#15 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas cont...
Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo. É um programa continuado, um estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Hoje vamos ver o livro 6 Atos dos Apóstolos e o tema 15, né, que a gente viu anteriormente, o 16. A gente dá uma voltadinha agora e vamos ver o tema 15. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Sejam todos muito bem-vindos. Vamos ver quem já está aqui na nossa sala pra gente dar um boa noite. A Isolete, a Marlene Tax, Márcia Coelho, a Gisele, Carlinhos Taiano, Ivani Bono, ó, e outros. da Maria Finote, que é a Maria de Lourdes lá de Uberlândia, grande amiga. Sejam todos muito bem-vindos, tá? E para dar continuidade ao nosso estudo, vamos convidar a Marlúci para fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa préma Luci, seja bem-vinda. Boa noite. >> Boa noite, Janice. Boa noite, queridos amigos. É sempre muito bom estarmos aqui ouvindo falar de Jesus, né? Mais uma vez, gratidão pela oportunidade. >> Pediu Robson que exiba a >> C. Vamos então à nossa leitura de harmonização de hoje. Eh, Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel e Amigos e está no livro Paz e Renovação. A lição é trabalho e sacrifício pelo espírito Batuíra. Filhos, todo trabalho é santo. Contudo, é forçoso não esquecer a santidade maior do trabalho de sacrifício na exaltação do bem, quando tudo parece obstáculo intransponível, quando a dificuldade econômica nos exauri as últimas energias. Quando a enfermidade parece eliminar-nos todas as forças, quando a solidão nos envolve em seu manto imponderável de Sisa, quando a calúnia nos fere de rijo, ameaçando prostrar-nos o coração, quando a maioria dos companheiros nos estende o fé da dúvida em troca de nossas esperanças mais belas. Quando a tentação nos cerca o espírito necessitado de segurança, ofertando vantagens materiais a custa de nossa deserção no dever a cumprir. Quando o desânimo, por frio doloroso,
speranças mais belas. Quando a tentação nos cerca o espírito necessitado de segurança, ofertando vantagens materiais a custa de nossa deserção no dever a cumprir. Quando o desânimo, por frio doloroso, busca entorpecer-nos as fibras mais íntimas, quando o cárcere de nossos testemunhos se ergue aflitivo, portas adentro de nossa própria casa, aprisionando-nos em superlativo sofrimento moral. Nesses minutos supremos é preciso trabalhar mais, confiando-nos a bênção divina que brilha infatigável no trabalho maior. trabalhar sim, porque é trabalhando no bem de todos que enxugaremos as próprias lágrimas e venceremos as próprias fraquezas, de modo a que todo mal nos esqueça, por invulneráveis as arremetidas da sombra. Filhos, não vos deixeis abater diante da luta. O apostolado da redenção inclui todas as dores. Lembremo-nos de que perseguido e tentado, Jesus trabalhou sempre, ainda mesmo na cruz, à frente da morte, trabalhou na obra do perdão sem limites. E não nos esqueçamos de que é pelo trabalho que poderemos responder ao divino apelo que há muitos séculos fluiu da divina palavra. Ser fiel e dar-te ei a coroa da vida. Isso está em Apocalipse 210. Então, meus amigos, diante dessas reflexões de Batuíra que nos coloca a oportunidade do serviço como a nossa própria redenção para o nosso próprio aperfeiçoamento. E assim pensando, digamos ao Senhor Jesus: "Ó mestre querido, gratidão, Senhor, pelas oportunidades de trabalho que aparece em nossa vida em todos os segmentos da sociedade, da nossa vida profissional, do nosso lar. Gratidão, Senhor, porque o trabalho é quem nos dignifica, é quem nos ergue, é quem preenche as nossas horas vazias para que não venhamos a sós sobrar nas dificuldades, nas tempestades da vida. Abençoa, Senhor, as mãos que trabalham, as mãos que aquecem, as mãos que se doam. Abençoa, Senhor, o coração que consola, porque toda ocupação útil é trabalho. Gratidão, mestre querido, por colocar em nossa vida as oportunidades que nos fazem exercitar a paciência, a tolerância,
m. Abençoa, Senhor, o coração que consola, porque toda ocupação útil é trabalho. Gratidão, mestre querido, por colocar em nossa vida as oportunidades que nos fazem exercitar a paciência, a tolerância, o perdão, a indulgência, que é o nosso trabalho íntimo pela nossa própria edificação. Gratidão aos amigos espirituais que nos inspiram com o seu trabalho no bem. Gratidão sobretudo a Jesus, conforme ele mesmo afirmou: "O meu pai trabalha até hoje e eu também. Trabalhemos, amigos. Trabalhemos pela nossa própria purificação. Trabalhemos em solidariedade, colocando-nos à disposição do Cristo nessas horas aflitivas da regeneração. Porque só o trabalho, só a solidariedade entre mundos e intramundos é que assim haveremos de colaborar com Cristo na transição planetária. Jesus espera por nós e Deus através da criatura no trabalho do bem ajuda a própria criatura. Gratidão, Senhor, pelo trabalho que nos fortalece e nos ergue de volta ao Pai. Obrigado, senhor. Muito obrigado. Obrigada, Marlúci, linda prece, né? Então, para dar seguimento ao nosso estudo de hoje do livro 6 Atos dos Apóstolos, nós eh vamos ver o capítulo, o tema 15, né? Eu vou liberar pela >> capítulo 15, que era para ter sido feito na semana passada, então hoje a gente deu uma retornadinha e a gente vai escutar pela nossa facilitadora Carmen, né? está no capítulo nove, né, esse tema. E a gente vai conhecer, vai meditar, vai sentir e vivenciar o evangelho de Jesus. Estamos transmitindo pelo Facebook oficial e o Facebook da FEB TV, também pela FEB Lives no YouTube. Vamos dar boa noite a outros que e entraram aqui, o José Mar Alves, a Elizabe, o Aldo Nobre, Ana Maria, a Tânia Frazão, a Marlene Tax, né, e outros que ainda vão abrilhantar a nossa sala de estudos com a participação. Os 30 minutos finais serão eh para perguntas, né, reflexões que a gente pode fazer junto. E é justamente isso que qualifica o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo, essa participação de vocês. Então, queridos, para dar o início, nós vamos convidar a nossa
lexões que a gente pode fazer junto. E é justamente isso que qualifica o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo, essa participação de vocês. Então, queridos, para dar o início, nós vamos convidar a nossa facilitadora, a Carmen Rabelo. Hoje estará só, né, Carmen? Pois é. Boa noite, queridos companheiros. Aqui estamos sócios porque o Rabelo está em missão lá na Bahia já preparando o centenário de Divaldo Franco em maio de 2027. 27. >> É 2027. Opa, >> daqui daqui a um ano e pouco. >> Isso mesmo, Carmen. Se você você tá no no celular, né? >> Tô no celular. >> Então, se você virar o celular nesse sentido, a gente vai te ver maior assim, >> tá? É, mas não consegui. Não, >> não. Então tá bom. Vamos. >> É porque tem que tá ativado a tem que tá ativado aquela rotatividade dele, mas a gente tá te vendo assim. Então, viu Carmencita, é tudo contigo, tá? Um bom trabalho. Jesus tá sempre conosco. >> Eh, e eu pedi, Janice, a colaboração de outros companheiros para nos ajudar, >> para não nos cansar muito, tá? Com certeza. >> Então vamos fazer e vamos fazer com o material que temos, né? Com certeza. Robinson para >> para colocar. Nós vamos estar aqui >> e quando você quiser que a gente participe é só você pedir, >> tá certo? Muito obrigada. >> Tá, Marúcia, tá? Eu e também o Robinson, você pode chamar por. >> Ótimo. Excelente equipe. Excelente equipe. Não estou só. Então, e nós estamos aqui com o Evangelho Red Vivo. A, a senhora Anice já falou, nós vamos retornando hoje, o tema 15. Nós vamos ver Saulo, o perseguidor. Vamos ver vocação de Saulo e vamos ver a pregação em Damasco. Tudo está contido em Atos, capítulo 9. Eh, e versículos de 1 a 25. Com a morte de Abigail, o o Saulo ficou muito triste e revoltado. voltado porque ele não pôde dar atenção à mulher amada. Naquele momento que ela é levada de volta para os parentes em Jope e ele fica em Jerusalém, ele esquece por uns meses Abigail. E ao esquecer Abigail, ela adoece. Mas nesse período ela tem oportunidade de conhecer Ananias, que fala de Jesus. E como o
parentes em Jope e ele fica em Jerusalém, ele esquece por uns meses Abigail. E ao esquecer Abigail, ela adoece. Mas nesse período ela tem oportunidade de conhecer Ananias, que fala de Jesus. E como o irmão Jesiel já tinha dito para ela sobre Jesus, então ela se interessa pela doutrina. E o Saulo fica realmente muito magoado. Ele fica de veras revoltado contra Jesus e o remorço por não ter acompanhado a noiva naqueles últimos momentos. Porque talvez se ele tivesse ali, ele poderia ter ajudado e ela não ter morrido. Mas naqueles últimos momentos, Abigail fala com ele sobre Ananias e fala com ele sobre Jesus. E esses pensamentos amargos o atormentavam. Pode passar o outro, meu irmão. Então, esses pensamentos amargos atormentavam imensamente o perseguidor dos cristãos. com a morte de Abegaio, como vocês estão vendo aí, os pensamentos de remorço e revolta amarguravam e atormentavam aquele jovem. E ele, com a rigidez que ele tinha nas suas paixões, aniquilara todas as possibilidades de ventura. Ele sentia totalmente desventurados, totalmente sozinho. O que fazer agora? E a revolta era dirigida a Jesus, porque Jesus roubara a sua noiva e Jesus roubara a sua tranquilidade. E desde o momento que ele vai na casa do caminho, em todos os lugares, ele viu os seguidores de Jesus, os homens do caminho, e aquilo o magoava imensamente. E ele então procura o sumo sacerdote que concede uma reunião no Sinédrio e um documento para autorizar a ida dele para perseguir, no caso, outras comunidades que estavam se fazendo ao redor de Jerusalém. E ele vai buscar Ananias, que está em Damasco. Então nós temos aí e agora que nós pegamos a colaboração dos companheiros, a revolta de Saulo contra o Cristo, que é o próximo. Nós já falamos sobre isso aí também. Então vamos ao próximo slide. Então, esse próximo slide que fala sobre a revolta de Saulo quanto Cristo, apesar que aí ficou errado, tá escrito vocação, mas é revolta de Saulo contra Cristo, que nós vamos ver nos versículos um e dois que pediríamos para ler e fazer a
bre a revolta de Saulo quanto Cristo, apesar que aí ficou errado, tá escrito vocação, mas é revolta de Saulo contra Cristo, que nós vamos ver nos versículos um e dois que pediríamos para ler e fazer a interpretação desses dois versículos que são muito importantes. Oi, sou eu que vou ler. >> Oi. Oi, Marlci. Que bom ter você conosco. >> Oi, querida, >> que bom ter você. >> É, a honra é minha. Então, eh, a revolta de Saulo contra o Cristo. Saulo, respirando ainda a ameaça de ameaças de morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote. foi pedir-lhes cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de poder trazer para Jerusalém presos os que lá encontrasse pertencente ao caminho, quer homens, quer mulheres. Então, meus amigos, aí realmente ele estava assim consternado, né, por ter perdido a sua amada e atribuiu essa perda, né, essa revolta ao Cristo. É, considerando que ele, ao vê-la, soube por ela mesma que ela havia se convertido aquele aquele Cristo que ele não entendia, não entendia porque o irmão, né, o Jesiel havia sido apedrejado e falava desse Cristo com muito amor. Não entendia porque Abigail entregou-se a esse Cristo. Então, meus amigos, a revolta de Saulo era muito grande. que qualquer pessoa, como diz aí o texto, homem ou mulher, que respirasse as as falas do Cristo, esse seria perseguido. E como ele pediu aí a carta, né, autorização para perseguir e levar a termo qualquer um que que manifestasse eh esse esse carinho pelo Cristo, esse conhecimento daquele Nazareno que ele não compreendia porque as pessoas tinham tanta doçura por ele e ele o odiava. Pelo menos até aqui, né, Carmen? É. Eh, depois nós vamos ver como a coisa acontece. É interessante, amigos, que o em Paulo Estevão Emanuele dirigiu ao Sinédrio, porque ele era muito culto, ele sabia muita coisa e tinha uma uma argumentação muito precisa. Ele diz assim: "Amigos, há tempos nos reunimos para examinar o caráter da luta religiosa que se criara em Jerusalém com as atividades dos aclas do carpinteiro de Nazaré.
ma argumentação muito precisa. Ele diz assim: "Amigos, há tempos nos reunimos para examinar o caráter da luta religiosa que se criara em Jerusalém com as atividades dos aclas do carpinteiro de Nazaré. Isso está em Paulo Estevão. Felizmente, nossa intervenção chegou a tempo deitar grandes males com a morte do Estevão, dando ali um exemplo. Dada a argúcia dos falsos taumaturgos exportados da Galileia. A custa de grandes esforços, a atmosfera desanuviou-se. A chamada igreja do caminho restringiu suas atividades, a assistência aos enfermos desamparados e não se falava mais sobre Jesus. Nossos bairros mais humildes estão em paz. voltou a serenidade aos nossos afazeres no templo. Entretanto, olha, astúcia, não se pode afirmar o mesmo quanto a cidades vizinhas. minhas consultas. As autoridades religiosas de Jope e Cesareia dão a conhecer os distúrbios que os adeptos do Cristo vem provocando assintosamente com prejuízo sério para a ordem pública. Não somente nesses núcleos, precisamos desenvolver a obra saneadora, mas ainda agora chegam notícia alarmante de Damasco a requererem providências imediatas. Localizaram-se ali perseguidores elementos, um velho chamado Ananias e todos, é claro, ele disse para esse fim. Ofereço todos os meus préstimos pessoais, sem unos para casa a que servimos. Basta armear tão só o necessário documento de habilitação, a fim de acionar todos os recursos que me pareçam acertados, inclusivo da própria pena de morte, quando julgue necessário e oportuno. E esse plano de perseguição de Saulo vai mesmo e de posse da carta e da documentação, ele sai com três amigos. E aí nós seremos a sequência que eu pediria a outro companheiro para ler para nós. >> Boa noite. Posso ler? >> Muito obrigada, meu companheiro. >> Bom, então vamos lá, né? Que que diz aqui? >> O três começa no três. É >> no três, né? Só o três. >> É o três. Não, leia do três ao seis. >> Tá bom. Então, diz assim: "Estando ele em viagem e aproximando-se de Damasco, subitamente uma luz vinda do céu o
começa no três. É >> no três, né? Só o três. >> É o três. Não, leia do três ao seis. >> Tá bom. Então, diz assim: "Estando ele em viagem e aproximando-se de Damasco, subitamente uma luz vinda do céu o envolveu de claridade. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?" Ele perguntou: "Quem é, Senhor?" E a resposta: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues, mas levanta-te, entra na cidade e te dirão a que deves fazer". Bom, que é um um resumo do que eu entendi. >> Pode continuar, pode continuar. O moço tarcense, >> OK? O moço tarcense não sabia que estava instintivamente de joelhos. O orgulhoso inflexível doutor da lei curvara-se para o solo em pranto convulsivo, experimentando vergonha do seu passado cruel. Está lá em Emanuel, no livro Paulo Estevão, lá no capítulo 10. >> Isto. >> Então, eu entendi aí que, por exemplo, nesse três, eu acho que é representa assim como se fosse a revelação divina, né? A verdade, né? Eh, essa luz. Então, acho que é esse despertamento da verdade. Eu acho que na sequência, quando no quatro, né, eh, quando ele cai por terra, eu acho que é como se fosse uma humildade forçada, né? E na sequência, eh, essa questão de quem é Senhor? Eh, e ele responde que, eh, é ele que tá sendo perseguido. Eu acho que ele demonstra Jesus ali, a união, né, dele e da sua igreja, nes estão ali eh em busca, né, da dos dos seus ensinamentos. E na questão, na sequência, quando ele fala para levantar, eu acho que ele tá colocando aqui que a fé não é revelada de uma única vez. Então eu acho que ele mostra que vai ter que ter paciência, obediência, ter um próximo passo e um caminho pro futuro dele. Então não vem tudo de uma única vez. Não sei. Eu acho que foi isso que eu entendi desta passagem. Muito bom, muito bom mesmo. E e quando Emanuel fala aí, né, no livro Paulo Estevão, ele diz que quando Saulo pergunta: "Quem sois vós, Senhor?" Olha, ele já fala: "Senhor, quem sois vós, Senhor?" Ao lado de uma luz balsâmica e num tom de inconcebível
a aí, né, no livro Paulo Estevão, ele diz que quando Saulo pergunta: "Quem sois vós, Senhor?" Olha, ele já fala: "Senhor, quem sois vós, Senhor?" Ao lado de uma luz balsâmica e num tom de inconcebível doçura, o Senhor respondeu: "Eu sou Jesus". E é nesse momento, como Robson colocou, ah, e a comunhão entre os dois, eu sou Jesus. Diz alguns historiadores que Jesus naquele momento dissera para Saulo: "Saulo, por que me persegues? Esqueceste a nosso compromisso? é hora de você dar o seu testemunho. E ele então acorda daquele sono psicológico, aquele sono de vingância que ele vivia para servir agora a Jesus. São lições que nos chegam e mostram como realmente Jesus se aproximava desse companheiro e sabia que ele daria conta do recado porque já era comprometido com a causa. E é nesse mesmo momento que nós vamos observar a mensagem que temos aí. Não recalcitres contra os aguilhões. É o seguinte, é nesse aqui nós temos no mapa, vocês observem aí mostrando onde fica Jerusalém lá na Síria, lá em cima, onde vai ficar Palmira, que nós vamos entrar em detalhe sobre Palmira. E hoje vai ficar realmente os oases, onde ele, o Saulo, depois vai para o deserto. E houve uma pergunta que eu achei bastante interessante, simbolicamente, o que significa estrada de Damasco? poderíamos pensar para nós o que é que significa a estrada de Damasco para nós. Será que também é o nosso despertamento? Será, por exemplo, que foi o momento quando conhecemos a doutrina espírita? Será os momentos de reflexões que temos nas nossas angústias, buscando Cristo, querendo realmente viver o evangelho red vivo no nosso dia a dia e como viver cada momento como se fosse um testemunho constante a esse mestre amado. Jesus, será que nós também estamos defrontando a estrada de Damasco todos os dias? Interessante refletirmos sobre isto. Muito interessante. E nós vamos para o outro, por favor, Robson. Olha o que que acontece. O mestre toca-lhe o ombro com ternura, dizendo: "Não recalcites contra os grilhões". Será que nós não temos ou não estamos
ssante. E nós vamos para o outro, por favor, Robson. Olha o que que acontece. O mestre toca-lhe o ombro com ternura, dizendo: "Não recalcites contra os grilhões". Será que nós não temos ou não estamos constantemente recalcitando, reclamando contra os aguilhões da dor, do sofrimento, da angústia que visita os nossos corações. Reconalcramos diante das adversidades da vida. Opomos-lhos resistência, rebelamos-nos quando deveríamos entregar a nossa vida a Jesus, a Deus nosso Pai, e que ele comandasse os nossos momentos. É uma reflexão muito interessante essa caminhada de Paulo, o nosso Paulo, né, ainda, mas no caminho, verdade e vida, é o próximo, irmão. No capítulo 150, nós temos a mensagem aguilhões, que eu pediria a companheira aí para ler para nós e interpretar como ela entendeu a mensagem de Emmanuel Aguilhões. >> Tô aqui, Carmen. Ô, Janice. Que bom, querida. Tudo. Eh, caminho verdade e vida, no capítulo 150, aguilhões por Emanuel. O caminho evolutivo está sempre repleto de aguilhões. De outro modo, não enxergaríamos a porta redentora. Entrega-se Deus aos filhos da criação inteira. estimula-os a se elevarem por mil modos diferentes. Entretanto, existem círculos numerosos, como a Terra, em que as criaturas não se apercebem destas realidades gloriosas e paralisam a marcha, dormindo no leito da ilusão. Perante tal inércia, os mensageiros da providência, aos quais se confiou a tarefa de iluminação dos que estacionam na sombra, promovem recursos para que se verifique o despertar. Cada existência e cada pessoa tem a sua dificuldade particular, simbolizando o ensejo bendito. Analisa a tua vida. Situa teus aguilhões e não te revoltes contra eles. Se um espírito da grandeza de Paulo de Tarso não podia recalcitrar, imagina o que se pedirá ao nosso esforço. Olha, é um texto que diz que nos nos sacode, literalmente falando, ele nos sacode. Quem não tem aguilhões, né? Quem na vida, nessa passagem, nessa encarnação, não se depara com dificuldades e ao invés de se revoltar contra estas
nos nos sacode, literalmente falando, ele nos sacode. Quem não tem aguilhões, né? Quem na vida, nessa passagem, nessa encarnação, não se depara com dificuldades e ao invés de se revoltar contra estas dificuldades, nós temos que ver de maneira diferente essas dificuldades. para que é para que a gente se acorde, para que se a gente não se acomode, para que a tarefa de iluminação de cada um seja a meta, né? E se as coisas, se as coisas andassem, caminhasse assim como uma água morna, né? que ali você se deitasse e ficasse aquela naquela comodidade. Não se cumpriria a tarefa de nos transformarmos, de nos iluminarmos e aproveitarmos a nossa encarnação. Assim como o Emânuel diz aqui, cada existência e cada pessoa tem a sua dificuldade particular, simbolizando ensejo bem dito. Qualquer dificuldade é um ensejo bendito para que a gente acorde, né? Para que a gente veja, oi, aonde é que eu tô errando, o que que está acontecendo, onde eu preciso me transformar, né? Aonde eu preciso abrir os olhos do espírito e ver o que está acontecendo e não ficar reclamando, né? indo contra, nadando contra a corrente, né? Você vai cansar, vai se afogar e a missão de atravessar o rio, que é a nossa vida, que é a nossa existência, nós não vamos conseguir, não conseguiremos completar, né? Então esse caminho evolutivo vai ser sempre repleto de aguilhões. A porta estreita é a porta mais difícil, é a porta dos aguilhões, é a porta que nos conduz à verdadeira evolução, que nos pede sacrifício, nos pede dificuldade para que a gente saia do mesmíssimo, né, daquele anonimato, né, na na ilusão da vida. Então seria bem isso. Carmen, Carmen se tá caiu. Será o Robinson? Seria então isso que Emanuel tá nos falando aqui nesse nesse texto belíssimo, né? Para que a gente não paralise a nossa marcha. Nós nós nós estamos e a o nosso planejamento reencarnatório, ele foi planejado pela divindade, né, pelo o divino, por Deus. Então temos que seguir o nosso planejamento e nada é por acaso. Nós também não viemos aqui para ficar um em
planejamento reencarnatório, ele foi planejado pela divindade, né, pelo o divino, por Deus. Então temos que seguir o nosso planejamento e nada é por acaso. Nós também não viemos aqui para ficar um em berço esplêndido, né, entre aspas, né, paralisando a marcha, né, eh, iludidos, nós precisamos, devemos nos iluminar. E foi o que aconteceu com o nosso Paulo de Tarso na estrada de Damasco. Foi isso. Ele acordou, né? Ele foi desperto. Ele via, mas ele não enxergava com os olhos do espírito. E a partir daquele momento, né, que ele caiu do cavalo e Jesus lhe colocou a mão no ombro, ele ficou cego para as coisas físicas, mas uma grande luz se abriu dentro do espírito dele. que conseguiu ver com os olhos do espírito. Eh, Robinson >> é caiu. Vamos aguardar ela. >> Vamos aguardar um pouquinho. É, qual que é o o outro slide? >> É, eu até colocar ele aqui pra gente já ir refletindo, né? Enquanto >> isso. >> E é o que é o que nós vamos refletir. >> O que pode nos paralisar. >> Exatamente. >> É uma pergunta que a gente deixa aí com vocês do chat. Vocês podem escrever aí no chat, devem escrever o que que a estrada de Damasco significa nas nossas vidas. E o que pode nos paralisar? É uma outra pergunta que a gente deixa para vocês. O que pode nos paralisar? O que vai nos impedir? Carmen Cita acho que entrou. >> Chegou chegou entregou. Então, Carmen, eu terminei aquela parte, né, e pedi pro Robinson >> colocar esse próximo slide, né? Eu pedi pro pessoal escrever no chat, né, o que que pode nos paralisar, que que para vocêica, >> né? >> Posso colocar Carmen? Responder antes de sair aqui. >> Não, eu fiquei refletindo nesse slide, né? No eh sobre no caso de Paulo foi a cegueira, né? Mas aí eu fiquei pensando se quando a gente tem a nossa estrada, quando tem um momento da nossa vida que requere mudanças, a gente muda com a dor para algo melhor ou fica ali? Mas e aí o que que pode paralisar isso? Não fazer essa mudança? Será que é o nosso orgulho, nosso medo? O apego talvez ao passado, né?
re mudanças, a gente muda com a dor para algo melhor ou fica ali? Mas e aí o que que pode paralisar isso? Não fazer essa mudança? Será que é o nosso orgulho, nosso medo? O apego talvez ao passado, né? achar que é autossuficiente ou mesmo uma insegurança espiritual ou tá confortado naquela rotina nossa do dia a dia. >> E Robson, outra coisa também, né? Não sermos merecedores, né, Robson? Porque eu fiz, eu não fiz nada, não. Por que que, né, tá acontecendo isso comigo? Porque está que eu tô passando por tanta aprovação exatamente >> entre a nossa doutrina consoladora, né? Isso >> que nos explica as a as razões, né? >> Isso entra na insegurança espiritual, né? >> Insegurança espiritual, achar que a gente não deve confiar em Deus e que ele não nos perdoa para dar uma nova chance, talvez, né? >> Hum. Qualquer coisinha que aconteça, fica de mal com Deus. >> Isso. >> Escanteia, escanteia Deus da vida e fala: "Ah, não, tô de mal com Deus". >> Mas qualquer coisinha, ai meu Deus, né? carne >> é uma infantilidade muito grande, né? E depois a questão da vitimizaçãe >> nós nos tornamos vítimas em todos os momentos. Nós esquecemos de olhar para nós mesmos e ver a nossa podridão e no entanto colocamos: "Ai, pobrezinha de mim, eu não tenho condições." Tem condições sim, nós podemos fazer muito. E Joana de Angel mostra nos livros dela como é que essa paralisação realmente prejudica a nossa evolução espiritual. Porque nós ficamos estético, com medo. Se o medo é um dos primeiros sentimentos da emoção, ele está ali presente em nós. Ele precisa ser trabalhado e não nos paralisar. Mesmo com medo, nós temos que enfrentar as dificuldades. Então, é interessante essa reflexão e muito oportuna, muito oportuna mesmo. Nós temos agora os outros que seria o 7, 8 e 9. É claro que o no o versículo é assim: "Os homens que com ele viajavam detiveram-se emudecidos de espanto, porque ouvindo a voz, mas não vendo ninguém, eles não entenderam como ele caiu do cavalo, como ele estava no chão e como ele conversava
homens que com ele viajavam detiveram-se emudecidos de espanto, porque ouvindo a voz, mas não vendo ninguém, eles não entenderam como ele caiu do cavalo, como ele estava no chão e como ele conversava com quem se eles não viam com quem ele conversava. Porque o diálogo passava só entre Jesus e o Saulo. Os três companheiros não estavam entendendo aquilo. Saulo ergueu-se do chão, mas embora tivesse os olhos abertos, não via nada. Conduzindo-o então pela mão, fizeram-no entrar em Damasco. Em Paulo Estevão é saída até Damasco, a perplexidade dos companheiros e voltarem para Jerusalém e dizer que Paulo teria ficado louco, teria tido uma crise. E Paulo então esteve três dias sem ver e nada comeu nem bebeu durante esses três dias. Aí a reflexão nossa. Se Jesus apareceu a Saulo e falou-lhe diretamente, porque não terminou o esclarecimento, mas ao invés disso mandou entrar em Damasco. Vamos observar a o o a situação psicológica de Jesus como o o psicopedagogo mais importante que a Terra já teve. Como é que ele usa essa ida de Saulo a buscar o inimigo, aquele que queria perseguir que era o Ananias? Vamos ver o que que vai acontecer aí de tão interessante. O seguinte é uma mensagem: Caminho, verdade, vida, né? Entra e coopera e mano novamente. É a Marlúci que vai ler para nós, fazendo favor. >> Sou eu sim. Então, eh, está no livro Caminho, Verdade e Vida, capítulo 39. Entra e coopera. E ele, tremendo e atônito, disse: "Senhor, que queres que eu faça?" Respondeu-lhe o Senhor: "Levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer". Está em Atos 9, versículo 6. e comenta Emuel: "Esta particularidade dos Atos dos Apóstolos reveste-se de grande beleza para os que desejam compreensão do serviço com o Cristo." Se o Mestre aparecera ao rabino apaixonado de Jerusalém, se lhe dirigira palavras ao coração, por que não terminou o esclarecimento? recomendando-lhe, em vez disso, entrar em Damasco, a fim de ouvir o que lhe convinha saber. É que a lei da cooperação entre os
lhe dirigira palavras ao coração, por que não terminou o esclarecimento? recomendando-lhe, em vez disso, entrar em Damasco, a fim de ouvir o que lhe convinha saber. É que a lei da cooperação entre os homens é o grande e generoso princípio com o qual Jesus segue de perto a humanidade inteira pelos canais da inspiração. O mestre ensina aos discípulos e consola-os por intermédio deles próprios. Quanto mais o aprendiz lhe alcança a esfera de influenciação, mais habilitado estará para constituir-se em seu instrumento fiel e justo. Então, Jesus estava ali mais uma vez dando uma lição, né, para Saulo e para nós todos, né, da humanidade inteira, que a gente precisa da cooperação uns dos outros. Saulo, que inicialmente partira enfurecido para perseguir e matar Ananias, agora estava necessitando dos préstimos da ajuda de Ananias. Embora no início Ananias ficou meio aperreado, viu Carmen, como diz aqui no Nordeste, meio aperreado. Logo ele, né? Mas Senhor, logo ele. Então Jesus está dando aí uma lição que nós precisamos uns dos outros e Deus ajuda as criaturas através das próprias criaturas. Ao eh chegar até Ananias, Saulo ia aprender ali ao longo do tempo muitas lições, humildade, né, e a e aprender a tolerância. E primeiro ele ficou assim, sabe, Carm? Eu acho que ele ficou muito impactado com a doçura do Senhor, porque em momento nenhum Jesus reclamou ou eh julgou Saulo porque ele o estava perseguindo, tratou ele com muita doçura, nem perguntou nada, só por que me persegues para Saulo fazer uma reflexão interior. Sim, porque eu tô perseguindo alguém tão doce, tão bom. Então, Emanuel tá levando pra gente aí a lição da cooperação. Precisamos uns dos outros. E a partir daí é o que mais Saulo vai ver na sua vida é a cooperação de amigos que ele desconhecia e de pessoas que ele julgara ou eh perseguir, né? Queria perseguir. Então, é uma lição muito bonita pra gente também. Por isso que Jesus falou: "Amai vossos inimigos". Porque a gente não sabe quando vai ser o momento de precisar de ajuda até do inimigo muitas
rseguir. Então, é uma lição muito bonita pra gente também. Por isso que Jesus falou: "Amai vossos inimigos". Porque a gente não sabe quando vai ser o momento de precisar de ajuda até do inimigo muitas vezes, não é? Não, Carmen? >> Claro, claro. E essa questão do Ananias é muito interessante, Marl, porque ele falou assim: "Mas se ele está é o perseguidor, como é que eu vou atendê-lo?" Então foi um fato, eh, aí eu v observar um fato mediúnico, porque Jesus vai até Ananias, onde Ananias está, e fala que está mandando Paulo, né, o Saulo, para que ele possa atender a Saulo. E Ananias fala, mas ele me persegue, ele persegue todos os cristãos. Pois >> como vou ficar, em que situação vou ficar agora de atendê-lo? Olha que situação difícil, como disse, você usou um termo aí, a gente falou, ficou de de na situação de causa, >> é aperreio, aperreio, >> aperreio, aperreio. E tem que aprender essas coisas do Nordeste, viu? Então, mas Ananias, o obediente a Jesus vai atender, vai atender. E nesse atendimento nós vamos entrar então no no nos versículos seguintes. O próximo, meu irmão. Então, nós estamos aí agora com 10. Aí o 10 diz assim: "Ora, vivi em Damasco um discípulo chamado Ananias. O Senhor lhe disse em visão, então uma fato médio único. Ananias, ele respondeu: "Estou aqui, Senhor." E o Senhor prosseguiu: "Levanta-te e vai pela rua chamada direita e procura na casa de Judas por alguém de nome Saulo de Tarso." Ele ora e acaba de ver um homem chamado Ananias entrar e lhe impor as mãos para que recobre a vista. E Saulo também recebe uma um um ato também mediúnico quando ele vê Ananias entrando. Então, antes de fazer o visível, o realmente eh a cura de Saulo, eles têm essa comunicação com Cristo. Um, que é o Ananias recebendo a incubência de ir tratar e Saulo sabendo que receberia de Ananias aquele que ele perseguia a cura para sua vista. Ananias respondeu: "Senhor, ouvi de muitos a respeito desse homem, quantos mares fez aos teus santos em Jerusalém?" E aí Jesus e aqui está com a autorização
le que ele perseguia a cura para sua vista. Ananias respondeu: "Senhor, ouvi de muitos a respeito desse homem, quantos mares fez aos teus santos em Jerusalém?" E aí Jesus e aqui está com a autorização dos chefes dos sacerdotes para prender a todos os que invocam teu nome. Mas o senhor insistiu: "É o seguinte, filho, vai, porque este homem é para mim um instrumento de escol para levar o meu nome diante das nações pagãs, dos reis e dos israelitas". Olha quanta responsabilidade agora nos ombros de Saulo. Jesus fala para Ananias: "Vai, porque este homem é para mim um instrumento de escol para levar o meu nome diante das nações pagãs, dos reis e dos israelitas. Eu mesmo lhe mostrarei quanto lhe é preciso sofrer em favor do meu nome. E Ananias então partiu, entrou na casa, impôs sobre ele as mãos e disse: "Saulo, meu irmão, o Senhor me enviou. Jesus, o mesmo que te apareceu no caminho por onde vinhas, é para que recuperes a vista e fiques repleto do Espírito Santo. E logo caíram-lhe os olhos dos olhos umas com escamas e recuperou a vista. recebeu então o batismo e tendo tomado o alimento, sentiu-se reconfortado. Olha que lição maravilhosa do inimigo curando aquele que estava cego. E é Amélia Rodrigues que vem nos ajudar agora, essa benfeitora falando sobre cegos para a verdade, porque dizendo: "Se fosseis cegos, não terias pecado". Quem vai ler para nós, por favor? Sou eu, Carne. Se fosse cegos, não terias pecado. Tá em João, capítulo 9, versículo 41. Cegos para a verdade. Amélia Rodrigues. O mundo de ontem, qual ocorre com o de hoje, estava dominado pela cegueira interior para as verdades espirituais. E por isso, os homens e mulheres do passado, perdidos na sombra de si mesmos, retornaram para o grande encontro com a verdade, que ainda postergam. A mensagem dele envolve à suas criaturas distraídas, que lamentavelmente não tem ouvidos nem interesse para introjetá-la, tornando-a lição de vida atuante. Vem em si, sim, mas não enxergam. Tem olhos que brilham, mas que ainda não
criaturas distraídas, que lamentavelmente não tem ouvidos nem interesse para introjetá-la, tornando-a lição de vida atuante. Vem em si, sim, mas não enxergam. Tem olhos que brilham, mas que ainda não percebem a luz do discernimento, nem da misericórdia. Dia virá, no entanto, que repetirá para a humanidade a cena da sua saída de Jericó, e os cegos brandarão. Senhor, tem misericórdia de nós e ele abril abrirá os olhos da alma de todos para a renovação e a vida eterna no mundo de hoje, que faz lembrar da Jericó de ontem. Eh, com a psicografia do Divaldo Franco está eh em qual dos livros Carmen? Não tá aqui, né? >> É o seguinte, quando o Divaldo Franco queria tirar umas férizinhas, ele é para mirim. Paramiri. Paramiri fica no interior da Bahia e eu não conheço, mas disse que é uma um lugar local muito eh gostoso, muito eh como vegeta deve ser assim muito perto da natureza. >> É. E parece e parece lá com Cafarnaum. Tem semelhanças com Cafarnaum. Então ela tem muita facilidade em falar. Ele ele tinha muita facilidade em receber mensagem da Amélia Rodrigues. Por quê? Porque nós sabemos que a Amélia Rodrigues esteve naquele período com Jesus e ela guarda as lembranças e ela também ela tem acesso a esses esses arquivos, né, que estão na espiritualidade daquela época. Então, a essas mensagens depois elas foram colocadas em livros, mas antes elas ficaram como páginas psicografadas, como uma psicografia, >> certo? >> Que essa foi no dia 12/07/2000, >> certo? Nessa cidade. Muito bom. >> Então, Car, o que que está dizendo aqui? Os cegos para a verdade, né? Aqueles convenientes, né? Eu enxergo o que eu quero, o que eu não quero, eu não enxergo, né? Tanto na época de Cristo como hoje, né? A gente tem essa cegueira interior, né? Para verdades espirituais, para para a verdadeira eh atitude que devemos ter, né? Então, a gente vai postergando isso, né? Entendeu? ou que seja até por uma um orgulho ou estar cego mesmo espiritualmente falando, né? E aí quando eh esse orgulho cai do cavalo que nem caiu Saulo, né, que
o, a gente vai postergando isso, né? Entendeu? ou que seja até por uma um orgulho ou estar cego mesmo espiritualmente falando, né? E aí quando eh esse orgulho cai do cavalo que nem caiu Saulo, né, que era, né? E aí quando a gente percebe que a gente caminha às cegas, mesmo mesmo jurando que está enxergando, mas a gente caminha à cegas. Por quê? Porque a gente não quer enxergar a verdadeira verdade, né? Então, cada um de nós, né, mais cedo ou mais tarde, ele vai ser tocado por essa voz, né? Queira queríamos nós que fosse de Jesus em carém, mas cada um mais cedo ou mais tarde vai ser tocado, né, por essa voz que >> vem de um silêncio, de um de um uma revelação, né? E a gente vai atravessar e vai descobrir, né, que muitas vezes uma queda é o início de uma ascensão, de uma subida, né, Carmen? Isso >> e uma descoberta da verdade que a gente realmente não tava enxergando. >> Não estávamos enxergando. É quando nos chega o sofrimento. Nós não gostamos do sofrimento, >> mas o sofrimento é um agrião que tá nos lembrando. Você tem um compromisso, você tem uma responsabilidade. Você agora tem que meditar um pouco mais e saber qual o caminho que você deve percorrer, porque esse que você está agora realmente não traz nada de benefício para você. Até agora você viveu para o mundo. Qual o momento que você vai viver para o Cristo? E aí entramos agora no seguinte, meu irmão, a pregação de Saulo em Damasco. Aí nós estamos nos versículos 20 e 21, que são muito interessantes. Saulo esteve alguns dias com os discípulos em Damasco. Imediatamente nas sinagogas começou a proclamar Jesus, afirmando que é o filho de Deus. Todos que ouviam ficavam estupefatos e diziam: "Mas não é este o que devastava em Jerusalém os que invocavam esse nome? E veio para cá expressamente com o fim de prendê-los e conduzi-los aos chefes dos sacerdotes? O impacto das primeiras pregações de em Damasco são importantíssimas, porque de um lado Saulo ainda era visto como implacável perseguidor cristãos. E de outro lado, seu verbo era realmente
sacerdotes? O impacto das primeiras pregações de em Damasco são importantíssimas, porque de um lado Saulo ainda era visto como implacável perseguidor cristãos. E de outro lado, seu verbo era realmente poderoso, surpreendendo a todos quando ele praticamente desmentia ou falava contra aquilo que ele pregava de uma maneira bem clara e bem concisa. E aí no 22, Saulo, porém crescia mais e mais em poder e confundia os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo. Decorridos muitos dias, os judeus deliberaram entre si como matá-lo, porque não queriam que ele agora ficasse ali. Se ele se tornou um louco, ele não era favorável mais aos judeus. queriam eliminá-lo. Mas Saulo teve conhecimento dessa trama. Vigiavam até as portas da cidade de dia e de noite para o matarem. Então, seus discípulos uma noite fizeram descer pela muralha oculto num sexto e ele então sai de Damasco. É importante fazermos essa síntese que temos aqui. Ótimo, meu irmão. Esse mesmo. Ótimo. Nós estamos vendo aqui o batismo de Saulo por Ananias. No momento que ele tira as escamas dos olhos, ele ali ora e o Espírito Santo desce sobre eles e batiz batiza o nosso Saulo. as pregações dele em Damasco, quando ele procura os amigos, o amigo dele, o Sadoque, que era o chefe da sinagoga, e começam a falar totalmente diferente do que ele pregava. de perseguidor. Ele começa agora a ser aquele que propaga Jesus, que traz a boa nova, que mostra que Jesus era aquele Messias esperado. Ele foge da cidade sob ameaça de morte e ele vai ao encontro de Gamaliel. Não sei se vocês recordam, Gamaliel, ele fazia parte lá do Sinédrio na época de Jesus. Então ele sai de da de Jerusalém e vai paraa Palmira. Ele já era velho, mas o o Saulo tinha muita admiração por ele. E quando nos momentos de solidão ou que tinha que tomar alguma atitude, ele aconselhava com o Gamaliel. E nessa época lá em Palmira, que Palmira naquela época era um centro cultural, antiga cidade da Síria, conhecida como a pérola do deserto. Ele procura Gamaliel e a
ude, ele aconselhava com o Gamaliel. E nessa época lá em Palmira, que Palmira naquela época era um centro cultural, antiga cidade da Síria, conhecida como a pérola do deserto. Ele procura Gamaliel e a Gamaliel aconselha Saulo a afastar-se do mundo, a procurar um deserto. Busque consolação, trabalho e silêncio. Olha aí a lição de Gamaliel para todos nós que fizemos aquelas várias indagações desde a paralisação a depois aos momentos de reflexões que nós fizemos como como se Jesus apareceu apareceu a Saulo e aparecesse para nós, como ficaríamos paralisados ou então em movimento constante, dependendo de cada um de nós. E ele fala, busque a a consolação, o trabalho e o silêncio. Nós sabemos que quando oramos, nós elevamos o nosso pensamento a Deus. E quando nós silenciamos, Deus responde-nos. Mas muitas vezes nós não silenciamos. E através de um trabalho manual, como ele vai fazer, ele vai encontrar consolação. E tudo é programado pela providência divina, porque ele vai encontrar lá no deserto, nois, ele vai encontrar o casal, o casal que é Aquila e Prisca, nesse oasis de Dan. Eh, aquele Prisca, eles eram funcionários do irmão de Gamaliel. O ex-Rabino exerce o ofício então herdado do pai Telagem, que ele tinha aprendido quando criança com Áila e e Prisca no Asis de Dan. Segundo Emânel, esse casal Áila e Prisca reuniam os mais as mais nobres qualidades espirituais. Olha quem é que vai atender a Saulo, um casal que reunia as mais nobres qualidades espirituais, segundo Emanuel, no livro Paulo Estevan. Essa síntese aí demonstra para nós todo o próximo, meu irmão. Nesse próximo aqui colocamos só as figuras. Então, nós temos lá o Damasco, temos aqui eh Saulo encontrando com Gamaliel e temos a figura aqui da nossa do nossos do casal Áila e Prisca, trabalhando no nacelagem e ajudando o Paulo. Depois é que eles descobrem quem é Paulo, que vai ser no capítulo seguinte. Meus irmãos, tivemos algumas dificuldades, mas esperamos ter conseguido fazer o nosso trabalho e ter entendido a nossa
aulo. Depois é que eles descobrem quem é Paulo, que vai ser no capítulo seguinte. Meus irmãos, tivemos algumas dificuldades, mas esperamos ter conseguido fazer o nosso trabalho e ter entendido a nossa missão. Mas não poderíamos deixar de ver essa mensagem de vinha de luz do capítulo 149, escamas. Se os ensinamentos de Jesus significam a retirada de escama dos nossos olhos, como conseguimos após recebê-los? Se os ensinamentos de Jesus significam a retirada de escama dos nossos olhos, como conseguimos após, hoje, desculpa, conseguimos após recebê-los. E Emanu disse: "O Senhor, utilizando a instrumentalidade de Ananias, não cura senão os olhos de Saulo, restituindo-lhe o dom de ver." Desde então, Saulo, oferecendo-se ao trabalho do Cristo, entra no caminho do sacrifício, a fim de extrair por si mesmo as demais escamas que lhe obscureciam as outras zonas do ser. Emanu diz: "Não ouvides, pois que o Senhor apenas permite que te devolva os olhos, a fim de que, vendo claramente, retifiques a vida por ti mesmo." Então, pode tirar as escamas como Ananias tirou, mas a mudança, a retificação de propósitos, o voltar para si mesmo é feito por nós, unicamente por nós. E assim terminamos a parte que nos cabia. Desculpe, hoje nós tivemos as dificuldades, mas esperamos que tenham entendido perfeitamente a mensagem belíssima, por sinal. Com certeza, Carmen. Pessoal tá conversando aqui no chat, adorando as suas explicações. E a Márcia Coelho já diz para você, ó. Foi ótimo, Carmen. Gratidão colocando a frase dela para para substituir todas as as outras que o pessoal tá falando aqui. Muito bom mesmo, Carmen. Vou chamar então o pessoal para pra tela. O Hélio, a Marlúci. Boa noite, Hélio. Seja bem-vindo. Marlúci já apareceu, então. >> Boa noite. Bem-vindo. >> A gente >> car tá toda chique no celular hoje, né, Car? Que bom. >> É, pois é, fiquei empobrecida. Isso sim, com tanto aparelho aqui em casa para o celular que não teve outro recurso. Mas é isso aí. Vamos usar o instrumento, né? É, com certeza,
e, né, Car? Que bom. >> É, pois é, fiquei empobrecida. Isso sim, com tanto aparelho aqui em casa para o celular que não teve outro recurso. Mas é isso aí. Vamos usar o instrumento, né? É, com certeza, >> com certeza. Nós temos algumas contribuições aqui, ó. Pessoal foi colocando quando você caiu, que a gente fez aquela pergunta, né? O que a estrada de Damasco eh significa para cada um, né? Então, excelente, >> vamos com a Gisele Baralte, que ela coloca a participação pessoal, a estrada de redenção, a estrada de Damasco, para a Gisele, para Mary Cleid, ela fala o caminho do nosso despertamento. Quer dizer, o pessoal tá por dentro, olha. >> Uhum. Eh, a Márcia Coelho coloca, eh, a estrada de Damasco para mim é a conscientização da nossa responsabilidade diante dos ensinamentos de Jesus, né? A Carmen, a Márcia, a coelho já foi um pouquinho mais profundo, né? Vamos ver aqui outras. Eh, a Mary também fala novamente que é a ignorância, a ausência de amor. A Raquel, o medo paralisa as pessoas facilmente. E aí a Gisele coloca: "Falta de fé nos paralisa, né? Eh, nós nos achamos vítimas, né? A Meri também coloca, como você disse, Carmen, nós nos achamos vítimas, né? >> É. >> A Marlene também, ó, acredito que seja a nossa presumida incapacidade de alcançar a graça divina, a estrada de Damasco. José Alves, pessoal participa bastante, Carmen. Uma gracinha. A estrada de Damasco simboliza uma grande reflexão sobre minha própria vida. Assim também o que nos paralisa o não entendimento do sentido da nossa existência. Essa não sei se você quer comentar, Carmen Hélio, Marlúci, >> eu queria comentar. Eu concordo com todas as observações e eu acrescentaria que eu vejo como uma chamada de Jesus para cada um de nós. Ou seja, todos nós temos em nossas existências, né? Não, pode até não ser nessa encarnação, mas na anterior e vamos ter no futuro, é a chamada de Jesus, o encontro com Jesus, essas oportunidades, porque muitas vezes nós estamos desatentos, tomando um rumo que pode se complicar e de alguma forma Jesus se faz
e vamos ter no futuro, é a chamada de Jesus, o encontro com Jesus, essas oportunidades, porque muitas vezes nós estamos desatentos, tomando um rumo que pode se complicar e de alguma forma Jesus se faz em nossas vidas. Então, nós temos várias observações mostrando que já muitas vezes essa estrada, trilhamos por essa estrada e tivemos esse chamado lá para trás, nas primeiras encarnações, estávamos desatentos, não conhecíamos. Hoje não, hoje a gente já tem mais consciência disso e o mundo tá toda hora de alguma forma nos oferecendo uma espécie de estrada de Damasco para nós, de uma certa forma refletirmos. E acho isso muito interessante, porque não existe ninguém para mim que não tenha sido de alguma forma eh chamado por Jesus como Saulo o foi. E isso é muito bonito porque é uma oportunidade para todos nós. E vocês falaram aí no determinado para cá me falou, né, da importância do sofrimento. Nesses dias atuais a gente fica aí lamentando, se queixando, mas a humanidade não tem como. Para ela ficar mais luminosa, ela tem que passar por umas situações que ela tá passando. E nós, incluídos nisso, se a gente souber iluminar, lapidar os nossos espíritos com o sofrimento que nos alcança, a gente vai sair disso melhor. Então, benditas reflexões aí, >> excelentes mesmo. A Gisele coloca uma pergunta para nós, ó. Podemos comparar com a frase olhos de ver e ouvidos de ouvir? É depois da chamada, né? Porque antes chamada a gente vivia assim meio que ocupado com as coisas do mundo, né? E às vezes querendo fazer o bem como Saulo tanto conhecia e tanto eh pregava Deus e toda a a a correção da vida cristã, mas precisava conhecer Jesus. Verdade. >> É isso mesmo. Eu fiquei pensando aqui, vocês falando sobre essa essa essa trajetória de Saulo, né? Saída a Damasco. E a estrada de Damasco pode significar também uma um caminho para dentro de nós mesmos, né? entrar dentro de si, esquecer as coisas do mundo, mas entrar dentro de si para poder compreender melhor o que o que foi falado aqui, o
e significar também uma um caminho para dentro de nós mesmos, né? entrar dentro de si, esquecer as coisas do mundo, mas entrar dentro de si para poder compreender melhor o que o que foi falado aqui, o sentido da vida. Então, eu acho que Saulo a partir desse momento aí ele fez uma entrada dentro de si mesmo, como disse o texto, caiu em si, né? Então, entrou, deu esse mergulho interior para poder encontrar o Cristo lá dentro. E no final de tudo ele encontrou, porque ele disse, já não sou eu que vivo, é o Cristo que vive em mim. Então essa trajetória que a gente tá buscando através do do conhecimento, do autoconhecimento, inclusive. Então, a estrada de Damasco é esse autoconhecimento, é o encontro consigo mesmo para encontrar com Jesus ou o Deus interno, né? É uma trajetória difícil para Saulo e para muitos de nós. É muito difícil. Porque a gente se distrai com as coisas do mundo e acaba não mergulhando dentro de si, porque isso requer trabalho, né? Como Saulo, 3 anos no deserto, cuidar de si mesmo, né? Eh, cuidar da sua própria subsistência. É o trabalho muito significativo que ele teve, mas é um trabalho interior, né? Porque o exterior ele já tava cuidando, né? Eh, embora erroneamente, mas é isso mesmo, é esse essa busca interior que a gente precisa fazer. É como Saulo, talvez nós precisamos fazer o que aconteceu a a ficar liberto da cegueira física para encontrarmos condições de enxergar, enxergar a nossa vida espiritual, saírmos do exterior introjetando-nos e buscando Cristo interno que temos em nós para melhor oferecermos a ao próprio Jesus as nossas vidas, estender as nossas mãos ao necessitado. Mas para fazermos isso, a verdadeira caridade, há necessidade que estejamos com o coração liberto, liberto também os nossos pensamentos e as nossas ações para que possamos doar de verdade. O exemplo maior que nós temos disso no nosso dia a dia é a questão do passe. Quando nós nos preparamos para dar um passe, quando nós realmente nos introjetamos, buscamos aquilo que temos já dentro de
O exemplo maior que nós temos disso no nosso dia a dia é a questão do passe. Quando nós nos preparamos para dar um passe, quando nós realmente nos introjetamos, buscamos aquilo que temos já dentro de nós para oferecer através das nossas mãos, multiplicada pela presença dos mentores espirituais e pelos fluidos da própria natureza. melhorar as condições daquele que nos busca em sofrimento, em amargor, amargura, como foi Paulo, o Saulo, buscando Ananias para lhe tirar escamas dos olhos. Ali quando Ananias está tirando a escama dos olhos, é o passe que nós temos no dia de hoje, tirando também as mazelas, as dificuldades, os ódios, o rancor, a mágoa que muitos corações ainda trazem e não sabe como livrar delas, como Sa Paulo ali não sabia. E Ananias é que o ensina, é que faz os primeiros atos, é que ele estende as primeiros, as primeiras mãos para que ele saia daquele lodassa e daquele sofrimento intenso que ele estava. Então, o enxergar muitas vezes é estarmos aptos para oferecer a Jesus. Mir, >> eu queria era fazer um complemento que para mim nessa encarnação é o fato mais importante até hoje. Eu fiquei 3 anos com esse livro para cima e para baixo para me ajudar, para me convencer de ser empresário, fazer uma série de coisas e passar ser tentar ser um cristão mais próximo daquilo que a gente precisa. Não que precise fazer isso, mas foi o caminho. O que mais me chamou atenção que nós temos os e a e a e a car me chamou atenção disso. Nós temos os gamalhelos em nossas vidas e vale a pena consultá-los. E a recomendação dele não foi ao acaso. E aí os 3 anos lá com aquele brisca, depois a gente foi confirmar exatamente com aquele casal que Saulo tinha perseguido. E ele e ele perseguiu ele de uma certa forma, foi responsável por vários sofrimentos no grupo daquela família que fez com que Jesus depois reunisse eles. E foi um fato, quando Saulo se dá conta disso, ele começa a entender a profundidade do ensino. E isso só poderia acontecer, como diz a Carmen, no deserto, no íntimo
com que Jesus depois reunisse eles. E foi um fato, quando Saulo se dá conta disso, ele começa a entender a profundidade do ensino. E isso só poderia acontecer, como diz a Carmen, no deserto, no íntimo de nós mesmos. Se nós não nos atermos, não fugirmos do barulho do mundo, nós não vamos reconhecer o Cristo interior, nós não vamos reconhecer toda a nossa essência. Então, foram os 3 anos no deserto, foram fundamentais. Depois ele fica com aquela dúvida, falo ou não falo, me apresento aquela coisa toda. Ele começa a perceber que ele tinha que conversar depois de ter construído uma boa relação com Prista. Ele abre o jogo e fala para eles quem ele era. E aí, de uma certa forma suja a grandeza da doutrina, né, do cristianismo, que faz com que reconheçam que são irmãos. E ao contrário, né, poderia ter tido um sentimento de de reprovação de acer e prítica, mas ao contrário, fortalece ainda mais o amor pela grandeza da doutrina, do cristianismo, que consegue nessa força do amor ser importante. Então, para mim essa metáfora e eu cito sempre nas minhas colocações, Darc Ribeiro foi crioub, ele dizia: "Vocês precisam se recolher, vocês precisam tirar férias, precisam se afastar para vocês se reencontrarem com a sua própria essência". Então, Saulo soube bem fazer isso, já como Paulo, vamos ser dizer assim, né? E fazer com que ele se encontrasse. Ele é um, para mim, é o exemplo mais importante do cristianismo em nossas vidas. Verdade. Eu penso assim também. >> O Carlinhos uma perguntinha aqui. Olha, sobre a autorização de Paulo para Emanuel escrever o livro, saberam dizer algo mais? Eu sei que Chico, sendo Chico, Emanuel, a princípio não colocou objeções, mas o Emmanuel sugeriu que ele se recolhesse e ele passou a morar na fazenda modelo para fazer com que pudesse ser criada uma ambiência onde o Chico I entrava em contato com cenários, como por exemplo isso que nós estamos falando do Asis de Dan, ele entrava em contato, ele via, enxergava tudo para ser mais fiel nos registros. Então é uma história
I entrava em contato com cenários, como por exemplo isso que nós estamos falando do Asis de Dan, ele entrava em contato, ele via, enxergava tudo para ser mais fiel nos registros. Então é uma história belíssima, né? Foram o Chico aproveitou o período de férias dele, essa coisa toda para ficar mais recolhido e tiver grande, tiver toda a condição de escrever. E aí faço uma analogia que não é analogia, para mim é um ensinamento muito forte, né? o movimento espírita. Nós estamos tendo problemas hoje. E aí se decidiu que o próximo encontro da, né, do da região centro do Brasil vai ser feito lá na fazenda pra gente reviver, pra gente conhecer mais essa história, pra gente valorizar mais isso que para mim foi fundamental, né? O Chico poderia ter escrito isso em outros lugares, mas ele foi e teve a companhia de um sapo lá, de umas coisas muito interessantes que estão no registro da história. E é belíssima essa história para mostrar que todos nós podemos nos encontrar com o Cristo e descobrir isso que a a Carmen falou que é importantíssimo nos tempos atuais, a gente descobrir o caminho interior, essa coisa na gente mesmo para ser um cristão mais fiel, mais efetivo. E e ele busca, né, Hélio, o silêncio, porque lá na fazenda modelo ele ficou praticamente sozinho, ele e o sapo, como dizem. Então ele ficou ali no silêncio, não tinha o barulho, babu de de fora. Então ele realmente poôde introspectar e ele pôde receber aquilo porque é um livro belíssimo, Paulo Esteva, >> belíssimo. E como você falou, Hélio, é um livro que nos chama atenção constantemente, porque cada página ali é como se fizesse o convite a nós, não é? Encontro nele o roteiro. Toda vez que eu tenho alguma dúvida, eu vou lá buscar a força que que esses espíritos nos passam. >> Uhum. Amigos, eh vocês falando aí e o Hélio falando que vai pra Fazenda Modelo, né? Comissão Centro. É, >> e eu aqui já estou devaneando. Já pensou a comissão nordeste ir para Paramirim, >> que segundo o Carmen é parecida com Cafarnaum. Quem sabe um dia a comissão
Fazenda Modelo, né? Comissão Centro. É, >> e eu aqui já estou devaneando. Já pensou a comissão nordeste ir para Paramirim, >> que segundo o Carmen é parecida com Cafarnaum. Quem sabe um dia a comissão regional nordeste não se reúne em Paramiri. Adoraria conhecer. É verdade. >> Muito bom. Ficou bem, viu, Marlci? >> Pois é. >> Puxou abraço sua sardinha, né, Marl? É claro. Não, mas mas ela não pensou egoísticamente não. Ela pensou no bem de todos nós. >> Eu sei. >> Com certeza. Com certeza. Então, pessoal, >> gostaria de ir. >> É, a quem não quem não gostaria, né? Lugar onde tem essa essa beleza natural, né? >> É, >> eu já ouvi falar. Muito lindo. Então, pessoal, nós não temos mais aqui assim comentários. Coloquei todos paraa gente, né? E a gente vai chegando ao nosso final. E eu ia pedir então ao Hélio, Hélio, se pode conduzir a nossa prece final, fazendo favor. >> Eu só só ia fazer uma menção que o Gisele escreveu aí no final. Apesar da minha pequeneza, o trabalho com amor na casa espírita é preencheru do amor de Jesus. Importantíssimo, né, Gisele, porque não existe um trabalho maior e menor. >> Nossa, nós nas nossas vans, filosofias, a gente costuma classificá-los, mas são exatamente esse trabalho que você citou que é pequeno, que na verdade passa a ser grande na medida que a gente oferece, né, uma uma degrau para pro crescimento e principalmente o nosso exemplo para esses que estão tanto precisando. Eu nunca me esqueço que o Chico falou. Toda a casa espírita é como se fosse uma janela que se abre para Jesus, pros céus e para Jesus. Então o trabalho dentro da casa espírita é fundamental. Belo trabalho. Prossigamos. >> Com certeza. Eu tinha já colocado a a da Gisele, mas vocês estavam todos conversando. Mas é isso, pessoal maravilhoso aqui do chat. Agradeço muitíssimo a participação de todos, né? Tá sempre com a gente, sempre participando, abertos, né, Marluz? Conversando com a gente. Então, vamos ouvir o a nossa prece final com Hélio. >> É, e nós só podemos agradecer esses
pação de todos, né? Tá sempre com a gente, sempre participando, abertos, né, Marluz? Conversando com a gente. Então, vamos ouvir o a nossa prece final com Hélio. >> É, e nós só podemos agradecer esses fiéis que estão aí, >> né? >> Hélio, um minutinho só. Hélio. Hélio. >> Oi. >> Eu tenho que agradecer as meninas que me os os meninos ajuda aí. >> As meninas e o e o nosso rapazinho. O rapazinho aí de barba branca, mas só para poder dizer que é velhinho, que ele é muito >> é o nosso Robinson. Eh, eu tenho que agradecer o Robson, tenho que agradecer vocês duas, porque realmente vocês colaboraram muito comigo, porque primeiro que eu estava só e segundo que o aparelhos aqui de casa todos resolveram não me atender e fizemos o nosso trabalho, isso que importa, fizemos o nosso trabalho. Deus abençoe você justamente isso. >> Fizemos o nosso trabalho e muito bem feito, viu, Carmen? É isso aí. >> É, e os amigos que estão aí nos ouvindo, é bom a gente conversar sobre isso, porque nós temos essas necessidades de reafirmarmos, sermos solidários, porque muitos daqueles que não querem um avanço da luz vão se fazer aí entope o fio, atrapalha aqui, pisa no coisa, como faz o rop, seu joelho incomoda, essas coisas assim, mas a gente tem na nossa frente Jesus. E a ele nós agradecemos, queridos amigos, irmãos, principalmente esses que são assim mais próximos e fiéis e aqueles que vão nos ouvir, né, nas gravações. Senhor, abençoe-nos a todos. abençoe. Falamos hoje em centro, em trabalho, interiorização. Que possamos então estar atentos, aproveitarmos essas oportunidades na nossa encarnação para fazermos com que as situações que nos são apresentadas possam ser transformadas em degraus de evolução dos nossos espíritos. Sempre me lembro de Emanuel que diz: "Você já conhece o suficiente para ser melhores." Então, Senhor, auxilia-nos a fazer com que em nossa alma essas lições repercutam e nós tenhamos um coração que, de uma certa forma, irradia todo esse amor cristão que envolve os que têm dor e sofrimento e não conhecem a Jesus.
a fazer com que em nossa alma essas lições repercutam e nós tenhamos um coração que, de uma certa forma, irradia todo esse amor cristão que envolve os que têm dor e sofrimento e não conhecem a Jesus. Temos a oportunidade de sermos muitas vezes, como falamos, o caminho, às vezes dentro da nossa limitação, a verdade, para fazer com que a vida possa de alguma forma se iluminar. E nos instantes que a humanidade tanto precisa de Jesus, ó Senhor, te agradecemos pela oportunidade que o nosso Pai nos renova, pelas situações que nos apresenta para prosseguir dilatando a nossa própria condição de sermos repositórios fiéis, de sermos exemplos mesmo dentro da nossa limitação. Temos os teus exemplos e os teus passos, Celinas, ó Mestre, nas horas que aparentemente estacionamos e às vezes até pensamos em nos viar, mas existe sempre a luz do teu infinito amor a nos visitar, a nos auxiliar, fazer com que os nossos corações possam ser aquelas fontes luminosas que a humanidade tanto precisa. ficam se buscando em teorias e filosofias a solução, mas temos em nós, na nossa condição, nessa doutrina bendita que nos reav reaviva estas lições para seguirmos Jesus, mestre querido, irmão de tantas horas, do ontem, do hoje e do amanhã que ainda se fará, será sempre esta estrela bendita que segues em à nossa frente, nos iluminando o caminho. Te agradecemos e te pedimos mais uma vez, esteja com os que sofrem, os que têm dor e que se nós pudermos ser intermediários, que sejamos um pouquinho do teu amor. E onde houver sofrimento, que sejamos o alívio. Onde houver a necessidade da compreensão, que sejamos o teu exemplo. e onde vem a necessidade então de estender os elos da fraternidade, da concórdia, que sejamos os teus exemplos vivos junto com aqueles que conosco convive. abençoe o esforço de cada um dos que aqui nos ouve, nos sente e permita, então, mais uma vez te pedir, permaneça entre nós para que a luz siga nos iluminando e a paz que tanto buscamos possa se fazer no meio de nós. Agradecidos esteja conosco hoje e
e, nos sente e permita, então, mais uma vez te pedir, permaneça entre nós para que a luz siga nos iluminando e a paz que tanto buscamos possa se fazer no meio de nós. Agradecidos esteja conosco hoje e sempre que assim seja. Que assim seja, Hélio. Agradecemos a participação de todos vocês, da nossa Carmen Rabelo, né, da Marlúci, do Héli, do Robinson, né? Nosso trabalho hoje foi muito bom, apesar de que a Carmen falou, mas a gente tem a vontade, né, Carmen? a gente tem a vontade, então não nos derruba, não é isso? >> E muita fé. Então, queridos, eh eu queria também falar para encerrar o nosso programa, né, que cada um de nós caminha direção à estrada de Damasco e é um momento que a vida nos derruba. É esse momento, né, não para a gente, né, para nos destruir, mas para abrir os nossos olhos que antes não viam, né? O orgulho se desfaz. né? O clarão e e a alma percebe que é uma um chamado para nós, né? A estrada de Damasco. Então, que sejamos firmes, né? Firmes nossos propósitos, firmes na nossa crença, nessa doutrina maravilhosa de fé raciocinada, que é a doutrina espírita. E segunda-feira que vem estaremos aqui com vocês novamente com o tema 17. Um beijo no coração de todos, gente. Muito obrigada. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores,
s que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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