#14 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 12/08/2025 (há 8 meses) 1:36:06 221 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...

Transcrição

Olá, amigos queridos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, que é um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo à luz da doutrina espírita. Vamos ver aqui quem já está na nossa sala, que já está nos esperando. O Josemar Alves, seja bem-vindo. Lei Demar, a Márcia Coelho, Glácia Araújo, Carlinhos Taiano, nosso amigo lá de Uberlândia, meu amigo Jairo Roberto, Arley Robinson, sejam bem-vindos ao nosso estudo de hoje. Marlene Taques acabou de entrar. Excelente. Pois então, para dar início à nossa, ao nosso estudo de hoje, nós vamos convidar a Carmen Rabelo, que irá fazer a nossa leitura de harmonização e a prece inicial. >> Oi, Carmen. >> Boa noite. >> Boa noite, Janice. Boa noite, companheiros e amigos. É com muito prazer que estamos aqui num dia extra com vocês, fazendo a nossa leitura e a nossa prece. Fico muito grata a Janice por ter me convidado para isso na noite de hoje. >> Sempre bem-vinda. >> O Robinson pode colocar isso com você. Então, a nossa página, a nossa página da noite de hoje é da psicografia evangélica e maravilhosa de Francisco Cândido Xavier, do livro da esperança pelo espírito Emanuel e o capítulo 87 e fala de uma coisa muito importante, ante a mediunidade. Emanu usa passagem de Mateus, capítulo 10, versículo 8. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. Procure pois aquele que carece do que viver recursos em qualquer parte, menos na mediunidade. Não lhe consagre, se assim for preciso, senão o tempo de que materialmente possa dispor. Os espíritos lhe levarão um contra o devotamento e os sacrifícios, ao passo que se afastam dos que esperam fazer deles uma escada por onde subam. Medunidade na bênção do auxílio é semelhante à luz em louvor do bem. Toda luz é providencial, toda a mediunidade é importante. Reflitamos na divina missão da luz a

zer deles uma escada por onde subam. Medunidade na bênção do auxílio é semelhante à luz em louvor do bem. Toda luz é providencial, toda a mediunidade é importante. Reflitamos na divina missão da luz a expressar-se de maneiras diversas. Têmula no alto de Torres, mostrando rota segura aos navegantes nos postes da via pública, a benefício de todos, no recinto doméstico em uso particular, nos sinais de trânsito, prevenindo desastres, nos educandários, garantindo a instrução, nas enfermarias em socorro. aos doentes e nas lanternas humildes que ajuda o viajor à distância do lar. Nas câmaras do subsolo, alentando o operário suarento. Na conquista do pão, todo núcleo de energia luminosa se caracteriza por utilidade específica. Nenhum deles é ineficiente, nenhum desprezível. A vela bruxulhante que salva um barco posto a matroca é tão indispensável quanto o lustre aristocrático que se erige na escola no amparo às inteligências transviadas na ignorância. A candeia é frágil. que indica as letras de um livro numa choça esquecida no campo. É irmã do foco vigoroso que assegura o êxito do salão cultural. No que tange a luz, o espetáculo é acessório. Vale o proveito. E matéria de mediunidade, o fenômeno é suplemento, importa o serviço. Em qualquer tarefa das boas obras, deixa pois, que a mediunidade te brilhe nas mãos. Entre a lâmpada apagada e a força das trevas não há diferença. A mensagem é lindíssima e nós, como todos somos médiuns, ostensivos ou não, temos as nossas intuições e sabemos muito bem quando estamos usando a mediunidade com Jesus ou quando estamos de deixando a Léo ou mesmo utilizando de maneira leviana. Uma uma reflexão muito boa essa página sobre a mediunidade. Oremos, meus irmãos. Procuremos elevar os nossos pensamentos depois de um dia de trabalho, de labutas, de quereras. Mas agora abrigamos o nosso coração no amor maior de Jesus. E oremos dizendo: Senhor e Mestre Jesus, companheiro dos nossos corações, tu és o caminho, a verdade e a vida. Senhor, ensina-nos a trilhar o caminho luminoso

s o nosso coração no amor maior de Jesus. E oremos dizendo: Senhor e Mestre Jesus, companheiro dos nossos corações, tu és o caminho, a verdade e a vida. Senhor, ensina-nos a trilhar o caminho luminoso que nos conduzirá até a casa do nosso pai Jesus. Quando aqui na terra usaste a mediunidade também recebendo ou sendo médio diretamente de Deus nosso pai, curando, levando a palavra, aconchegando com teu olhar e com tuas mãos, teus pés operosos iam de um sítio para outro, buscando ajudar, socorrer, curar, aqueles que já podiam ser curados, auxiliando nos vários aspectos da vida do cotidiano, da vida material. Sabemos, Jesus amigo, que temos muitas vezes dificuldades para atingirmos esses degraus de luz, mas colocamos esse talento maravilhoso que nos destes, que é a mediunidade, a serviço do nosso próximo, do nosso irmão caído, excluído, desamparado. esquecido no caminho. Aqueles que pedem um pouco de pão, mas aqueles que pedem um sorriso ou uma prece ou mesmo um abraço. Precisamos com a nossa mediunidade aconchegar estes nossos irmãos sofridos. Permita, Senhor Jesus, que esquecendo a nossa materialidade ainda aqui no planeta, possamos em momentos transformarnos em poste de luz, como colocou o nosso irmão, para que possamos, através de ti, Jesus amado, iluminar a humanidade tão necessitada, a humanidade ade tão carente, a unidade tão sofrida que como outrora, Senhor Jesus, necessitamos todos nós da tua paz, do teu olhar meigo e sereno convidarnos a esperança, a levantar e caminhar um pouco mais, porque tu, Senhor Jesus, Estás conosco, principalmente quando buscamos estar contigo. Jesus amado, permita que usemos esse talento que é a mediunidade em favor nosso Senhor. É verdade. em favor do nosso próximo querido Jesus, para que na terra haja um pouco mais de alegria, para que os nossos irmãos que ombreiam conosco sintam a compreensão através dos nossos pensamentos, da nossa fala e das nossas mãos. Que possamos estender, Senhor Jesus, através das nossas mãos e da nossa medunidade,

os irmãos que ombreiam conosco sintam a compreensão através dos nossos pensamentos, da nossa fala e das nossas mãos. Que possamos estender, Senhor Jesus, através das nossas mãos e da nossa medunidade, energia para aqueles que nos buscam, fragilizados, doentes, enfraquecidos. E que possamos também usar estas mãos para lavar as feridas do caminhante que esteja ao nosso lado, necessitando de um curativo de amor. Fique conosco, Senhor Jesus, nesta noite. abençoe o nosso hélio na sua exposição e que todos nós possamos dilatar as nossas inteligências para entendermos a mensagem desta noite, que a mensagem de luz clareia os nossos pensamentos, as nossas mentes e especialmente os nossos sentimentos. Fique conosco, Senhor Jesus, hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Muito linda e comovente a prece. Obrigada, viu, Carmen, por nos brindar com a sua presença e também essa linda prece. Então, continuando o nosso estudo, vamos eh hoje ver o tema 14, o capítulo 8, ainda na segunda parte, que é as primeiras missões, né? E o capítulo oito ele vai falar pra gente o mago e Felipe batiza um eunuco. Tá em Atos capítulo 8 versículos de 9 a 40, né? E a gente vai conhecer, meditar, sentir e vivenciar o evangelho de Jesus com todos esses nossos estudos do Evangelho Rede Vivo. Essa esse é o objetivo, a vivência do evangelho do Cristo, né? E aí aí a gente ainda pode falar que estamos já aqui com a Marlene Tax, né? a Maria Amélia, a Ivani, o Juramar, a Sandra, Marisa Costa, a o Jairo Roberto, que já havia dito, a Glause, né? Então, todos sejam muito bem-vindos e aqueles que ainda vão entrar na nossa sala, né, sejam todos bem-vindos. E asos últimos 30 minutos, 20 minutos, 30 minutos, a gente vai deixar para que possamos conversar. Então, escrevam no chat as suas observações, né, perguntas, que a gente vai no final eh fazer uma interação que é muito bom e é o objetivo do Evangelho Rede Vivo. Vamos chamar o nosso facilitador, o Hélio, para nos conduzir nesse estudo. Oi, Hélio, boa noite. Seja muito bem-vindo

inal eh fazer uma interação que é muito bom e é o objetivo do Evangelho Rede Vivo. Vamos chamar o nosso facilitador, o Hélio, para nos conduzir nesse estudo. Oi, Hélio, boa noite. Seja muito bem-vindo e é contigo, meu amigo. Vamos aqui só nos delar. >> OK. Muito obrigado aí. Boa noite, Janice. Boa noite o pessoal que está na assistência. Boa noite, meus queridos internautas que nos assistem agora e aqueles que vão nos assistir. E a gente estava refletindo, nós vamos tratar de um tema bastante interessante que de uma certa forma tem a ver com a prece da Carmen que tanto nos ajudou e tanto faz com que a gente consiga se reconectar com esse plano superior da vida. Eu chamo a atenção, a maioria já sabe, de que o que do livro que nós estamos falando, o Ato dos Apóstolos, ele não é muito conhecido, porque normalmente se trabalham mais os evangelhos e o livro, de uma certa forma ele vai ficando um pouco de lado. ele não foi lá no início eh valorizado pela própria igreja, mas ele trata, né, principalmente dos primeiros dias do cristianismo depois da partida do Cristo como homem e em torno da vida de Pedro. E isso nós vamos ver hoje para ser fiel, porque é um texto sempre muito rico. E esse texto, obviamente não traz só a passagem evangélica, ele traz o comentário de outros estudiosos. Alguns têm forma diferente, enxergam os aspectos por ângulos diferentes. Nós vamos então trabalhar esses aspectos. Vou paraa apresentação, pro compartilhar de tela para aqueles que me assistem. e queiram eh compartilhar de uma certa forma, olhando a apochila, nós vamos trabalhar ela. Eu tô compartilhando ela, ela já tá entrando, deve ter entrado. E como Janice bem lembrou, nós estamos tratando do capítulo 8 e dos versículos 9 a 40. e eles têm como subtítulo o que também já foi colocado aqui. Então, nesse sentido, queridos amigos e irmãos, sempre tem um preâmbulo, né? Nós de alguma forma estamos falando de uma época que, como diz aqui, ó, que seriam mais ou menos 8 meses depois do martírio de Estevão,

sentido, queridos amigos e irmãos, sempre tem um preâmbulo, né? Nós de alguma forma estamos falando de uma época que, como diz aqui, ó, que seriam mais ou menos 8 meses depois do martírio de Estevão, depois daquele momento onde Estevão foi preso, Estevão foi lapidado, né? foi tão perseguido por Saulo de Tarso e por tantos que estavam vinculados ao judaísmo naquela época, eh, membros da sinagoga, sacerdotes e por aí vai. Possivelmente alguns de nós estivemos entre eles na época, porque quando a gente vai ouvir isso, a gente não pode se excluir. A gente precisa sempre lembrar que nós somos espíritos milenares e que vivíamos naquela época, ou seja, nós já existíamos. Aonde que nós estávamos, eu não sei. É uma questão individual. Cada um de nós deve pesquisar e perceber, como diz Emanuel, é reconsultando os seus registros mentais, consultando e refletindo sobre aquilo que muitas vezes nos interessa mais sobre uma passagem do evangelho. Eu, por exemplo, tenho uma paixão pelas estradas do de Cafarnaú. Então, eu tenho a clara percepção que eu vivi naquela cidade, naquela época, possivelmente eu jogando pedra na cruz, como a gente diz. a gente na época não tinha consciência e hoje com todo esforço ainda nos falta muito para construir a redenção das nossas almas. Então, nesse período é um período onde Saulo, de uma certa forma enceguecido. Por quê? Porque ele tinha perdido Abigail. Abigail, logo depois do da lapidação de Estevon, ela eh ela adoece na estrada de Jope junto com Rute e Zacarias. é uma é um é um hoje é uma cidade, na época era mais uma vila, mas era feita a beira do do lago e que de uma certa forma era uma área agrícola e tinha muitas cháas, essa coisa toda. Mesmo com esse ambiente, Abigail não eh resistiu à programação divina. E Paulo fica muito enceguecido com tudo isso. E aqui diz um pouco disso, né? E Saulo tava naquele momento, ou seja, 8 meses depois, Abigo já tinha partido e ele muitas vezes ele conversava consigo mesmo e não conseguia encontrar uma razão dele estar naquela

um pouco disso, né? E Saulo tava naquele momento, ou seja, 8 meses depois, Abigo já tinha partido e ele muitas vezes ele conversava consigo mesmo e não conseguia encontrar uma razão dele estar naquela situação, muito menos entender por que aquele Deus a quem ele tanto zelava, porque ele pregava a lei mosaica e daquele Deus que o qual ele tinha tanto cuidado e tanto zelo, havia de alguma forma abandonado e permit que Bigail desencarnasse. Era uma questão. E o que que aconteceu? Toda vez que, de uma certa forma, ele se sentia mais triste, mais penalizado, ele intensificava o seu instinto de perseguição aos seguidores do Cristo. E aí não tem outra história. Naquela época, a igreja do caminho ou a casa do caminho era que melhor trabalho fazia. E os espíritos amigos sempre nos sugerem que se a gente tem dúvida hoje, quanto algum rumo a dar alguma casa espírita, algum trabalho existencial, a um a uma creche ou um asilo, que a gente volte e observe o que fizeram os nossos irmãos na casa do caminho. E aí eles dizem que é caminho seguro. E o que que aconteceu? De uma certa forma, então, estamos neste cenário e como diz aqui, ó, Saulo transfere para o Cristo toda a sua mágoa, entendendo que muito do que tinha acontecido era culpa dele, né? Mesmo trazendo a alma em frangalhos, elabora um plano que ampliria a perseguição aos cristãos, que nós já comentamos. E o que que acontece em paralelo a isso, a este tempo, né, nós tivemos o quê, né, o decisão de ter um dos elementos eh que faziam parte da própria sinagoga e assim como elementos da casa do caminho, seguiam a pregação do evangelho. E aí nós começamos a falar propriamente do tema de hoje. Lembrando então de Felipe. Quem era Felipe? Como eu grifei aqui, era um dos sete diáconos eleitos na casa de caminho do caminho e que obviamente depois do acontecido com o Cristo, depois dessas perseguições todas, eles resolveram sair e resolveram se refugiar em na Samaria, que era uma terra considerada assim até impura, por muitos os samaritanos. E eles foram trabalhar

Cristo, depois dessas perseguições todas, eles resolveram sair e resolveram se refugiar em na Samaria, que era uma terra considerada assim até impura, por muitos os samaritanos. E eles foram trabalhar naquela região, saindo de Jerusalém, indo paraa região da Samaria. E lá chegando nessa Samaria, o Felipe conhece o Simão. E quem é o Simão? é o ponto central das nossos trabalhos hoje. Tem tudo a ver com a lição lida pela Carmen e com as nossas com a prece da Carmen também, porque todos nós temos mediunidade e temos que nos referir e prestar muita atenção à citações aqui do Ato dos Apóstolos, principalmente feitas por Lucas, e que nos mostram o como nós devemos proceder com aquelas nossas faculdades. Felipe conhece o Simão. E que que era o Simão? Simão era alguém que era muito agradável, admirado nos samaritanos. Por quê? Porque ele fazia um bocado de coisas. Aqui nós temos o champlin que a gente respeita muito porque ele trabalha, né, com interpretação versículo a versículo no Novo Testamento. que diz alguma espécie de emanação divina, alguma fagulha do amor divino, conforme se poderia expressar pelo neoplatonismo, porque nós temos que nos referir também, então, a uma cultura filosófica dessa época, a cultura grega que vinha, né, de de Sócrates e de Platão ou alguma forma outra, sem dúvida, o Simão, ele fazia o quê? Ele, de uma certa forma buscava adaptar uma série de coisas conhecia para um Deus, para um grande Deus conhecido como Yahé, né? E que de uma certa forma, vamos se dizer assim, pra gente fazer uma analogia, Simão começou nessa época o que hoje se prega e o que se faz pelos testemunha de Jeová. Então, a religião testemunho de Jeová, ela segue exatamente o que Simão na época fazia. E o que que acontece? Felipe chega e se depara com isso, com os milagres e com uma série de situações que Simão estava e o respeito que ele tinha e ele começa a trabalhar. Antes disso aqui tem um texto longo e que eu não vou ler ele porque eu tenho a impressão que vocês leram, mas de

érie de situações que Simão estava e o respeito que ele tinha e ele começa a trabalhar. Antes disso aqui tem um texto longo e que eu não vou ler ele porque eu tenho a impressão que vocês leram, mas de qualquer forma e grifei aqui um aspecto que nos chama atenção e para até dar ênfase aquilo que eu tô falando. Nós estamos falando de um homem que de alguma forma tinha uma faculdade mediúnica muito grande. Ele tinha uma presença energética muito grande, ele tinha um animismo muito acentuado. E aqui eu vou citar o que estava, o que tá escrito aqui nos nossos textos. Lucas faz uma referência então a isso. Os apóstolos que estavam lá em Jerusalém já tinham ouvido falar da Samaria e obviamente dessa questão de nessa cidade, neste lugar estarse fazendo pregações evangélicas, colocando Deus como ponto central. E aí nós temos essa essa esse confronto. Eu chamo também a atenção que muito destas regiões que nós enumeramos nessa época aqui, que se encontram citadas no Evangelho, são as mesmas regiões onde nós hoje brigamos, onde nós temos os nossos irmãos árabes judeus brigando. Então, diríamos, a gente tem que refletir muito sobre o que que foi feito naquela época, porque milenarmente falando, a gente tem perpetuado determinados aspectos, né, onde a gente mata, onde a gente morre e renasce em espírito e fica nesse ciclo de matar e morrer. E como diz o Dr. Bezerra, se esquece de renascer ou não faz o renascimento de todos nós em espírito. E o que que aconteceu? O trabalho de todo mundo naquela época se apoiava muito no trabalho do Cristo, que sempre trabalhou com imposição de mãos. E que Lucas faz uma referência aqui e tanto os apóstolos que foram até Samaria, tanto como Felipe, tanto como Simão, todos eles faziam uso da imposição das mãos. E eles, alguns então diziam: "Recebei nesta hora que ele estava impondo as mãos o Espírito Santo. E em cima disso eles faziam muito além do passe, eles faziam previsões, eles faziam pregações que a gente vai ver algumas ao longo do nosso texto. E aí e

e ele estava impondo as mãos o Espírito Santo. E em cima disso eles faziam muito além do passe, eles faziam previsões, eles faziam pregações que a gente vai ver algumas ao longo do nosso texto. E aí e Lucas enumera, quando Simão viu que o espírito era dado pela imposição destas mãos, ele começou a se interessar e disse o seguinte: "Para aí, então eu posso de alguma forma cobrar por isso e posso de alguma forma envolver dinheiro nisso". E o que que acontece? Ele diz: "Dai-me também a mim esse poder para que eu receba o Espírito Santo e todo aquele quem eu impuser as mãos". Pedro, que tinha visitado junto com João a Samaria, vendo isso, replicou, conversou com Simão: "Pereça o teu dinheiro e tu com ele, porque julgastes poder comprar com dinheiro o dom de Deus". E aí, gente, nessa hora aqui, eu parei para refletir o quanto que nós não aprendemos essas lições, né? Por quê? Porque eu vou me fazer referência aqui em Brasília. Quantos nós não temos que estão fazendo a mesma coisa que Simão fez naquela época? E aí nós temos uma série de aspectos que a gente precisa refletir. Ao longo da minha abordagem vou falar disso. Diz ainda Pedro: "Não terás parte nem herança neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Por quê? Porque o Simão pensou em cobrar pelo trabalho. Arrepende-te pois desta maldade tua e ora ao Senhor para que te possa ser perdoado este pensamento do teu coração, pois eu te vejo na amargura do fero e nos laços da iniquidade. Simão respondeu: Rogai vós por mim ao Senhor, para que não me sobrevenha nada e que acabeis de dizer. Na medida que ele fala isso, que Simão fala isso, ele admite e ele reconhece o poder de Deus e reconhece o próprio equívoco. E aí nós precisamos refletir sobre isso, né? Porque muitos daqueles que a gente busca alcançar e busca lembrar que dai de graça o que de graça recebestes e na riqueza da mediunidade, como diz a Carmen aí no momento inicial, mais ostensivo ou menos ostensivo, intuitivo, o que que acontece? A mediunidade é

mbrar que dai de graça o que de graça recebestes e na riqueza da mediunidade, como diz a Carmen aí no momento inicial, mais ostensivo ou menos ostensivo, intuitivo, o que que acontece? A mediunidade é santa e o que nós recebemos de sagrado nisso, nós não podemos cobrar. E quando nós procuramos aqueles que fazem uso, né, e cobram por isso, a grande maioria não quer nem ouvir. Ela não tem ouvidos até que chegam à situações que os recoloca no caminho. Então, gente, isso está escrito no Atto dos Apóstolos, como eu fiz a referência, uma obra tão rica, uma obra onde o evangelista Marcos, como sobrinho de Pedro participa. E aí a gente tem Lucas enumerando, escrevendo essa obra que de alguma de certa forma é complementar ao Evangelho de Lucas. Precisa sempre lembrar que quem escreveu Atos Apóstolos foi Lucas. E Lucas, com todo seu conhecimento médico, que ele era, um indivíduo que sabia ler entre as letras, vamos se dizer assim, e já extrai o espírito, embora ele não tivesse conviv convivido com Cristo, ele é um espírito extremamente atento. E eu só vou fazer um parêntese para lembrar, foi ele que incorporou Timóteo ao trabalho cristão. Foi ele que, de uma certa forma, deu segurança para Paulo enquanto Saulo ainda em vários momentos. E ele encaminhou muitos. Por quê? Porque era alguém que, de uma certa forma falava com proveito. Então aqui faz uma citação em várias obras. Aqui nós estamos falando, por exemplo, de uma obra aqui, ó, que é o novo dicionário de filosofia, né? É um dicionário não tão novo, vamos ser dizer assim, mas ele é chamado de novo porque ele é mais recente e que faz menção que naquela época as culturas usavam muito o que Simão fazia. Simão, o mago, né, ele fazia um trabalho que era uma mistura, como diz aqui. Geralmente eram pessoas sábias, estudiosas da astronomia e das forças da natureza. Eles conheciam muitas vezes isto por dons, por questões de herança, por questões de vivência em outras épocas, em outros, em outros momentos, em outras encarnações. E conheciam muito

rças da natureza. Eles conheciam muitas vezes isto por dons, por questões de herança, por questões de vivência em outras épocas, em outros, em outros momentos, em outras encarnações. E conheciam muito as forças da natureza. fazendo uma pequena analogia, eu sou extremamente fã desses dessas inúmeras rezadeiras, das parteiras que nós temos espalhadas ao longo desse nosso país tão maravilhoso e que fazem uso dessa mesma coisa. E felizes aquelas que não cobram e são raras, mas tem alguma delas que cobra, porque elas fazem o quê? Elas fazem a mesma coisa que os magos daquela época faziam, juntam os conhecimentos e são auxiliados pelos espíritos a fazer o bem. Então eles praticavam uma mistura que é conhecido como aspecto de magia e que obviamente trabalhava em todas as forças naturais e era o que Simão fazia. Aí surgiam encantamentos, sabe? surgiam visões de um cenário que era muitas vezes muito sofrido, mas eles passavam uma outra visão daquele cenário com a a ajuda espiritual. Eles faziam o que a gente chama de exorcismos, que era conversar com os espíritos para convencer os espíritos a, de uma certa forma procurar os seus caminhos e abandonar aquele plano de atividade. Eles trabalhavam com talismãs e ajudavam com isso, de uma certa forma a positivar as forças naturais. É claro que objetivo maior, a espiritualidade sempre concordou com isso, enquanto isso era usado para o bem. Só o que que aconteceu? Muitos começaram a cobrar e usar isso não tanto para o bem. Aqui nós temos ainda um comentário que vai nos esclarecendo um pouco mais. Hoje a ciência com o progresso que ela tem, ela vai de uma certa forma esclarecendo vários aspectos que na época eram muito valorizados. Ah, consegue se mostrar hoje através do magnetismo que todos nós temos um animismo muito forte. é uma energia, é um ânimo que que nós temos e que nós podemos usar a serviço do bem, sem obviamente centralizar isso e constituir isso num trabalho, vamos ser assim, de magia. O meu convite é para que a gente reflita sobre isso. Hoje nós

temos e que nós podemos usar a serviço do bem, sem obviamente centralizar isso e constituir isso num trabalho, vamos ser assim, de magia. O meu convite é para que a gente reflita sobre isso. Hoje nós temos a doutrina espírita nos esclarecendo e nos mostrando quanto é importante nós trabalharmos todos os elementos, fazer isso de uma forma conhecida, trabalhar em nós tantos elementos que a gente precisa para fazer um trabalho de cristianização e ajudar o Cristo a cristianizar a humanidade. É, por questões de ter andado bastante pelo mundo. Eu conheço muitos shamãs. E eu coloquei aqui um grifo. Eu não tô falando daquele chaman que é cantor e ator também, que foi eh que tá aí muitas vezes na mídia. Tô falando de um grupo de indivíduos que são extremamente sábios e que fazem uso da dança, fazem uso da música. E eu tive contato, eu andei pela Europa um período, eh, pela doutrina espírita e fui buscado pelos chamãs e procurei conhecer melhor o trabalho. O trabalho deles, a grande maioria, é um trabalho, seríamos assim, inicial do próprio espiritismo. É um trabalho onde eles trabalham a força da natureza, eles fazem seus cantos, eles se recolhem em ambientes naturais com as forças da natureza e o seu pensamento positivo, as suas energias, as suas palavras. Eles fazem muita coisa. Infelizmente nós temos alguns que fazem a magia negra, mas estes nós não vamos perder tempo, porque eles mesmo com a cruz que eles já têm, eles já vão ter trabalho demais. Vamos falar destes chamãs que são muitos famosos, são muito famosos na Oceania e umas regiões da Europa e que eles fazem um trabalho inclusive com empresas, com homens e negócio e eles usam, né, a faculdade mediúnica que eles têm e eles usam para ajudar e orientar e são, foram de uma certa forma os que aumentaram e ampliaram as forças psíquicas que as ciências da psicologia e da própria psicologia nos esclarecem hoje. Então, gente, nós temos muitos aspectos e aí vou falar, por exemplo, do povo cigano, né? O povo cigano nós conhecemos

íquicas que as ciências da psicologia e da própria psicologia nos esclarecem hoje. Então, gente, nós temos muitos aspectos e aí vou falar, por exemplo, do povo cigano, né? O povo cigano nós conhecemos inúmeros que são extremamente louváveis à sua conduta, embora alguns se desviem para caminhos que não são tão louváis que a gente tem que reconhecer. Mas todo o trabalho dessa magia, ele continua acontecendo. E aí eu venho para Brasília, eu já estou há quase 30 anos em Brasília e encontrei uma série de senhoras que continuam fazendo isso. Elas estão em casa hoje fazendo uma série de consultas, elas fazem receituários e elas fazem aí as madames, né, que nós temos aí, a Madame Diná, Madame Maria, etc. E aí até faço uma brincadeira que não é tanto brincadeira, porque eu trabalho com universidade, um grupo de meninos me procurou e falou: "Você é aquele professor Hélio que tem propaganda na internet, que faz uma série de trabalhos." Aí eu fui atrás e descobri que eu tenho xá e que faz os trabalhos da magia nos tempos atuais. e procurei até convencer, conversar com ele, conhecê-lo, mas eles, essas pessoas que de uma certa forma procuram se valer disso e procuram ganhar dinheiro com isso, do início eles entendem que é para sobreviver, mas o que que acontece? Depois eles têm dinheiro para comprar um carro novo, reformar a casa e a coisa desencaminha. Ok? Então nós temos o quê? Naquela época e nos dias de hoje nós temos o próprio judaísmo, que ainda hoje mantém alguns ritos, na época era mais forte. Então, diríamos, a religião predominante daquela época estimulava isso e ela mesmo entre seus ritos judaicos fazia isso. E essas magias são adaptações do que o povo fazia naquela época, né? Como diz aqui, apesar de os hebreus terem criado uma teologia mais refinada, resultantes já acreditavam em Deus único, graças ao trabalho de Moisés, a gente deve salientar que o sistema sacrificial deles difer, dos assírios, dos semitas, gente. E esse povo semita é o povo que tá lá hoje. Por questões de eh seita, eles ficam

ao trabalho de Moisés, a gente deve salientar que o sistema sacrificial deles difer, dos assírios, dos semitas, gente. E esse povo semita é o povo que tá lá hoje. Por questões de eh seita, eles ficam brigando. Muitos deles estão vinculados ao Ahás, outros estão vinculados a outras crenças e seitas e a gente precisa orar muito por eles para fazer com que a gente consiga auxiliá-los a uma determinado momento, no instante de lucidez, perceber o descaminho que eles fazem. Essa citação aqui também é do Champl, então ela é sempre bastante confiável por causa disso que eu coloco. E o texto inseriu, né, vários exemplos de povos que faziam isso, que é o nosso ponto central do comentário, do que tá escrito no Atto dos Apóstolos e que é o trabalho do mago Simão. Então, por exemplo, os medos e os persas. Eu sou um admirador da cultura persa, eu gosto da música e por aí vai. Mas eles também foram, gente, adeptos de uma série de aspectos que envolviam magia, envolviam a astronomia, envolviam paraapsicologia. E entre eles, eu grifei aqui o zoroastrismo. Nós temos vários personagens e ainda nos dias atuais nós temos a seita, né, zoroástrica muito forte e ajudando. Então, por exemplo, nos peg pega aí o Tom Cruz, por exemplo, que ele está lá nos Estados Unidos com algo muito forte e que é derivado do zoroastrismo. Então, gente, nós temos inúmeras pessoas de destaque em nossa sociedade que preferem tomar caminho os outros. O zoroastrismo foi ótimo, enquanto que ele não era dominado por alguns que desviaram tudo aquilo que os astros permitem conhecer, tudo aquilo que o nosso conhecimento e a nossa faculdade mediúnica pedos conhecer. E o que que acontece? De repente a gente começa a personalizar isso mais, começa a cobrar por isso e isso vai se desviando. Então, gente, o povo do Irã hoje, que era antiga Pérsia, eles ainda trabalham muito, mas nós estamos falando, o zoroastrismo foi relativamente famoso no século VI antes do Cristo, né? A magia dos partas, o império parta, ele também

e, que era antiga Pérsia, eles ainda trabalham muito, mas nós estamos falando, o zoroastrismo foi relativamente famoso no século VI antes do Cristo, né? A magia dos partas, o império parta, ele também é, vamos se dizer assim, olha aqui, 247 antes de Cristo até depois do Cristo. Então aqui, gente, são 500 anos, vamos ser dizer assim, de potências políticas e culturais iranianos que ajudaram a trabalhar não só osoismo, como a gente tá falando, como outras magias. E as magias, esses trabalhos envolviam aqui, o texto esclarece práticas comuns onde o indivíduo fazia o que o mágico, o mago, o sábio ordenasse. Então nós tínhamos as práticas comuns, onde este oráculo, este personagem, este mago dizia e pedia para as pessoas fazer, as pessoas faziam. Nós temos um outro tipo de recomendação que envolve cerimônias que estão aqui, que envolviam rituais e que nós temos no de hoje ainda nada contra, mas eu sou muito amigo e conhecido. Tenho alunos que são do Vale do Amanhecer. E o vale de amanhecer é um desses lugares onde nós ainda fizemos hoje o que eu tô falando aqui. E aí eu falo muito com os meninos, eu vou alcançando o livro espírita, eles vão lendo e vão esclarecendo e vão conseguindo se convencer que uma série de coisas que se faz no vale do amecer, isso não significa dizer que não se faz. Um trabalho interessante. É um trabalho onde a tia Neiva e seus seguidores fazem um trabalho voltado pro bem e mesmo assim são cerimônias que devem ser discutidas e que a doutrina espírita vão esclarecendo. Existe aspectos que misturavam as duas coisas, né? Bom, a magia egípcia, né? Não sei se alguém dos que me ouve gosta da cultura egípcia. Pessoalmente, por toda a sabedoria, por tudo, eu como médico veterinário, admiro eles profundamente porque eles conheciam muito. Então eles adoravam alguns animais. O gato é um animal adorado por eles e os faraós tinham os seus gatos para protegê-los. E os gatos são até encontrados nas tumbas dos faraós enterrados com eles. Porque isso corresponde ao que a gente nos dias de

animal adorado por eles e os faraós tinham os seus gatos para protegê-los. E os gatos são até encontrados nas tumbas dos faraós enterrados com eles. Porque isso corresponde ao que a gente nos dias de hoje com os ganhos da ciência vai explicando e mostrando o quanto que um gato absorve energias que são ruins numa determinada ambiente e vai ajudando a higienizar, a ambientar aquilo. E a magia egípcia, ela foi obviamente muito além disso, mas eu não vou ter tempo para comentar isso, mas nós tivemos, por exemplo, aqueles que eram considerados os eleitos, os iniciados e que recebiam, né, uma cultura, um conhecimento, e além disso, então, isso facilitava usar melhor os seus eh conhecimentos e fazia uma série de coisas. Por exemplo, até hoje nós temos enigmas da cultura egípcia que não foram desvendadas pelo computador, por todos os sistemas que nós somos capazes de de produzir. Então, é uma cultura. E eles faziam esses trabalhos que nós estamos falando, os assírios e os babilônicos. Quando nós vamos lá para trás pro Nabuco do Nozouro e nós vamos lá voltar para essas épocas, nós víamos que eles faziam isso e os assírios babilonos tinha uma espécie de manual. Então, gente, eles alcançaram o Cristo e tem os seus seguidores. E de uma certa forma o Simão Mago, que vai ser o ponto central aqui, ele de uma certa forma se valeu, possivelmente tenha convivido numa dessas civilizações antigas. E aqui até fala do que os egípcios acreditavam. aqui fala da questão do Sansão, da questão dos cabelos longos, de toda uma força que ele tinha que faz parte dessa tradição, desse conhecimento, desta magia que a cultura egípcia ainda nos desde hoje traz. OK? Mas feito essas referências históricas para nós entendermos do que que nós estamos falando, nós voltamos ao que tá escrito no Atomo dos Apóstolos. E lá no versículo 9 a 10 tá escrito o quê? utilizando a magia como fonte de renda, como era usual, como era comum. As pessoas cobravam por aquilo que elas faziam, as pessoas tinham clientela

póstolos. E lá no versículo 9 a 10 tá escrito o quê? utilizando a magia como fonte de renda, como era usual, como era comum. As pessoas cobravam por aquilo que elas faziam, as pessoas tinham clientela porque dava resultado, né? Não só no sentido econômico, no sentido da preservação da saúde ou do retorno da saúde. E o que que aconteceu? Quando esse diácono chega, ele percebe tudo isso e ele vem lá da igreja, ele vem lá do Sinédrio, ele vem lá da sinagoga e eles já tinham conhecido todos os trabalhos de Moisés e eram então admiradores do Cristo. E por que que o Felipe saiu de Jerusalém e foi para esse lugar, para Samaria, para fazer esse trabalho? Porque ele entendia que Jesus tinha deixado uma mensagem que todos nós com que conhecemos, nós precisamos sair pelo mundo, como fez Saulo, né, depois como Paulo, ajudando a difundir as boas novas, as boas notícias que o Cristo, de uma certa forma nos deixou. Nós não podemos esquecer que nós estamos falando de uma época, né, alguns anos, em torno de 50 anos depois do da do retorno do Cristo pro plano espiritual. E o que que acontece? Felipe, eh, conhecendo Moisés, conhecendo o judaísmo, tendo convivido como sacerdote com aquele lugar onde Paulo foi, entre aspas, sacerdote chefe. Paulo não, Saulo. E onde Saulo tanto instruía, tanto falava e onde Saulo tanto falava de Jesus, Felipe esclarece nas conversas com Pedro e outros. Ele entende que é hora dele tomar rumo e ele vai para Samaria. E lá o que que aconteceu? Além dele pregar uma religião diferente, além das pregações dele serem diferentes do Mago Simão, que era o dono da bola na época lá na Samaria, que que aconteceu? Ele também começou a ser alcançado por aquilo que o Simão Mago fazia na base da magia. Então o próprio Felipe se surpreendeu por quê? Que muitas vezes alguns doentes alcançavam a sua pregação e saíam dali melhores, saíam curados. E aí a gente vê a população prestando atenção, começa a perceber que muitos de nós podemos fazer isso. E aí eu vou fazer um pequeno parênteses. O mesmo

a pregação e saíam dali melhores, saíam curados. E aí a gente vê a população prestando atenção, começa a perceber que muitos de nós podemos fazer isso. E aí eu vou fazer um pequeno parênteses. O mesmo Barnabé que aparece aí como companheiro de Jesus, né, que tanto fez e que ajudou a Paulo, já como Paulo lá na igreja de Antioquia começar a fazer as pregações. Aí quando ele via que Paulo estava enrolado, ele terminava a pregação para que Paulo pudesse ter um modelo de pregação cristã. E ele tanto ajudou. Este mesmo espírito ajuda diferentes centros espíritas espalhados ao longo do nosso Brasil. Nos dias de hoje. Ele assume vários nomes. Um dos nomes que ele assume é irmão José. E o irmão José, então, que ajuda tantos trabalhos é o mesmo Barnabé e é o mesmo espírito que convivendo, por exemplo, com o Pedro, convivendo com estes, né, nós temos eh noções e muitos centros espíritas, muitas pessoas têm uma ajuda maravilhosa, que a gente pode chamar de curas mesmo e até trabalho de desobsessão que foram feitos, ou seja, que são feitos nos dias de hoje ainda. ainda na mesma base do que Felipe começou fazendo em Samaria, OK? E ele tinha como base a casa do caminho. Ele tinha visitado a casa do caminho. Ele conhecia a casa de caminho. Ele tinha acompanhado a história de Estevão, ele sabia do belo trabalho que você fazia. E o que que foi acontecer? Aí, isso aqui é o Eliseu Regonati que escreve no Evangelho dos Humildes, que ele diz o seguinte: "O povo se alegrou com essa chegada do Felipe, com os trabalhos do Felipe, desinteressados que passou a receber por meio do evangelho ali levado por Felipe." Gente, não é só o esclarecimento, é o bem-estar. É aquilo que Jonas deângeles diz. Nós temos que nos dar conta que o evangelho vivido, ele é uma força para redimir muitas almas que estão caminhando sem rumo, sem direção. E o povo começou a gostar disso. Quanto a Simão, o mago, concluímos que era um médium, usando a mediunidade, que eu já falei aqui, na satisfação dos seus interesses

o caminhando sem rumo, sem direção. E o povo começou a gostar disso. Quanto a Simão, o mago, concluímos que era um médium, usando a mediunidade, que eu já falei aqui, na satisfação dos seus interesses materiais. Então veja como é a espiritualidade, como é Deus para conosco. O mago Simão, antes da chegada do Felipe, até ele meio que se continha, mas como o Felipe chegou e começou a fazer pregações, o mago começou, entre aspas, até intensificar o trabalho dele e cobrar mais. E aí diríamos, começou a se desviar verdadeiramente. E aí temos que pensar sobre isso. Ele simboliza, né, o Mago Simão simboliza o médio interesseiro abundante e ainda hoje no campo espiritismo, que eu já fiz a referência, sem citar nomes, nós temos muitos. E aí temos que ter cuidado, queridos amigos e irmãos, que me ouvem aqui, porque dentro da própria doutrina, alguns que têm nomes famosos começam a também se perder nesses tempos atuais. principalmente depois da pandemia, começaram a fazer trabalhos, como a gente diz, à distância e viram que tinha um certo interesse e fazem o trabalho que deve ser questionado hoje, como diz eh nosso querido mestre Jesus, olha as suas obras, olha o que ele faz, como ele vive, para lhe dar crédito, né? Eh, e nós não podemos menoscabar o dom da mediunidade que recebemos de graça. O médium recebe de graça para iluminação e o consolo da humanidade. E é de graça, né, que le deve exercitar isso. OK? E o que que vai acontecer? Mas embora o Simão não sendo uma pessoa de má fé, como diz aqui, ele não agia de má fé, ele procurava ajudar o problema que ele cobrava e ele começava a forçar a barra um pouco, como a gente diz, né? De uma certa forma, a Kardec nos ajuda aqui com um comentário sobre isso e que tá no livro, no Evangelho Segundo Espiritismo. Os médiuns modernos, pois os apóstolos também tinham mediunidade igualmente, receberam de Deus um dom gratuito, o de serem intérpretes dos espíritos para instruir os homens, para lhe mostrar o caminho do bem, para conduzi-los à fé,

óstolos também tinham mediunidade igualmente, receberam de Deus um dom gratuito, o de serem intérpretes dos espíritos para instruir os homens, para lhe mostrar o caminho do bem, para conduzi-los à fé, fortalecer nos dias atuais, fortalecer a fé do da nossa humanidade que tá muito discrente, tá conflita, né, tá com falta de confiança e não para lhes vender palavras. que não lhes pertencem, visto que são fruto de concepções, não são fruto de suas concepções, mas são instrução dos espíritos, né? Deus quer que a luz chegue a todos. Então, gente, qualquer um de nós, nós sabemos que o mais importante de tudo é o amor em ação e a caridade. Então, muitas vezes, pequenos servicinhos que se fizemos para ajudar alguém em dar uma direção no plano físico, em ajudar, em simplesmente ouvir, nós estamos exercitando isso que esses expoentes na época faziam com mais intensidade. A gente lembrando sempre que não tem como medir o valor do trabalho. Muitas vezes uma alma perdida é ajudada com simples conselho, isso tem muito mais valor do que a cura de alguém cura de um espírito que tá de uma certa forma muito endividado. E o que que vai acontecer? Embora com uma força e com uma série de coisas é curado, mas depois ele retorna porque ele vai ter que acertar essas coisas, se ajustar com a lei. Então gente, não tenhamos dúvida. que nós vivemos um tempo muito especial e eu vou fazer uma contextualização. Assim como na época o povo da Samaria foi de uma certa forma escolhido, porque não era muito longe de Jerusalém e era um povo considerado que precisava muito da assistência, da orientação, era um povo considerado assim um pouco insano e um pouco eh de má fé e essas coisas todas. Se nós formos avaliar hoje, gente, nós temos n situações onde nós somos convidados a sermos hoje isso, o que esses espíritos faziam na época. Nós não precisamos montar casinha para, entre aspas, fazer pregação, vender talismãs e usar o poder da nossa energia. Nós precisamos fazer o que a veneranda nos recomenda, aproveitar as

ziam na época. Nós não precisamos montar casinha para, entre aspas, fazer pregação, vender talismãs e usar o poder da nossa energia. Nós precisamos fazer o que a veneranda nos recomenda, aproveitar as horas do dia e aproveitar, fazer com que nessas horas do dia, quando encaminhados espíritos por Deus, por uma série de eh espíritos superiores aos nossos caminhos, a gente mostre a eles quem é Jesus. A gente consiga auxiliá-los, obviamente, sem a paga. Por isso, como diz aqui, é por isso que a mediunidade não é um privilégio que se encontra por toda parte. Cobrar por ela seria desviá-la, o que nós já comentamos. Bom, aí surge uma outra coisa que nós temos muitos espíritas ainda hoje apegados. Eu trabalhei em Minas Gerais, trabalhei a União Unão Espírita Mineira e seguidamente nós éramos convidados para fazer batismo nas casas espíritas. E a gente entre aspas vivia numa sinuca de bico. Porque como fazer batismo? Se a doutrina espírita nos lembra que, na verdade, o que o batismo simboliza é feito, poderia ser feito e deveria ser feito na nossa melhoria, na nossa conversão aos poucos em doses e homeopáticas a cada dia. E o que que acontece? Mas Felipe não se opôs a isso. Tá lá no versículo 13 dos Atos. Felipe foi convidado, porque era muito comum na época as pessoas, então, quando elas precisavam ser ajudadas ou elas já se sentiam ajudadas, elas queriam ser batizadas para partir dali ficar livres, de uma certa forma, de novos problemas e poderem ter, né, um uma continuidade do bem-estar que eles vinham sentindo. E o batismo era uma forma explícita do crente comprovar a sua conversão. Então, pessoas que de uma certa forma eram consideradas a vamos ser ateus, outros que tinham diferentes religiões, quando ele aceitava e pedia e lhe era concedido o batismo, como o João Batista bem mostrou isso, batizando o próprio Cristo, né, nós vemos que o batismo é um ato que era extremamente para aquela época, continua sendo entre nós. Mas terminando de esclarecer e eu fiquei uma dúvida danada quanto como proceder, já

óprio Cristo, né, nós vemos que o batismo é um ato que era extremamente para aquela época, continua sendo entre nós. Mas terminando de esclarecer e eu fiquei uma dúvida danada quanto como proceder, já que eu me dizia espírita cristão, né, quando era convidado para fazer o batismo de uma criança ou mesmo de uma pessoa adulta. E até que eu recorri a, eu falei: "Emana, o que que eu faço?" Aí ele fala assim: "Olha, segue fazendo o que te é pedido, mas não falte com a verdade. Esclareça, vá lá e faz o batismo, mas esclareça essa pessoa que nós somos batizados na verdade todo dia com tantas situações que não são encaminhadas. E o batismo é simplesmente uma cerimônia, um ato que ele pode ser dispensado a partir de uma série de compromissos, de astos e de palavras e pensamentos que nós formos fazer. Bom, aí nós temos mais alguns comentários sobre isso, sobre essa questão. Nos dias de hoje nós ainda temos várias eh seitas espalhadas pelo mundo e que retornam essa época e fazem batismos em diferentes lugares, em diferentes águas, para, de uma certa forma se considerar um indivíduo convertido. Então, vamos, por exemplo, citar o que acontece na Índia, né? Na Índia nós temos uma fé religiosa muito forte. Nós temos uma cultura religiosa muito forte e tudo faz parte do próprio governo da tomada de decisões a religião. Só que nós temos o quê? Nós temos muita contemplação, nós temos muita aspecto que a gente poderia resolver e por causa disso que emano no livro A caminho da Luz lembra-nos. Não pode ficar falando mal dos hindus, porque você possivelmente foi um deles. Você já passou por essa civilização, mas você tem um olhar diferente hoje, mas você pode e deve sim ajudar esses irmãos compreender que esses ritos todos, entre eles o batismo que eu citei e outros cultos, outros ritos, devem ser abandonadas e devem ser substituídas por atos de amor, por palavras, por pensamentos e por aí vai. O texto do Atos que nós estamos estudando também mostra que as atividades doutrinárias de Felipe repercutiam fora da Samaria,

substituídas por atos de amor, por palavras, por pensamentos e por aí vai. O texto do Atos que nós estamos estudando também mostra que as atividades doutrinárias de Felipe repercutiam fora da Samaria, alcançavam Jerusalém. Tanto é que isso chegou na sinagoga, isso chegou até a casa de caminho que o Felipe estava fazendo um trabalho interessante lá na Samaria, como diz aqui, alcançando, fazendo com que Pedro e João se deslocassem até lá para ver. Isso está no versículo 14, atendendo não só o pedido de alguns para que Pedro e João, que eram na verdade os dois apóstolos que tinham maior destaque, o João é aquele eh que mais conviveu com Jesus e aquele que usava o coração. Pedro, aquele que de uma certa forma, apesar das negações e de todas as dificuldades que ele teve, e Pedro para mim é um dos caras mais parecidos conosco, porque nós temos as nossas dúvidas, os dois baloartes na época da propagação, da difusão. E tanto é que o ato dos apóstolos foi escrito por Lucas, colaborou nele o Marcos, que era sobrinho de Pedro sobre a vida, sobre o cotidiano de Pedro. Então, possivelmente esse Atos, versículo 14 aqui, ele foi escrito por quê? Porque Pedro tá envolvido. OK? Então, o que que acontecia? Com a chegada dos dois, de Pedro e João a Samaria, verificou-se que ocorria manifestação mediúnica entre alguns convertidos. E sempre que Pedro fazia a imposição das mãos, né, alguma coisa acontecia. E o que que aconteceu? Eles começaram a ver. E o próprio Simão, ele ajudou se valer disso a cobiça. Ele vendo o João e vendo principalmente o Pedro fazendo a pregação, fazendo imposição de mãos, o João resolveu incorporar a sua prática, a imposição das mãos. E essa ocorrência então estimulou o Simão a passar, a cobrar, vamos se dizer assim, mais um pouco pelo trabalho. Ele faz uma proposta pro Pedro que nós já lemos atrás aí, ele faz uma aposta pro Pedro. Pedro, vem cá. Por que que a gente não cobra isso, esse trabalho para ajudar a ter mais condições pra gente difundir essa doutrina? Isso na boa intenção a

lemos atrás aí, ele faz uma aposta pro Pedro. Pedro, vem cá. Por que que a gente não cobra isso, esse trabalho para ajudar a ter mais condições pra gente difundir essa doutrina? Isso na boa intenção a princípio, mas só que nós vamos percebendo e a maioria dos estudiosos mostram que atrás dessa boa intenção tem sempre uma má intenção e que obviamente não viabiliza e graças a Deus Deus nos ajuda, nos ampara pelos bons espíritos. Dai-me também a mim esse poder para que eu receba o Espírito Santo e todo aquele em quem eu impuser as mãos. Aí nós temos aqui, gente, um comentário também deiseu que diz: "Simão não se converte pelo coração, pelo sentimento, curva-se simplesmente diante dos fatos que ele não sabe explicar. Tal sucede com grande número de adeptos do espiritismo nos tempos atuais." E aí eu grifei isso aqui para mim também chamar atenção. Tem muitos irmãos que até ontem eram irmãos que andavam seguindo o trabalho cristão, a mensagem cristã e hoje começo a incorporar ritos, seitas. E aí eu vou falar de Uberaba. Uberaba, não sei se tem alguns irmãos que nos assistem que são de Uberaba, muitos entes espíritas que conviviam com o Chico que eram extremamente fiéis. Hoje eles foram paraa periferia da cidade, botou lá apometria, botou eh eh a questão da do da cromoterapia e vai incorporando isso à doutrina espírita e vai ajudando a diminuir o valor daquilo que verdadeiramente tem valor. Então, como diz aqui o rigonat, né, essas atividades simplesmente elas têm, vamos dizer assim, adeptos porque correm atrás do fenômenos. Não querem nem saber o que que tá acontecendo, não querem que a coisa seja resolvida. E aí nós temos muitos que, entre aspas, e aí vou citar um fato que talvez surpreenda a quem tá me ouvindo, nós temos notados na Federação Espírita Brasileira que muitos daqueles que se matriculam nos estudos, quando eles conseguem perceber pelos estudos que não é para ganhar dinheiro, que não é para desencadear fenômenos, mas que é pra gente se melhorar e colaborar com o trabalho de

matriculam nos estudos, quando eles conseguem perceber pelos estudos que não é para ganhar dinheiro, que não é para desencadear fenômenos, mas que é pra gente se melhorar e colaborar com o trabalho de iluminação daqueles que nos cercam, eles começam a se afastar. Tá? Eles começam a não ir mais porque eles começam a perceber que aquilo que eles vinham fazendo e que vinha dado vinha dando um certo destaque para eles, eles não vão continuar mais fazendo. Tô percebendo que nós já estamos com a hora encaminhada, então vou tomar mais uns minutinhos para poder fechar isso. Então, gente, o interesse, infelizmente, do Simão, do mago, era de auxiliar e de fazer com que, a partir disso, dos resultados da mediunidade, na imposição de mãos de Pedro, de João e do próprio Felipe, ele começou a se dar conta que ele podia ganhar dinheiro. E o que que acontece? Nós ainda somos muito imperfeitos. E aí ele começa a desencaminhar. Então, gente, o que que acontece? Os espíritos começam a ajudar. E aqui nós temos um fato onde mostra que de uma certa forma Felipe que de uma certa forma tinha saído da sinagoga, tinha todo um conhecimento, tinha também uma mediunidade muito forte e que se sabe nos dias de hoje que tirou ele da sinagoga de Jerusalém e encaminhou ele para ele estar nessa hora ajudando o povo da Samaria, ok? E aí ele foi aconselhado pelo espírito a ele, de uma certa forma andar por uma estrada e encontrar aqui um etípe. E que de uma certa forma era um autofuncionário naquela época. Era a estrada de Jerusalém a Gaza. E o que que acontecia nessa estrada? elec contrairou essa pessoa, fez esse diálogo que é citado aqui. E isso aqui tem valor pra gente parar e refletir o quanto que nós somos encaminhados pelo espírito, pelos espíritos, o quanto que nós somos ajudados. Então, nesse momento, nós temos que pedir pros espíritos amigos nos ajudar a fazer um bom fechamento. E aí o Atos dos Apóstolos vai descrevendo que em cima desta mediunidade exercitada, né, vamos dizer assim, a partir da intuição, surge também a

s espíritos amigos nos ajudar a fazer um bom fechamento. E aí o Atos dos Apóstolos vai descrevendo que em cima desta mediunidade exercitada, né, vamos dizer assim, a partir da intuição, surge também a audiência e a audiciência, né? O próprio Felipe, ele começa a mostrar, diante da necessidade que o povo de Samaria apresentava, começam a surgir nele outros dons mediúnicos. E isso, esse texto colabora aqui. Mas eu vou fechar nesses minutos com o comentário de eh Emanuel, porque Emanuel é sempre aquele que mais nos ajuda a extrair o espírito da letra, desde a vinda de Jesus, o movimento de educação renovadora para o bem é dos mais impressionantes no seio da humanidade. Hoje estamos todos nós, gente, convidados a ser instrumentos disso. Em toda parte erguem-se templos, divulgam-se livros, portadores de princípios sagrados. Percebe-se que toda essa atividade útil, magnânima de Jesus vai, segue atraindo. E aqui nós temos uma série de citações, de comparações que Emanuel vai fazendo. Aqui, por exemplo, ele fala, né? Os apóstolos necessitaram do Cristo, que por sua vez fez questão de prender os ensinamentos de que era o divino emissário, as antigas leis, procurando fazer com que todo o nosso conhecimento, então vamos pegar esse parágrafo aqui, tudo que nós conhecemos do Velho Testamento como salmos, como músicas que nos agradam, nós podemos a isso acrescentar a o Espiritismo. E nós não precisamos nos desfazer disso, ao contrário, né? Então, por exemplo, o próprio Paulo de Tarso, o encontro dele com Ananias, a questão da visão recuperada, o espírito enxergando mais além e que de uma certa forma também se fez com Felipe quando ele começou a enxergar coisas lá entre os samaritanos. Tudo isso é um objetivo da espiritualidade superior, dos espíritos do Senhor, como chama a bezerra, para nos ajudar a fazer obras do bem, ajudar a fazer com que o bem prevaleça, né? ajudando e por esses dias t circulado na internet mais ou menos o seguinte: vocês também vão ser culpados pelo não exercício do bem, porque todo mal que

em, ajudar a fazer com que o bem prevaleça, né? ajudando e por esses dias t circulado na internet mais ou menos o seguinte: vocês também vão ser culpados pelo não exercício do bem, porque todo mal que for vir da não aplicação do bem é uma coisa que tem que ser ajustada. Prestemos atenção a isso, né? Então aqui fala da do do Felipe mais um pouco e eu vou encerrar com esse aspecto aqui e que nos lembra sempre que nós estávamos numa época onde nós tínhamos reis, nós tínhamos faraós. Na anteriormente nós tínhamos uma série de espíritos que nos ajudavam a descobrir, né, o valor do evangelho. E uma uma situação sempre que muito nos eh chama atenção, que é a história do centurião Cornélio, a quem Pedro foi enviado para enunciar o evangelho. É fundamental a gente procurar ver qual era o problema do centurião, o problema da família dele, o filho que ele tinha, entre aspas, que tinha problemas e ver o quanto que este alguém, com todo um poder, entre aspas, da época entende que Jesus é a solução de um problema maior. E Pedro de início meio que se negou, mas depois ele seguiu. E nós temos, então, gente, atualizando e contextualizando isso. Quantas vezes alguém não nos pede, e esse alguém é de um certo destaque e ele pede pra gente fazer isso em sigilo, pra gente de uma certa forma dar um passe. Nós temos várias casas onde o pessoal, por exemplo, aceita o passe dado via internet na forma de uma irradiação, um p a distância, mas eles não gostam de abrir o celular porque eles entendem que a gente vai estar interferindo numa série de coisas e vai mexer na crença dele e essas coisas todas. Independente desses aspectos, nós temos que trabalhar toda a possibilidade de fazer o bem. Então, gente, esses espíritos e o próprio ato dos apóstolos vai citar um pouquinho mais sobre a cidade de Cesareia, que é muito importante e que foi inserida aqui no final exatamente pela importância que tinha Cesareia na época e que Cesareia tem nos dias atuais. Então, gente, os nossos queridos amigos, em função do horário, eu vou

tante e que foi inserida aqui no final exatamente pela importância que tinha Cesareia na época e que Cesareia tem nos dias atuais. Então, gente, os nossos queridos amigos, em função do horário, eu vou descompartilhar aqui porque a gente, nesses 20 minutos, a gente faz sempre aquela conversa sobre algo que eu tenha dito, que não tenha sido compreendido e que a gente possa ajudar a esclarecer. Então, agradeço a oportunidade que me foi dada e me coloco à disposição. >> Muito bom, Hélio. Obrigado pela facilitação do do nosso estudo de hoje. Excelente. Vou chamar também pra tela Marlúci que está nos aguardando. Boa noite, Marlúci. Seja muito bem-vinda, minha linda. Muito bem. >> Boa noite. Boa noite, amigos. Boa noite, Janice Hélio. Sempre uma alegria estarmos juntos, aprendendo. Muito bom. >> Com certeza. Eh, nós temos alguns comentários aqui, Hélio, que eu vou colocar e eu peço aos aos amigos que ainda não tiveram a oportunidade de se manifestar e estão com alguma dúvida ou querem até eh esclarecer alguma coisa assim, observar, que faça que a gente agora é a hora da gente conversar. A a Marlene Tarx, ela coloca quando você falou do estudo da história, né? Só não me não me perdi, pois sou da época em que o estudo era profundo referente à história, à história geral. As antigas civilizações eram muito minuciosas. Hoje é rápidas menções, pois o conteúdo, né, aumentou muito e ela diz que sabe disso pelas netas dela, né, que agora estudam. Realmente a gente estudava muito mais naquela época era muito mais aberta a a história geral, né? Eh, e gosto muito, né, de fazer um link, por exemplo, a partir de Kardec, o Alan Kardec, que nós tanto admiramos e que nessa encarnação foi liti, Leão, Leão de Denis, etc. e que quando ele foi Allan Kardec original, nós tínhamos a seita, nós tínhamos os persas, nós tínhamos os druídas e tinha um hábito, hábitos de interação com a natureza, por exemplo, em determinados momentos, a comunidade se reunia entre as árvores e se procurava as árvores maiores. E aí se

ós tínhamos os druídas e tinha um hábito, hábitos de interação com a natureza, por exemplo, em determinados momentos, a comunidade se reunia entre as árvores e se procurava as árvores maiores. E aí se reunia o conselho de Anões e que decidia aspectos que competem hoje às nossas prefeituras, aos nossos palácios de governo aí e que na época eram resolvidos assim. O que que acontecia? Havia muito mais participação comunitária. Aí nós vamos mais atrás, né? Nós vamos aquilo que eu falei em relação à cultura egípcia. Eu vou dar um exemplo. Eu procurei me aproximar porque eu me sinto com pé no Egito. Eu andei passando por lá, mas toda vez que eu tento mergulhar um pouco mais, eu sou inundado pelos ritos, pela cultura, por uma série de acréscimo que tira a riqueza daquilo que aquela civilização tinha. como capelinos que eram obviamente buscando exatamente o cultivo do amor e buscar se desfazer. Eu ainda estranhamente sinto muitas vezes aí Brasília tem, né, por exemplo, né, aí o alguns lugares onde nós temos museus egípcios. Toda vez que eu entro neles, a simbologia, as imagens, os adornos se sobrepõe aquilo que verdadeiramente a cultura representava. Mas isso não quer dizer que eu não goste, por exemplo, de Brasília. Uma das vou vou confessar uma das coisas aqui, uma das razões de eu estar em Brasília hoje é por causa do Jcelino, é por causa de Brasília, é por causa do faraó de Tutancamon, é por causa dessa concepção daquela época que tinham as os egípcios e isso nos enriquece. Mas aí é muito interessante a gente buscar algumas referências até para entender melhor os problemas que tantos têm. E aí, por exemplo, eu não posso falar mal do Irã, porque esse povo tem uma cultura milenar muito forte, tradicional, e eles precisam ser visitados por uma força cristã muito forte para poder deixar isso de lado. E não vai ser de uma hora para outra, mas nós vamos caminhando e ajudando onde for possível. >> É verdade. E Brasília tem toda uma história, né, com relação ao Egito e a cultura.

deixar isso de lado. E não vai ser de uma hora para outra, mas nós vamos caminhando e ajudando onde for possível. >> É verdade. E Brasília tem toda uma história, né, com relação ao Egito e a cultura. egípcia. Eh, quer falar alguma coisinha, dona Marlzinha? >> Não. Eh, eh, não. O Egito também me fascina, né? As pirâmides, toda aquela, aquela simbologia, aqueles ritos, todos me fascina também. Eu tenho, eu não sei se eu tenho um pezinho no Egito, mas ele me fascina. É verdade. A todos nós mesmo. A Glá Araújo coloca aqui para nós, Hélio e Marlci, dai de graça que de graça recebestes. A mediunidade não é motivo para vaidade, porque trabalhamos nos dois planos da vida e não podemos nos comprometermos com >> É, é verdade, Cláudia, pode falar, pode falar. Depois eu falo. >> É, com certeza, Glácio. E aí eu trago essa tua observação para mim, pro cunho pessoal, o quanto eu tenho que fazer forças para não embarcar nisso que você tá falando, na questão da própria vaidade. por exemplo, eh, a gente tem várias aspectos que quando a gente percebe vão enredando a gente e a gente tem que fazer realmente um uma uma um raciocínio lúcido para poder entender que isso não vai nos fazer bem, a nossa vaidade, o destaque, etc. A gente não pode. Uma coisa que sempre me chamou atenção, o Chico tanto precisava de algumas coisas que lhe eram oferecidas, ele nunca aceitou para não se contaminar. Como ele dizia, se eu passo a aceitar uma coisinha aqui, daqui a pouquinho eu aceito uma outra coisinha lá e não vai dar certo. Então nós temos a necessidade de refletir muito. O que recebemos de graça, nós precisamos compartilhar de graça. >> É isso mesmo. E o texto, né, que o Hélio eh estudou conosco hoje, tão tão bem explicadinho, ele trata justamente da mediunidade interesseira de Simão, o mago, né? a priori, aparentemente, ele não fazia o que o que era do costume, cobrar era costume da época. Mas depois quando Pedro eh chegou e impôs as mãos de Felipe e Felipe adquiriu os o dono do espírito, né? os dons do espírito, ele

ele não fazia o que o que era do costume, cobrar era costume da época. Mas depois quando Pedro eh chegou e impôs as mãos de Felipe e Felipe adquiriu os o dono do espírito, né? os dons do espírito, ele quis comprar, ele propôs a Pedro comprar para que ele também tivesse isso. Então, a gente vê aí que, eh, a mediunidade ainda hoje ela eh muitas pessoas a utilizam para fins pessoais, né, para interesses particulares, desviando da do verdadeiro sentido que é a ajuda a quem tem essa sensibilidade mais ostensiva, mas também a de servir de consolo para as pessoas. Então tem sim os médiuns interesseiros e e hoje também a gente endeusa aquelas pessoas que têm essa essa sensibilidade mais ostensiva, fica em deusando os médiuns e a gente ainda vai muito atrás dos fenômenos nos centros espíritas e em outras denominações religiosas também. Então é importante a gente dar de graça o que de graça recebeu, né? conforme está no texto do Evangelho Segundo o Espiritismo e também dizendo que a mediunidade é uma coisa santa e deve ser vivenciada santamente, um respeito e eh com a a o dom mediúnico a habilidade de comunicação com os espíritos do outro lado da vida. >> E é a verdadeira caridade também, né? É, é o que, né, o médium, eh, como diz lá no no livro, a gente tem benevolência para com todos, que é a verdadeira caridade, né, ainda urgência para a imperfeição dos dos defeitos, dos erros, né, do próximo, né, e o perdão das ofensas, né? Então assim, isso daí com a mediunidade é verdadeira caridade, aquele que a utiliza dessa forma, né? E >> e às vezes assim, eh, sabe, Janesse, eh, por exemplo, no meio espírita, as pessoas não gostam de estudar mediunidade. É o livro mais lido, não estudado, ainda é o Evangelho. Que bom. Mas o livro dos médiuns, as pessoas não querem estudar. acham que tendo a mediunidade ostensiva é suficiente, não querem saber do estudo, que é que é somente a prática. O fenômeno ainda chama muito a atenção das pessoas, né, espíritas, inclusive. >> É, é, com certeza. Aí a gente volta, né,

nsiva é suficiente, não querem saber do estudo, que é que é somente a prática. O fenômeno ainda chama muito a atenção das pessoas, né, espíritas, inclusive. >> É, é, com certeza. Aí a gente volta, né, ele naquela, nessa situação que a Marl falou, naquela da utilização da túnica, né, vestimenta. A gente volta a isso daí porque realmente é difícil de formar grupo de estudo do do livro da estudo da mediunidade, né? E pessoal, não sei, não sei assim a gente pensa, o que que a gente pensa a respeito dessa evasão, vamos dizer? Será que eles já sabem tudo? Será que >> o que o que a gente sente, Janice, é que o fato deles passarem a saber implica responsabilidade e eles não querem mais a responsabilidade. Perfeito. Aí eles não querem porque aí você insiste, você percebe que esse indivíduo quando se pergunta o que que tá acontecendo, aquela coisa toda, ele fica disfarçando, mas você percebe que ele começa a entender, ele começa a fazer uma leitura, só que isso está deixando ele mais responsável, porque até o momento que eu não sei, eu posso até errar e vou ser menos penalizado. A hora que eu sei, aí o meu erro vai ser, entre aspas, mais pesado. Isso que mexe que faz com que alguns >> Perfeito, Isso mesmo. >> Perfeito. >> Isso. É isso mesmo. Hélio. E você me fez lembrar, Hélio, o tempo do dos programas do ESD, as apostilas do ESD, eram seis programas do um ao seis. E o programa três era estudos, é o programa das leis morais. Então a gente começava no no livro Programa um, programa dois, princípios básicos, mas quando chegava nas leis morais a turma ia se evadindo. >> Por é o que você falou, começa a ter uma consciência, poxa, agora eu sei. Não, é melhor eu não saber do que eu saber e ter que fazer alguma coisa. Então a evasão começava no programa três e justamente por conta disso que você falou, da responsabilidade que a gente não quer, a gente só quer saber. né? É que nem o avestruz, né? Enterra a cabeça, o resto fica tudo de fora, né? >> Coisa muito séria. Mas a Marlene Tax

que você falou, da responsabilidade que a gente não quer, a gente só quer saber. né? É que nem o avestruz, né? Enterra a cabeça, o resto fica tudo de fora, né? >> Coisa muito séria. Mas a Marlene Tax fala do batismo, né? Que hoje o batismo é mais simbólico, não o que era antigamente. >> É, é, com certeza. É, isso acontece, mas ele, para mim, ele ainda é um rito, né, muito significativo e eu não tenho direito de comentar o que as outras religiões pregam, né? Mas com a doutrina espírita, a pedido de Emanuel diz, segue esclarecendo. Nós não precisamos do batismo, né? Não precisamos daquele momento, daquele contato com a própria água, como se ela fosse nos purificar, né? A gente precisa se recordar que a gente tenha todo dia uma oportunidade de, entre aspas, irns batizando, ir nos melhorando, ir nos renovando para um caminhar mais cristão. Mas a gente ainda vive isso e um estranho apego, né, aos ritos. E aí então nós mesmo, como eu comentei dentro da doutrina espírita e eu tenho umas figuras assim muito amigas, não vou citar o nome dela, mas são figuras expoentes dentro dos movimentos espíritas eh das federativas e todas elas pedem e querem batizar. Aí começa com seus filhos, aí depois vem os netos e ficam daquele jeito. E aí eles já começam vando da conversa. Eu sei que não precisa, mas existe uma convenção social e se os meus filhos não foram batizados, eles vão sofrer preconceito, etc. E aí a gente vai ajudando. Bom, então você já sabe, mas mesmo assim, né, a gente precisa entender. Eu tenho uma observação interessante que diz que tem várias pessoas que fazem disso, né, um um anteparo mesmo para poder evoluir e que a gente tem que ajudá-los a compreender que eles não precisam mais disso, mas respeitando sempre o livre arbítrio, né? É >> a a >> eh pode falar mais, por favor. >> Não é isso mesmo. O o batismo, o nosso batismo é o esforço para domar as nossas más inclinações. Do mesmo jeito que o simbolismo do batismo é o mergulho nas águas, a gente tem que dar o mergulho

r. >> Não é isso mesmo. O o batismo, o nosso batismo é o esforço para domar as nossas más inclinações. Do mesmo jeito que o simbolismo do batismo é o mergulho nas águas, a gente tem que dar o mergulho dentro de nós, o mergulho interior para se despojar do que impede o nosso brilho, né? Brilha a vossa luz. Então, o egoísmo, orgulho, fanatismo, eh todas essas questões, esses deslizes morais que impede que brilha a nossa luz. Então, o nosso verdadeiro batismo é a nossa melhoria íntima. É o que nós devemos fazer, né? >> É. E eu acho que é o que a Marlene Tes quis dizer ali, Marl, né? que hoje >> é muito, a pessoa vai lá, se batiza, pronto, um simbó, mas eles não procuram verdadeiramente entender o significado do batismo, da água, do óleo, né, todo aquele ritual mesmo, né? Então fica assim como sendo só um um ritual, uma coisa que ela que é o que que eu acho que ela quis dizer, né? Ou seja, a gente antigamente se entendia melhor toda esse todo esse ritual, né, dentro da gente colocar colocamos em prática. Ah, o Harley Robson, ele coloca em meio a tantas religiões e religiosos, magos, feiticeiros, etc., Seria mesmo impossível reconhecer o caminho perfeito e justo sem Jesus como guia e exemplo. Vou colocar em tela. >> É, aí eu vou fazer uma observação muito interessante, mas apesar de tudo isso, eu concordo com o Al, vamos se dizer. Quanto mais coisas eu coloco na mesa, mais difícil fica muitas vezes enxergar a verdade naquelas coisas todas e enxergar o caminho, por exemplo, e a importância de Jesus. Mas tá acontecendo hoje. A semana passada a comunidade científica do mundo foi alcançada por inúmeras publicações de cientistas que dizem o seguinte, mais ou menos que Einon dizia, né? Quanto mais eu estudo, quanto mais eu pesquiso, quanto mais eu entendo de ciência, mais me aproximo de Deus. Mas o que surpreendeu a a comunidade mundial foram publicações da Coreia do Sul de jovens e que dizem o seguinte: "Tudo que eu sei só vai ter valor se tiver na Bíblia, se tiver relação com a Bíblia." E na verdade eles

ndeu a a comunidade mundial foram publicações da Coreia do Sul de jovens e que dizem o seguinte: "Tudo que eu sei só vai ter valor se tiver na Bíblia, se tiver relação com a Bíblia." E na verdade eles consideram a Bíblia o livro mais sábio, já escrito, etc, etc, etc. E aí eu me recordei que nós, Febre, fomos alcançados por um grupo e temos que, entre aspas, auxiliá-los a compreender e poder, através do próprio espiritismo, eles deixarem de ter essa concepção da Bíblia, como muitas vezes nós temos, que tem muitas coisas acrescentadas, mas já é um caminho assim que me deixou extremamente feliz. E eu me pus a refletir por Coreia do Sul, porque foram exatamente espíritos muito jovens, 16, 17, 13, 20 e poucos anos e que não aceitaram o que a o que a Coreia do Norte faz, aquelas coisas insanas, aquele ditador, aquela coisa assim. E isso acentuou neles, porque conversando com alguns deles, eles diziam isso, isso nos acentuou e procurou outro caminho. Então, como hoje eles são muito internéticos, eles eles são sempre no mundo todo, eles nos livros todos que eles pesquisaram de todo esse manancial de conhecimento que a gente tem, o que surpreendeu o mundo é a declaração deles que a Bíblia considerada o livro mais sagrado. E é claro que por continuidade alguns falam, porque o que tem ali são leis de Deus e Deus ninguém muda aquela coisa toda. A gente só tá tentando descobrir isso, essas coisas todas. Eu fiquei muito feliz porque é sempre um raio de luz, né? Uma esperança que vai se fazendo e o mundo vai ser melhor. Claro, com certeza. Ajudar. É, é verdade, é a geração nova, né, de que fala Gênesis, chegando aí mais suscetivas questões da espiritualidade. Maravilha. É para ficar feliz mesmo. Estamos felizes. >> É, eh, uma última observação, nosso nosso tempo também tá no final que de livramento é lá da França. Eh, esse grupo deve ser grupo espírita, né? o nosso batismo e o que Jesus falou a mulher samaritana, não é? Oi, Livramento, como você tá? Tá bem. A livramento é uma amiga e aí sim, com

é lá da França. Eh, esse grupo deve ser grupo espírita, né? o nosso batismo e o que Jesus falou a mulher samaritana, não é? Oi, Livramento, como você tá? Tá bem. A livramento é uma amiga e aí sim, com certeza. É isso mesmo, né? Foi uma forma que Jesus, exatamente pra mulher samaritana, a tua lembrança é boa que era da Samaria, né? essa mulher, ele soube de uma forma tão sábia mostrar para ela qual o verdadeiro sentido e o que que era importante para as nossas vidas. Boa lembrança aí. >> Com certeza. E assim a gente chegou final aqui das das colocações do pessoal, eles elogiando bastante. A Mary achou um estudo bem complexo, a Mary Cle, né? Vou colocar até aqui, mas continua com o evangelho rediv vivo, Mary, que a gente vai de versículo a versículo, a gente vai resolvendo todas essas complexidades. Com certeza continuo conosco no estudo. E eu vou então pedir para Marlúci, né, nos conduzir a nossa prece de encerramento. Marlúci, >> certo? Então, meus amigos, que bom estarmos aqui revivendo os ensinamentos do Cristo, extraindo o espírito da letra, buscando compreender o significado do simbolismo das passagens da Bíblia. Este livro sagrado, como foi dito aqui, sagrado no sentido de que ali está embutido muitas vezes sob o véu da letra informações importantes para o nosso crescimento espiritual. Hoje, graças aos ensinamentos trazidos por Allan Kardec, os espíritos superiores, que podemos entender melhor o que Jesus quis nos dizer, quer nos dizer, especialmente para os momentos tumultuados que estamos atravessando. Precisamos, Senhor, de ti sempre, em nossos pensamentos, em nossas palavras, em nossas ações. Que possamos mergulhar dentro de nós mesmos e buscar a lei de Deus que está em nossa consciência, de buscar o reino de Deus que está dentro de nós. air o nosso mergulho nas águas sagradas do nosso autoconhecimento. Gratidão, Senhor, por estarmos aqui juntos, refletindo e buscando sempre o melhor para nós e para aqueles que estão ao nosso derredor nos dois planos da vida. Abençoa, Senhor, a cada família

ecimento. Gratidão, Senhor, por estarmos aqui juntos, refletindo e buscando sempre o melhor para nós e para aqueles que estão ao nosso derredor nos dois planos da vida. Abençoa, Senhor, a cada família deste planeta. Abençoa a nossa morada. morada que Deus nos concedeu para o nosso próprio aperfeiçoamento. que saibamos, Senhor, melhorar a qualidade dos nossos pensamentos e ações, a fim de que essa elevação, essa elevação vibracional possa impactar positivamente em nosso planeta, buscando a sustentabilidade, não apenas ambiental, cuidando melhor da nossa casa planetária, mas sobretudo, Senhor, buscando a sustent entabilidade da psicosfera íntima que reverbera na psicosfera do planeta. Que saibamos, Senhor, acalmar as nossas tempestades íntimas, buscando em Jesus, nosso amigo e irmão maior, o guia e modelo da humanidade, buscando nele a nossa própria melhoria, a pacificação íntima. O momento, Senhor, é de de muita dificuldade, mas também é de muita esperança, porque se juntarmos às nossas vibrações em orações ao alto, com certeza estaremos colaborando com a nossa pacificação e a pacificação do planeta. Gratidão, Senhor, por todos os momentos de iluminação interior. Que juntos possamos fortalecer mais e mais a nossa confiança em Deus. Obrigado, Senhor. Permanece em nosso lar, em nossa casa mental, em nosso coração, nosso templo vivo, hoje e sempre. >> Que assim seja, Marlúci. Muito bom. Vou chamar o muito bom o Robinson para chegar aqui também. Já esteve conosco a Carmen, mas ela teve que sair, né? Agradecer a equipe, agradecer a vocês que nos apoiam aqui no chat e estão sempre aqui conosco assiduamente, né? E lembrando que segunda-feira que vem estaremos aqui novamente, né, nesse mesmo horário com o tema 15 do Evangelho Rede Vivo. E um beijo no coração de todos. Até lá. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância,

um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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