#219 - A Cremação e o Despertar - Orson Carrara (CEECAL EM FOCO)

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 11/08/2025 (há 8 meses) 1:05:45 19 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 219 Expositor: Orson Carrara Tema: A Cremação e o Despertar Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 10/08/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier

Transcrição

Boa noite, sejamos todos bem-vindos em mais um programa Secar em Foco. Nós estamos falando de Florianópolis, Santa Catarina. E hoje nós queremos agradecer a Web Rádio Fraternidade, ao Iges, a FEC TV, a 14ª UR de Florianópolis, ao projeto Espiritismo e Mediunidade e ao Web Rádio Portal da Luz por estarem conosco nesta palestra com o tema a cremação e o despertar. E quem estará conosco é Orson Carrara. Boa noite, Orson. Seja bem-vindo a Florianópolis virtualmente. >> Boa noite, Rosângela. Nesta noite fria de Florianópolis, eu estou mais quentinho aqui, Matão, mas é uma alegria muito grande estar aqui com o CCAL em Foco, eh, que já estivemos tantas outras vezes aqui. É uma honra muito grande para mim. Muito obrigado pela oportunidade, saudando aos integrantes do SECAL, saudando aqui os telespectadores nesse tema tão instigante como esse, tão atual, oportuno e alvo aí de muitas indagações, né? Vamos estudar o assunto à luz do Espiritismo. >> É um tema que quase a gente não comenta dentro da doutrina, né, Orson? E nós queremos convidar aos nossos amigos internautas, faça seu questionamento, se a gente tiver possibilidade dentro das nossas reflexões, será explanado, né? E nós queremos apresentar o Orson. Ele é de eh é natural de Mineiro do Tieté, São Paulo, mas reside em Matão. Ele é escritor, palestrante e espírita e também ele tem seus trabalhos com o nome dele, Orson Carrara, no YouTube. Além de em Matão ele tem o programa Alegria de Viver. E pra gente agradecer por essa oportunidade de estarmos aqui, nós trouxemos uma mensagem de Chico Xavier do livro Recados do Além, para nós pedirmos a autorização para abertura. Então vamos serenar nossos pensamentos, respirar, trazer para dentro de nós nosso mestre de Jesus. Não esmoreças quando o desânimo de ameace, porque os teus melhores planos parecem desfeito quando a sombra da tristeza tem vado o coração dolorido, à vista dos desenganos que nunca esperaste, se recursos te faltam para o imediato recomeço de tarefas que aspirais a restaurar e seus próprios

quando a sombra da tristeza tem vado o coração dolorido, à vista dos desenganos que nunca esperaste, se recursos te faltam para o imediato recomeço de tarefas que aspirais a restaurar e seus próprios Amigos desaparecem. Não esmoreças e nem percas a esperança. Trabalha como e onde puderes, servindo sempre na certeza de que trazes contigo a força do companheiro fiel que jamais te abandona. Porque tens Deus? Deus permanece agindo. Do livro Recados do Além. Chico Xavier Emanuel. E com essa mensagem, agradecidos que somos, damos por aberto mais um programa Secal em Foco. E hoje trazemos então Orson Carrara com o tema A cremação e o despertar. Orson, boa palestra. Se precisar, estamos aqui nos bastidores. >> Muito obrigado, Rosângela. A nossa saudação é de gratidão mesmo. Muito bem. Nós vamos falar hoje sobre cremação e o despertar. As duas palavras que compõem o título da abordagem são muito interessantes. A palavra cremação é um hábito instituído pela sociedade não muito comum, embora haja alguns casos, muitos casos, digamos, né? A grande maioria é simplesmente sepultada. E nós temos aí esses cemitérios espalhando, ocupando bastante espaço, aqueles túmulos que precisam às vezes de manutenção muitas vezes, e ali estão sepultados corpos que materialmente se desfazem. É uma lei da natureza. A morte é uma um fenômeno biológico normal, né? Nós não somos esse corpo, nós estamos no corpo. É uma passagem, uma experiência temporária para os aprendizados que precisamos fazer. E o que é que pensa o espiritismo sobre isso, né? Porque do ponto de vista social, do ponto de vista humano, nós sabemos que a experiências, as experiências coletadas, selecionadas pela ciência, vão mostrar a decomposição do corpo como um fenômeno inevitável. Eh, eh, declarada a morte, declarada fisicamente constatada a morte, o corpo vai gradativamente se dissolver. O processo de desmanche, digamos assim, do corpo humano é um processo conhecido, leva um tempo depois de sepultado. Existe todo um período de transformação

te, o corpo vai gradativamente se dissolver. O processo de desmanche, digamos assim, do corpo humano é um processo conhecido, leva um tempo depois de sepultado. Existe todo um período de transformação da matéria que vira pó. A gente sabe disso depois de anos quando se faz a isumação, quando mesmo que a esumação precisa ser feita com menos tempo, né, nós vamos encontrar ali um corpo completamente dilacerado, um corpo completamente eh desfeito, corroído, ele desmancha realmente, né, depois de um processo de transformação já conhecido pela ciência. do ponto de vista social, sem dúvida que é um é uma providência higiênica e que também libera espaços, né? Porque ali no cemitério, no túmulo, apesar de todo o respeito que devemos, a recordação, a memória dos nossos entes queridos, já falecidos e já sepultados, ali não está o ente querido mais do ponto de vista espírita, ali está eh o instrumento, a vestimenta que ele usou durante o tempo que esteve conosco. Porque a alma ela sobrevive à morte do corpo. Sepultado o corpo, a alma continua o seu trajeto. É uma providência higiênica, sem dúvida nenhuma, mas há muita preocupação com o assunto, né? E a principal preocupação é se o espírito vai sentir os efeitos da cremação, que é uma providência de colocar em fornos crematórios, né, depois de um certo tempo. Então, alguns alguns cadáveres são encaminhados para a cremação. A outra palavra despertar, que também desperta bastante interesse, é como que é o o despertar no mundo espiritual de um espírito cujo corpo foi cremado. Então nós temos aí uma uma situação conectada, a cremação e o despertar. E se nós vamos falar isso à luz do Espiritismo, nós temos que buscar naturalmente os fundamentos da doutrina espírita que estão nas obras básicas. Embora o assunto não se esgote de forma nenhuma, porque os hábitos humanos, a a evolução da mentalidade humana vá trazendo nova consciência sobre o assunto, novos procedimentos são adotados, eh esclarecimentos são distribuídos, né? Eh, então nós temos a oportunidade de

manos, a a evolução da mentalidade humana vá trazendo nova consciência sobre o assunto, novos procedimentos são adotados, eh esclarecimentos são distribuídos, né? Eh, então nós temos a oportunidade de aprofundar o o estudo a partir dos fundamentos espíritas e com os acréscimos que o progresso humano, que a nova consciência humana vai adaptando. Então, vamos buscar em primeiro lugar os fundamentos doutrinários, porque nós vamos buscar lá o livro dos espíritos na parte segunda, que tem eh do mundo espírita ou mundo dos espíritos. E o capítulo terceiro é justamente com o título da volta do espírito extinta a vida corpórea, a vida espiritual. Então nós temos algumas perguntas aqui no livro dos espíritos que não podem ser dispensadas. E vamos começar pela 163. Pergunta 163. A alma tem consciência de si mesma imediatamente depois de deixar o corpo? Imediatamente respondem os espíritos: "Não é bem o termo. A alma passa algum tempo em estado de perturbação". Essa resposta é muito interessante porque é como se fosse um período anestesiado. Quando a pessoa morre, ela perde a consciência. É um estado de latência, né? É claro que existem muitos gêneros de morte, a gente sabe, todos nós sabemos, não preciso enumerar aqui, mas no processo normal de morte, a alma entra num processo de inconsciência. E essa perturbação que os espíritos se referem não é a perturbação de alguém que está perturbado, mas é a perturbação de alguém que entrou numa comparação numa espécie de sono, né, numa espécie de inconsciência para despertar posteriormente. E aí, naturalmente, nós somos levados a ampliar a questão e o próprio Kardec teve essa preocupação se essa perturbação que está na pergunta ao 164, que se segue a separação da alma e do corpo no fenômeno biológico da morte é do mesmo grau e da mesma duração para todos os espíritos. Será que dura o mesmo tempo? Qual é o grau de de inconsciência, de latência, de dormência, como se estivesse anestesiado? é igual para todos. Não respondem os espíritos. Depende da

todos os espíritos. Será que dura o mesmo tempo? Qual é o grau de de inconsciência, de latência, de dormência, como se estivesse anestesiado? é igual para todos. Não respondem os espíritos. Depende da elevação de cada um. Aquele que já está purificado, e convenhamos que nenhum de nós está purificado, né? Todos nós temos muito aprendizado a fazer, a melhorar em nós mesmos. Mas aquele que já está desapegado, digamos assim, aquele que nutre bons sentimentos, se reconhece quase imediatamente. Olha o detalhe. Quase. Por quê? Também ele ao desprender-se do corpo tem um período de latência, um período de inconsciência que pode ser de segundos e pode durar horas ou meses ou anos. Aquele que já está purificado se reconhece quase imediatamente, pois que já se libertou da matéria durante a vida do corpo. Enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não está pura, guarda por muito mais tempo a impressão da matéria. Então, vejam, nós estamos adentrando o detalhe aí. Aquele cuja consciência não está pura, e convenhamos, vou repetir aqui, nós não estamos num estado de pureza moral, né? Todos nós guardamos mazelas, malícias, más intenções, vaidade, orgulho, egoísmo, né? Guarda por muito mais tempo a impressão da matéria. E então nós vamos continuar aqui com mais uma perguntinha. Essa pergunta também é muito importante. O conhecimento a 1: o conhecimento do espiritismo exerce alguma influência sobre a duração desse estado de perturbação, de anestesia, de inconsciência mais ou menos longa de perturbação? O conhecimento do espiritismo exerce alguma influência sobre o tempo, a duração? influência muito grande, porque o espírito já antecipadamente compreendia a sua situação, mas a prática do bem e a consciência pura são a que maior influência exercem. Vejam que interessante. A prática do bem e a consciência pura são a que exercem maior influência. Influência de quê? para que o espírito se liberte com mais tranquilidade, para que não sofra durante esse processo de desligamento do

ca do bem e a consciência pura são a que exercem maior influência. Influência de quê? para que o espírito se liberte com mais tranquilidade, para que não sofra durante esse processo de desligamento do corpo material extinto da vida orgânica que vai se decompor e a alma que se liberta do corpo. E aí entra a questão do sepultamento, a questão da cremação. Como é que ocorre isso, né? alguém que é sepultado ou alguém que é cremado, que é o que nos interessa. Então nós nós selecionamos aqui algumas referências importantes para abordar, né? E o próprio Emanuel respondendo através de Chico no livro O Consolador, que é um livro de perguntas e respostas, também foi feita a a seguinte pergunta para ele eh antes antes do livro Consolador, né? Mas ele vai dizer o seguinte: "Perguntaram através do Chico se sentem os desencarnados os efeitos da cremação dos seus despojos carnais. O espírito faz sentir alguma coisa. O corpo tá morto. Insensibilidade cadavérica. O espírito morreu, o corpo morreu, o espírito está se libertando. E Emânel respondeu: "Geralmente nas primeiras horas do póstmortem ainda se sente o espírito ligado aos elementos cadavéricos. É um processo natural. O desligamento, uma coisa é morrer, outra coisa é desencarnar, né? Porque os laços são intensos. Nós ocupamos um corpo carnal e estamos intensamente ligados a ele, materialmente falando, célula a célula. E então laços fluídicos imperceptíveis ao nosso olhar ainda se conservam unindo a alma recém liberta ao corpo exausto, ao corpo vencido pela enfermidade, ao corpo que se esgotou do ponto de vista da saúde, né? Esses elos impedem a decomposição imediata da matéria. Então, embora já não haja mais possibilidade de daquele corpo viver, ele morreu. Teve uma parada cardíaca, teve um sabe-se lá, causa da morte, né? Os médicos vão falar melhor do que eu sobre isso, mas o corpo tá morto, né? No entanto, o desligamento do espírito não é imediato. Depende muito do apego ou desapego que o espírito tinha à coisas materiais. Então

ão falar melhor do que eu sobre isso, mas o corpo tá morto, né? No entanto, o desligamento do espírito não é imediato. Depende muito do apego ou desapego que o espírito tinha à coisas materiais. Então fica um tempo ainda ligado ao corpo, né? E por essa razão, na maioria dos casos, ainda responde Emmanuel, o espírito pode experimentar os sofrimentos oriundos da cremação, ao qual nunca deverá ser levado a efeito antes do prazo de 50 horas após a desencarnação. A cremação imediata ao chamado instante da morte é, portanto, nociva e destrutiva. Depois, em 1941, 5 anos depois, porque essa resposta foi dada em 1936, ele mudou o tempo que ele sugere seja esperado. Agora sim, no livro O Consolador, aquela pergunta foi feita em outro momento, mas no livro O Consolador, publicado em 1941, Emmanuel responde outra vez: "Na cremação faz mistério exercer a piedade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato da destruição das víceras materiais pela cremação. De certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o espírito desencarnado e o corpo, onde se extinguiu o tôus vital nas primeiras horas sequentes ao desenlace. Então ele mantém a opinião, né, de que deve se dar um tempo para fazer a cremação. E depois 30 anos depois, em 1971, ele vai mudar aquele critério das 50 horas que se deve esperar para 72 horas. E o Chico vai dizer, já ouvimos Emanuel a respeito. E ele diz que a cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de pelo menos 72 horas de expectação para ocorrência em qualquer forno crematório, o que poderá se verificar com o depósito dos espores humanos em ambiente frio. Essa entrevista é de 1971 no Pingafogo. Então, é muito interessante pensar nisso, porque o próprio Emânio alterou o tempo, eh, ele havia opinado em 50 horas e depois sugere 72 horas. A gente compreende isso, né? Porque vejam vocês que nós estamos intrinsecamente ligados ao corpo. O desprendimento não é imediato. Eh, por isso se deva um, leva um tempo

oras e depois sugere 72 horas. A gente compreende isso, né? Porque vejam vocês que nós estamos intrinsecamente ligados ao corpo. O desprendimento não é imediato. Eh, por isso se deva um, leva um tempo para o sepultamento com as vigílias, né? Com o velório, como se diz, para o sepultamento, né? Mas na cremação é importante que se espere esse prazo mínimo de 72 horas para que essas impressões não sejam tão fortes no primeiro instante. Porque imagine eh você fazer a cremação no mesmo dia. o desenlace total deu, né, ainda por completo, mas depois de 24, 48, 52, 60, 72 horas, é um tempo mais viável para esse processo, porque o espírito muito ligado ao corpo, ele pode, não é que ele vai sentir queimando, não é isso, porque o cadáver está insensível, né? não tem mais consciência de dor. O o cadáver ele já não sente dor. A sensibilidade é que afeta o espírito de alguma forma, caso isso seja feito imediatamente. Então é um assunto muito estigante, né? Porque a gente fica naquela crema ou não crema, cremar ou não cremar. Esse tema sempre provocou discussão. Eu disse aqui no meu início que é até uma questão de saúde pública, né? Porque realmente o cadáver depois de sepultado, o cadáver de cujos cujo corpo morreu vira um cadáver, ele não tem mais utilidade nenhuma. Então nós vamos novamente ao livro dos espíritos e Kardec pergunta: "Como é que se opera a separação da alma e do corpo?" E a resposta é rápida. Desligando-se os liames que retinham, a alma se desprende. Agora a pergunta chave, a 155. A separação se verifica instantaneamente numa transição brusca. Há uma linha divisória bem marcada entre a vida e a morte? E a resposta muito clara, não. A alma se desprende gradualmente e não escapa como um pássaro cativo que fosse libertado. Os dois estados se tocam e se confundem, de maneira que o espírito se desprende pouco a pouco dos seus liames. Esses se soltam e não se rompem. Daí o período de perturbação da consciência, que não é um quem tá perturbado, mas é alguém que está como

ira que o espírito se desprende pouco a pouco dos seus liames. Esses se soltam e não se rompem. Daí o período de perturbação da consciência, que não é um quem tá perturbado, mas é alguém que está como se tivesse anestesiado, de alguém que está latente, de alguém que está como se tivesse inconsciente, né? Isso varia de pessoa para pessoa. Então, o espírito vai se desligando do corpo lentamente. Os os liames que prendem o espírito ao corpo são removidos passo a passo. No caso de acidentes, de mortes violentas, a separação é instantânea e pode até gerar um sofrimento impactante para o espírito, né? Então, lá na pergunta que citada do livro Consolador, o Emânio fala que é preciso ter uma caridade com os cadáveres, instrumentos da alma para o aprendizado. E ele sugere então eh a o prazo de 72 horas, porque quando alguém morre, todo mundo está assistido, todo mundo é amparado. Existem equipes espirituais para amparar os recém desencarnados, né, os recém mortos, digamos, na linguagem humana. Então, existem equipes preparadas que vão acolher a pessoa que morreu. Claro que o processo de amparo depende do mérito de cada um, da necessidade de cada um e também dos apegos e desapegos que cada um tem. Porque o exagerado apego à matéria, eh, ela dificulta essa essa separação momentânea. Esse esse apego é um processo que eh que dificulta o processo. E aí poderíamos perguntar: "E se cremar antes desse tempo sugerido pelo espírito, o espírito vai ter dor, vai ter problemas?" Aí é que tá. Pode ter ou não, depende da evolução do espírito. Qual seria esse problema? Então, poderíamos dizer, é um desconforto, um desconforto acentuado, dependendo da evolução. Então, é um assunto que precisa ser conversado em família. Eh, se alguém decidir ser cremado, nada impede, sobre a ótica espírita que a pessoa seja cremada. Mas é preciso conversar sobre isso. E aquele que deseja ser cremado, que pede que seja o corpo seja cremado, precisa estar consciente para auxiliar nesse processo e não viver aquele desconforto que pode

s é preciso conversar sobre isso. E aquele que deseja ser cremado, que pede que seja o corpo seja cremado, precisa estar consciente para auxiliar nesse processo e não viver aquele desconforto que pode ser proporcionado aos apegados de toda a espécie. Porque quando a gente fala em apego não é só apego a dinheiro, é apego ao corpo. Também é apego a cargo, apego à casa, à família. Quer dizer, nós temos que a evolução, os apegos ou desapegos que mantemos pode facilitar ou dificultar essa questão. Agora, aquele que aprende a compreender que a vida física é um processo de aprendizado, que mais cedo, mais tarde todos vamos deixar o corpo, é um processo e é um fenômeno biológico normal e todos estamos inseridos nesse processo de aprendizado evolução, a gente vai ter mais facilidade de desfazer essas amarras, vai se desprender com mais facilidade. Vou dar um exemplo aqui muito prático, né? Alguém que sabe que a vida continua, tem consciência disso, sabe que vai continuar vivendo a vida espiritual quando o corpo morrer. E não tem medo da morte, né? Alguém que compreende que é um processo natural e que vai se desapegando gradativamente. Quando a morte chegar, ué, vamos, chegou, já cumpri minha tarefa, né? Então essa pessoa vai ter mais facilidade de se desprender do corpo que poderá ser cremado. Nós estamos falando em cremação, mas imagine o sepultamento também, uma criatura profundamente ligada ao corpo e então e ela vai também sentir talvez a o desconforto do de estar num local escuro, fechado, com falta de ar. ela pode sentir aquele aquele desconforto de estar sepultado. E às vezes existem até relatos dessas questões, né? Aqueles que vivem em função do corpo, que a vida é apenas o corpo, que não cogitam e não se interessam, não buscam informações sobre a vida espiritual, considerando que a vida é só material, vai ser difícil porque primeiro porque ele não aceita, não cogita, não pensa que a vida continua. Então isso pode trazer algum desequilíbrio, desconforto para o espírito no mundo espiritual. Agora,

l, vai ser difícil porque primeiro porque ele não aceita, não cogita, não pensa que a vida continua. Então isso pode trazer algum desequilíbrio, desconforto para o espírito no mundo espiritual. Agora, vamos sempre lembrar, né, que nunca ninguém está desamparado. Agora, se tivermos os ensinos de Jesus em nossos corações, se nos esforçarmos nos atos, nas palavras, ainda apesar da nossa imperfeição, ainda apesar da nossa mediocridade moral, se nós nos esforçarmos ao menos, não há por se preocupar. vai prevalecer a nossa condição imortal. Jesus mesmo disse, né, lá o coração, aonde está o nosso coração, ali está o nosso tesouro. Então, qual que é o nosso tesouro? É o corpo, é o dinheiro, é o cargo? Qual é o nosso tesouro? Porque o verdadeiro tesouro, a traça, não corrói, o ladrão não rouba, o tempo não enferruja. Agora, se ficarmos presos com as questões materiais, nós estamos sujeitos a tudo isso. A traça é um exemplo, né? Uma comparação na nas palavras de Jesus. A traça corrói, o ladrão rouba e o tempo enfrente. Então, o nosso coração estará nos valores profundos da alma. Então é um assunto instigante porque varia de espírito para espírito. Isso é muito interessante. E nós estamos agora vivendo o ano dos 160 anos de lançamento do livro Céu e Inferno. O céu e o inferno. O próprio nome já diz, né? Kardec teve essa preocupação na sua época. E mesmo nos dias atuais, tem muita gente que tem medo do inferno, tem muita gente que tem medo do diabo. E alguns outros nutrem a ilusão de que o céu é você ficar em cima da nuvem tocando harpa. Ora, são ideias muito infantis, né? Não existe o céu da ostosidade, como também não existe o inferno do sofrimento eterno. O céu e inferno são estados de consciência. Então, o treinamento para se desprender das amarras materiais é fundamental para isso, que realmente vai nos facilitar esse desprendimento. Então, nesse livro Céu Inferno, na segunda parte, o capítulo um, tem um documento importantíssimo que eu quero sugerir aos nossos telespectadores, amigos que estão

i nos facilitar esse desprendimento. Então, nesse livro Céu Inferno, na segunda parte, o capítulo um, tem um documento importantíssimo que eu quero sugerir aos nossos telespectadores, amigos que estão nos acompanhando, que se chama A passagem. E nesse documento do livro Céu Inferno tem o título de A passagem, Allan Kardec analisa com muita propriedade, principalmente valendo-se dos depoimentos colhidos em reuniões mediúnicas, que ele inclusive colocou na segunda parte do livro como exemplos de espíritos bondosos, de espíritos agradecidos, emocionados, felizes, mas também de espíritos arrependidos, de espíritos que foram homicidas, suicidas, rebeldes, espíritos endurecidos, etc. Tem lá um monte de exemplo e vale muito você buscar o seu exemplar depois da obra do céu inferno e passear lá pela segunda parte para ver os depoimentos trazidos pelos espíritos, né? Então, eh, vamos encontrar nos tópicos quatro e cinco desse capítulo. Vamos encontrar assim: De sorte que a separação não é completa e absoluta, senão quando não existe mais um único átomo do perespírito unido a uma molécula do corpo. Olha que informação importante. Nós vamos encontrar no livro Obreiros da Vida Eterna o processo de amparo a cinco processos de desencarnação. Será interessante que você pegue também o livro Obrejo da vida eterna e vá lendo lá o processo de Dimas e de outros personagens, né? Então, olha a informação que está no livro Sai inferno aqui. A separação da alma e do corpo não é completa e absoluta, senão quando não reste mais um único átomo do perespírito a uma molécula do corpo. Então é um processo muito variável de pessoa para pessoa, a depender dos apegos que a pessoa tenha com o corpo. Não só os apegos, mas a consciência de culpa. por exemplo, alguém que fez muita coisa errada e tem medo da morte pelos enfrentamentos conscienciais, né? Porque a gente faz e desfaz, né? A gente aqui dança e quando chega o momento da morte dá um certo temor, né? Porque o que que eu vou enfrentar agora, né? É aquela

los enfrentamentos conscienciais, né? Porque a gente faz e desfaz, né? A gente aqui dança e quando chega o momento da morte dá um certo temor, né? Porque o que que eu vou enfrentar agora, né? É aquela consciência do céu e do inferno. Será que eu vou pro inferno? Né? Era uma mentalidade distribuída na na condição humana. Mas nós aprendemos com o espiritismo que não existe inferno. O que existe é a nossa consciência. Ninguém vai nos acusar, embora tenhamos adversários espirituais que poderão jogar na nossa cara aquilo que fizemos de errado, por exemplo. Mas o que mais nos submete é a nossa consciência. Então, a consciência de culpa, por exemplo, ela será a nossa acusadora. E a consciência de culpa impede esse esse desenlace com mais facilidade, porque nós estamos querendo, não queremos adentrar, não queremos enfrentar a consciência. Veja como a coisa é séria, né? E mais adiante, no item, no tópico seis desse mesmo capítulo, eh, o Kardec afirma aquilo que nós já dissemos aqui. A perturbação pode, pois, ser considerada como normal no estante da morte e a sua duração é indeterminada, varia de algumas horas a alguns anos. Vejam o detalhe. Então, a cremação, o espiritismo não tem nada contra, mas eh a adesão a esse processo precisa ter consciência daquele que solicita e do grupo familiar. Se somos pessoas muito apegadas à vida material, que queremos controlar tudo e controlar pessoas e e só nós que somos os donos aqui, quem manda sou eu, vai ser bem desagradável, sem dúvida. Agora, se nós aprendermos desde já a nos desprendermos, nós vamos ter mais facilidade, porque olha, chegou minha hora, já cumpri minha tarefa, tchau, tchau, né? Eu vou porque agora já acabou minha tarefa, acabou meu tempo, eu preciso ir. Outros compromissos eh me aguardam. E vejam, mesmo nos casos de morte natural, que é muito comum, né? Dá um infarto, dá um AVC ou doenças, às vezes doenças prolongadas. No item nove do mesmo capítulo do livro Céu e Inferno, segunda parte, capítulo 1, nós encontramos o seguinte: no homem

ito comum, né? Dá um infarto, dá um AVC ou doenças, às vezes doenças prolongadas. No item nove do mesmo capítulo do livro Céu e Inferno, segunda parte, capítulo 1, nós encontramos o seguinte: no homem cuja alma está desmaterializada, a gente tem que pensar o que é uma alma que está desmaterializada. É uma alma que, apesar da necessidade da vida material, não está presa aos à seduções materiais. Concordam? Isso é muito amplo, né? Cuja alma está desmaterializada e cujos pensamentos se separam das coisas terrestres. Repito, as coisas terrestres são necessárias. Allan Kardec tem um tópico na codificação, necessidade da encarnação. A gente vive a encarnação porque precisamos desenvolver a inteligência, precisamos desenvolver a moralidade, o sentimento, né? Mas não podemos ser escravos das coisas materiais, embora a gente precise de recurso financeiro para sobreviver, para se acolher, para comprar remédio, comprar comida, se v se locomover, nós precisamos de uma casa para morar, né? Apesar de todos os interesses materiais, nós não podemos ser escravos desses interesses. Ter o mínimo para viver com dignidade, lutar por isso, temos esse direito, mas não querer juntar, amontoar, reter só para si, né, no aquele egoísmo feroz. E isso é ficar escravo das coisas materiais. Então, os pensamentos cujos pensamentos se separam das coisas terrestres, o desligamento é quase completo antes da morte real. Olha que coisa interessante, que informação vital aqui está. O corpo vive ainda a vida orgânica, está lá nos extentores da morte quase, né? aquele estado terminal e a alma já entrou na vida espiritual e não se prende mais ao corpo senão por um laço tão fraco que se rompe sem dificuldades ao último batimento do coração. Olha que importante essa informação. Então, todos nós já presenciamos mortes de entes queridos em processos difíceis, né, em processos às vezes de meses ou de anos, de alguns dias. E todos nós presenciamos o como é difícil, porque na verdade a gente tem um instinto de conservação. A gente

ridos em processos difíceis, né, em processos às vezes de meses ou de anos, de alguns dias. E todos nós presenciamos o como é difícil, porque na verdade a gente tem um instinto de conservação. A gente deseja ficar até pela família, a gente a gente tá habituado aqui com a vida material, né? A gente se acostuma com a vida material, mas eh o espírito já começa quando ele não tá preso aos interesses da matéria, apesar dessa tendência natural nossa de querer ficar, dos parentes quererem reter também, né? Apesar disso, fica um apenas um laço que vai se desfazendo gradativamente. Todos nós já presenciamos isso. A pessoa vai definhando e morre. Quer dizer, graças a Deus, libertou-se, já está no mundo espiritual. Aquela doença terminal prolongada facilitou que ele se desprendesse, apesar dos apegos normais, né? Porque eu estou me referindo aqui aos apegos exagerados, né? Que atrapalham os apegos naturais. serão vencidos facilmente. O problema é o apego exagerado. Então, eh, na morte violenta, porém, tópico 12, vejam que capítulo importante esse, porque esse capítulo que está na segunda parte, que é a passagem, Kardecisa o antes, o durante e o depois, como é que o espírito desperta, porque ainda falta falar sobre isso, né? Nós estamos quase terminando a nossa exposição eh introdutória aqui para depois debatermos com os amigos. No item 12, nós vamos encontrar: "Sendo a força da vida orgânica subitamente detida pela morte, o desligamento do perespírito não começa, pois, senão depois da morte." E nesse caso, como os outros, não pode se operar instantaneamente. E tem 12. No caso de morte violenta, pode ser acidente, suicídio, etc., né? sendo a força da vida orgânica subitamente detida, que deu uma pancada forte, né? Atingiu os órgãos vitais, o desligamento do perespírito não começa, pois, senão depois da morte. Então, a está na toda a força física ali, toda força material, né? E nesse caso ela não se opera instantaneamente. O espírito apanhado de improviso fica como que atordoado, mas

senão depois da morte. Então, a está na toda a força física ali, toda força material, né? E nesse caso ela não se opera instantaneamente. O espírito apanhado de improviso fica como que atordoado, mas gradativamente com amparo que nunca falta vai ser desligado. E para finalizar aqui nesse capítulo um tão importante do livro Céu Inferno, a passagem, não deixe de consultar, gente. Vocês vão se surpreender com o conteúdo didático profundamente claro de Allan Kardec. O item tópico 13 diz: "A prontidão do desligamento está em razão do grau de adiantamento do espírito. Para o espírito desmaterializado, cuja consciência é pura, a morte é um sono de alguns instantes, isenta de todo sofrimento e cujo despertar é cheio de suavidade. Olha que coisa bonita. Nós não somos criaturas de almas puras, nem de consciência pura. Convenhamos. Nós ainda temos muita coisa para vencer dentro de nós. Todos nós. É um processo natural. Todos nós temos. Mas convenhamos também que nós nós não fazemos o mal deliberadamente. Nós não queremos purificar os outros. Embora possamos ter pensamentos às vezes contraditórios, né? Muitas vezes a gente age e e prejudica as pessoas, mas não é constante, né? São alguns deslizes que a gente pratica. Não é uma coisa que a gente tá sempre de propósito querendo prejudicar os outros, sempre calculadamente, né? Então esse a consciência pura ainda não está entre nós, mas nós já temos um nível, já somos capazes de nos desprendermos, ainda que relativamente eh desses dessas tendências egoístas e calculistas para prejudicar os outros. Então, eh, naturalmente a gente vai levar um tempo de inconsciência, né? Mas se não tivermos esses apegos, se não exagerarmos nesses apegos, quero dizer, e se a nossa consciência, apesar de ter errado, que a gente erra todo dia, mas a nossa consciência não teve o desejo de prejudicar os outros. A gente prejudicou às vezes por ignorância, prejudicou às vezes por egoísmo, por omissão, por indiferença, mas não calculadamente. A gente erra porque a gente ainda traz

esejo de prejudicar os outros. A gente prejudicou às vezes por ignorância, prejudicou às vezes por egoísmo, por omissão, por indiferença, mas não calculadamente. A gente erra porque a gente ainda traz mazelas dentro de nós, né? Aí para as almas puras, eh, desmaterializadas, a morte é um sono de alguns instantes, isenta de todo sofrimento, cujo despertar é cheio de suavidade. Mas esse despertar de suavidade já nos é acessível. Nós somos criaturas que podemos já despertar suavemente. É só a gente não guardar mágoas. É só a gente não guardar desejo calculado de vingança. É só a gente não se prender além do necessário às questões materiais. E é bonito de ver esses detalhes desse despertar suave de almas que souberam perdoar, de almas que se desapegaram, de almas que fizeram o bem ao seu alcance, né? Embora possam permanecer dormindo por horas, por dias, são calorosamente abraçadas ao despertarem no mundo espiritual e verificam ao seu lado a suavidade do perfume, a suavidade da claridade no na nos aposentos onde são recebidos e gradativamente vão reconhecendo seus parentes, seus afetos, seus amados. O que já acontece em muitos casos de pessoas em estado terminal, fala: "Minha mãe tá aí, meu avô tá aqui, tô vendo meu pai", né? Quantos casos nós não presenciamos. Então, no estágio que estamos, já somos capazes de ter um despertar suave. O segredo está em treinarmos esse desapego com as questões materiais. Então, a cremação é uma opção, é uma alternativa. Podemos eh optar por esse recurso que, como disse anteriormente, é um recurso higiênico que vai liberar espaço, porque eh o cadáver não tem utilidade nenhuma mais, né? O cadáver é apenas uma é uma roupa imprestável. Eh, a gente deve respeitar as memórias, sem dúvida nenhuma. E ninguém aqui é contra manter os túmulos, os cemitérios, de jeito nenhum. Mas realmente as nossas memórias não precisam estar presas a um lugar, a um túmulo, a uma fotografia, a um documento. As verdadeiras memórias estão dentro do coração, né? E o despertar no mundo

enhum. Mas realmente as nossas memórias não precisam estar presas a um lugar, a um túmulo, a uma fotografia, a um documento. As verdadeiras memórias estão dentro do coração, né? E o despertar no mundo espiritual, eh, despertar é variável. é de variável, porque vai depender da situação que a pessoa eh estava moralmente falando. Então, existem os despertares tumultuados pela consciência de culpa ou pelos zelos de possível adversário espiritual, de vinganças do passado. Mas existem também os despertares suaves, bonitos, alegres, emocionados, de pessoas que souberam se respeitar mutuamente, fizeram bem ao seu alcance, embora não sejam criaturas puras, porque nós não temos criaturas puras nesse planeta, mas foram criaturas que se esforçaram eh para serem melhores. Então, é um assunto magnífico, pouco abordado, né? E vez por outra é preciso abordar. Então, a cremação, para concluir a minha parte introdutória, é uma decisão pessoal e familiar, levando-se em conta os aspectos que influem negativamente, como a consciência de culpa e os apegos materiais de todo gênero. Então, a gente precisa se autoanalisar. Eu sou apegado aos meus bens, ao meu dinheiro, meu patrimônio, a minha casa, meus bens. Sou muito apegado ao meu nome, ao meu cargo. Aí vai ser difícil. é melhor não cremar, né? Mas se eu sou uma pessoa que aceito naturalmente o transformar da vida, nós não vamos ter tanta dificuldade assim, porque estamos todos amparados. Eh, muitas vezes nós não nos permitimos o amparo porque nos vinculamos a ideais menos dignos, né? Nos vinculamos a processos de perseguição, as processos obsessivos que nós mesmos permitimos, né? E então o despertar é muito variável para cada um. E essas sensações desagradáveis ocorrem em função dos apegos que nos permitimos. O que vale dizer é que a morte, repito, é um processo biológico natural. Todos nós vamos desencarnar um dia. Não sei se vai ser essa noite, se vai ser daqui uma semana, daqui 50 anos, né? Mas todos nós vamos voltar para a nossa condição

to, é um processo biológico natural. Todos nós vamos desencarnar um dia. Não sei se vai ser essa noite, se vai ser daqui uma semana, daqui 50 anos, né? Mas todos nós vamos voltar para a nossa condição original, espíritos imortais. Permitam-me dizer isso, me encanta. Já imaginou que coisa boa somos imortais? Morto o corpo, a alma sobrevive, continua para continuar aprendendo e descobrindo as grandezas da criação. O processo crematório é um processo material da vida material que vai passar também quantos corpos já não ocupamos, quantas experiências carnais já não tivemos. Os apegos de todo gênero a cargos, a nomes, a salários, a posições, a dinheiro, a patrimônio, são tudo ilusão, porque nada nos acompanha. Então, vamos treinar desde já. Quero chamar a Rosângela aqui na tela para conversarmos então com os nossos telespectadores. >> Eh, Orson, bastante esclarecimento que você veio nos trazer hoje, né? Porque assim, eh, como você falou, mesmo nos grupos familiares, cada um tem a sua posição, né? Uns aceitam, outros não aceitam. E como a gente tem o na nossa história a questão do sepultamento, né? Então a gente fica somente com aquela palavra, com aquele ato na cabeça. Então na hora que se fala a palavra cremação, dá aquele choque, né? Mas sim, né? Mas no momento que a gente compreender que somos espíritos, né? que temos uma vida e lá junto ao nosso mestre Jesus, de harmonia, de paz, dependendo da nossa conduta moral, a gente vai ter essa questão da cremação um pouco mais serena. Ah, eu tinha algumas questões aqui para falar com você, mas todos que eu fui marcando, você já foi eh me tirando a dúvida. Sim. Eh, a respeito da conduta moral, eu botei assim: conduta moral no transcorrer da existência auxilia no desligamento da alma? >> Muito, muito, >> né? Mesmo que a gente esteja num processo de regeneração, né? ainda estamos num processo de a gente ainda sentir que tem muitos vícios morais latentes, mas nós temos que procurar a no nosso dia a dia fazer caridade, fazer a bondade, tentar nos desapegar, né, dos

ainda estamos num processo de a gente ainda sentir que tem muitos vícios morais latentes, mas nós temos que procurar a no nosso dia a dia fazer caridade, fazer a bondade, tentar nos desapegar, né, dos dos vícios materiais para poder quando tivermos nesse desligamento da alma estarmos sereno. Eh, nós temos algumas perguntas, eu vou colocar na tela. O Antônio nos questiona: cremação e reencarnação, existe algum impacto? >> Eu não sei a o o que que o Antônio Carlos está querendo dizer com a palavra impacto, porque a reencarnação é uma lei divina, né? todos nós. Não é invenção do espiritismo, não é eh criatividade mental de Allan Kardec, é uma lei a que todos estamos sujeitos. Ela tem o grande benefício do esquecimento, né? A gente nasce como se tivesse começado agora, como se fosse a primeira experiência. Somos beneficiados pela bênção do esquecimento. Então, muitos traumas, muitas dificuldades do passado ficam latentes, mas no esquecimento. O impacto pode surgir aí com algumas lembranças, com algumas reminiscências que algumas pessoas conseguem sentir, às vezes por memória mesmo, é muito raro, mas acontece. E às vezes por flashes, né? às vezes por coisas que a pessoa não consegue compreender de lembranças do passado. A cremação, por sua vez, pode causar algum impacto no espírito se ele nunca pensou no assunto, né? Se ele nunca cogitou disso e e nem autorizou e a família manda cremar, né? Isso pode ter um impacto no espírito que não estava preparado para esse tipo de ocorrência. Então, é por isso que é importante que seja um ato, uma decisão consciente, conversada antes com a pessoa que deseja e a família envolvida, para que não cause de maior conta para o espírito desencarnado. Agora, uma vez livre do corpo desencarnado no mundo espiritual, ele vai programar a sua própria, próxima reencarnação com o auxílio dos espíritos mais experientes que eles, né? A Andreia nos pergunta, pergunto, a cremação é permitida em casos de suicídio? Eu não conheço, Andreia, a legislação específica sobre

arnação com o auxílio dos espíritos mais experientes que eles, né? A Andreia nos pergunta, pergunto, a cremação é permitida em casos de suicídio? Eu não conheço, Andreia, a legislação específica sobre cremação. Eu não consultei o assunto do ponto de vista jurídico. Eu não fui atrás desse detalhe se há algum tipo de limitação jurídica, de cremação para os casos de suicídio. Eu creio que não. ponto de vista eh moral também não, porque não não é o fato do suicídio, o acidente, a morte natural que vai influir na cremação. Eu volto a dizer, o processo crematório deve ser um processo de escolha consciente. Então, a pessoa falar: "Quando eu morrer, eu quero ser cremado." Vamos conversar sobre isso, né? Então, autoriza a família, etc. e tal. Mas do ponto de vista jurídico, eu realmente não pesquisei se há alguma impedimento. Eu penso que não. >> OK. A Elizabete pergunta: "Para o espírito é o mesmo processo para inumação?" Pois é, vai depender de se o o tipo de ligação que o espírito ainda esteja ainda tenha com o corpo. Digamos que nos casos de processo em que o túmulo tem que ser aberto alguns dias depois, se o espírito ainda estiver com alguma ligação com o corpo, ele pode sentir algum desconforto com isso, né? Então pode acontecer sim, depende do processo em que está. Agora a gente vê processos assim passados anos, né? passados meses para identificar alguma marca, alguma fazer algum teste de eh a teste de identificação em vários motivos, né? Arcada dentária, por exemplo, né? Então, se o espírito já tiver desligado, não tem nenhum impacto. Agora, se ele tiver algum algum tipo de ligação ainda, ele pode sentir algum desconforto. Sim. >> Andreia nos faz mais uma pergunta. A cremação é uma prática aceitável que não interfere no processo de desencarnação, nem no desenvolvimento espiritual do indivíduo. >> É uma prática aceitável do ponto de vista de higiene pública, do ponto de vista social e do ponto de vista espírita. acrescidas as questões que nós abordamos aqui sobre a consciência,

do indivíduo. >> É uma prática aceitável do ponto de vista de higiene pública, do ponto de vista social e do ponto de vista espírita. acrescidas as questões que nós abordamos aqui sobre a consciência, sobre o fato, mas não interfere no processo de desencarnação, porque o corpo cremado, o corpo já está já está cadavérico já, embora o espírito esteja ainda em processo de desligamento dos pontos essenciais, mas o corpo não vai sobreviver outra vez. Eh, constatada a morte, o corpo não volta à vida, né? Então isso não interfere no processo de desencarnação e nem no desenvolvimento espiritual do indivíduo, porque digamos que ele sofra algum desconforto, que esteja algum ponto de ligação e esteja cremado muito cedo ou eh esse desenvolvimento não vai sofrer interferência, porque ele vai compreender gradativamente e será amparado. Vamos pensar aqui também no caso de acidentes automobilísticos com eh o corpo foi carbonizado, pegou fogo no carro, o sujeito morreu lá dentro carbonizado, morreu queimado, né? Então ele, nós não sabemos os processos de causa e efeito que estão envolvidos nisso. Nós vemos o fato, mas não sabemos a origem, ainda que se possa detectar a causa do acidente, etc. Mas do ponto de vista espiritual, nós não sabemos quais as necessidades do espírito, né? Então ele vai ter naturalmente os impactos iniciais, vai ter o a interferência no seu processo de desenvolvimento, porque talvez ele leve um tempo para entender, mas o processo de desenvolvimento do espírito é um é um processo geral. De maneira geral, todos os fatos que nos atingem nos ajudam a progredir, embora possamos passar algum tempo para entender, para compreender com exatidão o que passa com o espírito, né? >> Ah, temos mais uma pergunta do Antônio. Se no ato crematório o espírito ainda estiver preso ao corpo, o que acontecerá? É, ele vai sentir um grande desconforto. Se ele não conversou com a família, se ele não autorizou isso, ele vai se sentir ultrajado, né? Ele vai se sentir traído, digamos assim. Ele vai se

acontecerá? É, ele vai sentir um grande desconforto. Se ele não conversou com a família, se ele não autorizou isso, ele vai se sentir ultrajado, né? Ele vai se sentir traído, digamos assim. Ele vai se sentir, se ele não tiver uma consciência sobre o fato, ele não vai compreender o que tá se passando, né? Ele não vai pegar fogo, porque quem pega fogo é o corpo. O espírito não é atingido pelo fogo, pelo pelo calor do forno crematório. O espírito, mas os pontos de ligação podem lhe causar algum sofrimento no mundo espiritual. E esse sofrimento vai depender dos pontos de ligação que ainda tiveram ali entre a alma e o corpo, né? >> Hã, essa questão das 72 horas, Orson, eu não sei se existe alguma legislação para acho que não, né? >> Eu não sei como é que está juridicamente isso no Brasil. Eu realmente, eu até foi bom que surgiram essas perguntas, porque eu acho que nós precisaremos pesquisar isso juridicamente. Eu não sou advogado, eu não procurei, do ponto de vista jurídico, lei, não procurei, deveria ter procurado porque é uma informação importante essa, né? Porque vejam como é que a lei encara isso, né? Qual a limitação? A lei também recomenda as horas de de para esperar a cremação, porque essa recomendação de 72 horas é de Emanuel. eh, considerando o espírito imortal que leva um tempo para desencarnar. Mas do ponto de vista material humano, o a legislação humana não prevê que a vida continua, né? A legislação humana, ela se concentra aqui na Terra, então ela não prevê esse esse fato que só o Espiritismo desvenda. As outras religiões também não tem essas informações que nós falamos sobre a sobrevivência do espírito e os reflexos do corpo na alma. Então eu realmente não sei se juridicamente existe uma limitação. A recomendação é de Emanuel, é espiritualmente falando. >> A Andreia nos coloca que no Brasil a cremação de um corpo só pode ser realizada após um período mínimo de 24 horas após o óbito, conforme legislação. Obrigada. Ah, >> muito obrigado, Andréia. Muito bom você

eia nos coloca que no Brasil a cremação de um corpo só pode ser realizada após um período mínimo de 24 horas após o óbito, conforme legislação. Obrigada. Ah, >> muito obrigado, Andréia. Muito bom você ter feito essa pesquisa aí. Eu realmente ignorava isso. Eu não sabia disso, da da legislação específica. E vejam, a própria legislação humana já prevê um um esfriamento maior do da máquina orgânica, né? Mas considerando os aspectos espirituais, é por isso que Emanu acrescenta mais horas aí para dar tempo do espírito se livrar da máquina orgânica, digamos, né? >> Sim. Agora me veio a questão também da doação de órgão, né? >> É um assunto ligado também, né, Rosângela? é um assunto ligado. A doação de órgãos, ela é um procedimento de alta caridade. Todo espírito que doa os seus órgãos, eh, ele é beneficiado pela pelo gesto humanitário, né? Então, ele não vai sofrer com a doação de órgãos, mas é preciso estar consciente disso também, porque a criatura muito apegada, ela também vai ter algum reflexo desagradável sobre isso, né? Mas por isso que é importante, eu quero doar meus órgãos quando eu desencarnar, por exemplo, né? Então, a pessoa deixa a família consciente, porque o assunto se liga, né? Eh, doação de órgãos, eutanásia, cremação, os assuntos estão ligados muito aí entre si, né? >> Sim. Eu vou colocar aqui mais uma observação que a Andréia nos tá nos dando no Brasil. A cremação é regulamentada pela Lei de Registros Públicos, lei 6015/73, mais especificamente no artigo 77, parágrafo 2º. >> Olha que informação importante que a Andreia nos trouxe. Muito obrigado, viu, Andreia? E ela ainda nos coloca, ó, essa lei estabelece que a cremação só pode ocorrer mediante a declaração de vontade do falecido ou, na falta desta, com autorização de familiares de primeiro grau, >> o que é muito justo, né? Já veja, a legislação brasileira, ela já prevê um acordo anterior e a autorização do protagonista e da do entendimento em família. Quando nós acrescemos a orientação espiritual, conscientes de

to, né? Já veja, a legislação brasileira, ela já prevê um acordo anterior e a autorização do protagonista e da do entendimento em família. Quando nós acrescemos a orientação espiritual, conscientes de que somos espíritos imortais, nós ficamos com esta eh este prazo ampliado para entender aí a necessidade do desprendimento que é variável de espírito para espírito. É muito variável, depende muito de vários fatores aí ligados ao apego ou desapego do espírito, né, à matéria. >> Sim. Eh, é como você colocou no início, é um assunto que tem várias questões para serem abordadas também, né? Além do que essa questão da conduta moral, que eu vejo muito importante para esse nosso desligamento, né? Ahã. Deixa eu ver aqui. O Ivo Machado, ele tá nos colocando uma questão aqui. Deixa eu ver que ele por exigências de alçada histórica e religiosa, o tempo pode ser de 72 horas, legalmente 24 horas, dependendo do tipo de morte. >> Perfeitamente, Ivo, nosso querido amigo de São Carlos, nosso professor. Muito obrigado, Ivo, pela sua presença, viu? E muito importante, olha, exigência de alçada histórica e religiosa. Ó o detalhe. É, não temos mais nenhum, só temos uma observação da Dari que ela diz assim: "Como o espiritismo é esclarecedor e nos orienta em todas as decisões de nossa vida. Gratidão." >> É realmente Dari, eh, ó, Dari, que é você, Dariê, agora que me dei conta que era você. Obrigado, viu, pela presença, viu, Dari? É realmente o espiritismo é de uma grandeza, de uma luminosidade que a gente só tem que agradecer a Deus por ter esse patrimônio conosco, né? Qualquer assunto pode ser abordado à luz do espiritismo, sempre buscando que tenhamos o bom senso aqui, a lógica, a disposição para as questões variadas que nos cercam a vida. Esta luz gigante que é o espiritismo, né? Que coisa maravilhosa. Nós temos mesmo que ter gratidão por esse tesouro que está à nossa disposição. Rosângelo, eu quero te dizer que eu fico impactado com a clareza do espiritismo, >> não? E e você também nos trouxe várias

ós temos mesmo que ter gratidão por esse tesouro que está à nossa disposição. Rosângelo, eu quero te dizer que eu fico impactado com a clareza do espiritismo, >> não? E e você também nos trouxe várias biografias que a gente pode consultar e no transcorrer da semana, tendo dificuldades em compreender o que você nos trouxe nesse momento, que você nos trouxe com bastante clareza, a gente pode lá pesquisar e tendo mais dúvidas, foi colocado, né, a as questões que a Andreia nos trouxe de legislação. Então eu acho que nesse momento a nossa proposta dessa palestra, eu acho que nós sanamos a nossa >> é, >> eu quero, Rosâela, eu quero até recomendar aos nossos telespectadores aqui reunidos que não deixe de ler o capítulo um da segunda parte, a passagem, o documento preciosíssimo. Kardec, com toda a sua lucidez, com a sua clareza didática, né, ele abre um espaço pedagógico ali fabuloso. Não deixe de ler, você vai ficar impactado com as considerações do codificador ali. >> Nossa, então o SECAL agradece novamente a sua gentileza de estar aqui conosco. Eh, você, se quiser, pode eh nos dar suas considerações finais, deixar um recadinho e se puder fazer a prece de encerramento, a gente agradece. Muito obrigado, Rosâela, pela oportunidade de estar aqui com Secal, né, esse grupo que tem trabalhado com persistência, com perseverança, todo domingo às 19 horas com as lives aqui CCAL em Foco, que os nossos telespectadores podem todo domingo acessarem nesse horário e curtirem o canal aí que está sendo transmitido e aproveitarem, né, para esses convidados que aqui estão, todos nós somos aprendizes e o assunto morte. E no caso, por extensão aqui, cremação é um assunto que está na no cotidiano nosso. Vez por outra a gente vê os registros de falecimentos e com a informação, o corpo será cremado no dia tal, vai seguir para cremação, etc., né? Então, está no nosso cotidiano, né? E os cemitérios, onde estão os corpos sepultados, ali não está mais a criatura querida do nosso coração. Ali está uma veste que

vai seguir para cremação, etc., né? Então, está no nosso cotidiano, né? E os cemitérios, onde estão os corpos sepultados, ali não está mais a criatura querida do nosso coração. Ali está uma veste que não serve mais, que não se usa mais. Aliás, eu não vou lembrar o número da questão do livro dos espíritos, né, referindo-se ao assunto, mas existe uma das questões de O Livro dos Espíritos que eles respondem: "O que é o corpo senão uma veste que apodrece?" É muito forte a informação deles, mas reflete a verdade, né? Desde que a gente nasce lá beber, que o corpo começa de se desenvolver, nós já estamos no processo de fim desse corpo que pode durar 50 anos, 90 anos, 3 meses, 12 anos, sabe se lá, né? Cada um tem uma necessidade reencarnatória própria. Mas o importante de tudo isso, Rosângela e amigos que estão nos assistindo, que estão nos vendo, a nossa querida Vera Porto aqui de Cornélio Procópio chegou. Obrigado Vera, pela sua presença, viu? Estamos em Florianópolis, Vera. Tá frio aí em Florianópolis, viu? Eu estou em casa, mas a live é de Florianópolis. Então, o que mais prevalece em todos esses aspectos que nós estamos tratando, seja eutanásia, seja doação de órgãos, sejam homicídios, feminicídios, seja cremação, morte, vida, nascimento, conflito, o que prevalece sobre tudo isso é a nossa condição de filhos de Deus imortais. Todas essas dificuldades, ainda que demorem milênios, vão passar. E nós vamos alcançar a condição de cocriadores, espíritos puros, de consciência pura, ainda que relativamente cocriadores com Deus. E poderemos eh colocar a nossa criatividade, o nosso desejo de auxílio, a nossa noção plena de solidariedade a favor da obra de Deus. A obra de Deus ainda não alcançamos em toda sua dimensão, mas o pouco que vemos já mostra a bondade do Criador para conosco, a quem devemos gratidão, a quem devemos eh uma consciência melhor a cada dia. Nosso Lázaro diz lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17, o dever, na mensagem, o dever, né, que Deus não

sco, a quem devemos gratidão, a quem devemos eh uma consciência melhor a cada dia. Nosso Lázaro diz lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17, o dever, na mensagem, o dever, né, que Deus não aceita esboço imperfeito. Deus deseja que a sua obra, a grandeza de sua obra resplandeça. Ora, qual é a obra de Deus serão nós, os seus filhos? Então Deus espera que a gente resplandeça na grandeza que está em nós, latente ainda, mas que com esforço e consciência vamos desenvolver gradativamente. Eu quero agradecer imensamente a todos e a nossa prece de gratidão a Deus parte do coração. Senhor nosso Deus, muito obrigado pela sua presença, pela sua grandeza, pelo seu imenso amor a todos nós. Jesus amado, mestre dos nossos caminhos, perdoa-nos as fraquezas e as vacilações e ajuda-nos sempre a sermos melhores. Precisamos muito da tua presença. Que assim seja. Muito obrigado, amigos. >> Muito obrigado, Rosângela. Aos nossos dois Carlos que estão nos bastidores aí, o nosso abraço e o nosso carinho. Muito boa noite, boa semana para todos. Boa noite, Orson. E queremos convidar a todos para estarem conosco no próximo domingo, Euclit Costa Filho, com o tema mediunidade e emoções. Aguardamos vocês também no próximo domingo. E Ororson, gratidão, um abraço, uma semana abençoada e que o amor, a esperança seja o caminho que irá nos levar sempre ao nosso Pai Maior. Que assim seja. E uma boa noite a todos. Fiquem com Deus.

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