#48 Estudando O Evangelho Segundo o Espiritismo - Os inimigos desencarnados

Mansão do Caminho 28/10/2022 (há 3 anos) 1:16:03 2,532 visualizações 309 curtidas

» Estudando O Evangelho Segundo O Espiritismo Um estudo sistemático e continuado da obra O Evangelho Segundo O Espiritismo, de Allan Kardec. O estudo é coordenado por Carlos Campetti, coordenador nacional da área de estudo do espiritismo FEB/CFN. • Toda quinta-feira, às 21h30, em parceria com a FEBtv. Encontro 48 - Capítulo 12 - Amai os vossos inimigos, de ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’ — Os inimigos desencarnados – Itens 05 e 06; Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também a outra – Itens 07 e 08.

Transcrição

O Evangelho Segundo o Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, irmãs e irmãos queridos. Cumprimentamos a todos. Sejam muito bem-vindos ao Estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós cumprimentamos o querido Carlos, agradecendo pela oportunidade aqui do aprendizado. As queridas intérpretes para Libras, Eliane Carvalho e Nu, ambas do grupo de estudo Surdos Espíritas. aos nossos convidados de hoje, a Nânia, a Dejenane Mendonça, é psicóloga, clínica, especialista em saúde mental, álcool e outras drogas, voluntária da Fraternidade Espírita Peixotinho no Recife, do Centro Espírita Sem Fronte e do Projeto Escutatório e Saulo César Ribeiro da Silva, palestrante espírita, escritor, coordenador do projeto O Evangelho por Emanuel, apresentador do programa Reflexões Diárias com Emanuel. Cumprimentamos a todos vocês que já estão aqui trazendo seus cumprimentos, as suas mensagens e agradecemos aos parceiros de transmissão. Muito bem, a nossa saudação fraterna, você que está acompanhando de casa. Uma satisfação imensa estarmos aqui hoje para o nosso estudo do evangelho. E nós vamos iniciar o capítulo 13. 12, hein? Capítulo 12. Amai os vossos inimigos. Vamos tratar dos inimigos desencarnados. Se alguém vos bater na face direita, apresentar ele também a outra. E vamos iniciar aqui com eh o item cinco já. Que motivos o espiritismo apresenta para que o espírita seja indulgente? Allan Kardec destacou a temporalidade da imperfeição e a imortalidade. Por quê? Nani, poderia comentar, por favor? Posso sim. Boa noite a todos. Boa noite, Carlos, Luziane, Saulo, as companheiras intérpretes de Libras e todos os companheiros que já se fazem presentes. Muita paz, muitos efúios de amor acompanhando essa nossa hora de estudo. Bem, que motivos o espiritismo apresenta para que o espírita seja indulgente? Primeira perspectiva que a gente quer trazer na reflexão dessa resposta é que

amor acompanhando essa nossa hora de estudo. Bem, que motivos o espiritismo apresenta para que o espírita seja indulgente? Primeira perspectiva que a gente quer trazer na reflexão dessa resposta é que o espírita, ele se sabe espírito. Nós sabemos que somos um espírito e sabemos que nós estamos em processo. A gente vai virar o espelho para a nossa própria condição. Sabemos que a conquista, as conquistas morais que já amealhamos hoje, se se já conseguimos ser um pouco mais fraternos, se já conquistamos alguma compreensão sobre a postura de fraternidade, de amorosidade, não é? Isso se deu porque nós já viemos de experiências transatas, superando os nossos próprios conflitos, nos equivocando, refazendo os caminhos, não é? Bordando em nosso mundo interno essa iluminação que está subjacente a nossa própria condição de espíritos filhos de Deus. Então, aquela pessoa que hoje se equivoca, que está naquele lugar de nos ferir, de nos trazer dificuldade, tanto na esfera pessoal quanto na esfera coletiva, é nosso irmão, nosso irmão adoecido, que ainda está num lugar, não é, de alienação da sua própria essência. Então, devemos banhá-lo nesse sentimento de compreensão, sem anuir com erro. Ser indulgente não quer dizer anuir, concordar com erro, com equívoco. Não quer dizer que nós nós iremos eh passar, como o pessoal diz hoje, passar pano, não é? Deixar de de chamar a atenção ou mesmo colocar limites éticos, não é, a as posturas equivocadas. Mas agir com indulgência é compreender a condição daquela criatura. que hoje está nessa condição de inimigo, de algós, de alguém que está provocando dor e sofrimento. Então essa indulgência também passa pela compreensão que nós aprendemos na doutrina espírita, não é? Porque o espiritismo é o evangelho de Jesus que se abre como uma rosa com todos os perfumes, com todas as suas pétalas. Então nós compreendemos nessa perspectiva que aquele que hoje está na condição de inimigo, de equivocado, essa condição é temporária. Assim como nós já estamos melhorzinhos,

com todas as suas pétalas. Então nós compreendemos nessa perspectiva que aquele que hoje está na condição de inimigo, de equivocado, essa condição é temporária. Assim como nós já estamos melhorzinhos, ele também irá melhorar, porque nós somos eh irremediavelmente atraídos para sermos melhores. essa essa percepção prospectiva do ser, não é? Nós não somos maus, nós estamos nessa condição, nós iremos evoluir, nós estamos no virac. Então, a indulgência ela passa também pela compreensão de que aquele que de alguma forma pratica o mal, né, está nessa condição de promover o sofrimento aos seus próprios irmãos, deverá inscrever-se na roda, na sansara da vida, nesta roda de reajuste, de reequilíbrio, que vai inseri-lo na pedagogia da dor. que vai levá-lo a passar por situações que o levem a despertar. Isso mesmo, Nani, já traz aí de forma profunda essas reflexões que a gente vai trazendo esse item cinco, só pra gente destacar, o item cinco e o seis, o título é os inimigos desencarnados. Então é isso que a gente tá começando aqui a conversar. E aí, ainda no item cinco, a gente vai trazer uma pergunta pro Saulo, já citando um trechinho desse item. Não há coração tão perverso que, mesmo a seu malgrado, não se mostre sensível ao bom proceder. É possível, Saulo, fazer de um inimigo um amigo? De que forma? Boa noite, meus amigos. Primeiro lugar, eu quero agradecer a oportunidade de estar aqui com vocês nesse programa tão especial, junto com as pessoas que nos assistem, ou ao vivo ou a gravação, podendo refletir sobre essa obra extraordinária que é o Evangelho Segundo o Espiritismo. E é muito interessante, Zane, porque às vezes nós pensamos que a semente do amor se perde, a semente da fraternidade se perde e nenhuma semente do amor se perde, nenhuma semente da fraternidade se perde, nenhum ato de generosidade, de cordialidade, ele se perde. Às vezes a árvore não floresce, não dá, não dá o fruto no tempo que a gente gostaria. Quem de nós já não passou por uma situação de às vezes alguém dizer alguma

osidade, de cordialidade, ele se perde. Às vezes a árvore não floresce, não dá, não dá o fruto no tempo que a gente gostaria. Quem de nós já não passou por uma situação de às vezes alguém dizer alguma coisa pra gente ou nós dizemos alguma coisa para outra pessoa e só muito tempo depois ou a gente ou outra pessoa cai a ficha, né? O pessoal da minha idade sabe o que essa expressão significa, né? A gente entender de fato o que aquela pessoa queria dizer. Então, quando a gente está diante de um adversário, achei muito bonita a forma como a Nane colocou, nós estamos diante de pessoas que às vezes são doentes e o doente precisa de cuidado. a gente proceder de uma maneira correta, a gente agir com cordialidade, a gente se manter firme, a gente respeitar o outro, é algo que pode às vezes não produzir um impacto imediato, pode às vezes não trazer naquela pessoa uma reflexão. Às vezes a pessoa tá num momento de cólera, no momento de ira e ela não vai perceber, mas posteriormente aquilo faz parte da experiência da pessoa. E como a Nani comentou, todos nós estamos progredindo, evoluindo. Chega o momento em que a gente para para pensar. Então vamos imaginar o seguinte, né? Alguém agiu mal com uma série de pessoas dentre as quais a gente e uma pessoa se irritou, a outra revidou, a outra se afastou, mas a gente manteve aquela postura fraterna. Mais tarde, quando essa pessoa tiver no processo inevitável de crescimento, ela vai se lembrar do exemplo, ela vai se lembrar de uma palavra, ela vai se lembrar do silêncio fraterno. E isso vai criando vínculos, criando laços. De maneira que, como Kardec coloca de uma maneira muito bonita nesse capítulo, né, nós não vamos ter pelos adversários a mesma simpatia, a mesma sentimento fraterno de convivência de que a gente tem por um amigo. Não é isso que o evangelho nos pede. O que o evangelho nos pede é aquele bom proceder, aquela conduta correta, respeitosa, sem violência, sem agressão. Por quê? mais tarde isso pesa na balança. Então a gente tem a certeza, nenhuma semente do

e o evangelho nos pede é aquele bom proceder, aquela conduta correta, respeitosa, sem violência, sem agressão. Por quê? mais tarde isso pesa na balança. Então a gente tem a certeza, nenhuma semente do amor se perde, nenhuma semente de fraternidade se perde, nenhum ato de generosidade, de cordialidade, ele se perde. A gente pode às vezes não vê-lo florescer no tempo que a gente gostaria, mas mais tarde ele vai dar seus frutos inevitavelmente. E aí, quem sabe a gente não pode ter um ex-adversário na posição de um amigo. Perfeito. Excelente, Saulo. Isso mesmo. E quando a gente vai colocando a linha de outros aspectos, como que a Jeane Lima vem trazendo aqui agora, a gente vai observando tudo isso que o Saulo trouxe, o prismo de tudo isso que ele traz. Olha o destaque da Jean Lima, que também é um trechinho que tá lá nesse item, no item quinto, né? No item cinco. Sabe também que a morte apenas o livra da presença material do seu inimigo. E aí ela faz a pergunta: "O evangelho no lar, mesmo fazendo sozinha, ajuda esses esses irmãos no mundo espiritual?" Saulo. Poxa, e como, viu, Jane? Muito boa sua colocação. Te agradeço pela oportunidade de trazer essa reflexão, porque o que que acontece e isso às vezes vou vou trazer pro nosso mundo dos encarnados pra gente poder entender do desencarnado. A gente já não passou por aquela situação de alguém falar mal de outra pessoa pra gente assim: "O fulano é isso, é aquilo." E a gente vai criando aquela imagem na nossa cabeça, né? Ah, fulano é assim mesmo, daquele jeito. Aí de repente a gente encontra com a pessoa e a pessoa tem um proceder diferente, uma postura diferente, fala de uma outra forma, a gente fala assim: "Olha, talvez não seja esse monstro que eu estava pensando". Então isso acontece também do lado de lá. Imaginemos que a gente tem um adversário, alguém que a gente prejudicou, alguém que não nos compreendeu e que do lado de lá é nosso adversário. E aí resolve um dia nos fazer uma visita e encontra a gente, ainda que solitariamente, entre aspas,

lguém que a gente prejudicou, alguém que não nos compreendeu e que do lado de lá é nosso adversário. E aí resolve um dia nos fazer uma visita e encontra a gente, ainda que solitariamente, entre aspas, né, pelo menos encarnado, ali lendo o evangelho, buscando aprender alguma coisa, tentando trazer uma lição, ensinamento do Cristo pra gente, buscando formas de melhor proceder. aquele adversário vai olhar e falar assim: "Olha, talvez não seja aquela peste que eu pensava. Olha, tá até buscando fazer alguma coisa boa, tá tentando". Então isso ajuda a que os nossos adversários do lado de lá compreendam que nós também somos humanos. Nós estamos buscando que a gente não tenha o orgulho, a vaidade de se sentir dono da verdade. Esse é um aspecto. Agora, a doutrina espírita, ela é sempre mais profunda. Nós sabemos pela doutrina espírita que pensamentos, sentimentos, não são coisas abstratas, são fontes de energia. Elas transmutam elementos que estão à nossa volta. E quando o espírito desencarnado adentra um ambiente em que ali nós estamos expressando vibrações de amor, de paz e de fraternidade, aquilo também contribui para um equilíbrio desse espírito. E nesse momento de equilíbrio pode acontecer uma coisa extraordinária. De repente, esse espírito desencarnado tem uma mãe, tem um pai, tem uma esposa, uma esposa que tá tentando acessá-lo, mas não consegue dada da sua fixação mental. Mas naquele momento que ele é envolvido em vibrações mais fraternas, ele se abre e de repente alguém consegue acessá-lo. Se a gente constrói dentro do nosso lar um ambiente de fraternidade, de amor, de boas vibrações, isso contribui pra gente, pros prédios, apartamentos, casas que estão ao nosso lado, porque a gente vai criando essa atmosfera. Eu me lembro, me permitam um relato pessoal, o Carlos conhece muito bem, Luziano também, Djani também deve conhecer a Federação Espírita em Brasília. Eu fui na federação há muito tempo, gente. É um ambiente que não dá pra gente pensar coisa errada, né? A gente

e muito bem, Luziano também, Djani também deve conhecer a Federação Espírita em Brasília. Eu fui na federação há muito tempo, gente. É um ambiente que não dá pra gente pensar coisa errada, né? A gente entra lá, pode até tá assim na corrida. Parece que a hora que a gente entra naquele ambiente, a gente toma um banho de boas energias e a gente naquele momento, a gente se torna uma pessoa mais tranquila, mais pacífica. Por quê? Porque dentro daquele ambiente são cultivadas as boas vibrações, os bons pensamentos, as relações fraternas e isso altera a maneira como a gente se sente encarnado. Os desencarnados da mesma forma. Muito interessante que o o Saulo quer comentar, Nani? Não. Eh, Saulo já trouxe assim de forma muito esclarecedora. Quero trazer só um ponto que o evangelho no lar ele cria um campo de campo de força, como num desenho animado, né? E ele ele cria um campo protetivo na casa, então ele atrai os bons espíritos, não é? Então nossa psique, ela fica como queimantada, como você tá dizendo, nesses nesse fluxo de pensamentos dos bons espíritos, né? que muitas vezes, se tivermos essa disciplina de fazer o evangelho no lar, sempre no mesmo horário, não é? Com mesmo cuidado, mesmo zelo, nossa casa, André Luiz, explica muito bem sobre isso. Ela pode se transformar num posto de socorro. Uhum. Não é? A gente aprende isso na obra de André Luiz. Muito bem. O Saulo me fez lembrar numa época ainda, Saulo, que não tinha cerca na FEB, né? Era onde tem a seca hoje, né? Eh, e era simplesmente era grama, né? E e eu morava 500 m da FEB, tava fazendo universidade, então eu ia a pé pra FEB. Um dia eu tava distraído e tal, pensando, né? indo lá paraa fé paraas atividades. Aí quando eu atravessei onde hoje tá seco, onde tem a guarita, eu senti uma coisa diferente. Aquilo me chamou atenção. Eu resolvi voltar. Eu botava o pé para fora, era uma vibração. Botava o pé para dentro, era outra. Uma coisa campo de esse campo de força, campo vibratório que se estabelece, né? Então, é por isso que a gente diz, a

ar. Eu botava o pé para fora, era uma vibração. Botava o pé para dentro, era outra. Uma coisa campo de esse campo de força, campo vibratório que se estabelece, né? Então, é por isso que a gente diz, a pessoa diz assim: "Ah, eu hoje é maravilha, eu vou passar lá no centro, vou ouvir uma palestra, receber o passe." Que maravilhoso que é isso. A energia da pessoa vai lá pro centro, né? A hora que ela chega lá no centro, ela vai ser recebida por essa energia positiva e de todos os outros que vibrar do mesmo jeito. Aí a pessoa diz assim: "Ah, que tô indo embora agora para vou voltar para aquele vespiro da minha casa". Pronto, mandou energia que vai recebê-lo lá, não é? Então eu tenho que ficar atento a isso. Nós criamos o ambiente. O evangelho no lar é fundamental para isso, não é? Muito bom, gente. Eh, Nani, amai os vossos inimigos. Ah, perdão. Primeiro, deixa eu corrigir. Eu disse que a gente tava iniciando. Nós estamos continuando hoje o capítulo continuando. Iniciamos na semana passada. Então, eh, aqui tem um trechinho. Amai os vossos inimigos. não se limita ao contexto das dos encarnados, mas também ao dos desencarnados. E isso nos faz vislumbrar as obsessões estudadas pelo codificador e especificadas no capítulo 23 de o livro dos médiuns. Como então lidar com o obsessor? A primeira coisa que a gente, eu acho que sou eu, né? Já comecei a responder, não é? É, é você mesmo. Comecei a responder de vez. Bem, como lidar com o obsessor? Primeira coisa que a gente precisa fazer é trazer para mais próxima da gente eh o significado, o sentido da palavra obsessor, porque a gente fala assim, ah, o obsessor, como se fosse uma abstração, um monstro, é uma coisa assim que está bem distante da gente. O obsessor é uma pessoa, o espírito é uma pessoa, um espírito é uma pessoa despida das vestes corporais. Então, existe sim esta influenciação psíquica que se dá no né, pela via da obsessão eh dos nossos irmãos, nossos irmãos que de alguma forma, esse esse é um aspecto da obsessão, que de alguma

orporais. Então, existe sim esta influenciação psíquica que se dá no né, pela via da obsessão eh dos nossos irmãos, nossos irmãos que de alguma forma, esse esse é um aspecto da obsessão, que de alguma forma ainda não conseguiram nos perdoar, que estão magoados conosco, porque estão presos numa fotografia nossa. antiga. Pensam que nós somos e até a gente ainda pode ser aquela pessoa de alures, de outrora, que somos aquele mesmo de um século, dois séculos. E aí o espírito ele pulsa conforme o seu campo afetivo, não é? Pode ter passado 100 anos, 200 anos, a mágoa tá ali represada. Então, e muitas vezes o espírito ele ele se percebe no mesmo contexto sociohistórico, inclusive as dores que ele sente, a tristeza, a amargura que esse espírito tá sentindo é devido à nossa incúria, a nossa falta de cuidado, a nossa falta de amor para com ele no passado. É presente. Ele sente como se fosse um aguilhão lhe lhe machucando. Então, esses desafetos, eles poderão nos reencontrar, nós reencarnados e eles no plano espiritual e vão nos encontrar sobre maneira pela lei da afinidade, da sintonia, porque ainda vibramos no mesmo tono, porque trazemos no nosso campo afetivo, no nosso mundo interno, a culpa, a culpa que vai gerar um plug, como diz André Luiz. vai possibilitar a conexão. Então, dá-se a essa obsessão, a obsessão, exatamente porque nós vamos entrar na sintonia. Nem todos os espíritos que nos querem mal, que de alguma forma estão magoados conosco, vão nos alcançar. Porque se nós mudarmos o tôus vibratório, como Saulo estava explicando, se nós tivermos uma atitude mais pacificada, mais amorosa, mais fraterna, a gente sai da esfera, a gente sai do campo de de influência, não vai haver o plug. Mas se ainda nos mantivermos perversos, se ainda não nos mantivermos com pensamentos eh afligentes, eh pensamentos mórbidos, nosso campo vibracional ele fica, não é na mesma sintonia e nós ficaremos uma presa fácil desses irmãos que estão nessa condição. E aí amai os vossos inimigos. não se limita

, eh pensamentos mórbidos, nosso campo vibracional ele fica, não é na mesma sintonia e nós ficaremos uma presa fácil desses irmãos que estão nessa condição. E aí amai os vossos inimigos. não se limita a ao contexto dos encarnados, mas também a desencarnados. Por quê? Porque o nosso bom proceder, os nossos bons pensamentos, as nossas orações, as nossas preces para com para esses irmãos que de alguma forma ainda não nos perdoaram, é uma forma de deslindar o processo obsessivo. Posso contar rapidamente um caso que aconteceu com um dos meus filhos, com o que hoje eh é médico. Quando ele fez 14 anos, ele viveu um processo obsessivo muito difícil. A mediunidade aflorou de forma tormentosa, eh, e a situação era muito complicada, não é? Então, graças a Deus, ele nasceu numa família espírita. E aí nós podemos dar todo o cuidado na reunião mediúnica lá da Fraternidade Espírita Peixotim, a qual eu estou vinculada como como trabalhadora, não é? Nós pedíamos ajuda. E todos os dias nas nossas orações, antes de pedir para mim mesma, pelos meus filhos, eu pedia por esse espírito e nós percebíamos a influência. Porque quando chegava no quarto do do Quando eu chegava no quarto do meu filho, ele estava de costa. Quando eu ia orar, colocar a mão aqui no no coronário dele para fazer uma prece, ele dormindo, ele já virava para afastar minha mão, como se para me repelir. Porque essa é uma das circunstâncias da obsessão. Um dos primeiros sintomas é o isolamento, é afastar as pessoas daqueles que podem ajudar. Então, meu filho se isolava, ele se afastava de mim. E nós estávamos compreendendo porque também temos mediunidade. E aí, eh, orávamos com muito cuidado, com muito zelo, todos os dias visualizando esse ser, irradiando amor para para ele, para que suas feridas fossem cuidadas, para que o seu coração fosse consolado. Passado algumas semanas, mês, alguns meses, não, um um mês, um mês e meio, esse espírito se comunicou e ele disse para mim: "Senhora, não posso mais. Dis o quê, meu irmão? Você não pode? Eu

consolado. Passado algumas semanas, mês, alguns meses, não, um um mês, um mês e meio, esse espírito se comunicou e ele disse para mim: "Senhora, não posso mais. Dis o quê, meu irmão? Você não pode? Eu não posso fazer com o seu filho que eu gostaria de fazer. Eu esperei tanto para reencontrá-lo. Não que ele não mereça, mas se eu fizer o que eu quero fazer, o seu coração vai sofrer muito e eu não posso ferir o coração de quem sarou as minhas feridas. Então esse exemplo ele ilustra o que é amar os inimigos. Antes de cultivar o ódio, desafeto, espaze o amor que você conseguir espalhar pela oração. Se você não puder nem conversar, ora, pede ao Senhor oportunidade de entendimento, de diálogo. Se você não puder dialogar face a face no estado de vigília, peça a Jesus para que na companhia dos espíritos protetores, você possa se encontrar com esse ser no quando estiver dormindo, para que haja um possível entendimento, se assim eh soi acontecer. Então a nossa postura é de quebrar essas correntes. A partir de nós vai sair só amor, não é? Se o espírito irradia para nós desafeto, mágo ressentimento, nos quer fazer mal, nós vamos procurando quebrar essa essas vibrações que se compensam no ódio e vamos começar a irradiar amor, porque o amor é a maior força que existe no universo. Lu e Nani, a Nani acabou de responder essa pergunta da Ângela Jucá Sancho e respondeu com muita propriedade. Aí está a Ângela. Olha, como lidar com o inimigo desencarnado se não o vemos e age por meio da obsessão. Ela acabou de dar inclusive um exemplo que a gente fica muito agradecido, viu, pelo depoimento. Nani, aí está Ângela. Então é contigo, Lu. Isso mesmo. E excelente exemplo. Nani tocou os corações com algo vivo, real. Perfeito. Obrigada, amiga. Alexandre Rocha Saulo traz a seguinte pergunta. Ele primeiro dá boa noite, agradece pela oportunidade e diz: "Os inimigos desencarnados podem aproveitar, eles podem se aproveitar do nosso sono para nos prejudicar de alguma forma. Olha, excelente questão, viu, Alexandre?

ite, agradece pela oportunidade e diz: "Os inimigos desencarnados podem aproveitar, eles podem se aproveitar do nosso sono para nos prejudicar de alguma forma. Olha, excelente questão, viu, Alexandre? Porque a doutrina espírita tem um aspecto que sempre me chamou muita atenção, que é da importância que ela dá a esse período de sono. A gente avança na medicina da importância que existe o sono pro revazamento físico, mas a doutrina espírita acrescenta um outro aspecto que é a nossa vida espiritual que ganha mais intensidade durante o sono. Então, durante o nosso sono, eh, a gente não está inerte como espírito, a gente não tá simplesmente ali deitado. Na maioria das vezes, nós estamos fazendo alguma coisa, nós estamos nos movimentando, nós estamos nos conectando com outros espíritos. E o que acontece é que quando a gente vai dormir sem se preocupar com a preparação do sono, vamos imaginar que a gente teve um dia difícil. Às vezes a gente tem dia do trabalho, na convivência familiar, mas a gente vai deitar com aquele sentimento de mágoa, de rancor. A hora que a gente se desdobrar, a hora que a gente tiver liberto dos laços materiais, os obsessores vão encontrar na gente um campo favorável para intensificar esse tipo de sentimento. vão encontrar. Se a gente tava, por exemplo, se a gente foi dormir com raiva de alguém, o obsessor ele pode intensificar essa raiva e a gente no outro dia amanhecer com um pensamento de ódio mais agravado que nos prejudica. Então, o obsessor ele não vai criar estados emocionais ou mentais na gente, mas ele vai intensificar aqueles que a gente colocar à disposição deles. Então, o obsessor, ele não tem o poder de chegar na gente e criar alguma coisa do nada. Ele vai sempre aproveitar alguma coisinha que a gente colocar à disposição. Então, eles podem nos prejudicar, podem nos desequilibrar. eventualmente podem, mas nunca sem que nós ofereçamos a primeira matéria-pra. Por isso, paraa gente, a doutrina espírita ela é muito libertadora nesse aspecto. Ela nos aponta o problema para

uilibrar. eventualmente podem, mas nunca sem que nós ofereçamos a primeira matéria-pra. Por isso, paraa gente, a doutrina espírita ela é muito libertadora nesse aspecto. Ela nos aponta o problema para que a gente não seja ingênuo, mas ela também nos dá a solução. Qual é a solução? a gente cuidar do nosso sono, a gente cuidar do nosso estado mental, emocional, a gente se preocupar em antes de dormir, gastar ali 5 minutinhos, vamos ler uma página do Evangelho, vamos fazer uma oração, vamos buscar acerenar a nossa mente. Por quê? Porque aí quando a gente estiver dormindo, nós vamos estar menos permeáveis e suscetíveis a essas influências. Como a Lane comentou, né? O filho dela envolvido nas vibrações de amor da mãe se tornou menos acessível. A gente pode fazer isso com a gente mesmo. Nós podemos ser a nossa mãezinha, no caso da Nani, que foi a mãe, né, amorosa do filho, a gente pode cuidar da gente. Então, antes de dormir, vamos nos preocupar com a gente vai adentrar essa outra etapa da nossa vida. E aí, dessa forma, a gente não só reduz a influência dos espíritos que querem nos prejudicar, mas também a gente potencializa a influência daqueles que querem nos ajudar. Então, ao invés da gente ficar nas mãos dos obsessores, a gente pode ouvir uma palestra no plano espiritual, tá junto daqueles que a gente ama, ir aprender alguma coisa, tá em ambiente de tratamento, de recuperação, de melhora, desde que a gente se prepara. Então, muito obrigado pela pergunta, porque faz a gente se lembrar da importância que é o nosso sono, que é uma porta através da qual a gente acessa essas relações que existem no mundo espiritual. Muito bom, Saulo. Nani, no item seis que a gente está estudando, os o espiritismo demonstra que esses demônios mais não são do que as almas dos homens perversos que ainda se não despojaram dos instintos materiais. Desdobra um pouquinho para nós qual é o antídoto para as obsessões, o mais eficaz em rápidas palavras. A gente já vem discorrendo sobre esses antídotos. Antídotos, né? Desde o

dos instintos materiais. Desdobra um pouquinho para nós qual é o antídoto para as obsessões, o mais eficaz em rápidas palavras. A gente já vem discorrendo sobre esses antídotos. Antídotos, né? Desde o comecinho, a boa conduta, não é? Eh, a gente precisa se autoconhecer quais são as nossas fragilidades, quais são as questões que ainda nos prendem na roda da dor e do sofrimento, quais são as questões que eh baixam o nosso tôus vibratório. Então, procurar ter uma postura mais tranquila, mais pacífica, cultivar a oração, como Saulo está explicando, a oração, gente, mais do que uma um mecanismo eh místico, sobrenatural, muito pelo contrário, a oração é um uma um instrumento, uma uma ferramenta de saúde ment Al, a oração ela tem um viés num viés nutritivo, terapêutico e higienizador, não é? Então, cultivar a oração permite que que a gente primeiro, quando entramos em prece, que a gente eleva o nosso tôus vibratório, a gente quebra as correntes fluídicas que são emanadas, aquelas vibrações deletéis que são emanadas por outras inteligências desencarnadas que querem nos prejudicar. Então, quando você ora, você quebra essas conexões, você dissolve esses miasmas deletérios, não é? Além da oração, a própria conduta, não percamos a oportunidade de sermos bons. Não tenha dúvida nunca. Se é para você ser bom, vá ser bom. Não perca oportunidade por qualquer razão, seja por interesse material, seja porque você não quer ficar por baixo. Prefira, prefira ficar aparentemente por baixo, não é? Fazer silêncio, não entrar em discussões a discussões infrutíferas, não é? procurar cultivar bons pensamentos, ter esta prática diária de saúde, de equilíbrio, não é, que nos ajuda a a sair dessa dessa sintonia. Então, muitas vezes na casa espírita, rapidamente a gente orienta que a pessoa venha não sei quantos dias naquele dia específico, que ela tome não sei quantos passes e precisa, não é, passar pela terapêutica da casa espírita. Mas a gente esclarece no atendimento fraterno que a terapêutica ofertada pela casa

quele dia específico, que ela tome não sei quantos passes e precisa, não é, passar pela terapêutica da casa espírita. Mas a gente esclarece no atendimento fraterno que a terapêutica ofertada pela casa espírita não vai dar cabo de um processo que muitas vezes está acontecendo pelo próprio comportamento da pessoa. Então, a pessoa precisa ter um comportamento diferente, compreender o que tá, como está se dando a obsessão e entender nela o que é que precisa se modificar. Sim, Nani, muito bem. Sim, só um chantinho. Faltou uma coisa rápida. A prática da caridade. A prática da caridade, fazer o bem. Perfeito. Fazer perfeito. Nós temos muitas perguntas aqui chegando no chat. Já já a gente vai para elas. A gente vai seguir aqui nos itens sete e oito, eh, que são os próximos itens e que abordam, se alguém vos bater na face direita, apresentar-lhe também a outra. E aí, nesses itens sete e oito, tem um trechinho também que o o nosso codificador destaca ali do Novo Testamento do Evangel Mateus. E tem a seguinte abordagem: "Aprendestes que foi dito, olho por olho e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal que vos queiram fazer, que se alguém vos bater na face lhe apresenteis também a outra". E a gente viu no último encontro que este trechinho também é um daqueles seis contrastes. Foi até a Nani que trouxe os seis contrastes que são trazidos por Jesus ensinando-nos a ampliar a interpretação e a vivência das leis. Saulo, de que forma o orgulhoso recebe esta orientação da oferta da outra? Olha, eh, é muito interessante porque quando a gente pensa nesse ensino de Jesus, às vezes a gente faz uma falsa conexão com a subserviência, com a conivência, com a gente se colocar numa posição de inferioridade perante o outro. E na verdade o que Jesus nos convida com esse ensino fundamental da gente mostrar outra face eu trata isso nos comentários dele, é que em primeiro lugar quem mostra a outra face demonstra convicção aos próprios ideais. Porque às vezes o que que acontece? a

damental da gente mostrar outra face eu trata isso nos comentários dele, é que em primeiro lugar quem mostra a outra face demonstra convicção aos próprios ideais. Porque às vezes o que que acontece? a gente fala assim: "Não, eu sou muito bom, sou tolerante, pacífico, alguém pisa no nosso calo aí a gente age de uma maneira diferente". Ou seja, a gente se deixa levar pela conduta do outro. E quem consegue mostrar a outra face sem agredir demonstra convicção em relação aos próprios ideais. Mostrar outra face significa uma perspectiva diferente que a gente apresenta. Mostrar outra face significa a gente ter resistência diante do comportamento do outro, que é um comportamento inadequado, mas a gente não se vale das mesmas armas, a gente não se vale da mesma forma a gente de agir que o outro tem para conosco. E most para outra face significa a gente contribuir com algo que é diferente, a gente aprofundar a nossa postura de fraternidade, de amor, de compreensão. Então, diante dessa atitude, às vezes, a outra pessoa pode ter a resposta que ela vai ter no momento de acordo com a evolução espiritual, a compreensão que ela tem. Mas pra gente é muito importante entender que mostrar outra face não significa a gente ser conivente, não significa a gente aplaudir o erro, mas significa a gente se manter firme aos nossos ideais, a gente não adotar a mesma maneira de conduta do outro que nos agrique, a gente mostrar resistência diante do mal, porque às vezes é fácil a gente falar assim: "Não, eu sou paciente, fraterno, lá na casa espírita é ótimo, né? É simples a gente ser assim". Agora, quando a gente tá num ambiente de convivência em que alguém pisa no nosso pé, que alguém nos agride, que alguém discorda da gente, é que a gente tem essa oportunidade de demonstrar essa nossa convicção aos nossos ideais. Por isso, quem mantém esse ensino do Cristo em mente, elembra sempre Gand naquela história que todos nós conhecemos do soldado que o agride na calçada e ele levanta e se mantém de pé, ele é

os ideais. Por isso, quem mantém esse ensino do Cristo em mente, elembra sempre Gand naquela história que todos nós conhecemos do soldado que o agride na calçada e ele levanta e se mantém de pé, ele é agredido novamente. É essa convicção, é essa resistência pacífica, é essa atitude positiva diante da ofensa e da agressão. Muito bom. Excelente reflexão, Nani. No item oito, ainda nós temos dever se há entretanto, tomar ao pé da letra aquele preceito? O que pretendeu Jesus com a proposta da outra face? Quando Saulo explicou tão bem, quando eh Jesus diz dar a outra face, ele não está dizendo que não devemos nos defender. Eh, a gente precisa se eh nós precisamos usar os recursos de defesa, porque isso inclusive faz parte do instinto, né, da lei da conservação, não é? Então Jesus não está querendo dizer que a gente fique plantado na frente da outra pessoa e diz: "Então batesse aqui, bate aqui também, porque isso não traz nenhum tipo de equilíbrio." Pelo contrário, se a pessoa, a gente sabe que a pessoa vai fazer o mal e a gente pode impedir que ela faça o mal e a gente fica ali esperando, de alguma forma a gente está contribuindo também. É importante que a gente pense sobre isso. Então, quando a gente se defende, a gente coloca ordem, ordem na sociedade, ordem nas relações, não é? Se você, por exemplo, vive uma relação abusiva na sua conjugalidade e você só silencia diante eh das agressões, sejam elas eh físicas, mas também verbais, maltrato verbal, não é? E você fica ali parada e não se defende. Você está de alguma forma permitindo que aquela pessoa perpetre cada vez mais o mal. Porque existem os recursos para defesa. Então, dar a outra face não é ser passivo, é ter uma atitude psíquica pacífica. Então, a dar a outra face está dentro de uma dimensão psicológica. O evangelho de Jesus é toda uma provocação para a nossa capela interna. se presta à nossa reflexão interna. É psicologia profunda. Dar a outra face é um movimento psicológico eh flexível, de flexibilidade cognitiva

Jesus é toda uma provocação para a nossa capela interna. se presta à nossa reflexão interna. É psicologia profunda. Dar a outra face é um movimento psicológico eh flexível, de flexibilidade cognitiva e afetiva. Quando você olha para o outro e percebe a condição do outro, a situação do outro e você se compadece. Você olha em humanidade para aquele que hoje é o é o agressor, não é? Embora você sinta tudo, porque quando uma pessoa vem nos agredir, as nossas próprias glândulas adrenais, elas vão secretar hormônios, cortisol, adrenalina, não é? O coração vai disparar, o instinto de defesa vai atuar, a gente pode sentir raiva, não é? Isso faz parte do kit humano de sobrevivência. Agora, dar a outra face é não cultivar a raiva, não transformar o a emoção da raiva que é instinal e permite a defesa no ódio. Quer dizer, agasalhar a raiva, dar a outra face de se desapegar. Aí Jesus vai complementando nessa passagem da da do sermão do monte, quando ele diz: "Olha, se alguém pedir tua capa, tua túnica, dá também tua túnica, dá também tua capa. Se alguém pedir que você caminhe uma légua, caminha mais duas." Quer dizer, dá também a tua capa. quer dizer, desapega, desapega de cultivar sentimentos de ódio, de malquerença, caminhar mais duas léguas. Esteja pronto para, se possível, se você tiver condições, ajudar aquela pessoa. Coloca aquela pessoa nas tuas preces, caminha mais duas léguas com ela. Quer dizer, procura ampará-la quando for possível. Excelente, Nani, com as suas reflexões. Me permitem uma coisa que acho importante, é, a Nani tá comentando e o exemplo do Cristo é o exemplo maior, porque algumas pessoas até falam assim: "Ah, mas Jesus não aceitou a cruz." Mas tem uma passagem no Evangelho em que Jesus tá na sinagoga e ele lê uma passagem do profeta Isaías, as pessoas vão eh que ficam escandalizadas, vão matá-lo. E Jesus não aceita a morte naquele momento, ele se afasta. Então isso que a Nani tá comentando é muito importante para que a gente não confunda uma atitude cristã legítima, uma atitude

s, vão matá-lo. E Jesus não aceita a morte naquele momento, ele se afasta. Então isso que a Nani tá comentando é muito importante para que a gente não confunda uma atitude cristã legítima, uma atitude fraterna legítima, com a gente aceitar tudo aquilo que as pessoas querem impor. Não é isso que o evangelho nos ensina. Jesus aceitou a cruz. Sim, sim. No momento em que ela se aplicava, quando as pessoas tentaram matá-lo na sinagoga, ele não aceita essa condenação. Isso. Inclusive também tentaram pegá-lo no meio do povo quando ele disse que era, não é, que ele era filho de Deus. Quem é que nasceu primeiro, né? Davi ou e eu vieram para cima dele, só que a hora que olharam ele não tava mais lá, não é? Exatamente. E Paulo de Tarso, né? Paulo Tares, quando vai ser condenado, ele levanta seu cidadão romando e apela para César. Uhum. Para não ser morto naquele momento. Isso. E aí a gente lembra, né, da da da recomendação, manso como as pombas e astuto como a serpente. O pessoal pensa que a serpente é agressiva, ela não é não. A serpente ataca para se defender normalmente ou porque tá com fome, ela precisa se alimentar. Então, normalmente, quando ela ia, eu vivia num local onde tinha muito, que ela percebia que a gente estava andando, que vinha ser humano, porque ela ela tem um eh ou o o a percepção dela é tátil, né? Quando a gente anda, parece que é é se tivesse batendo com alguma coisa forte no chão. Pum pum. Então, ela simplesmente vai e entra para dentro do buraco. Ela se afasta para evitar o conflito, não é? Então, eh, a gente precisa refletir a respeito disso. Eh, dar a outra face é não ser agressivo, não ser rancoroso, não guardar ódio, não querer vingança, não é? E mostrar justamente esse outro lado que é o lado da não violência, da resposta à agressividade, não é? que não é fácil, é preciso ter muita, é mais fácil agredir o outro de retorno do que resistir numa atitude, não é pacífica, não passiva, mas pacífica, né? Como a Manane colocou. Bem interessante. Eh, o assunto é muito interessante. Nós temos

ais fácil agredir o outro de retorno do que resistir numa atitude, não é pacífica, não passiva, mas pacífica, né? Como a Manane colocou. Bem interessante. Eh, o assunto é muito interessante. Nós temos muitas perguntas, mas vê que é preciso aprofundar, não é? O item oito, Nani, aqui ainda coloca assim: "Poderia comentar o seguinte trecho, né? Lançai para diante o olhar. Quanto mais vos elevardes pelo pensamento acima da vida material, tanto menos os magoarão as coisas da terra. Poderia comentar, Nani, por favor? Emanuel, tem uma uma reflexão eh no Fonte Viva que ele diz assim: "Coloca o pensamento na casa mais alta". Eh, a gente quando como falamos no início, quanto mais espírita nós vamos nos constituindo, porque nós não somos espíritas, porque a gente diz: "Olha, agora eu sou espírita". Ser espírita é processual. a gente vai fazendo esse construto interno quando os ensinamentos passam a fazer sentido e nos ajudam a fazer a transformação que a gente precisa fazer, não é? Então, quando a gente está, quando estamos passando por dificuldades, por experiências, eh, por exemplo, um processo de calúnia em que você passa a ser atacado pela incompreensão, se você mantém a consciência tranquila, eleva o pensamento à casa mais alta e vê a circunstância para além do imediatismo até a terra, Guarda silêncio, espera, espera o tempo passar. Na minha experiência, sempre que fui envolvida em situações assim, eu preferi não me defender, ficar quietinha, porque como minha mãe ensinou, desde pequeno, a verdade é irreversível. Então, há situações, eu não estou sendo contraditória com o que eu disse antes, é que muitas vezes num processo, numa situação de calúnia, por exemplo, colocar o pensamento na casa mais alta é não colar o a sua emoção ao contexto afligente, é procurar ver a circunstância de forma mais ampla, com flexibilidade emocional e cognitiva. E aí, eh, analisar o que é que essa experiência me ensina, o que é que tem de verdade aí. Se houver oportunidade de você explicar a situação, você explica. Se não,

flexibilidade emocional e cognitiva. E aí, eh, analisar o que é que essa experiência me ensina, o que é que tem de verdade aí. Se houver oportunidade de você explicar a situação, você explica. Se não, deixa o tempo passar. Quantas vezes Saulo, eu não sei se foi Saulo, se foi você que falou no no logo no início do encontro, que muitas vezes a pessoa foi Saulo, a pessoa ouve um relatório, um parecer sobre determinada criatura, não é? Que tem a ver com uma maledicência de quem está falando. E quando a pessoa você conhece, a pessoa não é nada daquilo. Por quê? Porque a verdade é é irreversível. que é então se você coloca o pensamento na casa mais alta, se você lança o olhar nessa perspectiva espiritual mais ampla, as coisas daqui elas não vão ter uma dimensão tão afligente. você vai conseguir diluir melhor, encontrar forças, vai conseguir se resignar, compreender melhor e passar que e a resignação não é passividade, pelo contrário, é um processo dinâmico também em que você compreende o que está acontecendo porque você tem essa percepção iluminada da existência, não é? Então, um um momento de dificuldade pelo pelo qual passamos na existência, se lançamos para diante o olhar e nos percebemos como espíritos em processo, espíritos eh num vir, as circunstâncias elas vão ter um tamanho eh menos eh que nos que nos levará a a um não ao sofrimento. E aí a gente faz uma diferenciação, não sei se a gente fez essa diferenciação no encontro passado entre dor e sofrimento. A dor ela é inevitável, ela faz parte do processo existencial. Todos nós vamos passar aqui a cul. E quando é a dor se nos acorre, ela vem eh trazendo uma pedagogia, vem nos convidando à reflexão, ao recolhimento. Então, a gente vai sentir a dor. O sofrimento, ao contrário, diz respeito a ao que nós fazemos, é a conduta, é a consequência. em nós da dor. Se eu recebo o processo da dor, a experiência da dor como algo, se eu lanço adiante o olhar, se eu elevo o meu pensamento para além da vida material, eu sei que aquela

é a consequência. em nós da dor. Se eu recebo o processo da dor, a experiência da dor como algo, se eu lanço adiante o olhar, se eu elevo o meu pensamento para além da vida material, eu sei que aquela circunstância vai, é uma circunstância que vai passar, tá doendo, mas vai passar. Mas se eu percebo numa perspectiva mais reducionista, mais materialista, eu vou me revoltar, eu vou me sentir um coitadinho, eu vou me vitizar e aí eu vou entrar em sofrimento. Então o sofrimento enrijece o pensamento, o campo afetivo, essa postura de sofrimento. Já a postura elegante e o espiritismo, ele nos convida a atravessar os momentos de dor com elegância, com essa dignidade, não é? a gente atravessa sabendo que vai passar e que traz para nós sentidos existenciais profundos que nos ajudarão a iluminar, como diz, auminecer, a a pensar de dentro de nós esses aspectos mais iluminados da nossa aula. Sim, Nani, olha, Nani e Saulo, a gente, como a gente falou aqui, a gente tem muitas perguntas, vão tentar contemplar o máximo que a gente possa, tá bom? Então, vamos lá, ó, da Ângela Saulo, ela faz a pergunta: por que devemos agir com indulgência e benevolência com os nossos inimigos? Isso os ajuda? Olha, Angela, excelente pergunta, tá? Quando a gente fala de eh indulgência e benevolência, é uma atitude que parte inicialmente da gente para com o outro. Então, quando a gente tá sendo indulgente, a gente precisa se perguntar o seguinte: eh essa indulgência, ela nasce de um desejo sincero de contribuir com o outro, de realmente auxiliar o outro? Porque nós não podemos confundir indulgência com conivência. São duas palavras diferentes. A Nani comentou isso inicialmente. Quando a gente é indulgente, quando a gente compreende o nosso adversário, o nosso inimigo, e a gente é movido por um desejo de contribuir com ele, essa atitude ela pode ser positiva. Em primeiro lugar para com a gente, porque a gente não se prejudica. Porque quando a gente sente ódio, raiva, a gente se desequilibra. Os primeiros prejudicados somos nós. Agora,

la pode ser positiva. Em primeiro lugar para com a gente, porque a gente não se prejudica. Porque quando a gente sente ódio, raiva, a gente se desequilibra. Os primeiros prejudicados somos nós. Agora, quando a gente consegue manter o equilíbrio e agir de uma forma positiva para com o outro, a gente pelo menos não se prejudicou. A ajuda em relação ao outro, ela é um nível mais profundo de entendimento da situação do outro. Às vezes eu preciso estabelecer fronteiras, barreiras, limites. E isso é responsabilidade. Às vezes eu preciso definir comportamentos que não são aceitáveis. E acontece que quando a gente compreende e a gente percebe a limitação do outro, a gente consegue dar para ele a oportunidade de agir de uma forma diferente e a gente de agir de uma maneira diferente. Deixa eu dar um um exemplo. Vamos imaginar que a gente tá voltando do supermercado, da farmácia, carregando sacola e alguém vem dá um trombalhão com a gente e cai tudo no chão. as coisas se espalham na calçada, derrama coisas quebram. Aí naquele momento a raiva surge e é natural. Poxa, por que que a pessoa fez aquilo? Imaginemos então que a gente olhe para aquela pessoa, a gente perceba que é alguém cego. Qual que é a nossa postura? Imediatamente, às vezes a gente até esquece as coisas que estão ali caídas e a gente vai se preocupar com a pessoa. Você tá bem? Se machucou? Posso ajudar alguma coisa? Por que que a gente age assim? Porque a gente percebe a limitação material do outro. Acontece que existem muitas chagas espirituais que a gente não enxerga com os olhos da carne. Existem pessoas que estão em corpos perfeitos trazendo chagas enormes na alma. E a atitude de indulgência, de auxílio ao outro, é de quem consegue enxergar essas chagas. e agir no sentido de auxiliar. Então, muitas vezes aqueles que trombam com a gente podem não ser cegos do corpo, mas são necessitados da alma. Muito bom, Saulo e Nani. Eu vou fazer essa pergunta e eu vou responder rapidamente da Marlene Viegas. Ela colocou assim: "Eu no estudo estou

podem não ser cegos do corpo, mas são necessitados da alma. Muito bom, Saulo e Nani. Eu vou fazer essa pergunta e eu vou responder rapidamente da Marlene Viegas. Ela colocou assim: "Eu no estudo estou aprendendo a perdoar os inimigos encarnados, liberando amor, vibrações e perdão. Estou me sentindo mais leve? Estou certa?" Lógico que sim, no bom caminho. É esse o caminho, não é, Marlene? Pode tirar a dúvida aí. E é isso mesmo. O caminho é esse aí. Maravilhoso. Agora vamos perguntar para a Nane. Então, essa da Souza Luciaria. Opa, espera aí. Não, isso aqui não dá para entender. A minha água e não fica, não fica com bolinhas. Provavelmente ela botou água para fluidificar, não fica com bolinhas. Essas bolinhas não são importantes, viu? Eh, sou pode também ficar tranquilo em relação ao assunto. Vamos para do Carlos Campos. Eh, Nani, os maus são intrigantes e audaciosos. Os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, poderão eh preponderarão. Na questão eh 932 do livro dos espíritos, como poderemos entender essa questão face ao inimigo e preponderar nesse mundo atual? Nessa reflexão, eh, a gente percebe que, eh, muitas vezes as pessoas que, que ainda não conseguiram equilibrar-se na perspectiva ética, moral, elas não têm por dor, não é, de disseminar as condutas as mais nefastas, tanto na esfera pessoal quanto na esfera coletiva, não é? E aí você traz um ponto importante que é essa essa timidez daqueles que já guardam esse sentimento de bondade, que já conseguiram iluminar eh o seu campo interno. E muitas vezes a gente eh fica, não é que fica assustado, a gente recua, a gente fica, nossa, vou ficar aqui no meu cantinho. E aí, esse é um contexto que nós estamos vivendo em que muitas criaturas estão se sentindo à vontade para propagar e dizer e falar as ideias e praticar as ideias mais antifraternas, como se não tivessem passado e talvez até não tenham como espíritos por todo o processo civilizatório da humanidade da Terra até esta parte, como se tivessem tem perdido o Iluminismo, perdido tudo que

como se não tivessem passado e talvez até não tenham como espíritos por todo o processo civilizatório da humanidade da Terra até esta parte, como se tivessem tem perdido o Iluminismo, perdido tudo que todas as conquistas, não é? E aí se sentem à vontade para trazer ideias racistas, ideias preconceituosas, homofóbicas, eh ideias eh extremamente segregadoras de preconceito religioso. Esses espíritos encarnados e desencarnados refletem a cosmovisão ainda presa a um estágio da Terra bastante atrasado. Aqueles que já desenvolveram um sentimento de fraternidade universal, de família universal, devemos perder a timidez. Em que sentido? Vamos, em vez de ficarmos nas redes sociais guerreando em opiniões, eh, quem tá certo, quem tá errado, falemos do mundo de fraternidade que acreditamos e queremos viver. Divulguemos a paz. Eh, façamos como muitos irmãos já fazem. Eu acompanho, por exemplo, Saulo tá aqui. Eu queria agradecer o trabalho que Saulo faz, que tantas vezes já me me consolou, já me esclareceu todos os dias religiosamente em que ele estuda o Evangelho por Emmanuel, as mensagens de Emanuel. Isso é uma forma de de fazer a paz, de não ser tímido, de colocar a cara tapa todos os dias, não é? De não de não ter pudor de fazer o bem, não esperar que ninguém diga: "Vai lá, Saulo e faz". O coração dele já sabia que tinha que fazer e que ele tinha os recursos para fazer. Então, vamos fazer o bem. É o que nós estamos fazendo aqui, tentando fazer. E quando você pega de uma cestinha e você coloca materiais de higiene e você coloca, leva um textinho, leva doces e vai num hospital visitar aqueles corações que estão ali solitários sem timidez de ser bom. Então, realmente nós estamos vivendo num momento da terra da transição, em que a gente precisa se questionar que que a gente, que que eu tô fazendo para ajudar Jesus nesse processo? Eu estou perturbando com minhas paixões, as minhas paixões políticas, porque as pessoas estão assim, não é, extremamente guerreando uns com os outros? nesse raciocínio

ara ajudar Jesus nesse processo? Eu estou perturbando com minhas paixões, as minhas paixões políticas, porque as pessoas estão assim, não é, extremamente guerreando uns com os outros? nesse raciocínio infantil do tudo ou nada, sem flexibilidade de reflexão, sem dar espaço para para pro diálogo. Eu lembro de uma mensagem em 2014 do de Dr. Bezerra, por ocasião da reunião do Conselho Federativo da Federação Espírita Brasileira, em que ele dizia, meio que profetizando a confusão que a gente tá vivendo hoje, ele dizia assim: "Na divergência, busca a convergência". Ou seja, isso é atitude de paz. A gente precisa não ser tímido naquilo que a gente já sabe que deve fazer. Muito bom, Nani Saulo. A Lisete faz a pergunta e complementa. Ela pergunta assim: "É possível haver a obsessão por simpatia?" E ela explica mais abaixo. Ou seja, perturbar ou nos atrapalhar sem intenção? Olha, isso é muito interessante, viu, Lizete? Porque, e é uma coisa que Kardec traz com muita propriedade no livro dos médiuns, em que ele aprofunda a questão das obsessões. Muitas vezes, por uma lei de afinidade, a gente se vincula a determinados espíritos que eles não são assim, não nos odeiam, não tem nada contra a gente, mas gosta do mal feito igual a gente tá gostando ali. A gente cria essa afinidade gostar das mesmas coisas. E aí o que acontece é que quando a gente eventualmente tenta mudar de conduta, mudar de vida, mudar de pensamento, esse espíritos se comportam como aqueles amigos do colega de que a gente se reunia ali para fazer uma coisa que não era muito saudável, tal, às vezes e de repente fala assim: "Não, não vou mais, vou pra casa espírita em vez de ir pro rap hour na sexta-feira". Aí o amigo fala assim: "Não, mas para que que você vai se preocupar com essas coisas agora? Fica aqui com a gente". Então existem vinculações que se estabelecem, elas não têm por origem necessariamente conflitos, mas essa afinidade. Agora tem um lado positivo. Isso também é que existem afinidade em qualquer campo que

tão existem vinculações que se estabelecem, elas não têm por origem necessariamente conflitos, mas essa afinidade. Agora tem um lado positivo. Isso também é que existem afinidade em qualquer campo que a gente esteja, né? A Nane conhece muito bem isso, assim, em qualquer ponto que a gente esteja, a gente vai encontrar pessoas que se afinizam com a gente. Então, na medida em que a gente elevar o padrão vibratório, elevar o padrão mental, a gente vai se afinizar com espíritos que também estão naquele padrão e outro. Mas é possível que a gente construa essas relações de afinidade com espíritos que não querem nos prejudicar, mas ainda são apegados ao álcool, às drogas, a sexualidade, a pornografia. Eh, não é que eles odeiam a gente, querem, mas eles buscam na gente aquele elemento que intensifique as sensações. E aí não é o objetivo da gente aprofundar muito nessa questão, mas quando o espírito ele se aproxima de um encarnado, ele tem a possibilidade de experimentar aquilo com mais intensidade. Então ele busca manter aquela relação de afinidade, porque o encarnado representa para ele uma oportunidade de experimentar essas sensações. Então, por isso que a gente deve seguir sempre o o exemplo do Cristo, né? Orai e vigiai a fim de não cairdes em tentações. Muito bem, muito bom. Daniel Rosa fez uma pergunta que se desdobrou aqui, mas também já tá mais ou menos encaminhada. Conforme Mateus 5, entra em acordo depressa com o teu adversário enquanto estás com ele a caminho, para que não aconteça que o adversário não eh te entregue ao juiz e o juiz te entregue ao eh ao carcereiro e te jogue na cadeia, não é no cárcere por muito tempo. Os inimigos desencarnados, não reconciliados de obsessores, reencarnam para reconciliarem nos vínculos próximos. acontece com frequência, Daniel, inclusive na mesma família como companheiro de trabalho. Faz parte da lei de causa efeito. A reencarnação é uma oportunidade maravilhosa para isso. A gente muitas vezes encontra alguém, sente o desafeto, a vibração que não

ília como companheiro de trabalho. Faz parte da lei de causa efeito. A reencarnação é uma oportunidade maravilhosa para isso. A gente muitas vezes encontra alguém, sente o desafeto, a vibração que não combina e para nós espíritos já é um indicativo. Olha, tem um trabalho para ser feito aqui, não é? Porque nós temos que aprender a amar todos. Então é mais ou menos nesse sentido, tá bem? aqui então é para Nani, né? Como podemos fazer que para afastar esses espíritos? Nani tá falando dos obsessores, né? A gente já respondeu isso hoje já, não é? A conduta moral equilibrada, a oração, os bons pensamentos, vai quebrar essa conexão, não é? Se você procura mudar o seu tôus vibratório, você eh dificilmente você fica na faixa. Vamos imaginar que são faixas vibracionais, não é? Se você faz esse exercício de cultivar os bons pensamentos, se você ora, se você pratica boas ações e está ocupado fazendo bem, não é? você fica em outro, vamos dizer, em outro degrau, né? E a gente vai percebendo que é muito mais de conquista do que afastamento, né, Nani? E aí, nesse sentido, e aí nesse sentido que a Nani traz aí, tá fazendo todo esse processo de prevenção ou de cuidado, aí vem o Lucas Saulo e faz essa pergunta aqui. Se os obsessores não podem nos atingir, que exatamente fez essa essa lição de casa que a An trouxe aí, se os obsessores não podem nos atingir por estarmos protegente, eles podem acessar pessoas próximas de nós para nos desequilibrar ou pelo menos tentar. Ela, ele colocou terceirizando. Uhum. podem, né? E muitas vezes isso acontece conosco, às vezes até nós nos convertemos em instrumentos de obsessores de outras pessoas. Isso todas as vezes que a gente eh percebe que alguém de maneira desequilibrada se aproxima da gente, às vezes essa pessoa pode estar sobre a influência de um obsessor que quer nos prejudicar. Quem de nós já não passou por aquela experiência? Você cruza com fulano na rua e fala assim: "Não fui com a cara dele ou dela. O santo não cruzou. Às vezes é uma disposição nossa de

er nos prejudicar. Quem de nós já não passou por aquela experiência? Você cruza com fulano na rua e fala assim: "Não fui com a cara dele ou dela. O santo não cruzou. Às vezes é uma disposição nossa de experiências passadas, mas às vezes podem ser adversários daquela pessoa que estão incitando na gente sentimentos de adversidade, de conflito para prejudicar outra pessoa. E aí vale o que Anani comentou, a mesma coisa que ajuda o espírito desencarnado ajuda também essa pessoa. Quando alguém chega para nós com a disposição de conflito, de agressão, se ela tiver sobre a influência de um adversário nosso e a gente agir de uma maneira correta, como a Nane comentou, com fraternidade, com respeito, com carinho, a gente ajuda os dois. Então, a gente tem ampliada a nossa oportunidade de sermos úteis à aqueles que nos perseguem e caluniam. Então, esses fenômenos acontecem, eles estão presentes. E muito importante a sua pergunta, não só para que a gente possa agir, mas para que a gente tome cuidado para que a gente não se converta em instrumento de obsessores outras pessoas. Sim, muito bom. Muito bem. Excelente. Talvez a gente só tenha tempo para mais uma pergunta. Vamos ver como é que vai ser. Eh, é do Guilherme Gravinha de Souza. Nani, o nosso mentor espiritual não nos ajuda com o espírito obsessor? Olha, ele ajuda, viu, meu amigo? Ele até ajuda, mas ele não pode entrar na esfera do nosso livre arbítrio. E ele não pode fazer por nós nenhum mentor, mentor espiritual. O mentor, ele não vai nos tirar das experiências em que nós precisamos dar conta da nossa do nosso crescimento, porque a gente precisa assumir a responsabilidade. Uma das questões mais importantes, eh, quando no processo de sermos espíritas, eh, despertamos e, e a gente vai se esclarecendo, é que a gente dar conta que o espiritismo nos convida a soltar essas muletas, essas dependências. O espiritismo nos convida a assumir a autoria sobre os nossos processos existenciais, assumir responsabilidade, não é? Agora, lógico que o o os nossos

nvida a soltar essas muletas, essas dependências. O espiritismo nos convida a assumir a autoria sobre os nossos processos existenciais, assumir responsabilidade, não é? Agora, lógico que o o os nossos espíritos protetores, geralmente o espírito protetor é alguém que nos quer muito bem, necessariamente não precisa ser o nosso mentor, não é? eh, tentam nos ajudar, o mentor também tenta nos ajudar, mas a gente vai precisar entrar na boa sintonia para com eles, porque eles podem nos inspirar boas ideias, eles podem nos inspirar a leitura de um livro. Uma vez um livro aqui na nessa estante da frente caiu no meu pé aberto e a página era toda uma orientação de como eu devia me conduzir em determinada situação. Com certeza esse livro foi derrubado por esses amigos queridos que nos tutelam a reencarnação. Agora, se eu tivesse ficado reclamando do livro que doeu no meu pé e não tivesse prestado atenção na página, o mentor tinha dado o recado e eu não entrei o quê? Na sintonia. E isso foi acontecer muitas vezes. Muitas vezes os nossos mentores querem nos ajudar, mas nós fazemos ouvidos mocos para as orientações. Isso, N. Paulo, agora sim, a última pergunta da Fabíula Loureiro. Algum espírito desencarnado, mesmo que não seja um obsessor, pode nos fazer algum mal na hora do nosso desdobramento? E aí foi bem parecida com aquela pergunta que a gente já fez, mas ela especifica tanto no corpo físico quanto no perespírito. Olha, Fabila, muito importante a sua pergunta, porque ela nos lembra o seguinte: não existem assim, o espírito é uma coisa, o perespírito é outro e o corpo é outra coisa. Todos esses três elementos estão conectados. Então, todas as vezes que a gente se desdobra pelo sono, a gente tem a nossa atividade espiritual mais intensificada, mas isso não tá desconectado à nossa experiência física enquanto a gente tá encarnado. O nosso perespírito, na medida em que a gente vai cultivando bons pensamentos, boas vibrações, a gente estabelece também uma saúde orgânica. A Nane conhece isso muito

ca enquanto a gente tá encarnado. O nosso perespírito, na medida em que a gente vai cultivando bons pensamentos, boas vibrações, a gente estabelece também uma saúde orgânica. A Nane conhece isso muito melhor do que eu, pode falar com muito mais propriedade. O quanto os nossos sentimentos, os nossos pensamentos tem reflexos concretos no nosso corpo físico. Uhum. E se a gente vai dormir alimentando pensamentos de raiva, ódio, desespero, angústia, aquilo vai produzir uma série de alterações e que vai ter reflexo no nosso corpo físico. Se o obsessor naquele momento se aproveitar disso, ele pode intensificar e nos prejudicar também fisicamente, inclusive com relação à qualidade do nosso sono. Às vezes a gente vai dormir e dorme ali 7, 8 horas normalmente, mas acorda cansado, acorda esgotado, exatamente em função às vezes de companhias, de experiências, de influências que a gente permitiu que entrasse no nosso campo vibratório, no nosso campo de relações. Então eles podem trazer essa influência assim direto, porque corpo espírito espírito estão caminhando juntos. a gente não tem cuida de um e o outro, né? Pode deixar de qualquer forma, não. Eles estão totalmente conectados. Muito bem, Saulo. Agradecimentos a a Nani, ao Saulo, né, pelas excelentes reflexões. Ficaram algumas perguntas, serão respondidas. Nós vamos ver se os nossos entrevistados podem responder pra gente publicar, não é? Como de costume no nosso site para que vocês tenham acesso, viu, gente? Os nossos encontros, vocês sabem, eles ficam todos gravados e disponíveis gratuitamente. O estudo ele está disponível também em podcast, no Spotify, nas demais plataformas de audaming. Para maiores informações acerca do nosso estudo, acesse o nosso Telegram @studo_se_febt para encontrar todo o conteúdo do estudo, basta você acessar o site www.febtv.com. febtv.com.br/studracinhoe. A FEBTV disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do espiritismo. O Estudando o livro dos espíritos na segunda-feira 20 horas.

essar o site www.febtv.com. febtv.com.br/studracinhoe. A FEBTV disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do espiritismo. O Estudando o livro dos espíritos na segunda-feira 20 horas. Estudando o livro dos médiuns na terça também às 20 horas. E este que você está acompanhando agora, estudando o Evangelho Segundo Espiritismo às 21:30 na quinta-feira. Nós vamos fazer também, as pessoas perguntam os estudos das outras obras de Kardec. Com certeza. Assim que a gente for terminando essas, nós vamos para o céu e inferno, né? E depois também é a gênese, com certeza. Apoia a FEPTV, ajude a manter esse e outros estudos no ar acessando feptv.com.br. O nosso próximo estudo, nós vamos sim dar continuidade aí o capítulo 12. Amai os vossos inimigos nas instruções dos espíritos, a vingança, o ódio e o duelo. Muito obrigado. Uma vibração muito positiva para todos vocês e que Jesus nos siga guiando sempre. Obrigado, Lu. E Eliane Elane, estudando o Evangelho Segundo o Espiritismo, um estudo sequencial da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Yeah.

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