#18 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...
Olá, queridos amigos, amigas. Sejam muito bem-vindos ao nosso estudo do Evangelho Red Vivo, que acontece todas as segundas às 19 horas. Estamos estudando o livro seis, que traz o estudo interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Rede Vivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos livros que compõem o Novo Testamento, onde vamos interpretar a mensagem, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita, para que possamos não apenas conhecer e meditar, mas sobretudo sentir e vivenciar. Nós estamos aqui com alguns queridos amigos que nos acompanham eh nesses estudos da segunda-feira e outros também. Nós estamos aqui dando as boas-vindas para Márcia Coelho, Marlene Tax, nossa querida Marlene Tx, a Nilzete Perez, também Glácia Araújo, sempre presente aqui vibrando conosco, a Gisele Teresa Baralde e outros amigos que ainda vão entrar em nossa sala para o estudo de hoje. Nós estamos transmitindo pelo Facebook da FEB oficial, o Facebook da FEB TV e também pelo YouTube da FEB Lives. E para dar continuidade ao nosso estudo de hoje, nós vamos convidar a querida amiga Lenira para fazer a nossa leitura e prece. Boa noite, Lenira, seja bem-vinda. >> Boa noite. Boa noite, Marlú. Boa noite todos os amigos que já estão aqui com a gente, né? Vamos fazer então uma leitura de harmonização para acalmar os nossos espíritos. Vamos lá. Hoje a nossa leitura é eh está no livro Vinha de Luz, o capítulo 12, onde Barnabé ele iluminou muitos companheiros por ser um homem de bem, cheio do Espírito Santo de fé. E muito, muita gente se uniu ao Senhor por conta desse padrão colocado por ele, que vai traduzir uma forma de comportamento justo para unir almas a Jesus. Então, um texto queemando nos traz uma belíssima reflexão. Vamos a ele. Opa. Alcançar o título de sacerdote em em obediência. Opa, per só um pouquinho que aqui está. Alcançar o título de sacerdote em obediência a meros preceitos do mundo, não representa esforço essencialmente difícil. Bastará a ilustração da
m em obediência. Opa, per só um pouquinho que aqui está. Alcançar o título de sacerdote em obediência a meros preceitos do mundo, não representa esforço essencialmente difícil. Bastará a ilustração da inteligência na ordenação convencional. Serólogo ou exigeta não relaciona obstáculos de vulto. Requere-se apenas a cultura intelectual com o estudo acurado dos números e das letras. Pregar a doutrina não apresenta óbices de relevo. Pede-se tão só a ênfase ligada à correta expressão verbalista. Receber mensagens do além e transmiti-las a outrem pode ser a cópia do serviço postal do mundo. Aconselhar os que sofrem e fornecer elementos exteriores de iluminação constituem serviços peculiares a qualquer homem que use sensatamente a palavra. Sondagens e pesquisas. Indagações e análises são velhos trabalhos da curiosidade humana. Unir almas ao Senhor, porém, é atividade para a qual não se prescinde do apóstolo. Barnabé, o grande cooperador do mestre em Jerusalém, apresenta as linhas fundamentais do padrão justo. Vejamos a aplicação do ensinamento à nossa tarefa cristã. Todos podem transmitir recados espirituais, doutrinar irmãos e investigar a fenomenologia. Mas para imantar corações em Jesus Cristo é indispensável. Sejamos fiéis servidores do bem, trazendo o cérebro repleto de inspiração superior e o coração inflamado na fé na fé viva. Barnabé iluminou a muitos companheiros porque era homem de bem, cheio do Espírito Santo e de fé. Jamais ouvidemos semelhante lição dos atos. Trata-se de padrão que não poderemos esquecer. Então, meus amigos, é assim, nesse amparados por essa leitura edificante que a gente que eu convido vocês a silenciar as nossas mentes e elevar o nosso pensamento para o nosso pai de amor e bondade para agradecer. Gratidão, pai, por mais este momento de aprendizagem e reflexão sobre o que de fato é necessário para vivermos em harmonia com suas divinas leis. Encoraja-nos a vivenciarmos suas lições e permita, Pai, que os espíritos superiores nos auxiliem no firme
m e reflexão sobre o que de fato é necessário para vivermos em harmonia com suas divinas leis. Encoraja-nos a vivenciarmos suas lições e permita, Pai, que os espíritos superiores nos auxiliem no firme propósito de nos transformarmos em homens de bem e nos ajudem a recolher o tesouro espiritual de cada experiência, de cada estudo, para a construção de seu reino de amor em nossos corações. permita ainda que nossos benfeitores espirituais nos acompanhem no estudo de hoje, iluminem nossa mente para o correto entendimento da mensagem cristã e amparem nosso querido Hélio na condução do aprendizado edificador do tema de hoje. É assim com alegria que pedimos permissão para iniciarmos o estudo de hoje. Que assim seja feita sempre a sua vontade, pai querido. Bem, que assim seja, Lenira. Gratidão, minha amiga, por essa prece que nos acalmou, serenou para darmos continuidade ao nosso estudo. Nós estamos aqui também com a presença de Maria das Graças, Bino, Josemar Alves, Rosa Maria. Sejam muito bem-vindos. Dando continuidade ao nosso estudo, hoje nós vamos conhecer e meditar a parte dois do livro C, As primeiras missões. Hoje teremos o tema 18, que está em Atos dos Apóstolos, capítulo 11, versículos de 1 a 30, que vai tratar em Jerusalém. Pedro justifica sua conduta, fundação da Igreja de Antioquia e Barnabé e Saulo enviados a Jerusalém. E para conduzir o nosso estudo, vamos convidar o nosso estimado facilitador de hoje, Hélio Blume. Seja bem-vindo, amigo Hélio. >> Obrigado, Marlúci. Boa noite a todos que nos ouvem já, queridos internautas que estão aqui. Eu fiquei assim sensibilizado até pela leitura do texto da Lenira, porque eu tenho maior estima por Barnabé. A gente sabe notícias e que ele caminha entre nós nos dias atuais do mesmo jeito que ele caminhou com o Cristo. Ele foi importantíssimo pro Paulo que nós vamos ver. Ele ajudou a Paulo até que o Paulo tivesse uma oratória melhor, eh, apoiando e claro que depois Paulo superou ele, né? Mas Barnabé é um espírito realmente padrão. É um espírito
aulo que nós vamos ver. Ele ajudou a Paulo até que o Paulo tivesse uma oratória melhor, eh, apoiando e claro que depois Paulo superou ele, né? Mas Barnabé é um espírito realmente padrão. É um espírito que nos ensina muito e a Lenira ao lê-lo toca um pouco nessas fimas, no conhecimento eh dessa figura tão extraordinária. E vou pedir para ele que nos apoie aqui pra gente conseguir fazer uma boa leitura, né, para conseguir trabalhar bem. >> E eu vou fazer >> Muito bem, amigo. >> Tá bom. Eu vou fazer isso. Eu vou trabalhar aqui o compartilhamento e eu vou trabalhar o texto porque é sempre bom para valorizar toda a riqueza, né, do do material. Tô aqui compartilhando. Ele apareceu e sumiu. Deixa eu ver aqui de novo. De novo. Ele apareceu. O navegador bloqueou a sua tela. Por quê? Então vamos lá. >> Vou lá vou lá de novo agora para compartilhar a tela aqui. >> Enquanto o Hélio se organiza aí. Nosso boa noite, boas-vindas para Marcela Esteves, Maria Elisa, Sandra Elizabete e a Reini Souza. Todas aqui vibrando conosco, estudando conosco. É, tá, ele tá querendo brigar comigo hoje. Eu vou cancelar. >> É, era isso que eu ia dizer. Ele tá arengando com você. É porque ele tá ele aparece. Vou lá de novo porque ele tá aparecendo e aí na hora de compartilhar ele branqueia a tela e não tá. Deixa eu ver se eu descubro por aqui. Agora eu acho que vai dar certo. Ah, não, sumiu de novo, ó. Tá >> aí o jeito é você ir lendo e comentando. >> Não, mas ele ele vai. Eu vou insistir com ele. >> Ele insiste. >> Eu vou insistir aqui. Tá dizendo por causa do navegador. Eh, então eu vou fechar. >> O navegador é Chrome? naveg navegador na verdade é o o Deixa eu ver aqui. Tranquilo. Vamos aqui dar as boas-vindas para Audília Valese também conosco. As queridas amigas que sempre aqui nos acompanham. entrando, estudando, revivendo os ensinamentos do mestre. Tudo isso para que a gente possa não só conhecer e meditar, mas sobretudo sentir e vivenciar os seus ensinamentos. Importante que a gente lembre disso. José Martinho
vivendo os ensinamentos do mestre. Tudo isso para que a gente possa não só conhecer e meditar, mas sobretudo sentir e vivenciar os seus ensinamentos. Importante que a gente lembre disso. José Martinho Nóbrega presente também. Bem-vindo, gente. Eu tô compartilhando aqui. >> Internet tem disso, né? Às vezes ela eh empaca e não tem jeito. >> É engraçado. Não tinha aconteco. Nunca aconteceu isso mesmo, não. >> Então eu vou fazer o seguinte. Sei que o Robson tá aí, eu vou compartilhar, deixa eu abrir no outro navegador, ver se vai dar certo. Hélio, eh, boa noite a todos. Tentar aqui de alguma maneira auxiliar. Hélio, você tá ele saiu aqui. É, acho que ele sai, >> tá? Quando ele retornar eu volto aqui, >> tá? Eu vou, eu vou. >> Hélio voltou. >> Eu tô volto, você tá abrindo pelo navegador. Ele acabou saindo. Eu ia sugerir ele tentar abrir o documento pelo próprio Adobe, né? E aí não necessitaria do do navegador e talvez não bloquearia. Bom, aqui, >> oi, tô voltando. Eu tô abrindo >> o Tente, >> tente abri-lo pelo Adobe e não pelo navegador. Talvez seja isso. >> Pois é, por causa disso. Então, mas ele tá aberto pelo Adobe, só que eu não sei porque que o navegador tá se metendo aqui, entendeu? na hora de você compartilhar tá dando um problema, mas caso queira me enviar aqui no no privado, eu eu >> vou tentar de novo aqui. Você vê, >> ó, tá aqui, ó. >> A Lenira compartilhou aqui. >> É, mas o meu tá cheio de Deixa eu passar aqui. >> Anotações. >> Anotações, né? Tem marcações. É verdade. Não, >> enquanto os amigos eh conseguem ajeitar aí >> última tentativa, aí eu vou compartilhar aqui, ó. Tá bom. Nossas boas-vindas aqui para todos os amigos. Entrou aqui a Ângela Cristina Rodrigues de Castro. Bem-vinda, Ângela. Aí, já falamos. José Martiniano, eh, Reini Souza, bem-vindos aqui. A Marlene sempre está aqui conosco. Marcela Esteves, bem-vinda. Marcela. Maria Elisa, Gláuscia Araújo, aqui a Gláus tá dizendo: "Linda blusa, Marl." Pois é, é Gláus do Evangelho R vivo. É linda mesmo. Sandra Elizabe, boa, boa
i conosco. Marcela Esteves, bem-vinda. Marcela. Maria Elisa, Gláuscia Araújo, aqui a Gláus tá dizendo: "Linda blusa, Marl." Pois é, é Gláus do Evangelho R vivo. É linda mesmo. Sandra Elizabe, boa, boa noite. Sandra Reini, boa noite e luz para todos nós de Ireê, Bahia. Temos aqui amigos de todos os lugares, né? Eh, Raimunda Silva entrando agora. Bem-vinda, Raimunda. A Francine Franco do Prado está aqui também. Jaqueline Correia, a Silva da Costa, Sônia Maria, são amigos queridos que sempre compartilham conosco esta noite, né? Temos aqui eh no estudo de hoje, para o estudo de hoje, eh o livro seis, né, que é o livro de Atos dos Apóstolos, estudo interpretativo de Atos dos Apóstolos. E este livro faz parte do programa da FEB, Federação Espírita Brasileira, é o programa O Evangelho Rede Vivo. A proposta desse programa da FEB é que possamos estudar os livros do Novo Testamento, versículo a versículo à luz da doutrina espírita. Então, Hélio. >> OK. Obrigado. Ô, ô, Robson, eu eu coloquei aqui o arquivo aí no grupo, se puder compartilhar, porque nunca aconteceu, mas simplesmente o navegador Ed tá bloqueando o arquivo Adobe. Não sei exatamente por >> você quer que eu compartilhe. A Lenira colocou aqui. >> Não, mas ele não tá. O da Lenira não é o meu. >> Ah, tá, entendi. Eu vou pegar aqui então. >> O meu tem uma série de grifos, registros que eu vou trabalhar, >> OK? E aí eu resolvo dessa forma. >> Tranquilo, Hélio. Eu já vou tá, já vou est colocando aqui, então. Tá bom. >> Tá, tá. Comandos, eu vou mudando isso. >> Enquanto isso, >> eu vou apresentando >> pro pessoal aqui. >> Fica à vontade, já vai falar. O período que nós estamos tratando, nós estamos tratando de um período posterior àela história de Saulo, né, ter sido convertido, de ter sido no caminho de Damasco, ter se encontrado com Cristo depois dele ter passado 3 anos no deserto e no retorno como Paulo. Então, de uma certa forma esses fatos se sucedem e eles estão logo no início do texto. Acho interessante colocar isso
rado com Cristo depois dele ter passado 3 anos no deserto e no retorno como Paulo. Então, de uma certa forma esses fatos se sucedem e eles estão logo no início do texto. Acho interessante colocar isso também. Tá grifado um outro aspecto, por exemplo, que nós temos e o o Robson já vai colocar o outro aspecto que nós temos era uma época de discussão muito grande. Ele tá lá na página 213, né? Uma coisa assim, tá? No tema 18, 216. Vai um pouco menos aí. Aí. OK. Obrigado. Então, se tu puder aqui tá aparecendo exatamente a parte grifada para chamar atenção do período que aconteceu. Então, por exemplo, nós temos aqui essa abordagem que a a Marlúcio já leu, onde nós vamos ver eh Pedro se reconciliando com uma série de pessoas, inclusive os apóstolos. Pode ir descendo um pouquinho aí que eu vou vendo aí. Aí nós temos isso, eu fiz esse grifo aqui, a reconciliação então do próprio Saulo com os apóstolos, porque ele havia sido o perseguidor lá visitado a casa do caminho. Pode descer um pouco mais e porque eu vou me ater mais às partes grifadas. Então, gente, aqui eu grifei também o livro Paulo Estevo, que obviamente maiores detalhes disso a gente tem nesse livro, como fala aqui no capítulo terceiro, lutas e humilhações. Eh, Saulo, por exemplo, ele acaba se recolhendo também a cidade de Tarso em função das perseguições. E aí pode subir, pode descer mais um pouquinho, Robson? Pode avançar. Aí nós vamos ver o quê? Ó, nós temos um ponto central, pode subir mais um pouquinho. O ponto central que eu acho que o pessoal tem explorado bem, essa série de Chosen, por exemplo, explora bem a conversão do centurião Cornélio pro cristianismo. E Pedro foi fundamental. E aqui nós temos alguns eventos e na verdade, por exemplo, em relação ao registro do cristianismo, da expansão do cristianismo como fase e como eh evento que marcou a chegada dele nos gentílicos, eh muitos consideram, como diz a história do cristianismo aqui, considera a conversão desse centurião como a primeira ocorrida entre os gentios. E o
eh evento que marcou a chegada dele nos gentílicos, eh muitos consideram, como diz a história do cristianismo aqui, considera a conversão desse centurião como a primeira ocorrida entre os gentios. E o que que acontece? Não é a mesma impressão de Lucas. Lucas, no entanto, ele preferiu trabalhar. E como nós estamos tratando o Ato dos Apóstolos, que é Lucas, né, ele, de uma certa forma ele prefere considerar eh o início da missão cristã e da mensagem do cristianismo entre os gentios, como sendo a visita de Paulo à Silícia. E aí eu concordo bastante com Lucas, que, por exemplo, nós temos o Paulo como o grande, né, mensageiro da difusão do espiritismo, exatamente por gentílicos. Mas se for fazer falar em termo de registro, boa parte das obras aí que citadas pelos historiadores, eles consideram o fato da conversão do do centurião talvez mais importante e por isso eles eles consideram este Robson. Pode subir, por gentileza. Próximo. Então, vamos subindo um pouquinho aqui. E aí nós vamos tratar o quê? Este texto que nós estamos tratando, o tema oito, ele é dividido em duas partes, como tá marcando aqui a continuação da história da conversão desse Cornélio que nós estamos falando que é o centurião e o relato sobre a igreja de Antioquia. Então, logo no início que eu mencionei, para mim a Igreja de Antioquia, ela foi responsável por alguns eventos importantíssimos, como, por exemplo, Pentecostes. Então, nós vamos ver que Barnabé e Paulo têm uma ação importante no sentido de sedimentar, de concretizar e através desta igreja conseguir elementos de convencimento, não só em relação ao que acontecia, né, mas em relação ao que era sentido neste momento, onde nós já falamos e Elenira leu a leitura iniciada sobre padrão de Emanuel, onde ele comenta Barnabé E mas aqui nós iniciamos verdadeiramente como primeiro item nos versículos 1 a 18, que é Pedro se justificando em relação à sua conduta. Que conduta? A conduta exatamente da presença com Cornélios, da conversão do Cornélius e aí por vai. Então o texto tenho certeza
ersículos 1 a 18, que é Pedro se justificando em relação à sua conduta. Que conduta? A conduta exatamente da presença com Cornélios, da conversão do Cornélius e aí por vai. Então o texto tenho certeza que a maioria dos que estão nos ouvindo leram. Robson, pode descer um pouquinho, por gentileza, porque aí vamos ao próximo texto grifado que vai nos ajudar. Aí é o texto evangélico, mas eu vou no grifo aqui, ó. A notícia da conversão de gentios ao cristianismo se espalhou rapidamente, eh, provocando, de uma certa forma, um certo alvoroço. Por que isso? Porque os judeus entendiam que essa mensagem era para eles e não paraos gentílicos. Porque o judaísmo, com toda aquela questão, né, de se entender como religião e a importância que eles se entendiam, os escribas, fariseus e por aí vai, né, eles, de uma certa forma não viram com bons olhos essa expansão. O que tá escrito aqui, fato que obrigou o apóstolo Pedro a prestar conta aos irmãos de fé, que eram quem, né? Muito dos apóstolos originários do judaísmo também tinha sua estranheza, porque eu confesso que eles se imaginavam um tanto privilegiados e que ia ficar com eles a mensagem cristã e quando de repente ela começa a se espalhar. Então, como diz aqui logo abaixo, por que isso, né? Porque nós temos aqui eh uma citação. Essa citação é de um estudioso da Bíblia. Aqui nessa bolinha que diz, não sei se o RS pode apertar aqui nesse coiso aqui que vai aparecer quem é o autor disso, que é o acho que é o Champlin. Essa bolinha aí, ó. Se tu apertar aí, vai dizer aí é o Champlin que de uma certa forma aí, ó, é ele que de uma certa forma ajuda e faz esse comentário que a gente sempre precisa respeitar. De conformidade com o pensamento religioso dos judeus, qualquer contato físico com genti ele era complicado, né? ele era considerado impuro, porque, né, os judeus consideravam gentílicos impuros e era incapacidade de conciliar e de fazer pregação, de assistir eh juntos, essas coisas assim. Então, o que que acontece logo abaixo aqui no grifo? Não vou me ater a todo o
deravam gentílicos impuros e era incapacidade de conciliar e de fazer pregação, de assistir eh juntos, essas coisas assim. Então, o que que acontece logo abaixo aqui no grifo? Não vou me ater a todo o texto, né? Grande parte dos judeus convertidos ainda mantinham argadas certas ideias e práticas ensinadas pelo judaísmo. E aí nós vamos pro próprio João, né? O João e o Tiago, por exemplo, filho de Zebedeu, né, e da Salomé, eles tinham muito apego ao judaísmo. Eles tiveram certa dificuldade para entender este momento aqui, entender Pedro, né, na conversão do Cornélio, entender a presença de Paulo que começa a difundir, começa a fazer as viagens. E aí nós estamos num momento onde Paulo tá fazendo a primeira viagem. E aí, muitos entre eles, a gente sabe que o João questionou, o João era um um um conhecedor profundo do judaísmo. E aqui nós estamos colocando esses aspectos. Mais à frente, Robson, pode prosseguir, a gente entra na questão polêmica também da circuncisão, né? E o que que nós temos, né? Nós temos aqui por razões que os judeus eh o pessoal do judaísmo não aceitava, né? o avanço da do cristianismo para pro povo gentílico por razões de saúde, porque eles consideravam o povo gentílico eh, vamos se dizer assim, impuro, como diz aqui, pela uma forma de identificação, porque eles entendiam que eles tinham prioridade. afirmação do indivíduo como homem também. Eles entendiam que isso ia, de uma certa forma eh diminuir o valor da mensagem cristã, porque ia ser trabalhado com gentílicos. Pode subir um pouco mais. E aí, por fim, aqui, ó, uma aliança com Deus. Por quê? Porque os judeus se entendiam, na verdade, o povo eleito por Deus. E aí vem essa questão. Bom, o que que acontece? Eh, Lucas relata isso e relata a presença de Pedro e basicamente, né, vamos dizer assim, uma continuidade do aspecto da divulgação, da propagação de que havia sido convertido o centurião Cornélio. Então, como diz aqui, né, o povo judeu não se misturava com os demais, obedecendo aos preciosos,
continuidade do aspecto da divulgação, da propagação de que havia sido convertido o centurião Cornélio. Então, como diz aqui, né, o povo judeu não se misturava com os demais, obedecendo aos preciosos, né, aos preceitos rígidos da lei mosaica. E aí, gente, o que que acontece? Para complicar, eles tinham em Saulo, um dos seus maiores representantes, doutor da lei, e de repente Saulo vira Paulo, os anos vão passando, são 3 anos aí de deserto e ele começa a fazer uma pregação. O que que acontece? vocês não aceitam ele, é claro, né? Então, pode descer mais um pouquinho. E aí começa uma questão de, por exemplo, a quem atribuir, por exemplo, a mediunidade, a presença do Espírito Santo, que na época era entendido como tal, em Pedro, a presença e o fenômeno do Pentecostes, como entender isso? E isso tá sendo trabalhado aqui, ó. diz, ó, apenas começava eu a falar isso é relato de Pedro. Caiu o Espírito Santo sobre eles, assim como sobre nós no princípio. Lembrei-me então da palavra do Senhor. João, na verdade batizou com água, João Batista, né? Mas vós sereis batizado com o Espírito Santo. Portanto, se Deus lhes concedeu o mesmo dom que a nós que cremos no Senhor Jesus Cristo, quem seria eu para poder impedir a Deus de agir? Então, gente, isso faz parte da justificativa de Pedro aos judeus tentando explicar o que que tava acontecendo, né? Pode descer mais um pouco aí, Robson, por gentileza. E aí nós temos até uma citação de João aqui, ó, que diz, ó, os ensinamentos da boa nova alcançavam agora, né, com Paulo e com essa história da conversão do Cornélio e a e a a o posicionamento de Pedro, alcançava os povos gentílicos. E como diz João aqui, no futuro eles vão acabar alcançando toda a humanidade. E aí João já de uma certa forma começa a se dar conta que este é um caminho que Jesus havia dito para eles quando ele diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai a não ser por mim". Bom, aí nós temos o quê? Feito essa justificativa ao povo judeu, Pedro intercedando, intercedendo e ajudando as
ele diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai a não ser por mim". Bom, aí nós temos o quê? Feito essa justificativa ao povo judeu, Pedro intercedando, intercedendo e ajudando as pessoas a entender que o fato dessa mensagem cristã, alcançar o gentílico, ser propagada e de ter converter o povo gentílico não era demérito. Muito pelo contrário, nós temos aqui um fato da fundação da igreja de Antioquia, a que eu já me referi. Isso está nos versículos 19 a 26. aqueles que haviam sido dispersos desde a tribulação que sobrevivera por causa de Estevo. Então, gente, vamos recordar Saulo, que agora já é Paulo, Saulo havia perseguido e havia promovido com essa perseguição a primeira dispersão, a primeira diáspora do povo judeu. E agora, gente, o que causava estranheza, que era exatamente esse povo que tinha sido eh perseguido. vão ser diz assim, e que tinha se dispersado, ele ia ser buscado por esta mensagem cristã. Então, como diz, espalharam-se até Fenícia, Chipre e Antioquia. E essa é uma das razões como na região de Antioquia tinha, e aí eu faço uma referência, já vou adiantando logo mais, tem Antioquia da Síria e tem Antioquia da da Piscida. Essa Antioquia que nós estamos falando aqui é a maior, é a da Síria. E essa Antioquia, ela tinha um papel importante, porque era uma cidade, era uma região que tinha muito trânsito de pessoas. E eu acho que diz isso aqui, ó. Não anunciado a ninguém a palavra, senão somente a judeus. Havia entre eles, porém, alguns ciprieus e serineus. Esses, chegando a Antioquia, falaram também aos gregos, anunciando a boa nova do Senhor. A mão do Senhor estava com eles, e grande foi o número daqueles que anunciaram a fé e se converteram ao Senhor. Ora, a notícia chegou aos ouvidos da igreja de quem? Lá de Jerusalém. Chegou à casa do caminho. Pelo que enviaram Barnabé, Antioquia. Então, a igreja Jerusalém, ela enviou o seu representante Mor, o espírito que mais entendia, né, eh, de religião e que na época tava fazendo as maiores
o caminho. Pelo que enviaram Barnabé, Antioquia. Então, a igreja Jerusalém, ela enviou o seu representante Mor, o espírito que mais entendia, né, eh, de religião e que na época tava fazendo as maiores pregações, que era o Barnabé. E o Barnabé vai a Tonquia. Quando chegou, viu o que tava acontecendo, ele percebeu que o que estava acontecendo só eram fenômenos, era a presença dos espíritos. E como diz aqui, pois era um homem bom, repleto do Espírito Santo, falando Barnabé aqui, assim considerado, eh, ele de uma certa forma foi lá e acaba se encontrando com Saulo e acaba então fazendo o quê? do reduto da igreja de Antioquia, um lugar onde já havia acontecido Pentecostes essas alturas e onde dali, daqui para frente acontecem as maiores pregações do Evangelho, na palavra de Paulo e na palavra de Barnabé. Próximo, pois não? Então, aqui embaixo, pode descendo um pouco aqui, como diz, ó, essa sessão de atos sequencialmente inserida após as explicações fornecidas por Pedro. aos integrantes da casa do caminho. Então vai acontecendo o quê? Barnabé é uma espécie de mensageiro, vai à igreja de Antioquia, porque a igreja de Jerusalém e o e a e a casa do caminho tá também quer saber o que que tá acontecendo. E ele traz lá a boa impressão do que tava acontecendo, né? Eh, de uma certa forma se reuniam nessa igreja muitos dos judeus dispersos que recorriam à mensagem, queriam conhecer mais. E aqui faz um pouco da citação que eu já mencionei. Pode descer, Robson, por gentileza. Eh, aí nós temos uma outra parte grifada que fala exatamente disso. A missão desta igreja que eu tô me referindo entre os gentius foi abençoada por Barnabé. ao contrário, né? Porque a igreja Jerusalém esperava condenar o que estava acontecendo, as pregações, a presença do que hoje é considerado mediunidade, mas na época era considerado o Espírito Santo. E o que que ele faz? Ele acaba dando mais força e acaba intensificando esta igreja de Antioquia, que para mim, na maioria dos historiadores, pelo que eu conheço também, é considerado o fato
ito Santo. E o que que ele faz? Ele acaba dando mais força e acaba intensificando esta igreja de Antioquia, que para mim, na maioria dos historiadores, pelo que eu conheço também, é considerado o fato marcante na expansão da doutrina, né? do evangelho, vamos ser diz assim, da mensagem cristã por esta igreja e onde nós temos uma participação extraordinária de eh Barnabé. aqui vai dando a explicação que da Antioquia que a gente tá falando é Antioquia, não essa Antioquia de de Psídia que era uma cidade asa menor, mas a Antioquia de eh aqui de Pode descer aqui um pouco, Robson, que a gente vai ver menções aqui nesse texto que eu acho que vocês leram, não vou me ater aí. Então o que que acontece? Eu matei mais a igreja de Antioquia, que é o tema que nós estamos vendo. Esses versículos abordam isso. E o que que acontece durante essa perseguição, vamos se dizer assim, que se sucedeu depois de Saulo na época ter perseguido. Hoje já se passaram 4 anos, 5 anos, 6 anos. E esses judeus estão começando a retornar, retornar paraas suas bases. Quando eles ouvem as notícias da igreja de Antioquia, eles se sentem estimulados. E aqui faz essa citação, né, que eh essa igreja de Antioquia, ela não ficava distante em torno de 480 km de Jerusalém e ali pregava judeus e posteriormente foram chegando outros, né, população grega, pode descer, Robson, por gentileza. foi chegando outras pessoas, né, como diz aqui, que foram ajudando a se reunirem nessa Igreja Antioquia, que é considerado um marco importantíssimo. Que que aconteceu? Eh, Barnabé vai buscar Saulo, que já era Paulo, e que tava na estrada de tava na cidade de Tarso. Por quê? Porque já que ele havia sido reconhecido e o pessoal dizia que ele tava doido, o pessoal dizia que ele não tava bem, e aí os próprios judeus, os antigos companheiros da sinagoga, da igreja, etc., começaram a perseguir ele para evitar confronto, etc. Ele resolve ir paraa casa, eh, pra cidade natal delicatço, como diz aqui, ó. E de lá encontrou, então, Barnabé foi buscar o
goga, da igreja, etc., começaram a perseguir ele para evitar confronto, etc. Ele resolve ir paraa casa, eh, pra cidade natal delicatço, como diz aqui, ó. E de lá encontrou, então, Barnabé foi buscar o Paulo e trouxe para Antioquia. E a partir daí começa então uma relação muito bonita. Eh, Barnabé sabia de toda a condição de Paulo, mas o Paulo ainda não tinha uma oratória boa. Então, se a gente vai ver os primeiros textos, as primeiras pregações, são de Barnabé, como diz aqui. E foi em Antioquia que os discípulos pela primeira vez foram chamados de cristãos. Então, diante daquilo que tava acontecendo, da mensagem eh do cristã chegar pelos espíritos com o fenômeno de Pentecostes mais significativo e depois outros, né, fenômenos pentecostes pequenininhos que aconteciam seguidamente nessa igreja, lembra a importância dela, como diz aqui, a importância da fundação desta igreja na disfusão do cristianismo. Por quê? eh favorecido pela posição geográfica, né? Porque tinha muitos habitantes, tinha aspectos éticos culturais e a despeito de ser uma espécie de colônia de féria também de muitos romanos e judeus, né? Eh, exatamente o que se considera e tá em algum momento aqui dizendo isso, que a espiritualidade trabalhou Barnabé, Paulo para fazer nessa igreja de Antioquia exatamente um ponto de pregação, de conversão, importantíssimo, o que diz aí logo abaixo, mas eu vou pedir Robson para descer porque em função do nosso tempo para nós não a termos. Então, maiores detalhes nós temos no Paulo Estevão, que é essa obra que vai citando ele, obviamente, né, as mensagens são de Emanuel, a escrita é de Emanuel, mas nós encontramos referências disso. E aí nós temos aqui também ainda, né, Emanuel no livro Paulo Estevo, ele faz um relato desta igreja e e basicamente de Antioquia, cidade cosmopolita formaram, tornara-se um foco de grande devastidão na sua paisagem feitada de mármes preciosos que deixavam entrever a opulência dos habitantes, porferava toda espécie de abusos. Como sempre,
smopolita formaram, tornara-se um foco de grande devastidão na sua paisagem feitada de mármes preciosos que deixavam entrever a opulência dos habitantes, porferava toda espécie de abusos. Como sempre, espiritualidade situa um ponto de luz e ela vai fixar Barnabé e Paulo na igreja de Antioquia para mudar essa realidade. Pode descer um pouco, Robson. Os bosques artificiais pode descer, reuniam assembleias galantes, né? Vamos se dizer muita gente importante, riqueza pública, etc. O que vai dizendo aqui, eu não vou ler tudo, né? A cidade tava cheia de mercadores que guerreavam sem trguas eem ambições. E foi lá, gente, que nós encontramos, né, a oportunidade de se fazer uma célula da casa do caminho. Vejam bem, a casa do caminho da conversão, da conversão, não, do discurso da oratória de Estevão, da melhor, da condição de todo Estevão que nós conhecemos, essa casa do caminho apoia a igreja de Antioquia. E como diz aqui o texto pelo próprio, né, eh, Emanuel, tá no Paulo Estevão, ele diz que passou Antioquia ser uma célula da casa do caminho para ajudar nesta pregação. Mas abaixo, a referência a Barnabé, Barnabé foi o escolhido pela igreja de Jerusalão para, de uma certa forma, fazer o trabalho junto com Saulo. Aí nós temos a mensagem que a Lenira leu e eu não vou me ater a ela, então para evoluir. Esta mensagem está inserida aqui no texto também, né? E é uma mensagem bonita porque ela faz referência ao padrão que nós já nos mencionamos, eu já citei e aqui fala da importância do padrão que era Barnabé. Pode ser mesmo. Obrigado. Ó, Barnabé foi o grande marco, como tá falando lá. Então o que que aconteceu, né? Nós estamos vivendo uma época importante onde a espiritualidade reúne aqueles que têm condições exatamente no meio das pessoas que têm mais necessidade para fazer as pregações e com isso fazer expansão da do cristianismo, né? como diz aqui, todos podem Esse aqui foi lido, né, até pela Lenira e é muito interessante porque isso aqui é um final que eu tinha até grifado, mas já foi
m isso fazer expansão da do cristianismo, né? como diz aqui, todos podem Esse aqui foi lido, né, até pela Lenira e é muito interessante porque isso aqui é um final que eu tinha até grifado, mas já foi lido. Aí a gente pode até fazer muita coisa, mas como diz para poder eh os nossos corações ao Jesus que tá que eu que grifei aqui, é indispensável que nós sejamos fiéis servidores do bem. Então, aonde quer que seja, e a igreja de Antioquia, mais uma vez, como célula de Jerusalém, ela faz isso. Essa igreja se ergue com o trabalho dos próprios fiéis, com o trabalho de um Barabé, muitas vezes fazendo o trabalho de varrer a igreja, com trabalho de um Paulo varrendo a igreja e de todo mundo assumindo isso. OK? Então, na sequência, o 18.3 TR que nós vamos eh o que consta nos versículos 23 a 30 e que seria então fazendo o quê? Depois dessas pregações iniciais aí Antioquia já Saulo, vamos dizer assim, afinado com Barnabé, os dois são convidados para voltar pra igreja de Jerusalém, que tava fazendo o quê? Começando a se desviar. O que eu assinalei aqui embaixo, concluído a missão em Antioquia, Barnabé e Saulo atende a nova demanda agora em Jerusalém. Por quê? Por causa da circuncisão. Por quê? Por causa do que está mais abaixo aqui. Pode desubir um pouquinho, Robson, por gentileza, porque nós tínhamos na época, por exemplo, aqui tinha um considerado profeta que era nada mais nada menos do que um médium, né? E que obviamente estava fazendo o quê? fazendo pregações, ele havia previsto alguns desses elementos. O que tá sendo citado aqui, ó, os profetas do Velho Testamento, na verdade, são os que nós conhecemos hoje como médiuns do Espiritismo. Eram pessoas portadoras de mediunidade que se autodesenvolviam, tornando-se medianeiros entre os espíritos e os homens. E aí nós temos uma história desse ágabo aqui fazendo previsões e por causa disso, eh, Barnabé e Saulo vem para vem para Jerusalém. Pode descer mais um pouquinho. E aonde nós temos o quê? Nós temos Lucas fazendo essa referência que
sse ágabo aqui fazendo previsões e por causa disso, eh, Barnabé e Saulo vem para vem para Jerusalém. Pode descer mais um pouquinho. E aonde nós temos o quê? Nós temos Lucas fazendo essa referência que eu grifei aqui, né? Essa referência Lucas faz quando ele diz, eh, e ele menciona o Barnabé como sendo um dos 70 discípulos descritos no capítulo 10 do Evangelho e que de uma certa forma muito foi eh trabalhado também e tem um papel importante aqui. Próximo, por gentileza, eu não vou me ater muito em função do nosso tempo. Bom, vamos aqui. O auxílio múo era uma característica, como já mencionei, Barnabé, orador principal, pregador da igreja Antioquia, varrendo a igreja, eh, Paulo fazendo a mesma coisa. E lá a igreja Jerusalém estava de forma diferente. O auxílio múo, o auxílio espiritual e material era a característica deste cristianismo inicial, onde todo mundo trabalhava, onde todo mundo ajudava, onde não tinham aqueles que tinham privilégios. E aqui, obviamente nós temos esta menção aqui, é um exemplo de assistência fraterna. Então, logo se sabem das dificuldades, se fosse assim nos tempos atuais, se nós tivéssemos mais partilha, né, daquilo que é oferecido muitas vezes nos tempos, talvez a gente resgatasse um pouco destes primeiros tempos aqui, onde nós temos cada um fazendo e colaborando de acordo com a sua posse, é um exemplo de caridade ou de humildade que a gente ainda precisa nos tempos atuais. Então, como diz o pessoal, a igreja de Antioquia, ela foi talvez o marco inicial dessa caridade que nós estamos com a doutrina espírita hoje pregando. Isso tá escrito aqui, né? Esse exemplo de caridade, de humildade, onde eh se se angariam os recursos e se vai ajudando aqueles que têm necessidades. Então, o que que acontece aqui? Nós vamos no próximo, nos próximo tema vai continuar isso, mas nós fizemos o fechamento aqui com Barnabé, né? Volta só um pouquinho. Barnabé e Saul. Então chegam a Jerusalém indos desta igreja de Antioquia, gente. E devem ter sido em torno de três a 4
r isso, mas nós fizemos o fechamento aqui com Barnabé, né? Volta só um pouquinho. Barnabé e Saul. Então chegam a Jerusalém indos desta igreja de Antioquia, gente. E devem ter sido em torno de três a 4 anos que eles passaram nessa atividade. A igreja tornou-se venerável por suas obras e caridade pelos fenômenos que eu já citei, que foi o Pentecostes original. Depois foi o segundo Pentecostes de menor, um pouco do que o primeiro, que onde aqueles apóstolos falaram várias línguas, essas coisas todas. e depois pequenos pentecostes que vinham acontecendo e que para muitas religiões é considerado o marco inicial. Tanto é que nós temos a igreja pentecostal, nós temos várias igrejas que se apoiam nesse evento, neste momento, se apoi na pregação, na presença do Espírito Santo. E aí nós temos várias igrejas que tem a denominação Espírito Santo, não sei o quê, etc. são todas elas tendo como base inicial de expansão da mensagem cristã vindo a partir da igreja de Antioquia. Então o que que aconteceu? sendo informado das provações existentes em Jerusalém, os dois voltam, né, para tentar ajudar, recompor. E aqui eu vou fazer um parênteses do que está no texto, mas passou, eu não citei, né? A questão da circuncisão, né? Embora Paulo tivesse ajudado a Pedro, ajudado a Barnabé, a João e a Thago, entender que não deveriam continuar com a circuncisão, que era na verdade um ato cultural e não um ato religioso dos judeus. E aí o que que aconteceu? criou uma cisão, né, onde o Thago, por exemplo, era uma das pessoas que entendiam que todos os cristãos tinham que fazer circuncisão. E Pedro, por exemplo, ficou em dúvida, recorreu a Paulo e Paulo foi o seguinte, falou o seguinte: "Veja bem, vocês estão confundindo as coisas, porque nós estamos trazendo como dogma religioso uma coisa que é um dogma cultural, que é um ato cultural. ali conseguiu convencer num primeiro momento. Nem todo mundo aceitou, porque nós temos ainda hoje os judeus quando o menino passa a ser considerado já em condições de ter uma
l, que é um ato cultural. ali conseguiu convencer num primeiro momento. Nem todo mundo aceitou, porque nós temos ainda hoje os judeus quando o menino passa a ser considerado já em condições de ter uma atitude mais independente, etc. e por questões, como diz acima aí de saúde, por questões culturais, você faz a circuncisão e que seria, na verdade, eh, cortar a a ligação que tem entre o pepúcio e o pênis. Simplesmente isso é um é um pontozinho, é um ligamentozinho que tem. Ele era cortado como sinal de maturidade, sinal de que haviam alcançado. E aí houve uma tentativa dos judeus nesta época substituir aquele batismo que o Batista fazia com a água e que Jesus obviamente aprovou. Tanto é que ele foi batizado na água pelo João Batista. Vejam bem, a maioria do judaísmo tava querendo pegar, substituir esse ato desta, desse batismo pela circuncisão. E aí se deu uma cisão, deu uma uma conversa muito grande. Foi preciso Paulo intervir, foi preciso Barnabé intervir de uma forma bastante persistente para que não fosse, né, tornado obrigatório o cristão para ser cristão ter que fazer circuncisão. Eu sempre lembro, Pedro, com toda a firmeza e todo conhecimento, ele tinha suas fragilidades. E nesse momento, se não fosse Paulo, com todo o seu inspiração, talvez nós não tivéssemos eh tido eh esta resolução. Aí eu volto a insistir, né, o que que acontece aí depois, como uma das saídas para este evento que eu mencionei, que eu mencionei. E aí, Robs? quiser tirar aí, eh, eu volto pra tela toda. Te agradeço o compartilhamento para fazer uns comentários ainda que eu tenho necessidade de fazer. Obrigado aí. Então, o que que acontece, gente? Ou veja bem, nós estamos num momento onde cada uma das religiões buscava se e dizer dona da mensagem cristã. Os judeus entendiam que eles eram um povo escolhido e que tinha que seguir e obviamente buscava muitas vezes adaptar a mensagem cristã, não só em termos de escrita, né, acrescentando algumas coisas, como em termos da prática. E aí nós estamos falando mais da prática,
seguir e obviamente buscava muitas vezes adaptar a mensagem cristã, não só em termos de escrita, né, acrescentando algumas coisas, como em termos da prática. E aí nós estamos falando mais da prática, buscava adaptar isso ao judaísmo. E aí se nós não tivéssemos tido Barnabés, nós não tivéssemos tido Pedro, não tivéssemos tido Paulo, talvez nós tínhamos, teríamos tido a mensagem cristã simplesmente como um momento muito bonito, depois, entre aspas, sendo engolido pelo judaísmo. E aí o que que os judeus na época fizeram? disseram o seguinte: "Mas para aí, se a gente não tá batizando como João Batista batizou e como Jesus pediu que houvesse um renascimento para ter a partir disso a presença do Espírito, manifestação do Espírito Santo, que era um dos eventos que estava acontecendo, que eu já mencionei aqui, e que obviamente para nós no dias de hoje é mediunidade, né? a presença mais intensa dos espíritos com o médium e manifestando através dos médiuns. E aí os judeus tentaram fazer o seguinte: "Tudo bem, nós estamos batizando como João o fez com o Cristo e como João o fazia e recomendava. Então nós vamos fazer o seguinte, nós vamos batizar com o Espírito Santo." Então eles começaram a forçar uma série de práticas fazendo com que houvesse manifestação mediúnica. E isso deu bastante confusão, porque médiuns, obviamente, dependendo da qualidade moral, dão qualidade, dão mensagens de qualidades diferentes, né, ou de valores diferentes. E esse é um período onde a presença de Pedro e a presença principalmente do Barnabé foi importantíssimo para ajudar a derrimir as dúvidas. Num primeiro momento eles não se posicionaram contra a história de fazer uma pregação, como tinha sido feito lá na igreja de Antioquia, fazer uma pregação e abrir um espaço paraa manifestação do Espírito Santo nessa hora, que seria o momento então de mediunidade, um momento mediúnico. Barnabé e Paulo concordaram de uma certa forma, Pedro concordaram até para diluir esses interesses e fazer com que a mensagem cristã pudesse eh prosseguir. E
ntão de mediunidade, um momento mediúnico. Barnabé e Paulo concordaram de uma certa forma, Pedro concordaram até para diluir esses interesses e fazer com que a mensagem cristã pudesse eh prosseguir. E aí eu faço uma referência. Se não fosse a partir daqui, agora a inspiração profunda de Paulo. Paulo fazendo a segunda viagem, a terceira viagem, a quarta viagem. Paulo escrevendo as suas epístolas e assistindo exatamente essas igrejas que muitas vezes eram de judeus que haviam sido dispersos e que depois da passagem por Antioquia retornaram às suas cidades e montaram as suas igrejas se não fosse Paulo de Tarso. Fazendo eh a assistência a estas primeiras igrejas cristãs, nós não teríamos a mensagem cristã autêntica como nós temos hoje. Então nós temos um momento delicado, né, onde uma certa forma Pedro exerce a sua a sua condição de líder, procura em Paulo tudo aquilo que ele precisa, né, da certeza, da convicção e que obviamente um ex-doutor da lei agora, sendo mensagem da mensagem, sendo portador da mensagem cristã mais autêntica, ele tinha a sua oratória muito firme. E aí, Barnabé sempre cita: "Olha, até aqui eu vim, agora eu deixo para você, a partir de agora é com você, porque você tem todas as condições, você conhece mais a lei do que eu, etc." Então, gente, nós temos fatos bonitos que eu queria destacar. Primeiro, o espírito valoroso e Cavarnabé. Eu não vou citar por questões de ética, mas nós temos tido notícias da presença de nós entre nós hoje no movimento espírita nos ajudando. É o mesmo Barnabé, é o mesmo espírito que soube se fazer mensageiro deste cristianismo nascente, desta mensagem cristã primeira, nesses momentos complicados, com o judaísmo tentando dominar, com eh o o povo entendendo que não podia se misturar, mensagem que são não devia chegar. Esse espírito Barnabé está nos ajudando hoje a fazer o quê? Primeiro com as nossas dúvidas, os nossos vacilos, recorramos a ele e ele vai se fazer porque ele tem se feito. Ele usa um nome muito interessante nas suas mensagens nos dias
dando hoje a fazer o quê? Primeiro com as nossas dúvidas, os nossos vacilos, recorramos a ele e ele vai se fazer porque ele tem se feito. Ele usa um nome muito interessante nas suas mensagens nos dias de hoje, mas ele acima de tudo em alguns momentos ele não usa nomes e se faz como espírito do Senhor, como diz Dr. Bezerra de Minezes e nos assiste. Então, gente, hoje o que eu concluo dessa dificuldade, eu nunca tive essa dificuldade que eu tive de projeção, que na verdade é por uma história que eu vou esclarecer agora na continuidade, peço desculpa pro pessoal por não ter conseguido fazer a minha projeção, mas algo aconteceu e exatamente eu sei que essas coisas acontecem até para marcar, para chamar atenção. E a mim, pessoalmente, o que o fato de eu não ter conseguido projetar para mim tem uma relação com um clima que se criou e que entrou em oposição com alguns outros aspectos, inclusive tecnológicos. E eu simplesmente tive um navegador aqui que não aceitou projetar o Adobe, que nunca tinha acontecido. Agora eu vou procurar depois ver. Eu agradeço aí os ouvidos de vocês e nós vamos poder conversar mais porque temos mais gente aí para nos fazer companhia e a gente pode esclarecer algo que eu tenha feito de forma precipitada na sequência aí lembrando sempre a importância, né? Por exemplo, a maioria das bíblias considera a Igreja de Antioquia com as suas pregações que nós falamos hoje, Barnabé e Saulo, de uma certa forma como o marco inicial do cristianismo em termos de divulgação, em termos de expansão e em termos principalmente de alcançar os gentílicos. Claro que se eu for ver, né, existem aqueles estudiosos que dizem: "Não, mas como marco em si, esse marco não é tão significativo quanto a conversão de Cornélio. Eu concordo que a conversão desse espírito Cornélio foi importantíssimo para ajudar a expansão e do cristianismo nascente nesta hora que nós estamos falando aqui. Mas estamos falando do momento onde Paulo ainda não tinha, né, ele tinha feito a primeira viagem, a
antíssimo para ajudar a expansão e do cristianismo nascente nesta hora que nós estamos falando aqui. Mas estamos falando do momento onde Paulo ainda não tinha, né, ele tinha feito a primeira viagem, a segunda viagem não. Estamos falando aí de espíritos que acompanharam ele. Barnabé acompanhou ele depois em algumas viagens, em alguns trechos de viagem, não todas as viagens para ajudar. E Barnabé era tão humilde que ele dizia que era para aprender, que ele queria aprender com Paulo. Isso está no livro Paulo Estevan. Então, queridos amigos, da minha parte eu convidaria os meus amigos pra gente aumentar nosso >> bem. Hélio, nós agradecemos a sua explanação, foi maravilhosa, em nada ficou devendo. O conhecimento que você tem, a facilidade que você tem de passar o seu conhecimento nos preencheu. Aqui nós temos no chat as pessoas agradecendo e foi maravilhoso, não nós só agradecemos, né, esses momentos em que a gente consegue compreender melhor. Conseguindo projetar. >> É, sim. Não, não, não ficou a Eu vou, eu vou citar, eu vou citar o espírito que toma o nome de irmão José é Barnabé. Então, gente, o que que eu tô querendo dizer? Eu tô querendo dizer o original, o autêntico. Eu não tô falando de irmão José que se manifestam na esquina da padaria aí porque nós temos irmão José espalhado por tudo. Mas eu fiquei muito feliz e claro não vou dizer o fato que me convenceu disso, mas depois de forma pessoal a gente pode conversar porque teve um fato que é conhecido por vocês e pela maioria aqui, que foi o fato que marcou e nós fomos atrás para descobrir, né? que eu já conheci irmão José lá de de eras passadas e de época da União Espírita Mineira, da presença dele muito forte lá, mas eu não sabia que ele era Barnaber, até que a coisa rodou, por exemplo, e aí eu chamo atenção, por exemplo, olha o que que aconteceu com a Martinha, da forma como aconteceu com a Martinha. Nós temos o envolvimento. E você lembra que a Marta falou lá no centrito que ela foi visitar o que que tava acontecendo, gente? É a igreja de
eu com a Martinha, da forma como aconteceu com a Martinha. Nós temos o envolvimento. E você lembra que a Marta falou lá no centrito que ela foi visitar o que que tava acontecendo, gente? É a igreja de Antioquia, são eh rememorações. E aí nós temos essa felicidade de conhecer tantos lugares. Por que que eu tô dizendo aqui? Porque tem um monte de gente me ouvindo e vai me ouvir mais adiante. Toda vez que eu tiver uma dúvida sobre como conduzir um centro espírita, os espíritos não dizem: "Volte à casa do caminho, volte à igreja de Antioquia". onde a gente compartilhava, dividia, ajudava, pregava com coração, né? Muito, porque de uma certa forma esses espíritos como Barnabé muitas vezes falava as coisas que não tava intelecto deles, mas eram usado o material que eles tinham para trabalhar uma mensagem que na hora que o pessoal perguntava assim: "Que que você quis dizer com isso aqui?" Ele até parava para consultar para conseguir responder de uma forma mais fiel. Pois eu conheço hoje centros espíritas que tem, que são muito parecidos com estes, né, que são acima de tudo mais caridosos, fraternos. O pessoal não tem preocupação nenhuma em ostentação, em ter nome, em ter destaque, ganhar mídia, ganhar coisa, mais faz um trabalho maravilhoso, inclusive curas, ajudas que são extraordinárias. E foi daí que veio, né, depois de muita pesquisa, etc., veio essa essa concordância dizendo que Barnabé estava entre nós hoje como irmão José. E eu fiquei especialmente tocado. Por quê? Porque eu tinha uma profunda admiração pelo irmão José. Não todo irmão José, porque pela mensagem do irmão José a gente conhece quem é e quem não é. Então me disse inúmeras mensagens que usam o nome do irmão José, mas não é original, mas tem algumas mensagens que são extremamente significativas e elas marcaram esta minha existência. E quando eu fiquei sabendo disso, eu fiquei muito feliz e hoje tive a oportunidade, apesar desses problemas tecnológicos que houveram, né? E como a Gisele tá falando, eu sei que
esta minha existência. E quando eu fiquei sabendo disso, eu fiquei muito feliz e hoje tive a oportunidade, apesar desses problemas tecnológicos que houveram, né? E como a Gisele tá falando, eu sei que são interferências energéticas, eu sei que foram porque a intensidade foi muito grande, elas alcançam e aí nós temos alguns problemas. Eu tenho um problema, esse meu dedo aqui fica tão magnetizado que eu coloco o computador, o cursor começa a pular e aí me causa problemas. Então eu sei que através de mim quem foi o causador de não conseguir projetar foi na verdade eu. Foi o meu magnetismo mesmo que eu tive que dar uma controlada para não fugir daquilo que precisava ser falado. Mas são interferências muito grandes e que quando elas são canalizadas pro bem, como a Lenira leu, porque acima de tudo que diz Emanuel Barnabé se destaca porque ele era um homem de bem. Então, pra gente ser homem de bem, pra gente falar do homem de bem hoje, né, não tá sendo muito fácil, porque de repente a gente tem que usar uma série de recursos para conseguir mostrar quem é homem de bem. Mas voltemos a esse tempo e voltemos porque que eh Emanu considera Barnabé um homem de bem e disse assim: "As coisas que ele fazia, ele fazia com bastante autenticidade e condição. Tanto é que ele recomenda que ele seja considerado uma espécie de padrão. Por quê? Pela coerência dele, pela autenticidade, por essas questões aí. Então, fico muito feliz, apesar de pedir desculpas pelos entreveram aí. Nada disso, foi maravilhoso. >> Foi maravilhoso, as pessoas estão aqui agradecendo e muito felizes com essa notícia que você deu, né, sobre Barnabé, que a gente fica feliz também. Eh, de fato, o que a gente precisa na atualidade de tanta tecnologia, de tanto, né, é da simplicidade, da simplicidade de Jesus, dos tempos do da casa do caminho mesmo. Mas aqui, meus amigos, tem alguma alguns depoimentos, algumas dúvidas, né, para tirar. E o Robson marcou aqui para nós a Rosana Pereira, Lili. Ela tem uma dúvida interessante sobre por os por
o mesmo. Mas aqui, meus amigos, tem alguma alguns depoimentos, algumas dúvidas, né, para tirar. E o Robson marcou aqui para nós a Rosana Pereira, Lili. Ela tem uma dúvida interessante sobre por os por ficam procurando santo em 2025. Eu não entendo porque eu não acredito que tem santo aqui na terra. Os que passaram por aqui tem muitos anos. Talvez ela esteja se referindo à última canonização. Eu não sei, >> né? É provável. Aí >> é, aí nós temos o quê, né? A igreja precisa e Emanuel ajuda a gente entender isso quando ela diz, infelizmente determinadas pessoas precisam de santos, etc, para se apegar, para caminhar na num caminho melhor, mas como a gente bem sabe, né, essa questão de santidade é uma questão muito relativa, né? Então, mas quem somos nós? Emanuel diz o seguinte: "Não tira a fé daquele queita santo e por esta fé ele é espécie, uma espécie de homem de bem, mas ajuda, aproveita a oportunidade que você tem para ajudá-lo a entender que o que foi dito aí na terra, nós não temos santos, porque nós tivemos alguns mensageiros, se a gente pudesse citar Chico, mas Chico não se admitia santo, né? Ele tinha as suas limitações, as suas fragilidades, a sua angina pectores, essas coisas toda. Então eu entendo isso. Só que a humanidade ainda precisa se apegar a bengá-las. O santo, a santidade é uma delas. E aí nós temos tantas coisas bonitas, né, acontecendo. E agora é bom que a gente acompanha porque esse fato aí de ter sido, né, canonizado o santo aí do menino esse da da da comunicação, eh, faz com que a gente esteja entrando num outro patamar. Mas a grande verdade é que a gente então respeitando a crença e a devoção que as pessoas têm em relação ao santo e bom que tenho mesmo para ser melhores, para fazer mais bem, vamos se dizer assim, mas a gente tem que procurar se apegar e se santificar, né? Porque ele exatamente por a gente muitas vezes não voltar o foco para si, para se santificar, que a gente fica meio que dependendo do santo, que são os outros. Se quando a gente vê,
se santificar, né? Porque ele exatamente por a gente muitas vezes não voltar o foco para si, para se santificar, que a gente fica meio que dependendo do santo, que são os outros. Se quando a gente vê, pode ser até uma espécie de santo conhecido aí pela pela história brasileira, santo do Paôco aí, né, que a gente tem de uma certa forma feito para atender interesses, para atender uma série de coisas políticas, econômicas e de santidade muito pouco tem. É, eu acho é importante também a gente ter em mente, né, >> que todas as religiões elas procuram esse referencial do bem, exatamente como um exemplo para aqueles que estão naquela comunidade. Nós espíritas também procuramos, então não são só eles, nós também, né? Então nós temos aí vários palestrantes que a gente gosta muito, pessoas do bem. Tivemos o Chico com a gente, tivemos o Divaldo com a gente, né? eh, irmã Dulce, que a gente sempre faz referências. Então, são pessoas que vivenciam o bem, independente da religião que tenham ou que façam, mas que nos servem de consolo pro nosso caminhar, para que o nosso caminhar tenha uma direção mais segura. Então, independente da Igreja Católica tá fazendo isso naquele momento, para as pessoas que estão envolvidas naquele processo, é uma forma delas se direcionarem pro lado do bem. Como assim? O bem tem um caminho luminoso, pode não aparecer no naquele momento, naquele primeiro momento, mas com o tempo a gente acaba quando a gente olha para trás, aquilo que ficou, o que ficou de fato, ficam as boas relações, as os fatos bons. Lógico que eles têm alguns rituais que a gente não a gente a gente explica de outra forma, né? Mas a gente tem que fazer assim aquilo que bate no coração. Então é isso que Barnabé falava. Quer dizer, como é que a gente toca o coração das pessoas para que elas se voltem de fato para para o Messias, pro Jesus, pros ensinos dele? Isso que é importante que a gente ressalte, tá? E eu falo assim, e eu acho que assim a conversão, como a gente teve hoje, a conversão de
ltem de fato para para o Messias, pro Jesus, pros ensinos dele? Isso que é importante que a gente ressalte, tá? E eu falo assim, e eu acho que assim a conversão, como a gente teve hoje, a conversão de um gentil no início, que foi um choque para aquela comunidade, né? Porque o judaísmo não permitia esse contato aproximado com os gentios, ir na casa deles, conversar com eles. E mas eu achei a passagem, ela é muito bonita quando Pedro coloca como ele percebeu tudo aquilo. E ele que nos escreveu o apocalipse, é muito interessante que nessa pequena passagem ele também, a visão que ele tem é recheada de símbolos, né? de símbolos mostrando que Jesus mostra para ele de um certo modo da espiritualidade mostra para ele tudo tem uma continuidade, um uma continuidade desde da formação do da nossa humanidade, todas as fases pelas quais a gente foi passando a nossa evolução. E que a gente tenha isso em mente. Ninguém é privilegiado. Todos nós estamos num processo de progresso. É um, a lei do progresso, ela ocorre, tá? E nós estamos envolvidos. Aí nosso caminhar ainda é longo, né? Então que a gente tenha isso em mente. E ele naquele momento com as palavras dele, com aquele com o simbolismo que ele traz, ele quis passar isso pros irmãos e passou isso com o coração no sentido, olha, abrem os olhos, vamos abrir os olhos. A mensagem é maior. O Cristo está nos pedindo para que a gente amplie o nosso olhar, ampliee, estenda esse nosso olhar para os que estão também vinculados ao com o mesmo propósito que nós quer fazer o bem, né? Eu acho que aí que teve toda essa discussão e essa caminhada que a gente vê exatamente com essa fundação das igrejas, as dificuldades que elas foram tendo, que foi exatamente tirar, né, o as ideias velhas para que novas ideias pudessem ter ocupar um espaço e permitir esse caminhar mais seguro nesse construção do caminho do bem. Não concorda? >> É verdade. >> É verdade, meus amigos. É verdade, meus amigos. Eu, vocês falando aí sobre a dúvida da da nossa amiga sobre os santos e aí, Hélio
uro nesse construção do caminho do bem. Não concorda? >> É verdade. >> É verdade, meus amigos. É verdade, meus amigos. Eu, vocês falando aí sobre a dúvida da da nossa amiga sobre os santos e aí, Hélio Lenira, a gente fica pensando assim no mundo de tanto egoísmo, de tanto orgulho, de tanta maldade, uma pessoa boa, né, um homem bom, uma mulher boa, feito uma irmã duce, feito padisso, né, do Nordeste. Então, são pessoas que são santas porque fazem o bem, que não é uma coisa comum. E para a maioria é um santo, porque não é comum fazer coisas boas para os outros, se doar, né, renunciar, se sacrificar. Então, às vezes pra gente são pessoas santas, realmente, né? A gente tem muito isso. Mas temos mais alguns comentários aqui. Eh, a Mary Cleade, Hélio, a Mary Cleade diz assim: "A casa do caminho que se refere é a igreja em Antioquia?" Não, não é. E aí eu já busquei aqui alinhar e quem assistiu, se a Méri assistiu uma atividade da Marta, não sei se foi nessa última aula, se foi na anterior, onde ela mencionou que nas vezes que ela foi, nós temos uma dificuldade para encontrar hoje o registros da casa de caminho, da casa do caminho, que foi aquela casa que agasalhou os apóstolos, onde eles trabalharam, onde Estevão foi acolhido, onde Saulo fez aquelas as pregações e fez o seu discurso e Estevão rebateu. Essa essa casa é uma ruína hoje ou estas esse ambiente é uma ruína. E a Marta até comentou que eles tentaram, inclusive com geolocalizadores, tentar ter mais certeza. Então eles têm lá em Jerusalém um lugar onde temos as ruínas dessa casa do caminho que é citada como essa esse a primeira casa. vamos se dizer, de caridade, de assistência, de prática do cristianismo. Bom, muitos religiosos não aceitam isso e dizem que, na verdade, o templo de Jerusalém foi construído, já que ele foi eh desconstruído, né? ele foi destruído, depois foi reconstruído, que ele foi reconstruído e que ele está no lugar da casa do caminho com o que eu não concordo. São duas coisas diferentes, são dois ambientes
onstruído, né? ele foi destruído, depois foi reconstruído, que ele foi reconstruído e que ele está no lugar da casa do caminho com o que eu não concordo. São duas coisas diferentes, são dois ambientes diferentes, mas alguns textos evangélicos eles trazem uma espécie de confusão. Quando eles começam a falar dessa casa do caminho, que era uma casa onde tínhamos os apóstolos Estevão, etc. tá fazendo aqueles trabalhos, eles confundem e continuam escrevendo e citando como se lá fosse depois do tempo de Jusalém. Não é, não é, são dois ambientes diferentes. E aí essa casa do caminho, né, com que ela fazia no tempo aí, eh, no ano, vamos se dizer assim, 30, 40, 50 depois de Cristo, essa casa do caminho, ela foi fundamental para colocar uma base. E essa que os espíritos dizem que a gente volte a ela. Mas o que que aconteceu? Essa casa do caminho tão ruína inicial, etc., Ela se fez de novo a 480 km aqui na cidade de Antioquia. Então a reconstrução da igreja de Antioquia com base na casa do caminho, com a influência de Pedro, com a influência dos apóstolos e do próprio Barnabé, ela é considerado um marco de continuidade, como o próprio texto o fala aí, é uma célula da casa do caminho. Então o que que acontece? Essa igreja de Antioquia assume um papel de expansão, de pregação. Tanto é que o fenômeno do Pentecostes foi lá que aconteceu o grande, o evidente. Depois o segundo Pentecostes, o terceiro e quartos menores que não causaram, não tem tanto registro na literatura cristã. Mas eles aconteceram nessa igreja de Antioquia que fica nessa cidade de Antioquia de de da Síria, não é? Aquela Antioquia da Psídia, né? Antioquia da Síria, que é uma cidade, né, que tinha bastante trânsito. E aí a gente tem vários textos evangélicos que comentam que foi reconstruído ali, porque ali era um lugar de movimento muito grande e era um lugar mais fácil para alcançar os gentílicos, porque disse que muitos consideram o marco inicial de conversão dos gentílicos, o trabalho da igreja e não a conversão do Cornélio. Então, eh,
de e era um lugar mais fácil para alcançar os gentílicos, porque disse que muitos consideram o marco inicial de conversão dos gentílicos, o trabalho da igreja e não a conversão do Cornélio. Então, eh, Maricleid, são na verdade três lugares diferentes. A casa do caminho original, que hoje é uma ruína, o a igreja de Jerusalém, que continua lá, e a igreja de Antioquia, que para mim ela é um marco decisivo. Eu já sonhei com essa igreja, que essa história da gente acreditar nesses negócios é muito assim. A nossa mente é limitada para entender isso. Então, gente, em determinados momentos, eu me vi naquela igreja e vi o que eu tô falando hoje. Eu vi a simplicidade, eu vi a beleza com que aqueles mesmos pregadores eles cuidavam, zelavam pela igreja. Isso é um marco inicial como trabalho de caridade, etc., que Kardec aproveitou muito bem, porque é uma referência daquilo que Kardec prega no trabalho de caridade. Aí >> é verdade. Eh, eh, Lenira, mais algum comentário sobre essa questão? >> Não, eu tava aqui vendo que a Rosana fez mais um comentário, né, com o >> É, a gente iaum Quer ler para nós, por favor. Gratidão, meus amos. Eu entendi que é porque eu acredito sim, o Chico foi um homem que passou pela fé e fez essa e fez essa fez sua qualidade. A Landed também agora hoje eles já pega no padre a pregação de pessoas. E a gente, só pra gente resgatar, esse esse menino, na verdade, ele era um menino que tinha 15 anos quando ele faleceu, ele era muito religioso, ele era um tinha um era muito devotado, ele divulgava fé e tal. Então, as pessoas viam nele uma pessoa de bem. E a gente sabe que uma vez ele indo paraa espiritualidade, ele continua seus ensinos, seus aprofundamentos. E as pessoas que se vinculam a ele de alguma forma, criando isso, pedem auxílio dele, como nós pedimos a Bezerra de Menezes, como nós pedimos muitas vezes a Chico, né? E somos amparados pela espiritualidade superior com essas luzes, através desse dessa dessa prece que dirigimos a essas pessoas. É assim que aconteceu com Carlos. E algumas
os muitas vezes a Chico, né? E somos amparados pela espiritualidade superior com essas luzes, através desse dessa dessa prece que dirigimos a essas pessoas. É assim que aconteceu com Carlos. E algumas pessoas se sentiram beneficiadas até o ponto que consideram que elas receberam uma bênção maior que eles chamam de milagre. Não vou entrar no detalhe porque a gente teria todo um toda uma explicação pelo nossa linguagem espírita com relação num paralelo com a explicação que eles dão no catolicismo. Mas o que eu falo é essa questão de que uma pessoa do bem eh e a gente pedindo auxílio a essa pessoa do bem, a gente recebe esse apoio. A espiritualidade maior nos permite essa conexão com os espíritos superiores. Se de fato o nosso coração se vincula a esse essa luz que está disponível para todos nós, o que a gente precisa é ter fé e ter confiança que a gente pode ter acesso a essa luz. Ela está dentro de nós. É só essa conexão se fazer. E a partir daí, com essa conexão, a gente vai ter os benefícios dessa fé e o merecimento que a gente fala de merecimento no nosso caso, né? Não sei se ficou, mas só para ela não ficar com tanta dúvida, porque dá para fazer um paralelo >> respeitando as linguagens, práticas, mas dá para fazer um paralelo, né? Hélio, a Marlene Tax tá dizendo aqui para você que para mim foi perfeito algumas falhas técnicas devido a tecnologia, mas sem afetar o conteúdo transmitido. Concordo plenamente. Foi maravilhoso. Hélio, eh, eu achei muito interessante a fala que você trouxe sobre Barnabé e de fato ele é realmente uma alma diferente. Isso me fez lembrar, Hélio, aquele episódio em que Saulo foi pela primeira vez lá na Casa do Caminho, meio esquálido, eh, magro, desfigurado, querendo falar com Pedro e teve umas dificuldades lá e ele não foi atendido, né, de imediato porque as pessoas tinham medo ainda dele e foi Barnabé o mediador dessa dessa questão, né? Isso me fez lembrar isso. Você agora me tocou com a história de Barnabé. Já tô querendo saber mais coisas.
to porque as pessoas tinham medo ainda dele e foi Barnabé o mediador dessa dessa questão, né? Isso me fez lembrar isso. Você agora me tocou com a história de Barnabé. Já tô querendo saber mais coisas. >> É, o Barnabé era alguém que não tinha coragem de pedir para ele e ele pedia pros outros, né? A série Toso mostra isso. E chega um momento que Jesus pergunta para ele, mas vem cá, você não vai pedir nada para você? E aí meio que ele diz o seguinte: "Não, tudo que eu tô precisando eu tenho condições de ir, etc, etc. E eu tenho que interceder em função dos outros, inclusive aqueles que não têm a fé que eu tenho, essas coisas assim, ele chama atenção mesmo por várias coisas aí. E aí eu queria fazer só um adendo que eu a gente conhece pelo Brasil lá fora muitos centros espíritas que são apoiados na igreja de Antioquia, mas eles não fazem muito sucesso. >> Eles não fazem muito sucesso porque eles não trazem coisas enigmáticas e coisas assim. Eles trazem o trabalho, a simplicidade, humildade, assistência. E isso muitas vezes faz a gente refletir. Nós ainda, a grande maioria não tem condições de entender a importância disso, mas nós precisamos continuar insistindo, né? E aí, por exemplo, o o a a conversa que você teve, a Lenira falou também, eh, o padre Cícero tem-se feito em mensagens na FEB, agora com o transcurso do Divaldo, ele se fez presente com a morte do Papa, desencarnação do Papa Francisco, ele também se fez, ele dizendo que ele faz isso porque nós já não precisamos de santos. Nós, como ele diz, somos sinais do Cristo melhores do que aqueles que ainda precisam de santos. Mas o que ele pede sempre é que a gente tenha muita amorosidade eh para ajudar a fazer com que aquele que ainda precisa do santo, a gente não tire este santo, mas oriente ele que ele vai construindo em si essa santidade, essa condição e daqui a pouco ele não precisa do santo, né? Ou seja, se ele tem fé no santo, né, de uma certa forma vaiá construindo e fortalecendo a fé íntima, a própria fé. E aí é muito
a santidade, essa condição e daqui a pouco ele não precisa do santo, né? Ou seja, se ele tem fé no santo, né, de uma certa forma vaiá construindo e fortalecendo a fé íntima, a própria fé. E aí é muito interessante porque o padre Cisto tem dito, todo mundo sabe dessas coisas, mas o que a humanidade precisa é de sinais do Cristo. E as pessoas que têm o santo como devoção, muitas vezes elas não dão o santo, não dão, né, o sinal do Cristo como deveria dar. Então eu preciso de vocês espíritas para que vocês sigam cada vez dando mais sinais do Cristo e ajudem os irmãos que estão em outras religiões a fazer com que, né, a gente tenha esses sinais. E aí eu tô me lembrando agora, alguém deve estar me aconselhando, né, o quanto que algumas igrejas católicas estão migrando pro fenômeno, né, o quanto que elas estão, principalmente na madrugada, elas estão trabalhando muito o fenômeno. Tem sempre, obviamente, presencial, é uma coisa gravada, mas tá indo o ar para mostrar, ou seja, é o mediunismo, né? é o fenômeno eh e se intensificando, que na época quando a gente discute Pentecostes, a gente sabe que ele foi, entre aspas, estimulado pelos espíritos para que acontecesse na igreja de Antioquia, onde os apóstolos começaram a falar várias línguas, essa coisa toda. Aquilo foi criado para chamar um ponto de atenção para a partir dali buscar o entendimento disso e a participação do plano espiritual na nossa vida. Outros depois surgiram e hoje nós temos as igrejas evangélicas voltando a, entre aspas, a estimular isso, porque elas estão precisando amarrar, explicar algumas coisas e tão fazendo isso. Nada contra, isso não é uma crítica, isso é só uma constatação do que tá acontecendo hoje. Só nós não podemos transformar o templo espírita num templo de mediunismo, né? Nós temos que ter cuidado porque acima de tudo é um lugar para se reunir em almas que precisam, às vezes precisam muito e que possam ser ajudados num lugar onde se abre uma janela para os céus para que a espiritualidade ajude na ótica do
a de tudo é um lugar para se reunir em almas que precisam, às vezes precisam muito e que possam ser ajudados num lugar onde se abre uma janela para os céus para que a espiritualidade ajude na ótica do merecimento e da necessidade, aquelas necessidades que você faz. É verdade, Elo. E aí a área do atendimento espiritual na casa, né, precisa assim de muita atenção, porque é para onde as pessoas estão correndo, tá? Às vezes é a última porta que elas vão bater é na porta do centro espírita. E a gente precisa ter esse zelo, esse acolhimento carinhoso, amoroso, sem crítica, sem sem censura, mas acolher como faria Jesus, como fizeram os apóstolos, né, na Casa do Caminho, na igreja de Antioquia. A gente precisa reviver esse cristianismo dentro da simplicidade, não é? Mas meus amigos, nós estamos já aqui pertinho do nosso tempo, mas tem aqui vários depoimentos agradecendo, Hélio. Que lindo. Entendi. Gratidão por mais um Evangelho. E aí, eh, a Gláus tá aqui. Gratidão pelo estudo esclarecedor da noite, por sabermos notícias dos irmãos que souberam vencer as dificuldades e continuam a zelar por todos, né, Lenira? Mais algum comentário, minha querida? >> Não, eu poderia dizer que eh Barnabé também, o nome dele significa filho da consolação, né? Então, ele tinha essa habilidade de consolar, de encorajar, de levantar o ânimo dos outros, né, que estavam ali. E ele fez isso quando ele acolheu Paulo já logo após a sua conversão. Então, isso foi muito importante pra gente ter em mente, tá? Ele ele é lembrado como um discípulo exemplar de de um homem de fé, de voltado de muita generosidade, encorajamento mútuo e uma missão corajosa de levar o evangelho a todos, especialmente aos mais necessitados, como ele trabalhava. Então ele que ele seja também para nós um referencial sempre, né, nessa nessa nesse papel que a gente tem de levar o evangelho para as pessoas que têm menor menos acesso. Acho que nós temos esse papel de levar. Hoje a gente pelas mídias sociais a gente leva o evangelho para quem tem muita
que a gente tem de levar o evangelho para as pessoas que têm menor menos acesso. Acho que nós temos esse papel de levar. Hoje a gente pelas mídias sociais a gente leva o evangelho para quem tem muita informação e às vezes não tem acesso a esse tipo de informação, mas que a gente lembra que também tem que levar para nas casas espíritas para aqueles os mais necessitados que não têm acesso a leituras, a livros e que precisam dessa nossa palavra, desse nosso encorojamento, né, dessa dessa generosidade de levar os ensinos do mestre. É, eu >> verdade, amigo. Põe não, >> eu queria comentar o que a Glau citou. Ela pegou o fio da meada, né? Se eu for avaliar Barnabé, ele não era hom bonito, era um homem relativamente feio. Ele era até meio renguinho da perna, mas ele fez uma coisa extraordinária que foi usar o exemplo. Ele até não gostava de falar. Eu me lembro do diálogo dele com Paulo para saber quem ia fazer a pregação. E Barnabé tava tentando convencer o Paulo, Paulo fazer, o Paulo falava: "Não, mas você tem bem mais condições, você fala melhor, não sei que lá". E aí o Barnabé vai, ele nunca se fez aparecido, como dizem aí, ele nunca quis aparecer, etc. Mas como exemplo para mim, ele é fundamental. E dentro da da linha que a Glaus estava comentando, a gente precisa se apoiar nesses exemplos, porque esses espíritos continuam entre nós. E eu só citei o fato do irmão José, porque eu não tenho, eu não tenho dúvidas. Pode ser que amanhã depois alguém me apresente, mas o que importa é eu não tenho dúvidas. Eu não tenho dúvidas de que Barnabé é o irmão José original este. Por quê? Ele continua do mesmo jeito. A mensagem dele tá totalmente coerente com isso que a gente tá falando. E esses espíritos continuam existindo. Eles estão procurando companheiros para caminhar com eles e que somos nós. Ele vai conversar com Chico, vai conversar com Divalo, vai conversar com Haroldo. Não, ele vai procurar aqueles instrumentos que estejam dispostos a servir. Então, se a gente muitas vezes
e somos nós. Ele vai conversar com Chico, vai conversar com Divalo, vai conversar com Haroldo. Não, ele vai procurar aqueles instrumentos que estejam dispostos a servir. Então, se a gente muitas vezes se perde no queixume, na lamentação dos dias atuais, nas crises que nós temos, nós temos uma belíssima oportunidade. E aí eu tô me lembrando do Nestor. Nestor tem estado muito presente na FEB nos últimos dias e acredito que é dele porque ele me convenceu de que tudo é oportunidade. E quanto maior a necessidade, quanto maior o caos, quanto maior a crise moral, mais eu tenho oportunidade de fazer o que eu sei que preciso fazer. Então o templo, o tempo hoje, os dias atuais precisam de exemplos como Barnabé, não é só naquele tempo, é os tempos atuais. E que a gente tenha a certeza de que esses espíritos estão nos ajudando e mais do que nós imaginamos, né? Que a gente possa ser digno, merecedor na simplicidade, na humildade, que é esses os veículos que eles gostam. Aqueles que gostam de aparecer e na tribuna pública, falam bonito e organizam um discurso, uma retórica. Muito bem. Na verdade, se não tiver ninguém, até vai eles. Mas não são estes os autênticos quebam como instrumento. Somos nós. É uma mãe que muitas vezes num lar sem comida ergue os olhos pros céus e pede: "Ô pai, me ajuda aqui". E aí, de repente alguém bate e oferece um saco de farinha. um pouco de arroz. Então, esses espíritos valorosos nós temos. E aí eu volto a mencionar para finalizar que nós estamos na pátria do evangelho. O Brasil que a gente vê aí não é o Brasil de ontem, não é o Brasil da discussão. 80% do povo brasileiro é honesto, é simples, é trabalhador, tem fé e por causa disso que nós somos a pátria do evangelho. que a gente tem muito que fazer ainda, mas tenhamos a coragem de nós sermos os novos barnabés, de nós sermos para ser Paulo, é muito difícil porque para te ter um conhecimento precisa ser um ciclopédio ambulante, vai demorar muito, mas para ser Barnabé não. Barnabé não temos condições com o que a gente conhece, é
ser Paulo, é muito difícil porque para te ter um conhecimento precisa ser um ciclopédio ambulante, vai demorar muito, mas para ser Barnabé não. Barnabé não temos condições com o que a gente conhece, é só seguir os passos dele. Então a minha gratidão por esse momento, por poder falar isso, sentir isso e me apoiar obviamente nesses exemplos aí. Maravilha, Hélio. Nós é que agradecemos a você, a Lenira, a participação aqui dos amigos no chat, a Janice Lu, né, a nossa querida Janice tá aqui agradecendo a equipe e a Marlene, gratidão por tudo, né? muita gente agradecendo a a Marcele Esteves, a nossa querida Marlene, enfim, nós ficamos felizes com a participação de todos e chamamos aqui o nosso querido Robson, que está aqui na técnica, nos proporcionou eh condição de receber este banque >> e nos socorreu, né? >> Obrigada aí, Robson. Então, amigas, obrigada, Lenira, Hélio. Foi realmente assim. Eu fiquei encantada, principalmente com Barnabé, que eu não conhecia tantos detalhes, mas agora eu vou prestar atenção no evangelho. Quando falar em Barnabé vou ficar mais atenta. >> E aí, aproveita, aproveita, já que tu vai pesquisar, porque alguns acham que e deram uma um aspecto de ser um pouco renguinho nele para sensibilizar. E aí eu procurei saber se ele era verdadeiramente, se aquilo foi acrescido eh para sensibilizar mais. Até onde eu sei, ele era, entre aspas, um pouco rengo de uma perna da direita, etc. Mas já que você vai pesquisar, podear vai nos enriquecer também. >> Vou sim, que eu fiquei interessada, me me tocou, né? E e a história de Barnabé me tocou porque é o que eu o que eu acho interessantes é simplicidade e acolhimento. É o que a gente tá precisando nessa transição turbulenta, né? Mas agradecemos aos amigos aqui, a querida Janice, a todos e convidamos o nosso querido Robson para fazer a nossa prece de agradecimento. >> Obrigado, Marlúci. Então, queridos, tava refletindo aqui ainda, né, naquela mensagem mais cedo, onde falou que paraantar os corações de Jesus Cristo é indispensável sermos
a prece de agradecimento. >> Obrigado, Marlúci. Então, queridos, tava refletindo aqui ainda, né, naquela mensagem mais cedo, onde falou que paraantar os corações de Jesus Cristo é indispensável sermos fiéis servidores do bem, né, e trazer o cérebro repleto de inspiração superior e o coração inflamado na fé viva. Então vamos aproveitar que após esse estudo maravilhoso conduzido pelo Hélio, tenho certeza que estamos com os nossos cérebros repletos de expperações superiores e os nossos corações inflamados nessa fé viva. Que com isso possamos então nos tornar esses servidores fiéis. E mais do que isso, já que nos sentimos os nossos corações já, podem possamos também imantar outros corações através dos nossos pensamentos, atitudes, palavra e que possamos imantar esses corações que estão à nossa volta em nossos lares, os nossos amigos, nossos colegas de trabalho, nosso ambiente de trabalho, nossos vizinhos, familiares, todos aqueles que cruzam conosco durante o nosso dia. possamos Jesus, sentindo-o entre nós, sensibilizados que estamos, que possamos agradecer este momento, esses exemplos como de Barnabé que nos inspiram, sabendo que com as nossas transformações diárias, pouco a pouco, um dia seremos este um homem de bem, como exemplo aqui trazido. noite de hoje. Que possam os nossos lares, nesse instante estarem repletos de luz, de paz e de amor. E que possamos senti-los, não apenas hoje, Jesus, de maneira tão intensa em nossas vidas, mas que possamos transformar cada vez mais os momentos diários, para que possamos senti-los, senti-lo junto a nós e sentir em nossas ações que estamos alinhados com seus exemplos. e com as suas lições, que os lares de todos estejam repletos de luz e que possamos ter outros dias como de hoje para o estudo, para as reflexões e as mudanças. Graças a Deus. >> Graças a Deus. Obrigado, querido Hélio. Obrigado aqui aos amigos e lembramos a todos que próxima segunda-feira estaremos aqui novamente para mais um estudo trazendo Jesus para bem pertinho de nós.
>> Graças a Deus. Obrigado, querido Hélio. Obrigado aqui aos amigos e lembramos a todos que próxima segunda-feira estaremos aqui novamente para mais um estudo trazendo Jesus para bem pertinho de nós. Gratidão a todos e até a próxima. Obrigado, Robson, Lenira, os amigos todos. Hélio, gratidão. Deus. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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