#32 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 10/02/2026 1:33:50

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...

Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo. É um programa de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo livro seis, Atos dos Apóstolos, né? Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. E hoje temos o tema 32, né, para ver. Nós vamos ver como é que tá o nossa nosso chat. Estamos aqui com o José Amaral e a Marlene Tax, mas muitos outros ainda vão entrar. Sejam bem-vindos. E para dar continuidade ao nosso estudo, eu vou pedir paraa Marlúci fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa prece inicial. Boa noite, Marluce. >> Boa noite, Janice. Boa noite, amigos. Vamos estudar, né? Então, vamos fazer a leitura. É aqui é uma reflexão trazida por Emanuel. Vamos aqui na projeção. Então, eh, o o tema ajuda sempre, eh, psicografia de Francisco Cândido Xavier está no livro Pão Nosso, pelo espírito Emanuel, capítulo 119. ajuda sempre. Mas Paulo respondeu: "Que fazeis vós chorando e magoandoome o coração?" Atos capítulo 21 versículo 13. E comenta Emanuel: "Constitui passagem das mais dramáticas nos Atos dos Apóstolos, aquela em que Paulo de Tarso se prepara à frente dos testemunhos que o aguardavam em Jerusalém. Na alma heróica do lutador não paira qualquer sombra de hesitação. Seu espírito, como sempre está pronto, mas os companheiros choram e se lastimam. e de coração sensível e valoroso e valoroso do batalhador do evangelho, flui a indagação dolorosa. Não obstante a energia serena que ele domina a organização vigorosa, Paulo sentia falta de amigos tão corajosos quanto ele mesmo. Os companheiros que o seguiam estavam sinceramente dispostos ao sacrifício. Entretanto, não sabiam manifestar os sentimentos da alma fiel. É que o pranto ou a lamentação jamais ajudam nos instantes de testemunho difícil. Quem chora ao lado de um amigo em posição perigosa, desorganiza-lhe a resistência. Jesus chorou no quando sozinho. Mas em Jerusalém, sob o peso da cruz,

ais ajudam nos instantes de testemunho difícil. Quem chora ao lado de um amigo em posição perigosa, desorganiza-lhe a resistência. Jesus chorou no quando sozinho. Mas em Jerusalém, sob o peso da cruz, roga às mulheres generosas que o amparavam a cessação das lágrimas angustiosas. Na alvorada da ressurreição, pede a Madalena esclareça o motivo de seu pranto junto ao sepulcro. A lição é significativa para todo aprendiz. Se um ente amado permanece mais tempo sob a tempestade necessária, não te entregues a desesperos inúteis. A queixa não soluciona problemas. Ao invés de magoá-lo com soluços, aproxima-te dele e estende-lhe as mãos. Então, meus amigos, diante desta, deste comentário de Paulo, de Emanuel, sobre Atos dos Apóstolos, que possamos aquiietar o nosso coração, acalmar as nossas dores, as nossas lágrimas e diante da dificuldade dos amigos, saibamos nos conter, conter a nossa dor íntima igualmente para poder auxiliar, acalmar com mais propriedade aqueles que se nos deparam à nossa frente, muito mais aflitos e desesperançados. Por isso que Paulo perguntou aos seus amigos diante dos do testemunho que ele iria passar em Jerusalém, por que choras magoando meu coração? Na verdade, Paulo precisava de ombros amigos, de abraço, de afeto, para suportar as dores que iria passar. Por isso, mestre querido, nós te pedimos força, coragem, paciência, determinação para superar as nossas dores, calar as nossas dores muitas vezes para abrir o nosso coração no afeto, no consolo, no amparo aos amigos que passam à nossa frente, necessitados de assist amiga, abençoa, Senhor, a cada um de nósentes neste momento em que nos debruçamos sobre as passagens dos Atos dos Apóstolos, buscando motivação para as nossas próprias atitudes, os nossos próprios atos diante da vida odierna. abençoa a cada um aqui presente. Ajuda-nos a superar as nossas próprias dores, mas também a fortalecer o irmão que chega também de coração partido, para que o nosso pranto não aumente o pranto do outro. Gratidão, Senhor.

ui presente. Ajuda-nos a superar as nossas próprias dores, mas também a fortalecer o irmão que chega também de coração partido, para que o nosso pranto não aumente o pranto do outro. Gratidão, Senhor. Abençoa-nos a todos e permanece em nosso coração, pensamentos e palavras sempre. >> Que assim seja, Marlúci. Muito, muito boa prece, maravilhosa. Sempre linda a sua prece. Então, pessoal, já chegaram mais pessoas aqui. Obrigado, Marlúci, eh, a Karina. Valeu [risadas] a Karina Melo, a Nilzete Perez, a Sandra Elizabe, a Márcia Coelho, né? A Maria de Lures Finote lá de Uberlândia, grande amiga Marlene Tax, que já falei, a Web Rádio Deus Conosco, né? Deve ser o Belmiro querido, a Marcela Esteves, Cláudio Camargo, né? e outros ainda que virão. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso estudo da noite de hoje. Vamos ver o tema 32, o capítulo 21 de Atos do dos Apóstolos, né, que seria a subida a Jerusalém, chegada de Paulo a Jerusalém, prisão de Paulo. Está em Atos, capítulo 21 versículos de 1 a 40. E para nos conduzir a a esse estudo, nós vamos convidar o nosso querido L Bloom. Boa noite, seja bem-vindo ao nosso estudo. >> Boa noite, Janice. Boa noite, queridos amigos internautas, aqueles que estão já aqui, né, no nosso na nossa sala e aqueles que vão nos ouvir futuramente pela gravação. >> Muito bom. >> Muito obrigado, viu, Janis? >> Pode deixar contigo, >> tá? nós temos a oportunidade de trabalhar eh um tema e principalmente um livro que não é muito conhecido, né? O ato dos apóstolos nesses últimos anos, ele vem sendo mais estudado. E ainda então nos moldes ou na metodologia do evangelho Rede Vivo passa a ser mais interessante a gente estudar as situações que aconteceram entre os anos 51, 52, 3, 5, 7, 8, né, depois do Cristo. São atos que t muito a ver com Pedro. E aí nós temos primeiro o Evangelho de João Marcos, que de uma certa forma pega muito essas informações, mas Lucas com Atos dos Apóstolos enriquece o processo e com a qualidade que ele tem nos relatos, ele nos traz uma série de aspectos. Eu faço

arcos, que de uma certa forma pega muito essas informações, mas Lucas com Atos dos Apóstolos enriquece o processo e com a qualidade que ele tem nos relatos, ele nos traz uma série de aspectos. Eu faço o seguinte, trabalhar a apostila porque vai aí uma lembrança e uma vibração paraa nossa tão querida Martinha, né? porque o trabalho que deu a compilação, juntar, checar as fontes, eh, selecionar fontes e ela teve o auxílio de alguns muito prestimosos, mas graças a ela a gente tem esse trabalho e a nossa lembrança que ela receba as nossas doces, vibrações. E eu vou então pela riqueza da própria apostila, do próprio texto que passou por passagem, foi trabalhado e agora está na forma de livro. Eu trago então esse aspecto e eh vamos trabalhar ele, né? Vamos buscar aqui. Já busquei e tô compartilhando e já está em tela. E aí eu faço o quê, né? Eu grifo aqui as partes que me chamam atenção. E na verdade é muita coisa que chama atenção. Aqui está o título. A Janis já comentou. Nós estamos falando do capítulo 21 e vamos falar então dos versículos 1 a 40 e que obviamente por questões de economia de tempo, já que o texto é grande, nós não vamos lê-los todos, mas eu sugiro que a gente, eu fiz isso hoje, eu li todo ele para poder, entre aspas, me afinar, para me sintonizar com esses aspectos. Quem leu a obra Paulo Estevão obviamente tem lembranças disso, né? Porque uma série de textos usados aqui vem do livro. E aí eu devo confessar a vocês que há uns 40 anos atrás ou 30 e poucos, né, quase 40, quando eu tinha algumas dúvidas em relação a a essa existência, foi o livro Paulo Estevo, que me auxiliou muito, depois de uns 3s anos com ele debaixo do braço, procurando ajuda de Paulo e de todos os espíritos que o acompanham e nós conseguimos muito melhorar em muitas coisas aqui. E tá lá escrito que nós estamos então falando, vamos falar dessa terceira viagem de Paulo, onde ele tinha já decidido que ele iria a Roma. Mas o que que aconteceu, né, de uma certa forma, uma série de circunstâncias,

que nós estamos então falando, vamos falar dessa terceira viagem de Paulo, onde ele tinha já decidido que ele iria a Roma. Mas o que que aconteceu, né, de uma certa forma, uma série de circunstâncias, inclusive percepções nele, sonhos, fizeram com que as coisas fossem aceleradas. E aí logo aqui no início traz isso, né? Paulo tinha uma certa urgência porque ele sabia dos problemas que estava enfrentando a Casa do Caminho. Vejam bem, nós estamos falando de 50 e poucos anos depois, né, da do desencarne do Cristo, depois da crucificação. Então, nós estamos tendo aí os primeiros embates sérios e que se sucederam, que continuaram, que fizeram com que ao final do primeiro século, quando João ainda estava vivo, etc., etc. A gente ainda conseguia manter uma certa fidelidade dos evangelhos, mas o que que acontece depois? O judaísmo e as outras religiões começam a desvirtuar. Então, a pressão na casa do caminho, principalmente do judaísmo e dos fariseus contra, né, aquilo que vinha se fazendo, que a gente vai relatar aqui, é um dos aspectos que Paulo sabia. Por quê? porque ele mesmo tinha sido lá atrás o perseguidor. De uma certa forma, foi ele mesmo que abriu esse caminho e que fez como Saulo, toda aí uma perseguição. Então, nós estamos aqui, nós temos uma série de relatos, né, alguns aspectos estão das epístolas também que a gente ainda vai estudar e a gente tá falando de algumas situações, por exemplo, e que se situa Corinto. E aí eu queria fazer uma referência a isso. Corinto não é uma cidade qualquer. Noss de hoje, Corinto ainda impressiona por uma série de aspectos que são canalizações de água fluvial, rede de esgotos, que desde aquela época existia. Por que que existia? Porque Corinto era uma espécie de cidade de colônia de férias dos romanos. Então, gente, lá em Corinto nós tínhamos as coisas extremamente interessantes, mas nós também tínhamos muitos devaneios, muitos desvios e muitos problemas. Então, nessa cidade de Corinto, Paulo escreveu aos Romanos, né, a epístola e ele fala nessa

sas extremamente interessantes, mas nós também tínhamos muitos devaneios, muitos desvios e muitos problemas. Então, nessa cidade de Corinto, Paulo escreveu aos Romanos, né, a epístola e ele fala nessa epístola sobre a viagem. E o que que aconteceu? Eles já vinha se preparando, tanto aqueles que vieram essa epístola, vinha se preparando, esperava um grande grupo de companheiros, mas na hora H só e o Lucas, que de uma certa forma acabaram se comprometendo de ir com ele. Aqui nós temos então referência no Paulo Estevão, né, de todos estes. Quem eram estes? eram os próprios apóstolos, eram pessoas ligadas como Barnabé e outras e que de uma certa forma apenas dois poderiam acompanhá-lo. Paulo, todavia, para variar, né, que ele é extremamente conformado e ficou satisfeito com a companhia de Silas e Lucas, que de uma certa forma já estavam acompanhado, porque na segunda viagem Lucas fez companhia a ele e ele já conhecia bem, obviamente, a dedicação à causa de Jesus, a qualidade dos trabalhos da pregação destes dois. Bom, que ele já com isso resolvido, aquela coisa toda, mesmo assim ele recebe um apolo do um apelo do Thago. Quem era Thago? Era irmão do João, né, lá da filho de Alfu e que de uma certa forma enviaram uma carta que está aqui e ela, essa citação, está também no Paulo Estevon. E acho que é interessante a gente ler e diz aqui o seguinte: "Tudo corria as maravilhas, o plano combinado que seria essa viagem". Então, no dia imediato, um peregrino pobre triste surgia em Corinto, desembarcando de uma das últimas embarcações chegadas ao Pelopaniso para ancoragem, vinha de Jerusalém, bateu as portas da igreja e procurou insistentemente Paulo, a fim de entregar-lhe uma carta confidencial. Defrontando o singular mensageiro, o apóstolo surpreendeu-se. Tratava-se do irmão Abdias, a quem Tiago incumbira de entregar em mãos, né, vamos ser dizer assim, essa missiva. E o que que aconteceu? Na medida que Paulo lia, ele foi ficando pálido. Por quê? Porque o Thiago tava relatando os problemas que

incumbira de entregar em mãos, né, vamos ser dizer assim, essa missiva. E o que que aconteceu? Na medida que Paulo lia, ele foi ficando pálido. Por quê? Porque o Thiago tava relatando os problemas que ele estava tendo na Casa do Caminho. E veja bem, vamos situar eh o o Thiago. O Thago era alguém que defendia muito o judaísmo. Vamos nos lembrar do livro Paulo Estev, vamos lá alguns eventos. em determinados momentos, Thago era, né, vamos se dizer assim, até mais judeu, mais ligado ao judaísmo do que a própria o próprio cristianismo. Então, pro Thago chamar a atenção e pedir ajuda de Paulo, é porque a coisa não tava fácil, né? A carta trazia então o quê? eh preocupações com as perseguições que estavam, né, acontecendo, principalmente de quem? Das autoridades religiosas que vinham o crescimento dos trabalhos da casa do caminho. E o que que eles fizeram? Continuaram o trabalho que, na verdade, Paulo tinha começado como Saulo de perseguição dos cristãos. E a ponto de, por exemplo, aconteceu que eu assinalei aqui, Pedro não aguentou a pressão, Pedro se mandou, fugiu. Então, o que que acontecia? O Thago ficou sozinho na parada, como diz os meninos aí. Aí vamos para um relato aqui que é bastante interessante da Missiva, onde o Thiago avisava a violentíssima perseguição do Sinédrio, né? os rabinos tinham decidido eh reatar as torturas mais severas. Simão praticamente foi expulso da cidade. E aí nós temos uma série de situações que eu já mencionei aqui, né? E o que que acontecia? Muitos iam à pregação da casa do caminho e dos núcleos de vida cristã, muitas vezes feita nos lares, estavam se esvaziando o que eu assinalei aqui, as sinagogas. E o que que aconteceu, né? Obviamente isso não foi visto com bons olhos pelos eh fariseus. Tal situação requeria esclarecimento. E o que que aconteceu? tribunal maior entendeu e e entendeu que na verdade era por causa do crescimento do chamado cristianismo. Aqui o Thiago relata os acontecimentos com bastante serenidade, mas impressiona a Paulo, né?

? tribunal maior entendeu e e entendeu que na verdade era por causa do crescimento do chamado cristianismo. Aqui o Thiago relata os acontecimentos com bastante serenidade, mas impressiona a Paulo, né? Eh, o Thiago já estava com uma idade mais avançada e admitia na carta que sem a colaboração de Pedro, ele temia não conseguir levar adiante a a o compromisso de seguir a pregação e o trabalho da igreja de da Casa do Caminho. Então, o que que acontece em função da perseguição, como eu já falei, então bem no final aqui, Thago considerava de suma importância para salvar a igreja, para salvar a casa do caminho em Jerusalém, eh, que Paulo se fizesse, porque ele confiava em toda a argumentação, em toda a condição que Paulo tinha. E Paulo, obviamente, diante dessa missiva se convenceu que obviamente o que estava na programação divina, que a gente vai ver mais adiante, porque Abiga ele e o Estevão alertaram, estimularam e dizia que isso era uma missão, que ele tinha que passar em Jerusalém e por aí vai. E a gente vai ainda conversar sobre isso. Eu já citei, né, nós estamos falando da terceira viagem e essa terceira viagem, então, ela saiu lá de Antioquia. que nós vamos ver adiante o roteiro. E ele, o destino era chegar Jerusalém. E aqui tem uma pequena citação que nós tivemos, por exemplo, a cidade de Tiro, onde eles permaneceram mais tempo, que geralmente era assim, a embarcação chegava numa cidade, lá eles ficavam dois dias no máximo e prosseguiam. Mas nessa cidade de Tiro, eh, teve um descarregamento do navio. A a atividade foi mais intenso e Paulo com Silas, com Lucas ficaram eh uma semana e aproveitaram para trabalhar as pregações. Depois eles vão para onde? Eles vão para uma cidade, né, onde nós tínhamos eh uma influência romana muito grande, né? Tanto é que o próprio nome deriva do Ptolomeu, que era um romano muito famoso. Bom, aí eles vão para Cesareia. Lá adiante nós vamos situar quem é essa Cesareia, porque nós temos duas ou três cesareias muito importantes na pregação

iva do Ptolomeu, que era um romano muito famoso. Bom, aí eles vão para Cesareia. Lá adiante nós vamos situar quem é essa Cesareia, porque nós temos duas ou três cesareias muito importantes na pregação do cristianismo e nessas viagens de Paulo, né? Lá em Cesareia, eles foram eh se encontrar com Felipe. E interessante, esse Felipe, obviamente como apóstolo, ele colaborou muito com Cristo, fazia dupla com André e fazia, e aí eu vou fazer só um pequeno parênteses, a guerra de Israel e a Ramás que nós temos hoje, eh, de uma certa forma, a gente pode até dizer que ela foi começada por Felipe e André, porque os dois foram fazer pregação na região de Decápolis, que eram 10 cidades. E o que que aconteceu? puseram fogo naquela região e voltam correndo, pedem ajuda do Cristo, Cristo com os apóstolos, menos Pedro que fica para trás porque tá com problema de família com a esposa. E Jesus encarrega João de cuidar disso e fazer companhia. E Jesus vai lá e aí ele faz aquela pregação maravilhosa, pedindo para todos refletir, ou seja, ganhando atenção junto aí umas 5.000 pessoas e faz o primeiro milagre da multiplicação dos pães. Nesta região é a região onde eu esse último embate, né, de dessa guerra de Israel contra Ramás. Então, a gente vê e a gente sabe, temos que continuar orando para fazer, como diz o Dr. Bezerra de Minezes, que esses espíritos que na época já existiam, trabalhavam as suas convicções, religiões e eram incomodados pelo cristianismo, esses continuam sendo os mesmos de hoje, sob outras feições, continuando. E como diz o Dr. de Minezes, eles estão num ciclo do matar e morrer que é milenário e que a gente precisa interromper. Então ele nos sugere muita oração, muita boa vibração, porque alguns, segundo ele, já t sensibilidade para se dar conta, para cair a ficha, como a gente diz, e pararem. Bom, que que aconteceu lá eh em Cesareia? Eles tiveram a visita de um mago, vamos ser dizer assim, que é o ágabo. Ele tinha filhas, né, que eram profetas e seja ou seja, tinham mediunidades e faziam as suas

ue que aconteceu lá eh em Cesareia? Eles tiveram a visita de um mago, vamos ser dizer assim, que é o ágabo. Ele tinha filhas, né, que eram profetas e seja ou seja, tinham mediunidades e faziam as suas comunicações. E ele recebeu uma mensagem, vamos se dizer assim, que faz referência a Paulo e a Viago. Então, o que que aconteceu? Ele veio e mostrou, pegou uma corda e amarrou os pés e mãos do Paulo e disse: "Olha, isso que vai acontecer, uma corda não, desculpa, é um cinto." Pegou o próprio cinto de Paulo e fez isso e disse: "Olha, as minhas filhas viram, eu já vi e é isso que vai acontecer". E aí o que que acontece, né? O Paulo tem um instante de reflexão, mas graças à grandeza do espírito que é, ele de uma certa forma obviamente não desistiu, mas ele foi avisado. E aí nós temos razão porque ele teve os cuidados, ele teve precauções, né? Aí ele sabia já que ele ia ser preso. E como ele diz aqui, eu não vou parar porque estou pronto. E não somente a ser preso, mas até a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor. Ele nessa hora já tinha recebido a visita de Estevão e de Bigail em sonho. já sabia, que nós vamos mencionar um pouco adiante, ele já sabia que ele ia ter problemas, mas obviamente eh essas esses avisos, essa chamada de atenção fizeram crescer nele eh o sentimento de que ele tinha uma missão para cumprir. Bom, o que que acontece esse relato? Ele, obviamente, como nós já falamos, tem a ver com essa terceira viagem, onde tem um encontro muito eh interessante, porque a cidade de Éfeso tem a sua importância fundamental para Paulo, para João, para muitos dos apóstolos, que Maria estavam lá, estava lá e lá eles se encontravam muitas vezes para fazer uma espécie de refazimento. Aqui nessa viagem não foi diferente. Ele procurou se encontrar com irmãos que ele já conhecia de outras viagens, da primeira e da segunda, e ele reforçou, né? Só que aqui achei interessante e mais adiante tem um mapa, mas aqui eu achei interessante procurei algumas referências, né, do por que que

outras viagens, da primeira e da segunda, e ele reforçou, né? Só que aqui achei interessante e mais adiante tem um mapa, mas aqui eu achei interessante procurei algumas referências, né, do por que que isso aqui foi inserido. E é de uma certa forma pra gente refletir que as viagens obviamente elas não eram fáceis, né? Elas passavam por essas cidades, passaram por essa ilha da Ásia Menor aqui, né? passaram por uma outra ilha chamada Rods. E aqui eu achei interessante porque eu já sabia disso, mas eu só fui confirmar inclusive fora do texto aqui. Lá nós temos uma estátua erguida em em homenagem aos romanos, aos principalmente aos imperadores. E é uma estátua denominada Colossos, que tem 105 eh pés de altura. Então, gente, essas cidades hoje elas estão na Turquia. Aqui da mesma forma cidade, né? Eh, a Fenícia, porque quem gosta de história deve ter lido muito sobre, né, uma série de aspectos que os fenícios eh fizeram, né? Era uma civilização de muita navegação, etc. E a fenícia era um dos lugares, era uma um um lugar onde havia uma concentração, obviamente, de pessoas e que eram chamadas de fenícios. E nós vamos ver também que mais adiante, né, nós temos mais adiante, não, desculpe, antes mesmo, aquela eh milagre da do vinho, por exemplo, feito nas bodas de Canaã, é nesta região, é próximo desta região. Eu fiz checar isso hoje. E os habitantes daquela região eram conhecidos como cananeus. O Evangelho Segundo o Espiritismo traz uma referência de quem são esses essas esses grupos e o porquê o nome de Cananeus, mas por uma questão de de tempo. Eh, aqui eu assinalei isso aqui para chamar a atenção deste espírito Barnabé. Nós não temos só um Barnabé na eh no nos Evangelhos. Nós temos três Barnabés. Esse Barnabé que nós estamos falando é de Antioquia. É este o companheiro de Paulo responsável por trabalhar. Toda vez que ele via nas pregações iniciais na igreja de Antioquia que Paulo tinha uma dificuldade, o Barnabé assumia e foi graças à oratória, a profunda inspiração desse espírito que está entre nós nos

da vez que ele via nas pregações iniciais na igreja de Antioquia que Paulo tinha uma dificuldade, o Barnabé assumia e foi graças à oratória, a profunda inspiração desse espírito que está entre nós nos dias de hoje. Eu vou aproveitar para pedir as bênçãos que ele me ajude aqui lembrando de algumas coisas. Isso não é pretensão, né? que nós sabemos que ele está há muito tempo atuando nas terras mineiras, ele está atuando em todos os lugares que t corações. Este mesmo Barnabé e que é o Barnabé de Antioquia. Esse Barnabé foi então o companheiro eh decisivo pro Paulo trabalhar toda a sua oratória. As primeiras pregações na Igreja Antioquia, aquela história lá do Pentecostes e uma série de outros mini pentecostes ou pentecostes menores aconteceram na presença deste espírito. Bom, Ilha de Chipre, obviamente muitos é um dos lugares que eu queria conhecer, até agora eu não conheço porque sei da riqueza cultural e da importância que ele teve, né, que essa cidade, que essa ilha tem. E essa ilha é o lugar do nascimento daquele quem estava falando do Barnabé de Antioquia, né? E foi o Barnabé de Antioquia que estimulou Paulo a fazer as viagens. Paulo, em determinados momentos, ficava em dúvida. Nós temos um diálogo belíssimo que eu aplico nos dias atuais, que tá no livro Paulo Estevão, onde Barnabé e Paulo conversam sobre como melhor servir a mensagem cristã, como melhor colocá-la em prática. Em determinados momentos, os dois chegam à conclusão que sempre vai ter enfermos, doentes, necessitados. Aí, tanto Paulo como Barnabé diz o seguinte: "O que a gente tem que fazer é melhorar nós mesmos. Nós precisamos cuidar dos nossos espíritos para poder representar melhor o Cristo e atender essas necessidades que sempre vão acontecer. Então, gente, nós vivemos nos dias atuais muitas aflições. É porque nós meio que não nos convencemos que Jesus é a solução dessas situações todas. Vai demorar, vai, mas nós já poderíamos entesorar mais essa essa, vamos dizer, esse convencimento, como diz os meninos, só Jesus na causa,

nos convencemos que Jesus é a solução dessas situações todas. Vai demorar, vai, mas nós já poderíamos entesorar mais essa essa, vamos dizer, esse convencimento, como diz os meninos, só Jesus na causa, porque, gente, não tem outro caminho. Caminho da reforma moral, da reforma ética da nossa eh sociedade vai passar por Jesus. Quando nós diminuirmos os rótulos religiosos e simplificarmos a religião e conseguirmos extrair o bem e e e ter e estar em condições de ser instrumento desses espíritos benfeitores que seguem nos apoiando, nós vamos melhorar a humanidade. Mas aí eu faço uma referência e eu resolvi fazer isso exatamente porque, por exemplo, eu tô num trabalho intenso de tentar me melhorar porque senão eu não posso nem seguir falando mais essas coisas, porque amanhã depois vou desencarnar e aí eu vou fazer o quê? Eu vou colher a culpa de ter falado muita coisa sem ter feito. E eu sei, fui chamado atenção alguns anos atrás e eu vou citar quem foi, São Francisco de Assis, foi um dos que chamou atenção. A gente tava discutindo, eu e Rabili, mas gente assim, a gente quer reencarnar no Brasil de novo, na nossa próxima encarnação. E de repente o nosso padrinho falou o seguinte: "Tem que ter cuidado porque o mundo tem uma necessidade grande. Vão pensando e vão se habituando. Tentem fazer da melhor forma possível o trabalho para vocês terem o mérito de renascer nessa parte do evangelho, porque senão vocês podem nascer no Kênia, no Laus e por aí vai." falava de São Francisco. O rabelo virou os olhos para mim, eu virei para ele e falei: "É, cara, temos que dar um jeito em nós mesmo. Nós temos que melhorar". Bom, Barnabé, de uma certa forma eh era tio do João Marcos. Quem era João Marcos? É o que escreveu, né? Marcos, o Evangelho de Marcos. E obviamente tinham, né, uma irmandade muito grande, eram amigos porque já tinham entendido Cristo e estavam, mesmo com as suas limitações, como nós temos nos dias atuais, eles já estavam a serviço do Cristo. Nós sabemos que essa ilha hoje

muito grande, eram amigos porque já tinham entendido Cristo e estavam, mesmo com as suas limitações, como nós temos nos dias atuais, eles já estavam a serviço do Cristo. Nós sabemos que essa ilha hoje ela é muito visitada pelas suas eh suas riquezas arqueológicas e as pessoas que vão para lá elas de alguma forma elas são tocadas. Por isso que nós estamos procurando falar hoje. Faz parte da Turquia hoje. Depois entra aí a Síria, né, num numa região onde nós tivemos a Babilônia há milênios atrás. E nós tínhamos lá eh uma cidade que era de Antioquia, da Síria, que não era, né, eh que era a cidade onde o Lucas nasceu. Depois temos a cidade de Tiro, que era uma cidade, era um porto comercial, uma cidade de um porto comercial e que nós tínhamos desde aqui como faz referência, né, foi fundada 2750 anos antes do Cristo. Ou seja, nós estamos falando no ano 50. E então essa esse esse porto e essa cidade já tinha em torno de 3.000 anos quando recebeu a visita de Paulo, Lucas, etc., né? Então aqui, isso aqui nós já falamos, tinham algumas, né, para quem gosta de estudar as reencarnações, alguns egípcios reencarnaram e essa cidade de Maimeida aqui, ó, recebeu esse nome em função de um eh faraó egípcio e por aí vai. Cesareia, nós já falamos agora da Cesareia marítima, vamos dizer assim, que era um nome também bastante conhecido, mas vamos evoluindo. Bom, o que que aconteceu? Eh, de uma certa forma, nós temos então a caravana, a viagem passando por estas regiões. E aí eu acho interessante, vou fazer isso, vou procurar um mapa aqui pra gente tentar visualmente enxergar isso. Nós temos aqui o mapa que vai nos ajudar entender, situar e talvez vai ajudar a informar melhor o próprio mapa mental. Aqui ele tá, vocês podem perceber que o texto é grande, mas eu acho que ele é interessante porque olha aqui, nós estamos falando dessa Antioquia da Síria, de onde ser a viagem. Paulo passava sempre na cidade dele, foi para Derb Tricônio, Antioquia da Psídia, depois ele passou em Éfeso, que nós fizemos referência, pois passou

do dessa Antioquia da Síria, de onde ser a viagem. Paulo passava sempre na cidade dele, foi para Derb Tricônio, Antioquia da Psídia, depois ele passou em Éfeso, que nós fizemos referência, pois passou em Pérgamo, passou em Troade, em Troade, que ele teve o sonho onde ele foi advertido, coisa que tá no texto que nós não vamos falar, ele foi, entre aspas, advertido, não, ele foi fortalecido pelo pelo Abigaí, pela Abigaí e pelo Estevão, né? Então aqui fala dessas outras regiões visitadas. Passou por Tessalônica, passou por Corinto, já fizemos missão. Essa colônia de féria romano aqui, passa por rotas que acabamos de falar, passa por tiro que nós falamos e por fim estamos no caminho de Jerusalém. Então gente, pensemos sobre isso. Pra gente poder trabalhar um texto como um todo. Algumas coisas eu vou pular. Mas eu achei interessante assinalar as coisas que me chamaram atenção aqui. Nós passamos por este roteiro, então por estas cidades e vamos fazendo o quê? Vamos evoluir aqui, procurando entender um pouco mais, né? Essa terceira viagem. Então, de uma certa forma, ela se deu entre os anos 53 a 58. Há uma pequena divergência de datas, mas seriam mais ou menos aí uns 5 anos viajando, né? Bom, e o que que aconteceu? E tinha cada vez estava mais forte, tanto em Lucas como em Paulo, a o sentimento, o pressentimento de que eles iam passar por situações difíceis. O que tá relatado no Atos, né? encontrando os discípulos lá em Tiro, eles ficaram sete dias e o que que acontecia? Paulo recebeu uma série de observações do Felipe, de outros apóstolos, no sentido dele procurar evitar, porque eles queriam que ele seguisse as pregações, mas ele disse que não, que era uma missão que ele tinha, o que está escrito mais adiante. Ele lembra aqui o seguinte, que estáis fazendo? Foi lido isso na mensagem inicial pela Marlúcia aí. chorando e afligindo o meu coração, pois estou pronto não somente a ser preso, mas até morrer. O que está lá no versículo 13, né? Também no versículo 14, como não se deixasse persuadir,

a Marlúcia aí. chorando e afligindo o meu coração, pois estou pronto não somente a ser preso, mas até morrer. O que está lá no versículo 13, né? Também no versículo 14, como não se deixasse persuadir, aquiietamos-nos, dizendo: "Seja feita a vontade do Senhor". Eu acho isso aqui maravilhoso. Nós nos dias atuais tentamos conjugar Deus com uma mão. Tentamos aplicar o evangelho, mas muitas vezes tentando conciliar com uma série de coisas terrenas. Chega uma hora que o negócio encrenca e aí a gente tem mais é repetir Paulo aqui dizendo bom, né? Então, diante das situações que muitas vezes não caminham, como nós gostaríamos, entendemos ser melhor, a gente tem que buscar aceitar a vontade do Senhor, porque Deus, nosso pai, só quer o bem para todos nós. Às vezes é difícil entender, é fácil falar. Aqui nós temos mais uma citação do Paulo Estevão, né? Então, o que que aconteceu? Paulo acabou eh aqui, aliás, essa referência é de Emanuel e que acho interessante que Manuel sempre diz algumas coisas a mais. Em função do tempo, eu não vou ler, só vou ler o que eu grifei, né? Quando Paulo chega a Jerusalém e se encontra com Thago e sente o peso da situação, ele procura fazer uma coisa que é recomendado para todos nós. Vamos procurar um canto, um quarto, um jardim, um lugar onde a gente possa eh, de uma certa forma fazer introspecção, fazer meditação, porque este é um dos objetivos do Evangelho Rede Vivo, fazer com que a gente medite sobre as coisas que a gente já sabe e meditar sobre coisas que nós estamos aprendendo para aferir a quantidade, o valor e a grandeza daquilo. E ele obviamente reconheceu de uma certa forma, eh, ele e ficou em dúvida, bom, mas o que que eu vou fazer? Vou vou pro embate, se as contendas estas do embate são estéreis, né, como é que eu vou fazer? E aí, gente, nós temos uma situação muito interessante aí, não sei se vocês sabem, aí está aí uma guerra mundial eh sendo trabalhada. Então, por exemplo, o Japão foi envolvido, China foi envolvida, essa coisa toda. E o povo japonês tem na sua

interessante aí, não sei se vocês sabem, aí está aí uma guerra mundial eh sendo trabalhada. Então, por exemplo, o Japão foi envolvido, China foi envolvida, essa coisa toda. E o povo japonês tem na sua constituição o compromisso de nunca fazer guerra. E mesmo quando atacado, mesmo assim relute, né, na questão de ir paraa luta mais acerba. E Paulo refletia sobre isso. Mas que que eu vou fazer? Vou exatamente procurar o confronto, essa coisa toda, que muitas vezes não me dá resultado positivo. Aí o que que aconteceu? Ele foi pro evangelho, pegou, desenrolou o evangelho lá e lá tá escrito, abrindo ao acaso que eu gravei aqui, né? No Evangelho de Mateus tá escrito: "Concilia-te, depressa com teu adversário". E aí ele fez o quê? Ele se convenceu que ele tinha aqui mesmo, né? Jesus o chamara desde a estrada de Damasco. Ele tinha nas conversas com Maria percebido que ele ia ser alguém que ia ajudar o trabalho e a melhorar a luta dos filhos do Calvário. E por aí vamos, né? Então o que que acontecia? Mas ele se perguntava como é que eu trabalho melhor? Como é que eu vou fazer eh resolver essas questões que ele já sabia que ele ia enfrentar em Jerusalém? Que espécie de esclarecimento deveria prestar principalmente aqueles que eram objetos das críticas da perseguição, que eram os rabinos do Sinédrio? Qual o testemunho que competia ele dar? Ele se perguntava. Aí ele fez o quê? Sonhou. Abigael Jesiel vieram, né? Estevão e Abigaí vieram e disseram: "Não te inquietes, Paulo, é preciso ir a Jerusalão para testemunho que é imprescindível". E aqui, gente, na hora que eu grifei isso hoje, eu fiquei pensando reservadas as proporções. Todos nós temos uma programação divina. Eu tenho, vocês têm, que me ouvem, nós temos testemunhos imprescindíveis. O que nós temos que fazer nos atuais e pedir a nosso Pai mesmo que nos fortaleça, a fé cresça, a esperança ser renal e pra gente cumprir com o nosso trabalho. Porque hoje nós somos instrumentos da vontade do Cristo para ajudar a humanidade conhecer o

so Pai mesmo que nos fortaleça, a fé cresça, a esperança ser renal e pra gente cumprir com o nosso trabalho. Porque hoje nós somos instrumentos da vontade do Cristo para ajudar a humanidade conhecer o próprio Cristo. E aí o que que acontece, né? sequência tranquilíza, porque irás a Roma cumprir um sublime dever, não porém, como queres. E aí achei interessante. Muitas vezes eu me defronto com isso, acho que não sou exceção, ou contrário, todos nós, as coisas vão se sucedendo, não como a gente quer. A gente precisa refletir que tem uma programação e confiar em Deus, pedir luz pra gente fazer leitura melhor. Aí ele é chegando a Jerusalém paraa gente chegar a tempo, né? Ele, obviamente, diante daquelas recomendações do mago, ele sabia que que ele ia enfrentar. E ele sabia que do ódio, né, que tinham aqueles que ele mesmo tinha estimulado lá para trás, né, no sentido de perseguir aos cristãos. E ele buscava continuar isso. Eu só vou pedir um minutinho para tirar uma gata aqui da minha sala. Porque os gatos aqui em casa eles assistem, mas só que de vez em quando eles não têm a paciência. E uma gata resolveu dizer o seguinte: "Não quero comer agora, já chega de pregação evangélica." Uma lição muito interessante. Senta na cadeirinha, ficam quietinho para prestar atenção. Então, nós temos essas referências aqui, né? ele confirma tudo que nós já falamos com o Thiago. E aí o Thiago, de uma certa forma, ele esperava, Paulo esperava que o Thiago fosse ajudar ele a elaborar uma espécie de eh linha de comportamento, mas ele percebeu que tinha que meio que se virar sozinho. Como sempre o Paulo, de uma certa forma aproveitava todas as situações. Então ele foi aconselhado, chegando em Jerusalém, primeiro, né, se encontrar os mais simples, humildes, os gentios, né, fazer ter uma conversa com eles para ganhar mais intensidade de adesão para depois enfrentar os sacerdotes e o sinédio pode propriamente dito. Então, após alguns dias, né, e alguns trabalhos, ele resolveu, né, de uma certa forma enfrentar mais. buscando

nsidade de adesão para depois enfrentar os sacerdotes e o sinédio pode propriamente dito. Então, após alguns dias, né, e alguns trabalhos, ele resolveu, né, de uma certa forma enfrentar mais. buscando elevar o pensamento, pediu que Jesus o inspirasse no ministério. No dia seguinte foi que eles procuraram o Thago mesmo e aí a casa do caminho, onde eles fizeram uma reunião na presença de uma série de, entre aspas, eh participantes que eram mais antigos que tinham vivido a situação. E aí Paulo estava diante daqueles a quem ele perseguiu como Saulo. e tendo essa oportunidade da reconciliação belíssima. E por causa disso a gente de vez em quando tem que refletir porque as situações não são alcançadas pra gente fazer esses ajustes. O que que aconteceu? Thiago recomendou que ele não afrontando a lei do judaísmo, ele fizesse uma espécie de ritual de purificação. E Paulo, obviamente, não se absteve. durante sete dias escritos, ele foi ao templo com eh os com os acompanhantes e para fazer, né, essa espécie de purificação que eram sacrifícios feitos na norma judaica para tentar ajudar a fazer que ele não vinha fazer aquilo que o Cristo fala. Eu não vim trabalhar contra vocês, eu vim trabalhar a favor de um entendimento melhor. Isso me faz lembrar o Cristo quando ele diz: "Eu não vim mudar a lei, eu vim cumpri-la". Então, gente, foi de uma certa forma também com este espírito que Paulo vai. Mas o que que acontece? Ele começa a sofrer, né, os afrontos lá na igreja. Ele começa a sofrer no templo a perseguição daqueles que entendiam, estavam presos ao entendimento do judaísmo, entendendo que Paulo agora estava, de uma certa forma destruindo todo um conhecimento da lei judaica que ia até Moisés e eles começaram a se posicionar grande. E o que que aconteceu nesta revolta toda? foi pro embate chamado físico. Eh, numa primeira situação, eles arrastaram Paulo pro lado de fora do próprio templo e, de uma certa forma estavam lá começando a fazer o sacrifício dele, o suplício dele e os

o embate chamado físico. Eh, numa primeira situação, eles arrastaram Paulo pro lado de fora do próprio templo e, de uma certa forma estavam lá começando a fazer o sacrifício dele, o suplício dele e os soldados e o tribuna ajudaram e de uma certa forma resolveram então prender Paulo para até evitar que a multidão fizesse uma espécie de linchamento dele, né? E isso é bastante interessante. E esses conduziram o Paulo para fortaleza, para prisão, para ele poder ficar lá mais seguro. Então, o que que nós temos? Eh, na verdade os fariseus, as pessoas, os sacerdotes consideravam uma profanação. Paulo entrar no próprio tempo, Paulo de alguma forma procurar esclarecer, falar e ajudar alguns do templo. E o que que acontecia? Emama nos dá um relato disso. Comparecimento de Paulo no templo acompanhado de quatro irmãos em mísero estado de pobreza, a fim de que com eles purificar e pagar a despejas do voto, causou enorme sensação em um círculo do farisaísmo. Acenderam-se discussões violentas e rúdies. Assim que, né, o ex-rabino foi humilhado, aquela coisa toda que eu já falei. No dia seguinte da santificação, o movimento popular cresce. Então, como era uma semana de purificação, lá pelo segundo dia, a coisa ficou mais densa, terceiro, quarto dia. E todos queriam ver de uma alguma forma Paulo, que muitos eram, obviamente, tinham entendido a mensagem, eram cristãos, mas a grande maioria obviamente eram fariseus. Eh, no terceiro dia, a falta de outro pretexto para condenação, alguns doutores alegaram que Paulo tinha o atrevimento, coisa que eu já mencionei, de num lugar sagrado fazer uma pregação que ele, de uma certa forma tinha resgatado e fortalecido toda uma origem grega, aquela coisa toda. Bom, que que aconteceu, né? face eh uma referência sobre a viagem dele, sobre a passagem em Éfes ou aquela coisa toda. E era preciso, a ideia do sinédrio era de que era preciso condenar Paulo porque eh senão a coisa as igrejas iam continuar esvaziando e até só um agravamento daquela situação. Paulo já tinha noção

oda. E era preciso, a ideia do sinédrio era de que era preciso condenar Paulo porque eh senão a coisa as igrejas iam continuar esvaziando e até só um agravamento daquela situação. Paulo já tinha noção que independente do que ele fizesse, então agora ele já não tinha mais preocupação com o roteiro de visita, de pregação, porque ele sabia que ia ser condenado. E aí nós temos aqui um relato, né, das dos afrontes, né, da das agressões que ele sofria. E por fim, então, né, como diz aqui, morte ao desertor, pedras da traição e assim vamos. pagarás teu crime, essas coisas todas que eram manifestações daqueles que não o conheciam. Isso está no Paulo Estevon. Paulo caiu prisioneiro, então primeiro da massa que de uma certa forma movida por esse aspecto de Ven Paulo um traidor da lei judaica e depois os próprios romanos que obviamente queriam, né, não queriam que o crescimento cristão acontecesse para ficar continuar ficando mais fácil do domínio deles. No entanto, com todas essas situações, o Paulo ficou lúcido. H uma característica de um espírito muito forte. e que havia se preparado, porque o Cristo fala, você é o vaso escolhido, né? E aqui nós temos mais uma citação que nos ajuda a entender, né? Ele entendeu que ele não fora convocado tão só para obrigações simples. Ele foi convidado passar em Jerusalém, passar disso para dar o testemunho dele. E aí eu faço uma referência, todos nós temos uma programação parecida. Nós temos uma play de espíritos que nos ajuda. Nós temos o nosso guia, mas nós temos o compromisso de dar conta da nossa programação, onde os testemunhos se fazem. E quando eles se fizerem, façamos o que o Chico sempre recomendou. Não queixa, não lamenta. Trabalha a tua resignação para que você possa cumprir com o testemunho e se fortalecer em espírito. OK? Então nós temos o quê, né? Nós temos aqui uma situação relatada, vai mostrando que os espíritos não desassistiram, ao contrário, Paulo estava muito forte e no Paulo Estevon nós temos toda uma história, né, com a assistência de

Nós temos aqui uma situação relatada, vai mostrando que os espíritos não desassistiram, ao contrário, Paulo estava muito forte e no Paulo Estevon nós temos toda uma história, né, com a assistência de Estevão. Já passamos por isso aqui. Só faço referência que nós estamos falando, por exemplo, aqui do ano 57, agora indo pro ano 58. aqui faz uma revisão de novo sobre esta terceira viagem, cujo mapa nós acabamos de falar. E por fim, então nós temos o quê? uma riqueza de detalhes que a gente deve ler, reler e refletir o máximo que a gente puder. E vamos ver o que tá escrito em Paulo Estevão pelo Emânel aqui. A vinda de Paulo a Jerusalém não fora convocado só para obrigação por cumpria-lhe afirmar na cidade em Jerusalém, né, onde estava a sede do judaísmo, a firmeza das suas convicções. entendia agora a sutileza das circunstâncias que eu conduziam ao testemunho, né? Primeiramente a reconciliação e melhor conhecimento de um companheiro como Thago, porque a gente vai lá para trás, né, nas épocas quando Paulo, ainda muito nas feições de Saulo, discutia sobre o judaísmo com Thago. E Thago sempre foi um profundo conhecedor do judaísmo e procurava. Ele era uma pessoa eh, de uma certa forma muito firme e tinham, então, veio na mente de Paulo todos esses cenários que ele mesmo havia ajudado a construir, né? o grande ensejo de provar sua fé e a consagração da sua alma a Cristo. Com enorme surpresa, tomado de profundas dores, notou que os israelitas exaltados, aqueles irmãos dele, de Saulo, deixavam no a mercê da multidão furiosa. Então, justamente no pátio onde ele tinha decidido ao apedrejamento, né, o martírio de Estevão 20 anos atrás, alguns populares desvairados arrebatavam numa força, prendendo ao trono dos suplícios. engolfado nas lembranças, o grande apóstolo mal sentia as agressões, rápido arregimentava suas reflexões, se mantinha com o pensamento elevado, eh, fazendo o que essas almas mais santas fazem, tem a capacidade, então, de, eh, passar a entender a a a a oportunidade

ões, rápido arregimentava suas reflexões, se mantinha com o pensamento elevado, eh, fazendo o que essas almas mais santas fazem, tem a capacidade, então, de, eh, passar a entender a a a a oportunidade de servir o próprio Cristo. Gesiel se fez presente, né? Se fazia presente como, né? Um espírito que ensinou muito e continuava ensinando. Eh, e essas situações, ele nas suas reflexões, obviamente reforçava a ideia que Jesus era o salvador dos homens. E aqui padeceu pela redenção. Estevão era seu discípulo. E aí nós vamos para uma questão muito interessante, porque eu trago isso paraa contextualização nossa nos dias atuais. Gente, só Jesus na causa. Nós temos hoje um recrudecimento de teorias, de filosofias da própria ciência que precisam ser iluminados, porque senão o mundo vai continuar produzindo uma série de conhecimentos, mas que são terrenas. Precisamos iluminá-los. Então, é uma época para todos nós repassar tudo que nós sabemos ao crio das leis de Deus e saber basicamente se eu o que eu tô fazendo, se era isso que Jesus faria no meu lugar. Em muitas situações encruzilhadas na minha vida, eu paro e digo assim: "Mestre, me ajuda aqui. Eu quero tomar decisão melhor. Não sei qual é. Sei que eu preciso tomar a a decisão melhor. E geralmente alguém no nome dele se faz e nos ajuda ou tomar o caminho da esquerda ou da direita nas encruzilhadas lá nessa vida. não estava ali para simplesmente resgatar aspectos dolorosos do passado. Não seria justo padecer muito. Era razoável que sentisse alegria naqueles instantes. E era de uma certa forma uma coisa que ele tava começando a sentir por poder tomar a cruz e seguir Jesus, né, com essas testemunhos. Então ele, de uma certa forma essas reflexões lhe traziam um profundo consolo e a consciência sentia-se mais leve. Aproveitando isso aqui, nós vamos para nós e os dias atuais. Quando nós temos tantos falando, e aí entre eles o padre padrinho Cícero, quando ele fala que a humanidade precisa tanto dos exemplos de Jesus, precisa tanto dos

, nós vamos para nós e os dias atuais. Quando nós temos tantos falando, e aí entre eles o padre padrinho Cícero, quando ele fala que a humanidade precisa tanto dos exemplos de Jesus, precisa tanto dos sinais do Cristo, nós temos uma belíssima oportunidade de ser esses sinais. Ele mesmo diz que nós espíritas temos mais facilidade. E quando eu assinalei isso aqui, toda vez que eu vejo a palavra consolo, eu me lembro de Bezerra de Menezes. Bezerra diz o seguinte: "A doutrina está conseguindo ser consoladora, porque a doutrina é o consolador prometido. E aí ele dá um tempo nas suas, né, colocações para ver se a gente faz reflexão. Ele mesmo conclui, possivelmente não, mas alguma coisa precisa ser refeito, porque a doutrina é consoladora. E aí, gente, Joana deângela nos ajuda muito quando ela diz que nós podemos e aí vai de novo uma homenagem a Martinha. Isso me vem na mente agora porque os últimos podcasts que a Marta fez, ela falou muito e o último, se não me engano, o último último, como diz os meninos aí, foi o de edificar o reino de Deus, chamando a atenção de que nós, por mais que sabemos, no caso dela, que fez esse belíssimo trabalho, ela sentiu que ela precisava, claro, como todos nós, edificar o reino de Deus em nós, porque nós vamos servir melhor o Cristo quanto melhor estiver edificado. E a Joana nos ajuda quando ela diz, eh, tentem fazer as coisas, fazer o acerto melhor, as coisas mais certas e de repente, quem sabe vocês não sintam uma espécie de paz e consciência. E a paz e consciência, como ela diz, não é costume nós sentirmos. E ela vai mais além. Essa paz e consciência vai ficar iluminada por um aspecto de sensação, de bem-estar e que vai ajudar vocês a se convencer que vocês estão no caminho correto. Então, gente, eu vou fazer o seguinte. O texto é longo, tem uma série de expressões, mas nós já estamos com 8 horas, então me sinto na obrigação de fechar esse esse documento aqui, parar a essa apresentação paraa gente poder eh trabalhar de uma forma conversada

ma série de expressões, mas nós já estamos com 8 horas, então me sinto na obrigação de fechar esse esse documento aqui, parar a essa apresentação paraa gente poder eh trabalhar de uma forma conversada alguns aspectos aí, alguns as coisas que eu falei, algumas coisas, observações e mesmo o pessoal que tem participado do chat aí, se tiver algumas dúvidas nós, se for possível >> com certeza >> esclarecer. >> Com certeza. Muito bom. Vamos convidar então a Lúcia e o Marx para pra tela para fazer companhia. Boa noite, Marx. Boa noite de novo, Marlúci. >> Boa noite. [risadas] >> Boa noite. >> Bem-vindos. Bem-vindos. Eh, antes de eu chamar algum a as dúvidas e e comentários aqui, vocês têm alguma coisa a dizer ao Max, a Marlúci? Eu não me atrevo depois que o depois que o Hélio fala como quem vai se atrever. Mas eh acho que os comentários vão nos ajudar aqui do do público a tecer e mais alguns comentários, né? Eu gostei muito dessa dessa parte de hoje, porque eh mais uma vez Paulo mostra o seu espírito de sacrifício, de trabalhador dedicado, que a gente ainda precisa eh de muita motivação para dar o nosso dar o nosso próprio testemunho. Essa essas passagens de Paulo são realmente muito elucidativas e a gente precisa espelhar, né, no no trabalho dele, na força de vontade, na decisão de servir ao Senhor, né, Max? >> É a questão humana, né, gente? Porque se você pegar o Paulo, ele tem muito de nós, né? Zé Pedro foi responsável pela morte de Estevão e carregava aquilo na consciência. Tava com aquilo ainda como como um espinho na carne, como ele mesmo chamava algumas vezes os problemas que ele carregava. E a hora que ele tava sendo apedrejado, ele se viu no mesmo lugar e ele falou: "Era exatamente o que passava para mim para eu aliviar minha consciência". ele começou a ter a consciência aliviada, mas ainda não era chegada a hora dele. E obviamente aquela experiência que Abigail antecipou e o Estevão era necessária para ele aliviar a consciência, né? Então, se você tem a certeza de que você errou e que se você

a chegada a hora dele. E obviamente aquela experiência que Abigail antecipou e o Estevão era necessária para ele aliviar a consciência, né? Então, se você tem a certeza de que você errou e que se você tiver que ser martirizado na mesma situação, você aceitar de forma alegre, foi até a expressão, né, que foi colocada de forma alegre para saber que ali seria o momento de libertação dele próprio. Então, assim, é humano, gente. Ele era humano como nós. Mas ele conseguiu vencer as dificuldades sem o temor da morte, porque sabia que, como ele chegou a dizer em em uma das cartas, ó a morte, onde está o teu aguilhão? Ele sabia que a morte era apenas uma transformação, uma mudança de plano. Então assim, Paulo impacta muito nas nossas vidas, porque não é como Jesus que já veio puro. Paulo se purificou ao longo de 30 anos de exercício em favor do evangelho. Então assim, segui-lo é mais fácil do que seguir Jesus diretamente, porque como ele diz, já não sou eu quem vivo, é o Cristo de Deus que vive em mim. Ora, se nós chegarmos a dizer, já não sou eu quem vivo, mas o espírito de Paulo que vive em mim, pensa no avanço que você conseguiu. E se você observar quando ele diz, já é o Cristo que vive em mim, Jesus chegou a dizer já eu e o Pai somos um. Quem vive em mim é o Pai. Então você vê que é um processo de cadeia. em função dos processos de libertação de nossas próprias consciências. Um espírito aguerrido, destemido, não tinha realmente nenhuma preocupação com a sua própria personalidade. A personalidade do Cristo é o que importava. Então, estudar esse homem e a sua obra é fundamental. >> É, é impactante mesmo, viu? Eh, me dê só uma licencinha que o Marx falando ali que ele Paulo se parece com a gente, né? Eh, nesse episódio que a gente estudou aqui hoje, quando Paulo recebeu a carta, que o projeto não era ir para Jerusalém, o projeto era para ir para Roma. E eu acho que ele fez umas uma, como se diz aqui no Nordeste, viu Hélio, deu uma gastura no Paulo, justamente por Tiago, porque Tiago havia

não era ir para Jerusalém, o projeto era para ir para Roma. E eu acho que ele fez umas uma, como se diz aqui no Nordeste, viu Hélio, deu uma gastura no Paulo, justamente por Tiago, porque Tiago havia no passado tido ali umas rusgas com o Paulo e ele disse: "Mas por que logo eu?" No começo ele não se sentiu muito a fim não de de fazer, mas como o Hélio destacou aqui, ele com aquele sentimento de compromisso com a tarefa, vamos ver o que é que o evangelho me diz com essa rusga que tem no meu coração junto a Thago. E aí foi eh reconciliate com o teu adversário. Então não, ele não teve dúvida, não. Devo sim seguiu o que o Senhor nos ensinou, né, conforme está lá no versículo de Mateus. E aí ele ficou ainda mais destemido em fazer a sua tarefa e foi de fato ter com Paulo, né? E e a o Hélio destacou também que os amigos estavam todos apreensivos porque tava no ar que não que algo ia acontecer. É aquela intuição de um de outro, né? da mediunidade mesmo, da mensagem literal. Olhe o aquele que tiver usando essa cita, disse o médio ágabo, vou vai ser preso. Então, ninguém queria que o bichinho fosse. Tô falando assim, igual nordeste, viu, Marx? [risadas] Ninguém queria que o bicho, ninguém queria que o bichinho fosse. Mas Paulo disse: "Por que vocês choram? Vocês estão me atrapalhando, atrapalhando o meu coração. Eu preciso ir." Não foi, Hélio? É, tão tão me tirando, tão minando as minhas forças. >> Tão minando as minhas forçasentalismo. >> Verdade. >> Verdade. É uma persistência, um um uma >> persistência que ele mostra. >> Isso. Isso, Janice. A gente às vezes não tem qualquer coisinha, qualquer pisãozinho no pé. A gente já joga a toalha, já desiste. Eu vou vou para outro canto aqui. Ninguém me entende porta, né, Marl? É, mas ele tinha ele tinha a certeza do compromisso. Realmente >> impressionante. Impressionante. Movimento assim fantástico de transformação absoluta, >> irredutível, >> né? Não saía da linha ali. Depois que ele encarou, ele >> foi embora. Não, não olhou para trás.

impressionante. Impressionante. Movimento assim fantástico de transformação absoluta, >> irredutível, >> né? Não saía da linha ali. Depois que ele encarou, ele >> foi embora. Não, não olhou para trás. >> Eu vou adiante, né? Então, nós temos aqui comentário da Marcela Steve. São três comentários dela até um até o momento, mas eu vou colocar o primeiro aqui, ó. Quando acreditamos em uma programação divina, entendemos que as dificuldades eh não são castigos, mas ferramentas de transformação e aprendizado. Muito bem colocado, Marcela. contigo, Hélio. >> É, com certeza, né, Marcela? Um abraço aí, Marcela, porque Marcela tem nos acompanhado desde o início e é muito interessante a gente eh com conseguindo entender isso, a gente ajude os outros a entender, porque a humanidade sofre muito, porque ela quer que as coisas aconteçam do jeito dela. E na grande maioria das vezes, não é esse o jeito de Deus. nosso pai e que obviamente nunca deixa de nos assistir. E nos tempos atuais, né, eu volto usar a expressão só Jesus na causa, porque diante de tantas convenções, encontros, tantos acordos que se fazem, se não considerar a mensagem cristã, eles vão com passar do tempo sucumbi. Porque a mensagem cristã mais do que nunca se faz necessária, né? Não no sentido até do conhecimento que vai bem obrigado, mas no sentido da vivência, da prática, da meditação, de conseguir fazer com que as nossas ações diárias elas sejam um reflexo disso. Então, olha a oportunidade que nós temos de cumprir com parte da nossa programação, porque hoje nós estamos também falando, não diria em nome de Paulo, mas falando em nome de Divaldo, em nome do Chico, desses espíritos aí, porque agora é a nossa vez. Mas quando eu falo falando, eu falo num sentido amplo, falando e fazendo. Ou seja, chamar a atenção da nossa humanidade pela forma de ser, pela ação, porque essa era a missão maior do cristianismo, do evangelho, que é, né, transformar conduta humana, que atualmente obviamente não vai bem, né, nós temos n problemas. E aí me vem na

de ser, pela ação, porque essa era a missão maior do cristianismo, do evangelho, que é, né, transformar conduta humana, que atualmente obviamente não vai bem, né, nós temos n problemas. E aí me vem na mente agora, como diz o Paulo nas suas mensagens, dias virá, onde essa humanidade vai ter compreendido isso e nós não vamos ter tantos aspectos dolorosos como nós estamos tendo nos tempos atuais, mas que a gente consiga no cadinho de luta da gente, no meio da gente, cumprir e dar esse esse testemunho de que existe uma programação maior. Eu às vezes afronto as pessoas quando eu digo que aquilo que eu faço, ma das vezes não é o que eu decido, é o que os espíritos amigos me ajudam a decidir. Na grande maioria das vezes são eles que decidem. E às vezes o pessoal fica assim meio que com dificuldade para entender isso, mas já há muitos anos eu tento manter um espaço, um instante de reflexão para conseguir fazer com que eu consiga ser fiel àquilo que eu preciso fazer. e sei que o testemunho está neste caminhar. E a humanidade atual oferece essa oportunidade, então, como diz a Marcela, da gente aprender que as dificuldades desafio são, né, eh, oportunidade de aprendizado, de transformação. >> E ela ainda coloca aí, ô, ó, você falando em testemunho, o testemunho é a prova final de que a lição foi aprendida. >> É. Bom a gente ter testemunhos, né, Hélio? Esperamos ter bastante ainda, né, testemunho, alguns, mas eu gostaria de ter mais testemunhos para colocar. Eh, é difícil, não é fácil, mas vamos aprendendo, né, devagarinho. Importante é não se distanciar de Deus, não se distanciar do evangelho, né, de Jesus. e ficar com ações, né? Não só na palavra. Eh, a Marcela ainda coloca aqui também para nós, ah, não, não sei que o Marx e a Marlus queira falar alguma coisa da observação da Marcela. Desculpa aí. >> Eu só queria eh aproveitar que estamos expondo sobre esse esse problema do Paulo com o Thiago. Quem é que nunca teve problema com alguém? Quem é que nunca teve um sinalzinho que seja com o tipo de a

> Eu só queria eh aproveitar que estamos expondo sobre esse esse problema do Paulo com o Thiago. Quem é que nunca teve problema com alguém? Quem é que nunca teve um sinalzinho que seja com o tipo de a pessoa com a qual você não se dá bem? Eh, Paulo seguiu o caminho dele trabalhando e Thago seguiu dele trabalhando do jeito deles. Mas chega um momento que a obra não é nem do Paulo e nem do Tiago, a obra é de Jesus, que os dois precisam se reajustar. Mas aí é que é o problema, porque vencer a si mesmo é que a grande luta íntima de todos nós. Paulo tinha uma rusga assim com o Thiago e ele não gostou como a Malu se lembrou bem, não gostou. E pode eu ir e lá por esse cara, esse que me fez tanto, me fez, não vou fazer isso. Mas aí ele pensou, mas eu não tô indo por causa dele, eu tô indo por causa da obra. E o cristianismo é quem está em risco, não é a minha relação com com o Thago. Mas mesmo assim, e é o que nós precisamos aprender a fazer, o chamou atenção para isso agora a pouco. Nós precisamos aprender nessas horas não agir sozinhos. Que que ele fez? Tomou o evangelho e abriu ao acaso. Esse acaso é ótimo. Ele abriu ao acaso e o que que acontece? reconcilia-te de pressa com o teu adversário. E aí ele não mede esforços porque ele sabe o que tem que fazer. Ele sabe o que tem que fazer, mesmo que aquilo seja constrangedor na sua intimidade de ser humano em evolução, como qualquer um de nós. Mas vencer esse constrangimento íntimo, que para alguns parece humilhação e na verdade é coragem moral, é o que ele conseguiu fazer. Então ele se submete piamente o que o que o Thiago falou para ele fazer. vai lá com aqueles quatro quatro pobres rapazes que precisava de entrar na na no processo do judaísmo através daquelas daqueles pagamentos, daquelas coisas e faz direitinho, se humilha literalmente, se coloca numa posição de de mais baixo nível ali e faz isso em nome de uma obra superior e não em nome do ego, do que ele sente. Então isso eu não sei que a minha imagem sumiu aqui, mas tá me ouvindo, né, gente?

ma posição de de mais baixo nível ali e faz isso em nome de uma obra superior e não em nome do ego, do que ele sente. Então isso eu não sei que a minha imagem sumiu aqui, mas tá me ouvindo, né, gente? >> Sim, sim. >> Isso, isso na verdade eh tá tendo algum algum conflito >> alguma interferência. >> É, não é que tem hora que eu vou pro plano espiritual e tem hora que eu volto. Desculpa. [risadas] Aí o que que acontece nessa situação? Ele venceu a si mesmo. Vencer a si mesmo é a primeira, vamos dizer, primeira vitória que alguém pode travar no mundo. É vencer a si mesmo. E ele venceu. Então esse momento da vida do Paulo, gente, tô chamando aqui com muito cuidado, ele é um momento de muitos de nós, que nós precisamos vencer a nós mesmos e romper com esse ego, romper com essa criatura velha que temos sido para ser a criatura que representa o Cristo e não a nossa personalidade que deve se desaparecer, como disse João Batista, tem que se apagar para que Jesus cresça. Então era isso que eu queria reforçar. Janice, Hélio e Marlúci. >> Quer falar alguma coisa, Marlúci? >> Não, vamos seguindo. >> Vamos seguindo. A Marcela coloca ainda, ó, a paz de consciência não é a ausência de problemas, mas o resultado de um profundo alinhamento com as leis divinas e com a própria ética. Muito bem colocado também, Marcela. A Marcela tá inspirada, né? Porque mesmo >> realmente a gente >> eh por quê? Porque se trata de um problema muito sério hoje. Se a gente for pensar, 86% dos problemas de doença que nós temos são a não paz de consciência, são conflitos mentais, emocionais e que de uma certa forma estão adoecendo a humanidade. Então, trabalhar por essa paz de consciência é muito interessante. Só que a gente quer fazer isso do seu jeito e não na base daquilo que o evangelho recomenda. E eu devo assim eterna gratidão ao Chico, quando em 92 ele lá na Minas Gerais, na União Espírita Mineira, ele disse o seguinte: "Ainda bem, meu filho, que você não se queixa, que você é bastante quietinho, etc." Por quê? Porque a humanidade não

ando em 92 ele lá na Minas Gerais, na União Espírita Mineira, ele disse o seguinte: "Ainda bem, meu filho, que você não se queixa, que você é bastante quietinho, etc." Por quê? Porque a humanidade não se dá conta que ela faz uma boa ação hoje, mas dali a pouco tá reclamando. Aí ela faz outra boa ação, daí a pouco tá se lamentando. E o que que acontece? Ela entra num círculo vicioso que na humanidade vive e nós temos a mídia hoje que é difícil. Eu tento ver algumas notícias porque eu preciso estar mais ou menos atualizado, mas não dá para ver porque as notícias veiculadas são sempre aquelas da rodinha do sofrimento, da dor, etc. E que a gente precisa interromper. E aí ele dizia: "A humanidade vive um círculo vicioso na queixa lamentação e se transforma no filho ingrato e quer a gratidão do pai e quer a ajuda do pai". Então foi uma lição que eu aprendi profundamente quando eles chamando atenção. Isso em qualquer nível, né? etc. Em qualquer situação, nós precisamos trabalhar a resignação, nós precisamos trabalhar o entendimento, aceitação, porque só assim a paz de consciência se faz. E o que o Marx colocou, eu acho interessantíssimo que quem de nós não tem problemas, né? Então a gente, e na verdade às vezes as pessoas, os problemas são as pessoas até mais próximos, né? no núcleo, como diz o inimigo, tá bem próximo. E o que que acontece? A gente precisa aprender a aplicar o evangelho nesse contexto para depois na via pública, nos ambientes de trabalho, etc., continuar fazendo. Então, temos essa oportunidade belíssima de trabalhar esses elementos, entender e muitas vezes calar, meditar para não queixar e não se transformar em filho ingrato, porque Deus tá nos assistindo sempre com toda a sua condição, programação divina. >> Nunca estão sozinhos, nunca, né? >> Palavra está livre para Marx, para Marlci. Eh, não é isso que o a gente destacou mesmo em relação a estar atento, porque a nossa imperfeição ainda causa muitos conflitos, né, relacionais. Mas se a gente tá estudando o evangelho,

, para Marlci. Eh, não é isso que o a gente destacou mesmo em relação a estar atento, porque a nossa imperfeição ainda causa muitos conflitos, né, relacionais. Mas se a gente tá estudando o evangelho, é abrir, abriu o próprio evangelho, como fez Paulo, que nunca vai ser aleatório, sempre vai ser inspirado pelos amigos que nos socorrem, que nos inspiram, para que a gente possa resolver aquelas aqueles conflitos internos para não causar dano à obra. Como o Marx bem lembrou, a obra é é o mais importante. Nós somos os instrumentos, os tarefeiros. A tarefa é nossa. A obra é do Cristo, mas a tarefa é nossa. Então, a gente precisa ter essa essa sensibilidade para não cair na esparrela de ceder aos nossos caprichos e deixar a obra eh em situação eh eh prejudicar a obra do Senhor, porque lá na frente a gente vai ter que retomar o caminho e vai ser muito mais difícil, né, em situações muito mais dolorosas, né? Mas é isto. >> Muito bem. Eu queria aproveitar, Janis, se me permite, >> e um outra uma outra situação que eu acho muito importante para nós espíritas prestarmos atenção. Veja só o que acontece. Paulo queria ir para Roma, mas um empecílio, uma carta escrita por Tiago, muda completamente o roteiro e ele tem que ir para Jerusalém, que não era o que ele desejaria fazer. Ele tinha muita, ele era ansioso para ir para Roma. tinha um desejo íntimo, como se fosse a o sacramento da obra dele, a culminância da obra dele. Mas aí presta atenção no que acontece. Ele tem pressentimentos, né? Na conversa com o João, ele tá tá tendo pressentimento no capítulo anterior que a gente viu. Ele tem pressentimentos como todos nós temos. Mas o que que acontece? Outros médiuns, como ágapo, recebem informações claríssimas e mostram para ele, ó, você vai ser preso. E o que que acontece nesse momento de nossas vidas testemunhais? Como Marcela lembrou a palavra testemunho, ele tava no momento de testemunho. E nós vamos ter os nossos momentos de testemunhos, que é o momento em que se afiere os valores. Aí o que

das testemunhais? Como Marcela lembrou a palavra testemunho, ele tava no momento de testemunho. E nós vamos ter os nossos momentos de testemunhos, que é o momento em que se afiere os valores. Aí o que que acontece? Paulo não se prende aos pressentimentos e nem se prenderá mais tarde ao que os médiuns falam para ele, mas vai buscar na prece e vai ter um sonho. E ele >> um sonho >> contra Abigail. E essa Abigaí diz textualmente, como o Hélio bem bem frisou, não como tu queres, não como tu queres, porque muitos de nós fraquejam porque não sai como a gente quer, porque é o personalismo preponderando, mas como Deus, no caso Jesus, comandando este trabalho diretamente. E o que que acontece quando aquele ágapo vai falar e o pessoal começa a chorar, lamentar? Ele faz com firmeza vocês, o que que vocês estão querendo comigo? Vocês estão querendo me derrubar? Eu [risadas] já eu já tô, como diz o outro, apertado por dentro. Você já me vem fazer esse drama todo. E aí eu me lembrei de Jesus quando Jesus estava eh com os apóstolos e ele tinha perguntado aos apóstolos quem era ele e quem quem diziam que era ele. E aí depois perguntaram: "E vocês quem dizem que eu sou?" E o Pedro tinha dito para ele: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo". E logo depois que Jesus disse para ele, não foi, não foi a carne e sangue que te revelou, mas meu pai que tá no céu. Logo depois ele começa a falar o que ele vai padecer. Olha a história dele comparada com a de Paulo, que ele vai padecer em Jerusalém. E aí o Pedro e aquele mesmo que tinha tido um presente, tinha tido uma mediunidade lá do alto, tem uma mediunidade cá de baixo. Não, mas nós não vamos deixar o senhor sofrer isso de jeito nenhum. O senhor mestre de modo algum. E o que que Jesus fala para ele? Cala-te. Não é tu que tá falando. Eh, tu tá falando como homem, não como po, como espírito que não sabe o que tá falando. Então o Paulo, ele compreendeu exatamente isso. O ágapo, aqueles médiuns, aqueles espíritos, todos eles estavam falando

tá falando como homem, não como po, como espírito que não sabe o que tá falando. Então o Paulo, ele compreendeu exatamente isso. O ágapo, aqueles médiuns, aqueles espíritos, todos eles estavam falando pensando no homem Paulo e não no homem chamado espírito Paulo. Então assim, é muito delicado, porque a gente acha que receber uma mensagem lá do alto, não, Marx, não vai não, que vai dar certo. Você não sabe quem tá te dando essa mensagem. Faça uma prece, peça para verificar se realmente aquilo faz sentido diante da obra, porque se não fizer, você pode estar encaminhando-se por um outro lado que não é o lado de Jesus. Verdade, né? [risadas] É isso mesmo. >> O o Max, o que eu mais amei desse sonho, né, que eu achei assim mais impactante é a última fala da Abigail nesse texto, que ela diz assim: né, você vai para Jerusalém, sim, vai para Roma, não do jeito que você quer, mas depois então será a nossa união eternal. Então, depois de Roma é a união de Paulo e Abigail no plano espiritual. Eu amei essa parte. Eh, o Carlinhos Taiano coloca aqui para nós, ó, por mais que percebemos que temos muito de Paulo e principalmente Saulo, temos muito a crescer, sabemos o caminho. Jesus é >> é boa contribuição do Carlinhos. É isso mesmo, porque nós ainda temos e o Max também citou, né? Eu aí não tive tempo para pesquisar. Onde é que o Pedro andava nessa época? Se ele sumiu para longe ou para perto, que me interessa isso, porque eu me vejo assim muito parecido com Pedro, né? procurando a fortaleza dele, mas às vezes negando o próprio Cristo. Então, aproveitando essas oportunidades paraa gente ver que todos nós temos em nós uma boa parte disso e que essas lições nos nos estimulem a seguir o caminho do Cristo, que é o caminho mesmo melhor para nós encontrarmos com a nossa trabalharmos a nossa perfeição e redenção das nossas almas. Então, nos dias atuais, a oportunidade não falta. E aí eu me lembro do Chico que dizia: "As oportunidade está dentro de você mesmo, né? De jeito de trabalhar você, né?

ção e redenção das nossas almas. Então, nos dias atuais, a oportunidade não falta. E aí eu me lembro do Chico que dizia: "As oportunidade está dentro de você mesmo, né? De jeito de trabalhar você, né? Porque se você conseguisse melhorar, obviamente você vai servir melhor e vai atender melhor as necessidades do mundo. Então oportunidades não faltam pra gente que a gente possa refletir e seguir mesmo esse exemplo do Paulo que é inspirador. Perdão, meu microfone fechou. Eh, Max, Marl quer colocar alguma coisa na fala? Tudo, tudo tudo tranquilo. Estamos já no finalzinho, né? >> Isso. A Marcela Stev que é deixar de servir, ó, ó, Max, deixar de servir o eu para servir ao pai e a Jesus, né? Mas bom desafio nisso. Bom desafio, né? Porque por mais que a gente queira passar uma peneira nisso, mais de leve lá no fundo tem um eu, né? Mas temos que ficar atentos, atentos mesmo para para fazer 100% isso, né, Marx? >> É isso. Isso exige, é claro, um esforço íntimo que o mundo de fora não vê. Só você sabe como a luta que você tá travando com aquele pequeno que a gente tem ainda dentro da gente, que quer ser a personalidade principal e não a obra do Senhor. Então isso é realmente uma luta que para vencer exige muita, muito esforço íntimo, muita persistência e olha, muita fé, porque se a gente sabe que tudo que a gente vai passar está dentro da ordem divina, se a gente faz o que é sensato, o que a gente vai passar será sensato também. Verdade. Marcelo Esteves coloca também, ó, é a transição do egoísmo para o amor incondicional, que é a essência do ensinamento de Paulo de Tarso. Verdade, Marcela. Verdade. E o egoísmo, eu vou lhe dizer que é uma chaga danada, né, Hélio? Como é que você falaria isso lá no Nordeste? É uma é uma chaga danada. Maxara >> é é o maior perrengue que a gente tem que resolver. >> Ah, esse essa palavra é um perrengue danado, né? >> Um perrengue danado. >> É um perrengue. Muito bom. E nós então chegamos ao final do nosso estudo de hoje, né? São 20:30. Então, pediria a nossa querida Gisela

ssa palavra é um perrengue danado, né? >> Um perrengue danado. >> É um perrengue. Muito bom. E nós então chegamos ao final do nosso estudo de hoje, né? São 20:30. Então, pediria a nossa querida Gisela que nos conduza à prece de encerramento. Gi, é contigo. >> Obrigada. Boa noite a todos. Vamos elevar novamente o nosso pensamento agradecendo por este estudo, agradecendo tudo que hoje aprendimos, que possamos meditar sobre isto cada dia para ter essa transformação que precisamos nas nossas vidas para olhar com os aos problemas uma forma diferente, pedindo no alto um outro ponto de vista e não olhar para eles como castigos ou como defeitos, mas aproveitar os problemas para aprender o que está em nós, aquilo que devemos melhorar, aquilo que devemos transformar, que peçamos todos os dias o amor de Cristo em nós. que podamos meditar e entender o que é o amor para transformar não só as nossas vidas, mas ser um exemplo para os outros. Desta forma transformar o mundo inteiro, todos os nossos irmãos. Te pedimos, Senhor, nos acompanes esta noite de sono, que possamos olhar tudo o que aprendimos de uma forma especial. Te pedimos nos acompanhes através de todo toda a semana para podermos voltar próxima semana num novo estudo. Que assim seja. >> Que assim seja. Obrigada, Gisela. Vamos chamar o Robson que tá pilotando a nave para Obrigado, Robson, por nos conduzir aí o o avião desse estudo, né? E eu quero falar aqui para vocês, vou usar as palavras da Marcela que me impressionaram também o finalzinho aqui. Ela coloca aqui. Vou encerrar com as palavras dela. Olha, nos falta muito, mas o importante é que estamos predispostos a fazer a transformação necessária. Isso mesmo, Marcela, você está inspirada e é sua a inspiração, não é? Não é nossa, viu? Então, gente, segunda-feira que vem estaremos aqui novamente com o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo na facilitação do Max, né, Max? Um beijo no coração de todos vocês. Obrigado pela participação aqui. Um beijão. Até. Somos impulsionados e motivados por um

te com o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo na facilitação do Max, né, Max? Um beijo no coração de todos vocês. Obrigado pela participação aqui. Um beijão. Até. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. >> A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar [música] quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho [música] é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados [música] gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, [música] produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho [música] precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais [música] uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais [música] e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você [música] poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça [música] sua doação. Eu quero ver. [música] Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos.

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