#09 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 1

FEBtv Brasil 10/05/2025 (há 11 meses) 1:16:28 1,429 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 9 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. I Da ação dos Espíritos sobre a matéria. Itens 52 a 59. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte d...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Oibro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o estudo de O Livro dos Médiuns, nesta parceria da FEB TV com o portal do Consolador. Seja muito bem-vindo. Damos também as boas-vindas à Euzita de Melo Quinta, que é a coordenadora nacional da área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução desse estudo e com quem vamos aprendendo junto, né, Eusida? Hoje nós estamos recebendo Clarice Grenberg Brasil, que é trabalhadora do movimento espírita do Rio de Janeiro, é uma das coordenadoras do serviço de atividades mediúnicas do Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro e dirigente da reunião de socorro espiritual e na coordenação do estudo do Evangelho Rede Viva. e Aquimimo Almeida Filho, palestrante espírita, coordenador de grupo de estudos, dialogador em reunião mediúnica, membro da coordenação da área de mediunidade da União Espírita Paraense. Sejam muito bem-vindos os dois. Obrigado. E damos as nossas boas-vindas a todos vocês que estão conosco, a Clarice, Arquimo, Carlos, com o qual dividimos esse trabalho. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo um, da ação dos espíritos sobre a matéria. Iremos hoje dos itens 52 a 59. Então você que está conosco, coloque suas dúvidas, seus questionamentos no chat e os nossos amigos tentarão responder na medida do possível também além das perguntas do roteiro. Arquimo, eh, para você a primeira pergunta fundamentada no item 52. As almas podem manifestar-se aos vivos depois da morte. Bem, primeiramente, boa noite. Agradecimento pelo convite da equipe

roteiro. Arquimo, eh, para você a primeira pergunta fundamentada no item 52. As almas podem manifestar-se aos vivos depois da morte. Bem, primeiramente, boa noite. Agradecimento pelo convite da equipe para essa participação, né? Vamos eh tentar nossa colaboração aqui. Eh, Kardec quando aborda esse item 52, eh, da possibilidade da manifestação da das almas aos vivos após a morte, ele faz consideração de que já desde tempos idosos, a várias língas religiosas já admitem essa possibilidade sem estabelecer uma forma de como isso ocorre, mas ele coloca que apenas o o senso materialista seria o o opositor essa possibilidade. Obrigada, mesmo Clarice quer completar só uma reflexão, só uma pequena reflexão, né? Eh, queria perguntar, né, primeiro pra gente refletir, né, quem é o ser pensante? É o nosso corpo ou é a nossa alma? Se o ser pensante é o nosso, é a nossa alma, né, o nosso espírito, por que que quando nós estamos desencarnados não podemos continuar a nos comunicar? Nós estamos no meio dos outras pessoas, por que não podemos continuar nos comunicar? É só pra gente pensar um pouquinho sobre isso. Muito bom. OK. Nós temos uma manifestação, foi colocada aqui da Valdier Blis. Boa noite a todos. Gratidão por esses estudos da Federação Espírita Brasileira que tanto tem me ajudado a estudar a doutrina espírita. Ela é de Crotton, Maryland, nos Estados Unidos. Muito obrigado, Valdirene, pelo comentário e pelas manifestações de vocês no chat. Os comentários são sempre muito bem-vindos. E também se tiverem perguntas para fazer sobre o tema, coloquem. Nós pedimos que nos últimos 10 minutos não coloquem perguntas porque normalmente já não dá mais tempo da gente responder no mesmo dia, mas se ficarem pendentes a gente responde no próximo encontro ou por escrito e publicamos para que vocês tenham acessos, tá bem? Fiquem à vontade. Então, eh, aqui, Mimo, nós vamos agora para o item 53. Nós temos duas perguntas, vamos lhe fazer uma delas e a outra agora é a Clarice. Desculpa aqui, Clarice. A segunda será

tá bem? Fiquem à vontade. Então, eh, aqui, Mimo, nós vamos agora para o item 53. Nós temos duas perguntas, vamos lhe fazer uma delas e a outra agora é a Clarice. Desculpa aqui, Clarice. A segunda será sua, a desse item aqui, que é a pergunta de número três. Então, Clarice, como Kardec define o espírito e a alma? Bem, eh, é que a gente fala assim, né, eh, normalmente, né, a gente tem uma uma ignorância em relação a essa natureza do espírito, porque a gente sabe que é algo, mas que é que algo é esse, né? Então, Kardec tenta nos ajudar um pouquinho, né? Ele diz que esse espírito é um ser definido, limitado e circunscrito. Quer dizer, não é algo que fique vagando por aí, é algo, vamos dizer assim, único. É algo único. E aí nós sabemos que que quando ele anima o corpo físico, ele é chamado de alma. Isso daí Kardec nos falou, né, que quando ele anima o corpo físico, ele é chamado de alma. E quando ele está num momento que ele está livre do corpo espírito, do corpo físico, ele é chamado de espírito, né? Então vamos dizer que seja isso. Obrigada, Clarice. Arquino, quer colocar alguma coisa antes de nós entrarmos na próxima questão? Seu microfone tá fechado. Isso. OK. Quer fazer isso. O a Clarice, né, fez uma abordagem bem coerente, né, de colocar a que Kardec ele ele se baseia, né, no desconhecimento que havia na época. né, em que ele elaborou a pesquisa dele e ele define o espírito eh como um ser pensante. E para diferenciar ele estando no corpo ou não, ele usa a palavra alma para definir o espírito quando está encarnado, ou seja, quando está na condição de ser humano, né, aqui no no plano físico. E quando ele ele está sem o corpo físico, ele o denomina simplesmente espírito. Hum. Muito bem. Então, podemos ir para a terceira questão para você, Arquimo. Como se encontram os espíritos logo depois da morte do corpo? Bom, aí o Kardec ele se vale das experimentações que ele estava desenvolvendo eh por ocasião, né, desse desse estudo que ele faz das comunicações. Então, ele primeiro que

ogo depois da morte do corpo? Bom, aí o Kardec ele se vale das experimentações que ele estava desenvolvendo eh por ocasião, né, desse desse estudo que ele faz das comunicações. Então, ele primeiro que ele coloca que depois da morte ele não fica eh despojado de tudo, né? ele conserva a sua forma eh humana, né? Embora não tenha mais o corpo, mas ele ele conserva a forma humana porque ele ainda tem algo de material preso a ele, né? E ele vai mais na frente poder definir melhor essa composição do ser humano com os três elementos, né? Ele ainda complementa que não é a falta do corpo que vai fazer com que a sua personalidade desapareça, né? Como a Clarice disse anteriormente, quem é o ser pensante? é o espírito. Então ele apenas perde o instrumento de manifestação a física, que é o corpo, mas ele continua sendo um ser, né, individual, né? É isso que nós vamos compreender na colocação de Kardec. Muito bem. Eh, nós temos duas perguntas, Zita, aqui uma do item 53, vou fazer paraa Clarice agora e depois se apresenta 51 Jonas Lima, né? Porque o 51 já passou ali. Então, eh, Clarice, Analícia Santana pergunta: "É segundo item 53?" Ele vai terminar esse item 53 com essa frase que ela colocou aqui, não é? Eh, a alma não deixa tudo no túmulo, leva alguma coisa consigo, não é? Então, ela pergunta se essa alguma coisa seria o perespírito. Sim, sim. Ela já tá até respondendo aqui, antecipando as nossas perguntas que ele fala depois, a gente falaria sobre isso. Ele já, ela já tá respondendo, né? Então, ela já tá perguntando exatamente sobre isso, né? é o perespírito mesmo que ela leva, que é nós não ficamos o, vamos dizer assim, o espírito em nenhum momento fica sozinho, fica sem um sem o intermediário fluídico que é o perespírito. Então ele tá sempre junto, né? E agora complementando, né, eh, o que o Artimino falou, né, que ótimo, né, eh, no momento da morte, né, pra gente lembrar sempre disso, que no momento da morte, né, que logo depois da morte, que a pergunta, né, seria essa, logo depois da morte, eh, o espírito

que ótimo, né, eh, no momento da morte, né, pra gente lembrar sempre disso, que no momento da morte, né, que logo depois da morte, que a pergunta, né, seria essa, logo depois da morte, eh, o espírito fica muito perturbado, muito confuso, né? E aí é eh ele fica, né, aos pouquinhos ele vai se dando conta de que ele está no plano espiritual. Depende isso, claro e evidente, vai depender, né, do seu da sua evolução, do seu conhecimento, das suas crenças, mas ele vai aos pouquinhos, isso vai acontecendo. Não acontece na mesma hora. Todos nós, não tem jeito. Todos nós, mesmo que nós sejamos aquelas pessoas mais evoluídas, num o pequeno momento, nem que seja 2 minutos, 1 minuto, teremos um momento de confusão, porque a gente tá mudando de plano, então, né? Então, nesse momento vai ter um um momento de confusão. Só nesse sentido. Euzita, a gente já falou aqui pelo chat, eh, a o Jonas corrigiu 856, a gente vai deixar para depois, tá bem? Mas aí apareceu uma outra pergunta e se você quiser fazer pro essa daqui. Olha, então, Arquimo, depois da morte ficamos onde? Eh, nós espíritos ficamos eh ainda no plano espiritual. Se a gente vai compreender, estudando a Gênese, que é objeto de estudo nosso aqui da FEB, que o plano físico ele está inserido no plano espiritual. Então, eh, muitas, muitas vezes a gente pensa que o plano espiritual está distante do plano físico, não. Nós estamos mergulhados no plano espiritual. Então, nós apenas nos desligamos do corpo físico, mas estamos inseridos no plano espiritual que está aqui em em comum eh congruente ao plano físico. Ele não tá separado, ele não é geograficamente algo distante. É aqui, né? mas com a percepção diferente, né? Apenas nós que estamos no plano físico deixamos de ter uma percepção mais clara destes que já estão no no plano espiritual desligados do corpo físico, mas nós ficamos ainda eh aqui no planeta. O plano o o plano físico eh o plano espiritual faz parte do planeta Terra, né? do planeta Terra, não é só o estado físico que nós eh compreendemos

rpo físico, mas nós ficamos ainda eh aqui no planeta. O plano o o plano físico eh o plano espiritual faz parte do planeta Terra, né? do planeta Terra, não é só o estado físico que nós eh compreendemos aqui. Muito interessante. O CimoMO tá colocando, nós seguimos do outro lado exatamente como nós somos aqui, não é? Então, eh, é uma é uma sequência. A gente vem de lá e a gente volta para lá. A nossa pátria verdadeira é lá, não é? Então nós ficamos no mundo espiritual, como colocou, está aqui. É uma outra dimensão que convive com a dimensão física material, né? Muito bom. A a Valéria Alves comentou aqui, olha, passado este primeiro momento de perturbação, não sentem saudade do corpo. Era uma prisão, não é? A gente normalmente quando entende e a gente eh compreende a proposta espírita, a gente vê que realmente a vida em mundos materiais é uma espécie de prisão para nós, não é? Eh, a Ana Cordeiro fez uma perguntinha aqui, Ana Maria Correia, ela disse: "Esse estudo acontece sempre na sexta-feira?" Sim, sempre, toda sexta-feira às 21:30. Tá bem? Muito bem. Aí nós vamos horário de Brasília. Oi. Horário de Brasília. Exatamente. É. E aí temos se adaptar, não é? Dependendo da região onde nós estamos. Eh, vamos agora, Clarice, pro item 54. Então, nós temos aqui três perguntas relacionadas com esse item. Eh, há no homem três componentes, segundo esse item 54. Quais são eles? Bem, eh, nesse item 54, né, eh, do livro dos médiuns, informa que depois de numerosas observações e fatos levaram a consequência de que há no homem três componentes. A alma, primeiro, né, a alma ou o espírito, que é o ser pensante, onde está a sede do senso moral. É o nosso arquivo, é o nós temos, né? Esse daí é que guarda toda tudo que nós passamos e tudo que acontece pra gente em todas as encarnações. É ali que a gente tem todo o nosso arcabolso espiritual, nosso arcabolso das nossas vidas. Depois temos o corpo físico, que é o envoltório grosseiro, material e que é temporário, temos por um tempo só. Ele

que a gente tem todo o nosso arcabolso espiritual, nosso arcabolso das nossas vidas. Depois temos o corpo físico, que é o envoltório grosseiro, material e que é temporário, temos por um tempo só. Ele vai ficar conosco enquanto estivermos aqui na Terra. Então ele é um tempinho, né? E ele vai ser adequado a cada planeta. Cada planeta vai ter um corpo físico também, né? E no terceiro, que é o que nossa amiga acabou de perguntar, o perespírito, que é esse intermediário, ele é um um como é que a gente pode dizer? Ele é ele é um envoltório fluídico semimaterial, que ele não chega a ser uma matéria que que a gente pegue, mas não deixa de ser matéria. Então a gente não pode dizer que ele não é uma matéria, né? E ele faz a ligação entre a alma e o corpo. Então, e depois da desencarnação, ele, como nós falamos lá, ele acompanha o espírito. Ele vai estar junto com o espírito. Obrigado, Clarice. Quer participar das colocações aqui mesmo? que a Clarice acabou. O senor Allan Kardec, não, o senhor Allan Kardec, ele ele ele precisou usar essa terminologia semimaterial por conta da compreensão que se tinha à época do que era matéria, com a sua ponderabilidade, mas a ponderabilidade que seria medida pelos nossos sistemas. Então, como essa matéria de que é constituída o perespírito, ela é imponderável segundo a instrumentação científica que se tinha e ainda se tem. Aí ele precisou usar essa terminologia semimaterial, que é para entendermos que existe algo que fora, né, do do próprio espírito. Obrigada. Só posso dar uma uma partezinha só que eu lembrei agora é de uma coisa que, né, não tem mais isso, mas quando a gente morre, né, quando a gente desencarna e se a gente vai pesar, né, a pessoa é pesada quando é quando tá encarnada e no momento da morte e ela vai ela é pesada outra vez, há uma diferença, há uma diferença, não vou dizer que é enorme, mas há uma diferença de, né, de peso, né? E aí a gente, né, que a gente acredita, né, então a gente explica que isso daí seria realmente o perespírito, né, que

a diferença, não vou dizer que é enorme, mas há uma diferença de, né, de peso, né? E aí a gente, né, que a gente acredita, né, então a gente explica que isso daí seria realmente o perespírito, né, que estaria, né, sendo o peso a mais seria da do perespírito. Ótimo, Clarícia. Obrigada. E Arquimo, agora uma questão que incomoda muita gente, mas você vai clarear com maestria. O que é a morte? Bom, eh nosso nosso vocabulário eh conceitua a morte como o término de tudo. Mas quando se trata é do de nós falarmos da morte do ser humano, o que morre é o corpo físico. Na realidade ele ele sofre uma transformação, porque o corpo ele vai sofrer uma desagregação, tá? é o é a destruição desse corpo, né, mas que obedece a leis naturais. Dizer o corpo quando ele perde a sua funcionalidade para o ser humano, ele perde todo toda a vitalidade e aí ele sofre uma transformação. Essa transformação é a desagregação das inúmeras partículas que o compõe, tá? Então o o senhor Allan Kardec, ele traz esse tema com procurando dar uma leveza para ele, mostrando a nós que o que a gente tem conceitualmente como morte, como algo destruidor, não é apenas um processo, um processo de transformação que ocorre com essa parte grosseira que a Clar Carí falou ainda há pouco, né, quando ele fala da constituição do ser humano, né? Então é essa parte grosseira que é que sofre desagregação, o restante permanece. Interessante é que Chico Xavier tinha um conceito bastante interessante sobre essa questão. Perguntaram para ele: "O que é a morte?" Ele disse: "A morte é a mudança completa de endereço sem mudança essencial no indivíduo. Simplesmente mudamos de dimensão, mudamos o endereço, mas continuamos os mesmos." Exato. Obrigada, queridinho. Vamos pedir paraa Clar e aí poderia já responder aqui o uma uma pergunta. Rio Pomba colocou aqui, eh, por que temos medo da morte? Aí é difícil, né? Porque temos medo da morte porque temos medo do nada. Então, a E a gente não tem medo de não ser nada, né? De de não de acabarmos, né? Então, porque a gente não

temos medo da morte? Aí é difícil, né? Porque temos medo da morte porque temos medo do nada. Então, a E a gente não tem medo de não ser nada, né? De de não de acabarmos, né? Então, porque a gente não conhece. Eu acho que é é medo do desconhecido sempre. É o medo do desconhecido, né? Que nós, a maioria das pessoas, né, tem muito medo desconhecido. Se você não conhece, se você não sabe o que é a morte, você tem medo. Eu acho que é a gente precisa cada vez mais entender que a gente não morre, né? porque o espírito vai continuar vivo. Então, a morte realmente não existe. O que existe é, como o nosso amigo Arquimino falou, né, é a desagregação, né, celular. Então, é esse corpo físico que vai ficar aqui. Mas nós continuamos vivos, nós continuamos sendo nós mesmos. Uhum. Muito bem. Ô, Zitra, só um segundinho. A Ana Olga colocou lei de conservação extinto, né? Ana trabalha com a gente aqui nos bastidores, na na produção, ela seleção da das respostas de vocês, dos comentários e vai nos ajudando aqui. Aliás, nós temos aqui um comentário da Andressa Inês. O corpo físico é empréstimo divino, não é? E de fato é um empréstimo divino. Eh, Euzita, só para manter a sequência, eu vou fazer a pergunta para eh Clarice agora sobre o que é o perespírito e depois tem perguntas eh sobre o assunto que você pode apresentar para mim, não é? Então, Clarice, agora a pouco você já estava comentando o que é o perespírito. E há uma pergunta aqui que tá muito relacionada. Eh, Cristiane Rosa de Araújo Cunha, ela colocou assim: "Olha, esse involtório seria algo que envolve, como seria?" Pois é, né? Então, a gente sempre pensa, né? Quando a gente fala em voltório, a gente pensa em algo eh envolvente, que envolva, né, eh como se fosse como a gente vê numa numa fruta, né? Então a gente vê uma parte, né, que é a parte da semente, né, que vou vou botar uma coisa, como a gente fala pras crianças, né? Então a gente vê a parte, né, do abacate, o abacate e aí a gente vê aquela parte da polpa que fica em volta. Aí tem a parte do meio caroço e a

vou botar uma coisa, como a gente fala pras crianças, né? Então a gente vê a parte, né, do abacate, o abacate e aí a gente vê aquela parte da polpa que fica em volta. Aí tem a parte do meio caroço e a parte de fora que seria, né, o corpo, né? Então, seria essas três, seria mais ou menos isso. Só que não é nada circunscrito, não existe, né? Ninguém não fica preso, né? Nem o espírito não fica preso dentro do corpo, nem o perespírito fica algo preso. É algo que circ, vamos dizer assim, fica em volta de nós, né? E como nós já falamos, ele é fluídico. Então, fluido, né, ele tá em volta de nós. Ele está sendo a todos momentos que nós estamos imersos no fluido. A gente tá imerso no fluido córgico universal. Então, se nós estamos imersos no fluido, ele vai estar ali como sendo esse fluido. Ele vai ser também feito desse fluido, né? E eh esse perespírito é o intermedio, né, entre o espírito e o corpo, né? Então ele que vai ser intermediário de todas as sensações, vai ser o intermediário, né? a gente vai transmitir, o espírito transmite ao corpo as sensações através do perespírito. Uhum. Né? Então, eh, e também, né, a gente pode dizer, vou vou vou dar uma lidinha aqui numa coisa que a gente que o André Luiz nos fala, que numa comparação material ele é o fio fio elétrico condutor que serve para recepção e transmissão do pensamento. Ele é o fluido nervoso que desempenha tão grande papel na economia orgânica. e que a medicina não leva muito em conta, né, nos fenômenos fisiológicos e patológicos. No momento que eh esse perespírito for totalmente conhecido, nós teremos condição de tratar muitas doenças, muitos casos que são insolúveis hoje em dia para a medicina, né? Então, né, a gente a às vezes a ver médica faz a gente falar algumas coisas, né, que não tem jeito. Muito bem, Clarice. E aquiima Larissa Barros pergunta: "Os espíritos no nível de Jesus tem perespírito?" Ora, tem per espírito, mas não na condição que nós outros os temos aqui, porque na medida em que o espírito vai

ce. E aquiima Larissa Barros pergunta: "Os espíritos no nível de Jesus tem perespírito?" Ora, tem per espírito, mas não na condição que nós outros os temos aqui, porque na medida em que o espírito vai evoluindo, a constituição perespiritual também vai sofrendo uma eh diminuição da sua densidade. Ele vai se tornando mais tênue. Tá, quase a a chegar nos espíritos puros, como é o caso do Cristo, quase que imperceptível. Então, o perespírito, ele se adequa à evolução moral, tá? Então, quando nós precisamos reencarnar num num planeta que está menos evoluído do que nós já já estabelecemos na nossa evolução, nós vamos ter que adaptarmos a esse essa condição da atmosfera fluídica do planeta. Então, quando nós reencarnamos aqui no nosso planeta, nós temos um perespírito que é constituído por elementos da nossa atmosfera fluídica. Na medida em que nós evoluirmos e formos para outros planetas ou esse próprio planeta sofrer evolução, muda essa atmosfera fluídica e vai mudar a constituição do perespírito. Eu até no faço uma alusão ao próprio Cristo. Digo assim, um dos maiores sacrifícios do Cristo não foi a cruz. foi ele ter que diminuir a sua luminosidade a ponto de adaptar-se à atmosfera fluídica do planeta de desse planeta, para ele poder ter esse império espírito adequado ao corpo que ele precisava tê-lo, né? Então tem sim o per tem o perespírito, mesmo sendo puro, só que no constituição diferenciada dessa nossa que somos ainda espíritos em evolução. Ótimo. Isso mesmo, porque o espírito jamais se apresenta sem o seu perespírito, diz Kardec, né? Eh, Carlos, temos uma questão aqui da Ana Maria Correia. Pode entendo o perespírito assim. O espírito impulsiona a vontade no perespírito, o perespírito no corpo e o corpo assim age na matéria. É isso pros dois. Podemos dizer que sim, né? É, perfeitamente, perfeitem. Foi a análise que a Clarice fez anteriormente, né? Uhum. que o o ser pensante espírito, ele vai agir no perespírito que age no corpo. Exatamente. E aí quando esse corpo não

, perfeitamente, perfeitem. Foi a análise que a Clarice fez anteriormente, né? Uhum. que o o ser pensante espírito, ele vai agir no perespírito que age no corpo. Exatamente. E aí quando esse corpo não existe mais, esse perespírito pode se associar ao perespírito de um encarnado, inclusive. E aí nós vamos ter o processo mediúnico. Mediúnico. Uhum. Muito bem. Só resumindo rapidamente, né? A gente fica naquela dúvida, onde tá o perespírito, né? Ele ele é volátil, como é que é? E Kardec vai nos explicar, o espiritualidade é quem explica para Kardec, né? Que o perespírito se liga ao corpo desde a concepção molécula a molécula, mas o perespírito não fica restrito como se tivesse dentro do corpo, porque ele se expande. Então ele também está à nossa volta. E o perespírito, ele se expande para longe, porque a o o que caracteriza a essência, não é, da da alma, do espírito encarnado, é o pensamento. Onde está o pensamento está a alma. E quando se manifesta a distância é através do perespírito. Então ele é perfeitamente expansível, né? Esse perespírito, gente, eh tem tem um compêndio sobre ele do do Zimmer que vale a pena, né, a gente eh ler e estudar, porque são muitas funções do perespírito. E a gente no estudo sistematizado da doutrina espírita, a gente estuda o perespírito e normalmente faz seminários sobre perespírito, sobre os fluidos, não é? E então são assuntos que merecem a nossa a nossa dedicação, o nosso estudo, não é? Então, eh a gente vai dando prioridade sempre as perguntas que estão relacionadas com o tema e as outras ficam mais pro finalzinho, tá bem? A Andressa Inêes, ela comentou: "Para muitos não há imortalidade. As pessoas não acreditam que exista, mas ela existe para todo mundo, não é? tem que tomar muito cuidado com isso, eh porque a questão eh do que do que é fato não depende de crença. Por exemplo, a existência de Deus não depende de crença, não é? Porque se Deus existe e eu não creio em Deus, ele continua existindo. É por isso que a gente comenta que o ateu é um dos maiores

crença. Por exemplo, a existência de Deus não depende de crença, não é? Porque se Deus existe e eu não creio em Deus, ele continua existindo. É por isso que a gente comenta que o ateu é um dos maiores crentes que existe, porque ele crê que Deus não existe. Quando ele pede pra gente prova que Deus existe, a gente pode fazer contrapartida, pois prova que Deus não existe. Vamos ver se você consegue, não é? Porque não há como provar que Deus não existe. Então é um desafio muito grande para nós compreendermos a realidade espiritual, não é? Eu acho que a gente vai pro item 54, 55. Agora é paraa Clarice, né, Euzita? É isso. Não, agora é pro Arquimo. É o Arquimo. Então é contigo aí. É. Hum. Isso. Então, Arquimo, entrando nos itens 54 e 55, a alma ou o espírito pode estar em algum momento desligada do perespírito? Eh, o seu senhor Allan Kardec, ele faz uma abordagem da impossibilidade do espírito estar sem o perespírito, de de de algum momento estar sem o perespírito. Então, sempre vai estar com o o perespírito vai sempre estar eh com o espírito, com o corpo físico ou sem o corpo físico, né? Então, então se o corpo físico deixa de existir, o perespírito permanece com o espírito. Então, eh, a impossibilidade aí, aquela questão que foi feita ainda há pouco, se os espíritos puros como Jesus eh tem perespírito, tem, só que numa expansividade que a gente não tem noção de como ocorre, né? o Carlos colocou ainda há pouco, não há uma, ele não fica restrito, né? Por isso a gente tem dificuldade do entendimento, porque a gente está habituado a ver as coisas com restrição, com limitações, tá? E o perespírito, ele foge dessas condições que a matéria mais densa tem. Mas o espírito em momento algum ele fica sem o perespírito, ele vai sempre estar acompanhado. Muito bem. Aqui nós temos a Cristiane, Cristiane Rosa, ela colocou, grifei essa parte no segundo parágrafo do item 54. Então eu vou aproveitar, Cristiane, eh, não sei se vocês conseguem ver, a minha edição é bem antiguinha, eu não posso me desfazer

Rosa, ela colocou, grifei essa parte no segundo parágrafo do item 54. Então eu vou aproveitar, Cristiane, eh, não sei se vocês conseguem ver, a minha edição é bem antiguinha, eu não posso me desfazer dela. Vejo as anotações, eu grifei o primeiro parágrafo e aí tudo anotadinho que tá em cada um dos outros. Me facilitou muito na hora de fazer o roteiro, porque tá indicado quais são os assuntos. Esse roteiro a gente elabora aqui para nossa, nós pegamos o livro dos médiuns, toda a codificação, livro dos espíritos e roteirizamos para essa conversa. Nós estamos tendo aqui com os nossos convidados. Então, quando a gente estuda e anota, grifa, facilita muito no retorno, né? Quando a gente vai estudar ou a gente vai fazer eh escrever algum artigo, alguma coisa, escrever um texto, facilita muito. Então, é ótimo, Cristian. É isso mesmo. A gente tem que grifar, anotar, não é? Registrar. E há uma recomendação, inclusive de tanto quanto seja possível que a gente passe as anotações para um caderno ou no computador para um arquivo à parte, porque se perder o livro você não perde as anotações. Você pode comprar o livro e você ter as anotações referentes aos itens, tudo direitinho, não é? me aconteceu de o livro dos espíritos desaparecer de repente. É aquele que eu vim estudando há anos, né, que eu tenho comigo, que eu vou vou estudando há anos. Sumiu o livro. Aí eu, graças a Deus, tinha todas as anotações já passadas pro computador. Aí eu fiquei tranquilo, falar: "Ó, tudo bem, né? Não sei o que aconteceu." Tempos depois, mais de anos depois, eu precisei mudar, fui mexer nos livros para empacotar. Ele tinha caído por trás da estante e eu tinha olhado, olhado e não tinha visto. Ah, mas foi uma alegria tão grande, né? Falou: "Opa, vou voltar a estudar no meu livro dos espíritos que eu tô tão acostumado, né?" Eh, é um é uma questão realmente da gente eh fazer o estudo e a gente manter o nosso registro particular ali e vamos agregando com que a gente vai ouvindo, com que a gente vai, né? Eh,

costumado, né?" Eh, é um é uma questão realmente da gente eh fazer o estudo e a gente manter o nosso registro particular ali e vamos agregando com que a gente vai ouvindo, com que a gente vai, né? Eh, encontrando. Muito bem. Agora, eh, nós temos, eh, várias perguntas aqui relacionadas com per espírito. Eusita, vamos colocar essas perguntas, não é? Antes da gente avançar, eh, vamos colocar aqui agora a vez da Clarice, né, Clarice? Como não temos tecnologia para termos a compreensão real da matéria do perespírito, nos pergunta aqui Silvio Chico Holdebound, seria que é como esse eh por esse motivo que não encontramos vidas em outros planetas habitantes com matéria desconhecida. E é por isso que a gente não identifica. Será? Pode ser, né? A gente não pode ser, né? A gente não pode. Aí a gente não tem como a gente afirmar, né? Mas a gente, uma coisa que a gente pode afirmar é que existe vida nos outros planetas. Isso aí, isso a gente pode afirmar que existe e que a constituição desse, né, vamos dizer assim, dessas eh desse perespírito, né, vai ser do jeito que aquele planeta precisa, né? Não não tem jeito do de ser igual, né? E a nossa matéria física também não tem jeito de ser igual aqui como em Marte. Não tem condição, né? a parte de oxigenação, tudo isso é diferente. Então, né, por isso que a gente não consegue ver, porque nossos aparelhos ainda, né, a gente acha que daqui a pouco a gente vai conseguir, mas por enquanto ele ainda não consegue perceber isso, né? Mas porque com certeza existe vida nos outros planetas. Olha aí os na mesma linha. Isso da Erlen Marinho. Como seria o perespírito, por exemplo? dos habitantes de Júpiter, Larissa se referiu a Mar. Como seria os habitantes de Júpiter perío aqui mesmo? Olha, na revista espírita, nós temos um uma comunicação, eh, de um espírito habitante de Júpiter, que traz a Kardec elucidações sobre isso, porque dentro do nosso sistema planetário, Júpiter, né, foi considerado por ele como sendo o mais adiantado. Então, é onde tem espíritos

habitante de Júpiter, que traz a Kardec elucidações sobre isso, porque dentro do nosso sistema planetário, Júpiter, né, foi considerado por ele como sendo o mais adiantado. Então, é onde tem espíritos mais elevados do que aqui e, portanto, com perespíritos. mais sutis do que somos nós. Estamos nós aqui. Agora observemos que mesmo nós estando todos aqui no mesmo plano físico, entre nós, o corpo físico, ele tem muita similitude, mas o perespírito, ele pode ter constituição bastante diferente, porque ele depende da evolução moral do espírito. Então, nem todos os perespíritos do planeta Terra, eles estão iguais, e são idênticos em termos de constituição. Eles são constituídos por elementos da da atmosfera fluídica do planeta, mas numa combinação diferenciada. Quanto mais elevado o espírito moralmente, menos denso vai ser o seu perespírito. Espírito, mesmo vivendo no mesmo planeta, né, Quimo. Mesmo vivendo no mesmo planeta. Uhum. Hã, porque um uma das formas de nós alterarmos a constituição do perespírito é por meio do nosso pensamento. O nosso pensamento proporciona a agregação de elementos da atmosfera fluídica para o perespírito, que são mais pesados ou menos pesados. Vai depender da natureza dos pensamentos. Muito bem, Euzita. tá relacionado com o assunto. Vários comentários, eu vou fazer um e o que a gente vai tornando aqui. Essa é da Madalena Riche. Ela nos cumprimenta. A vida sempre continuará por todo mundo vivente, mas sempre ao desencarnar levamos o bem e o mal praticado em em na vida. A consciência recordará de tudo igual o filme daquilo que nós realizamos, né, naquela naquela encarnação. Reencontramos todos amigos e familiares de nossas vidas na terra. Somos familiares e tornamos todos irmãos e amigos. Porém, ao passar dos dias formamos para uma nova vida reencarnatória, se precisarmos, não é? E aí vai comentando relacionado com o que vai acontecer. Deixa eu colocar agora para você. Vamos ver essa daqui. A Ana Maria Correia. O perespírito não é estável, vai

arnatória, se precisarmos, não é? E aí vai comentando relacionado com o que vai acontecer. Deixa eu colocar agora para você. Vamos ver essa daqui. A Ana Maria Correia. O perespírito não é estável, vai modificando de acordo com a evolução do espírito, que foi o que o Arquimino colocou. Muito bem. É isso mesmo, né? Mas vamos mais. Orio José vai colocar pra gente também sobre o perespírito. Há uma obra de JCAN Pires. O título é relação espírito corpo. Muito bem. Olha essa daqui. Osita Valéria Alves. Verdade. Estudamos em nossa casa, em uma reunião mediúnica, o perespírito de Zalm Zimmerman. Ele chama o perespírito de elo interesistencial. Excelente essa obra. Vale a pena. Vale a pena. Aqui nós temos também da da Valéria ainda, ela comentando, gente, não o rato não funciona. Evolução em dois mundos de André Luiz também é uma excelente obra, não é? E a Andressa vai colocar ali o Zita. Camille Flamarion disse sobre Urânia comentando esse aspecto também, uma outra obra que vale a pena conhecer. Muito bem, vamos ver. Eh, nós temos agora várias perguntas já do nosso público. Nós vamos ter que nos concentrar nas perguntas. Eh, agora é para a Clarice, né, Euzita? O item 56, Clarice. E vai ter uma pergunta relacionada do Jonas Lima, tá bem? Como é a forma dos espíritos? E aí o Jonas Lima coloca assim, relacionado com esse item 56, considerando que a forma do perespírito é a forma humana, imagino que essa forma seja da última encarnação daquele espírito. É isso mesmo? Ou ele pode se utilizar de uma uma mais antiga? Nesse sentido que ele tá perguntando, né, pra gente responder logo, né, o Jonas, ele pode ser da última ou pode ser da que ele acha que é melhor para ele, que a que para ele marcou mais, né? não precisa ser exatamente da última, é da que marcou mais a ele, né, nesse sentido. E o que ele falou, né, exatamente que ele falou sobre o perespírito e a gente fala sobre o espírito, né, o espírito diz, né, Kardec nos coloca que o espírito guarda a forma humana em todos os globos em que

ue ele falou, né, exatamente que ele falou sobre o perespírito e a gente fala sobre o espírito, né, o espírito diz, né, Kardec nos coloca que o espírito guarda a forma humana em todos os globos em que habita, né? E esta forma nos acompanha independente do grau evolutivo em que eles se encontram, tá? Então isso aí eh é como se, né, a gente às vezes fica assim: "Ah, mas será, né, se a gente for lembrar da das dos filmes, né? Então, Marte, o pessoal de Marte tem uma forma totalmente diferente, não é uma forma humana, né? A pessoa põe lá uma forma umas formas diferentes, outros com umas formas como se fossem uns animais, uma coisa assim, mas pelo, né, o que os amigos, né, que os amigos espirituais nos trouxeram, né, que os espíritos nos trouxeram, é que em todos os globos a forma humana. E nesses filmes, né, Clarice, sempre a forma humana dos terráqueos é a mais bonita nos filmes. É, ainda colaborando com a resposta da Clarice, com com relação a à forma que o o espírito se apresenta, se é da última reencarnação ou daquela mais marcante, nós temos como exemplo aí o nosso querido Emânel, que quando ele se apresenta para um Chico, né, ele se apresenta com aquela forma de pudiolentos, que tinha sido uma reencarnação lá 2000 anos, né? E e não com a de Manuel da Nobel, que teria sido a última reencarnação dele. Então, ele não ele não se apresenta com com Manuel da Nob, mas ele se apresenta com aquela com aquela aparência do daquela condição em que ele perdeu uma oportunidade muito grande de estando com o Cristo sofrer logo a sua transformação. Não, ele deixou para depois. Eu eu fiquei pensando muito nisso aqui, Mimo. Por que será que ele se apresentou com essa forma? E foi justamente por isso que você falou ao final, porque foi quando ele encontrou Jesus e aquilo marcou ele tão profundamente, né, que ele eh acho, talvez por gratidão, ele guardou a forma e foi a partir dali que começou o processo, né? No final daquela mesma encarnação, ele tá despertando para a realidade espiritual, né? Muito

, que ele eh acho, talvez por gratidão, ele guardou a forma e foi a partir dali que começou o processo, né? No final daquela mesma encarnação, ele tá despertando para a realidade espiritual, né? Muito interessante, hein? Bem lembrado. E aosit eu, eu sigo aqui. Então agora vamos para diretamente pro item 57, Clarice, né? Como é a natureza? Não, Arquim agora. É Arquimo. Agora é, então então Arquim é o item 57. Como é a natureza do perespírito. Vocês já estão comentando, mas como é a natureza do perespírito. Isso correto. Uhum. O o seu Allan Kardec ele coloca: "Voltemos à natureza do perespírito, pois que isto é essencial para a explicação que temos que de dar. De seremos, embora fluídico perespírito não deixe de ser uma espécie de matéria, o que decorre do fato das aparições tangíveis a que volveremos. Ou seja, eh, o perespírito, ele é uma matéria, mas diferente dessa matéria densa que nós eh estamos habituados ou que os nossos sentidos podem perceber, porque os nossos sentidos físicos, eles têm uma limitação de percepção. Por exemplo, a própria matéria densa, quando ela está no estado gasoso, nós não a percebemos. Eu consigo ver a a água no estado sólido, gelo, a água no estado líquido, mas quando ela passa pro estado gasoso, eu não o vejo. Uhum. Eu já perco essa possibilidade e o Estado gasoso está ainda longe da condição de constituição do perespírito. Isso aí. Então, perespírito é muito mais raro efeito do que essa matéria nossa no estado gasoso. Então, e ele ele per, mas ele é alguma coisa. Tanto que nos nos experimentos de materialização, a gente vai perceber, né, que ele tem impulsação, tem eh tangível, né, ele pode se tornar tangível, mas por quê? porque ele tem uma mudança, eh, mesmo que temporária, mas ele vai ter uma eh condensação, v dizer, das suas partículas que permite inclusive essa medição. Muito bem. Então vamos às questões, Carlos, aqui do chat antes de prosseguir. É, nós temos várias questões aqui relacionadas com com espírito, não é isso? Vamos ver aqui se a gente coloca

ssa medição. Muito bem. Então vamos às questões, Carlos, aqui do chat antes de prosseguir. É, nós temos várias questões aqui relacionadas com com espírito, não é isso? Vamos ver aqui se a gente coloca para pra Clarice, essa daqui do Jonas, ela já tá respondido, acredito. Na retada dos espíritos, os espíritos se apresentam pelo pelo espírito, certo? Correto, né? No momento da reencarnação, o que acontece com esse involtório de sem material do espírito? a gente já respondeu, se liga molécula, a molécula, não é? A partir da concepção ao corpo, ao corpo. Então o mesmo perespírito vai se ligar o novo ao corpo. Então essa já estava respondida. Eh, aqui, olha, essa é interessante da Janchum. o no processo reencarnatório pelo espírito encolhe, é, ele ele sofre o a as obras subsidiárias da nossa doutrina. Eh, principalmente André Luiz, ele nos coloca isso, que ele sofre uma retração para se adequar a à formação do novo corpo físico, mas não não significa eh como Clarence colocou ainda há pouco, ele não está limitado, né? Não há uma limitação eh física, né? C circunscrito, eh, ele sofre uma uma diminuição, poderia dizer dessa forma, para que ele se adequem à formação, né, ao desenvolvimento do novo corpo que vai estar ainda no útero materno. Perfeito. E André Luiz ainda coloca, é, Arkmimo, que há como que uma aglutinação dos átomos para que no momento da concepção ele se ligue e passe a presidir a formação do novo corpo, né? Exatamente. Muito bem, Clarice. Baseado no item 58, eh, você poderia comentar um pouco mais sobre a relação espírito eh e perespírito? Bem, eh, aí a gente volta, né, para aquela porque a gente falou logo no começo, né, que a gente não consegue, como a gente não consegue entender muito, né, não consegue alcançar, né, o entendimento da natureza íntima, do espírito, né, mas as manifestações ou manifestações que nós observamos demonstra que O espírito pode atuar sobre a matéria sempre por meio do perespírito, né? Ele não vai atuar sozinho sobre a matéria, não. Não vai

mas as manifestações ou manifestações que nós observamos demonstra que O espírito pode atuar sobre a matéria sempre por meio do perespírito, né? Ele não vai atuar sozinho sobre a matéria, não. Não vai ser ah, não, chegou um espírito, né? E aí ele vai travou caído. Travou. Oi. Oi. Oi. É queou sumiu para todo mundo mesmo. Não foi só para mim não, né? Hum. Foi não, foi só para você. Só você que ficou que falhou. É, pode repetir o finalzinho. Uhum. Não, que eu tô falando que eh como a gente não sabe, né, do entendimento, o a natureza íntima, né, do per espírito, né, o o espírito vai atuar sobre a matéria através do perespírito. Isso daí é o que a gente sabe disso, né? E quando da morte do corpo, uma porção dessa e aí a pergunta lá do nosso amigo lá no comecinho é uma porção mais dessa desse espírito fica neste corpo, no corpo que ficou aqui na no corpo físico, né? Não tô falando do corpo perespiritual, estamos falando do corpo físico. Ele vai ficar no corpo físico. E aí, e a partir da evolução do espírito, o hiperespírito, como o nosso amigo Arquino já falou também, ele vai cada vez se sutilizando, vai cada vez evoluindo, vai ficando mais aí ele vai ficando mais denso, vai ficando mais eh rar efeito, né, como a gente pode falar, né? E aí ele vai se mostrar cada vez mais radiante, cada vez. E aí o que a gente pode, né, falar sobre Jesus? Por que que as pessoas quando viam Jesus sentiam aquela luz? Porque o perespírito dele, né, era tão radiante, a radiação era tão grande, ele era tão radiante que aquilo da guil fuscava um pouco as pessoas. né? Eh, é, é imaginar que Jesus precisou das dos elementos mais sutis que existiam no nosso planeta para poder formar o perespírito, né? Então, a gente fica pensando aqui, né? Imaginando, elocubrando as coisas e como é que é, né? Não sei se seino pode falar mais alguma coisa. Não, interessante que você falou aí sobre o sobre o Cristo que a narrativa que é feito sobre a transfiguração do monte Tabor mostra muito isso, né? Porque o o os evangelistas tiveram dificuldade de

a. Não, interessante que você falou aí sobre o sobre o Cristo que a narrativa que é feito sobre a transfiguração do monte Tabor mostra muito isso, né? Porque o o os evangelistas tiveram dificuldade de descrever, descrever o que aqueles discípulos que o acompanharam tinham percebido, a a essa luminescência tão forte dele que eles tiveram dificuldade de descrição da dado a a falta de comparação que nós temos aqui. aqui. Então, muito do que os espíritos transmitiram a Kardec eh, parece-nos às vezes incompleto por falta mesmo de de entendimento nosso. Então, lá no livro dos espíritos, né, você colocou aí que não tem condições de descrever o espírito, a essência do espírito. os próprios espíritos colocam para Kardec, os espíritos que não tem, eles não tinham elementos para nós compreendermos o que era o espírito. Eh, falta pra gente esse sentido de compreensão. super espírito já dava mais para eles darem mais uma noção pra gente, como eles deram essa noção dessa constituição em material, mas que é matéria, apenas nós não conseguimos ter a percepção. Carlos, acho que nós podemos entrar no no na questão 11, é, achando que é uma continuidade, depois a gente passa passa para as perguntas. Então, aquiima, é para você. O que esclarece Kardec ainda no item 59 sobre o assunto, esse que vocês estão trazendo para nós? Eu vou pedir licença para ler, né, a colocação do nosso mestre Allan Kardec. Ele coloca assim: "Pergunto, pode espírito com o cílio de matéria tão sutil que é o perespírito, atuar sobre corpos pesados e compactos, suspender mesa, etc? Semelhante objeção, certo? que não será formulada por um homem de ciência, visto que, sem falar das propriedades desconhecidas que esse novo agente pode possuir, não temos exemplos análogos sobre as vistas, não é? nos gases mais rarefeitos, nos fluídos imponderáveis que a indústria encontra os seus mais poantes motores. Quando vemos o ar abater edifícios, o vapor deslocar en massas, a pólvora gaseificada levantar rocheiro, a eletricidade lascar árvores

onderáveis que a indústria encontra os seus mais poantes motores. Quando vemos o ar abater edifícios, o vapor deslocar en massas, a pólvora gaseificada levantar rocheiro, a eletricidade lascar árvores e fender paredes? Que dificuldade acharemos em admitir que o espírito, consího de seu perespírito, possa levantar uma mente, sobretudo sabendo que esse perespírito pode tornar visível. tangível e comportar-se como um corpo sólido. Então o Kardec, ele se vale do desconhecimento que se tem sobre a as eh a constituição do perespírito. Então, se você desconhece, você não pode fazer afirmativas, né, contrárias. Então ele diz assim, olha, esse aqui é um novo elemento. E e então ele diz assim, esse questionamento não pode ser feito por alguém da ciência, porque quem quem estuda a ciência sabe que muitas leis ainda são desconhecidas. É a época de Kardec, muitas das leis que hoje nós conhecemos eram desconhecidas. Então, quando ele eh, por exemplo, na se fosse imaginar a possibilidade de um corpo pesado, como uma aeronave ser deslocada no ar, naquela época não era inconcebível, porque não se tinha conhecimento das forças propulsoras que hoje nós temos nas turbinas. Então, eh, o Kardec, ele ele fecha esse assunto mostrando que muitas coisas ainda seriam descobertas, muitas coisas aí estavam por vir. E não seria pelo desconhecimento que seria eh razoável negar. Então você não pode negar algo que você não tem o conhecimento completo. E era isso que ele se referia ao perespírito. Perespírito ainda ele apresenta a eh é apresentada a ideia pelos espíritos, mas sem ter ainda uma noção completa do que seria. E aí a negativa não seria coerente. Muito bem. O Silvio fez uma pergunta agora. já não dá mais tempo pra gente responder as perguntas, tá? Eh, no item 57, eh, Silvio Chico, né, coloca pra gente: "Trata-se de uma nova ordem de coisas que novas leis vem explicar." Não entendi quais leis. Justamente o queil acabou de explicar agora, não é? São novas leis da relação nossa com a realidade espiritual. Então, o

uma nova ordem de coisas que novas leis vem explicar." Não entendi quais leis. Justamente o queil acabou de explicar agora, não é? São novas leis da relação nossa com a realidade espiritual. Então, o espiritismo vem justamente trazer explicação dessas leis. Tudo bem, Silvio? na continuidade do estudo, nós vamos entendendo melhor essas leis, né? Aí convidamos que continuemos estudando, tá bem, gente? E então, eh, Euzita, vamos ler dois itens aqui que são de comentários. Sim. E aí depois a gente, né, parece que tem, já entrou assim. É isso aqui, ó. Esse para você ler, depois eu leio outro. A Vânia Barbosa, estou fazendo todos os estudos da FEB, inclusive esse do livro dos médiuns, mesmo sem ter mediunidade. Gratidão imensa. Pode, pode dizer, eh, Clarice, ninguém, todos nós somos médos de alguma forma. Talvez você não seja ostensiva, Valéria, mas sensibilidade você tem. Isto muito bem. A minha filha sempre dizia, né, que não via nada, que não tinha mediunidade nenhuma. Aí continuamos estudando. Um belo dia, ela tava do meu lado, olhou paraa porta, ficou lívida. Eu olhei para ela e falei: "Meu Deus, que tá acontecendo com você? Pensei que ela ia desmaiar." E ela disse: "Você não tá vendo, pai?" Eu digo, "Que que você tá vendo, filho?" Papai, uma menina entrou pela porta agora que tá fechada e descreveu toda a mocinha e de repente falou: "Olha, pai, sumiu." Então, uma hora acontece com a gente, não é alguma coisa que a gente não tava nem esperando, mas na realidade todos nós temos relação com o nosso anjo da guarda, né? Como a comentou aí a Valéria Alves colocou: "O espírito precisa da matéria para atuar sobre a matéria". O perespírito sendo matéria serve de agente intermediário, né? Muito bem, é um resumo de tudo que a gente comentou. Euzita. Então vamos para essa pergunta. Vamos. O Mário José Sá. A genialidade do homem encarnado chamado gênios, decorre do acúmulo de conhecimentos ao longo de suas reencarnações. Esse conhecimento é armazenado, arquivado no perespírito ou no espírito? Essa é para

genialidade do homem encarnado chamado gênios, decorre do acúmulo de conhecimentos ao longo de suas reencarnações. Esse conhecimento é armazenado, arquivado no perespírito ou no espírito? Essa é para para Clarice, né, agora? Uhum. Ele é arbado espírito, não no perespírito, ele no espírito, que o espírito é que vai, que é o ser inteligente. A gente tem que entender isso. O ser inteligente, aquele que é o que vai continuar, que vai ter todos os arquivos, que vai ter toda a nossa memória, é o espírito. perespírito é aquele que vai nos ajudar a fazer as correlações com a matéria. Então é isso daí que a gente tem que sempre lembrar. Há um há um registro, né, de que o perespírito registra tudo que acontece. No entanto, quem é o dono do perespírito é o espírito. E a Clariss tem toda a razão, né? Quem arquiva, quem mantém é o espírito. Inclusive, por passando de um planeta para outro, ele vai mudar o perespírito, porque vai ter que formar um perespírito dos elementos daquele planeta, como ficou explicado aqui hoje. E aí, se ficasse arquivado do perespírito, ele perderia o arquivo, mas o arquivo fica no seu, não é, na sua essência e aí ele transfere esse arquivo para o novo organismo que ele vai ter lá no outro mundo. Hum. aconteceria o que aconteceu com o seu livro lá. Aconteceria o que ficou no seu livro. Ia ia ficar tudo no seu livro se você não tivesse escrito na no caderno, né? Você ia perder. Então a mesma coisa. Então seria isso e e pra gente entender bem uma analogia, é o o espírito é como se fosse a caixa preta da aeronave. Ela espatifa, acaba, mas a caixa preta tem todo registro. Uhum. Muito bem. Aqui então agora para você mimo, Ana Lúcia Balbino, ela coloca para nós, existe mesmo colônias quando desencarnamos, vamos para as colônias? É, observem. Eh, é importante nós nós termos e quando são descritos inclusive por André Luiz, essas colônias, elas não representam algo geográfico, físico, como nós eh temos aqui no plano físico, tá? Então são regiões no plano espiritual que vão

e quando são descritos inclusive por André Luiz, essas colônias, elas não representam algo geográfico, físico, como nós eh temos aqui no plano físico, tá? Então são regiões no plano espiritual que vão agregar espíritos que titude de evolução. Então eles vão estar num numa mesma região e essa região eh foi chamada pelos espíritos de colônia. Então existe, porque quando você desencarna você está em algum lugar e esse algum lugar pode ser denominado de colunia. Muito bem. E antes de você fazer a última pergunta, tem uma referência ao corpo mental aqui que é importante a gente esclarecer de André Luiz isso, né? Eh, o espírito ele tem um um uma corpo mental que é a matriz para o perespírito. Então, eh quando eh há há o processo desencarnatório, inclusive ele ele descreve isso, André Luiz, que tudo se concentra na região cerebral e depois começa a se expandir de novo na formação, não é, da organização pela espiritual. Por isso que é bom ler André Luiz, gente, pra gente entenda essas informações, não é? E a gente ainda com o tempo vamos estudar um pouco mais sobre corpo mental aí mais adiante, né, Zita? Uhum. Mais paraa frente. Olha, eh, a Vânia Barbosa, depois da desencarnação no mundo espiritual, todos os outros espíritos sabem tudo o que o desencarnado fez e pensou durante a encarnação. Gratidão pelo estudo, meu Deus. Clarissa, não, claro que não, porque senão seria assim, né, uma eh uma fofoca geral, né, né? Não é isso, né? Exatamente, né? Não, a gente só sabe aquilo, vai saber, ele vai saber o que ele fez, né? E muitas vezes ele mesmo no começo ele não vai saber o que ele fez, ele vai se lembrando aos poucos, né? Nos livros de André Luiz a gente vai entendendo isso muito bem, né? porque aos pouquinhos é que ele vai entendendo o que ele fez e as pessoas vão poder, eh, vamos dizer assim, entender o que ele fez, alguma coisa assim, se houver essa necessidade. Os amigos espirituais só sabem e só tentam saber alguma coisa sobre aquele outro se houver essa necessidade e a não só a possibilidade

er o que ele fez, alguma coisa assim, se houver essa necessidade. Os amigos espirituais só sabem e só tentam saber alguma coisa sobre aquele outro se houver essa necessidade e a não só a possibilidade como, né, a o objetivo. Tem que ter uma finalidade para aquilo, né, senão, né, como a gente tava falando, né, vira fofoca. Isso depende muito da condição do espírito, né? Sim, pode falar aqui mesmo. É, o Carlos falou muito da questão de se estudar André Luiz e o André Luiz ele coloca para nós que os espíritos superiores que quando eles têm acesso a essas informações, uma das coisas que eles não fazem julgamento. Exatamente. Exatamente. Por conta do seu nível evolutivo, eles já não julgam. Então eles reconhecem e aí nem sempre precisam eh relembrar para aquele que cometeu algum deslize o que ele eh o o que ele cometeu, a não ser como o Carlos eh e a Clarice colocaram, se houver um propósito de correção ali, se não for isso, não há possibilidade. Agora teve um uma uma colocação de um de um participante logo no início, quando a gente começou a falar da desencarnação, de que quando a gente desencarna vai encontrar todo mundo lá, né, os parentes, né? E não é bem assim, não é bem assim. Eh, quando nós passamos pro plano espiritual, o processo de de convivência ele muda, ele já passa a ser por sintonia de da evolução do espírito. Há espíritos que aqui no plano físico, por isso que eu digo que durante a reencarnação, a gente tem que aproveitar o máximo o contato com os outros para aprender, porque quando desencarnar, nós vamos estar junto com aqueles que estão no mesmo nível que nós, os os mais elevados, eh, vai ser mais difícil nós acessarmos. Eh, é por isso que os espíritos de menos evolução espiritual correm o risco de outros saberem muito das suas vidas, do que eles fizeram. Agora, os espíritos inferiores não sabem nada do que os superiores fizeram porque não tem acesso, não é, de forma nenhuma. Então, por isso a importância da oração, da autoproteção, da sintonia com o nosso

a, os espíritos inferiores não sabem nada do que os superiores fizeram porque não tem acesso, não é, de forma nenhuma. Então, por isso a importância da oração, da autoproteção, da sintonia com o nosso anjo da guarda, com os espíritos superiores, para que a gente tenha, né, o nosso a nossa proteção espiritual, digamos assim. Não é? Excelente. Nós estamos no finalzinho do nosso tempo, né, Zita? Então, eh nós no próximo encontro nós vamos dar continuidade ao estudo do livro dos médiuns pela segunda parte que nós iniciamos hoje. Vamos seguir com a das manifestações espíritas no capítulo dois, das manifestações físicas das mesas girantes. Item 60 a 64. E vamos também para o capítulo 3 das manifestações inteligentes, itens 65 a 71. Nós sugerimos a leitura prévia, que você leia durante a semana, destaca aqueles assuntos que lhe chamaram atenção e também anote as suas dúvidas, as perguntas que tem para apresentá-las do momento adequado que a gente estiver tratando dos itens, não é? Então, agradecemos muito a contribuição aí, Zito, fechamento é contigo. Muito bem. Nós agradecemos a Clarice, ao Arquimino, a vocês todos que estiveram conosco. Fiquem tranquilos, se preparem para a próxima sexta-feira. Esse é o nosso episódio número nove. Nós estamos no ar desde o dia 14 de março semanalmente. Então, esteja conosco. Fiquem com Deus. Fiquem em paz. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos. Conquistamos

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