43ª Semana Espírita de Barreiras - Denise Lino
15/08/2021 - Denise Lino Os desafios de viver nos novos tempos 16/08 - Severino Celestino A religiosidade do ser na nova era 17/08 - Carlos Campetti Transição Planetária 18/08 - Jorge Elarrat A nova geração 19/08 - André Siqueira Perturbações espirituais 20/08 - Alberto Almeida Reconciliação: consigo mesmo, com a família e com Deus 21/08 - Lusiane Bahia Amanhecer de uma nova era
Sejam bem-vindos à 43ª Semana Espírita de Barreiras, com o tema Amanhecer de uma nova era, um evento online transmitido ao vivo pelo canal aberto Espiritismo Play, YouTube, TV, Web. União Espírita de Barreiras. Toda a programação da 43ª Semana Espírita de Barreiras estará nestes canais. Teremos palestras e a terceira jornada Espírita Jovem. Divulguem, compartilhem e participem. Nós estaremos conectados com vocês no período de 15 a 21 de agosto. As palestras iniciam às 19:30. Coloquem na agenda esse compromisso diário com a web. A 43ª Semana Espírita de Barreiras é um evento realizado com a colaboração de nossos patrocinadores. Agradecemos imensamente o apoio de cada uma das empresas que nos apoiaram. E para iniciarmos as nossas atividades, convidamos os músicos Genif Dias e Renan Almeida, da União Espírita de Barreiras, para realizar a nossa vibração musical com a música Quanta Luz de Senira Pinto. เ Agradecemos Jenife e Renan pela melodia que nos traz tanta paz. Somos gratos a Deus por estarmos aqui juntos com vontade firme de aprender e de sermos melhores a cada dia. Suplicamos a espiritualidade amiga que possamos sentir a divina presença em nossos lares e corações. Que no decorrer desta semana sintamos o amor de Deus a nos envolver. Ela atua como professora titular na área de letras na Universidade Federal de Campina Grande, expositora e escritora espírita, idealizadora e apresentadora do programa Literatura Espírita, Prazer em Conhecer. realizado a cada primeiro domingo de cada mês pelos canais do YouTube da Mansão do Caminho e da TV7. é também autora do podcast Minutos com Joana, veiculado pela FEPB nas plataformas de Spotify. Está vinculada à Sociedade Espírita Joana de Angeles e à Fraternidade Espírita Luz e Verdade em Campina Grande, na Paraíba. Com votos de muita paz, convidamos nossa amiga Denise Lino para proferir sobre o tema O desafio de Viver nos Novos Tempos. Olá, amigos que nos ouvem, que nos assistem pela web TV da Mansão do Caminho e de Barreiras, essa cidade polo de um
sa amiga Denise Lino para proferir sobre o tema O desafio de Viver nos Novos Tempos. Olá, amigos que nos ouvem, que nos assistem pela web TV da Mansão do Caminho e de Barreiras, essa cidade polo de um movimento espírita importantíssimo no estado da Bahia e do Brasil. Quero dizer da minha alegria dessa noite de estar aqui e também da grande honra de fazer essa conferência de abertura da semana espírita. Quero também saudar a organização da 43ª Semana Espírita pela pelo tema, pela sua adequação, a sua propriedade, a sua coerência aos tempos que estamos vivendo. O tema geral, amanhecer de uma nova era. E o tema dessa conferência, o desafio de viver os novos tempos. pensando nesse tema que eu diria para todos que possam nos assistir agora no online ou que venham nos assistir depois quando essa gravação ficar disponível, esse tema foi muito importante para mim, para que eu pudesse conjugar algumas das reflexões desse 1 ano e 7 meses de pandemia, vivendo o afastamento social, conhecido como distanciamento social, mas vivendo também um momento muito intenso, muito rico para todos nós, de transformações no atacado na nossa sociedade e também transformações no varejo em cada um de nós, porque ninguém atravessa uma pandemia indene, ou seja, sem ser mobilizado no campo das emoções e da compreensão de qual é o nosso papel no mundo, de por nós estamos aqui. Então, o tema dessa noite, o desafio de viver os tempos novos, me trouxe muitas reflexões que eu gostaria, a partir de agora de compartilhar com vocês. Eh, sempre ouvimos um questionamento que pergunta quando chegará a nova era, né? Já tão propalada, já tão aguardada. E continuamos, não é, seguindo nas expectativas do sermão profético de Jesus. E aqui eu vou acompanhar o registro de Mateus nos capítulos 24 e 25, quando o evangelista anota as observações de Jesus a partir da interação com os discípulos sobre a o templo de Jerusalém, tão portentoso na sua construção física, ao que Jesus teria dito que não ficaria pedra sobre
elista anota as observações de Jesus a partir da interação com os discípulos sobre a o templo de Jerusalém, tão portentoso na sua construção física, ao que Jesus teria dito que não ficaria pedra sobre pedra. E na sequência eh dessa afirmativa, que tem o seu valor metafórico, simbólico, profundo, que vai nos falar não apenas das transformações físicas, também das transformações sociais e das transformações psicológicas. O evangelista Mateus vai anotar que Jesus teria nos dito em tom de um sermão profético que nos acautelássemos, ou seja, que nós nos aguardássemos, que nos resguardássemos para que não fôssemos motivo de engano, porque surgiriam muitos Cristos, muitos profetas, e que esse período de transição se marcaria pela iniquidade e pelo amor de muitos que esfriaria. Jesus faz um conjunto de prédicas no sermão profético que t se tornado para nós, e eu diria para mim particularmente nos últimos tempos, cada vez um sermão mais palpável relativo a experiências que estamos vivendo e que estou vivendo nesse período de transição planetária. Há algumas anotações, por exemplo, desse sermão que são, para mim particularmente elucidativas. Por exemplo, quando Jesus disse que os que estiverem na Judeia fujam para os montes, os que estiverem no telhado não desçam para tirar coisa alguma de sua casa. E quem estiver no campo não volte para trás a buscar as suas vestes, mas ai das grávidas que amamentarem nesses dias. Vou deixar as referências do sermão profético, apenas nessas, porque é um sermão muito longo e seria foco de uma outra exposição, apenas para lembrar o valor simbólico de todas essas afirmativas de Jesus. O espírito Emanuel, através da psicografia abençoada e lúcida de Francisco Cândido do Xavier, em muitas mensagens nos auxilia a compreender os símbolos do que seria, por exemplo, a Judeia e ir para os montes. uma mensagem de Emmanuel, inclusive intitulada para os montes, significando exatamente que aqueles que já alcançaram um patamar de consciência, de compreensão da vida, que não
eia e ir para os montes. uma mensagem de Emmanuel, inclusive intitulada para os montes, significando exatamente que aqueles que já alcançaram um patamar de consciência, de compreensão da vida, que não retroajam, é daí para a frente no processo evolutivo. Da mesma forma que quem estiver no campo não volte atrás, ou seja, prossiga nas suas atividades, né? o campo como essa grande metáfora da atuação e a necessidade de nos mantermos atuantes no campo do bem, começando pelo exercício da civilidade, começando pelos pelo exercício que nos coloca como um cidadão que não é apenas de deveres nesse mundo, mas é um cidadão, aliás, não é apenas um cidadão de direitos nesse mundo, mas é também, sobretudo um cidadão de deveres para daí paraa frente nós avançarmos no rumo da solidariedade, da fraternidade e da caridade. Quando Jesus nos lembra no seu sermão profético, nós vamos compreender com Emânel, né, que ai das grávidas que amamentarem naqueles dias. Confesso aos amigos que essa foi uma das sentenças de Jesus que ao longo dos tempos eu tive mais dificuldade de compreender. Ela me parecia uma verdadeira incógnita. Até que em torno de 5 6 anos atrás eu vivi de forma muito próxima, muito em torno de mim, como muitos outros viveram no Brasil. Mas para nós aqui na região do Nordeste, particularmente os estados Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, nós vivemos aquilo que pode ser considerado como um marco do processo de transição, que foi a infestação por zica vírus. E vimos o renascimento de muitos espíritos com microcefalia. é da nossa cidade, a cientista que descreveu juntamente com outras na primeira hora o problema gravíssimo que enfrentávamos e somente naquele momento eu pude entender o significado profundo da transição planetária quando Jesus nos trazia o alerta desse desafio de conviver no ápice da transição com aquilo que é para nós inimaginável. Portanto, ai das grávidas. E aí vivemos aquele processo, acolhemos, entendemos à luz da doutrina dos espíritos, perfeitamente lúcido e lógico o problema
ansição com aquilo que é para nós inimaginável. Portanto, ai das grávidas. E aí vivemos aquele processo, acolhemos, entendemos à luz da doutrina dos espíritos, perfeitamente lúcido e lógico o problema dos renascimentos com as imensas dificuldades que as deformações por zicavírus colocam, assim como outras malformações congênitas que suscitam antes da ciência para estudá-las e descrevê-las a amorosidade da mãe, do pai, da família. família para acolher o reencarnante nessas condições. E mais recentemente, todos nós estamos mergulhados na pandemia por Covid-19, vivendo o desafio do distanciamento social, vivendo o desafio de entender que ao nos cuidar, nos protegendo, nós estamos também protegendo e cuidando do outro. Eh, a lição número um da COVID-19 é a lição de que estamos em rede, vivemos de forma solidária. momento em que cada um se cuida, mantém o seu distanciamento social, toma os cuidados de higiene que são imprescindíveis para evitar a propagação do vírus. Nós estamos mergulhados num processo de autocuidado e deocuidado, porque passamos também a cuidar do outro que está do nosso lado, mas também do outro que está do outro lado do mundo, que está em outra cidade, que está em outro polo. A pandemia por Covid-19 nos trouxe de forma muito clara que aquilo que nós pensávamos que era tão grande com as suas distâncias físicas, na verdade é tão pequeno. Quando nós observamos que um ser que é menor do que uma célula e que não tem o estatuto de uma célula, que é o vírus, pode atravessar os mares, os montes, os lugares e nos mostrar que Yuran na China, uma cidade de 11 milhões de habitantes que a maioria de nós sequer imaginava que existisse, é logo ali e está muito mais próxima de nós do que imaginávamos. Não sei vocês que me acompanham, mas eu particularmente há 1 ano e 7 meses atrás, quando comecei ouvir as notícias e pensar sobre elas, né, imaginei que o Han fosse uma pequena aldeia na China. Depois eu me dei conta de que é praticamente uma cidade de São Paulo porque tem 11 milhões de
o comecei ouvir as notícias e pensar sobre elas, né, imaginei que o Han fosse uma pequena aldeia na China. Depois eu me dei conta de que é praticamente uma cidade de São Paulo porque tem 11 milhões de habitantes e o Ran passou a ser o espaço contigo do nosso país, da nossa cidade, da nossa casa, porque o que acontece, aconteceu lá, reverberou aqui, reverberou ali reverberou em todos os lugares. E passamos a compreender esse desafio específico de viver numa rede que é é invisível, mas é uma rede de conexão em que todos estamos imersos na mesma rede de convivência. E aí o cuidado apresentou-se como sendo o mais importante para todos nós. Numa hora em que as distâncias, as fronteiras físicas pareciam já não serem para nós uma barreira a ser vencida pelas viagens, pelos meios de transporte, pelas redes sociais. passamos a entender a necessidade nesse momento do distanciamento social, mas que ele tenha não só a importância a física, não só a importância sanitária para o processo, mas que ele tenha a importância da reflexão. O que significa para nós entrar no pequeno deserto do distanciamento social para lá nos encontrarmos e nos reconectarmos conosco e com as leis divinas e com a mensagem de Jesus. Pensando nesse tema, fomos buscar em a Gênese, no capítulo 18, na terceira parte daquele livro, exatamente o último capítulo, intitulado pelo codificador São Chegados os tempos e o texto os sinais dos tempos que de forma muito acertada o codificador coloca nesse plural sinais dos tempos. Ou seja, não haverá um dia, um momento, uma única oportunidade em que nós transitaremos da velha era marcada pelo paradigma materialista, pelo paradigma da competição, pelo paradigma da superação a todo preço e a a prazos mínimos para um novo paradigma de espiritualidade, em que o ser, a pessoa, a criatura, o sujeito, o espírito, estejam no centro do processo. E nesse capítulo, os sinais dos tempos. Aliás, o capítulo são chegados os tempos, o texto é sinais dos tempos. Allan Kardec diz que a humanidade tem
sujeito, o espírito, estejam no centro do processo. E nesse capítulo, os sinais dos tempos. Aliás, o capítulo são chegados os tempos, o texto é sinais dos tempos. Allan Kardec diz que a humanidade tem realizado até o presente progressos incontáveis e que nós avançamos muito no campo da inteligência, porém resta-nos ainda um progresso a realizar. Textualmente, o codificador diz o progresso de os homens fazerem que reinem entre si a caridade, a fraternidade e que lhe assegurem o bem-estar moral. E podemos aí colocar as aspas nessa frase do codificador. O progresso que nos cabe realizar é o da fraternidade, da caridade e da solidariedade. E vejamos como Kardec traz aí três estágios, digamos, de aprendizado que para nós começam numa ordem invertida, porque nós ainda não temos esse desprendimento total e amplo para fazermos a caridade moral e a caridade material. Normalmente nós começamos pela lei de solidariedade. Nós conseguimos perceber a importância de ações solidárias que têm ficado cada vez mais comuns no nosso tempo. É o nosso desafio. É perceber e conviver com solidariedade. O outro nível é o da fraternidade. é o de reconhecer que todos são nossos irmãos, que há causas humanitárias que precisam ser decisivamente apoiadas e acolhidas por todos nós. E por fim, para nós, o último nível, o mais desafiador, o mais difícil, aquele que estamos ah empenhados em alcançar, que é o nível da caridade, que é quando nós olhamos para alguém ou para alguma causa e temos para esse alguém ou para essa causa a mesma visão que o samaritano na parábola contada por Jesus teve para o homem caído na estrada. Na parábola do samaritano, apenas o homem caído na estrada não tinha identidade. Não se sabe quem ele era. Ele estava ali esfoliado, abatido no chão. Sabemos da identidade dos outros, um sacerdote, um levita, um samaritano, um dono de hospedaria. Todos têm uma nomenclatura que lhes identifica e que nos pode fazer revelar, a indiciar qual é a sua identidade. Mas o homem caído no chão
m sacerdote, um levita, um samaritano, um dono de hospedaria. Todos têm uma nomenclatura que lhes identifica e que nos pode fazer revelar, a indiciar qual é a sua identidade. Mas o homem caído no chão não tinha nenhuma identidade. Não se sabe quem ele era. E o samaritano agiu para aquele homem com caridade, com misericórdia, a ponto de que o interlocutor de Jesus, na parábola do samaritano, aquele que provocou a narrativa, vai reconhecer que o que havia amado o seu próximo foi aquele que usara de misericórdia. Então, é exatamente esse nível máximo. Não interessa a identidade, interessa identificar que há uma necessidade que no limite de nossas forças precisa ser atendida. Nós vamos também encontrar nesse capítulo 18 de o do livro A Gênese, um conjunto de afirmações que nos permitem entender como espíritas com muita tranquilidade esse momento que estamos passando, que para alguns já tem se tornado um momento cansativo. Já ouvimos de outras pessoas dizerem que nós ficamos confinados muito cedo, já escutamos de outras pessoas dizer que já estão sem paciência, que não aguentam mais, que os dias parecem repetitivos. E aí vamos encontrar Allan Kardec no capítulo que referimos, nos afirmando que esse é um dos momentos de transição. Ou se preferirem, diz o codificador, entre aspas, um momento de crescimento moral. que hora chega para a humanidade, porque aqui são as humanidades que se agitam, ou seja, conforme diz o codificador, não são mais as entranhas da Terra, mas são as humanidades, ou seja, são as experiências, as expressões de vida que se agitam. E nós já estamos coletando sinais de que essa nova era, tão esperada, que na nossa ansiedade deveria ser marcada por uma data no calendário, que deveria ter um momento em que nós disséssemos: "Por fim, chegamos na nova era". Mas vamos entendendo que ela é um processo, que ela dá sinais em diferentes lugares para que nós, espíritos encarnados na Terra, possamos entender e nos filiar à proposta existencial da nova era. Porque a
vamos entendendo que ela é um processo, que ela dá sinais em diferentes lugares para que nós, espíritos encarnados na Terra, possamos entender e nos filiar à proposta existencial da nova era. Porque a questão não é de calendário, a questão é de entendimento de uma proposta de vida. E recentemente acompanhando alguns dos jogos eh das Olimpíadas de Tóquio, essas Olimpíadas que vão entrar paraa história por terem tido até o presente o ciclo mais longo de treinamento dos atletas, um ciclo com 5 anos e não com quatro. Uma olimpíada que por isso mesmo, lega a próxima, a de Paris em 2024, um ciclo mais curto de 3 anos. Mas observamos as Olimpíadas de Tóquio como um marco dessa nova era, não apenas pelo esforço de ser uma olimpíada sustentável, que deverá atingir um nível ainda não conhecido nas Olimpíadas de Paris, que prometem ser olimpíadas completamente limpas, as chamadas olimpíadas verdes de sustentabilidade, com arenas que serão montadas e desmontadas para a servirem apenas aquele momento. Em Tóquio, nós tivemos o início de um marco. As camas para os atletas eram camas de papelão que poderiam ser desmontad e a matéria ser reutilizada. As medalhas não foram feitas de metais preciosos, cuja extração certamente se esgotará num dado momento, mas que foram feitas de alumínio reciclado de uma daquelas indústrias que sofreu um colapso num acidente atômico alguns anos atrás. Tivemos essa ideia muito clara da transformação, do reaproveitamento, mas essas olimpíadas vão entrar para a história como a Olimpíada que começou a indiciar a dimensão do humano na vivência dos esportes coletivos. Num primeiro momento, o mundo assusta-se, mas acolhe, por exemplo, a decisão da grande ginasta americana Simone Bos de não competir nas provas que ela certamente era a predestinada a à medalha de ouro. quase certo que ela estaria no pódio de vários daqueles ah e eh atividades relativas à ginástica olímpica. E a decisão de Simone de Simone foi cuidar da sua saúde mental. Vejamos que decisão um atleta toma no
rto que ela estaria no pódio de vários daqueles ah e eh atividades relativas à ginástica olímpica. E a decisão de Simone de Simone foi cuidar da sua saúde mental. Vejamos que decisão um atleta toma no limite da sua apresentação. Isso é sinal de um novo paradigma, um sinal de que a saúde mental, a saúde emocional, a integridade do ser, a correlação entre fazer e sentir devem estar na ordem do dia. Para os que estão no velho paradigma, a indicação poderia ser, mas por ela não desistiu antes para que a segunda colocada da sua equipe fosse melhor preparada? Mas essa é exatamente a lógica da competição que os próprios Jogos Olímpicos estão revisando. E nós vamos encontrar não apenas uma atleta, super atleta de ponta preparada, desistir quando percebeu que a sua dificuldade emocional era maior do que a sua destreza física. Mas nós vamos perceber outros exemplos de que a o grande desafio da nova era que precisa ser acolhido por nós é o desafio do compartilhar e não o desafio do competir. Simone teve a coragem de recuar, compartilhou a sua dor, foi acolhida. Mas o outro grande exemplo de exemplo de compartilhamento de emoções foi da skatista eh britânica Sky Brown, que na sua última manobra, que era a manobra perfeita para um esporte estreante, um esporte que até recentemente era visto como coisa de marginais, de desocupados, mas que tem esse estatuto agora de ser uma modalidade esportiva que envolve destreza, equilíbrio, que envolve toda uma fluidez, uma sinuosidade. No momento em que aquela sketista se preparava para a sua manobra final, que lhe garanti uma medalha, ela caiu na pista, mas ela foi aplaudida não pela queda, no sentido da vel do velho paradigma de apontar o erro, de competir, de desafiar, mas no sentido do novo paradigma, do compartilhar, do apoiar, porque é extremamente difícil manter-se equilibrado em cima de uma tábua que tem quatro rodinhas, de fazer uma manobra no ar e ca em cima daquela tábua que desliza daquele skate. E ela não só foi aplaudida, mas foi colocada
ifícil manter-se equilibrado em cima de uma tábua que tem quatro rodinhas, de fazer uma manobra no ar e ca em cima daquela tábua que desliza daquele skate. E ela não só foi aplaudida, mas foi colocada nos braços pelas suas adversárias. O skate tem sido visto nessas Olimpíadas como o esporte que deu mostras da humanidade, porque estavam ali os competidores todos se aplaudindo, se abraçando, chegaram lá, era a primeira vez desse esporte que trouxe também consigo a história da periferia do mundo e traz para o centro dos holofotes toda uma carga cultural do grande desafio da nova era, acolher e incluir as minorias. E nós encontramos ainda nessa olimpíada o exemplo extraordinário dos atletas, um italiano e outro do Qatari, que compartilharam a mesma medalha de ouro, porque ambos mantiveram marcas exatamente iguais no salto em altura. é um exemplo extraordinário de que a dimensão do humano, do compartilhar, do estar vivendo de forma solidária prevalece. E vendo esses exemplos, nos lembramos em uma das transmissões, quando acompanhávamos da sentença de Jesus, de que o sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado. Estamos aqui nos referindo à anotação de Marcos no seu capítulo 2, os versículos ali 27 a 28. Ou seja, o homem é o senhor do sábado. O que significa o sábado? O mundo. O que significa o sábado? as atividades. O que é o homem, o Senhor do mundo, não é o homem que oprime as atividades, mas é o homem que está nas atividades, fazendo com que essa dimensão humana, que envolve solidariedade, que envolve a nossa imperfeição, que envolve o nosso processo evolutivo, sejam marcados como mais evidentes. Nós entramos no momento em que começamos a discutir todas essas relações antigas, que são as relações da exclusão, que precisam ser revistas, porque o nosso olhar agora identifica que a sentença de Jesus sobre há muitas moradas na casa do pai não se refere apenas a múltiplos planetas, mas se refere à diversidade que existe na Terra. Deus mora, reside, existe e se
ora identifica que a sentença de Jesus sobre há muitas moradas na casa do pai não se refere apenas a múltiplos planetas, mas se refere à diversidade que existe na Terra. Deus mora, reside, existe e se mostra nas diferenças. E esse é um desafio, desafio para nós espíritas, sobretudo o desafio de conviver com as diferenças, de incluir. Nós temos muita dificuldade nisso. É parte da nossa história separar os diferentes, não da nossa história apenas como espíritas, da nossa história como espíritos na terra. poderia ser contada a história da Terra sobre como quantas vezes nós separamos os diferentes, os que não são iguais a nós, menosprezamos, agredimos, cruelmente abafamos. Nós estamos fazendo um processo de revisão enquanto humanidade e como espíritas, nós estamos no convidados a esse processo de transformação que se assinala, como diz Allan Kardec no capítulo 18 de A Gênese, com uma crise. Nós estamos numa crise social, numa crise de modelos hegemônicos, numa crise do paradigma materialista que não se sustenta mais. Mas ainda não ruiu definitivamente. Porque nós que vivemos no paradigma da espiritualidade, da transcendentalidade, ainda não colocamos esse paradigma em atuação de forma intensa. E esse é um dos desafios para nós na nova era, viver esse paradigma da espiritualidade, demonstrando, como diz Allan Kardec no capítulo 18 de A Gênese, que a fraternidade será a pedra angular da nova ordem social, uma fraternidade assentada em bases sólidas, uma fraternidade que, como diz o codificador, assentada nos princípios fundamentais que serão assimilados por toda a gente. A noção de Deus como inteligência suprema, causa primária, ou como pai de todos, como criador do universo, a ideia de alma, de espírito, a ideia de futuro, de evolução, de sobrevivência após a morte e de perpetuidade das relações entre os seres. Então essa nova era vem com essas características que o espiritismo já nos faz ver, já nos ensina sobre isso. Portanto, enxergá-la lá nas Olimpíadas é um exercício do
dade das relações entre os seres. Então essa nova era vem com essas características que o espiritismo já nos faz ver, já nos ensina sobre isso. Portanto, enxergá-la lá nas Olimpíadas é um exercício do nosso olhar que faz com que nós vejamos, né, o quanto as humanidades estão se mostrando, estão se mexendo, estão dando a o exemplo de que a nova era está aí, sim. Não é mais uma questão de cronologia, é uma questão de sintonia com a sua proposta. E vamos entender que essa é uma proposta vinculada à mensagem de Jesus, que vai nos falar sobre aquilo que a linguagem comum chama de o essencialismo, ou seja, viver com o mínimo, não sentido de menosprezar-se, mas não viver com aquilo que pode fazer falta ao outro. É uma lógica completamente diferente. Jesus não nos recomenda que nos desprezássemos, mas recomenda-nos que nós possamos viver com aquilo que possa nos fazer bem para que os outros também possam viver essa experiência. E Jesus vai viver de forma absolutamente simples, nascendo numa estribaria e tendo naquele contexto histórico em que ele viveu o mínimo para sua sobrevivência, dando-nos a noção de que o mais importante nesse processo como um todo é o foco no nosso desenvolvimento emocional e os demais as os demais focos vêm nesse conjunto. Nós vamos encontrar Jesus nos dando uma outra base dessa nova era, que é a inclusão dos diferentes com quem ele conviveu de forma intensa e o autoconhecimento. Talvez sejam os três grandes desafios da nova era. entender que não precisamos de tantas coisas para viver e sobreviver, conviver com os diferentes e nos autoconhecer em profundidade. E quando pensamos os diferentes, nos lembramos de que Jesus teve a experiência de ser ele mesmo um diferente. Publicamente dizia-se: "O que virá de bom da Galileia?" Era uma espécie de refrão, de dito popular. Jesus vive a experiência de ser um refugiado na infância. Sua família foge para o Egito. E é bem essa a expressão e esse o contexto, fugir para o Egito. E quantas têm sido as rotas de fuga nos tempos modernos? fugas
periência de ser um refugiado na infância. Sua família foge para o Egito. E é bem essa a expressão e esse o contexto, fugir para o Egito. E quantas têm sido as rotas de fuga nos tempos modernos? fugas de perseguições políticas, de perseguições étnicas, de perseguições de gênero, de religião. São muitos os refugiados em nosso tempo que ainda não são devidamente visibilizados. ainda ontem assistindo a um dos telejornais e me saltava aos olhos novamente notícias sobre o Afeganistão, ou seja, continua em ebulição, continuam os refugiados, continua o descaso com crianças, com com mulheres, com velhos, mas no nosso país nós temos inúmeros que chegam e aqueles que aqui se fazem, porque há muitos refugiados também no sentido metafórico, agora do termo que são refugiados pelas condições de opressão que o nosso país gera de exclusão social. E vamos aprender com Jesus a como conviver. E mais do que conviver, como ser. Porque quando às vezes falamos da condição de refúgio, parece ser a do outro e não a nossa. E quando essa experiência bater a nossa porta ou quando for conosco, como nos comportar na nova era como um refugiado do novo tempo. Vamos também aprender com Jesus a conviver e a atender a esses diferentes todos, as minorias todas. Lembremos que Jesus atende ao pedido do centurião romano, que ele trava uma interlocução inteligente e emocionalmente muito sensível com a mulher samaritana, que o reconhece como a fonte da água viva. Para mim é talvez o mais emocionante diálogo de todo o Novo Testamento, é o diálogo com a mulher samaritana, porque trava-se, né, um verdadeiro eh diálogo de argumentação e contraargumentação, mas Jesus, de forma sensível, como convém ao grande mestre, vai conduzindo o raciocínio daquela mulher que rapidamente entende que ali estava o Messias, que ele é de fato a fonte da água espiritual que ela buscava e da qual ela tinha tanta sede. Então Jesus atende aquela mulher que era uma excluída de seu tempo. Os samaritanos eram excluídos. O centurião romano
de fato a fonte da água espiritual que ela buscava e da qual ela tinha tanta sede. Então Jesus atende aquela mulher que era uma excluída de seu tempo. Os samaritanos eram excluídos. O centurião romano extremamente mal visto. Mas Jesus o atende porque ali está alguém em sofrimento. Na mulher samaritana está alguém que busca. Precisamos nos perguntar quem são os centuriões romanos do nosso tempo, quem é a samaritana do nosso tempo, quem são esses diferentes que não nasceram conosco, que não compartilham das nossas perspectivas, como a mulher cananeia, por exemplo, aquela que também nos dá um exemplo extraordinário de um diálogo sensível com Jesus, mas muito argumentativo, não é? Ela ela traz para Jesus uma questão importante porque ela o reconhece e o chama de o filho de Davi, ou seja, a o maior título do tempo da daquele contexto social para Jesus. E Jesus não responde. E aquela mulher, assim como o cego Bartimeu, ela grita mais alto, de modo que incomoda aos discípulos que chegam para Jesus e diz: "Senhor, despede essa mulher." Ou seja, usa da tua autoridade para que ela não esteja aqui, para que ela não enfeie, para que ela não transtorne esse expediente. Jesus vai ao seu encontro, não é? E ela reconhece, Jesus vai dizer para ela que que não tinha vindo para atender aquele povo. Ou seja, ele dá uma resposta que é uma resposta do momento, aquela resposta que estava ali, que era o óbvio, que era reconhecido inclusive por aquela mulher. E ela diz: "Senhor, o que será dos cachorrinhos que se alimentam, aliás, se não se alimentassem das migalhas que caem da mesa do Senhor?" Olha que relação ela se coloca, né, numa relação de que precisa de Jesus, precisa da sua assistência e na sequência Jesus vai dizer, vai exaltá-la dizendo que a fé havia libertado. Então essa perspectiva que nós começamos a observar, que não atingimos ainda em plenitude, que é a perspectiva de conviver com o outro, de conviver com o estrangeiro, de conviver com o diferente. E Jesus, ao nos ensinar o
a que nós começamos a observar, que não atingimos ainda em plenitude, que é a perspectiva de conviver com o outro, de conviver com o estrangeiro, de conviver com o diferente. E Jesus, ao nos ensinar o processo de inclusão, vai nos mostrar que um dos mais importantes processos de inclusão começa com o empoderamento quando nós acreditamos no outro. Então, quando chama Pedro de cefas, dá a Pedro uma noção de empoderamento no sentido de que você pode. E aí vejamos que é simples, é algo que Jesus fez na linguagem ali com Pedro, no diálogo, encorajando a ser daquele grupo, a liderança que o grupo precisava. Da mesma forma que Jesus vai incluir os que estavam muito acima, mas vazios emocionais, que é o caso de Nicodemos e de Zaqueu, que buscaram a Jesus e ouviram as suas respostas, que eram respostas também de inclusão no novo paradigma. Nicodemos é incluído no paradigma quando a sua dúvida sobre a reencarnação é elucidada. E aí nós entendemos hoje a importância de divulgarmos a noção de reencarnação e as suas consequências emocionais e morais para aqueles que não conhecem esse conceito. Zaqueu é incluído no momento em que ele faz uma das mais significativas transformações emocionais do evangelho, talvez tão portentosa quanto a de Saulo, porque para Paulo, que é uma transformação imediata e uma transformação com um projeto de vida, assim como Paulo, eu tenho um projeto de vida, dividir a sua herança, restituir aos que havia lesado, distribuir com os pobres, ou seja, a um plano de ação. E aí vejamos que Jesus acolhe a sua proposta e entendemos o quanto isso é importante. É um desafio da nova era sintonizar com Jesus e termos um plano para a nossa existência. E isso, por vezes, nos parece faltar. E por fim, vamos identificar Jesus nos dando um desafio da nova era, que é o do autoconhecimento, quando ele nos lembra que conhecendo a verdade esta nos libertará. Poderíamos trazer muitas outras citações. Ficamos com essa do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 32, para entender a importância do que é
nos lembra que conhecendo a verdade esta nos libertará. Poderíamos trazer muitas outras citações. Ficamos com essa do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 32, para entender a importância do que é a verdade, do que é a consciência. do que é o conhecimento. Vamos encontrar em um livro dos espíritos a continuidade dessa proposta de conhecimento da verdade para que nos libertemos dos dogmas, para que nos libertemos do paradigma antigo da competição, para que nos ah vinculemos ao paradigma da cooperação, que é esse paradigma que vem com a experiência da vivência, com a espiritualidade. Vamos encontrar em o livro dos espíritos a resposta ou a proposta do espiritismo para nos apresentar quem somos. Não somos apenas um ser que aqui está numa vida limitada de alguns anos e presentemente praticamente condenados a aguardar a o nosso encontro com o coronavírus. Nós somos muito mais do que isso. Nós somos espíritos num processo evolutivo, vivendo uma experiência humana, reencarnados na Terra em 2021, nesse desafio enorme de atravessar uma pandemia. Nós que até um ano, dois anos atrás, quando se falava em pandemia, nós é uma coisa do passado e observamos como as leis do mundo se engendram e são solidárias e nos trazem um elemento menor do que uma célula que se multiplica com uma rapidez impressionante e que se transforma e se transmuta. E é esse elemento mínimo invisível que nos traz nesse momento aquilo que nós diríamos uma parada. Precisamos parar, precisamos nos autoconhecer. O que estamos fazendo aqui? Quem somos nós? E o livro dos espíritos na questão 919, quando Kardec pergunta aos espíritos que o assessoravam como fazer isso, que meio prático, que meio eficaz. E nós temos uma resposta assinada por Santo Agostinho, um espírito que viveu na terra, cuja biografia nós conhecemos e que nos dá um passo a passo desse processo de olhar para nós, começar olhando pelo nosso dia, revisando o nosso dia e ampliando essa revisão para que essa esse descobrimento de como agimos. Agimos como paradigma antigo ou
passo desse processo de olhar para nós, começar olhando pelo nosso dia, revisando o nosso dia e ampliando essa revisão para que essa esse descobrimento de como agimos. Agimos como paradigma antigo ou agimos como paradigma novo? Estamos na desconexão, no discurso do paradigma novo, mas na ação do paradigma antigo, ou nem estamos no novo paradigma, enfim, aquela sensação de que parece que estamos perdidos e que só acharemos o caminho se nós pensarmos sobre o caminho, se nós pensarmos aonde estamos. e entendermos que talvez para muitos seja necessário compreender cognitivamente o novo paradigma para na sequência com isso iluminar as nossas ações de modo pragmático. São poucos entre nós os que conseguem fazer a transformação de Zaqueu ou a de Paulo de um momento para outro e seguir de forma coerente. A maioria de nós precisa de um processo, precisa de um caminho, precisa de uma parada, precisa desse instante em que nós possamos perceber que o novo paradigma que aí está, esse paradigma da espiritualidade, esse paradigma que se assenta na mensagem de Jesus, nos fala de compartilhar mais e competir menos. nos fala de perceber que a humanidade avança ao mesmo tempo de forma solidária no atacado e no varejo, porque nós só veremos grandes transformações sociais quando as transformações individuais forem feitas. Então, o desafio de entender que nós somos parte do processo de transformação, não adianta esperar que a transformação venha, que o calendário aponte. É a partir de hoje que estamos na nova era. O ontem ficou para trás. Esse calendário vai demorar muito ainda a fazer essa marcação, mas esse calendário já nos fala de que nós não podemos mais cruzar os braços. que nós não podemos mais ser indiferentes ao chamado de Jesus. Os tempos são chegados. Nós temos sido chamados a transformação. Nós temos sido chamados ao testemunho. Nós temos sido chamados a demonstrar que fermento nós somos. Porque Jesus disse que o fermento leveda a massa. E como espíritas, que fermento nós temos sido? Essa sentença
sido chamados ao testemunho. Nós temos sido chamados a demonstrar que fermento nós somos. Porque Jesus disse que o fermento leveda a massa. E como espíritas, que fermento nós temos sido? Essa sentença de Jesus, ela tem vindo à minha mente em muitos desses últimos dias. Que fermento somos nós como espíritas? Que fermento sou eu? O que tenho transformado em mim primeiro? O que tenho vencido em mim de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de ressentimento, que tenho vencido em mim com esse fermento que vem da mensagem de Jesus e do Espiritismo para contribuir com a humanidade de forma solidária, para que nós possamos ver esse reino de amor chegar à terra. nós possamos ser os contemporâneos para enxergarmos que a mensagem de Jesus não é uma utopia, que a mensagem de Jesus não é um discurso de revolução que não se fará. A mensagem de Jesus é a tônica. A mensagem de Jesus é o endereçamento. A mensagem de Jesus é o paradigma novo que precisamos viver. E o nosso grande desafio é esse, é nos conectarmos a Jesus para fazermos a nossa transformação. Se ela não for a de Zaqueu, que ela seja pelo menos a de cada um de nós, vivendo os novos tempos, os tempos em que a mensagem de Jesus precisa ser divulgada, mas acima de tudo vivida, porque essa será a sua maior divulgação. Para concluir então, amigos, um poema de Tagori, psicografado por Divaldo Franco que está no livro Filigranas de Luz, é o poema de número 54, que diz assim: "Enquanto longe te buscava, jamais te encontrei." Ao perguntar aos bosques, o farfalhar das folhas apavorava-me. Ao indagar ao arrozal trímulo, este dobrava o dorso, quedando-se silencioso. Inquirindo as águas cantantes do riacho, despencavam-se estas ligeiras, aparentando-me não ouvir. Examinei a terra, perguntei às gentes e tudo me pareceu indiferente. Um dia examinei minha alma e encontrei-te lá. Enfim, esse é o convite, o grande desafio dos novos tempos, no íntimo de nossas almas, nos encontrarmos com o Senhor de nossas vidas. Muita paz a todos. Somos gratos a Denise Lino por sua
ntrei-te lá. Enfim, esse é o convite, o grande desafio dos novos tempos, no íntimo de nossas almas, nos encontrarmos com o Senhor de nossas vidas. Muita paz a todos. Somos gratos a Denise Lino por sua valiosa participação. Agradecemos a MC Produções e TV Mansão do Caminho pela parceria e auxílio de sempre. Amanhã às 19:30 esperamos vocês para mais uma noite de muito aprendizado. A palestra de amanhã terá como tema a religiosidade do ser na nova era e será proferida por Severino Celestino da Paraíba. Vamos neste momento fechar os nossos olhos e agradecer a Deus nosso pai. Nós agradecemos imensamente a nosso Pai Celestial pela oportunidade de aqui estarmos envolvidos nesta imensa luz. Que nós possamos sentir a divina presença a nos envolver, a consolar nossas dores, a nos encorajar, a nos auxiliar, fazendo as melhores escolhas em nossas vidas. Suplicamos ao mais alto que seja conosco, mas que acima de tudo nós consigamos sentir o amor de Deus em nossos corações e sejamos trabalhadores do Cristo, praticantes do evangelho de Jesus. Auxilia-nos hoje sempre, Pai. Que assim seja. A todos uma boa noite e até amanhã.
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