retomando o prazer da companhia com todos vocês. E amigos, hoje nós daremos continuidade ao estudo da segunda parte, no capítulo 9 da intervenção dos espíritos no mundo corporal e com o tema eh processos. Perguntas 473. a 480. E a gente começa logo eh aproveitando Samuel aqui para nos responder a respeito da questão 473. Samuel, pode um espírito tomar temporariamente o invólucro corporal de uma pessoa viva? Isto é, introduzir-se o corpo já animado e obrar em lugar do outro que se acha encarnado neste corpo. Boa noite a todos os amigos, aqueles que acompanham o estudo do livro dos espíritos. Que Jesus nos abençoe e nos envolva em sua paz. Essa pergunta, ela é bastante interessante por vários motivos, mas queremos destacar a evolução do pensamento de Allan Kardec nos seus estudos, nas suas experiências. Quando Allan Kardec eh fez essa pergunta
rgunta, ela é bastante interessante por vários motivos, mas queremos destacar a evolução do pensamento de Allan Kardec nos seus estudos, nas suas experiências. Quando Allan Kardec eh fez essa pergunta aos espíritos, eles vão nos dizer que o espírito não entra, não penetra no corpo de uma pessoa. O comum nas comunicações é que o espírito envolva, no caso aí o médium, aquele que vai receber as suas influências. nos seus próprios fluidos. E por meio desses fluidos, de perespírito a perespírito, é que vai acontecer aí a comunicação ou o intercâmbio entre os desencarnados e os encarnados. Esse é o comum e é a maioria dos fenômenos mediúnicos que acontecem é dentro desse padrão. O espírito envolve fluido. E como o fluido, ele é um meio onde o pensamento se propaga, ou seja, ele serve de fio condutor a esse pensamento, ele vai passar ao médio tanto o seu pensamento, no caso os seus raciocínios, como inclusive as suas emoções, a sua alegria, a sua satisfação ou a sua angústia, a sua descrença. ela é transmitida e essas sensações dessa forma. Então os espíritos respondem a Allan Kardec aí que o espírito não penetra o corpo de outra pessoa e que diz que enquanto o espírito habita o corpo, outro não poderia ali coabitar com ele, porque isso só se dá no processo reencarnatório por meio das ligações perespiríticas ou do cordão fluídico, como nós conhecemos. Mas com avançada as observações de Allan Kardec. E é interessante notar que o que Allan Kardec vai dizer mais tarde não contradiz a essa resposta. Porque o que os espíritos dizem a Allan Kardec nessa questão é que eh o espírito não pode substituir-se ao que está encarnado. Por isso que este terá que permanecer ligado ao seu corpo até o termo fixado para a sua existência material. Ou seja, o espírito não sai para que eu tome eh eh parte, ele permanece ligado ao corpo. Mas a experiência de Allan Kardec foi mostrando que há casos de possessão, porque a época de Allan Kardec a possessão era muito ligada o termo à questão demoníaca, como sendo uma
nece ligado ao corpo. Mas a experiência de Allan Kardec foi mostrando que há casos de possessão, porque a época de Allan Kardec a possessão era muito ligada o termo à questão demoníaca, como sendo uma entidade votada desde a sua criação e eternamente ao mal. Então, Allan Kardec utiliza o termo subjção para aqueles casos graves de obsessão em que o o médium aí, no caso, o espírito do médium perde inclusive a maior parte da sua força de vontade. Mas as suas os seus estudos, as suas eh observações vão demonstrar que em determinados casos, o espírito comunicante pode usar diretamente o corpo do médium. sem ser perespírito a perespírito. Ele vai nos falar isso, por exemplo, na gênese, no estudo dos fluidos, quando ele estuda obsessão e possessão, ele vai dizer que eh se reposiciona sobre essa questão e dizer que a possessão é um fato, só que isso não é permanente, é temporário eh por alguns momentos e talvez até mais tempo, mas é temporário. O espírito se utiliza diretamente do corpo. Interessante notar que essa observação que Allan Kardec nos traz na Gênese, ele expõe na revista espírita. Em dezembro de 1863, nós encontramos um caso de possessão, que é o caso da da Júlia, que era médio. E também em janeiro de 1864 ele trata do assunto onde ele mostra claramente que o espírito, sim, nesse caso da possessão, utiliza diretamente do corpo sem que o espírito reencarnado eh tenha quebrado o seu liame, que o outro não toma realmente o corpo. Então em 63, Allan Kardec faz essa observação. E é interessante notar, por exemplo, que antes da Gêneseis, que só foi publicada em janeiro de 1868, eh em O Evangelho Segundo o Espiritismo, que foi lançado em 1864, Allan Kardec já faz essa distinção, por exemplo, quando ele vai nos trazer a prece aos obsidiados ali naquele texto do do do da prece aos obsidiados. Allan Kardec já distingue perfeitamente a obsessão e no caso a subjulação da possessão, mostrando que existe. E quem gostar de investir mais no livro nos domínios da mediunidade de
ece aos obsidiados. Allan Kardec já distingue perfeitamente a obsessão e no caso a subjulação da possessão, mostrando que existe. E quem gostar de investir mais no livro nos domínios da mediunidade de André Luiz, nós temos casos semelhantes, inclusive da eh dona Celina, que é uma médium extraordinária, que ela se afasta do corpo e o espírito toma o seu corpo. É isso que diz André Luiz. Então, a possessão, sim, ela acontece e isso não invalida a resposta dos espíritos que eles falam em caráter definitivo. Excelente, Samuel, já foi respondida essa pergunta da Ana Lúcia Lessa. Olha, ela lembra no livro Condomínio Espiritual faz esse envolvimento. O espírito se distancia, o outro toma posse temporariamente. pergunta, o Samuel acabou de explicar que é assim que acontece, não é? Então, essa fica respondida e aí, eh, Mariene, nós vamos dar continuidade ao assunto que tá na 474, se você quiser comentar mais, aprofundar, mas essa pergunta é um pouco comprida aqui, mas está relacionada. Ele vai colocar assim: "Desde que não há possessão propriamente dita, isto é, coabitação de dois espíritos no mesmo corpo, pode a alma ficar na dependência de outro espírito de modo a se achar subjulgada ou obsidiada, ao ponto de a sua vontade vir achar-se de certa maneira paralisada?" Eh, boa noite, meus queridos amigos. É uma alegria estarmos aqui nessa noite, né? E muito interessante, porque o Samuel ele deu assim eh uma resposta completa. Mas aqui os espíritos, quando o Kardec ele ele ele começa com desde que não há possessão propriamente dita. Isso é coabitação de dois espíritos no mesmo corpo. Então é pra gente pensar e bem um corpo e aqui tem dois espíritos aqui dentro, como é que fica? E aí então a a resposta dos espíritos nessa 474 foi assim: "Sem dúvida que são esses os verdadeiros processos, mas é preciso que saibas que essa dominação não se efetua nunca sem que aquele que a sofre o consinta, quer por sua fraqueza, quer por desejá-lo. E mais adiante ele nos fala que o vocábulo possesso, na sua acepção vulgar
ibas que essa dominação não se efetua nunca sem que aquele que a sofre o consinta, quer por sua fraqueza, quer por desejá-lo. E mais adiante ele nos fala que o vocábulo possesso, na sua acepção vulgar supõe a existência de demônios. Isso é de uma categoria de seres maus por natureza e a coabitação de um desses seres com a alma do indivíduo no seu corpo. E o Samuel falou da revista espírita. Ele falou da revista espírita, dezembro de 1863. E eu anotei aqui na íntegra a revista espírita. É só um trechozinho só paraa gente ver a clareza, porque na realidade Kardec não parou de estudar. Kardec era um cientista. Kardec continuou estudando e ele foi observando a evolução dos assuntos que ele tratou no livro dos espíritos. E aqui quando a pergunta por causa da 473 diz assim: "Desde que não há possessão propriamente dita, então significa não há a possessão como nós entendemos. Mas quando a gente lê ali fica assim uma dúvida, mas há ou não há?" Se a gente não for recorrer às outras obras da codificação, parar aqui, a gente vai bater o pé e vai dizer assim: "Olha, Kardec disse, olha, os espíritos dis para Kardec que não há". Mas aqui no na revista espírita que o Samuel eh falou, não é? dezembro de 1863 tem um caso de possessão. Eu vou ler só o pedacinho que disse assim que aí Kardec nos diz: "Dissemos que não havia possesso no sentido do termo mas subjugados. Queremos reconsiderar essa asserção posta de maneira um tanto absoluta, já que agora nos é demonstrado que pode haver verdadeira possessão, isto é, substituição, embora parcial, de um espírito encarnado por um espírito errante. fez um primeiro fato que o prova apresentando o fenômeno com toda a simplicidade. Aí o Kardec, ele vai contar a história de uma senhora que é ali, que é a senhorita Júlia. E ela eh de repente podemos dizer assim, é tomada por um espírito numa reunião, todos ali reunidos. E foi perguntado então a ela o seguinte, foi perguntado ao espírito que estava ali, que foi um alguém que desencarnou numa lama e ele faz o comentário de que
espírito numa reunião, todos ali reunidos. E foi perguntado então a ela o seguinte, foi perguntado ao espírito que estava ali, que foi um alguém que desencarnou numa lama e ele faz o comentário de que tá todo sujo. Aí pergunta-se a Júlia já a a Júlia não, ao espírito, não é? que agora a gente já vai conversar com o espírito. Já que tomaste posse do corpo da senhorita, poderias nele permanecer? Porque ali houve a demonstração de que ele espírito podia tomar posse? Aí ele responde: "Não, mas vontade não me falta". E aí é perguntado novamente: "Por que não podeis?" E ele diz: "Porque seu espírito está sempre ligado ao seu corpo? Ah, se eu pudesse romper esse laço, eu lhe pregaria uma peça. Então, assim, o espírito não vai embora, porque se ele fosse embora, o laço cortasse, o corpo morria e o outro ia entrar ali e ressuscitar. Nem o próprio não consegue, imagina o outro. Mas aí ele vem nos dizer que se ele conseguisse ele ia tomar o corpo. Que faz durante esse tempo o espírito da senhora, que seria a Júlia nessas alturas, quando você entra, o que que acontece? Ele diz assim: "Está aqui ao lado olhando para mim e rindo por me ver em suas vestes." Então ela, o espírito, ela é uma saididinha e um afastamentozinho. O outro, ó, deu uma brecha, ele já se apoderou, começou a falar por ela, mas ele não ele não consegue fazer tudo que ele quer. Então é quando Kardec nos diz lá na Gene, na Gênese, né, que possessão é a ação que um espírito exerce sobre um indivíduo encarnado, substituindo temporariamente em seu corpo material. Esta ação não é permanente. Aí se vocês quiserem ainda acrescentar mais um pouquinho, tá em aberto, Mari. que a gente quer eh ratificar e sublinhar muito é que todos esses processos estão sendo realizados eh sob auspícios da espiritualidade de Deus. Então, a gente nunca perde o leme das coisas. Basta que a gente mobilize a nossa vontade. Esse é o poder consolador de todas essas explicações, né? Não há eh por temer, ter muito medo, né, desses processos todos. Que tem a ver, Samuel,
as coisas. Basta que a gente mobilize a nossa vontade. Esse é o poder consolador de todas essas explicações, né? Não há eh por temer, ter muito medo, né, desses processos todos. Que tem a ver, Samuel, com a pergunta que eu vou te fazer agora, porque Kardec e estimula esse tipo de pensamento alentador na própria pergunta que ele faz, na 475. Pode alguém por si mesmo afastar os maus espíritos e libertar-se da dominação deles? E aí, Samuel, na completude da sua resposta, eu vou pedir para você também responder a Jeane Lima, que faz uma pergunta específica sobre essa questão. Essa libertação da dominação dos maus espíritos, poderia ser com o evangelho no lar e com a vontade firme nos estudos e nos conhecimentos que adquirimos da doutrina espírita? Eh, eu gostaria ainda de fazer mais uma observação com referência a possessão e a obsessão. é lembrar que, como Allan Kardec bem frisa, a obsessão ela é sempre exercida por um espírito mal ou por um espírito inferior, um espírito que quer prejudicar alguém, enquanto que a possessão não, a possessão pode ser de espíritos superiores, de espíritos bons que vêm para auxiliar. a gente vê alguns casos que pelo menos nos parece ser possessão, por exemplo, nos casos inclusive em que há transfiguração. Creio que todos nós já tivemos a oportunidade de assistir, por exemplo, Divaldo em determinadas comunicações psicofônicas, em que eh fica muito presente que ali, possivelmente é um caso de possessão. espírito toma diretamente o corpo do médico para trazer a sua mensagem, que ela fica mais fiel, mais livre de interferência. E nesse caso, sendo um espírito superior, mesmo sendo uma opossessão, nesse caso do espírito superior, não é feita essa possessão sem o consentimento do médium, que naturalmente aí no caso de um de um médium como o Divaldo ou alguém que tenha bastante equilíbrio, há uma aqui essência, há uma permissão para que os espíritos assim procedam, assim que a mensag a fim de que a mensagem tenha uma menor cota, uma menor quantidade de animismo. Então, a
nte equilíbrio, há uma aqui essência, há uma permissão para que os espíritos assim procedam, assim que a mensag a fim de que a mensagem tenha uma menor cota, uma menor quantidade de animismo. Então, a possessão ela pode ser sim de espíritos bons, espíritos superiores, né? Necessariamente não são espíritos maus. Era essa observação. E quanto à questão de se a pessoa pode por si mesma eh afastar-se dos espíritos obsessores, daqueles que lhe causam a influência maléfica, os espíritos respondem a Allan Kardec que sim, que depende da vontade, ou seja, do desejo firme. E nesse caso, a vontade ela precisa estar secundada. eh nos textos que nos elevam o tono vibratório, como é no caso seria um estudo do evangelho no lar ou qualquer outro. Eh, eu cheguei no espiritismo diferente eh de muita gente, certamente de todos vocês, num processo obsessivo muito grave, gravíssimo. E e o estudo sei que me auxiliou. A primeira coisa que eu fiz, que me presentearam foi ler o Evangelho Segundo Espiritismo, que eu comecei ler de manhã e fui até o final do dia e li o Evangelho no primeiro dia. Depois passei dois dias com o livro dos espíritos para ler o livro dos espíritos a primeira vez. E quando fui para as obras de André Luiz, que eu li André Luiz em três meses, a obra completa, a sensação que eu tinha que tava com o telhado cheio de teia de aranha e a leitura era uma vassoura que tirava tudo aquilo. Então a gente vai preparando a mente e o coração. Agora, há casos em que o enfermo tá de certa forma debilitado que essa vontade quase não existe ou quase não funciona, como é o caso da subjulgação em que o espírito aí domina 70% da vontade do médico, pelo menos é o que nos diz, por exemplo, Bezerra de Menezes em seu livro Loucura sobre novo Prisma. E só 30% aí é a vontade do médium. Nesse caso da vontade debilitada, quase sempre se faz necessário uma ajuda externa. Essa ajuda externa implica que quem está sobre a influência desses espíritos precisa fazer o seu esforço pessoal. No caso, é uma ajuda. É aquilo que nós
ase sempre se faz necessário uma ajuda externa. Essa ajuda externa implica que quem está sobre a influência desses espíritos precisa fazer o seu esforço pessoal. No caso, é uma ajuda. É aquilo que nós vamos encontrar quando Jesus eh ia em direção ao Gólgota e ali ele cai sobre o peso da cruz. E Simão de Sirene, Simão Cirineu, vem tomar a cruz de Jesus, mas coloca sobre o ombro de Jesus. Então a cruz é nossa, nós é que devemos levar, embora haja essa ajuda. Mas nós podemos sim nos livrar dessas influências. E é bom enquanto a obsessão é simples, enquanto ela não vai agravando. A obsessão simples ela agrava. Obsessão simples não é simples obsessão. Não existe simples obsessão. Se é obsessão, é obsessão. E Samuel, eh, a quanto a da Giane Lima, o evangelho no lar pode ajudar eh a vontade da pessoa? Sim, o evangelho ajuda, sim. Até porque quando se faz o evangélio no lar, as energias eh do ambiente elas são alteradas para melhor. É como se nós estivéssemos antes numa atmosfera asfixiante que nos impedia até de certa forma uma lucidez de raciocínio. E quando limpa isso, nós conseguimos ver com mais clareza. E enxergando com clareza, nós vamos conseguir tomar a direção correta. O evangelho lar é uma bênção em todas as situações. E no caso da influência espiritual negativa, é o socorro mais imediato que nós podemos ter e mais valioso é seguramente o evangelho. Até porque o evangelho não só educa a quem está vítima da obsessão, mas também educa o obsessor, tende a transformar-lhe o sentimento e ele modificando, a obsessão vai desaparecer. Muito bem, Samuel Mariene, nós vamos seguir aqui agora na 476. Vai tratar da fascinação. Pode acontecer que a fascinação exercida pelo mau espírito seja de tal ordem que o subjugado não a perceba? Sendo assim, poderá uma terceira pessoa fazer que cesse a sujeitão, a sujeição da outra? E nesse caso, insiste Kardec, qual deve ser a condição dessa terceira pessoa? Primeiro eu vou ler a resposta de Kardec para depois a gente fazer um comentário,
e cesse a sujeitão, a sujeição da outra? E nesse caso, insiste Kardec, qual deve ser a condição dessa terceira pessoa? Primeiro eu vou ler a resposta de Kardec para depois a gente fazer um comentário, inclusive nesse evangelho no lar que a nossa irmã perguntou. Sendo ela um homem, essa pessoa não é um homem de bem, a sua vontade poderá ser eficácia. desde que a pele para o concurso dos bons espíritos. Porque quanto mais digna for a pessoa, tanto maior pode poder terá terá sobre poder terá sobre os espíritos imperfeitos para afastá-los e sobre os bons para os atrair. Todavia, nada poderá fazer se o que estiver subjulgado não lhe prestar o seu concurso. Há pessoas a quem agrada uma dependência que lhes lhes longeia os gostos e os desejos. Qualquer, porém, que seja o caso, aquele que não tiver puro coração, nenhuma influência exercerá. Os bons espíritos não lhe atendem ao chamado e os maus não tem não o temem. O Samuel, ele citou o livro Loucura sobre o Novo Prisma, que é um livro, não é livro psicografado, é livro escrito pelo próprio Dr. Bezerra de Menezes. E no finalzinho, o Dr. Bezerra, ele dedica um capítulo à história que é um caso dele, que ele viveu, que era um caso na sua família, que era o caso do seu filho. E eu marquei aqui o seguinte, Dr. Bezerra diz bem assim: "Infelizmente temos experiência feita com maior interesse sobre este ponto de magna questão." Aí ele começa a contar a história. Um dos nossos filhos, moço, de grande inteligência, de coração bem formado, foi subitamente tomado de uma alienação mental. Os mais notáveis médicos do Rio de Janeiro fizeram diagnóstico, loucura e como loucura o trataram sem que obtivessem o mínimo resultado. Aí o Dr. Bezerra diz assim: "Notávamos nós um singular fenômeno porque ele levou o filho ao médico. achavam que o filho estava louco. Houve todo um tratamento, mas ninguém encontrava nada. E o Dr. Bezerra ia observando o filho. Ele diz: "Quando doente, passado o acesso e entrado num período lúcido, ficava calmo, manifestava perfeita
Houve todo um tratamento, mas ninguém encontrava nada. E o Dr. Bezerra ia observando o filho. Ele diz: "Quando doente, passado o acesso e entrado num período lúcido, ficava calmo, manifestava perfeita consciência, memória completa, razão clara. de conversar criteriosamente sobre qualquer assunto, mesmo literário ou científico, pois que estudava medicina quando foi assaltado. Mas mais de uma vez afirmou-nos que bem conhecia estar praticando o mal. Então aquele jovem, ele tinha ideia da situação dele, mas ele dizia durante os acessos, mas que era arrastado por uma força superior à sua vontade, a que em vão tentava ele resistir. Aí então os amigos, observando Dr. Bezerra, eh aconselharam a levar, vamos dizer assim, a um médium. E aí então o Dr. Bezerra diz assim: "Foi marcado o dia para a aconselhada evocação. A primeira, a que assistimos, veio o espírito inimigo que se dirigiu exclusivamente à nossa pessoa, ao Dr. bezerra de quem principalmente queria tirar vingança por mal que lhe havíamos feito na passada existência. E aí o espírito diz assim pro Dr. Bezerra: "Não posso fazer-te o que a ele faço", disse Bramindo, porque és mais adiantado? Pra gente ver que aquele espírito que está um pouquinho mais evoluído, ele consegue neutralizar as forças, a intervenção daquele espírito obsessor, né? E aí ele diz, "Mas o espírito do Dr. Bezerra, mas castigo-te indiretamente na pessoa do teu filho amado, que também concorreu para o meu mal". Então aí depois ele vai contando a continuação da história, eh, como é que foi o tratamento do filho, loucura sobre novo prisma, Dr. Bezerra de Menezes. Mas sobre o caso do Evangelho no Lar, nós vamos encontrar na obra do André Luiz, psicografada por Chico Xavier, uma série de evangelhos no ar. E o o André Luiz, ele está visitando eh uma casa espírita e acompanhando ali no livro Missionários da Luz todos os as atividades da casa. Existe um local de, vamos dizer assim, um tratamento em que as pessoas estão ali aguardando. E o André Luiz observou
ita e acompanhando ali no livro Missionários da Luz todos os as atividades da casa. Existe um local de, vamos dizer assim, um tratamento em que as pessoas estão ali aguardando. E o André Luiz observou primeiro a chegada lá do portão. Ele viu que as pessoas chegavam acompanhadas, entravam e os acompanhantes espirituais que eravam do lado de fora, eles não entravam. E aí então tudo bem, eram atendidas na casa. Quando voltavam, lá estava o acompanhante, dava o braço ao seu querido amigo e iam felizes para casa novamente. E o André Luiz começou a observar porque e ali o grupo de nosso lar, eh, o grupo que estava atendendo as pessoas enfermas e tal, instituiu que algumas pessoas seri teriam o tratamento continuado à noite em casa. Então, o tratamento não acabou ali no centro, ele vai continuar. Então eles, os espíritos foram, então ali as pessoas estão indo paraas suas casas e aquela caravana ali acompanhando aquela caravana de espírito e o André Luiz muito atento observando as pessoas e ele viu o seguinte, que as pessoas entravam em casa e os espíritos entravam com ela. E eles chegaram numa casa de um rapaz onde eles ali passariam a noite e era a casa da Sicília. E aí então o André Luiz percebeu que os espíritos não entraram, ficaram do lado de fora. Aí ele pergunta ali aos orientadores do trabalho, não é? Ele pergunta: "Mas por nas outras casas entraram e nesta casa os espíritos não conseguiram entrar?" Aí foi dito pro André Luiz o seguinte: "Este é o lar da Sicília". Aicília cultiva a prece no ar, no lar. Então, quando eles entram, o André Luiz diz assim: "Parecia que os fluidos das preces da Sicília refletiam nas paredes da casa. Então, a casa ficou impregnada pelas preces da Sicília. E a entrada ali foi, como que a gente pode dizer assim, fechou a porta espiritual da casa com as preces da Sicília, eh, com o evangelho no ar, os espíritos não entravam. Então, assim é a nossa casa quando a gente desenvolve a prece no nosso lar. O evangelho no lar eh, oficialmente é aconselhado uma vez
da Sicília, eh, com o evangelho no ar, os espíritos não entravam. Então, assim é a nossa casa quando a gente desenvolve a prece no nosso lar. O evangelho no lar eh, oficialmente é aconselhado uma vez por semana, tem todo um roteiro, eh, o dia a gente estabelece o horário, tudo ali direitinho, eh, para que a gente possa fazer. A gente precisa estar no nosso evangelho, porque eu não posso criar o evangelho da minha casa e dizer assim pro outro: "Ó, faz aí o evangelho pra gente". E eu não comparecer, como acontece numas casas, eu preciso estar naquele evangelho que eu criei. Mas é também importante que a gente saiba que os amigos espirituais eles anotam lá num agenda espiritual e eles vêm nos visitar na hora do evangelho no lar. Eles trazem, muit das vezes a gente vê ali na obra do André Luz, os nossos entes queridos, porque para nos visitar eles precisam nos encontrar bem. E às vezes o horário da oração, aquele horário da prece, é o horário que a gente está bem. E no livro, por exemplo, lá no mundo maior, tem um caso, Marcelo, que a equipe de Noilar vinha aplicar o passe naquele menino e aquele menino foi curado. O tratamento foi durante o evangelho no lar. Pra gente ter uma noção da importância desse evangelho no lar e pra gente pensar nesta no Dr. Bezerra, o espírito não pôde se eh fazer o que ele queria, porque o Dr. Bezerra estava num outro patamar espiritual e a Cicília, ela conseguia manter o equilíbrio. Era uma pessoa só, mas ela mantinha o equilíbrio da sua casa. Muito bomar, tá? Ó, vou lançar, vou lançar um slogan aqui. Evangelho do Lar, blindagem e segurança 100% garantida. A gente blinda a nossa casa com o Evangelho do Lar. Eh, meu amigo Samuel, as fórmulas de exorcismo tem qualquer eficácia sobre os maus espíritos? Essa resposta dos espíritos, Alan Car, essa questão, ela é bastante suscinta, simplesmente não, não tem qualquer influência. E os espíritos eh atrasados, no caso aí, eles até zombam, eles riem desses rituais que não têm qualquer influência sobre o ânimo deles.
astante suscinta, simplesmente não, não tem qualquer influência. E os espíritos eh atrasados, no caso aí, eles até zombam, eles riem desses rituais que não têm qualquer influência sobre o ânimo deles. E quando Allan Kardec estuda eh os fluidos eh na gênese, é interessante notar que ele vai nos dizer eh que a força física deve se opor aí uma uma força material, mas a uma força moral, no caso infeliz, nós precisamos amos opor uma força moral. Então, o que influencia nesses espíritos de fato aí é simplesmente a questão moral. É aí que Jesus quando chega para o obsidiado gadareno, Jesus vai simplesmente mandar que aqueles espíritos se afastem do rapaz, assim como naquela ocasião que o homem o procura, porque os seus discípulos não haviam podido curar o seu filho, que ele diz que eh meu nome é legião, porque somos muitos. Jesus ordena e eles saem. Mas isso não é uma fórmula eh de exorcismo, mas é uma questão moral pela elevação espiritual de Jesus. De fato, não há nenhuma influência. Muito bom, Samuel. Eh, nós estamos com muitas perguntas, viu, Mariene? muitas perguntas do nosso público. Então, nós vamos precisar de responder assim um pouquinho mais eh objetivamente a 478. Pessoas animadas de boas intenções e que, nada obstante, não deixam de ser obsidiadas. Qual então o melhor meio de nos livrarmos dos espíritos obsessores? Aí, eh, os espíritos responderam para Kardec: "Cansar-lhes a paciência". Nenhum valor lhes dá as sugestões, mostrar-lhes que perdem o tempo vendo que nada conseguem, afastam-se. Mas a gente vê aqui que são pessoas animadas de boas intenções. Então, os espíritos também se aproximam, não é só em pessoas que estão em sintonia com o mal. Mas aí a gente olha assim, se eu nesta encarnação estou procurando me melhorar e tal, o que seria? Também existem as causas anteriores das aflições, né? Lá no livro, por exemplo, que é um livro psicografado pela Ivone Pereira, ditado pelo Dr. Bezerra, também existe um caso muito sério de obsessão numa família, uma família comum, uma família que pai
é? Lá no livro, por exemplo, que é um livro psicografado pela Ivone Pereira, ditado pelo Dr. Bezerra, também existe um caso muito sério de obsessão numa família, uma família comum, uma família que pai de família trabalhava, a esposa trabalhava, mas o Leonel, que era o nome dele, era obsidiado desde criança. E aí então foi escrita, era uma família do Rio Grande do Sul que escreveu uma carta pra pro centro onde a Ivone Pereira trabalhava lá em Lavras. E aí foi organizado ali um trabalho sobre os cuidados do Dr. Bezerra para cuidar daquela família, porque o nosso irmão já havia se suicidado, depois um filho e aquilo foi assustando todo mundo. E dentro daquele trabalho todo mediúnico em eh dirigido àquela família, foi orientada a família eh ir a um centro, fazer evangelho no lar, todos aqueles cuidados que a gente precisa ter, assistir a reunião pública para também poder eh se blindar, vamos dizer assim, da ação desses espíritos. Esses espíritos, eles foram isolados lá no centro, ficaram hospedados lá e eles iam observando a família trabalhando, a melhora. E então foi depois numa das conversas, já eram 400 anos que eles haviam sofrido ainda na época da Inquisição, um ataque daquele grupo e agora eles encontraram o grupo, estavam na cobrança. Então assim, não é de agora, às vezes tem algo ligado ao passado, uma um outro momento. Então, nós vamos, o que nós vamos ter que fazer é o que os espíritos disseram aqui, cansar-lhes a paciência, nenhum valor lhe dar as sugestões e mostrar-lhes que pedem, perdem tempo, vendo que nada conseguem, eles se afastam, porque nós vamos redobrar as nossas preces, os nossos estudos. Nós vamos nos fortalecer espiritualmente para poder vencer essa situação. Perfeito, Mariene. Eh, Samuel, a gente vai partir agora para 479 e para te colocá-la, eu vou me utilizar de uma de uma pergunta aqui da internauta. Na resposta da 479, ela já tá tirando as suas próprias conclusões. a afirmação de que a prece só, somente a prece, só ela não basta para a cura da obsessão.
de uma de uma pergunta aqui da internauta. Na resposta da 479, ela já tá tirando as suas próprias conclusões. a afirmação de que a prece só, somente a prece, só ela não basta para a cura da obsessão. Então, o que se há de fazer a mais para curar alguém da obsessão? Obrigado e parabéns pelos ensinamentos. A a pergunta feita por Allan Kardec aos espíritos desse caso, eh ele vai indagar aos espíritos se eh a prece meio eficiente para a cura da obsessão. E os espíritos respondem que é um poderoso auxílio, é uma ação poderosa para auxiliar o processo da obsessão, mas de fato, como foi observado aqui, eh não basta, não é suficiente. E o que devemos fazer mais? A a resposta dos espíritos diz que é preciso avançar a fim de vencer a obsessão. Eu queria lembrar Allan Kardec, ele tem ocasião de dizer, estudando a obsessão, que a toda obsessão corresponde uma imperfeição moral. Olha que interessante. A cada obsessão corresponde uma imperfeição moral. A mosca só pousa onde há ferida. Então, se nós queremos vencer a obsessão, é vencer as imperfeições. A toda obsessão corresponde uma imperfeição moral. Então, a prece, esse poderoso auxílio para nos dar, digamos assim, esse arrespirável. E aí é preciso fazer a reforma íntima, que é assim que nós vamos cansar os espíritos, porque eles não se cansam assim como a gente se cansa no calor ou porque andou várias quadras. Eles se cansam pela reforma íntima nossa e quem sabe aí passam a nos acompanhar. E aí o trabalho no centro ajuda. Campanha do quilo, no sol, na chuva. Esses espíritos atrasados, eles sentem calor, eles sentem frio, eles ficam cansados porque são quase materializados. Aí ele só vai acompanhar você na campanha se ele quiser se modificar também, senão ele deixa, né? Tem um ditado aqui no Ceará que diz que o boi ladrão conhece o outro pelo rastro e o nosso rastro é que precisa ser de luz. Então, curar as imperfeições é o caminho da cura da obsessão. E aí é pessoal, não é mais de terceiros. Aí é a parte de cada um. Muito bom. Excelente.
rastro e o nosso rastro é que precisa ser de luz. Então, curar as imperfeições é o caminho da cura da obsessão. E aí é pessoal, não é mais de terceiros. Aí é a parte de cada um. Muito bom. Excelente. Mariene 480. Que se deve pensar da expulsão dos demônios mencionada no Evangelho? Essa pergunta ela é interessantíssima, né? Os espíritos responderam assim: "Depende da interpretação que se lhe dê. Se chamas demônio ao mau espírito que subjulgue um indivíduo, desde que se lhe destrua a influência, ele terá sido verdadeiramente expulso. Se ao demônio atribuídes as causas de uma enfermidade, quando a houverdes curado, direis com acerto que expulsastes o demônio. Então, eh, vai ser de acordo a que os espíritos dizem para Kardecela nossa interpretação. Mas é muito importante que a gente perceba que Jesus, mesmo a gente usando a palavra assim, expulsou os demônios, Jesus falava, conversava. Jesus, ele era todo amor. Então, a gente não pode eh eh imaginar Jesus cheio de ódio, todo inflamado, expulsando aquele espírito, porque a gente diz, a gente sabe que quem morre não vira santo. A gente sabe que a vida continua. Então, da mesma maneira que somos aqui agora, se desencarnarmos agora, vamos continuar assim. Então, quem é assim de uma situação mediana vai procurar mais ou menos viver dentro do plano espiritual. Onde é, meu Deus do céu, que eu vou me encontrar? Onde é que tem um centro espírita para eu entrar, pros espíritos me reconhecerem, me acolherem? A gente vai. Mas aquele que tem um outro tipo de vida, que não se preocupa com o outro, com não respeita o outro, ele não vai virar santo. Por isso, ele vai continuar, ele vai aprender, ele vai observar, ele vai ter várias oportunidades de entender que ele precisa se modificar. Então Jesus não tratava um espírito, porque quando a gente diz expulsão, parece que Jesus ia lá e tomava uma atitude violenta. Então aí o aquele homem que morava no cemitério, Jesus conversou com os espíritos e mas perguntou, falou e quando perguntou o
gente diz expulsão, parece que Jesus ia lá e tomava uma atitude violenta. Então aí o aquele homem que morava no cemitério, Jesus conversou com os espíritos e mas perguntou, falou e quando perguntou o nome ele disse legião. Então não era nem um só, eram muitos. Uhum. E eles então pediram a Jesus que eh os deixasse eh ir para um grupo de porcos que estava ali. Imagina só aquela aquele grupo se aproximar dos porcos. Os porcos já correram, debandaram, já caíram lá num lago, ficaram afogados. Então, paraa gente ter ideia assim da bondade, do amor de Jesus, quando aquele pai que chega e diz assim: "Meu filho, ora cai na água, ora cai no fogo, falei com seus seus discípulos, seus discípulos não conseguiram." O que foi que Jesus disse? Há certas castas de espíritos que precisam de muito jejum e oração. A oração, a gente tá vendo aqui direto que é preciso, mas esse jejum não é parar de comer. Esse jejum é a gente se modificar, é modificar o nosso interior. Nos alcoólicos anônimos, eles têm ali uma série de passos. existe o evite o primeiro gole, mas eles também aconselham a pessoa a não retornar à porta dos bares ali para aqueles amigos, porque mais cedo ou mais tarde ele vai tá fazendo eh participando do grupo novamente. Então, a gente vai precisar é se conhecer, se observar o que que eu preciso modificar em mim para que eu possa tomar outro rumo, outro passo e dizer assim: "Olha, expulsei o demônio." Ô, Mariene, só um minutinho. Cris, fala. Eu estava colocando essa pergunta que está relacionado com que você respondeu. Eh, o David Alexandre Santos, ele coloca: "Gostaria de confirmar o que está relatado no Evangelho quando Jesus permite que a legião de espíritos entrem em uma manada de porcos e estes se atiram no abismo." Você comentou, não é, justamente sobre isso. E você poderia elastecer um pouquinho mais para esclarecer o Davi, por favor? Olha, o que eu tenho lido é assim: "Não entram no porco, no porco assim e tomou o porco. Não é bem assim. Eles conforme se aproximam ali, imagina um grupo de
ho mais para esclarecer o Davi, por favor? Olha, o que eu tenho lido é assim: "Não entram no porco, no porco assim e tomou o porco. Não é bem assim. Eles conforme se aproximam ali, imagina um grupo de porcos e vendo era uma legião se aproximar, não era um espírito, assustar, era uma quantidade, se assustaram e eles correm." Mas era uma ribanceira que tinha ali e embaixo tinha um lago. Então eles caem lá. Aquele espírit o grupo ali de espíritos não morreu afogado ali não, porque já tinham morrido. Eles não se afogaram ali junto com os porcos, eles continuaram, mas eles receberam uma palavra de Jesus, uma palavra de amor. E tudo isso é o que vai assim luarizando aquele coração, aquele espírito que está tão envolvido nessa névoa começa a perceber que existe uma luz no fim do túnel, que existe às vezes um espírito, ele começa a se lembrar de uma palavra doce que alguém durante a sua encarnação, durante a sua vida, falava para ele. Às vezes a gente ouve assim numa reunião mediúnica e o que que, qual é a sua lembrança assim de um momento feliz? E a gente vê espíritos dizendo assim: "Ah, quando eu ia naquela casa, que seria uma evangelização, e aquela tia levava um leite com bolo de fubá. Imagina qual o que foi que marcou numa vida inteira aquele espírito. Uma coisa aparentemente tão simples. E ouvir Jesus, a gente não pode nem aquilatar o toque naqueles espíritos com quem ele falava. Uhum. Muito bom, Mariane, obrigada. Olha, a gente tá partindo agora paraas questões aqui do público. Tem uma primeira questão que eu quero lançar aqui para o Samuel. Samuel, que se pode entender sobre as incorporações na Umbanda? Hum. Olha, o termo incorporação, ele hoje em dia faz parte inclusive do vocabulário espírita. Mas a maioria das comunicações não há uma incorporação só nos casos de possessão e ela é temporária. Mas o fenômeno mediúnico ele não é patrimônio exclusivo da doutrina espírita. Ele acontece na Umbanda, acontece, por exemplo, na ordem carismática, eh dentro das religiões, eh, luteranas,
temporária. Mas o fenômeno mediúnico ele não é patrimônio exclusivo da doutrina espírita. Ele acontece na Umbanda, acontece, por exemplo, na ordem carismática, eh dentro das religiões, eh, luteranas, a a as religiões reformistas, também há momentos em que existe essa comunicação dos espíritos. A incorporação, ela é popularmente, eh, digamos assim, falada para expressar o fenômeno que o espiritismo chama de psicofonia. onde os espíritos falam pelo aparelho fonador do médium. É a mesma coisa. E só lembrando aqui nessa questão dos porcos aí, que é uma questão bastante interessante, que nós quando aprendemos mediunidade, a mediunidade é uma faculdade humana. Os animais não têm mediunidade, eles têm sensibilidade. Eles percebem os espíritos, podem vê-los, podem ouvi-los, mas eles não estabelecem comunicação com os espíritos humanos. Há uma incompatibilidade, digamos assim, como se nós fôssemos rodar um sistema em um computador que não tem a capacidade para aquilo. Há um trava, não se processa. Então o espírito não se comunica pelos animais, mas os animais podem vê-los. Era só lembrar. E eu gosto também da interpretação de que essa manada de porcos eram os homens que viviam no mal ainda. Nós já que vamos sair daqui, deixa ir para outros homens que também são maus, que estão no mesmo estágio vibratório nosso. E aí eles caem nesse precipício, que é um precipício, na verdade, eh, vibratório, né? Eu gosto muito dessa interpretação também, que seria ir ao encontro daqueles que estão na mesma sintonia, né? Mas incorporação no espiritismo é a psicofonia, é a mediunidade da fala, né? Como se diz, Samuel, dá uma lidinha aí no que o Davi tá perguntando em em completude aí, o que você acabou de explicar. Eh, ele ele entendeu, mas ele tira uma conclusão. Então, os espíritos não podem influenciar os animais, correto? Não pode influenciar não pode causar medo, pavor, né? E e essas casas assim, todo mundo tem. Na minha família, por exemplo, meu pai, muito jovem, não era um espírita, não
luenciar os animais, correto? Não pode influenciar não pode causar medo, pavor, né? E e essas casas assim, todo mundo tem. Na minha família, por exemplo, meu pai, muito jovem, não era um espírita, não ouvi nem falar no espiritismo nessa época, mas ele chegou em casa uma vez aqui no interior do Ceará, num cavalo, vinha de muito longe e minha mãe que contava que ele parou o cavalo, o cavalo tava muito suado e ele foi pra frente. Aqui nas casas antigamente existia o oratório onde bota os santos, eram todos católicos e orava. E ele foi lá, ajoelhou, fez o sinal da cruz e fez uma cruz com carvão na parede e contou que teve esse susto por conta do cavalo e o cavalo, segundo ele, teria fixo o próprio demônio. Então, há espíritos brincalhões, inclusive que podem aparecer dessa forma para amedrontar tanto o animal como quem tá com ele, né? Mas influenciar. Eh, isso não existe. Só em filme de terror e não tem uma fundamentação. Muito bem, Samuel. Essa aqui eu vou responder rapidamente porque já está mais ou menos encaminhada na Lúcia Lécia. Na diversidade dos carismas, o médium viveu esse afastamento e outro espírito manifestou por dias. É possessão. Sim, é um caso característico de possessão comforme explicado, temporário, naturalmente, não é? Agora para a Mariene aqui, essa pergunta é um pouco complexa, Mariene, sendo a subjulação caracterizada pela perda do discernimento, como se libertar dessa vinculação, já que o espírito encarnado não tem vontade própria? Será que não? Olha, mas em momento algum a gente viu ali no nenhuma questão que a vontade do espírito foi cessada. O livre arbítrio do espírito, ele não perde. É, a influência é tão grande que você às vezes assim, ah, eu hoje não tô com coragem de fazer isso, eu hoje não estou com vontade de fazer isso, mas amanhã eu faço e amanhã eu vou lá e faço. Então, não é assim, você não vai mais ter vontade de fazer nada. Eh, tanto é que o Dr. Bezerra conta a história do filho. Havia momentos em que aquele espírito se afastava e quando ele
vou lá e faço. Então, não é assim, você não vai mais ter vontade de fazer nada. Eh, tanto é que o Dr. Bezerra conta a história do filho. Havia momentos em que aquele espírito se afastava e quando ele se afastava o menino estava ali eh totalmente lúcido e dando conta de tudo. Então, ele não perdia a vontade dele. Agora, quando estava sob a influência do espírito, aí era outra história. Nós vimos em todas as questões sempre dizendo temporariamente. Em momento nenhum foi dito que era definitivo a a posse daquele espírito do corpo do outro e nem e nem dá para ser porque a gente viu. É um afastamentozinho, porque a gente viu lá no caso daquela senhora lá e da revista espírita, o espírito dizendo: "Se pudesse, bem que eu faria, mas ele tinha consciência de que não podia". Perfeito, Mariane Samuel, eu vou juntar duas perguntas aqui para você, dose dupla. A primeira tem a ver uma com a outra. A primeira é da Marlene Viegas. O espírito obsessor faz uma pessoa ter surto psicótico. E a segunda questão, Samuel, que também vai falar de influenciação, é da Rosia Alvarez. Vício de jogo é obsessão? É, são perguntas bastante interessantes. Eu queria só lembrar Allan Kardec no livro dos médiuns, no capítulo 23, que ele trata da questão da obsessão, ele vai nos dizer que a fascinação paralisa o raciocínio. Você perde a noção, ficam sem noção, como se diz popularmente hoje em dia. E a subjulgação paralisa à vontade. Lógico que isso é temporário, como bem observou Mariene, mas a fascinação paralisa o raciocínio, o fascinado não percebe o ridículo que tá acontecendo e o outro paralisa à vontade, embora veja, não consegue eh reagir eh diante dessas questões. E quanto a pergunta, você poderia repetir a primeira pergunta, Cris? Eu acho que eu terminei é exatamente pessoa, né? Pode levar a pessoa a um surto psicótico? Seguramente. Agora, a pessoa que entra em surto psicótico também tá nesse estágio vibratório. Então, muitas vezes, inclusive, digamos assim, numa numa grande parte, é necessário aliar o
rto psicótico? Seguramente. Agora, a pessoa que entra em surto psicótico também tá nesse estágio vibratório. Então, muitas vezes, inclusive, digamos assim, numa numa grande parte, é necessário aliar o tratamento espírita ao acompanhamento dos profissionais da área, o psicólogo, terapeuta ou psiquiatra, pelo menos em determinado momento. Mas pode levar sim esse surto psicótico, até porque esse processo obsessivo ele causa um esgotamento mental, ele vai exaurindo as forças e a pessoa entra sim nesse surto psicótico. E a segunda, Cris, que era curtinha, é a segunda vai falar sobre o vício, né? os vícios, especificamente do jogo. Os vícios é um processo obsessivo. As duas coisas, o vício leva à obsessão e a obsessão leva ao vício. É uma via de mão dupla. Normalmente, quando nós agimos eh no mal, ou seja, contrário à lei divina, nós nunca estamos sozinhos. E a gente pode até começar só, mas logo vamos ter companhia. Assim como a gente obra no bem, os espíritos também nos assistem. É por isso que os espíritos vão dizer, Allan Kardec, que eles nos influenciam a vida diária de tal forma que de ordinário são eles que nos dirigem. Ou seja, há essa simbiose de pensamento. Agora, teu vício não quer dizer que haja uma obsessão, mas com certeza, se não há, ela está num bom caminho para ser instalada. Então, é preciso nós refrearmos isso aí e isso fortalece a vontade, nos dá eh uma fortaleza moral e nós vamos ficando cada vez mais resistente a essas influências. Muito bom, Samuel. Eh, aí é necessário perseverança, paciência e insistência, né? Há situações em que a pessoa está viciada já no jogo, né? E aí atrai os espíritos, como o Samuel falou, acaba ficando o peso também da influência espiritual, mas é uma luta, né, muitas vezes. E é preciso perseverar, não desanimar de forma nenhuma, principalmente orar pelo anjo da guarda da criatura e pedir ao nosso anjo da guarda que também possa, né, juntos ali tentar ajudar. Muito bem. Aqui nós temos a pergunta da Nádia Santos. Eh, a gente
a, principalmente orar pelo anjo da guarda da criatura e pedir ao nosso anjo da guarda que também possa, né, juntos ali tentar ajudar. Muito bem. Aqui nós temos a pergunta da Nádia Santos. Eh, a gente faz aqui a pergunta para Sabemos que todos mesmo as crianças são espíritos com várias vivências. Estas têm como controlar uma possessão? É para mim? Sim, por favor. Uhum. Ah. Ah. Eh, sabemos que todo Pode repetir, sim, Mariane. É porque a letrinha dele é muito pequenininha, só por isso. Isso. Sabemos que todas as que todas mesmo as crianças são espíritos com várias vivências. Elas não é têm como controlar uma possessão as crianças. Olha, os espíritos já já nos aconselham que desde de pequeno a gente a criança chegar nos nossos braços, a gente colocá-la nos ensinamentos de Jesus, a gente educá-la, porque passou um determinado momento, aquele espírito, ele desperta, o espírito que que anima aquele corpo, ele tá meio que adorme, então é preciso que a gente esteja atento observando a nossa criança, porque ele ainda não vai ter eh meios, instrumentos para agir. Essa que é a grande verdade. Mas a gente vai pegar a nossa criança, a gente vai levar paraa evangelização lá no centro espírita. Eh, a gente vai fazer uma prece com a nossa criança ao acordar, antes de ir pra escola, uma prece pequenininha para não cansar. A gente vai fazer uma prece antes de dormir. A gente vai dando meios a ela. A gente vai ensinar ela os meios para que ela possa vener as dificuldades. E o Aníbal de Silas, que é um espírito, que nós vamos encontrá-lo lá no livro Memórias de um Suicida. Tem uma página psicografada pela Ivone Pereira que o Aníbal de Silas nos diz o seguinte, que as mães, ao invés de contarem aos seus filhos histórias de princesas, de bruxas, contassem histórias sobre Jesus. Ao dormir, você conta ali, olha ali no no Novo Testamento, uma histórizinha ali no ato dos Apóstolos, você vai contando uma história, você vai fortalecer aquele espírito para que realmente no momento da dificuldade ele tenha onde buscar,
o no Novo Testamento, uma histórizinha ali no ato dos Apóstolos, você vai contando uma história, você vai fortalecer aquele espírito para que realmente no momento da dificuldade ele tenha onde buscar, porque essa criança é uns a esses detalhes ainda estão meio que adormecidos, eles vieram pra gente. Somos nós quem vamos cuidar desse espírito, vamos fortalecê-lo para que seja esse homem de bem que Jesus tanto espera. Maravilha, Mariene. Eu vou só exibir aqui a o comentário da Marlene Viegas, ainda recuperando aquela questão do surto psicótico, né? Ela pergunta: "Eu com sintonias de luz, eu posso recuperar a minha irmã Ivone Viegas do surto psicótico". Marlene, levando em consideração toda aquela recomendação que Samuel acabou de nos dar aqui, quer dizer, é um conjunto de ações que quadunadas irão eh resultar em um efeito positivo. quer dizer, eh, a mobilização da vontade dela, todos os, eh, recursos que já se sabe, a prece, o culto no lar, vibrações carinhosas, assistência médica, técnica compatível com o caso, tudo isso vai se somando em um processo de recuperação, tá bom, minha irmã? E aí, colocando agora, Samuel, para você a dúvida da Aparecida Davi. Uma pessoa, ela pode ser obsidiada enquanto dorme? Pelo menos é essa a pergunta que eu tô entendendo que ela formulou. Porque eu sempre acordo muito cansada e irritada. Não basta a obsessão da hora do vigília. Ou seja, quando estamos acordados também fora do corpo, isso acontece às vezes até com mais frequência, né? Nós podemos assim dizer, sim, os espíritos influenciam na hora do sono. Daí a grande importância da prece antes de dormir, a preparação para que quando sairmos do corpo, que quando o corpo dorme, a alma liberta-se parcialmente, fica ligado aí pelos laços perespirituais ao corpo. E nós vamos ter contato com espíritos diversos, bons e maus, amigos e inimigos. Então, sim, podemos sofrer processo obsessivo, inclusive de hipnose, esses espíritos sombrios eh agirem eh para eh quando retornarmos ao corpo estarmos mais ainda
rsos, bons e maus, amigos e inimigos. Então, sim, podemos sofrer processo obsessivo, inclusive de hipnose, esses espíritos sombrios eh agirem eh para eh quando retornarmos ao corpo estarmos mais ainda sobre sua influência, fazermos aquilo que não gostamos. E os espíritos nos diz, André Luiz vem nos falar em suas obras, por exemplo, que muitas vezes quando nós estamos fora do corpo e que temos um embate com espíritos atrasados e inimigos, lutamos com eles, no outro dia nós acordamos cansados. É como se não houvéssemos repousado, não é porque a gente ou dormiu mal ou dormiu pouco. Nesses casos, pode ser essas lutas no mundo espiritual. Nós temos um caso clássico, por exemplo, de obsessão que se desdobra na eh eh fora do corpo, que está no livro No Mundo Maior, que é o caso do Marcelo, e que Chico Xavier revela que o Marcelo era o Zeus Vantuil, filho do Vantuil de Freitas, foi presidente da FEB. E ele quando saía fora do corpo, um espírito que lhe era inimigo do passado se travou o áudio do Samuel. Travou. O Marcelo voltou, né? E nesse caso ele vai revelar que quando ele tava fora do corpo Marcelo, esse espírito se aproximava e causava uma descarga no seu cérebro. ele tinha espasmos eh epiléticos, epileptoides, e aquilo maltratava muitos eus. E ele foi sendo tratado com evangelho no lar que os pais faziam junto com ele. Era o espírito inimigo do passado. Então a obsessão acontece sim do outro lado, porque a vida é uma só. A vida é contínua. Estejamos no corpo, fora dele, a vida é uma só. Então, há muito processo obsessivo fora do corpo, com hipnoses graves que vão se refletir no nosso dia a dia. E o cansaço muitas vezes é o embate com esses espíritos no mundo espiritual, logicamente. É isso. O o antídoto, né, Samuel, é a gente se preparar bem para dormir, uma boa leitura do evangelho, uma meditação em sintonizar com o nosso mentor espiritual, pedindo que ele nos proteja, o nosso anjo da guarda, não é? e insistindo. Isso é isso reflete. Eu lembro de um caso antigo meu, eu já disse que cheguei com
em sintonizar com o nosso mentor espiritual, pedindo que ele nos proteja, o nosso anjo da guarda, não é? e insistindo. Isso é isso reflete. Eu lembro de um caso antigo meu, eu já disse que cheguei com obsessão, mas uma noite eu fui dormir eh e tava já em sono e aparecia aquela entidade deformada. Eu sabia que era o espírito, mas ele me perseguia e me agarrava e aquilo me angustiava. E eu lembro que na na hora do sono eu esmurrava aquela entidade para que ela me largasse. E aí minha mulher acordou gritando que eu tava batendo nela, né? Quer dizer, foi um um um um reflexo do corpo físico, né? O corpo físico respondeu aquilo, mas eu tava numa luta com essa entidade. E lógico que aí não é bater, o certo é rezar. Isso te melhorar. Muito bem. Nós estamos com o nosso tempo esgotado. Só vou destacar rapidamente aqui a Ana Paula Celen sou nova aqui. Estou adorando. Já já a Cris vai dizer que nós temos tudo gravado, né, para você. Seja bem-vinda. Todos os novos muito bem-vindos. Temos aqui também um comentário eh da Ângela Souza quando eu mais precisei assistir a vocês e agradece, não é? A gente que agradece, viu, Ângela? a todos vocês que estão acompanhando pelas perguntas, pelos comentários. Nós não temos condição de responder todas hoje, não é? Porque foram muitas perguntas. Chamamos atenção para que eh quem tem interesse na mediunidade é toda terça-feira às 20 horas com o nosso irmão Trovão, não é? Jacobson Trovão e que explica muito bem, já foi até comentado aqui também. Temos duas perguntinhas eh aqui que a gente talvez possa aqui resolver rapidamente. Cadinho, a fascinação é uma condição de obsessão mais complexa de se resolver que é a subjugação. Kardec coloca obsessão simples, fascinação e depois subjugação. A subjugação normalmente é mais difícil, não é? É a mais complexa, tá bem? Mas merece aprofundamento, não é? do assunto. Eh, aqui também está respondido. Selva braseiro, o evangelho no lar é como fazer higiene espiritual, não é? Assim como limparmos o material,
lexa, tá bem? Mas merece aprofundamento, não é? do assunto. Eh, aqui também está respondido. Selva braseiro, o evangelho no lar é como fazer higiene espiritual, não é? Assim como limparmos o material, estaremos limpando a psicosfera. Certíssimo, Selva. É isso mesmo, né? E é o que se aconselha a fazer. Muito bem. Então, eh, o tempo terminou, né, Cris? Nós temos que encaminhar essas perguntas que não foram respondidas aqui, elas serão respondidas por escrito para vocês pelos nossos e convidados e a gente publica, não é, para vocês poderem ter a resposta aí. Tá bem contigo, Cris? Exatamente. A gente vai dar algumas explicações agora antes do término sobre a conjuntura, né, de como nos organizamos para tentar ofertar o máximo de ensinamento e de conteúdo possível para vocês. Os nossos encontros semanais, meus amigos, ficarão gravados e disponíveis gratuitamente. O estudo ele está disponível também em podcast, no Spotify e nas demais plataformas de audio streaming. Para maiores informações acerca do nosso estudo, acesse o nosso Telegram @ estudo @e eh, desculpe, @studo_Febtv. Para encontrar todo o conteúdo do estudo, basta também acessar o site, o nosso site da FEBTV, www. febtv.com.br/ br/ estudotcinho ese a FEB TV disponibiliza três oportunidades de estudos, como Carlos falava, das obras básicas do Espiritismo, o Estudando o Livro dos Espíritos, sempre em segundas-feiras conosco, às 8 horas da noite, estudando o livro dos médiuns, terça-feira também às 8 horas da noite, estudando o Evangelho segundo Espiritismo, quinta-feira, toda quinta-feira às 9:30 da noite. Nós pedimos sempre que apoiem a FEB TV, ajude a manter este e outros estudos no ar acessando febtv.com.br. do BR. E no próximo estudo, meus irmãos, nós vamos nos debruçar, vamos seguir com o capítulo 9º da intervenção dos espíritos no mundo corporal com os temas convulsionários e afeição que os espíritos votam a certas pessoas. Questões 481 a 488. Nós agradecemos a participação de todos vocês, dos nossos queridos convidados,
tos no mundo corporal com os temas convulsionários e afeição que os espíritos votam a certas pessoas. Questões 481 a 488. Nós agradecemos a participação de todos vocês, dos nossos queridos convidados, Mariene, Samuel, as nossas irmãs tradutoras em Libras que prestam grandioso serviço. E é o Carlos, meu companheiro aqui na condução desse estudo e orientador, né, coordenador da área de estudos do Espiritismo da Federação Espírita Brasileira. Um grande beijo e até a próxima semana. Até mais.
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