#1670 Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração | 04/12/25

FEBtv Brasil 05/12/2025 (há 4 meses) 30:23 207 visualizações

A FEBtv traz diariamente o Palavras de Luz - Mensagem ao seu coração. Um momento de consolo e paz para cada dia do ano por meio de oração e irradiação à toda a humanidade. Acompanhe a programação semanal (horário de Brasília): Segundas, Quartas e Sextas às 18h Terças, Quintas, Sábados e Domingos às 20h30 Transmissão ao vivo pelos canais da FEBtv. Para acesso ao conteúdo gravado: https://febtv.live/palavras_de_luz Para acesso ao link de acolhimento fraterno: https://febmidia.com/palav...

Transcrição

Boa noite, amigos queridos. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso programa Palavra de Luz. Mensagem ao seu coração. Esse momento nosso, que é um momento de abraço virtual diário, né? Estamos aqui todos os dias para que nós possamos aprender juntos. Temos, estamos aqui já com os nossos amigos no chat, o Deus Der, a Vera Lúcia, a Cintia Orosco, Alda Bulátio, Galdino, a Marlene Tax, Maria Canedo, Rose, a Ivonete, Marcela dos Santos, Maria, Fátima, todos vocês, né, que vão se fazendo presentes no nosso momento dessa noite. Nós estamos aqui, nosso trio, na verdade, o nosso quarteto. A Cecília já está voltando aí, ela teve uma queda de energia, ela tá até aqui já novamente e vamos dar as boas-vindas, né, essas três meninas, as super poderosas que estão aqui comigo hoje. >> Boa noite, Cris, tudo bem, amiga? Boa noite, amigo Lucas, amigas Isa, Cecília, amigos queridos que estão conosco nessa noite aqui em Brasília choveu hoje o dia inteiro, então tá né CS, uma noite meio chuvosa, aquele tempo assim chove e para. >> Então uma boa noite bem carinhosa para todos vocês. Que Jesus nos abençoe no nosso programa de hoje. >> É isso mesmo. Boa noite, Cissa. Tudo bem, amiga? Tudo certo com energia? É, vamos ver, né, até que ponto a energia, o sistema nos sustente pro trabalho de hoje, mas já fico feliz de poder retornar aqui e que bom ver tantos rostinhos queridos, né, que sempre nos acompanham, que sempre nos abraçam amorosamente, não só as quintas, mas em todos os dias da semana. Mas hoje a gente, eu particularmente acho muito fofinho esse quarteto, né? Não sei vocês, mas a gente vem aqui agradecer, viu? E obrigada ao Lucas, a Cris, a Isa, a vocês todos. Isso mesmo. Galdinho já fala aqui, né? Amo essa turminha jovem de quinta-feira, né? Coisa boa. [risadas] Representando. Obrigada, Galdinha. >> E aqui eu vou passar a palavra pra Isa já para ela dar as boas-vindas dela também para ela já poder fazer a nossa hora Canção da noite, né, Isa? Boa noite, amiga. Tudo joia? Isso mesmo. Boa

ldinha. >> E aqui eu vou passar a palavra pra Isa já para ela dar as boas-vindas dela também para ela já poder fazer a nossa hora Canção da noite, né, Isa? Boa noite, amiga. Tudo joia? Isso mesmo. Boa noite, Lucas, Cris, Cecília, a todos os amigos. Que vocês se sintam muito bem-vindos, abraçados, acolhidos e que Jesus abençoe a nossa noite. Vamos fazer então a nossa hora canção, uma música que se chama Maior de Composição do Dani Black. Eu [música] sou maior [música] do que era antes. Estou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério [música] e do silêncio. Somente o tempo vai me [música] revelar quem sou. As cores mudam, as mudas [música] crescem. Quando se desnudam, quando não se esquecem daquelas dores que deixamos para trás, sem saber que aquele choro vale a ouro. Estamos existindo entre mistérios e silêncios, evoluindo a cada lua, a cada sol, se era certo ou se errei, se sou súdito, se sou rei. Somente atento à voz do tempo, saberei. Eu sou maior [música] do que era antes. Estou melhor. Sou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério [música] e do silêncio. Somente o tempo vai me revelar quem sou. Eu sou maior do que era antes. Estou melhor. Estou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério e [música] do silêncio. Somente o tempo vai me revelar quem sou. As cores mudam, as [música] mudas crescem quando se desnudam, quando não se esquecem daquelas dores que deixamos para trás, sem saber que aquele choro valia. Estamos existindo entre mistérios e silêncios, [música] evoluindo a cada lua, a cada sol, se era certo ou se errei, se sou súbdito, se sou rei, somente atento a voz do tempo, saberei. E eu sou maior do que era antes. Sou melhor do que era ontem. Eu sou filho do mistério [música] e do silêncio. Só em teu tempo vai me revelar quem sou. Eh, que lindo, Isa, parabéns. >> Linda a música, Isa. Muito iluminada você, né? aí já por trazer essa música tão bela que fala muito sobre o nosso tema também, né? Vamos lembrar a todos aqui os nossos amigos que estão conosco,

ns. >> Linda a música, Isa. Muito iluminada você, né? aí já por trazer essa música tão bela que fala muito sobre o nosso tema também, né? Vamos lembrar a todos aqui os nossos amigos que estão conosco, que o nosso momento palavra de luz é baseado neste livro, né, que dá o nome ao nosso programa e cada dia do ano [música] a gente traz então uma mensagenzinha para vocês. Então, seja novamente muito bem-vinda a Vera Lúcia, a Joana, o Anderson, a Cíntia, a Maria Luía Bitencur, Roseni. nossos amigos já vão se fazendo presentes, os nossos amigos vão nos ouvir depois, vão nos ver aqui [música] depois, né, pelas gravações também do Facebook, YouTube e do Instagram. [música] Então vamos nessa para mais um estudo, para mais uma reflexão da nossa noite, dos nossos estudos diários. Vou passar a palavra pra Cris, então, para que ela possa nos guiar. Amiga, com você. >> Então, vamos lá. Vamos dar início então à nossa leitura do dia de hoje, dia 4 de dezembro. Em tudo que sentirmos, pensarmos, falarmos ou fizermos, doemos aos outros o melhor de nós. Reconhecendo que se as árvores são valorizadas pelos pelos [música] próprios frutos, cada árvore recebe e receberá invariavelmente a atenção e auxílio do pomicultor, [música] conforme os frutos que venha a produzir. Tá no livro Rumo Certo, Febitora, do nosso Chico, pelo espírito de Emanuel. E esse trechinho tá no capítulo 23 do livro [música] intitulado Autoaprimoramento. Então vamos lá, meus amigos, vamos conversar um pouquinho sobre o tema da noite de hoje. Quando o Emanuel, nesse capítulo, quando ele fala [música] da questão do autoaperfeiçoamento, antes dele chegar nesse trechinho que a gente leu, eu gosto de de fazer com vocês um breve uma breve análise do contexto do capítulo. Nesse nesse capítulo, Emanuel, ele ele nos traz a questão essa questão do nosso processo de autoconhecimento e que às vezes quando a gente entra nesse processo, a [música] gente se depara com um sentimento de culpa. Porque é muito comum quando a gente tá buscando [música] eh a nossa

cesso de autoconhecimento e que às vezes quando a gente entra nesse processo, a [música] gente se depara com um sentimento de culpa. Porque é muito comum quando a gente tá buscando [música] eh a nossa espiritualidade, a gente fazer um, digamos assim, um diagnóstico das nossas condutas, né? E às vezes, como espíritos errantes, que ainda somos natural, né, a gente acaba se deparando com atitudes que depois a gente acaba trazendo esse processo de culpa pra gente, [música] sabe? E aí eu me lembrei daquela questão 919 do livro dos espíritos, que que é [música] respondida por Santo Agostinho Kardec. Eu vou rapidamente só ler um trechinho pra gente se recordar. É quando ele fala sobre o conhecimento de si mesmo. E aí Kardec fala, né, qual faz a pergunta, qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nessa vida e de resistir à atração do mal? E aí os espíritos respondem: "O sábio da antiguidade volo disse: "Conhece-te a [música] ti mesmo, né, Sócrates, né, a gente sabe." E depois aí Kardec pergunta novamente: "Conhecemos toda conhecemos toda a sabedoria dessa máxima, porém a dificuldade está precisamente em cada um conhecer-se a si mesmo. Qual o meio de consegui-lo?" E aí vem Santo Agostinho com esse trecho maravilhoso, maravilhoso, que é bem conhecido, né, de nós, que ele diz assim: "Fazei o que eu fazia quando vivi na terra". No final do dia, interrogava a minha consciência, passava revista o que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. E aí ele vai trazendo pra gente aquele autoexame, né? o exame da nossa consciência. E aí o que a gente precisa entender aqui nesse contexto é que quando a gente faz esse exame, a gente tem que trazer isso não como eh um motivo de tristeza, né, ou de desânimo ou de autopiedade. Na verdade, é até aquele ditado, [música] né? Chorar pelo leite derramado não vai limpar a sujeira, não é isso? Então, a gente tem que fazer esse processo de autoconhecimento, mas o principal, o foco da leitura de

até aquele ditado, [música] né? Chorar pelo leite derramado não vai limpar a sujeira, não é isso? Então, a gente tem que fazer esse processo de autoconhecimento, mas o principal, o foco da leitura de hoje é que a gente precisa servir enquanto ainda estamos nos curando. O trabalho no bem, ele não é um prêmio já para quem eh já é santo, vamos dizer assim. Ele é um remédio [música] para quem quer se fortalecer, quem quer crescer, porque ninguém nasce pronto, gente. Nós somos [música] espíritos simples, puros, ignorantes, criados por Deus. E são as nossas experiências [música] que vão fazendo que a gente eh avance, né, que a gente progrida. Então, eh, esse, a gente tem que fugir do imediatismo espiritual, mas nada impede de que a gente, enquanto faz esse processo de reforma íntima, [música] a gente sirva, a gente trabalhe, a gente aja e aos poucos a gente vai se melhorando gradualmente. Então, certas condutas que antes a gente tinha, primeiro a gente começa aquele processo de se envergonhar e falar: "Puxa vida, não devia ter feito isso". Depois a gente começa já a parar para pensar antes de fazer e depois já não faz mais. É um processo gradual, né? Um processo lento de de aprimoramento. Mas aonde é o melhor lugar pra gente crescer? pra gente eh colocar em prática essa reforma íntima [música] é no trabalho, é no trabalho do bem. As nossas casas espíritas, eu já comentei isso aqui outra vez, elas estão repletas de oportunidade para que a gente se envolva nos trabalhos. A gente tem trabalho de evangelização, a gente tem trabalho da assistência social, [música] a gente tem trabalho nos estudos, né, na na nas reuniões mediúnicas. A oportunidade de servir ao Cristo, ela é inúmera. E quando a gente serve ao nosso semelhante, [música] é a Jesus que a gente tá servindo, né? E aí, esse final do do do capítulo é justamente esse trecho que a gente leu aqui, em que aí Emanuel, na verdade, ele tá trazendo uma conclusão da lei de causa efeito, né? Quando o pomicultor ele cuida da árvore,

final do do do capítulo é justamente esse trecho que a gente leu aqui, em que aí Emanuel, na verdade, ele tá trazendo uma conclusão da lei de causa efeito, né? Quando o pomicultor ele cuida da árvore, ele faz isso e a gente dá o quê? Bons frutos, né? A árvore ela se esforça para dar bons frutos. Então, a melhor forma da gente receber esse auxílio espiritual para vencer [música] as nossas falhas não é a gente se limitar a rezar e a pedir incessantemente, mas é trabalhando em favor do próximo, né? O auxílio ele vem como recurso de trabalho, né? Então, eh, a gente tem que se aceitar, né, como a gente é, sem desculpas, mas a gente precisa trabalhar [música] para ser o que a gente deseja ser. E isso exige de nós muito esforço, muita luta, não é fácil, mas é de pouco em pouco. E aí a gente vai ser eh quem sabe o anjo da guarda de alguém, né? a gente tá sempre ali trabalhando, servindo, ajudando. E aí eu eu encontrei eh por coincidência, eu adoro os poemas de Maria Dolores. Eu não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ler, [música] mas quem ainda não teve, fica a dica, porque ela é fantástica e tem várias psicografias do Chico com os poemas dela. E aí eu encontrei um que aí eu fiquei pensando nessa nessa questão da da gente ser o anjo da guarda de alguém, da gente fazer o bem, né, a todo instante, da gente da [música] gente plantar ess dar bons frutos, né, essa questão da árvore que Emanuel nos apresenta. E aí eu encontrei bem curtinho um trechinho que eu queria muito ler para vocês, [música] porque ele traz uma reflexão tão linda sobre Jesus a nosso respeito que vale muito a pena. Ele tá num livro eh eh Afirmação de Natal. O livro é o coração missionário. Afirmação de Natal é o tema, o título do poema. [música] E ele diz assim: Acima de nossos protetores mais diletos e acima de nossos mais íntimos afetos, temos todos nós um companheiro que nos ampara e nos conduz. Esse companheiro constante que nos apoia a todo instante em todos os nossos passos ou crises da vida, [música] é

nossos mais íntimos afetos, temos todos nós um companheiro que nos ampara e nos conduz. Esse companheiro constante que nos apoia a todo instante em todos os nossos passos ou crises da vida, [música] é sempre o nosso amado Jesus. Muito lindo, né? Então, sabendo que além de termos os nossos anjos guardiões, [música] acima deles nós temos Jesus. Então isso é muito gratificante. Então que a gente possa trabalhar, servir pra gente aprimorar o nosso autoconhecimento e ao mesmo tempo chegarmos logo para perto do Cristo, né? Então essa é uma é o breve estudo da nossa noite de hoje. >> Perfeito, amiga. Maravilha. É isso mesmo, né? Estamos preparados para olharmos para dentro e a partir do que nós encontrarmos a gente [música] eh atingir, né, um um objetivo, um plano aí para que nós possamos já prontamente começar a realmente fazer a diferença, agir para a nossa evolução. Maravilho, maravilhoso sua colocação. Muito obrigado. [música] Vou chamar aqui a Cissa pra gente já começar a ler os comentários dos nossos amigos do chat, né? Já vamos fazendo presentes aqui. Cissa, você gostaria de ler que Galudin traz para nós? >> Perfeito. Vamos lá. Procuremos fazer o nosso melhor todos os dias, um dia de cada vez, aprendendo a praticar o amor e o bem em prol de todos. Perfeito, né, Galdino. Às vezes a gente imagina, né, e a gente quer mesmo do fundo do coração fazer algo que possa atingir, alcançar o maior número de pessoas. Eh, porque às vezes o contexto nos dá esse entendimento, né, que parece que isso tem maior valia, mas por vezes se nós conseguirmos dar atenção a uma pessoa, um um transeúte, né, alguém que está de passagem pelas nossas vidas na rua, na via pública, né, e que a ele direcionamos com educação o olhar, com educação o sorriso, dando-lhe atenção, dando-lhe conforto, né, no no bem tem proceder, né? Eu sei que é difícil, por vezes, né? Às vezes os contextos nos pedem muita cautela, mas são as pequenas sementes diárias, né, da da compreensão da caridade e muito que provavelmente mesmo que não

né? Eu sei que é difícil, por vezes, né? Às vezes os contextos nos pedem muita cautela, mas são as pequenas sementes diárias, né, da da compreensão da caridade e muito que provavelmente mesmo que não tenhamos a capacidade de mensurar isso, vamos angareando aí eh a atenção, [música] o carinho daqueles que cuidam dos outros a quem damos este amor, este acolhimento, né? Eu acho muito lindo uma passagem da Ivone, eh, no Recordações da Mediunidade, uma obra muito bela que ela que ela passa suas experiências como médium, né, da do cuidado que ela tem de espíritos, né, não vinculados a ela, mas a outras pessoas com as quais ela conviveu e deu aquela aquele conforto, aquela atenção, aquele cuidado, né? Então, sempre pensemos dessa forma, né? É, é entregar a quem sem ficar mensurando, né, que no futuro a oportunidade do retorno, do bom retorno a nós virá. >> Isso mesmo. Isa, você gostaria de ler o que que o Anderson traz para nós agora? >> Posso ler? Tá uma chuva tão forte aqui na minha janela assim, tá fazendo muito barulho. Vamos ver se dá certo. Eh, >> te escutar. >> Então, tá. O Anderson aqui nos diz, Madre Teresa de Calcutá disse: "É fácil amar os que estão longe, mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado. Então a nossa família, né, muitas vezes os nossos companheiros de trabalho. Então, esses são os próximos mais próximos de nós, porque Jesus veio falar isso para nós, eh, amai o vosso próximo. E até a Madre Teresa, quando ela queria falar com Deus, ela ia justamente para aqueles que estavam estirados na rua. Ela queria conversar com Deus e falava justamente com esses esses eh que são os nossos irmãos, todos nossos irmãos. Então, quando a gente eh começa a fazer esse exercício, esse treinamento de sentir realmente que o próximo é é o meu irmão, que nós somos uma família realmente, eh, não só falar que é, mas sentir realmente que somos irmãos e que somos família, tudo vai ficando mais fácil. esse exercício do amor, esse exercício do desprendimento, do nosso

ma família realmente, eh, não só falar que é, mas sentir realmente que somos irmãos e que somos família, tudo vai ficando mais fácil. esse exercício do amor, esse exercício do desprendimento, do nosso egoísmo, do nosso orgulho, eh, vai ficando mais fácil. >> Isso mesmo, Isa. Nós sabemos que nós temos todos as nossas dificuldades, temos também eh os percalços diários, né? Mas como é interessante nós lembrarmos que quando a gente age, né, quando a gente está ali em movimento para com os nossos irmãos, como você bem falou, trouxe a Mata Teresa também, né, o que ela fazia, a gente se lembra e a gente consegue ver que muitos dos nossos problemas eles existem, são importantes, sim, mas que o outro também sofre. E aí a gente consegue muitas das vezes resolver os nossos problemas a partir do momento em que a gente tá ali auxiliando também. né? A gente encontra uma luz, a gente entende melhor, né, o que que a gente pode vir a fazer na nossa situação eh [música] pessoal também. Infelizmente, amigos, nosso programa eh conta aqui com 20 a 25 minutinhos dos comentários de vocês. Temos muitos comentários na tela. O Rock acabou de trazer aqui um comentário, né, do Chico falando que a caridade espiritual, quem pratica o bem coloca movimento as forças da alma. Exatamente. Aí a Rosani nos lembra que fazer o bem sempre em todos os momentos com pequeno gesto de amor, fazer o bem nos faz bem. Então nós somos os que mais recebemos, né, Rosene? no final das contas, quando a gente se doa. Eh, mas infelizmente, apesar de todos esses comentários lindos que podemos ler, nosso programa eh tem esse período curto de tempo, né, em que aqui eh nós passamos depois desses 20 minutinhos, 25 minutos para a nossa irradiação final, para que a gente já possa finalizar os nossos trabalhos da noite. E hoje quem vai nos guiar na nossa irradiação é a Cissa. Então, vou passar a palavra para ela para que ela possa eh fazer a sua linda radiação. Amiga, >> obrigado. Antes eu dou uma dica. Quem gostou da música que a Isabela trouxe

nossa irradiação é a Cissa. Então, vou passar a palavra para ela para que ela possa eh fazer a sua linda radiação. Amiga, >> obrigado. Antes eu dou uma dica. Quem gostou da música que a Isabela trouxe hoje, né, pra gente chamada Maior de Dani Black, há uma versão com ele e o nosso bituco, Milton Nascimento, que é belíssimo vídeo para aqueles que gostaram, procurem, né, nos canais de música. que eu acredito que vocês vão gostar muito. Então vamos lá a nossa oração. Caso a energia me falte aqui, vocês me sustentam daí, amigos. Mas até que ela nos esteja conosco, vamos trabalhar e orar. Jesus amado, benfeitor querido, mestre que nos conhece, que nos ama incondicionalmente, ó Senhor, abençoado seja todo esse carinho, todo esse amor, toda essa atenção, tudo que nos entrega, Senhor Jesus, ante as possibilidades de sermos bons. Sim, Senhor Jesus, porque Deus, nosso Pai, nos criou para sermos bons e perfectíveis que somos, Senhor Jesus, no ensaio de sermos, onde ainda muito erramos, que possamos, mestre querido, cada vez mais estarmos em sintonia com os benfeitores do plano maior que nos assistem. com muita atenção, aprendendo juntos, corrigindo-nos juntos neste processo de sermos seareiros do teu evangelho, trabalhadores dessa seara maravilhosa, onde a caridade se faz presente nos menores gestos. Tudo é visto, tudo é observado. A gentileza, a prestreza, o olhar compassivo ante o momento de angústia, ante a desunião, o sorriso maledicente que não sai mais, a palavra que machuca não é mais proferida. Quem sabe o pensamento sagaz, ele ainda assim é educado. E aí assim, Senhor Jesus, vamos encontrar aquele homem, aquela mulher de bem, Senhor, que está em nós, como semente a germinar, Senhor, no solo fértil das virtudes, das leis divinas tuas, que entregaste a nós com tanto carinho, com tanta compreensão e parábolas amigas. em histórias sentidas, sensíveis, mas de fácil saber, de fácil compreender, Senhor, que tenhamos então, mestre amado e amigo, a disciplina cuidadosa, zelosa,

com tanta compreensão e parábolas amigas. em histórias sentidas, sensíveis, mas de fácil saber, de fácil compreender, Senhor, que tenhamos então, mestre amado e amigo, a disciplina cuidadosa, zelosa, respeitosa de irmos, quem sabe, diariamente ao seu encontro na leitura, no escutar, no auscultar, Senhor, as palavras lidas. ouvidas para aprender aquilo que me é necessário, não só o que me basta, mas além, para buscar cada vez mais modificar-me, adiantar-me, evoluir-me como pessoa, como ser, como ser amado e respeitado que sou, que vou aprender cada vez mais a amar-me e respeitar-me para aí, sim, Senhor Jesus, Jesus amado, entregar este respeito, esse amor a todos aqueles que comigo estarão, virão, viverão, conviverão, Senhor, nestes dias próximos, nos dias futuros, o mais próximo, como foi dito, e também o mais distante. Tudo é exercício, tudo é aprendizado, tudo é oportunidade, Senhor, quando o bem está presente, quando a sabedoria cria forma, quando a paciência espera e aprende esperar, para assim agir com cautela, com responsabilidade, com certeza, com madureza, ó Senhor Jesus, agradecemos, pois, então, toda a oportunidade de sermos quem Somos ainda nesse processo de mudança, mesmo que haja, Senhor, insegurança, que estejas conosco, ao nosso lado, a apoiar-nos, a elevar-nos pensamento e a sentirmos cada vez mais a presença amiga e sincera daqueles que nos acompanham na espiritualidade, para que assim possamos sempre sermos proveitosamente seus servos em tua seara do Evangelho. Obrigada, Senhor Jesus. Que assim seja. Graças a Deus. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Obrigado, Nurcissa, pela linda convente oração de finalização. E lembramos a todos que o Palavra de Luz ele ocorre todos os dias, as segundas, quartas e sextas à 18 horas e como hoje as terças, quintas, sábadas e domingo às 20:30. Agradecemos a presença de cada um que esteve aqui conosco, aqueles amigos que vão nos assistir depois. É uma honra poder sempre estar aqui com vocês, aprender com vocês cada dia mais. E

ingo às 20:30. Agradecemos a presença de cada um que esteve aqui conosco, aqueles amigos que vão nos assistir depois. É uma honra poder sempre estar aqui com vocês, aprender com vocês cada dia mais. E obrigado às meninas também que estiveram aqui comigo hoje. É sempre muito bom estar com elas também, escutá-las, aprender com elas que assim a gente vai seguindo de mãos dadas, né, amigas? Obrigado, gente. Obrigado, Ciss. Obrigado, Isa. Obrigado, Cris. >> Obrigado, pessoal. Boa noite, >> tchau. Fiquem com >> Beijo, amigos. Nos vemos amanhã, então. E lembrando que também todos os dias às 7 da manhã temos o Vamos orar, tá bom? Que a gente já possa iniciar o nosso dia também com uma irradiação, uma prece, uma reflexão. Fiquem com todos com Deus. Uma ótima noite de som. Ciao. Ciao.

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