#31 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos". Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que es...
Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Vamos ver quem já está aqui no nosso chat. que a Márcia Coelho, a Rosilene, a Marcela Steves, a É, e a Marceles, então por enquanto são vocês três. imprescindível dizer para inclusive o pessoal do chat já está se manifestando, né, que a nossa querida Martinha, eh, que lutava contra um câncer por 3 anos, né, nos nos deixou fisicamente, falamos assim, né, que e de onde ela estiver, que ela receba as nossas vibrações de carinho, de fraternidade, de amizade e acima de tudo muita gratidão por todo o trabalho que ela teve e que está dando frutos, né? Ela escreveu o nono livro, que é o último do Evangelho Rede Vivo, em dezembro, né? E assim como todos nós, né, que somos eternos, nós voltaremos e de onde ela estiver, que ela nos intua, né, com o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo. Bom, então para dar continuidade ao nosso estudo, né, nós vamos convidar a Gisela para fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa prece inicial. >> Oi, Gisele, boa noite. Seja bem-vinda. >> Tudo >> muito obrigada. muito agradecida do convite de estar aqui com todos vocês. Então, vamos fazer esta harmonização através da leitura. A leitura é do livro Paulo e Estevão, psicografado por Chico Xavier do Espírito Emanuel. E o título é aprendizado, diálogo fraterno, resposta de Paulo de Tarso, o apóstolo João. Nasci para uma luta sem trguas, que deverá prevalecer até o fim dos meus dias. Antes de encontrar as luzes do Evangelho, errei criminosamente, embora com o sincero desejo de servir a Deus. Fracasei muito cedo na esperança de um lar. Tomei-me odiado de todos até que o Senhor se compadece da minha situação miserável, chamando-me às portas de Damasco. Então, estabeleceu-se
e servir a Deus. Fracasei muito cedo na esperança de um lar. Tomei-me odiado de todos até que o Senhor se compadece da minha situação miserável, chamando-me às portas de Damasco. Então, estabeleceu-se um abismo entre minha alma e o passado. Abandonado pelos amigos da infância, tive de procurar o deserto e recomeçar a vida. da tribuna do sineddrio, regressei ao tear pesado e rústico. Quando voltei a Jerusalém, o judaísmo considerou-me doente e mentiroso. Em tarso experimentei o abandono dos parentes mais caros. Em seguida, recomecei em Antioquia a tarefa que me conduzcia ao serviço de Deus. Desde então trabalhessem descanso, porque muitos séculos de serviço não dariam para pagar quanto devo ao cristianismo. E saí as pregações. Peregrinei por diversas cidades, visitei centenas de aldeias, mais de nenhum lugar me retirei sem luta áspera. Sempre saí pela porta do cárcere, pero apedrejado pelo golpe de açoites. Na viagem por mar, já experimentei um náufrago, um um naufrágio, mais de uma vez, sem mesmo no bojo estreito de uma embarcação. Tenho podido evitar a luta, mas Jesus me tem ensinado a sabedoria da paz interior em perfeita comunhão do seu amor. Vamos então elevar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus. Te louvamos, Senhor, e te agradecemos por esta oportunidade que temos nesta vida de conhecer o Espiritismo, de conhecer o Evangelho, do de conhecer as tuas palavras com um sentido de prosperidade para a humanidade. Assim como Paulo, possivelmente no passado, muito erramos, muitas vezes até com boa intenção, às vezes com má intenção, mas erramos e te agradecemos por todas as vezes que o mestre ajudou para nos levantarmos, para erigir as nossas cabeças e seguir caminhando. ser novas pessoas através do evangelho, ser novas pessoas através do cristianismo. Te pedimos, Senhor, que assim como Paulo, possamos ter essa fé árdua, possamos ter tudo que precisamos, a nossa força interna para poder continuar levando a palavra naqueles locais, naquelas pessoas que mais o necessitam,
ue assim como Paulo, possamos ter essa fé árdua, possamos ter tudo que precisamos, a nossa força interna para poder continuar levando a palavra naqueles locais, naquelas pessoas que mais o necessitam, sempre dispostos a te servir e servir a Deus. Que assim seja. Que assim seja, Giselo. Muito obrigada pela prece e pela sua participação. Então, queridos, dando seguimento ao nosso estudo de hoje, vamos cumprimentar eh eh o livro de livramento, né, e a Bet, o Jairo Roberto de Uberlândia, grande amigo, o Carlinho Taiano, a Maria de Lourdes Finote, também uma grande amiga de Uberlândia, Marisa Costa, né? Nós estamos voltando com o nosso evangelho, com o estudo do Evangelho Rede Vivo. Hoje gostaríamos de estar chamando a nossa querida Martinha, que seria hoje a aula dela, né? Mas de onde ela estiver, ela vai estar conosco acompanhando, vibrando, né, por esse momento tão importante que é estudar o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Então, vamos convidar a nossa Lenira, que irá hoje conduzir para nós o tema. Oi, Lenira, seja bem-vinda. Bom dia, boa noite a todos, né? E hoje é um momento especial >> e começamos de forma muito boa, porque na verdade a quando Paulo nos traz a sua mensagem, ele nos fala que Jesus nos tem ensinado a sabedoria da paz interior, uma sabedoria de paz interior em perfeita harmonia com seu amor. Esperemos que nós, né, possamos colocá-la na nossa prática, que a gente saiba praticar a caridade, colocar o amor em ação, esse amor que nos faz conquistar essa sabedoria de paz interior. Assim, permita, né? Então vamos verdadeira, >> vamos hoje no nosso nosso desafio. Nós estamos aí no iniciando a quinta e última parte do livro quatro do livro seis do Evangelho Rede Vivo, intitulado Fim das Missões, o prisioneiro do Cristo. Nós estamos no tema 31, que vai nos trazer exatamente Atos capítulo 20, dos versículos 1 ao 38, onde nós vamos ver eh informações sobre quando Paulo deixa a Éfase. Vamos depois ver em Trold um fato curioso que Paulo ressuscita o morto. Depois vemos a
nte Atos capítulo 20, dos versículos 1 ao 38, onde nós vamos ver eh informações sobre quando Paulo deixa a Éfase. Vamos depois ver em Trold um fato curioso que Paulo ressuscita o morto. Depois vemos a trajetória dele de Trote a Mileto. E por fim, ele se uma despedida, o adeus anciões que ele faz de Éfeso para essa continuidade dessa viagem que ele está fazendo. Então, mas antes eu acho importante a gente recapitular em linhas gerais um pouquinho do capítulo anterior que a gente viu, né, antes desse desse término. Então, a gente sabe que Paulo prossegue na sua terceira viagem, nessa terceira viagem missionária. E após aproximadamente 3 anos de estado em Éfeso, o que que ele fazia já lá, gente? Ele estava envolvido com a fundação e organização da igreja cristão da cidade, juntamente com o apóstolo João e outros dedicados discípulos de Jesus. Então, isso foi o que a gente viu no principalmente no capítulo 19. Também vimos que Paulo, na verdade, ele planeja sair de Éfeso em direção a Jerusalém e dali viajar para Roma, na esperança de pregar o evangelho na cidade imperial do César. Esse era o grande objetivo dele. Essa era a estratégia inicial dele. Antes, porém, ele vai ter que percorrer as cidades da Ásia Menor e da Grécia, com intuito de quê? de rever os irmãos da fé, a exhortá-los a prosseguirem firmes e dedicados à causa do Cristo. Mas em Éfeso, ele deixou todas as coisas acertadas. Inclusive ele conseguiu junto às autoridades que os amigos Gaio, Aristarco e aquele casal de tecelões tão conhecidos da gente, e Prísima, fossem libertados da prisão que tinha ocorrido por causão daquela motinho dos oívi que a gente viu também no capítulo 19, né, que eles estavam muito preocupados que quando a gente falava de um deus que não era imagem, eles iam perder o o pacotinho comercial que eles tinham. quero ganhar pão deles, né? Isso trouxe muita confusão e a gente viu isso naquele capítulo para quem se lembra. Então, hoje estamos iniciando o capítulo 20. E esse capítulo 20 ele tá impregnado
inham. quero ganhar pão deles, né? Isso trouxe muita confusão e a gente viu isso naquele capítulo para quem se lembra. Então, hoje estamos iniciando o capítulo 20. E esse capítulo 20 ele tá impregnado de sentimento de adeus e de saudades em principalmente em dois momentos. Um, quando ele procurou o apóstolo João e os demais amigos da comunidade cristã. E a gente lembra da nossa leitura inicial, tem um pouquinho desse diálogo fraterno que ocorre entre ele e João. E depois também temos a o momento que vai nos trazer uma emoção quando ele se reúne com os anciões de Éfeso e Mileto. No ífimo, gente, Paulo ele já sabia que não mais encontraria naquela existência física os amigos que lhe eram tão caros o coração. João até insiste para que Paulo fixa resistência em Éfeso como membro ativo da comunidade cristã, compartilhando a alegria da presença de Maria de Nazaré. Mas, né, gente, Paulo em sua última conversa com João revela-se saudoso e um tanto melancólico, recordando devotado apóstolo filho de Zebedeu, a necessidade fervorosa que movia a sua existência, que era o quê? de levar a mensagem do Cristo ao maior número de pessoas. Então, esse momento emocionado. Então, João, por fim, compreende que chegar o momento de Paulo partir e aí a gente tem a continuação um pouquinho desse diálogo. Ele fala pro para ele, né? És feliz, João, João falando para ele, né? És feliz porque entendeste o programa de Jesus a teu respeito. Não te dou a recordação dos martírios sofridos, porque o mestre foi compelido a retirar-se do mundo pelos tormentos da cruz. Regizemo-nos com as frisões e sofrimentos. Se o Cristo partiu sangrando em feridas tão dolorosas, não temos o dinheiro, o direito de acompanhá-los sem cicatrizes. Palavras que estão em Paulo Estevão, que na verdade é o que eu vou trazer mais para vocês, um pouco das palavras de Paulo Estevão, para que a gente possa entender com mais sentimento, tá? Os versículos que estão nessa nessa pequena passagem. Então vamos vamos a uma pequena leitura da passagem. Eu
co das palavras de Paulo Estevão, para que a gente possa entender com mais sentimento, tá? Os versículos que estão nessa nessa pequena passagem. Então vamos vamos a uma pequena leitura da passagem. Eu gosto sempre, já que nós estamos estudando versículo a versículo, da gente ler na íntegra esses pedacinhos. Então, depois que cessou o tumulto, lembra o o tumulto dos horívos que a gente falou agora h pouquinho? Pois é. Paulo convocou os discípulos e exortouos e e despediu-se partir em direção à Macedônia. Atravessando aquelas regiões, proferiu muitas palavras de exortação e assim chegou à Grécia. atravessando aquelas regiões, gente, quando ele atravessou e foi esses momentos ele aproveitou para escrever as suas cartas, principalmente a segunda carta aos fiéis de Corinto foi escrita nesse nesse período, tendo aí passado três meses, olha, ele ficou três meses lá, gente. Ele também, além dessa carta dos Coríntios, ele escreveu a carta aos romanos. Então, durante passados três meses, houve uma conspiração dos judeus contra ele pouco antes de seu embarque para a Síria. Ele tava indo paraa Síria, mas lembro que o foco dele era ir até Jerusalém, porque ele queria levar todo aquele o produto da sua coleta, aquela coleta que a bolsinha, né, a coleta do do dinheiro, das das economias para levar paraas outras igrejas, de forma a ajudar as igrejas a se manterem, tá? Então ele tomou então a decisão de voltar pela Macedônia. Foram seus companheiros de viagem, nos fala esse versículo. Só filho de Pirro, de Bereia, Aristarco e segundo de Tessalônica, Gaio de Dorberes e Timóteo. E Timóteo e ainda Tiquo e Trofimo da Ásia. Da Ásia, tá? Estes seguiram à frente e nos aguardarão em Trade. Olha só como aqui nesse trechinho, nessa nesse versículo 5, a gente vê e nos aguardarão em Trade. Perceba que aqui a gente tem o uso da primeira pessoa do plural. Significa que quem tá escrevendo está junto deles. E a gente vai ver um pouquinho mais daqui a pouco isso, tá? Olha lá, continua. Quanto a nós,
que aqui a gente tem o uso da primeira pessoa do plural. Significa que quem tá escrevendo está junto deles. E a gente vai ver um pouquinho mais daqui a pouco isso, tá? Olha lá, continua. Quanto a nós, deixamos Felipos por mar. Na verdade, eles deixaram ele no porto de Neápolis, né, após o dia dos pães sem fermento, o que indica as festas de Páscoa, né? Cinco dias depois, fomos encontrá-los em Trold, onde permanecemos uma semana. Então, vamos ver alguns detalhes daqui. Então, primeiro a gente viu que Paulo então tá partindo pra Macedônia. E a Macedônia o que que era? Macedônia é uma antiga região europeia dos balcans, cujo território era dividido entre a Grécia, Bulgária, Albânia e Sérvia. Então, ela era usualmente denominada Macedônia do Norte. Olha ali no mapinha a localização dela. Tão vendo ali o a botinha da Itália? Só pra gente ter uma a Grécia, pra gente ter uma noção espacial disso, onde já se encontravam Timóteo e Herrasto aguardando por ele. De passagem por Felipos, Paulo tem a grata alegria de encontrar Lucas, que novamente se une ao grupo, viajando com eles para Corinto. Então, a gente percebe que esse é exatamente o momento em que Lucas se une ao grupo, por como ele é o redator, né, do dos atos, ele quando usa a primeira pessoa do plural, ele está se colocando presente. Ele já não tá contando algo que foi passado para ele como uma história, ele está vivenciando junto aquele momento, tá? É interessante isso pra gente, pros mais observadores, né? fala aqueles que vão com mais a com mais detalhes nas questões, tá? E a o encontro aí, esse encontro de Lucas com Paulo, a gente tem que voltar um pouquinho no Paulo Estevão, porque Paulo Estevão já nos traz os detalhes da afetividade que está envolvida nessas nessa situação. Então, Lucas, ao vê-lo, foi abraçá-lo e esse encontro reanimou-lhe o ânimo abatido. Entretanto, avistando-se com um amigo, o médico alarmou-se. Paulo pareceu-lhe extremamente debilitado, triste, não obstante a fé inabalável que lhe nutriu o coração e
tro reanimou-lhe o ânimo abatido. Entretanto, avistando-se com um amigo, o médico alarmou-se. Paulo pareceu-lhe extremamente debilitado, triste, não obstante a fé inabalável que lhe nutriu o coração e transbordava dos lábios. Paulo explicou-lhe que estivera doente, que muito sofrera nos últimas pregações de Éfaso, que estava sozinho em Filipos depois do regresso de alguns amigos que o haviam acompanhado, que os colaboradores mais fiéis já haviam partido para Corinto, onde o aguardavam. Vejam a situação, a observação, a atenção, o carinho que está envolvido nessas palavras. Muito surpreendido, Lucas ouviu silencioso e perguntou: "Quando partirás?" E Paulo responde: "Pretendo aqui ficar duas semanas." E depois de vaguear os olhos na paisagem, concluiu em tom quase amargo. Aliás, meu caro Lucas, julgo ser esta a última vez que descanso em Filipos. Aí, olha, olha as palavras de Lucas. Por quê? Não há motivos para pressentimentos tão tristes. Então Paulo notou essa preocupação do amigo e apressou-se a desfazer-lhe as primeiras impressões. "Suponho que teria de partir para o ocidente", esclareceu com um sorriso. "Lembro que o objetivo dele era chegar até Roma, né?" "Muito bem", respondeu Lucas reanimado. "Vou ultimar os assuntos que aqui me trouxeram e irei contigo a Corinto." Olha só o posicionamento diante desta situação de Lucas. como ele faz a leitura e como ele se coloca à disposição de Paulo. Lógico que o Paulo, o apóstolo, alegrou-se, né? Rejubilava-se com a presença de um companheiro dos mais dedicados. Lucas também estava satisfeito com essa possibilidade de assisti-lo na viagem, mas com grande esforço ele procurava dissimular a penosa impressão que a saúde do apóstolo lhe causara. magríssimo, rosto pálido, olhos encovados. O ex-ramido rabino dava impressão de profunda miséria orgânica. Olha, a gente consegue quase que ver essa expressão, né, por essas palavras. O médico, no entanto, fez o possível por ocultar suas dolorosas conjunculturas. Mas continuando ainda em Paulo Esteva,
ica. Olha, a gente consegue quase que ver essa expressão, né, por essas palavras. O médico, no entanto, fez o possível por ocultar suas dolorosas conjunculturas. Mas continuando ainda em Paulo Esteva, ele nos traz a companhia de Lucas e a mudança da paisagem revigoraram as forças de Paulo. Gente, o próprio médico Lucas estava surpreendido com a reação natural daquele homem de vontade poderosa. Novamente em Corinto, o ex-abino ratificou as suas epístolas, reorganizou amorosamente os quadros de serviços da igreja e no círculo dos mais íntimos não falava de outra coisa senão do grandioso projeto de visitar Roma. Qual era o objetivo? O objetivo era o intuito era de auxiliar os cristões já existentes naquela cidade dos Césares e ajudar eles a estabelecer instituições semelhantes às de Jerusalém, de Antioquia, de Corinto e outros pontos mais importantes do importantes do Oriente. Nesse meio tempo, ele já adquiriu as energias latentes do organismo debilitado. Ou seja, essas duas semanas serviram para ele se refazer, se reorganizar fisicamente. Paulo desdobra-se no plano coordenando ideias e mais ideias do programa Colimado na Imperial Metóp. Então, nesse meio de tempo, além dele estar recuperando as suas forças, ele continuou pensando, coordenando ideias e mais ideias naquele plano de ir levar o evangelho para Roma. Aventou então numerosas providências. pensou em preparar sua chegada, fazendo a preceder, por exemplo, de uma carta na qual ele pudesse recapitular a doutrina consoladora do Evangelho e nomeasse com saudações afetuosas todos os irmãos do seu conhecimento naquele ambiente romano. Aquila e Prisca tinham voltado de Éfeso para a capital do império, no intuito de recomeçar a vida. Com certeza seriam auxiliares diletos. Para esse fim, Paulo empregou alguns dias na redação então desse dessa carta que ele falou, né, no cérebro documento, que na verdade se trata da epístola aos romanos, concluindo com uma carga de saudações particulares e extensas. Foi assim que nasce a epístola dos aos
sa carta que ele falou, né, no cérebro documento, que na verdade se trata da epístola aos romanos, concluindo com uma carga de saudações particulares e extensas. Foi assim que nasce a epístola dos aos romanos. Essa carta aos romanos, ela foi levada aos cristões da cidade imperial por Febe. Quem era Febe? Feb era uma grande cooperadora do apóstolo em Secreia, que naquele momento estava de viagem para Roma em visita a parentes. Semcreia, por sua vez, era um porto oriental de Corinto, distante cerca de 14 km da cidade. Ali havia uma igreja que Paulo visitou e foi onde ele conheceu Febe, que atuava lá como uma diaconisa, né? Então, animado com as providências exitosas, assim que Feb partiu, o ex-creabino reuniu a pequena comunidade dos discípulos diletos para assentar as bases definitivas da grande excursão. Depois de justificar a excelência do plano, ele pediu aos amigos íntimos lhe dissessem como e até que pontos lhe seria possível auxiliar. e compartilhou os planos e falou assim: "Bom, esse é o desafio que eu tenho. Eu quero chegar até Roma para ver quem pode ir comigo, quem tá disposto a fazer essa trajetória que não vai ser fácil, né? Não vai ser fácil. Ele já aventava todos os desafios pelos quais ele iria ter que passar. Mas, infelizmente, gente, nem todos poderiam acompanhá-lo naquele empreendimento. Por exemplo, Timóteo negou que precisava assistir a genitora Unilse, que se encontrava sozinha, pois havia aparecido Lord, a sua mãe e a avó de Timóteo. Os demais discípulos da Ásia Menor, como Segundo, Aristáco, Sóprato, Gaio, Tíquico e Trófimo, eles já tinham assumido compromissos nas diferentes comunidades cristãs da região. Apenas Sila, gente, afirmou que poderia fazê-lo como fosse como fosse naquela reunião. Foi ele o único que afirmou. Mas chegada, porém, a vez de Lucas, que se mantivera até então caladinho, ele disse que estava pronto e resolvido acompanhar os trabalhos e as alegrias da missão de Roma. De todareia, dois apenas então poderiam acompanhá-lo. Paulo, todavia, mostrou-se
a até então caladinho, ele disse que estava pronto e resolvido acompanhar os trabalhos e as alegrias da missão de Roma. De todareia, dois apenas então poderiam acompanhá-lo. Paulo, todavia, mostrou-se conformado e satisfeitíssimo. Bastava-lhe Silas e Lucas, habituados aos seus métodos de propaganda e com os mais belos títulos de trabalho e dedicação à causa de Jesus. Esse era o caminho, né? Então, permaneceram, eles permaneceram na Grécia, gente, cerca de 3 meses. Mas antes de embarcarem paraa Síri, ocorreu outra conspiração dos judeus contra eles, mais uma. Então, Paulo decidiu, devido a esses contratempos, retornar à Macedônia em companhia dos discípulos da Ásia Menor. Em vez de seguir por navio, ele resolveu ir por terra, né? E para quem se lembram, essa essa essa cidade que ele retorna, decide retornar à Macedônia, na verdade era uma cidade que ficava na Turquia, noroeste de Anatóli. Paulo já estivera nessa cidade portuária de Tróte durante a sua segunda viagem missionária, quando por meio daquela visão mediúnica, o Macedônio lhe pediu auxílio para quem se lembra, tá? Tá no capítulo 16 de Atos. Mas aqui antes dessa desses finalmente faz importante a gente lembrar, abrir aqui um parêntese para destacar um episódio que foi muito significativo que ocorreu ainda na Assia Menor em Trod, as vésperas da partida de Paulo para Mileto. E isso está nos versículos 7 a 12. Paulo ressuscitou o morto. Então, em Trold, Paulo ressuscita o morto. Isso está nos versículo 7 a 12. Vamos assim, vamos falar, vamos ler esse pequena passagem na íntegra, né, no no no texto e bíblico mesmo. No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para a fração do pão, Paulo entretia-se com eles. Estando para partir no dia seguinte, prolongou suas palavras até à meia-noite. Havia muitas lamparinas na sala de cima. onde estávamos reunidos. Um um adolescente chamado Éutico, que estava sentado no beitorio da janela, adormeceu profundamente enquanto Paulo alongava sua exposição. Ficou com sono, dormiu. Vencido pelo sono, ele caiu do
nidos. Um um adolescente chamado Éutico, que estava sentado no beitorio da janela, adormeceu profundamente enquanto Paulo alongava sua exposição. Ficou com sono, dormiu. Vencido pelo sono, ele caiu do terceiro andar abaixo, gente. Quando foram levantá-lo, achavam que ele estava morto. Paulo desceu, desbruçou-se sobre ele, tomou nos braços e disse: "Não vos perbeis. a sua alma está nele. Ele verificou que de fato ele não havia morrido. Então depois ele subiu novamente, partiu o pão e comeu e discorreu por muito tempo ainda até o amanhecer. Então partiu quanto ao rapaz, gente, reconduziram no vivo o que os reconfortou sem medida. Vamos falar um pouquinho então dessa passagem. Primeiro vou falar aqui daquele primeiro dia da semana. Esse quando esse essa citação que a gente tem em Atos de Paulo é que a gente entende que que tornou esse dia uma reunião dos cristãos. seria o dia do Senhor, o domingo, mas a reunião ela iniciava-se no começo do dia, mas ele era contado na maneira judaica, então ele ele começava no sábado à noite. Só pra gente ter essa esse entendimento. Outra coisa que a gente pode falar aqui sobre o repartir o pão, vamos lá. Os cristões da igreja primitiva adotaram também esse hábito de partir o pão em frações durante a reunião oculto. Rigonate, Eliseu Rigonate, ele no Evangelho dos dos humildes, ressalta essa questão e traz à tona algumas informações. Ele fala inclusive que partir o pão, na verdade, era uma cerimônia que os discípulos cerebravam em memória da última ceia de Jesus. Depois da leitura do Evangelho e das pregações que se seguiam, quem presidia a reunião tomava o pão, abençoava e o distribuía em pedacinhos para todos. Mais tarde, ainda nos fala Eliseu Ronald, com a oficialização do cristianismo pelo imperador Constantino, com o Étulo de Milão, no ano 313, o cristianismo se transforma em catolicismo e essa prática foi abolida, tá gente? Não vou entrar em mais detalhes, mas é uma outra questão que que traz esse pequeno trecho, nos traz como informação interessante pra gente
ansforma em catolicismo e essa prática foi abolida, tá gente? Não vou entrar em mais detalhes, mas é uma outra questão que que traz esse pequeno trecho, nos traz como informação interessante pra gente desmembrar é o que é cenáculo? Já pensaram? Cenáculo era aquele local utilizado pelos cristãos daquela época para se reunirem e também era o mesmo lugar onde eles faziam as refeições. Vejam que o texto fala que o texto afirma que era no terceiro andar do edifício. Essa sala de refeições, ela então era sempre localizada num espaço mais elevado de uma residência. Eu tenho até uma figurinha do lado imaginando uma residência com vários andares. Olha lá o ético sentadinho na janela ouvindo Paulo falar lá dentro. Ele foi ouvindo, filho, não deu o soninho, ele caiu. Aí que ele caiu da janela, por isso que ele caiu da janela para fora, tá? Só pra gente ter, na verdade, do terceiro andar desse edifício, tá? Então, Caibuts analisa o texto de Lucas e considera um outro tipo de sono que pode nos atingir sempre que não guardemos a devida vigilância espiritual. Então, Caibáuts, ele aproveita esse adormecer do menino, do moço e nos chama atenção para a necessidade dessa vigilância espiritual permanente. Mas vamos às palavras de Schutzson. A estada de Paulo em Trô se tornou memorável na história. Ele começa nos dizendo isso. Lucas não quis deixar de lembrar o quanto chegava o fervor do apóstolo. No cenáculo, onde se reuniu com os discípulos, falou até meia-noite, gente, parando para fazer uma ligeira refeição e continuando depois até o romper do dia. Ou seja, ele falou a noite toda. Então, Paulo tinha pouco tempo para se demorar nessa cidade e ele precisava aproveitá-lo o máximo possível. E também precisava aproveitar a boa vontade daqueles que queriam melhor conhecer a doutrina de Jesus. Por isso, ele passou a noite fazendo isso. E embora fizesse o trabalho estafante, ele não vacilou em passar a noite em vigília para levar aos homens essa luz que deveria extinguir neles a noite da alma.
r isso, ele passou a noite fazendo isso. E embora fizesse o trabalho estafante, ele não vacilou em passar a noite em vigília para levar aos homens essa luz que deveria extinguir neles a noite da alma. E foi assim que aconteceu. Mas ainda continua dizendo: "Infelizmente, dentre os que Deus envia para receber a palavra, diversos existem que, em vez de vigiar adormecem. Adormecem e caem. O ponto de a ponto de julgá-los mortos." Foi isso que aconteceu com o moço ele afirma isso, que estava sentado ao batente da janela e em vez de ficar alerta, ouvir e se esforçar para estar de atenção viva, a fim de ser esclarecido pela palavra no caminho da vida, adormeceu, adormeceu e caiu, sendo preciso depois o auxílio dos seus companheiros para ser transportado para sua casa. Mas o interessante, gente, é que o apóstolo não perdeu o fleuman, ou seja, ele examinou o paciente, sua alma está nele. Não se incomodou mais porque precisava transmitir aos circunstantes o ensino recebido e o fez com alegria, como o bom servo que faz a vontade do seu senhor. Então, caibá se relar. Então, vejam a importância dessa nossa vigilância, de nos mantermos alertas, tendo sempre persistência, atenção ao que nós realmente desejamos, ou seja, a fim de sermos de fato esclarecidos pela palavra, porque a palavra ela nos sensibiliza para que a gente possa fazer a nossa transformação interna e colocar em prática um novo eu, uma nova forma de se conduzir, não é mesmo? Mas continuamos de Tró a Milito. Nós temos aí uma passagem de dos versículos 13 a 16. Vamos a antes de ir a eles, porque na verdade vocês vejam que de tro de homem tem uma caminhada. Então, nesse pedaço em Atos consta que Paulo e os demais discípulos partem de Tróio para Mileto na Grécia. Paulo vai viajar por terras, vindo a alcançar Lucas e os demais amigos no porto de Açós, prosseguindo a viagem por mar. No percurso para Mileto, vindo de Trold, evangelizadores visitam rapidamente algumas cidades pregando o evangelho. E a gente vai falar um pouquinho de cada
orto de Açós, prosseguindo a viagem por mar. No percurso para Mileto, vindo de Trold, evangelizadores visitam rapidamente algumas cidades pregando o evangelho. E a gente vai falar um pouquinho de cada uma dessas cidades, que é o caminho que ele percorreu. Então, a gente tem Assos ou Assos, né, que é uma cidade da Turquia, só pra gente ver ela lá no mapa, tá? uma cidade da Turquia do Sul, da costa da Míssia, atualmente conhecida como Beiran ou Berkale, situada não muito distante de Trod, Mitilene, que é uma cidade do marigeu, situada entre Assos e Kos na costa da Anatólia, que era a capital da ilha grego de lesbos. Tudo pertinho, né? é conhecida também por ser o local de nascimento do político e poeta lírico ao seu de Pitaco. Ele era um estadista e um legislador da Grécia antiga, considerado um dos sete sábios e legislação da Grécia antiga. É considerado um dos sete sábios da Grécia e também era um lugar da poetisa Safo, cujas poesias eram compostas para serem cantadas ao som da lira. Isso tá no novo dicionário da Bíblia. Quando a gente consulta David J, ele nos fala também um pouquinho da cidade de Kos Siu era uma ilha situada na costa ocidental da Ásia Menor, em fronteira com a ilha de Samos, na entrada do Golfo de Esmina, na Grécia, e ela fica ao sul de Lesbo e ao norte de Samos. Ó lá, eu botei duas flechinhas para vocês localizarem. Vejam que são ilhas. Ele vai fazendo essa caminhada por ali, tá? Samos já é uma ilha grega situada na Costa da Assia Menor, a sudoeste de Éfeso, cujos abstantes se distinguíam pela elevada capacidade de negócios que realizavam. Também teve trogílio ou trógilo ou trogília, né, depende onde a gente coloca o acento, né? Trata-se de uma um promontório, ou seja, um cabo situado em montanha elevada na costa oriental da ASA Menor, entre Éfesas e Mileto, alguns quilômetros de Samos. Temos Bileta ou Mileto ou Abdera, que é uma cidade grega situada nas costas da Jia, cerca de 60 km de Éfeso. Então, foi esse a quilometragem percorrida por Paulo e foi onde Paulo se reuniu com os
mos. Temos Bileta ou Mileto ou Abdera, que é uma cidade grega situada nas costas da Jia, cerca de 60 km de Éfeso. Então, foi esse a quilometragem percorrida por Paulo e foi onde Paulo se reuniu com os anciões da igreja de Éfeso. Na antiguidade, essa cidade possui um templo consagrado a Apolo, mas ela também foi a terra natal de Anoximandro, que é um filósofo, astrônomo e geógrafo grego da escola Jônica, discípulo de Tales de Mileto. E é possível também que Demócrito, o famoso filósofo pré-socrático, atomista, matemático e astrômo, também tenha nascido em Mileto. Só pra gente conhecer um pouquinho do que se passou nessa passagem. Então vamos ao texto dessa pequena passagem dos versículos 3 a 16. Então fala: "Nós, porém, seguindo à frente, entramos em alto mar no navio rumo a sós, onde recolher Paulo. Assim havia ele determinado, devendo ele mesmo vir por terra. Quando nos alcançou em aços, recolhemo-lo a bordo e prosseguimos para Mitilene. De lá zarpando, no dia seguinte, chegamos à frente de Kill. Um dia depois apartamos em Samos. Ainda um dia e depois de nos termos detido em Trogílio, chegamos a Mileto. Efetivamente, Paulo decidira passar um largo de Éfeso, ao largo de Éfeso, para não lhe acontecer de prolongar demais sua estada na Ásia. Ele apressava-se a fim de passar o dia de Pentecostes em Jerusalém, se lhe fosse possível. Então, vejo que aqui é uma narração dessa caminhada e de algumas preocupações, né, que Paulo tinha, não queria muito se demorar. Ele ele queria chegar no dia de Pentecostes lá em Jerusalém, que era o ponto de chegada dessa terceira viagem dele. Continuemos os versículos 17 ao 38 vai falar do adeus aos anciões. Então esse adeus anciões é bem interessante, porque na verdade em Mileto Paulo organiza essa reunião enviando um convite a a que todos os anciões dessa igreja de Éfo, estivessem presentes. O discurso proferido pelo por ele foi emocionante e foi nascido das profundezas da sua alma. Nesse momento, gente, ele se despede, na verdade, de dos seus dos seus amigos e
Éfo, estivessem presentes. O discurso proferido pelo por ele foi emocionante e foi nascido das profundezas da sua alma. Nesse momento, gente, ele se despede, na verdade, de dos seus dos seus amigos e faz uma breve retrospectiva da sua vida, demonstrando o quanto o quanto amor pelo Cristo enobreceu a sua própria vida, cicatrizando-lhe as dores, os remorços, os sofrimentos e amargura. Então, trata-se de uma, a gente diria assim, de uma peça literária de rara beleza espiritual, um legado para todas as gerações do passado, presente e futuro, registrado por Lucas em Atos dos Apóstolos. Então, vamos a ele. Vamos lá. De Mileto, ele mandou emissários a Éfeso para chamarem os anciões daquela igreja. quando chegaram assim lhes falou. Na verdade, esse é o terceiro grande discurso de Paulo nos Atos. Então, o primeiro, digamos assim, o primeiro discurso de Paulo, gente, só pra gente lembrar, ele apresentou sua pregação aos judeus. No segundo, ele fez sua pregação aos gentios e o terceiro, o seu testamento pastoral, ele faz. Paulo se dirige aos chefes da principal igreja fundada por ele e o espírito é o das cartas pastorais. Depois dele ter lembrado o seu ministério na Ásia e feito prever uma separação definitiva, talvez até o da sua morte, Paulo faz suas últimas recomendações aos anciões de Éfeso, pedindo para eles que tenham vigilância, desinteresse e que tenham caridade. Suas palavras são autorizadas pelo seu exemplo. Seu discurso nos dá um retrato admirável dessa questão, tá? A gente vai ver isso mais agora. a gente vai lê-lo e vai ver, tá? Então vamos lá. Quando chegaram assim, lhes falou: "Vós bem sabeis como procedi para convosco todo o tempo, desde o primeiro dia em que cheguei à Ásia. Eu servi ao Senhor com toda a humildade, com lágrimas e no meio das provações que me sobrevieram pelas ciladas dos judeus. E nada do que vos pudesse ser útil, eu negligenciei de anunciar-vos e a ensinar-vos em público e pelas casas, conjurando judeus e gregos ao arrependimento diante de Deus e a fé em
ciladas dos judeus. E nada do que vos pudesse ser útil, eu negligenciei de anunciar-vos e a ensinar-vos em público e pelas casas, conjurando judeus e gregos ao arrependimento diante de Deus e a fé em Jesus, nosso Senhor. Tá? E quando ele fala esse nosso Senhor, que significa essa fé, essa conversão que que devem essa fé e essa conversão que devem caminhar juntos, tá? Nesse sentido que ele fala, vamos lá agora, acorrentado pelo espírito. Olha só, acorrentado pelo espírito. Vou fazer uma pausinha aqui. Acorrentado pelo espírito. No na Bíblia de Jerusalém tem um pequeno adentro que ele fala assim: "Deixando-se conduzir pelo espírito numa viagem que terminará em seu cativeiro, Paulo se considera prisioneiro do Espírito Santo, ou seja, de Jesus. ou outra tradução, preso em espírito ou como a gente gosta mais de falar, moralmente prisioneiro. Então Paulo se sente moralmente prisioneiro a causa de Jesus, tá? Então agora, correntado pelo espírito, dirijo-me a Jerusalém, sem saber o que lá me sucederá, senão que de cidade em cidade o Espírito Santo me adverte, dizendo que me aguardam cadeias e tribulações. Mas de forma alguma, gente, considero minha vida preciosa a mim mesmo, com tanto que leve a bom termo a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus. dar testemunho do evangelho, da graça de Deus. Agora, porém, estou certo de que não mais vereis minha face, vós todos, entre os quais passei proclamando o reino. Eis porque eu o atesto hoje diante de vós. Estou puro do sangue de todos, pois não me esquivei de vos anunciar todo o desígno de Deus para vós. Aqui a gente não sabe se ele já tinha um pressentimento de que ele estava para querer morrer logo, mas a gente sabe que ele já tinha uma idade avançada. Esse trajeto era um trajeto muito longo, então provavelmente ele não conseguiria retornar, tá? Mas ele não sabia ainda, que a gente vai ver futuramente, né, os percalços que ele vai passar por Jerusalém, que ele vai ser preso. E na verdade ele não vai para Roma por
não conseguiria retornar, tá? Mas ele não sabia ainda, que a gente vai ver futuramente, né, os percalços que ele vai passar por Jerusalém, que ele vai ser preso. E na verdade ele não vai para Roma por vontade própria, né? Ele é conduzido de outra forma, como vocês verão nos capítulos, nos temas posteriores que a gente vai ver. Bom, mas continuamos as palavras dele. Estai atentos a vós mesmos e a todo rebanho. Nele o Espírito Santo vos constituiu guardiões para apresentardes à igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue do seu próprio filho. Pensei que depois da minha partida introduzão entre vós lobos vorazes que não pouparão o rebanho. Mesmo no meio de vós, surgirão alguns falando coisas pervertidas para arrastarem atrás de si os discípulos. Vigiai, portanto, lembrados de que durante três anos, dia e noite, não cessei de exortar com lágrimas a cada um de vós. Todos sabem por todas as dores, todos os sofrimentos, todas as perseguições pelos quais ele passou e ele se manteve firme no propósito maior de divulgar o evangelho de Jesus. a levar a todos esse evangelho. Agora, pois, recomendo-vos a Deus e a palavra de sua graça, que tem o poder de edificar, de vos dar a herança entre todos os santificados. Vejam bem, de resto, não cobicei prata, ouro ou vestes de ninguém. Paulo deixou isso sempre muito claro, né? Ele nunca comiçou nada de ninguém. E pelo contrário, né, como é que ele se mantinha, né? Ele vai falar aqui, ó, vós mesmos sabeis que as minhas precisões e as meus companheiros proveram essas mãos, proveram do trabalho de tecilão, né? Ele trabalhava para ganhar o próprio pão, para não se fazer pesado a nenhum dos seus companheiros, da nenhuma das suas comunidades, né, assim fundadas. Ele fala: "Em tudo vos mostrei que é a fatigando-nos assim que devemos ajudar os fracos, tendo presente as palavras do Senhor Jesus que diz: "Há mais felicidade em dar que em receber". Nós sabemos disso, não sabemos, gente? Há mais felicidade em dar que em receber? Com certeza, né? para aqueles
presente as palavras do Senhor Jesus que diz: "Há mais felicidade em dar que em receber". Nós sabemos disso, não sabemos, gente? Há mais felicidade em dar que em receber? Com certeza, né? para aqueles que dom de si mesmo, para o próximo, para as situações onde se faz necessário a nossa atuação, seja pela palavra amiga, seja pela nossa mão ajudar espontaneamente, seja na seja e nas questões espirituais ou nas questões até físicas, nas necessidades físicas. Há mais felicidade em dar que receber. A gente costuma agradecer, né? Deus permita que eu possa sempre estar auxiliando o meu próximo, porque no inverso eu estaria sendo auxiliado, né? Precisaria dessa humildade para ser auxiliado. Mas é bom quando a gente tá na posição de poder ajudar, não é mesmo? Então, após essas palavras, ele ajoelhou-se e orou com todos eles. Olha lá, ele ajoelhadinho com todos eles. Todos então prorromperam num choro convulsivo e, lançando-se ao pescoço de Paulo, beijavam-noemente aflitos, sobretudo pela palavra que dissera, que não mais haveriam de ver a sua face, e acompanharam-no até o navio. Olha que que profundidade, né? que sentimento que tá tendo. Então a gente percebe humildade, a questão do desapego e a presença do espírito de dever em Paulo. Caibautos nos reforça essa questão. É de notar que Paulo, apresentando-se como exemplo vivo da fé e do amor cristão, faziam muita questão de exelentar seus discípulos a sua vida absolutamente livre das injunções do ouro. Nessa bela, nessa, [música] nessa bela, ô, desculpa, nessa bela exposição, gente, que ele fez aos presbíteros de Éfeso e de Mileto, não esqueceu de dizer que o seu ministério esteve sempre isento das influências monetárias que tanto prejudicam a palavra de Deus. Então, olha assim, as como Caibachutes pega a essência disso e nos traz para nós também. Quanto a gente tem exercido essa humidade, esse desapego, esse espírito do dever. Nós na casa espírita, quando doamos de nós mesmo, né? Quando levamos o que temos e não tiramos de lá, pelo contrário, né?
nto a gente tem exercido essa humidade, esse desapego, esse espírito do dever. Nós na casa espírita, quando doamos de nós mesmo, né? Quando levamos o que temos e não tiramos de lá, pelo contrário, né? Ele é o nosso caminho para que possamos ajudar cada vez mais ao nosso próximo. E nesse sentido, deixa eu ver que que aconteceu aqui, ó. A história então nos revela que Paulo concluiria a sua terceira viagem missionária em Jerusalém, de onde planejara viajar para Roma. De fato, ele vai até Roma, gente, não como evangelizador, mas como um prisioneiro dos romanos. E merece o registro de que os as tocantes despedidas de Paulo, primeiramente junto a João e os seus discípulos de Éfeso, depois em Mileto, são indícios de quê, gente? que talvez intuitivamente ele sabia que algo terrível lhe aconteceria em Jerusalém, mas a gente ele ainda nem fazia ideia do quanto ele ainda passaria. E na verdade esses são os versículos que a gente tinha para avaliar. E aí eu gosto sempre de trazer pra gente fazer nossas reflexões, algumas questões finais que merecem que a gente leve pro nosso íntimo. Primeira, como os dizeres de Paulo te afetam no seu dia a dia. essa questão da humildade, do desapego, do espírito do dever, como isso afeta o seu dia a dia, as suas obrigações, a sua profissão, as suas relações com a sua família, com seus amigos, com a sua comunidade. Pensemos um pouco nisso. Como isso afeta? reafirma, te dá coragem, te dá força. Pensem a respeito. Outra questão, os exemplos de humildade e desapego de Paulo lhe tocaram o coração? Tocam o coração, conseguem tocar o coração? A gente sabe que o vocabulário utilizado é muito antigo daquela época, né? Então a gente assim tem que se transportar um pouco para aquela época para sentir a simplicidade daquelas colocações, daqueles encontros no cenáculo, como ele coloca as palavras que a gente buscava. Não existiam livros pra gente poder. Hoje a gente tem quantos livros que nos trazem informação, que nos detalham por uma visão de uma pessoa, de outro, de outro,
oloca as palavras que a gente buscava. Não existiam livros pra gente poder. Hoje a gente tem quantos livros que nos trazem informação, que nos detalham por uma visão de uma pessoa, de outro, de outro, né? Mas o objetivo sempre é o mesmo, né, gente? é a gente se doar, se doar pro próximo, atender a necessidade do nosso próximo. Há mais felicidade em dar do que em receber. Há, não há, gente. Pensemos a respeito. E uma última questão que a gente também pode pensar, como você se considera já um discípulo escolhido por Jesus, pois conscientemente vive pelo seu evangelho? Você já vive conscientemente pelo evangelho de Jesus? procura agir acertadamente no passo a passo, no tomar as suas decisões, na sua caminhada evolutiva. São questões de foro íntimo, né, mas que podemos levar pro travesseiro pra gente passar a pensar um pouquinho na nossa trajetória, no nosso dia a dia, no que eu tenho aprendido, do quanto eu tenho utilizado isso. É só um saber intelectual ou é um saber que toca a minha intimidade, que mexe comigo e que me faz ser uma pessoa melhor? A gente sabe que essa mensagem do Cristo, ela precisa ser conhecida, assim estamos fazendo, meditada, estamos fazendo de uma forma humilde ainda, que simples, né? Mas estamos tentando fazer, mas ela precisa ser sentida por cada um de nós na nossa intimidade para que a gente possa de fato vivenciá-la, tá? E é isso. Eu agradeço a todos por essa oportunidade de reflexão. É uma homenagem a Marta. Hoje ela estaria aqui comigo pra gente fazendo essas trocas que de reflexões onde ela estiver. Tenho certeza que ela está olhando por nós e nos fortalecendo na caminhada que devemos prosseguir até a gente poder se encontrar novamente. Com certeza, né, Janice? >> Com certeza, Lenira. Com certeza. Martinha é uma incansável trabalhadora no bem, né? >> É, >> adorava escrever. Escrever era com ela mesma, sabe? Então, de onde ela tiver, ela vai estar conosco sempre e nos intuindo e ajudando, né? Se tiver que puxar a orelha também, ela puxa, né, Lenira? [risadas]
va escrever. Escrever era com ela mesma, sabe? Então, de onde ela tiver, ela vai estar conosco sempre e nos intuindo e ajudando, né? Se tiver que puxar a orelha também, ela puxa, né, Lenira? [risadas] Minha orelha. >> Impressionante. Coisa mais linda. >> A Marta foi sempre a minha mestre, né? Então, na verdade, eu eu comecei a >> o ESD, né? Com ela, né? Então, >> com ela e com a Fátima. Então assim, é um carinho muito imenso, muito, muito, muito mesmo. É incansável ela e nos corrigia sempre. Olha a doutrina, os livros básicos de Karatec. Não pode pisar fora da linha e >> não pode. >> Muito bom. É muito bom. E é com todos assim. Vamos chamar então a Marlúcia e o Max que estão aqui nos bastidores. Marlúci, boa noite, seja bem-vinda. Max, boa noite, seja bem-vindo, amigo. Pra gente >> Boa noite, amigos. Alegria muito grande estarmos aqui, claro, ainda muito saudosos, né? Tocados assim pela pela Martinha, mas como foi dito aqui, ela está nos inspirando e nos inspirará sempre, né? É sempre uma alegria renovada estarmos juntos estudando. >> Boa noite, Lenira, Marlú, amigas e amigos que aqui se encontram. Sim, saudades fazem parte dos nossos movimentos de relação com as pessoas que nós nos aproximamos muito, né? E Marta, quem conviveu com ela, não tem como não se aproximar dela e sentir. Mas os desígnios lá de cima são superiores aos aqui de baixo e o papel dela lá agora é outro e nós estamos cubtos de que ela estará trabalhando diretamente com o BTCU Sampaio na elaboração desse trabalho para nós aqui na terra. >> Certamente, Max. Certamente, né? certeza absoluta. Olha, a gente não tem assim eh até mesmo o estilo da apresentação, né, Lenira? É mais uma contação de história, né, e da de tudo. Não temos assim muitas observações ou perguntas. Nós temos aqui a Marcela Esteves que colocou: "Ele compreendeu que a verdadeira alegria não está naquilo que o mundo nos oferece, mas na capacidade de sermos instrumentos úteis nas mãos do Cristo, >> né, para vocês. Então, >> isso mesmo. Isso mesmo, Marcelo. Você
que a verdadeira alegria não está naquilo que o mundo nos oferece, mas na capacidade de sermos instrumentos úteis nas mãos do Cristo, >> né, para vocês. Então, >> isso mesmo. Isso mesmo, Marcelo. Você pegou a essência, né? Ele tinha, ele tinha essa convicção. E nós temos também, nós somos instrumentos da providência divina. Deus atende a ao nós pelo nosso próximo. Nós atendemos as necessidades do nosso próximo. Deus age dessa forma. E se a gente entender isso, a gente vai ter uma convivência muito mais harmoniosa, muito mais eh conectada com as leis divinas. Então é isso que a gente precisa entender. A mensagem é simples, a gente que complica, né, pela pelo uso da nossa vaidade, do nosso egoísmo, né? Então a gente complica o que é simples. >> Marlúci, Max, Max, por favor. >> Pois não, Marl. Se você assim deseja, você é a dama, [risadas] né? Eu sou um cavalheiro, mas a gente obedece a dama aqui. >> Obedecer, né, Marcos? >> É essa vida de Paulo, né? Ela ela é emblemática, né? Porque se você observar os passos dele, ele acompanhou desde menininho pelo seu pai, pela formação que ele teve, ah, aquilo que ele acreditava piamente que era a doutrina de Moisés, né? era para ele o que tinha que ser seguido e ele era muito firme, como foi sempre muito firme quando atuou no evangelho. E nós sabemos que isso repercutiu mal, né? Porque ele acabou combatendo os os cristãos sem saber o que fazia, né? Porque não tinha noção do que tava fazendo do ponto de vista espiritual. E mas é importante perceber que a gente às vezes tem algumas alguns credos, algumas certezas que são certezas que são abaláveis, não são inabaláveis. E a gente precisa estar aberto a um novo, né? Porque o novo sempre vem, como diz uma música do nosso querido nordestino que cantoua. Essa essa visão do novo, mas o novo vindo por uma revelação superior como a de Jesus. Não tem como você lutar contra, né? E lutou, com todo respeito ao Paulo, que era Saulo, lutou ao ponto de tomar decisões graves, né, como assassinar
o vindo por uma revelação superior como a de Jesus. Não tem como você lutar contra, né? E lutou, com todo respeito ao Paulo, que era Saulo, lutou ao ponto de tomar decisões graves, né, como assassinar pessoas num movimento que era considerado lícito, né, do ponto de vista das leis daquela época. Mas gente, o que acontece depois é impressionante, porque ele tem uma mudança praticamente súbita no momento em que ele vê Jesus naquela queda do cavalo láem na caminho de Damasco, né? E ele vai ouvir de Jesus, né? Quando pergunta quem és tu, eu sou Jesus. E ele vai dizer, eh, que Jesus vai dizer para ele num momento depois, só pra gente não atrasar aqui, não recalcitre contra os aguilhões. O que eu quero chamar atenção com essa frase é porque ele estava recalcitrando. O que que é recalcitar? É quando você é teimoso, as coisas estão te dizendo porque você sente, ele quando conversava com com Estevo, algo mal acontecia dentro dele uma insatisfação, mas ele lutava contra aquilo, teimava, teimava contra a noiva amada dele, porque ela também se tornou cristã. Enfim, eram combates íntimos contra a essência dele, porque a essência dele tava dizendo: "Meu filho, você está errado, muda." Mas ele não mudava. Foi preciso o impacto de uma luz poderosíssima que foi a de Jesus ao ponto de Segalo para que ele acordasse e recalcitrar contra os aguilhões é o que, desculpa, com todo respeito, pessoal tô falando por mim. É o que eu tenho feito ao longo desse tempo todo. E agora caindo em si, porque foi o que aconteceu com ele e é o que acontece com cada um de nós. Quando nós não nos damos conta da realidade essencial de que somos feito, caindo em nós, nós temos que parar de recalcitrar e ser como ele, que era um sujeito enérgico, forte, que se tornou humilde, que aceitou os embates, as prisões, os naufrágios, como ele mesmo relata a João naquele movimento. tão tão íntimo e tão tão sensível que estava naquele diálogo dele com o João. Quer dizer, todos nós podemos fazer isso. Se Paulo, que era um
naufrágios, como ele mesmo relata a João naquele movimento. tão tão íntimo e tão tão sensível que estava naquele diálogo dele com o João. Quer dizer, todos nós podemos fazer isso. Se Paulo, que era um homem enérgico, duro, que ninguém imaginaria um dia que ele se dobrasse a Jesus, ele se dobrou, gente. E ele vai chegar um momento da vida dele que todos nós vamos ter que chegar, em que ele diz assim: "Já não sou eu quem vivo, é o Cristo de Deus que vive em mim". Então, se nós seguirmos os caminhos dele e nós estamos estudando com detalhes aqui, com todo respeito, esse curso que nós estamos, isso aqui é um curso, gente, com todo o respeito, nós estamos fazendo um curso que nós estamos verificando todo o ato dos apostos do começo ao fim, a o cuidado da Lenira de mostrar o mapa, onde foi o lugar que ele passou, isso tudo vai ajudando a gente a fixar a história de um homem que se tornou um verdadeiro cristão e não abria a mão de Jesus em hora alguma da sua vida. O que nós vamos ter que fazer em dado momento da nossa vida será isso também. E ele é o ele é o referencial, dizendo que um humano durão como ele era, pode se tornar um indivíduo que se espiritualiza em uma só encarnação e torna-se um seguidor de Jesus. Então Paulo, com todo respeito gente, eu não tô falando de João, de Mateus, mas Paulo é um exemplo muito nítido, porque a história dele foi contada em detalhes e nós não podemos perder a oportunidade, como a Lení colocou lá. Será que a história de Paulo tá mexendo conosco? Será que a gente tá tendo ele e já somos também seguidores? Essa pergunta nós temos que fazer, cada um para nós mesmos, porque nós estamos tendo uma oportunidade de ouro e como sabemos somos trabalhadores da última hora, não apercamos. É verdade. Você falando aí, eu pensando aqui, né, com o mesmo ímpeto, a mesma volúpia, vamos por assim dizer, de disciplina, de querer fazer que ele tinha pela, né, pela Torá, por Moisés e tudo. A mesma forma ele fez com Jesus o mesmo ícito, a mesma volúpe de querer
to, a mesma volúpia, vamos por assim dizer, de disciplina, de querer fazer que ele tinha pela, né, pela Torá, por Moisés e tudo. A mesma forma ele fez com Jesus o mesmo ícito, a mesma volúpe de querer fazer, de querer corrigir, de querer ser, de fazer o certo. Então isso é realmente muito bonito. E tem uma pergunta aqui bem interessante. A gente tá mais para Saulo ou para Paulo? Ou a gente tá no meio, né? É a pergunta do Wilson. Irmãos, estamos mais para Saulo ou para Paulo ou estamos em transição? Nós estamos em processo, né? Né, amigo Wilton? Nós estamos em processo. Orora nos comportamos como Saulo, quando desanimamos, quando não acreditamos, quando julgamos o outro irmão que tá mais paraa frente, mais para trás, mas a gente tá em transição, em processo de crescimento, porque a gente, essa é a nossa trajetória, é crescer e chegaremos lá na frente, né, a dizer exatamente como disse Paulo, já não sou eu que vivo, é o Cristo que vive em mim. Isto é, eu faço o que Jesus fazia, eu sinto como Jesus sentia, eu ajudo como Jesus ajudava. Esse é o nosso processo. Às vezes nós recalcitramos, né, como disse aqui o nosso amigo Marx, mas a gente tá em processo. É não desistir, é não desanimar, porque ajuda não nos faltará. dificuldades também, os testes, os testemunhos que o próprio Paulo, Saulo, passou com seus familiares queridos, né, seus amigos que o rejeitaram, que o julgaram, a gente também passa em escala menor nos dias de hoje. No passado, a doutrina espírita foi mais de testemunho, né? A, lá no passado, século XIX, as pessoas não podiam nem eh ter um frequentar uma casa espírita. Havia polícia no meio, né, lá 1800 e alguma coisa, mas hoje tá mais diferente. Mas os testemunhos eles continuam. Então, meus queridos, é como Marcos disse, ex, o Paulo, né, a transformação do Saulo para Paulo é algo que a gente precisa refletir e buscar fazer. Não é fácil, mas se ele pode, qualquer um de nós pode. >> É a as palavras da Marcela. Paulo nos ensina a encarar os desafios como oportunidades de serviço e ele nos afeta
cisa refletir e buscar fazer. Não é fácil, mas se ele pode, qualquer um de nós pode. >> É a as palavras da Marcela. Paulo nos ensina a encarar os desafios como oportunidades de serviço e ele nos afeta ao mostrar que a fé não é apenas contemplação, mas trabalho. >> Exatamente. Janice, me desculpa te interromper, mas a fala da da Marlúci me fez lembrar que como Paulo é humano, né, antes de dizer que já não era ele que vivia mais o Cristo, ele disse em outra oportunidade anterior e se não me falha a memória, tinha uns 17 anos que Jesus tinha aparecido para ele, ele disse assim: "Todo bem que eu desejo fazer, eu acabo fazendo o mal". Ou seja, ele era um ser que tinha tendências, como nós aqui, de recalucitar. Ele tava tentando fazer o bem, mas o homem velho, a criatura velha que a gente tem sido, ela tem impulsos e ela predomina em certas situações. E nós não temos que combater o mundo, nós temos que combater essa criatura velha que nós construímos lá atrás nas sucessivas reencarnações que hoje representa a nossa personalidade principal. Lembra? Jesus disse para aquele sujeito que curou a cegueira dele, vocês se lembram o Ananias, não me fal memória do nome dele, né? Esse é o vaso escolhido. O que significa isso? Significa que aquele caráter, aquela firmeza de defesa para Moisés, como Marlúcio bem lembrou, como ele vai defender Jesus, o próprio Estevão diz para na hora que tava morrendo lá, disse assim: "Se ele defende Moisés assim, o dia que ele conhecer Jesus, meu Deus, o que que ele não vai fazer?" foi que ele fez mesmo. >> Tem certas personalidades que obviamente precisam ser utilizad em certas frentes. E a de Paulo era a dos gentios. Aí e pelo segunda fala: "Gente, olha os mapas, quando esse homem andou para lá e para cá de barco a peça e já lá o de fogo. Só não tinha carro, viu? [risadas] Era tudo dificílimo. Quilômetros e quilômetros. Você andar aquele pedaço ali que você só de olhar a gente a cansa." E ele fez aquilo três vezes em três sucessivas viagens. Então, gente,
viu? [risadas] Era tudo dificílimo. Quilômetros e quilômetros. Você andar aquele pedaço ali que você só de olhar a gente a cansa." E ele fez aquilo três vezes em três sucessivas viagens. Então, gente, Paulo, com todo o respeito, é um modelo que nos permite verificar as possibilidades humanas. Como disse Mar, se ele conseguiu fazer, eu também tenho esforçar, me esforçar para conseguir também. >> Cada um de nós, né? Cada um de nós pode combater essas mazelas que nós temos dentro dele, esse egoísmo que a gente tem. Quando a gente percebe que a gente está fazendo por interesse próprio, por interesse dos nossos, a gente consegue enxergar que está algo errado, tal que está desenalinhado, isso vai ter consequências. Se isso tem consequências negativas no futuro, eu posso mudar o meu agir hoje. É assim que eu construo um futuro novo. É tomando consciência de que a minha decisão tem consequências que afetam o próximo e afetam negativamente. se afeta positivamente, beleza, juntamos força, tenhamos persistência, caminhemos, porque estamos cientes que estamos fazendo o melhor de nós, mesmo que esse entendimento ainda não esteja perfeito, vamos dizer assim, porque a gente tá num caminhar e nós a gente tem que entender que nós estamos num processo de aprendizagem. Nós vamos errar ainda, sim. Vamos errar achando que estamos acertando, mas é diferente de você errar sabendo que tá errando, né? Então, que a gente busque ter consciência das nossas atitudes, do nosso falar, do nosso agir. Por isso que a gente costuma dizer assim: "Se Jesus estivesse nessa situação, como ele agiria?" Isso nos ajuda muito a repensar a nossa postura. Eu costumo fazer isso comigo porque ajuda a repensar em profundidade e aí as nossas dores não são tão grandes, as nossas nossos problemas não são tão grandes assim, pelo contrário, eles são oportunidades da gente se conhecer melhor, da gente conhecer a situação que está envolvida e trabalhar os nossos sentimentos rumo a um bem maior. >> É verdade, Lenira. Eh, Marci e Marx, a
io, eles são oportunidades da gente se conhecer melhor, da gente conhecer a situação que está envolvida e trabalhar os nossos sentimentos rumo a um bem maior. >> É verdade, Lenira. Eh, Marci e Marx, a gente pensa assim: "Ah, eu tô sofrendo muito". Mas a gente pensa também, será que só eu que tô sofrendo? Só eu que tenho eh de me lapidar, né? Às vezes a gente acha que nós somos o máximo do sofrimento, mas não, né? a gente tem as nossas eh agruras, né, na vida, mas isso tudo a gente tem que tomar como ensinamento, como um produto de transformação, né? Muito importante. Eh, eh, Janice, você falando aí e eu me lembrei de uma fala que tá em Boa Nova sobre Maria de Nazaré, quando ela já desencarnada eh pediu para ir visitar os lugares por onde Jesus passou e o circo, o calaboço do circo máximo, onde tinha muitos cristãos que iriam serem levados à à Arena dos leões. E ela sussurrou no ouvido de uma jovem de semblante triste, conforme a narrativa, eh, dizendo assim paraa jovem: "Pilha, transforma as dores da terra em alegrias para o céu." Então, eh, a a menininha absorveu essa inspiração e começou a cantar um louvor e todos os presos entraram na arena cantando eh louvor a Jesus. Então, quando você diz assim, todo mundo sofre, a gente tá aqui no mundo ainda de muitas provas e expiações. Então, o sofrimento é comum, só da gente, é, >> faz parte. Isso. A diferença é como eu encaro o sofrimento. Ou só para reclamar, blasfemar, me sentar e chorar, ou erguer a cabeça para o alto e eh, procurar uma solução, né? Então, está em nossas mãos. Realmente, a dor, o sofrimento é uma opção. Faz parte, faz parte, mas permanecer no choro não deve fazer parte. A gente deve chorar, mas enxga as lágrimas e faz como aquela música. Max, não sei se é do seu tempo, viu? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Mas o que é que a gente faz, meu amigo? A gente faz o que diz a outra canção, fica sentado com a boca escancarada, cheia de dente, esperando a morte chegar. É isso. Alceixas. >> Aceixas. Isso mesmo.
. Mas o que é que a gente faz, meu amigo? A gente faz o que diz a outra canção, fica sentado com a boca escancarada, cheia de dente, esperando a morte chegar. É isso. Alceixas. >> Aceixas. Isso mesmo. >> A gente tem que escolher, né? É isso mesmo. >> Com certeza. É, e Marlúci, me perdoe aí, interrompejo. Eh, você falando da dor, ele fez lembrar uma frase da dona Joana de Angeles em que ela dizia assim: "Aquele que se ocupa de secar as lágrimas dos outros não tem tempo de chorar". Perfeito, perfeito. >> Além da gente não ficar nessa posição de lamentar a dor, quando a gente sai da gente para se movimentar na direção do outro, a nossa dor, como se fosse um passe de mágica, suprime-se e a gente vai viver. Há o auxílio na dor do outro que faz, como foi dito pelo próprio Paulo e a Nina colocou de forma bem clara que a gente tá mais feliz, fazendo o outro feliz do que a gente mesmo está. Então, toda vez que a gente tiver com problemas, com dificuldades, não entreguemos para que essas dificuldades nos vençam, mas saiamos de nós, porque tem sempre alguém em situação pior do que a nossa. E se tivermos a grandeza espiritual de olhar pro outro, auxiliando o outro com as nossas forças, vocês não tenham dúvida. A assessoria do mundo espiritual nessa hora é enorme e as suas dores desaparecem. Eu vou contar aqui pessoalmente apenas para para reforçar isso que eu contei inclusive numa palestra sábado agora. Eu lembro que quando eu estava para dar uma palestra, garganta inflamada, eu mal conseguia falar, dor de de cabeça, febre e e eu falei assim: "Mas como é que eu vou dar palestra?" E aí lá na acústica da minha alma eu digo assim, eu ouço assim, viu o benfeitor falando: "Meu filho, vamos trabalhar?" [risadas] Não me deu tempo nem de preocupar com a dor. E aí eu fui da palestra, pergunta se a voz veio. A voz veio, não tive dor de cabeça, não tive fé, não tive nada. até acabar a palestra. Hora que acabou a palestra, voltou tu de novo. Pague as suas, >> que é tua, >> pague [risadas] as suas contas. Então,
z veio, não tive dor de cabeça, não tive fé, não tive nada. até acabar a palestra. Hora que acabou a palestra, voltou tu de novo. Pague as suas, >> que é tua, >> pague [risadas] as suas contas. Então, quer dizer, enquanto você tá servindo, e naquela hora eu estava servindo com a minha voz, com a a sendo um um vamos ser um intermediário de Jesus naquela hora, intermediário da doutrina, eu estava sendo útil de alguma forma. E quando você tá sendo útil pro mundo, o mundo te favorece. Então pensa nisso. Sofrer é parte inerente das nossas experiências humanas, mas sofrer lamentando é escolha. >> É, >> é, com certeza. Com certeza, Marcos. A a Joana deângeles também nos diz que somente a reforma íntima, né, nos nos concederá a paz e a felicidade, né, que tanto a gente tá atrás, né, a a tal felicidade, né, mas temos que ainda trilhar muitos caminhos, né, Max e e Marlúci Lenira, muitos muitas paisagens ainda para para >> A gente tem que ter a gente também tem que ter consciência, né? né, Janice, de que isso ocorre no nosso dia a dia, gente. É no nosso dia a dia, na hora que a gente acorda, >> na nossa no nosso trabalho, na convivência com os com as pessoas que a gente trabalha, com os amigos que a gente encontra no no elevador, quando você encontra alguém, né, no num atendimento a um serviço. É nesses momentos que tudo isso está acontecendo. Não é um momento especial. Hora que eu vou para um centro espírita ou a hora que eu vou para quem é católico vá para uma igreja, não é? É no dia a dia. Eu não preciso, as religiões elas são do homem para ajudá-lo a se fortalecer no seu agir, no seu dia a dia. Mas o importante é o dia a dia. Jesus não tinha religião, né? Jesus vivenciava o amor. A gente precisa aprender a vivenciar esse amor. >> É verdade, viu, Lenira? muito, muito mesmo. E as oportunidades, como se diz que é do dia a dia, elas pipocam na nossa frente. A gente tem que ter olhos de ver e encarar essa oportunidade. Às vezes a pessoa tá ali no elevador com você, aí você vê a pessoa caladinha ali
se diz que é do dia a dia, elas pipocam na nossa frente. A gente tem que ter olhos de ver e encarar essa oportunidade. Às vezes a pessoa tá ali no elevador com você, aí você vê a pessoa caladinha ali no cantinho, parece, né? Mas às vezes ela tá precisando só de uma palavra, né? um gesto ou um sorriso, né? E a pessoa se abre um bom dia, né? A pessoa se abre, né? Muito Isso aí é muito interessante que você falou, Lenira, no dia a dia, do minuto a minuto que a gente vai convivendo com os nossos irmãos do dia a dia, né? A Marcela Esteves coloca aqui também bem interessante. Fiquei pensando moralmente prisioneiro a Jesus não significa falta de liberdade, mas sim a escolha consciente de seguir as suas leis, as leis do Cristo, acima de qualquer interesse pessoal. Olha que profundidade. Muito, muito bom. Essa é para vocês, hein? É, Marcela é muito legal. Eu conheci a Marcela lá na FEB, acho que foi no final do ano passado. E ela realmente é um doce. Mas é isso mesmo, Marcela. Eh, moralmente prisioneiro significa seguir os passos de Jesus. E isso não é prisão, isso é liberdade, realmente, como você colocou, quisera que a gente já estivesse mais à frente desse processo e com certeza o nosso mundo não teria mais tantas guerras, tanta fome, fome geral, né? fome física, fome de afeto, fome de aconchego, mas a gente vai seguir nesse caminho e ficar prisioneiro do Cristo é honra e glória nesse sentido que a gente ainda não sabe avaliar, com certeza, porque o nosso livre arbítrio é exatamente a oportunidade que a gente tem para aprender. Então, quando eu tomo as decisões, seria muito fácil se eu só agisse no bem. Não, você, na verdade, você tem a liberdade de agir conscientemente. Agora, onde está a sua consciência, né? Como é que ela está formada? Como é que ela, em que bases que ela está? Então, a gente tem em nossa consciência, nós temos essas essas verdades. Deus está em nós. Então, que ele se que ela não se faça e eu tenho a liberdade de fazer com que ela se espalhe, que ela caminhe. Então, que
te tem em nossa consciência, nós temos essas essas verdades. Deus está em nós. Então, que ele se que ela não se faça e eu tenho a liberdade de fazer com que ela se espalhe, que ela caminhe. Então, que a gente entenda isso, eh, a gente fala, fica bonito falando, né? A prática é mais difícil no sentido de que eu ainda tenho algumas coisas eh presas pela minha caminhada evolutiva. Quer dizer, eu mal saí do do animal ainda tinha questão da sobrevivência, né? Os meus instintos de sobrevivência, de procreação. Isso ainda tá muito preso mim. Eu estou me libertando dessas amarras. Eu tô me libertando dessas amarras, entendendo que eu sou um espírito imortal, que eu trabalho sentimentos, que isso tem uma outra energia muito maior. Então, que a gente caminhe nesse sentido dessa amplitude de entendimento. Ainda a caminhada é longa, até se tornarmos um espírito puro, vai muito, vai muita, muito chão ainda, né? É, mas esse entendimento de estar trabalhando agora e a gente visualizar um futuro, nós estamos construindo um futuro pensando dessa forma, né? Nós estamos eh balizando a a vida futura da da tanto naquado como desencarnados, né? A, o Aldo coloca que, eh, quando você tava falando, Lenira, amém, e todas as coisas serão acrescentadas, mas nós queremos ajuda, nós temos que nos ajudar, como ele também diz aqui, né, a boa vontade, né, a querer ser ajudado, né, e podemos continuar com eh com uma conversa do dessa última conversa agora que a gente teve, né, Lenira? >> É, exatamente. A gente tem que se abrir, a gente tem que se entender como espírito imortal. Paulo naquele momento, ele entendeu essa imortalidade. Ao Jesus se fazer presente para ele, ele entendeu essa imortalidade. É isso que ele quis passar, gente. É real. A vida continua. A vida continua. Então, vamos agir diferente, vamos entender. Quer dizer, ele ele entendeu a mensagem que o Cristo veio nos trazer, as as verdades que estavam presentes na vivência com Cristo. E até hoje muitos de nós ainda não conseguem entender
vamos entender. Quer dizer, ele ele entendeu a mensagem que o Cristo veio nos trazer, as as verdades que estavam presentes na vivência com Cristo. E até hoje muitos de nós ainda não conseguem entender isso, vislumbrar isso. Se consideram como centro do universo, desse universo que tá toda a nossa volta. Nós somos um pequeno pontinho nesse universo. Como é que a gente pode ser o centro disso tudo? Pelo contrário, nós estamos a serviço disso tudo, né? >> Com certeza, Max. >> Eh, essa história evolutiva que a Lenira lembrou na fala anterior, ela é natural do processo evolutivo do planeta. Nós estamos no planeta de expiações e provas. O que significa isso? Significa que esse planeta é uma espécie de degradê. Você tem almas que estão próximas do primitivo, mais pra base do expiações e prova e tem almas que estão mais próximas da regeneração, mais para cima. E no meio tá esmagadora a maioria dessa dessa dessa turma que tá evoluindo nesse planeta. Ora, as almas mais primitivas, como a Lenira falou, elas vivem sobretudo de instintos, instinto de sobrevivência, instinto de perpetuação da espécie. Então, nesse período da vida, da das nossas vidas, vigora a força, não há sentimento. As pessoas estão preocupadas consigo mesmas, é um tipo de egoísmo, de sobrevivência. Ela precisa ser aquela que pensa em si naquele momento. Do contrário, ela não vai perpetuar espécie coisa nenhuma. Mas os tempos vão passando e ela vai percebendo que ela pode compartilhar o que já tem e outros podem compartilhar com ela e ela percebe que não precisa ser tão daquele jeito. E começa a nascer a tal da sensação. Os sentimentos não não estão ainda florando, mas as sensações começam a aparecer depois dos instintos. Elas vão entrar nesse campo agora que vocês falaram que é a busca desemprefreada para poder atender os prazeres sensoriais. Com todo respeito, gente, comer comida boa é gostoso, dormir numa cama boa é gostoso, andar num carro é gostoso, tudo isso é gostoso. Agora, só para você e os demais, como é que ficam?
res sensoriais. Com todo respeito, gente, comer comida boa é gostoso, dormir numa cama boa é gostoso, andar num carro é gostoso, tudo isso é gostoso. Agora, só para você e os demais, como é que ficam? Tudo para mim, nada pros outros. Então, esse é o momento em que a criatura está egocentrada. É como a criancinha. Já v já viram a criancinha quando você leva na escola a primeira vez, tudo gira em torno dela. Ela não consegue entender que existem outras criaturas no mundo. É mais ou menos o que acontece. quem sai do instinto e entra para sensações, mas a experiência humana repetida em sucessivas reencarnações vão amadurecendo essa alma e ela começa a perceber que não vive sozinha, que ela depende dos outros e os outros também dependem dela. Há uma interdependência um com o outro e ela começa a ter uma espécie de um novo nascimento dentro dela que se chama sentimento. Ela começa a sentir o outro como se o outro fosse parte dela. Então essa maturação que nós chamamos psíquica, essa maturação do espírito que Kardec chamou de maturidade do senso moral ou maturidade da sensibilidade, ela é proporcional ao tempo que você viveu e experimentou. Quanto mais você viveu e mais você experimentou, mais você amadureceu-se para esse atingimento. Só os que estão chegando nesse estágio conseguem fazer o que Paulo fez. Com todo respeito, os que estão antes disso não dão conta, porque ainda não está na estrutura psicológica e psíquica deles. Então é por isso que a gente tem que ter, como disse Jesus, não julgueis para não ser julgados. Não olhe o outro como se o outro pudesse fazer o que você já dá conta de fazer, porque tem outros que fazem o que você também não dá conta de fazer. E é um elo. Nós temos que ajudar os mais fortes ajudando os mais fracos, os mais adiantados ajudando os que estão mais para trás. Se fizermos isso, nós vamos conseguir trazer essas crianças da lá do instinto, essas crianças que já estão começando a adolesc, porque na adolescência que a gente fica todo transtornado, que estão
ás. Se fizermos isso, nós vamos conseguir trazer essas crianças da lá do instinto, essas crianças que já estão começando a adolesc, porque na adolescência que a gente fica todo transtornado, que estão nas sensações, para começar a pegar esse jovem dos sentimentos e aí sim começar a seguir Jesus com força de persistir nele. Mesmo que esse homem velho das sensações dos instintos de vez em quando tente voltar a viver em nós, nós temos que lutar contra eles. Isso chama-se trabalho que o mundo de fora não vê. Só você sabe o que você tá fazendo dentro de você. Kardec chega a dizer isso de uma maneira que eu acho linda. Reconhece o verdadeiro espírita como verdadeiro cristão pelo esforço que ele faz para domar as má tendências depois que fez a reforma. Domar as má tendências é domar o instinto, sensações que você cultuou, nutriu durante séculos sucessivos. Você não vai se livrar deles assim de um dia paraa noite. Paulo diz: "Tudo que eu quero de fazer de bem fazendo mal. O que que é? é um mal que ainda está em nós, que precisa ser depurado e só se depura fazendo o bem, porque um vai crescendo e o outro vai diminuindo até um dia. Esse que diminuiu pôs toda a sua força naquele que cresceu, que é o sentimento. Então é uma viagem, uma viagem longínqua que nós estamos fazendo no processo evolutivo. Tenhamos nós a nossa própria observação íntima e verifiquemos em que estágio dessa viagem nós estamos e nós saberemos dos potenciais que nós temos. para vencer as nossas próprias dificuldades. >> Verdade, Marcos. Provavelmente boa parte já está mais perto do fim do que do começo, né? Esperamos, esperemos que seja assim. Mas é, é isso mesmo. A gente tá aqui com todas as oportunidades para o nosso crescimento. Se a gente bem souber aproveitar, a caminhada vai ser mais fácil, né? Eh, masores, vai ter espinhos e pedras, mas é caminho, a gente continua sempre paraa frente. Esse é o que é o mais importante. >> Com certeza. Tem caminho, tem bastante. >> O importante é que a gente não tá fazendo só para agora. Só para esse
s é caminho, a gente continua sempre paraa frente. Esse é o que é o mais importante. >> Com certeza. Tem caminho, tem bastante. >> O importante é que a gente não tá fazendo só para agora. Só para esse momento >> aqui tem um um cantor que eu não sei, eu não sei, meus amigos, se é o Carlinhos Conceição, se é a música dele que ele diz em um pedaço da música que a obra é do Cristo, mas a tarefa é nossa. Então, prossigamos, né? Com >> certeza, né? Sejamos prisioneiras do Cristo, né, Marx e e Lenira, que sejamos que consigamos ser prisioneiros do Cristo, né? É muito importante eh a gente pensar que a gente não tá trabalhando a gente só aqui e agora, só nesse momento. A gente tá trabalhando para uma vida eterna. >> Ena. >> Na verdade, a gente tá se alinhando à lei divina. Isso >> para que a gente consiga viver em harmonia, em equilíbrio com todo. É. >> E a partir do momento que a gente internaliza isso, a gente começa a ter um freio de mão mais apurado, sabe? Um freio de mão mais apurado, como diz o Marx, acabou de dizer, o o mal que eu não quero fazer, né? Eu quero fazer o bem. Esse é malão, né? O freio de mão é o primeiro passo, mas a gente tem que entender que nós fazemos a mudança também. Então é preciso se mover nesse sentido. Então construir o novo também vai depender de cada um de nós. Esse construir, esse ir paraa frente, como é que a gente pode mudar as nossas leis, as nossas os nossos regras de convivência, o nosso convívio mais harmonioso. Isso depende de cada um de nós. Então a gente tem que entender que tudo se faz por nós. Então a gente não pode, eu sei que é difícil pra gente tá primeiro mexendo com a gente mesmo, mas esse caminhar é todo um todo muito, tudo isso se conecta para um bem maior. >> Verdade. Verdade. A gente tem muita muita coisa ligada a aproveitar do do mais fraco, sabe? A gente eh muita muita pessoa, sabe? eh, acha isso que tá tá fazendo uma vantagem para ele ou coisa assim, mas a gente é igual igual a todos. Nós somos todos iguais, filhos do
do do mais fraco, sabe? A gente eh muita muita pessoa, sabe? eh, acha isso que tá tá fazendo uma vantagem para ele ou coisa assim, mas a gente é igual igual a todos. Nós somos todos iguais, filhos do mesmo pai, né? Não temos que tirar vantagem de ninguém. Então, a gente vai pensando sobre isso. Precisamos ser, né, prisioneiros do Cristo. Eh, o Cristo atuou entre nós somente 3 anos, mas a sua história está viva 2000 anos entre nós. Esse fazer dele a gente ainda tem que aprender muito. Com certeza. Com certeza. A, o Wilson, só mais uma aqui só pra gente terminar o nosso programa. Eh, a Lenice, eu acho que ele misturou eu e tu, a Lení colocou uma linha muito importante, eh, Etã, e >> estamos, >> é, estamos no erro ainda, mas o nosso livre arbítrio já nos mostra como podemos sair do erro. E essa é a diferença. Com certeza. Com certeza, Lenira. Com certeza. Wilson também colocou bem. Gente, tá tão bom o nosso bate-papo, né? Mas 8:30 cravados, né? Ainda temos a nossa prece de encerramento que a nossa Marlúcia vai fazer. Agradeço a todos vocês aqui do chat, aqueles que ainda vão nos assistir depois, né? A gente ainda volta para dar um tchau e a Marlúci nos nos conduz a uma prece de encerramento. Por favor, Marlúci. >> Então, vamos lá. Então, amigos, momento de agradecer o retorno dos nossos estudos, agradecer os amigos dos dois planos da vida que nos inspiram, nos amparam, nos conduz a pensamentos bons, de modo que possamos melhorar a nossa condição de alma, de espírito enfermo na terra, mas com todas as possibilidades de atenuar as nossas dores, os nossos deslizes, os nossos sofrimentos. Conforme o exemplo de Saulo, Paulo, ele mostrou para nós que é possível sim sair do erro para o acerto, da sombra para a luz, mas também demonstrou na sua trajetória que em tudo é preciso esforço, é preciso trabalho, é preciso vontade e isso não lhe faltou. Que não nos falte também força, coragem, paciência e determinação para identificar o que é preciso modificar e para ter a força necessária de nos
iso trabalho, é preciso vontade e isso não lhe faltou. Que não nos falte também força, coragem, paciência e determinação para identificar o que é preciso modificar e para ter a força necessária de nos mantermos firmes na trajetória do alto, de voltar à casa do Pai com a proposta que Jesus trouxe para nós. do amor, da solidariedade, da tolerância, do perdão das ofensas e da ajuda mútua entre todos nós. Gratidão, mestre querido, por ter essa condição de ser o nosso irmão maior, de segurar a nossa mão, de não desistir de de nenhum de nós, de estar conosco amparando, protegendo e sobretudo com a certeza absoluta de que escolharemos ao ponto da vitória e estaremos juntos no mesmo rebanho, cujo Pastor de é o nosso gratidão à Federação Espírita Brasileira por promover esses breves e grandes momentos de tradição de meditação, facilitando a prática, a viver no nosso dia a dia. Obrigado aos amigos que também colaboram com seus depoimentos, com as suas falas e nos ajudam a refletir sobre a vida. sobre o que estamos fazendo, qual o nosso propósito aqui no planeta Terra. Obrigado, Senhor. Permanece conosco e que na próxima segunda possamos estar juntos de novo, aprendendo, refletindo para vivenciar os ensinamentos do mestre, seguir os passos de Jesus. Gratidão, Senhor. E que assim seja. >> Que assim seja. Vamos chamar o Robson que tá pilotando essa nave. Oi Robson. Obrigado. Boa noite, né? >> Obrigado por estar com a gente aqui nos ajudando na técnica. Então, agradeço também a Lenir, ao Max, a Marl que contribuíram para o nosso estudo de hoje. Lembrando, né, que a mudança para melhor ela é urgente, mas cabe a cada um de nós, né, saber e decidir quando ela tem que começar, quando ela tem que começar, continuar. É um contínuo essa transformação, como disse o Max, não é de um dia para outro, não é da noite pro dia, mas cabe a cada um de nós decidir e que possamos então decidir para o melhor, né? Uma boa noite a todos, um beijo no coração e até segunda que vem. Somos impulsionados e motivados por um
oite pro dia, mas cabe a cada um de nós decidir e que possamos então decidir para o melhor, né? Uma boa noite a todos, um beijo no coração e até segunda que vem. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor [música] e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe [música] profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente [música] em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, [música] designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando [música] tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. [música] Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br [música] e faça sua doação. Eu quero verás. [música]
Mais do canal
#1759 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 03/03/26
20:46
#1095 Vamos Orar | 04/03/26
15:16
#35 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
1:37:13
#1094 Vamos Orar | 03/03/26
13:11
#1758 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 02/03/26
23:53