#26 - Brasil, um coração para o mundo

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 30/11/2022 (há 3 anos) 1:50:19 249 visualizações 45 curtidas

Série de Estudos Comece pelo Começo promovida pela FEEGO. Segunda temporada Live 26 - Brasil, um coração para o mundo Tema: O movimento abolicionista (capítulo 26) Facilitadores: Christiane Drux e Jorge Elarrat Mediadores: Denise Balod e Valéria Acursio O estudo desta obra será realizado quinzenalmente, terças-feiras às 21h30.

Transcrição

irmãos pretos da Pátria do Cruzeiro abnegados construtores de uma nação dos seus ombros fortes e castigados ergueu-se potente o aluvião de desditas e injustiças escravizado foi o africano em testemunho por Esta Nação das meninas aos Canaviais da lavoura aos Cafezais a terra de Santa Cruz se fez potência aos tempos imperiais sangue suor e renúncia marcaram a história da escravidão Pilares de um novo tempo que é coavam libertação Castro Alves Luiz Gama João Alfredo Rio Branco e Patrocínio heróis de um ideal a marcar com ideias e palavras a vocação Imortal desta terra do Cruzeiro que no céu escreve a cruz e as estrelas lembrando nos destinos certo de evolução tendo grupo Ismael para entendê-las Bendita doutrina que nos ilumina e nos faz acreditar no por vir chances renovadas de agir assim Fez Isabel princesa em Redenção que conjugou o amor tenacidade e abnegação por causa Nobre entendeu a escravidão e aos seus irmãos em humanidade resultou libertação das Camélias brancas e como os Anas a princesa que partiu grilhões e a caridade serviu Isabel das paragens da imortalidade ainda testemunha Brasil irmãos irmãos do Brasil muitos compromissos carreiei ao retornar na figura da Princesa Imperial alguns de Bela faceta outros de restituição dos equívocos do passado cumpriu-os a medida do que conheci e consegui sei que meu olhar sobre o aspecto religioso não me fazia alcançar as verdades espirituais que hoje conheço mas nunca deixei de ver Jesus nos mais frágeis da carência material a espiritual olhava para os Altares com olhar de Súplica para que se fizesse a vontade de Deus para as inúmeras criaturas que identificava como necessitadas quando regressada Pátria espiritual pude perceber o que compunha a verdadeira nobreza relembrada pelo afeto de muitos que me esperavam foi tocada pelo amor do semelhante que não era aquele que se encaixava na linhagem das famílias reais do velho continente alivia africanos indígenas irmãos do povo brasileiro imigrantes que vieram em busca de uma

elo amor do semelhante que não era aquele que se encaixava na linhagem das famílias reais do velho continente alivia africanos indígenas irmãos do povo brasileiro imigrantes que vieram em busca de uma vida melhor todos meus irmãos como posso dizer da alegria que me invadiu e invade portanto em seus compromissos com as causas nobres verdadeiramente do bem aquelas que Nos farão recolhedores do amor de muitos sou imensamente grata do Senhor pelas oportunidades que me tem dado de continuar a segui-lo agora mais na obra do que na fé devocional glórias ao nosso Brasil coração do mundo Isabel passo a passo para a redenção E agora como é que a gente entra para fazer uma live nessas condições depois de um vídeo desse né gente boa noite sejam todos bem-vindos aos nossos amigos que já estão aqui a vocês dois e depois de um vídeo desse feito pela nossa amiga Cristiane drux que já dá aquele Nó na Garganta a gente já entra emocionado já serve como prece Inicial porque é um belo vídeo explicativo um vídeo emocionante e ainda termina com a psicografia da Princesa Isabel quer dizer então já já mexe com o nosso coração já de início né então eu esqueço até que eu tenho que falar gente que isso é uma produção da Ego da Federação Espírita do Estado de Goiás juntamente com os nossos parceiros né afego Editora fego livraria a TV Sergi a TV Goiás espírita a rede amiga Espírita web rádio Fraternidade nos nossos parceiros que estão aqui conosco A cada 15 dias levando transmitindo toda essa nossa Live toda essa nossa emoção porque é uma emoção estarmos aqui na quinta na terça-feira A cada 15 dias Boa noite Cristiane grupo e Jorge Olá boa noite Cris hoje eu falo primeiro porque embora você tenha a primazia mas hoje eu preciso falar da sua precisão em termos de sensibilidade seu vídeo de hoje realmente conseguiu capturar muito daquilo que a gente precisa trabalhar na nossa noite de hoje ficou lindo e com as mensagens subliminares nas Camélias de todos esses elementos essenciais para o trabalho que a gente vai fazer uma boa

daquilo que a gente precisa trabalhar na nossa noite de hoje ficou lindo e com as mensagens subliminares nas Camélias de todos esses elementos essenciais para o trabalho que a gente vai fazer uma boa noite para você querida boa noite Denise falou e boa noite para todo mundo que está aí no nosso chat eu nem vou citar porque tanta gente querida boa noite para todos nós nesse magistral momento que temos para estudar mais uma página da história do nosso aqui amigos literalmente nós sublinhamos no painel né que traz um recorte de texto no final do vídeo um capítulo que vai nos falar dos negros né a gente a gente voltou no tempo lá no livro no capítulo anterior que nos falava da do povo africano e da Raça Negra e aí a gente fez esse recorte de texto vai sublinhamos e queríamos trazer novamente essa ideia de Humberto de Campos hoje porque ela ficou a dura com Capítulo de hoje também que os nossos irmãos foram né uma das Pedras angulares da construção Desse nosso Brasil e aí Humberto de Campos vai mais além do Brasil espiritual essa composição de renúncia essa composição de Sofrimento de testes a que os nossos irmãos foram submetidos por conta da escravidão é somaram elementos de virtudes dentro desse amalgama né Desse nosso Brasil espiritual porque trouxe inúmeros exemplos de resignação de dedicação de benevolência de indulgência quantas e quantas e quantas histórias temos registrado os cartórios inclusive né de amas de leite que se dedicaram a vida inteira pelos filhos dos Senhores dos Engenhos Barões do Café e essas mulheres apesar de escravizadas ainda facultavam a vida aos filhos e filhas dos Barões daqueles e a priori eram elementos opressores delas Então essa vocação em amar de forma incondicional foram bastidores foram pano de fundo que escreveram essa história da contribuição dos nossos irmãos negros nossos irmãos pretos como queiram né a gente tem modismos aí né Mas a nossa o nosso respeito e a nossa admiração por esses nossos irmãos estão além de qualquer momento histórico né de qualquer modismo

nossos irmãos pretos como queiram né a gente tem modismos aí né Mas a nossa o nosso respeito e a nossa admiração por esses nossos irmãos estão além de qualquer momento histórico né de qualquer modismo do momento em termos de nomenclatura são nossos irmãos nossos irmãos em humanidade eu gostaria antes da gente começar a tratar do nosso assunto de hoje trazer um pouco do resgate do que foi tratado no capítulo 5 que são os escravos que trata do início do processo da escravidão no Brasil que se daria aproximadamente lá pelo ano de 1535 Quando começam as primeiras levas de escravos para o nosso país e assim o que a gente recolhe na literatura espírita sobre esse incidente é que ele junto com a guerra do Paraguai são as duas maiores os dois maiores equívocos que nós cometemos durante a nossa história são os maiores carmas coletivos que o Brasil possui e o que estava desenhado no mundo espiritual era a vinda dos africanos para cá isso estava desenhado eles viriam mas a ideia é que eles viessem na condição de trabalhadores e não de escravos o que que isso queria com a presença do elemento afro no nosso país conseguiria eram aspectos da cultura que eles tinham as habilidades que eles possuem a possibilidade de contar com a contribuição dele na edificação do nosso ideário porque eles eram um povo marcado pela simplicidade e o que se queria aqui era simplesmente para cá povos de raciocínios complexos que se queria era a simplicidade e eles caiam como uma luva dentro são povos extremamente receptivos que se integram a outras culturas até por conta da própria história que eles trazem existe um traço de procurar agradar para ser aceito e isso se inseriu na nossa cultura Observe como nós temos a característica de Querer agradar o outro para ser aceito isso ficou em nós nós somos assim por que que o Brasil é tão receptivo com estrangeiro Por que que nós somos tão interessados em acolher as pessoas porque nós trazemos o traço do elemento afro que tem a sensação de que ele não vai ser acolhido então ele se

tão receptivo com estrangeiro Por que que nós somos tão interessados em acolher as pessoas porque nós trazemos o traço do elemento afro que tem a sensação de que ele não vai ser acolhido então ele se movimenta primeiro no sentido de sinalizar uma uma passividade uma abertura no sentido de integração para que nesse movimento aconteça a quebra resistências então Observe como nós temos essa característica como as nossas crianças na escola recepcionam os colegas que vem de outros estados e comparemos isso com algumas alguns filmes que a gente recebe de outras nações em que as crianças não acolhem assim seus coleguinhas na escola como também até comentei isso na Live do quinto episódio você Denise que vem de uma história de uma colonização que não é português e que vive no estado que não é de colonização portuguesa E você Cris que vem também de uma família que não tem raízes portuguesas o quanto ao uma diferença no aceitação do outro da aceitação do diferente o como a sociedade ela é menos porosa o quanto existe uma espécie de uma impermeabilidade nos conteúdos das outras culturas o elemento afro que se inseriria no nosso país seria exatamente contrário a isso e deu certo porque o prazer desses elementos foram essenciais para essa Simplicidade no lidar que nós temos Experimente você e eu falo isso porque eu sou do IBGE nós estamos no centro demográfico Experimente visitar para fazer o recenseamento numa comunidade quilombola vai lá para você ver como você é recebido veja como eles te recebem como eles celebram a sua chegada como eles oferecem o que eles têm de melhor a melhor comida como ele se citou como eles são carinhosos Então isso é da cultura que se insere nessa construção e além de todos esses fatores havia um elemento essencial para a edificação da mensagem espírita eu precisava de cristianismo os portugueses trouxeram Mas eu precisava de mediunidade para poder fazer a mensagem espírita os portugueses nunca dariam para nós a naturalidade da comunicabilidade com os

u precisava de cristianismo os portugueses trouxeram Mas eu precisava de mediunidade para poder fazer a mensagem espírita os portugueses nunca dariam para nós a naturalidade da comunicabilidade com os espíritos quem daria os espanhóis os franceses os ingleses os holandeses meu Deus eu pergunto que povo no planeta tem tanta naturalidade de lidar com os espíritos os que são de origem africana suas raízes religiosas estão profundamente trançadas e isso trouxe uma naturalidade para nós comunica eu vejo isso existe isso na nossa Cultura a gente não sabe porque mora aqui dentro não sabe mas saia do ambiente brasileiro que vai para as colônias aqui para falar de comunicabilidade como os mortos as pessoas vão olhar você com estranheza Vá para Europa conversar com italianos e falar isso não como assim fala com outro isso rapaz no Líbano ninguém nem cogita a ideia de se comunica com os mortos cogita isso então ah como foram benditas as contribuições que trouxeram na edificação da construção do nosso psiquismo coletivo agora os portugueses erraram fragorosamente na forma como trouxeram esses companheiros para cá e não foi um erro de uma pessoa e nem foi o erro de uma geração são 353 anos de escravização num território enorme em condições extremamente severas extremamente cruéis os historiadores Dizem que o tempo médio de vida dos escravos de Minas não é Minas Gerais é de Minas você compra o cara em sete anos ele tá morto porque a exploração vendo no fundo da caverna sem ar para respirar em condições bastante agressivas alimentação péssima eles não estavam na lavoura ele estava na lavoura ainda se alimentava né os escravos de lavoura lá e cá come uma fruta lá em cá comiam alguma coisa matava uma galinha comia e o escravo de mina ia comer o quê Terra tão os escravos de Minas eram eram uma condição mais perfessa e quando sumia uma pedra fizeram exterminados então nós temos uma história muito dolorosa Nesse sentido porque não era isso para acontecer só que houve de certa maneira

eram uma condição mais perfessa e quando sumia uma pedra fizeram exterminados então nós temos uma história muito dolorosa Nesse sentido porque não era isso para acontecer só que houve de certa maneira uma surdez do Brasil com relação a esse grave problema esse problema ele atravessa todo o período do Brasil colônia mas brasileiro Uma colônia não tinha poder nenhum para decidir ele aceitou durante todo o período colonial o processo de opressão por assim dizer que se fazia sobre os negros não tá aqui então a gente foi se acostumando com isso na medida em que o século 19 surgiu as mudanças ficaram cada vez mais difíceis porque embora a escravização tenha sido um fenômeno utilizado na época antiga e até presente nas colonizações do séculos de 16 17 elas foram abandonadas por outros países elas não foram mantidas pelas outras nações em função da hediondo desde que esse fenômeno representa e quando chega no século XIX as nações do mundo já viu abandonado essa prática nós tínhamos apenas na América um conjunto pequeno de países que se permitiam isso eram apenas três Brasil Porto Rico e Cuba três Nações é que mantiveram a escravização os Estados Unidos a bóia a escravização em 1776 quando acontece a libertação da ali na guerra da secessão é na guerra da secessão que acontece o fim da escravização a luta entre não é na independência na guerra da secessão e ali vai acontecer o fim da escravização e o Brasil vai ser o último dos países apresentar essa essa característica né então a gente até tem uma coisa muito triste nesse sentido porque os Estados Unidos ele vai a guerra da secessão é na segunda metade começo da segunda metade do século 19 é um pouquinho antes da libertação dos nossos escravos mas a gente tem alguns Marcos temporais muito significativos no século xixi vai gostar de um deles que são muito fortes com relação a escravização daqui a pouco eu começo só para a gente recuperar algumas palavras e alguns pontos primorosos que você nos apresentou nessa explanação inicial

um deles que são muito fortes com relação a escravização daqui a pouco eu começo só para a gente recuperar algumas palavras e alguns pontos primorosos que você nos apresentou nessa explanação inicial a gente tá tratando hoje de movimento abolicionista né o título do Capítulo e é muito interessante como o autor espiritual perto de Campos nos apresenta duas situações logo no abertura desse Capítulo ele fala do receio do Imperador Pedro II em relação a errar de novo porque eles ele acabara de sair De Todo O Rol de consequências muito ruins da guerra do Paraguai e ele não gostaria de entrar num segundo momento de possibilidade de insatisfação tamanha que pudesse suscitar um novo embate entre o povo brasileiro né um novo episódio de batalhas que resultassem sangue e redundasse mortes e é interessante sim na guerra do Paraguai era brasileiros contra estrangeiros sim a abolição da escravatura poderia na visão dele levar a um conflito interno um conflito intestino né digamos assim termos sociais que abalaria né e seria na sequência nós havíamos acabado de estruturar as feridas da guerra do Paraguai então é no final do século 19 por mais que Dom Pedro II fosse entusiasta da ideia da Abolição é ele não encontrava politicamente e nem nem uma estrutura social equilibrada para que Ele pudesse garantir que esse processo fosse esse processo de libertação dos escravos né E aí é mais curioso quando Umberto de Campos nos apresenta a ideia de que por uma questão uma injunção espiritual onde ele se ausenta do país em uma das suas viagens se deixa Princesa Isabel como Regente ela assume o protagonismo desse momento e assinalei Áurea que já vinha sendo organizada e construída há muito tempo né pelas lideranças e pelo João Alfredo que a gente indicou no vídeo que naquele momento era o ministro né do gabinete ministerial do império é um dos senadores né e chefe desse gabinete Imperial então João Alfredo com outros companheiros lideranças ideológicas da época José do Patrocínio o próprio

stro né do gabinete ministerial do império é um dos senadores né e chefe desse gabinete Imperial então João Alfredo com outros companheiros lideranças ideológicas da época José do Patrocínio o próprio Visconde de Rio Branco que tinha um peso gigantesco dentro da estrutura Econômica capitalista desse momento do segundo império enfim é só não se forças para dar cujança a essa ideia libertária e a Princesa Isabel ela se vê sustentada né ganhando suporte não só da espiritualidade amiga como desses elementos que eram naquele momento lideranças nacionais para promulgar para para promulgar para assinar a lei Áurea né então a libertação dos escravos meus amigos foi um processo né todo Grande passo na história passa por um processo qual era o tripé qual era o tripé da conjuntura colonial monocultura exploração da da economia primária exportação dessa matéria-prima e o fomento desse processo de produção baseado nos senhores de Engenho no caso da cana-de-açúcar e a exploração escrava essa era a estrutura econômica do mundo Colonial só que a gente tá falando de um outro momento histórico a gente está falando de um momento Imperial onde a Europa já se movimentava dentro da esteira literalmente dentro da esteira Industrial E aí começa a ver um conflito de interesses entre esse nosso relacionamento com a Europa e os grandes senhores de terras aqui no Brasil Os Barões do Café no caso café era o produto que mais é impulsável economia na no século XIX aqui no Brasil então eram conflito de interesses e tanto Dom Pedro II quanto Princesa Isabel no meio do caminho tentando ali equilibrar essas forças políticas e econômicas os ingleses fazendo por um lado né força para que se desse cumprimento ao que já havia se prometido lá atrás desde 1826 o Brasil e a Inglaterra já haviam fechado acordos em leis antes escravagistas 1826 já tinha uma primeira lei depois foi impulsionando Lei Eusébio de Queiroz Lei do Ventre Livre lei do sexagenário né quero fazer um comentário sobre essas esses elementos anteriores que eu acho

as 1826 já tinha uma primeira lei depois foi impulsionando Lei Eusébio de Queiroz Lei do Ventre Livre lei do sexagenário né quero fazer um comentário sobre essas esses elementos anteriores que eu acho que podem trazer luz a essa questão foi exatamente no início do século XIX que começam as primeiras discussões da parte da Inglaterra para que houvesse a abolição da escravatura e assim causa até estranheza porque a Inglaterra era uma nação extremamente exploradora era uma nação que invadia os outros povos subjugava os outros povos Por que que ela era tão boazinha com relação a escravidão Por que que ela não queria que existisse a escravidão no Brasil se ela explorava o Egito se ela explorava regiões da lido Oriente Médio o Sudão tava tudo na mão da Inglaterra o que que ela tinha esse cuidadinho com a escravidão do Brasil se ela mesmo tinha as suas garras sobre a índia sobre uma série de países é profundamente contraditório essa bondade seletiva da Inglaterra então O que justifica isso são fundamentalmente dois fatores o primeiro pergunto a você Denise valor que sabe tudo Porque motivo os Comerciantes que tem suas lojas no centro comercial se incomodam com a presença dos Camelôs Por que que o comerciante se incomoda com camelô imposto imposto é uma concorrência desleal eu pago imposto eu pago isso cara não paga nada e põe um sapato para vender na calçada como é que ele vai como que eu vou competir com ele não tem condição Ou ele paga imposto ou ele vai ter que sair agora vamos olhar o Brasil com a escravatura os custos para a produção daquilo que o Brasil oferecia era muito menores por conta da escravatura pelo processo de subjugação havia uma dificuldade de competitividade o meu produto chegava no mercado não sempre mais caro do que o seu porque porque você escraviza os outros se nós tivermos hoje uma empresa que produz camisa baratinha esse espaço aqui só pode ser mão de obra escrava não é possível porque olha o preço que esse pessoal tá vendendo uma camisa então a escravatura ela levava a uma

uma empresa que produz camisa baratinha esse espaço aqui só pode ser mão de obra escrava não é possível porque olha o preço que esse pessoal tá vendendo uma camisa então a escravatura ela levava a uma dificuldade de competição do produto em inglês então vestido na capa de virtude a Inglaterra queria que a escravatura acabasse para que houvesse uma melhor facilidade dela competir com o produto brasileiro ponto número 1 ponto número dois da razão pela qual isso também acontecia escravo não compra nada que que escreve ele não compra camisa e não compra sapato e não compra Bengala não compra Cartola mas os homens livres compram um conjunto de pessoas escravizadas é um mercado consumidor reprimido eu quero esse mercado consumidor Então o que é Inglaterra queria era expandir o seu mercado e tirar o diferencial competitivo que o Brasil apresentava então em 1820 começam as movimentações da Inglaterra querendo que o Brasil pare a o comércio e eu estou falando de 1820 Observe que ainda não temos um Brasil independente Eu estou falando de Dom João VI o surdo que se fazia de surdo se fazia de boba é mesmo não é verdade isso aí não pode mas não tomava providências e assim as coisas foram acontecendo veio o período da Proclamação da Independência e nós temos uma personagem importantíssima nesse cenário a gente nunca falou dela aqui que chamava-se José Bonifácio de Andrada e Silva José Bonifácio propôs para Dom Pedro o fim da escravidão ele propunha que o nascimento da nação brasileira não contemplasse a escravidão dentro das suas já existia isso já existia é era a ideia de Bonifácio o Brasil independente não deveria ter vos só que as pressões econômicas dos grandes produtores e de certa maneira apoiavam a política do império disseram não Imperador o senhor não pode fazer isso não e Dom Pedro I acabou mantendo a escravidão durante todo o período do seu reinado e não mexeu nisso seu reinado vai até 1831 até 1931 e quando chega em 1931 quando acontece a mudança da transição do reinado para o outro surge uma lei

escravidão durante todo o período do seu reinado e não mexeu nisso seu reinado vai até 1831 até 1931 e quando chega em 1931 quando acontece a mudança da transição do reinado para o outro surge uma lei chamada lei Feijó que essa lei dizia o seguinte está decretado que não pode mais ter Navio Negreiro no Brasil pronto qual é o problema da Inglaterra não tem uma lei faz a lei a lei Feijó foi uma lei feita para que é se dissesse a Inglaterra tá aqui ó tá aqui a lei a lei que nós escrevemos no Brasil dizendo que é proibido o mercado de escravos 1831 a regência Trina permanente promulga lei proibindo a entrada de escravos africanos negros no Brasil a lei torna Livre todo escravo africano trazido para o Brasil ou seja uma lei para inglês ver exatamente daí a expulsão a expressão isso aqui é para inglês ver é a lei Feijó porque nada dela se cumpriu os navios Negreiros continuaram e nenhum Negro em território nacional foi livre mas a lei tá aqui para você você quer ver daqui a lei Então é só para inglês ver e os ingleses ficaram irados quando eles perceberam que eles foram enganados Porque quando eles viram a lei Pronto agora vai resolver agora vai ter mercado consumidor agora o produto brasileiro vai chegar no mercado mais caro legal aí fica bom aí os anos se passaram e aí quando se viu não acontecia o processo de melhoria não acontecia o a lei não se cumpriu nesse aspecto Desculpe te cortar nesse aspecto a gente vai voltar a falar das dimensões continentais do Brasil era impossível naquele momento ter uma fiscalização assertiva assim proíbe Navio Negreiro Ok vamos proibir Navio Negreiro como é que a gente vai controlar os milhares de quilômetros de costa brasileira impossível não tinha como aí desembarcava ali um navio negreiro de forma verdade verdade Aí quando quando foi em 1845 aconteceu uma lei uma decisão da Inglaterra que fazia com que a Inglaterra tivesse o direito de confiscar navios em Águas brasileiras presta atenção no conflito diplomático que é isso como o Brasil não

conteceu uma lei uma decisão da Inglaterra que fazia com que a Inglaterra tivesse o direito de confiscar navios em Águas brasileiras presta atenção no conflito diplomático que é isso como o Brasil não acabou com a escravidão a Inglaterra fez um documento tem um nome em inglês que eu não vou acertar a falar então nem vou tentar abrir Ah não sei não sei falar inglês aí muito bem se você Esperanto na terra aí que acontece essa decisão da Inglaterra dava ela o direito não sei de onde ela tirou esse direito de entrar nas águas brasileiras e confiscar os navios que tivessem escravos tudo bem que a causa era humanitária mas o verdadeiro interesse não era então isso gerou um compromisso ver um conflito que poderia poderia ter surgido uma guerra porque é um avitamento das condições de soberania Nacional uma outra nação invadir a outra para sequestrar um navio porque ele está fazendo uma coisa que realmente ela era ilegal olha e dentro desses processos das leis antes de escravagistas eu posso não testemunho pessoal meu que mora atualmente no Vale do café uma das regiões que foi responsável por 80% da exportação do café para o mundo na segunda metade do século XIX ou seja a nossa estrutura aqui era fazendeiro barão barão de café Lavoura de café e muito escravo o que que acontecia nós tivemos a Lei do Ventre Livre né tô recorrendo aqui a minha cola além do Ventre Livre foi em 1871 né foi que tornava livre o escravo nascido a partir da prorrogação daquela lei em 1871 E aí eu vou pegar o exemplo da lei do ventre livre e vou fazer um paralelo com a lei Áurea que libera todo mundo não só os nascidos mas todo mundo que já era escravo que já estava numa idade mais avançada ambas as leis existiam de fato no papel mas na verdade do cotidiano esses irmãos nossos eles não se fizeram livres e eu vou dar um exemplo existem inúmeros documentos que eu tive Acesso aqui no Vale do café e registre os cartoriais onde na lei do ventre livre esse senhor de fazenda esses Barões do Café adotavam essas crianças e essas crianças

em inúmeros documentos que eu tive Acesso aqui no Vale do café e registre os cartoriais onde na lei do ventre livre esse senhor de fazenda esses Barões do Café adotavam essas crianças e essas crianças passavam a ganhar o sobrenome dele da família né E aí dava um nome aculturado português europeu enfim e muito raramente eles tinham né a permissão de usar o sobrenome apesar do sobrenome existir que lá foi registrado em cartório fulano de tal é filho vou dar um exemplo aqui Manuel de Azevedo Barreto aí não podia usar o Barreto porque Como assim um africano né de genética africana vai usar o Barreto da minha família mas chamava-se o negro ao forneado negro fogo Manuel Esse era o nome dele negro ou Manuel mas o Barreto constava lá no cartório e ele ele levava esse sobrenome foi adotado pelo Senhor da Fazenda e eles não eles não não podiam ter o exercício da sua liberdade não cotidiano né então assim eles eram livres mas por terem sido os adotados eles eram inseridos novamente o trabalho forçado dentro de casa então a relação aí hierarquia continuava mesmo de comando e você ter que se ser julgado a uma vontade externa sua né E essas relações continuaram e persistiram por muitos e muitos anos e persistem até hoje né Em algumas situações você tá falando aí da Lei do Ventre Livre mas eu queria falar de uma lei antes dela que a lei de Eusébio de Queiroz que diante desse desse incidente aqui botaram até o nome do negócio ver se eu consigo falar vou tentar falar lei e levedinho sei lá como é que diz não sei falar então é a pressão que aconteceu no 245 fez em 1950 a lei Eusébio de Queiroz que foi uma resposta tudo bem nós vamos punir então aí vem uma segunda lei tentando punir que a lei Eusébio de Queiroz 1850 que também não acontece nada publica essa lei e conte do mesmo jeito aí em 1871 já depois da morte de Castro Alves Castro Alves vai desencarnar em 1871 publica-se viu viu aí eu não sei tudo bem tá e eu fui ler essa lei do ventre livre tá lá no Planalto se você entrar lá no

m 1871 já depois da morte de Castro Alves Castro Alves vai desencarnar em 1871 publica-se viu viu aí eu não sei tudo bem tá e eu fui ler essa lei do ventre livre tá lá no Planalto se você entrar lá no Planalto ali tá lá eu acho que a lei Imperial 2040 você que gosta de instalar a lei Olha como a lei é gente a lei diz assim decreta-se que todos os nascidos no Brasil a partir dessa lei são livres Livres então quer dizer eu nasci eu era Livre tendo apenas de indenizar o dono do dinheiro que pagou para a compra dele é indenizar com serviço eu preciso indenizar ele é livre mas ele tem que pagar o Folia dele então ele precisa trabalhar até os 21 anos para que ele após os 21 anos pagasse uma quantia Se não me engano era 500 500 tinha um valor sei que se fosse até os oito anos de idade ele tinha que ficar com a mãe e a mãe amamentava depois dos oito teria duas opções pagava r$ 6000 e a criança estava livre se não tivesse dinheiro ia trabalhar até os 21 quando então pagaria um valor menor aí então presta atenção Denise na ginástica para não libertar eu digo que você é livre mas você tem que me pagar Mas você tá livre é uma coisa fora que nos assistem fora os clubes de investimentos imperiais né eu tô chamando de Clubes de investimentos imperiais porque era era uma uma ginástica que se fazia em termos de agiotagem naquela época porque quem Detinha vamos supor uma senhora branca ela Detinha onde tem uma determinada reserva em dinheiro né sei lá quantos mil reais e aí é muitas senhoras e muitos senhores faziam esse tipo de acordo com os escravos que trabalhavam para pagar a sua alfoia é combinava um determinado valor então por exemplo Denise e a minha escrava Mas eles escrava aí tá estipulava um determinado valor que o seu Senhor estipulou para que ela se faça alforriada a Denise tá trabalhando tá juntando tudo que pode né daí vem também as jóias né as jóias de crioula né que são as pencas que as crioulas usavam para economizar esse dinheiro para comprar a sua alforria aí Denise está trabalhando para tentar

que pode né daí vem também as jóias né as jóias de crioula né que são as pencas que as crioulas usavam para economizar esse dinheiro para comprar a sua alforria aí Denise está trabalhando para tentar buscar sua liberdade e eu que tenho uma reserva em dinheiro e que somos a senhora da sociedade Branca europeia enfim entra num acordo com a Denise e ela me fala assim olha você me compra né você me compra e eu me dá alforria você me compra e eu Sorria e eu não vou continuar trabalhando por tantos anos estabelecendo um juros altíssimo de agiotagem que eu estabelecia para que Denise continuasse trabalhando e me pagasse não só o dinheiro que eu investir na libertação dela como eu seria ressarcida em três vezes mais ou quatro vezes mais em dinheiro então isso era um negócio altamente lucrativo para quem queria financiar essas alfoias isso acontecia né quando a gente vai estudar os documentos da época Principalmente nesse processo de alforrias a gente vai ver inúmeros casos onde pessoas ficaram mais ricas do que já eram patrocinando essas alforrias mas estabelecendo juros juros de agiotagem para que essas pessoas se tornassem fora você tava falando sobre a questão do nome do senhor colocar o nome dele no escravo eu ouvi dizer eu não posso dizer que isso é verdade mas eu ouvi dizer que todas as pessoas que tem o sobrenome de É porque era um escravo Estou por exemplo Antônio de Souza ele pertence ao Souza e não é Antônio Souza ele é do Souza o Souza é o dono dele então ele é Antônio de Souza Então não sei o que que tem da Costa então ele é do cara que é o Costa que é o dono dele então esse D é que caracterizava que você realmente era um escravo que tinha sido capturado para abertura da família se você quiser Denise você pode publicar e até coloquei o artigo primeiro da lei a lei a lei Imperial 2040 é só essa primeira parte é suficiente a ela diz assim artigo primeiro os filhos de mulheres escrava que nasceram no império desta data desde a data desta lei serão considerados de condição livre

2040 é só essa primeira parte é suficiente a ela diz assim artigo primeiro os filhos de mulheres escrava que nasceram no império desta data desde a data desta lei serão considerados de condição livre qual Livres agrafo primeiro os ditos filhos menores ficarão em poder ou sob autoridade dos seus senhores e de suas mães os quais terão obrigação de criá-los e tratá-los até a idade de 8 anos completos chegando o filho da Escrava essa idade o senhor da mãe terá opção ou de receber do Estado a indenização de 600 mil réis ou de utilizar-se dos serviços do menor até a idade de 21 anos você tá livre mas não tá muito livre não você vê que na labarismo para poder não soltar as pessoas E aí na sequência desse dessa lei aí vem a lei de Saraiva Cotegipe que é a última das leis antes da libertação dos escravos a lei Saraiva protegido é a lei do sexagenário qualquer pessoa como eu com mais de 60 anos de idade poderia estar livre das era considerado o livre da escravidão só que um homem que chegava aos 60 anos de idade depois de todos os maus-tratos da escravatura era uma pessoa não a condição extremamente precária de sobrevivência mas Aí acabava sendo até quando a lei saiu os abolicionistas consideraram isso uma derrota não considerar uma vitória porque quando o homem fica velho que ele não é mais prestável você diz agora você não me serve mais agora você vai para fora então eu não tenho nem o cuidar dele que ele poderia ficar na Fazenda pelo menos se alimentando né ela vai se alimentando já tá velho escorregada e vira um palha da sociedade aí eu fui ler eu fui ler a lei do sexagenário a partir dos 60 anos tá livre tá livre tá vendo a ele pagar só mais três anos de serviço como indenização ele vai sair com 63 Imagina os últimos três anos que esse homem vai ter que realizar até chegar aos 63 anos que a gente está falando de 63 anos ela no século 19 uma pessoa com 50 anos no século 19 não tinha essa essa saúde e essa longevidade né de pensarmos no século 21 era coisa equivalente aos 90 de hoje eu

e a gente está falando de 63 anos ela no século 19 uma pessoa com 50 anos no século 19 não tinha essa essa saúde e essa longevidade né de pensarmos no século 21 era coisa equivalente aos 90 de hoje eu ia falar isso 90 comparando né a qualidade de vida digamos assim É verdade você vê hoje mulheres de 40 50 anos são jovens muito Jovens jovens demais e uma mulher de 40 50 anos na minha época não na época de vocês que vocês são de Outra Geração da minha mas a minha época olha e sem querer aqui levantar o outro o outro aspecto outro viés da conversa de compararmos homens e mulheres Porque se os cravo né o escravo ainda tinha alguma chance de sobrevivência né de se colocar profissional agora Quando chegarem não tinha saído da Gente o que que uma mulher como é que uma mulher ia se colocar economicamente sendo liberada após os 60 anos e uma sociedade machista do século 19 ela ia fazer o quê como é que ela ia machista e racista exatamente havia na Cidade do Rio de Janeiro uma prática muito comum Porque como não havia sanitários eles usavam muito pinicos durante a noite então quando chegava de manhã havia um trabalho que os escravos faziam que era recolher Todo o material dos pinhecos num grande vaso tava tudo junto aí o escravo botava aquele Vaso nas costas e ele circulava pelas ruas no Rio de Janeiro carregando aquele vaso Até chegar na praia para jogar Os dejetos na praia isso era século XIX Estado do Rio de Janeiro capital do império no andar daquela cidade quente do Rio de Janeiro com aquele treco nas costas quando ele balançava a urina derramava nas costas dele o sol queimava e descascava e arrancava o couro deles eles eram todos Queimados a costa desses escravos era toda marcada de coisa branca eles eram negros mas nas costas dele no peito por aqui eles eram cheio de listras esbranquiçadas por conta da do Harmonia com misturado com a ureia queimava no sol e destruía toda a estrutura da pele abria feridas e eles carregavam isso e eles tinham um nome específico eles eram chamados de homens

or conta da do Harmonia com misturado com a ureia queimava no sol e destruía toda a estrutura da pele abria feridas e eles carregavam isso e eles tinham um nome específico eles eram chamados de homens tigres porque eles eram todos malhados por conta do processo da escravização Então tudo isso a gente a gente já fez né tudo isso a gente fez e resgatando uma questão que a Cris estava colocando E aí Denise falou me serve de testemunha Denise falou pergunta você que sabe tudo Quem foi a pessoa escolhida por Dom Pedro I para fazer educação filosófica de Pedro II José Bonifácio que era posicionista então ele cria a cabeça do menino dentro de uma visão abolicionista então Pedro II foi educado por uma abolicionista de primeira hora então ele cresceu dentro da Visão para os homens são todos iguais nós temos que promover a libertação dos escravos razão pela qual ele era considerado o mais Republicano dos Monarcas então ele tinha uma visão republicana embora fosse monarca e ele atravessa todo o império dele constrangido pelas forças políticas que sustentavam o império quando chega aí que a Cris estava comentando em 1888 Três anos depois da lei do sexagenário pressão para todo lado movimento abolicionista tinha tomado conta do Brasil nasceram um clubes abolicionista nas diversas cidades havia conflito em todo lugar era só do que se falava essas discussões da escravatura haviam tomado todas as rodas de conversa estava ficando insustentável a condição do Imperador porque ele tinha que ter uma resposta o povo não aceitava mais a escravidão acontece que os donos do café diziam-se tirar a escravidão no seu Reizinho vai cair o senhor só tem duas alternativas ou se eu mantenha a escravidão ao Senhor cai decisão é sua a hora que cair nós vamos tirar uma pena havia um tripé que segurava o império que era a questão política a questão militar é questão religiosa e esses três pilares que sustentavam a monarquia caíram o Pilar militar cai após a guerra do Paraguai que os cursos os militares vão para a

era a questão política a questão militar é questão religiosa e esses três pilares que sustentavam a monarquia caíram o Pilar militar cai após a guerra do Paraguai que os cursos os militares vão para a guerra do Paraguai e não recebem uma visibilidade a gente não são prestigiados Poxa fizeram um trabalho que digamos assim venceram a guerra e os soldos eram muito pequenos então gera muita revolta e eles retiram o apoio ao Imperador então chateados que o salário era baixo a Igreja Católica era um outro ponto fundamental porque a igreja tinha todo uma capilaridade a pessoa a igreja falando mal de um governante ela derruba o governante era ela era praticamente 90%, o censo de 1872 falava que 99,7% das pessoas eram católicas aí na homilia o padre disse olha o governador o Imperador Pronto ele tem toda a malha na mão e aconteceu que o imperador ele se aproximou da Maçonaria a igreja contou essa aproximação e ele mandou punir dois religiosos que haviam se portado contra ele criticado a ação dele um deles inclusive é bom Macedo Costa lá do Pará ele manda prender do Macedo Costa dá uma confusão com a igreja danada aí de volta atrás e solta o Dom Macedo e um outro do Nordeste que eu não tô lembrado não aí ele solta os dois mas a igreja não voltaria mais a dar apoio a ele então ele perdeu a segunda perna de apoio então ele perdeu os militares perdeu a igreja a última perna que ele tinha Fé eram os donos do dinheiro os escravocratas aí eles Olha já tô perdido por um perdido por mim eu já sei que o império já estava dando sinais de quem não estava mais tendo condição viver pelos questionamentos que haviam estavam acontecendo desejo de modernidade etc o império já estava sendo abalado né pelas ideias liberais porque havia na Europa um grande movimento político do liberalismo né que ameaçava as monarquias já desde a época de Pedro I Leopoldina mas essas ideias liberais elas se a gigantavam e dentro desse tripé que o ela já tá enumerando para a gente a gente percebe um pouco um comportamento da igreja da força né da

oca de Pedro I Leopoldina mas essas ideias liberais elas se a gigantavam e dentro desse tripé que o ela já tá enumerando para a gente a gente percebe um pouco um comportamento da igreja da força né da igreja no Brasil Imperial se assemelhando muito a igreja da Idade Média completamente a compliciada com senhores feudais a gente só troca o nome né aqui não temos senhores feudais Até porque não estávamos mais de média mas nós tínhamos os senhores os grandes fazendeiros donos de terra né e se a compliciaram totalmente sempre foram né parceiros de interesses e ideais da da força religiosa da igreja e dos Bichos e dos Cardeais e dos padres e dos parafus enfim é um modelo histórico econômico que se reproduzia aqui também e somados somando tudo isso nesse caldo né cultural momentâneo da decadência do Império desse processo de declínio né decadência nesse aspecto de declínio do Poder Imperial e a gente tinha também uma insatisfação Popular muito grande em relação a uma possível um possível terceiro governo uma terceira Regência pela figura feminina de Isabel por melhor que fosse era uma mulher no século 19 acompanhada por seu marido que era um francês uma pessoa que nunca foi muito simpática frente ao povo brasileiro e que o povo brasileiro tinha uma certa resistência em relação ao Conde Então se Princesa Isabel sobe ao poder efetiva esse terceiro momento de governo né Imperial sequência e a ele a hereditariedade ela teria a vamos dizer assim o título de Imperatriz Mas quem tomaria as rédeas das situações políticas seria o marido e ninguém via isso muito com os olhos naquele momento é muito muito complicado né Qual é o comprometimento que esse homem tem com a nação brasileira quem me garante que ele vai realmente defender os interesses nacionais diante de uma uma Contenda com a França né então a abolição da escravatura acontece no dia 13 de Maio de 188 e 13 de Maio é o dia de Nossa Senhora certo é Treze de Maio e ali então acontece a ruptura de todas as primeira vez que uma lei vai

né então a abolição da escravatura acontece no dia 13 de Maio de 188 e 13 de Maio é o dia de Nossa Senhora certo é Treze de Maio e ali então acontece a ruptura de todas as primeira vez que uma lei vai realmente falar da escravatura no Brasil e quebrar de fato as cadeias a partir dali ficava oficialmente abolida a escravidão revogam-se todas as leis encontraram é uma lei curtinha de poucos artigos E aí o Brasil enfrentaria uma crise muito grande porque os escravos a partir daquele momento teriam que ser libertos muitos deles não tinham para onde ir então acabaram ficando nas próprias fazendas sendo assalariados Os Donos das fazendas não gostaram do aumento dos custos isso se tornou mais pesado para eles gerando insatisfação pela pela diminuição das margens de lucro que eles possuíam e aí retiraram o apoio do Imperador por outro lado boa parte dos escravos alforriados Não queriam ficar nas terras dos seus senhores por nada deste mundo era maltratados então ao primeiro movimento de libertação saíram fugiram se esconderam não quero não quero e acabaram vindo para onde para os núcleos urbanos para a criação de determinados grupos que passaram e viver dentro dos grupos urbanos sem uma formação profissional para que pudesse atuar na sociedade gerando uma série de conflitos sociais de problemas sociais decorrentes da quantidade muito grande deles que foram colocados no mercado de trabalho sem uma qualificação sem uma preparação específica enquanto que outros decidiram sair de lá para formar os seus Quilombos eles se formaram não não ouvia aqui lombos Somente durante o período da escravatura mas muitos após o final da escravidão e a capacidade não nós vamos criar as nossas comunidades isoladas e aqui nós vamos viver em paz a nossa cultura cultivando os nossos Deuses na nossa maneira de viver e alguns grupos escolheram essa opção Minas uma quantidade enorme de Comunidades Quilombolas meu Deus o Rio de Janeiro tem um monte de comunidades realmente elas não são daqui são ex-es

neira de viver e alguns grupos escolheram essa opção Minas uma quantidade enorme de Comunidades Quilombolas meu Deus o Rio de Janeiro tem um monte de comunidades realmente elas não são daqui são ex-es escravos do Mato Grosso que quando houve a alforria de ir embora para algum lugar que não existe ninguém eles pegaram o rio Guaporé e desceram pelo rio Guaporé até aonde deu aí eles pararam num canto aqui dentro de Rondônia e aqui tem várias Comunidades Quilombolas que se formaram e aqui vou dar uma curiosidade para vocês do IBGE as Comunidades Quilombolas de Rondônia chegaram encontraram comunidades indígenas e elas se mesclaram com os indígenas e Rondônia é o único lugar do Brasil que tem comunidade quilombola indígena no mesmo lugar essa comunidade Ok está aqui nós estamos indígenas quilombolas nós somos os dois eles se misturaram e eles têm os núcleos isolados que eles vivem Mas eles vivem uma mescla turas é muito legal muito legal Ele arrasa e amigos né antes da gente né É duas curiosidades também já que ela já tava falando do Rio de Janeiro quem for do Rio de Janeiro fica o convite para conhecer essa região e quem não for do gênero que vier para cá também fica o convite no Rio de Janeiro a gente tem a região portuária né restaurada para as Olimpíadas de 2016 começou no movimento antes da Copa do Mundo 2014 depois Deu sequência 2016 os processos de revitalização da região portuária do Rio de Janeiro e ali é realmente fez um trabalho histórico de pontuação muito séria da pequena África era chamada assim a região onde exatamente esses negros libertos né eles escravizados começaram a fixar as suas residências ali na região portuária intilou-se ali pequena África porque era uma região onde eles podiam pontuar os seus os seus espíritos né manter a sua religiosidade enfim dá a vazão a sua cultura e as suas tradições então tem a região portuária de pequena África em relação à guerra do Paraguai a primeira favela do Rio de Janeiro é a favela que nascida no Morro da Providência ali perto da Central do

suas tradições então tem a região portuária de pequena África em relação à guerra do Paraguai a primeira favela do Rio de Janeiro é a favela que nascida no Morro da Providência ali perto da Central do Brasil esse Morro da Providência ganha esse nome favela da Providência o Morro da Providência porque eram os soldados da guerra do Paraguai somando-se a todos os escravizados né que também contribuíram do Brasil na guerra do Paraguai estavam ali aguardando providência para que eles recebessem os outros militares e nunca receberam até hoje então a comunidade surge a partir dessa digamos assim dessa dessa não quitação né do som do militar para com esse grupo de pessoas e ali surge a primeira favela do Rio de Janeiro Morro da Providência e favela é porque é o nome favela vem de uma planta né chama-se favela que tinha muito ali na colina do Morro da Providência daí Porque a favela e aí tudo virou favela depois né as comunidades ganharam esse nome eles não tinham não conseguiam ter inserção nas regiões mais planas da cidade eles subiam os morros e sim implantavam nos lugares que as pessoas não queriam porque ali era mais difícil levar água era mais difícil de subir era muito íngreme Aquilo não é lugar então eles foram subindo os morros e compondo ali os primeiros lugares de espaço no Rio de Janeiro então assim voltando para o aspecto espiritual porque a gente tem que ir para as perguntas que a gente nota que é que tardiamente tarde a mente o Brasil se deslocava para aquilo que deveria ser só que tinha uma ferida muito profunda espiritual pelo que havia feito e na medida em que essas feridas espirituais aconteciam processos obsessivos de violência de agressão de perturbação acabavam acontecendo como até hoje em função das histórias mal resolvidas que nós vivemos durante os mais de 350 anos de escravização brasileira impossível não imaginarmos que esse processo gerou violências e processos de perturbação muito graves a obra painéis da obsessão mostra vários casos da obsessão motivada por fenômenos da

ão brasileira impossível não imaginarmos que esse processo gerou violências e processos de perturbação muito graves a obra painéis da obsessão mostra vários casos da obsessão motivada por fenômenos da escravização conduzindo pessoas sanatórios Como é que chama o lugar onde tuberculosos são internadas são várias pessoas com tuberculose inseridas no Sanatório aonde boa parte dos personagens que ali estão sendo tratados tem vinculação com a escravização anterior tem cada história de arrepiar os cabelos e as consequências espirituais é obsessivas e não posso não posso deixar de dizer que entre os povos que vieram para cá haviam alguns que eram chamados de pretos velhos porque o nome de preto velho não é porque tinha uma cabecinha branca é porque eles eram almas muito velhas eles eram espíritos migrados que aceitaram silenciosamente o processo da vinda para o Brasil não porque devessem não porque fossem espíritos em processo de expiação mas para cuidar dos seus amores então eles vinham para cá e consolavam esclareciam eram grandes médiuns grandes lideranças espirituais e faziam dessa maneira um trabalho de proteção e de garantia da serenidade para que não houvesse ódio não houvesse violência da parte das vítimas e elas não se tornassem algozes conseguiram sucesso em muitos casos em muitos não aí gerou a obsessão do antigo escravo que agora oprime O seu antigo senhor e em muitas circunstâncias os antigos senhores e rejeitavam a cultura afro agora são médiuns dessas mesmas entidades e eles têm que dar facilidade a elas e aprender a respeitá-las na sabedoria que elas têm na linguagem simples que usam exatamente para dizer você tem que aceitar a minha sabedoria na forma simples que eu tenho de falar e eles hoje vivem um processo de se curvar em diante dessa sabedoria que antes foram perseguidas E essas entidades tornaram-se seus mentores os pretos velhos do passado agora são os mentores de seus antigos senhores do lindo processo de Redenção Enquanto alguns deles sofrem o processo obsessivo

s E essas entidades tornaram-se seus mentores os pretos velhos do passado agora são os mentores de seus antigos senhores do lindo processo de Redenção Enquanto alguns deles sofrem o processo obsessivo dos outros escravos que não souberam perdoar sabedoria de Preto Velho sabedoria processo sabedoria de título Preto Velho e seguindo o processo de evangelização né mostrando que o nosso que o nosso fenótipo nada tem a ver com a nossa raízes espiritual somos todos irmãos em humanidade Então essa questão racial eu acho ela às vezes tão supérfla Né É complicado falar isso mas por favor não não vamos tirar de contexto que eu tô tentando dizer é supérculo no sentido de entender todos iguais porque pertencemos a única raça que existe que a raça humana muitas vezes processo de levantamento de bandeiras bandeiras dos Pretos negros bandeira dos brancos gente somos todos irmãos irmãos em humanidade né É lógico que a gente precisa fazer alguns acertos históricos Existem algumas dívidas né que precisam ser reparadas mas isso a justiça divina se encarrega e a reencarnação tá aí para isso mesmo eu acho que a gente precisa dar amplitude ao nosso pensamento e pensarmos em unidade somos irmãos em humanidade todos nós E daqui a pouco na minha próxima encarnação posso voltar sem olhos azuis sem tens Branca mulata e você é muito feliz né é isso que importa Lembrando que no dia 13 de Maio também se comemora o dia dos pretos velho exatamente também é dia 13 de Maio né agora e O interessante é que essa lei tinha que ser assinada por uma mulher né no dia de Nossa Senhora no dia de Nossa Senhora pela Princesa Isabel né Depois de termos passado por grandes né teve Imperatriz Leopoldina quer dizer tinha que terminar com a princesa e olha a sutileza da fala dela né que ela traduz isso na psicografia exibida no vídeo na abertura do programa do nosso da nossa Live a sutileza né porque ela assina Isabel uma princesa em Redenção ela quebra a nomenclatura histórica passo a passo ela não saber o redentor

ibida no vídeo na abertura do programa do nosso da nossa Live a sutileza né porque ela assina Isabel uma princesa em Redenção ela quebra a nomenclatura histórica passo a passo ela não saber o redentor ela está em busca da sua própria redenção e um testemunho que eu achei lindíssimo dela é quando ela fala que chega nas paragens espirituais após a sua desencarnação e ela é recebida por um grupo um grupo mesclado exatamente pela rafalava índios negros Emigrantes amigos do povo brasileiro então assim em Essência somos todos iguais irmãos e todos ali recebendo a Princesa Isabel não existia uma coisa seletiva de um único grupo né a priori seria uns escravizados mas não foram só eles né porque somos irmãos em humanidade temos alguns comentários algumas perguntas mas eu já quero trazer o Gilberto duas vezes disse o seguinte lahara ele quer conversar com você mesmo que rapidamente lá no sexto congresso Espírita de Uberlândia no céu acho que você em Janeiro Gilberto nossa conversa já está marcada só quero que você se apresente para mim diga assim eu sou o Gilberto eu já vou saber pronto vamos bater esse papo sim com certeza e mesmo Gilberto diz o seguinte quer dizer que além das dívidas espirituais que tivemos devido à escravidão também tivemos essa dívida de aproveitarmos de forma ilícita para vender alforria é triste que ela é imoral porque ela é legal né Ela é legal mas ela é imoral sim Temos compromisso aí eu vou sujeitar um negócio aqui e o Bruno Bruno diz o seguinte diante de tanto sofrimento dos negros tendo vista que a doutrina espírita é consoladora Qual o benefício espiritual dessas dores e aflições desses irmãos a justiça divina Bruno porque esses irmãos que passaram por dores e aflições na contingência daquele momento de serem escravizados estavam se exercitando nesse processo de renúncia nesse processo de suportar essa dor no processo de construção da sua própria resiliência cada um de nós tem a nossa própria história espiritual e sobre o ponto de vista espiritual de um olhar

renúncia nesse processo de suportar essa dor no processo de construção da sua própria resiliência cada um de nós tem a nossa própria história espiritual e sobre o ponto de vista espiritual de um olhar mais alargado as dores e aflições são sempre processos que nos impulsionam de uma forma mais assertiva a uma evolução a uma a vencermos as nossas próprias barreiras e as nossas próprias dificuldades intrínsecas espirituais Então imagina só você na condição de as pessoas escravizada se você foi na Encarnação passada uma pessoa que tinha problemas em relação ao orgulho você exercita humildade em um processo de escravização Então esse exercício da humildade foi facultado a todos os nossos irmãos escravizados e muitos eram espíritos já bastante avançados no processo evolutivo que vieram atestar que vieram testemunhar esse potencial evangelizador de dar e de trazer uma contribuição para aquela sociedade que o alergia que eu comia que o escravizava mas ele trazia exemplos ele impulsionava ele exemplificava Isso também foi muito Maria Vitória então assim às vezes parece desonante né que ninguém a doutrina espírita Nós não somos autos né do sofrimento e sem Arautos da imolação não é isso que a gente está pregando aqui e que a gente está sustentando em termos de ideias mas a escravidão ela foi uma grande oportunidade para vários processos de ressarcimento espiritual porque eu acho interessante também falando falando disso Desse Sofrimento é que a gente sabe de inúmeros romances espíritas que inclusive no meio daquele sofrimento dos escravos sempre vinha um espírito com uma luminosidade imensa encarnava para dar suporte a esse sofrimento então geralmente eram consideradas as pretas velhas elas geralmente eram benzedeiras que cuidavam nas feridas quando eles apanhavam davam todo um suporte espiritual e até físico para esse grupo de escravos que vieram justamente com esse com você tá só um exemplo aqui a história a classifica como uma figura mitológica Mas eu posso afirmar que não é

orte espiritual e até físico para esse grupo de escravos que vieram justamente com esse com você tá só um exemplo aqui a história a classifica como uma figura mitológica Mas eu posso afirmar que não é mitológico já havia na dimensão espiritual e ela existe escrava Anastácia era uma mulher belíssima de olhos azuis uma negra de olhos azuis africana com todos os traços africanos de olhos azuis profundamente azuis e eu acho que eram mais azuis dado as suas estatura espiritual e teve Denise exatamente dentro da comunidade né que ela viveu exatamente essa função de liderança liderança moral porque as aflições que essa mulher sofreu né as injunções que ela conseguiu resolver e ultrapassar foram inemaráveis até porque era uma escrava muito bonita que carreava para ela inúmeros Sofrimentos punições pela própria esposa né do fazendeiro que morria de ciúmes porque ele se apaixonou por ela né castigar ela Imaginem isso minha gente mandava castigar ela pela beleza dela pelo sentimento que ela tava nos homens em especial no próprio marido então é uma coisa absurda Aí você pergunta qual é o nome dessa mulher que mandava castigar não tem não o nome do marido dela não tem na história exatamente E a Flávia diz o seguinte dizem que os espíritos amigos quase pegaram na mão dela Para ela assinar e ali todo uma player de em torno dela para favorecer como acontecesse era uma celebração espiritual porque também inclusive nesse capítulo né que nós estamos tratando hoje que é o capítulo 26 tem aquela conversa de Jesus com Ismael justamente já para falando dessa dessa Liberdade né então acredito que obviamente Ismael com toda a sua playlist de espíritos Estavam todos ali naquele momento presente né junto com a Princesa Isabel com toda certeza a orientação a orientação de Jesus para Israel nesse momento que antecedia a assinatura da Lei Áurea era vamos formar uma Força Tarefa espiritual para trazer sustentação essa ideia que já tá na hora de vigorar né como um plano espiritual faz sempre né e é

mento que antecedia a assinatura da Lei Áurea era vamos formar uma Força Tarefa espiritual para trazer sustentação essa ideia que já tá na hora de vigorar né como um plano espiritual faz sempre né e é muito importante sublinharmos aqui hoje nessa Live porque eu acho isso extremamente meritório também que a família imperial né e a gente pode afirmar isso por documentos recolhidos da própria da própria do próprio lançamento das despesas da Família Imperial no segundo reinado todos eram quase todos os escravos de dentro digamos assim eram alforeados eles continuavam Trabalhando dentro do Palácio porque gostavam de serviram Imperador e a princesa e é quase todos eram floriados e a relação do Imperador particularmente é da Princesa Isabel com os irmãos escravizados era muito muito mana isso existem históricos atestando tudo isso então para o Imperador Pedro Segundo e para Princesa Isabel a abolição da escravidão já tá mais do que na hora de acontecer que no seu cotidiano palaciano ele já tinham essa boa relação né E vão ter a relação mais mais caridosa mais belevolente possível com os escravizados e O interessante é que nesse diálogo que Jesus mantém com Ismael Jesus fala que já está na hora de acontecer essa liberdade a fim de que as nuvens sanguinolentas não manchem o solo abençoado da região do Cruzeiro para evitar né com certeza todo uma guerra né uma revolução que aconteceria justamente para não manchar o solo brasileiro com o sangue né Então essa esse diálogo ali entre os dois vale a pena depois quem tem a obra dá uma lidinha no capítulo 25 que também naquele Nozinho aqui assim ó para variar né como Toda obra tem essa essa esse toque com essa emoção toda e aí diz o seguinte professor é lá os escravistas que causaram sofrimento seriam alguns espíritos que hoje estão por aqui causando danos morais e corrupção olha eles são dentro de uma visão extremamente focada na ideia de classes de castas direitos para mim Falta de direitos para você as pessoas não são iguais e a gente vai encontrar na obra de André

ção olha eles são dentro de uma visão extremamente focada na ideia de classes de castas direitos para mim Falta de direitos para você as pessoas não são iguais e a gente vai encontrar na obra de André Luiz no livro Nosso Lar uma mulher que é resgatada das Trevas e anos 40 e ela sai das Trevas na condição de escravocrata aqui quanto tempo essa mulher tá ali então esse espírito renascendo da nossa sociedade ele tem Grande Chance de repetir a mesma experiência porque ele é um espírito que tem uma leitura exclusivista da sociedade difícil você arrancar isso da Alma numa única existência nós estamos a cento e poucos anos só de escravização então é bastante razoável né 130 anos que não chega a 130 mas é um é um século e pouco que a gente tem de a gente tem portanto ainda muitos resquícios desse período que foram 350 anos ele tem só 100 que a gente mudou então não estamos numa época Ainda de adaptação muitos estão ainda com as mesmas ideias e a Fátima Rabelo Nossa amiga Fátima Rabelo pergunta o seguinte alguma obra Espírita que fale da Escrava Anastácia olha espírito eu não conheço mas tem muitas obras que falam sobre ela é para pegar muita informação sobre ela lá em Belém do Pará tem muita coisa sobre ela E aí quer saber qual o livro que conta como a princesa foi recebida no mundo espiritual que não é foi a psicografia né Cris foi a psicografia isso que é esclarecer a ilha na verdade essas informações que nós estamos testando aqui por conta dessa psicografia que foi recebida durante uma live lembram quando teve aquela tragédia das enchentes em Petrópolis nós aqui do Rio de Janeiro da Federação do Rio conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro nós nos somamos aos companheiros do movimento Espírita lá da cidade de Petrópolis e elaboramos uma Live para arrecadação de fundos para muitos irmãos nossos petropolitanos que estavam sofrendo em junções terríveis naquele momento que perderam tudo né com a enxurrada E aí demos uma um nome a Live causa Nobre essa Live ela tá até no YouTube e ao

mãos nossos petropolitanos que estavam sofrendo em junções terríveis naquele momento que perderam tudo né com a enxurrada E aí demos uma um nome a Live causa Nobre essa Live ela tá até no YouTube e ao término da Live um dos irmãos nossos coordenadores do trabalho para que a Live conhecesse ele recebe essa mensagem da Princesa Isabel durante a Live então por isso que ela até faz um jogo de palavras com causa nobre que a nossa causa nobra Nobre seja efetivamente ações no bem né ela chega a falar isso durante a psicografia e ela nos dá pequenas notícias do que acontece com ela no plano espiritual e de como a sua visão agora né sobre Esse aspecto estando já na dimensão espiritual ela ganha uma visão alargada sobre todo esse processo né da relação dela com a estrutura brasileira não só como a raça negra como todas as raças né ela fala que ela é recebida por índios por ex escravizados enfim imigrantes mas as informações que temos Ilha singelamente por conta dessa comunicação da princesa eu não sei te citar uma obra que vai falar dela no plano espiritual já vi algumas obras com mensagens de Pedro II de Marechal Deodoro Martins Abel e a Sirlei Nossa amiga também Sirlei mazzani diz o seguinte Jorge pessoas racistas nos dias de hoje podem ser os antigos senhores de ontem eu diria que Muito provavelmente e o Luiz Carlos então podemos concluir que a unidade do território brasileiro foi feito pela dor sacrifício e sangue dos nossos irmãos negros eu não sei se a gente pode dizer que a unidade do nosso território se deve a isso Mas eu posso dizer que a nossa forma Cultural de viver se deve a maneira de serem a nossa simplicidade a nossa receptividade nossa relação com o espiritual Nossa proximidade com a mediunidade nossos hábitos simples nossa condição de nos acharmos que os outros precisam nos recepcionar que a gente precisa agradar para ser acolhido isso esse perfume de psiquismo isso é herança dele certa maneira contribuiu para que o povo fosse mais Pacífico e não fossemos tomado de tanto arrombo

nar que a gente precisa agradar para ser acolhido isso esse perfume de psiquismo isso é herança dele certa maneira contribuiu para que o povo fosse mais Pacífico e não fossemos tomado de tanto arrombo de revolta até pela pela doutrinação que os negros sofreram durante o tempo de escravização Deixa para lá Deixa para lá deixa tudo bem Vamos tomar satisfação não tem que tomar essa Então esse pensamento não guarda isso não isso está em nós por conta dessa cultura extraordinária que sim seria o que se teceu por dentro dos nossos corações é Luiz se me permite eu gosto muito da palavra que Humberto de Campos usa até mesmo para colaborar aqui com a sua questão Humberto de Campos vai nos falar da Pedra Angular então a contribuição dos escravizados constituiu A Pedra Angular desse Brasil espiritual exatamente com ela acaba de nos explicar não sei se todo mundo sabe o que que é Pedra Angular Pedra Angular não é pedra fundamental Pedra Angular é uma coisa pedra fundamental pedra fundamental é que fica lá embaixo que vai fazer o primeiro Pilar para obra se fazer pedra fundamental Imagine que você está fazendo um arco todo de pedra então tem várias pedras pedras pedras fazendo o ar para você fazer um arco você põe um suporte por baixo e arruma as pedras todinhas uma do ladinho da outra apoiadas nessa nessa base vamos usar aqui um recurso didático então eu tenho aqui ó preciso fazer um arco preciso fazer esse arco aqui tem um pilar Tô fazendo um portal então eu faço uma estrutura e vou colocando as pedras para fazer o arco no topo do arco tem uma única pedra que ela é em forma de trapézio quando essa pedra encaixa pão ela faz pressão em cima de tudinho E aí Nada cai aí depois colocada A Pedra Angular Ou seja a pedra que tem um ângulo que segura todas as outras aí você tira a base de baixo que o arco de pedra fica todinho lá em cima ele não cai mais porque o peso da Pedra Angular segura todas as pedras se tiver um corajoso que vem aí consiga puxar a Pedra Angular cai tudinho é uma Pedra

que o arco de pedra fica todinho lá em cima ele não cai mais porque o peso da Pedra Angular segura todas as pedras se tiver um corajoso que vem aí consiga puxar a Pedra Angular cai tudinho é uma Pedra Angular é o toque final que segura todas as coisas sem cimento só pelo peso que ela tem de fazer pressão nos outros E aí ele disse que eu nem sabia dessa psicografia Fiquei feliz em saber muito obrigada irmãos Iris está no começo dessa nossa Live nós passamos o vídeo que a nossa amiga Cris fez que já nos emocionou já na abertura Onde está lá a psicografia da Princesa Isabel e temos também o Francisco que ele diz o seguinte caro e larrar as preposições colocadas antes dos sobrenomes também foram e são usadas pelos portugueses Então não é aquilo né então aquilo que eu falei nem é tão verdadeiro quem mais que nós temos aqui o Pedro de Paiva pergunta o seguinte professores eu gostei do professor Como alcançar o equilíbrio das leis se de um lado ao medo Espiritual do agressor e do outro ódio Espiritual do agredido muitas vezes reencarnados no legislativo e movimentos sociais Ah pois é em Pedro Paulo a boa pergunta ó Pedro é o seguinte isso para ser feito é tarefa do tempo construído através das leis todas as vezes que você tem um determina um determinado processo de injustiça e que você para corrigir a injustiça você age com violência Você pode até estar agindo de maneira pensada correta mas você gera débito para você é necessário que o escândalo venha mas é daquele pouquinho escândalo que é então a proposta da doutrina espírita é que nós sejamos uma proposta a proposta do Espiritismo é a evolução e não a revolução nós somos uma doutrina evolucionista e não revolucionista nós não nós não defendemos dentro da doutrina espírita movimentos bruscos violência sangue tomada de poder Ah mas vai demorar Demora Mas não gera karma Então a gente vai a gente se articula a gente defende ideias a gente se posiciona como movimento abolicionista fez ninguém entrou nas fazendas dos fazendeiros matando os fazendeiros para

ão gera karma Então a gente vai a gente se articula a gente defende ideias a gente se posiciona como movimento abolicionista fez ninguém entrou nas fazendas dos fazendeiros matando os fazendeiros para libertar os escravos Eles foram trabalhando e foram estrangulando o regime até que ele disse eu não aguento mais eu vou dar a situação de liberdade para vocês em 1835 835 acontece a Revolta dos Malês os escravos que eram muçulmanos se reúnem planejam levante para matar os brancos eles iam matar os brancos e libertar os outros escravos mas a revolta é descoberta e eles são todos mortos mortos discursos degredados torturados é uma quantidade muito grande deles que sofrem em função desse incidente 70 deles foram mortos Se não me engano e 200 foram presos por conta dessa revolta mal resolvida então a proposta que a doutrina espírita nos dá é diálogo E aí alguém deve estar pensando na situação atual do Brasil já vou falar que apenas sete e meio por cento da população brasileira é filiada a partidos políticos 92 e meio por cento não está então a gente tá assim bem desinteressado né então a gente poderia ah mas não tem um partido que me represente mas tem 92% do lado de fora então pensemos na ideia façamos algo participamos ajustamos as coisas temos que dar a nossa opinião vamos dar a nossa opinião sem ódio sem violência para não gerar a arma para nós então vamos resolver mas resolver sem violência porque se for com violência o movimento vai e volta e a gente ainda se insere na lei de causa e efeito quero aproveitar essa fala do ela rack para fazer um convite para todo mundo a gente fala muito né do nosso Brasil espiritual a gente tem várias informações a partir da própria obra que a gente está se debruçando sobre ela Brasil coração do mundo Padre do Evangelho sobre a importância de Ismael sua importância da Casa de Ismael que vai se desenrolando e se constitui da Federação Espírita brasileira na conjuntura que ela ela forma hoje em dia e nós estamos dentro de um processo muito interessante no movimento Espírita

Ismael que vai se desenrolando e se constitui da Federação Espírita brasileira na conjuntura que ela ela forma hoje em dia e nós estamos dentro de um processo muito interessante no movimento Espírita brasileira sobre a ética na nossa casa Mater do espiritismo no Brasil que é a Federação Espírita brasileira e o processo de retumbar a ideia da pacificação e quando essa ideia da pacificação estiver bem consolidada dentro das nossas ideologias e do nosso e do nosso agir social eu acho que nós estaremos dando andamento a essa vocação primeira do nosso país que é justamente o Brasil por todo mundo Pátria do Evangelho Então por mais que Sejam difíceis junções a nossa postura deve sempre mirar esse foco o foco da Paz da pacificação E aí vem o convite nós temos produzido pela febre TV uma série maravilhosa é sobre pacificação Os Pacificadores esse material tá lá no portal da febtv vale muito a pena assistir porque vai evidenciar inúmeras inúmeras personagens históricas que lutaram por esse processo de Constituição de um mundo melhor porque no nosso mundo só se tornará o Mundo Melhor né com vistas a um processo de regeneração se o nosso agir se quando na com as leis divinas não existe evolução contrariando a lei Então a gente tem que aprender a se movimentar dentro disso e esse é o convite né Sempre renovado e que a gente faz com muito afinco para todos nós e para todos vocês e falando na Federação também já faço o meu convite para a próxima Live Nossa que será no dia 13 de dezembro nós iremos falar justamente sobre a Federação Espírita brasileira que é o Capítulo 28 né da obra então nós estaremos aqui se Deus assim permitir no dia 13 de dezembro com esse capítulo 28 e eu termino aqui com a Ariane que ela diz o seguinte como vocês enriquece a história do nosso país decifrou cada detalhe obscuro dos fatos a luz do Espiritismo obrigada por nos oferecer tanto conteúdo concordo plenamente com a Ariane também acho que a gente passa a ver a história do nosso país sobre um outro Prisma

alhe obscuro dos fatos a luz do Espiritismo obrigada por nos oferecer tanto conteúdo concordo plenamente com a Ariane também acho que a gente passa a ver a história do nosso país sobre um outro Prisma principalmente também sobre o prisma espiritual que é claro que baseado no livro que a gente tá tá estudando tá falando todos esses meses justamente para nos trazer esse olhar diferenciado sobre a história do nosso país né Gente eu ficaria aqui até dia 20 dia 13 de dezembro é o nosso próximo encontro mas como não é possível então a gente termina aqui nós já estamos já no nosso no nosso horário agradeço a presença de todos os amigos que estão aqui que comentaram que falam que que trazem seus questionamentos suas perguntas e convidando já todos a participar conosco no dia no dia 29 né do dia 13 de dezembro quando estaremos aqui de volta com mais uma live sobre essa obra e agora Capítulo 28 gente então vamos a nossa prece final ela arrasta você faz para gente essa prece para terminarmos hoje essa Live Senhor Jesus perdoa o nosso Brasil perdoa os nossos e as linhas tortuosas com as quais escrevemos a nossa história tem misericórdia de todos nós espíritos profundamente comprometidos com a violência O Desamor e a desigualdade nossos corações entendem finalmente a razão pela qual nos conduziste a sociedade em que vivemos marcada por tantas desigualdades portanto os processos de exclusão Quando poderíamos ter construído um espaço muito mais fraterno porque dependia apenas de nós mas Nós escolhemos Senhor o doloroso caminho da violência e do egoísmo do orgulho e da potência para escrevermos com sangue as páginas da nossas por isso Te pedimos misericórdia para o nosso país porque contemplamos de maneira cada vez mais nítida as razões dos Sofrimentos humanos dos múltiplos clamores e das imensas dificuldades que o nosso país hoje enfrenta para pacificar as condições sociais e de todos os seus habitantes ajudam a construir uma estrada de pacificação Entre todos nós para que inspirados pela compreensão da

s que o nosso país hoje enfrenta para pacificar as condições sociais e de todos os seus habitantes ajudam a construir uma estrada de pacificação Entre todos nós para que inspirados pela compreensão da imortalidade e da necessidade do amor na edificação da nossa sociedade consigamos em fim construir a ponte para o progresso que oferecerá a todos nós a sociedade que tanto sonhamos para viver concede-nos assim o derramar do teu amor sobre todos os a iluminação dos corações daqueles que comandam a nação contemplando as inúmeras dores que trazemos os múltiplos gemidos dos milhões de almas que prendemos a ferros Na tentativa de construir a nosso modo a história do nosso pai os seus clamores ainda chegam aos nossos ouvidos e os nossos corações sensibilizados pelo entendimento da lei de causa e efeito dobra os seus joelhos diante da tua lei extraordinária e assim te rogamos misericórdia para nossa misericórdia para o solo que tu elegeste para que aqui seja eficácia ajuda-nos ó Senhor que unamos os nossos verdadeiros esforços no bem da expectativa de entendermos os caminhos mais exatos para que o país se edifique da forma que não estende assim sobre toda nação brasileira as tuas bênçãos de paz e de amor a serenando todos os ânimos que muitos deles ainda estão inspirados nos olhos que é coam pelos retos pelas vielas escuras pelos ambientes abandonados cheios das entidades endurecidas que passaram por inúmeros processos de dor e que ainda visitam a nossa sociedade o teu amor Atenda todos vítimas e algozes derramando bençãos de paz sobre um país que sangra e que precisa necessariamente de amor e de paz para conseguir atravessar o período conflituado que hoje vive fica assim Senhor conosco derramando tuas bençãos sobre todos nós e permitindo que os teus espíritos vem fazer escolham nos seus braços as almas que ainda hoje murmuram procurando pelos seus próprios filhos teu amor esteja conosco apascenta senhor a todas as tuas ovelhas e consola o coração de todas essas mães que ainda hoje

us braços as almas que ainda hoje murmuram procurando pelos seus próprios filhos teu amor esteja conosco apascenta senhor a todas as tuas ovelhas e consola o coração de todas essas mães que ainda hoje fica conosco Senhor e nos guarda bom estaremos de volta então no dia 13 de dezembro gente Uma boa noite para todos

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