#12 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...
Olá, amigos. Queridos, sejam todos muito bem-vindos ao nosso estudo de hoje. Esse estudo que é o Evangelho Rede Vivo, um estudo sequenciado da nossa Federação Espírita Brasileira. Estamos aqui na na sala já com a Marlene Tax, o José Mar Alves, a Glácia Araújo, a Nilzete Pires, Rosilane, Carlin Taiano e outros que ainda vão entrar aqui na nossa sala no chat. para participar do nosso estudo de hoje, né, que é o Evangelho de Jesus, Atos dos Apóstolos, Apóstolos, que é o livro seis do nosso estudo, tá? E para dar início, né, ao nosso ao nosso estudo de hoje, eu vou convidar a Marlúci, que vem fazer a nossa leitura de harmonização e a nossa prece. Boa noite, Marlúci linda. Seja bem-vinda ao nosso estudo. Boa noite amigos. Boa noite, Janice. Alegria sempre renovada estarmos juntos. Muito bem. Então vamos à nossa leitura de hoje, né? Isso, exatamente. Nós vamos aqui é do livro Fé e Vida, psicografia de Francisco Cândido Xavier por espíritos diversos e a leitura de hoje na construção espiritual, capítulo 6 deste livro, Fé e Vida. Vamos ver o que comenta os espíritos sobre essa questão. Iniciar as boas obras, arquitetar o mundo melhor, idealizar a paz, começar o trabalho de redenção. Todos encontram facilidade para assinar as mais altas promessas nesse sentido, quando a alegria semelhante a dovorecer anima o grupo de corações magnetizados de sonho. Entretanto, após a largada de esperança, principiam os entraves da construção. Surgem conflitos de ideia, as exigências de renúncia à personalidade, os obstáculos que se agigantam com o crescimento das tarefas, as tentações ao desânimo e com isso verificam-se os adeuses de muitos companheiros que se afastam. Esse adoeceu. Aquele se afirma vencido pelo cansaço. Outro se diz honerado de compromissos na equipe doméstica e outro ainda se confessa mergulhado em desalento ou desilusão. Terão de certo motivo para semelhante comportamento, de vez que ninguém pode exigir de alguém. aquilo que esse alguém não consiga efetivamente fazer. No entanto, se
rgulhado em desalento ou desilusão. Terão de certo motivo para semelhante comportamento, de vez que ninguém pode exigir de alguém. aquilo que esse alguém não consiga efetivamente fazer. No entanto, se colocaste o coração no serviço a realizar, mantém acesa a chama do próprio ideal e segue adiante. Os caminhos se alteram para a verdade e muitas vezes se alteram igualmente os viajores por injunções das dificuldades que carregam, mas a verdade é uma luz inalterável. E entendendo-se a perenidade do espírito, nós todos, de um modo ou de outro, voltaremos a ela, buscando-a por fonte de nossa própria felicidade. e abençoa os companheiros que se retiram contando com eles hoje e amanhã, depois de amanhã ou mais tarde de regresso. Lembremo-nos do Cristo. Um dia, o construtor do reino divino para os homens se viu igualmente a sós com os próprios encargos, mas nem por isso deixou de confiar-se a Deus e com Deus voltou ele da própria morte para continuar em seu divino apostolado com aquelas mesmas criaturas que transitoriamente não lhe haviam aceito as diretrizes. E a sua obra iluminada de vida imperecível até hoje persiste no campo dos séculos em plenitude de ascensão. Então, diante dessas palavras carregadas de emoção, de sentimento, de consolo e de esperança, digamos assim: "Mestre querido, que bom, Senhor, que nunca nos abandonarás. Que bom que sempre terás paciência conosco. Com as nossas dificuldades, com as nossas vacilações, com os nossos desvios. Sempre, Senhor, estarás esperando pela nossa volta para firmes e mais fortes darmos continuidade ao nosso compromisso de te seguir. Gratidão, Senhor, pelo incentivo, pelo conforto, pelo carinho que sempre a nós é colocado. Obrigado, Senhor, por nos aconchegar ao teu coração nas horas das dificuldades, das indecisões, do desânimo. E muitas vezes, Senhor, na hora da deção, Tu, Mestre querido, ficas sempre nos aguardando pacientemente, sempre nos estimulando e sempre observando o nosso, a nossa primeira intenção, a nossa movimentação
itas vezes, Senhor, na hora da deção, Tu, Mestre querido, ficas sempre nos aguardando pacientemente, sempre nos estimulando e sempre observando o nosso, a nossa primeira intenção, a nossa movimentação de voltar para ti. Gratidão, Senhor, por esse estudo da noite de hoje. o teu evangelho de volta, o teu evangelho rediv vivo, que nos anima, nos esclarece, nos fortalece e nos incentiva a caminhar, a continuar a caminhada, a nossa jornada. Abençoa também, Senhor, aos familiares e amigos. Alguns nos incentivam, nos fortalecem, outros nos prendem aos seus as algemas dos afetos do reconhecimento e às vezes nos prendem na caminhada. Mas tu não, Senhor. Tu sempre estarás nos guiando à nossa frente, nos estimulando. Queres ir comigo? Esta é a pergunta e devemos sempre, Senhor, responder: Sim, irei contigo hoje ou amanhã, mas irei contigo. Gratidão, Senhor. Gratidão. Que assim seja, Marlú. Que linda prece, né? Comedora e nos chamando à ação, né, Marlúci? Muito bom. Sabemos que sempre tem uma casa para voltar. Então, queridos amigos, voltando ao nosso estudo de hoje, né, a Irani Santos, a Marilo Oliveira, a Gisele Teresa Baralde, o Eduardo Anelli já estão aqui conosco e outros ainda. Estamos transmitindo pelo Facebook, pelos dois canais, a FEB oficial e a FEB TV, e também pelo YouTube da FEB Lives, né? Então temos aí três três opções, né, para juntos interpretarmos a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita, né? Hoje nós vamos ver mais o tema 12, né, que do livro de Atos dos Apóstolos, que vai de do um ao três, se não me engano, eu não tô com a com a leitura aqui, mas é isso, a Lenira deve falar. Então é isso, pessoal, estamos bem felizes com vocês e também com o nosso encontro, né, na noite de hoje, que eu tenho até para dizer para vocês que após esse encontro a gente só vai voltar o mês que vem, em agosto. Vamos fazer recesso de um mês, né? E a primeira segunda-feira de agosto estaremos aqui de novo dando continuidade, tá bom?
vocês que após esse encontro a gente só vai voltar o mês que vem, em agosto. Vamos fazer recesso de um mês, né? E a primeira segunda-feira de agosto estaremos aqui de novo dando continuidade, tá bom? Então, para seguir vamos chamar a nossa facilitadora Lenira, que vai apresentar para nós hoje o nosso tema. Lenira, seja bem-vinda. Boa noite. Boa noite, Janice. Boa noite, amigos, né? Obrigada, Marlúci, né? Pela leitura de harmonização, pela belíssima prece. essa prece que não só nos transportou, né, pros tempos do evangelho na sua pureza primitiva, mas também nos fez lembrar do Cristo, que ele jamais foi abandonado pelo Pai e que permanece confiante sempre no seu divino apostolado e até hoje ele conta com cada um de nós, não é mesmo? Para instalar o seu reino de amor, o seu evangelho entre nós e para ser os os apóstolos, né, Lenira? Exatamente. E assim como nos relatou o texto de harmonização, né, que essa construção espiritual, essa obra de amor tão almejada por todos nós, não só nos tempos do Cristo, já esbarrava com entraves de natureza diversa, como a gente vai ver hoje no tema de hoje, mas hoje ainda nos dias de hoje também leva muitos companheiros a desistirem ou adiarem seus mais nobres propósitos. Mas confiemos, confiemos na espiritualidade amiga e com boa vontade mantenhamos acesa essa chama do nosso ideal cristão. Afinal, a gente precisa fazer que reine entre nós a caridade, a fraternidade, a solidariedade. Acho que a gente precisa construir esse nosso bem-estar moral, equilibrar as nossas duas azinhas que nos elevam a Deus, não é mesmo? Mas verdade, o Lenira, o Eduardo Janele coloca aqui para nós que são várias portas estreitas pessoais na leitura de harmonização, né? E ainda nos dá que lá é que no Caminho Verdade Vida tem um capítulo só de porta estreita. Mas é verdade. Mas hoje o nosso estudo ainda vai nos vão conduzir por caminhos tortuosos, viu, gente? onde Saulo, como perseguidor dos primeiros cristãos, buscou conter essa divusão do evangelho de Jesus. Então, nós estamos no tema 12
tudo ainda vai nos vão conduzir por caminhos tortuosos, viu, gente? onde Saulo, como perseguidor dos primeiros cristãos, buscou conter essa divusão do evangelho de Jesus. Então, nós estamos no tema 12 do Evangelho Rede Vivo, livro 6, estudo interpretativo de Atos dos Apóstolos, capítulo 8, versículos 1 a 3. Então, esse é o nosso desafio de hoje e vamos iniciar, né? E a gente é bom sempre iniciar por uma retrospectiva do nosso estudo. Vocês estão lembrado das palavras do nosso amigo Hélio, né, que abordou o tema 11 sobre o discurso de Estevão e seu apedrejamento. Pois é, com a prisão de Estevão e posteriormente, opa, e posteriormente a sua condenação à morte se desencadearam dois fatos de imediatos. a perseguição do Sinédrio contra os cristões sobre o comando de Saulo de Tarso e a expansão da igreja cristã em Jerusalém, tá? E nós vamos ver esses dois acontecimentos, nós vamos ver eles, esses considerados marcos históricos do cristianismo à luz do entendimento espírita, tá? Como a gente sabe, a obra Paulo Estevão é uma das nossas principais fontes de informação para esse tema, tá? Então vamos iniciar. Então assim que o sinétrio decretou a perseguição aos cristões na casa do caminho, a gente sabe e e logo após a emissão da sentença de Estevão, que foi culpado por blasfêmia, calúnia e feitiçaria, na verdade, de uma forma muito injusta, a gente sabe disso, a gente vai ver isso um pouco mais em detalhe hoje. E ele foi levado pro Calabolo, onde ele aguardou a sua execução lá. E paralelamente o Supremo Tribunal Religioso do judaísmo otorgogou a Saulo de Tar sua autoridade plena para agir, agir contra os seguidores do Cristo. Então ali mesmo naquele momento Saulo de Tor foi autorizado então pelo sinetro a iniciar as mais altas diligências em torno das atividades do caminho, tá? Ele, vejam bem, ele detinha ordem de admoestar, corrigir, prender todos os descendentes de Israel dominados pelos sentimentos colhidos no evangelho, que naquele momento esse evangelho, naquela já era considerado pelo
ele detinha ordem de admoestar, corrigir, prender todos os descendentes de Israel dominados pelos sentimentos colhidos no evangelho, que naquele momento esse evangelho, naquela já era considerado pelo regionalismo semita como um repositório de veneno ideológico, onde eles diziam que ousado carpinteiro nazareno pretendia revolucionar a vida israelita, operando a dissolução dos seus elos mais legítimos. Percebam o como ele via os ensinamentos, né? Ele não conseguia se abrir pro conteúdo que ele que vinha à tona. Então, quais eram os sentimentos que afloravam de Saulo, né, gente? Principalmente o medo, o medo de novas ideias, o medo que essas ideias pudessem abalar a ordem estabelecida entre eles, né? Mas como será que Saulo recebeu essa notícia? Que sentimentos se fizeram aflorar então? E quem nos socorre nesse sentido é Emanuele diz que o moço Tarcenso, ou seja, Saulo, em frente em frente de Estevão prisioneiro, recebeu a notificação como, gente, com um sorriso triunfante. E inclusive no encerramento dessa sessão, dessa memorável, que inesquecível sessão, numerosos companheiros cercaram-se de dele, de Saulo, felicitando pela palavra vibrante, ciosa da hegemonia de Moisés. E ele, o Gamali, eh, e o ex-discípulo de Gamaliel, como ele assim também era reconhecido, recebeu a saudação dos amigos e murmurava confortável. Conto com todos, lutaremos até o fim. Vejo assim, qual é o sentimento que ele exibia nesse momento. Diríamos que era o quê? Um sentimento de triunfo, né, de grande causa, de reparação do seu orgulho, na verdade, do seu orgulho ofendido. A gente vai ver isso também. Assim, encerrada a longa e exaustiva e turbulenta reunião do Sinétrio, Stevon foi manetado, ou seja, preso e conduzido à prisão. E que será que sentimentos afloravam de Estevão, né? Nós já falamos dos sentimentos que estavam presentes em Saulo. E agora que quais seriam os sentimentos que estariam presentes em Estevão? E nos traz emano também nesse sentido, que polarizando os sentimentos do mestre, não obstante a fadiga, ele tinha
s em Saulo. E agora que quais seriam os sentimentos que estariam presentes em Estevão? E nos traz emano também nesse sentido, que polarizando os sentimentos do mestre, não obstante a fadiga, ele tinha confortada a consciência. Com sincera alegria interior, verificava que mais uma vez Deus lhe concedia a oportunidade de testemunhar a sua fé. Então, que sentimento a gente vê aqui, gente, né? O sentimento de dever cumprido, de paz, de consciência, né? Então vamos dar procedimento aos fatos. As perseguições então contra a comunidade do caminho não se fizeram esperar, né? Então passado esse momento e Saulo, esse zeloso fariseu, vamos dizer assim, agiu com profundo desassombro, justificando a si mesmo que era o seu dever defender a lei antiga instituída por Moisés. A verdade, porém, meus amigos, é que Saulo de Tarso, nas características de sua impulsividade, ele se deixou mais empolgado pelo quê? Pela ideia de vingança. Porque ele estava impressionado com o desassombro de Estev em face de sua autoridade, de sua da sua fama. A seu ver, o pregador do evangelho infringira humilhações públicas que impunam reparações equivalentes. Lembre-se que ele centralizava todos os seus interesses na na questão da casuística, ou seja, ele buscava sempre discutir casos utilizando de argumentos sutis e raciocínios bem elaborados. Ele se destacava por isso naquela naquela época. E a forma como Estevão manteu um diálogo com ele com respostas concisas. um raciocínio lógico irretorquível, né? E então fez com que ele se sentisse o quê? Acuado, desconscertado intimamente. Por isso é sentimentos. Por isso ele traz à tona. Ele sentiu a sua vaidade ferida, o seu orgulho racial ultrajado, o seu instinto de domínio abalado. Esses eram os motivos que todavam-lhe a cegavam-lhe a retina espiritual, tá? ele não conseguia se aproximar no conteúdo porque esses pontos estavam mais latentes no espírito dele naquele momento. Então, a despeito da inteligência brilhante e do declarado conhecimento das escrituras e tradições, Saulo
oximar no conteúdo porque esses pontos estavam mais latentes no espírito dele naquele momento. Então, a despeito da inteligência brilhante e do declarado conhecimento das escrituras e tradições, Saulo destilava o quê, gente? Raiva por ter sido ferido no orgulho próprio, tá? Assim, no âmbito das suas reflexões, ele agora, como as palavras que não são colocadas, ele odiava aquele Cristo crucificado, porque ele detestava a Estevão, considerado então como um perigoso inimigo. Ele não poderia tolerar qualquer expressão daquela doutrina aparentemente simples, mas que vinha balalar o fundamento dos princípios estabelecidos. Assim ele acreditava. Então ele se colocava como, olha o que que ele dizia. e perseguiria inflexivelmente o caminho na pessoa de quantos lhe estivessem associados. Ele mobilizaria intencialmente tenscionalmente todas as simpatias de que dispunha para multiplicar a devaça imprescindível. Ele sabia que certo ele deveria contar com algumas interferências conciliatórias como de Gamaliel, de outros raros espíritos que a seu ver se deixaram já levar um pouquinho pela filosofia de bondade que os galileus haviam suscitado com as novas escrituras, mas ele estava convencido de que a maioria farisaica, em função política, principalmente, ficaria a seu lado, animando na empreitada começada, né? Então esse era a situação que a gente vê nesse primeiro momento. Então envolvido por esses pensamentos e sentimentos, tá? Saulo começou a coordenar os primeiras diligências por desvendar as atividades do caminho em suas mínimas modalidades. Mínimas, ele começou molar um plano de como ele iria executar. Então, obsecado pela essa ideia de desforra pública, ele idealizava quadros sinistros na mente supercitada e tão, logo fosse possível, ele prenderia todos os implicados. O evangelho aos seus olhos dissimulava sedição iminente, ou seja, ele via como uma revolta, como uma desordem, como uma perturbação da ordem pública. E isso ele evitaria a todo custo. E por assim acreditar,
gelho aos seus olhos dissimulava sedição iminente, ou seja, ele via como uma revolta, como uma desordem, como uma perturbação da ordem pública. E isso ele evitaria a todo custo. E por assim acreditar, ele apresentaria os conceitos oratórios de Estevão como uma senha da bandeira revolucionária, de maneira a despertar a repulsa dos companheiros menos vigilantes, habituados a pactuar com mal, a pretexto de acomodadícia de tolerância, né? Então ele iria agir principalmente para que esses companheiros voltassem, ficassem junto dele. Ele combinaria os textos da lei de Moisés e os escritos sagrados para justificar que se deveria conduzir os desertores dos princípios da raça até a morte. Ele demonstraria a irrepreensibilidade da sua conduta inflexível. tudo faria por conduzir Simão Pedro ao calabolo. Gente, Simão Pedro, porque na opinião dele, Simão Pedro era o autor intelectual dessa trama toda. Ele que vinha que vinha se informando em torno da memória de um simples carpinteiro. Então, na sua forma de pensar o levava a concluir que ninguém deveria ser poupado das suas das suas intenções irrevogáveis, vamos dizer assim. Então ele começa dessa forma é que a perseguição, a Casa do Caminho, foi intensificada e ela foi acelerada principalmente por duas ocorrências, tá? O fato de alguns judeus ficarem sensibilizados com o discurso de Estevo e passarem a apoiar a igreja cristã de Jerusalém. A gente vai falar daqui um pouquinho do caso do Oséas Marcos e Samuel Natã, tá? e o temor desenvolvido por religiosos de que o judaismo apresentaria instabilidade com o movimento desencadeado pelos convertidos ao cristianismo em função da dos rumores de como é que ficou a situação na cidade naquele naquela região, vamos dizer assim. Dessa forma é que foi providenciada uma autorização de Caifás, o sumo sacerdote para que Saulo pudesse agir com presteza, contendo os seguidores do Nazareno. Bem, amigos, essas perseguições, na verdade, provocaram a dispersão de vários membros da Casa do Caminho. Ação
o sacerdote para que Saulo pudesse agir com presteza, contendo os seguidores do Nazareno. Bem, amigos, essas perseguições, na verdade, provocaram a dispersão de vários membros da Casa do Caminho. Ação que foi historicamente considerada como a segunda etapa da expansão da igreja. A gente já tocou isso quando a gente viu o capítulo um de Atos, tá? Versículo 8ito, especificamente. E a terceira etapa, ela vai começar com a fundação da igreja da Antioquia, que nós vamos ver ainda posteriormente quando a gente entrar no capítulo 11 de Atos, especificamente no capítulo 20, no versículo 20, tá? Mas vamos aos detalhes, ao tema propriamente do estudo, do tema de hoje. Lembrando que teremos mais um roteiro para falar sobre Saulo perseguidor. Essa é a primeira parte, teremos uma segunda parte ainda no próximo roteiro, depois do nosso intervalo, né? depois da nossas do nosso recesso, pequeno recesso aqui. Mas vamos ao pequeno pequeno estudo do trecho evangélico, que é é o o foco de hoje. A gente tá estudando exatamente os textos evangélicos à luz da doutrina espírita. E hoje, vejam bem, esse capítulo oito, ele a gente vai estudar três versículos dele, apenas três versículos que nos trazem. Ora, Saulo estava de acordo com a sua execução. Estava execução de quem, gente? Execução de Estevão, né? Ele tava de acordo. Aliás, foi ele que me fez todo o movimento para que ele fosse levado à execução. A gente vai comentar um pouco mais isso detalhadamente hoje ainda. E naquele mesmo dia desencadeou-se uma grande perseguição contra a igreja de Jerusalém. A gente já viu as mudanças, né? as autonomias que estão sendo dadas para que ele pudesse agir de forma plena. Todos, com exceção dos apóstolos, dispersaram-se pelas regiões da Judeia e da Samaria. Vamos falar um pouco mais dessa dispersão, pouquinho ainda, mas fica historicamente, né? Você vê a importância desses versículos, o registro histórico que fica aqui nesse nesse ponto especificamente. No item dois, ele fala: "Entretanto, alguns homens piedosos sepultaram
istoricamente, né? Você vê a importância desses versículos, o registro histórico que fica aqui nesse nesse ponto especificamente. No item dois, ele fala: "Entretanto, alguns homens piedosos sepultaram Estevon, fazendo grandes lamentações por ele. Olha que a memória de Estevão fica preservada. Quanto a Saulo, devastava a igreja, entrando pelas casas, arrancava homens e mulheres e meti-os na prisão. Já mostro um pouco também fica o registro do comportamento de Saulo naquela oportunidade. Então são três pequenos versículos, mas com um conteúdo muito importante, muito importante para questões históricas históricas do nosso cristianismo, né, da da nossa caminhada no sentido da da divulgação, inclusive do evangelho do Cristo. Então vamos lá, vamos às reflexões mais detalhadas, né? Como conta consta em Atos, no versículo 8, Saulo estava de acordo com a sua execução. Já falamos assim. Então, estamos lembrados que Estevo foi morto por apedrejamento e que merece destaque que essa morte, na verdade, produziu grande impacto na multidão de judeus e não judeus. Por que que ela produziu grande impacto? Primeiro, em razão da serenidade da grandeza espiritual manifestada por Estevão, considerado o primeiro mártir do cristianismo, mas sobretudo por ele ter perdoado os seus agressores antes de emitir o último suspiro. Gente, isso foi de um grande impacto. As pessoas que tiveram, que vivenciaram isso, falaram assim: "Gente, ele não é uma pessoa ruim, né?" né? Ficava claro. Além dos fariseus que o viram como um anjo, né, um olhar, né, bondoso de bondade, quem estava ali diante dessas palavras, dessa manifestação, não podia haver uma pessoa ruim, né? Então, que a gente lembre disso. Mas, ui, passou aqui um monte. Vamos voltar aqui. Pronto. Aqui. Mas ainda no versículo um, ele fala assim: "Naquele dia desencadeou-se uma grande perseguição contra a igreja de Jerusalém. Então, a gente percebe dessa forma que também observamos que a simples prisão de Estevão tivera na igreja modesta do caminho ampla repercussão, despertando
de perseguição contra a igreja de Jerusalém. Então, a gente percebe dessa forma que também observamos que a simples prisão de Estevão tivera na igreja modesta do caminho ampla repercussão, despertando justificados que sei os apóstolos da Galileia. Lembrem que Paulo, quando recebeu a notícia de que ele havia sido condenado, ou seja, ele foi preso, ele seria executado dali uma semana, ele ficou com profunda tristeza, porque ele via naquele rapaz um auxiliar devrotado, um irmão, um irmão na causa, né? Então isso repercutiu na Casa do Caminho. Surgiu então um clima de discórdia na comunidade fomentado pela declarada perseguição promovida por Saulo. O que que acontece? Na verdade, a gente percebe que as pessoas que se aproximavam na casa do caminho, diante da prisão de Estevão da do rigor que Saulo começava e estabelecer de perseguição, de buscar quem era o seguidor ou não, isso deixa um clima de discórdia, não só na região, como principalmente na comunidade e mesmo entre os apóstolos. Então, na casa do caminho, por exemplo, a gente observa que fermentara-se uma discussão, uma discussão em torno do próprio comportamento de de Estevão. Lembro que ele era amado pelos aflitos supredores, porque ele tava sempre buscava atendê-lo eles com bom ânimo, né? Resolver os problemas. Então ele era muito querido e tanto Pedro como João tinham por ele um carinho muito grande. Mas Thago já começava a observar que muitas vezes o o discurso dele, a forma como ele falava, era como se fosse um enfrentamento a a aos poderes farisaicos, que era o poder dominante da época. Então, digamos assim, Thago já ficava meio ressabiado com essas questões, tá? Isso criou, tá, eh, uma essa esse clima. Então, Pedro fazia, eh, Thago, principalmente Thago, sentir que aquela oportunidade daquela daquela ocorrência era era oportuna para que se revelasse a liberdade do evangelho. E ele reforçava os argumentos com a lógica dos fatos. Então, quais são os fatos que ele que Mano nos traz eh no livro Paulo Ester a
cia era era oportuna para que se revelasse a liberdade do evangelho. E ele reforçava os argumentos com a lógica dos fatos. Então, quais são os fatos que ele que Mano nos traz eh no livro Paulo Ester a José, Samuel, deas e Samuel que se entregando ao Cristo, eh, eles se entregaram ao Cristo e essa essa resolução deles, esse comportamento deles foi invocado para justificar um êxito espiritual do caminho. Olha, veja, já temos pessoas mais influentes que estão aderindo à causa. Eles estão entendendo o que nós estamos fazendo. Pedro tentava justificar e toda a cidade comentava os acontecimentos. Muitos se aproximavam da igreja com um sincero desejo de melhor conhecer esse Cristo. Isso devia significar uma vitória da caça. Era assim que Pedro percebia essas intenções, né? Mas já que a gente falou aqui do Oséias e Samuel, vamos lembrar um pouquinho mais quem eram eles. Oséias Marcos e Samuel Natã. Esses eram os nomes deles. Eles eram dois compatriotas riquíssimos. lá de Jerusalém, que depois de ouvirem a defesa pessoal de Estevão no Sinédro, impressionados com a eloquência, né, com os argumentos, a justeza dos conceitos que ele utilizava, distribuíram com os filhos a parte da criança cabível a cada um e doaram ao caminho o restante dos seus averes. Olhem só, isso foi um fato, vou dizer assim, levou a muitos comentários na cidade, tá? E como eles fizeram isso? Para isso eles procuraram Simão Pedro e nos diz o texto, né? Procuraram Simão Pedro beijando-lhe as mãos calejadas no trabalho depois de ouvirem a palavra acerca de Jesus Cristo. Então eles viram Estevão, foram levados até a casa do caminho, ouviram o Simão Pedro falando e tomaram a decisão. Digamos assim, era um acalento paraa Casa do Caminho que vivia exatamente dessas doações, né? Ela precisava desse dessas parcerias. Bom, entretanto, vamos voltar ao tema, tá? A gente temos que resgatar que, na verdade, Saulo prometera que após essa prisão, a morte de Estevão, ele desencadeihaaria a cirrada perseguição aos cristões. Então, vamos um pouquinho
ar ao tema, tá? A gente temos que resgatar que, na verdade, Saulo prometera que após essa prisão, a morte de Estevão, ele desencadeihaaria a cirrada perseguição aos cristões. Então, vamos um pouquinho mais no versículo um, que ainda tem mais um pontinho. Todos, com exceção dos apóstolos, dispersaram-se pelas regiões da Judeia e da Samaria. Então, até por quê? Por que eles se despertaram? Porque Oséias e Marcos Samuel, Oséia Marcos e Samuel Natã foram presos sem nota de culpa, a fim de responderem a rigoroso inquérito. Foram os primeiros que foram presos por Saulo. E os cooperadores do movimento de Saulo organizaram o quê? longas nominatas dos israelitas, listas dos israelitas mais destacados que frequentavam as reuniões da igreja do caminho. Aquela a lista dos procura-se, né? Foram os os deletaram várias as pessoas, né? Então o moço de Tarso determinara que se abrisse um inquérito geral. Gente, que como é que esse inquérito geral? Inquérito geral é fazer uma investigação, é buscar por provas de que eles realmente frequentavam as reuniões da Casa do Caminho, que eles tinham uma influência sobre um determinado número de pessoas, quanto mais importante, maior o número de pessoas a quais eles tinham influência, tá? E qual era e por que que o Saulo fazia isso? Para aplicar penalidades disciplinares desde a prisão, tá? como ocorreu com Oséas, Marcos e Samuel Natã, ou até punições de ordem econômico que fossem, tá? Então isso é lógico que fez com que muitos saíssem daquelas regiões, principalmente os mais que estavam mais abonados, vamos dizer assim, tinham melhores condições para isso. Entretanto, como Saula desejava dar uma demonstração do seu desassombro aos seus adversários, ele julgou que deveria iniciar as prisões de maior importância, lógico, depois dele já ter feito essa prisão do Osas e Samuel, no reduto mesmo dos galileus obscuros, que haviam ousado afrontar a sua autoridade. Onde é isso, gente? Na casa do caminho, né? Então, ele retorna assim. Então, é assim que ele
risão do Osas e Samuel, no reduto mesmo dos galileus obscuros, que haviam ousado afrontar a sua autoridade. Onde é isso, gente? Na casa do caminho, né? Então, ele retorna assim. Então, é assim que ele retorna à casa do caminho, onde Simão Pedro foi encarcerado pela insana fúria desse doutor da lei por Saulo, que escarneceu do venerável apóstolo, quando este tranquilo não lhe ofereceu qualquer resistência a prisão. Para ter uma ideia desse escarno que ele estabeleceu, Saulo assim se colocou, ó, ó, ele falou pro Pedro, né? O mestre do caminho deve ter sido um alto modelo de inércia e covardia. Ainda não encontrei qualquer indício de dignidade nos seus discípulos, cujas faculdades de reação parecem mortas. Olha só o que Pedro ouviu. Mas Pedro, gente, não se abalou. Não se abalou com essas palavras e respondeu: "Enganai-vos quando assim julgais. O discípulo do Evangelho é apenas inimigo do mal e na sua tarefa coloca o amor acima de todos os princípios. Além do mais, nós consideramos que todo julgo com Jesus é suave. E com essa resposta, o o jovem Tarsense, o Saulo, né, detentor de tão alto poderil, não dissimulou o mal-estar que a resposta lhe causou. E apontou o continuador de apontando ao continuador de Jesus, disse a um dos dos homens da escolta, apontando para Pedro, né, e disse a um homem da escolta, Jonas, toma conta dele, né? e acentuando ironicamente palavras, dirigiu seus demais com gesto de desprezo pro apóstolo que já estava gemado, que o contemplava sereno, embora muito surpreendido. Para vocês terem uma ideia, ele ainda profera as seguintes palavras: "Não discutamos com este homem. Essa gente do caminho está sempre cheia de raciocínios absurdos. É preciso não perder tempo com a cegueira da ignorância." Olha como ele os via, tá? Em momento nenhum ele se ateu ao conteúdo das mensagens, dos diálogos estabelecido. Bom, após a prisão de Pedro, seguiu-se a prisão dos dois irmãos João e Thiago Bonaveges e também a de Felipe. Todos se deixaram os remar sem protesto. Mas nos
das mensagens, dos diálogos estabelecido. Bom, após a prisão de Pedro, seguiu-se a prisão dos dois irmãos João e Thiago Bonaveges e também a de Felipe. Todos se deixaram os remar sem protesto. Mas nos traz ainda que Felipe naquele momento que ele foi preso, vendo a aflição e choro das suas filhas, lhes diz, né? Coragem, filhas", disse ele sem temor. "acaso seríamos superiores a Jesus, que foi perseguido e crucificado pelos homens?" E aí chega a vez de Thago, filho de Alfeu. Contudo, a sua prisão, ela não se concretiza. Ele chega a ser preso, mas ele é solto. Vamos, vamos entender um pouquinho mais como é que se diz. Mano também nos traz isso ainda nas primeiras perseguições. Ele fala: "Segura os três prisioneiros, né, na verdade Pedro, João e Felipe. Faltava o filho de Alfia. Alguém se lembrou de procurá-lo no tosco Bongo que ocupava. Ele tava lá no fundinho no no quartinho dele. Com o efeito, lá o acharam ajoelhado, tendo diante dos olhos um rolo de pergaminhos em que se encontrava a lei de Moisés. Via-se a palidez mórnera do olho do rosto. Quando Saulo se aproximou o risco, que é isso? Ah, aqui alguém que cuide da lei? E aí o filho de Levi levantou os olhos transbordantes de sincero receio e explicou humilde: "Senhor, jamais esqueci a lei de nossos pais. Meus avós ensinaram-me a receber de joelhos as luzes do profeta santo. E essa atitude do Thago, gente, não traduzia fingimento. Era realmente, ele tinha sido educado dessa forma. Ele estava ali naquele prostando, orando naquele momento diante daquilo. Em face dessa atitude imprevista de Thago, o Saulo ficou atônico. Ele sabia que só os espíritos profundamente aferrados ao judaísmo, liam de joelhos o ensinamento de Moisés. E em sã consciência, ele não poderia ordenar a prisão daquele homem que estava ali orando diante dos dos ensinamentos de Moisés. Então, a afinal de contas, o argumento que justificava sua tarefa perante as autoridades políticas e religiosas de Jerusalém era exatamente o combate aos inimigos da tradição. E ali ele estava
Moisés. Então, a afinal de contas, o argumento que justificava sua tarefa perante as autoridades políticas e religiosas de Jerusalém era exatamente o combate aos inimigos da tradição. E ali ele estava vendo uma tradição. Então, Saulo fica um tanto confuso. É possível até que, gente, naquele momento ele foi se acalmando, foi sendo envolvido por vibrações mais harmônicas, emitidas pelos prisioneiros que estavam ali, né, e que esses pensamentos saturavam aquele ambiente de paz necessários ao colhimento dos deserdados da sorte, tá? Então, a gente diria assim que foi estabelecida uma trégua ainda que pequena. Isso fez com que um certo Saulo prosseguisse com um diálogo de forma diferente. Ele pergunta assim para ele: "Mas não sois amigo do carpinteiro?" E olha a presença de espírito do interpelado quando respondeu: "Não me consta que a lei nos impeça de ter amigos". Então, de alguma forma, essa resposta do Thago o perturbou e também ele amenizou o estado de ano. Então ele prossegue. Mas que escolheis? A lei ou o evangelho? Qual dos dois acetaris em primeiro lugar? E olha, ele vai fundo, né? Ego responde com inteligência: "A lei é a primeira revelação divina". Então, diante de dessa situação, desse clima, desse mudança dos pensamentos, da possibilidade de uma interferência espiritual, Saulo toma a seguinte resolução: ante a resposta que o desconcertava e de alguma sorte, o moço refletiu um momento e acrescentou, dirigindo-se aos circunstânes. Está bem, este homem fica em paz. O que foi um alívio, né, gente? Porque na verdade a casa do caminho teria ficado sem ninguém. E ele ficando lá, pelo menos já havia alguém que estava conduzindo os trabalhos ali. Bem, ao sair do recinto, Saulo foi cercado pelos acolhidos da casa do caminho. Quem eram esses? doentes, portadores de todo tipo de enfermidade e necessidades, órfãos, viúvas, crianças, jovens, idosos que reclamavam daquela prisão dos seus protetores, pedindo que eles se compadecessem deles. Mas surpreendido com aquele movimento, Saulo retoma sua
cessidades, órfãos, viúvas, crianças, jovens, idosos que reclamavam daquela prisão dos seus protetores, pedindo que eles se compadecessem deles. Mas surpreendido com aquele movimento, Saulo retoma sua furaha inicial, como se ele saísse daquela sintonia do bem que ele estava, né, e voltasse à revolta anterior e ordenando aos guardas que se afasse e castigasse quem se revelasse, tá? Então ele volta a ter essa atitude cruel de novo. Então em seguida esse feito, o jovem tartense, ou seja, Saulo, desdobrou as energias na primeira perseguição experimentada pelas expressões individuais e coletivas do cristianismo nascente. Então ele volta de de novo ao propósito, a missão que havia lhe sido imposta pelo poder estabelecido. Mais do que ele poderia supor, Jerusalém, entretanto, ruggitava de criaturas que se interessavam pelas ideias do Messias Nazareno. Mas Saulo se prevaleceu dessa dessa circunstância para fazer sentir mais uma vez o perigo ideológico que o evangelho representava. As pessoas procuravam mais e ele falava assim: "Olha, tá vendo, gente? É muito perigoso. Precisamos ser mais mais fortes na nossa na nossa atuação. Então, foram numerosas as prisões efetuadas, gente. Foram muitas prisões efetuadas que, como consequência deu o início do êxodo de grandes proporções. Também os amigos do caminho, né, todos aqueles que se aproximaram da casa do caminho com possibilidades financeiras melhores, preferiram insertar vida nova na Iduméia ou na Arábia, na Silícia ou na Síria. Os que podiam escapavam do rigor dos inquéritos violentos iniciados com retumbâncias de escândalo público, né? Eram verdadeiros inquéritos, né? As personalidades mais emitentes eram metidas na prisão de forma incomunicável. E os anônimos humildes, os da Pleve, sofriam grandes vechames nas dependências do tribunal, onde se faziam os interrogatórios. Os guardas assalariados que estavam sobre o comando de Saulo, né, para execução do nef do trabalho, excediam-se nos abusos. A gente já viu aqui a história de
ibunal, onde se faziam os interrogatórios. Os guardas assalariados que estavam sobre o comando de Saulo, né, para execução do nef do trabalho, excediam-se nos abusos. A gente já viu aqui a história de Estevão e como o pai dele foi tratado, né, num momento de inquérito. Então, esses inquéritos eles eram meio injustos, meio não, muito injustos, né? Eles eram tendenciosos, a gente pode dizer assim. Esse era o o grande problema dele. Então, a vamos um pouquinho pro versículo dois. Entretanto, alguns homens piodos sepultaram Estevão fazendo grandes lamentações por ele. Pois é, gente. Aqui então a gente retoma um pouquinho. Estevão já estava morto, mas ele tendo o corpo sepultado pela benevolência de alguns amigos, enquanto o jovem fariseu, Dr. Le prosseguia em suas ações insanas. Então aqui só para fazer esse destaque que ele, Estevão, tinha muitos amigos, tá? vendo a violência de alguns amigos que o o acolheram naquele momento oportuno, apesar de todas as ações insanas que estavam ocorrendo na cidade. E no versículo três fala assim: "Quanto a Saulo, ele devastava a igreja, entrando pelas casas, arrancava homens e mulheres e metia-os na prisão, como a gente acabou de ver vários relatos no livro Paulo Estevan. Então, na verdade, Saulo se torna uma mola central desse movimento terrível. Ele é execrado por todos os simpatizantes do caminho e ele multiplica suas energias. Ele visitava diariamente os núcleos de serviço a que costumava chamar de espurgo de Jerusalém. Desenvolvia atividades pasmosas, digamos assim, pasmosa eh de surpresa, né? chegava assim de surpresa onde estavam sendo feitos os encos inquéritos ao levantamento de fatos para manter mais firme a sua autoridade. E ele sempre mantinha uma vigilância constante das autoridades administrativas para ver se estava sendo feito tudo da forma como ele queria. encorajava os auxiliares seus pressupostos e instigava outros perseguidores dos princípios de Jesus para que também eles trouxessem informações, né? Valorizava essas
ito tudo da forma como ele queria. encorajava os auxiliares seus pressupostos e instigava outros perseguidores dos princípios de Jesus para que também eles trouxessem informações, né? Valorizava essas informações, aquelas coisas, né? Quem denuncia pode ganhar isso, aquilo, aquilo, né? ganhava proteção sem deixarse a refazer o zelo religioso do Sinetra. Então, tudo isso era um comportamento que ele vinha esboçando naquele momento. Vamos lá. Bom, dentro de uma semana após as expressões efetuadas na igreja modesta e realizada a memorável sessão em que Pedro, João, Felipe deveriam ser julgados, o que que ocorre? assembleia excepcionalmente despertar maior curiosidade, ou seja, se monta uma nova assembleia para julgar agora Pedro, João Felipe, o Estevão já tava na prisão lá embaixo nos calabolços, né? E essa assembleia levantou muita curiosidade. Imagina o movimento da cidade para isso. E lá se congregaram todas as personalidades eminentes do farasaísmo dominante. Inclusive Gamaliel compareceu dando já mostras de profundo abatimento. Lembre que ele já havia já estava se afastando aos poucos daquele trabalho. Seu pupilo era Saulo, ele iria passar para Saulo, mas ele tinha tido uma um contato com a Casa do Caminho, uma pessoa que que precisava, um um velho conhecido dele que foi abandonado na velice, que foi acolhido pela casa do Camilo, conhecia o trabalho, sabia do bem que era feito ali, né? Então essa era a situação. Então as prisões e os maltratos aplicados aos habitantes da Casa do Caminho passaram a ter repercussões negativas, gente, em Jerusalém e nos arredores. De um modo geral, comentava-se a atitude dos mendigos, que não obtendo permissão de ingresso, aglomeravam-se em longas filas na grande praça e protestavam em atroanteil. De de balde aplicavam-se bastonadas à torta direito neles, porque a turma de miseráveis assumira proporções nunca vistas. Todos as pessoas que foram acolhidas por essa pelo bem, pelo que a casa do caminho ofereceram, se foram para lá. O quadro era curioso,
s, porque a turma de miseráveis assumira proporções nunca vistas. Todos as pessoas que foram acolhidas por essa pelo bem, pelo que a casa do caminho ofereceram, se foram para lá. O quadro era curioso, alarmante, como ele fala, e tomar providências para correr, fazer correr a mais para ele é quase uma tarefa impossível, vamos dizer assim. Então, os peregrinos doentes contavam-se por centenas, gente, numerosas. Era inútil reprimir pontos isolados, o que somente fazia agravar a revolta e a desesperação de muitos. Em altos bavos brados, eles reclamavam o quê? A liberdade de seão Pedro. exigiu em tumulto a sua libertação, como se exigisse um legado do seu legítimo direito. Portanto, em paralelo, no Cidadro, havia um se se esse era um movimento que ocorria fora do cinétro, dentro do cinétro também havia um grande avoroço ante essa reação do povo e os beneficiários da casa do caminho. Aí vemos mais uma vez Gamaliel que vai intervir e vai travar um adoroso debate com Saulo, chamando ele os demais sendos dos membros do Sined, a ponderação, defendendo a causa dos continuadores do Nazareno. Gamaliel, gente, era um culto e moralmente elevado doutor da lei. Ele apresentava também argumentos irrepreensíveis e conduzindo a situação de uma forma mais pacífica, ele conseguiu evitar com a morte dos prisioneiros. Saulo e os demais integrantes do Sinério são finalmente convencidos por Gamaliel que chegam ao seguinte consenso assim manifestado por Saulo. Saulo coloca assim: "Olha, eu concordo com a libertação dos três primeiros, ou seja, Pedro, Felipe e João, com uma condição: por serem casados, Pedro e Felipe poderão continuar em Jerusalém, restringindo suas atividades ao socorro dos doentes e necessitados. João será banido. Mas Estevão, bom, Estevão deverá sofrer a sentença decisiva. Já bus, ele já tinha proposto publicamente a lapidação e não vejo motivos para transgigir mesmo, por escarmento. Pelo menos um dos discípulos do carpinteiro deve morrer, né? para ver separar, né, o o que o certo do errado. Então, pelo
icamente a lapidação e não vejo motivos para transgigir mesmo, por escarmento. Pelo menos um dos discípulos do carpinteiro deve morrer, né? para ver separar, né, o o que o certo do errado. Então, pelo menos o Estevão deveria ser o deveria ser apedrejado, né, sofrer aquela lapidação. Então, gente, Estevão foi, portanto, escolhido diretamente por Saulo para ser aperdejado. E com a sua morte a autoridade de Saulo seria assim, de uma certa forma mantida. Os integrantes da casa do caminho receberiam uma lição inesquecível. Estava sim, digamos, dada largada pros sofrimentos incalculáveis que atingiriam os homens do caminho, como foram denominados os apóstolos e discípulos sinceros. E aí, Divaldo nos traz, na verdade, a Mélia Rodrigues nos traz por intermédio de Divaldo, no livro Dias Venturosos, a seguinte expressão: Sombras, sombras adençavam sobre o céu das alegrias ingênuas, e os corvos do medo e do terror começavam a esvoaçar em volta do grupo heterogêneo de convidados para a era nova. Não obstante a voz do jovem Estevão, melodia que tornou-se acusação, que tornou-se uma acusação indireta hipocrisia farisática, as trevas tombaram sem aviso e Estevão foi preso. Morreu sob pedradas depois de um vergonhoso simulacro de julgamento, contemplando em êxtase o seu mestre amado. A casa do caminho permaneceria, porém, como símbolo indestrutível do amor e da caridade para todo sempre, invencível e imaculada em luz permanente. Tá? Então ele nos traz esse fecho como se sim, tudo ocorreu, tudo tinha que ter ocorrido para que o evangelho seguisse outros caminhos, outras trilhas, né? Então, mas a casa do caminho foi preservada. o fato de do Estevão ter sido acusado, né, injustamente, um vergonhoso simulacro de julgamento, como é colocado aqui, né? O seu, as suas palavras não foram perdidas, os seus sentimentos estiveram presentes no coração de muitos, tá? E é assim que a gente passa, pra gente paraas nossas reflexões finais do que essa pequena, pequeno trecho, esses três versículos
idas, os seus sentimentos estiveram presentes no coração de muitos, tá? E é assim que a gente passa, pra gente paraas nossas reflexões finais do que essa pequena, pequeno trecho, esses três versículos nos trazem. E a gente poderia então pensar, será que ainda tem alguma dúvida quanto ao conteúdo do texto evangélico? A gente ainda tem 30 minutos para pergunta e resposta. Então, se ficou alguma dúvida, se algum ponto não ficou claro, se a gente pode detalhar mais alguma coisa, porque é muita informação. O livro Paulo Estev é muito rico, os detalhes são são de uma profundidade imensa, tá? Eu tentei trazê-las aqui nas palavras que estão no livro, mas é muita coisa a gente não consegue, né? A leitura é encantadora, a gente começa a ler e não para. ficou clara a importância desse pequeno, desses três versículos na história do cristianismo pra gente, essa é outra questão. Eu foi o foco da noite de hoje. E ainda como a gente pode qualificar a atitude de Paulo, né? Como é que como é que vocês que na verdade aqui ainda não é Saulo, não é Paulo, é Saulo, né? Como é que a gente pode qualificar essa atitude de Saulo, Saulo perseguidor, tá? Vejam que ele estava convencido que ele estava fazendo um bom trabalho. E muitas vezes nós também estamos convencidos que estamos fazendo um bom trabalho. Mas muitas vezes esse trabalho que a gente está realizando, ele tá, ele contém inverdades, ele contém informações que precisariam uma reflexão, uma reflexão de um maior profundidade. Será que ainda corremos o risco de agirmos da mesma forma? que Saulo agiu. Essa é a pergunta que fica pros nossos corações, pros nossos dia a dias, porque muitas vezes a gente vê as coisas acontecendo novamente. Só que hoje a gente tem mais clareza das ideias. Será que as nossas, o que aprendemos com a doutrina espírita nos ajuda a agirmos de forma diferente? Como vocês veem isso? Então isso é só um incentivo pra gente trazer uma série de questões do nosso coração à tona, tá? A gente sabe que essa mensagem do
spírita nos ajuda a agirmos de forma diferente? Como vocês veem isso? Então isso é só um incentivo pra gente trazer uma série de questões do nosso coração à tona, tá? A gente sabe que essa mensagem do Cristo, toda essa história, ela precisa ser conhecida e meditada, mas ela primeiro, né, ou principalmente ela precisa ser sentida para que a gente possa vivenciar uma realidade mais condizente com a lei divina, né? Mas a em sintonia com a lei divina, a gente precisa renunciar ao nosso egoísmo, à nossa vaidade, ao nosso orgulho. Precisamos alinhar as nossas duas asas, as nossas asas do conhecimento e da sabedoria, né? Conhecimento, conhecer, distinguir melhor o bem do mal para que as nossas ações sejam mais acertadas, nossas decisões e ações sejam mais acertadas. É um caminhar bom, muito a refletir. Vou abrir o espaço com os amigos aqui para mais perguntas. Agradeço todos essa oportunidade. Vamos ao próximo próxima etapa, né, Zanice? Com certeza, Lenira. Vamos à próxima etapa do nosso programa, considerando que os o pessoal coloque aqui no chat, né, as suas observações, eh, como diz a Lenir, as dúvidas que ficaram, né, e os entendimentos também sobre o tema, né, Lenir? Vou convidar a Marlúcia e o Hélio para fazer parte dessa nossa dessa segundo etapa. Sejam bem-vindos. Hélio, boa noite. Marlúcio, já tinha visto, né? Seja muito bem-vindo. Queridos, amigos. Com certeza nós já temos aqui no chat do duas observações. A primeira pela Gláuscia Araúj, ela coloca grandes reflexões nesses versículos. Gamaliel foi muito importante nesse processo. Saulo na época se excedeu pelo seu orgulho, mas mudou com o tempo. Grande verdade, né, Cláus? Sem dúvida. Gabriel foi muito importante até pelo conhecimento, pela autoridade que ele detinha, pelo respeito que ele tinha. Então, com certeza, os argumentos que ele utilizou tocaram fundo aqueles aprendizes também do Velho Testamento que eram eram eram aprendizes, né? Porque o sucessor seria Saulo, mas assim, todos os demais ali todos estavam também sempre em processo
zou tocaram fundo aqueles aprendizes também do Velho Testamento que eram eram eram aprendizes, né? Porque o sucessor seria Saulo, mas assim, todos os demais ali todos estavam também sempre em processo de aprendizagem e fez com que eles entendessem que a casa do caminho não era um perigo, era algo que viia ser mais bem observado. Mas, infelizmente, naquele momento, Paulo já estava Saulo, né? Eu sempre falo Paulo, mas é Saulo. Saulo já estava embriagado, cego pelo seu egoísmo, pela sua vaidade, pelo seu orgulho, né? E aí ele abriu mão um pouquinho só, mas graças a Deus abriu mão para para três, né? Manteve só Estevão. Mas na casa a gente sabe que muitas vezes a providência divina age dessa forma para que os caminhos se abram. Então a gente a gente consegue observar que a abriu o espaço para que os novos cristãos seguem outros caminhos, levassem o evangelho para outras localidades, né? Levassem aquelas histórias para outros lugares. E mais tarde o próprio Saulo vai reconhecer a sua a sua cegueira, vamos dizer assim, né? e vai mudar de comportamento radical na própria existência, o que é muito, o que fica como um testemunho para nós até hoje. Verdade. Essa grande transformação, né, Elenidra? É exemplo de muito eh reconhecimento, né, de que a gente pode mudar. Exatamente. Sem Estevão não teríamos Paulo, né? E sem Paulo não tíamos a difusão do evangelho como ela foi, né? assessorado por com certeza ele fez tanto que acabou que ele exaltou o evangelho, né? Ele exaltou com toda essa eh fervura, vamos dizer assim, né? Ele exaltou cada vez mais o que se passava com os cristãos e o exercício do evangelho de Jesus. E aí, eh, Lilmar Luci, é, eu, eu você falando aí, Lenira, e eu me lembrando aqui que ele era fiel à lei de Moisés, né? Ele defendia, talvez, de uma forma equivocada, de uma forma truculenta, talvez, né, para a época. Mas eh quando Jesus encontrou com ele a caminho de Damasco, que perguntou porque ele estava perseguindo, eu acredito que ali Jesus estava vendo o Paulo lá na
orma truculenta, talvez, né, para a época. Mas eh quando Jesus encontrou com ele a caminho de Damasco, que perguntou porque ele estava perseguindo, eu acredito que ali Jesus estava vendo o Paulo lá na frente, né? Porque do mesmo jeito que ele amava ardorosamente a lei eh de Moisés, ele iria amarosamente a lei do Cristo. Só que não mais de uma forma truculenta, mas de uma forma verdadeiramente cristã, né? Lá no finalzinho da vida, ele disse: "Já não sou eu que vivo, é o Cristo que vive em mim". Então, é um exemplo de uma transformação que vale a pena a gente estudar e seguir, né, o passo a passo do Saulo para Paulo. Foi uma transformação assim muito sofrida, né? precisou de muito sofrimento, de muita reflexão, de muito eh pesar as suas atitudes, precisou do deserto íntimo, né, de partir para o deserto para refletir os seus atos. Mas ele foi realmente o divisor de águas da eh do em relação a levar a palavra do Cristo, a mensagem do Cristo aos estrangeiros, né, aos gentios. Essa era a tarefa dele. Então, realmente foi uma luta, né? Ele foi muito soberbo no início, mas depois ele reconheceu que como Gamaliel pacificamente pela boa nova, né? Eh, emocionante, emociona mesmo. Exato. É, a Gisele coloca, ó, essas palavras, Saul precisa de muito de dor, né, para chegar ao amor, né? E e acabou que a dor começou já logo quando a amada Abigail foi também sacrificada, né? Abigail e Estevão, né? Eh, são valorosos para para o Saulo, que depois seria Paulo. Muito bom. É, eu queria trazer algumas reflexões para nós primeiro, né? para mim é o marco mais significativo em termos de transformação de um espírito numa encarnação, né? Então, toda vez que tenho alguma dificuldade em fazer um avanço, eu me lembro dele e peço a ele, especialmente a sua, né, falange, que nos ajudem, porque ele deu provas do que é possível, né? Então esse marco é indescritível para mim ser extremamente significativo sobre o que é ser cristão. E aí trazer uma outra reflexão que eu acho muito importante, que por exemplo a lei divina não muda,
Então esse marco é indescritível para mim ser extremamente significativo sobre o que é ser cristão. E aí trazer uma outra reflexão que eu acho muito importante, que por exemplo a lei divina não muda, ela é mesma daquela época pros dias de hoje. Não há ninguém privilegiado, né? A necessidade nossa e por questão de merecimento não somos atendidos. Ou seja, que que eu tô querendo trazer reflexão? Todos nós temos o gamalhel em nossas vidas. Todos nós temos um gamaliel para nos auxiliar e muitas vezes a gente não tá atento. Então que a gente consiga viver uma vida mais lúcida, diríamos até mais atenta pra gente ir aos poucos ir percebendo, né? que nos dias atuais, com uma série de dificuldades em todos os cantos, na própria humanidade, é preciso a gente se ater nesses aspectos extremamente positivos e que continuam os mesmos. Foram na época definitiva, no sentido de transformação de Saulo para Paulo e serão para nós, ainda mais nessa época que nós precisamos dar um salto quântico. Nós precisamos sair das reservas, das nossas caixinhas, dos nossos eus. e ser aquilo que Jesus nos auxiliou a entender sermos o integrante da família universal, dessa grande família que precisa ser edificada num plano de regeneração. resumo da história, vamos descobrindo que é o gamalhel das nossas vidas e buscar eh nos valer dos conselhos, das recomendações e fugir das belicosidades que o mundo oferece, fugir dos conflitos estéreis. E aí também uma reflexão que seguidamente me visita é todos nós temos uma estrada de Damasco em nossas vidas, às vezes não tão intensa quanto a folha de Paulo, mas nós temos várias estradinhas de Damasco, onde nós nos encontramos com Cristo de alguma forma ele nos fala e ele nos convida e ele, né, que a gente consiga refletir sobre isso, porque segundo Dr. bezerra esses tempos, os tempos atuais, guardam similitude com esses tempos que nós estamos aqui trazendo paraa discussão. Então, vivemos um tempo ímpar e aí devo acrescentar quinta-feira passada bezerra nos falou, nós vivemos
empos atuais, guardam similitude com esses tempos que nós estamos aqui trazendo paraa discussão. Então, vivemos um tempo ímpar e aí devo acrescentar quinta-feira passada bezerra nos falou, nós vivemos um tempo que a gente não deve descer do telhado, nós temos que permanecer no telhado. Por quê? Porque o se eu descer do telhado nesse mundo que tá mais denso, né, que tá menos amoroso de uma certa forma, porque estão se mexendo com espíritos que precisam avançar, porque senão eles não vão continuar e nem retornar para cá. São espíritos difíceis de regiões abismais, de regiões furnas, etc. Isso, obviamente isso adensa o nosso plano vibratório, porque eles estão em companhia de quem? Estão em companhia daqueles que podem fazer alguma coisa. serem instrumentos de boa vontade que somos nós reservadas as proporções. Então, que a gente consiga se dar conta que o tempo é ímpar para a gente se valer desses exemplos, desses belíssimos exemplos tão importantes naquela época e continuam sendo importantíssimos dias atuais, porque a humanidade precisa, como diz o Dr. Bezerra, mais do que nunca de Jesus. Sempre precisou, mas nos tempos atuais. E quem é que vai dar sinais do Cristo? Como diz o padrinho padre CO, a gente espera que os espíritas deem sinais do Cristo, porque os católicos sabem de muita coisa, mas eles tem muito mais dificuldade para expressar e dar sinais do Cristo. Então, belas oportunidades e que essas reflexões, essas lições nos encoragem, né, e nos deem ânimo e nos deem eh lucidez e condições de prosseguir a nossa estrada. O tempo é extremamente favorável para nós auxiliarmos as estradas cristãs se fazerem, mesmo onde muitas vezes não tem caminho, vamos ser o nosso pai vai achando um jeito e que a gente seja um instrumento da sua vontade. É verdade. H, eh a Marcela Steves coloca aqui para nós. Seja bem-vinda, Marcela. Também o importante é essa conversão, é um testemunho da capacidade de mudança e redenção. e complementa que que serve como um lembrete de que a capacidade de
a aqui para nós. Seja bem-vinda, Marcela. Também o importante é essa conversão, é um testemunho da capacidade de mudança e redenção. e complementa que que serve como um lembrete de que a capacidade de transformação reside em cada um de nós, independentemente de quão eh arraigadas as nossas convicções ou ações possam parecer muito profundo que a Marcela falou e bem verdade, bem verdade, Marcela. E, e acho que o que você colocou é muito importante. A gente tem que estar aberto para essa mudança, para novos entendimentos, né? o reconhecer o egoísmo em mim, a vaidade, o orgulho, reconhecer isso em cada um de nós, a gente se autonhecer, é fundamental nesse processo. Eh, Saulo vivenciou isso a tal ponto que quando ele depois quando ele se se converte em Paulo, ele tem argumentos que o ajudam esclarecer os ensinos do Cristo nas comunidades as quais ele tá trabalhando. Então, toda essa primeira, eh, digamos assim, esse essa primeira parte do livro, ela é muito importante para que depois a gente entenda todas as cartas que Paulo vai escrever, vai encaminhar a cada a cada humanidade, vamos dizer assim, os problemas que eles vão enfrentar e como eles esses problemas serão resolvidos, né? o conteúdo que ele tem, a mesma força que ele tem nesse momento em defesa de Moisés e que era muito era era verdadeiro da parte dele, né? Era verdadeiro da parte dele, ele depois vai perceber como a gente fica cego. Às vezes a gente fica iludido pelas questões do mundo. Ele deixa, se deixou levar pela ilusão, ele ia ocupar o cargo de Gamaliel, né? Então, todos estavam dando força para que ele ocupasse. Ele não percebeu que alguns que se aproximaram dele fizeram intrigas para que ele agisse daquela forma com Estevão, né? Ele achou que ali o Estevão era um degrau para ele se firmar como um substituto de Gamaliel. E isso acontece no nosso dia a dia. Quantas vezes a gente é, a gente tá no caminho certo, estamos fazendo a coisa certa e de repente a gente é envolvido por situações que de repente você tá se
maliel. E isso acontece no nosso dia a dia. Quantas vezes a gente é, a gente tá no caminho certo, estamos fazendo a coisa certa e de repente a gente é envolvido por situações que de repente você tá se metendo num num ambiente que você fala assim: "Como é que eu vim parar aqui? Como é que eu me deixei levar por isso?" Mas aí a gente lembra dele também, né? A estrada de Damasco. Se a gente tomar consciência que eu também posso mudar aqui e agora, né? Hoje e agora, né? Verdade, Lenira. E mesmo eh esse exemplo que ele deu, né, atitude de apedrejamento de Estevon, ele mostrou para todos o que ele estava disposto a fazer, né, aqueles que fossem contra, né, essas atitudes e o extermínio, vamos dizer assim, dos cristãos. Hélio, Marlú, que eram que eram costumes da época, né? Vai vendo costumes da época, não eram maldades, vamos dizer assim, no não isso era um costum era a lei da época, né? Era para era uma forma de sensibilizar o coração do outro de uma forma mais forte. Então, esses atos eram realizados de forma exatamente para sensibilizar o coração do outro, para que a mudança ocorresse. A função, a ideia sempre foi fazer com que o outro mude no sentido correto de da lei divina. Verdade. Só a gente consegue perceber na obra os vieses que estavam em paralelo e o que faz com que a gente se coloque na mesma posição e veja como é que a nossa vida caminha da mesma forma. Eu tô acho que eu estou fazendo tudo certo. Quando eu olho para trás, eu falo: "Nossa, mas aqui eu fui egoísta demais. Que derrapada que eu dei aqui ou ali, né? Você está em mim, na minha família, né? Aqui eu tava sendo exatamente tava, nossa, meu orgulho aqui foi altamente atingido, exacervado. É, me levando a uma atitude impensada. Se eu tivesse olhando de fora alguém fazendo isso, eu eu acaria. Como é que a gente não se acusa a nós mesmo? Então aquela coisa, cada vez que apontar para lá, lembra que tem três dedinhos voltado para você, né? Então pense uma, duas, três vezes, porque aquilo que eu enxergo no outro tá em mim. Eu já tenho
o? Então aquela coisa, cada vez que apontar para lá, lembra que tem três dedinhos voltado para você, né? Então pense uma, duas, três vezes, porque aquilo que eu enxergo no outro tá em mim. Eu já tenho capacidade de enxergar. Agora volta a olhar para você mesmo. É, a gente é a gente a gente fica sempre pensando, né, na nas atitudes eh vaidosas de Paulo, né, no seu orgulho do saber, do cargo. Eh, Jesus até já havia advertido isso quando ele falou assim que a gente deveria se precaver daqueles que gostam de circular de togas, né, daquelas vestes, né, eh, farisaicas, ricas, que gostam de ser saudados nas praças, que gostam de ocupar os primeiros lugares. Então, naquele momento, Saulo estava cheio dessa vaidade, né? E os outros, né, os sacerdotes também estimulavam isso. Mas isso às vezes acontece também no nosso meio espírita. Às vezes é um expositor que se destaca, mas que a gente faz o endeusamento. E a gente às vezes tá se comportando assim também. Ao invés de defender a doutrina pelo exemplo, a gente defende apenas pelo palavreado, né? Pela verborragia. Então, Saulo deu esse exemplo lá na frente, quando ele foi vivenciar eh exatamente o que o Cristo ensinou e o que Estevão pregava, ele foi fazer exatamente o que Estevão fazia, ajudar, ser pacífico, ser ordeiro, ser o líder. E a gente deve fazer essa reflexão também, porque às vezes nós nos comportamos assim, não no sentido de ser truculento, né, de ser violento, mas às vezes a gente é violento nas palavras, eh exerce a intolerância religiosa, eh nós os espíritas também, às vezes disfarçadamente. Então, é lembrar disso também, que a gente tem que viver, como o Hélio lembrou aqui, que o Cristo, eh, nós devemos ser essas cartas vivas. O que as pessoas vão ler no nosso comportamento deve ser o que o Cristo ensinou. É um esforço que a gente precisa fazer, porque a gente já andou, né, já enveredou por esses caminhos aí do passado. É, é isso. E eu queria trazer também essa questão que a Marcela colocou de se a Marcela tá certa e a princípio nós
sa fazer, porque a gente já andou, né, já enveredou por esses caminhos aí do passado. É, é isso. E eu queria trazer também essa questão que a Marcela colocou de se a Marcela tá certa e a princípio nós concordamos que é importante a conversão de Paulo. A gente deveria se perguntar, cada um de nós se nós também já fizemos essa conversão, porque chama-nos atenção em que 2014, Emanuel, no Congresso Espírita que foi feito em Campo Grande, na mensagem que ele deu, ele fala isso, que nós estamos muito convictos, porém pouco convertidos, né, e com questão de e segue dizendo que ele gostaria mais que a gente tivesse eh feito a conversão e como é uma expressão que na época não era muito habitual, nós com tempo mentalmente perguntando, ele nos respondeu, não é isso mesmo? me citou a conversão de Saulo. Então, diríamos, na medida que eu falei que todos nós temos a estrada de Damascem nossas vida, todos nós temos convites para fazer essa nossa conversão. Bom, se é isso, se é assim, a gente deve se perguntar aonde que está o impedimento, aonde que tá a questão para mim não conseguir se, né, eh, ter a conversão que eu deveria ter. Então a gente percebe que já tem muito trabalho na gente, em si mesmo, que é uma condição intransferível, é uma atribuição nossa mesmo, porque quem a princípio muda a gente somos nós mesmos. Então, a partir dessas reflexões e tesourar esses valores, a gente pode sim, né, buscar ângulos de uma conversão melhor. Exatamente. Para ser o Camarus lembrou, nós somos cartas vivas e com os nossos exemplos nós vamos estar construindo aquilo que Saulo, aquilo que Paulo construiu junto aos gentílicos. Então nós com as nossas convivências, onde é que andamos, nós podemos continuar o trabalho de conversão de gentílicos e de nós mesmos para fazer com que essa família universal cristã possa se ampliar, possa se consolidar, possa vencer todos esses rótulos, esses problemas, os personalismos que a gente tem. E é são sempre reflexões e esses exemplos são eh extremamente luminosos
istã possa se ampliar, possa se consolidar, possa vencer todos esses rótulos, esses problemas, os personalismos que a gente tem. E é são sempre reflexões e esses exemplos são eh extremamente luminosos para nós fazermos a nossa redenção. Então que a gente possa refletir sobre isso. É, a Marcela coloca ainda aqui, ó, acho que é um processo eh contínuo, um caminho de aprendizado e crescimento que dura a vida inteira, essa vida e outras vidas também, né, Marcela? E em a Lenira e Hélio Marlúcia, a gente a gente todos nós somos um vaso, né? E nós temos o livre arbítrio de preencher esse vaso da forma que a gente acha, mas nós também temos o livre arbítrio de a qualquer momento esvaziar esse vaso e começar tudo de novo, né, para sermos as cartas vivas do Cristo, né, como a Marlúcia até falou. Temos aqui Hélio, o Lenida e Marlúcio Carlinhos Taiano. ele coloca para nós assim: "Poderíamos comparar estas atrocidades acometidas cometidas pelo por Saulo, né, como guerras eh atuais, onde mesmo tendo que passar por dificuldades extremas disso, ainda saem aprendizagem e bonanza para a humanidade. É, não só essas guerras atuais, mas todos os as questões planetárias que ocorrem, né? Toda vez que a gente tem um movimento que atinge muitas pessoas, traz um sofrimento muito grande, a gente vê a força da nossa mobilização pro bem, a fraternidade em ação, né? a solidariedade. Então, a gente percebe como essa dor e esse sofrimento é capaz de nos fazer agir coletivamente a favor do próximo. Isoladamente a gente faz, mas coletivamente é uma coisa muito importante e só esses grandes abalos é que fazem isso que nos permite uma sacudida, né, Lenira? Dá uma sacudida, né? Tá aí a COVID que fez um grande movimento planetário. Verdade. Mudou regras de relacionamento de trabalho, regras de comunicação, né? Mudou a questão da importância da afetividade, do contato com o próximo, né? É, quantas pessoas não suportavam viver junto uma com a outra, mas estavam isoladas, precisaram conviver de novo. Então ele ensinamentos
ão da importância da afetividade, do contato com o próximo, né? É, quantas pessoas não suportavam viver junto uma com a outra, mas estavam isoladas, precisaram conviver de novo. Então ele ensinamentos que a gente ainda vai assim, quando a gente olhar pra nossa história daqui anos, daqui 50, 60 anos, fizemos uma análise psicológica, né, mais crítica, teológica, a gente vai ver assim o quanto a pandemia mexeu nas nossas fibras do coração, na nossa aprendizagem. É importante, muito importante, né? É, em cima do comentário do Carlinhos, eu queria era lembrar o seguinte, Divaldo nos diz que essas guerras realmente são insanas, né? São de uma proporção indesejável, essas coisas todas, mas ele não chama atenção que a guerra maior é o conflito íntimo. São as guerras que nos visitam cada um. Então, eu tô falando de 8 bilhões de pessoas, tô falando da humanidade como um todo. E aí vem uma questão muito delicada, né, que poucas coisas são mostradas do continente africano. Então, por exemplo, nesse sábado, sábado não, domingo, a Globo exibiu uma série que ela tá fazendo com Mali e outros países que são tanto noticiados pelas belezas que tem aquela coisa toda, mas o ângulo desta vez é a extrema fome. Então, eu não tenho dúvidas que nos tempos atuais nós estamos matando muito mais gente pela fome do que com as guerras. Então, é de se perguntar aonde que está o problema, né? Então, nós temos ainda muito a vencer e em cima disso também a lembrança de sempre de Divaldo que nos dizia que a gente coloca tanta regra e tanta condição para praticar a caridade que geralmente ela chega atrasada. Então é bom a gente de uma certa forma se convencer que todos nós somos instrumentos e todos nós temos a oportunidade primeiro trabalhar pela paz íntima para fazer com que a paz então em nosso reduto doméstico, em nossa ambiente de trabalho, ela possa ser algo que colabore com esta psicesfera que nós temos aí, que é conflitada e de extremos interesses, de ambição e que faz com que essas guerras continuem.
o, em nossa ambiente de trabalho, ela possa ser algo que colabore com esta psicesfera que nós temos aí, que é conflitada e de extremos interesses, de ambição e que faz com que essas guerras continuem. porque razão outra não há. Então a gente vai percebendo que continua tendo a espiritualidade sempre de alguma forma consciente para que a gente reflita, converse, aprenda e perceba, né, as atorcidades que nós ainda somos capazes de praticar. Porque nessas lutas tão ingratas, né, e tão insanas de irmão contra irmão, faz-se muito difícil, né, a gente falar em paz, pregar paz. se não for começar por nós mesmos, por essa questão de ambiente íntimo, de colaboração vibracional, para que essa humanidade aos poucos eh tome uma direção mais pacífica e mais justa, mais fraterna e por aí vai. Então, enquanto que houverem essas discensões, né, essas lutas por bandeiras, por pátrias e tantos eus se personificando, nós precisamos continuar trabalhando para que o Cristo se faça instrumento eh de concordância e de edificação e de redenção das nossas almas aí. E é sempre pelo exemplo que nós vamos conseguir fazer muito fugindo e nos de hoje a gente tem que estar muito atento e fugir a cada instante dessas chamadas lutas ingratas e dessas contendas estéreis que quando a gente vai, a gente for viver uma vida atenta, a gente a toda hora tem convites para entrar nelas. ou é na via pública, é numa fila, é no trânsito, é em situações mais insanas e que a gente tá sendo convidado aí de ficar paz e que é o elemento mais importante nos dias atuais. Verdade. É isso. É isso mesmo. Você falando aí e eu me lembrando, né? A paz do mundo começa em mim e a guerra também, né? É. Então, a, né? a gente fala muito assim, hoje nós estamos falando, graças a Deus, uma conscientização ecológica ambiental, né, para melhorar as condições biológicas, né, eh, geológicas do planeta, mas a gente precisa também pensar na conscientização ecológica do ambiente espiritual, né, que engendra todas as outras coisas do planeta, que interferem
ões biológicas, né, eh, geológicas do planeta, mas a gente precisa também pensar na conscientização ecológica do ambiente espiritual, né, que engendra todas as outras coisas do planeta, que interferem na psicosfera do planeta, os nossos pensamentos, as mágoas, o ódio, a vingança que engendram as guerras e faz com que a psicosfera espiritual do planeta fique densa e interfire em tudo. Então, junto com o ambiente físico, o mundo físico, a gente tem que se preocupar também com essa conscientização ambiental do mundo íntimo, como você falou aí. Então, cuida mais dos pensamentos, cuida mais das palavras, cuida mais das atitudes com os outros. Porque isso interfere em tudo, né? É o o bioma espiritual também interfere. A gente precisa ver esses dois lados da vida, né? É verdade. E como diz o o Hélio, as oportunidades são muitas que nos apresentam. Aí a observação deve ser também da mesma forma bem acurada para que a gente encare essas oportunidades de frente. Porque a, como dizia minha sogra, ela falava: "Minha filha, a oportunidade é você tem que pegar ela de frente porque você consegue selecionar o que é bom, o que é ruim. Depois que ela passou, ela não tem cabelo nas costas, você não consegue agarrá-la mais, né? Principalmente quando é uma ótima oportunidade. Mas a Marcela Esteve também coloca aqui para nós que é preciso olhar para dentro, complementando tudo isso que a gente tá falando, né? reconhecer os próprios, as próprias batalhas e buscar a integração e harmonia interna para que a paz se manifeste eh exteriormente, né? Igual Marluz falou, que até os ambientes nós podemos modificar, que é já um grande um grande passo, né? E ela ainda fala que sim, Emanuel explica que estamos constantemente eh influenciando e sendo influenciados pelos pensamentos uns dos outros, né? É importantíssimo estarmos em um ambiente e colaborarmos, né, com essa purificação, não, e não nos deixar levar pela, vamos dizer, como diz o o Hélio aí, com que com a garotada de hoje, né, Hélio? fala com a vibe que tá
starmos em um ambiente e colaborarmos, né, com essa purificação, não, e não nos deixar levar pela, vamos dizer, como diz o o Hélio aí, com que com a garotada de hoje, né, Hélio? fala com a vibe que tá parando no ar, né? Então, Lenira, é isso aí, Hélio Marlúcio. Muito bom. É isso mesmo. Que possamos ser exemp, né? Esse é o nosso principal objetivo. Chico já dizia assim que ele queria ser reconhecido pelo que ele fazia, não porque pelo que deixou escrito de falar, mas principalmente pelo a pelo comportamento, que o comportamento dele expressasse de fato os ensinamentos do Cristo. Então que a gente tenha isso em mente. Como expressar os ensinamentos do Cristo no meu comportamento? Estou fazendo isso? Estou me esforçando nesse sentido? Se sim, que bom. Posso fazer mais? Sempre podemos, né? Na escalada espiritual ainda estamos longe de sermos espíritos puros. Então temos muita coisa para fazer. Para sermos anjinho ainda também pesadinho, né? E ali mais, né? Começamos pelo sorriso, começamos pelo olhar mais observador, né? O olhar mais atento, né? atento aos nossos próximos sentimentos e as pessoas que estão ao nosso lado, as mais próximas. Comecemos por aí e aos poucos a gente vai crescendo junto. Vamos crescendo junto e vamos construindo essa paz e essa fraternidade tá almejada por tantos nós. Com certeza. Vamos eh, vamos dizer assim, vamos eh reavaliando a nossa túnica nocial, né, Hélio? Vamos, vamos nos dando as mãos, né? Vamos nos fortalecer. Isso mesmo. De pesada demais que nem os fariseus, há uma túnica mais leve, mais fluída, né? Mais perto dos pensamentos do Cristo. Pode falar ele. E e quem sabe um dia uma túnica inconsútil. Então, então como não é como Saulo defendeu zelamente Moisés, como Paulo defendeu amorosamente Jesus e nós como estamos defendendo Cristo em nossa vida, né? É pra gente pensar. Com certeza. Lembrete final meu é que Kardec disse que nós viveríamos uma fase onde nós precisaríamos então de muita soledariedade, tolerância e teríamos muito trabalho. E
ida, né? É pra gente pensar. Com certeza. Lembrete final meu é que Kardec disse que nós viveríamos uma fase onde nós precisaríamos então de muita soledariedade, tolerância e teríamos muito trabalho. E me parece que são esses tempos que a gente tá vivendo aí, né? Não tem muito trabalho pela frente ainda, mas que bom que já temos uma consciência mais iluminada, né? Com certeza. Já tem uns uns farozinhos, né? iluminando o caminho pra gente, nos dando direção. E às vezes que encontramos pedras e alguns alguns entraves, né, vamos fazer a estrada, vamos fazer a picareta e vamos tirando da nossa frente porque vem outros atrás, né? Podem encontrar uma estrada mais pavimentada. É certo. Então, gente, olha, maravilhoso nosso estudo. Estamos no nosso tempo, né? Eh, você você queria falar mais alguma coisa, não. Só desejar, dar os parabéns aos que eles que nos acompanha, que a gente possa continuar, porque juntos somos mais fortes. Juntos somos mais fortes, com certeza. Então, Hélio, vou pedir para você fazer a nossa prece encerramento e depois a gente volta em tela todo mundo aqui para nos despedirmos, OK? E só nos resta, então, eh, somarmos as nossas vibrações melhores, os nossos bons pensamentos, as emoções, sentimentos para elevá-los e trabalhar a nossa condição de sermos instrumentos melhores. É um processo, é uma construção, já estamos a caminho faz muito tempo. E que possamos nos sentir inspirados a cada lição pelos exemplos a viver uma vida mais cristã. Embora muitas vezes, obviamente, essa não é fácil, temos sempre assistência espiritual e orientação e agradecemos a Jesus que vai nos renovando as oportunidades, vai prosseguindo a sua caminhada à frente, convidando-nos, deixando as suas marcas profundas e aguardando que cada um de nós siga os seus passos. Dessa forma, Senhor, só nossa agradecer a espiritualidade amiga, benfeitora, ao nosso Pai, que segue-nos renovando as oportunidades e ampliando o próprio entendimento, para que mais fraternos, mais firmes, temerosos
nhor, só nossa agradecer a espiritualidade amiga, benfeitora, ao nosso Pai, que segue-nos renovando as oportunidades e ampliando o próprio entendimento, para que mais fraternos, mais firmes, temerosos possamos caminhar pela senda que entre nós deixastes profundamente marcada com os teus exemplos. Querido amigo de todas as horas, que possa se fazer junto aos que sofrem e ainda se fazem muitas vezes estacionados à beira do caminho, então curvados nos desvios pelas veredas da ilusão, da vaidade, do orgulho, porque vice a paixão a soberbar os seus espíritos. mas são nossos irmãos. Sigamos vibrando, estendendo a mão, convidando-os à reflexão e auxiliando-os retomar o caminho que nos ofereces. Querido amigo, te agradecemos e que possas continuar te fazendo luz para auxiliar no trato das nossas escuridões. Possa te fazer paz para nos auxiliar no trato das aflições, para que o teu amor como forma nascente possa se fazer tolerância. perdão, humildade, para conseguirmos seguir teus passos hoje e sempre. Permaneça conosco e que assim seja. Que assim seja, Hélio. Obrigado pela prece, Lenira. E o Hugo também pra tela, né? O Hugo que nos está pilotando aí na técnica e fez esse momento acontecer. Muito obrigada. E como eu havia dito no logo no começo do nosso do nosso estudo de hoje, que a partir desse mês de julho a gente vai fazer um pequeno recesso e que a gente volta em agosto, na primeira segunda-feira de agosto. Eu gostaria de deixar uma reflexão, né, nesse intervalo que e e com base no que nós vimos hoje, né, que hoje hoje pensando eu me revisitei a parábola do filho pródigo, né, onde que depois ele que ele gastou toda a herança, né, ele começou a passar fome e outras necessidades. E que que ele pensou? Vou voltar paraa casa do meu pai, vou voltar porque lá eu posso pedir um emprego e aí eu vou trabalhar, nem que seja por comida e por casa, né? E e esse e assim foi, né? Ele achava que na casa do pai dele os porcos comiam bem melhor do que ele estava comendo atualmente, né? E
rego e aí eu vou trabalhar, nem que seja por comida e por casa, né? E e esse e assim foi, né? Ele achava que na casa do pai dele os porcos comiam bem melhor do que ele estava comendo atualmente, né? E Joana deângeles numa de suas obras inúmeras que ela tem, né? Eh, ela fala que nós todos somos filhos, né, pródigos, que a qualquer momento nós podemos deixar tudo o que fizemos, fazer uma reavaliação e voltarmos paraa casa do pai. Ele vai nos receber com a festa, sempre vai nos receber e vai estar lá, né? E a chance é sempre dada pra gente, né? E também quando a gente tá com dor ou então qualquer outra coisa que a gente lembra, ah, vou na casa espírita, né? Quem sabe lá na casa espírita eu me matriculando lá ou que eu chegando lá e pedindo um empregozinho, um servicinho, né? Vai me ajudar também, né? Um trabalho. E assim nós estamos aqui com Evangelho Rede Vivo, um trabalho que nos vai levar de volta à casa do pai. Então, convido todos vocês, meus amigos, para agosto estarmos aqui de novo com o tema 13, né? E um bom recesso, né? Pensamentos iluminados a todos e um beijo no coração de vocês. Até mais. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso
ataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br e faça sua doação. Eu quero viver em paz.
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