#27 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 19

FEBtv Brasil 11/10/2025 (há 6 meses) 1:19:23 815 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 27 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. IX Dos lugares assombrados. Item 132.8ª. a 14ª. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo...

Transcrição

ouvindo também um som. >> É, >> vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiums pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha esse estudo de livro dos médiuns. Seja muito bem-vindo e pode preparar suas perguntas relacionadas com o assunto que a gente vai abordar aqui hoje. Nós damos as boas-vindas à Euzita de Melo Quinta, que é coordenadora nacional da área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da FEB e com quem nós conduzimos aqui esse estudo. E hoje nós recebemos Maria Eugênia Canto Cabral, palestrante e trabalhadora do movimento espírita cearense, vinculada ao Centro Espírita João Evangelista em Fortaleza, Ceará. eon Azambuja Gonçalves, palestrante espírita, coordenador adjunto do Evangelho Rede Vivo Virtual da FEB, representante da Federação Espírita Brasileira na área de mediunidade do Conselho Espírita Internacional e coordenador de grupos mediúnicos da Sociedade Espírita Allan Kardec Porto Alegre. Sejam muito bem-vindos os dois. Muito bem-vindos os nossos convidados, todos vocês que estão conosco. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 9, dos lugares assombrados. Itens o item 132 da à 14ª questão. E a nossa primeira questão vai pro nosso Daísson. No item 132, a oitava dá isso. Preferem os espíritos frequentar os túmulos onde repousam seus corpos? >> Muito boa noite a todos. É uma grande alegria podermos participar desse desse programa e o assunto realmente é muito interessante, né? Porque diz respeito ao nosso retorno, à verdadeira pátria espiritual. E nós já vimos no programa anterior que o pessoal foi comentando e as respostas foram bem nesse sentido de que depende do entendimento, do conhecimento,

nosso retorno, à verdadeira pátria espiritual. E nós já vimos no programa anterior que o pessoal foi comentando e as respostas foram bem nesse sentido de que depende do entendimento, do conhecimento, das questões, da vivência da pessoa, se ela é apegada à matéria, se tem viciações ou não, porque o corpo, como está na resposta, nós vamos encontrar ali, é uma simples vestimenta. Eh, do mundo espiritual viemos aqui. Estamos momentaneamente em tarefa, em alguma correlação com o nosso passado, mas para o mundo espiritual voltaremos, não é, meus amigos? E o corpo fica. Então, do mesmo modo que um prisioneiro nenhuma tração sente pelas correntes que o prendem, os espíritos, nenhum experimento pelo involtório que os fez sofrer. A lembrança das pessoas que lhe são caras é a única coisa que tem para eles valor. Obviamente que a gente pode deduzir aqui as questões da pessoa que não acredita na vida após a morte, o que ainda é comum no nas discussões da nossa sociedade. Existem ainda com todo o cabedal de conhecimento que nós temos à disposição através do espiritismo, através até do espiritualismo, da vida pós morte. Mas existem pessoas que vão se ver surpresas por essa questão e não v não vão sequer entender que estão mortos, por assim dizer. Na doutrina espírita, nós usamos o termo desencarnado, né? Desencarnar. Obviamente que se a pessoa é materialista, é apegado, ele vai estar apegado às coisas, as coisas dele. E se ele tem eh em nenhum momento ele cogitou sobre isso, se não tem o hábito da prece, por exemplo, alguma dificuldade ele enfrentará nesse momento. >> Uhum. Muito bem. Tem uma pergunta da André Henriques que o Daron acabou de responder agora. Vou colocar aqui a pergunta dela. Olha, os espíritos apegados à matéria não voltam aos túmulos para olharem seus corpos. Aí às vezes ficam presos, né? Nem se afastam do corpo, ficam presos. Eles são agarrados à matéria, né? Isso, >> exatamente. Eh, a você, Andreia, pode imaginar o seguinte, a pessoa não cogita dessas questões do

es ficam presos, né? Nem se afastam do corpo, ficam presos. Eles são agarrados à matéria, né? Isso, >> exatamente. Eh, a você, Andreia, pode imaginar o seguinte, a pessoa não cogita dessas questões do mundo espiritual e é muito apegado à matéria e a gente pode até fazer um paralelo. Nós somos apegados à matéria? Essa pergunta a gente precisa fazer. Se a gente terá dificuldade no momento lá do retorno à pátria espiritual. Ora, se ainda nós temos aquela questão assim muito agregada, o meu computador, o meu carro, a minha casa, o meu título, as minhas coisas, a gente sai de casa para uma palestra, volta e o nosso computador tá fora do lugar. Como que a gente reage? Quem mexeu nas minhas coisas? Olha bem, né? Então, nós temos ainda um pouquinho desse apego. Obviamente que entre o pouco apego e o muito apego, a compreensão e a não compreensão, existem degraus. Ou seja, as dificuldades elas são inerentes ao entendimento do mundo do retorno à parte espiritual, ao debruçar-se sobre a vida no mundo espiritual ou não. Imagina a dificuldade de uma pessoa que se acha assim, por exemplo, assim, muito bela, muito bonita, muito importante, mas muitas vezes nem se dá conta do que do que ocorre, do que aconteceu. E existem aqueles eh nós temos aí na doutrina espírita que são, na realmente ficam sentem-se contrariados até com a divisão da herança, por exemplo. E é comum nas reuniões mediúnicas se manifestarem em espíritos dizendo assim: "Eu falo com meu filho, eu falo com a minha família e parece que eles não me vem". A pessoa não se deu conta do que que aconteceu ainda. Aí na reunião mediúnica eles são paulatinamente esclarecidos sobre a questão, né? e podem ter um entendimento eh bem melhor. Mas então eh o apego, o a o materialismo, o apego à matéria vai estar influenciando efetivamente sobre esse momento que nenhum de nós se poderá furtar, não é? a gente pode eh adiar uma viagem, eh um compromisso, mas esse momento do retorno a pátria espiritual a gente efetivamente vai ter que

ente sobre esse momento que nenhum de nós se poderá furtar, não é? a gente pode eh adiar uma viagem, eh um compromisso, mas esse momento do retorno a pátria espiritual a gente efetivamente vai ter que enfrentar. Eh, Euzita, coloca isso aqui para paraa Eugênia e depois eu faço outra pergunta para ela, porque tá relacionada com o assunto. >> Então, vamos lá, Eugênia, a pergunta da Regina Dival. Sendo assim, como devemos dizer numa reunião mediúnica, a esses espíritos comunicantes que não sabem que desencarnaram, apegados ainda na terra. Como orientar, Eugênia? >> Boa noite, amigas, amigos. Uma satisfação estar aqui novamente. Eh, cada caso é um caso, né? A tarefa do dialogador, outrora chamado doutrinador, é uma das mais delicadas no setor mediúnico. Eh, é preciso desenvolver uma acuidade espiritual, eu diria, né? Eu usaria esse adjetivo, eh, procurando nesses instantes, eh, mais ouvir o espírito do que propriamente dizer. Porque para cada espírito, assim como para cada pessoa, é preciso tato. E muitas vezes essa tarefa de informar, ela deve ser precedida da tarefa de acolher e envolver em uma vibração amorosa, saber pouco a pouco contato psicológico, eh às vezes fazendo alusão a algum familiar, não é? Eh, essa atividade de informar a desencarnação para o espírito pode requerer uma escuta tão atenta que não imediatamente vem à melhor maneira, mas nós sempre podemos rogar aos espíritos instrutores da reunião. Eu eu acho essa a parte mais importante eh dessa em situações quitais, procurar sintonizar com a espiritualidade desencarnada que coordena a tarefa, porque eles têm muitas vezes a informações que o dialogador encarnado não tem. Então, eh, muitas vezes nesse momento nós somos intuídos que ali está presente um ente querido daquele desencarnado. E ao aludir a esse ente querido, comumente uma mãe, um pai, alguém muito caro, pouco a pouco a pessoa vai, o espírito desencarnado vai dando-se conta da sua situação. às vezes convidar para orar junto, às vezes perguntar se eh são

o, comumente uma mãe, um pai, alguém muito caro, pouco a pouco a pessoa vai, o espírito desencarnado vai dando-se conta da sua situação. às vezes convidar para orar junto, às vezes perguntar se eh são milos que cada caso vai delinear o que deve ser dito. Não tem assim uma regra que sirva para todos, não é >> isso aí? >> Conversar. >> Uhum. >> Às vezes eles dão sinais, né, Eugênia? >> Uhum. >> Eh, determinada circunstância, o espírito colocou assim: "Será que é verdade o que que eles estão me dizendo? do que que ele estava falando, né? Quer dizer, ele ouviu, ele teve a informação, mas como ele tinha receio de que fosse verdade, ele bloqueava e não dizia, ele não falava a respeito, porque ele tava ali com um bloqueio psicológico. Aí o dialogador colocou assim, realmente ele auscultou, né, a intuição do mentor, disse, realmente o que você temia aconteceu, mas olha, você está aqui conversando conosco. O que que isso significa? >> Que a morte não existe? respondeu o espírito. Exatamente. Aí o diálogo prossegue. Em outras circunstâncias, a gente vai por esse caminho e percebe que >> o espírito ele não vai aceitar bem a notícia. Então a gente ou vai mais devagar ou deixa para um outro momento. A espiritualidade às vezes é que sábia. >> É isso. Convida para serenar, para orar, mas não fala nada, né? Porque às vezes não tem nem jeito. A gente costuma brincar assim, ele desencarnou, ele não tá sabendo. Se você fala para ele, ele desencarna mesmo. >> Vai levar um susto e vai desencarnar na hora, porque tem espírito que não está preparado para para receber essa informação ainda, né? >> Exato. É como se a gente, né, você tem um mau súbito. Na nossa idade isso até já é pode ser bem comum, não é? Você tem uma su, desmaia, acorda no hospital, aí olha lá uma uma senhora de branco, uma enfermeira e e vamos supor que seja algo grave. E ele diz assim pra pessoa: "Olha, você está com uma doença grave, não, você tem pouco, poucas horas de vida. Eu nem espero você, não é?" >> Então, a gente tem que ter cuidado

por que seja algo grave. E ele diz assim pra pessoa: "Olha, você está com uma doença grave, não, você tem pouco, poucas horas de vida. Eu nem espero você, não é?" >> Então, a gente tem que ter cuidado também com os espíritos, essas informações, que eles também tm as mesmas questões, a sua sensibilidade, né? psicológica. É isso aí. >> Bom, então, Eugênia, nós vamos para dois para você. É, dentro desse item 132 se desdobra, né? Tem a oitava eh proposição de Kardec. Eh, para esses esses espíritos, não é? São mais agradáveis as preces que a gente faz lá junto dos túmulos, onde estão os seus corpos, do que outras preces que a gente faz em qualquer outro lugar? Olha, meus amigos, o o lugar em que é feito a prece importante para o espírito desencarnado do que para o encarnado. Na realidade, eh, a resposta dessa dessa pergunta 8a, né, começa informando-nos de que a prece é uma evocação. Então, toda vida que nós vamos orar por alguém, de algum modo nós estamos chamando esse alguém para próximo. Aqui o próximo não quer dizer proximidade física, proximidade de sintonia, né? O nosso pensamento vai onde quer que esteja o espírito e não necessariamente o espírito está preso ao despois carnal. Aliás, o que é melhor de se esperar é que eles não ele não esteja preso ao seu corpo físico, que há de se decompor, a de verdadeiramente perecer, não é? que é a única coisa que perece, a indumentária, a veste, como disse o Daísson na em resposta à questão anterior. Então, a veste se consome. O espírito ele não está vinculado aquela veste, portanto, não está vinculado ao túmulo, via de regra. Mas há espíritos que podem estar presos à sua tumba, ao seu corpo. Sim. Ah, há espíritos que podem estar presos a determinados locais ou a determinados ambientes. Sim. Então, a prece ela não é melhor recebida porque o porque estamos no cemitério, naquele naquela naquela lápide. Contudo, nos dias, né, ditos dos mortos, eh, em que muitos acorrem ao cemitérios, é possível que ali crie uma ambiência em que certo espírito possa se sentir

cemitério, naquele naquela naquela lápide. Contudo, nos dias, né, ditos dos mortos, eh, em que muitos acorrem ao cemitérios, é possível que ali crie uma ambiência em que certo espírito possa se sentir atraído em razão da sua da afeição dos seus entes queridos que ali estão, mas não é de predileção, porque é a tumba, porque ele estaria ali, não faz o sentido. E os espíritos dirão, né, aqui a Kardec nesse nesse item 8A, que muitas vezes os apetrechos que nós colocamos numa lápide, né, eh a foto, um amuleto que a pessoa portava, algo que diga respeito à pessoa, é mais um recurso para impressionar a nossa imaginação ou nos fazer conectar com aquela pessoa. Na realidade, o que conecta de fato é a sinceridade da oração, a sinceridade, o afeto genuíno. Quanto mais é pura for essa prece, no sentido de exarar verdadeiramente sentimentos por aquele ente que nos é caro ou qualquer outra pessoa por quem oramos, tanto melhor, não é? A prece alcança aquele que é objeto da prece, independente do lugar. O que conta é a sinceridade. >> E nós temos dois exemplos. >> Eh, desculpe, Eusa, >> não, tudo bem. Muito bom, Eugênia, se daí quiser comentar também. Nós temos dois exemplos eh muito significativos que é de Augusto Michel no céu e inferno, lá na segunda parte, no capítulo terceiro, em que ele na suci sociedade parisense de estudos espíritas se manifesta no dia 6 de abril e diz assim: "Sou eu quem vem pedir que oreis por mim. Será preciso que vá aonde está o meu corpo, a fim de implorar a Deus que me acalme sofrimentos. E aí ele coloca que sofre, pede novo que vá aquele lugar, que era preciso que assim fosse. E aí Kardec escreve uma nota: "O médium, não dando importância ao pedido que lhe faziam de orar sobre o túmulo, deixou de atender, mas se lembrou mais tarde, no dia 11 de maio, daí quase um mês depois, e foi lá procurando atender aquele pedido. Aí recebeu uma comunicação no local e ele dizia assim: "Aqui vos esperava. Aguardava que viesses ao lugar em que meu espírito parece preso ao meu

mês depois, e foi lá procurando atender aquele pedido. Aí recebeu uma comunicação no local e ele dizia assim: "Aqui vos esperava. Aguardava que viesses ao lugar em que meu espírito parece preso ao meu involucro, a fim de implorar ao Deus de misericórdia a bondade e acalmar os meus sofrimentos." E tem também Sanson. Sanson. Eu eu não sei como a a pronúncia correta. Sansão. Sansom. >> Sansom. Nesse caso é Sanson. >> Uhum. que depois que foi feita uma, ele era membro da sociedade parisense e pediu que quando ele ele desencarnasse que o evocasse logo em seguida porque ele queria dar o contributo. Ele era trabalhador também da Sociedade Parisense de Estudos Espíritas e foi feita uma prece lá e depois se manifestou um espírito dizendo que a prece que foi feita por aquele senhor o ajudou a entender a sua situação. >> Uhum. Então temos dois exemplos bem significativos aí da importância, né, da prece também >> junto ao túmulo, né, nesse cas, >> mas fica a pergunta, eh, precisa ir ao túmulo para orar? Eh, neste caso, neste caso específico que o Dyson lembrou, eh, a Kardec chega a comentar que haveria alguma necessidade de repente, né, por causa da questão dos fluidos, da dos fluidos do médium serem utilizados ali para a libertação do espírito, não é? Então, de repente houvesse essa questão técnica que a gente não domina aí na na da realidade espiritual, mas isso é uma exceção, não é? >> Uhum. Perfeito. Beleza, Daío. Então vamos à nona proposição de Kardec. Parece que não se deve considerar absolutamente falsa a crença em lugares mal assombrados. É por aí. Olha, minha amiga, a gente tem exemplos os mais variados no decorrer da nossa história, as sensibilidades, né, mais afloradas das pessoas e também aquela dificuldade do apego do próprio do próprio espírito a locais. Eh, esses espíritos, então, se eles não têm esse conhecimento que nós citamos ali, ele não tem eh não se debruçou sobre a vida após a morte, ele tem alguma consciência de si. Para onde vai? Procura os lugares afins.

itos, então, se eles não têm esse conhecimento que nós citamos ali, ele não tem eh não se debruçou sobre a vida após a morte, ele tem alguma consciência de si. Para onde vai? Procura os lugares afins. Então, é muito provável que ele volte, se ele encontrar o caminho, ele volte para sua casa. E é aquele espírito que está lá muitas vezes tentando falar com os familiares, não compreende o fenômeno, tentando falar com os familiares e ninguém o ouve, ninguém o escuta. E se ele tem eh aquele aquela questão assim, a minha casa, né? Eh, como tem o exemplo ali citado, que é o espírito de Castalder, >> isso >> que e o que que aconteceu que é na pergunta nona também há, né? Que circunstâncias podem induzi-los a buscar tais? Tem esse exemplo da revista espírita de 1860 que é intitulado a história de um danado, que houve rumores, manifestações numa numa casinha perto de Castalder e o pessoal achava que era habitada por fantasmas. Ela foi exorcizada em 1848 sem resultado e o proprietário faleceu repentinamente. Alguns anos depois, o seu filho, animado do mesmo desejo, ao penetrar-lhe um dos seus compartimentos, recebeu um tapa no rosto. Você imagina, não tem ninguém e recebeu um tapa no rosto, uma bofetada. Então, eh, Kardec, ele evocou em 1859 esse espírito e ele se manifestou por sinais de tamanha violência que São Luís, indagado sobre o assunto, respondeu: "É um espírito da pior espécie, verdadeiro monstro. Nós fizemos que ele comparecesse, mas tudo que lhe dissemos não foi possível obrigá-lo a escrever. Ele possui livre arbítrio e tem feito Cristo uso. Orai por ele depois na continuidade das perguntas e do diálogo. E se o evocardes daqui um mês, vereis a transformação operada. Então veja de novo, né, a importância da prece mesmo por esses espíritos. Orai por ele em primeiro lugar. E se eu evocardes daqui a um mês, vereis a transformação que que houve. E novamente evocado, o espírito mostrou-se mais brando e descobriu-se que ele assassinara a esposa, eh, um irmão também por motivo de ciúme. E

des daqui a um mês, vereis a transformação que que houve. E novamente evocado, o espírito mostrou-se mais brando e descobriu-se que ele assassinara a esposa, eh, um irmão também por motivo de ciúme. E ele estava lá na casa não querendo que ninguém habitasse, porque ele achava que era a sua propriedade, que ninguém tinha. esse direito. Então também aí tem todas essas questões, né, da posse, da materialidade, do entendimento do espírito. Eles vivem como se ainda vivos efetivamente estivessem. E a prece, como nós vemos tanto nesse como em outros casos, pouco a pouco vai ajudando o próprio espírito que quando se manifesta numa reunião mediúnica também tem o esclarecimento e a oportunidade de entender tudo isso. Aqui no Rio Grande do Sul, nós tivemos um episódio h cerca de uns 8, 10 anos na cidade de Caiçara, que efetivamente aconteciam fenômenos os mais estranhos, batidas, pedras no telhado, era uma casa mais isolada no campo, o pessoal saía à rua, não encontrava nada. E foi tentado exorcismo e outras questões que não atenderam a uma questão que seria um espírito que estava ali interferindo nos habitantes daquela daquela casa. somente, né, quando esses espíritos se manifestarem em reuniões mediúnicas das dos centros espíritas do entorno, a situação declinou depois de algum tempo, depois deles já terem mudado de residência, de terem eh ido para outro lugar, demolido a casa e mas fórmulas, conversas que não tinham a característica assim do amor, do entendimento, do da compreensão do fenômeno em si, não resolveram muito. Que a gente tem que prestar bastante atenção numa questão. Nesses trabalhos de esclarecimento aos espíritos, nós precisamos olhar os dois pontos, o encarnado e o desencarnado. O espírito que está no corpo e o espírito que está no mundo espiritual. Se a gente tenta expulsar o espírito para beneficiar o encarnado, nós não somos efetivos. Nós precisamos atender a ambos, porque ambos são nossos irmãos. Ambos estão a procurando ali o caminho do entendimento e da evolução.

ar o espírito para beneficiar o encarnado, nós não somos efetivos. Nós precisamos atender a ambos, porque ambos são nossos irmãos. Ambos estão a procurando ali o caminho do entendimento e da evolução. >> Muito bom. Eh, Eugênia, tem mais alguma coisa que você agregaria aí dentro dessas circunstâncias que podem induzir os espíritos a buscar esses lugares? >> Eh, normalmente os espíritos eles eles gostam da presença das pessoas, né? E e buscam-nos por sintonia. Muitas vezes eles querem se fazer notar mesmo e ali ocorrem onde há pessoas que podem percebê-los, né? No caso, os médicos. É importante frisar, isso foi objeto de estudo da primeira parte, né? Eh, que eh os o fenômeno não é possível sem a presença dos médiuns, né? Então, muitas vezes o espírito percebendo que ali há uma pessoa que o nota, ele fica feliz ser notado, né, alguns eh e às vezes eles querem tão somente ser ser percebidos, mas há aqueles que de fato eles desejam importunar, porque são espíritos ainda zombeteiros, ainda muito presos a a um nível de de estágio, eh, em que o gracejo é a marca. Então, eles querem só mesmo ali, no caso desse espírito da história de um danado que o Daon cita revista espírita de fevereiro de 1860, salvo engano, né? Eh, fevereiro de 1860, ele era um espírito de natureza má perversa. inclusive cometeu eh um crime ali naquele local, né? E e no desenrolar do diálogo de Kardec com com essa entidade, né? Kardec pediu permissão a São Luís para evocar o espírito. O espírito tava com uma vontade terrível. São Luís explica que ele havia cometido crime e que também havia induzido a morte do o espírito que esbofeteou o filho induziu a morte do pai, né, que morreu de susto. Então ele assustou o morador a ponto dele vir a desencarnar. Então assim, era um espírito de maíndole, né? E eu achei interessante, Campete, é que ele diz assim, eh, ah, em relação aos exorcismos, né? Mas acho que tem uma pergunta lá na frente quanto a isso, então deixar quieto aqui para não antecipar demais. >> É, tá mais adiante ali. Isso.

que ele diz assim, eh, ah, em relação aos exorcismos, né? Mas acho que tem uma pergunta lá na frente quanto a isso, então deixar quieto aqui para não antecipar demais. >> É, tá mais adiante ali. Isso. >> É. É só isso mesmo. >> OK. Você vai pra quarta questão agora, Carlos, pra Eugênia. Seu seu som >> é a quinta agora. Já coloquei e agora para ela a quarta. Já é a quinta já. >> A quinta é da Yon. >> É da Y. >> Daí. Os lugares assombrados sempre o são por antigos habitantes deles. Você já entrou no assunto? Acho que continua o desenvolvimento. >> Perfeito. Sempre, não. Às vezes, porquanto se o antigo habitante de um desses lugares é um espírito elevado, não se preocupará com a sua habitação terreno, tanto quanto o seu corpo. Então, os espíritos que assombram certos lugares muitas vezes não tem para procederem outro motivo que não simples capricho, a menos que para lá sejam atraídos pela simpatia que lhes inspirem determinadas pessoas. Nós temos também o outro exemplo do François Riquier no céu e inferno na segunda parte ainda no capítulo terceiro, que ele era avarento, muito popular, faleceu em 1857, deixou aos parentes uma fortuna considerável por alocador de mãe inquilina que o esquecera completamente. E em 1862, uma filha dessa senhora sujeita à crise de catalepsia, seguidas de sono magnético, também boa média escrevente, viu num desses sonhos o o senhor requer, e ele dizia que pretendia dirigir-se à sua mãe. Então, passado alguns dias, eh, manifestou-se espontaneamente, confirmando e foi realizada com ele a seguinte conversação: "Que pretendeis de nós?", Olha a resposta dele. O dinheiro do qual se apossaram para o repartirem, venderam as fazendas, casas, tudo. Desbarataram meus bens como se não fosse mais meu. Fazei que se me faça justiça. Dizem que eu era usurário e guardaram meu cobre. Por que não me restituem? Então a gente vê na fala dele que ele ainda entendia que poderia usufruir da fortuna dele. Acharão por acaso que foi mau ganho? E aí colocam para ele: "Mas vós esti

eu cobre. Por que não me restituem? Então a gente vê na fala dele que ele ainda entendia que poderia usufruir da fortuna dele. Acharão por acaso que foi mau ganho? E aí colocam para ele: "Mas vós esti morto, meu caro senhor, não tem mais necessidade de dinheiro. Peça a Deus que lhe dê uma nova existência de pobreza a fim de espiardes a usura desta última." E a resposta, não. Eu não poderei viver na pobreza. Preciso do meu dinheiro, sem o qual não posso viver. Demais, eu não preciso de outra existência porque eu tô vivo. E aí lhe foi feito outra, a seguinte pergunta no intuito de chamá-lo à realidade. Sofreis? E aí ele começou a se dar conta. Ah, sofro as piores torturas. É minha alma que padece. E como era comum na época as pessoas terminarem as correspondências indicando o endereço, ele terminou a comunicação Franço Soares Riquia, rua de Laxeri, número 14. Então ele indicava a moradia como se vivo estivesse. Pois bem, eh aqui a gente vê o caso de um espírito apegado à matéria, usurário e que obviamente não entendia que morto, desencarnado, assim estava e obviamente retorna, né, na tentativa de reaver os seus haveres. Então, mais uma vez, a gente vê aqui eh que pode ser por habitantes desses lugares, mas imaginemos o seguinte, uma reunião mediúnica sem os cuidados que nós aprendemos com o espiritismo, compromisso, responsabilidade, seriedade. a reunião do copo, por exemplo, ou a mesa hoja ou ou uma outra vertente de uma reunião que não se tem compromisso com a verdade, com o cuidado, com o estudo, com o entendimento. Qualquer espírito pode penetrar nesse lar, nessa casa, e por vezes são atraídos por isso e não é tão fácil expulsá-los, não. pode se sentir à vontade lá e disse assim: "Não, eu não vou me embora. Me chamaram aqui, né? A pessoa queria saber quando é que ia casar, né? Se ia ganhar alguma fortuna. Então também tem essas questões, né? Os espíritos podem ser atraídos também pelas dificuldades que o que o encarnado tem, como os vícios, né? como o álcool, como as drogas e tantos outros, que por

na. Então também tem essas questões, né? Os espíritos podem ser atraídos também pelas dificuldades que o que o encarnado tem, como os vícios, né? como o álcool, como as drogas e tantos outros, que por vezes é um foco de atração de espíritos que por vezes podem estar nesses locais, nessas casas, muitas vezes eh não exatamente sendo habitantes, ex-abitantes desses lugares. Muito bem, Eugênia, no na décima, então agora, né, os espíritos podem estabelecese num lugar desses confito de protegerem uma pessoa ou a própria família? >> Sim, mas no caso de serem bons espíritos, eles não vão causar eh perturbações, né? Eles não vão estar ali fazendo coisa para assustar, né? Ah, e se forem bons espíritos e elevados espíritos, né, isso aqui não consta exatamente na resposta, mas é uma inferência que que fazemos em razão da do estudo global da obra de Kardec, né, do que aprendemos em outras obras. Se forem espíritos bons e elevados, nem mesmo muitas vezes há necessidade da presença do espírito no local, porque o auxílio pode se fazer por meio do pensamento, por exemplo, né? E aqui recordamos, amigos, a questão 495 de O livro dos Espíritos, em que Kardec pergunta exatamente se o espírito protetor abandona o seu protegido. A resposta é longa, é de São Luís e Santo Agostinho. E eles dizem, por exemplo, o seguinte: onde quer que estejamos, até em outros outros planetas, o vosso pensamento nos alcança. Então, não temais eh nos cansar com as nossas perguntas. Então, o auxílio do espírito adiantado, ele não precisa da presença do espírito para se fazer sentir, né? É um auxílio efetivo mesmo à distância. Agora há espíritos da nossa família, né, que foi foi a família consanguínea, que partem, que são espíritos familiares, que são bons espíritos, que nos desejam fazer bem e vem nos visitar. Eh, às vezes ainda estão com se é uma mãe, por exemplo, encontramos na literatura espírita, uma mãe que parte, deixa filhos pequenos, essa mãe parte em alguma medida intranquila, preocupada com seus suas crianças aqui. Então, fica

e é uma mãe, por exemplo, encontramos na literatura espírita, uma mãe que parte, deixa filhos pequenos, essa mãe parte em alguma medida intranquila, preocupada com seus suas crianças aqui. Então, fica aflita, deseja estar, vê se se as crianças vão ser bem cuidadas, etc. Então isso não é eh é uma um bom espírito assim, bom no sentido não da classificação de Kardec, né? Porque para ser bom espírito está ali na segunda ordem, é preciso já eh ter algo do da preponderância do espírito sobre a matéria, mas no sentido aqui da resposta, espíritos bons, assim inclinados ao bem, né? não propriamente seres que desejam fazer um mal, que desejam causar a turbulência naquele ambiente. Agora, de outro modo também isso, a literatura espírita vai nos legar, é que há espíritos bem intencionados que desejam auxiliar, mas não tem o conhecimento suficiente do seu estado e nem condição emocional para tal. E aí mais perturbam do que mais atrapalham do que auxiliam em razão do seu próprio estado, de não saberem exatamente como atuar em relação aos seus entes queridos, né? Então tem muito isso também. >> Muito bem, Eugênia Daísson, alguma colocação? >> Nós temos o exemplo de de André Luiz em nosso lar. quando ele teve permissão para ir visitar o lar, ele ele chegou até lá e identificou que o atual companheiro, no primeiro momento, ele teve um impacto, né, mas que o atual companheiro da ex-esposa dele estava com alguma dificuldade orgânica. E nos diz ali na obra que ele pediu auxílio a Narcisa. A Narcisa veio a até ele, né, Orou os espíritos da natureza e produziram ali uma substância favorável à recuperação orgânica do do atual companheiro da ex-esposa. E tem também o evangelho no lar, né, meus amigos? os espíritos que ocorrem a nos acompanhar no quando a gente estabelece o estudo do espiritismo, o evangelho no lar, os nossos espíritos protetores, os nossos espíritos familiares, espíritos amigos, eles também estão ali no nosso lar com intuito de nos intuir no exercício do bem a realizar aquilo que a

gelho no lar, os nossos espíritos protetores, os nossos espíritos familiares, espíritos amigos, eles também estão ali no nosso lar com intuito de nos intuir no exercício do bem a realizar aquilo que a gente lê na teoria, nas páginas do Evangelho, né, a colocar em prática muitas vezes também estão ali no nosso lar, nos ajudando, colaborando com a gente até às vezes no desdobramento pelo sono, quando às vezes a gente tem uma assim: "Ah, eu tô com não sei o que fazer com essa situação". E aí dorme. No outro dia de amanhã, a primeira coisa, mas como que eu não pensei nisso antes? Porque não dormiu, não recebeu muitas vezes o apoio pela solicitação de uma prece. Meu Deus, me ajuda. O que que eu faço nessa situação? E essas conversas também durante o nosso sono são nos lares, né, desses espíritos que têm o intuito de nos ajudar na na nossa tarefa, né? >> Muito bom, Daío. E encaminhando paraa nossa sétima questão, a 12ª proposição de Kardec. Será racional? Pessoal falar um uma partezinho rapidinho aqui. >> É que às vezes a gente pensa também que as pancadas, essas coisas, eh, elas são apenas para para perturbar e gracejar, mas há pelo menos duas situações que me recordo agora da literatura espírita em que a pancada ela foi só para chamar atenção, né? Kardec que tava trabalhando sobre o livro dos espíritos, nós vamos encontrar em obras póstumas. do espírito chamava atenção porque ele tava errando em algum ponto esse fato. E há também ali no céu e inferno, no último capítulo da obra, a Clara Rivier, uma criança que parte aos 10 anos de idade. Depois que ela parte, eh, ela passa a aparecer pra irmãzinha menor e, e ela se vale de um espírito batedor que bate, mexe nos móveis, arranca a cortina, mexe com a roupa, joga a louça e tal. Então assim, às vezes o o espírito só quer chamar atenção mesmo, não necessariamente fazer o mal, né? Não para perturbar, mas querer chamar a atenção para alguma coisa. Perfeito, Eugênio. Obrigada. Então, vamos lá. Dar isso. Será racional temerem-se os

enção mesmo, não necessariamente fazer o mal, né? Não para perturbar, mas querer chamar a atenção para alguma coisa. Perfeito, Eugênio. Obrigada. Então, vamos lá. Dar isso. Será racional temerem-se os lugares assombrados pelos espíritos? Não. Os espíritos que frequentam certos lugares, produzindo neles desordens, antes querem divertir, divertir-se a custa da credulidade e da poltronaria. O que que é poltronaria, né? Medo, covardia, eh moleza, também pode se traduzir assim dos homens do que propriamente lhes fazer mal. Aquela questão, a gente vai estudando o espiritismo e acaba que a gente se torna, mesmo que não seja médium, ostensivo, a gente se torna mais sensitivo pelo próprio conhecimento. Então, muitas vezes você passa a identificar determinados fenômenos que antes passava batido, por assim dizer, não um parece um vulto. Tive impressão de que alguém estava me olhando, tive a impressão de que eu vi uma voz. Então, tudo isso a gente tem que procurar ver o que estamos sentindo. Se você tem uma impressão estranha e sente ódio, né, vem à tona ali alguma imperfeição, você sente pavor, não é algo bom. Se ao contrário, como é o efeito da prece, quando você faz uma prece, você tem a sensação agradável, você sente mais calmo, mais tranquilo, muito provavelmente estão ali em torno de nós bons espíritos. Mas fica uma pergunta também pra gente refletir. Se você olha, está dormindo, acorda e olha os pés da cama, eh, um vulto, como se fosse uma neva, a gente vai dizer o quê? Ah, é só um espírito, que mal ele pode me fazer? Pois bem, e se você identifica que não é um espírito, é alguém que entrou pela janela, a janela tá entreaberta, tem uma faca na mão ou uma arma na mão, a quem você temeria mais? Ao encarnado, que efetivamente pode nos fazer algo mal. Então, eh, obviamente a crendice popular que a gente tinha lá até na nossa infância, eu não sei se vocês enfrentaram essa situação, aqui na nossa região, nós tínhamos o homem do saco. Era um homem que recolhia alguma coisa e

crendice popular que a gente tinha lá até na nossa infância, eu não sei se vocês enfrentaram essa situação, aqui na nossa região, nós tínhamos o homem do saco. Era um homem que recolhia alguma coisa e a mãe para tentar que a gente não fosse tão peralto e tão arteiro, diz assim: "Olha, velho do saco vai te pegar". E aí começa todas aquelas histórias, né? como também foi comentado no encontro passado da mula sem cabeça, as lendas, por assim dizer. Imagina isso, coloca na no emocional da pessoa algumas circunstâncias assim, às vezes qualquer barulhinho pelo vento, né, ou tava muito quente de dia e teve um efeito pelo esfriamento de noite da madeira, então dá uma estrada, ah, é um espírito, é um fantasma. Então, a imaginação também pode levar eh a essas circunstâncias. Bom, nós vimos aqui sobre a prece, não é? Então, a prece em toda circunstância, ela efetivamente pode nos ajudar a enfrentar situações que tal, talvez em algum lugar assombrado, por assim dizer, por algum espírito, a gente pode ter a grata oportunidade naquele momento orar pelo espírito, que se ele está ali, muito provavelmente está com alguma dificuldade. Então ele só assombro certas casas porque às vezes encontram ensejo de manifestarem sua presença neles. Imagina um espírito brincalhão que quando vivo adorava dar susto nos outros. Se ele pode fazer depois de desencarnado, ele não vai perder oportunidade também de muitas vezes assustar alguém que se assuste tão facilmente assim ou que tenha muito muita crendice assim nessas circunstâncias. Tudo bem, Eugênia? Eh, Eugênia, é o seguinte, a pergunta é da 13ª, haverá algum meio de expulsar os espíritos desses lugares? >> Bom, eh, a resposta é que sim, mas normalmente o que se emprega não é o que o que surte é feito, né? a essência, meus amigos, na na realidade eu nem gosto desse termo expulsar, porque assim, eh, eu acredito que esse termo expulsar tá muito no nosso nível de entendimento terra a terra, sabe? A gente quer se livrar daquilo que incomoda. E às vezes o

gosto desse termo expulsar, porque assim, eh, eu acredito que esse termo expulsar tá muito no nosso nível de entendimento terra a terra, sabe? A gente quer se livrar daquilo que incomoda. E às vezes o espírito ele não precisa ser expulsado, né? Ele precisa ser levado porque às vezes ele precisa de um tratamento também. Então, o ideal é uma oração pela entidade, não uma postura que em si é beligerante em relação ao espírito, né? Vou expulsar você daqui uma situação que já é de promover um antagonismo, né? Então, não é bem isso, mas o que é dito eh na resposta dessa pergunta é que a melhor maneira de expulsar os maus é atrair os bons, né? Mas se somos pessoas boas, né, não faz sentido expulsa alguém, né? Claro que há espíritos impedernidos do mal, há espíritos hipócritas, há espíritos eh verdadeiramente malemolentes e que eles têm uma intenção ruim, perversa, mas a maneira de os afastar não é guerrear com eles, né? Não é colocá-los na condição de inimigos, mas sim sintonizar de tal maneira com o bem, com a luz, com espíritos adiantados que eles não encontrarão acesso nem no nosso nem no ambiente em que estamos, nem no nosso psiquismo, né? Então assim, é mais um trabalho que às vezes se nós nos sentimos impotentes para essa tarefa, né? Nós podemos rogar ao nosso anjo da guarda, o espírito protetor, ou rogar ao espírito protetor, anjo da guarda deste espírito, ou aos as entidades mais elevadas que possam fazer aquilo que nós não damos conta de fazer em razão de estarmos encarnados ou mesmo da nossa pequenez, mas pedir amorosamente para que essas entidades possam ser levadas eh aonde elas possam ser tratadas, né? né, antes de tudo, né? Então isso é desenvolver também o amor e a prece genuína por elas, né? Então esse ponto que eu queria chamar atenção, sabe, Campete, que não é bem assim expulsar, porque isso tá muito arraigado na gente, né? A gente quer ver bem longe o mal e quer bem perto o bom. Só que como que nós vamos atrair bons espíritos? Fazendo com que seja de nós emanado um amor

lsar, porque isso tá muito arraigado na gente, né? A gente quer ver bem longe o mal e quer bem perto o bom. Só que como que nós vamos atrair bons espíritos? Fazendo com que seja de nós emanado um amor genuíno. E o amor acolhe e inclui, não é? O amor não expulsa ninguém. >> Bem, Eugênia, é da isso. Alguma colocação? Podemos continuar. Seu microfone tá fechado. >> Eh, efetivamente o o Divaldo, ele teve alguém que o perseguiu durante muito tempo, né? E como é que ele expulsou aquele espírito? conquistando seu coração. Então é uma pergunta que a gente tem também no meio espírita. O espírita pode ter inimigos? Pode. Cristo teve. O espírito não pode ser inimigo de ninguém. E a nossa transformação moral muitas vezes aqueles que nos observam é um meio também de expulsar o espírito, não? O sentimento negativo que ele carrega, porque ele se transforma também. Então aí também eh vem a necessidade de nós procurarmos sermos sinceros, né, nas nossas circunstâncias. Eu vi que tem algumas perguntas, né, Euzita, do público. >> Exatamente. Aí vamos dar uma aceleradinha aqui porque tá bombando aqui no chat a 13ª. Porque existem pessoas >> muito bondosas que são perseguidas por esse tipo de espírito? Pois bem, se essas pessoas são realmente boas, isso acontece talvez como prova para lhes exercitar a paciência e concitá-las também a se tornarem ainda melhores. Fica certo, porém, de que não são os que continuamente falam das virtudes os que mais as possuem. Olha que puxão de orelha, né? Aquele que é possuidor de qualidades reais quase sempre o ignora ou delas nunca falam. Nós também precisamos considerar que se nós somos, estamos no caminho do bem hoje, não somos bons ainda. Nós estamos no caminho de nos tornarmos pessoas boas. Mas no passado é muito provável que tenhamos nos equivocado e prejudicado alguém. Então, mesmo que estejamos nesse caminho eh que o Cristo nos orienta, que o Cristo nos aponta e nos conduz, pode haver do passado espíritos que queiram nos prejudicar. Ah, você tá aí, né, nesse outro corpo,

mesmo que estejamos nesse caminho eh que o Cristo nos orienta, que o Cristo nos aponta e nos conduz, pode haver do passado espíritos que queiram nos prejudicar. Ah, você tá aí, né, nesse outro corpo, mas eu sei que você fez lá no passado e vem nos cobrar. Aí, novamente vem aquela questão ali que a gente colocou, a mudança do nosso comportamento quando efetiva, ela pouco a pouco vai diluindo esses rancores dessa essas questões do passado e podemos caminhar juntos, não é? Então, muitas vezes a pessoa é boa hoje, mas no passado tem algo que precisa, eh, digamos assim, trabalhar com algum espírito que porventura pode estar ali ferido >> na sua vida. >> Muito bem, nós temos cinco perguntas do nosso público, mas eu creio que tá tranquilo, né? conversando no chat com a Euzita. Acho que tá tranquilo. Euzene, >> eh, nós vamos para a 14ª que é prevista, é a última de hoje e é aquela que você falou que vai ter sobre o exorcismo, né? Chegou nela. Eh, que se deve pensar com relação à eficácia dos exorcismos para expelir dos lugares mal assombrados os maus espíritos? >> Pois é. É, olha, eles eles fazem rir da desses desses rituais, né? e às vezes até agustam, intensificam a a importunação. Eh, e aí, claro, tem esse caso que tem no rodapé aqui, né, do livro dos médiuns sobre a história de um danado. Mas o que me me marcou nessas leituras da revista espírita foi do o estudo sobre os processos de Morzine. São cinco artigos, né? Kardec vai começar esse estudo em dezembro de 1862 na revista. Aí vai fazer janeiro e fevereiro de 1863 e abril e maio de 1863. São cinco artigos. É um estudo completo sobre obsessão e desobsessão, porque os dois primeiros nem falam dos processos de Morzine, falam mais da obsessão, desobsessão. Aí a partir do terceiro é que vai falar, né? também tem lá eh a eh como é epidemia demoníaca da Saboia, algo assim, >> eh entre aspas demônio, né? Mas então eles são espíritos que estão ali assediando toda uma comunidade, né? A a comuna de Morzini na Alta Sabóia. E o

como é epidemia demoníaca da Saboia, algo assim, >> eh entre aspas demônio, né? Mas então eles são espíritos que estão ali assediando toda uma comunidade, né? A a comuna de Morzini na Alta Sabóia. E o padre, gente, gente, o padre começa a fazer exorcismo. O que que acontece? Os espíritos intensificam o assédio, sabe? Não, não, não adianta de coisíssima nenhuma, porque eles fazem é rir. Não tem assim, não é você chegar com um objeto, um crucifixo ou o que quer que seja, não é nada assim de rito formal, né? Porque os espíritos são simplesmente a alma dos que partiram e se eles estão querendo importunar, alguma razão há. Então, é precisamente isso que a gente trata em reuniões mediúnicas. saber a razão dos sofrimentos, o que impulsiona o espírito a tal qual atitude, procurando e tocar o espírito naquilo que ele tem de de humano, né, de ou que ou aquilo que pode comoê-lo ou persuadi-lo. Eh, não é fórmula exterior, nada que seja exterior, é tudo que diga a respeito à mudança íntima nossa, né? Porque por alguma razão eles se sentem atraídos à nossa pessoa. Às vezes um vício moral que encontra eco neles, ressonância, não é? Eh, eu não me recordo exatamente, talvez Campete recorde ou Eusita ou Daisson, mas no livro dos médiuns mesmo, e eu não sei se ainda vai vir esse item, é que eram senhoras que que tinham o hábito da maledicência. Então o espírito, os espíritos eram atraídos porque elas elas eram maledicentes, estavam fazendo fofoca. >> Então eles vinham e se divertiam com elas, né? Então era isso que que os atraía. Então são as nossas enfermidades morais, aquilo que em nós ainda é pequeno, tacanho, inferior, é que permite essa sintonia, né? >> Uhum. Muito bem. Vamos para as perguntas, dos nossos. >> A Graziele colocou essa daí, ó. Dairson, boa noite. Quando pensamos em um ente já desencarnado, mesmo sem ser uma uma reza, uma oração, apenas lembrando dele, ele já sente? Eh, eu trago aqui o exemplo novamente de nosso lar, a sobrinha de Lízias, como é que era o nome dela? Elisa,

desencarnado, mesmo sem ser uma uma reza, uma oração, apenas lembrando dele, ele já sente? Eh, eu trago aqui o exemplo novamente de nosso lar, a sobrinha de Lízias, como é que era o nome dela? Elisa, que ela recente tinha chegado, ela foi conduzida às câmeras de retificação e ela tava deitada lá e a avó dela orou por ela. No filme retrata bem isso. Eh, no livro tem mais detalhes, mas no filme aparece a numa espécie de telão, na sala em que ela estava acomodada, a avó dela rezando por ela. >> Vejam bem, né? Porque qual é qual é a linguagem do espírito? É o pensamento. É o pensamento. Então, se você, como o você colocou ali, a maledia deência, você tá falando da pessoa, se a pessoa está desencarnada, muito provavelmente ela está do seu lado, tá sendo atraída. >> É, é, é uma prece reversa, né? Porque é uma invocação. >> É uma invocação, não é? Então, eh, quando pensarmos em alguém, é preferível que a gente faça uma efetivamente uma prece, que esteja bem, que a espiritualidade ampare essa pessoa, que ela, né, fique fique amparada pela espiritualidade, possa estar >> tranquila, né? esse pedido ajuda ela. A nossa prece, por exemplo, eu entendo assim, perante eh a dificuldade de um familiar, o retorno à parte espiritual de um familiar, eh, não é a minha perda, é, pelo contrário, é que a pessoa naquele momento, porque o processo desencarnatório é uma cirurgia complexa, naquele momento ela possa receber o ajuda, que que se tranquilize, que tudo vai ficar bem. esse nosso pensamento está de alguma maneira ajudando o espírito nesse nesse momento tão importante, né, que é a transição no momento da morte. >> Uhum. Muito bem. Eh, fica à vontade para comentar se tiver alguma coisa aqui. Eugênia, tá bem nessa pergunta ainda. Eh, eu já vou te colocar outra, mas se quiser comentar dessa também, eh, André Henriques coloca o seguinte: "Guardar os objetos pessoais de quem faleceu prejudica a desencarnação? Tem um tempo paraa família se desfazer desses objetos?" É bom. Então vou só complementar

eh, André Henriques coloca o seguinte: "Guardar os objetos pessoais de quem faleceu prejudica a desencarnação? Tem um tempo paraa família se desfazer desses objetos?" É bom. Então vou só complementar rapidinho essa anterior, né? É que bom, é isso também depende muito, não é, gente? Às vezes o, por exemplo, o próprio André Luiz, ao desencarnar, ele recebeu o amparo da mãe, de Clarêncio, de incontáveis seres desencarnados e que ele não ele não ele não percebia, né? dada a sintonia dele. Então, às vezes, o espírito ele não é que a prece eh em específico, o pensamento vai atrair imediatamente o espírito, porque o espírito pode estar num grau de perturbação tal que ele não vai receber nem mesmo uma prece que é direcionada a ele, receber imediatamente, né? Claro que aquilo não se perde, mas muito tempo depois é que ele foi numa prece sincera e arrependimento. É. percebeu claro, mas a mãe tava desamparando ele, não, né? Então, às vezes, a nossa perturbação nos impede de perceber ou mesmo de ser atraído, né? Mas assim, em relação a essa pergunta, ela é muito importante, Andreia, porque isso aqui depende eh do nível evolutivo daquele que desencarna, né? Aquele que encarnado já era uma pessoa desapegada. ao desencarnar, não tinha pego nenhum as próprias coisas e já tava num estádio adiantado, ele não vai fazer conta de nada que ficou. Mas eh a maioria de nós não é pessoa desapegada, né? Nós somos apegados, nós somos condicionados à matéria. E aí isso pode ser um grilhão. Eu vou contar de um caso que eu ouvi real, verídico, né? Porque conheço essa mãe, não conhecia o filho porque quando eu conheci a mãe, o filho já havia partido. Esse filho parte era o seu caçula de três e ele partiu eh de câncer nos ossos, né, aos 18, 19 anos. O garoto, o jovem padeceu longo período e já então partiu. E essa mãe ficou cultivando a a as roupas, os instrumentos musicais, o quarto, igualzinho que era por décadas, né, que 15 anos ela ficou fazendo isso. E e o espírito eh manifestou numa mediúnica e disse que

mãe ficou cultivando a a as roupas, os instrumentos musicais, o quarto, igualzinho que era por décadas, né, que 15 anos ela ficou fazendo isso. E e o espírito eh manifestou numa mediúnica e disse que aquela o fato da mãe ter aquelas coisas ali estava eh perturbando ele, estava atraindo ele para o ambiente doméstico. Vejamos nós, né, tanto tempo depois. Então isso depende muito da situação do espírito, da clareza que este espírito enquanto encarnado tinha do que é a vida espiritual, do que é estar na terra. que é eminentemente passageiro, depende do grau de compreensão que essa pessoa tem da real finalidade da vida. Mas a muitos de nós, né, encarnados na Terra hoje, eh não temos a clareza do que é estar na carne e e o que é desencarnar. E mesmo nós espíritas, há espíritos que são apegados, né? Então, é preciso que nós possamos ir pouco a pouco nos desapegando de tudo o que é material. Não tem um tempo, viu? Não tem um tempo específico não para se desfazer das coisas. Mas o ideal é que se disfaça, doe, doe as coisas. Bem, Eugênia, dá isso. A Regina Dibe, uma filha apegada ao seu pai, que fez escolhas erradas, ainda encarnado, quando este já desencarnado em outro estado, pode esse penetrar em casa da filha? novamente a questão do pensamento, né, meus amigos, se como como que a gente está conduzindo o nosso próprio pensamento. Temos o hábito da oração, temos o hábito de orar pelas pessoas, nossos familiares mesmo que já desencarnaram, fazemos o evangelho no lar. Tudo isso de alguma maneira vai ajudar tanto a eles quanto a nós. E nós aqui mesmo na nossa atual reencarnação, quantas coisas às vezes cometemos e quando olhamos para ela depois de algum tempo, a gente diz assim: "O que foi que eu fiz? Como é que eu fui cometer essa essas circunstâncias? Qual é o sentimento que que nos atinge? Então, não é a tentativa de mudar de posição, de talvez reparar algum erro que tenhamos cometido. O espírito quando chega no mundo espiritual também ele vê em muitas circunstâncias com mais

os atinge? Então, não é a tentativa de mudar de posição, de talvez reparar algum erro que tenhamos cometido. O espírito quando chega no mundo espiritual também ele vê em muitas circunstâncias com mais clareza a vida e pode em algum momento dizer: "Perdi a minha vida". E isto também pode ser um motivo de tentar modificação. Então vai tudo dentro ali de como a gente pensa, do que que a gente está fazendo para auxiliar aquele que desencarnou, mesmo em situações difíceis. Porque o sofrimento do espírito tanto maior é quanto mais lento for o desprendimento do perespírito. A presteza desse desprendimento está no quê? na razão direta do adiantamento do espírito. Para aquele que é desmaterializado, que já tem a consciência pura, a morte é qual sono breve, isento de agonia e cujo despertar é muito suave. A reforma íntima e aquisição de valores ajuda e muito. A prática do bem, o conhecimento do espiritismo, a consciência pura exerce influência muito grande sobre a duração da perturbação que se tem após a morte. E todos nós nos modificamos ao cabo de algum tempo, ainda encarnados. desencarnados, a gente muitas vezes enfrenta as consequências e isso chega até mais rápido. Então, eu diria assim, eh, evangelho no lar, quando pensar, ore pela pessoa, ajude-a. E que mal tem também, a gente pode dizer assim, eu desencarno, eu não vou querer visitar os meus filhos, a minha esposa, os meus netos quando puder, obviamente, porque a gente não fica desocupado no mundo espiritual, não é? A gente tem também ocupações, preparo paraa reencarnação, por exemplo, um olhar sobre como vai ser a nossa próxima reencarnação. Tudo isso de alguma maneira interfere e o nosso pensamento pode fazer fazer muita diferença inclusive no bem-estar desses espíritos quando eles nos visitam. Eugên, agora o nosso tempo ficou curtinho. Nós temos três perguntas, na verdade, a gente tem que ser um pouco breve aqui. Então, Larissa Barros colocou o seguinte: "Pode existir espíritos que se sentem bem em lugares em lugares inferiores, apesar do

mos três perguntas, na verdade, a gente tem que ser um pouco breve aqui. Então, Larissa Barros colocou o seguinte: "Pode existir espíritos que se sentem bem em lugares em lugares inferiores, apesar do sofrimento?" É, não, não, não verdadeiramente bem, mas eh há um condicionamento que nos prende muitas vezes ao sofrimento e aí nós não nos sentimos suficientemente fortes para sair de certas situações, né? Então isso nos prende aquele local, né? E às vezes o espírito já tá cansado intimamente, mas não admite, não admite que está cansado daquilo ali, que aquilo ali causa dor, né? Isso acontece muito, acontece com o espírito e acontece com o carnado de situação que nos agrilhoua e a gente não tem coragem de sair para porque existe transformação, né? >> Uhum. Eh, Elusita, vamos colocar essa daqui. Não, não, essa daqui, desculpa. Daí são a questão da Graziele Favreto. Como se forma o grupo de espíritos que vai se formar para nos acompanhar no evangelho no lar? São sempre os mesmos, certo? Eu vejo que o espírito protetor que se comprometeu a nos ajudar nessa encarnação, ele sempre estará nessa circunstância, principalmente quando a gente está no momento de oração. E quando passamos a existe a lei de atração, não é? Os vícios, os nossos vícios, as nossas imperfeições atraem o quê? os espíritos viciosos que tem as mesmas imperfeições que a gente. Quando nós nos debruçamos em prece, em estudo do espiritismo, do evangelho, o que que nós atraímos? Espíritos com a mesma intenção também. Então, por vezes, eh, espíritos que querem acompanhar o estudo que a espiritualidade de alguma maneira também traz para que eles acompanhem os nossos espíritos protetores, espíritos que nos querem bem, porque nós temos amigos não somente desta encarnação. A gente faz ideia de quantos amigos nós já tivemos, quantos amigos nós temos, quantas encarnações nós tivemos, quantos pais, quantas mães, quantos irmãos, quantos colegas, quantos amigos essas relações elas se rompem porque a gente está reencarnado e eles não? Não, nós

s temos, quantas encarnações nós tivemos, quantos pais, quantas mães, quantos irmãos, quantos colegas, quantos amigos essas relações elas se rompem porque a gente está reencarnado e eles não? Não, nós temos muitos amigos que também ao perceberem o nosso interesse em nos modificar estudando evangelho e fazendo esforço pela modificação, eles vem isso de bom grado e muitas vezes nesses momentos eles também nos visitam. >> Uhum. Muito bem. Ô, vou colocar aqui para para você, Eugênia, um comentário da Marlene Viegas. você puder dar duas palavrinhas para ela e aí você faz aquela pergunta pendente para o Daísson, por gentileza. >> A Marlene colocou aqui, olha, eh, Eugênia, eu estou fazendo comentários, mas estou com depressão porque estou separando a documentação do meu filho, que desencarnou em 2011. Estou sentindo saudade do meu filho. >> Eh, puxa, Marlene, a gente se eh compadece, né, da sua dor. Naturalmente, eu não sei o que é a dor de perder um filho. Imagino que deva ser muito viva mesmo, mas assim que você possa, sabe, se conectar com o seu filho, eh, emanando para ele e todos nós aqui nesse momento, né, o que há de melhor para que ele receba onde quer que esteja a sua gratidão por ele ter sido seu filho, que possa receber coisas boas, né? né? É assim, você vai cooperando para que ele fique bem também, né? >> Uhum. >> E você de algum modo que ele possa onde quer que esteja receber todo o nosso carinho, todo o seu amor e você também nesse momento, tá? E força, força para você, tá, Marlene? >> Uhum. >> Muito bem, Eugênia. Eh, da isso, a gente vai dar continuidade à resposta de uma questão que surgiu no encontro passado, quando foi questionado se há algum perigo de contaminação devido à decomposição dos cadáveres nos nos cemitérios, eh, algum perigo de de contaminação da terra, dos lençóis preátárdicos. Nós sabemos que a natureza ela se renova e propicia eh esse trabalho de purificação dos ambientes. Mais modernamente já existem orientações para que o ser humano também,

rra, dos lençóis preátárdicos. Nós sabemos que a natureza ela se renova e propicia eh esse trabalho de purificação dos ambientes. Mais modernamente já existem orientações para que o ser humano também, principalmente em term em tempos de ecologia, cuide da natureza. Como que isso pode acontecer? Eh, em 1900 e deixa eu ver aqui o ano. 1996 em São Paulo, foi identificado três óbitos no único hospital. Isso começou a chamar a atenção das autoridades, porque foi descoberto que entre as manifestações mais graves por essas infecções que houveram pelo contato do Necrochorume na água, eh essas pessoas foram acometidas de chiguela, que é uma forma de desinteria bacilar, que por meio do necrocherume pode matar em até 48 horas. O que que é o necrochorume? é aquele líquido da decomposição dos corpos. E isso já foi identificado também normalmente no interior, mais pro interior, onde os cemitérios são numa elevada, numa espécie de morro, numa elevada. ali a igreja, é o cemitério e se há poços artesianos em torno, pode haver ali a contaminação do lençol freático. Então, com tudo isso, eh, isso também está numa revista que é chamada Meio Ambiente e Economia, que fala sobre o perigo do Necrochurume. É a uma revista de 27 de junho de 2011. uma reportagem de Maria Ross Melo Rodrigues, que é engenheira sanitarista, que ela justamente fala que pode sim, principalmente quando há o cemitério mais elevado e em torno comunidades com poços artesianos principalmente contaminar as águas. Houve até uma resolução que é a resolução 335 do CONAMA, Conselho Nacional do Meio Ambiente, que hoje obriga atualmente os cemitérios para que eles façam em torno do cemitério uma espécie de muro de contenção e que o necrocherume seja tratado num poço antes de ser dispensado à natureza, ou seja, antes de sair do entorno do próprio cemitério, tudo isso para eh procurar evitar essas combinações. Então, já há legislação específica sobre isso, né, para que esse líquido da decomposição dos corpos não acabe chegando as torneiras, levando

tério, tudo isso para eh procurar evitar essas combinações. Então, já há legislação específica sobre isso, né, para que esse líquido da decomposição dos corpos não acabe chegando as torneiras, levando outras doenças como a poliomelite, a hepatite, a gangrena gasosa, a tuberculose, a escarlatina e muitas outras que são manifestações mais graves do organismo humano. Então, com tudo isso, eh, a cremação tem sido uma opção, digamos assim, mais ecologicamente correta. E aí tem aquela questão da recomendação de emano das 72 horas. Quando surgiu essas 72 horas? Foi lá naquele programa da extinta TV Tupi pelo Chico. >> Pingafogo. Pingafogo. Por que que a pergunta surgiu? Porque ali estava sendo deliberado no Congresso a questão também da cremação dos corpos, só que eles pretendiam fazer que nem a inumação, 12 eh eh 24 horas. E então Emanu se manifestou e colocou, né, que a cremação ela é válida, sim, desde que, não é, pudesse eh se aguardar, ser possível, 72 horas para que o o espírito então se liberte, digamos assim, antes da cremação propriamente dita, não é? >> OK. Obrigado, >> rapidamente eu cheguei a fazer um trabalho sobre cremação e consultei alguns crematórios para fazer um trabalho sobre isso. E sabe o que que o pessoal diz lá no no climatório? Hoje em dia não precisa mais o espírita pedir porque tem fila. Então a o o ritual é uma coisa, mas a cremação propriamente dita é outra. E esses estão aguardando até 120 eh 120 horas. 5 dias, seis dias, eles entram numa fila até que chegue o momento, >> demanda um pouquinho mais. >> Tá certo? É interessante, né? Porque já vai havendo maior demanda para isso, né? E o serviço vai prolongando o que é mais conveniente para o espírito, naturalmente, né? Para dar o tempo de se desprender do corpo, né? Da organização física. Ótimo. Muito bem, gente. Nosso tempo terminou completamente. No nosso próximo encontro, nós seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas. já no capítulo 10 da natureza das comunicações, nos

bem, gente. Nosso tempo terminou completamente. No nosso próximo encontro, nós seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas. já no capítulo 10 da natureza das comunicações, nos itens 133 a 138 do livro dos médiuns. Muito bem, nós agradecemos a você que esteve conosco, aos nossos convidados, Eugênia e Daíson. Fiquem bem, fiquem com Deus e até a próxima semana. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.

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