#33 Estudando O Livro dos Espíritos - A reencarnação
A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.
Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Olá, nossa saudação fraterna a você que está acompanhando o nosso Estudando o livro dos espíritos, seja muito bem-vindo. Hoje nós não contaremos com a participação da nossa querida Cris Drxs porque ela está impedida de participar hoje, mas estará conosco na semana que vem. Nós damos aqui as boas-vindas ao Luciano, à nossa querida Rafaela e nós vamos contar hoje com a interpretação para Libras de Andreia Beatriz e Verônica. As duas são da CONEB. Verônica Lima do Rio de Janeiro, é coordenadora de estudos da doutrina espírita pela CONSEB para grupos de surdos e ouvintes bilínguas, língua portuguesa, escrita e Libras. E André Beatriz intérprete de Libras da Comunão Espírita de Brasília. Bem, nosso convidado de hoje é Luciano Alencar, já esteve aqui conosco, é colaborador na assessoria jurídica da Federação Espírita Brasileira, advogado, professor e empresário. Muito bem-vindo, Luciano. Muito boa noite, Carlos. Muito obrigado mais uma vez pela oportunidade de nós estarmos juntos estudando o livro dos espíritos. Muito bem. Nós temos também como convidada hoje a Rafaela Medeiros e Morais, é psicóloga, palestrante espírita, coordenadora do grupo de estudos de Joana de Ângeles, vinculado a Seja Campina Grande, na Paraíba. Muito bem-vinda, Rafaela. Obrigada, Carlos. Mais uma vez grata pelo convite de estarmos aqui juntos, né, nessa atividade tão prazerosa. Boa noite a todos. Muito bem, nós estamos iniciando então e vamos examinar hoje sobre a reencarnação nas questões 166 a 170 do livro dos espíritos e mais as dúvidas que os nossos participantes vão apresentar aí pela eh pelo nosso pelos chats, né, dos das redes que estão participando. Então nós vamos iniciar pro ti Luciano aqui com a questão 166 do livro dos espíritos. E Gigi pode tirar Verônica, coloque ela quando ela tiver fazendo a interpretação. Obrigado. Então a
participando. Então nós vamos iniciar pro ti Luciano aqui com a questão 166 do livro dos espíritos. E Gigi pode tirar Verônica, coloque ela quando ela tiver fazendo a interpretação. Obrigado. Então a pergunta é aqui, Luciano, como pode a alma que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea acabar de depurar-se? Ô Carlos, a essa pergunta os espíritos superiores responderam ao professor Allan Kardec que é sofrendo a prova de uma nova existência que o espírito vai conseguir alcançar a perfeição. E quando essa pergunta vem a lume, uma pergunta assim bem direta, uma resposta bem objetiva, muitas vezes nós nos perguntamos assim: será que o Espiritismo que inventou a reencarnação, será que isso é uma novidade? E nós vamos verificar estudando a história, estudando a ciência das religiões, estudando os evangelhos, que não foi o espiritismo que criou a ideia, o princípio da reencarnação. Nós vamos encontrá-lo em grande parte das filosofias e das crenças, principalmente no Oriente. E aqui entre nós, né, muitas pessoas perguntam, será que a ideia da nova existência está contida no evangelho de Jesus? Então, para ilustrar essa resposta, eu gostaria de lembrar a todos nós aquela passagem registrada no Evangelho de João, quando Jesus conversa com Nicodemos, né, o doutor da lei, que queria saber os ensinamentos do Cristo sobre esse tema. E aí o Nicodemos ficava com muita dúvida, porque Jesus dizia que ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. E aí o Nicodemos pergunta: "Olha, eu sendo um homem velho, como é que eu posso renascer? Seria possível voltar ao ventre de uma mãe, um homem já da minha idade?" E aí Jesus então dá uma clássica resposta que nos fundamenta a questão 166 do livro dos espíritos, que eu peço a vocês licença para, entre aspas, trazer João quando ele diz assim: "Digo-lhe a verdade: ninguém pode entrar no reino de Deus se não nascer da água e do espírito." O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do espírito é espírito. Não se surpreenda pelo fato de
im: "Digo-lhe a verdade: ninguém pode entrar no reino de Deus se não nascer da água e do espírito." O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do espírito é espírito. Não se surpreenda pelo fato de eu ter dito, é necessário que vocês nasçam de novo e aí a conversa continua. E o Nicodemos não entende muito bem o ensinamento de Jesus, né? E Jesus diz: "Olha, quando eu lhes falo da coisa das coisas da terra, vocês não entendem? Quando eu falo das coisas do espírito, como que vocês vão entender?" Então, é só para nós fazermos um link, né? A ideia da nova existência está sim presente no Evangelho e aproximadamente 2/3 da população mundial é capaz de compreender esse conceito através das diversas religiosidades nas quais o princípio da reencarnação está presente e se manifesta nessas diversas filosofias. Muito bem, Luciano. É muito interessante essa essa reflexão que você trouxe lá buscando no Evangelho de Jesus o fundamento, não é, da ideia da reencarnação. E há muitas pessoas que se dizem cristãs e que tem alguma dificuldade ainda, como Nicodemos teve, né, para compreender. Mas como você disse, a ideia da reencarnação está se espalhando porque é da lei natural, é da própria lei divina. Então, o mais lógico é que as pessoas pelo próprio raciocínio, ainda que às vezes, né, o o o representante da religião afirme que não há reencarnação, as pessoas começam a cogitar, a examinar e observam que não há como explicar a a justiça divina, não é? sem a reencarnação. Mas nós vamos aprofundar mais isso aqui. E para você, Rafaela, é a 166A. Allan Kardec desdobra essa questão em A, B e C, não é? Então, na 166A, como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como espírito? Como é que vai se dar isso? Eh, é interessante essa essa pergunta de Kardec, porque de algum modo essa pergunta de Kardec vem eh trazer como se fosse uma espécie de confrontação, né? Como a gente olha para essa interpretação, né? Será que essa continuação se dá numa nova existência corporal? Será que se dá só na condição
vem eh trazer como se fosse uma espécie de confrontação, né? Como a gente olha para essa interpretação, né? Será que essa continuação se dá numa nova existência corporal? Será que se dá só na condição da gente numa vida espiritual? Porque muitas outras religiões acreditavam na imortalidade da alma, mas não na reencarnação. Então, desde já fazer essa demarcação do quão Kardec foi perspicaz, foi sábio na construção dessa pergunta, né? E a espiritualidade responde: Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso é necessário que ele haja a prova da vida corporal. Então, é essa resp esta pergunta e esta resposta demarca essa diferenciação, porque por mais que muitas religiões acreditassem na imortalidade da alma, nem todas acreditavam que a depuração do espírito se daria pelas vidas sucessivas na vida corpórea, né? Então, desde já essa demarcação, né, desse desse esclarecimento. E aí duas coisas me chamou atenção, tanto na sua fala, Carlos, como na fala do Luciano. Eh, uma primeira observação, né, como você diz, por mais que boa parte dos líderes religiosos não proclamem a doutrina da pluralidade das existências, mas por ser uma lei natural, isso é intrínseco. Então, muitas pessoas que são adeptos de religiões, que não acreditam na reencarnação, é daquelas que tem vontade de ter notícia do parente do outro lado da vida. Ah, se pudesse ter uma comunicação, né? Quando aparecem os causos, né, de viram a alma, conversaram com o espírito, não te tubeiam em acreditar. Então isso também é uma demonstração muito clara que por mais que muitas vezes algumas pessoas proclamem pelo vínculo de uma religião que não acredita na reencarnação, basta uma pequena experiência para que a gente testemunhe de maneira muito clara qual é a crença intrínseca, né? Então isso é uma observação, né, importante assim. Então, a partir dessa perspectiva, é que a gente vai eh compreendendo a necessidade de que essa nova existência se dê na carne, né? Então essa possibilidade demaraca de maneira muito
importante assim. Então, a partir dessa perspectiva, é que a gente vai eh compreendendo a necessidade de que essa nova existência se dê na carne, né? Então essa possibilidade demaraca de maneira muito clara que além de acreditar na imortalidade da alma e que o espiritismo vem esclarecer que o aperfeiçoamento do espírito se dá pelas vidas sucessivas através das reencarnações. Muito bem, Rafaela. Olha, às 8:07, o Artur Teles comentou: "A reencarnação dos espíritos não é uma questão de crença apenas, mas de evidência. e lógica. Muito bom, Artur. Excelente comentário. Luciano, nesse desdobramento que Kardec faz agora na questão 166B, eu vou fazer primeiro essa questão e depois nós temos uma outra já apresentada também, não é, por uma internauta aqui. E na nas nessa 166B, Kardec pergunta: "A alma passa então por muitas existências corporais?" Ele ele vai insistir, ele quer que os espíritos falem com todas as letras, não é? É verdade. E eles respondem afirmativamente, Carlos. Eles dizem: "Sim, todos contamos com muitas existências". E dizem mais, dizem assim: "Os que dizem o contrário pretende mantê-los na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles". Eh, eu me recordo daquela fala de Jesus quando ele também diz assim que há aqueles que não entram nos céus e não deixam os outros entrarem entre aspas, né? Isso. Estão na porta e nem entra nem nem deixa entrar, né? É verdade. É verdade. E aí a gente recorda que essa fala dos espíritos tá deixando para nós assim muito claro, sabe? Que todos nós, olha, eles eles usaram a expressão todos. Quer dizer, ninguém aqui dentre nós encarnados escapamos dessa diretriz da necessidade das múltiplas existências e por uma razão muito lógica, como o internauto aí colocou, é uma questão de ciência e de lógica. Por quê? Já está provada a exaustão os inúmeros casos de reencarnação, como por exemplo o trabalho do do médium americano Edgar Case, lembrado pelo professor Hermínio Miranda no livro Reencarnação e Imortalidade, aonde só
ada a exaustão os inúmeros casos de reencarnação, como por exemplo o trabalho do do médium americano Edgar Case, lembrado pelo professor Hermínio Miranda no livro Reencarnação e Imortalidade, aonde só esse médium americano registrou mais de 2.500 casos de reencarnação. Então assim, a ciência jamais que comprovou isso. E hoje, Carlos, eu conversava aqui com dois amigos na hora do almoço e saiu esse assunto, não acaso, nós sabemos, e eles queriam saber se era possível nós voltarmos a existir no seio da mesma família em razão dos laços do amor, dos laços da afetividade, se seria possível um ascendente vir aqui na nossa família como um descendente nosso, né? E aí, para responder esses amigos e quem aqui nos acompanha, nós também podemos utilizar essa esse desdobramento da 166B para afirmar isso. Todos contamos muitas existências e somos atraídos pela família espiritual e muitas vezes reencarnamos na mesma família corporal devido aos laços de sintonia e de afinidade, de compromisso com o progresso nosso e daqueles que estão conosco nessa jornada da experiência corporal. Muito bem. E a Cris Cunha às 20:03, ela fez a seguinte pergunta, Luciano. Em relação à questão 166B, os espíritos que estão na Câmara de Regeneração, ela está se referindo ao livro Nosso Lar, não é? Olha aí, você que está acompanhando, nós já alertamos lápis e papel ou coloca aí o seu, né, o tablet, o celular aí e escreva, porque já foi citado aqui reencarnação e morortalidade e agora nós estamos falando em nosso lar, não é? Então, olha, a Cris coloca assim: "Em relação à questão 166B, os espíritos que estão na Câmara de Regeneração podem reencarnar mais rápido pela necessidade de aprimorarem-se em relação às expiações a que estão sujeitos ou a que tem necessidade, não é?" Então, ô Cris, muito boa sua pergunta. Nós sempre nos preocupamos muito com essa questão temporal. Quanto tempo que demora entre uma reencarnação e outra? Quando é que nós poderemos voltar? E é claro que aqueles que estão se preparando para o processo
os preocupamos muito com essa questão temporal. Quanto tempo que demora entre uma reencarnação e outra? Quando é que nós poderemos voltar? E é claro que aqueles que estão se preparando para o processo reencarnatório conseguirão fazer o seu planejamento reencarnatório e poderão sim retornar de uma forma mais rápida. Mas tudo isso depende da necessidade e do merecimento de cada um de nós. Então nós podemos responder a sua questão também de maneira afirmativa, mas lembrando que tempo e espaço eh são conceitos diferentes de um mundo para o outro, principalmente quando a gente compara o tempo aqui do mundo físico, material da Terra e o tempo das dimensões espirituais que gravitam em dimensões mais sutis, mais que intensenciadas no entorno da Terra, como é o caso aí que você se refere. de nosso lado. Muito bem. Então, eh nós nós vamos ter eh aqui Kardecando, não é, na posição da pessoa que não ainda recebeu qualquer informação para facilitar o entendimento e vai perguntar, Rafaela, explique por gentileza como é que isso se dá, não é? Como é que é isso? A alma deixa um corpo e toma outro novo para reencarnar. 166C, não é? É, é interessante essa pergunta, porque a sensação que eu tenho é que Kardec aqui, de maneira muito clara e objetiva, ah, fez essa pergunta para desvendar a fala que Luciano trouxe da conversa entre Jesus e Nicodemos, né? Porque foi essa dúvida que Nicodemos colocou. Como assim, né, o homem velho voltar de novo pra vida da minha mãe? É como se mais ou menos ele, como você colocou, Carlos, ele foi destrinchando para que a espiritualidade quase que desenhasse pra gente como de fato se dá o processo reencarnatório. Então, quando ele demarca isso, né, explica como a alma deixa um corpo e toma outro para reencarnar. Isso é é isso de fato que acontece. Ele tá de fato de maneira muito objetiva, esclarecendo, né, da de maneira muito pragmática a conversa lá de Jesus com Nicodemos. E a espiritualidade coloca, evidentemente, né, o processo de reencarnação se dá quando o espírito,
uito objetiva, esclarecendo, né, da de maneira muito pragmática a conversa lá de Jesus com Nicodemos. E a espiritualidade coloca, evidentemente, né, o processo de reencarnação se dá quando o espírito, ele que ao desencarnar se desvencilha do da sua matéria, do seu corpo físico, vai para o mundo espiritual, no próximo processo reencarnatório, toma um novo corpo através do encarne, pela própria fecundação, gestação e dá esse cérebro. E o que eu acho interessante a partir dessa perspectiva é que o que Kardec tenta fazer é não deixar brechas no sentido de uma má interpretação ou de uma interpretação meramente simbólica. Ele dá concretude ao processo. a intenção dele de esmiçar e esmiuçar essa pergunta. Se pela primeira resposta já daria pra gente compreender, mas ele faz questão de desmilção, desmilção dessa questão 166 para não deixar absolutamente dúvida alguma de como se dá o processo reencarnatório. E é dessa maneira que a espiritualidade confirma. E outra coisa que eu achei interessante também escutando a fala do Luciano lá no início, quando ele traz essa reflexão que lá no Evangelho Jesus já coloca de maneira muito clara este princípio da reencarnação, tem uma outra passagem também muito interessante que é a conversa dele com os discípulos, quando ele pergunta: "Quem dizes que eu sou?" Que que o povo tá dizendo aí quem sou eu? Né? E são os próprios eh discípulos que vai dando as possibilidades de quem poderia ser Jesus. E aí ele é quando ele traz o esclarecimento, né, de que Elias veio e ninguém o reconheceu. E outros vão dizendo as possibilidades de quem quem poderia ser Jesus, qual profeta seria Jesus. Então ali também é um esclarecimento muito claro que para aquele contexto a ideia da reencarnação já existia, porque se não existisse os próprios os próprios discípulos não teriam dado essas possibilidades de resposta quando Jesus traz essa pergunta. É justamente porque a ideia de reencarnação era uma ideia propagada que ficou claro as possibilidades que os discípulos foram dando para a resposta
lidades de resposta quando Jesus traz essa pergunta. É justamente porque a ideia de reencarnação era uma ideia propagada que ficou claro as possibilidades que os discípulos foram dando para a resposta de Jesus. E ele mesmo esclarece que Elias veio na figura de João Batista e não o reconheceu. E por que não reconheceram? Porque Elias estava agora num outro corpo. Então a aquilo, a fala de Jesus nos nos exemplifica de maneira clara como se dá esse processo. Elias morreu, definiou-se o corpo antigo, assumiu um novo corpo na encarnação através de julgato. Isso é uma uma demarcação clara do exemplo trazido por Jesus no evangelho de como de fato se dá o processo reencarnatório. Então, olha para eh excelente aí, Rafaela. E olha o que nos ocorre. Se você, simpatizante está aí acompanhando, né, o que nós estamos estudando aqui no livro dos espíritos, observa bem. Alguém já poderá ter dito ou você mesmo ter pensado, será que o espiritismo eh tem alguma coisa a ver com o evangelho de Jesus? Porque algumas se ouve às vezes dizer que o Espiritismo não é cristão. E olha só as referências que nós estamos buscando, tanto Luciano como a Rafaela estão recorrendo ao evangelho de Jesus, porque o evangelho de Jesus é a base da doutrina espírita. O espiritismo não só é cristão, ele vem revivecer o ensinamento do Cristo da sua pureza primitiva, sem a ganga das religiões tradicionais, as imposições dogmáticas que foram incorporadas ao longo do tempo. Então essa compreensão inclusive da reencarnação ficou perdida em função das interpretações interessadas ao longo do tempo nossas mesmas. Nós somos reencarnacionistas, nós sabemos que vivemos várias encarnações e nós mesmos fizemos isso lá no passado. Hoje estamos aqui, não é, Luciano e Rafaela, tratando do assunto para ver se a gente recupera, não é, a bobagem que a gente fez lá, afirmando para as pessoas que não tinha reencarnação coisa nenhuma. Agora a gente vem aqui para dizer, tem sim. E Jesus falou disso. Olha como ele explicou lá no evangelho, está
em que a gente fez lá, afirmando para as pessoas que não tinha reencarnação coisa nenhuma. Agora a gente vem aqui para dizer, tem sim. E Jesus falou disso. Olha como ele explicou lá no evangelho, está registrado, não é? E aí a Andreia Henriques lá às 8:01, logo no comecinho, ela perguntou assim: "A Rafaela, a reencarnação pode ser obrigatória? Pode. Eh, é possível sim. Existem casos, inclusive na própria obra de André Luiz, a gente vê, eu não sei se é no livro Obreiros da Vida Eterna, se eu não me engano, que ele vai falar casos de reencarnações obrigatórias que são compulsórias, né? às vezes por determinadas necessidades, inclusive para casos de espíritos, né, que estão reiteradamente, reiteradamente, né, infringindo a lei divina, muitas vezes vem na reencarnação eh compulsória como uma espécie de contenção mesmo, né? é é uma expiação eh de uma forma de contenção, não apenas por esses casos, mas também casos em que a misericórdia divina também os assalta. Então, para que a gente não veja só as reencarnações compulsórias ou obrigatórias, como se fosse exemplos, né, de, entre aspas, uma prisão, né, mas também vem pela força da misericórdia, em que muitos espíritos precisam da reencarnação compulsória até mesmo para fazer certos ajustes, né? Precisa do corpo físico. Eu vou dar só um exemplo, né, para ficar um pouco mais clara essa minha fala. Eh, em casos de espíritos de pessoas que cometeram suicídios em outra reencarnação, às vezes a encarnação vem de maneira compulsória até mesmo para fazer um restabelecimento perespiritual para determinados casos desse. Então, assim, é a força da misericórdia divina a para aliviar aquele espírito. Tantos outros também não vem na experiência de uma encarnação obrigatória como uma espécie de de, vamos dizer assim, se proteger de perseguições espirituais e ter na encarnação às vezes um alívio. A espiritualidade vai cria a estratégia da encarnação para proteger aquele espírito que tava às vezes no mundo espiritual, passando por processos persecutórios
e ter na encarnação às vezes um alívio. A espiritualidade vai cria a estratégia da encarnação para proteger aquele espírito que tava às vezes no mundo espiritual, passando por processos persecutórios dolorosíssimos. Então, e um outro exemplo que também a gente observa eh na própria literatura espírita, quando a gente tá num estágio ainda de espírito muito primitivo, que a gente precisa, né, e o espaço reencarnatório é muito curto de uma encarnação para outra, como a necessidade da gente poder aprimorar o aprendizado através da vida corpórea. Então, há há esses casos múltiplos em que a gente poderia estar dando exemplo aí de encarnação obrigatória ou compulsório. Ô, Rafaela, eu posso contar um caso aqui a esse respeito? Posso, Carlos? É um caso relatado pelo Chico Xavier. Uma família aqui em Minas procurou pelo Chico querendo elucidar uma questão muito dolorosa. Havia nascido naquela família uma pessoa sem os membros superiores e inferiores. Então, a pessoa só tinha o tronco, a cabeça, levava uma vida aparentemente normal, mas não podia, obviamente, se locomover sozinho por falta dos membros. E a família procurou pelo Chico para encontrar uma explicação. Por que será que Deus permitiu aquela pessoa nascer sem os membros? E aí o Chico explicou exatamente isso que a Rafaela comentou na fala dela. Aquele espírito já por muitas existências ele tinha sido um espírito que cometeu o autoestermínio do corpo. Ele matou o corpo por diversas vezes. Portanto, foi um suicida reiterado, reincidente. E nessa existência, então, atual, ele veio sem os membros para que ele não cometesse novamente o mesmo desatino. Então, era uma forma de proteção da espiritualidade maior para que ele então não cometesse. E a família dizia que eles moravam num apartamento e ele tentava se arrastar até a sacada, a, até a varanda do apartamento para tentar se projetar lá do alto do prédio. Então, eh, vejamos nós como a providência divina deu essa pessoa um corpo exatamente dentro da necessidade dela para que ela passasse a valorizar a
amento para tentar se projetar lá do alto do prédio. Então, eh, vejamos nós como a providência divina deu essa pessoa um corpo exatamente dentro da necessidade dela para que ela passasse a valorizar a vida. Depois disso, a vida dessa pessoa e dessa família foi muito melhor, porque eles souberam os porquês. E a maioria das vezes os porquês, se não estiverem nessa existência, eh, os porquês estão nas existências anteriores. Então, a compreensão da reencarnação é uma bênção, porque explica as causas e aí nós entendemos os efeitos. Muito bem. Aí temos os exemplos trazidos pela própria literatura, não é? E vamos aprendendo. Marcos da Mico às 8:21 ele comentou: "Meu filho, quando tinha 3 anos do nada virou-se para mim e disse: "Eu já fui seu pai. Eu pedi a Deus para entrar na barriga da minha mãe porque eu te amo muito. Eu já fui seu pai." e saiu e foi brincar. Então, as crianças estrazem a memória, não é? Que depois conforme vão mergulhando mais acentuadamente na carne, vão se esquecendo. Mas enquanto vai aquele período infantil, até mais ou menos 6, 7 anos, não é? trazem certos recordações, às vezes falam de maneira espontânea. Tem uma uma amiga nossa, diretora da FEB também, trabalhadora, não é? A Miram Du trabalhadora da infância e juventude. A filha um dia disse para ela: "Mãe, quando eu estava lá, eu via lá de cima, você estava esperando por mim". Então são são coisas interessantes, né? que as crianças trazem de maneira espontânea para nós. Vem, mas Luciano, dentro disso tudo que nós estamos comentando, a questão 167, Kardec vai fazer uma pergunta crucial. Qual é o fim objetivado com a reencarnação? Os espíritos responderam assim: expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Sem isto, onde a justiça é a reencarnação que explica como funciona a justiça divina, os mecanismos de justiça temperados pela misericórdia de Deus. Se nós não entendermos dessa forma, nós não conseguimos compreender, por exemplo, porque uma criança nasce doente, por exemplo, com uma paralisia
ismos de justiça temperados pela misericórdia de Deus. Se nós não entendermos dessa forma, nós não conseguimos compreender, por exemplo, porque uma criança nasce doente, por exemplo, com uma paralisia cerebral, e a outra criança na mesma família, filha dos mesmos pais, nasce sadia perfeita e tem uma vida normal. Então, nós temos que entender que a expiação ela está intimamente ligada ao mecanismo da justiça divina, porque espiamos hoje na matéria aquilo que nós mesmos perpetramos em face da lei divina nas experiências anteriores, como acontece também de uma forma muito fácil a gente compreender os os dons, os talentos, as habilidades, as competências que na primeira infância são reveladas, como o Carlos aí colocou, a criança às vezes até 6, 7 anos, ela chega aqui com diversos conhecimentos, sabedoria, talentos, que não daria tempo dela desenvolver aqui nesse curto espaço de tempo. Então, ela já traz isso na sua bagagem espiritual. E aí nós podemos compreender que uma das grandes finalidades da reencarnação é a expiação, porque é através dela que nós vamos demonstrar que conseguimos já vivenciar e cumprir a lei divina. E aí, Carlos, a gente poderia fazer um paralelo com a questão 132 de O livro dos Espíritos, que parece até algo semelhante, né? Se a gente ler as duas, será qual a diferença entre elas? E aí aqui pincelando rapidamente poderíamos já observar logo na pergunta. A 167 fala da reencarnação. O re é um prefixo que indica repetição. Então, ou seja, é uma encarnação de novo, é mais de uma encarnação, por isso é reencarnação. E aí nós podemos nos perguntar, será que em uma existência, em uma encarnação, já é, já é suficiente uma encarnação para nós aprendermos tudo aquilo que a Terra pode nos ensinar? Será que em uma só existência nós vamos aprender tudo e cumprir a lei divina na sua inteireza, adquirindo a perfeição? E aí a nossa consciência nos responde que em uma existência só, o tempo é muito curto para nós aprendermos tudo aquilo que a terra pode ensinar e é
lei divina na sua inteireza, adquirindo a perfeição? E aí a nossa consciência nos responde que em uma existência só, o tempo é muito curto para nós aprendermos tudo aquilo que a terra pode ensinar e é muito curto pra gente acertar e cumprir a lei divina. Por isso lá na 132, quando fala da encarnação, a resposta dos espíritos, ela diz que a encarnação serve para espiar, mas também serve para aqueles espíritos missionários encarnarem, ou seja, virem aqui uma vez trazer para nós o seu legado e nos e ajudar no progresso da terra. Então, qual que seria a diferença básica entre as duas? A 132 fala da encarnação e a 167 fala da reencarnação. Ou seja, nós aqui somos reincidentes. Nós voltamos e voltamos para aprender o que a terra pode nos ensinar. Muito bem. Excelente. Denise Franç às 8:21 fez um comentário. Mas se uma mãe morreu há 40 anos, aí o seu filho morre. Não é? Aqui, vamos usar a palavra espírita, ele desencarna, não é? Aí ela coloca, provavelmente não haverá eh tempo, não é, para encontrar a mãe porque ela já reencarnou. Então, relacionada com esse comentário da Denise, tem uma pergunta que foi feita pela Lije Aguiar Ribeiro às 8:07. Depois que desencarnamos, existe tempo para poder voltar a reencarnar? Aí vamos pedir eh por gentileza, Rafaela, para você responder para nós. Eu eu vou responder a essa pergunta me valendo da fala de Luciano, que eu não sou boba nada. Eh, a consideração do tempo, né? É óbvio que a gente sabe que há comumente um tempo entre uma reencarnação de outra, mas não dá pra gente prever se há padrão, porque isso vai est ligado à necessidade de cada espírito. Eu vou trazer só um exemplo, tá? Para para poder eh ilustrar um pouco isso, assim, eh há espíritos que podem ficar num ápço temporal no mundo espiritual por por uma gama de tempo, né? Olhemos o caso, por exemplo, de Bezerra de Menzes, que o último desencarne foi em 1900. A gente tem notícia que até agora Bezerra não reencarnou. Supostamente há quantos anos tá a Bezerra de Menizes no mundo
o caso, por exemplo, de Bezerra de Menzes, que o último desencarne foi em 1900. A gente tem notícia que até agora Bezerra não reencarnou. Supostamente há quantos anos tá a Bezerra de Menizes no mundo espiritual? E talvez vai demorar um tanto, né? porque o trabalho que ele continua fazer de assistência a todos nós eh no mundo espiritual acaba eh de certa forma nos beneficiando diretamente. Aí eu vou trazer um outro exemplo, inclusive aproveitar eh eh uma outra dica, né? Ah, tem um documentário, acho que tem na Netflix, se eu não me engano, chamada Vida Após a Morte, que inclusive ilustra muitos casos que a ciência estuda, né, sobre a sobre reencarnação. Tem outro documentário interessante, esse foi a Discovery Channel, que que compartilhou também um estudo sobre reencarnação, que traz um exemplo de uma menina que desencarnou aos 7 anos de idade, né? E ela teve uma reencarnação muito rápida, porque na mesma existência ela ela já na nova existência corporal conseguia identificar que os pais estavam vivos aonde ela tinha morrido. Se eu não me engano, ela era numa numa localização, numa cidade na Índia que essa menina havia falecido. E e aí ela tem a que ela dizia que não reconhecia que aqueles pais da atual e encarnação não eram os pais dela, que os pais dela eram outros. Explicava qual era a cidade onde ela tinha vindo, como ela tinha morrido. E esse caso foi de fato acompanhado por um estudioso. E descobriu-se, né? Foi toda, inclusive uma equipe de reportagem, voltou ao vilarejo onde essa criança morava e conseguiu identificar. Ela conseguiu, ela inclusive foi sendo guia dizendo aonde era a casa, onde ela morava. Então eu, por que que eu tô trazendo esse exemplo? Que é um exemplo de uma reencarnação muito rápida. Possivelmente a gente pode dizer que num caso desse o que a espiritualidade tentou fazer, né, foi que como houve ela, ela havia morrido por afogamento, né, talvez para a necessidade daquele espírito, ele precisava aproveitar aquele tempo, aquele contexto para as necessidades espirituais daquela
oi que como houve ela, ela havia morrido por afogamento, né, talvez para a necessidade daquele espírito, ele precisava aproveitar aquele tempo, aquele contexto para as necessidades espirituais daquela alma. Então, mais uma vez eu digo, não se tem tempo preciso, não se tem média. O que se tem na realidade, o que a espiritualidade considera são as necessidades espirituais de cada sujeito. são as nossas necessidades que vai determinar qual é o tempo que a gente vai ficar no mundo espiritual, quais são as circunstâncias que a gente precisa reencarnar, quais são os os as organizações, inclusive, porque muitas vezes a necessidade da minha encarnação tá vinculada necessidade de um outro espírito. É algum tipo de atividade compromisso que eu tenho com outro espírito. Não sei se qual das obras de André Luiz, que traz o caso de Lízias, que ele ainda não tinha conseguido reencarnar porque estava esperando encontrar a madrasta que não tinha encontrado ainda no mundo espiritual. Como a gente define um tempo desse, né? Então o tempo, mais uma vez vamos me valer aqui da da fala do Luciano, né? O tempo é muito relativo quando a gente considera as nossas necessidades reencarnatórias. Quer comentar alguma coisa, Luciano? Então, eh, naquela obra que eu me referi do professor Hermínio Miranda, né, Reencarnação e Imortalidade, ele faz ali tipo um observatório das publicações científicas daquele tempo de diversa, diversos estudiosos, cientistas sem vínculo com qualquer religião, com qualquer filosofia, que estudaram esses casos, eh, dentre os quais o que a Rafaela retratou e depois acabou sendo, eh, eh, roteir de filmes de Hollywood, né, e que aí divulgaram esses casos de reencarnação pro mundo inteiro. Mas nós temos uma riqueza muito grande de casos documentados, aonde, por exemplo, e na obra e ele traz o caso do William George Júnior, que era um pescador do Alaska e que tinha a consciência de que o corpo dele ia morrer e ele renasceria filho do seu filho com a sua nora. E ele chega a
obra e ele traz o caso do William George Júnior, que era um pescador do Alaska e que tinha a consciência de que o corpo dele ia morrer e ele renasceria filho do seu filho com a sua nora. E ele chega a dizer que iria renascer e que o corpo novo, né, a o corpo da criança, que seria ele reencarnado, teria duas marcas, uma no peito e uma perto do antebraço. E ainda ele diz: "Olha, eu vou lhes dar esse relógio e quando eu voltar aqui na qualidade de criança, eu vou reconhecer esse objeto, esse relógio, para comprovar que sou eu de volta." E aí quando a gente vê o professor Steberson eh registrando, documentando e publicando isso lá na década de 70, comprovando ainda mais um caso de reencarnação com provas documentais. E aí quando nasce o corpo, Campete, a primeira coisa que os pais fazem, né, é ir lá ver se ele tinha a marca do avô, né, e tinha. E nós sabemos com o espiritismo que o periesío, né, o corpo espiritual pode se imprimir no corpo físico determinados caracteres. E aí o que ele falou quando vivia ali naquela personalidade do avô, se concretizou na personalidade do neto, trazendo a marca no corpo e depois a criança identificando as pessoas, os lugares, os objetos, demonstrando assim cientificamente que ele era aquela mesma pessoa que tinha existido ali anos antes. Então, a os casos são assim, se contam aos milhares. É, e nós podemos voltar e comprovar sempre muito bem. A questão dessa média da da reencarnação, ela realmente, como a Rafala disse, varia muito de espírito para espírito. Eh, um espírito pode reencarnar quase que de imediato e outro pode levar 100 anos para para voltar o corpo, né? André Luiz, ele chega a afirmar que na nossa condição evolutiva poderia se considerar uma média de 50 anos, não é? uma média, que significa que tem uns que estão reencarnando quase de imediato, outros depois de mais ou menos 100 anos, não é? E ele diz para os espíritos evoluídos que vêm mais em missão na Terra, que estão ligados, não é, têm vinculações com a Terra, de 500 a
uase de imediato, outros depois de mais ou menos 100 anos, não é? E ele diz para os espíritos evoluídos que vêm mais em missão na Terra, que estão ligados, não é, têm vinculações com a Terra, de 500 a 800 anos, porque eles vêm em missão, nãoé? Então é muito interessante. Luciano deixou claro essa questão. Um espírito que vem em missão, ele não está reencarnando isso. Ele está encarnando no planeta para cumprir uma missão. Há uma uma diferença sutil aí, mas que deve ser considerada. Agora vamos lá. Gabriela Linzas 2014, Luciana, ela pergunta: "O espírito reencarna mais evoluído do que quando desencarnou?" Ô, muito boa pergunta. Os espíritos nos ensinam que há progresso e não involução. Nós temos evolução, não evolução. Então, todas as vezes que a gente volta, nós voltamos sempre da condição que nós tínhamos para melhor. Então, nós estamos aqui para avançar, não para retroceder. Então essa sua pergunta é muito boa e nós podemos compreender o seguinte, hoje nós estamos na nossa melhor condição, porque se o processo é evolutivo, progressivo, nas existências anteriores nós fomos piores. Então hoje nós estamos melhores e quando voltarmos estaremos melhores ainda, se tivermos cumprido a lei de Deus, adquirido sabedoria, bondade, virtude. Uhum. Muito bem. tem uma uma pergunta. Sim, pode falar, Rafaela. Eh, eu achei interessante também essa pergunta. Eu queria também trazer uma uma questão que eu acho que é bem oportuna, assim, eh, que a gente também não apenas ah, avalia, né, a qualidade do nosso processo evolutivo por comportamento, né? Eu acho que eu acho importante poder fazer essa ressalva, né? Porque o espírito em si, ele nunca regrive, né? estamos vinculados à lei de progresso e sempre, sempre progredimos. Só que às vezes a gente faz uma comparação entre encarnação e outra e a gente acha que porque vou dar só um exemplo, porque na encarnação anterior não cometemos, né, nenhuma barbárie, vamos dizer assim, e diante dessa, em uma circunstância mais difícil, cometemos algum deslize, como se a gente
vou dar só um exemplo, porque na encarnação anterior não cometemos, né, nenhuma barbárie, vamos dizer assim, e diante dessa, em uma circunstância mais difícil, cometemos algum deslize, como se a gente tivesse regredindo. Opa, calma, muita calma nessa hora. A espiritualidade analisa o nosso progresso evolutivo numa perspectiva ampla, é olhando as profundezas de nossa alma. Porque às vezes a gente compara uma encarnação à outra pelo comportamento, mas isso não é apenas a variável, a considerar, a gente precisa avaliar contexto, né? Porque às vezes a gente foi aparentemente na encarnação anterior, aparentemente acha que foi melhor e nessa parece que a gente cometeu um desliz dizer assim: "Pera aí, será que a pessoa regrediu?" Não, talvez ela esteja agora passando por um contexto mais desafiador e tá sendo provado. Bora lá para ver se aquela característica foi consolidada. Vamos lá para ver se aquela virtude foi consolidada. Então, não abalizemos progresso espiritual com aparência e comportamento. Quem prescruta as profundez de nossa alma, a espiritualidade sabe, até porque quando a gente vai ganhando robusteza de espírito, as provas vão ficando mais difíceis. Hora a gente passa, ora a gente não passa. Quando a gente não passa, não quer dizer regressão. Quando a gente não passa, porque agora a prova foi mais pesada do que na carnação anterior e a gente ainda não conseguiu consolidar aquela virtude. Então acho importante que a gente fazer essa ressal pra gente não misturar evolução espiritual com aparência. Ô Rafaela, eu me eu me recordei aqui do item seis da introdução do livro dos espíritos. Ô Carlos, será que eu poderia ler aqui uma frase para ajudar a explicar essa pergunta? Olha só o que diz o professor Allan Kardec, livro dos espíritos, introdução, eh, capítulo 6. As diferenças, as diferentes existências corporais do espírito são sempre progressivas e jamais retrógadas, mas a rapidez do progresso depende dos esforços que fazemos para atingir a perfeição. Então, sempre depende de nós,
entes existências corporais do espírito são sempre progressivas e jamais retrógadas, mas a rapidez do progresso depende dos esforços que fazemos para atingir a perfeição. Então, sempre depende de nós, né? Muito bem, Luciano. Inclusive, nós tratamos desse item, não é, da introdução, já estudamos e olha o que a Patrícia Riveras às 2025 colocou. A nossa evolução é uma das provas da reencarnação, senão Deus está se superando e criando homens mais evoluídos. Então ela faz aqui, não é uma afirmativa interessante? Lógico, a a a evolução é realmente uma evidência, não é? que nós vamos reencarnando, adquirindo experiência, acumulando conhecimentos e vai, vamos então eh avançando. A, há uma pergunta da Elane Santos às 15 que já foi respondida pela Rafaela. Tem como eu encarnar em outra família? Quando ela citou o exemplo da menina, não é, que procurava inclusive os pais da encarnação anterior, ela tinha reencarnado de uma outra família. Então, sim, isso é possível, não é? haver a reencarnação em uma outra família. Muito bem, nós temos várias perguntas aqui que foram sendo colocadas. Eh, vamos ver qual que a gente coloca agora. A Diva Escatolino às 20:14 perguntou assim: "Como saber se estou cumprindo com o combinado, quitando meus débitos para uma reencarnação mais suave?" por gentileza, poderia comentar pra gente eh essa questão aqui, Luciano? Eu posso, ô Diva, eh nós temos que perguntar paraa nossa consciência. A nossa consciência está tranquila? Professor Kardec diz que a nossa consciência é o aguilhão da probidade interior. Então, quando nós vamos eh meditar, quando nós vamos ter momentos de intimidade conosco mesmo e com Deus, o que que a consciência nossa nos diz? Se a nossa consciência diz que nós estamos em paz, é porque nós estamos cumprindo com aquela programação que nós fizemos ao vir para cá. significa que nós estamos cumprindo as leis de Deus. A nossa consciência está tranquila. Agora, se nós não estivermos, a nossa consciência ela vai nos lembrar, ela vai nos apantar, porque ela nos conhece na
ica que nós estamos cumprindo as leis de Deus. A nossa consciência está tranquila. Agora, se nós não estivermos, a nossa consciência ela vai nos lembrar, ela vai nos apantar, porque ela nos conhece na intimidade. A nossa consciência é uma parcela divina em nós. E aí a nossa própria consciência vai nos cobrar aquilo que nós não estivermos fazendo corretamente. E nós vamos ter a oportunidade de refletir, de reconhecer os nossos erros. de repará-los, de não querer fazê-los novamente e seguirmos adiante para que no dia de amanhã a nossa consciência possa nos apontar o caminho da tranquilidade. E se me permite, Diva, vou recomendar você, sugerir a você ler a pergunta 919 de O livro dos Espíritos, que nós temos lá uma técnica muito interessante trazida por Agostinho, quando ele diz assim: "Olha, no final do nosso dia, nós devemos passar eh em vista o que aconteceu durante o nosso dia? Será que nós perdemos alguma oportunidade de fazer o bem, de ajudar as pessoas, de aprender, de ser útil? Será que nós violamos a lei divina? Será que nós prejudicamos alguém? Então, nós fazemos uma autoanálise e aí essa autoanálise diária vai nos trazer essa tranquilidade, essa certeza se estamos no caminho certo ou se estamos nos desviando dele. É, tem uma, eu vou aprovear, aproveitar o link de Luciana, que também foi, foi a uma associação que me veio, né, com relação essa questão 919. E tem um ponto muito sutil da fala de Agostinho, quando ele traz essa recomendação, quando ele diz assim: "Eh, e pedi a Deus e ao vosso anjo da guarda, né, que nesse processo de avaliação, de autoavaliação, né, de análise com relação ao nosso compromisso com a encarnação, peçamos a Deus e ao nosso anjo da guarda essa assessoria, né? É porque o nosso anjo da guarda sabe do nosso projeto reencarnatório, né? Então, fazermos estarmos nessa conexão, né? com o divino para poder a nossa consciência, né, ser intuída a respeito do nosso compromisso. É uma questão muito interessante. Agora tem uma outra questão que me chamou atenção nessa
ssa conexão, né? com o divino para poder a nossa consciência, né, ser intuída a respeito do nosso compromisso. É uma questão muito interessante. Agora tem uma outra questão que me chamou atenção nessa pergunta, tá, Carlos? Essa questão de uma reencarnação mais suave. Eu digo: "Meu Deus, o que o que será que uma o que será para nós uma reencarnação mais suave?" Porque parece que quanto mais a gente progride, quanto mais a gente vê os exemplos dos espíritos superiores trabalhando, é suave aquilo, né? Muito pelo contrário, quanto mais a gente se depura, maior é o nosso compromisso para com a vida e para com Deus. Se a gente vê só Jesus como nosso exemplo, os mais claro que a gente tem de um espírito que é a nossa maior referência aqui na terra em em na hierarquia, poderíamos dizer assim, e trabalha incansavelmente. É suave essa encar, é suave essa experiência. Então me chamou também muita atenção assim, porque a gente ainda talvez esteja vivenciando muito aquela experiência de achar que a eternidade é um é um paraíso em que a gente vai ficar, sei lá, né, desfrutando, né, só das bonanças, não. Qu mais evoluído nós estamos, mais a gente requer trabalho, mais a gente dilata compromisso, mais a gente se coloca disponível para ser instrumento de Deus em auxílio aos sofredores. Então, nessa perspectiva, o que a gente poderia considerar suave? Suave é a consciência tranquila. suave é a dilatação da capacidade de amar que a gente vai propagando de acordo com o nosso processo evolutivo. É isso que vai fazer da gente ter uma reencarnação mais suave. Então é nessa perspectiva, é quando a gente ganha em potência interna. Isso é o que talvez vai permitir que a gente tenha, que a gente passe, né, pelo vale de lágrimas, que a gente passe pelas trevas e mesmo assim a gente consiga ainda ter a serenidade de conseguir lidar com as maiores provações da vida. Rafaela, tá ligado o que você está comentando, a questão 168 do livro dos espíritos. Kardec vai perguntar: "É limitado o número de existências
dade de conseguir lidar com as maiores provações da vida. Rafaela, tá ligado o que você está comentando, a questão 168 do livro dos espíritos. Kardec vai perguntar: "É limitado o número de existências corporais ou o espírito reencarna perpetuamente?" É muito interessante essa resposta, né? Porque a espiritualidade coloca, né? Que cada existência é um passo nascendo do nosso progresso, né? Então, tendo em vista isso, a gente só vai parar de reencarnar quando a gente se vê livre de todas as nossas impurezas. E aí volta a ressalva que você já trouxe, Carlos. Nesse caso, não há mais necessidade da reencarnação como processo que vem pra gente espiar os nossos equívoacos, pra gente depurar e pra gente aprender. Essa necessidade vai cessar quando a gente conseguir de fato se limpar de todas as nossas impurezas. Mas isso não quer dizer que a gente não encarne novamente a possibilidade, quando os espíritos se depuram, eles encarnam como missão para ajudar ao progresso dos que estão atrasados, dos que ainda estão, né, no início da caminhada. Então, nessa perspectiva, a reencarnação, ela só se tornará necessária enquanto a gente não se depurou completamente. Após depuração, a gente só encarna com missão. A grosso modo, poderíamos sintetizar essa essa pergunta, né, nesse formato. Muito bem. Aí a gente lembra, né, o ensinamento da espiritualidade. Nós nascemos no berço da matéria, fomos submetidos às provas necessárias ao nosso desenvolvimento para que com a evolução, nós nos libertássemos do julgo da matéria. Então, o grande, a grande antítese, o grande inimigo do espírito é o apego à matéria. Então, nós estamos reencarnando enquanto necessário para aprendermos o desprendimento da matéria. Enquanto agarrados à matéria, por afinidade nós vamos continuar reencarnando. E tem espíritas aí programando, não a próxima, mas as próximas quatro, cinco, como se isso fosse uma grande vantagem. Está reencarnando e sinal de inferioridade ainda. Essa é uma realidade, porque os espíritos superiores não precisam
ão a próxima, mas as próximas quatro, cinco, como se isso fosse uma grande vantagem. Está reencarnando e sinal de inferioridade ainda. Essa é uma realidade, porque os espíritos superiores não precisam reencarnar mais, não é isso? Os espíritos puros não reencarnam mais. E aí vem a pergunta da selva braseiros às 20:42. Então Jesus encarnou na terra? Sim. Comentar, Luciano? Boa pergunta. Então nós temos aí um caso típico de encarnação. Nos conta Emanuel através de Chico Xavier que a única vez que Jesus esteve na Terra vivendo através de um corpo físico, foi no corpo de Jesus de Nazaré. Então, o Cristo de Deus, o Espírito, encarna terra uma única vez, animando a personalidade de Jesus de Nazaré para trazer para nós a boa nova, o evangelho, o roteiro seguro paraa nossa felicidade. Então, a sua pergunta foi muito boa e a resposta dada por Emmanuel. Sim, o Cristo esteve aqui entre nós uma vez apenas, encarnou uma vez e ficou conhecido como Jesus de Nazaré. Luciano, me permita, mas as palavras de Emanuel não são exatamente, né, que ele encarnou aqui entre nós. Ele disse que dos espíritos que estiverem entre nós, Jesus é o único que evolui em linha reta, ou seja, nunca precisou reencarnar porque ele nunca se equivocou. Então isso nos abre um leque aqui de cogitações. Vamos lá. Aqui tem uma pergunta colocada, dona da Gabriela. Eh, da Gabriela, onde é que está? Já tem outras. Depois eu houve uma pergunta antes aqui que a pessoa diz assim: "Eh, eu confesso que eu não compreendi a diferença entre encarnação e reencarnação?" Então, vamos lá. Vamos comparar com um aluno que entra na escola. Um menino que entra na escola é aplicado, dedicado, atencioso, atento ao que os professores estão ensinando. Ele não precisa, não é repitiano. Hoje em dia não estão repetindo mais, né? Porque seria uma questão de desigualdade, né? É, é, é uma concepção muito doida que a gente cria na vida da gente, achando que tá discriminando se a criança não pode passar de ano. Então, ele não aprende nada e vai pra frente,
e desigualdade, né? É, é, é uma concepção muito doida que a gente cria na vida da gente, achando que tá discriminando se a criança não pode passar de ano. Então, ele não aprende nada e vai pra frente, não é? Mas na realidade da vida, não é? Aquele aluno que não aprendeu, ele precisa repetir a lição para aprender. Então, antigamente não passava de ano. A reencarnação é estar encarnado, não aproveitar a oportunidade ou inclusive se comprometer. Aí precisa reencarnar para reparar. Ah, o exemplo gráfico é: nós estamos todos num certo lugar e nos dão uma melancia pra gente levar para um outro lugar. Eu pego a melancia, tropeço logo na porta de saída, a melancia cai no chão e buf, fiz borracha. Eu entreguei a melancia. Não. O outro sai com a melancia caminhando, chega lá na frente, ele tem fome. Aí ele pensa, caramba, por que que eu vou levar a melancia? Eu vou partir e vou comer. Tô morrendo de fome? Ele entregou a melancia. Não. O outro vai por outro caminho, encontra lá um esperto. Diz para ele: "Cara, você sabia que tá cheio de semente esse negócio aí dentro? Vamos nós dois comer essa melancia. A gente planta a semente, depois você leva um monte de melancia ao ganancioso querendo acumular aquela coisa toda. Ele entregou a melancia. Aí vai um outro que pega a melancia, vai no seu caminho, toma cuidado para não tropeçar. Tem fome, mas não come a melancia. Vem o sujeito querendo enganar ele para comer a melancia e plantar a semente. Ele não aceita e entrega a melancia. Qual foi o que cumpriu? O que entregou a melancia. Correto? Esse precisa repetir a experiência, não precisa, mas aqueles todos os outros que não entregaram vão precisar voltar lá no local, pegar a melancia de novo para ver se consegue entregar melancia finalmente. Esse é o exemplo gráfico. Nós todos que estamos aqui na Terra não entregamos a melancia. Se alguém tem dúvida quanto a isso, bota a mão na consciência e examina se entregou de fato a melancia. Então, não nos comparemos com Jesus. Jesus foi um espírito puro quando ele esteve aqui,
elancia. Se alguém tem dúvida quanto a isso, bota a mão na consciência e examina se entregou de fato a melancia. Então, não nos comparemos com Jesus. Jesus foi um espírito puro quando ele esteve aqui, não é? Não tem comparação, mas tem sim. Sabe por que tem? Porque ele veio aqui para nos ensinar o caminho de chegar onde ele chegou. Está lá no livro dos espíritos a pergunta: Deus vai fazer diferença entre aqueles que evoluiam mais rápido e aqueles que evoluiram mais lento? Está no livro dos espíritos. E os espíritos respondem: "Não, porque todos são seus filhos". e ele não faz essas discriminações. Então, ah, mas o que é que é a diferença? Então, a eternidade será diferente para eles. As eternidades são diferentes. Ou seja, o tempo que vai levar, se a gente pode falar em tempo na realidade espiritual, não é? Ou o processo será um processo diferente, mais custoso, mais trabalhoso para aquele que não entrega a melancia. Então aí a diferença entre encarnação e reencarnação. Encarna e compra a tarefa. Encarna de novo e compre tarefa, encarna de novo e compre a tarefa e vai em frente. Logo, será um espírito interior e puro depois. Agora, aquele que não entrega, ele ele encarna, não cumpre, não faz, ainda se compromete, reencarna. Chega aqui, ao invés de quitar os débitos, aí se compromete, mas ainda reencarna outra vez. E aí fica sucessivamente reencarnando até aprender. Mas então essa é uma explicação que ninguém precisa aceitar, nem é obrigatório. A doutrina espírita ela é de livre exame e cada um aceita aquilo que tem condições ou que considera o melhor. Então vejo que há diversas teorias sobre o assunto, porque o assunto é muito complexo, não é? Mas vamos lá. Eh, aqui tava justamente perguntando invariavel o número de encarnações para todos os espíritos? 169. Isso. Os espíritos responderam não. Aquele que caminha depressa, há muitas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito. Ou em outras palavras, né, o número de
o. Aquele que caminha depressa, há muitas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito. Ou em outras palavras, né, o número de encarnações é igual para todo mundo? Não é diferente, é variável e cada um tem o seu ritmo, né? Como o Carlos bem colocou aí, nenhum de nós se perderá, né? Todos nós somos filhos de Deus. Todos nós chegaremos à perfeição relativa da criatura. Só que alguns vão fazer isso mais depressa, outros vão fazer mais devagar. Se nós pudermos aqui examinar a ferramenta, como a gente vai conseguir o progresso mais rápido, nós poderíamos lembrar de duas leis que estão no livro dos espíritos, a lei do trabalho e a lei do progresso. Uhum. Ora, o trabalho é toda ocupação útil. Então, se nós trabalhamos pelo nosso progresso, pelo progresso da humanidade, o nosso ritmo vai ser mais acelerado. Aquele que não trabalha, que não se esforça, que não cumpre a lei de Deus, esse vai demorar mais tempo, vai chegar lá, mas numa outra circunstância. Então, por isso que a gente tem que tá eh sempre aberto para isso e fazer uma a nossa parte. Qual é a velocidade, o ritmo que nós queremos pro nosso progresso? Rafaela, a 170, Kardec pergunta assim: "O que fica sendo o espírito depois da última encarnação?" A espiritualidade coloca, né, espírito bem-aventurado puro, né? Essa essa também é uma uma reflexão que a gente já trouxe, né? Eh, depois da última encarnação, não havendo mais necessidade, o espírito já se depurou, né? Por isso a caracterização espírito puro, não há mais necessidade de da da reencarnação. Eh, eu só queria trazer uma uma outra ressalva, né, porque eh eu fiquei eh positivamente provocada assim pelas reflexões de vocês e e particularmente com relação à referência que você trouxe do Emânuel Carlos, assim, com relação a a Jesus, assim, que eh ele evoluiu em linha reta, né, nessa compreensão. foi aquele que sacou logo. Eu vou logo entregar essa melancia o mais rápido possível porque aí eu cumpro a tarefa.
om relação a a Jesus, assim, que eh ele evoluiu em linha reta, né, nessa compreensão. foi aquele que sacou logo. Eu vou logo entregar essa melancia o mais rápido possível porque aí eu cumpro a tarefa. muito esperto nesse sentido. Se a gente tivesse essa sabedoria espiritual, esse deveria ser, né, o o nosso caminho. Agora, um esclarecimento interessante. Todos nós, tanto a tanto nós aqui como eh o próprio Jesus, nasceu um espírito simples e ignorante. Não esqueçamos essa referência. Talvez Jesus não teve a necessidade de reencarnar no planeta Terra. o processo evolutivo dele deve ter se dado em outros mundos muito mais evoluídos, né, do que o nosso. Então, nessa perspectiva, o processo reencarnatório dele foi com aprendizado. Não foi como alguém que veio aqui espiar pelo erro que cometiu, porque foi atrapalhado, não. Foi como um aluno exímio. Pelo menos essa interpretação que eu dou a fala de Emana, tá? Desculpem aí, ousado. Aqui tá tentando interpretar Emânel, mas na minha compreensão foi um exímio aluno que reencarnou nos outros planetas, não nesse, porque nesse ele só encarnou uma vez nessa experiência como Jesus de Nazaré. Mas assim como todos nós, precisa da encarnação, porque é a é a reencarnação que permite que a gente evolua. Basta a gente observar de maneira muito clara a resposta que que Luciano leu a questão 169 anterior, quando coloca reencarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito. Então nós temos necessidades de encarnações sucessivas, até porque não se faz uma pessoa simples e ignorante, um espírito puro numa encarnação só fazendo todo esse trabalho. trabalho de depuração como espírito se dará dessa forma. A gente vai aprendendo, a gente vai evoluindo, a gente vai desenvolvendo inteligência, a gente vai desenvolvendo moralidade, as potencialidades de nossa virtude. E a partir dessa compreensão é que a gente chega à perfeição. Jesus quando veio à Terra em missão, já tinha atingido esse estado de perfeição. Então, por isso que
as potencialidades de nossa virtude. E a partir dessa compreensão é que a gente chega à perfeição. Jesus quando veio à Terra em missão, já tinha atingido esse estado de perfeição. Então, por isso que para nós ela é a grande referência evolutiva que nós temos. E a partir dessa dessa perspectiva se torna para nós o nosso guia e modelo exemplar para dizer assim: "Sejam bons alunos". Porque quais a gente aprende essa lição, menos dores, menos sofrimento e menos reencarnações desnecessárias. Porque muitas vezes é por teimosia que precisamos estar repetindo a série, né? repetindo a classe, repetindo e repetindo e perdendo um tempo e muito desgaste, podendo fazer esse processo no tempo mais rápido possível. Muito bem. Consideremos só isso. Se encarnação e reencarnação fosse a mesma coisa, nós não teríamos perguntas diferentes para as duas palavras, não é? Então, Kardec sabiamente colocou direitinho ali pra gente e a gente vai aprendendo, né, gente, ao longo do tempo. Nós temos muitas perguntas, nosso tempo está quase terminando, nós já tratamos dos pontos que a gente tinha previsto para hoje, mas assim, rápidas pinceladas, eh, Luciano e Rafaela, como assim? Três palavras responde isso. Tá bem, vamos tentar. Eh, gratidão por tanto aprendizado, disse a Karine Silveiras 2029. As pessoas que desencarnam ainda jovens é porque já tinham evoluído a ponto de precisar de poucos anos aqui na Terra. Isso é uma regra, Luciano. Ô Karine, no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós vamos encontrar essa resposta. Há pessoas que cumprem a sua missão terrena rapidamente e retornam ao mundo espiritual. Agora existem outras que se comprometem muito. Aí a bondade divina desliga essa pessoa aqui da vida planetária para ela não se comprometer ainda mais diante da lei de Deus. Então acontecem as duas circunstâncias. Ou ela cumpriu a missão ou ela se desviou muito dessa missão. Uhum. Foi rápido. Foi rápido. Ótimo. E foi esclarecedor, não é isso? Muito bem. Nós teremos mais aprofundamentos, por isso a gente vai
as. Ou ela cumpriu a missão ou ela se desviou muito dessa missão. Uhum. Foi rápido. Foi rápido. Ótimo. E foi esclarecedor, não é isso? Muito bem. Nós teremos mais aprofundamentos, por isso a gente vai dar essas pinceladas agora. O Igor Mamed aqui, Rafaela, 2034. Irmãos, tem um caso na minha família de uma criança que por três vezes pegou a faca para matar o pai. Os pais são evangélicos. Como auxiliá-los sem violar seus princípios religiosos? Somente com as orações é suficiente. Eh, oração é oração é um recurso, né? Mas diante de um contexto grave desse, acho que orientação espiritual e também tratamento psicológico, gente, a gente não deve desconsiderar todas as possibilidades de auxílio diante de casos graves. Acho que é importante também considerar isso, tratamento espiritual, oração, mas também um acompanhamento. Essa criança precisa, porque às vezes ela precisa simbolizar essa dor e não concretizar através da experiência concreta, assim. Se os pais não têm abertura e não aceitam, então oremos, não é? Que talvez seja o único recurso, mas como a Rafaela disse, se eles têm uma abertura, inclusive procurar um profissional, né, numa situação dessas, além, né, das orações e tudo, o Bild de Caruaru às 20:35, mas o tempo no mundo espiritual não difere do nosso? Foi explicado que sim, não é? Muito claramente o Luciano colocou isso. O tempo é relativo ao planeta onde nós estamos. Imagine que o o tempo é medido pelas revoluções em torno, não é, da da da do Sol e do próprio planeta. O giro que ele que ele faz. E depende do tamanho do planeta, o tempo vai ser completamente diferente. Iracema Souza 207. Mas espíritos menos esclarecidos não reencarnam mais rapidamente? Normalmente sim, mas não é uma regra, não é isso? Isso, isso. Os espíritos inferiores necessitam estar no contato com a matéria para se superar, não é, Luciano? Você ia falando? É, sem dúvida. A gente observa eh que esse é um fato. Geralmente aquele que tem mais necessidade costuma voltar mais rápido, mas nós não podemos tratar isso
e superar, não é, Luciano? Você ia falando? É, sem dúvida. A gente observa eh que esse é um fato. Geralmente aquele que tem mais necessidade costuma voltar mais rápido, mas nós não podemos tratar isso como regra, né? Cada caso é um caso. Beleza? Exatamente. É a mesma coisa, né? Né, na pré-história não era um bate volta, não é exatamente assim. Os espíritos ficavam ligados ao à própria tribo, não é? E nem se davam conta estavam encarnados ou desencarnados muitas vezes, não é? Por isso surgiu o culto aos avoengos. Aí vale a pena ler o espírito e o tempo de Hercolano Pires. Olha aí, anota aí o espírito e o tempo Ercolando Pires, que trata desse assunto. Aqui tem eh uma outra, o espírito que pode escolher suas provas na reencarnação em patamar evolutivo. Em que patamar evolutivo ele se encontra? Rafaela, eu gostaria de fazer uma uma referência, acho que, se eu não me engano, é Missionários da Luz, eh, ou os mensageiros. Eu sempre troco esses dois livros de de André Luiz, mas ele traz um pouco essa referência quando ele fala da reencarnação dos gismundos, né? Ele coloca que no atual patamar eh em média, né, no atual patamar evolutivo que nós nos encontramos hoje, comumente nós participamos, né, somos coparticipantes do nosso planejamento reencarnatório. Então, no grau evolutivo que o nosso planeta está, em que as nossas consciências em regra estão, comumente nós somos copartícipes do nosso projeto. Muito bem. Eh, quem não tem condições na espiritualidade planeja, né, para o indivíduo. Mas, né, nós já participamos na nossa condição evolutiva. Achei a pergunta da Regina Andrade, olha, foi as 20:43 que ela disse que não tinha entendido a diferença entre encarnação e reencarnação. Esperamos que agora esteja mais ou menos, né, esclarecido, Regina. O assunto merece aprofundamento e nós vamos continuar estudando isso. Aqui tem uma da Gabriela Lins, 2047, obrigado pela resposta, mas na verdade eu desejo saber se há evolução para o espírito enquanto desencarnado ou apenas enquanto
nós vamos continuar estudando isso. Aqui tem uma da Gabriela Lins, 2047, obrigado pela resposta, mas na verdade eu desejo saber se há evolução para o espírito enquanto desencarnado ou apenas enquanto encarnado. Ah, Gabriela, eu creio que ficou claro isso. O espírito evolui nos dois nos dois planos da vida, mas o espírito precisa do contato com a matéria para superar a matéria. Então, não consegue evoluir sem encarnação. Não há evolução sem encarnação, pelo que nós entendemos até agora, tá bem? Então, sempre vai haver a encarnação e a reencarnação haverá para aqueles que precisam repetir a experiência, que não conseguiram, não é, se adiantar evoluir. 115, 115A do livro espíritos. A gente já examinou essas duas questões aqui. Os dócis evoluem mais rápido que os rebeldes. Lá está bem colocado isso, né? Nei Caldeira. Se o espírito mantém o seu grau evolutivo quando desencarna, mantendo seus defeitos, por não continuar evoluindo somente no mundo espiritual? Acabamos de falar, sem contato com a matéria, não há como superar a matéria. Aqui é onde a gente prova de fato, não é? Se a gente tem condições de superar ou não. Muito bem. Eh, aqui foi colocado o nome do livro Reencarnação e Imortalidade, Emínio Correia de Miranda e também os outros livros. Dicas para leitura. Muito bem, nós vamos destacar hoje esse livro que foi colocado aqui, então, Reencarnação e Mortalidade de Hermínio Correia de Miranda, editora FEB. É um livro já publicado lá pelos anos 70, não foi, Luciano? Lá pelos anos 70. Sim. E mas é uma preciosidade. O Luciano, nós estávamos comentando aqui antes de iniciar eh no nos bastidores que o pessoal fica procurando novidade. O pessoal quer novidade e aí fica pegando novidades às vezes sem ter a base. Os autores clássicos, o que escreveram nos deixaram tantas informações importantes, não é? E aí nos evita inclusive, não é, fazer muitas perguntas que já estão respondidas nesses livros. A gente procurou atender aqui ao máximo de perguntas, não é? Aquelas que foram
ações importantes, não é? E aí nos evita inclusive, não é, fazer muitas perguntas que já estão respondidas nesses livros. A gente procurou atender aqui ao máximo de perguntas, não é? Aquelas que foram colocadas, que não estão ligadas diretamente ao assunto, serão respondidas e colocadas lá no Telegram e no site, não é? No portal da FEB, onde vocês podem ir acompanhando. Bem, eu quero agradecer muito a Luciano, a Rafaela, excelente, muito bom, não é? E aí a sua participação também com você que está em casa, com os comentários, muitos bons comentários. No próximo estudo, nós vamos continuar com o capítulo 4 da pluralidade das existências e vamos ver a justiça da reencarnação com a pergunta 171 e a encarnação nos diferentes mundos. Questão as perguntas 172 a 176b. Vamos pedir para você ler antes, trazer as suas dúvidas, anotar ali, não é, aquilo que você achou interessante para comentar aqui durante o nosso estudo. Então, muito obrigado, tenha uma excelente semana e até segunda-feira. Obrigado, Luciano, obrigado, Rafaela. e as nossas intérpretes também, Verônica e Andreia, muito obrigado aí por estar traduzindo, né, interpretando o nosso estudo para os nossos irmãos que têm a dificuldade, não é, de eh poder nos ouvir. Nós que agradecemos. Uma boa noite a todos. Tudo de volta. Obrigada. Boa noite a todos e a todas. Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Ja.
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