#35 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 03/03/2026 1:37:13

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...

Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos, perdão, sejam todos muito bem-vindos a esse abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, que é um programa continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo o livro seis Atos dos Apóstolos e vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Sejam todos bem-vindos. José Mar Alves, Nilzete Perez, Márcia Coelho, a Gisele, Teresa Barald, não é a Gisele, outra Gisele, o Jairo e grande amigo lá de Uberlândia, tá aqui sempre com a gente, né? Então, ainda outros que vão adentrar na nossa sala de estudos. para compartilhar conosco ao vivo esse abençoado estudo. E para dar início, nós vamos pedir paraa Gisela fazer a nossa leitura e prece. Boa noite, Gisela. Boa noite, Janice. Boa noite a todos, meus queridos irmãos e irmãs. Vamos então fazer essa conexão no livro Convites da Vida pelo espírito Joana de Angeles, psicografia de Divaldo Pereira Franco. O capítulo 10, a página 25 temos o convite à decisão. Nenhum servo pode servir a dois senhores. Isto está em Lucas, capítulo 16, versículo 13. Será possível o consórcio da espiritualidade com as ambições mundanas? Será crível amar as estrelas e demorar-se no charco? Pode-se estudar o bem e cultivar a ilusão. Permite-se o concurso da saúde num organismo debilitado. É factível a dedicação à caridade e o comércio com a rebeldia, disse Jesus com propriedade inalterável. Não se serve bem a dois senhores. Sem dúvida, não nos encontramos diante da necessidade de construir comunidades novas em que aeriza ao mundo se patetei pela fuga aos cometimentos humanos. Não estamos diante de uma imposição para que se edifiquem células cistosas. no organismo social, em que os seus membros se transformem em marginais da vida contemporânea. Desejamos aclarar quanto à necessidade de que aquele que encontrou a rota luminosa da verdade por um princípio de coerência natural deve permitir engodos. Desde que não se podem quadunar realidades que se contrapõem,

r quanto à necessidade de que aquele que encontrou a rota luminosa da verdade por um princípio de coerência natural deve permitir engodos. Desde que não se podem quadunar realidades que se contrapõem, tu que conheces os objetivos da vida, não deves permitir fixações e posições falsas que já deverias ter abandonado a benefício da paz interior. Enquanto conivindo com atitudes dúbias, navegando no mar das indecisões, estarás na cristã e nas baixadas das ondas, das dúvidas sobre as contingências das posições emocionais em atropelo. O convite do Cristo tem sido sempre imperioso. Tomando-se da cháua, da rua, não se deve olhar para trás. Diante do desejo da retificação, marchar para bem e não tornar ao pecado. Imprescindível decididas o que desejas da vida, como conduzires a vida, qual a ideia que fazes da vida e por fim marcha na direção da vida que venhas a eleger como rota para a verdadeira vida. Vamos então elevar o nosso pensamento ao nosso Senhor, criador do universo, criador da nossa amada terra, o nosso o nosso lar nesta matéria, agradecendo pela vida que temos, agradecendo que cada dia abrimos os olhos e podemos Podemos ter imensas oportunidades de fazer o bem o tempo todo. Agradecer pelo ar que respiramos, pela luz que podemos admirar pela noite que nos acolhe para o descanso. Te pedimos, Senhor, tenhamos a inteligência suficiente e que também damos muita ajuda do nosso mestre Jesus e da espiritualidade amiga para poder entender qual é o equilíbrio entre o caminho que nós queremos fazer, o caminho da verdade, o caminho da vida eterna com a matéria em que vivimos agora, que possamos colocar em balance o que é verdadeiramente importante, o que é urgente, sem por isso nos afastar das nossas realidades diárias, dos nossos compromissos, não só com as nossas famílias, também com a nossa comunidade, com o nosso trabalho, com os nossos estudos. que possamos sempre poder pedir ajuda toda vez que sintamos estamos indo inclinando a um local que não queremos chegar. Acompanha-nos, Senhor, e que o estudo de

nosso trabalho, com os nossos estudos. que possamos sempre poder pedir ajuda toda vez que sintamos estamos indo inclinando a um local que não queremos chegar. Acompanha-nos, Senhor, e que o estudo de hoje possa trazer as nossas mentes novas possibilidades, novas ideias e muita energia para tudo que temos que mudar. Ilumina, Senhor, o nosso irmão Max nesse estudo de hoje e fica conosco agora e sempre. Que assim seja, Gisel. >> Muito obrigada pela prece linda e a participação. Então, pessoal, ainda Carlinhos Taiana, a Iolanda, a Rose, a Maria José, sejam bem-vindos. E outros que ainda vão adentrar a nossa sala. Hoje a gente continua aqui a última parte, a parte cinco do livro seis Atos dos Apóstolos, que é a parte 5, fim das missões e o prisioneiro prisioneiro do Cristo. Hoje veremos o tema 35, é o capítulo 24. Que que a gente vai ver? Vai ver o processo diante de Félix, discurso de Paulo perante o governador romano, detenção de Paulo em Cesareia. Está em Atos, capítulo 24, versículos de 1 a 27. Marcela Esteve, seja bem-vinda. Entrou agora na sala. Muito bem-vindo vocês todos. E para facilitar o nosso estudo de hoje, nós vamos convidar o Super Max. Oi, Max, seja bem-vindo, meu amigo. >> Oi, Super Janice. Muito obrigado. Prazer revê-la novamente aqui. Prazer rever as amigas e os amigos para mais uma oportunidade de estudarmos juntos, né, e aprendermos um pouco sobre a nobre vida desse homem, que na verdade é um espírito elevado. Nosso palco. >> Verdade. >> Que bom. Então, vamos lá, né? >> Tudo contigo. Vamos lá. Tudo contigo. >> Muito obrigado, Janis. >> Trabalho para nós. >> Ótimo. Então vamos agora, eh, como Janis falou, o tema 35 que nós estamos tratando, ele é o é o capítulo 24 do Atos dos Apóstolos, do versículo 1 ao 27, que nós vamos examinar hoje. E como ela disse, vamos reforçar o processo diante de Félix, que é o governador eh da Galileia, né? Discurso de Paulo perante o governador romano, detenção de Paulo em Cesareia. E aí nós vamos relembrar que a parte cinco que nós

rçar o processo diante de Félix, que é o governador eh da Galileia, né? Discurso de Paulo perante o governador romano, detenção de Paulo em Cesareia. E aí nós vamos relembrar que a parte cinco que nós temos, que é a última parte, ela é ensinada por essa frase de Paulo que tá anotado na sua carta aos Gálatas, que nós vamos estudar já nesse próximo mês as cartas de Paulo. E lá diz ele: "Já não sou eu que vivo, mas é o Cristo que vive em mim". Então, esse aqui é o apogeu de quem se entrega verdadeiramente aos trabalhos de Jesus. Ele não mais vive para si, mas faz a vontade de Jesus, que corresponde à vontade de Deus. Nós estamos estudando esse tema cinco desde o item 31 e hoje nós estamos avançando pro item 35. Ainda teremos mais quatro itens e um apêndice que será composto pelo item que nós chamamos de tema 40. Então, nesses termos, vamos fazer uma leve lembrança do que nós encontramos no estudo da semana passada, apenas para nos situarmos, né? Lembramos que Paulo foi transferido para Cesareia, que era exatamente o lugar onde tinha um porto, que era então a capital, a Cesareia era a capital do Império Romano na Palestina e o governador, como nós sabemos, é Félix. Então essa transferência ela teve uma motivação, né? Porque vocês vão se ler recordar que eh o governador, ou melhor, o o o romano que tava responsável por isso, foi advertido por um rapaz e depois pelo próprio Thago de que a estava havendo um um risco de assassinato do Paulo e também de colocar a a equipe, vamos chamar de equipe aqui dos romanos em risco. Então o governador se influencia por essas orientações e decide levar para lá lá paraa Cesareia. E aí nós vamos ver que ele faz uma comitiva de assustar, né, que nós vamos relembrar aqui. E aí Paulo chegando em Cesareia, sem nenhum problema na viagem, ele então aguarda o novo julgamento que nós vamos hoje verificar. Então, Emanu destaca isso bem claramente. Isso foi o final do nosso encontro passado. Ele diz assim: "Em Cesareia, o governador recebeu a expedição com enorme espanto.

to que nós vamos hoje verificar. Então, Emanu destaca isso bem claramente. Isso foi o final do nosso encontro passado. Ele diz assim: "Em Cesareia, o governador recebeu a expedição com enorme espanto. Conhecia o renome de Paulo e não era estranho as lutas que sustentava com os irmãos de raça. Mas aquela caravana de 400 homens armados para proteger um único preso era de causar admiração. Então depois, veja só como foi muito cuidadoso a transferência de Paulo, né? 400 homens era muito mesmo para aquela época era muito. Então aí vai o primeiro interrogatório e o preposto máximo do império romano lá na Galileia, que era Félix, vai sentenciar: "Atenta à origem judaica do acusado, nada posso julgar sem ouvir o órgão competente de Jerusalém." E aí ele mandou que o Sineto se fizesse representar na sede do governo com a maior urgência. E é lógico que os israelitas estavam sumamente satisfeito com a ordem. O Eliseu Rigonate, o estudioso do Evangelho, que escreveu o Evangelho dos Humildes, ele diz assim: "Para o Sinédrio zelador de Moisés, aceita a Nazarena, como era chamado naquela época, é o cristianismo nascente. Ela é conhecida por caminho nessa época. ainda estava fora da lei e como tal deveria ser perseguida e aniquilada. Veja que era como se fosse uma aceita fora da lei. As pregações de Paulo eram tidas como sediciosas, ou seja, ficava colocando coisas nas cabeças das pessoas para poder atraí-las. Essa era a visão deles, como se Paulo tivesse tentando fazer a desordem, pelo que o condenavam. Quanto a profanar o tempo que eles acusaram Paulo de ter sido profano. A gente sabe que essa acusação é falta falsa. E o próprio Paulo defende isso em duas vezes. Nós vamos a segunda agora. Roma em suas relações com os povos subjugados, e a Galileia era um povo subjulgado, respeitava-lhe as instituições e os costumes, até onde não ameaçavam a sua segurança. Então, por exemplo, estava correndo o risco de ter um montim para poder pegar Paula e matá-lo. Então, o que que o que que o propósito fez? ele mandou para o

es, até onde não ameaçavam a sua segurança. Então, por exemplo, estava correndo o risco de ter um montim para poder pegar Paula e matá-lo. Então, o que que o que que o propósito fez? ele mandou para o governador decidir porque ele era mais seguro e ele teria muito mais tranquilidade com isso. Então, quando ameaçava segurança, mesmo sendo respeitoso quanto aos as questões religiosas desse povo, eles não pestanejavam em fazer com que as providências fossem tomadas. Assim, os judeus gozavam de plena liberdade religiosa e quase completa nos assuntos judiciais. Tanto é que vocês se lembram no assassinato de Jesus, como foi essa questão. Entregou pra mão do do governador Pôcio Pilatos naquela época e o Pôcio Pilatos, obviamente devolveu para eles porque entendia que o problema era dos judeus e não do império romano. Então aqui vocês veem que essa aqui é a regra geral. Agora repete-se o mesmo com Paulo. Fiel a essa política, Roma nunca se miscuía nas questões do templo, permitindo que o Sineddro agisse como quisesse. Interferindo o tribuno Lisas, que foi quem mandou esses 400 homens levar Paulo, culpam esse tribuno de favorecer Paulo como se tivesse protegendo Paulo. Eles achavam isso desse tribuno. E, portanto, aceita Nazarena, impedindo que o julgassem segundo a leis deles. É claro que isso aqui é uma falácia, né? Porque eles, na verdade, não queriam julgar, queriam assassinar. eram 40 homens que estavam sem comer e sem beber, prometendo matar o Paulo. Bom, vamos lembrar sempre, a gente reforça aqui, que essa obra que nós temos à disposição pelas mãos abençoadas do Chico, que foi trazida por Emmanuel, ela é a obra básica que fundamenta todo o ato dos apóstolos naquilo que se chama bastidores. Ou seja, o que Lucas não pôde escrever, Paulo e Estevan trouxe, trazidos pela mão de Emânel, trouxe nos detalhes que a gente nem suspeitava. E hoje nós já estamos na última parte do livro, que é a segunda. E esse texto que nós examinaremos hoje ainda está preso ao capítulo oito, que é martírio de

xe nos detalhes que a gente nem suspeitava. E hoje nós já estamos na última parte do livro, que é a segunda. E esse texto que nós examinaremos hoje ainda está preso ao capítulo oito, que é martírio de Jerusalém. E a sincronismo entre o Atos dos Apóstolos e o que Emmanuel escreve é simplesmente impressionante quando você coloca lado a lado as palavras de Lucas e as palavras de Emânel, como nós temos feito aqui ao longo dos nossos estudos. Bom, voltando agora pro estudo de hoje, nós temos dois textos que nós vamos trazer aqui em um só, que é o processo de ano de Félix e o discurso de Paulo perante o governador romano que nós conhecemos por Félix. Aí nós vamos nos limitar do 1 ao 21 e depois do 21 até o final nós fazemos no outro item. Bom, eu gosto sempre de trazer o texto evangélico para que a gente leia na íntegra, porque muitos de nós, com todo respeito, não tínhamos lido completamente o Evangelho, os 27 livros, até um estudo como esse. Uma boa parte de certas pessoas, sim, se dedicaram, mas não conseguiam interpretar adequadamente e muita coisa passou batida. Mas agora, lendo a luz do conhecimento espírita, com essas luzes que vieram em abundância, a gente consegue ler com muito mais, vamos dizer assim, apreensão, com muito mais retenção, com muito mais compreensão do que fazíamos antes, mesmo lendo de forma não continuada, como muitos de nós assim o procedemos. Por isso que esse estudo é maravilhoso. Nós estamos fazendo capítulo a capítulo o estudo dos 27 livros do Evangelho. E aqui diz o nosso querido Lucas: "Cinco dias depois desceu o sumo sacerdote Ananias". Então, eh, o governador tinha autorizado que eles viessem, eles ficaram felizes. Então, cinco dias depois dessa autorização, diz Lucas, o Ananias, que era aquele que afetou a face do Paulo e que não tem nada a ver com o Ananias, que a gente conhece lá da lá da de Damasco, esse Ananias, ele na verdade era aquele que tava conduzindo o trabalho e ele foi pessoalmente com alguns anciãos e um advogado que era muito inteligente,

s, que a gente conhece lá da lá da de Damasco, esse Ananias, ele na verdade era aquele que tava conduzindo o trabalho e ele foi pessoalmente com alguns anciãos e um advogado que era muito inteligente, conhecedor das leis, que se chamava Tertulo, os quais diante do governador se constitui acusadores de Paulo. Tendo sido este chamado, Tertúlio iniciou a acusação nestes termos. Abre aspas. Lucas abriu aspas. Gozando de paz profunda por teu intermédio e tendo-se processado melhorias para este povo por tua providência. Tudo isto reconhecemos, ó excelentíssimo Félix, sempre e em toda parte, com toda gratidão, mas para que eu não te detenha por muito tempo, peço-te nos escute por um instante com a tua reconhecida benevolência, assim como nos dias de hoje, gente, a bajulação é uma realidade daquela época. Esse sujeito tá bajulando Félix para poder ganhar a simpatia dele, para poder ganhar pelo orgulho Zarcebado que Félix era orgulhoso, colocando ele em evidência mais do que ele já tem para que isso seja favorável para aquele que vai acusar. Essa é uma estratégia que se usava aquela época e que se utiliza hoje. Coloca a pessoa acima do que ela é para que a pessoa sentindo-se elevada ou como diz o outro, enchando o ego, ela seja prédisponente a você. Isso é uma falácia, isso é uma condição de fracos que usam do projetar a personalidade que o outro não tem para poder ganhar o outro. E esse advogado inteligente como era, ele fez isso. E aí ele vai dizer na acusação, agora é a peça dele. Verificamos que este homem é uma peste. Veja, [risadas] veja como ele caracterizou Paulo, gente. É uma peste. Peste é aquele negócio que você propaga, né? A a figura de linguagem dele aqui foi boa, porque Paulo espalhava o evangelho por onde ia, né? Nós vimos as três viagens dele ao longo desse estudo e ele realmente espalhou o evangelho e todos aqueles que tinham uma sensibilidade minimamente aguçada captaram as mensagens e mudaram de vida, assumiram o novo patamar. Então ele colocou como peste no ponto de vista

espalhou o evangelho e todos aqueles que tinham uma sensibilidade minimamente aguçada captaram as mensagens e mudaram de vida, assumiram o novo patamar. Então ele colocou como peste no ponto de vista dele para nós os que somos seguidores de Jesus daquela época e de hoje, ele é uma bênção, porque ele na verdade plorifera o bem por onde passa. E aí diz ele ainda acusando, ele suscita, ele provoca conflitos entre todos os judeus do mundo inteiro e é um dos da linha de frente da seita dos nazareus. Ou seja, ela coloca como se tivessem pessoas na frente para poder derrubar o judeu ou a a raça judia ou o que era Moisés. Tentou mesmo profanar o templo. Aí começa a mentir, né? Ele já tinha uma visão distorcida. Agora que ele começa a mentir mesmo profanar o tempo e por isso o detivemos. É de sua boca que poderás tu mesmo, interrogando-o, certificar-te de todas as coisas de que nós o estamos acusando. Veja que coisa interessante. Ele transfere para Paulo a posição de defender-se das acusações. Só que ele ingênuo, apesar de inteligente, foi ingênuo, porque ele não sabia ou não queria saber da capacidade da oratória e da inteligência superior de Paulo. Paulo quando abria a boca, gente, quem tava perto não deixava de fixar os olhos e prestar uma atenção incontida. Por quê? Porque era de uma envergadura moral elevado que vinha dele. E é óbvio, ele não falava sozinho, tava influenciado pelos benfeitores. Então, quando ele fez isso, ele derrubou a própria tese, porque ele usou o próprio advogado de defesa, que é o Paulo. E aí diz: "Apoiavam-lo também os judeus". Aí é Lucas tá dizendo, sustentando que as coisas eram mesmo assim. Então, reforçaram os outros judeus que estavam na mesma reunião. Então, tendo o governador feito o sinal para que falasse, Paulo respondeu: "Agora, olha o padrão da resposta. ciente de que há muitos anos és o juiz desta nação de bom ânimo, passo a defender a minha causa. Veja, não elogiou, não colocou outro em evidência, mas também não menosprezou, não tratou

da resposta. ciente de que há muitos anos és o juiz desta nação de bom ânimo, passo a defender a minha causa. Veja, não elogiou, não colocou outro em evidência, mas também não menosprezou, não tratou com desprezo, tratou no tamanho dele. Veja, não há bajulo aqui. Tu podes assegurar-te do seguinte, tá referindo diretamente ao Félix, não há mais de 12 dias. Veja que ele contou isso porque o evento começou lá atrás. Subia Jerusalém em peregrinação. Ora, nem no templo, nem nas sinagogas, nem pela cidade viu-me alguém discutindo com outrem ou provocando motins entre a multidão. Ou seja, que ele colocou fatos. Cadê quem estaria ali para poder provar que ele fez isso? Não tinha nem no templo, nem na sinagoga, nem na cidade. Ninguém que fizesse isso. Por quê? Porque não aconteceu. Então, a verdade se prepondera por si mesma. Eles não podem, eles quem? Os judeus que o acusavam não podem provar-te aquilo que agora me acusa. Isto, porém, aí olha a honestidade de um ser que é fiel a Jesus. Isto, porém, confesso-te, é segundo o caminho, como era chamado o cristianismo, a que me chamam, a que chamam de seita. Então, deita, caminho de caminho, nós vamos chamar de cristianismo, que eu sirvo ao Deus de meus pais, crendo em tudo que o que está conforme a lei se encontra escrito nos profetas. Então veja, gente, e como disse Jesus, "Eu não vim destruir a lei, eu vim cumpri-la". Como diz o espiritismo, eu não vim destruir o evangelho, eu vim dar execução. É exatamente isso. Você mantém os as bases doutrinárias do Primeiro Testamento, do segundo testamento e entra no terceiro testamento, na nossa realidade atual, que você se apoia nas realidades, das verdades que lá estão e vai trazer para agora um novo apresentar de uma nova proposta que é o evangelho de Jesus que Paulo estava fazendo. E tenho em Deus, olha, a mesma base dos judeus. Deus era único. E tenho em Deus a esperança que também eles acalentam de que há de acontecer a ressurreição, tanto de justos como de injustos. Lembra que a

enho em Deus, olha, a mesma base dos judeus. Deus era único. E tenho em Deus a esperança que também eles acalentam de que há de acontecer a ressurreição, tanto de justos como de injustos. Lembra que a gente discutiu isso lá atrás? Ressurreição era ponto de discórdia entre fariseus e os nossos eh antagônicos a eles que me fugiu agora. E eles estão ali exatamente em problemas de oponência e causou mal-estar. Por isso, aquela época foi aquela época, aqueles dias foi encerrada aquela aquele suposto tribunal, porque eles se perderam nas confusões que entre eles mesmos faziam. Então aqui Paulo torna a trazer isso. A ressurreição era ponto comum para Paulo com os fariseus, porque ele também era um fariseu, como ele declarou. Eis porque também eu me esforço, olha que coisa bonita isso aqui. Eu me esforço por manter uma consciência irrepreensível constantemente. Gente, Kardec disse: "Reconhece o verdadeiro espírita como verdadeiro cristão pelo esforço que faz para domar as más tendências." Ou seja, ele tá fazendo esforço para domar as más tendências. Lembra que ele chegou a dizer: "Todo bem que eu quero fazer, eu acabo fazendo o mal". Isso é uma tendência que ele também trazia, mostrando que ele era humano como nós somos. Mas ele tava se esforçando para manter a consciência irrepreensível constantemente diante de Deus e dos homens. Então veja que nós os espíritas estamos nos esforçando o tempo todo para fazer isso também, com quanto muitas vezes não dehamos conta, mas estamos tal como ele nos esforçando. E continua Paulo, depois de muitos anos, vim trazer esmolas para o meu povo e também apresentar ofertas. Foi ao fazê-lo que me encontraram no templo, já purificado, sem ajuntamento e sem tumulto. Alguns judeus da Ásia, porém, alguns judeus da Ásia, porém, são eles que deveriam apresentar-se a ti e acusar-me caso tivessem algo contra mim. Ou seja, cadê os acusadores verdadeiros? Ele tá se referindo a esses judeus da Ásia. Ou digam estes que aqui estão, se referimos que estavam ali presentes, se

acusar-me caso tivessem algo contra mim. Ou seja, cadê os acusadores verdadeiros? Ele tá se referindo a esses judeus da Ásia. Ou digam estes que aqui estão, se referimos que estavam ali presentes, se encontraram algum delito em mim ao comparecer eu perante o cinetro? Gente, eh isso é uma cariação [risadas] na linguagem do do judicial atual, do jurídico atual, né? e ele tá fazendo uma criação. Aqueles que estavam ali não tinham coragem de fazer qualquer outra oposição a isso, porque não tinham essa verdade com eles. A não ser, aí vai Paulo dizer, a não ser que se trate desta única palavra que bradei de pé no meio deles. E aí ele abre aspas o Lucas. É por causa da ressurreição dos mortos que estou sendo julgado hoje diante de vós. Que era controvérsia. Vocês se lembram que desde a época que Paulo foi lá no aerópago que falou aos gregos, quando ele falou da ressurreição dos mortos, cada um foi saindo ao seu canto e ninguém aceitava. Era muito difícil aquela época as pessoas aceitarem que alguém poderia ressuscitar no sentido como Jesus ressuscitou e apresentar-se três dias depois e permanecer 40 dias entre os homens e ressuscitar. E depois nós falamos a ressuscitação no sentido da reencarnação, quando as pessoas podem renascer de novo, como o próprio Jesus nos ensinou. Então aqui, gente, a gente vai explorar um pouquinho mais, porque a profundidade desse desse desse ensejo que Lucas nos proporcionou, ela é ampliada com emano quando ele detalha para nós. Consequentemente, cinco dias depois da remoção do apóstolo, o próprio Ananias fizera questão de chefear, ele estava lá na linha, o conjunto de autoridade dos sinrios e do templo que acorreram a Cesareia com os projetos mais estranhos relativamente à situação do adversário, ou seja, queriam matá-lo. Afinal das contas, os velhos rabinhos, conhecendo o poder da lógica e a formosura da palavra do ex-doutor de Tarso, fizeram-se acompanhar de Tertulo, uma das mais notáveis mentalidades que cooperavam no colendo sodalício, ou

lhos rabinhos, conhecendo o poder da lógica e a formosura da palavra do ex-doutor de Tarso, fizeram-se acompanhar de Tertulo, uma das mais notáveis mentalidades que cooperavam no colendo sodalício, ou seja, naquele naquele grupo de pessoas expoentes dos judeus que estavam ali. Isso que é colendo sodalício aqui da linguagem rebuscada do Emanuel. Então aqui nós estamos falando que eles tinham realmente esse advogado para contrapor a qualidade do Paulo, mas eu acho que o próprio advogado não conhecia [risadas] Paulo não, porque quando se confrontou com ele ficou claro a realidade dessa situação. Aliás, gente, só para poder fazer uma um parêntese aqui, quando nós estávamos eh na época eh do começo do século XX lá em Matão, nós tínhamos Cabachuter, que de vez em quando confrontavam os acusadores, os detatores do Espiritismo e sempre ele conseguia superioridade nas suas explicações. Nós temos também antes um pouquinho disso ou quase simultaneamente a isso lá em Sacramento, aquele apóstolo da caridade que também várias vezes confrontou padres que foram trazidos de muito longe com a sua sapiência, frente à frente público e ali provou a elevação do verdadeiro evangelho. Aqui Paulo fez isso e se vê que essa história se repete ao longo do tempo. Improvisado o tribunal para decidir o feito, o orador do Sinédrio teve prioridade da palavra, usando-a em tremendas acusações contra o disciado do réu, desenhando as cores negras das atividades do cristianismo, que eles chamavam de seita, e terminando por pedir ao governador a entrega do acusado a seus irmãos de raças, a fim de ser devidamente julgado. concedido ao ex-Rabino de explicar-se, Paulo começou a falar com grande serenidade. Gente, aqui tá um ponto fundamental. Uma pessoa que tem a consciência em paz, uma pessoa que vive em paz, que sabe que está cumprindo o seu dever diante da ordem sublime da vida, ela é serena, ela é mansa. Por isso que ela são essas pessoas que herdam a terra, como disse Jesus, os mansos herdarão a terra. Então Paulo

está cumprindo o seu dever diante da ordem sublime da vida, ela é serena, ela é mansa. Por isso que ela são essas pessoas que herdam a terra, como disse Jesus, os mansos herdarão a terra. Então Paulo estava nesse estágio de equilíbrio espiritual, emocional. Ele tava num estágio em que nada o abalava. Por quê? Porque a obra já falava por ele. A estrutura que ele construiu dentro de si já dava a ele a envergadura moral para essa serenidade. Félix, olha como isso influencia nos outros. lhe observou logo os elevados dotes intelectuais, porque saiu dele aquilo que é elevadíssimo, os primores dialéticos, e ali a argumentação com invulgar interesse, ou seja, ele tava muito interessado porque Paulo era superior ao advogado dos meninos. Os anciães de Jerusalém não sabiam ocultar a própria ira. Por quê? Porque a elevação de Paulo já o desmontavam por si só. Diante de Félix, já ficou claro que eles não tinham argumentação para poder sustentar-se diante da argumentação de Paulo. Se possível, se eles pudessem, teriam apostejado o apóstolo ali mesmo, tal a irritação que o assomava a contrastar com a tranquilidade transparente da oratória e da pessoa do orador adverso. Gente, Paulo não vinha destruir a lei, como disse Jesus, não vim destruir a lei. Importa destacar este outro registro da defesa de Paulo que fornece mais um motivo para a perseguição contra ele. Anotado lá em 24:14. Isto, porém, confesso-te, é segundo o caminho que a que chamam de seita, que eu sirvo a Deus de meus pais, crendo em tudo o que está conforme a lei e se encontra escrita nos profetas. Então eu veja, ele não tá contrapondo o judaísmo, ele não tá contrapondo as leis mosaicas, ele não tá em momento nenhum batendo de frente com elas, ele está fazendo o cumprimento delas. É como diz o espiritismo, o espiritismo trouxe uma nova moral? Não, o Espiritismo não trouxe a nova moral. Ele dá execução na moral do Cristo. Ele vai fazer com que nós compreendamos essa moral para cumpri-la com convicção e não sob o processo da força.

va moral? Não, o Espiritismo não trouxe a nova moral. Ele dá execução na moral do Cristo. Ele vai fazer com que nós compreendamos essa moral para cumpri-la com convicção e não sob o processo da força. O Eliseu Rigonate, ele torna nos informar o seguinte: de fato, o evangelho não veio para destruir a lei ou invadi-la, mas dar-lhe cumprimento, segundo declarou o próprio Jesus. Do mesmo modo, o Espiritismo não veio combater ou destruir religiões, sim trazer novos ensinamentos que as completam e espiritualizam. Preste atenção nisso. Há uma religião vai ser espiritualizada. Clara, os seus profetentes se espiritualizando, a religião torna-se mais espiritual, mais transcendental, mais próxima do elevado. Sendo Deus, nosso pai, nele devemos depositar todas as nossas esperanças. E como somos espíritos imortais, nós o sabemos, ressurgiremos cheios de vida no mundo espiritual depois de passar pelos fenômenos da morte ou pelo fenômeno da morte. E para que não tenhamos decepções do lado de lá. Essa é para todos nós, gente. Precisamos não cometer atos que manchem a nossa consciência do lado de cá completo. Então, pensa nisso. Será que nós estamos vivindo, vivendo de tal forma que estamos nos preparando para quem seremos do lado de lá? Ou vamos levar máculas, manchas, eh, beijos, algumas coisas que não são de conformidade com a sã doutrina. Mas ele disse também no discurso dele ou na defesa dele que ele vinha trazer esmolas e oferendas. Vou falar um pouquinho sobre isso. Ele diz assim: "Eh, depois de muitos anos vim trazer esmolas para o meu povo e também apresentar ofertas. foi ao fazê-la que me encontraram no templo já purificado. Então ele vai trazer isso e o Gregonat vai explorar um pouquinho para nós isso. Ele diz assim: "A esmola a que Paulo se refere era a coleta que ele fazia regularmente dos irmãos dos núcleos que fundara nas cidades onde estivera e se destinava a auxiliar à obra dos apóstolos de Jerusalém. Foi esse hábito que ele conservou por toda a vida e as oferendas e votos, as despesas que pagou

cleos que fundara nas cidades onde estivera e se destinava a auxiliar à obra dos apóstolos de Jerusalém. Foi esse hábito que ele conservou por toda a vida e as oferendas e votos, as despesas que pagou pela purificação dos quatro nazireus que o acompanhou ao tempo, segundo o ritual de purificação. Nós já vimos atrás. Vocês vão se lembrarem várias das vezes que Paulo volta a Jerusalém, ele sempre volta com a bolsinha, com os recursos que é pra igreja do caminho, como era chamada aquela época. Então isso é um hábito de Paulo durante todo o processo de sua pregação entre os nossos irmãos não judeus. Mas o tumulto no templo e a ressurreição, aquela palavra ressurreição que nós falamos é o que provoca o tumulto. Paula esclarece perante o tribunal de Cesareia, então presidido pelo governador Félix e contando com a participação do sumo sacerdote e outros integrantes do Sinetrio, que Lucas não declarou que a acusação do tumulto no tempo não deveria ser adicionada a ele, mas os judeus da Ásia, os quais efetivamente iniciaram o conflito e o montinho em Jerusalém. Quando nós olharmos lá atrás, se não falem memória, dois ou três temas anteriores, nós vamos ver quando Paulo foi abordado lá dentro do templo. E aí eles tentaram, matá-lo ali mesmo, bateram nele. Ele ficou todo machucado até que houve a intervenção dos romanos e ele foi retirado dali. Então esses aqui que fizeram isso é que provocaram tumulto e não o próprio Paulo. Eh, aliás, eu falei que não lembrar, mas tá aqui o escrito na frente, é o tema 33 que nós estudamos isso. Em seguida, volta a reafirmar qual seria o verdadeiro motivo dele estar sendo julgado, a não ser que se trate, diz ele próprio, desta única palavra que bradei de pé no meio deles. É por causa da ressurreição dos mortos que estou sendo julgado hoje diante de vós. Vamos ver o que nos ensinou o Rigonate. Na realidade, Paulo não tumultuar o tempo, como nós vimos. Foram os judeus da Ásia que o reconheceram entre os quatro nazireus. Se algo houvesse contra ele, seriam eles

r o que nos ensinou o Rigonate. Na realidade, Paulo não tumultuar o tempo, como nós vimos. Foram os judeus da Ásia que o reconheceram entre os quatro nazireus. Se algo houvesse contra ele, seriam eles que o deveriam acusar. E mesmo os que ali estavam, nenhuma culpa lhe poderiam putar. Por quê? que no no não presenciaram nem viram isso. Paulo habitualmente desloca a questão para o terreno controverso aí de novo entre fariseus saduzeus. Eu tinha me esquecido da palavra saduzeus, me perdoe. Aqui tá o nosso rigonato nos ajudando a lembrar. Lembra? Tinha uma controvérsia entre eles. Os fariseus do qual Paulo era originário desde o berço, eram partidários da ressurreição. Não exatamente como nós entendemos hoje, mas como eles entendiam aquela época. Já os saduceus não, eles não aceitavam is de hipótese alguma. Então essa ressurreição dos mortos que nós chamamos de reencarnação, não era aceita pelos saduceus, mas era aceita sem que eles entendessem direito como funciona pelos fariseus. Continua nosso querido mestre Rigonate. O espiritismo prega a ressurreição dos mortos, não porém a do corpo de carne que se desfaz na sepultura, onde passa a integrar o grande reservatório da natureza. A ressurreição é do espírito, nossa alma imortal que ressurge no plano espiritual. Aliás, é o que o próprio Paulo nos ensina na sua primeira epístola aos Coríntios, capítulo 15. Nós vamos estudar assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se corpo em corrupção, ressuscitará corpos em incorrupção. Semeado corpo animal, ressuscitará corpo espiritual. Gente, isso aqui é espiritismo declaradamente completo, não tem que explicar mais nada. Tá totalmente declarado aqui. Óbvio que você vem pra Terra, você vem para poder cumprir seu programa espiritual. Não cumpre, você se corrompe. Por isso que a gente se corrompe e depois precisa depurar o que corrompeu. E quando a gente volta pro mundo espiritual, a gente volta com esses processos de corrupção à lei divina dentro de nós, nos acusando, nos cobrando correção. E aí nós pedimos nova

urar o que corrompeu. E quando a gente volta pro mundo espiritual, a gente volta com esses processos de corrupção à lei divina dentro de nós, nos acusando, nos cobrando correção. E aí nós pedimos nova encarnação e nascemos para poder reajustar. repara o que desviamos. Feito esta primeira etapa, vamos paraa segunda, que é quando Paulo está detento em Cesareia, porque nós vamos ver agora a pouco que o Félix vai dissolver aquele tribunal, eu vou chamar entre aspas de tribunal e vai deixar Paulo preso ali, porque nós vamos ver, ele tinha uma personalidade um pouco, vamos ver o que que é. Vamos ver o texto. Félix, que era muito bem informado no que concerne ao caminho, ou seja, sabia sobre a cristianismo da época, reenviou-os para outra audiência. Então, ele não decidiu naquele momento depois da do discurso defesa de Paulo, dizendo: "Quando o tribuno Lísias descer, eu julgarei a vossa questão". Ou seja, Elizes foi quem mandou de Jerusalém para a Cesareia o Paulo. Então o Félix, e eu vou dizer aqui para vocês que é um pretexto, viu? Nós vamos ver porque que foi um pretexto. Ele disse que enquanto o Lisas não vier para conversar com ele, não vai eh decidir isso. E você vai ver que ele não vai decidir isso nunca, até que troque de governador Paulo Perseá preso, como veremos. e ordenou ao centurião que mantivesse detido, mas lhe desse bom tratamento. Olha já a ascendência moral de Paulo sobre Félix, que era um governador, hein? Homem de respeito, e nenhum dos e nenhum dos seus impedisse de prestar-lhe assistência. Então ele era tratado com deferência, mesmo sendo prisioneiro. Alguns dias depois veio Félix com sua mulher Drzila, que era judia. Olha que bacana, ele era um um governador romano casado com a judia e você vai ver que ela tem ascendência lá na raça hebraica. Mandou chamar Paulo e ouviu falar sobre a fé em Cristo Jesus. Mas como Paulo se pusesse a discorrer sobre a justiça, a continência e o julgamento futuro, Félix ficou amedrontado, porque quem não deve não teme. E Félix,

o e ouviu falar sobre a fé em Cristo Jesus. Mas como Paulo se pusesse a discorrer sobre a justiça, a continência e o julgamento futuro, Félix ficou amedrontado, porque quem não deve não teme. E Félix, com todo respeito, você vai ver que era semelhante a muitos de nós atualmente, cheio de compromissos para com a consciência cósmica. "Por hora, retira-te", disse ele, "quando tiver mais tempo, mandarei chamar-te". Ou seja, ele impediu que aquilo começasse a causar desconforto íntimo nele. Sabe quando a pessoa ainda não quer despertar e ela faz de conta que ela não traz problema? Então se ela começar a ouvir muito aquilo, ela não consegue viver com aquilo, porque aquilo lhe trará um desconforto íntimo que a fará fazer alguma coisa. O que que ele fez? É o que se chama fuga. Ele recalca aquilo lá dentro dele e propõe uma nova situação para manter aquela aparência que a ele convém. É uma conivência. Por agora, retira-te. Quando tiver mais tempo, mandarei chamar-te, o que é de novo um sofisma, uma falsa verdade. Ele esperava, além disso, que Paulo lhe desse dinheiro. Aí Lucas, obviamente, teve que atravessar aqui, porque o texto é longo e nós vamos ver que Emanu discorre isso bem detalhado. Por isso mandava chamá-lo frequentemente e conversava com ele. Dois anos foram passados. E aí Félix teve como sucessor outro governador que se chamava Porcio Festo. Entretanto, querendo agradar os judeus, Félix mantivera Paulo encarcerado. Veja que ele era jogo de interesses, né? Sabia da envergadura moral do Paulo, mas não liberou Paulo. Por quê? Porque ele queria estar em boa mão ou em boa ordem, em boa sinonímia com os nossos irmãos judeus que ele governava. Vamos ver agora então o nosso Emanu isso para nós lá no fundo. Disse ele: "O governador teve grande embaraço para veredito. Ou seja, quando Paulo acabou de fazer a defesa, ele não conseguiu fazer isso. De um lado viu os anciães de Israel em atitude quase colérica". Então ele preocupava com isso, reclamando direitos de raça. O outro contemplava o apóstolo do

er a defesa, ele não conseguiu fazer isso. De um lado viu os anciães de Israel em atitude quase colérica". Então ele preocupava com isso, reclamando direitos de raça. O outro contemplava o apóstolo do evangelho, calmo, imperturbável, senhor espiritual do assunto, a esclarecer todos os pontos obscuros do processo singular, que era um processo que não tinha muita base, com a sua palavra elegante e refletida, como disse Emmanuel, reconhecendo o extremo valor daquele homem franzino e envelhecido, cujos cabelos pareciam encanecidos por dolorosas e sagradas experiências, O governador Félix modificou apressadamente suas primeiras impressões e encerrou os trabalhos nestes termos que não tá lá em Lucas, gente. Olha como é que é o bastidor. Senhores, reconheço que o processo é mais grave do que julguei à primeira vista. Neste caso, resolva adiar a sentença definitiva até que o tribunal Cláudio Lisas seja conveniente ver te ouvido. Então, o Lucas colocou só esse finalzinho aqui. Os anciães morderam os lábios porque eles queriam levar Paulo já daquele momento. Debalde em vão, o sumo sacerdote solicitou a continuação dos trabalhos. O mandatário de Roma não modificou o ponto de vista e a grande assebre dissolveu-se com imenso pesar dos israelitas constrangidos a regressar extremamente desapontado. Já era a terceira vez que eles não conseguiam pôr as mãos em pau. E aí Rigonate complementa pra gente assim, ó. Velho, conhecia muito bem as intermináveis e estéris discussões dos judeus. Daí por ele não queria dar o veredito e contrariar aos judeus ao interpretar a lei de Moisés. E para certificar-se dos fatos concretos que levaram Paulo à prisão, julgou de boa ouvid antes de pronunciar-se ouvir depoimento do tribuno Lízias. Mas nós vamos ver que é mais do que isso. Certo é que o discurso de Paulo impressionou, não tenhamos dúvida disso, impressionou o governador romano que passou a ver o apóstolo sobra perspectiva, assim como acontecera anteriormente ao tribuno, Cláudio Lies. E se vocês voltarem lá

ssionou, não tenhamos dúvida disso, impressionou o governador romano que passou a ver o apóstolo sobra perspectiva, assim como acontecera anteriormente ao tribuno, Cláudio Lies. E se vocês voltarem lá atrás, nas várias viagens de Paulo, quantos não se impressionaram e eram poderosos, se impressionaram com o discurso dele. Vamos ver o que comenta Emanuel acerca disso. Félix, entretanto, passou a considerar o prisioneiro com maior deferência. No dia seguinte foi visitá-lo, concedendo-lhe permissão para receber os amigos na sala de do expediente. Dependendo que Paulo gozava de grande prestígio entre os entre e perante todos os seguidores da doutrina do profeta Nazareno, imaginou desde logo tirar algum proveito da situação. Gente, olha, olha a cabeça de alguém que só pensa em se loucupletar. E era Paulo um prisioneiro, um sujeito franzino, velhinho, já sofrido. E ele tava sabendo que Paulo tinha poder sobre muitos outros. E esse poder era um poder espiritual, não um poder monetário. Olha onde ele jogou a cabeça dele. Interesse financeiro. Olha, se Paulo tem essa essa influência sobre esse pessoal todo, é aqui um bom ponto de eu a regimentar uns um boa quantidade eh de interesses materiais. Cada vez que o visitava, surpreendia-lhe maior acuidade mental. Paulo era lúcido, absolutamente lúcido, a interessá-lo pela sua palavra viva e palpitante de observações sábias no conceito e na experiência da vida. Mas aqui nós vamos descobrir o caráter venal de Félix e a fidelidade do apóstolo Paulo de Tarso. Certo dia, o governador abordou jeitosamente, ó, que um jeitinho que você vai chegando assim meio pros lados, o prisma dos interesses pessoais, insinuando-lhe a vantagem da sua libertação, de maneira a atender as aspirações da comunidade cristã a quem prestava tanto relevo. Porém, Paulo observou o resoluto. Não sou tanto da vossa opinião, de vossa opinião. Olha, ele vai frontal com o governador. Ele não quer saber se o governador é o governador ou se é um sujeito qualquer do da da da do império romano. Não, ele

tanto da vossa opinião, de vossa opinião. Olha, ele vai frontal com o governador. Ele não quer saber se o governador é o governador ou se é um sujeito qualquer do da da da do império romano. Não, ele fala o que tem que falar. Ele é ele é fidedigno com Jesus. Ele é autêntico, sem machucar, mas ele fala o que tem que falar. Sempre considerei que a primeira virtude do cristão, e vale para nós isso, gente, preste muita atenção nas palavras de Paulo, é estar pronto para obedecer a vontade de Deus. A primeira virtude do cristão é estar pronto para obedecer a vontade de Deus em qualquer parte, certo? Não estou detido à revelia de sua assistência e proteção. Ele sabia que tava preso, mas quem tava no comando era Deus. E desta forma acredito que Jesus julga melhor conservar-me prisioneiro nos dias que corre. Então ele sabia que iria a Roma de uma forma ou de outra e ele sabia que Jesus estava controlando tudo isso que estava acontecendo. Servi Loei, pois como se estivesse plena a liberdade do corpo. Olha que bacana. Preso, né? Memórias de liberdade de um cárcere. Ele na verdade tava preso no cárcere, mas ele tava vivendo a liberdade como se fora do cárcere estivesse. Entretanto, continuou o Félix agora, né, obviamente já, vamos dizer assim, alfinetado com com habilidade, sem coragem para ferir diretamente o ponto. Ele não queria fazer a a proposta indecorosa. Vossa independência não seria coisa muito difícil. Como assim o o Paulo se fazendo de boa? Porque ele entendeu, mas ele fazendo para poder não causar mal-estar. Não tendes amigos ricos e chegou no ponto e influentes em todos os recantos provinciais, interrogou o Félix e de maneira abígua para poder não deixar aquela questão ficar evidente para ele não ser desmontado depois. Que desejás dizer com isso? Paulo indaga ele assim frontal. Creio que se conseguísseis o dinheiro suficiente para atender os interesses pessoais de quantos hajam de funcionar no processo, estariais completamente livre da ação da justiça dentro de

ssim frontal. Creio que se conseguísseis o dinheiro suficiente para atender os interesses pessoais de quantos hajam de funcionar no processo, estariais completamente livre da ação da justiça dentro de poucos dias. Gente, isso que acontece até os dias de hoje com muita frequência nos bastidores de muitos poderes espalhados por este globo afora. Essa conversa que você tá vendo aqui entre pessoas venais, ambas do mesmo nível, acontece. Só que aqui tinha uma pessoa venal e tinha um outro que era um elevado espírito que tinha resistência moral forte dentro de si. E olha o que dirá ele. Perceba agora. Falais de uma justiça condicionada ao capricho criminoso dos homens, ou seja, pagar cada um daquele processo para libertá-lo. Essa justiça claramente coloca: "Não me interessa sermear preferível conhecer a morte no cárcere". Olha, gente, o que que é uma posição firme de ser fiel até o fim a servir de obstáculo a redenção espiritual do mais humilos funcionários de Cesaré? Ou seja, ele tá se preocupando com os romanos, funcionários de romanos que iriam ser literalmente colocado na mão deles a propina para eles poderem facilitar a libertação do pau. Dar-lhes dinheiro em troca de uma independência ilícita. Então ele entendeu, mesmo ele sendo lícito, ele está livre, mas a forma como fazer era uma independência ilícita. Seria habituá-los ao apego dos bens que não lhe pertencem. Gente, olha que coisa bacana. Guarda essa frase. Você faz uma vez, fazer de novo fica mais fácil. Fazer de novo, mais fácil. Daí um pouco vira hábito. Se você abre concessão ao mal uma vez, você está se colocando em risco de o mal ser a base das suas decisões. O mal aqui é roubar, é tirar, é falcatruar, como eles iriam fazer. E o Paulo foi claro, seria habituá-los, se eu concedesse isso, seria habituá-los ao apego dos bens que não lhe pertencem e lhe serão tirados na oportuna hora. Minha atividade seria então um esforço reconhecidamente perverso. Olha como ele faz a análise. Além do mais, quando temos a consciência pura,

ue não lhe pertencem e lhe serão tirados na oportuna hora. Minha atividade seria então um esforço reconhecidamente perverso. Olha como ele faz a análise. Além do mais, quando temos a consciência pura, se é o bem mais precioso de qualquer pessoa em qualquer parte da vida, em qualquer momento das suas histórias evolutiva. Consciência pura é o que te dá paz, que o mundo não pode dar. Quando temos a consciência pura, ninguém nos pode tolher a liberdade. E eu me sinto aqui tão livre como lá fora da praça pública. Então guardem isso aqui, gente, ó. CMA preferível conhecer a morte no cárce a servir de obstáculo à redenção espiritual dos mais humildes dos funcionários de Cesareia. Dar-lhes dinheiro em troca de uma independência ilícita seria habituá-los ao apego dos bens que lhe não pertencem. Guardem isso aqui, gente. Quando temos a consciência pura, ninguém pode tolher a liberdade. E eu me sinto aqui tão livre como lá fora na praça pública. E esse é um sentimento verdadeiro. Ele se sentia livre mesmo, porque a prisão não está fora, prisão está dentro. E a Druzila, aquela esposa judia de férias, vamos ver quem é essa mulher que tava lá, porque que ela tá, né, como relatada até pelo próprio Lucas. Bom, continua, Emana dizendo depois dessa conversa de Paulo com o Félix, a lição humilhava-o duramente. Desde então, porque ele se sentiu afrontado, desinteressou-se da causa. Já havia, porém, comentado entre amigos mais íntimos a privilegiada inteligência do prisioneiro Cesareia. E daí a dia, sua jovem esposa Drusila, manifestava ali o desejo de conhecer e ouvir o apóstolo. A seu mau grado, ele não queria porque ele já tinha ficado com raiva de Paulo, porque Paulo não foi sediciado por ele. Não podendo esquivar-se, a esposa queria. E quando lá em casa minha esposa quer, a gente diz: "Sim, senhora e o governador também". >> Brincadeiras à parte, gente, acabou por levar a presença do ex-rabino. Judia de origem, Druzila não se contetou, qual fizera o marido com simples indagações

z: "Sim, senhora e o governador também". >> Brincadeiras à parte, gente, acabou por levar a presença do ex-rabino. Judia de origem, Druzila não se contetou, qual fizera o marido com simples indagações superficiais. Ela tinha um pouco mais de sede de espiritualidade. Desejava sondar-lhes as ideias mais profundas. pediu-lhe um comentário geral da nova doutrina que reposara e procurara difundir. Olha, gente, com informação histórica, Drzila era irmã do rei dos judeus Herodes, a gripa dois, o neto de Herodes, o grande Paulo, falou a Druzila e aos demais integrantes da corte romana, esclarecendo e impressionando-os, como a gente vai ver aqui, ó. Perante destacadas figuras da corte provincial, o valoroso apóstolo dos gentios fez brilhante paní panegírico do evangelho, ou seja, uma bela explanação ressaltando a inolvidável exemplificação do Cristo e os deveres de proseritismo que repontava de todos os recantos do mundo. A maioria dos ouvintes escutava o com evidentes mostra de interesse. Mas quando ele começou a falar da ressurreição, olha o que impa causava nas pessoas. Até hoje na causa em Até hoje na causa em alguns. Ressurreição dos deveres do homem face das responsabilidades no mundo espiritual. Ou seja, o que acontece na vida após a morte. Olha o que acontece. O governador fez se par interrompeu a pregação, porque ele tava extremamente incomodado por dentro. A Druzila não, ela queria ouvir, os outros queriam ouvir porque era o ponto de infecção para eles mudarem, mas o governador não queria mudar. Por hoje basta a autoridade, a autoridade, a força. Meus familiares poderão ouvir-vos de outra feita se lhes aprover. Pois quanto a mim, não creio na existência de Deus. Aí Paulo não perde a oport. Paulo também não era fácil, gente. Olha o que ele vai dizer. Agradeça a delicadeza da vossa declaração e todavia, senhor governador, ouso encarecer-vos a necessidade de ponderar o assunto. Por quê? Porque quando um homem afirma não aceitar a paternidade do todo- poderoso, é que em regra se

a declaração e todavia, senhor governador, ouso encarecer-vos a necessidade de ponderar o assunto. Por quê? Porque quando um homem afirma não aceitar a paternidade do todo- poderoso, é que em regra se arreceda do julgamento de Deus. que ele tocou lá no ponto mais profundo. O homem era um um homem era era, vamos dizer assim, aquele que se utilizava do cargo para se loucupetar, para poder se enriquecer as fças das coisas não não listas, né? E Paulo tocou naquele ponto mais forte que que esse homem fez a partir disso, passou a desejar Paulo que ficasse preso pro resto da vida. E olha o que como é que Manu descreve, como aconteceu depois. Félix lançou-lhe um olhar raivoso, ou seja, as faíscas caiam do ouro dele. Se Paulo tivesse proteção, tinha pegado fogo. E retirou-se com os seus, prometendo a si próprio, daquele momento em diante, deixar o prisioneiro entregue a sua própria sorte. Ou seja, ele não vai perseguir Paulo, mas não vai ajudar absolutamente em nada. Agora pergunta, por que que ele não vai perseguir? Porque não tinha autoridade moral para fazer isso. Dentro dele havia um constrangimento que não dava ele condições. Em outras palavras, Paulo era superior a ele moralmente. Ele era superior a Paulo em termos de poder humano, mas em termos de poder espiritual, ele se percebia muito abaixo de Paulo. Pessoal, 2 anos presos, mas não inativo. Ele trabalhava tanto quanto trabalhava lá fora. Durante esse período, Paulo não ficou inativo. recebia os emissários dos núcleos distantes, solucionava-lhes os problemas e enviava-lhes mensagens e epístolas das quais nos restam algumas. E nós vamos estudar algumas delas, uma, aliás, algumas delas, vamos estudar todas as conhecidas que sobraram. Um dos seus colaboradores constantes foi Lucas. Lucas nunca deixou Paulo, gente. Presta atenção na histórias dessa trajetória dele. É um é uma alma gêmea, eu diria assim, os dois são muito próximos, como Paulo chamava, o muito amado Lucas, o qual tinha entrada livre no pretório. Ó lá, eles permitiam que ele entrasse. Ele

ria dele. É um é uma alma gêmea, eu diria assim, os dois são muito próximos, como Paulo chamava, o muito amado Lucas, o qual tinha entrada livre no pretório. Ó lá, eles permitiam que ele entrasse. Ele vai continuar, nós vamos ver nos próximos capítulos que ele vai continuar tendo permissão para entrar lá quando estiver em Roma. Eh, de colher informações, né? Então, Lucas não perdeu a oportunidade incomparável que lhe se lhe deparava em Cesaré de colher informações de Felipe, um dos presbíteros da casa do caminho, que morava na cidade e de outras pessoas que estiveram bem próximas de Jesus, com elas escrever o evangelho que traz o seu nome. Foi nessa época aqui, gente, que Lucas começou a escrever o evangelho. E veja, ele vai fazer isso quase ao mesmo tempo que o Atos Apóstolos. E julga-se que também nesse tempo começou a culpou. Exatamente o Atos Apóstolos. A esse tempo, diz agora Emmanuel, o ex-doutor de Jerusalém chamou a atenção de Lucas para o velho projeto de escrever uma biografia de Jesus. Então, Lucas provocou, foi provocado por Paulo, valendo-se das informações de Maria que estava lá em Éfeso, que Lucas tinha conhecido e tinha ouvido e com certeza tinha anotado. Lamentou não poder ir a Éfeso, incubindo desse trabalho que reputava de capital importância para os adeptos do cristianismo futuro, que seríamos nós. O médico amigo satisfez integralmente o desejo, negando a posteridade o precioso relato da vida do mestre. rico de luzes e esperanças divinas. Nós aqui estamos nos deleitando com isso hoje. Gente, terminadas as anotações evangélicas, o espírito dinâmico do apóstolo da gentilidade encareceu a necessidade de um trabalho que fixasse as atividades apostólicas logo após a partida do Cristo, para que o mundo conhecesse as gloriosas revelações do Pentecostes. E assim se originou o magnífico relatório de Lucas, que é ato dos apóstolos, porque é um relatório bom. Mas a situação do anos ali não, os judeus não deixavam Paulo quieto, não. O tempo corria célere. Os

ssim se originou o magnífico relatório de Lucas, que é ato dos apóstolos, porque é um relatório bom. Mas a situação do anos ali não, os judeus não deixavam Paulo quieto, não. O tempo corria célere. Os israelitas, no entanto, nunca desistiram do primitivo plano de eliminar o valoroso campeão das verdades do céu. O governador foi abordado várias vezes sobre a oportunidade de reenviar o encarcerado a Jerusalém. Entretanto, ao lembrar-se de Paulo, a consciência lhe vacilav. Lembra que eu falei da autoridade moral que ele não tinha? É isso aqui, ó. A consciência lhe vacilava além do que por si mesmo observava ouvira ao tribuno Cláudio Lizas que ele falara do ex-rabino com disfarçável respeito. Olha a ascendência moral, gente. A pessoa se impõe não pela força ou pela posição social, pelo cargo. Ela se impõe por quem é, mas por medo dos poderes sobrenaturais atribuídos. tinha isso ainda aos apóstolos do que por dedicação aos seus deveres de administrador resistiu a todas as investidas dos judeus, mantendo-se firme ao propósito de custodiar o acusado até que surgisse o ensejo de um julgamento mais ponderado. Gente, olha que bacana isso aqui. Ele tinha medo. Só tem medo aquele que deve, aquele que tem problemas com a sua própria consciência. Se não tivesse consciência em problemas de compuscação, eles não teria medo e ele teria tomar a decisão que seria mais justa na no entendimento que ele tinha. Mas ele tinha medo de tanto libertar Paulo como de entregar pros para os homens de Jerusalém, porque ele sabia que Paulo tinha poderes que ele não detinha. E esses poderes transcendiam a compreensão dele. Félix manteve Paulo, portanto, custodiado na prisão por dois anos, quando é substituído, como vimos, por Pôcio Festos. À vista disso, embora respeitado pela fraqueza e lealdade de Zemânuel, Paulo ouve de amargar do anos de reclusão em Cesareia, tempo esse aproveitado em relações constantes com as suas igrejas bem amadas. Inumeráveis mensagens iam e vinham trazendo consultas e levando pareceres e

ve de amargar do anos de reclusão em Cesareia, tempo esse aproveitado em relações constantes com as suas igrejas bem amadas. Inumeráveis mensagens iam e vinham trazendo consultas e levando pareceres e instruções. Cesaré tinha um porto famoso que foi construído em homenagem ao governador, ao ao imperador romano. Esse porto hoje ele não existe. Ele já afundou, não é? Como é que ele afundou a a as suas a seu material foi consumido pela água do mar e esse só tem só os resíduos dele lá. Cenas do próximo capítulo, pessoal. É bom, né? a gente se dá isso dá vontade de ficar vendo mais e mais o que vai acontecer. Nós estamos aqui no na parte cinco, como nós falamos, e o próximo capítulo vai apelar César, eh, Paulo vai apelar para César e Paulo vai comparecer perante o rei Agripa. Isso era uma condição importante, porque o rei Agripa não era necessariamente como os judeus. Nós vamos ver isso depois e aí vocês verão que coisa bacana será esse próximo capítulo. Por isso, como dizem os amigos, não percam as cenas do próximo capítulo. E paraas nossas reflexões finais, eu trouxe aquela frase que nós gravamos lá. Guardem ela. Se vocês acharem por bem, escrevam-na de frente do espelho e coloquem para todo dia a gente se lembrar disso. Eu tô falando porque eu coloco para mim algumas delas. Eu tô só apenas sugestionando, gente. Quando temos a consciência pura, ninguém, ninguém nos pode tolher a liberdade. Gente, era isso para hoje. Ficamos aqui agora para as nossas conversas habituais. Obrigado. >> Obrigado, Max. Foi muito bom. Pessoal elogiando aqui no chat. Vamos convidar então o Hélio Marl para compor a nossa tela aqui e batermos um papo com o pessoal que tá aqui no chat e eu coloco para vocês. Quem quiser colocar alguma observação, pergunta no chat. Agora é a hora da gente conversar. Marlúci, seja bem-vinda. Muito boa noite. Hélio também seja bem-vindo. Boa noite ao nosso estudo, né? Max também explorou o assunto. Nós temos aqui algumas perguntinhas ou observações, duas e espero que o pessoal participe mais.

to boa noite. Hélio também seja bem-vindo. Boa noite ao nosso estudo, né? Max também explorou o assunto. Nós temos aqui algumas perguntinhas ou observações, duas e espero que o pessoal participe mais. Temos aqui a Márcia Coelho, né? Eh, ela coloca assim: "Max, Félix não quis sair da sua zona de conforto e vejo isso em alguns eh frequentadores de reunião pública de anos em uma casa espírita, porque não quer mudar de vida, não quer saber de reforma íntima". >> Algum de vocês querem comentar? Que meninas e meninos? Eu [risadas] eu quero sim, a Márcia tem a absoluta razão e numa estatística que a FEB fez, isso ficou comprovado, né? A medida que os participantes eh começam a reconhecer a necessidade de o evangelho entrar neles, deles mudarem, de fazer a reforma íntima, muitos abandonam a estrada. Então, principalmente a pandemia deixou isso acentuado e é uma pena, né? Porque não faz nessa encarnação, vai ter que fazer na outra, né? Então, é interessante isso. Muitos que deixam os estudos dão um tempo porque não querem assumir as responsabilidades. E tem várias formas da gente comprovar isto. Tem uma mensagem de Lins do Vasconcelos que é muito importante no movimento espírita e ele diz que ser espírita e assumir obviamente as responsabilidades. nos últimos tempos ele concorda, e eu concordo com ele plenamente que o número de estudiosos e números que daqueles que querem ser espíritas e que de uma certa forma param porque não querem assumir responsabilidade aumentou. Então, a gente deve estimular os nossos irmãos, refletir consigo mesmo, né, nas situações que se fazem e até a grande maioria são dificuldades que aparecem para testar, pra gente poder se avaliar e são formas de testemunhar e a gente eh obviamente reconhece isso. É uma verdade, Márcia. Temos que ajudar os nossos irmãos a não deixar para depois e nem para outra encarnação. É melhor a gente ir acertando na forma que a programação divina vai nos convidando >> e se consertando, né? Eh, Hélio, principalmente a cada instante, a cada oportunidade e

nem para outra encarnação. É melhor a gente ir acertando na forma que a programação divina vai nos convidando >> e se consertando, né? Eh, Hélio, principalmente a cada instante, a cada oportunidade e que não falta, não falta oportunidade. Eh, Mar Lúcia, quer colocar alguma coisa? >> Eh, quero sim. Eh, eu escutei certa vez de trabalho tão linda. Tá, o seu som tá picotando, Marúcia. Tá >> picotando, Mar. >> É, melhorou. Tô mais perto. >> Ah, melhorou. Melhorou. Vamos lá. É, então essa minha amiga dizia assim: "Eu acho tão lindo a doutrina espírita que você coloca os pensamentos, os princípios, mas o que atrapalha é essa tal da reforma íntima. O resto é ótimo." Então isso reflete o pensamento de muitos espíritas mesmo. Eh, começa a estudar, por exemplo, na época em que não tinha o Evangelho Red Vivo, era só o ESDE. E quando chegava assim, programa um, eram seis programas, acho que eu era, se lembra, eram seis programas, programa um ao seis, o programa um era introdução, o dois princípios básicos e o programa três eram as leis morais. Então, a turma começava quando chegava no nas leis morais iam saindo por >> sabia e tinha que tomar uma atitude, né? Então, não queria, era preferível sair do que ter que se ter que melhorar. Então, meus amigos, quando a gente vê essa essa fala do Max hoje, a trajetória de Paulo, o trabalho de Paulo, a reforma de Paulo, os cuidados de Paulo com os amigos, né, na ajudando, orientando, a gente fica sem fôlego. Mas é, é, a gente precisa seguir esse exemplo de Paulo, né? Claro que o primeiro modelo é Jesus, mas Paulo está mais perto da gente e a gente não segue porque é muito mais fácil eh faço o que eu digo, não faço o que eu faço. Então, a gente não quer o trabalho da reforma híbnaica, porque dá trabalho, mas é para isso que a gente reencarnou, é para isso que a gente vai e vem várias vezes, para ser uma melhor pessoa, mas o esforço é esse que a gente não quer, é prontinho, mas pra gente fazer não. >> É realmente está é Márcia está corretíssima. Por isso que aquela

vai e vem várias vezes, para ser uma melhor pessoa, mas o esforço é esse que a gente não quer, é prontinho, mas pra gente fazer não. >> É realmente está é Márcia está corretíssima. Por isso que aquela doutrina da graça, né, que o pessoal adora defender, [risadas] é a doutrina que o pessoal espera, né, que é uma coisa irreal, que não não tem aquilo que eles obviamente tentam fazer. Mas é assim, é importante a gente perceber eh que cada um tem seu momento, né? E a pessoa que adia lá em cima tem paciência. Deus não perde conosco paciência no Jesus, [risadas] muito menos. Então, é claro que cada um tem o tempo que quer. Eh, e como não somos, não temos as nossas consciências jamais violentadas por nenhuma constrangimento lá de cima, nós vamos ter a liberdade de fazer as escolhas. Só que nós, chegando ao tomo três ou tomo um, tomo dois, temos clareza que existem leis. Não é a doutrina que diz isso. As leis existem. A doutrina espírita só fez você compreendê-las. Existem leis, por exemplo, eu tenho liberdade, isso é uma lei, chama lei de livre arbítrio, mas essa lei tem consequências. Por quê? Porque tem uma causa e um efeito. Eu escolho, mas eu tenho que arcar com as consequências da escolha. E as pessoas fazem de conta, [risadas] se chama sofisma, fingem que essa outra parte não existe. Deixa o negócio que fazer o que eu gosto, o que eu quero, até chorar. Aí vem chorando, vem pela dor. Certa ocasião lá no ESG, que a gente já tá há mais de 20 anos trabalhando no ESGE, né? E a gente tem visto vários casos que são às vezes alguns emblemáticos. Já vimos como como Marl falou, pessoas que quando chegam nessa parte é mais ou menos como poço. Olha, eu isso aí eu Mas você vai falar depois, tá? [risadas] Já cai fora, não fica lá. Mas tinha uma mocinha, ela devia ter uns ser, sei lá, uns 25 anos, alguma coisa assim. Ela começou o GE e nós éramos facitadores naquela época e ela era uma mocinha inquieta e ela era até atrivida. Ela estava ali parece que para poder causar barrobúrdia. Ela

25 anos, alguma coisa assim. Ela começou o GE e nós éramos facitadores naquela época e ela era uma mocinha inquieta e ela era até atrivida. Ela estava ali parece que para poder causar barrobúrdia. Ela queria fazer provocações. Naquele primeiro semestre, a gente teve muito amparo dos benfeitores, foi tudo bem, a gente conseguiu ir apaziguando aquela ansiedade dela. E daí no segundo semestre ela já estava colaborativa. Antes ela era só atacante. Ela ela tudo que falava ela contrariava, tudo que falava ela tinha um senão. ela já começou a perceber e já começou a se tornar colaboradora, ainda que tivesse os traços da sua arrojada maneira de ser, né? Na terceira vez, o terceiro semestre, ela já tinha entendido e já estava do nosso lado contribuindo de verdade. Aí no quarto semestre a gente teve uma avaliação. A avaliação foi fantástica, porque as pessoas falam espontaneamente, se desejarem falar, algumas vezes escreve, mas essa ela falou: "Eu quero falar pessoalmente". Ela falou assim: "Olha, uma vez quando eu vim aqui, no começo, eu vim aqui escondido da minha mãe, porque ela é católica e acha que esse negócio de espiritismo é bicho do demônio. Ela diz que se eu soubesse que eu entrasse nisso, ela não podia, eu não voltaria paraa minha casa, que ela não deixaria eu entrar. Então eu vim aqui escondido. Eu não sei direito que eu vim aqui, não, mas eu vim aqui para traída por alguma coisa que eu não sei explicar o que é. E eu vim escondido. Minha mãe não pode saber que eu tô aqui ainda, não pode saber. Mas um dia eu vim aqui, vocês devem se lembrar, eu dei muito trabalho, ela a honestidade dela, né? Como ela foi honesta. Daí eu fui me dando conta, a palavra me dando conta é caindo em si, né? me dando conta das realidades da vida verdadeira que eu não tinha antes. Eu estava perdida e usando a expressão lá do filho pródico e fui achada aqui. Eu consegui me encontrar aqui. E um dia eu passei por um teste, ela mesmo contando. Eu cheguei num determinado lugar que eu tinha que

erdida e usando a expressão lá do filho pródico e fui achada aqui. Eu consegui me encontrar aqui. E um dia eu passei por um teste, ela mesmo contando. Eu cheguei num determinado lugar que eu tinha que trabalhar, eu tinha uma reunião, eu cheguei, estacionei o carro, não tinha nenhum carro perto de mim, era um lugar que não tinha assim muita iluminação, não tinha câmera, não tinha nada. Eu fui aí quando eu voltei para poder pegar o carro para ir embora, tinha dois carros e eles estacionaram muito perto de mim. E eu confesso para vocês, eu não sou excelente motorista. Ela ainda brincou com a gente. E na hora de sair, eu arranhei [risadas] um dos carros. Aí tava escuro, não tinha ninguém. Eu falei assim: "Ah, não tem ninguém vendo as pessoas fizeram. Se alguém fizesse no meu". Aí ela falou assim: "O quê? você falando isso para você mesmo, ela comentando que ela foi bem, encenou bem. Aí ela disse assim, foi lá, pegou, parou o carro, colocou o nome dela e escreveu assim: "Por favor, eu arranhei o vosso carro quando fui sair, não consegui ver, me perdoe." E eu acarei com as despesas do conserto do carro e colocou o nome dela e o telefone colocou no para-abris de forma bem gritante pra pessoa ver. Dois dias depois, diz ela, uma pessoa liga para ela, né? Ah, você que é fulana de tal, você me deixou um bilhete. Ah, sim. Quando ficou o conserto, minha filha, você é de que planeta? [risadas] Ninguém faz isso. Como você tá doida. Por que que você fez isso? Você não vou te cobrar nada. Só pelo que você me ensinou, pelo seu gesto. Eu não vou pedir pedir nada porque você foi maravilhosa. Então, ela contou isso como se fosse um trunfo. E foi um trunfo de prova. Ela passou por uma prova como pá, o Pôcio, o Pôcio não, o Félix, ele poderia estar numa prova dessa e ter essa grandiosidade, mas ele não tinha a base que essa menina começou a ter. Ele não tinha essa base e ele não queria ter porque como o Barnus falou, terceiro livro ele já cairia fora. Então cada um tem seu tempo, gente. Aquele que parece

a base que essa menina começou a ter. Ele não tinha essa base e ele não queria ter porque como o Barnus falou, terceiro livro ele já cairia fora. Então cada um tem seu tempo, gente. Aquele que parece assim que vai tumultuar o curso, é quem vai dar verdadeira contribuição, porque os mais custos são os que darão melhor resultado. Os que fizeram o mal do lado de lá de forma veremente são os que farão o bem do lado de cá de forma veremente. É da lei que a gente tem a liberdade para errar, mas é da lei que a gente seja constrangido a consertar. É isso. >> Muito verdade. Esse negócio do EST que a Marlúci falou, eu também fui facilitadora há uns uns 12 anos facilitadora do do ESD, né? Impressionante. As turmas mais vazias eram as turmas das leis morais. Isso é [risadas] é comprovado, sabe? A gente até uma vez se reuniu e e comentou sobre isso, os facilitadores, comentamos: "Gente, isso que eu tô vendo é assim mesmo, vocês também sentem isso?" E é verdade. É verdade, porque, né? Vai misturando, né, Max ali, mas a colher fica só por cima assim, né? A hora que você tem que raspar o fundo da panela mesmo, né? para poder engrossar ou, né, fazer o verdadeira, a verdadeira mistura, né, total, pessoal se se retira, parece que, né, mas como você diz, cada um tem realmente a sua hora e o seu momento, né? A Márcia Coelho ainda coloca aqui a respeito da do que ela falou, né? Maravilha de exposição Marx. Quantas reflexões, ninguém quer ter responsabilidades e é aquele negócio, quero meus direitos, mas nada de deveres, né? Encerrando esse assunto, então, >> eh, nós temos aqui também a contribuição da da Marcela Esteves. Ela coloca aqui para nós, ó. Muitos acham que o ato extremo anula a necessidade do esforço íntimo, esquecendo-se de que o evangelho não pode apenas, não pede apenas mãos ocupadas no bem, mas sobretudo corações renovados na essência, né? A Marcela, a Marcela Estes pegou fundo aqui, viu, né? Hein? É, o que que você achou da nossa amiga? sempre contribuindo. >> É beleza de contribuição da Marcela, né?

corações renovados na essência, né? A Marcela, a Marcela Estes pegou fundo aqui, viu, né? Hein? É, o que que você achou da nossa amiga? sempre contribuindo. >> É beleza de contribuição da Marcela, né? Ainda temos muitos preocupado com os atos externos e se esquecendo do coração, vamos se dizer assim. Então, a gente vê esse horror da guerra dos nossos irmãos que em nome da religião o fazem, né? numa luta insana, o quanto que a humanidade ainda precisa dos exemplos de Jesus, que sempre fugiu. E o Max realmente deixou as pessoas e a mim também, né, com vontade de saber as cenas do próximo capítulo, porque Paulo é [risadas] num exemplo maravilhoso, né? Toda vez, eu confesso a vocês que durante 3s anos eu fiquei com esse livro debaixo do braço a tira colo para ele me ajudar a me convencer, porque não a gente não precisa convencer os outros, a gente tem que convencer a si mesmo, né? E durante 3s anos em diferentes situações, é ele que eu consultava de exemplo de Paulo, acho que é o melhor para cada um de nós, como nós podemos evoluir numa encarnação, o que que nós podemos, as oportunidades de testemunho e que obviamente, né, respeitando as dimensões, a cada um é oferecido. É um caminho maravilhoso que que Paulo nos deixou. é um exemplo, quer dizer, nos deixou, não, ele segue nos auxiliando nos dias atuais a nós encontrarmos força. É bom quando eu tiver numa situação mais difícil, né, em mente, em oração, peçamos a ele, como ele diz, eu não faço questão aparecer nas vitrines do mundo, mas eu tô aí, né, porque eu sei das dificuldades e ele está colaborando com várias situações e isso é muito interessante. Bom, então, Marcos, parabéns aí por ter conseguido de uma certa forma deixar a gente com vontade de ver a cena do próximo capítulo aí, se tratando de Paulo, então é maravilhoso. >> É verdade. Com certeza. Bom, no nosso chat aqui não temos mais assim nenhum comentário com relação ao nosso estudo, né? Só mesmo felicitando o Marx pela explanação maravilhosa. E então eu deixo a palavra com vocês,

certeza. Bom, no nosso chat aqui não temos mais assim nenhum comentário com relação ao nosso estudo, né? Só mesmo felicitando o Marx pela explanação maravilhosa. E então eu deixo a palavra com vocês, Max e eh Hélio, Marluci, pra gente falar mais um pouquinho sobre o assunto. É para que nessa vida irrefletida, muito automatizada, a gente pare para pensar, a gente tire um tempo, faça as nossas reflexões, a gente vai ver a grandeza desses exemplos. E obviamente marcaram a história, né, da do evangelho levado aos gentios, mas continuam esses espíritos nos auxiliando cada vez mais solidários, colaborativos, que a gente peça ajuda para eles, pra gente não falhar com a missão individual de cada um de nós nos dias atuais. muito importante que a humanidade tá de uma certa forma eh tendo que passar por uma porta estreita que ela não quer passar, ela fica se revelando, rebelando nos dois planos da vida, né? Um plano espiritual, os nossos irmãos desencarnados obviamente prosseguem, sentem e a oportunidade dos encarnados é fazer aqui a nossa grande melhoria. E eles estão, entre aspas, revoltados, porque as outras religiões prometeram um monte de coisa que não conseguiu se cumprir. E a doutrina espírita é essa maravilha de Evangelho Rede Vivo que nos auxilia a clarear os nossos caminhos. por mais que sejam e mandam uma certa feita, em 1993, ele deu uma lição muito importante. Ainda é natural que o ser humano espere uma escada evolutiva meio que inclinada. Às vezes até a gente preferiria horizontal para não fazer muita força, né? Ele diz que a gente vai avançando e essa escada vai ficando cada vez mais verticalizada e que a gente não se repele quando essa oportunidade de nós recebemos da espiritualidade nessa linha de ascensão quase vertical. Claro que as situações não são fáceis, mas nada para Deus é impossível. Então veja bem, esse essa situação agora agora dessas guerras que levam as pessoas à reflexão, vão ver o quanto que a humanidade ainda precisa dos exemplos de Jesus, exatamente

para Deus é impossível. Então veja bem, esse essa situação agora agora dessas guerras que levam as pessoas à reflexão, vão ver o quanto que a humanidade ainda precisa dos exemplos de Jesus, exatamente naqueles terrenos por onde ele trilhou. >> Então é bom a gente à distância vibrar, fazer orações para que caia, como diz o Max, né? Para que a ficha caia, para que essas pessoas se dem conta, né, que Jesus é o caminho, verdade e vida. E possível, né, Paulo nos prova de que é possível nós fazermos as evoluções que estão programadas para nós e cabe a nós fazer os esforços para não perder o caminho. >> Muito bom. H, >> eh, eu fico só pensando assim no exemplo de Paulo. Eu sempre me reporto assim ao trabalho de unificação do movimento espírita, né? eh o trabalho das federativas, dos os próbes, visitando as casas espíritas, levando orientação, levando estímulo, levando esclarecimento. Esse é o papel que a gente tem que fazer eh em relação ao movimento espírita, o que Paulo fez. E hoje não precisa só das cartas, a gente tem a internet, a gente tem o carro, não vai a pé, não vai de no lobo do burro. a gente tem todas as eh vantagens, né, todas as facilidades, melhor dizendo. E se a gente fizesse um pouquinho do que Paulo fez com todas as dificuldades da época, a gente estaria assim bem mais avançado, talvez, na mensagem do Evangelho para os corações aflitos. Então esse é o papel da federativa, é o papel que a FEB vem fazendo nas comissões regionais, nas reuniões ordinárias, em tudo. Então eu fico assim fascinada com esse trabalho de Paulo e me esforço para fazer alguma coisa em relação a isso, para colaborar na obra do Senhor. [risadas] >> Isso mesmo, Marlúci. Somos vasos, né? como vasos, uns mais perfeitos, outros menos, né? Uns mais sujos, outros mais limpinhos, né? Mas cabe a nós esmerilar esses vasos, né? Eh, eh, tirar as impurezas, né? E fazer com que fique cada vez mais propício. Como disse o Hélio, a rampa vai subindo até ficar inclinadíssima, reta, né? tipo ângulo 90º, né? HS

rilar esses vasos, né? Eh, eh, tirar as impurezas, né? E fazer com que fique cada vez mais propício. Como disse o Hélio, a rampa vai subindo até ficar inclinadíssima, reta, né? tipo ângulo 90º, né? HS >> eu queria destacar o que o Marx comentou. Há muita tentativa ainda de tentar conciliar Deus com uma mão, de de uma certa forma agradar aos governantes e com buscando seguir o evangelho. E o Marx foi feliz quando ele citou. Paulo soube mais do que nunca dá o testemunho dele e não faltar com a verdade. Essas oportunidades surgem pro nossos dije e que a gente repita esses exemplos porque a humanidade precisa disso. >> Com certeza. Com certeza mesmo. >> Agora a gente fica aqui no rapel, né, fazer rapel para subir essa rampa, né? Porque vai precisar. E tendo fé, uma observação interessante que eu queria compartilhar. Ela diz o seguinte: "Nós ainda vemos dificuldades como sofrimento e dor, obstáculos, porque a gente busca sobreviver." E ela diz que a gente substitua o sobreviver pelo viver quando nós assumimos a verdadeira essência de nós, né? A Marx também lembrou, filhos de Deus, em condições de eh seguir as leis, a gente deixa de muitas vezes sobreviver tentando agradar inúmeros e seguir simplesmente a nossa própria essência, o nosso caminho e independente de religião, né? Então, nessas horas aí, a humanidade deve estar se perguntando em nome da religião, tanto drone, tanto míssil, tanta situação. >> Mas nós sabemos que o que a gente precisa é cada vez mais viver os exemplos de Jesus para ajudar a convencer esses. Imagine esse povo todo desencarnando nessas situações aí eles vão ficar revoltados porque eles se julgam protegidos, né, pelo Alá. Eles se julgam eh preferidos, com privilégios e vão não vão se encontrar com essa realidade. E o que vai acontecer? Eles vão precisar aprender a lição, que a gente possa cumprir com a nossa missão. >> Verdade, verdade. E essa divisão de Israel, ela briga desde Salomão, se não me engano. Ela nunca mais se unificou, nunca mais ficou se

prender a lição, que a gente possa cumprir com a nossa missão. >> Verdade, verdade. E essa divisão de Israel, ela briga desde Salomão, se não me engano. Ela nunca mais se unificou, nunca mais ficou se disputando. Mas para tudo tem uma explicação, né? Max, você gostaria de falar mais alguma coisa pra gente encerrar o nosso estudo de hoje? A Marlúcio também pedindo. Eu gostaria sim dizer, todos nós vamos ter momentos de aferição de valor. Todos nós vamos ser colocados em situações que nós julgaremos que estamos sozinhos ali para decidir sobre aquela situação como Paulo estava ali junto de Félix. Nessa hora, lembra disso? Eh, você parece que tá preso a um trabalho, você quer subir na hierarquia, alguma coisa assim, que eu vou colocar uma situação hipotética e você esquece que às vezes, por contrariar o seu superior que está tentando te levar a um caminho escuso, você vai ter um inimigo. Não. Sobre ele e sobre você tem a vontade de Deus. Se você for fiel a Deus, não te preocupes, é lógico, não agrida. Não provoque, não cause malestar em outro, não alfinete com com coisas pejorativas, não. Simplesmente diga: "Sim, sim, não, não." Porque disse Jesus: "Tudo que foge disso vem do mal". Então, se a consciência tá dizendo: "Não, eu não vou utilizar esta sua sugestão porque isso não me causa bem. Mesmo que pareça que você perca alguma coisa, na verdade você está ganhando, porque você depois na oportunidade correta, a ascensão que lhe permitir Deus será vinda de natural, de forma natural, sem que você tenha que se rupeiar as leis em benefício de si próprio. Então a ferição de valores são esses momentos clássicos que parecemos estar sozinhos, mas não estamos. Tem uma nuvem de testemunha ao nosso lado. >> Com certeza, Max. Então, nós estamos já em cima da nossa hora. Eh, o Hélio ou Marl tem mais alguma >> agradecer aí aos amigos aí, ó. >> Com certeza. Com certeza. É. Então, ah, vamos então convidar Marl para nos conduzir a nossa prece de encerramento. Marci, por favor. >> Tá bom. Vamos.

mais alguma >> agradecer aí aos amigos aí, ó. >> Com certeza. Com certeza. É. Então, ah, vamos então convidar Marl para nos conduzir a nossa prece de encerramento. Marci, por favor. >> Tá bom. Vamos. Então, Senhor, que alegria estarmos aqui ouvindo mais uma vez os teus ensinamentos, reverberando ao longo de tantos séculos e agora caindo em nosso coração de uma forma mais clara e objetiva, porque extraindo o espírito da letra, conseguimos perceber melhor a mensagem de Jesus, o trabalho que foi feito por Paulo, pelos apóstolos, pelos anônimos do planeta, que tanto lutam para que a paz, a fraternidade possa reinar entre nós. Ajuda-nos, Senhor, a perseverar no bem. Ajuda-nos a refletir em nossas atitudes a tua mensagem, o teu pensamento. Ajuda-nos a fazer diferente para que as pessoas possam ler em nós a tua mensagem. Sabemos ser difícil, Senhor, por conta da porta larga que nos acena tantas facilidades, mas sabemos que é possível passar pela porta estreita das dificuldades e das necessidades sem o supérflo da vida, como vem mostrando em nossos estudos a trajetória de Paulo de Tarso. Que possamos, Senhor, nos espelhar em Paulo, nas dificuldades que atravessamos, mas em todas as possibilidades que os amigos espirituais nos mostram e que conseguem nos ajudar, desde que estabeleçamos a sintonia no bem, na vontade de fazer. Ajuda-nos, mestre, a perseverar até o fim. O fim da nossa ignorância, o fim do nosso egoísmo, o fim do nosso orgulho, o fim, em fim das nossas dores morais. Obrigado, Senhor, pela proposta do Evangelho Red Vivo. Obrigado aos amigos que se debruçam nos estudos para clarear e facilitar o nosso entendimento. Obrigada a Paulo, que continua até hoje a nos inspirar, a nos fortalecer para que a boa nova do Senhor possa chegar a todos os corações, em especial naquelas regiões por onde o mestre passou e amou, mas que hoje só existe o ódio, o rancor e a morte nos corações. Gratidão, Senhor, por estarmos aqui juntos, pensando e sintonizando contigo. Gratidão e rogamos, ajuda-nos a não desistir, a

sou e amou, mas que hoje só existe o ódio, o rancor e a morte nos corações. Gratidão, Senhor, por estarmos aqui juntos, pensando e sintonizando contigo. Gratidão e rogamos, ajuda-nos a não desistir, a não desanimar, porque a será a tua e a do nosso pai. Obrigado, Senhor. Fica conosco em nossos pensamentos, em nossas palavras, em nossas ações, a fim de que possamos chegar juntos de volta à casa do Pai. A estrada é longa, às vezes difícil, pedregosa, de espinhos, mas o solo, a semente que o Senhor plantou, com certeza irá brotar. em nosso coração. Por isso, Senhor, gratidão, gratidão, gratidão. Oh, Marlúci, gratidão. Muito obrigado por essa linda, maravilhosa prece. Vamos convidar o pessoal para compor a nossa tela, Max, Hélio, o Hugo e a Gi. Hugo também. Ah, isso. Obrigado, Hugo, pela condução dessa desse nosso estudo aí nas nos bastidores, né? E eu gostaria de de lembrar o o pessoal e quem vai assistir, né, que a nossa leitura de hoje, né, inicial era convite à decisão. Então, o nosso programa eh nosso estudo de hoje gerou isso. Vamos decidir. Vamos decidir o que que nós vamos colocar no nosso vaso, o que que nós vamos eh tirar do nosso vaso, né? e purificando cada vez mais, né, nossa nossa ética, nossa moral. E um beijo no coração de todos. Semana que vem estamos aqui, né, Max, os próximos capítulos. >> Uma boa noite a todos. Boa noite, >> beijo. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu [música] abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho [música] é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam

recisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho [música] é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente [música] em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos [música] acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, [música] precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. [música] Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos [música] pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos [música] que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero [música] viver.

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