19º Encontro - Curso de administração e finanças no Centro Espírita | 14/11/2025

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19º Encontro - Curso de administração e finanças no Centro Espírita | 14/11/2025 🌟 Destine Seu Imposto de Renda por Uma Causa Nobre! #contabilidade #fiscal #liderança #centroespírita

Transcrição

Muito bem, saiu a mensagem em conta de si. Eh, do livro Caminho, verdade e Vida. Espírito Emniel Francisco Cândido Xavier. Mensagem número 50. Conta de si. Aí Paulo escreveu aos Romanos 14:1, de maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. E Emanuel vai refletir pra gente. É razoável que o homem se consagre à solução de todos os problemas alusivos à esfera que o rodeia no mundo. Entretanto, é necessário saiba a espécie de contas e prestar ao supremo Senhor, ao termo das obrigações que lhe foram cometidas. Inquieta-se a maioria das criaturas com o destino dos outros, descuidadas de si mesmas. Homens existem que se desesperam pela impossibilidade de operar a melhoria de companheiros ou de determinadas instituições. Todavia, a quem pertencerão de fato os acervos patrimoniais do mundo? A resposta é clara, porque os senhores mais poderosos desprenderse da economia planetária, entregando-a a novos operários de Deus para o serviço da evolução infinita. O argumento, contudo, suscitará certas perguntas dos cérebros menos avisados. Se a conta reclamada refere refere-se ao círculo pessoal que tem o homem a ver pelas contas de sua família, de sua casa, de sua oficina, cumpre-nos então esclarecer que os companheiros da intimidade doméstica, a posse do lar, as finalidades do agrupamento em que se trabalha pertence ao supremo senhor, mas o homem, na conta que ele é própria, é obrigado a revelar sua linha de conduta para com a família, com a casa em que se asila, com a fonte de suas atividades comuns. Naturalmente, ninguém responderá pelos outros. Todavia, cada espírito em relacionando o esforço que lhe compete, será compelido a esclarecer a sua qualidade de ação nos menores departamentos da realização terrestre, onde foi chamado a viver. Vamos orar. Deus, nosso pai amoroso, bom e justo, Jesus, o amigo incondicional de nossas almas e a preche de almas elevadas, que sempre está conosco, nos auxiliando, nos amparando, nos ajudando na boa direção. para que possamos nessa existência

usto, Jesus, o amigo incondicional de nossas almas e a preche de almas elevadas, que sempre está conosco, nos auxiliando, nos amparando, nos ajudando na boa direção. para que possamos nessa existência cumprir o nosso dever existencial. E aqui juntos, Senhor, unidos nesse seu amor, nesse seu carinho, que nós estamos cada dia mais buscando conhecer as suas leis, os seus ensinamentos, o evangelho de Jesus na nossa essência, para que possamos ser os servos do seu amor mais qualificado, cheio de amor também, para poder, Senhor, florir e dar frutos. Oriente, ampara e ajuda todas as casas espíritas, todos os dirigentes, todos os grupos que estão unidos em seu nome para poder, Senhor, servir na sua seara, ser um servo de amor para iluminar o nosso planeta. Agradecidos por este momento, pedimos o amparo e a orientação divina para que venha nos ajudar e nos orientar neste momento, permitindo que os assuntos que os temas trabalhado possa nos ajudar no nosso dia a dia. Gratidão e assim seja. E seja, muito obrigada, Chile. Olha, a mensagem inicial, conta de si, ela tem tudo a ver com o tema da noite, com o que nós viemos fazer aqui. Porque quando Paulo diz da maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus, Emmanuel traduz isso como o nosso dever de evoluir, de prestar contas a Deus quando terminar nossas atividades na Terra. E aí Emuel vai dizendo que todos os patrimônios do mundo são de Deus. e que quando a gente partir, novos operários de Deus vão servir a evolução infinita. Então, há aqui um convite duplo, né, tanto para evoluir, para desenvolver as habilidades da segurança existencial, da harmonia, da paz de consciência. eh os verdadeiros patrimônios do espírito, né, que são aqueles que o que ele leva, né, o patrimônio de se manter num estado de fé. Por isso Jesus dizia, a tua fé te salvou. Não curou, salvou, não é? Porque a cura é um caminho que cada um faz, mas pela fé a gente encontra o caminho e somos salvos das nossas intemperanças. E daí a Emânel diz inclusive das questões

salvou. Não curou, salvou, não é? Porque a cura é um caminho que cada um faz, mas pela fé a gente encontra o caminho e somos salvos das nossas intemperanças. E daí a Emânel diz inclusive das questões familiares que a gente às vezes fica querendo cuidar dos outros e temos sempre assim alguma alguma situação para dizer: "Eu não posso partir porque eu tenho de cuidar do meu filho que não tá dando bem ainda, eu tenho de fazer isso e tal", né? Mas tá dizendo que eles são de Deus. Então isso nos dá uma um estado de serenidade para essa noite, porque o que nós vamos fazer aqui é buscar o conhecimento e a prática que a Gina e o Hélio vão eh dialogar conosco. um espaço dialogado eh sobre as melhorias que eles conseguiram nos últimos tempos lá na casa Chico Xavier. E e a gente vai ficar tranquilo porque nós o que nos cabe é o esforço, porque se a gente partir outros vão dar sequência, né? Então é um dever, mas não é uma obrigação, né? Não é algo rígido, não é? É um dever. Então os benfeitores estão dizendo, ó, cuide, mas não se preocupe, só cuide. Só cuide. Nós já tivemos aqui, Gina e Hélio, algumas eh alguns espaços sobre o tema. Nós tivemos aqui eh sobre recursos do município e eh já tivemos sobre eh recursos de alguns projetos governamentais. A Neidesa tá aí, né, Neida, né? eh já participou de de muitos, né, Ne? tá sempre conosco aqui. E mas hoje vai ser interessante e vai ficar no YouTube gravado para todos, porque são recursos e iniciativas muito interessantes, porque determinadas instituições elas querem muito, elas precisam muito de projetos bons porque elas ficam com medo de colocar dinheiro aonde não há integridade, não é? aonde não há bom aproveitamento. Então, e nós temos o centro espírita a eu tô aqui na com centro espírita aqui, ó. Centro espírita. Ame, cuide e plante flores. A Alessandra fez essa foto aí da palestra que nós fizemos no encontro de dirigentes. Então, estou feliz de estar com vocês. Eh, o Centro Espírita Chico Xavier fica na cidade de Canarana. Todo mundo sabe

Alessandra fez essa foto aí da palestra que nós fizemos no encontro de dirigentes. Então, estou feliz de estar com vocês. Eh, o Centro Espírita Chico Xavier fica na cidade de Canarana. Todo mundo sabe para que lado é? Você sabe? >> Hã? Sabe não, Lilia? Não, >> olha, >> se for pro Cuiabá, você vai passar, pode ser pro Barra do Garças ou por Paranatinga e vai lá pro lado assim de São Félix do Araguaia, de Querência. É, é a capital do Girassol. >> Gergilim. >> Gjilim. A capital do Gjilim. Coisa mais lindinho. >> Capital do Gilim. >> Acho que eu só passei para aqueles lados lá só quando eu vim da Bahia. Tem tempo, viu? >> É. Você é como que chama mesmo a cidade sua, Lília? É >> e Juazeiro, Bahia. >> Não. Tá. Mas aqui no Mato Grosso >> aqui. Ariuanã. Ariuanã. >> Ariuanã. Aripanã. Olha só lá pelo bico do >> É no fundão. >> É Aripoanã. Isso >> pensam, né? >> É, sim. >> Isso. Ponte de Lacerda, Cuiabá. Então vocês fizeram a algumas ampliações com recursos especiais. Como que foi? Que quem começa falando no Gina? É Hélio. >> É você, tia? >> É a tia. Então, nós eh fizemos algumas ampliações, anexo, cozinha, eh instalamos placas solares com recurso do fundo social CCR, com apoio deles, não 100%, né? Nós tínhamos uma contrapartida, mas o fundo social secred que ele é aberto, né, para todo Mato Grosso, ele, né, pelas cooperativas, pelas cooperativas polos. Aqui é Araximu, o período que abre, às vezes varia um pouco, mas acontece no Brasil inteiro. E eles têm esse fundo, né, para auxiliar ações eh que acontecem no nos municípios onde eles estão inseridos. são diferentes ações, né, diferentes atividades. Então nós utilizamos esse recurso através das atividades da evangelização, né? Nós temos uma evangelização que atende eh crianças da comunidade, né? Hoje nós estamos com mais de 200 crianças. >> 200? >> Caramba, >> no dia das crianças. Tivemos 256, >> meu Deus do céu. Até crianças foi para aí, né? É. Então a gente, a cada movimento, né, sempre foi cada projeto para trazer melhoras para

as. >> 200? >> Caramba, >> no dia das crianças. Tivemos 256, >> meu Deus do céu. Até crianças foi para aí, né? É. Então a gente, a cada movimento, né, sempre foi cada projeto para trazer melhoras para atender a as atividades da evangelização. Então isso é uma um um ponto que os projetos eh têm como objetivo, né, assim, qual é o objetivo, né? Quantas pessoas da comunidade vai atender? Quantas, né, onde aqueles bcos com projetos que realmente tem, não é assim, eu quero ampliar a casa espírita, né, então vou lá e conseguir. Não, tem que tá relacionado a projetos sociais mesmo da da instituição. E o a nossa contrapartida é através do nosso shopping, né, que é uma iniciativa da casa, é o nosso bazar que é anual. Então é onde a gente também, né, capta recurso para termos a contrapartida, porque o fundo social ele nos ajuda, por exemplo, com material de construção, mas não paga mão de obra. Então, a mão de obra a gente traz como contrapartida através das atividades do do nosso bazar. E mais o quê? E esse e e o ano passado, né, nós tivemos um projeto chamado Girassol, que foi a a instalação de painéis solares. Então, e isso nos ajudou para que a gente pudesse, né, ter eh colocar os ar condicionados na casa, né, porque até então nós não tínhamos, era tudo no ventilador, né? Depois quando construímos a nossa cozinha também para climatizar a cozinha, então utilizamos as atividades que já existiam para justificar, né, a a ser colocados os painéis solares, porque realmente a gente não tinha condição de pagar as contas, porque até pagar, né, recebermos de doação, ar condicionado, isso até acontece, mas aquela conta mensal, né, de um ar condicionado que caram, nós não tínhamos condições de manter. Então, as placas solares agora permitiram que a gente pudesse ampliar, aclimatizar a a casa espírita. Eh, você falou que o que é um projeto para atender uma atividade específica >> né? e falou da cozinha, como é que foi a atividade da cozinha? >> Nós eh utilizamos, tivemos um projeto para construção da cozinha, né? Então,

que é um projeto para atender uma atividade específica >> né? e falou da cozinha, como é que foi a atividade da cozinha? >> Nós eh utilizamos, tivemos um projeto para construção da cozinha, né? Então, para que pudesse atender a evangelização, então, as crianças, então hoje, né, porque nós fazíamos só o café da manhã, nós rodávamos 10 km aqui numa casa de uma tarifeira para ir fazer os panezinhos do café da manhã das crianças e levávamos tudo pronto para casa espírita. Então, para poder otimizar isso e eh servir as refeições, o almoço, nós construímos então a cozinha. Então, a o o projeto foi para que a gente pudesse então ter esse ambiente e atender melhor as crianças. E foi o que aconteceu desde a construção da cozinha, a gente segue oferecendo o almoço paraas crianças todos os sábados. Então, está sempre vinculada a uma atividade que vai ter, né, o a eh uma um atendimento, né, tá vinculado a uma atividade que vai eh beneficiar a a comunidade. Então tem sido o >> o projeto do Siqued, eles, por exemplo, pelo menos pelo Secred, eles estão eles olham isso, né? Como que a gente atende e envolve a comunidade no projeto. >> O o você chamou de girassol, é um projeto vocês batizar de girassol ou eles? >> Somos nós. >> Projeto Girassol, amigo da natureza. Porque dentro das linhas de ação do CCRED, eles têm esse projeto de sustentabilidade. Nós fomos o primeiro projeto a do Brasil a solicitar implantação de placas solares. Então, a gente fez a essa ligação do projeto de de melhoria da casa, né, de da climatação das crianças, dos trabalhadores, vinculamos também com a sustentabilidade que eles estavam buscando, né, de de você não ter agora, né, uma energia limpa usando as placas solares. Então a gente fez esse essa ligação e fomos contemplados primeiro do Brasil. >> Ele foi ligado à cozinha ou foi de de Não, foi o mesmo projeto? >> Foi um um outro projeto. Foram dois anos diferentes >> para construir >> pra construção da cozinha, né? Cozinha, a gente chama cozinha do amor e

ado à cozinha ou foi de de Não, foi o mesmo projeto? >> Foi um um outro projeto. Foram dois anos diferentes >> para construir >> pra construção da cozinha, né? Cozinha, a gente chama cozinha do amor e o outro, o girassol para as placas solares, dois anos diferentes. Mas é possível, é muito possível. >> Que época do ano que o Centro dos Espíritas deve buscar o CRED? Pelo que a gente vê, cada cooperativa, né, cada núcleo, tem uma uma época que o edital é lançado. Tio Hélio falou uma vez que o o no sul foi mais cedo, né, Tiélio? Parece que é um pouco antes. O nosso aqui que pega toda essa ali do Araguaia, vai até com fresa. Eh, eles é lançado em julho. Julho, julho, >> julho. Julho, >> julho. Então, precisa ver um pouco nas pelas cooperativas. Então, o Centro Espírito deve buscar o gerente do da cooperativa e descobrir qual que é eh a a como você chama? Central. >> É a região polo deles, né? É assim que chama, tio. É, >> é, na verdade dá para acompanhar pelo site, né? O próprio site do Sucred. Isso tem lá, vai procurando, se não me engano, é esse crédito na comunidade e depois fundo social. Aí você vê quando lance eh eh é bem simples, né? Assim, não é nada tão elaborado, mas como disse a Gina, alguma coisa que tenha realmente relação com a atividade que traga benefício paraa comunidade, né? Então, eh, na verdade assim, quem monta os projetos aí é a tia Gina, né? Eu, na verdade, eu só faço a prestação de contas, que é a parte fácil, né? Pegar nota fiscal e fazer bater valor é bem simples, né? Então assim, a gente cuida muito também para fazer dentro do prazo, mas é uma prestação de contas bem tranquila também, uma planilhazinha de Excel e fazer fechar os valores com aquilo que a cooperativa eh liberou, né? Você faz assim, fecha os valores com com o quando faz o projeto, tem um orçamento inicial, né? você faz uma tomada de preço para ter uma base e aí você solicita um determinado valor. Às vezes ele não é já aconteceu, né? Na cozinha nós tivemos ele parcialmente liberado.

um orçamento inicial, né? você faz uma tomada de preço para ter uma base e aí você solicita um determinado valor. Às vezes ele não é já aconteceu, né? Na cozinha nós tivemos ele parcialmente liberado. Ah, nós havíamos pedido na época, eu acho que 90 92 R$ 95.000, né? E fomos contemplados com 70 70 e alguma coisa. Aí a gente tem que só ir juntando as as notinhas fiscal, guardando tudo, porque no final você apresenta a relação das notas fiscais, apresenta as próprias notas fiscais e faz um levantamento fotográfico, né? bate foto da, no caso nosso, quando foi da cozinha, como era uma obra, a gente ia fotografando, né, a base depois quando as paredes ficaram erguidas e e vai indo assim, a gente apresenta tudo, graças a Deus, nunca tivemos nenhuma correção, né, nos nas prestações de contas, sempre tranquilo. Então assim, é um é um uma facilidade, eu acho, para as casas espíritas acessar esse recurso. É muito interessante. Então, entra no site, no se crede na comunidade, vê o projeto social, vê qual que é a região e aí você baixa um orçamento, um existe um formulário que você baixa, >> na verdade, no próprio site do fundo social, eh, a gente se inscreve via site, então vai vai fazendo etapa por etapa. Eles pedem a pra gente qualificar a instituição, depois qualifica quem é quem vai responder pela instituição, eles pedem o projeto com um objetivo, mas tudo muito simples assim, 500 palavras, né? Qual qual o projeto, qual o objetivo? quando as pessoas vão atender direta e indiretamente eh a onde está tá inserido e depois eh vem a parte que o Hélio comentou do orçamento, que também vai tudo pelo site. É tudo você faz tudo por esse pelo fundo social mesmo. >> Uhum. E aí você, essa planilha foi você que criou? >> Ah, a planilha é simples, né? Na verdade, eh, eu faço planilhas o tempo todo, né? A gente tem uma única conta, até porque a casa não tem tanto recurso assim, né? Então, nós temos uma única conta bancária no CCRED. Então, eh, doações ou quando vem da nossa do nosso bazar, vai tudo para essa

tem uma única conta, até porque a casa não tem tanto recurso assim, né? Então, nós temos uma única conta bancária no CCRED. Então, eh, doações ou quando vem da nossa do nosso bazar, vai tudo para essa conta. Quando uma pessoa doa recurso para, digamos, para o lanche das crianças, eu tenho uma planilha onde eu lanço o valor que você doou lá para para as crianças e aquele recurso, por mais que esteja na nossa conta, ele é pro lanche das crianças. Então assim, a gente tem as planilhas, é um costume meu de fazer, né? E aí como tinha que apresentar de você tem que apresentar de alguma forma uma relação das notas que foram eh que vem desse projeto, né? Então assim, faz uma planilha de Excel bem simples, né? Data, número da nota, nome da empresa e o valor lá embaixo vai fechar essa da placa das placas solares, porque já são, acho que cinco, né, Gina? Acho que 5 anos que nós acessamos esse recurso, né? O primeiro ano, logicamente a gente tá com um pouco de receio, foi um valor baixo, né? Material escolar, material de expediente, só para só para atender as crianças da evangelização. Aí no segundo eu acho que a gente já foi pro material de construção do anexo, né? Mas nós tínhamos juntado o recurso para mão de obra porque não paga não paga a mão de obra, né? O o projeto. Então entra como nossa contrapartida. Aí no terceiro foi, me ajuda aí, Gina. >> A gente foi também com ventiladores, foi uma melhoria na casa também, ventilador, material escolar, >> acho que porro, né? Forro. É o forro. >> E depois o as placas solares, >> a cozinha, a placa solar, >> a cozinha, as placas solares. E esse ano a gente pediu, >> hã, >> e esse agora, >> esse ano agora a gente pediu equipamentos paraa cozinha, né? Então, entrou >> equipamentos paraa cozinha, >> isso entrou um fogão industrial dos grande, uma geladeira expositor, tipo essas que vai leite dentro, essas coisas para colocar o leitinho das crianças. Eh, um processador de alimentos profissional, a gente já compra coisas que vai durar por bastante tempo, né? um

tor, tipo essas que vai leite dentro, essas coisas para colocar o leitinho das crianças. Eh, um processador de alimentos profissional, a gente já compra coisas que vai durar por bastante tempo, né? um fatiador paraa mussarela e pro presunto ou mortadela para fazer o lanchinho das crianças. Automático inclusive, né? Não não precisa não, para operar ele não precisa não é manual, né? Ele tem dois motores, um para cortar e um para movimentar o carro. Eh, tem e mais alguma coisa, né, tia? Há um forno elétrico de 80 L >> já bem grande. Então assim, eh, >> copos, >> ah, e os copinhos, né, que a casa, por também cuidar do meio ambiente não usa mais copo plástico, né? Nós usamos copo de papel já tem um tempo, então sobrou um recurso no final. O CCRED também não há problema nisso. Você pede os equipamentos como nós pedimos. A a Gina fez um orçamento inicial que pega das lojas, né, o valor desses produtos, dá um determinado valor. Aí na hora de comprar, aí nós vamos paraa pesquisa, para pedir desconto e tal. Aí sobrou um recurso, compra copinho, né? Compra alguma outra coisa, você não deixa o recurso que tá disponível retornar e não tem problema nenhum pro CCRED. Você desde que comprove com a nota fiscal, tá tranquilo. Então é é um recurso que assim não teríamos esse tamanho, né, fisicamente falando, não teríamos. Então, é um recurso que eu acho que nenhuma casa espírita pode deixar de acessar. Eh, a necessidade, claro, de manter a documentação da casa em dia, né? manter ela em ordem, aquelas negativas de débito, essa documentação da casa, né, que a gente cuida bastante. Nós temos aqui em Canarana todas essas coisas, desde a internet da casa é doação da empresa de internet, mas alguém vai lá e pede, né? Tem que pedir também. E >> vocês conseguiram a internet de graça? >> É, nunca pagamos. É de é a doação. Sim, >> é doação. >> Vocês não têm vergonha de pedir com a gente pra casa. Pra casa espírita a gente não tem não. Para mim eu não saio nem porta, mas pra casa espírita >> aí você cresce.

e é a doação. Sim, >> é doação. >> Vocês não têm vergonha de pedir com a gente pra casa. Pra casa espírita a gente não tem não. Para mim eu não saio nem porta, mas pra casa espírita >> aí você cresce. >> Aí a gente vai. O não já tem. Não é assim, gente. O não a gente já tem. Então a gente vai atrás do Sim. É, e quando a gente faz palestra virtual, aí é boa a conexão, né? Não, não cai, né? Não, eles inclusive aumentam, né? Quando quando dá essas campanhas de aumentar que eles vendem vendem o upgrade, né, da da para para pras pessoas, eles vão lá e fazem paraa nossa também. >> Boa noite, Zé Carlos. Seja bem-vindo. >> Boa noite, Saulo. Boa noite, pessoal. Tudo bem? Tudo bom? >> Fica atrasada. >> Tudo bom? >> E vocês usaram uma plaquinha da internet na casa dizendo que foi doação? >> Não. >> Hum. Pode colocar. Ah, na verdade assim não, não sei, mas não temos, né? A gente tem plaquinha sim do CCRED, né? Toda vez que o CCRED encerra, encerra não, né? Depois que libera o recurso, normalmente eles eles entregam uma placa, não tem o valor, nada, só tem lá, né? Fundo social créd. Aí sim nós fixamos na cozinha, já tem uma uma cinco lá. Legal. Isso falando do CCRED, né? Provavelmente Cicob e os outros também devem. >> CicOB tem. >> Cicob tem, porque o CicOB entrou em contato com a Gina, né? Gina oferecendo e tal e a gente não tem tanto recurso para depositar em dois bancos e tal, né? Entendi. Pessoal tem pergunta para fazer sobre os projetos o CCRED. >> Ô Saulo, uma coisa bastante importante que a foi dita aí, a questão da certidões, né? A casa tem que tá bem bem corretinha, né? Tudo certo para não ter problema, né? A gente percebe que muitas vezes as casas não tm essa a implência, né? Que chama. Então, então a contabilidade também é doação, né? [risadas] >> Ah, o contador vocês conseguiram. >> Ah, >> quem que é o contador? >> Rapaz, vocês estão na frente aí, hein? Não, >> o contador por um por um bom tempo foi a minha esposa, né, que ela tinha um escritório de contabilidade. Na hora que

>> Ah, >> quem que é o contador? >> Rapaz, vocês estão na frente aí, hein? Não, >> o contador por um por um bom tempo foi a minha esposa, né, que ela tinha um escritório de contabilidade. Na hora que ela ela já tá indo paraa aposentadoria, ela vendeu a parte dela paraa sócia, mas na negociação nós ficamos eh livres de pagar honorários no escritório. >> Aí, olha só, legal, muito bom. Aqui ainda tem que pagar tudo. [risadas] Ainda não conseguimos não. Mas eu vou, já fiz uma lista aqui rápida aqui e vou atrás de outros apoios também. Foi bom que me veio aqui a a lembrança >> de outros passos possíveis. >> É, foi bom, né? Porque aí você já vai já tá pensando na internet, porque com a internet >> você pode convidar até o presidente da Federação Espírita Brasileira para fazer palestra para você. >> É a ideia. É a ideia. >> É, >> nós quando nós instalamos foi bem, tava ainda na pandemia, né, tio Hélio, e >> nós iríamos retornar >> e íamos começar com atividades. Nós já estávamos, a gente não parou, a gente continuou fazendo a evangelização via WhatsApp. E aí quando a gente queria retornar, a gente começou com algumas turminhas presenciais na casa espírita. Mas a gente queria seguir com as outras turmas online, mas pra gente poder fazer isso, a gente precisava de mais internet na casa espírita. Aí o que a gente fez? Aí a gente foi bater na porta e explicou, né, o que que a gente precisava, o que que a gente ia ia acontecer. E foi na hora. E eu ainda falei assim: "Ah, gente, agora até estar, né, vai ser duas semanas porque não é prioridade. Daqui a pouco ligam: "Dina, a gente tá aqui na porta da casa espírita, alguém podia vir abrir pra gente". Falei, gente, >> então assim, é, é realmente ir buscando, conversando, porque tem bons corações em todos os lugares prontos a ajudar. Gina, uma pergunta sobre a evangelização infantil. Eh, honestamente, eu ainda não li orientação sobre eh como proceder, mas assim, a pessoa para conduzir a evangelização infantil, ela precisa ser um pedagoga, alguém da

sobre a evangelização infantil. Eh, honestamente, eu ainda não li orientação sobre eh como proceder, mas assim, a pessoa para conduzir a evangelização infantil, ela precisa ser um pedagoga, alguém da área assim? Não, querida, precisa ter amor, boa vontade, né, no coração e querer servir com Jesus. >> É porque a nossa, eu pergunto porque a nossa casa aqui é pequena. Já fiz a sala inclusive da evangelização, agora falta a pessoa. E aí eu fico na dúvida sem saber, né, se tem que ter uma pessoa, sei lá, com perfil pedagógico, alguma coisa assim, que apareceram duas voluntárias e já assumiram rápido. Logo depois da sala pronta assumiram. Aí é um processo, aí eu fico naquela, né? Eu vou buscar me capacitar. Então >> é, mas aí você >> é na, desculpa, Sal, >> pode falar >> na no site da Federação Espírita tem uma área Federação Espírita Brasileira tem uma área da evangelização. Ali você encontra tudo que você precisa, desde de material para suas aulas até as orientações. E é muito didático e muito muito fácil de de acessar. Vale muito a pena até >> o primar ele é bem inicial mesmo, >> bem inicial. Você tem de tudo, tem todas, todos os ciclos, todas as turmas, tem orientação, >> vale muito a pena. >> É, e você pode pedir um curso virtual da área de infância e juventude aqui da FE. Vou pedir. Eu tô, por sinal, tô concluindo finalmente o checklist da para fazer a adesão. Aí já vou mudar o >> Hum. Mesmo sem adesão, Lia, a gente faz o curso. >> Pois eu vou pedir sim, vou organizar. >> Manda mensagem, fala com é a Soraia Maciel, que é a diretora da área. >> Soraia Maciel. Maciel, é um prazer imenso mesmo. >> Saulô. >> Oi, >> oi. >> Quando quando a gente, o pessoal falou de Sicob, Credob, nós temos o fundador do Sicob que faz parte do movimento espírita. Lembra dele? Maurício Nantes de Visa Grande. >> Lembro. Ele tá no centro espírita lá. Maurício Nandes não foi o fundador do Cicó aqui no Mato Grosso. Ele participou da fundação. >> É, começou com ele o Cicób aqui no Mato Grosso.

de Visa Grande. >> Lembro. Ele tá no centro espírita lá. Maurício Nandes não foi o fundador do Cicó aqui no Mato Grosso. Ele participou da fundação. >> É, começou com ele o Cicób aqui no Mato Grosso. Ele conta a história todinha pra gente quando a gente vai lá. [risadas] >> É, ele tá com 80 e poucos anos. É, podia bater um papo com ele, ele abre as portas pra gente, porque ele, eu já perguntei na agência do CicOB que eu sou cliente, todo mundo conhece ele, adora ele. >> Eu ia fazer palestra lá com a minha esposa, ele dava pra gente um quarto de carneiro embaladinho. >> Deu, você deu mais sorte. Eu só levei caju da última vez. Eu tinha um frigorífico de carneiro lá. Ele já foi, ele já foi conselheiro fiscal da Federação Espírita de, do Estado de Mato Grosso, já foi do Conselho Fiscal. Acho que quando eu fui presidente 2005, ele foi do conselho fiscal. Mas o o olha só, então tem o fundo projeto é preencher direitinho, tal, depois é só prestar conta, né? Agora vocês podiam falar um pouco sobre, eu não sei antes de perguntar isso. Tem alguma pergunta, alguém sobre o projeto? Então vocês podiam falar um pouco do bazar, como que ele virou um shopping, né? É, é um bazar que virou um, recebeu o nome de shopping. E eu achei muito interessante que a última vez que eu fui aí vocês dizendo que eu não sei se foi vocês, foi o W que no vocês no dia do shopping vocês eh conseguiram colocar no calendário da prefeitura paraa prefeitura não fazer nenhum evento no dia do evento de vocês. Achei o máximo, sabe? >> E faz uma diferença gigante, viu Saulo? Nossa senhora, faz muita diferença. >> Achei o máximo. Lá a prefeitura no dia do evento do shopping do Centro Espírita Xavier Chico Xaviero, não tem nenhum show, não tem nada da prefeitura. >> Tenho muito interesse em saber, porque eu também tô eh pensando que a lojinha tá nascendo, né? A gente já tem um bazar que a gente faz bem improvisadão na feira aqui, né? já é um sucesso, na verdade, o bazar, só que a estrutura que é bem precária, mas vamos indo. E aí eu

ojinha tá nascendo, né? A gente já tem um bazar que a gente faz bem improvisadão na feira aqui, né? já é um sucesso, na verdade, o bazar, só que a estrutura que é bem precária, mas vamos indo. E aí eu tô com plano de fazer lá na casa espírita também um bazar, um dia fixo também, um bazar pelo menos uma vez no mês, só que aí eu quero incrementar com itens personalizados, já consegui uma parceira que tá toda empolgada quando eu falei para ela, mas com essa temática mesmo e da mensagem do Cristo, né, espírita, que ela ficou empolgada, que ela faz tudo que você imaginar de item personalizado, ela pode fazer qualquer coisa você imaginar, ela faz. E aí, eu queria ouvir um pouco da história da da do basado aí também de Canarã para ver se entra nesse formato aqui também quem tá pensando. >> Então vamos lá. Você vai começar uma jornada muito rica, preste atenção. >> Na verdade, o nosso bazar já nasceu shopping, viu, gente? >> Uau! >> Já nasceu shopping porque a minha mãe, ela é tarefeira numa casa espírita em Niterói há quase 30 anos. E lá eles têm esse shopping, né, o bazar deles, é o shopping do amor. E quando a gente fundou a casa espírita aqui, ela veio e nos nos incentivou, falou assim: "Olha, acho que deviam fazer, vamos tentar, é uma forma de arrecadar recurso." Então, a gente fundou a casa em maio, em agosto a gente já fez um shopping e aí em dezembro a gente fez oito. Aí a gente falou: "Vamos fazer dois por ano". Aí depois ele começou a crescer muito e a gente viu que não dava dois por ano, né? E a gente chama de shopping porque a gente eh tem esse cuidado de fazer os setores, é todo setorizado, é tudo separado. Então a área, né? setor feminino, infantil, de casa, brinquedos, né? E temos até a praça de alimentação. Então, >> caramba, >> ele é ele é setorizado, então é realmente parece um um shopping e a gente faz com com essa com essa com esse desejo que que aqueles nossos corações que vão lá comprar se sintam mesmo num num dia diferente, né? se sintam ali e vão v uns vão só tomar

um um shopping e a gente faz com com essa com essa com esse desejo que que aqueles nossos corações que vão lá comprar se sintam mesmo num num dia diferente, né? se sintam ali e vão v uns vão só tomar um café da manhã, outros vão lá e compram e não, a gente faz, tem os caixas, tem até a caixa rápido, né, para quem faz pouca compra, setor de bijuterias. Então a casa espírita se transforma, né, nesse grande shopping, nesse grande bazar. Mas começamos pequenininhos, né? Começamos muito pequenininhos. No primeiro shopping, o tio Hélio é do setor de brinquedos. No primeiro shopping, o setor do tio Hélio durou 2 minutos, [risadas] né? Porque tinha um pouquinhos brinquedos. Hoje é um um grande setor. >> Ah, eu fiquei curiosa. Quando é que vocês costumam fazer esse bazar, esse shopping? Na verdade >> a gente faz todo dezembro. Início é o primeiro, >> é o primeiro domingo, final de semana, depois do quinto dia último, porque aí isso é outra coisa que a gente tem que cuidar, né? Porque é o dia do recebimento das pessoas. Sim. >> Então não adianta fazer mês, >> é, não adianta fazer final de mês, não adianta fazer meio de mês, a gente faz após o quinto dia útil. Então cuidado. >> É, porque esse ano é dia 7 de de dezembro. >> Então, uma pergunta que eu queria dizer para você, no shopping, vocês têm bastante bastante itens. Esses itens eles são ganhados ou vocês compram para revender? Como que é? Porque se é um shopping, só doação, >> só doação. >> Doação, a gente faz uma triagem o ano inteiro. >> É isso. É uma vez por ano. >> Uma vez por ano. Uma vez por ano. >> Ah, sim. Aí vai recando durante o ano e vai já separando, arrumando tudo. E a alimentação que vocês fazem é vendida também nesse dia? >> Paraas crianças. É, a gente faz é doação, as crianças não pagam, né, apenas os adultos, mas também como a gente recebe o doadoção, o preço também é sempre simbólico. >> É. E aí vocês fazem um alimento simples, conforme as doações, vocês têm um cardápio, tem o espaço nos assim era mais simples,

mbém como a gente recebe o doadoção, o preço também é sempre simbólico. >> É. E aí vocês fazem um alimento simples, conforme as doações, vocês têm um cardápio, tem o espaço nos assim era mais simples, né? Mas aí teve um tarefeiro que resolveu fazer pastel. É, >> o ano passado ele só fez 800 pastéis desde tamanho assim, bicho enorme. 800 pastéis e é tudo doação. >> Envolve, né? Tudo bastão. >> Pastel >> aí é pastel, cachorro quente, bolo com refrigerante. >> É cachorro quente, pastel, bolo e refrigerante. É o que a gente a gente vende. Pras crianças, elas têm, a gente faz eh cada criança recebe, pode receber três, porque a gente alguns anos a gente fez à vontade e a gente viu que as crianças acabavam desperdiçando, né? Não era assim, a gente viu que não não tava legal. E aí, imagina a criança comer três pastéis, gente. >> É o café da manhã, almoço e janta, né? >> E vocês ficam o dia todo quando faz o shopping? >> É das 9 ao meia:30. >> Ah, das 9:30. >> Que hora que começa a chegar? Que hora que começa a chegar, gente? começa a chegar o ano passado começou o shopping >> é no domingo. Shopping é no domingo. Todo mundo entendeu que o shopping é domingo? As pessoas começaram a fazer fila na terça-feira à noite. >> Caramba. >> Terça-feira à noite. >> Então porque vocês ganham coisas boas? A colaboração é de coisas boas das doações. >> Ganhamos ganhamos muita coisa. assim, mais ou menos coisas ruins, mas a gente faz uma triagem. >> Essa triagem é realmente muito cuidadosa. >> Muito Isso. Muito cuidadoso. Uhum. >> É muito cuidadoso, assim. >> É porque daí as pessoas gostam de ir, né? >> As pessoas gostam de ir. >> É, a gente fez um cuidou, tá cuidando também, bem cuidadinho. E deu até um lucro legal. A gente achou legal. Agora foi sábado passado, a domingo passado. No domingo também a gente faz. >> É, mas muito assim que faz bazar mesmo, não é shopping, mas esse seu é interessante essa separação. >> A gente também faz essa separação porque na própria casa espírita nossa tem um

ém a gente faz. >> É, mas muito assim que faz bazar mesmo, não é shopping, mas esse seu é interessante essa separação. >> A gente também faz essa separação porque na própria casa espírita nossa tem um espaço muito grande. Então a gente faz o espaço da criança, do das mulheres, dos homens, de calçado e bijuteria. Isso a gente faz também. Não, não funciona. É, ô >> Gina, só uma dúvida. Eh, você falou que é sempre um dia depois do do quinto dia útil. Útil não, depois do quinto dia. >> É do pagamento, né? >> Pagamento. >> Então, mas aí e e mas você falou que é sempre os domingos. Tem que ser um domingo. Sempre domingo. É sempre domingo. >> Mas se não cair depois, se esse se esse domingo não cair eh depois do do quinto dia, como é que vocês trabalha isso? Segundo. >> Aí vai pro segundo. >> Aí vai segundo domingo. Segundo. >> Aí vai pro segundo domingo. Mexe conforme o o o calendário. É das 9 da manhã ao meio:30. >> Só esse horário é curto desse jeito. >> É. É. É, é, não é tão curto não, gente. É uma rapaz, a gente vai pra feira lá de 9, eu e as minha aqui quando a gente consegue fazer o bazar, a gente sai 6 da manhã de casa, 5:30, 6 da manhã, monta arara, desmonta todas as malas e sem cadeira nenhuma a gente dá conta de desmontar todas as malas novas, mas é abrindo as malas e aquele vulco vulco na feira. Menina, fez uma correria. 11 horas a gente já tá morta. Mas eu tenho que dizer para vocês, viola, é muito rápido. >> Monta, monta o shopping todo no sábado. >> Tem que ser >> tudo montado no sábado. Na verdade, sexta-feira a gente começa a montagem e no sábado para deixar tudo, né? Então assim, eh, aí quando 9 horas é para as pessoas já entrarem mesmo, né? As pessoas entram às 9. É o nosso aqui também. A gente faz desse mesmo jeito, faz no dia hoje ou senão não não é mais difícil, né, para vender porque, né, antes do pagamento assim, depois do pagamento, logo tem que ser nesse dia mesmo. E também faz assim, é no domingo. E o nosso aqui a gente abre é 7 horas da manhã e é e até meio-dia

vender porque, né, antes do pagamento assim, depois do pagamento, logo tem que ser nesse dia mesmo. E também faz assim, é no domingo. E o nosso aqui a gente abre é 7 horas da manhã e é e até meio-dia mesmo, 1 hora já encerra porque o povo vai embora, vai almoçar e já encerra. E a gente prepara antes também, deixa tudo preparado no sábado. O que é muito interessante, assim, a gente comenta muito é porque no no shopping a gente, por ele ser uma vez por ano e grande, a gente requer ajuda de muitas pessoas, não espíritas, parefeiros, não espíritas, voluntários não espíritas que passam a conhecer a casa, né, passam a entender. Então a gente botou para 9 porque 8 horas é a nossa prece, 7:30 chega para tomar café, os voluntários todos recebem café, 8 horas a nossa oração. Então para tudo ficar bem tranquilozinho, porque por exemplo só nos nos caixas, nós precisamos, né, para esse ano vai ser no mínimo 18 pessoas de vol. >> Caramba, é muita gente, hein? A expectativa de público é muito grande. 18 caixas é bastante caixa, viu? Não, pessoas trabalhando. São, a gente vai falar seis caixas, >> 18 pessoas. É, >> 18 pessoas. Cada caixa a gente tem três pessoas. Uma que recebe, passa o preço e a outra que embrulha. Então a gente, né, tem para facilitar. Então, >> vocês filmaram já alguma edição? Eu eu quando não dá muito tempo, né? Tem todas filmadas, mas acim de tudo, né? Eu >> podia fazer um um pequeno documentário de uns 5 minutos pra gente publicar, porque isso vai ajudar muito centos espíritas. >> Caramba, essa ideia dela deve ser muito boa, muito boa mesmo, viu? O >> Gina, >> mas para ter tudo esse esse sucesso aí, vocês começaram ele pequeno assim ou ele já explodiu logo? Não, minúsculo, gente. Todo a gente começa pequeno, né? A gente começou com oito brinquedos, né? Duas araras de roupa feminina, eh 10 pares de sapato. E a gente e foi, né, nesses 12 anos, cada ano ele foi tomando, né? Ô Gina, você acha que a questão do seu de seu shopping que é o atrativo pelo nome do shopping ou não tem nada?

eh 10 pares de sapato. E a gente e foi, né, nesses 12 anos, cada ano ele foi tomando, né? Ô Gina, você acha que a questão do seu de seu shopping que é o atrativo pelo nome do shopping ou não tem nada? Shopping do amor, não é? É shopping da solidariedade. >> Shopping da solidariedade, >> Zé Carlos, eu acho que o atrativo é a qualidade dos produtos, >> é o que eles encontram lá e eles terem a certeza que ninguém compra antes, que eles podem ficar na fila, que quando eles chegarem lá vai ter aquele produto, ninguém compra antes. E tentam, já tentaram mil vezes. Ah, eu te pago mais, eu queria muito aquilo. Eu falo: "Meu filho, não é quem tá na fila". Então, nenhum nenhum tarefeiro compra antes, ninguém que chegue e possa e vai oferecer duas, três vezes o valor, não vai comprar antes. Então, as pessoas confiam na gente, sabem que aquele produto ali, né, vai ser para eles. E a outra coisa que a gente faz é as crianças. As crianças entram primeiro. As crianças que frequentam a evangelização, elas ganham uma senhazinha e elas entram primeiro e vão pros brinquedos. Então as crianças e os jovens vão paraas suas roupas, né, pros seus calçados. Então as crianças elas entram primeiro. Então isso os pais ficam muito felizes, né? Porque é uma valorização das crianças que estão indo na nossa evangelização. E sempre foi assim desde o início. >> Hélio, quanto que deu o ano passado? >> O valor que nós vendemos, eu lembro, eu acho que foi 56, 57, né, >> 57. Foi, foi por aí, Saulo. Já eu acho que os dois últimos anos passou de 50, né? >> Acima de 50 com preço simbólico. Meu Deus. Vamos. Eh, esse valor seria de qu >> vocês têm uma taxa valor assim do eh do porque a gente tem uma taxazinha lá no nosso bazar. É bem simbólico. O nosso bazar é bem bem em conta. É, a gente começa com R$ 2. Ah, sim. O nosso também. A gente tem pecinhas de R. >> A gente tinha R$ 1, mas o R$ 1 sumiu do da a moeda [risadas] sumiu. A gente passou pros R$ 2. Se compra, se compra R$ 1, aí vai que não tem troco, porque é outra coisa, a

A gente tem pecinhas de R. >> A gente tinha R$ 1, mas o R$ 1 sumiu do da a moeda [risadas] sumiu. A gente passou pros R$ 2. Se compra, se compra R$ 1, aí vai que não tem troco, porque é outra coisa, a gente vai pede troco, a gente organiza todos os cachos, né? A gente agora tá com modernizamos desde o ano passado. Ano passado, né, tio? Com as maquininquinhas, >> com as agas com maquininhas para passar Pix, né? Então a gente vai tentando organizar passando Pix. Por quê? Porque não cobram taxa na maquininha, né? Então, não cobra taxa. Aí a a a firma de internet vai lá e põe um roteador só paraas maquininhas. A gente explica o que é, conversa com eles, aí eles vão lá, arrumam o roteador, aumentam velocidade e assim a gente vai conversando com um, com o outro. >> Sabe mais ou menos quantas pessoas passou lá? >> Eita! Ano passado a gente entregou 200 e senhas crianças, né? Só de adulto. 280 senhas de adulto, sendo que as pessoas voltam, né? Ah, sobrou cinco, aí já não pega mais senha. E para as crianças foram c 120 alguma coisa as crianças que entraram com a senha >> 280 adulto. >> É 280 adultos com senha. >> Quem chega na terça-feira pega a senha, mas não dorme lá não, né? >> Dorme de porque a gente só entrega a senha no sábado à noite. >> Meu Deus. >> Porque a minha esperança era assim. entregando sábado à noite, ninguém ia, se eu entregasse senha no quinta, a pessoa ia na terça. Se eu entregar na terça, o povo vai começar a ir no domingo. Então, a gente entrega no sábado para que a pessoa vá em casa dormir e esteja, né, inteira para fazer as compras. Aí o ano passado não deu certo não, chegaram terça-feira e aí dorme na fila. Não é o movimento do bairro. >> Caramba. movimento. Ah, então pensa, né, faz uma diferença muito grande e o acolhimento, a energia da casa espírita, divulgação, isso é bom. Eh, não. E e antes das crianças, antes de abrir o shopping, tio Zenaldo, que é o nosso violeiro, vai lá e canta com as crianças, ele fica uns 15 minutos cantando as musiquinhas da evangelização.

bom. Eh, não. E e antes das crianças, antes de abrir o shopping, tio Zenaldo, que é o nosso violeiro, vai lá e canta com as crianças, ele fica uns 15 minutos cantando as musiquinhas da evangelização. Então, os adultos que estão lá estão escutando, né? Então, a gente mantém essa essa sintonia. Então é é muito bonito mesmo, porque, né, as crianças, os pais, né, e as crianças cantam com muita vontade, >> então fica, né, de amor, trabalho com amor, né, e é faz uma diferença, faz uma diferença. nosso aqui também. A gente, por exemplo, assim, o nosso bazar, ele é um bazar mais simples, porque a maçonaria, os outros fazem também, só que com roupas melhores e tal, mas as pessoas gostam de ir no nosso bazar, porque a gente também faz essa separação, a gente coloca um espaço aonde as pessoas vão experimentar a roupa, põe o espelho, tudo certinho. E o acolhimento também eu acho que faz uma diferença. Tem pessoas que esperam também o bazar. Mas não tem todos os sucesso de vocês, não. Vocês são assim pioneiro nessa parte aí. Muito parabéns porque trabalhou. >> A gente só não tem só não tem onde experimentar, gente. E não tem. A gente fala, gente, não tem. Pelo preço se não der, >> é, a gente fala assim, gente, mas pelo preço, se não der, >> dá de presente, >> dá de presente. >> Não dá para lá dentro, né? >> Oi, tia. E lá na feira, né? Na feira o pessoal quando não põe por cima da roupa mesmo, lá naquele vulc vulco, naquela agonia. Mas aí alguém perguntou: "Ah, se é alguém, né, uma cliente lá nova, ah, mas se não der a peça?" Aí a mulher olhou pra cara e disse: "Mulher, nesse preço você tá preocupado se a peça não vai dar? Dá para alguém?" Que a gente também bota preço simbólico, né? De 2 a R$ 20. Mas aí, o pessoal gostou, tá gostando tanto da da das peças que a gente consegue que o pessoal diz: "Rapaz, vocês podem ajustar esse valor aí?" Vamos manter por enquanto assim que tá bom. Mas é batidão porque é na rua, né? A gente não tem controle. Aí é cansativo, viu? Nossa senhora. Mas tá dando certo.

az, vocês podem ajustar esse valor aí?" Vamos manter por enquanto assim que tá bom. Mas é batidão porque é na rua, né? A gente não tem controle. Aí é cansativo, viu? Nossa senhora. Mas tá dando certo. Graças a Deus conseguimos fazer algumas coisas, viu? Vocês estão falando aí, eu tô pensando, tá me vindo a mente aqui o que que é a criatividade e e essa coragem, né, de de ir avançando, avançando, avançando. Eu e o Lacde famos fazer uma um uma uns 10 dias de palestras em Londres. O primeiro centro espírita que a gente foi fazer, eh, a gente foi, tinha os tinha lá toda uma instalação, tinha livraria, quem fez primeiro foi o Lacé, foi uns mini seminários de 2 horas, tava muito bonito. tinha eles tem um hábito igual tem nos Estados Unidos de ter um lanchinho, vende o lanche, ganha a doação e vende o lanche para ajudar a pagar despesas. Mas o que me surpreendeu foi que na hora que terminou o seminário, eu comecei a ver o povo desmontar o centro espírita e eu fiquei sempre meio perdido. Em 10 minutos desmontaram o centro espírita inteiro e eu comecei a ajudar também, já tava desmontando, né? E aí eu fui perguntei, falei: "Não, aqui paga por hora. Se atrasar mais 10 minutos vai pagar dobrado. >> Caramba, que disposição, viu? >> E é muito caro. Aí eu fui fazer palestra num outro centro espírita lá na na em Londres. A maioria dos imóveis são da rainha. >> Você compra o direito de usar, >> mas existe imóveis que exceções que compra. Eles fomos fazer palestra no outro centro espírita, grande o centro espírita. Aí já era sede própria com quê? Uma brasileira que fez bazar. E com bazar em Londres ela comprou o imóvel, comprou um centro espírita, a sede própria. Olha a diferença de uma coisa para outra. >> Que top. conseguiu conseguiu comprar a sede própria. Lembrei disso agora aqui. É muita é muito empreendedorismo, né? E o valor simbólico, né? Que >> a ideia é ajudar a comunidade também, né? >> É. >> E >> na verdade a gente comenta sempre, falo que é dar dignidade, né? dignidade

É muita é muito empreendedorismo, né? E o valor simbólico, né? Que >> a ideia é ajudar a comunidade também, né? >> É. >> E >> na verdade a gente comenta sempre, falo que é dar dignidade, né? dignidade das pessoas de poder escolher aquilo que elas querem, né? No final de ano, né? No final de ano, né? >> No final de ano, né? Quando ela tem ali de vestir uma roupinha melhor, né? >> N teve já grávidas que fizeram enxoval lá na no shopping, né? >> Olha só. Olha só, >> né? que compram do carrinho de bebê até kit berço, berço, né? As roupinhas. E hoje são crianças nossas que estão lá na casa. Então, mas que foram que a mãe a gente conhece fez um enxoval lá. Então, essa dignidade, né, de comprar, de escolher, né, de poder ter, a gente comenta quanto que uma mãe vai poder, né, ter um no carro. um um aquela banquinho, né, das crianças, que ele é caríssimo. Aí a gente vende por R$ 20 para que ela possa ter um, né, um bebê conforto, uma coisa para levar com segurança o seu filho. Então é essa divindade que a gente também, né, quer quer proporcionar, né, quer ver naquelas mulheres. Aqui aconteceu uma coisa que foi agora a gente não consegue mais, mas a gente ganhava, né? Fazia arrecadação também de das sacolas, sabe? Sacolas de compra assim que ganha em lojas, né, e tal. E a gente fazia um grande movimento na cidade para arrecadar as sacolas, que era o que onde a gente botava as compras. E e aqui na cidade, como na cidade, né, de vocês t aquelas, né, aquela as boutiques, né, que todo mundo conhece e a alegria das mulheres de saírem com aquelas sacolas >> na mão, mostrando, olha, fiz as minhas contas, isso marcou a gente porque era algo que ia pro lixo, tão simples, né, e que tava fazendo aquelas mulheres, né, né? Feliz. Uma virou para mim e falou assim: "Tia Ag, hoje é meu dia de madame, estou entrando no shopping >> aí. A gente também tem no shopping o corte de cabelo pras crianças. >> Eita! A gente tem o I hoje em dia é uma ex-criança nossa, né, que ele e o irmão foram crianças por muito tempo da casa e

pping >> aí. A gente também tem no shopping o corte de cabelo pras crianças. >> Eita! A gente tem o I hoje em dia é uma ex-criança nossa, né, que ele e o irmão foram crianças por muito tempo da casa e hoje eles tem uma bardearia e desde o ano passado pediram começaram a fazer o corte das crianças e eles falaram: "Eu já cortei o cabelo aqui, agora eu vou cortar das outras crianças". Que top, né? Crianças que viu, gente, mas deu certo. Que chor, viu? >> Oi, Edmar, >> tá ouvindo? >> Boa noite, Saulo. Boa noite irmãos e irmãs. >> Tô ouvindo sim. Boa noite, >> senor. Queria estar na sua casa hoje comendo aquela guerova gostosa que você fez aí. >> Vamos marcar o dia. [risadas] Bem-vindo, sempre bem-vindo. >> Obrigado. Olha, mas foi muito rico hoje, não foi, pessoal? >> Nossa senhora, foi muito bom. Gostei muito dessa ideia deles, renovar tanta coisa assim, alimentação, corte de cabelo, nossa, fazer uma vez só no ano, né? Achei. >> Dá, dá para fazer. >> Vai juntando. >> Você passa arrecadando, dá para fazer. Só tem que ter um depósito, né? Para organizar tudo. >> Ter espaço. É, tem que ter o espaço para guardar, tem que ser tudo bem organizado assim. >> Então, o espaço no início era minha casa, né, gente? Depois virou caso de outras tias, foi aumentando, a gente foi dividindo entre os trabalhadores até a gente ter esse anexo que pelo que a gente conseguiu, né, com a ajuda do fundo social, mas até ter o anexo Maria de Magdala ficava na casa dos trabalhadores. A gente juntava, >> é, distribuind. >> Agora vocês t o anexo, né, que coloca tudo lá, né? É. O anexo Maria de Magdala, ele foi, né, ele tem salinha, mas a grande parte do salão foi em função de ter essa onde guardar, né, o material, as danções que chegam. >> E estamos em obra, né, Gina? >> Ah, estamos em obra. >> Louvado seja Deus. >> Qual que é a obra da vez? A gente tá ampliando as salinhas de evangelização e o banheiro. >> Hum. >> Ainda estamos só na parte, né, Tiélio? Só na parte nós costumamos fazer aqui desde o início, né? Não, não do

é a obra da vez? A gente tá ampliando as salinhas de evangelização e o banheiro. >> Hum. >> Ainda estamos só na parte, né, Tiélio? Só na parte nós costumamos fazer aqui desde o início, né? Não, não do não do salão de de das palestras, né, da do estudo, mas a gente costuma erguer uma estrutura de metal, como se fosse um galpão, né? A cozinha, não sei se o Saulo lembra, é assim, a gente ergueu, >> ergueu a estrutura e daí quando pediu o projeto, pediu o projeto de material de construção para finalizar a cozinha. já tinha, já tava coberta. Agora, esse ano, nós tivemos uma empresa da cidade que, eh, a equipe de vendas participa de um de um de uma espécie de concurso, né? Ver qual equipe de venda eh desses produtos que vende mais. e aqui da cidade ficou em segundo lugar. Eles ganharam um prêmio para doar para uma instituição e escolheram a nossa casa espírita. >> E aí a gente já tem a estrutura de metal para o dois banheiros, né? Um masculino e um feminino. E três salas novas. A estrutura já tá paga. >> Louvado seja Deus. Coisa boa, viu? >> Ótimo. Nossa, muito bom. Então aí a gente vai sempre aos pouquinhos, né? Então assim, cada >> vocês começaram com quantos trabalhadores na casa espírita? 24 cinco. [risadas] >> É, >> e hoje vocês >> hoje nós >> hoje com a na tarefa da evangelização, acho que a gente contou são 32, 28 junto com a, né, com os tios da cozinha que a gente fala, né? A evangelização é tudo, é a cozinha. né? Então, acho que chega a 32. >> Evangelizador, >> não, junto com a equipe da da cozinha, né? Porque pra gente a evangelização, >> vocês são em 32, todos os trabalhadores. >> Todos os trabalhadores. >> Uhum. Bom, é um ótimo. Tá ótimo. Nossa, muito bom. E todos ativos assim, >> graças a Deus. [risadas] >> É cerveja. a força do bem, da vontade e da operosidade, né? Nós vamos agora, esse mês, a federação tá recebendo a doação de um centro espírita no cochipor em Cuiabá. O centro espírita a sede própria. Fechou. Não é a desesa, não é a desesa, mas o estatuto diz que se fosse fechar, eles

s, a federação tá recebendo a doação de um centro espírita no cochipor em Cuiabá. O centro espírita a sede própria. Fechou. Não é a desesa, não é a desesa, mas o estatuto diz que se fosse fechar, eles iam dar toda a sede pra federação. Então a gente vai receber a doação de um centro espírita completo e o nosso trabalho é arrumar um grupo de pessoas para montar o centro espírita, né? E aí você faz >> para que ele funcione, né? que ele ele >> é exatamente. Não é fácil não. >> Não é fácil, Saulo. Não, estamos lá em Nova Lacerda. casa tá pronta e o grupo tá lá animados, mas eles não pegaram a disciplina de ir nos horários e ter aquela disciplina de de estar junto orando, lendo, refletindo. Eh, não pode deixar, tem que perseverar. >> Não. Convidando eles para vir agora eh na nossa reunião, né, do aniversário do Santos, que você vai estar aqui e aí tem alguns deles que vão vir. Mas assim, a dificuldade a gente tem que se não for lá aproveitar já falar algumas coisas assim que chegue no coração deles, né? >> Isso. Aham. Desse pai fala, eles adoram, né? E depois não persevera, não. Não pega o compromisso de abrir a casa. Pelo menos uma vez eles falam que precisa, tal. Ah, nós vamos começar, mas ainda não começaram. Eh, você me fez lembrar da palestra que eu fiz ontem na fundação, a palestra sobre a história dos 10 leprosos. Eh, o leproso samaritano foi o único que voltou para agradecer. Nove voltaram. >> É. Uhum. >> É. E é os noves que ficaram nesse sectarismo, ficaram assim, né? Fica feliz ali, depois então vem e depois some, né? Então tem muitos que vem no centro espírita para poder ter um passe para melhorar e depois some, né? Mas esse um que voltou, ele nunca mais na vida ele deixou de seguir Jesus. de cheg. Então, e lá nós estamos com essa dificuldade, então a gente vai tá falando com eles e vão ter que pegar firme de novo de presença lá para eles não abandonar a tarefa, não. >> É, vamos ficar firme com isso. Tem que ser isso mesmo. >> É, tem que perseverar, não pode cansar.

do com eles e vão ter que pegar firme de novo de presença lá para eles não abandonar a tarefa, não. >> É, vamos ficar firme com isso. Tem que ser isso mesmo. >> É, tem que perseverar, não pode cansar. >> A Car falou: "Não cansa". Falei: "Não, vamos perseverar >> muito bem. Alguém mais tem alguma contribuição, alguma pergunta paraos nossos irmãos de Canarana? Antes tá começando a chover aqui, não sei como é que tá aí. Ô Saulo, vou dar uma sugestão num dia lá no encontro da federação, a Gina tirar lá uns uma hora, uns um tempinho e ela fazer uma explanação para todos nós lá do estados a respeito desse shopping aí. >> Vamos ver se a gente pode organizar assim o 7 dezembro tá aí na vai ter o o shop. Se ela fizer um vídeo, uma tomada mostrando, fazendo tipo um tourzinho rápido, só mostrando a estrutura, já ajuda bastante. >> É visual, né? Bom, >> é, mas numa reunião de dirigente, né? Sensibiliza os dirigentes também para eles ter essa ideia, né? Boa, >> né? É uma boa ideia assim, porque quantas pessoas, né, são beneficiadas, quantas e o e o dinheiro que entra, o quanto >> é arrecadação boa, né? >> É, >> mas tem um detalhe, eles também são bastante trabalhadores e são todos ativos, estão muito coesos. Então isso faz uma diferença, né? Então, mas a se você faz o shopping, você vai trair trabalhadores, vai, né, vai tá fortalecendo, tá unido e trabalhando e incentiva, né, uma forma também de >> É, >> mas >> quando nós começamos, começamos aqui em casa, eu e minha mãe, éramos nós duas, fazendo toda a triagem, né, ou alguns aí vinha os tios, ajudava com os brinquedos, fazia, por exemplo, as bonecas não vai nenhuma sem roupa e sem calcinha e arrumar o cabelo. São todas arrumadas, né? Minha mãe fala: "Boneca não pode ir sem roupa". Então a gente faz o cabelo das bonecas, arruma. Então quem não tem os X vinham para cá montar kit várias vezes, mas a gente fazia éramos em poucos. Então é isso que o solo tá falando. Não precisa ter muitos para começar. Basta ter esse, né, esse desejo, a perseverança, porque hoje é

cá montar kit várias vezes, mas a gente fazia éramos em poucos. Então é isso que o solo tá falando. Não precisa ter muitos para começar. Basta ter esse, né, esse desejo, a perseverança, porque hoje é porque o shopping ganhou esse tamanho, mas nós começamos por muitos, muitos anos, éramos poucos que fazíamos, porque a gente tinha nós, né, aqui em casa, um pouco mais de disponibilidade de tempo. Minha mãe vinha do Rio, coitada, coitada não, trabalhadora para vinha na tarefa, né, para nos auxiliar, para nos ensinar. Porque ela ela tinha todo esse cuidado. Olha a roupa assim não. Olha a FCL. Feclé zíper, né? Olha o zíper, olha sei o quê, né? Os ti as tias vinham para cá para arrumar a boneca, ela mostrando. Então, mas foi por muito tempo. Hoje a gente faz tudo lá na casa espírita. A gente tá trabalhando pro shopping desde agosto, todos os domingos, desde agosto. E esse trabalho que faz a união de vocês também, faz o momento de convivência e esse e essa delicadeza, esse amor, esse carinho e esse cuidado é que tá fazendo a diferença desse movimento, do zelo que vocês estão tendo por aquilo que vocês vão vender. Então eu sinto que essa é a diferença. >> Então essa energia ela solta. Por isso que eu falo, energia de amor não precisa falar, é sentir e fazer. >> Teve um trabalhador, né, um dos tios do ano passado, que a gente lava tudo, limpa, né, os brinquedos. Aí tem um um bichinho que as crianças ficam pulando em cima assim, chegou imundo, imundo, imundo. Lembra, tio Hélio? Tio Zenaldo foi lavar, ficou um tempão esfregando e limpando e tal, aí não terminou. Qual é o preço? Acho que ele ficou quase uma hora lavando aquilo. Qual o preço? Ah, pras crianças, acho que foi R$ 3, R$ 5. Aí falou: "Ah, se eu soubesse, eu tinha dado R$ 5." Aí, não é a mesma coisa. Não, senhor. É a tarefa, né? E é isso, >> gente. Essa é a diferença. Essa é a diferença. >> Isso mesmo. >> Legal. Muito bem. Mais alguém tem alguma outra contribuição? Chile, você ficou sabendo do do O Silvio te contou do seu diamantino?

, >> gente. Essa é a diferença. Essa é a diferença. >> Isso mesmo. >> Legal. Muito bem. Mais alguém tem alguma outra contribuição? Chile, você ficou sabendo do do O Silvio te contou do seu diamantino? >> É, ele me contou. Uhum. Eu fiquei muito >> emoção, né? >> É. Nossa, a gente tá muito feliz. Nossa, feliz. >> É, >> é muita felicidade, né? saber que os pais da gente estão no mundo espiritual e ele já falou com a gente aqui na Casa Espíritas que nós temos reunião mediúnica. >> Sei se o Silvio também te falou. Foi >> não, isso não. >> Depois a gente conversa. Nossa, foi tão maravilhoso que imagina que a gente nem esperava. E e eu sabe, eu falo, vou falar uma experiência aqui. Falava: "Nossa, mas se meu pai um dia foi lá na reunião mediúnica, que que eu vou falar para ele, né? né? Vou dizer gratidão, eu te amo. E é totalmente diferente, sabe? Nossa, é uma emoção muito grande, só mesmo vivenciando e a gente saber que ele tá lá e assim como ele teve os AVC, a gente pensava assim: "Nossa, como que tá no mundo espiritual, né?" e saber que assim a bondade de Deus ela é tão grande e ele já tá recuperado a mente, tá no trabalho. Nossa, isso é um é uma felicidade muito grande, só nós mesmos para poder sentir isso. Eu posso te dizer que o que mais liberta a pessoa para ela desencarnar quando morre o corpo é o desprendimento. >> Isso >> é o desapego. >> Desapego. >> É o espírito que não está preso as coisas da terra que vai se desprendendo. E por isso a terapia daqueles anos, >> isso >> vai desprendendo, desprender das coisas, da matéria, das fazendas, das coisas. >> Isso, isso é bom. >> Aí essa terapia é benéfica. >> Benéfica. E sabe a mensagem que você leu e que depois você comentou e que nós espírita precisamos assim frutir muito é sobre isso mesmo, né? é esse desapego, eh, e saber que que Deus é o é pai de todos e somos filhos. Ele não vai abandonar ninguém. E muitas vezes a gente acha que a gente tem que ficar um pouco mais, tem que fazer um pouco mais, né? E isso é é o que a gente ainda na Casa Espírita

dos e somos filhos. Ele não vai abandonar ninguém. E muitas vezes a gente acha que a gente tem que ficar um pouco mais, tem que fazer um pouco mais, né? E isso é é o que a gente ainda na Casa Espírita precisamos trabalhar bastante isso de forma simples, amorosa, mas >> estar prepar >> falar sobre isso, né? sobre isso. >> É, está preparado para partir agora é uma bção. >> É, é uma bênção mesmo. >> E a mensagem inicial fala disso. É uma bção você >> você aceitar, porque ele tá dizendo que você não tem de cuidar das coisas que ficarão. Deus cuida. É isso que a mensagem diz. Então a gente pode ir hoje, né? >> Pode. >> Eu não posso. Eu não posso porque nasceu a minha netinha, então eu tenho de ficar mais tempo. Agora >> eu pensei nisso, falei: "Não, gente, posso não ter um shopping dia 7? Posso não, [risadas] >> tem um shopping? >> Deus não vai cuidar, né? >> Ai Jesus! >> A casa espírita, né? Quem vai cuidar? Não, mas tem quem cuida. Tem sim. >> Muito bem. Quem que aceita fazer oração de cerramento e a gratidão por esse espaço de convivência entre a gente aqui? Alguém se oferece? >> Vai pro céu, né? Vai pro céu. Quem fizer oração, vai pro céu. >> Muito bem. >> Então, então, por favor, >> então, vamos orar. E assim, Mestre Jesus, quando nos unimos pelos laços do coração, distantes fisicamente, mas nesse espaço de convivência, de reflexão e aprendizado. Gratidão, Mestre Jesus, por esta oportunidade. Gratidão por termos a ti, modelo e guia da nossa existência, e assim termos a oportunidade de servir contigo por todos nós. Gratidão, Mestre Jesus, que possamos então, mestre, renovar em nós a vontade de servir, o bono nuãe, a esperança, o sentimento de cooperação, para que possamos juntos, mestre, edificarmos o reino de Deus em cada um dos nossos coraçõ através do trabalho no mestre Jesus, te rogamos ainda que abençoe a cada uma das casas espíritas aqui representadas, o movimento espírita do nosso estado, que os benfeitores possam alcançar cada centro espírita e assim levar a

tre Jesus, te rogamos ainda que abençoe a cada uma das casas espíritas aqui representadas, o movimento espírita do nosso estado, que os benfeitores possam alcançar cada centro espírita e assim levar a eles a renovação, a paz e a alegria que o evangelho do Cristo traz aos nossos corações. Mestre amado, nos despedimos nessa noite na certeza que possamos estar sempre contigo, como tu está conosco em teu nome. Em nome de Deus, nosso Pai, pedimos permissão para encerrarmos o encontro da ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. >> Olha, muito obrigado por essa noite tão agradável, tão tão especial dessa noite foi pra gente aqui. >> Gratidão, querid. É, foi muito bom mesmo. Nossa, gratidão mesmo. Só gratidão. Amorosa, >> um abraço virtual. >> Abraço. Fica com Deus. >> Abraço. Obrigado aí compartilha. >> Obrigado, Hélio. Obrigado, Gina. Foi ótimo, viu? >> Muito bom. >> Boa noite, queridos. >> Boa noite. >> Boa noite a todos. Boa noite, Saulo. >> Oi. >> 30 segundos só. Hoje a a Mairinha falou para mim: "Ah, o Saulo faz atendimento?" Falei: "Ah, depende. Se ele um dia tiver oportunidade, ele faz, ele cobra". Falei: "Não cobra não". Então ela ela uma hora dessa que você tiver, ela ela tá com muita vontade de conversar com você, sabe? Um dia que você puder, com calma, o dia que você tiver disponibilidade, ela queria conversar uns uns 10 minutos com você. >> Quem é? A Vilma, >> não, a Maira. >> A Maira >> é, >> ela tá bem, tá bem tranquila, graças a Deus. A menininha tá um uma bênção, sabe? E ela tá bem mais equilibrada. E aí hoje ela falou, ela falou: "Ah, eu queria conversar com o Saulo. Será que ele conversa, ele faz? Ele faz atendimento? Ele é psicólogo. Não é psicólogo. Isso aí ele falei, ele tem conhecimento da vida, da doutrina espírita de Jesus. >> É atendimento fraterno, né? A luz da doutrina espírita. É, eu falei para ele, >> é

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