#38 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 02/03/2026 (há 2 meses) 151 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...

Transcrição

Olá, meus amigos. Uma boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos ao nosso estudo de hoje. É um estudo continuado do Evangelho Rede Vivo, um programa organizado carinhosamente pela nossa Federação Espírita Brasileira. E para esta noite nós estamos estudando o livro sexto, né, do Evangelho Rede Vivo, Atos dos Apóstolos. Estamos já no finalzinho deste livro, na parte cinco, que trata sobre o fim das missões e o prisioneiro do Cristo. Estamos falando sobre Paulo, Paulo de Tá e hoje nós teremos o tema 38, partida para Roma, a tempestade e o naufrágio. Estamos no Atos dos Apóstolos, no capítulo 27. E hoje vamos estudar dos versículos 1 a 44. Mas o nosso boa noite e as nossas boas-vindas também aqui para os nossos amigos que já estão aqui conosco. Glácia Araújo, muito bem-vinda. Carlinhos Taiano, a Márcia Coelho, Nilsete Perez, Alice, Elda Duarte e todos os amigos que estão conosco hoje aqui em nossa sala. Então, registramos assim com muito carinho a presença desses amigos queridos. E para a nossa leitura de harmonização, de preparação para a nossa prece inicial também nós vamos chamar a querida Gisela. Boa noite, Gisela. >> Boa noite, Marlucia. É um prazer estar aqui com vocês. Boa noite a todos esta noite. Então vamos começar do livro Fonte Viva pelo espírito Emanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, o capítulo 161, no esforço comum. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Paulo em Gálatas capítulo 5 versículo 9. Não nos esqueçamos de que nossos pensamentos, palavras, atitudes e ações constituem moldes mentais para os que nos acompanham. Cada dia, por nossa vez, sofremos a influência aleia na construção do próprio destino. E como recebemos conforme atraímos e colhemos segundo plantamos, é imprescindível, saibamos fornecer um melhor de nós, a fim de que os outros nos proporcionem o melhor de si mesmos. Todos os teus pensamentos atuam nas mentes que te rodeiam. Todas as tuas palavras gerarão impulsos nos que te ouvem. Todas as tuas frases escritas gerarão

utros nos proporcionem o melhor de si mesmos. Todos os teus pensamentos atuam nas mentes que te rodeiam. Todas as tuas palavras gerarão impulsos nos que te ouvem. Todas as tuas frases escritas gerarão imagens nos que te leem. Todos os teus atos são modelos vivos, influenciando os que te cercam. Por mais que te procures isolar, será sempre uma peça viva na máquina da existência. As rodas que pousam no chão garantem o conforto e a segurança do carro. Somos uma equipe de trabalhadores agindo em perfeita interdependência. Da qualidade do nosso esforço nasce o éxito ou surge o fracasso do conjunto. Nossa vida em qualquer setor da luta é uma grande oficina de moldagem. Escravizar-nos emos ao cativério da sombra ou libertar-nos emos para a glória da luz, de conformidade com os moldes vivos que as nossas diretrizes e ações estabelecem. Lembremo-nos da retidão e da nobreza nos mais oscuros gestos. Recordemos a lição do Evangelho. Um pouco de fermento leveda a massa toda. Façamos do próprio caminho abençoado, manancial de trabalho e fraternidade, auxílio e esperança, a fim de que o nosso hoje laborioso se converta para nós em divino amanhã. Então, elevando a nossa voz, a nossa mente, o nosso pensamento ao nosso Senhor, criador do universo, criador da terra e da vida que temos, agradecendo sempre por esta vida, agradecendo pela oportunidade que temos hoje de melhorarmos enquanto pessoas. Senhor, permite que todos os dias nós consigamos lavar os nossos pensamentos, lavar as nossas atitudes, o que entra na nossa mente, o que sai através da voz. que possamos cada dia dar do melhor, dar amor através da caridade e desta forma conseguir viver o evangelho rediv vivo que devemos sempre viver. Permite, Senhor, que possamos ser uma pequena luz encendida no nosso lar, nos nossos vizinhos, no local em que moramos, na nossa comunidade. E desta forma todas as pequenas luzes as cesas possam vir transformar a mente dos nossos irmãos. permite que sempre possamos ter tempo para escutar aqueles que tanto precisam

mos, na nossa comunidade. E desta forma todas as pequenas luzes as cesas possam vir transformar a mente dos nossos irmãos. permite que sempre possamos ter tempo para escutar aqueles que tanto precisam ser ouvidos, sempre lembrando que devemos respeitar as diferentes crenças, que não importa a religião, estamos sempre aí para ajudar ao nosso irmão. Permite, Senhor, que possamos crescer como seres espirituais, colocando a espiritualidade na frente das nossas vidas e que sempre recebamos a ajuda dos amigos espirituais superiores, que sempre possamos pedir ajuda quando assim precisamos. Não queremos viver isolados, queremos viver em sociedade, em comunidade, para assim poder ajudar aos outros, ajudando-nos a nós mesmos também. Permite, Senhor, que esta noite, neste estudo, as tuas palavras entrem na nossa mente e que no nosso sono profundo esta noite consigamos fazer uma transformação a mais no nosso pensamento. Fica conosco, Senhor, neste estudo. Que assim seja. Que assim seja, Gisela. Gratidão, minha amiga, pela serenidade da sua prece que nos tocou. Nós estamos aqui então começando, vamos iniciar o nosso estudo propriamente dito e eh mais aqui um boa noite, boas-vindas para Fátima, Marlene Tax, Marcela Esteves, sempre aqui conosco, nos sintonizando com o nosso estudo. Mas hoje nós vamos ter um momento especial conosco para o nosso estudo de hoje, o casal Rabelo. Boa noite, amigos. Sejam bem-vindos sempre. >> Boa noite, um abraço de Muita paz. >> Muita paz. >> Boa noite, Marlúci. Boa noite, amigos queridos. E aqui estamos mais uma noite para falarmos um pouquinho e recordarmos um pouquinho esse apóstolo de Jesus que é o nosso >> muito bem. A palavra é com vocês. >> Obrigada. Obrigadíssima. >> É. Ai, então, hoje nós estamos estudando o tema 38. Esse tema 38, que é o o capítulo 27, os versículos de 1 44, eles ele faz parte da parte quinta do estudo do livro dos apóstolos e que nós estamos estudando o fim das missões, o prisioneiro do Cristo. E hoje nós estamos estudando o penúltimo tema dessa

de 1 44, eles ele faz parte da parte quinta do estudo do livro dos apóstolos e que nós estamos estudando o fim das missões, o prisioneiro do Cristo. E hoje nós estamos estudando o penúltimo tema dessa série do Atos dos Apóstolos. Então nós vamos estudar a partir da para Roma a tempestade o nafrágio. Mas para que entendamos perfeitamente o que vamos estudar hoje, faz necessário lembrarmos um pouquinho lá atrás o que aconteceu no capítulo 25, versículo 9 a 12. Nós vamos encontrar um governador de Cesareia chamado Pcio Festo. dizia que para agradar aos judeus pedia prisão e morte de Paulo, pergunta ao próprio Paulo se ele realmente queria passar por aquele julgamento ou se quer subir a Jerusalém na minha presença, ser julgado a respeito dessas acusações que os judeus lhe fazem. Ele pergunta ao Paulo, isso no versículo 9. E Paulo, no versículo 10 responde: "Estou perante o tribunal de César e é aqui que devo ser julgado. Nenhum crime pratiquei contra os judeus, como tu perfeitamente reconheces." E no 11, versículo 11, mas se de fato cometi injustiça, continua Paulo, ou pratiquei algo que mereça a morte, não recuso morrer. Se ao contrário, não há nada daquilo de que me acusam, ninguém pode entregar-me a eles. Apelo para César. Ele tinha poder de apelar para César porque ele tinha dupla cidadania. Ele era judeu, mas tinha também reconhecido como romano. Então, no versículo 12, Festo, depois de ter conferenciado com o seu conselho, respondeu a Paulo: "Para César apelastes, a César irás". E aí nós vamos encontrar essa partida de Paulo para Roma. Interessante observarmos que mesmo Paulo prisioneiro, ele continuava a pregar o evangelho de Jesus, demonstrando fé inabalável, principalmente nos momentos mais difíceis, sacrificiais e desafiantes. Registrada em Atos dos Apóstolos no 27 de 9 a 44. agora analisados por nós. Mas antes de iniciarmos o o capítulo propriamente dito 27, vamos ouvir através do rabelo, a narração de Emânel no livro Paulo Estevão, narrando as emoções da partida

9 a 44. agora analisados por nós. Mas antes de iniciarmos o o capítulo propriamente dito 27, vamos ouvir através do rabelo, a narração de Emânel no livro Paulo Estevão, narrando as emoções da partida de Paulo para Roma. e a carinhosa despedida dos amigos nucais [limpando a garganta] do porto de Cesareia. Ouamos o Rabel. >> É comovente estudar esse aspect Paulo. Nós vemos a grandeza desse apóstolo tão leal a Jesus. O tecelão de Tarsco é o que nos relata Emmanuel, apoiado no braço de Lucas, reviu plácidamente a terra clara e barulhenta das ruas, afagando a esperança de uma vida mais alta, em que os homens pudessem gozar fraternidade em nome do Senhor Jesus. Seu coração mergulhava em doces reflexões e preces ardentes, quando foi surpreendido com a compacta multidão que se premia e agitava na extensa praça a beiramar. Era o reconhecimento do grupo ao trabalho do Paulo, filho de velhos, de jovens e crianças, aglomeravam-se junto dele e poucos a poucos metros da da praia. à frente Thago. Lembremos que Tiago lá atrás foi uma espécie de opositor as ideas de Paulo. água ao quebrado e velhinho, vindo de Jerusalém com grande sacrifício, por trazer-lhe o o ósculo fraternal. O ardente defensor da gentilidade, Paulo de Tarso, não conseguiu dominar a emoção. Bandos de crianças atiravam-lhe flores. Olha que coisa linda, né? Atiravam-lhe flores. O filho de Alfeu, reconhecendo a nobreza daquele espírito heróico, tomou-lhe a destra. e beijou-a com efusão. Olha que coisa bonita. É, é um pedido de desculpas, é uma manifestação de amor, né? Ali estava com todos os cristãos de Jerusalém em condições de fazer a viagem. Ali estavam cofrade de Jope, lá onde viveu Lívia, né? de Lídia, de Amparatride, de fazer a viagem. Ali estavam todos eles e as representante de tantas províncias. As crianças da gentilidade, o povo não hebreu, uniam-se aos pequeninos judeus que saudavam carinhosamente o apóstolo prisioneiro. velhos alejados aproximavam respeitos e exclamavam: "Não deverias partir mulheres humildes

lidade, o povo não hebreu, uniam-se aos pequeninos judeus que saudavam carinhosamente o apóstolo prisioneiro. velhos alejados aproximavam respeitos e exclamavam: "Não deverias partir mulheres humildes agradecia os benefícios recebido de suas mãos. doentes curados, comentava a colônia de trabalho que ele sugeria e ajudasse e a fundar na igreja de Jerusalém. E proclamaram sua gratidão em altas vozes. Os gentios, convertidos ao evangelho, beijavam-lhe as mãos murando. Quem nos ensinará doravante? os servos, os sermos filhos do Altíssimos. Meninos amorosos apegavam-se à túnica sob o olhar de mães consternadas. Todos lhe pediam que ficasse, que não partisse, que voltasse breve para os serviços abençoados de Jesus. Imaginemos a coroação de Paulo ante essas manifestações tão carinhosas. Subitamente recordou a velha cena da prisão de Pedro, que ele foi o indultor, né? Quando ele, Paulo, arvorado em verdugo dos discípulos de do Evangelho, visitava a igreja de Zeró, a casa do caminho, chefeando uma expedição punitiva. Aqueles carinhos do povo lhe falavam brandamente a alma. Significavam que já não era o algóz implacável, a consciência aliviada, né? Que até então não puderam compreender a misericórdia divina. traduziu a quitação do seu débito com a alma do povo e a consciência de culpa de culpa vai lhe aliviando. Aqueles mendigos, aqueles alejados, aqueles, aquelas crianças eram a sua família. naquele inesquecível minuto de sua vida, sentia-se plenamente identificado no ritmo da harmonia universal. Olha como é que coisa linda. A pessoa se sente não mais excluído. A consciência que nos exclui, né? >> sentia-se plenamente identificado no ritmo do da harmonia universal do contexto, sem agressões, brisa suave de m mundos diferentes, assomizavem a alma como se houvesse atingido uma região divina depois de vencer grande batalha. Pela primeira vez, alguns pequeninos chamavam-lhe pai. Imagine, ele não chegou pai, mas passava sempre. Inclinou-se com mais ternura para as criancinhas que o rodeavam.

epois de vencer grande batalha. Pela primeira vez, alguns pequeninos chamavam-lhe pai. Imagine, ele não chegou pai, mas passava sempre. Inclinou-se com mais ternura para as criancinhas que o rodeavam. interpretava todos os episódios daquela hora inolvidável, como a bênção de Jesus que eu ligava a todos os seres, não mais um ser separado. A sua frente, o oceano em calma, assemelhava-se a um caminho infinito e promissor da misericórdia e inefáveis beleza. Júlio, o centurião da guarda aproximou-se como ouvido e falou com brandura. Infelizmente chegou o momento de partir. Quer dizer, é hora da partida do coração, da dor, da saudade. E aí, então ele placidamente, corajosamente, não podia ter um outro comportamento. Eh, Jesus, o centurião da guarda, aproximou-se e falou com brandura. Infelizmente chegou a hora de partir. Muitos réus que ele haviam deparado, isso dizia o centurião. Aquele, porém, estava sempre sereno e quase feliz. Júpulo indisível lhe transbordava dos olhos brilhantes. Além disso, sabia que era aquele homem dedicado ao bem de todas as criaturas. não cometeram falta alguma. Então, o império romano ali nele representado sabia que a condenação de Paulo era a injunção e imposição do templo, porque ele era um candidato a fariseu em todo doutor da lei. Por isso mesmo, o centurião conservou-se ao seu lado para dizer: "Estou contigo como querendo compartilhar dos transportes afetuosos do povo, como a demonstrar a consideração que ele merecia." Passou a ser amigo do Paulo admirador. O apóstolo gentios abraçou os amigos pela última vez. Todos choravam discretamente. A maneira dos sinceros discípos de Jesus que não planteiam sem consolo. As mães ajoelhavam-se na areia da praia com os felinhos na na areia alva. Os velhos apoiandoos a rua de cajados com imenso esforço. Todos o abraçavam. O campeão do evangelho punham-se de joelhos rogando ao Senhor que abençoasse o seu novo roteiro. Olha que coisa linda, né? Aquela manifersão espontânea, corajosa, que sai da alma. Cada palavra, cada gesto é um discurso

elho punham-se de joelhos rogando ao Senhor que abençoasse o seu novo roteiro. Olha que coisa linda, né? Aquela manifersão espontânea, corajosa, que sai da alma. Cada palavra, cada gesto é um discurso sem palavras. Choremos, diz o apóstolos. Choremos de alegria, irmãos. Não há maior glória nesse mundo que a de estar o homem a caminho de Cristo Jesus. Acho que agora você >> veja com que emoção a população despedia daquele que fora Paulo de Taro. A seguinte, meu irmão. Então nós temos agora a partida para Roma. Nós estamos estudando o capítulo 27. Nós inicialmente ficaremos nos versículos 1 a 8. E o versículo um diz o quê? Ao ser decidido o nosso embarque para a Itália, entregaram Paulo e alguns outros presos a um centurião chamado Júlio da Corte Augusta de Roma. Aí quem está descrevendo é o nosso Lucas. E ele usa sempre a terceira pessoa. Subimos a bordo de um navio de Adramítio. O navio de Adramítio era o primeiro navio que ia transportar aquela turma. Esse esse eh navio é de origem de Adramito, hoje atual edremite na Turquia, que é um posto na Míssia, seguia pela costa da Ásia Menor e foi usado para o transporte inicial até a transferência para o outro navio chamado Alexandrino, navio de carga. de grãos que vinha do Egito para a Itália. E vocês vão entender essa questão do cargas e cãos que tinha no navio quando no momento da tempestade e que tem que aliviar o navio. Mas no versículo três, Lucas diz: "No dia seguinte aportamos em Sidônia. Tratando Paulo com humanidade, Júlio permitiu ver os amigos receber deles assistência nesse porto aí da Sidônia. Partindo dali, navegamos rente à ilha de Chipre por serem contrários os ventos. E a seguir, tendo atravessado o mar ao longo da silícia e da Panfília, desembarcamos em Alícia ao fim de 15 dias. Ficaram viajando aí durante 15 dias. Ali encontrou o centurião o navio alexandrino de partida para a Itália e para ele nos transferiu Lucas escrevendo. Esse é o navio que carregava grãos. Durante vários dias, navegamos lentamente,

dias. Ali encontrou o centurião o navio alexandrino de partida para a Itália e para ele nos transferiu Lucas escrevendo. Esse é o navio que carregava grãos. Durante vários dias, navegamos lentamente, chegando com dificuldade a altura de quimido. O vento, porém, não nos permitiu aportar. Eles não puderam descer ali. Velejanos rente à Creta junto a Cabo Salmone e costeando-a com dificuldade, chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia. Nós vamos ver isto quando apresentarmos o mapa. Então, nós estamos observando que nessa passagem dos do de Atos dos Apóstolos, as anotações de Lucas são sucintas, restringindo-se basicamente a descrição do roteiro da viagem e assim procedendo em atendimento a um pedido do próprio Paulo, manifestado logo após as despedidas no porto de Cesareia. sendo um demônio, naquela ocasião, Lucas teria sido especialmente tocado pelas sinceras demonstrações de amizade e de gratidão dirigidas a Paulo pelos seus amigos e discípulos, como Rabelo leu aí para nós, muitos dos quais viajaram de diferentes localidades para se despedirem do após Cesareia. É como nós fazemos quando vamos ver um amigo querido. Vejamos às vezes muitos quilômetros para encontrá-los. E Lucas teria manifestado a Paulo o desenho de fazer um registro escrito a a serem enviada as diferentes comunidades cristãs, informando como Paulo era amado por todos os que receberam os benefícios de Jesus por seu intermédio, demonstrando ou registrando para a história aquela manifestação de carinho que ele estava recebendo em todos os postos que eles paravam. Mas consta que o apóstolo se opôs à ideia, lembrando ao querido leal amigo João Lucas, não escrevas sobre virtudes que não tenho. Se me amas, não deves expor meu nome a falsos julgamentos. Deves falar isso sim, das perseguições por mim movidas aos seguidores do Santo Evangelho, do favor que o mestre me dispensou as portas de Damasco, para que os homens mais empedernidos não desesperem da salvação e aguarde a sua misericórdia no

mim movidas aos seguidores do Santo Evangelho, do favor que o mestre me dispensou as portas de Damasco, para que os homens mais empedernidos não desesperem da salvação e aguarde a sua misericórdia no momento justo. Arás os combates que temos travado desde o primeiro instante em face das imposições do farisaísmo e das hipocrisias do nosso tempo. entarás os obstáculos vencidos, as humilhações dolorosas, as dificuldades sem conta, para que os futuros discípulos não espere a redenção espiritual com repouso falso do mundo, confiantes no favor incompreensível dos deuses, e sim com trabalhos ásperos, com sacrifícios abençoados pelo aperfeiço somente de si mesmos. falará de nossos reencontros com os homens poderosos e cultos, de nosso serviço junto dos desfavorecido da sorte, para que os seguidores do Evangelho no futuro não se arrecei das situações mais difíceis e escabrosas, conscientes de que os mensageiros do mestre os assistirão, sempre que se tornem instrumentos legítimos da fraternidade do amor. ao longo dos caminhos que se desdobram a evolução da humanidade. Colocamos essa explicação tão detalhada do Paulo para nós entendermos o trabalho que temos hoje, às vezes, de levar a palavra de Jesus, as dificuldades que temos de praticar a caridade, como somos criticados às vezes por falarmos de Jesus abertamente. E ainda Paulo continua concluindo, cala sempre, porém, as considerações, os favores que tenhamos recolhido na tarefa, porque esse galharão só pertence a Jesus. Olha que demonstração, que humildade. Foi ele quem removeu nossas misérias angosas, enchendo o nosso vácuo, nosso vazio. Foi sua mão que nos tornou caridos que nos tomou caridosamente e nos conduziu ao caminho santo. Não me contaste tuas lutas amargurosas no passado distante? Não te contei como fui perto e ignorante em outros tempos? Assim como iluminou minhas veredas sombrias às pedas de Damasco, levou-te ele à igreja de Antioquia para que lhe ouvisses as verdades eternas. Por mais que tenhamos estudado, sentimos

m outros tempos? Assim como iluminou minhas veredas sombrias às pedas de Damasco, levou-te ele à igreja de Antioquia para que lhe ouvisses as verdades eternas. Por mais que tenhamos estudado, sentimos o abismo entre nós e a sabedoria eterna. Por mais que tenhamos trabalhado, não nos encontramos dignos daquele que nos assiste e guia desde o primeiro instante de nossa vida. Nada possuímos de nós mesmos. O Senhor enche o vácuo de nossa alma e opera o bem que não possuímos. Esses velhinhos trêmulos que nos abraçam em lágrimas, as crianças que nos beijaram com ternura, fizeram ao Cristo. Tiago e os companheiros não vieram de Jerusalém, tão só para manifestá-los, sua fraternidade afetuosa. eram trazer testemunho de amor ao mestre que nos reuniu na mesma vibração de solidariedade sacorro santa, embora não saibam traduzir o mecanismo oculto dessas emoções grandiosas e subidas. No meio de tudo isso, Lucas, fomos apenas míseros servos que se aproveitaram dos bens do Senhor para pagar as próprias dívidas. Ele nos deu a misericórdia para que a justiça se cumprisse. Esses jubilos e essas emoções divinas lhe pertencem. Não tenham, portanto, a mínima preocupação de relatar episódios que deixariam uma porta aberta para vaidade incompreensível que nos baixe a profunda convicção de havermos liquidado nossos débitos. clamoros. É uma página, né, realmente lindíssima. Nós sabemos que Paulo tinha um dom de oratória muito especial, mas realmente ele deixa aqui a demonstração de muito carinho e de muita submissão à vontade de Jesus, tá? E aí passamos para os outros versículos do mesmo capítulo 27 de 9 a 16, que diz o seguinte: "Tendo transcorrido muito tempo, depois daqueles 15 dias, a navegação já se tornava perigosa também porque já tinha passado o jejum. Teve uma época lá do jejum, que era o jejum dos judeus, uma festa própria deles. E Paulo então tentou adverti-los. Amigos, vejo que a viagem está em vias de consumar-se com muito dano e prejuízo, não só da carga e do navio, mas também de nossas vidas.

eus, uma festa própria deles. E Paulo então tentou adverti-los. Amigos, vejo que a viagem está em vias de consumar-se com muito dano e prejuízo, não só da carga e do navio, mas também de nossas vidas. O centurião, o Júlio, né, porém deu mais crédito ao piloto e ao armador do que ao Paulo. O que o que o Paulo dizia, o porto, aliás, não era próprio para se invernar. A maioria, pois, foi de opinião que se devia deveria zarpar dali para ver se poderiam chegar a Fênix. Este é um porto de Creta ao abrigo dos ventos sudoeste e noroeste. Ali poderiam passar um inverno. Tendo soprado brandamente o vento sul, pensaram ter alcançado o que pretendiam. levantaram âncora e puseram-se a costear Creta mais de perto. Aí no versículo 14 ele diz: "Não muito depois desencadeou-se do lado da ilha um vento de turbilhão chamado Euroaquilão. O navio foi arrastado violentamente, incapaz de resistir ao vento. Deixamo-nos então derivar. Passando rente a um ilhota chamada cauda, com dificuldade, conseguimos recolher o escaler. Olha, >> olha as dificuldades que nós temos. Desculpe. Após teriçado, os tripulantes usaram de recurso de emergência, cingindo o navio com cabos. Desculpem, desculpem. Vai, contudo, temido escalar na cirte, soltar a ampla flutuante e assim deixar derivar. No dia seguinte, como fôssemos furiosamente batidos pela tempestade, começaram a liar a carga, a soltar, a deixar que a carga [roncando] saísse para o navio ficar um pouco mais leve. E no terceiro dia, com as próprias mãos, lançaram a mar até os apetrechos do navio. Nem sol, nem estrelas haviam aparecido por vários dias, e a tempestade mantinha sua violência não pequena. Afinal, dissipava-se toda a esperança de nos salvarmos. Olha o que que Lucas descreve. Havia muito tempo não tomávamos alimento. Então Paulo, de pé no meio deles, assim falou: "Amigos, teria sido melhor ter me escutado e não sair de Creta para sermos poupado deste perigo e prejuízo. Apesar de tudo, porém, exorto-vos a que tenhais ânimo. Não haverá perda de vida

assim falou: "Amigos, teria sido melhor ter me escutado e não sair de Creta para sermos poupado deste perigo e prejuízo. Apesar de tudo, porém, exorto-vos a que tenhais ânimo. Não haverá perda de vida alguma dentre vós, a não ser a perda do navio. Pois esta noite apareceu-me um anjo do Deus, ao qual pertenço e a quem adoro. O qual me disse: "Não temas, Paulo. Tu deves comparecer perante César e Deus te concede a vida de todos os que navegam contigo. Olha aqui, mediunidade e que carinho de Deus para de Jesus para com Paulo nesse momento de tanta eh dificuldade, de tantas tormentas. Por isso, reanimai-vos, amigos. Confie em Deus que as coisas ocorrerão segundo me foi dito. É preciso, porém, que sejamos arremessados a uma ilha. >> Quando chegou a 14ª noite, continuando nós a sermos batidos de um lado para outro no Adriático pela meia-noite, os marinheiros perceberam que se aproximava alguma terra. Lançaram então a sonda e deu 20 braças. Avançando mais um pouco, lançaram novamente a sonda e deu 15 braças. Reciosas de que fossem dar um escolho, soltaram da popa quatro âncoras, anelando que rompesse o dia. Entretanto, os marinheiros tentaram fugir do navio. Desceram, pois, o escaler ao mar, a pretexto de irem largar as âncoras da proa. Mas Paulo disse ao centurião Júlio e aos soldados: "Se eles não permanecerem a bordo, não poderei salvá-los". Então os soldados cortaram as cordas do escaler e deixaram não cair. À espera de que o dia raiassse, Paulo insistia com todos para que tomasse algum alimento e dizia: "Hoje é o 14º dia em que na expectativa ficais em jejum. sem nada comer. Por isso, peço que vos alimenteis, pois é necessário para vossa saúde. Ora, não se perderá um só cabelo da cabeça de nenhum de vós. Ele afirmava com toda certeza, porque tinha recebido o a o anunciado de Jesus. Tendo dito isso, tomou o pão, deu graças a Deus diante de todos, partiu e pôs a comer. Então, reanimando-se todos, também eles tomaram alimento. Éramos no navio alturo, 276 pessoas. Tendo se alimentado fartamente,

so, tomou o pão, deu graças a Deus diante de todos, partiu e pôs a comer. Então, reanimando-se todos, também eles tomaram alimento. Éramos no navio alturo, 276 pessoas. Tendo se alimentado fartamente, puseram-se a aliviar o navio atirando trigo ao mar. Então aqueles que eles traziam, o trigo, etc., eles atiraram ao mar para aliviar o navio que estava muito pesado. E quando amanheceu, os tripulantes não reconhe não reconheceram a terra. Divisando, porém, uma enceada com uma praia, consultaram entre si a ver se poderiam impelir o navio para lá. Desprenderam então as âncoras, abandonando-as ao mar. Ao mesmo tempo, soltaram as amarras dos lemes e sando vento a vela da proa, dirigiram o navio para a praia. Mas, tendo-se embatido num banco entre duas correntes de água, o navio escalhou. >> Escalhou. >> Encalhou. Encalhou. Desculpe. A pro encravada ficou imóvel enquanto a poupa começou a desconjuntar-se pela violência das ondas. Veio então, veio então aos rodados o pensamento de matar os prisioneiros para evitar que algum deles a nada escapasse. Mas o centurião, querendo preservar a Paulo, opôs-se a este desígnio e mandou aos que sabiam nadar que saltasse primeiro e alcançassem a terra. Quanto aos outros que o seguem agarrados a pranchas ou sobre quaisquer destroços do navio, foi assim que todos chegaram, salvo e salvos em terra. E aqui nós temos a jornada de Paulo para Roma. Então eu não tenho aí como marcar. Não sei se o meu irmão Hugo pode mostrar que a Cesareia saindo aqui de Cesareia, Sidom, a ilha de Chipre eles vêm aqui para mirra, caldo, salmona, laceia, bons portos. Lembram que aqui eles trocam de navio em bons portos que fica aqui, ó, Fenice e Creta. Creta tá aqui. Depois e trocam para o o navio mais poçante, cheio de grãos e que eles vão para Malta, Siracuza, Régio, Pitélio até chegar a Roma. Mas nós estamos aqui nessas imediações aqui com o navio já totalmente destroçados e nós já estamos em terra. Então, a situação era trágica, desesperançosa. Paulo, porém, mantinha-se firme.

gar a Roma. Mas nós estamos aqui nessas imediações aqui com o navio já totalmente destroçados e nós já estamos em terra. Então, a situação era trágica, desesperançosa. Paulo, porém, mantinha-se firme. Ele transmitia bom ânimos a todos, informando que o espírito do Senhor lhe apareceram em sonho e afirmaram que ninguém ia perecer, conforme esse registro de Lucas. Apesar de tudo, porém, exorto-vos a que tenhais ânimo. Não haverá perda de vida alguma dentre vós, a não ser [limpando a garganta] a perda do navio, como nós lemos lá. Pois esta noite me apareceu um anjo do Senhor e me disse isso: "Não temas, Paulo, tu deves comparecer perante César e Deus lhe concede a vida de todos que navegam contigo. Por isso, reanimai-vos, amigos. Confio em Deus que as coisas correrão segundo me foi dito. É preciso, porém, que sejamos arremassados a uma ilha. E as palavras de Paulo tiveram o poder de aclamar os tripulantes, transmitindo-lhe força e esperança. Passar a admirá-lo e a respeitá-lo. Escarece em Emanuel a respeito. De vez em quando Paulo soltava o verbo né? E quando com permissão de Júlio, ele falava aos companheiros da área da hora amarga, procurando identificar as questões espirituais com espetáculo convulsivo da natureza. Faziam um paralelo o que estava acontecendo com eles ali no mar e a beleza das questões espirituais que estavam sendo aguardadas. E Paulo dizia, eh, irmãos, dizia em voz alta para a assembleia estranha que eu ouvia, transida de angústia. Creio que tocaremos breve a terra firme. Entretanto, assumamos o compromisso de mais de jamais do ouvidar a lição terrível desta hora. Procuraremos caminhar no mundo com marinheiro vigilante, que ignorando o momento da tempestade guarda a certeza da sua vinda. A passagem da existência humana para a vida espiritual assemelha-se a um instante amarguroso que estamos vivendo neste barco há muitos dias. Não ignorais que fomos avisar de todos os perigos do último porto que nos convidava a estagiar livres de acidentes destruidores.

um instante amarguroso que estamos vivendo neste barco há muitos dias. Não ignorais que fomos avisar de todos os perigos do último porto que nos convidava a estagiar livres de acidentes destruidores. Buscamos o Mar alto do do de própria conta, livre arbítrio, né? Também Cristo Jesus nos concede os celestes avisos do Evangelho de Luz, mas frequentemente optamos pelo abismo das experiências dolorosas e trágicas. Ele aproveitou a oportunidade para dar uma lição a todos aqueles que estavam ali e a nós outros que tomamos conhecimento e iremos com a emoção. Ele dizia ainda: "A ilusão é como o vento sul, parece desmentir as advertências do Salvador. E nós continuamos pelo caminho da nossa imaginação viciada. Entretanto, a tempestade chega de repente. É preciso passar de uma vida para outra a fim de retificarmos o rumo ineludível. Começamos por alijar o carregamento pesado dos nossos enganos cruéis. Abandonamos os caprichos criminosos para citar plenamente a vontade augusta de Deus. Reconhecemos nós insignificância e miséria. Alcançam alcançamnos um tédio imenso dos erros que nos alimentava o coração, tal como sentimos o nada que representamos nesse arcaboço de madeiras frágeis flutuante no abismo, tomados de simular enjou, que nos provoca nausas extremas. O fim da existência humana é sempre uma tormenta como esta nas regiões desconhecidas do mundo interior. Porque nunca estamos apercebidos para ouvir as advertências divinas e procuramos a tempestade angustiosa e destruidora pelo roteiro de nossa própria autoria. E assim temos vivido, buscando esse livre arbítrio. E aí, Emanuel, aproveitando essa oportunidade apresenta essa leitura de liderança positiva. diz o seguinte, que o relato do naufrágio faz-nos refletir sobre o valor da liderança positiva, sobretudo nos momentos de crise. E aí nós temos a oportunidade de voltarmos um pouquinho mais ao Rabelo, quando ele vai descrever este momento que é Paulo depois de ter conquistado aquela população de 276 homens, ter ali a oportunidade agora de com eles receber

e de voltarmos um pouquinho mais ao Rabelo, quando ele vai descrever este momento que é Paulo depois de ter conquistado aquela população de 276 homens, ter ali a oportunidade agora de com eles receber o júbelo de terra firme que eles pisaram. Eh, mensagem linda. Primeiro que esse livro é um livro belíssimo, Paulo Estev. Quem não leu ganharia muito se lesse porque é de uma riqueza incomum. A Federação Espírita Brasileira considera que esse livro é a joia da coroa. Daí porque nós estamos há algum tempo negociando transformar em um filme pela história bela e estamos em contato com grandes empresas de Hollywood, sobretudo a Disney, para lançá-lo positivamente. Já recusamos algumas propostas, porque esse livro é tão rico que eles entendem a Disney, que ele teria que ser lançado simultaneamente no mundo inteiro, não em português e depois traduzir, mas lançar em inglês. Daí por todos os atores e atrizes, propõe eles, sejam de origem inglesa para não ter susto. Aqui no Brasil, quando lançamos o filme, lançamos em 600 salas e média. A proposta da Disney é lançar simultaneamente no mundo inteiro pela grandeza do filme. E eles entendem do estão errado, que esse livro não pertence a FEB e nem ao Brasil. Pela grandeza pertence ao mundo. Olha bem, então Paulo de Tasso certamente é maior exemplo da lealdade a Jesus. Nós estamos vendo pela, o que estamos estudando hoje, o quanto a coragem dele, o carinho que recebeu, como é que a dividade vai nos relatando e oferecendo contribuições importantes pro nosso ânimo. Aquela multidão de pessoas que por onde ele passava, as pessoas sabiam que ele ia passar ali e vinha criança, idosos, curar. Ele curou milhares de pessoas, né? E então era uma maneira de a divindade dar o bom ânimo. Desde que ele lá em Damasco, na hora que ele ia para buscar o sapateiro Ananias, naquela hora o Cristo lhe aparece e pergunta: "Saulo, Saulos, por que me persegues?" Os espíritos nos diz é que ali Jesus se lembrou mais ainda. Sauro e o nosso projeto, os nossos planos, aquilo que

, naquela hora o Cristo lhe aparece e pergunta: "Saulo, Saulos, por que me persegues?" Os espíritos nos diz é que ali Jesus se lembrou mais ainda. Sauro e o nosso projeto, os nossos planos, aquilo que nós combinamos. Por que que você esqueceu? E aí então ele relembra, volta para si, caindo em si. Que queres que eu faça assim? É lindo observar esse nível de consciência que a pessoa mergulha e quando chega lá toma consciência do seu dever. O nosso nosso nível, essas coisas também ocorrem. Lê um livro, uma mensagem, um ato corajoso, uma enfermidade nos desperta para o nosso compromisso com Jesus. Então, nesse caso específico de Paulo, nós estamos vendo aí eh que ele aproveita a situação do drama que viveram, porque ele tinha sugerido por inspiração dos espíritos que o barco parasse numa ilha menor, onde havia segurança, não havia risco, etc. Porque quando chega o inverno bravo, a pessoa tem que ficar ali, às vezes até mais de um mês, até que as chuvas mais pesadas e tempestade passem. O comandante que era olhou para aquele homem simples que apare Paulo depois de tanto sofrimento era um velho simples, caçado. E ele então não achou que era humilhação para ele obedecer. E a desped de Paulo ter falado com o centurião, que era o líder do império romano que estava guardando os preços, ele inclusive. Então ele não aceitou por orgulho, por vaidade e deixou se submeteu a esse risco maior que fez com que o barco praticamente fosse destruído. Desse modo, nós estamos vendo aí é que a providência divina não para de nos trazer informações importantes. No nosso nível mediúnic aqueles que frequenta um livro que o nosso Paulo deixou. Quanta coisa que é Manos desdobrou. a nossa Joana, a nossa André Luiz e outros. Então, são advertência. Muda o rumo do seu barco, vai para outra posição, caminhe contra as tempestades, é hora de parar o banco para arrebessar. Então, o nosso tema da noite de hoje tem essa riqueza deslumbrante desse homos. A Joana nos diz que nós, esse mundo não é de felicidade, mas ela tá observando que há

de parar o banco para arrebessar. Então, o nosso tema da noite de hoje tem essa riqueza deslumbrante desse homos. A Joana nos diz que nós, esse mundo não é de felicidade, mas ela tá observando que há situações que dentro das possibilidades eh nós temos alegrias grandiosas, que poderíamos chamar de felicidades limitada ao nosso nível. Então Paulo nesse contexto aí de ele um dia passando, isso isso é que é compromisso com Jesus. onde passava, ele sentiu uma profunda nostalgia e alegria, porque por ali ele tinha andado, aquelas cidades todas ele andou a pé. Aí informações que Paulo andou mais de 100.000 km para olha que que audaça e coragem. E ele ia repassando aquilo lá e vendo as igrejas prosperarem. Então aquelas pessoas que eu recebiam estavam sedentas das palavras dele. E quando ele já não tinha mais o que mais o que viajar, não tinha condições físicas, o mundo espiritual e era, segundo informações do próprio Hermando, era o nosso querido companheiro Estevan. Dizia: "Saulo, use as forças do espírito". E ele foi então pro cadeirinho lá, o cadeiro, a vela, ele começou a escrever as epístolas e as cartas. E esses documentos que nós estamos também estudando 2000 anos depois era o estímulo para aquelas pessoas prosseguirem. Então, nesse contexto é que Paulo quando ele chegou nesse último porto e ele procurou saber, falou lá com o representante de Oba que tinha um pai muito enfermo, com muita febre, caminhando para morrer. E ele pediu a Paulo para dar o passe nele. Na verdade, pediu para abençoar, era iguais da época. Paulo foi lá, orou, fez as preces, deu passe naquele homem, transmitiu as energias evangélicas. espirituais e o cidadão se curou. A partir daí, com apoio daquela liderança importante do império romano, foi atraindo outras pessoas que iam lá busca de cura e vieram aos milhares. que diz a lição do livro que nós estamos estudando. Quando ele chegou próximo de Roma, as pessoas sabiam que ele ia passar por ali e viam cavalheiros, operários, gente simples, gente nobre,

milhares. que diz a lição do livro que nós estamos estudando. Quando ele chegou próximo de Roma, as pessoas sabiam que ele ia passar por ali e viam cavalheiros, operários, gente simples, gente nobre, aqueles que se converteram ali de Jesus, estavam todos ali para recebê-lo e manifestar gratidão. Nós tivemos oportunidade, todos nós, de ver isso com o nosso Chico na hora da partida. Eu pessoalmente tive lá em Uberaba, estava lá o nosso Chico. 3:30 da tarde saiu caminhão lá do bombeiro com o cachorro de Chico. A expectativa é que em meia hora estaríamos todos no cemitério. Então, mas as pessoas todas queriam carregar um pouco. pediram aos bombeiros que deixasse as pessoas, fosse o carro devagarinho e as pessoas pudessem trocar de mão em mão. Eu me recordo de uma velinha, uma senhora humilde. Eu me lembrei muito dessa mensagem do Paulo, né, que nossa semana nos traz, uma senhora humilde, um cabelo assim meio maior cuidado, uma roupinha modesta, nita, um cind uma sandália muito humilde nos pés, pediu, deixa eu pegar nosso Chico 2 minutos. Ela pegou naquela alça do caixão, não conseguiu mais do que dão não tinha força, mas disse apenas o Chico, meu irmão, Deus lhe abençoe e a partir daí as pessoas trocando, todo mundo queria pegar um pouco. Nós só chegamos ao cemitério às 9 da noite, imagina. E todas as pessoas por onde passava na rua de Uberaba, as pessoas abriam a janela, abriu a porta e com lencinho branco balançava no ar. Deus abençoe, Chico Xavier, um momento comovente, belo e quando chegamos no cemitério, a prefeitura tinha improvisado algumas lâmpadas. Nesse caso aqui, nós estamos lendo, as pessoas nos diferentes portos receberam notícias que o Paulo ia passar, foram lá para manifestar gratidão. É o que desceu com Chico na hora do seu desencare. E segundo a nossa Joana, uma uma mensagem que saiu em reformador de 2002, em julho. Ela diz que ali no cemitério as pessoas ficaram assustadas porque havia um cântico que não sei sabia de onde é que vi, porque vem de todos os lugares. São as manifestações

eformador de 2002, em julho. Ela diz que ali no cemitério as pessoas ficaram assustadas porque havia um cântico que não sei sabia de onde é que vi, porque vem de todos os lugares. São as manifestações do coração, espontâneas, naturais, afetivas. E os seres que escreveram pelas suas mãos foram formando a escada de luz do cemitério São João Batista até as estrelas. Logo depois, lá em cima, estava o colégio apostólico, Paulo, Pedro, Tiago, Barabé, essas criaturas nobres que estiveram com o Cristo e Deus. E Maria de Nazaré lhe estendeu os braços. Jesus me carregou de lhe receber. Olha que coisa linda. E logo depois o próprio mestre de Joana, que na verdade era o próprio Cris, dizendo: "Vim, meu filho, descansar um pouco para depois voltar." Lá no carro de nosso Paulo, chegando a Roma, aquela multidão de gente boa e gente simples, era um momento difícil que Eder mandava matar os cristãos no circo, entrega as feras nos postos de fogo, coisa dessa natureza. E Paulo chegou dessa hora difícil, mas a sua voz é que nós todos que seguimos a Jesus temos que trazer as marcas de Jesus, as dores, as dificuldades, as lutas. Esses primeiros cristãos, nossos irmãos, foram criaturas profundamente corajosas, absolutamente comprometida com Jesus. O espiritismo, meus irmãos, desses dias em que essas verdades nos chegam com tanta clareza. É um convite para que nós aprendamos a ler e estudar esses temas com esse mesma emotividade de respeito ao Cristo, sabendo que as dificuldades fazem parte da nossa purificação e do nosso crescimento. É bonito observar que o cinturião que aprendeu a bar com amigo do Paulo e admirando o carinho do povo com ele, ele diz: "Eu gostaria de encerrar a minha vida como um prisioneiro de Cristo". É o que Paulo se dizia ser. >> Sim, cara. E aí nós temos a mensagem de Emmanuel em que ele observando esse exemplo de liderança de Paulo, ele escreve e nos alerta que nas horas atormentadas da vida devemos agir com paciência e tolerância. Deus nos sustenta de pé, aguardando a

uel em que ele observando esse exemplo de liderança de Paulo, ele escreve e nos alerta que nas horas atormentadas da vida devemos agir com paciência e tolerância. Deus nos sustenta de pé, aguardando a nossa cooperação destinada a reerguer os irmãos caídos. O próximo, irmão, nós temos no livro Paciência de Chico Xavier, essa mensagem que não vamos ler para que vocês possam adquirir o livro e ler essa bendita liderança que é a mensagem de Emanuel quanto a essa passagem belíssima de Paulo chegando saindo de Cesareia e chegando às quase as portas de Roma. Seguinte, minha irmã, também seguinte, como horário é grande, já é curto, nós queremos só frisar essa frase última dessa mensagem lindíssima que diz: "Quem estiver procurando liderança na terra, saiba que ele, Jesus Cristo, até hoje tem o nome nome de Senhor Jesus. E no limear do terceiro milênio dos tempos novos, têm-lo sempre por esperança das criaturas e luz das nações. Então, para qualquer momento, Jesus está presente. E para nossas reflexões, colocamos aqui que nas tormentas que a vida nos impõe, até onde estou disposto ou disposta a testemunhar a confiança em Deus, como Paulo testemunhou. Queridos irmãos e irmãs, sigamos firme decididos pastos de Jesus, nosso mestre modelo e guia. Obrigado pela atenção. Obrigada por estarem aqui conosco. >> Excelente, amigos. Que maravilha, João e Carmen. Eh, a gente se transportou para aquela situação, para aquela aflição, mas também para aquela esperança que Paulo levava seus irmãos nas tormentas da vida. Muito grata aos amigos por esses momentos. E a gente vai chamar então os amigos que vão agora participar conosco, o Max, o Hélio, a Gisela. eh desse momento assim que a gente vai comentar também, acrescentar alguma coisa, contribuir. Não temos assim perguntas aqui no nosso chat, mas alguns depoimentos importantes, interessantes sobre o nosso estudo de hoje. Gratidão mais uma vez ao querido casal Rabelo aí. Boa noite, Max. Boa noite, Hélio. Bem-vindos. Boa noite. >> Boa noite.

mas alguns depoimentos importantes, interessantes sobre o nosso estudo de hoje. Gratidão mais uma vez ao querido casal Rabelo aí. Boa noite, Max. Boa noite, Hélio. Bem-vindos. Boa noite. >> Boa noite. >> Então, amigos, eh eu vou começar aqui com o comentário. Nós não temos aqui nenhuma pergunta, só um comentário aqui de algumas pessoas sobre a emoção desses momentos. Mas uma coisa que nos chama a atenção, eh, no momento da tempestade, né, do do daquela tribulação tão forte no meio do mar. E, e, e Paulo faz uma aos seus irmãos ali faz uma analogia da tempestade vivenciada ali naquele momento com a vida, com uma passagem para o outro lado da vida. Eu achei muito importante. Os amigos gostariam de comentar alguma coisa mais? Eu gostaria, e é por essa razão, talvez que o Divaldo diga, né, que embora essa guerra maior aí incomode muita gente, ele chama atenção pros conflitos íntimos, né? Porque a humanidade passa por uma realidade onde ela, já sabendo de muito e quantos exemplos? Claro, ninguém altura de Paulo, né, que é esse exemplo maior, mas quantas situações nós conhecemos que são semelhantes e mesmo afim, mesmo assim a fé em Deus, a fé numa ordenação de uma força maior, eh, ainda tá bastante ausente dos nossos corações. Então, é hora da gente refletir mesmo. E por causa disso que o Dr. Bezerra fala, né? Alguns cataclismas são inevitáveis, mas nós com mais fé e mais condições, nós vamos minimizar e talvez até, né, excluir alguns e a gente precisa refletir muito. O exemplo de Paulo é sempre aquele exemplo maior. A gente precisa contextualizar, trazer pro nosso cunho íntimo e fazer essas analogias que foram feitas aí, que é muito interessante. a gente vai encontrar força em si mesmo. E é muito, obviamente, né, Paulo, esse exemplo, esse marco fundamental. >> Quer comentar alguma coisa, amigo? >> Então, nós eh nós podemos lembrar, né? Imagine você dentro daquele navio, você é um dos 276 passageiros, né? E você está ali num risco literalmente de morte, né? você não tem como ter dúvida

amigo? >> Então, nós eh nós podemos lembrar, né? Imagine você dentro daquele navio, você é um dos 276 passageiros, né? E você está ali num risco literalmente de morte, né? você não tem como ter dúvida de que a morte está te espreitando ali. E aí é isso, é o que a gente chama de aferição de valor, né? Testemunho. Aquela hora você prova se realmente você tem fé em Deus ou se você não tem. Porque se você tem, aconteça o que acontecer, está sob a vontade do Pai. Então, se você vai desencarnar, vai continuar vivo. Se você não vai desencarnar e vai continuar aí na Terra, você vai continuar vivo aqui também. Então, qualquer que seja a decisão do lado superior, você continuará vivo. E essa a grande diferença daqueles que têm a fé no futuro, como Allan Kardec usa muito essa expressão, a certeza de que a vida prossegue e que é melhor você partir em paz, com tranquilidade, sabendo que a vida prossegue do lado de lá, né? Mas eles tiveram uma um advento adicional. Foi quando Paulo diz que tinha tido contato com os anjos e que eles, os anjos disseram que todos seriam salvo. Então, já naquele período que eles estavam com Paulo, eles já tinham suficientemente condições de perceber que ele era um líder realmente, que ele tinha poderes, né, vamos chamar assim, que destacavam em relação à aquela populância dos 275 eh ali que estavam no navio. E se as pessoas realmente compreenderam, porque ele não ficou parado lá esses dias todos. Ele deu palestras, ele ensinou, ele falou. Então, quer dizer, Paulo pregava todas as oportunidades. Se as pessoas que estavam ainda tivessem e essa oportunidade de ouvir o próprio Paulo falando, a chance de fortalecer a fé ainda aumentaria mais, né? Mas você percebe que alguns pegaram o escaler e queriam ir correr, né? quer ir embora, significando que tem muitos de nós que ainda não confiam na vontade suprema, mesmo quando o mensageiro do pai está ao seu lado. Então, é bom a gente pensar nisso, porque nós temos sempre ao nosso lado, nos momentos difíceis que a vida

que ainda não confiam na vontade suprema, mesmo quando o mensageiro do pai está ao seu lado. Então, é bom a gente pensar nisso, porque nós temos sempre ao nosso lado, nos momentos difíceis que a vida vai nos oferecer, o mensageiro do mundo espiritual que está nos assistindo e muitas vezes ele nos coloca em contato com pessoas aqui do mundo físico para nos fortalecer certas dúvidas que tenhamos para que as fés, a fé realmente seja inabalável. Então, esses são momentos que a gente chama de aferição de valores, de testemunhos, em que nós precisamos realmente colocar em prática aquilo que realmente estamos compreendendo. >> Verdade, Max. Pode falar, Gisela. >> Eh, independente das coisas externas que a maioria das vezes a gente não pode nem controlar, não? Eh, nós temos uma outra tormenta que é a tormenta interna, né, que muitas vezes eh nos encontramos em situações onde nós não vemos soluções e toda vez que pensamos que não há solução, vamos caindo assim no num poço. E e é nesse momento que Deus sempre envia alguém, não pode ser um anjo, pode ser alguém, não, de carne e o que nos falem. Eh, e é nesse momento também que nós temos que reconhecer, né, se realmente temos fé ou não, se queremos incrementar a nossa fé. às vezes até pedir, dar as graças, não pelos problemas que temos, porque é um é uma medida de a gente crescer como pessoas e crescer na nossa fé espiritual também. >> É verdade, Gisela. Eh, aqui temos alguns algumas colocações, alguns depoimentos interessantes. Vamos ver se o nosso querido Hobo coloca aí o da Marcela Esteves, a nossa querida Marcela que está sempre aqui nos acompanhando. E a Marcela fala o seguinte: "Essa reflexão de Emanuel redefine o conceito de liderança sobre a ótica cristã e espírita. Longe de ser um exercício de poder ou autoridade externa, a verdadeira liderança é apresentada como um aí o seguinte exercício de resistência moral e caridade ativa. Realmente os amigos querem comentar eh eh Carmen Abelo, realmente temos o nosso líder modelo, né, que é Jesus.

ança é apresentada como um aí o seguinte exercício de resistência moral e caridade ativa. Realmente os amigos querem comentar eh eh Carmen Abelo, realmente temos o nosso líder modelo, né, que é Jesus. Sei que não porque ela fez uma reflexão muito boa, com poucas palavras, ela colocou coisas muito, muito relevantes e que nos faz refletir um pouco mais sobre tudo isso que nós vimos essa noite. Muito bem, querida. Parabéns. >> Mais algum, alguém quer fazer esse comentário da Marcela? É, eu ia queria comentar a questão da liderança, porque felizmente no campo do terreno, na ciências e etc. Isso já tá tomando o corpo, né, mudando essa essa liderança por uma liderança servidora e a gente tem essa oportunidade de eh se enganjar nisso e praticar isso. Então, seria aos poucos a melhoria de todos nós. E a gente vai percebendo, só que eu vejo um detalhe, né? Se nós tínhamos grandes líderes e que carregavam de uma certa forma muitas luzes, hoje isso passou muito paraa nossa responsabilidade. E segundo Dr. Bezerra de Menezes, não vamos ter grandes líderes. Vamos ter nós que somos a bola da vez. Somos nós, os espíritos, que haverão de sermos esses líderes que acima de tudo se preocupam em servir e não aparecer, né? eh com destaques e que vão fazer e vão ajudar a fazer essa transformação deste momento tão glorioso da humanidade. Então eu vejo, como diz o Dr. Tor Bezerro de Minezes, outra oportunidade vocês terão, mas é daqui a 10, 12.000 anos. Então eu não quero perder essa oportunidade do presente. Ela é maravilhosa para nós edificarmos em nós. E é preciso esforço, né, para poder construir essa fé que nos faz ser mais resignado e obediente e que nos faz servir melhor a Deus, nosso pai. E é, >> eu me lembro que, desculpa, >> fala, meu querido. Fala. Eu me lembro que o centenário do Chico, que foi aqui no Centro Convenções de Brasília, eh, o Dr. Bezerra deu uma mensagem, primeiro chegou Ivão do Amaral Pereira e chegou lá através da Marta, que era o médio de valor e disse Ivone que ela estava trabalhando no

ro Convenções de Brasília, eh, o Dr. Bezerra deu uma mensagem, primeiro chegou Ivão do Amaral Pereira e chegou lá através da Marta, que era o médio de valor e disse Ivone que ela estava trabalhando no mundo espiritual, a importância do trabalho. Ela estava trabalhando no espiritual e foram cercadas pelos chamados dragões, aqueles espíritos muito maus das trevas. Que von tinha uma preferência muito especial de trabalhar com os suicidas, com os doentes, com os Alice que de repente foi cercada e o grupo entrou em pânico porque o visual, a vibração, a energia é muito ruim. Ivone, mas madura, ela simplesmente começou a orar. Fui orando, orando. De repente ela ouviu uma voz dizer: "Chico voltou". E aquela voz foi ecoando. O Chico voltou. o desencar do Chico. A simples menção. Chico voltou, foi criando um nível tal de vibração que aquelas entidades sequer conseguia ficar próximo deles. Então ela saiu dali, Dr. Bezerra foi lá, a as recolheu e trouxe para o ambiente. Curiosamente do congresso. Olha que coisa linda, né? Nós estamos lhe orando, confiante, essa fé, essa certeza que a liderança sadia nos traz. Hoje nós estamos sendo duas lideranças importantes que a divindade deixou conosco. É, respirando o mesmo ar. Chico e Divald são duas autoridades espirituais moralmente grandiosas, pelo que foram, pelo que representaram. É algo parecido com esse trabalho de Paulo, naturalmente, que mantide as proposições. E eles se foram. Se eles se foram e Jesus falou que não nos deixaria órfão, ele está confiando em nós. Significa dizer que nós, ainda que sejamos pequeno na tarefa, mas temos o potencial que precisamos utilizar e colocar para fora para que a tarefa não seja prejudicada. >> É isso mesmo, Ramil. Interessante essa fala sua aí. Eh, aqui no texto de Emanuel de liderança, tem uma fala que ele diz assim sobre Cristo. Entretanto, desde que desapareceu do cenário dos homens, passou a viver mais intensamente na terra, conquistando corações para sua causa. E isso vai ao encontro do que o

ue ele diz assim sobre Cristo. Entretanto, desde que desapareceu do cenário dos homens, passou a viver mais intensamente na terra, conquistando corações para sua causa. E isso vai ao encontro do que o colocou. Os líderes somos nós, aqueles de boa vontade, que vão atravessar as tempestades da vida. E me lembra também, meus amigos, um, eu acho que é um um ditado chinês, né, um provérbio chinês que fala assim: "O mar calmo nunca fez bons marinheiros". Então, vamos à procela, né? Vamos eh eh atravessar esse momento com confiança que não estamos sozinhos. Eh, os amigos querem fazer comentários, tem aqui outras falas da Marcela, tá? E de outros amigos. Vamos ver aqui o que é que o nosso Hugo seleciona para nós pra gente eh poder comentar alguma coisa. Márcia Amadil, eu acho. Deus os abençoe, irmãos queridos, por este presente e ter associado o nosso querido Chico a Paulo de Tarso. Exemplos de liderança com amor e humildade, dando esperança e confiança nos dias de tribulações. Eu acho que foi o seu comentário, Rabelo, que a nossa Márcia tá aqui se referindo, né? Se alguém quiser fazer mais algum comentário, então vamos prosseguindo aqui. Eh, tem mais comentários e assim, uma outra coisa que me chamou também a atenção foi o centurião Júlio. Eh, como Paulo conquistou o centurião pelo exemplo e pela liderança, como foi dito aqui. E o os demais que estavam ali naquela embarcação, os demais 276 também acabaram eh na confiança, né? Confiando no que Paulo estava dizendo pela autoridade moral que ele expressava nas palavras e nas ações. Então isso é muito significativo para a liderança do movimento espírita, né? a gente precisa eh demonstrar essa confiança e fidelidade a Jesus e à Kardec, principalmente nos momentos mais difíceis que atravessamos. Eh, comentários. Desculpa, eu quero lembrar apenas liderança. O Divaldo relata, relatou que ele tava em São Paulo e fazia pregações nas férias de trabalho e ele com frio, acostumado lá com Feira de Santana, a Bahia, a Bahia é quente. São Paulo

apenas liderança. O Divaldo relata, relatou que ele tava em São Paulo e fazia pregações nas férias de trabalho e ele com frio, acostumado lá com Feira de Santana, a Bahia, a Bahia é quente. São Paulo quando esfria é muito frio. Ele disse que os ternos dele que eram só dois, coitada de volta, né? Era aquela roupinha de linho branco que vento, tinha um frio da noite, ficava balançando ali em São Paulo. E ele pegou um problema de uma na garganta que ele não conseguia falar, ficou com dificuldade. Até que ele foi o médico. O médico diz: "Olha, isso aí é câncer, você tá com câncer na garganta e provavelmente vão ter que tirar as cordas vocais, uma coisa grave". Aí ele saiu de lá, tomou os medicamentos e para Belo Horizonte. Quando chegou em Belo Horizonte, os companheiros de Minas diz: "Vamos lá no Chico?" O Chico é aqui pertinho. Quem conhece Belo Horizonte, o aeroporto Confins fica mais ou menos e distância daqui a Taguatinga, né? Eh, para pelo Leopoldo. E de volta foi, chegou lá, o Chico recebeu carinhosamente e ele não conseguia falar aquela dificuldade toda. Aí ele colocou na mesa, Chico, disse: "Não, Divaldo, vamos pedir Dr. Bezerra". E ele ficou ali na mesa, quem conheceu o Chico, acho que o Hélio borou lá no período, fica na mesa antes dele iniciar os trabalhos, lê uma parte do evangelho, faz uma prece, ele sai e vai para lá para uma sala eh receber mensagem, receitar e medicamento para pessoas e fica um grupo de gente daquela mesa ali cometando o evangelho. Então, naquele ambiente ali, eh, ele disse, ele tava lá dentro e recebeu um bilhetinho do Chico. Chico, Divaldo, o Dr. Bezerra tá lhe pedindo para você falar sobre o tema tal. Ele disse que não, até a saliva ali doía da garganta. Não tinha condição, meu Deus, Dr. Biz tá não tá entendendo o que que tá passando. Mas ele fez o esforço e falou 20 minutos. Aí outras pessoas comentaram, de repente recebe outro bezerra. Dr. Bezerra Divald tá lhe pedindo para você falar sobre o tema. Outro tema para ele, meia hora. Ele, meu Deus do céu, falou

u 20 minutos. Aí outras pessoas comentaram, de repente recebe outro bezerra. Dr. Bezerra Divald tá lhe pedindo para você falar sobre o tema. Outro tema para ele, meia hora. Ele, meu Deus do céu, falou meia hora com a dificuldade enorme. Quando terminou, já era 2 da manhã, Chico diz: "De volta, vou na casa do meu irmão André, porque eles, a mulher dele faz um bolo de milho que é uma delícia. que nós estão com fome, vão lá tomar o cafezinho e comer o bolo de milho. E eles foram andando que o centro espírita lá até a casa do irmão não era tão longe. Quem conhece o a cidadezinha de Peleopô que é pequena, bater umas pracinhas bonitas, floridas. Aí o Chico de volta sentiu um perfume de rosa assim inebriante e ele disse: "Ô Chico, não sabia que Peleopô tinha tantas rosas." Is é verdade, Vald, aqui tem muitas rosas. A cidade pelopô é abençoada pelas rosas. E logo depois um um cheiro eh delicioso de Jasmim. Ixi, que beleza. Não sabia que aqui também cuidava tanto dos jardins com Jasmim. É, Divaldo, aqui as pessoas gostam muito de Jasmim. E logo depois o Divaldo observou que o perfume saía do Chico e não das flores. Aí diz: "Mas Chico tá saindo de você?" Diz, se fosse de mim seria deton. Isso é humildade do Chico, né? Mas o perfume que naalava dele pela bondade dele. Então, fazendo um paralelo ao nosso Paulo, o que ele transmitia, as imagens que recebia, as orientações, esse perfume da palavra dela ali era inspiração dos espíritos nobres. Nós é que temos que criar e nós as condições para sermos esses canais dentro das nossas possibilidades. >> É verdade, amigos. >> Lembrando que assim como fala uma imagem, fala muito mais do que 1000 palavras, o nosso exemplo, não como como cristãos, como espíritas, fala muito mais de tudo que a gente pode falar. Então, porque as pessoas olham para nós o nosso comportamento que nós falamos, como tratamos aos outros, como tratamos as pessoas dentro da nossa família, como tratamos a uma pessoa que trabalha conosco, aquela pessoa que faz a limpeza

nós o nosso comportamento que nós falamos, como tratamos aos outros, como tratamos as pessoas dentro da nossa família, como tratamos a uma pessoa que trabalha conosco, aquela pessoa que faz a limpeza de de do local que a gente trabalha. Então, eh, o o exemplo novamente fala muito mais e quando finalmente a gente se identifica como espírita, nós temos falado há muito tempo que nós somos espíritas. >> É verdade. Gisela Marx, você ainda quer comentar alguma coisa? Estamos no finalzinho aqui do nosso nosso estudo de hoje, >> mas ainda cabe algum Pois não. >> Estou eu estou deleitando as histórias. Estou [risadas] Obrigada. >> Pois é, as histórias do Rabelo, as histórias do Blumu com Chico, deve ter sido uma grande honra. Eu não conheci o Chico pessoalmente, mas deve ter sido uma honra conviver com aquela alma tão nobre, não é? É verdade. Queria, Marl, só aproveitar uma frasezinha da Gisela. A Gisela diz que nós falamos que somos espíritas e o exemplo que estamos dando, viu? Reflexão para todos nós. >> É, [limpando a garganta] é verdade. Nós falamos e e agimos, né, como tal. Essa é a questão. Eh, nós vamos ficando por aqui, meus amigos. A Marcele ainda faz o seguinte comentário: "A força de Paulo era a disciplina do espírito submetido à vontade divina." Então, enquanto espíritas, nós estamos também eh submetidos à vontade divina, conhecemos essa vontade para poder agir como tal. Fica aí também as reflexões. Nós agradecemos aqui aos amigos, aos internautas que nos acompanham, ao casal Rabelo, a Gisela, ao Hélio e ao Max. E lembramos a todos que próxima segunda-feira estaremos aqui eh dando continuidade, já finalizando o nosso estudo do livro seis e eh agradecemos realmente eh esse momento. Muita gente aqui, meus amigos, agradecendo ao eh a Margarete. Seja bem-vinda, Margarete. Ela diz que está aqui pela primeira vez, gostou muito e vai continuar. darei continuidade. Muito bem, Margarete. Então é isso, amigos. Eh, se alguém quiser fazer mais algum comentário, tem algum minutinho para isso, pra gente

a primeira vez, gostou muito e vai continuar. darei continuidade. Muito bem, Margarete. Então é isso, amigos. Eh, se alguém quiser fazer mais algum comentário, tem algum minutinho para isso, pra gente então finalizar aqui o nosso estudo desta noite. Então, nós convidamos o nosso querido Max, agradecendo mais uma vez a participação de todos, para que ele possa nos eh proferir a nossa prece final. agradecer ao Hugo que está na técnica e agradecer a todos os amigos que estão sintonizados conosco. >> Max, >> obrigado, Marlúci. Então vamos, amigas e amigos, nos aquiietiarmos por dentro e nos colocarmos [roncando] genuflexos em espírito diante do Senhor da vida para louvá-lo por tantas bênçãos de que temos sido providos desde o momento original de nossa criação até o presente momento. Nada, absolutamente nada tem nos faltado, Pai. Tudo de que necessitamos para voltar a ti está sendo provida em abundância. Obrigado, Senhor Mestre, Senhor Jesus, que de tão longe vieste para nos auxiliar a nos encontrarmos contigo e com o Pai. Nós te agradecemos, Senhor, por este roteiro infalível que é o teu evangelho de luz e de amor. Que sejamos, Senhor, aqueles que, como Paulo, tenhamos a coragem moral de segui-lo em todos os momentos de nossas vidas, de fazer a vontade de nosso pai, fazendo a tua vontade, Senhor. Por isso te rogamos, Senhor, almas ainda titubiantes, ainda vacilantes que somos, pedimos a força para superar as nossas próprias dificuldades, vencendo os ópices que ainda em nós, a fim de que sejamos providos da força que ainda não possuímos para vencer os debates íntimos que se travam dentro de nós. benfeitores espirituais, mensageiros do mais alto, cuidadores deste trabalho, cuidadores de cada um de nós. Gratidão por estarem aqui a nos inspirar, todos nós, para que as lições sejam assimiladas em profundidade e que elas possam calar fundo em nossos corações, tornando-nos verdadeiramente aqueles que vivamos a mensagem do Senhor. Que assim seja. >> Que assim seja, Marx. Gratidão, meu

imiladas em profundidade e que elas possam calar fundo em nossos corações, tornando-nos verdadeiramente aqueles que vivamos a mensagem do Senhor. Que assim seja. >> Que assim seja, Marx. Gratidão, meu amigo, por essa prece tão comovedora. Gratidão aos amigos e nos veremos na próxima segunda-feira com o tema 39. Até lá. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos. Conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que [música] antes pareciam inalcançáveis. [música] A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes [música] nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com [música] muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos [música] tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade [música] disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, [música] produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. [música] Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho [música] precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais [música] uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha [música] Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doe.com.br e faça sua doação. Eu quero [música] viver.

Vídeos relacionados