#220 - Mediunidade e Emoções - Euclides Costa Filho - (CEECAL EM FOCO)

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 18/08/2025 (há 7 meses) 1:22:19 20 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 220 Expositor: Euclides Costa Filho Tema: Mediunidade e Emoções Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 10/08/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos a um programa Secal e Foco, mais uma produção do Centro de Estudo Caminho da Luz. Agradecemos a presença de todos e aqui em especial a todos os internautas que nos assistem agora, que vão nos assistir agora nessa palestra ao vivo pela TV CCAL, a Web Rádio Fraternidade, a Ig Instituto Goiano de Estudos Espíritas, a FEC TV de Santa Catarina, a 14ª Iuri de Florianópolis, a o Espiritismo e Mediunidade, em e a Rádio Portal da Luz. Hoje temos como convidado uma pessoa muito querida, muito especial, que já é nosso parceiro e faz parte da nossa família, que é o Crosta Filho com o tema mediunidade e emoções. Boa noite, seja muito bem-vindo ao Calma. >> Oi, boa noite, André. Boa noite a todos. É um prazer estar aqui. Obrigado pelo convite, né, pela coragem de me convidar, né? E estamos aqui para trocar uma ideia, né, para novos aprendizados para nós mesmos, né, sobre essa essa missão que é a nossa mediunidade. Seria isso, André. Gratidão. Aqui nós estamos com a apresentação do palestrante Eucrid Costa Filho. Ele é um irmão trabalhador incansável do Centro Espírita Seara dos Pobres em Florianópolis e palestrante espírita de várias casas, inclusive da família Seal, que ele sempre tá nos oportunizando e ele que sim é bondoso em aceitar nossos convites. Informamos aos nossos internautas que o nosso programa é ao vivo e que durante o programa vocês podem ir lá no chat e deixar suas perguntas, dúvidas, seus comentários para que possa ser respondido assim que o seu Euclides fizer a sua exposição do tema. Também convidamos já de antemão para que vocês também se inscrevam no canal, deixando aí o seu like para nós aí no YouTube. Muito importante para que a plataforma entenda que é um conteúdo eh doutrinário, é um conteúdo de aperfeiçoamento e um conteúdo eh de capacitação paraa doutrina espírita. Então, para iniciarmos o nosso trabalho da noite, eu peço a todos que se sentem de forma cômoda nas suas cadeiras. acalmando seu pensamento, seu coração,

údo eh de capacitação paraa doutrina espírita. Então, para iniciarmos o nosso trabalho da noite, eu peço a todos que se sentem de forma cômoda nas suas cadeiras. acalmando seu pensamento, seu coração, para que a gente possa receber a doutrinária dessa noite, a as explicações de esclarecimento de um tema tão rico como a mediunidade e as emoções, que a gente possa est abrindo os nossos ouvidos da alma e do corpo para que a gente possa est assimilando reflexões e aprendizado. Para isso, façamos a oração que o nosso mestre Jesus deixou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Senhor, as nossas dívidas, na medida em que perdoamos os nossos devedores. E não nos deixes cair em tentações, mas livra de tudo que seja mal. Que assim seja uma palestra de a agradabilidade, sucesso e prosperidade aí na espiritualidade. Passo a palavra aí nosso irmão EVID. E qualquer coisa estamos aqui com os bastidores. >> Obrigada Andreia. Obrigada a todos. Olha só, gente, eh nesses breves momentos que a gente vai ficar aqui conversando, a gente não vai tirar todas as nossas dúvidas a respeito dessa bênção que é a mediunidade. aqui é um cadinho, né, da dos estudos que a gente consegue fazer, da experiência que a gente tem, para que a gente possa eh reavaliar, né, repensar aquilo que já soubemos, né? Então, é para nós relembrarmos esse processo quando a gente vai falar um pouquinho sobre a mediunidade e emoções. E a gente começa falando do livro dos médiuns lá no capítulo 14, no tema dos médiuns. No item 159, Allan Kardec nos confirma o seguinte: "Todo aquele que sente num grau qualquer influência dos espíritos é por esse fato médium". Nós entendemos isso, nós temos essa convicção de que esse contato, né, que a gente sofre, que a gente faz com os espíritos, nos coloca como médiuns. E aí ele ainda continua dizendo e que essa faculdade ela é inerente ao homem e não constitui

cção de que esse contato, né, que a gente sofre, que a gente faz com os espíritos, nos coloca como médiuns. E aí ele ainda continua dizendo e que essa faculdade ela é inerente ao homem e não constitui um privilégio. Ah, eu sou um santo porque sou médios. Esqueçam, né? Não somos não. E ele ainda reafirma, pode-se dizer que todos são médiuns. Isso não está preso somente à doutrina espírita, né, gente? Talvez o termo médium, a denominação que foi utilizada por Kardec na codificação, talvez o termo dê uma conotação de ser somalmente espírita, mas não é. Quando ele diz ser uma faculdade inerente ao homem, ele não tá dizendo ao espiritismo, ele tá dizendo ao homem. Quer dizer, independente de credo ou sem credo, nós somos de alguma forma médiuns. Um com mais afinidades, outro com menos, outros passando por despercebido. E isso é uma coisa que a gente, né, eh, ah, mas eu não queria ter. Nós vamos ver daqui a pouco se a gente precisa ter ou não esse negócio de tirar, né? Ah, eu não quero ter essa habilidade, tem como tirar de mim. Não é bem assim. Não é bem assim. E um detalhe é que essa faculdade mediúnica, onde Kartec também confirma, né, diz assim, ó, é denotar-se além disso, que esta faculdade não se revela da mesma maneira em todos. Então, quando da codificação ali, a gente percebeu que Kardec fez algumas escalas de mediunidade, mas não termina ali. Não termina porque é uma variedade enorme de formas de comunicação, de influência entre os espíritos e nós que estamos encarnados. Nós fomos lá consultar o Divaldo pelo espírito de Viana de Carvalho, lá no capítulo 10 do objetivo da mediunidade, na página 49, ele diz o seguinte: mediunidade é instrumento programado para serviço do amor e do esclarecimento da criatura humana. Nós falamos ali que ah, quer tirar mediunidade, não é bem assim, tá vendo? é um instrumento programado para serviço do amor. É uma responsabilidade à nossa mediunidade. Ela é para que nós possamos exercitar o amor com ela. estar com ela a serviço primeiro do

assim, tá vendo? é um instrumento programado para serviço do amor. É uma responsabilidade à nossa mediunidade. Ela é para que nós possamos exercitar o amor com ela. estar com ela a serviço primeiro do nosso entendimento e depois para quem a necessidade de nós utilizarmos em benefício de alguém. E ainda ele continua dizendo, a educação das forças mediúnicas é de demorado uso. Demorado uso. Olha só, as pessoas chegam às vezes na casa espíritas, como a gente faz lá os atendimentos e disse que estão sentindo isso, sentindo aquilo, mas como é que eu faço para ser assim? Como é que sabe eu já posso entrar trabalhando? que eu posso, né? A ansiedade do ser humano é coisa triste, né, gente? Ela é enorme, né? Nós não temos a calma, não temos a paciência de medir a necessidade de conhecer aquilo que temos, que estamos passando para o bom uso. For mau uso, aí eu não preciso fazer nada, né? Faz o mau uso dele, acabou. Então, nós precisamos ter, né, esse esclarecimento, precisamos entender. E a educação das forças mediúnicas, quando ele diz que é demorado, é degrau por degrau. É aquela escadinha que a gente sempre fala. No tá no primeiro degrau, numa escada de 30 degraus, eu dá um pé no primeiro, outro pé no 3º, a gente vai cair, né? Não tem jeito. E ainda diz ele, a medida que a sensibilidade se apura, mais se amplia a capacidade de registro e de percepção extrafísica. Quanto mais eu entendo sobre a medidade, quanto mais eu trabalho a minha medidade, quanto mais eu a desenvolvo, quanto mais eu a estudo, a entendo e começo a ter essa comunicação com mais facilidade, a capacidade dessa comunicação aumenta. E aí vem para esse crescimento, para esse fortalecimento nessas comunicações, vem o nosso exercício consciente e cuidadoso. Continua Viana, enobrecido para o bem. Kardec fala do amor. Aqui confirma para o bem é o exercício do amor. Isto proporciona ao médio uma alegria interior que decorrem da convivência salutar com os guias espirituais interessado no seu progresso e realização.

. Aqui confirma para o bem é o exercício do amor. Isto proporciona ao médio uma alegria interior que decorrem da convivência salutar com os guias espirituais interessado no seu progresso e realização. Só imaginem a satisfação desses guias, desses amigos que estão aí a nosso favor nessa reencarnação que agora nós estamos tendo. Eles nos vê interessado, eles nos vê cuidadosos, ele nos vê nos transformando no que éramos, o que somos. Agora, a partir quando a gente começa a buscar esse conhecimento, fazer um balanço das nossas vidas, fazer um balanço diário como Santo Agostim ou é a satisfação deles porque eles estão a nosso favor para o nosso progresso, que é o objetivo da nossa reencarnação. Ninguém veio aqui para matar, ninguém veio aqui para roubar, ninguém veio aqui para se drogar. Nós viemos aqui para nos transformar o que fomos em situações de vidas anteriores da qual nós não conseguimos dar um degrau a mais. Aqui nós vemos essa oportunidade subir mais um degraão. O nosso irmão Salvino Zimmer lá no livro Teoria da medididade, ele coloca o seguinte, nos coloca que a meodidade entre desencarnados e encarnados é tão antiga quanto a humanidade e em todas as civilizações. Antigamente, em determinados pontos, países, antigamente e mais antigamente, né, gente, né, tinham os profetas, sacerdotes, dentes, pitonisas, curandeiros, feiticeiros. Aqui na nossa ilha, né, tinha as feiticeiras. O que que seria isso? são, hoje nós tratamos de médiuns, como Kardecinou essa comunicação entre nós e os espíritos. Mas na antiguidade isso acontecia e aconteceu sempre. Era o teu sol que, né? A gente ia lá fazer as coisas, era os adivinhos, era aqueles irmãos que os reis se utilizavam para ver se decidiam que seria favorável entrar na guerra, invadir certos países, porque naquela época antiga, né, a ideia era expandir seus espaços. E aí vinham, né, consultar aqueles oráculos para ver se era favorável, se teriam sucesso, se não teriam. Então isso vai, né, os curandeiros, meu Deus, até pouco tempos

ideia era expandir seus espaços. E aí vinham, né, consultar aqueles oráculos para ver se era favorável, se teriam sucesso, se não teriam. Então isso vai, né, os curandeiros, meu Deus, até pouco tempos atrás aí, né, antes da do conhecimento nosso, do advento da doutrina espírita. Quantas senhoras, quantas senhores do interior, né? As pessoas levavam lá aqueles seus doentes, as pessoas iam lá e curavam. O que é isso, gente, né? É essa e essa comunicação, dizer que faz assim, que faz assado, que faz aquilo outro e a gente vai fazendo achando que é nossa. Então são coisas assim que a gente, né, já vem de épocas em épocas sendo tratada esses contatos com o mundo espiritual, como diz, né, desde que a humanidade existe. Ratis, no seu livro eh Mediunismo, no capítulo dois, que fala sobre a medunidade, o consolador prometido, ele faz uma afirmativa muito interessante. A mediunidade é um patrimônio do espírito. Tua origem é essencialmente, essencialmente espiritual e não material. Olha só, isso quer dizer o quê? É nós que estamos em corpo agora nesse momento, estamos usando esse corpo que nós temos esse contato com o mundo espiritual. Por quê? Nós somos espíritos e que no desencarne do espírito com a morte do corpo, exceindade, porque espírito é espírito, como é que precisa est, né? Tô no lado espiritual. Então eu não tenho essa necessidade. Eu tenho essa necessidade quando eu estou na matéria, quando eu estou encarnado, quando eu estou presente na vida material. E ainda ele continua dizendo, a mediunidade enraíza-se na própria alma, onde a mente, a semelhança de eficiente usina organiza e se responsabiliza por todos os fenômenos da vida orgânica que se inicia no berço. físico e termina do túmulo. Acabou. Eu tenho condição mediúnica a partir do momento que eu nasço. É lógico que crianças, né, a gente sabe que a situação é diferente. E até eu desencarnar, né, ele fala ali, termina no túmulo, no túmulo, na cremação, né? E a gente hoje tem uma variedade aí de formas, né, de deixarmos

ças, né, a gente sabe que a situação é diferente. E até eu desencarnar, né, ele fala ali, termina no túmulo, no túmulo, na cremação, né? E a gente hoje tem uma variedade aí de formas, né, de deixarmos os nossos corpos. Então, dá para entender de que a medidade é um patrimônio do espírito. Cessando a matéria, o espírito não precisa mais de sua medidade porque ele não tem essa condição. Uma situação que eu queria colocar eh a diferença sobre médium e sobre o sensitivo. O sensitivo, aquele que tem essa capacidade, é, ele tem a condição de registrar a vibração dos espíritos. Ele percebe aqueles irmãos que se aproximam, né? ele consegue perceber as emanações. Eh, o sensitivo, ele consegue perceber nas outras pessoas centro grau de energia, que isso não é comunicação entre espíritos, é a sensibilidade do sensitivo que o capacita a sentir isto. Já a mediunidade, a faculdade mediúnica é intermediária do espírito desencarnado conosco, encarnados, né? Existe até uma condição de um sensitivo ser médio. Ele passa determinado momento a ter suas comunicações? Claro que sim. Tá? Mas a sensação do sensitivo é essa de perceber, de sentir as energias dos outros. Não sei se dá para entender, mas é mais ou menos isso, tá gente? Pra gente, né, perceber como é que eu sei que eu tenho medo como é que se eu tenho medo se eu não tenho, coisa parecida assim, né? Nós vamos falar um pouquinho das emoções, né? Essas emoções são de várias formas que elas se apresentam em nós, né? Quando nós lidamos com a mediunidade, uma da uma das emoções, empatia exagerada, o que quer dizer? que nós podemos sentir as emoções dos outros como se fossem nossas. O fulano tá doente de barriga, eu tô sentindo dor de barriga. Tá esperando dor de cabeça, eu tendo dor de cabeça. Uma pessoa tá triste, eu tô triste. Tá com raiva, eu fico com raiva. Isso é um cuidado que nós temos que ter. Então nós nessa nesse nessa volúia, né, que nós vamos ver paraa frente, a forma que a gente possa administrar isso, é um cuidado que a gente precisa ter.

aiva. Isso é um cuidado que nós temos que ter. Então nós nessa nesse nessa volúia, né, que nós vamos ver paraa frente, a forma que a gente possa administrar isso, é um cuidado que a gente precisa ter. Daí nós quando nos deparamos com alguém ou conosco com uma situação dessa, é procurar uma orientação espiritual para a gente cuidar disso, como também a mudança de amor, de energia. Tô alegre, alegre. Do nada me veio uma ira, me veio uma brabeza, me vem uma coisa assim de que eu não sei de onde. Então, ela pode apresentar oscilações. De uma hora eu tô assim, de outra hora eu tô assado, de outra hora eu tô vibrante, de outra hora eu tô cansado, querendo deitar, não tem vontade de nada. As nossos fluídos, ó, são consumidos. por aqueles que nós estamos, né, estamos chamando sem querer, mas estamos chamando, né? Então, essa são esses fluídos espirituais que nos envolve, que nos, né, nos faz essascilações de humor, de energia, de queda de energia e coisa parecida. É tipo assim, quando a gente tem uma queda de energia que a gente diz: "Ah, agora a Celestea entrou com uma fase só dois funcionando". é que a luz não tá tão forte quanto ela, ficou mais fraquinha. É assim que nós ficamos. Aí nós vamos saber que é celeste aí agora nós sabemos que são espíritos que estão aí, né, nos consumindo parte dessa energia e nós não estamos nem lembrando que seja isso, não estamos nem pensando nisso e queremos em nós vermos um estágio para que isso aconteça, porque não acontece por conta deles, acontece por nossa conta. da forma que estamos é a forma que eles vêm igualzinho elas percepção de presença. Essa coisa interessante que muitos de nós, né, eh, quando escuta alguma coisa, ah, ah, deixa para lá, isso é coisa da minha cabeça, né? A gente já passou por isso, né? Podemos sentir a presença de espíritos ouvindo, verjutos. Aquilo que passa e tu olha não tem mais. Eh, sombras, isso pode gerar as sensações físicas, emocionais da gente, o medo, a curiosidade, a nossa vontade de, né, quando a gente ainda não tem um

erjutos. Aquilo que passa e tu olha não tem mais. Eh, sombras, isso pode gerar as sensações físicas, emocionais da gente, o medo, a curiosidade, a nossa vontade de, né, quando a gente ainda não tem um cadinho do conhecimento dessas situações, a gente fica curioso, quer saber, eu fico com medo Não, não quero fazer isso. Vai lá, pega uma cruz, levanta, sai daqui, sai daqui, né? Eu tô fazendo dessa forma alegórica, mas tem muita gente que faz assim, viu? Vai lá, acende uma vela, ah, tem espírito aqui, eu vou iluminar a casa para ele ir embora, né? cada um na sua crença. Uma outra situação sobre sobre essas emoções é as intuições, os pressentimentos. Tem gente que fica apavorada com isso, principalmente nos pressentimentos. Hã, intuição é o mais comum. é o mais comum em nós médios. Eh, na época da codificação, lá 1857, eh, havia uma necessidade muito grande das manifestações físicas. Usava-se lá mexer movimento das cadeiras, né? A a dança das cadeiras. Essa cadeira foi um título que se usou porque era um item que naquele salões se apresentavam como coisas, né, de brincadeira, de diversão, tal, essas coisas, mas é movimentar um objeto, movimentar uma flor, um vaso, um prato, um talher. Hoje essas condições já não tem mais necessidade dessas provações. Hoje a doutrina, a doutrina espírita já esclarece pra gente que há espírito e nós somos, tá? E hoje se trabalha muito a questão intuitiva. Os espíritos nos mandam recado toda hora. Dois recados, um para um bem, outro não. Também funciona através do nosso pensamento. Ah, que legal. Eu tive essa ideia. Tem aquela passagem lá na codificação, no centro na codificação daquele irmão do deserto. Foi lá morto de sede. Aí se ajoelhou, aí pediu ajuda para encontrar umas para matar sua sede, senão ele morreria de sede. Aí pegou uma direção. Nessa direção ele avistou um oasis. Desse oasis foi lá, ah, saciou sua sede e disse assim: "Ai, que boa ideia eu tive." E a gente sabe que não é bem assim. foi a intuição desses irmãos que estão a nos ajudar

ireção ele avistou um oasis. Desse oasis foi lá, ah, saciou sua sede e disse assim: "Ai, que boa ideia eu tive." E a gente sabe que não é bem assim. foi a intuição desses irmãos que estão a nos ajudar e que nos colocam nas nossas necessidades para nos ajudar pelo nosso querer bem. E os pressentimentos são coisas muito eh difíceis de lidar, porque não normalmente não são pressentimento de coisas boas. Como é que eu digo para uma pessoa que chegou isso para mim, que aquela pessoa não sair de casa porque vai ter um acidente que ela pode morrer? Hum. Eu saio da minha casa correndo paraa casa dela. Como é que eu faço? Chega lá, tu tá louco, tá maluco, eu tenho meu compromisso, eu vou. As pessoas vai lá e desencarna. É difícil, é difícil trabalhar com pressentimentos, mas também são mediunidades que não são num grau muito elevado em quantidade, que eu quero dizer, porque são coisas assim que esse pressentimento nosso, ele precisa ser muito bem trabalhado, porque muit das vezes nós temos que fazer conforme orientação de Emanuel para o Chico. Antes de falar, Chico, pega um copo d'água, enche a boca, não engula, fica com ele na boca, deixa calmar, pensa, analisa aí, depois engole e toma tua decisão. se vale a pena sair dizendo isso ou sair daquilo, porque você pode ser considerado, né, alguém com distúrbios mentais que você não tem e famílias com não conhecimento acabam nos colocando em clínicas de doentes mentais e isso é um perigo. Então nós precisamos ter cuidado na administração dessaidade, desses pressentimentos que chegam para nós, a forma que nós vamos trabalhar. A doutrina espírita nos trabalha isso, tá? Outra situação das emoções, nós podemos colocar sonhos, sonhos e mensagens. Ah, muitos sonhos. Oito. É uma comunicação espiritual que a gente faz. É, eu com meu corpinho aqui deitado e o espírito, eu saindo pro cé dos pobres trabalhar para ter uma mensagem, receber uma mensagem de um espírito, de um grupo, de um amigo, de um parente durante o meu sono. É uma forma até de uma comunicação

pírito, eu saindo pro cé dos pobres trabalhar para ter uma mensagem, receber uma mensagem de um espírito, de um grupo, de um amigo, de um parente durante o meu sono. É uma forma até de uma comunicação mediúnica. e que aí talvez a gente tem essa condição dessa viagem quanto o nosso corpo está descansando e nós viajamos, é que vem algum recado que a gente precisa e a gente acorda, pega um papel, vai ali, escreve, escreve, escreve, escreve para não esquecer, né? A gente tem medo de esquecer. Outras são dados a esquecer mesmo, né? Mas outras pela necessidade, talvez daquela comunicação, daquela mensagem acontecer, é que os espíritos promovem a gente ou a escrever ou a não esquecer. Então isso faz mexer com nosso sentimento, né? Porque às vezes são mensagens tão claras que a gente recebe e que se a gente fica assim estasiado, né, das mensagens e às vezes tem mensagens que às vezes não é tão boas. Normalmente quando elas não são tão boas é quando mexe com a nossa correção, né? A gente não aceita muito. Nós estamos meio presos ainda as nossas o nosso trilho que nós não conhecemos outro ainda e agora nós temos outro para conhecer. É isso que nós estamos fazendo, conhecendo outros trilhos, outros caminhos. E qual é os cuidados que nós temos que ter, né? os desafios que acontecem na nossa nosso dia a dia. Sobre a carga emocional, a sensibilidade exacerbada pode nos levar a uma sobrecarga emocional muito grande, exigindo de nós médicos técnicas de proteção e controle. emocional, a já visto o nosso dia a dia, a nossa avalanche de informações que nos chegam no nosso dia a dia, avalanche de que nos chegam dentro da família, meu lado profissional. meu lado social, meu lado informativo, essas telinhas aí de TV aqui mesmo, né, na internet que nos sobrecarregam e que aí nós precisamos conhecer aquela coisinha que eu falo. o ouvir e o escutar, a água na boca de falar ou de despejar diretamente. Aí que vem, né, quando eles dizem assim, exigindo do médico umas técnicas de proteção. Estudai,

er aquela coisinha que eu falo. o ouvir e o escutar, a água na boca de falar ou de despejar diretamente. Aí que vem, né, quando eles dizem assim, exigindo do médico umas técnicas de proteção. Estudai, estudai, estudai. os nossos ouvidos, ele tem duas finalidades, a de ouvir e a de escutar. Eu digo assim: a de ouvir, entra aqui, sai aqui. A de escutar, eu codifico dentro de mim e tomo partido ou não, ação ou não. É isso que a gente precisa. saber que é uma situação muito perigosa pelos impulsos que a gente tem de decisões. Então, vamos estudar doutrina, vamos estudar a doutrina que nós vamos achar essas técnicas que a gente diz aqui. Outro ponto que pede de cuidados, o equilíbrio. É fundamental que nós médiuns, aprendamos a lidar com as nossas emoções e protegermos, nos proteger das influências espirituais negativas, para que a gente possa buscar o equilíbrio material e espiritual. Nós precisamos disso. Precisamos ter esse equilíbrio, precisamos ter controlar essa essa emoção para que a gente perceba, né, com o nosso equilíbrio, que tipo de energia está em se aproximar de mim. Porque a culpa não é da energia que se aproxima, é eu que estou nesta vibração. Aí eles vêm de vibração igual e se funde conosco e nos alimentam. Aí nós entramos em conflito. Não sabemos porquê, mas tá aí. Precisamos ter essa afinidade entre o lado espiritual e nós para que a gente possa não perder o equilíbrio, paraa gente se proteja dessas influências mais pesadas contra nós. Outro detalhe também sobre os cuidados é a responsabilidade. médios têm responsabilidade adicional com as suas emoções e proteger-se das influências, buscando auxiliar e consolar aqueles que necessitam com um detalhe, além de aprimorar a sua própria moralidade. A medididade ela não desperta somente em quem tem moral libada, elevada, tá? Em todo ser humano, em todo. Está no bom, está no ma. Está no fazer o bem, está no fazer o mal. Isso quer dizer o quê? Quando nós falamos que a medidade são atos de amor, a medididade é a prática do bem.

todo ser humano, em todo. Está no bom, está no ma. Está no fazer o bem, está no fazer o mal. Isso quer dizer o quê? Quando nós falamos que a medidade são atos de amor, a medididade é a prática do bem. A medidade é a caridade. Para mim fazer tudo isso, eu preciso qualificar a minha moralidade. Eu preciso estar agindo de forma dentro dos dos padrões evangélicos deixados por Jesus. essa contação maravilhosa que nos dá esse caminho. Nós teremos aí a nossa medidade exercendo como os grandes espíritos que nos ajudam, que nos protegem e esperam da gente. No livro Plenitude Mediúnica de João dos Maia. pelo espírito de Mirabês tem um alerta que no prefácio Dr. Bezerra de Meses nos faz. Ele diz assim: "O medianeiro cristão não deve recuar diante dois chamados para sua reforma de costumes. O medianeiro cristão não deve recuar diante dos chamados para a sua reforma dos costumes. med com o nosso nossa disciplina de assum-la faz que nós passamos a ter situações, interesses, procedimentos diferentes do que tínhamos antes de conhecê-lo. A partir do momento em que eu conheço aquilo que eu sei, aqueles aquela aqueles ensinamentos divinos que a gente recebe, que está aí para conviver com ele, para nos melhorar, para crescer, para evoluir, nos faz nos reformar. Nós podemos fazer uma análise da gente, né? A partir do momento em que nós começamos a conhecer a doutrina, façamos uma análise da nossa vida 10, 15, 20, 30 anos atrás antes de conhecê-la. E como é que nós estamos agora? A nossa vida de atitude, como é que nós estamos agindo perante aquilo que eu tô conhecendo, tô aprendendo? E aí uma coisa que ele coloca muito e muito preocupante que diz assim: Médiuns colocam sua postura contra a dignidade do espiritismo, cobrando seus trabalhos como charlatões, desnutrindo a fé cristã. Nós aí no nosso conhecimento nessa caminhada, a gente percebe, né, quantos irmãos nossos que t mediúnica disso, daquele, daquele outro e que se utiliza disso financeiramente, como ele diz, postura contra a dignidade do

nhecimento nessa caminhada, a gente percebe, né, quantos irmãos nossos que t mediúnica disso, daquele, daquele outro e que se utiliza disso financeiramente, como ele diz, postura contra a dignidade do espiritismo. E ele afirma ainda, ele diz assim: "Vamos mais uma vez repetir a fala, o que fala o evangelho de Jesus. Tá lá em Mateus. Dai de graça o que de graça recebeste. médiuns que colocam preços pedindo favores a outros, justificando com pontos evangélicos, vão ouvir muitas advertências do além túmulo dos nossos espíritos, onde fizeram compromissos com grande instrutores da espiritualidade que orientam a encarnação. Nós não viemos assim, ah, vou fazer isso, assim, fui escolhi para fazer. Hum, hum. Quantas advertências nós já recebemos perante isso? Agora, aquele médio consciente, trabalhador, lutador, disciplinado, ele diz assim: "Aos médiuns conscientes pedimos que persistem, persistirem, mesmo sofrendo certas dificuldades." Ah, quanta dificuldade aquele médio disciplinado tem para chegar no horário, no trabalho? Quanta dificuldade nos seus fazeres materiais precisam administrar isso para fazer o seu trabalho mediúnico, espiritual. Quantas dificuldades nós temos perante as nossas famílias? vai para lá de novo. Eles diz assim: "Persistem mesmo sofrendo certas dificuldades que os mentores espirituais da corte de Jesus estarão ao lado de todos esses médiuns, conservando o ambiente do Cristo em seus corações." Esse é o recado de Dr. de no livro Domínios da medidade de André Luiz Pixfado por Francisco Canto Xavier na Emmanuela, no início do livro lá na página 10 sob o título Raios Ondas Médiuns em mente nos alerta. Olha só que manuel coloca nesse nesse livro do André. sem noção de responsabilidade, sem devoção a prática do bem, sem amor ao estudo, sem o esforço perseverante em nosso próprio burelamento moral, é impraticável a peregrinação libertadora para o sismo da vida, para o ponto mais alto da vida. Olha só essa afirmativa de Emmanuel que aí fecha a nossa ação desse instrumento que nós temos para o

al, é impraticável a peregrinação libertadora para o sismo da vida, para o ponto mais alto da vida. Olha só essa afirmativa de Emmanuel que aí fecha a nossa ação desse instrumento que nós temos para o nosso bem, esse instrumento que nos, né, que nós mesmos Quando assentivemos a liberdade no nosso processo reencarnatório, vim com essa missão, emissão mediúnica para a nossa correção, para o nosso crescimento espiritual, para o nosso propósito reencarnatório que Deus nos ofertou. acreditando em nós e dando a nós o suporte para que a gente possa alcançar esse propósito. E esse propósito está dentro desses padrões. Precisamos perseverar. A medidade é trabalho, é dedicação, é carinho, é caridade. Medudidade é para mim no entendimento dela, mas é para servir. É para servir os propósitos que nós temos em nossas vidas nesse momento. Por que que nós estamos aqui reencarnados no processo de transformação reencarnatório dessa evolução do nosso planeta? Por que que nós estamos aqui? Aliás, não é nem porque para que é que estamos aqui nesse turbulhão que tá acontecendo nesse momento do nosso planeta? Porque Deus acredita que nós podemos ser um servidor dele na transformação para essa transição acontecer. aposta em nós e não nos deixa sozinho. Ele manda um caminhão de irmãos a nos ajudar. Esses que nós conhecemos aí através da literatura, vindo lá da codificação. E esses que muitos de nós não vê, alguns vêm, que estão aí a nos ajudar, a nos colocar na nossa cabeça intuições para o bem, para o amor, para a caridade, para o carinho, para o respeito, para a dedicação a uma casa que faça ferver energias boas em prol que os espíritos trabalhadores dessa casa possam utilizar essas energias boas através dos trabalhos dos bediúnicos em favor daqueles irmãos desencarnados ou encarnados que precisam dessas energias para poderem ser tratados, orientados e encaminhados. Essa é a nossa função, a principal. Ade, como diz, ela é libertadora pra gente dar saltos mais alto, pra gente crescer, para que a gente seja, quem sabe tem

em ser tratados, orientados e encaminhados. Essa é a nossa função, a principal. Ade, como diz, ela é libertadora pra gente dar saltos mais alto, pra gente crescer, para que a gente seja, quem sabe tem aquela oportunidade de Bezerra de Menezes. Tu podes escolher, podes escolher. Você se capacitou para isso, Celina. Celina, pede para a nossa mãe santíssima que eu continue aqui na terra para poder ajudar esses irmãos que estão com tanta dificuldade. Que escolha nós vamos fazer? fazendo uso da nossa mediunidade com condições de ser no nosso retorno espiritual, a gente tem uma condição satisfatória, como diz ainda Emanuel, cada médio com sua mente, cada médio com os seus raios nos personalizando observações e interpretações. Cada um qual com suas obras. Muito obrigado. >> Que maravilha. um banquete, porque a além de ser um tema que eu acho até que tu colocou mais incrível ainda, que permeia e perpassa todos os seres humanos independente das pontes religiosas que temos. E ficou muito claro que a mediunidade e emoções elas estão interligadas o tempo todo dentro desse desenvolvimento mediúnico, exigindo da gente autoconhecimento, autodisciplina e a busca, né, desse equilíbrio e desse discernimento que vem aí através dos estudos. Aprenderam a escutar mais do que ouvir. Eh, aprender a internalizar esses sentimentos e compreender essa relação que você trouxe muito bem de buscar as ferramentas para como lidar com as emoções intensificadas por vezes pela mediunidade. E você tocou em assuntos muito sérios, né? Às vezes a gente eh tá sendo ali eh percebido, a gente percebe, a gente sente a a influência, mas a gente às vezes não quer entender, seja pela adorei, pela empatia. E eu nunca tinha pensado numa mediunidade através de um se colocar no lugar do outro. E a gente se sensibiliza tanto que a gente sente e a gente consegue receber o que é do outro. Outra coisa que tu falaste também fantástica, mudança de humor, porque a gente quase não percebe esses sinais, essas essas essa percepção dessas presenças que se a

e consegue receber o que é do outro. Outra coisa que tu falaste também fantástica, mudança de humor, porque a gente quase não percebe esses sinais, essas essas essa percepção dessas presenças que se a gente tem esse autoconhecimento e autodisciplina através de estudo, através da prática, através da amorosidade, a gente consegue lidar com isso. Ficou muito claro. Gratidão, irmão, por um tema tão delicado e você trazer de uma forma tão, tão bonita e tão eh límpida para um domingo desse, que a gente só tem que agradecer a tua bondade por estar conosco, abrir aí a oportunidade do seu tempo de estar nos esclarecendo. Temos aqui algumas perguntas que eu vou est passando o nosso irmão Antônio. Obrigado Antônio Carlos. Antônio Carlos também é nosso irmão de caminhada aqui no Cal. Então o Antônio ele pergunta o seguinte, né? Entender a conexão entre mediunidade e as emoções é essencial para quem busca aprofundar-se na prática do espiritismo? >> Que dúvida, né? Que dúvida. Não tem jeito, né? E só tem um caminho, é o estudo, é o conhecimento. É a base de tudo. Se você não tiver o conhecimento, talvez você tome caminhos que não sejam o ideal, mas é necessário sim, porque uma está vinculada à outra, não tem como, né? Então, é essencial que a gente busque o aprofundamento que quer, que a gente busque o ensinamento, o conhecimento para poder administrar isso de uma maneira como Cristo faria. Nossa, que interessante. Eu tô ouvindo você responder a essa pergunta e eu falei de autoconhecimento e autodisciplina e eu nem tinha me tocado na especificamente na pergunta do Antônio, mas como a a gente sair da ignorância? Porque às vezes a dificuldade, o desequilíbrio acontece porque a gente não se reconhece dentro dessa emoções que acabam sendo fluidas. em especial na casa da mediunidade. Muito obrigada e acho que você respondeu de forma bastante contundente. Aqui eu trago uma outra perguntinha de um outro irmãozinho nosso também. Obrigada, Luís, que tá conosco. Outro irmão aqui da nossa família Secal. Que emoção. Adoro

ondeu de forma bastante contundente. Aqui eu trago uma outra perguntinha de um outro irmãozinho nosso também. Obrigada, Luís, que tá conosco. Outro irmão aqui da nossa família Secal. Que emoção. Adoro essa equipe. O que acarreta a escolha de não querer desenvolver a sua mediunidade? >> Luiz, Luiz, é uma coisa muito séria isso. Primeiro, nós mesmos estamos entrando naquela zona de conforto, né? Isso é mais uma incomodação da minha vida. É um trabalho mais, já tem muita coisa na vida. Tem família para cuidar, trabalho para cuidar, né? Por que que a gente pensa dessa forma? Porque as influências, você tando na prática da menade ou não, você tá sofrendo influências dos espíritos. Que já não bastasse as influências materiais, né? Dos espíritos. E quando nós entramos num processo de desenvolver, o que é desenvolver? É conhecer, é estudá-la, é aprender. Para que que isso tá acontecendo comigo? Qual é a finalidade disto? Isso vai requerer que você se interesse no assunto, vai fazer com que você estude. A partir do momento em que você começa a estudar, começa o seu padrão vibratório vai se desvinculando daquele padrão que estava envolvendo você. Mas aquele padrão vibratório que estava envolvendo você, ele não vai deixar muito barato a tua mudança de vibração, porque ele não vai querer perder a ação que ele tá tendo sobre você. Então ele vai insistir de você não ir, de achar problema, a perder o horário, ah, apareceu um aniversário, um encontro com os amigos, bem na hora do bem deúic. O que são isso? são as influências trabalhando conosco e quando nós queremos sair delas, elas querem nos voltar a ter o domínio sobre nós. Então, desenvolver, voltamos a falar, é estudar. >> Eh, obrigado, Luiz, pel essa pergunta. E nossa, eh, como Euclides, a gente vê as materialidades e a espiritualidade que às vezes não tão nos apoiando, eh, tirando a gente do foco, tirando a gente do rumo e por vezes a gente se justifica dentro desses compromissos, desse dessa coisa de tempo, né? Hoje o tempo é uma questão

vezes não tão nos apoiando, eh, tirando a gente do foco, tirando a gente do rumo e por vezes a gente se justifica dentro desses compromissos, desse dessa coisa de tempo, né? Hoje o tempo é uma questão muito complicada. E outra coisa que eu quero colocar, quando nós somos tirar desse movimento, >> oi. aqui tá um tá ficou um ruído aqui de retorno, mas eu dei uma guardadinha para quando a gente permite essa tirada de desenvolver a nossa mediunidade, eh, de de distrair a gente desse estudo, dessa prática, porque é uma prática de caridade também para conosco e para com o nosso irmão, eu também chamo atenção porque às vezes a gente fica mais debilitado, né? Vem aí as questões patológicas, vem as desorganizações, as desarmonizações e inclusive os afetamentos que pode, porventura vir. Então é muito importante a gente ter esse compromisso, essa responsabilidade, essa disciplina, como eu coloquei, que faz necessário para que o trabalho possa contar conosco, mas mais ainda nós nos beneficiarmos pro nosso progresso, paraa nossa evolução, através das nossas doações. A única pergunta que tem aqui para nós que eu vou trazer também. Olha, hoje eu só fico grata porque uma porção de porta-voz aí da família Secal e é uma pessoa que eu amo muito. Rosâela, beijo também para você. Boa noite, senhor Euclides. Nossa, motorou com 80 anos. Eu acho que você é um garoto de 40. Como fortalecer, manter positiva nossa ligação com a espiritualidade amiga? Obrigada, Rosâela, por essa pergunta importantíssimo também. >> Oi, Rô. Fazer o que nós estamos fazendo aqui agora. Só estamos envolvidos de energias boas. É a nossa vibração. Como é que eu fortaleço isso? Fortalecendo a minha crença, a minha fé. Eu me lembrar, eu me lembrar dessa fé nos momentos mais difíceis que a gente passa, que normalmente na hora mais difícil a gente esquece. E aí nós damos abertura a essa ligação não ser tão positiva. O estado positivo entre nós e os espíritos está em mim, no meu dia a dia. Ser espírita, trabalho mediúnico, trabalho de passos

nte esquece. E aí nós damos abertura a essa ligação não ser tão positiva. O estado positivo entre nós e os espíritos está em mim, no meu dia a dia. Ser espírita, trabalho mediúnico, trabalho de passos dentro de uma casa espírita, é muito fácil. Ali as ligações são excessivamente positivas. Fora dela é que é o nosso perigo e que é o nosso maior tempo. Nós não vamos todo dia à casa espírita, nós não ficamos 24 horas dentro da casa espírita. A nossa vida requer atividades familiares, profissionais e sociais. É nesses meios que nós temos que em nós fazer esse positivo, não se deixar influenciar pelas coisas ruins que estão acontecendo. Se o ambiente não é bom para você, saia dele. Se a discussão tá muito grande, volto a falar da água na boca do Chico. Calme. A gente tem o costume de falar numa discussão, tem gente que põe mais lenha na fogueira. Não seja este botar álcool na fogueira. Não seja este. Seja aquele que esteja munido de uma garrafinha d'água. Que é o quê? É o lado positivo. Pera aí, vou ajudar a acalmar isto. E às vezes a escolha do momento para se tomar essa ação, essa sugestão, às vezes não é aquele momento agora ali. Ele precisa ser acalmado. água na boca, não igula para depois colocar. Nós é que fazemos com que com quem nós queremos a nossa ligação espiritual para nós. Se estamos bem agora tá maravilhoso. Tá sentindo aqui, ó, uma coisa estranha, né? Estranha e boa, né? Mas em determinadas situações não é assim. E aí que nós temos que nos lembrar dessa situação agora para que a gente possa ser esse positivo, para que tenhamos ter ao nosso redor, ao nosso favor, essa espiritualidade amiga que tanto nos ama, só tá esperando que a gente chame. Só isso. >> Fantásticas suas colocações. E eu quero convidar vocês, essa esse exemplo que o irmão Euclid tá dando, tá no livro das histórias de Chico e se chama-se Água da Paz. E foi uma conversa que Chico teve com a mãe dele, Maria de Deus, eh, dona João Maria de Deus, que ele fica, ele tava sendo consultado por algumas

ivro das histórias de Chico e se chama-se Água da Paz. E foi uma conversa que Chico teve com a mãe dele, Maria de Deus, eh, dona João Maria de Deus, que ele fica, ele tava sendo consultado por algumas pessoas e as pessoas faziam perguntas frívoras, fúteis sobre o trabalho e ele muito irritatiço. E ele uma vez com a mãe já desencarnada teve um contato com essa mãe e ele pergunta: "Ai, eu tô muito chateado, tô pro dia". E ela falou: "Meu filho, você usa a água da paz, compra, toma e e você vai ver, vai te melhorar". E Chico, morando lá no interior e foi lá por São Leopoldo, nas farmácias locais, não encontrou a salga da paz, ele tinha palestras em Belo Horizonte, ele foi nas farmácias em Belo Horizonte, >> não encontrou >> também, também não encontrou da paz. Uma semana depois, em uma outra sessão, a mãe Maria João de Deus aparece para Chico e ele fala: "Olha, eu consegui achar a água da paz. Que água da paz é essa?" E ela falou: "É essa que tá no seu copo, meu filho. Basta você colocar na boca na hora que você ficar intempestivo de querer tomar uma reação, não cuspa e nem gula. mantém ela na boca, eh, umedecendo a sua a sua língua e você vai ver que você vai encontrar essa paz. E ele, muito sem graça, percebeu a moral da história dada pela sua mãe já desencarnada. >> Gratidão. Gratidão por ess gratidão por essa recordação. E essa pergunta da Rosângela, ela tem uma importância. Semanas dessas eu tava fazendo um estudo com um grupo, eu tava recebendo uma aula no livro dos médiuns e eu falei algo, as pessoas ficaram meio assim, eu até eu até troco vigilância e oração. E essa vigilância o irmão Euclides tocou no calcanhar de aques. Enquanto estamos abençoad dentro da casa espírita, protegida, guarnecida, aonde ali a gente quer ser a nossa foto 3 por4 na melhor versão, a gente tá dando tudo certo. Mas se a gente sai da casa espírita, que é como ele falou o volume maior de horas e até de muito mais tempo que a gente passa fora, passa a utilizar essa vigilância e oração e essa prática

tudo certo. Mas se a gente sai da casa espírita, que é como ele falou o volume maior de horas e até de muito mais tempo que a gente passa fora, passa a utilizar essa vigilância e oração e essa prática de amorosidade e de manter esse fortalecimento sintônico inicialmente na nossa família e especialmente conosco, porque o desequilíbrio danado é nós com nós mesmos. Então esse exercício é através dos estudos, através das práticas, da vigilância, da oração. A prece ela é fervorosa, ela é magnetizadora. Então, a gente ter esse cuidado de se autoconhecer e perceber essa movimentação e ter o cuidado da nossa invigilância, porque aí a gente torna as portas largas facilitada pros nossos eh irmãozinhos que também tão ali às vezes por brincadeira para para algum outro fim. Então, obrigada, Rosângela, nada por acaso. E gratidão, mais uma vez, gratidão pela participação. Eu vou para uma outra perguntinha agora. AD vem da TV Secal e essa é assim, querido. Parece que um copo de água caiu, mas já acabou. A mudança do planeta é um fato innegável e a nossa mudança é também esperada. Temos a mediunidade como uma ferramenta poderosa de sensibilização dos nossos sentimentos que nos ajuda nessa mudança. É uma pergunta da TV Secal e achei muito interessante. Obrigada pela pergunta. Olha só, nós nós comentamos sobre o que Deus aposta em nós quando nos permitiu estar na terra nesse momento, convivendo nesse processo transformatório que o planeta tá passando. Com certeza o planeta vai mudar. Com certeza. Isso ninguém irá obstruir essa mudança. Ela vai ter que acontecer. Aí esse processo de cada um de nós que estamos aqui na Terra com essa condição mediânica, sermos os colaboradores mínimos que sejamos, mas o conjunto dos mínimos faz uma coisa grande. para que a Terra consiga alcançar o processo dela e que nós estejamos inseridos nessa transformação. Essa transformação, independente de mim ou não, ela vai acontecer. Mas eu com essa ferramenta que eu tenho, eu talvez venha adquirir a condição

dela e que nós estejamos inseridos nessa transformação. Essa transformação, independente de mim ou não, ela vai acontecer. Mas eu com essa ferramenta que eu tenho, eu talvez venha adquirir a condição reencarnatória do futuro dentro desse planeta se regenerando. Ou então com toda essa capacidade e deixada debaixo do alqueire, eu ter que ser transportado não só, mas para essa nossa terra, eu ser levado a um planeta da qual necessite que eu venha trabalhar para em prática aquilo que agora eu não puxo para a melhora daquele planeta, provas, expiações, pode ser que ainda está num período mais atrasado do que a nossa terra e que precisa passar por todo o processo que nós estamos passando para também evoluir, porque eles também vão evoluir, independente de mim. Eu caí na prática mediúnica mediante as orientações de Jesus. Praticar o que Jesus faria naquela ação, naquele ato, naquele pensamento, naquela palavra. É fundamental que nós possamos passar esse processo, que nós possamos pôr em prática na nossa vida. Aí é o nosso crescimento, nosso crescimento que nos galga, né? Ter uma situação desse jeito ou de outro. Quem sabe parecida com de Bezerra de Menezes, né? Quem sabe? >> Muito bom. E eu achei interessante esse final quando ele diz assim, usar como ferramenta poderosa de sensibilização dos nossos sentimentos que nos ajuda nessa mudança. E eu gostaria de colocar aquilo que eu tava que que eu comecei a colocar no início, a o trabalho da mediunidade, o exercício da mediunidade é um caminho de crescimento para nós mesmos e auxílio ao próximo. Então, quando a gente melhora nosso olhar de compaixão, nosso olhar de entendimento, nosso olhar de amorosidade, a gente tá diante do que a Joana falava. Caridade material não é uma das mais difícis fazer, mas estamos diante da caridade moral e a mediunidade e a doação desse exercício mediunico é um ato de caridade moral. Então, obrigada pela pergunta. E aqui, irmão amado, meu mestre, ele também é meu mestre, meu professor. Eh, acabamos as perguntas. Eu só tenho dois

esse exercício mediunico é um ato de caridade moral. Então, obrigada pela pergunta. E aqui, irmão amado, meu mestre, ele também é meu mestre, meu professor. Eh, acabamos as perguntas. Eu só tenho dois comentários e como são comentários muito ricos de carinho e de emoção, eu faço questão de colocar Marilene Campos. Obrigada, Marilene. Obrigada por acompanharmos, está conosco aqui. Fantástica aula e chamada para que o trabalhador da casa espírita tome conhecimento da responsabilidade. Obrigada. Nós também aqui da família Seal agradecemos a sua participação. Esse é um carinho especial pro nosso mestre eh Euclides. E aqui tem uma outro carinho também, Carmen Adelina Aides, eh, Laguno. Eh, gratidão por você também tá conosco, que nosso carinho chegue aí na casa de vocês. E ele disse: "Gratidão, irmão, pelo estudo e análise sobre a mediunidade sumamente esclarecedora." E é gratificante um tema tão delicado, tão conflituoso e o nosso irmão Euclides conseguir passar com tanta eh inteligência salomônica e discernimento e capacidade da gente poder concluir e entender aqui nesse momento. CR isso. Eu só agradeço primeiro pela oportunidade, pela aceite sempre o convite de estar conosco aqui com a família Central. E aqui eu peço para que você possa fazer as suas considerações finais, né, e a a fazer também a para nós também, por gentileza, a prece da noite aí para encerrar os nossos trabalhos. Depois eu vou dar os últimos recados aí a vocês. Então vou passar a palavra aqui ao Euclides para fazer a sua fechamento, mediidade e emoções e a prece nossa final para iniciarmos nossa semana. >> Oi André, sabe que quando eu adentrei a casa espírita, que eu tinha medo de passar de fronte a casa espírita, achava que os fantasmas iam me puxar lá para dentro. eh nos colocou assim numa responsabilidade muito grande. Ser um trabalhador de uma casa espírita não é brincadeira. Trabalhar com a nossa medidade não é brincadeira, é um prazer quando a gente executa as nossas tarefas. Com certeza a gente mais ganha do que

Ser um trabalhador de uma casa espírita não é brincadeira. Trabalhar com a nossa medidade não é brincadeira, é um prazer quando a gente executa as nossas tarefas. Com certeza a gente mais ganha do que dá, porque essa espiritualidade nos abraça, nos envolve com muito carinho e com muito amor. E eu pensei que eu ia fazer o curso da codificação e depois eu não precisaria mais estudar. Fazem 40 anos que a gente tá estudando e não só cinco, como é a codificação. Então, a gratidão de eu precisar recorrer também aos estudos pra gente estar conversando aqui, a gente rememorar as nossas coisas, do nosso dia a dia, do nossos trabalhos mediuns, nossos trabalhos da casa do espírito. É uma gratidão a gente receber um convite deste e que só possa, né, ajudar de uma maneira ou de outra, a qualquer dúvida, qualquer situação que aí os nossos internautas possam ter. Então, para mim é uma satisfação muito grande e que sempre coloco também uma responsabilidade muito grande da gente não colocar besteira, mas digo a todos que estão nos assistindo, não acreditem nada do que eu falei. Vamos procurar a verdade dentro dos livros da codificação que existe por aí, porque a gente não é dono da verdade. Nós somos mais um estudioso da doutrina que precisamos ainda aprender muito. E elevando nossos corações a Deus, a Jesus, vamos agradecer por essa oportunidade maravilhosa. Que Jesus continue a nos abençoar, abençoar essa equipe do Secal que promove esses ensinamentos, essa divulgação da doutrina tão maravilhosa, mas tão necessária a chegar ao lar de cada um. que o SICAL, através da sua estrutura administrativa, continue se mantendo firme nesse processo, nos oportunizando esses ensinamentos, essa busca de conhecimento que todos nós necessitamos. Pai nosso que estais no céu e santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoe as nossas dívidas à medida em que perdoamos aos nossos

o nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoe as nossas dívidas à medida em que perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixe cairmos em tentações. Livra-nos, Senhor, de tudo que seja mal. Em nome de Deus, em nome de Jesus, em nome dessa coordenação espiritual, desses trabalhos, nós pedimos a permissão, damos como encerrado na noite de hoje, rendendo graças a Deus, graças a Jesus e que assim seja. >> Que assim seja. Mas, ó, o que ele falou, só digo o seguinte, só tira que vai apagar tudo, porque é um homem estudioso, é um homem que se dedica. Mas lógico, a gente tem que ter sim concretude da doutrina espírita fé raciocinada e a necessidade de estudarmos 10, 20, 40, porque cada vez que nos aproximamos do mesmo texto e encontramos a uma interpretação diferente, é porque nosso amadurecimento, nosso olhar, o nossa potencialidade de entender uma matéria tão delicada já é diferente. Então é um estudo contínuo, que é aquilo que eu falei, né? A Bíblia diz: "Orai, vigia". Eu já troco e boto vigiai e orai. Porque a gente não sabe a hora que o bandido adentrará nossa casa. Tá na Bíblia. Então a gente tem que estar sempre em cautela. E a e uma das cautelas é o estudo, é os instrumentais, é a gente tá com a boa espiritualidade, como a colega Rosângela tava falando, a melhor escolha de boa oportunidade, mente vazia e oficina. né, das coisas que não são boas. Então, vamos preencher com coisas boas, com obra espiritual, com dedicação, com participação, responsabilidade nos nossos lares. E mais uma vez agradecimento a esse gigante que eu muito tem carinho e respeito e é meu mestre, como eu falei. Então, só fala coisas boas e coisas bem fundamentadas. E essa necessidade, quando nós somos convidados a falar sobre um tema, é porque nós também estamos mais necessitados para ouvir eh de perto esse tema que a gente é obrigado a estudar. Eu, Crides, mais uma vez muito obrigado. Aqui eu deixo para

ados a falar sobre um tema, é porque nós também estamos mais necessitados para ouvir eh de perto esse tema que a gente é obrigado a estudar. Eu, Crides, mais uma vez muito obrigado. Aqui eu deixo para todos um convite para estarem conosco no dia 24/08 de25, domingo que vem às mesma hora, 19 horas, com o nosso irmão Fábio Dionise, com o tema fisiologia das curas espirituais. Olha que bacana, fisiologia das curas espirituais. E aqui eu quero de antemão agradecer a todos que estão conosco até agora para um boa noite, muita gratidão e uma semana iluminada. Beijo de toda a família Secal para vocês e até domingo que vem com muito carinho, com muito amor. E crides, meu carinho e respeito, meu mestre, tudo de maravilhoso. Obrigada. >> Obrigado também. Ciao. Ciao.

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