20 Das causas primárias
Estudo da obra Das causas primárias com Otaciro Rangel.
เฮ เฮ >> เ เฮ >> Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindo a mais uma sala virtual do IGES, com o estudo dessa obra das causas primárias. Nós vamos acompanhando há algum tempo com os nossos amigos e parceiros, né? Web Rádio Fraternidade, Rede Amiga Espírita e Rede Amiga Espírita Centro Espírita Chico Xavier aqui de Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, Ecoes Espiritismo com Otaciro e Conecta Espiritismo com esse nosso querido e amigo professor Otaciro Rangel. Boa noite, professor. Tudo bem? >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. Boa noite, companheiros, amigos, amigas que estamos aqui juntos nesse dia maravilhoso de estudo, de aprendizado cada vez mais interessante para nossa nosso crescimento espiritual. Muita paz, sejam todos bem-vindos. >> É, eu já olhei aqui que nós temos um novo membro. Vou falar só ela. Depois eu vou colocando aqui. Ué, cadê o novo membro aqui? [risadas] Tava aqui bem destacado, sumiu. Não sei se o Ronaldo mexeu aqui. >> Essa aqui >> eu acho que é ela, viu, professor? Eu acho que é ela. >> É porque sumiu aquela tava bem destacada para mim como primeiro membro. Eu não sei se o Ronaldo mexeu aí, mas eu acho que é ela. Sim, é a carioca. brasileira no em Nova York. >> É isso aí. Seja muito bem-vinda, né? >> Eh, as outras lives com os estudos anteriores estão aí nos canais parceiros, no Eco que é o Espiritismo com Otaciro. Eh, seja muito bem-vinda para rever os estudos, né, professor? eh todos já organizados para pro conhecimento nosso aí, né, professor? >> Isso. >> Aí depois eu vou colocando aí o temos aqui mais de 50, 48 pessoas já. >> Isso. >> Mas vamos iniciar com a nossa prest. >> Temos bastante bastante pessoas aqui conosco, né? para aproveitar bastante o senhor aí nos orientando. [risadas] Vamos começar com a nossa prece, >> aproveitar bastante juntos a doutrina que nos encanta a vida. >> Vamos sim, vamos fazer a nossa prece. Queridos amigos, nesses instantes que nós iniciamos o nosso estudo da noite, busquemos com o nosso pensamento,
stante juntos a doutrina que nos encanta a vida. >> Vamos sim, vamos fazer a nossa prece. Queridos amigos, nesses instantes que nós iniciamos o nosso estudo da noite, busquemos com o nosso pensamento, com os nossos melhores sentimentos, as forças superiores da vida que emanam do nosso Pai Celestial e que chega até nós trazido por esse espírito bondoso que faz a ponte entre todos nós, espíritos em crescimento, e o nosso Pai Celestial, que é o nosso governador espiritual, nosso querido mestre Jesus, que possamos juntos nesse instante unidos com o mesmo sentimento, com os mesmos desejos, com o nosso empenho mental de buscarmos com todas as nossas forças, a presença de Jesus entre nós. Procuremos sentir essas vibrações carinhosas, afetivas, que o nosso mestre endereça a todos nós, que alimenta o nosso coração, que nos impulsiona diante das dificuldades da vida e que estão sempre conosco, porque Jesus representa essa mão amiga. que está sempre nos amparando e nos protegendo. que possamos todos nós vibrando positivamente também envolver todos os nossos irmãos em humanidade para que todos nós possamos compreender que somos uma única família e que nos devemos uns aos outros como irmãos, buscando cada um de nós oferecer ao local que estamos, no meio em que vivemos os nossos melhores esforços para que todos possam ser felizes. É diante desse sentimento de fraternidade, Senhor, que nós desde já agradecemos todas as benécies espirituais que recebemos e que te pedimos sempre, porque precisamos, Senhor, precisamos de Teu amparo, de tua proteção, de tua amizade junto conosco. E agradecemos muito a Deus por nos ter dado a ti, mestre, como nosso irmão mais velho, nosso mestre, nosso guia e modelo, aquele que cuida de nós desde a nossa formação. Ampare, Senhor, todos os nossos irmãos e humanidade. Ampare o nosso estudo para que todos nós possamos sair desses momentos que vamos passar juntos. mais entusiasmado, mais alegres, mais felizes, com mais saúde, com mais força, com mais coragem para seguir em frente,
estudo para que todos nós possamos sair desses momentos que vamos passar juntos. mais entusiasmado, mais alegres, mais felizes, com mais saúde, com mais força, com mais coragem para seguir em frente, caminhando, Senhor, a nossa caminhada em direção à plenitude espiritual que todos nós desejamos. Que assim seja, Senhor. >> Assim seja. Já começamos de forma deliciosa. Professor, só corrigindo antes de começar que a a Sandra ela falou que a carioca ela tá sempre com a gente aqui em vários estudos, então não foi a Sandra. E a Sandra colocou se se colocou aqui, ó. Poucas são as chances que tenho de assistir ao vivo, mas tenho tento acompanhar no dia seguinte. Gratidão. >> Ai, que bom. É verdade, porque tem uma diferença de fuso horário, né, com Nova York. Então, às vezes é mais complicado mesmo, porque nosso estudo começa às 9 horas da noite, né, e às vezes fica um horário inconveniente em outro país. >> Mas é muito bom saber. >> É, é 4 horas ou sim, professor? >> Eu não sei porque os Estados Unidos depende do local, né? Nova York, eu não sei qual a diferença de fuso horário, mas é são algumas horas, eu não sei se para mais ou para menos, porque no leste é uma coisa, no oeste é outra, né? Porque os Estados Unidos pega muitos fusos horários. Acho que três ou quatro fusos horários. Tá certo? 3 horas. A Sus tá colocando >> quant? Três. >> 3 horas. É >> para menos ou para mais? >> É para menos ou para mais? Suzi ajuda dos universitários. Ó, aqui a carioca tá colocando aqui, ó. Para Nova York são 1 hora até domingo. Depois passamos a 2 horas mais cedo. >> É, >> é horário de >> Então, é Nova York tem uma diferença, Los Angeles tem outra, é uma hora, então. Então não é tão tão muito diferente, mas seja bem-vinda, minha amiga. >> É isso aí. [risadas] Que gostoso, professor. Nós vamos eh iniciar então com no item do fluído cósmico, né? >> Isso. Como nós estudamos, né? Eh, como a gente tá falando sobre essa esse modelo novo, né, que a gente tá buscando aqui de de ver a evolução
amos eh iniciar então com no item do fluído cósmico, né? >> Isso. Como nós estudamos, né? Eh, como a gente tá falando sobre essa esse modelo novo, né, que a gente tá buscando aqui de de ver a evolução do nosso momento de vida desde a fase de espírito de princípio inteligente rudimentar, até a vida que nós Estamos hoje. Então, nós estamos falando, né, fazendo um paralelo desse estudo, não é, com uma espécie de sinfonia da vida, onde a gente dividiu essa sinfonia ou esse esse programa em quatro fases, né? a fase da vida celular, a fase da vida da dos organismos pluricelulares, a fase da vida biológica, orgânica, já das espécies, a fase humana que tá incluída nessa fase biológica, mas é uma uma fase especial e depois a fase da vida espiritual. Então, nesses nesse processo, a gente viu que tudo começa com a criação de Deus quando cria dois princípios, o princípio material e o princípio espiritual. E na definição do princípio material, a gente vê os espíritos apresentando na pergunta 27, em resposta à pergunta de Kardec, dos elementos gerais do universo, a o fluido universal. Então, a gente vê que, basicamente, o fluido universal é a matéria primitiva, da qual, por modificações intrínsecas desse fluido cósmico, toda a matéria pode ser formada, mas ela não é formada de qualquer maneira, porque ela é formada também com a participação do princípio espiritual que tem ação. sobre o fluido universal. Então, fluido universal como princípio material e o princípio espiritual se associam para que o princípio espiritual, que é o princípio inteligente, que tem a capacidade da intelectualidade para se desenvolver, utiliza da dos recursos dessa matéria sutil. para promover o seu próprio desenvolvimento ao longo, né, dos processos regidos pela lei de evolução. Então, na resposta à pergunta 27, os espíritos introduzem esse fluido universal. E a gente viu hoje nesse panorama que você apresentou, Ana, não é, desse vídeo que ficou tão bonitinho, não é? eh algumas colocações que o espírito Emanuel faz no livro
troduzem esse fluido universal. E a gente viu hoje nesse panorama que você apresentou, Ana, não é, desse vídeo que ficou tão bonitinho, não é? eh algumas colocações que o espírito Emanuel faz no livro Consolador, não é? E ele coloca nitidamente lá que esse fluido cósmico é o elemento onde se propaga o pensamento de Deus. Então, Deus está conosco em qualquer parte do universo porque ele se comunica conosco através desse fluido universal. E esse fluido universal é a matéria essencial que a gente utiliza para a própria corporificação nossa, porque a nossa corporificação, em primeira instância é feita com associação do princípio, né, desse princípio material chamado fluido cósmico, que se modifica sobre a ação, sobre a presença desse princípio espiritual e vai modificando essa corporificação ao longo do processo evolutivo. Então, a gente vai fazendo uma corporificação espiritual pra gente feita de fluido cósmico, mas também associando, porque esse fluido cósmico é o elemento de ligação com a matéria mais grosseira, a matéria que a gente poderia chamar de matéria atômica ou molecular, não é? Que a gente estuda através da nossa ciência. que a gente examina nos nossos laboratórios. Então essa corporificação mais grosseira, o espírito propriamente dito não consegue agir diretamente na matéria grosseira senão através desse dessa corporificação mais primitiva que é feita com fluido cósmico, que no ser humano Allan Kardec chamou de perespírito e que a gente pode chamar na fase do reino animal a alma dos animais. Porque a alma dos animais é constituída dessa corporificação adequada ao animal, a fase animal e o próprio princípio inteligente associado a essa corporificação, que a gente poderia chamar de protoforma corporal, tá certo? Por que uma protoforma corporal? Porque a palavra proto significa iniciante, que começa, é o primeiro, não é? E é uma forma que se modifica de acordo com a espécie em que o princípio espiritual está desenvolvendo, como a gente viu quando estudou o livro Evolução em Dois Mundos
que começa, é o primeiro, não é? E é uma forma que se modifica de acordo com a espécie em que o princípio espiritual está desenvolvendo, como a gente viu quando estudou o livro Evolução em Dois Mundos de André Luiz. Então, é interessante a gente conhecer um pouco mais sobre esse fluido cósmico. E a gente então vai encontrar justamente no livro, não é, de André Luiz, o livro Evolução em Dois Mundos, o primeiro capítulo intitulado Fluido cósmico, que nós transcrevemos aqui no nosso livrinho para poder fazer palco exatamente dessa sinfonia da vida, porque nós vivemos mergulhados nesse fluido cósmico que enche o universo inteiro e que é é o recurso de manifestação de Deus conosco. Então, o fluido cósmico é uma espécie de matéria sutil, especial, que vibra com as vibrações de Deus na direção de todos nós. Então, vamos ler isso no livro de André Luiz chamado primeiro capítulo de fluido cósmico. Ele começa chamando esse fluido cósmico de plasma divino. Então ele começa assim: plasma divino. O fluido cósmico é o plasma divino, o austo do criador ou a força nervosa do todo sábio. Veja que por falta de linguagem, o André Luiz vai utilizar três ideias diferentes para que a gente possa poder, não é, compreender um pouco sobre esse fluido universal. Ele chama o fluido cósmico de três nomes: plasma divino. O que que é um plasma? Plasma é um estado de matéria essencial. nutritivo que tem todos os recursos de que a gente precisa ou que um próprio objeto material precisa. Por exemplo, a gente diz que o sol ou todas as estrelas em geral, não é, que estão em temperaturas muito alta, que a matéria que faz parte da estruturação das estrelas está no estado de plasma. material. Por que isso? Porque é uma efervescência energética sofisticada com átomos em estados excitados de energia muito altos e formando, através da fusão nuclear átomos cada vez mais complexos. Então é uma espécie de fogo, não é, originário da matéria. Por isso a gente chama de plasma. É o estado de plasma da matéria.
altos e formando, através da fusão nuclear átomos cada vez mais complexos. Então é uma espécie de fogo, não é, originário da matéria. Por isso a gente chama de plasma. É o estado de plasma da matéria. É um estado. A gente sabe que hoje a ciência classifica assim. A gente pode ter um objeto no estado sólido, líquido, gasoso e no estado de plasma, que é um estado de muito quente, em que o material todo está irradiando luz, tá? OK. A gente também chama no nossa corrente sanguínea, não é? Quando a gente pega o nosso sangue, tira numa bolsa, centrifuga esse sangue e tira todas as células, porque na centrifugação as células precipitam, tanto os glóbulos vermelho como os glóbulos brancos. Então aquele líquido que sobra é um líquido ríico em proteínas, vitaminas, sais minerais, só ingredientes alimentares que dá alimentação base dos processos da vida do nosso corpo. E a gente chama então de plasma sanguíneo, tá OK? É o nome que a gente dá. Ah, a pessoa precisou fazer uma transfusão de plasma sanguíneo. Então, quando ele faz a transfusão de plasma, ele só toma através da injeção venosa de veia, não é? Somente esse líquido separado das células, que é um plasma alimentar. Então ele chama o fluido cósmico de plasma divina, como se fosse a substância que alimenta todos os seres espirituais que existem no universo. Ou austo do criador. Austo é o processo respiratório. Quando a gente inspira e expira, nós estamos fazendo esse movimento de que entra o usto dentro do nosso do nosso pulmão e sai de volta quando a gente expira. Então, é o gás que nos alimenta através dos processos de oxigenação. Então, é como se a gente vivesse na respiração de Deus, que o fluido cósmico fosse a respiração, o ar de Deus, não é a substância de Deus que nos alimenta. ou ainda a força nervosa do todo sábio, que também dá essa mesma ideia, é a força que tem todas as energias necessárias para alimentar os processos do universo inteiro. Então, é uma definição que o André Luiz procura dar utilizando três ideias diferente para ficar com uma
é a força que tem todas as energias necessárias para alimentar os processos do universo inteiro. Então, é uma definição que o André Luiz procura dar utilizando três ideias diferente para ficar com uma ideia mais completa, mais abrangente para todos nós, pra gente poder entender a importância desse fluido cósmico. Aí ele vai continuar dizendo o seguinte: "Neste elemento primordial, nesse fluido cósmico, vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres como peixes no oceano." Então, é como se tudo estivesse embebido nesse fluido cósmico. Tudo que existe está embebido, mergulhado no fluido cósmico, porque o fluido cósmico enche o universo inteiro. Então, é assim que Deus está em toda parte, porque ele se manifesta através desse fluido cósmico que carrega as vibrações do amor de Deus para todas as criaturas, para tudo que existe no universo. Aí ele vai chamar a atenção pra função desse fluido cósmico. e ele intitula esse item de cocriação em plano maior. Vejam como é interessante. Nessa substância original, o fluido cósmico, ao influxo do próprio Senhor Supremo, isto é, sob as ordens do nosso criador, operam as inteligências divinas a ele agregadas em processos de comunhão indescritível. Quem são essas inteligências divinas? São todos os espíritos que atingiram a fase evolutiva de puros espíritos, inteligências divinas a ele agregadas. Porque quando nós atingimos a fase de espírito puro, nós estamos integrados, não é? harmonizados plenamente em consonância com Deus. Então, essas inteligências divinas, obedecendo as ordens amorosas de Deus, tá certo? começam a operar sob esse fluido nessa substância original chamada fluido cósmico. Quem são essas inteligências divinas? O André Luiz descreve como os grandes devas da teologia hindu ou os arcanjos da interpretação de variados templos religiosos. Então são os espíritos puros, os espíritos angelicais, extraindo desse hálito espiritual, do fluido cósmico, os celeiros, não é? os recursos da energia com que constróem os sistemas da imensidade
sos. Então são os espíritos puros, os espíritos angelicais, extraindo desse hálito espiritual, do fluido cósmico, os celeiros, não é? os recursos da energia com que constróem os sistemas da imensidade em serviço de cocriação em plano maior, de conformidade com os desígnios do todo misericordioso, que faz deles, desses grandes espíritos, orientadores da criação excel. Então, vejam bem, quando o nosso sistema planetário solar foi inicialmente disparado para formar da nebulosa solar o nosso sistema planetário, os devas, os espíritos angelicais, os espíritos puros que formam assembleias de espíritos se reuniram nas proximidades dessa nebulosa para lançar no projeto feito por essas inteligências as bases do sistema planetário solar com todos os planetas, com todas as luas, com todos os corpos, os asteroides que fazem parte desse sistema planetário que a gente chama de sistema planetário solar. Então, esses grandes espíritos são os construtores do universo em comunhão com Deus. É isso que ele está dizendo, cocriação em plano maior. Então, os espíritos angelicais, os espíritos superiores, os espíritos puros, os anjos todos, né, os devas da mitologia ou da teologia hinduísta, não importa o nome que a gente dê para esses espíritos. São os espíritos angelicais que já atingiram a pureza espiritual. Um dia, quando nós tivermos já atendidos à conquista dessa pureza espiritual, também vamos juntos em harmonia com Deus criar novos sistemas planetários que vão abrigar novos princípios inteligentes, que vão desenvolver novas vidas e seguir o processo evolutivo. continuado, porque Deus não para de criar e o cria, utilizando como organizadores e construtores das estruturas do universo esses espíritos angelicais. Portanto, essa é a nossa finalidade também. É muito bom a gente saber disso, mas ele continua chamando impérios estelares. Devido à atuação desses arquitetos maiores, surgem nas galáxias as organizações estelares como vastos continentes do universo em evolução e as nebulosas intragaláticas
nua chamando impérios estelares. Devido à atuação desses arquitetos maiores, surgem nas galáxias as organizações estelares como vastos continentes do universo em evolução e as nebulosas intragaláticas dentro das galáxias como imensos domínios do universo, encerrando a evolução em estado potencial. Todas gravitando ao redor de pontos atrativos com admirável uniformidade coordenadora, porque tudo obedece às leis divinas e as leis da ciência que a gente conhece, como as leis de forças que explicam as funcionamento das coisas materiais, não é? são as forças indutoras da estruturação desses com desses corpos celestes que vão obedecer a lei da gravidade. As matérias na sua intimidade vão obedecer as leis do eletromagnetismo, vão obedecer as leis da física quântica, das forças nucleares fracas e fortes, enfim. de todos os processos materiais e espirituais que o universo apresenta. É aí, nessas nessas grandes construções, no seio dessas formações assombrosas que se estruturam interrelacionados à matéria, o espaço e o tempo, a se renovarem constantes, oferecendo campos gigantescos ao progresso do espírito. cada quanto cada constelação, guarda no cerne, na sua intimidade, a força centrífuga própria, controlando a força gravítica ou gravitacional com determinado teoro energético apropriados a certos fins. Isto é, os corpos celestes giram em torno uns dos outros, mantendo todo o processo de evolução das dos movimentos periódicos equilibrados pelas forças da natureza, não é? A engenharia celeste, continua André Luiz, equilibra rotação e massa, harmonizando energia e movimento, e mantém-se, desse modo, na vastidão sideral, magnificentes florestas de estrelas, cada qual transportando consigo os planetas constituídos e em formação. que se lhes vinculam magneticamente ou pelas forças da natureza ao fulcro central ou corpo massivo central, semelhantemente como acontece com a estrutura atômica da matéria, onde os elétrons se conjugam ao núcleo atômico em trajetos perfeitamente ordenados em
reza ao fulcro central ou corpo massivo central, semelhantemente como acontece com a estrutura atômica da matéria, onde os elétrons se conjugam ao núcleo atômico em trajetos perfeitamente ordenados em suas órbitas. que se lhes assinala o seu movimento desde o início. Então essa descrição, né, que ainda continua, mas já que a gente conheceu aqui nessa leitura, descrita por André Luiz, nos mostra a grandeza do trabalho espiritual, mostra a grandeza e o significado da nossa própria existência, porque Deus nos cria espíritos. para que a gente seja colaboradores dele, que a gente evolua, aprenda e sirva a Deus nessa imensidão universal, trabalhando como cocriadores com Deus. É como se Deus fizesse a argila e nós fôssemos os oleiros que tomamos da argila. argila seria o fluido universal e moldamos essa argila para fazer os vasos e os objetos de arte que nós somos capazes de modelar pela nossa inteligência e habilidade desenvolvida. Então, é lindo a gente compreender que tudo na criação divina está integrado, não é? dentro desse manancial de energias sutis que a gente chama de fluido universal. Aí ele vai falar, o André Luiz, da nossa galáxia, a Via Láctea, para idearmos de algum modo a grandeza inconcebível da criação, comparemos a nossa galáxia. Há uma grande cidade perdida, entre incontáveis grandes outras cidades de um imenso país cuja extensão não conseguimos prever. Então, veja bem, a nossa galáxia é como se fosse uma grande cidade perdida, entre outras grandes cidades, são as outras galáxias. que estão construídas num imenso país de extensão universal que nós não conseguimos prever. A gente faz uma ideia com a nossa mentalidade, capaz de já compreender um pouco do universo, mas ainda muito limitada, porque a gente não vê os confins do nosso universo, tomando o sol e os mundos, nossos vizinhos, como apartamentos do nosso edifício nessa essa cidade, essa grande cidade galática chamada Via Láctea, então o Sol com os planetas forma uma espécie de edifício com os seus apartamentos
ssos vizinhos, como apartamentos do nosso edifício nessa essa cidade, essa grande cidade galática chamada Via Láctea, então o Sol com os planetas forma uma espécie de edifício com os seus apartamentos e reconheceremos que em derredor repontam outros edifícios, outras estrelas em todas as direções. Então, cada estrela seria um grande edifício com seus apartamentos e seus moradores. É uma comparação que ele faz pra gente entender. montando os nossos instrumentos de longo alcance, nossos grandes telescópios da nossa sala de estudo, perceberemos que nossa casa não é a mais humilde, mas que inúmeras outras lhe superam as expressões de magnitude e beleza. Então, a nossa casa não é a mais humilde, mas tem muitas mais lindas e primorosas do que ela. Aprendemos que além de nossa edificação, salientam-se palácios e arranhaus, como a estrela Betugeuse, que tá no na constelação de Oron. Ele chama no distrito de Oron, como se fosse o distrito de uma cidade, Canopos na região do navio, que é outra constelação. Arturos no conjunto do boieiro, que é outra constelação. Ares no centro do Escorpião, que é uma uma é uma constelação muito bonita que a gente vê no céu do Brasil, o o Escorpião e a estrela mais brilhante do Escorpião se chama Antares e outras muitas residências senhoriais imponente e belas, exibindo uma glória perante a qual todos os nossos valores ficariam ofuscados, se apagariam. Por processos óticos, verificamos que a nossa cidade apresenta uma forma espiralada e que a onda de rádio ou qualquer radiação eletromagnética, avançando com a velocidade da luz, gasta 1000 séculos terrenos para percorrer-lhe o diâmetro. Está certinho isso aqui. 1000 séculos são 100.000 anos. São 100.000. 1000 anos de diâmetro, 100.000 anos viajando com a velocidade da luz. A gente sai de uma ponta da nossa galáxia, atravessa o disco inteiro da nossa galáxia e chegamos do outro lado. 100.000 anos ou 1000 séculos terrenos. Nela surpreenderemos milhões de lares nas mais diversas dimensões e feitios.
nossa galáxia, atravessa o disco inteiro da nossa galáxia e chegamos do outro lado. 100.000 anos ou 1000 séculos terrenos. Nela surpreenderemos milhões de lares nas mais diversas dimensões e feitios. instituídos de a muito, recém organizados, envelhecidos ou em via de instalação, nos quais a vida e a experiência enchameiam vitoriosas. Que coisa bonita, né? a gente saber que só na nossa galáxia tem de 200 a 400 bilhões de estrelas, que são esses edifícios constitutivos dessa cidade galática chamada Via Lácte, todas elas carregando estrelas mais novas em formação. Estrelas mais velhas, estrelas em plena juventude, em plena madureza, estrelas no final de vida, mas todas elas não é obedecendo um propósito único que é encher o universo com a vida espiritual. Nós somos a vida espiritual do universo. Em todos os mundos habitados na nossa galáxia, que devem ter bilhões de mundos, nós teremos uma quantidade imensa de espíritos, irmãos nossos, nos quais a vida e a experiência de crescimento enchameiam como enchames de abelhas. vitoriosas, crescendo na direção da plenitude espiritual. É muito bom a gente ver uma descrição feita por um espírito que está no mundo espiritual empolgado em aprender o significado da criação divina, como André Luiz faz aqui para nós. Eu fico entusiasmado. Eu não sei se vocês vibram com esse sentimento de vibração, mas eu continuo estudando e aprendendo essas coisas e vou passar pro mundo espiritual e vou visitar na medida em que Deus assim me permitir esses planetas, esses novos mundos, se possível outras estrelas, eu quero conhecer a casa de Deus. Porque Deus fez essa casa para todos nós. Um dia podermos ir e vir, não só dentro da nossa galáxia, mas em todas as galáxias que estão vizinhas à nossa. E quem sabe daqui alguns milhões e milhões de anos em outras galáxias tão distantes que a gente ainda nem sequer percebe a existência delas. Muito bonito isso. André Luiz vai diminuindo o alcance da sua descrição e agora vai falar um pouco sobre as forças
utras galáxias tão distantes que a gente ainda nem sequer percebe a existência delas. Muito bonito isso. André Luiz vai diminuindo o alcance da sua descrição e agora vai falar um pouco sobre as forças atômicas que vibram dentro desse estrutura energética chamada fluido cósmico. Forças atômicas. Toda essa riqueza de plasmagem nas linhas da criação ergue-se a base de corpúsculos sobr radiações da mente. corpúsculos e irradiações que no estado atual dos nossos conhecimentos, embora estejamos fora do plano físico, é ele que tá falando como espírito, não podemos definir em sua multiplicidade e configuração, porquanto a morte apenas liberta as nossas concepções e nos aclara a introspecção, iluminando-nos o senso moral, sem resolver de maneira absoluta os problemas que o universo nos propõe a cada passo com seus espetáculos de grandeza. Isto é, ele está dizendo que ao passar pro mundo espiritual aumenta as nossas faculdades perceptivas, mas nós vamos ter que continuar aprendendo e estudando as coisas da natureza criada por Deus. Sob a orientação dessas inteligências superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas e sob a pressão espiritual dirigida de ondas eletromagnéticas são controladamente reduzidas às áreas espaciais intratômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear. adensada de que se esculpem os planetas em cujo seio as mônadas celestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento. Olha que coisa maravilhosa. Semelhantes mundos servem à finalidade a que se destinam por longas consagradas a evolução do espírito, até que pela sobrepressão sistemática sofram o colapso atômico, pelo qual se transmutam em astros cadaverizados. Essas esferas mortas, contudo, volvem, voltam a novas diretrizes dos agentes divinos que dispõem sobre a desintegração desses materiais, dando ensejo a que os elementos comprimidos se libertem através de explosão ordenada, surgindo novos acervos corpusculares para reconstrução das moradias celestes, nas quais as obras de Deus se estende e
do ensejo a que os elementos comprimidos se libertem através de explosão ordenada, surgindo novos acervos corpusculares para reconstrução das moradias celestes, nas quais as obras de Deus se estende e perpetua em sua glória criativa, num processo de reciclagem de tudo que existe. Então veja, na estruturação de um sistema planetário, não é, de um sistema cósmico qualquer, as mentes espirituais que t controle através do fluido universal imprime movimentação adequada, manipulando as forças da radiação eletromagnética, as forças gravitacionais e as forças nucleares forte e fraca, estruturando toda a matéria para que ela possa constituir-se depois em agregados moleculares para servir as monadas celeste, que são os princípios inteligentes que vão encontrar nessas estruturações berço adequado ao seu próprio desenvolvimento. Não é lindo isso? Eu acho isso fabuloso, fantástico. É de uma beleza que empolga a nossa alma. Sabe o conhecimento das coisas de Deus? é também uma espécie de aste que toca as cordas da harpa dos nossos sentimentos. O conhecimento traz alegria, porque o conhecimento das coisas divinas mostra a harmonia de Deus. Então, saber é uma das alegrias espirituais que transcende todas as alegrias materiais transitórias. Eu posso dizer para vocês isso. Eu me sinto muitíssimo feliz de poder aprender essas coisas, de ler um espírito como André Luiz, descrevendo essas coisas para nós e deixar não só a minha mente se empolgar, mas também o meu coração. Porque eu não só vejo uma estruturação lógica em tudo isso, mas eu me empolgo emocionalmente com a beleza dessas coisas todas que a gente descobre através do estudo da ciência. Semelhantes mundos, portanto, servem à finalidade a que se destinam por longas eras consagradas à evolução do espírito. Foi assim que essas mônas celestes organizaram as primeiras células vivas do nosso planeta e permitiu o desenvolvimento do princípio espiritual através das modificações moleculares impulsionadas pela lei de evolução, que foram formando espécies cada vez mais
s células vivas do nosso planeta e permitiu o desenvolvimento do princípio espiritual através das modificações moleculares impulsionadas pela lei de evolução, que foram formando espécies cada vez mais sofisticadas à medida que O espírito ou princípio inteligente necessitava de novas experiências, adequando, por isso mesmo, a corporificação material, a necessidade do crescimento. Foi assim que atingimos a forma humana e a forma do espírito consciente da sua própria realidade espiritual, que somos nós todos hoje aqui juntos estudando esse tema. E tudo isso é feito, tá certo? Através da glória criativa de Deus. Muito bonito isso. E quando um sistema planetário se desenvolve plenamente, atinge as finalidades todas de permitir que todos os espíritos em suas esferas planetárias tenham se desenvolvido até a plenitude espiritual. Esses mundos deixam, porque já cumpriram a sua finalidade, de ter um significado e são, por isso mesmo, reciclados nos processos de explosões estelares para a formação de novos sistemas planetários. Porque essa matéria despendida nas grandes explosões estelares vão constituir novas nebulosas que vão ser manipuladas pelos espíritos angelicais em formação de novos sistemas. Por isso quando a gente diz assim, os átomos do meu corpo, esse meu corpinho aqui que vocês estão vendo, os átomos do meu corpo, portanto, os átomos do corpo de vocês todos também foram construídos no núcleo de estrelas que já não existem mais, que explodiram, formando estrutura atômica que foram disseminadas pelo espaço, formando as nebulosas ou a matéria cósmica, que por processos de aglutinação através da impulsão produzida pelos espíritos angelicais, utilizando as forças da natureza, reformularam sistemas planetários com os átomos que tinham sido fabricados nas estrelas que morreram para dar recursos à corporificação de môn celeste ou princípios espirituais que vão se desenvolver para formar novos espíritos que atingirão, por sua vez um dia na imensidão dos tempos. A plenitude espiritual e os ciclos se
porificação de môn celeste ou princípios espirituais que vão se desenvolver para formar novos espíritos que atingirão, por sua vez um dia na imensidão dos tempos. A plenitude espiritual e os ciclos se renovam indefinidamente. Por isso somos espíritos imortais. Muito bonito isso. O André Luiz vai passando do grande para os menores, fazendo uma construção de grande para dentro, uma espécie de análise da estruturação das coisas, não é? analisa o grande todo, depois analisa as partes menores até chegar a um sistema simples como um planeta. Ele continua. Ele falou das dos átomos, agora vai falar da luz e do calor. Os mundos ou campos de desenvolvimento da alma com as suas diversas faixas de matéria em variada expressão vibratória, ao influxo ainda dos tutores espirituais, dos espíritos angelicais. são acalentados por irradiações luminosas e caloríficas, sem nos referirmos às forças de outras espécies que são arrojadas no espaço cósmico, do espaço cósmico sobre a Terra e o homem garantindo-lhe a estabilidade e a existência. Temos assim a luz e o calor, que teoricamente classificamos entre as irradiações nascida dos átomos supridos de energia extraídas dessa fluido cósmico. São estes que, excitados na íntima estrutura, produzem, despendem as ondas eletromagnéticas. Todavia, não obstante tatearmos com relativa segurança as realidades da matéria, definindo a natureza corpuscular do calor e da luz. E embora saibamos que outras oscilações eletromagnéticas se associam, ainda insuspeitada por nós na vastidão universal, a quem do infravermelho e além do ultravioleta, completamente fora da zona de nossas percepções corporais, confessamos com humildade que não sabemos ainda, principalmente no que se refere à elaboração da luz. Qual seja a força que provoca a agitação inteligente dos átomos, compindo-os a produzir capazes de lançar as ondas no universo com a velocidade da luz de 300.000 1000 km/ segundo, preferindo, por isso, já que a gente tem ainda ignorância dessas coisas fundamentais,
compindo-os a produzir capazes de lançar as ondas no universo com a velocidade da luz de 300.000 1000 km/ segundo, preferindo, por isso, já que a gente tem ainda ignorância dessas coisas fundamentais, reconhecer em toda parte, com a obrigação de estudarmos e progredirmos sempre o hálito divino do Criador. que todas essas energias são extraídas do hálito divino do criador, que é o fluido cósmico. Muito bem, vamos parar por aqui para depois a gente continuar, porque a gente já tá aqui uma hora falando sobre esse tema tão lindo. Vamos ouvir a empolgação de vocês comigo nesse estudo. Você tá sem som. >> Uma delícia. Mas antes de eu de eu colocar a os comentários deles, essa informação do André Luiz, professor, que que o livro foi por volta de 1958, né? Isso. >> Eh, eh, ele deu, já era de conhecimento da humanidade ou foi que nem na medicina que ele deu, adiantou? >> A gente já tinha algum dos conhecimentos, por exemplo, a gente não sabia, não é, que são as mentes espirituais que engendram sistemas planetários, >> tá? A gente não sabia ainda que a fonte energética de tudo que existe, que parte de Deus se expressa através do fluido cósmico, que ainda não é descoberto pelo cientista. O cientista não sabe da onde vem essa energia. No nosso modelo atual, ainda aceito, mas em discussão o Big Bang. Começou tudo como um ponto infinitamente energético. Mas da onde veio essa energia? >> Sim. >> Ninguém sabe. >> Uhum. >> Não é? Surgiu do nada na expressão dos físicos. Ninguém sabe da onde surgiu. A gente parte a partir daí, porque antes a gente não sabe definir. Para o cientista o antes não existia. Se não existia, não faz sentido pensar nele. Mas isso é o limite da nossa ignorância, porque Deus cria sempre. >> Criou, cria e criará sempre, porque Deus é eterno. Deus sempre existiu, existe e existirá sempre. Deus é eterno. Nós é que tivemos um começo. Nós porque tivemos um começo, não é? Temos um início e precisamos de um início para tudo. Mas o início que nos interessa é o nosso, porque o início do universo não
eterno. Nós é que tivemos um começo. Nós porque tivemos um começo, não é? Temos um início e precisamos de um início para tudo. Mas o início que nos interessa é o nosso, porque o início do universo não existe. >> É >> início. Existe o nosso início, >> mas não existe o nosso fim. Porque uma vez que nós somos criados, nós somos imortais. Então, para nós não existe fim, existe finalidade. Fomos criados para trabalhar com Deus. >> Certo? Que professor, vou pôr uns comentários aqui. A Suzi falou assim: "Quando o senhor disse da se as pessoas sentem a mesma empolgação, né, que o senhor tá aqui a resposta, ela disse que o senhor vai longe nisso aí. Eu também acho, senão nós todos vamos longe juntos. >> É, vai, vai conhecer todas as galáxias aí, com certeza. Vamos todos conhecer >> a Diva. Ela disse: "Adoro ver esta empolgação do professor". Eh, a Luciane diz: "Muita gratidão por nos ajudar, professor." É verdade, Lucene. Eh, muita gratidão mesmo. A Valéria disse: "O professor, o senhor é demais?" A Terezinha, ela disse assim: "Além de tudo, professora, ainda é poeta, mas olha, quem é demais é Deus, não é? Porque é tão interessante a gente poder entender essas coisas da realidade espiritual. Isso muda o significado da nossa vida profundamente e a gente passa a ter alegria de viver. E a gente quando tem alegria de viver, Ana, não existe mau tempo, não existe problema, não existe depressão. A própria dor física que nos incomoda, a gente tolera porque ela é transitória, ela passa logo. >> Verdade. Quanto mais a compreensão disso, né, professor, mais rápido ela vai embora. A Helena, ela disse assim: "De acordo com a minha, é, acho que é pouca instrução, isso é a loucura mais maravilhosa que você nos oferece. Passa a semana dando tratos às bolas. Amo, amo, amo." Acho que aqui ela deve ter. >> Eu também, Helena. A Elena tá sempre aí conosco também nos participando do nosso estudo. Eu também fico eh empolgadíssimo. Isso não é loucura não, isso é alegria de começar a compreender um tiquinho de
u também, Helena. A Elena tá sempre aí conosco também nos participando do nosso estudo. Eu também fico eh empolgadíssimo. Isso não é loucura não, isso é alegria de começar a compreender um tiquinho de nada do nosso criador. A dais ela colocou maravilhosa, maravilhosa ver essa empolgação e fé do professor Otacírio. E a e a Euleusa, como é maravilhoso quando chega à noite para ouvir tantos ensinamentos. Gratidão, professor. Agora eu vou na pergunta da da Sandra, na verdade é outro comentário. Professor, o Aroldo sempre explica assim: "Não tem nada fora, tudo está mergulhado no fui do cósmico." >> Não existe fora. É como o André Luiz diz aqui, o fluido universal enche o universo inteiro. Então não tem fora, tudo é dentro. A Lala, ele, quando o senhor tava explicando lá no comecinho, ela disse assim: "Então, os animais não têm perespírito? Vejam, vamos explicar o significado da palavra. Per espírito foi um nome criado por a Allan Kardec, quando ele pergunta para os espíritos se o espírito tem alguma corporificação no mundo espiritual. E os espíritos então responde sim, ele tem uma algo que o envolve a alma ou o espírito propriamente dito, que é uma corporificação feita do fluido cósmico universal, modificado pela ação do pensamento do espírito. Então, perespírito é envoltório do espírito. Os animais ainda não tem espírito, eles têm princípio inteligente, porque se dá nome de espírito ao ser que tem consciência da própria individualidade. Então, nós temos perespírito. Os animais t uma alma com uma forma, com uma corporificação feita de fluido cósmico também, mas não tem a forma humana do espírito que tem consciência da própria individualidade. Então eles não são abstração, eles são algo corporificado. Um princípio inteligente em desenvolvimento que não tem consciência de si mesmo, tá certo? tá formando a individualidade completa, vai ser um dia capaz de ter consciência de si mesmo e virar espírito. Quando se tornar espírito, aquela corporificação que ele tem assume a forma perespiritual
tá formando a individualidade completa, vai ser um dia capaz de ter consciência de si mesmo e virar espírito. Quando se tornar espírito, aquela corporificação que ele tem assume a forma perespiritual do ser inteligente, consciente de si mesmo, tá certo? Então, um cachorrinho quando morre, a protoforma dele, a corporificação dele é de um cachorro. A gente não chama a alma do cachorro de espírito e nem o corpo dele de perespírito. A gente chama de uma uma corporificação adequada ao cachorro. A do gato, a mesma coisa. A da zebra, a mesma coisa. da girafa, a mesma coisa. Dupos peixes, a mesma coisa, porque cada um tem uma protoforma adequada ao seu estágio evolutivo. E a gente chama de perespírito, a corporificação do espírito consciente da sua própria individualidade. Essa é a diferença. É uma questão de nomenclatura e de precisão de linguagem. professor, mas eles são meio que preparados para uma nova ah uma nova, vou chamar de posição, vai de >> uma nova encarnação. Sim, encarnação você pode usar a palavra, porque o corpo do animal é de carne e osso. Também a encarnação é tornar matéria grosseira, usar uma corporificação de matéria grosseira expressa na forma biológica de carne, ossos, corrente sanguínea, etc. e tal, de células vivas, tá? OK? Então, todos os animais passam pelo processo repetitivo da vida corporal, todos, até as células. >> Professor, a gente ouve bastante relatos de quem tem, né, animal, animaizinhos domésticos, né, por exemplo, os gatos, né, que as pessoas falam assim: "Nossa, eles percebem quando a pessoa não tá bem". Os cachorrinhos, ah, não percebe quando tá bem. E aqui eu tenho realmente se tá com uma um desconforto eles chegam mais perto, eles ficam fazendo mais >> verdade, mas essa percepção não é consciente. >> Ah, tá. >> É uma percepção, mas ele não sabe disso. Ele só sente isso. >> Ah, tá. Não tem aquela consciência, aquela inteligência a ponto de saber, olha, ela não tá bem, né? O o espírito é o ser consciente. Enquanto ele não é consciente, ele é
e disso. Ele só sente isso. >> Ah, tá. Não tem aquela consciência, aquela inteligência a ponto de saber, olha, ela não tá bem, né? O o espírito é o ser consciente. Enquanto ele não é consciente, ele é princípio inteligente, é princípio espiritual, não é espírito. >> Tá, entendi. É só uma percepção sem saber mesmo que tá tá percebendo aquilo, né? A Cristiane, ela fez a seguinte pergunta: "Professor, boa noite. Eh, me tire uma dúvida. Pode ser uma estrela sair de dentro de outra estrela ou só em sonho?" >> Não. Na verdade, uma estrela pode explodir e julgar matéria para fora, mas uma estrela não surge entre outra estrela. Mas quando uma estrela muito grande explode e joga casca da matéria dela para fora, ainda fica um núcleo, porque a força gravitacional é muito intensa, não deixa ela explodir inteira. Ela joga uma grande quantidade, né, de uma camada superficial, às vezes até uma camada grossa de matéria para fora, que vai virar nebulosas, matéria cósmica disseminada pelo universo, mas fica no lugar, no centro, um núcleo de uma estrela. Ela vira uma uma anã branca, muito quente, mas vira, mas continua uma semente, vamos dizer assim. Semente não é a palavra adequada, porque ela é enorme ainda. Mas uma estrela, por exemplo, que tem 10 sóis de matéria, imagina uma estrela semelhante ao Sol, mas tem 10 vezes a massa do Sol. Quando ela explodir, ela vai julgar cinco, seis massas de sóis fora e vai ficar uma estrela menor no núcleo, ainda continuando o processo estelar. E a gente chama essas estrelas que ficam no lugar de Anã Branca. Adiná. Ela perguntou assim: "Nós também passamos por várias formas e somente na fase ominal adquirimos o espírito?" >> Não, somente na fase ominal viramos espírito, não é? Adquirimos, viramos um ser espiritual, porque não é adquirir de fora para dentro, é se tornar. Então, a linguagem adequada é essa. Nós nos tornamos espíritos. O corpo físico é instrumento para evolução. Ele não é o não é o corpo que faz o espírito, é o espírito que faz o corpo.
ro, é se tornar. Então, a linguagem adequada é essa. Nós nos tornamos espíritos. O corpo físico é instrumento para evolução. Ele não é o não é o corpo que faz o espírito, é o espírito que faz o corpo. Quando a gente vai se tornando um espírito com consciência da própria individualidade, nós precisamos de um corpo adequado para nos representar. Esse corpo é o corpo do homem, da mulher. O corpo humano, o corpo do macaco não faz ele ser um espírito. O corpo do macaco é um corpo que atende as necessidades daquele princípio inteligente que está próximo de descobrir-se espírito, mas ainda vai gastar alguns milênios, alguns vários milhares de anos. Acho que a Lala vai ainda fazer a pergunta aqui, porque acho que deve ter escapado, né, Lala? [risadas] Deve ter ido antes de terminar. Eh, ô professor, eh, quando o senhor tava, a gente tava lendo lá o que o André Luiz colocou, né, das ele fala dos hindus, de uma outra forma, né, que até outras religiões, >> né, eh, falam de maneiras diferentes, né, de espíritos evoluídos, né, então, eh, de alguma maneira, professor, eles têm alguma percepção também, eh, das questões espirituais, né, só que ficou colocado de formas diferente, né? >> Na verdade, Ana, na humanidade como um todo, em qualquer país, em qualquer lugar, sempre teve uns espíritos que estão à frente dos outros. E aqueles que estão à frente dos outros aprend isso no mundo espiritual e quando reencarnam trazem uma ideia disso, mas ainda numa linguagem não adequada para entendimento coletivo. Para trazer isso para uma linguagem de entendimento coletivo, é preciso que a humanidade tenha se desenvolvido a um nível de poder aproveitar isso. Foi exatamente isso que aconteceu conosco e por isso a doutrina espírita foi trazida para nós com essa linguagem. >> Hum. Porque provavelmente já estava havendo algumas confusões, né? Eu vou o os os iniciados estudiosos mais profundos que não divulgavam esses conhecimentos pros outros porque sabia que os outros não iam entender, ficaram com esses
tava havendo algumas confusões, né? Eu vou o os os iniciados estudiosos mais profundos que não divulgavam esses conhecimentos pros outros porque sabia que os outros não iam entender, ficaram com esses conhecimentos para si próprios. Hum. Hum. >> Como grandes iniciados. >> Ah, tá. Mas >> mas hermético neles mesmo, porque não adiantava explicar paraas pessoas, não se seriam capazes de entender. >> Seria como uma ah um falha, professora. Até >> não, não é uma falha, uma questão de evolução. Se eu evoluo, não é, e a minha tribo não evolui, o que eu sei, não adianta eu querer ensinar para eles, não vão compreender. >> Entendi, entendi. Aí a a a guardou, >> então eu eu guardo esse ensinamento para mim, ajo com eles de maneira bondosa, gentil, educada, como um irmão mais maduro, mas espero a vez deles de compreender, porque eles precisam dar os passos necessários para alcançar o nível de entendimento, >> como acontece com um professor também, né, Nós estamos juntos nisso. Eu tô >> Não, não, eu digo assim, o professor mesmo na posido, >> né? Que quando vê que a classe não acompanha, tem que recuar um pouco. >> É qual, na verdade, qualquer professor tá nessa posição, porque ele vai ensinar para quem não sabe da turma que tá aprendendo com ele, alguns entendem, outros não. Alguns se esforçam para entender e entendem. outros, não é? Aquela linguagem tão tão incompreensível que fica maçante em vez de deles aproveitarem e dorme na aula. >> Uhum. Entendi. >> Isso sempre ocorreu na história da humanidade. Os antigos egípcios tinham muitos espíritos que já sabiam dessas coisas, mas eles não podiam ensinar para aquele povo que ainda era mais primitivo, não compreendia essas coisas. Então tinha a religião dos iniciados e a religião pro povo. Hum. Os budistas fazem isso também. Um budista, um monge budista, não sai falando das coisas do budismo, só aquelas que as pessoas que estão se aproximando poderiam, na percepção deles, poderiam compreender. >> É, até no eu tô falando porque não veio
monge budista, não sai falando das coisas do budismo, só aquelas que as pessoas que estão se aproximando poderiam, na percepção deles, poderiam compreender. >> É, até no eu tô falando porque não veio a pergunta da Lala aí. Eu tô esperando Lala. Eh, até no próprio espiritismo, né, professor, a gente não pode sair também falando tudo logo num primeiro momento, né, para não assustar ou para >> É, a gente eh a gente tem que lembrar de uma comparação que os espíritos fazem. Você não dá para uma criança o alimento de um adulto. >> Chegou, chegou a pergunta da Lala aqui. Ela diz assim: "Em que momento o animal se torna um ser pensante, já que ele não passa pelo processo de evolução igual aos seres humanos? >> Como não eles vão chegar a isso? Como é que nós chegamos a ser seres humanos? Lala, eu não sei se você nos acompanhou no estudo Evolução em Dois Mundos, mas lá, né, que tá gravado, se vocês quiserem podem repassar lá, a gente foi vendo que o princípio inteligente foi se desenvolvendo até chegar numa fase que ele precisava, não é, ir melhorando as suas possibilidades biológicas. para ir retratando as suas conquistas até que ele adquiriu a consciência da própria individualidade. Não é um momento, é um uma transição, é uma aquisição durante longos períodos de tempo, tá certo? O homem, o espírito, para atingir a fase humana gastou a partir do australoptecos cerca de 4 milhões de anos, porque os primeiros australoptecos datam de 4 a 5 milhões de anos atrás. Enquanto que o Homo herectos data de pouco mais de 1 milhão de anos atrás. Então, de 4 a 5 milhões de anos, até 1 milhão de anos atrás, foi um período de ir se aprimorando até chegar à fase ominal, onde já tinha adquirido a consciência da própria individualidade. Então, não é um momento, não é um clique, não é um salto quântico, é uma transição lenta, é uma aquisição de longo prazo. Eu tava procurando aqui no nosso canal do Ecoesiritismo com Taciro, eh, no capítulo três, Lala, da do estudo Evolução em Dois Mundos, eh, se eu não
uma transição lenta, é uma aquisição de longo prazo. Eu tava procurando aqui no nosso canal do Ecoesiritismo com Taciro, eh, no capítulo três, Lala, da do estudo Evolução em Dois Mundos, eh, se eu não me engano, porque eu tô vendo aqui a a o quadrinho que o professor colocou das escalas, né? Isso. Exato. >> Eh, evolução e corpo espiritual. Tá aqui para mim. >> Evolução e corpo espiritual. Exatamente. É um capítulo do livro do André Luiz, Evolução em Dois Mundos. >> É na live nove tem outra live também. Ah, tá aqui também na live. Eh, deixa eu ver aqui só um minutinho >> que a gente repassou. >> É na live nove. Na live nove tem bastante coisa até. O senhor o senhor colocou um esquemático até eh, de linha de tempo. >> É. >> Eh, tô vendo aqui agora. Ah, [risadas] acabei de falar. >> Para a gente pode lembrar algumas coisas disso lá, Lala. é que é o seguinte, você veja, tem alguns animais entre nós que já t pulsos, não continuadamente, pulsos de reconhecimento de si próprio. Então, alguns animais quando se vem em espelhos, não é? Inicialmente, quando você pega um chipanzé que nunca viu espelho e põe ele na frente do espelho, ele acha que aquela imagem é outro chipanzé. E aí fica brincando, fazendo gracejo pro outro chipanzé. Só que tudo que ele faz, o outro chipanzé faz para ele, porque é a imagem dele. Mas ele não sabe disso. Ele pensa que é outro chipanzé, tá certo? até que ele começa a perceber que aquela imagem repete tudo que ele faz. Então ele começa a se examinar no espelho. Quando ele começa a se examinar no espelho, ele tá se reconhecendo, mas aquilo não dura muito tempo. Ele faz isso em alguns momentos, alguns minutos e depois sai, larga, vai embora, porque ele não tem um pensamento continuado ainda. O pensamento no nos chipanzés é pulsado, não é contínuo. O ser humano é contínuo. O espírito pensa e não para de pensar, tá certo? Os animais tem alguns animais mais superiores têm pulso de pensamento, mas não pensa continuamente. Isso é explicação do André Luiz para
no é contínuo. O espírito pensa e não para de pensar, tá certo? Os animais tem alguns animais mais superiores têm pulso de pensamento, mas não pensa continuamente. Isso é explicação do André Luiz para nós. Então, enquanto não tiver pensamento contínuo, não tem a capacidade de se reconhecer e começar a ter acesso à sua própria memória. Portanto, não tem a consciência da individualidade. Por isso também não tem os outros predicados que surgem da liberdade de escolha, que é a racionalidade. Então, só o ser humano é racional. Os golfinhos também se identificam na frente dos espelhos, mas eles não ficam ali se examinando. Eles examinam um pouquinho, vê que é ele mesmo, sai, vai embora. Se você puser um gato na frente do espelho, ele vai ficar todo oriçado pensando que é outro gato, tá pronto para brigar. O outro gato não faz nada, ele abaixa o pelinho dele, dá a volta para ver se o gato tá atrás do espelho, não acha ninguém, vai embora porque ele não tem consciência que aquilo não é ele. Ele não sabe que é ele. Ele pensa que é outro, não tem consciência da individualidade, portanto não é espírito. até tá eh roda um videozinho nas redes sociais, né, com de forma cômica até eh até o título do videozinho assim: Mulher sendo mulher em qualquer reino, porque o Chipanzé ele tá de gracinha com uma uma moça que tá visitando ali. Aí chega uma fêmea com tudo e vai puxando ele pelo cabelo e vai batendo nele e vai [risadas] arrastando, tipo como >> mostrando ciúme, >> mostrando ciúmes. Então, né, dentro disso que a gente tá falando, ainda também é sem sa é uma atitude sem saber o que tá sendo. >> É porque é de autopreservação, é instinto de preservação. >> Ah, tá. Então é é um início, né, professor? Então pró tudo isso, isso tudo isso são ingredientes de preparação para que um dia o princípio inteligentes, com todos esses recursos e outros que vai adquirindo, chegar a fase de espírito propriamente dito. >> Certo. >> Professor, o José Luiz colocou assim: "Boa noite, professora Tiro. saiu no
inteligentes, com todos esses recursos e outros que vai adquirindo, chegar a fase de espírito propriamente dito. >> Certo. >> Professor, o José Luiz colocou assim: "Boa noite, professora Tiro. saiu no noticiário dizendo em relação às placas tectônicas no mar que pode se partir. Saiu hoje essa noiciário. O que o senhor pode nos ajudar a entender melhor? >> Na verdade, eh, como é que é o Luís, né? É o José Luiz. Na verdade, José Luiz, nós não temos uma placa tectônica. Nós temos várias placas tectônicas sobre o malgma, o magma quente do núcleo, né, do das profundezas da Terra. A terra dentro dela, no no grande miolo dela, ela é incandescente, tá uma temperatura muito alta, não é? Os vulcões quando abre uma brecha, joga um pouco dessa lava para fora, essa lava quente que tá cerca de 2.000º mais ou menos de temperatura. Então as placas sólidas, grossas nadam, ficam sobreposta essa pasta, eh, né, essa matéria pastosa quente que tá no núcleo do nosso planeta. Então, essas placas não é uma placa única, são um monte de placas que uma esbarra na outra. E nesses movimentos elas podem criar fissuras, aberturas e a parte de cima que está sólida, que a gente não vê o que tá embaixo, pode romper-se. Então, um grande terremoto pode abrir brechas grandes, porque essas placas se afastam uma da outra e cria uma abertura, não é, que pode dali surgir fumaça, coisas incandescentes do núcleo da Terra ou na dessa superfície do magma na qual os continentes estão sobrepondo, nadando, como se fosse grandes embarcações. Então, essas rachaduras, entre aspas, são, na verdade, fissuras que vão abrindo nessas placas, nas partes mais finas delas, porque elas não têm uma espessura homogênea, às vezes elas afinam em alguns lugares que podem criar fissuras ali. Terra é um organismo ainda em movimentação. E para contribuir com a história dos animais, a Maria das Graças colocou assim: "O cachorro ataca o espelho achando que é outro cachorro". É porque o cachorro, apesar de ser carinhoso, amigo da gente, ele não tem consciência
história dos animais, a Maria das Graças colocou assim: "O cachorro ataca o espelho achando que é outro cachorro". É porque o cachorro, apesar de ser carinhoso, amigo da gente, ele não tem consciência da própria individualidade. Ele trata o ser humano que fosse um cachorro chefe dele. >> Verdade. >> O homem é o cão alfa do cachorro de casa, tá certo? Porque eles são os an os cachorros são, né, originários das tribos de diferentes lobos e tipos de cachorros do mato que viv em grupos. Mas os grupos t que é o chefe por causa da posição dele de ser mais bravo, mais violento, mais agressivo e mais defensor do grupo. Então é o que a gente chama de cachorro alfa, né? O cão alfa ou a o cabeça alfa da daquele grupo, tá certo? Então, quando o cachorro foi domesticado, o cachorro passou a ver o homem como o cão alfa dele e ele obedece. Por isso >> é obedece mais quem alimenta, porque o >> é instintivo, é porque o porque o cão alfa também tem o dever de proteger a o grupo >> e de sair a caça de alimento, de coordenar o trabalho de grupo numa caça. O cão alfa come primeiro. E é isso, professor. As perguntas aqui se encerraram nesse estudo delicioso da noite, muito bom, muito esclarecedor. Eh, acho que o as pessoas o o pessoal em casa tá saciado já do conhecimento. >> Eu sugiro, então, como dever de casa, não é? Peguem o livro do André Luiz, Evolução em Dois Mundos, o primeiro capítulo, fluido cósmico, e leiam com calma, bem tranquilo, frase por frase. Se maravilhem com essa descrição que André Luiz faz, que é uma poesia. >> E reveja um estudo do professor lá, tá lá o capítulo um, introdução lá. É, quem tem o meu livro pode ler no livro que eu compilei esse capítulo inteiro, >> pedi licença pro André Luiz e fiz isso. Hora que eu for pro mundo espiritual, se um dia eu encontrar o André Luiz, eu peço desculpas a ele por ter feito isso. >> Ah, o Jeanc Carlos, ele disse aqui que a aqui em casa minha cachorra Joana é mais alfa que eu. >> Ah, é. você você deixa ela mandar em você. Tá bom.
uiz, eu peço desculpas a ele por ter feito isso. >> Ah, o Jeanc Carlos, ele disse aqui que a aqui em casa minha cachorra Joana é mais alfa que eu. >> Ah, é. você você deixa ela mandar em você. Tá bom. >> Então tá, professor. Tá todo mundo aqui já em gratidão, né, pelo pelo estudo. Ais, gratidão pelo estudo valioso. A Lúcia, gratidão. Aos Marilda grata pelo ensino. Aquele já coloquei a Deia, muito obrigado pelos ensinamentos, professor. A Helena, gratidão pela aula de hoje. Boa semana para todos. O Ari, gratidão. A Lourdinha, boa, boa noite a todos. Gratidão sempre. A Maria da Graça disse: "Eu vou assistir os vídeos do professor porque tem muito que perdi." Vai lá, vai lá nos canais, no ecoesiritismo, nos nossos amigos, parceiros, estão todos lá, né, professor? Os vídeos >> estão lá à disposição de todo mundo. >> A Valéria, gratidão. Ótimo final de semana a todos. Aleusa, gratidão por tudo. A Ana Regina, maravilhoso estudo, gratidão. A Diva, gratidão. Daisy, aceita a sugestão. Vou ler esse capítulo novamente. Vale a pena, né, professora? >> Sim. Muito bem. >> A Maria Lúcia, gratidão. Professor Taciro, boa noite a todos. O Ben Benedito, gratidão pela oportunidade. >> Eu que agradeço a todos vocês, >> porque para mim eu saio desse estudo alimentado. >> Muito obrigado >> por vocês estarem aqui juntos, a gente estudando junto e aprendendo junto. >> As nossas noites de sexta-feira são muito mais gostosas, com certeza. Aqui a a Lala. Obrigado, professor Ana. Bom final de semana. Bom, bom final de semana para todos. >> Vamos fazer a nossa prece, professora do encerramento. >> Vamos, sim. Então, agradecemos primeiramente a Deus, a Jesus, nosso irmão, que rege o nosso planeta, a todos os espíritos bondosos que também olham pela nossa evolução do nosso planeta e nossa enquanto espíritos. Agradecemos também a equipe espiritual que coordena este trabalho. Agradecemos aos nossos protetores que nos intuem, nos ajuda a permanecer em busca do conhecimento. Te rogamos, Senhor, pelo nosso professor Otaciro,
bém a equipe espiritual que coordena este trabalho. Agradecemos aos nossos protetores que nos intuem, nos ajuda a permanecer em busca do conhecimento. Te rogamos, Senhor, pelo nosso professor Otaciro, pela sua saúde, que ele fique bem, para que todos nós juntos possamos estarmos juntos nessas sextas-feiras, aprendendo um pouquinho mais para que possamos viver já no nosso planeta Terra um pouco melhor. Que assim seja. >> Assim seja. Um abraço em todos vocês. >> Antes de acabar aqui, o José Luiz colocou uma coisa aqui. Eu vou vou colocar aqui pro senhor. Professor Otaciro, eu sou viúvo como o senhor. Eu tenho meu cachorro Hitsu que todas as noites ele vê espíritos, acredito eu. Que seja minha querida esposa Rose, que jamais esquecerei. Abraços. >> Abraços, José Luiz. Isso. Muito bom. Eu também tenho a minha companheira que de vez em quando vem me ver. >> Que bom. É bom a gente saber, né, professor, que não há limites, né? Não há não há limites pro pro amor, né? >> É só um v só um vézinho que tá pra nossa percepção do mundo espiritual mais diretamente. >> E tem mais uma pergunta que eu preciso respond, nós precisamos responder aqui, professora. >> Uhum. A Deia perguntou: "Esse estudo é sempre de sexta-feira?" >> Sim, Deia, todas as sextas-feiras 21 horas alternadamente, né? A gente estuda das causas primárias e numa sexta-feira e na outra Jesus e a evolução e a regeneração da humanidade, sempre com o nosso querido professor Otaciro, né? Só revesa eu e o e o Ronaldo aqui como intermediador. >> Ah, professor, esquecemos de falar também, nós vamos continuar ah o a cocriação. É isso. >> É, agora nós vamos falar sobre essa cocriação em plano maior que a gente viu. A gente vai falar como ela existe também em plano menor. >> Ah, então tá bom. Então, uma boa noite a todos, um bom final de semana. Fiquem todos com Deus. Boa noite. Vamos colocar nosso B, nossa tize. Beijo.
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