16 Das causas primárias
Estudo da obra Das causas primárias com Otaciro Rangel.
เฮ Boa noite a todos. Sejam bem-vindos. A sala do em parceria de transmissão com a Rede Amigo Espírita. Web Rádio Fraternidade, Centro Espírita Chico Xavier aqui de Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita Eco Espiritismo com Otaciro e Conecta Espiritismo, onde estudamos a obra das causas primárias. Hoje com Ronaldo e com o nosso querido professor Otaciro Rangel. Seja bem-vindo, professor. >> Muito bom. Boa noite, Ronaldo. Boa noite a Ana, onde ela estiver. Hoje ela teve um compromisso, então nós estamos aqui com o Ronaldo. Vocês não agem ruim, né? Porque Ronaldo nosso companheiro sempre de tarefas também. Então, cada sexta-feira, não é? A Ana e o Ronaldo vão alternando nos nossos estudos. Então, hoje seria a Ana, mas a Ana precisou >> de usar o tempo dela com outras responsabilidades. Então, estamos aqui, eu e o Ronaldo. Muito bem. Não tem, não tem a beleza dela, né, professor? Mas vou tentar compensar aqui com muito trabalho aqui, né? É, mas se as pessoas a começar a achar gente feia, assiste tudo de olho fechado. >> Ah, então tá bom, professor. >> Eu queria aqui também dar os os parabéns aqui pr pra irmã da Ana Gicele, que hoje ela teve que lá e também pra nossa amiga Maria Amélia aqui de Santos, que hoje faz aniversário na data de hoje. Então, >> um beijo, Amélia. Parabéns. >> Um abraço fraterno, né, para todas, todas duas, que elas possam ter aproveitamento sempre no tempo de vida que a bondade divina sempre nos oferece. Fazer uma, completar um ciclo de um ano é acumular experiências no crescimento espiritual que todos nós estamos a caminho. Muito bom. >> E muito trabalho, né, professor? que nem a Méia me diz hoje a gente tem que trabalhar. Vamos trabalhar. >> É porque o trabalho é a fonte da aquisição de experiência, né? Então é muito bom tá estar trabalhando, fazendo o melhor que a gente pode pelo bem comum. >> Então tá bom. Professor, senhor quer fazer a prece inicial? >> Fazemos com muito prazer, não é? Ficamos felizes de estar aqui já com todos esses
o, fazendo o melhor que a gente pode pelo bem comum. >> Então tá bom. Professor, senhor quer fazer a prece inicial? >> Fazemos com muito prazer, não é? Ficamos felizes de estar aqui já com todos esses nossos companheiros. Vamos juntos então pensar no nosso criador, voltar a nossa atenção para esse companheiro incondicional que está sempre conosco, nosso querido mestre Jesus, a fim de que possamos em sintonia com Deus, em sintonia com Jesus, também em sintonia com os espíritos bondosos, mensageiros de Jesus, que intermedeiam entre eles ele e nós as atividades bondosas, que possamos aurir nessas fontes inesgotáveis de sentimento bom, de inteligência, de moralidade, a fim de que a gente possa se enriquecer com esse contato, porque toda conexão que a gente faz representa uma interação. E a interação é sempre uma troca. Então, pensar em Jesus é certamente conectando com ele e receber dele o amparo, a proteção, o sentimento de amor que ele está sempre irradiando para todos nós e nos alimentarmos desse sentimento que enriquece o nosso ser, que emociona, que sente, que recebe esse carinho, esse atenção. Todos nós somos espíritos a caminho da nossa felicidade. Todos nós desejamos, Senhor, melhorar o nosso comportamento, entender cada vez com mais profundidade o significado da vida e utilizarmos através da nossa vontade todo o nosso potencial no sentido de sermos criaturas úteis, alegres, capazes de nos abraçarmos uns aos outros, de nos auxiliarmos uns aos outros, de termos paciência uns com os outros, porque através dessas experiências é que nós vamos enriquecendo o nosso eu que caminha para esse grande destino que nos espera, que é o amor universal. Querido mestre, abençoe o nosso estudo dessa noite. Ajude-nos, Senhor, a termos clareza de pensamento. Ajude-nos, Senhor, a termos sentimentos bons, ligados ao aprendizado que vamos fazer, a fim de que nós não só entendamos as lições que nos chegam com a nossa inteligência, mas que também possamos entendê-las com o nosso melhor
s sentimentos bons, ligados ao aprendizado que vamos fazer, a fim de que nós não só entendamos as lições que nos chegam com a nossa inteligência, mas que também possamos entendê-las com o nosso melhor sentimento, com o coração, como tu nos aconselhaste enquanto estiveste conosco nas tuas lições dos evangelhos. Que possamos, Senhor, junto contigo, melhorar sempre, sentirmos sempre a alegria da vida e distribuímos para todos os nossos irmãos e humanidade essa alegria que refletimos de ti para todos os nossos semelhantes. Esteja conosco agora e sempre, Senhor. Que assim seja. >> Que assim seja. Professor, nós temos a Vânia, que é uma nova inscrita, Vânia Bertolino. Então, seja bem-vinda, Vânia. Todos os vídeos ficam gravados nos nos canais parceiros do Jes, do da do Eco, do inscrita Chico Xavier. A gente não sabe por onde você tá inscrita, mas tem lá toda a série para você se posicionar, né, até chegar. Eu queria fazer aqu vamos dar vida cada vez mais a esses canais, né? O uso desses canais com frequência faz com que ele se robustece acaba ficando um tempo longo entre nós, né? A gente sabe que esses canais que são abertos pela rede do YouTube, eh, são canais que tem não só um propósito de divulgar coisas, mas também tem um sentido comercial, porque toda essa essa tarefa de abrir e de manter todas essas atividades na internet são trabalhosas e precisam de recursos financeiros para serem mantidos. e que o que dá o esses recursos financeiros é justamente o uso. Então, quanto mais a gente usar esse canais, mais ele se robustece. Por isso, façamos isso com todos esses canais que nos apoiam, né, para que a gente possa continuar fazendo esse trabalho e quando chegar a minha vez de voltar pro mundo espiritual, fica aí de herança, né, para todos aqueles que quiserem aí ir aproveitando. Então é muito bom a gente deixar um legado que possa ser útil aos nossos semelhantes. Eu fico muito feliz de poder estar aqui fazendo essa atividade junto com o Ronaldo, mas a Ana e com todos vocês, porque todos nós ficamos
te deixar um legado que possa ser útil aos nossos semelhantes. Eu fico muito feliz de poder estar aqui fazendo essa atividade junto com o Ronaldo, mas a Ana e com todos vocês, porque todos nós ficamos gravados nesse canal, não é? E a gente tem aí cada um de nós, a nossa participação efetiva na construção de um mundo melhor. >> E professor, e como o senhor falou que fica gravado, eu queria colocar aqui um comentário da Suzi, Suzi Prudente lá, lá de Goiânia. Ela colocou assim: "Que pena, vocês não podem me ver. Amo demais. Você pode, a gente pode te ver, é só trocar ali no teu perfil do YouTube, você colocar sua foto, todo mundo vai te ver em rede nacional, né? >> Assim como a Lúcia aqui, ó, >> que ela colocou. Que linda abertura. A Cátia, belíssimas imagens, bem pertinentes assuntos. >> A gente não vê diretamente, mas vê a foto, né? >> É, vê a fotinha. E a Valéria colocou: "Gente, que introdução é essa?" >> Isso aí eu é a cabeça e o coração da Ana. >> É trabalhando, trabalhando. E a Grecia colocou: "Abertura sempre linda". Então, esses são alguns dos comentários, mas tem muita gente já aqui no chat, professor, deixando seus likes, né? Tem a encarnação que sempre tá com a gente, a Diná, o Marcondes, a Luciene, a Nilscia, Ana Cintra e a Osmarilda. E vai, vai gente aqui, hein, professor? >> É, tem o Stevan Figueiredo, olha aqui, mora ali perto da divisa Goiás em Minas. Muito bom. >> É a Helena e a Vera aqui de Santos. A Ana com dois ns também tá aí, ó. sempre tá conosco. >> Isso, isso da Suzi. Suzi, estamos sempre juntos. Suzios estudos. Um abraço. >> Três mosqueteiros do amor. >> Então vamos lá professor. Hoje o senhor vai falar de >> instinto e inteligência. Veja que coisa maravilhosa >> esse tema, não é? que está na primeira parte do livro dos espíritos é muito bonito e ao mesmo tempo é um tema, não é, de momento, porque todo um objeto do estudo da psicologia, não é? a gente entender inteligência, instinto, é importante para que a gente possa também administrar em nós mesmos o uso dessas duas
não é, de momento, porque todo um objeto do estudo da psicologia, não é? a gente entender inteligência, instinto, é importante para que a gente possa também administrar em nós mesmos o uso dessas duas possibilidades que Deus nos concede. Então, nessa primeira parte do livro dos espíritos, esses conceitos, né, são simplesmente colocados, sem muita sem muita amplificação, porque eles vão ser mais tarde desenvolvidos nas partes seguintes da da do próprio livro dos espíritos. E também, não é, no livro da Gênese, no capítulo 3, Kardec faz uma extensão desses estudos tratando desses dois temas que são muito importantes. Então, aqui no livro dos espíritos, a gente tem essas primeiras perguntas que Kardec investiga no mundo espiritual, que vai nos dar uma ideia clara sobre o significado dessas aquisições que nós temos. Então são os ensinos dos espíritos que t de atender a promessa de Jesus, não é, de que o paracleto ou o a doutrina espírita ou o consolador tinha que ficar conosco até a consumação dos séculos. Então isso significa que todos esses princípios básicos têm que estar eh eh atendidos, né, nas bases da doutrina espírita. Então, é muito importante a gente eh fazer uso desse conhecimento e compreendê-lo com muita clareza, tá certo? Então, é assim que Kardec começa fazendo perguntas muito inteligentes a respeito. Vejam só a pergunta 71 como ela é bem significativa. A inteligência é atributo do princípio vital. Olha só, quando Kardec pergunta se a inteligência é atributo do princípio vital, o que que ele fez antes? Primeiro ele pôde distinguir na natureza, fez uma análise disso dos da da matéria orgânica e da matéria inorgânica. Então, a matéria inorgânica são as coisas brutas, as pedras, não é? as rochas, a água, o todas as coisas, objetos materiais que a gente encontra, que estão constituídas pelos elementos químicos que a gente já conhece e tá bem colocado na no tabela periódica dos elementos químicos, mas dentre esse material bruto, grosseiro e e que são inanimados
que estão constituídas pelos elementos químicos que a gente já conhece e tá bem colocado na no tabela periódica dos elementos químicos, mas dentre esse material bruto, grosseiro e e que são inanimados a gente observa que tem corpos orgânicos que têm atividades diferentes, que nós já estudamos na da vez anterior, onde Kardec então coloca que esses materiais orgânicos que apresentam o processo da vida, eles têm algo diferente do material inorgânico, do material mineral bruto, que é a vitalidade. E aí ele descobre, não é, numa análise cuidadosa, que todos os objetos que apresenta o processo da vida estão animados por um princípio chamado princípio vital. Esse princípio vital é que caracteriza a vida biológica. Então, tudo que tem vida biológica tem princípio vital. Mas quando a gente analisa o homem especificamente, a gente vê que além do homem ter o princípio vital, ele tem uma outra característica especial, que é a realidade espiritual. Então a gente começa a compreender, não é, que as coisas na natureza se apresentam em diferentes formas, em diferentes estados, em diferentes propriedades. Então a gente encontra nos processos da vida algo que diferencia de matéria grosseira, inanimada, que é o princípio vital. Mas nos seres que agem com vontade e com uma inteligência, há algo diferente, não é? Porque tem vontade própria que decide coisas. Então, tem um ser espiritual e ele distingue, portanto, o princípio vital do princípio espiritual, como de eh de descreve também a diferença entre o princípio material, que dá caracterização pelas suas transformações aos objetos inanimados e a matéria grosseira que pode ser utilizada pelo princípio espiritual. E essa matéria grosseira que vai ser utilizada pelo princípio espiritual, ela tem que estar animada pelo princípio vital, precisa ter a vida, tá certo? Então tudo que tem vida tem um princípio inteligente associado, mesmo que seja na forma rudimentar. E nos seres mais evoluídos, não é? nas espécies mais evoluídas, em algumas
isa ter a vida, tá certo? Então tudo que tem vida tem um princípio inteligente associado, mesmo que seja na forma rudimentar. E nos seres mais evoluídos, não é? nas espécies mais evoluídas, em algumas classes de animais e também no homem, a gente vê um princípio espiritual mais adiantado e especialmente no homem, um princípio espiritual suficientemente adiantado para expressar a sua própria consciência e individualidade. Então isso garante a existência do ser espiritual. chama de espírito tudo que está representado pela vida humana. A vida humana é a expressão do princípio inteligente que chegou no processo evolutivo na fase humana. É um espírito, um espírito imortal. Enquanto que nos animais existe um princípio inteligente em desenvolvimento que um dia, através dos processos milenares de evolução, vai atingir um estágio de adquirir também a consciência da própria individualidade vai se tornar um espírito como nós somos. Então, o processo da vida dessa evolução, a gente estudou cuidadosamente no livro Evolução em Dois Mundos. Então aqui essa pergunta do de Allan Kardec é uma pergunta para distinguir, não é? Se a inteligência, o princípio inteligente está ou é um atributo do princípio vital, uma vez que o princípio vital não é aquilo que diferencia o a matéria inanimada da matéria animada ou orgânica, tá certo? que apresenta uma vitalidade, um processo, um ciclo de vida. Portanto, se a inteligência é um atributo desse princípio vital, vejam bem a resposta dos espíritos, não. Pois que as plantas vivem e não pensam, só tem vida orgânica. Então, a inteligência aqui está compreendida com aquilo que tem a capacidade de pensar. A inteligência continua os espíritos e a matéria são independentes. Porquanto um corpo pode viver sem a inteligência, mas a inteligência só por meio dos órgãos materiais pode manifestar-se. Necessário é que o espírito se una à matéria animalizada para intelectualizá-la. Então, todo indivíduo, todo organismo, não é, que está animado de vitalidade,
dos órgãos materiais pode manifestar-se. Necessário é que o espírito se una à matéria animalizada para intelectualizá-la. Então, todo indivíduo, todo organismo, não é, que está animado de vitalidade, que tem o princípio vital e que age com inteligência, então ali tem um espírito, um espírito capaz de mostrar a sua inteligência. Então, é muito importante a gente compreender isso com clareza. Fica então explícito nessa resposta mais uma vez que a inteligência é um atributo do espírito, não da matéria, que o princípio vital é uma modificação do princípio do fluido cósmico e que não tem vida por si só. Ele é o combustível que anima a vida. Mas quem expressa a vida a rigor é o princípio inteligente ou o espírito propriamente dito. Então, as plantas não têm inteligência. É também importante a repetição de que o espírito se liga à matéria para intelectualizá-la. A repetição de que o espírito se liga à matéria para intelectualizá-la, é para dar para nós, não é, a o entendimento claro, não é? Que o ser inteligente que se manifesta na vida é um princípio espiritual permanente, individualizado, que garante a sua existência a partir daí para sempre, tá? Ok? Então, a inteligência se manifesta por meio da matéria, seja ela grosseira como no ser humano, com o corpo físico, ou sutil como nos estados dos espíritos já purificados. Então, vejam bem, a gente não pode eh a gente pode conceber pelo pensamento o espírito como diferente do fluido cósmico, porque o fluido cósmico é a roupagem do espírito. Mas o espírito para se apresentar e se interagir com qualquer coisa, ele precisa da matéria. mesmo que seja a matéria sutil do fluído cósmico modificado, que é a sua corporificação perespiritual. O perespírito é, portanto, o instrumento de matéria sutil que o espírito propriamente dito utiliza para manifestar-se. OK? Então é muito importante isso. Aí Kardec em continuidade pergunta: "Então, qual é a fonte da inteligência?" Já que ela não é um atributo do princípio vital, qual é a fonte da inteligência?
tar-se. OK? Então é muito importante isso. Aí Kardec em continuidade pergunta: "Então, qual é a fonte da inteligência?" Já que ela não é um atributo do princípio vital, qual é a fonte da inteligência? E os espíritos respondem, já o dissemos. Aonde eles disseram isso? Na resposta à pergunta 27, que nós já estudamos aqui dessa causas primárias. Pergunta 27, está dito claramente lá que o princípio espiritual e o princípio material e Deus forma trindade universal que constitui tudo que existe no universo. E o princípio espiritual se associa ao princípio material para expressar a vida, tá certo? que ele faz isso através de uma dupla corporificação nos processos longos da evolução. uma corporificação com fluido cósmico para que essa corporação do fluido cósmico possa servir de liame, de ligação com a corporificação mais grosseira feita de estrutura atômica da matéria, das moléculas biológicas que constituem o corpo material grosseiro. Então, o espírito para se manifestar no mundo, seja no mundo físico ou no mundo espiritual, ele precisa de corporificação especializada para isso. Então, ele tem o corpo espiritual, perespírito, para atuar no mundo espiritual e o corpo biológico para atuar no mundo material grosseiro. E ele faz isso porque ele conserva o corpo perespiritual, que funciona como ligação do espírito ao corpo biológico, como elo, para que ele possa atuar na matéria grosseira. O espírito para atuar na matéria grosseira precisa do perespírito. Sem o perespírito, ele não consegue fazer isso, tá certo? Por isso, o corpo espiritual é um corpo permanente para o espírito. Ele, uma vez que ele forma o seu corpo perespiritual, ele vai continuar com essa corporificação perespiritual para sempre. Ele vai se utilizando, ficando cada vez mais diáfano, mais sutil e mais próprio para representar o espírito com as suas aquisições à medida que evolui. Então, ele tem constitui uma matéria mais ou menos grosseira quando o espírito é atrasado e uma matéria extremamente sutil quando
ara representar o espírito com as suas aquisições à medida que evolui. Então, ele tem constitui uma matéria mais ou menos grosseira quando o espírito é atrasado e uma matéria extremamente sutil quando ele é um espírito muito adiantado. Qual a fonte então da inteligência? a inteligência universal. Então, a fonte universal da inteligência é Deus. E Deus cria os princípios espirituais com a possibilidade da inteligência e a o princípio material, que vai ser o recurso que o princípio espiritual vai utilizar para manifestar sua inteligência. Então, esses dois princípios, material e espiritual se associam para que o princípio espiritual se desenvolva por meio da lei de evolução, percorrendo os caminhos que a vida lhe oferece, desde as bactérias mais rudimentares, passando pelo homem, indo até o estado de espírito angelical ou puro. a partir do homem, então ele mostra com pujança a sua característica inteligente. Aqui a gente pode fazer um parênteses importante pra gente compreender que uma vida celular, uma bactéria, uma alga unicelular, que são células animais ou vegetais, elas têm vitalidade própria e t individualidade no seu trabalho de expressar a vida. Portanto, ali tem um princípio inteligente rudimentar. Esse princípio inteligente rudimentar não tem ainda vontade, consciência, não é? Inteligência de de expressão livre por vontade, porque não tem consciência da própria individualidade sequer. Mas tem um princípio inteligente. Por quê? Porque a organização de uma vida celular, ela é não caótica, não ocasional, ela é inteligente. O princípio inteligente usa das organelas e das moléculas para expressar a sua individualidade ali. Então, apesar de não ter uma inteligência que pode ser expressa por livre vontade, porque é um princípio inteligente rudimentar, ele demonstra ali pela capacidade de organizar a matéria num processo vital, transformando, absorvendo o fluido cósmico e transformando esse fluido cósmico em fluido vital. para movimentar aquelas moléculas, expressar a vida,
pacidade de organizar a matéria num processo vital, transformando, absorvendo o fluido cósmico e transformando esse fluido cósmico em fluido vital. para movimentar aquelas moléculas, expressar a vida, inclusive expressar a diferenciação celular, expressar o processo genético, expressar as fábricas de enzimas e proteínas que ela faz e fazer todo o seu metabolismo. Isso é uma demonstração da força inteligente, mas ela é ainda rudimentar. No homem é diferente, porque o homem já tem a consciência da própria individualidade e ele faz isso porque quer fazer. Então ele demonstra a sua inteligência e tudo aquilo que ele tem adquirido de uma maneira própria pela vontade, pelo ato de querer. Então o princípio inteligente no ser humano já deixou de ser um princípio inteligente rudimentar para ser um princípio inteligente tão sofisticado que tem a consciência da própria individualidade, tá? OK? Então aí Kardec segue pra pergunta 72a. Poderseia dizer que cada ser tira uma porção da inteligência da fonte universal e a assimila como tira e assimila o princípio da vida material. Olha, Kardec tá fazendo uma comparação. Para ter vitalidade, ele precisa absorver do fluido cósmico o princípio vital. O fluido cósmico modificado garante a vitalidade. É o combustível, como a gente fez a comparação da vez passada com o carro, é o a gasolina, o álcool, o combustível ou energia elétrica, né? Se for carro elétrico, é a energia que faz o carro funcionar. Mas quem liga o carro é o princípio inteligente. É o princípio inteligente que liga o carro. Seja o carro bactéria, seja o carro corpo humano. A diferença é de nível evolutivo. Na bactéria, o princípio inteligente é rudimentar. No ser humano, o carro humano, a máquina humana, o espírito já tem consciência da sua individualidade, tem vontade própria, tem livre arbítrio e se identifica como um indivíduo diferente de todos os outros. É único na sua forma, na sua estrutura. Cada indivíduo é um indivíduo próprio, um mundo a parte, tá certo? A gente não se confunde um no
e se identifica como um indivíduo diferente de todos os outros. É único na sua forma, na sua estrutura. Cada indivíduo é um indivíduo próprio, um mundo a parte, tá certo? A gente não se confunde um no outro, a gente até se harmoniza um com o outro, mas não se confunde jamais. Cada um de nós representa uma criatura única que vai persistir eternamente ou para sempre. uma vez criado, nunca mais é destruído. Então, é importante isso. Então, Kardec pergunta: "Já que a inteligência, a fonte da inteligência é a inteligência universal, não é? Cada ser tira uma porção dessa inteligência da fonte universal e assimila em si mesmo, como tira e assimila o princípio da vida material." Aí o espírito faz uma objeção a isso. Ele diz: "Isso não passa de simples comparação, todavia inexata. Não é bem assim. Por quê? Porque a inteligência é uma faculdade própria de cada ser e constitui a sua individualidade. Portanto, ele não é absorvido e devolvido como fluido vital, tá certo? que o fluído vital é absorvido, utilizado e devolvido pra natureza, como o corpo físico, a gente utiliza e devolve pra natureza. A estrutura atômica do nosso corpo molecular vai se desfazer, mas todos os átomos vão continuar existindo, só que eles vão dissociar-se, tá certo? Enquanto que o a inteligência não se dissocia, ela é pertencente ao indivíduo, a individualidade moral, que é o ser espiritual consciente. Demais, continuos espírito, como sabeis, há coisas que o ao homem não é dado penetrar e nessa vida por enquanto. E esta é uma das coisas que os espíritos colocam aqui, que faz parte desse número de coisas que a gente ainda tem dificuldade de compreender, mas a gente já sabe com clareza porque a doutrina espírita avançou esse tempo todo, a partir de Kardec até hoje, e nós já podemos analisar o processo evolutivo através das diferentes espécies no processo da vida através de obras como Evolução em Dois Mundos de André Luiz, como a caminho da luz de Emanuel, não é? E como outras obras que vão falando desses textos, não é, das
erentes espécies no processo da vida através de obras como Evolução em Dois Mundos de André Luiz, como a caminho da luz de Emanuel, não é? E como outras obras que vão falando desses textos, não é, das mensagens que vão falando desse processo, não é? Mas a gente tem livros já organizados ensinando paraa gente sobre esse processo evolutivo, como é o caso do evolução em dois mundos. Quem do grupo aqui que está junto conosco, que ainda não pôde estudar o livro Evolução em Dois Mundos, temos aí no Eco Espiritismo comigo, com Otaciro, que vocês podem entrar porque tem todo o estudo gravado lá. que nós fizemos antes desse que nós estamos fazendo, a gente fez o estudo do evolução em dois mundos, portanto, tá ao alcance de quem quiser estudar isso. Muito bem. Então, com o conhecimento da lei de evolução e os estágios pelos quais passa o princípio inteligente individualizado no seu desenvolvimento, fica fácil a gente compreender que instinto e inteligência são aquisições da individualidade ao longo de muitos milhões de anos de progresso. Mas repetindo, são atributos conquistados por cada individualidade. por isso mesmo, fazem parte da riqueza de cada ser. Não há como transferir esses atributos de um ser para o outro. São conquistas próprias de cada indivíduo. Portanto, cada ser não tira uma porção da inteligência da fonte universal e assimila. é criado como princípio inteligente e desenvolve essa inteligência por si mesmo através da evolução, tá certo? Então assim fica claro para nós. Aí Kardec agora vai esmiuçar um pouquinho a diferença entre inteligência e instinto. O instinto independe da inteligência. Olha a resposta dos espíritos. Precisamente não. Não. Por quê? Por isso que o instinto é uma espécie de inteligência, uma inteligência rudimentar. é uma inteligência sem raciocínio. Por ele é que todos os seres provem as suas necessidades. Como é que a gente desenvolve o instinto? Através dos processos repetitivos da vida, dos ciclos da vida, através da do nascer. e morrer da vida material.
ue todos os seres provem as suas necessidades. Como é que a gente desenvolve o instinto? Através dos processos repetitivos da vida, dos ciclos da vida, através da do nascer. e morrer da vida material. Porque quem nasce na vida material é o princípio inteligente. E quando a vida material para de funcionar, esse princípio inteligente sai dele, tá certo? Então, a morte e o nascimento representam as portas de entrada pra vida material e saída. da vida material, do princípio inteligente, que é imortal. De acordo? Então, o instinto é a aquisição de memória automática que o princípio inteligente vai acumulando através dos processos repetitivos da vida. Curiosamente, quando esse princípio inteligente desenvolveu suficiente para começar a ter consciência da própria individualidade, ele deixa de ser princípio inteligente para ser espírito propriamente dito. E aí ele continua com toda a bagagem instintiva que ele desenvolveu na fase primitiva da evolução. Então o homem continua tendo instinto, porque um instinto é uma aquisição do princípio inteligente do espírito. Fica marcado como conquista do ser espiritual para sempre. Só que agora, com a consciência da própria individualidade, o espírito ganha a capacidade da razão. O que que significa os primórdios da razão? a capacidade de ter acesso à memória que foi conquistada por com a consciência e de poder utilizá-la por escolha livre. Então, a razão traz simultaneamente para o princípio inteligente que vira espírito, algumas propriedades curiosas, uma delas, acesso à memória com a consciência, porque tem consciência da própria individualidade, lembra que fez ontem e pode hoje repetir o que fez ontem por escolha ou fazer uma nova experiência, porque ele adquire com isso Isso. A capacidade de escolha, a liberdade, o livre arbítrio, a capacidade de escolher. Então, a razão traz acesso à memória e a capacidade de escolha. Então, isso é o que garante a diferença do princípio inteligente antes e depois da humanização, tá OK? Então o instinto ele não não é que ele
, a razão traz acesso à memória e a capacidade de escolha. Então, isso é o que garante a diferença do princípio inteligente antes e depois da humanização, tá OK? Então o instinto ele não não é que ele independe da inteligência, ele foi uma conquista, não é? Da inteligência enquanto não tinha capacidade da razão, não tinha um raciocínio. É uma inteligência sem raciocínio. Fica claro isso pra gente, tá certo? E qual é o papel dessa inteligência sem raciocínio? O papel dela é preservar a vida, fazer com que o espírito possa durar um tempo significativo na vida material para aproveitar as experienciações e enriquecer-se de experiência, acumulando recursos de conhecimento. Esses conhecimentos ficam acumulados como processos automáticos até adquirir a consciência da própria individualidade. Quando adquire a consciência da própria individualidade, começa a ter acesso e consciência e capacidade de escolha. Não quero fazer isso de novo, vou fazer uma coisa nova ou eu quero continuar repetindo isso até isso virar meu hábito. Ah, que que é o hábito? O hábito é a eh é é o é uma espécie de instinto agora com raciocínio, porque você adquire por repetição e faz sem pensar. Mas se você quiser pensar, você pensa e muda aquele hábito. Portanto, os reflexos condicionados, todos eles, depois que o princípio inteligente adquire a consciência, deixa de ser instinto para ser reflexos condicionados, hábitos. a gente adquire hábitos por repetição. Isto é, aquela capacidade de criar memória automática que a gente tinha antes de ter a consciência, ainda continua tendo um recurso, sendo um recurso que o espírito utiliza para economizar energias. Porque quando você faz uma coisa por hábito, você não precisa pensar muito, você faz porque já adquiriu o hábito de fazer. Mas se você quiser mudar esse hábito, você muda, porque você tem acesso racional ao reflexo condicionado. Não tem a ao instinto, mas tem o reflexo condicionado, porque o reflexo condicionado é tudo aquilo repetitivo que a gente absorve por experiência
rque você tem acesso racional ao reflexo condicionado. Não tem a ao instinto, mas tem o reflexo condicionado, porque o reflexo condicionado é tudo aquilo repetitivo que a gente absorve por experiência repetitiva depois que adquiriu a consciência da própria individualidade. Tá? OK. Então, veja, nós na fase de mundo de expiações e provas fazemos muita coisa por reflexo condicionado. Por exemplo, alguém xinga a gente, a gente devolve o xingo para ele. Porque a gente acostumou a fazer isso. A gente agora tem que adquirir um novo hábito. Quando alguém xinga a gente e fala assim: "Meu Deus, abençoe esse meu irmão". é um novo hábito, um hábito melhor, mais cheio de amor, de compreensão, de humildade. E a gente fazendo isso repetitivamente, a gente adquire o hábito da tolerância. Veja como é interessante a gente compreender instinto e inteligência, porque ela dá recursos pra gente entender a si próprio. Então, eu faço aqui no livro observações dizendo o seguinte: compreende-se então que esses dois atributos, instinto e inteligência são conquistas evolucionárias do princípio inteligente individualizado. A sequência de evolução, o instinto é adquirido primeiro, que é a inteligência consciencial. Claro é que eles não são independentes e que são instrumentos adquiridos ao longo de muito tempo no homem podem ser utilizados o seu viver de forma contínua de acordo com o estágio espiritual em que se encontra o indivíduo. Então, nas primeiras encarnações do mundo primitivo, que nós já tínhamos consciência da nossa própria individualidade, a gente agia muito mais pelo instinto do que pelas experiências novas, que a gente ainda tinha poucas, mas agora não. A gente tem mais 15, 20.000 anos de experiências na vida de expiações e provas. Portanto, já tem uma riqueza muito grande de conhecimentos e a gente pode pensar antes de agir. Porque pensar antes de agir é não usar o reflexo condicionado, é fazer a escolha da razão. Poderíamos dizer que um instinto é o conjunto de todas as aquisições
tos e a gente pode pensar antes de agir. Porque pensar antes de agir é não usar o reflexo condicionado, é fazer a escolha da razão. Poderíamos dizer que um instinto é o conjunto de todas as aquisições automatizadas do princípio inteligente, armazenado por meio dos processos repetitivos que lhe garantem o sucesso de sua sobrevivência na vida material e o atendimento de suas necessidades fundamentais para continuar a marcha do progresso incessante. Por outro lado, a inteligência é desenvolvida por meio da capacidade dada pela consciência que usa do raciocínio para elaborar novas experiências utilizando os recursos da memória. Um instinto não tem consciência da memória, mas a inteligência tem. Muito bom isso, muito espetacular esse estudo do Allan Kardec aqui para nós. Então nós vamos parar por aqui pra gente poder conversar, porque eu imagino que vocês devem estar cheio de perguntas e de raciocínios aí pra gente poder conversar junto. Então, paramos paraa próxima nosso nosso estudo na pergunta 74, que a gente vai seguir na próxima daqui a 15 dias. Muito bom. Vamos conversar. Professor, primeira primeira coisa que eu queria falar aqui é que o pessoal tá preocupado com a fumaça. Vapor de água, tá muito seco, São Carlos. >> Aí eu coloquei aqui, ó, a fumaça e meas erquidas do nebolizador devido ao ar muito seco de São Carlos. os me como eu fiz cirurgia dos olhos, né? A cirurgia de catarata, meu olho não pode ficar seco, eu tenho que ficar pingando colírio e tal e o ambiente tem que tá um pouco úmido. Então eu tô usando nebolizador para isso. Não se assustem. É, já avisei a turma, eu falei, deixa eu comentar com o professor. A primeira pergunta que foi da Sandra, foi logo no começo. Ronaldo, já tem uma pergunta, hein? Depende do grau evolutivo o espírito se conscientizar da sua condição de que não de que não possui mais seu corpo físico? Essa é uma experiência, Sandra, importante, que a gente vai automatizando através das múltiplas vidas, porque a gente nasceu, viveu no corpo físico e
e que não de que não possui mais seu corpo físico? Essa é uma experiência, Sandra, importante, que a gente vai automatizando através das múltiplas vidas, porque a gente nasceu, viveu no corpo físico e morreu muitas vezes, milhares de vezes. E a gente vai tomando a consciência de que a gente tem duas fases da vida. no corpo físico e a fora do corpo físico, muito lentamente, porque como a gente tem duas corporificações e o corpo perespiritual tem a mesma forma do corpo físico e vice-versa. Quando a gente morre, quando o nosso corpo físico morre, a gente sai do corpo físico, mas a gente se vê igual e a gente se sente igual. A gente tem o corpo espiritual. Então, se a gente não tiver lucidez espiritual, a gente nem sabe que morreu, que o nosso corpo morreu. A gente sabe que houve uma mudança de estilo de vida. A gente às vezes nem compreende. A gente que trabalha em reunião mediúnica, e eu tenho essa experiência já há 62 anos, não é? Eu já vi muitos espíritos chegarem na reunião mediúnica sem saber que morreu o corpo físico. Eles não sabem que que o que estão no mundo espiritual. Eles só sabem que a vida ficou esquisita, porque ele fala com o parente dele, o parente dele não responde para ele, ele chama, tenta chamar a atenção do parente, parente não liga para ele porque o parente não está vendo. Ele não sabe que o parente não tá vendo porque ele está vendo o parente encarnado. Então, essa dificuldade de identificar a realidade espiritual vai sendo aprendido através do nascer, viver, morrer, renascer ainda, progredir sempre. Tal é a lei, como está escrito lá no Dolmen, né, da do túmulo do corpo de Allan Kardec, tá certo? Essa frase representa muito bem essa conquista que é uma conquista longa, lenta. Então, na Terra ainda tem muitos espíritos que não sabem que são espíritos. Eles pensam que estão no mundo espiritual como homem, como mulher, do jeito que ele tava aqui. Ele só não compreende. Ele acostuma com o estilo de vida de lá e segue sem saber, muitas vezes perambulando, sem
nsam que estão no mundo espiritual como homem, como mulher, do jeito que ele tava aqui. Ele só não compreende. Ele acostuma com o estilo de vida de lá e segue sem saber, muitas vezes perambulando, sem muito destino, porque foi abandonado pela família, porque a família não quer saber mais dele. E agora o que que ele vai fazer no trabalho dele? Não pode mais trabalhar porque ninguém aceita ele lá. fica confuso até que ele vai aprendendo devagar, ao longo de muitas experiências, que a gente tem duas fases de vida, uma no mundo espiritual e uma no mundo corporal. Quando a gente adquire essa consciência da realidade espiritual, a gente sai do corpo físico e já sai no abraço para os amigos espirituais que estão nos esperando. Porque quando a gente aprende que a gente é um ser espiritual, a gente começa a melhorar o comportamento da vida da gente. É esse o grande, a grande contribuição que as doutrinas reencarnatórias e espiritualistas dão pro ser humano, especialmente a doutrina espírita. Infelizmente, o cristianismo, que também nos trouxe isso, foi deturpado pelos homens. E a gente perdeu a chance de aprender isso no Evangelho de Jesus, porque a gente deixou que os teólogos religiosos interpretassem pra gente. A gente não foi estudar por conta própria. Porque se a gente tivesse estudado os evangelhos por conta própria, a gente teria aprendido isso. Porque Jesus nos ensina que a vida continua. Ele lá no monte Tabor, não é? Ele permite junto com os espíritos de Elias e Moisés ao aparecimento desses dois espíritos para os discípulos que vem os espíritos. E ele demonstra que a vida continua. Ele fala pros espíritos, fala pros saduceus, Deus não é Deus de morte. Deus é Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Isto é, Abraão, Isaque e Jacó continuavam vivos como espíritos. Depois que ele é crucificado, ele aparece muitas vezes entre os discípulos para mostrar a realidade do mundo espiritual. Então, a gente perdeu a chance de aprender isso porque os homens deturparam a doutrina cristã,
é crucificado, ele aparece muitas vezes entre os discípulos para mostrar a realidade do mundo espiritual. Então, a gente perdeu a chance de aprender isso porque os homens deturparam a doutrina cristã, mas a doutrina espírita recupera tudo isso agora com muito mais propriedade e clareza. Por isso, as obras básicas de Allan Kardec representa esse conhecimento fundamental que a gente precisa entender. >> Ô professor, >> desculpa a resposta longa. Não, eu tava vendo a última aula que o senhor fez com a Ana e lá no finalzinho o senhor fala que o após a, né, a morte do corpo físico, o desligamento do do espírito do corpo demora de horas a mais de anos, dependendo >> dependendo da da do apego que o espírito tem com o corpo. É comum o espírito apegado à vida material ficar preso no corpo em decomposição nos cemitérios. >> É uma tristeza isso. Ele não quer abandonar o corpo de qualquer jeito porque ele acha que a vida dele é aquilo e sofre por isso. André Luiz descreve isso nos seus livros. E a Sandra tem mais uma pergunta aqui. E como a inteligência se manifesta no mundo espiritual? Do mesmo jeito que se manifesta no mundo físico. Igualzinho. Você continua pensando, querendo, sentindo, entrando em contato com aqueles que você percebe, que estão no seu nível de evolução. Naturalmente não muda nada em essência. Por isso é que fica confuso distinguir a vida espiritual da vida material se não tiver chamado atenção enquanto encarnado paraa vida espiritual. Por isso, aprender a vida espiritual enquanto a gente tá no corpo físico é importantíssimo. É o mesmo que a gente se preparar para mudar para um outro país, estudando tudo daquele país em antecedência. Porque quando a gente chega lá, a gente se acostuma rapidamente porque já sabe como é que aquele país é. OK. E aqui vem uma pergunta da Cátia lá de Salvador. Professor, então o espírito não perde o perespírito, vai se utilizando. Então >> ele vai sutilizando, vai aprimorando o espírito, vai aprendendo a modificar a estrutura.
gunta da Cátia lá de Salvador. Professor, então o espírito não perde o perespírito, vai se utilizando. Então >> ele vai sutilizando, vai aprimorando o espírito, vai aprendendo a modificar a estrutura. do fluído cósmico corporal dele para o representar nas suas conquistas e vai ficando cada vez mais sutil. Não esqueçamos que o fluido cósmico, tá certo? Em essência, é o fluido nervoso do criador, o hálito divino, o plasma divino, como descreve André Luiz no livro Evolução em Dois Mundo, no primeiro capítulo, como nós estudamos. Então esse fluido cósmico, ele pode sofrer modificações de densidades ou de estado de estruturação diferenciado para atender necessidade de um espírito atrasado, tanto quanto para atender um espírito evoluído. Ele se sutiliza. O espírito sutiliza esse corpo à medida que evolui, que adquire valores espirituais. intelectuais e morais, os dois. E aqui eu vou colocar uma pergunta da Sandra, que eu acho que ela colocou duas perguntas, mas eu creio que o senhor pode responder de uma vez só aqui, ó. Ela perguntou: "A inteligência se manifesta no mundo espiritual através do perespírito. Já quando encarnado, manifesta na matéria também através do perespírito." O perespírito é um corpo permanente. >> É um é um corpo permanente. >> E ela poderia, professor, poderia explicar as mudanças que o perespírito sofre? sofre porque ficam marcadas pelos acontecimentos ou por causa da sutilidade do mundo onde se encontra o espírito. >> É por causa é por causa da presença do espírito que está evoluindo. É o espírito que forma o corpo. Vocês já perguntaram para vocês mesmo o que que impulsionou as diferentes espécies de vida que existe na Terra? Por que que um peixinho não é tem vários tipos de peixes? Cada tipo de peixe tem recursos de experienciação diferente uns dos outros. São semelhantes, mas tem diferenças. As diferenças são sutilidades da mudança genética provocada pela necessidade do princípio inteligente de adquirir novas experiências. Então, a experiência que o um corpo, um
antes, mas tem diferenças. As diferenças são sutilidades da mudança genética provocada pela necessidade do princípio inteligente de adquirir novas experiências. Então, a experiência que o um corpo, um espírito, um princípio inteligente tem usando o corpo de um bagreo, um peixe de escama. Ele aprende mobilidades diferentes, aprende interações diferentes com a natureza, defesas diferente. Então, essa sutileza de mudança da própria corporificação material é produzido pela necessidade evolutiva do princípio inteligente. Ora, isso acontece não só com o corpo físico, mas também com o corpo espiritual. Agora, a gente não sabe explicar as mudanças que o perespírito sofre, porque não sabe nada sobre o fluido cósmico. A gente não sabe como é que o fluido cósmico está estruturado pelo princípio, pelo espírito para ter a sua corporificação. Mas o certo é que os espíritos bondosos descrevem para nós espíritos densos, com caratonhas, né, com mal, com formas que assustam e espíritos que são lindos, brilhantes, com luminosidade bonita, mostrando que a estrutura perespiritual é diferente em cada nível evolutivo. A gente vai aprendendo isso, essas nuances aos poucos. Quando eu passar pro mundo espiritual, eu vou estudar, se eles, os espíritos bondosos, me permitirem, vou estudar a física do do fluido cósmico. Porque aqui na Terra eu estudei a física do corpo físico, a física dos átomos, da estrutura atômica da matéria, das coisas físicas, mas eu quero estudar as coisas espirituais também. Então, no mundo espiritual vou estudar sobre o corpo perespiritual, com certeza. Tá certo? É só eu ter condições e os espíritos bondosos acharem que eu já posso fazer isso, eu vou me matricular nas universidades espirituais para aprender essas coisas melhor. É claro que nossos sentidos que não percebem o mundo espiritual, é difícil estudar esse enquanto no corpo físico, mas é mais fácil estudar enquanto espírito. Cada coisa vem a seu tempo. >> Nós vamos nós vamos lá acompanhar o senhor também, professor. Nós vamos
ual, é difícil estudar esse enquanto no corpo físico, mas é mais fácil estudar enquanto espírito. Cada coisa vem a seu tempo. >> Nós vamos nós vamos lá acompanhar o senhor também, professor. Nós vamos >> vamos juntos. Vamos juntos que sozinho é mais difícil. >> E aqui é outra pergunta da Sandra. Nós éramos repetitivos para aprender, agíamos por instinto, mas agora estamos no avatismo >> ou automatisoismo. >> Deve ter, deve ser automatismo, >> não? Automatismo é tudo aquilo que você repete, repete e cria o reflexo condicionado. Por exemplo, eu tenho o hábito de consertar meu óculos assim como eu fiz agora, porque ele cai, fica atrapalhando e eu empurro ele para cima. Às vezes eu tiro óculos, estou conversando, de repente eu faço assim para consertar o óculos, mas ele não tá no meu rosto. É um reflexo condicionado, um hábito adquirido. Ora, se eu posso adquirir qualquer tipo de hábito, por que não adquirir os bons hábitos? Essa é a questão. Vamos fazer esforço de adquirir os bons por processo repetitivo. Fazer o bem, fazer o bem, fazer o bem até ele ficar automático na gente, fazer o bem espontaneamente. Isso é conquistar valores, >> não. A gente atavismos atavismos. Eu eu agora eu entendi a pergunta dela. Atavismos são as coisas de reflexo condicionado que estão marcados dentro da gente de vidas passadas, tá certo? Então a gente faz as coisas por eh reflexos atávicos. Isto é, a gente adquiriu os hábitos tantos de falar palavrão, de xingar os outros, né? de responder malcriado à pessoas quando ofende a gente, que a gente continua fazendo isso. Quando é que a gente vai parar de fazer isso? Quando a gente quiser, utilizando a vontade própria, fala: "Opa, para de agir assim, comece a criar em você o hábito da gentileza. Toda vez que alguém te falar alguma coisa que te ofende, você só ri para ele e pensa bem para ele. Vai com Deus, meu irmão. Vai com Deus, meu irmão. Até que você vai não mais se sentir ofendido pelas agressões que as pessoas fazem a você, porque você adquiriu o hábito da
a ele e pensa bem para ele. Vai com Deus, meu irmão. Vai com Deus, meu irmão. Até que você vai não mais se sentir ofendido pelas agressões que as pessoas fazem a você, porque você adquiriu o hábito da bondade e da compreensão. Aí a gente vence o atavismo da resposta malcriada. Que tal? >> O pessoal tem muito a síndrome de Gabriela, né, professor? Que é aquela música lá? Eu nasci assim, >> é, nasci assim, vou morrer assim. Nada disso. O pau que nasce torto, se o jardineiro cuidar dele, amarrar um estaque, tudo, ele cresce certo, >> eleita, né? >> E a Cátia perguntou: "Esses reflexos condicionados seriam automatismo?" São são reflexos automáticos, mas não precisa ser instinto, porque você tem consciência dele se quiser. Opa, eu não preciso responder mal criado desse jeito. Opa, eu não preciso fazer o gesto de defesa. Quando alguém me agride, eu posso fazer o gesto do abraço fraterno. Então, a gente pode mudar esse condicionamento e criar o automatismo da bondade para ser bom espontaneamente. Ô, professor, eh, a gente vê um uns uma certa inteligência em alguns animais, principalmente nos cães, né? Isso aí já é uma pequena evolução dos instintos ou continua sendo só instinto? >> Não. É, é instinto, mas o animal doméstico já tem pulsos mentais. Ele não pensa continuamente como um espírito humano. Mas André Luiz, a gente estudou isso evolução em dois mundos. Os animais mais próximos do homem, que estão mais evoluídos. mamíferos, especialmente que convivem com a gente, tem já estão adquirindo algumas das propriedades que vão facilitá-lo mais tarde, daqui alguns milênios, ter a consciência da própria individualidade, se tornarem espíritos humanos. Isso aí, isso aí ser aquela inteligência que o senhor falou agora que não é é tipo uma inteligência automática, não é uma inteligência é é extintiva e com puls de de pulsos de pensamento. O pensamento num animal ele não é contínuo, tá certo? No ser humano é contínuo. Você não para de pensar, Ronaldo, >> não consigo ninguém consegue, não é? As
tiva e com puls de de pulsos de pensamento. O pensamento num animal ele não é contínuo, tá certo? No ser humano é contínuo. Você não para de pensar, Ronaldo, >> não consigo ninguém consegue, não é? As pessoas que fazem meditação aprende a pensar numa coisa só, focar o pensamento, não deixar o pensamento ficar variando, só isso. Mas ele aprende a domar com a vontade própria o seu pensamento para pensar numa coisa só. Isso é uma concentração. A gente precisa disso nas reuniões mediúnicas. É, eu tenho dificuldade. Eu preciso trabalhar isso. >> Todos precisamos. E aqui a Dina perguntou: "A raiva, o ódio seriam ainda instintos que devemos trabalhar?" >> Sim, com certeza. Todas as emoções básicas que os animais têm, que a gente tem ainda, precisam ser domesticadas pela razão, pela inteligência que elabora, que pensa para agir. A gente pode conter a raiva, a gente pode tirar o ódio do coração. Sabe como a gente tira o ódio do coração? Perdoando. O perdão é o exercício para tirar o sentimento de mágoa, de rancor, de ódio do coração. Perdoar significa compreender a ação inadequada do outro e abraçá-lo como irmão, oferecendo a ele novas oportunidades. Ô trem difícil, hein, professor, mas se faz necessário, né? A a Sandra colocou assim: "Acho que é isso que os antigos quando se referiam uma pessoa falecida costumava dizer o finado fulano para a pessoa saber morri". >> É, mas se o espírito não prestar atenção no que a gente tá falando, porque ele tá envolvido com os estados emocionais dele, né? Quando ele tá envolvido com os nossos estados emocionais, não escuta os outros. Então, ele pode não ter consciência disso ou achar que você tá louco. Cara louco falar que eu morri. Que idiota. Olha eu aqui vivo. Tô vivo. Olha eu aqui. Pego em mim. Porque o espírito faz isso. Ele não é uma abstração. Ele não é um lençol com buraco nos olhos como um fantasma. Ele é um ser. Um ser. integral. Espírito é gente e a gente é espírito. Ó, professora, aqui quando eu falei do do da fumacinha, a Sandra colocou:
não é um lençol com buraco nos olhos como um fantasma. Ele é um ser. Um ser. integral. Espírito é gente e a gente é espírito. Ó, professora, aqui quando eu falei do do da fumacinha, a Sandra colocou: "Era um nebolizador, pensei que era manifestação espírita". Você pensou que era ectoplasma? Ainda não. Ainda não. >> Enquanto o senhor falou que ia estudar lá no mundo espiritual, a Valéria falou que também quer ir. >> Nós vamos todos nós, a gente pode fazer o que a gente quiser. Basta a gente ter persistência e fazer o que é necessário para conquistar esses recursos. A Ângela colocou aqui, ó, professor. Opa, pera aí. Não é essa aqui. A parte reptiliana que segue no nosso cérebro, que é que é triuno, ainda preserva nossos instintos animais. Isso. Na estrutura cerebral, nós podemos dividir o nosso cérebro em três regiões. A parte do tronco encefálico, que que é o cérebro reptiliano, que é o cérebro primitivo, que a gente desenvolveu na fase animal. Depois a gente tem o córtex cerebral, parte do córtex cerebral de trás e depois a parte frontal. que são as partes, né, que representam o nosso mundo atual, a parte do córtex e as partes superiores do frontal, que representam os nossos futuros. André Luiz fala isso no livro No mundo maior. E nós tivemos por felicidade três pessoas estudiosas da doutrina espírita que escreveram esse livro, O Cérebro Triuno. É da Irvênia Prada, que é doutora em eh doutora de animais, na verdade, né? Ela é ela trabalha em na Universidade de São Paulo, na área, né, da vida animal. O Décio Yandle, que é um doutor que cuida de doentes, né, estudioso da doutrina espírita. E o Sérgio Lopes, que também é um doutor médico também, como Dandândolo e que trabalha na área de psiquiatria. Os três resolveram estudar o livro No Mundo Maior de André Luiz e escreveram esse livro em desenvolvimento para identificar na estrutura cerebral com detalhes tudo aquilo que o André Luiz aprende no livro No Mundo Maior e traz para nós. Então, é um cérebro triúo, que significa
esse livro em desenvolvimento para identificar na estrutura cerebral com detalhes tudo aquilo que o André Luiz aprende no livro No Mundo Maior e traz para nós. Então, é um cérebro triúo, que significa que a gente tem espécie de três andares, o inconsciente, o consciente, o superconsciente, tá certo? Ou a nossa realidade espiritual futura, a nossa realidade espiritual atual e todas as nossas aquisições de vidas passadas que estão estruturadas na nosso no nosso cérebro. Nossa, que bacana. O senhor tá lendo ele, professor? Tá em que parte? Já já >> eu já tô tô tô acabando. >> Depois o senhor nos traz suas percepções, então, por favor. >> É, é muito bonito o livro. Vale a pena a gente ler. Tá muito bem explicado. A Irvênia é professora universitária, então ela tem muita didática. A primeira parte do livro é dela, que é a maior parte do livro. Ela mostra o cérebro, faz um desse cérebro para nós, mostrando todas as regiões e falando, né, identificando os locais que o André Luiz descreve no livro No Mundo Maior. Bacana. E a Sandra colocou assim: "Eu já contei que eu desmaiei por alguns segundos eu vi meu corpo no chão, tal como ele é. Não fiquei com medo, fiquei encantada e penalizada ao mesmo tempo. >> É isso. Identificarmo-nos como espírito, tendo um corpo de carne e osso temporário, é muito importante pra nossa transição pro mundo espiritual. a gente vai voltar pro mundo espiritual com a consciência espiritual, sem dificuldades, porque a gente já tá aprendendo isso e consolidando tudo isso aqui enquanto encarnado. E a gente faz esse treinamento durante o sono físico. Muitos de nós, por causa das nossas atividades espíritas, somos recolhidos pelos espíritos bondosos, nossos mentores, guias espirituais, que vem buscar a gente durante o sono e levar para trabalhar com eles, para aprender com eles. Então, a gente tá acostumando a, enquanto no corpo físico conviver no mundo espiritual para não ter solução de continuidade. Quando a gente morrer, a gente simplesmente saiu do corpo sem maior
m eles. Então, a gente tá acostumando a, enquanto no corpo físico conviver no mundo espiritual para não ter solução de continuidade. Quando a gente morrer, a gente simplesmente saiu do corpo sem maior susto. Ai, que coisa boa, hein? Morrer que nem um passarinho, professor, como dizem os antigos. >> É morrer, acordar no mundo espiritual. >> Aqui o Benedito colocou do livro dos espíritos em três partes, tá? Então, deve ser eh perguntou 186, haverá mundos em que o espírito, deixando de revestir corpos materiais só tenha por invvertório per espírito? Há e mesmo esse involtório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse esse o estado do espíritos puros. >> Tá vendo? continua com a corporificação perespiritual, mas extremamente leve e sutil. >> Aí ele falou: "Portanto, o espírito jamais perde o seu corpo per espiritual. Per espírita. >> Isso. Muito bem, Benedito. É isso mesmo. >> E a Valéria já perguntou aqui, professor, livro maravilhoso, já li, vamos estudá-lo depois. >> Ó, o pessoal arrumando o trabalho do senhor já. Quem sabe, né, Valéria? Pode ser, quem sabe. >> E a Cátia colocou: "Excelente livro, Cérebro Triuno, no capítulo 4 de o livro No Mundo Maior, o espírito calderaro faz essa abordagem sobre o cérebro e muito mais." >> Isso mesmo. Ainda bem que a Cátia tem a memória melhor do que a minha. A minha memória, tá? Tá, olha, eu estou devagarinho, né, esquecendo as coisas. As minhas células neuronais do cérebro, coitadinhas, já tem 82 anos, quase 82 anos trabalhando, né? Então vamos ficando cansadinha. Ah, professor, para com isso, professor. É realidade. É muita informação, na verdade. Na verdade, eu acho que é muita informação para processar. >> Olha, eu queria, né, falar que a Prada é veterinária. Esqueci a palavra veterinária, lembrei agora. >> Ah, a Maria Clusa colocou aqui, Dr. Ivên é veterinária, tem um estudo maravilho. >> Eu não falei porque eu não lembrei a palavra, não me veio à mente, ao cérebro. Meu cérebro já tá com as dificuldades naturais da velhice.
ocou aqui, Dr. Ivên é veterinária, tem um estudo maravilho. >> Eu não falei porque eu não lembrei a palavra, não me veio à mente, ao cérebro. Meu cérebro já tá com as dificuldades naturais da velhice. Ah, então eu já tô, eu já tô quase lá, hein, professor. Também volte e meio, esqueço. Ah, a Lúcia colocou: "Professor, que Deus permita que estejamos na próxima sexta estudando. Procuro sempre aproveitar meu tempo para o estudo." Estou sempre aprendendo. Muito bom. >> É muito bom mesmo, Lúcia. Que Deus te dê bastante alegria, coragem, bom ânimo para você continuar sempre assim. A Luciane colocou muita gratidão. A Sheila colocou aqui cérebro triuno. >> Isso foi um probleminha de digitação. >> É >> a a Sandra colocou aqui uma dica no YouTube. Tem meditação direcionada com Divaldo para perdão e auto pererdão. >> É isso. É muito bom. Esses exercícios são importantes a gente fazer. >> Ó, não falei? A Cátia falou, referiu a mim, ó. Mas professor, tem jovens hoje em dia que esquece demais as coisas. Tá vendo, professor? >> Não, eu não discordo disso, Cátia, mas a o jovem que esquece é por outras razões. >> É, >> não é porque os neurônios viveram bastante. Tá falando com o amigo meu na segunda-feira, né? Hoje a nossa vida, né, professor, a gente coloca muita coisa. >> É. >> E aí não dá conta, não >> é? A gente tem uma vida muito, muito ativa. Verdade. >> E a Cátia colocou: "Eu tenho 62 anos, lembro melhor que meus filhos as coisas. Dando risada". >> Verdade. >> A Dina colocou: "Gratidão, professor e Ronaldo". Gratidão, José Aristides também. E professor, então daqui a 15 dias nós vamos voltar, né? Ainda nesse tema, >> ainda nesse mesmo tema, só pra gente deixar avisada a Ana, >> isto >> que que eu vou dar um uma coisa aqui que ela não vai gostar muito de saber, mas domingo é aniversário dela, né? Então queria dar os parabéns para ela, muitas felicidades, >> isso, >> muito amor, muita paciência para me aturar nessa jornada. Então, no dia do aniversário dela, você, por favor, dê
rsário dela, né? Então queria dar os parabéns para ela, muitas felicidades, >> isso, >> muito amor, muita paciência para me aturar nessa jornada. Então, no dia do aniversário dela, você, por favor, dê dois abraços nela. Um por mim e o outro por você. >> Tá bom, professor? Pode deixar que eu vou dar, fica tranquila. Então, eh, com muita gratidão que nós agradecemos a todos por mais um dia de estudo aqui das causas primárias, né, o estudo 16. Professor, o senhor falou para mim que já tava acabando esse estudo, falou para mim e pra Ana, mas eu tava olhando aqui no livro. De ver. Opa, janela. >> A parte de Kardec já tá acabando. >> Então, o livro tá na página aqui, pelo menos eu vou colocar aqui para todos verem. >> É, >> né? Nós estamos aqui na 108. Quer ver? É 108. >> É, no meu livro aqui é 119. 118. É, você olhou a 72 a hoje, né? >> É, >> a próxima é a 73, né? >> É, mas depois, Ronaldo, é o seguinte, depois acaba as perguntas, né? Aí eu faço um capítulo que é uma visão sintética da evolução da vida, >> que já não é mais aquilo que está >> na primeira parte do livro dos espíritos. É um capítulo que eu escrevi fazendo uma síntese da evolução, >> tá certo? Então, a gente vai ainda ler, estudar, aprender, tudo bem, mas estamos perto de terminar o livro das causas primárias. >> É porque eu olhei aqui, eu falei, pô, tem passou um pouquinho só da metade. >> É porque a primeira parte do livro dos espíritos, das causas primárias vai até pergunta 75. Nós estamos na 73, >> né? E a Maria Cláusa colocou aqui, na verdade não é esquecimento, é distração. Obrigado, viu, Maria Cleusa? Muito bom. Ó, olha, olha a dica da aulair. Professor, por favor, procura especialista para senor tomar magnésioonato. >> É, eu tomo, eu já tomo alguns desses, desses remédios aí que ajudam, né, manter a as atividades. Ah, aqui é uma pergunta da Luz. Professor, pergunto qual livro que o senhor gostaria de estudar com todos nós, no qual nós precisamos aprender para a vida? >> Ah, minha filha, todos. Ai, Lúcia, como seria bom poder estudar
a da Luz. Professor, pergunto qual livro que o senhor gostaria de estudar com todos nós, no qual nós precisamos aprender para a vida? >> Ah, minha filha, todos. Ai, Lúcia, como seria bom poder estudar todas as obras básicas. Bem estudado. Você veja, nós estamos aqui só na primeira parte do livro dos espíritos. Se a gente quisesse continuar, não é? poderia continuar com o próprio livro dos espíritos, a segunda parte, depois a terceira parte, a quarta parte e se estudo para continuar muito tempo. Mas tem outros grupos que têm feito estudo sistemático das obras básicas. Então, a gente pode utilizar esses grupos que estão fazendo isso já, tá certo? Eu tô tentando fazer com que o meu tempo de vida seja o melhor possível, procurando transferir para vocês, não é, o aprendizado que eu tenho tido da doutrina espírita, porque eu acho que quando a gente aprende, consegue compreender as coisas da doutrina, a gente tem o dever, né, de, se puder, facilitar o caminho das outras pessoas passando essas informações, a gente tem que fazer. é a tarefa do professor. Por isso que eu não me importo de ser chamado de professor. A rigor, professor é um aprendiz que aprende primeiro para passar pros outros, mas ele continua sendo estudante, um aprendiz, tá certo? Diferente do mestre, porque o mestre já sabe tudo e não comete erros ao ensinar. Jesus é o nosso mestre. Então, eu sou um simples professor e como eu gosto muito da doutrina espírita e eu acho que compreensão correta da doutrina espírita faz a grande diferença, eu me esforço para poder transformar o meu tempo de professor já aposentado, livre, né, um pou mais ou menos livre para compartilhar com as pessoas que quiserem esse estudo. Vamos seguir em frente até quando Deus permitir. A Maria das Graças colocou: "Eu fico torcendo que chegue logo a sexta-feira para estar com vocês aprendendo sempre. Gratidão. Sempre. >> É, eu também, eu também adoro a sexta-feira. >> Aqui a Maria das Estou me esforçando para acordar um pouco mais cedo para
ogo a sexta-feira para estar com vocês aprendendo sempre. Gratidão. Sempre. >> É, eu também, eu também adoro a sexta-feira. >> Aqui a Maria das Estou me esforçando para acordar um pouco mais cedo para estudar o livro dos espíritos. Graças a Deus estou conseguindo. Ó, e a Cátia falou que obstudar os outros livros de O Livro dos Espíritos minuciosamente. >> É, quem sabe. Vamos pensar. >> Ô, professor, tem um um livro chamado A Prece que é de autoria de Allan Kardec também. >> É, tem uma a coletânia de prece que tem no no Evangelho. Ele publicou em separado também. Ah, entendeu? Ó, a Olá, ele colocou colocar a luz acima do candinheiro. Parabéns, professor. >> É tirar tirar a luz tirar a luz debaixo do alqueiro e pô aonde todo mundo enxerga. Isso mesmo. Lair, a Teresinha colocou: "Gratidão, por tanta bondade, o senhor será agraciado com uma moratória para nos ajudar". Ah, mas tem que ser uma moratória com boa memória. >> Ai, ai. >> Então, professor, não temos mais perguntas aqui, ó. A Sandra colocou: "Sem desculpas, professor Divaldo, lembrava muito com 97 anos. O senhor é brotinho." >> É, cada um tem uma história, minha amiga. Cada um tem uma história. >> Então, não temos mais perguntas. Queremos agradecer a todos pela noite, pelas perguntas, pelos comentários, né, pelas participações aqui. A Lúcia colocou que a Teresia, essa foi ótima da moratória. Então, é só gratidão por todo esse estudo. Gratidão pelos ensinamentos do professor aqui. Eu também sou muito grato por pelo carinho, pela amizade de todos vocês. >> Vamos à nossa prece, então, professor. >> Vamos sim. Então vamos elevar os nossos pensamentos a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, nosso irmão, nosso querido modelo e guia, a toda espiritualidade bondosa que nos ampara, que nos acompanha. Agradecendo também ao professor Otaciro por estar aqui compartilhando conosco sua vivência espírita, seus estudos nesta doutrina bendita e que possamos, irmãos, munidos desses ensinamentos, dessas percepções que aqui tivemos,
fessor Otaciro por estar aqui compartilhando conosco sua vivência espírita, seus estudos nesta doutrina bendita e que possamos, irmãos, munidos desses ensinamentos, dessas percepções que aqui tivemos, modificarmos em nós aquilo que já podemos podemos enxergar, como o professor falou, alterando gradativamente os nossos hábitos incorretos para que juntos possamos continuar caminhando e trabalhando na seara do nosso mestre Jesus. Sabemos que a regeneração do nosso querido planeta Terra depende unicamente de cada um de nós nos modificarmos paulatinamente para nos tornarmos espíritos melhores, pois somos espíritos imortais em plena evolução. Que assim consigamos permanecer na nossa casa pátria, que é a Terra. Esse planeta que nos abriga, essa escola que nos instrui, onde podemos colocar à prova tudo aquilo que já sabemos e tudo aquilo que já podemos. nos ampare, mestre querido. Continue nos guiando, continue iluminando a todos nós com teu amor, com a tua bondade e com tua misericórdia. Que assim seja. Graças a Deus. >> Assim seja. >> Muito boa noite. Fiquem todos com Deus. Um abraço >> e até daqui a 15 dias quando das causas primárias. Semana que vem estudaremos Jesus e a regeneração da humanidade. Grande abraço.
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