#37 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...
Olá, queridos irmãos, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo. É um programa continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Estamos vendo, estudando o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Vamos ver quem já está brilhantando a nossa sala. José Maralves, a Glácia Araújo, a Gisele Teresa Baralde, a Márcia Coelho, a Marlene Tax, Elda Duarte, que maravilha, e muitos outros que ainda vão adentrar a nossa sala de estudo para mais um tema de Atos dos Apóstolos. Então, queridos, para dar seguimento ao nosso estudo de hoje, eu vou convidar a Gisele, a Gisela, que vai fazer a nossa prece de de iniciação e também a leitura de harmonização. Oi, Gisela. >> Oi, Janice. Boa noite. Boa noite. >> Boa noite. Seja bem-vinda, Gisela. >> Muito obrigada. Então vamos fazer essa primeira conexão através da leitura sim do livro Pão Nosso, pelo espírito Emanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier. No capítulo 49 temos velho argumento. E aduzindo ele isto em sua defesa, disse festo em alta voz: "Estás louco, Paulo? As muitas letras te fazem delirar. Atos capítulo 26 versículo 24. É muito comum lançarem aos discípulos do Evangelho a falsa acusação de loucos que les é imputada pelos círculos cientificistas do século. O argumento é belíssimo por parte de quantos pretendem fugir à verdade complacentes com os próprios erros. Há trabalhadores que perdem valioso tempo, lamentando que a multidão os classifique como desequilibrados. Isto não constitui razão para contendas estéreis. Muitas vezes o próprio mestre foi interpretado por demente e os apóstoles não receberam outra definição. Numa das últimas defensas, vemos o valor amigo da gentilidade ante a corte provincial de cesária, proclamando as verdades imortais do Cristo Jesus. A assembleia toca-se de imenso assombro. Aquela palavra franca e nobre está rez os ouvintes e aí que pôr seu festo, na
a corte provincial de cesária, proclamando as verdades imortais do Cristo Jesus. A assembleia toca-se de imenso assombro. Aquela palavra franca e nobre está rez os ouvintes e aí que pôr seu festo, na qualidade de chefe dos convidados delibera quebrar a vibração de espanto que domina o ambiente. Antes, porém, de fazê-lo, o argucioso romano considerou que seria preciso justificar-se em bases sólidas. Como acusar, no entanto, o grande convertido de Damasco, se ele festo, reconhecia o carácter íntegro, a sincera humildade, a paciência sublime e o adoroso espírito de sacrifício. Lembra-se então das muitas letras e Paulo é chamado louco pela ciência divina de que havia de que dava testemunho. Recorda, pois, abnegação batalhador e não dispenses aço falsas considerações de quantos te provoquem ao abandono da verdade. O mal é incompatível com o com o bem. E por poucas letras ou por muitas, desde que te alistes entre os aprendizes de Jesus, não te faltará o mundo inferior com o sarcasmo e a perseguição. Então vamos, quem quiser fechar os olhos para melhor concentração, olhando ao divino, ao nosso Deus celestial, nos concentrando mental, espiritual, até fisicamente para essa conexão tão especial. que temos a oportunidade de fazer. Vamos respirar profundo e nessa respiração vamos a receber a luz divina que nos inspira cada dia. E na inspiração, vamos tentar colocar para fora os problemas do dia de hoje, que às vezes impedem o nosso crescimento e, especialmente agora, poderiam impedir entender a lição de hoje. E respirando novamente, vamos pedir aos nossos amigos espirituais que estejam conosco neste momento. E na inspiração, vamos colocar para fora as nossas mágoas, as nossas tristezas, verificando que às vezes não podemos mudar tudo o que queremos. Temos que aceitar as coisas tal e como vem. E respirando pela terceira vez, vamos nos concentrar no nosso mestre Jesus, que tantas palavras de alívio nos trouxe e tantas coisas nos ensinou. E expirando, vamos colocar toda a negatividade para
m. E respirando pela terceira vez, vamos nos concentrar no nosso mestre Jesus, que tantas palavras de alívio nos trouxe e tantas coisas nos ensinou. E expirando, vamos colocar toda a negatividade para fora e nos concentrarmos no amor e na caridade. que possamos abrir os nossos olhos espirituais à nossa mente esta noite para receber a mensagem que tem Deus para conosco esta noite, que nos permita fazer mudanças internas e assim poder servir da melhor forma ao Cristo. independente do que falam de nós, independente do que os outros pensem, sempre servindo com muita educação, o tratamento para com os outros, especialmente aqueles que pensam de forma diferente. Sabemos que o nosso testemunho, como pessoas cristãs, fala muito mais alto de que toda palavra que possamos utilizar. E desta forma pedimos então iluminação, inspiração ao nosso irmão Max que vai ter as palavras que precisamos ouvir esta noite. Fica conosco, Jesus neste estudo, neste momento. Que assim seja. >> Que assim seja, Gisela. Muito obrigada pela prece, pela leitura. Então, queridos amigos, voltando ao nosso a nossa apresentação, nós estamos vendo a parte cinco, que é a última parte do livro seis de Atos dos Apóstolos. Hoje veremos o tema 37, que é do capítulo 26, é discurso de Paulo perante a gripa. relações, reações do auditório. Está em Atos, capítulo 26 versículos de 1 a 32. Então, vamos ver quem mais entrou aqui na nossa sala. Olha, Carlinhos Taiano, sempre com a gente. A Gabriela Rodrigues, José Carla, Circe Leôcio, Roberta, Ana Rúbia, Regina, Alfredo, olha que legal, a Alice, a Marcela Esteves lá da Argentina, abraço Marcela. A Marlene Tax sempre conosco, querida. Ros, Ros Rosilane, desculpa, Rosilane. Então, fiquem conosco no nosso estudo. Gostaríamos muito que vocês eh colaborassem com algumas eh colocações, quem quiser, porque fica bem interessante. final, a gente reserva um uns de 30 a 20 minutinhos pra gente eh dialogar. Então, fiquem à vontade. Vou convidar o nosso querido Max para Oi, Max, boa noite. Seja muito
, porque fica bem interessante. final, a gente reserva um uns de 30 a 20 minutinhos pra gente eh dialogar. Então, fiquem à vontade. Vou convidar o nosso querido Max para Oi, Max, boa noite. Seja muito bem-vindo ao nosso estudo, Max. >> Boa noite, Janice. Boa noite, amigas e amigos. Sejamos todos nós muito bem-vindos a mais um capítulo do Atto dos Apóstolos. Com certeza, Marx. E que sejamos bem-sucedidos, viu, Marx? >> Com certeza. >> Estamos apostos aqui para escutar. >> Estamos com Paulo. Não tem como ser mal sucedentido ao Paulo. [risadas] >> Verdade, Max. Uma super companhia, né? Super Max e uma super companhia com Paulo. >> Pois é. Então, hoje nós vamos tratar, como você disse, do tema 37, né? Bem interessante porque já vai ser um dos últimos discursos do nosso querido Paulo e uma pérola de discurso novamente, né? E nós vamos pedir ao amigo >> para que nos coloque o aí o material. Isso. Muito obrigado. Para que nós possamos nos orientar por ele. Eh, só pra gente ter essa essa referência que nós estamos seguindo o nosso livro, né? Então, é importante que a gente tenha essa situação, vamos dizer assim, orientada, porque isso nos dá a condição de poder depois estudar cada um que assim julgar conveniente e lá ler o material, porque é a maneira mais adequada pra gente aprender essas lições tão poderosas que vem do evangelho. Como nós ouvimos, a parte cinco, então é a parte que nós estamos tratando e ela tem no início esse esse texto de Paulo aos Gálatas que diz: "Já não sou eu quem vivo, que vivo, mas é o Cristo que vive em mim". Esse é o estágio em que nós também precisaremos chegar um dia com os esforços tais como os esforços que foram feitos por ele. Vamos lembrar que a parte cinco tá dividida em 39 temas e mais um apênice que nós vamos chamar aqui de tema 40 que vai ser então o objeto de todo o estudo. Hoje então é o tema 37 e teremos mais três temas até o fim deste livro para então depois entrarmos no livro que se chamará as cartas de Paulo, né, que são maravilhosas e nós vamos ter alegrias
estudo. Hoje então é o tema 37 e teremos mais três temas até o fim deste livro para então depois entrarmos no livro que se chamará as cartas de Paulo, né, que são maravilhosas e nós vamos ter alegrias muito grandes em poder estudá-las também. Já vamos conhecendo muito bem a trajetória deste bendito benfeitor que foi Paulo entre nós na terra e que continua sendo no mundo espiritual. E vamos ver como ele conseguiu lidar com tanta igreja que foi fundada sem que ele pudesse estar lá em todas as cartas serão o caminho que nós vamos examinar com ele. Bom, é sempre bom a gente lembrar que existem várias obras que podem ser utilizadas para apoiar nosso estudo, mas nós temos, além do próprio Atóstolos, duas obras que nós não podemos deixar de considerar de hipótese alguma, principalmente para esse tema 37 de hoje. São os livros, os os livros as páginas que vêm do livro Paulo e Estevão, que foi escrita pelo nosso Emanuel, pelas mãos abençoadas do nosso Chico, que é uma espécie de bastidor do que acontece lá nos Atos dos Apóstolos, que Lucas nos deixou aí registrado. Então, e Emanuel vai trazer com certeza sobre a permissão de Paulo, que ele consultou antes de escrever esse livro, vai trazer detalhes absolutamente inesperados e que não teríamos como saber se não tivessem vindo do mundo espiritual. Mas tem um estudioso, obviamente, que somos todos nós, que precisamos ater cada capítulo desse. O estudioso que realmente quer compreender o evangelho para poder meditá-lo e depois senti-lo, precisa passar por todos esses estudos para que isso fique bem internalizado em seu íntimo e só depois então conseguiremos viver o evangelho sem aquela fé vacilante que nos acompanhou durante tantos séculos. Hoje estamos no antepenúltimo capítulo que nós vamos encerrar com ele, que é o capítulo oito que trata do martírio em Jerusalém. E já no capítulo 9, que será o encontro que vem, nós vamos ter já o nosso querido Paulo em viagem para Roma. Outro estudioso encarnado que esteve entre nós, já não está mais encarnado
io em Jerusalém. E já no capítulo 9, que será o encontro que vem, nós vamos ter já o nosso querido Paulo em viagem para Roma. Outro estudioso encarnado que esteve entre nós, já não está mais encarnado entre nós, foi Eliseu Rigonat. E ele mesmo diz que num num movimento assim de muita intuição, ele escreveu esse Evangelho dos Humildes e trata dos Atos dos Apóstolos e do Evangelho de Mateus nesse livro. E hoje nós estamos examinando o capítulo 54 que aborda o tema 37 que nós estamos hoje tratando. Então, por que que eu tô trazendo aqui, pessoal, essas essas bases? porque elas consubstanciam a interpretação. Lembra que nós estamos fazendo a interpretação espírita? E para que isso seja sólido, além do Evangelho segundo o Espiritismo, que nós também extraímos muito de lá, e das outras quatro obras do Pentateuco, sem nos lembrarmos agora de outras tantas que são referidas, nós precisamos lembrar que essas obras elas suportam a compreensão e nos dão a tranquilidade para ter convicção no que nós estamos interpretando, para ter certezas inabaláveis, para ter o que Kardec nos ensinou a construir, que se chama fé raciocinada. Rapidamente, só pra gente fazer um breve breve eh passagem do que nós vimos no encontro passado, nós lembramos que o novo governador Porcios Festos, ele tinha chegado e queria conhecer Jerusalém. Vai passar ali cerca de uns 10 dias e ele visita Jerusalém. E lá vocês vão se lembrar que ele vai fazer questão de conhecer os os doutores da raça, né, dos judeus, para poder obviamente estar em harmonia com eles, que sabiamente poros buscava fazê-lo. E ele obviamente é conclamado a fazer um novo julgamento com a participação de novo dos israelitas. Lembrando que já tinham se passado 2 anos quando Félix então tinha abandonado Paulo ao sabor dos anos, sem considerá-lo mais importante no julgamento. Então agora com Porscios, um novo julgamento se fará. E durante o julgamento religioso, nós vamos ver uma armadilha que os judeus estavam tramando, que levava Paulo de volta para Jerusalém para ser
o. Então agora com Porscios, um novo julgamento se fará. E durante o julgamento religioso, nós vamos ver uma armadilha que os judeus estavam tramando, que levava Paulo de volta para Jerusalém para ser julgado lá. E como Porscius colocou isso de forma direta, Paulo usou, utilizando as bases da sua cidadania romana, que ele conquistou desde menino, ele então apela para César, que era um recurso que todo cidadão romano tinha, tinha uma expressão tradicional que se utilizava. E se você apela para César, para César você irá. E Paulo se utilizou dessa desta condição que ele era portador por sua origem de, vamos dizer, formação romana. O rei Agripa e sua irmã Berenice comparece para visitar o novo governador e obviamente pede para ouvir Paulo porque ficaram impressionados sobre já o conheciam claro e o próprio governador irá fazer comentário sobre Paulo que chama atenção tanto de Agripa como da sua irmã Berenice. E aí, obviamente, Porsos não recua e dá com certeza a oportunidade de, como sendo o Cicerone dos convidados, de apresentar Paulo que infelizmente é apresentado, acorrentado e faz um discurso impressionante que chega a causar profundas modificações íntimas em a gripe que se externa quanto a isso, mas não tem coragem, provavelmente de assumir os desafios de é cristão de fato, a irmã dele mais sensível pede até para que ele seja libertado. Bom, vamos fazer isso aqui em duas partes, como foi proposto no início. Vamos fazer o discurso de Paulo perante esse rei, que agora é o nosso trabalho e vamos depois ver o impacto nisso, nessa pequena assembleia que ali estava, que nos fará perceber a força do magnetismo e da concatenação claríssima de ideias que Paulo possuía. Bom, como de hábito, nós pedimos permissão aqui para trazer o texto evangélico na íntegra, porque se nós analisarmos, poucos de nós tivemos o cuidado de estudar os 27 livros do Evangelho de maneira sistematizada e continuada, lendo versículo a versículo, capítulo a capítulo. Então, hoje nós estamos tendo a oportunidade, já são vários anos que
idado de estudar os 27 livros do Evangelho de maneira sistematizada e continuada, lendo versículo a versículo, capítulo a capítulo. Então, hoje nós estamos tendo a oportunidade, já são vários anos que nós estamos fazendo isso. E essa leitura é bom, porque nós vamos extrair da fonte lá do que Lucas escreveu, o que realmente nós vamos interpretar. Então nós vamos ler com o cuidado para que parte do texto já seja chamada a atenção aqui para nós. Então diz Lucas, dirigindo-se a Paulo, disse a gripa. Então eles já estavam naquele ambiente onde Paulo se pronunciaria. Tens permissão de falar em teu favor? Então, estendendo a mão, começou Paulo a sua defesa. Vamos lembrar que Paulo estava diante de duas autoridades poderosas, o governador da Galileia, que era Porscios, e do rei Agripa, que era um descendente de Herodes, né, nós sabemos. Então vamos lá e vamos ver o Paulo dizendo: "Considero-me feliz, ó rei Agripa, por poder hoje diante de ti defender-me de todas as coisas de que pelos judeus sou acusado. Tanto mais porque estás ao corrente de todos os costumes e controversas dos judeus, razão também pela qual te peço que me escutes com paciência. O que foi o meu modo de viver desde a mocidade, como transcorreu desde o início no meio do meu povo e em Jerusalém, sabem-no todos os judeus. Eles me conhecem de longa data e podem atestar, se quiserem, que tenham vivido segundo a seita mais severa de nossa religião como fariseu. E agora estou sendo aqui julgado por causa da esperança na promessa feita por Deus aos nossos pais, a qual esperam chegar às nossas 12 tribos que servem a Deus noite e dia com todo o ardor. Veja que Paulo tá falando como um judeu típico da raça. Ele não vai contradizer absolutamente nada da raça, daquilo que vinha de Moisés. Ele vai ser fiel. E mesmo sendo cristão, ele não veio, como disse Jesus, destruir a lei, mas ele veio trazer a nova lei pro conhecimento, de forma a completar a lei antiga. Continua ele: "É por causa dessa esperança, ó rei, olha a palavra
o, ele não veio, como disse Jesus, destruir a lei, mas ele veio trazer a nova lei pro conhecimento, de forma a completar a lei antiga. Continua ele: "É por causa dessa esperança, ó rei, olha a palavra esperança que pelos judeus sou acusado. Entretanto, por que se julga incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?" Então, vejamos aqui que Paulo defendia veementemente a ressurreição de Jesus, que ele tinha obviamente voltada ao terceiro dia. Isso quando ele começava a falar, causava um malestar em muitos judeus que não aceitavam isso, apesar de os profetas preverem isso. Então veja que Paulo não arredentemente da resposta negativa desses preconceituosos, que não eram todos os judeus que eram preconceituosos, mas muitos deles sim. Paulo continuava falando a despeito do impacto que negativamente causava em alguns a ponto deles quererem atacar o próprio Paulo. Então a pergunta foi, entretanto, porque se julga incrível? Olha a palavra que ele usou, incrível. entre vós que Deus ressuscite os mortos, porque isso foi previsto. Quanto a mim, parecia-me necessário fazer muitas coisas contra o nome de Jesus, o Nazareu. Foi o que fiz em Jerusalém. Há muitos dentre os santos, eu mesmo encerrei nas prisões, recebida da autorização dos chefes dos sacerdotes. E quando eram mortos, eu contribuía com meu voto, muitas vezes percorrendo todas as sinagogas por meio de torturas que forçá-los a blasfemar, ou seja, a negar Jesus. E no excesso de meu furor, cheguei a persegui-los até em cidades estrangeiras, se referia, por exemplo, a Damasco. Então, vejamos, amigas e amigos, que Paulo não deixa de fazer a sua própria análise pessoal. Ele foi um perseguidor, nunca negou isso e expõe isso de forma clara, como se tivesse fazendo o que era certo por acreditar que estava fazendo a vontade de Moisés. Com este intuito, encaminhei-me a Damasco com a autoridade e a permissão dos chefes dos sacerdotes. No caminho, pelo meio-dia, eu vi, ó rei, vinda do céu e mais brilhante que o sol, uma luz que circundou a mim e aos que me
minhei-me a Damasco com a autoridade e a permissão dos chefes dos sacerdotes. No caminho, pelo meio-dia, eu vi, ó rei, vinda do céu e mais brilhante que o sol, uma luz que circundou a mim e aos que me acompanhavam. Caímos todos por terra e ouvi uma voz que me falava em língua hebraica. Saul, Saul, ô Saulo, Saulo, por? É duro para ti recalcitrar contra o aguilhão? Perguntei: Quem és, Senhor? E o Senhor respondeu: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues, mas levanta-te e fica firme em pé, pois este é o motivo porque te apareci para constituir-te servo e testemunha da visão na qual me viste, e daquelas nas quais ainda te aparecerei. Eu te livrarei do povo e das nações gentias, as quais te envio, para lhes abrir os olhos e assim se converterem das trevas à luz e da autoridade de Satanás para Deus. Então, vejamos que coisa interessante. Paulo relata em minúcias, provavelmente o rei Agripa não soubesse isso em detalhe. Talvez tivesse ouvido falar da boca de terceiros, mas da boca do próprio Paulo era a primeira vez. Então, vejamos que ele retratou exatamente o que aconteceu. Imagina uma luz mais forte que a luz do sol, gente. Foi o que ele relatou aqui. Então, você vai ver que Paulo ele relata isso várias vezes, em várias oportunidades. De algumas vezes ele coloca de uma maneira, de outras vezes ele coloca de outra maneira, mas a íntegra é a mesma. Então ele disse isso para causar um impacto em a gripa e obviamente na sua irmã Berenice, porque ele já tinha causado impacto em Porscios. De tal modo receberão pela fé em mim, continua ele, a remissão dos pecados e a herança entre os santificados. Quant aí ele continua, quanto a mim, rei Agripa, não me mostrei rebelde a visão celeste. Então, até santificados era o a palavra de Jesus que ele tinha ouvido. E aí ele vai voltar e vai falar ao rei Agripa: "Não me mostrei rebelde". a visão celeste, ao contrário, primeiro aos habitantes de Damasco, aos de Jerusalém e em toda a região da Judeia e depois aos gentios, anunciei o arrependimento e a conversão a Deus com
trei rebelde". a visão celeste, ao contrário, primeiro aos habitantes de Damasco, aos de Jerusalém e em toda a região da Judeia e depois aos gentios, anunciei o arrependimento e a conversão a Deus com a prática de obras dignas desse arrependimento. É por causa disso que os judeus, tendo-se apoderado de mim no templo, tentaram matar-me. Tendo alcançado, porém, o auxílio que vem de Deus até o presente dia, continua a dar o meu testemunho diante de pequenos e de grandes, nada mais dizendo senão o que os profetas e Moisés disseram que havia de acontecer, que o Cristo deveria ou devia sofrer e que sendo o primeiro a ressuscitar dentre os mortos, anunciaria a luz. ao povo e aos pagãos. Então veja que ele consegue num poder de síntese impressionante fazer um apanhado desde o seu nascimento até o momento em que ele foi preso e estava ali agora sendo levado a pronunciar-se de novo. Então ele deixa claro que em momento algum ele transgrediu a lei de Moisés que nada mais estava fazendo do que dar execução a ela. E é muito interessante a gente perceber como ele consegue ser fiel em todos os seus discursos dessa forma. Bom, como dissemos, o nosso querido eh Emanuel, ele vai trazer algumas vezes alguns detalhes que ajudam a compreender melhor e de outras vezes faz com que a gente viaje mais perto, porque ele escreve de uma forma muito romanceada às vezes e aquilo faz com que a gente se envolva com o texto. Aqui ele vai detalhar da seguinte forma. Diz Emânuel: "O ex-rabino evocou a infância, deteve-se nas reminiscências da mocidade, explicou sua versão aos seguidores do Cristo Jesus e, exuberante de inspiração, traçou o quadro de seu encontro com o mestre Rede Vivo às portas de Damasco, a viva luz do sol". Então veja, Lucas não podia ter escrito tudo. Então, por exemplo, ele quando diz evocou a infância, Lucas não escreveu os detalhes, mas ele conta detalhes. Neste encontro que houve com o rei Agripa e com Pórcios, o rei Agripa, sua irmã e Pórcios, ele conta detalhes que obviamente Lucas não poderia registrar
o escreveu os detalhes, mas ele conta detalhes. Neste encontro que houve com o rei Agripa e com Pórcios, o rei Agripa, sua irmã e Pórcios, ele conta detalhes que obviamente Lucas não poderia registrar tudo, né, gente? Não tinha pergaminho e espaço para tanta coisa. Ele registrou o básico e vem agora Emânio trazer mais informações. Diz ele ainda: "Em seguida, passou a enumerar os feitos da obra de gentilidade, as perseguições sofridas em toda parte por amor ao evangelho, concluindo curvia aemência que, sem embargo, suas pregações não contrariavam, antes corroboravam as profecias da lei antiga desde Moisés". Então aqui então, por exemplo, esse essas perseguições sofridas, os feitos da obra deidade que ele numerou, Lucas também não registrou obviamente, mas sob a permissão de próprio Paulo Emanuel que vai comentar que ele falou lá isso. Então, é claro, se o discurso completo tivesse sido apresentado, teria sido um texto muito longo. E ele chega ao final na conclusão que exatamente disso corroboravam as profecias da lei antiga desde Moisés. nunca entrou em debate com Moisés, nunca contestou da Moisés, nunca foi contra os judeus em si. O que ele fez foi dar execução, mas como as pessoas a na sua grande maioria não o compreendiam, não o aceitaram. como não o aceitaram Jesus, como não aceitaram muitos dos apóstolos, como muitos ainda não aceitam até hoje. Bom, a profecia da vinda do Messias, ela veio em vários livros do Primeiro Testamento, sobretudo Isaías, é que marca muito claro, né? Em seguida, Paulo faz referência à promessa da vinda do Messias ardentemente. Imagina a locução desse homem, a vemência com que ele fala. aguardada pelo povo judeu, representando em suas 12 tribos. representado em suas 12 tribos, desculpa. Politicamente, a nação judaica se compunha de 12 tribos, cada uma delas descendentes de um dos filhos de Jacó. A promessa feita era a vinda do Salvador, sempre anunciada pelos profetas, especialmente Isaías. Ao recordar este ensinamento, Paulo declara uma das sua,
a delas descendentes de um dos filhos de Jacó. A promessa feita era a vinda do Salvador, sempre anunciada pelos profetas, especialmente Isaías. Ao recordar este ensinamento, Paulo declara uma das sua, uma das acusações que lhe era imposta pelo Sinedério era o fato de acreditar nas profecias, como consta nesse registro que nós acabamos de ler. E agora estou aqui sendo julgado por causa da esperança na promessa feita por Deus aos nossos pais. Ou seja, ele estava simplesmente de novo dando sequência ao que tinha sido profetizado. É por causa dessa esperança, ó rei, que pelos judeus sou acusado, como nós lemos. Bom, ele fala da ressurreição dos mortos. Vamos dar uma olhadinha um pouco melhor nisso. O admirável apóstolo fala de outra acusação que lhe foi imposta pelas autoridades do judaísmo, a crença na ressurreição dos mortos. Tá lá em Atos 26:8, que nós já lemos. Crença, aliás, que fazia parte da educação e formação religiosa, ressalta. Vimos que os fariseus acreditavam na ressurreição dos mortos, que haveria então demais que Paulo pregasse a ressurreição de Jesus. É a pergunta velada que ele faz a Agripa, que também era fariseu, que nós vamos ver lá na frente. Aqui é Eliseu Rigonate falando nesse apóstolos que tá aí no item quatro. Então, é claro que Paulo não tava falando nada que fosse novo. Só que lembra que entre a raça judaica, os israelitas, existiam algumas crenças. Os fariseus tinham a certeza ou pelo menos alguma noção de que a ressurreição poderia realmente acontecer. Já outros, os íênios, por exemplo, não. Em sua lúcida defesa, Paulo apresenta todas as acusações do clero judaico contra a sua pessoa, apresentando com coerência e sensatez a rivalidade de tais julgamentos. E era tão bem eh trazido isso por ele. Ele era o próprio advogado de si mesmo, né? que ele vai envolvendo as pessoas que estão ouvindo, que no final as pessoas não têm como acusá-lo. E aí ele fala também da conversão na estrada de Damasco, que é importante a gente registrar aqui algumas anotações.
olvendo as pessoas que estão ouvindo, que no final as pessoas não têm como acusá-lo. E aí ele fala também da conversão na estrada de Damasco, que é importante a gente registrar aqui algumas anotações. Diz o nosso querido Rigonat. Sempre que oportuno, Paulo relata a sua conversão na estrada de Damasco, vindo Jesus abrir-lhe os olhos para a luz e traçar-lhe um plano de trabalho ao qual ele obedeceu fielmente. Lembra que Jesus usou uma expressão com Ananias que era chamado de vaso escolhido? E ele diz pessoalmente ao próprio Paulo que ele estava encobido de levar aos gentios o evangelho, como foi dito por ele agora. ele tinha que abrir os olhos daqueles que estavam em trevas. Bom, esse discurso vai ter uma reação que a gente acabou a avançando um pouquinho ali quando o nosso querido Rigonat fala do Porscios, a resposta que Porscios vai dar a grandiosidade das palavras de Paulo. E também vamos, obviamente, nos ater ao texto, que é a continuidade da sequência anterior e vamos lembrar com com Lucas, dizendo eles estas coisas em sua defesa. Esto interrompeu em voz, em alta voz. Agora a pouco foi lido o texto na nossa abertura que fala exatamente desse momento que Efesto diz esse texto aqui, ó. Estás louco, Paulo? Teu enorme saber te levou à loucura. Então aqui obviamente ele interrompe aquela fluência natural de Paulo, interrompe aquela ambiência psíquica que estava já estabelecida como uma forma de, vamos dizer assim, nós vamos ver que quando somos pequenos, aquilo que a gente não compreende nos causa mal-estar. E Paulo vai rebater de maneira firme. Não se dobra ao tamanho da posição social de Festo, que era o governador, e vai dizer algumas verdades que de forma muito clara dizem da posição evolutiva de Festo. Aí vai dizer Paulo, Paulo retrucou, não estou louco, excelentíssimo Festo, mas são palavras de verdade e de bom senso que profiro. Pois destas coisas tem conhecimento o rei, ao qual me dirijo com toda a audácia. Olha como ele diz, toda a audácia, persuadido de que nada disto
mas são palavras de verdade e de bom senso que profiro. Pois destas coisas tem conhecimento o rei, ao qual me dirijo com toda a audácia. Olha como ele diz, toda a audácia, persuadido de que nada disto lhe estranho. Aliás, não foi num recanto remoto que isto aconteceu. Ou seja, os profetas profetizaram a aos 10 ventos, todo mundo sabia as profecias. Então Paulo tava falando nada que fosse oculto, que fosse hermético, que fosse dos, vamos dizer, só dos iniciados judeus, não era público. E ainda de maneira assim muito muito eh, vamos chamar assim afrontosa, né? Porque ele vai colocar de frente com com de frente com o rei e diz: "Cres nos profetas, rei Agripa". E antes que o rei Agripa, que tava ali já mal com outro, quase confuso, antes que ele tivesse qualquer manifestação, Paulo salva-o desta situação de desconforto e diz: "Eu sei que tu cres." A gripa então retorquiu a Paulo ainda um pouco e por teus raciocínios fazes de mim um cristão. Olha onde que estava o pensamento de Agripa acompanhando o pensamento de Paulo, conhecendo melhor o evangelho. Veja porque Paulo foi o poderoso agente de do evangelho na terra. Ele tinha no poder da voz dele a capacidade de trazer pessoas para compreensão. E era na compreensão que eles que ele trazia os novos seguidores de Jesus. Não era dos dogmas, não era em coisas místicas, não era na compreensão das verdades que o evangelho por ele era expressado. E Paulo, depois dessa afirmativa de que por pouco ele não se tornaria um cristão, Paulo diz: "Eu pediria a Deus que por pouco ou por muito, não só tu, mas todos os que me escutam hoje, vos tornasseis tais como eu sou." com exceção dessas correntes, porque ele tava preso. Levantou-se o rei, assim como o governador Perinice e os que estavam sentados com ele, com eles. Nós não sabemos quem era e nem quantos eram. Lucas não disse. Ao se retirarem, falavam entre si. Um homem como este nada pode ter feito que mereça a morte ou a prisão. E a gripa concluiu dizendo a festo, este homem bem poderia ser solto se não
. Lucas não disse. Ao se retirarem, falavam entre si. Um homem como este nada pode ter feito que mereça a morte ou a prisão. E a gripa concluiu dizendo a festo, este homem bem poderia ser solto se não tivesse apelado para César. Então veja, gente, ele poderia naquele discurso ter encontrado a liberdade dele, porque Festo era o governador e estava ao lado de um representante dos judeus que era o rei. Se houvesse a sanção do rei com a concordância de Festo, Paulo teria sido posto em liberdade. Mas como Paulo no encontro passado nós vimos, ele foi colocado numa situação perigosa de voltar para Jerusalém, ele tinha apelado para César e obviamente isso faz com que não tenha retorno mais. Bom, o discurso, como nós vimos, já produzi dois impactos que ficam bem claros, né? o o próprio governador e o próprio rei que chega a dizer que se tornaria cristão. Então diz o nosso querido Emanuel: "Dando curso à imaginação ardente e fácil, o orador tinha os olhos jubilosos e brilhantes. A assembleia aristocrática estava eminentemente impressionada com os fatos narrados, denotando entusiasmo e alegria. Herodes Agripa muito pálido. Então isso Lucas não pôde dizer, né? Por isso que nós dissemos lá atrás que ele tava desconfortável. Tinha a impressão de haver encontrado uma das mais profundas vozes da revelação divina. Então veja que era alma falando e a outra alma que era o rei Agripa que tinha alguma elevação. Claro que tinha porque captou isso e se envolveu com isso. Com quanto? Não sabemos porque ele não conseguiu dar vazão e também se tornar um cristão. E a resposta de Paulo ao governador, ela é importante a gente tratáa aqui com mais profundidade, porque o Emânio vai dizer assim: "Ouvindo o apóstolo descrever as cenas mais belas de seu apostolado com os olhos repletos de alegria e de luz, transmitindo ao auditório atento e comovido ideias imprevistas e singulares, o governador considerou que se trataria de um louco sublime e disse-lhe em voz alta na intercorrência de uma pausa mais
uz, transmitindo ao auditório atento e comovido ideias imprevistas e singulares, o governador considerou que se trataria de um louco sublime e disse-lhe em voz alta na intercorrência de uma pausa mais prolongada. Paulo, és um desvairado. As muitas letras fazem te delirar. O exrabino, longe de se atemorizar, respondeu nobremente. Aqui então Lucas não conseguiu colocar tudo e o nosso querido Emanuel nos trouxe detalhes da resposta de Paulo que Lucas não pôde anotar. Enganai-vos, não sou louco. Diante de vossa autoridade de romano ilustre, eu não me atreveria a falar desta maneira, pois reconheço que não estais devidamente preparado para ouvir-me. Para uma pessoa eh que não esteja, vamos dizer assim, contextualizada aqui, vai dizer que Paulo tá sendo grosso com com o governador. Não. O governador tinha uma cultura romana de nada da raça dos judeus ele tinha na sua cultura desde a infância. Por isso, o preparo que Paulo teve, o preparo que todo judeu que assume posição no Sinédio daquela época tinha que ter, o governador não tinha. Então ele ia falar uma linguagem que não era compreensível na íntegra por um governador que não tinha as bases de entendimento. E por isso Paulo diz isso de forma forte. Parece forte. Mas ele tá dizendo de forma autêntica apenas, nada mais do que isso. Os patrícios de Augusto, e aí ele vai longe, os patrícios de Augusto e o Festa era um deles, são também de Jesus Cristo. Olha como ele disse. São de Jesus Cristo, mas ainda não conhecem plenamente o Salvador. Então ele tá dizendo textualmente que Porscios Festos é um seguidor de Jesus, mas ainda não sabe disso. todos os outros, inclusive o próprio César também será o seguidor do Cristo. Gente, ele antevia o futuro. Ele sabe que o evangelho será pregado por toda esta terra e nenhum idiota, nenhum tio passará, como disse Jesus, até que isso aconteça. Paulo sabia disso e afirmou categoricamente para o nosso querido governador essas palavras. Continua ele: "A cada qual devemos falar de acordo com a sua capacidade
disse Jesus, até que isso aconteça. Paulo sabia disso e afirmou categoricamente para o nosso querido governador essas palavras. Continua ele: "A cada qual devemos falar de acordo com a sua capacidade espiritual. aqui ele tocou fundo, né? Ou seja, ele aqui colocou o Porscios numa posição inferior ao Agripa, por exemplo, porque a capacidade espiritual dele era mais eh, vamos dizer assim, era menor do que a do outro. Por quê? porque ele tava mais ligado às coisas da matéria, à coisas do poder, enquanto a gripa, estudioso, que era das leis, estava mais ligado à coisas do espírito. Não significa isso de forma definitiva, que por causa disso eles devessem ser de níveis diferentes, porque você pode ter uma pessoa que tá ligada às coisas materiais, mas tem uma uma uma aquisição espiritual já precedente, que ele age com todas as características de um uma pessoa espiritualizada, independentemente dele não frequentar ou não fazer parte de nenhuma escola religiosa. Mas o caso aqui, Paulo na subliminar palavra dele aqui tá dizendo que o outro ainda não tem um estágio evolutivo que precisaria para alcançar a explicação que ele tava dando pra gripa aqui. Porém, senhor governador, se falo com ousadia é porque me dirijo a um rei que não ignora o sentido de minhas palavras. Então ele já amenizou um pouco. Herodes Agripa terá ouvido Moisés de Vamos lembrar, gente, que esse Herodes Agripa aqui é o Herodes Agripa 2, tá? terá ouvido Moisés desde a infância. É romano pela cultura, mas alimentou-se da revelação de Deus aos seus antepassados. Nenhuma de minhas afirmações lhe pode ser desconhecida. De outro modo, ele trairia sua origem sagrada. Pois todos os filhos da nação que aceitou o Deus único devem conhecer a revelação de Moisés e dos profetas. Creia assim. Rei Agripa. Então aqui ele coloca depois de conversar com o governador como foi realmente que aconteceu, ele faz a pergunta pro rei Agripo, diferente um pouquinho do que Lucas anotou. E aí, Rigonate vai cumprimentar para nós. Paulo replica que
conversar com o governador como foi realmente que aconteceu, ele faz a pergunta pro rei Agripo, diferente um pouquinho do que Lucas anotou. E aí, Rigonate vai cumprimentar para nós. Paulo replica que falava a verdade, uma vez que o próprio rei Agripa sabia de tudo, pois os profetas não profetizaram as escondidas, como a gente viu nos cantos, como ele usou a expressão. E e se ele assim falava com toda a liberdade, era porque estava sendo ouvido por quem o compreendia. Daí a sua pergunta ao rei. O rei bem viu que, segundo as profecias, Paulo estava certo e brinca com ele, dizendo-lhe que diante da lógica da de sua exposição, quase viram o cristão. Ao que o Paulo responde no mesmo tom que o xalá todos fizessem iguais a ele. Isto é, cristãos, mas sem as correntes que o prendiam. Porque Paulo como prisioneiro fora levado acorrentado à audiência, como disséramos antes. Bom, temos também acusações injustas e pedido de liberdade que vai ficar caracterizado depois do discurso. Os Festos vai dizer Emânio compreendeu que o rei estava muito mais impressionado do que se supunha e desejou de modificar o ambiente propôs que as altas personalidades se retirassem para a refeição da tarde em palácio. O ex-rabino foi reconduzido ao cárcere, deixando nos ouvintes morredora impressão. Berenice sensibilizada a polaridade femininas. As mulheres estão mais no terra, céu e os homens mais no terra a terra. Então a sensibilização é mais propícia na polaridade feminina do que na polaridade masculina. Não significa, obviamente, que os masculinos não se sensibilizem, não é isso é que dependendo da carga de experiências no feminino e de experiências no masculino ao longo das sucessivas reencarnações, podemos trazer bagagem mais para um lado do que pro outro. Se for homem e com bagagem de muitos de muitas e muitas encarnações na polaridade feminina, a sensibilidade será agusada. O oposto de uma mulher que tr bagagem muito masculina durante muitas encarnações a sensibilidade será retraída. Então aqui Berenice
as encarnações na polaridade feminina, a sensibilidade será agusada. O oposto de uma mulher que tr bagagem muito masculina durante muitas encarnações a sensibilidade será retraída. Então aqui Berenice mostrava-se uma mulher sensível. Foi a primeira a manifestar-se reclamando clemência para o prisioneiro. Os demais seguiram a mesma corrente de benévula simpatia. participação de agripa no documento de apresentação de Paulo às autoridades romanas. O documento precisava ser mandado eles, o governador não poderia mandar o prisioneiro sem bases que justificasse ele estar prisioneiro e o que se requeriria lá no aspecto jurídico de Roma. Então, Herodes Agripa tentou uma fórmula digna para que o apóstolo fosse restituído à liberdade. Então aqui é Herodes, sensibilizado também, tanto quanto sua irmã, tentando libertar Paulo porque ele realmente foi foi ele foi sincero, ele se envolveu com Paulo. O governador, porém, explicou que, conhecendo a fibra moral de Paulo, tomara sério o seu recurso para César, estando já pergaminhadas as primeiras instruções a respeito. aí tacioso, ou seja, cuidadoso das leis romanas, pôs embargos ao alvre, ou seja, ao conselho do rei Agripa, embora pedisse o socorro intelectual do rei para a carta de justificação com que o acusado deveria apresentar-se à autoridade competente na capital do império. Então, veja, tinha que apresentar justificativas. desejou de conservar sua tranquilidade política, lamentando apenas que o prisioneiro já houvesse recorrido em derradeira instância. procurou então cooperar na redação do documento, mostrando-se contrário ao pregador do evangelho, tão só pela circunstância de haver suscitado muitas lutas religiosas na camada popular, em desacordo com a unidade da fé colimada pelo Sinédrio como baloarte defensivo das tradições de judaísmo. Então v só, gente, lá na exposição, ele obviamente não teve nada que que manchasse a imagem de Paulo, mas quando foi redigir o o documento, tinha que apresentar justificativas. E o que que o
judaísmo. Então v só, gente, lá na exposição, ele obviamente não teve nada que que manchasse a imagem de Paulo, mas quando foi redigir o o documento, tinha que apresentar justificativas. E o que que o rei apresentou como justificativa? Apenas esse processo que causava as lutas ou causava aquele processo de mal-estar entre os judeus. Porque vocês vão se lembrar, todos nós vamos nos lembrar dos temas passados. Quantos deixaram de seguir o judaísmo para seguir o evangelho por causa das palavras de Paulo. Então isso causava mal-estar. Então ele anotou isso, o que não era uma inverdade com quanto era uma liberdade de cada um sair. Eu fico observando, tem certas igrejas que vão começando a esvaziar, eles saem atrás das pessoas. Eles encontram as pessoas em outras igrejas, tentam trazer as pessoas de volta. Aqui a mesma coisa que nós tínhamos aquela época tava acontecendo. Eles estavam perdendo fiéis, em outras palavras. Então, para isso, o próprio rei assinara como testemunha. Então, veja que era um documento de porte, de peso, emprestando maior importância às alegações do preposto imperial. Poros Festos registrou o auxílio extremamente satisfeito. Estava resolvido o problema. E Paulo de Tars poderia partir com a primeira leva de sentenciados para Roma. Ele tava indo como com os condenados, mas ele não era condenado. Ele tava na última instância. Quando você apelava para PR para pra César, você tava na última instância. É o STF que você teria. E Paulo é notificado dessa decisão. Escusado dizer, diz Emmanuel, que recebeu a notícia com serenidade depois de um entendimento com Lucas, que não o deixa e não o deixará lá em Roma. Lucas, um amigo muito próximo de Paulo, amigos muito próximos. Lucas tinha uma profunda admiração pelo tinha, não deve ter até hoje, né? pelo nosso querido Paulo, pediu que a igreja de Jerusalém fosse avisada, bem como de Sidom, onde o navio certo haveria de receber carga e passageiros. Como vamos ver no próximo capítulo, terá uma viagem, uma quarta
rido Paulo, pediu que a igreja de Jerusalém fosse avisada, bem como de Sidom, onde o navio certo haveria de receber carga e passageiros. Como vamos ver no próximo capítulo, terá uma viagem, uma quarta viagem, entre aspas, porque ela vai ser compulsória, em que Paulo vai aproveitar para pregar também, vai pregar paraos 276 eh membros que estão naquele navio que ele irá participar no momento em que haverá o naufrágio. Vocês vão ver isso na PR, no próximo encontro. ele irá pregar e ele irá pregar aí nas nas nos lugares onde ele para. Então ele continua uma quarta viagem com quanto a maior parte das pessoas não considera como quarto e outras consideram. Então ele vai já prever e realmente eles param e Sidom. E Sidom vai ser uma oportunidade, vocês vão ver, de de despedidas maravilhosas e emocionante. Todos os amigos de Cesareia foram mobilizados no serviço das comovedoras mensagens que o ex-Rabinos dirigiu às amadas igrejas, menos Timóteo, Lucas e Aristáco, que se propunam a acompanhá-lo à capital do império. Veja que três companheiros não o deixam nesse momento tão grave da vida dele. E como dissemos, cenas do próximo capítulo, poderíamos de dar umas pitácoras aqui, né, para você ficar interessado. Nós vamos então pro tema 38, que será a tempestade, né, a partida de Paraoma, a tempestade e o naufrágico que vai ser na ilha de Malta. Vocês vão ver que a época não era muito propícia paraa viagem, era por volta de setembro que eles iam fazer essa viagem e de setembro até outubro é não é recomendado você fazer viagem. Tinha que tomar muito cuidado. De outub eles chamavam de invernar. Paravam os navios em determinados portos e esperavam passar o inverno. Quando voltasse o período propício, eles então retornariam. E vocês vão ver que Paulo avisa, anuncia que irá trazer problema, mas eles não ouvem. Então aguardem pra próxima semana. Fiquem aí com as mãozinhas assim que nós vamos ter mais participação de Paulo em nossas vidas na próxima semana. E como reflexões finais, gente, eu quis trazer aquela frase de
rdem pra próxima semana. Fiquem aí com as mãozinhas assim que nós vamos ter mais participação de Paulo em nossas vidas na próxima semana. E como reflexões finais, gente, eu quis trazer aquela frase de Paulo que vale para aquele momento como vale para todos nós. Eu pediria a Deus que por pouco ou por muito, não só tu, mas todos os que me escutam hoje, vos tornasseis tal como eu sou, com exceção dessas correntes. Gente, nós estamos no século XX, não tem mais necessidade de correntes como Paulo chegou a enfrentar tantas vezes em sua vida. E o século XX tá nos convidando para seguirmos com Paulo, tal como ele fez seguindo Jesus. Então, colocamos aqui as suas disposições, as suas perguntas, comentários nos auxiliarão muito a compreendermos juntos isso. Muito obrigado. >> Obrigado, Max. Muito boa apresentação, né? Um depoimento, né, Max? vibrante, né, de um homem com uma consciência completamente transformada e a vida também. Então, vamos chamar a a Gisela para contribuir conosco aqui. Uhum. >> De volta, Gisela, seja bem-vinda, né? Vamos ver aqui. Nós não temos assim comentário, sabe? O Max, a Gláuscia Araújo, ela coloca assim, ó, deve ter sido difícil para os governantes da época aceitar todas essas todas essas verdades. >> Com certeza, Gláuscia. Então, eh, Max, Gisela, quer falar >> as damas primeiro. >> G, [risadas] eh, difícil. Eh, não sei se você está falando no sentido do que a gente entende hoje e a e o conhecimento que a gente tem hoje, porque não sei se para a época não seria difícil para eles ou não. Eh, eram ideias eh não aceitas na sociedade deles ainda, não estava num processo. Então, o que sim é difícil, eu imagino, para alguns desses governantes, é acusar alguém ou levar alguém para a prisão, sabendo que não tinha feito nada, como no caso de Paulo, reconhecendo que ele era um estudoso, reconhecendo a a labor dele é porque de conhecimento de antes de de Paul ser cristão. Então, sabendo o carácter no íntegro, isso sim que é difícil, não? eh pegar alguma escusa, alguma
era um estudoso, reconhecendo a a labor dele é porque de conhecimento de antes de de Paul ser cristão. Então, sabendo o carácter no íntegro, isso sim que é difícil, não? eh pegar alguma escusa, alguma qualquer coisa para levá-lo para a prisão para ser julgado. Porque imagino que independente das ideias religiosas, todos nós temos uma consciência e quando vamos dormir essa consciência pode pesar e muito. Não. >> Muito bem, Gisela. É isso mesmo. E você relatou e nós passamos pelo menos por três personalidades que a gente não vai esquecer, que é aquele tal de Poncios Pilatos, que condenou um justo e sabia que tava condenando um justo. Depois o Félix, que foi o governador que antecedeu o Porscius, que também sabia que Paulo era uma criatura com clareza nas suas arguições, não tinha crime algum, mas mesmo assim não quis seguir por uma razão muito simples. A atração dos poderes humanos, dos poderes da época em que ele vivia. Veja, um governador tinha uma posição invejável, era algo que ele não abriria mão ainda naquele estágio evolutivo dele de modo algum. Então ele preferiu ficar com esse peso de consciência que ele deve ter carregado por muito tempo. Então como ficará o Portos? deve como ter ficado o o nosso querido Pilatos, que, segundo dizem, passou por dificuldades muito complicadas depois da sua desencarnação. >> Então, assim, a gente tem claro que isso é de toda a época, porque os convites eles são de todos os momentos. O próprio Emanuel, que tá aqui trabalhando conosco, é o nosso maior exegeta, ele ele passou de frente com Jesus lá no livro há 2000 anos tem um momento em que ele encontra frente à frente com Jesus. foi impactado profundamente por dentro e mesmo assim não teve coragem de largar o a posição social de um senador para seguir como Paulo teve coragem quando caiu na areia dizer que queres que eu faça, Senhor? Ele não teve coragem de fazer isso porque não estava pronto o a sua estrutura espiritual ainda não estava pronta para ele poder abarcar essa responsabilidade de seguir Jesus.
eres que eu faça, Senhor? Ele não teve coragem de fazer isso porque não estava pronto o a sua estrutura espiritual ainda não estava pronta para ele poder abarcar essa responsabilidade de seguir Jesus. Então, quando a gente vê hoje alguém que também não dá conta, não condenemos, porque o estágio de evolução de cada um de nós vai nos maturando, maturando e chega o momento que nós não conseguimos mais viver sem seguir Jesus. É uma questão que não tem mais escolha. Ela já é inerente à criatura porque ela assimilou as verdades e as verdades passam a fazer parte dela. Como dissemos na abertura desse item cinco, já não sou eu que vivo, é o Cristo de Deus que vive em mim. Quando a pessoa chega a esse estágio, em qualquer época, em qualquer lugar que ela nasça, ela nasce portando essa realidade íntima, independentemente de ter religião, de não ouvir falar de Jesus naquela determinada comunidade onde ele nasce. Por exemplo, nascer num desses países que nem cristianismo aceita, que nem ouviu falar de Jesus, mas ele já traz esses valores nele e ele vai ter o comportamento que precisa. Então, é da natureza evolutiva de cada um, mas é também do livre arbítrio, porque quando você já sea, você tem que romper com o homem velho, com a criatura velha que nós somos e entrar com a nova criatura que nós precisamos ser. Isso tem o que se chama zona de desconforto. Sair de uma região onde eu tenho tudo seguro, onde eu sei onde eu posso ir, onde eu não posso ir, onde eu tenho as coisas me garantindo e entrar para uma zona em que eu vou ser chancelado como um louco. Lembra o texto que você lembra? louco. Todo seguidor de cristão, todo seguidor de cristão é taxado muitas vezes na sociedade como um louco. Por quê? Porque ele é um uma pessoa que foge aos padrões convencionais do mundo ainda muito materializado. Então, não nos assustemos com isso. Todos nós já travamos contatos em outras épocas com essas verdades e também fugimos dela. >> Com certeza, Marx. escutando um pouquinho a Max que ele
materializado. Então, não nos assustemos com isso. Todos nós já travamos contatos em outras épocas com essas verdades e também fugimos dela. >> Com certeza, Marx. escutando um pouquinho a Max que ele falou que eh me fez lembrar uma pergunta que eu sempre me faço. Quanto estamos disposto a abrir mão de certas coisas que agora nós temos um conhecimento, um estudo do espiritismo, uma forma diferente de ver o mundo e que sabemos que Deus o que espera da gente é eh fazer um mundo melhor. No caso, quando amamos ao outro, nós estamos construindo um mundo melhor. Quando nós temos caridade com outras pessoas, estamos também na construção coletiva de um mundo melhor. Mas tenho esse tenho tendo esses conhecimentos que coisas a gente não está disposto a abrir mão e que nos impedem realizar esses objetivos que a gente gostaria de realizar. Isó uma pergunta para agora. Sou eu que faço a pergunta para vocês que vão pensar, não, cada um eh eh nisso aí não é para responder, na verdade, >> até onde estamos dispostos, né, a seguir Jesus firmemente, né, vivenciar seu evangelho, não só entender o evangelho, né, conhecer o evangelho, mas sim vivenciar. Realmente profunda essa pergunta, Gisele Marx. A Márcia Coelho diz aqui, ó, emocionante essa frase de Paulo. Fico pensando também naqueles que não conhecem as verdades espirituais. É verdade. Isso é que você falou, Márcia, é fundamental, porque eh eu me lembrei aqui quando a gente lê o livro Há 2000 anos, tem um momento em que a esposa do Pôços Pilatos, ela tem um um sonho que ela é advertida, a gravidade que estava Pôcio Pilatos se envolvendo e tenta de toda maneira, toda maneira, alertá-lo que ele estaria cometendo algo grave. Mas Portos Pilatos, ainda que compreendes, não se sensibiliza. Aqui nós temos um ponto que a Márcia colocou. >> Cláudia, >> a, desculpa, Cláudia, perdão. A a a coisa que tá aqui na >> Não é a a quem falou é a Márcia, mas eu tô te dizendo que a esposa do Vamos, não vamos chamar você de Cláudia, não, tá? Não é esposa [risadas] do
sculpa, Cláudia, perdão. A a a coisa que tá aqui na >> Não é a a quem falou é a Márcia, mas eu tô te dizendo que a esposa do Vamos, não vamos chamar você de Cláudia, não, tá? Não é esposa [risadas] do pilate. Desculpa a confusão. É Márcia mesmo. E Cláudia lá de 2000 anos atrás. É, é isso mesmo. Lá de 2000 anos. >> Bom, ele tinha conhecimento, ele sabia, mas ele não sentia o que sabia. Cláudia sentia o que sabia. Então ela estava realmente sensibilizada e ela teve mudança de comportamento verdadeiro. Ele não. Ele foi responsável por um processo que marcou a história da humanidade. O nome dele é conhecido praticamente por 8 bilhões de habitantes, né? pela essa decisão que ele tomou, que ele podia ter evitado. Ele não precisaria ter sido a pedra de toque nesse processo, mas ele foi e ele foi advertido. Então, muitos de nós, Márcia, somos advertidos para não ficarmos presos às coisas da terra que são passageiras e nos libertarmos. Vamos lembrar de outro momento grave. Aquele menino chega para Jesus e diz assim: "Bom mestre, que preciso fazer para herdar o reino dos céus?" E Jesus disse para ele, então no finalzinho já faz tudo isso, os mandamentos, né? Então vá, vende tudo o que tens e dás aos pobres e segue-me. Que que ele fez? Saiu de mansinho, de mansinho, vai participar de uma corrida de bigas no dia seguinte. Bigas era aqueles carros que os romanos usavam, puxados por cavalos. >> E aí tem um acidente, que que acontece? Desencarna e tem que largar tudo para trás. com certeza >> constrangido pela própria morte. O que que é essa lição? A lição é, se você não larga de maneira espontânea, a vida vai te obrigar mais cedo ou mais tarde a largar tudo que está aqui, porque não te pertence. você só vai levar as aquisições espirituais, todo o resto fica aqui. Então, porque essa luta imensa que a gente tem de abandonar essas coisas que são daqui para seguir as coisas que são do espírito. Esse é o drama daquelas pessoas que já sabem, mas não sentem. Porque o dia que sentirem,
luta imensa que a gente tem de abandonar essas coisas que são daqui para seguir as coisas que são do espírito. Esse é o drama daquelas pessoas que já sabem, mas não sentem. Porque o dia que sentirem, depois de meditar do que sabem, saberão tomar as decisões que não se apegarão as coisas daqui que ficam, mas sim as daqui de dentro que vão com ele. >> Verdade, Max. A Karina Melo, ela também coloca para nós aqui, ó. Imagino, além das palavras, o próprio magnetismo de Paulo deve ter envolvido a todos naquele momento sobre a mensagem do Cristo. >> Exatamente. Assim como Cristo também na hora que falava, o magnetismo dele é muito forte, não? e que realmente às vezes até sem palavras ele chegava aos corações das pessoas, não? E Paulo sendo um discípulo. E na verdade era o que Cristo falava. Vocês podem e devem fazer o mesmo que eu estou fazendo. Não, se a gente tiver fé também poderíamos eh em algum momento exercer um magnetismo positivo com as pessoas. Mas com efeito Paulo, já que ele teve um encontro de uma natureza especial, não? Que enquanto os outros discípulos conheceram pessoalmente Jesus, ele ele conheceu foi o espírito de Jesus que se manifestou, que até ficou cego, não? ele eh porque claro, na magnitude de um espírito como Jesus eh é uma luz como se o sol viesse direto a à nossa ao nosso rostro. Então ele se conheceu dessa forma e e ele aceitou de tal forma. ele já tinha uma tendência religiosa muito forte e de ser fiel às próprias crenças e agora não, eh, convencido de que Jesus era o verdadeiro caminho, então o magnetismo dele era muito forte, mas nós todos temos magnetismo e devemos sempre tentar usar esse magnetismo para o bem, o magnetismo que eu chamo de positivo, porque nós Até com os pensamentos também temos um um podemos ter um magnetismo negativo contra as pessoas. Então, utilizar sempre para o bem. E nós vivemos num mundo agitado, não? Ultimamente todo está meio agitado, os eh meios de comunicação no sempre nos trazem as aquelas coisas negativas de todos os
as. Então, utilizar sempre para o bem. E nós vivemos num mundo agitado, não? Ultimamente todo está meio agitado, os eh meios de comunicação no sempre nos trazem as aquelas coisas negativas de todos os países, de todos os políticos, das atitudes das pessoas, ah, dando uma ênfase nas notícias onde matam as pessoas sem nenhum sentido. E é nesse momento que a gente tem que parar, pedir ajuda do alto e exercer esse magnetismo positivo, não? Um magnetismo de amor, um magnetismo de aceitação tal e como as pessoas são. Eh, e é dessa forma também que vamos, não ajudar a Jesus nesta, nesta transformação do do nosso planeta Terra. Janice, o teu microfone apagou. >> Ah, desculpa, desculpa. Vamos pegar mais uma fala aqui da da Marcela Esteves. Eh, Paulo fala de uma posição de tamanha paz e convicção que deseja que todos sejam como ele. E complementando ainda, ela coloca aqui, ó, eh, é um test um testemunho de alguém que encontrou um propósito tão grande que as circunstâncias externas se tornaram irrelevantes para a sua identidade. Olha que >> contribuição magnífica da Marcela. >> Marcela, que inspiração, menina. >> Magnífica. Muito bom. Com certeza. Ele obviamente não é por acaso que ele irá dizer com essas palavras, já não sou eu quem vivo, né? O Cristo de Deus que vive em mim. Ou seja, o que te move na na vida tem que ser a própria força de Deus. Como Paulo, o próprio Jesus dizia, eu e o Pai somos um. A minha vontade é fazer a vontade do meu pai. Ou seja, quando você está harmonizado com o divino, com o superior, nós passamos a ser agentes dele inconscientes. Nós vamos agir como se fosse um instinto moral, fazendo o bem por impulso natural da nossa natureza divina. Nós somos todos criados simples e ignorantes para voltar ao Pai pelos nossos esforços, pelas nossas processos evolutivos, pela lei de progresso, mas sempre pelos nossos esforços para que o mérito da obra seja também nosso. Então, quando a gente faz isso, nós estamos cumprindo a vontade do Pai, como diz a prece aqui na terra,
lei de progresso, mas sempre pelos nossos esforços para que o mérito da obra seja também nosso. Então, quando a gente faz isso, nós estamos cumprindo a vontade do Pai, como diz a prece aqui na terra, como no céu. Se nós alcançarmos o estágio que Paulo alcançou, sim, todo mundo externo, como bem colocou, eh fica muito claro, Marcela, que tudo que tá externo não te afeta, porque a convicção íntima, a certeza íntima, ela é inabalável. Então Paulo não temia a paz, a serenidade, o magnetismo. Era inerente àquela personalidade, independente daquele corpo franzino, porque você vai ver que nessa época que Paulo tava aí, o corpo dele já tava bem quebrado, ele já tava bem bem assim, já com dificuldades mesmo para poder andar, já era uma pessoa que era uma idosa, entre aspas, mas ele na verdade tanto sofreu, tanto sofreu que o corpo não tinha como resistir. >> Desgastado, né, Max? mesmo, como diz o o ditado, né? Acabado mesmo pelos esforços que ele tinha feito em prol de Jesus. Mas por dentro, por dentro era só serenidade, era só fortaleza, era só liberdade, era só amor, era só paz, era só fazer a vontade de Jesus, que era o caminho que ele tinha escolhido para ele. Por que que nós também não podemos fazer isso? Por que nós também não podemos nos esforçar para seguir ou nos esforçarmos, talvez não consigamos numa encarnação, mas que sigamos nas nas sequenciadas até um dia dizermos também que já não somos nós que vivemos, mas vivemos como Paulo diz que vivia, como sendo prisioneiro do Cristo. >> Que maravilha. Uma fé inquebrantável, né? >> Isso daí ele movia montanhas, hein, Max? A a Gisele Teresa Baralde, ela coloca: "Paulo, o escolhido de Jesus, quanto nos faz sentir força para seguir com fé, perseverança e paz. Verdade. Verdade mesmo, Gisele. O vaso escolhido, né, Max? Este este estudo é importante por isso, porque nós temos uma série de pessoas, não a espíritos irmãos que viveram aqui na terra com um um comportamento digno e que são exemplos, não a seguir. Eh, então essa fé de Paulo eh eh a gente
r isso, porque nós temos uma série de pessoas, não a espíritos irmãos que viveram aqui na terra com um um comportamento digno e que são exemplos, não a seguir. Eh, então essa fé de Paulo eh eh a gente até pode se perguntar como que eu vou ter essa fé. Eu sou incapaz. Às vezes podemos até eh falar eh de ter essa convicção que ele teve, mas através dos estudos a gente entende que sim, podemos alcançar. Sim, como falou o Max agora mesmo, talvez não nesta vida, mas nós vamos ter várias múltiples oportunidades. E se agora estamos convencidos de que é isso que a gente quer, mesmo que não alcancemos o mesmo nível de fé que o Paulo nesta vida, com certeza numa próxima vamos alcançar. >> Com certeza. Isso mesmo, Gisela Marcos quer falar alguma coisa. Não, tá perfeito. É isso mesmo. Temos que seguir seguir nos esforçando para fazer a vontade do pai. Não quer dizer que vamos dar conta sempre. Por isso, Kardec disse: "Reconhece o verdadeiro espírito pelo esforço. Não é por ele se sentar aqui bonitinho, falar e não fazer nada. Não tem que se esforçar para domar a má tendência que ainda carrega em si, para que as boas tendências possam se manifestar e predominar na personalidade. Isso demanda esforço, demanda tempo e demanda muita coragem persistente. >> É o que faltou é a gripa, né? Ele não teve ação, né? Infelizmente. A Márcia Cunha. Ah, não. Aqui é a Márcia Cunha. Ela era Márcia Coelho. Ainda hoje há tanta resistência, muitas de nós estamos eh acorrentados nos hermetismos que confortavelmente nos colocamos e travamos travando a nossa evolução. >> Uhum. Exatamente. Eh, mais do que pessoas que nos critiquem ou pessoas que nos odeiam ou pessoas ou situações, não somos nós mesmos quem fazemos as nossas próprias travas, não? e e melhorar assim como o esforço. E imagina um bebê no esforço que tem que fazer na hora de querer caminhar. Esses primeiros passos deve até doer, não fisicamente, mas a vontade é tão grande de ficar como os outros adultos, não? E de dar os passos. E no começo,
o que tem que fazer na hora de querer caminhar. Esses primeiros passos deve até doer, não fisicamente, mas a vontade é tão grande de ficar como os outros adultos, não? E de dar os passos. E no começo, muitos de nós já observamos, não? Essas criaturinhas que dão três passos ou um passo e caem e voltam a tentar e volta. Esse é o esforço que a gente tem naturalmente quando todos éramos pequenos. E agora o esforço que nós devemos fazer é para seguir neste caminho, não de serviço ao outro. Eh, e não é fácil, não é nada fácil, mas tentando a gente vai conseguir aos poucos. >> Verdade. Nós temos que lembrar, né, Janice, que Deus não escolhe os preparados, prepara os escolhidos. Quando a gente vai ser um vaso escolhido, ele não deu a obra pronta para Paulo. Ele disse que ele iria enfrentar dificuldades. E essas dificuldades, umas vezes, uma vez transpostas, ele consegue a aquisição, porque você só cresce no momento em que você está sob a dificuldade. Porque quando tá tudo normal, você é do mesmo tamanho. Veja, quando você tá estudando, você é desafiada a resolver um problema mais difícil do que você resolver o outro. Daí um pouquinho mais difícil, um pouco. Olha você antes dessa brincadeira e olha você depois. Você já traz controle, compreensão, domínio sobre assuntos que antes você era completamente neófito. Então aqui no campo espiritual é a mesma coisa. Se você transpõe a dificuldade, por exemplo, de não perdoar. Paulo poderia, por exemplo, pensar em vingança. Quantas pessoas fizeram maldade com ele? Nunca passou isso pela cabeça dele. Com quanto ele ficasse entristecido, nunca voltava-se contra os outros. E essa é ainda uma atividade que muita gente na Tex diz cristã, ainda diz que faz, que é não perdoar. E se você não perdoa, você não retira essas travas a que se reflou parcia Cunha, porque essas travas elas impedem da gente acessar a Deus. Porque quando você trouxer amarras dentro de você, seja de que natureza for, você não pode deixar a oferenda, disse Jesus, se você for levar a oferenda, deixa do lado
impedem da gente acessar a Deus. Porque quando você trouxer amarras dentro de você, seja de que natureza for, você não pode deixar a oferenda, disse Jesus, se você for levar a oferenda, deixa do lado de fora, volta, reconcilia com o adversário. O adversário pode estar lá no outro, pode estar em você mesmo, pode estar no nos aspectos X, Y, Z. Reconcilia, acalma-te contigo mesmo e com o outro. E aí depois volta para trazer a oferenda. Aí as entraves saíram e aí você terá a ascensão espiritual que precisa. Então nós vamos vencer esse homem velho, essa criatura velha que temos sido para poder sair daqui como uma criatura nova que precisamos ser e aí sim sair da zona que antes parecia de conforto, mas que não é de conforto coisa nenhuma. Que vai ser de paz, que é muito maior do que qualquer conforto que você possa imaginar. >> Com certeza. Como você mesmo disse, o Max, eh, Jesus não deu nada pronto pro Paulo, ele deu a verdade para ele e ele saiu a vivenciá-la assim em tudo, em tudo que ele fazia, em tudo que ele se propunha, ele vivenciou aquela verdade, né? Isso a gente tem que admitir, né? Impressionantemente. Eh, e esse negócio das amarras, hein, Max? Nós mesmos que nos amarramos, viu? Eh, nós mesmos somos os piores que nos nos detemos a como instrumento, né? como instrumento do Cristo. A gente se amarra até hoje, 2000 anos aí, hein? Depois que ele veio. É difícil de tirar essas amarras, né, Max? Acho que [risadas] acho que é corrente mesmo, como disse o Paulo, né? Não precisava daquelas correntes, né? pelo menos para ele não. [risadas] A Márcia Cunha ainda coloca aqui mais uma observação. Ele nos auxilia ainda hoje nos convidando a conhecer a verdadeira liberdade, mesmo a custa de sermos chamados de loucos, né? Exatamente. >> Muito bom a reflexão da Márcia aqui, finalizando a nos o nosso convencimento hoje em dia como espíritas pode ser considerado na nossa no nosso entorno como uma coisa assim meio estranha, rara, esquisita, coisa de louco, não. Mas eh e é isso, é é é tentar tirar o o velho
imento hoje em dia como espíritas pode ser considerado na nossa no nosso entorno como uma coisa assim meio estranha, rara, esquisita, coisa de louco, não. Mas eh e é isso, é é é tentar tirar o o velho eu e construir um novo, não junto com a ajuda de de Cristo, de toda a espiritualidade. E não é fácil, realmente é uma coisa que se construi cada dia. Por isso que é muito positivo na hora de dormir você faz uma prece, não tem que ser uma coisa complicada com palavras de dicionário, não. Uma prece de do coração falando primeiro graças por este dia e segundo me ajuda, Senhor, a ser uma melhor pessoa amanhã, não? e acordar também agradecendo. Que bom que eu abri os olhos, que bom que eu vou poder conseguir tentar o dia de hoje uma mais uma oportunidade a mais para melhorar enquanto pessoa, enquanto espírita, enquanto cidadão do mundo. >> Isso mesmo, Gisela. E tem uma coisa fundamental que nós não podemos esquecer jamais. Toda vez que alguém se lance para o trabalho do bem, devotando-se para o trabalho do bem, ele é naturalmente envolvido por forças do bem, do mais alto, que o protegem, o sustentam e trazem durante aquele trabalho, no bem que ele tá realizando, a sensação de paz que um dia ele terá pelo tempo todo. Todo aquele que se devota, se debruça no bem, s, aquele bem mesmo espontâneo, sem esperar nada, mesmo que o outro não seja nem mesmo grato, mesmo que o outro até ache, você que está fazendo o bem é o primeiro a se tornar o bem, o bem em si a alcançável. Ou seja, você é a primeira pessoa a se sentir bem com o bem que você faz, porque o bem é o que nutre a criatura, é o que sustenta a alma. Daí, porque disse Kardec, fora da caridade não há salvação. Se nós não tivermos a caridade, que é o bem em ação o tempo todo em nossas vidas, onde nós estivermos, não é aquele bem de sair um dia marcado para ir fazer as coisas, não. É como eu me relaciono com os outros, com o mundo. É como eu me nem reajo, como eu ajo em relação a situações adversas contra um ataque, uma afronta, um achar que me me acode, como
zer as coisas, não. É como eu me relaciono com os outros, com o mundo. É como eu me nem reajo, como eu ajo em relação a situações adversas contra um ataque, uma afronta, um achar que me me acode, como é que eu reajo, como é que eu ajo na verdade para que isso não venha trazer danos para o equilíbrio íntimo? Toda vez que eu reajo, conforme as orientações, as instruções e os aprendizados que Jesus me proporcionou, eu reajo oferecendo a outra face, perdoando, desejando ao outro tudo que poderia desejar de bom para mim mesmo, independentemente de como o outro se comporte. Quando fazemos isso, estamos vivendo a caridade de fato. E viver essa caridade de fato exige vigilância 24 horas por dia. Ah, mas a gente dorme, Marcos. Exatamente. Dorme, mas o espírito não dorme. Você vai est lá acordadinho e vai se envolver com quem você quer, porque o livre arbítrio continua do lado de lá também. Quando você tá desdobrado, você vai se encontrar com as companhias espirituais que lhe apetece, que lhe praza. Então, pensa bem, vigiai e orai. Vigiar para quê? Para perceber se você não tá nesse caminho do bem. E orar para quê? como disse Gisela, para nos colocar em harmonia com a consciência cósmica, com a consciência divina e nos tornarmos verdadeiramente servos do Senhor. >> É isso aí, Marcos. A fé viva, a fé viva é construída no trabalho do bem, né? E permanecemos nessa nessa vigilância, principalmente os nossos pensamentos, né, Mar? Porque é uma oficina, os nossos pensamentos é uma força exuberante que a gente use para o bem, né, para pro melhor. E tem a Gláus tá elogiando o estudo, ó, e ouvir sobre Paulo é bom demais, porque nos dá realmente essa fortaleza de ânimo. Verdade. Verdade, Gláus. A gente tem que tá sempre lembrando de Paulo para poder prosseguir, né? A Marcela Esteves também fala que quando nos doamos, os primeiros beneficiados somos nós mesmos. E isso é também muito certo, né? >> Se a gente ilumina a vida de um, quem que recebe a luz primeiro? Nós, nós mesmos, né? Então é isso, gente. Eh, o pessoal
os primeiros beneficiados somos nós mesmos. E isso é também muito certo, né? >> Se a gente ilumina a vida de um, quem que recebe a luz primeiro? Nós, nós mesmos, né? Então é isso, gente. Eh, o pessoal participou bastante, né, Max? Que que belíssimo estudo, viu, Max? >> Belíssimo estudo, né, G? >> A gente teve hoje, né, motivos para eh fortalecer essa fé viva, construir, trabalhar no bem, construir essa fé, trabalhar no bem, né? Então, para a gente encerrar, a gente já tá em cima da nossa hora agora. Eu vou convidar o Robson para nos conduzir à nossa prece final. Nosso amigo Robson, que tá pilotando essa nave aqui conosco. Chega mais, Robson aí. Obrigado, Robson. >> Boa noite. >> Boa noiteon. Conduza-nos a nossa final, >> OK? Então, queridos, depois de um estudo como esse, onde tivemos a oportunidade de estudar, de ver a vida de Paulo, o seu esforço, a sua transformação, que possamos nos inspirar. ainda estamos tudo agora um estudo alvo, >> distante estamos distante ainda da sua evolução, do seu empenho e da sua dedicação a defender o Cristo e a implantar e divulgar a sua obra. Que possamos, Jesus nesse instante sentirmos os nossos lares sendo invadido por essa luz e que também envolva os nossos corações, que envolva Jesus as nossas mentes, que saiamos daqui fortalecidos na nossa fé, nos nossos pensamentos e também acreditar que possamos ser sim um instrumento de mudança em nosso mundo. Podemos não ser ainda como Paulo, mas com toda a certeza, com vontade, com fé, com humildade, possamos ser sim um instrumento transformador e poderemos levar um amor a todos aqueles que tantam, tanto necessitam em nosso planeta. Que fiquemos em paz, que sintamos Jesus a envolver-nos e envolver aqueles que amamos, os nossos lares, os nossos familiares e amigos. Que o nosso planeta a cada dia sinta esse amor do Cristo e que possamos no futuro, todos nós, estarmos juntos na busca dos ensinamentos. do Mestre e que o nosso planeta seja um planeta de amor. Que assim seja. >> Graças a Deus.
dia sinta esse amor do Cristo e que possamos no futuro, todos nós, estarmos juntos na busca dos ensinamentos. do Mestre e que o nosso planeta seja um planeta de amor. Que assim seja. >> Graças a Deus. >> Janice, o microfone. >> Ah, perdão, perdão. Ah, o Robson abriu para mim. Obrigada. Obrigado, Robson. É mesmo. Graças a Deus, a Jesus por mais essa oportunidade de estudo, né, sobre o grande Paulo, né, exemplo vivo pra gente. E semana que vem, como diz o Max, vamos mais um capítulo, né, Max, >> para E é um capítulo maravilhoso também, né, porque é uma viagem em que ele vai pregar tudo, tudo que ele tem e transformar ali várias pessoas que estão naquele navio, vai se sensibilizar com Paulo. E assim deixamos aqui o nosso abraço, um beijo no coração. Pensando bem que o nosso destino é construído com o material dos nossos pensamentos. Vamos pensar sobre isso, né? Um beijo no coração de todos. Até segunda. >> Até segunda. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente [música] da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. [música] A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar [música] quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho [música] é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa [música] estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música]
a essa [música] estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música] ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, [música] precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e [música] continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que [música] somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você [música] através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br [música] e faça sua doação. Eu quero ver. [música]
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