#1050 Vamos Orar | 18/01/26
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Bom dia a todos. Sejam bem-vindos a mais um programa Vamos Orar. Bom dia, Julião. >> Bom dia, Simar. Bom dia a todos que já nos acompanham. Que a paz do Cristo esteja com cada um de vocês. >> Muito bem. Lembrando que este programa é transmitido pela FEB Lives. Vamos então fazer a nossa prece inicial. Amado Mestre Jesus, amigo de todas as horas, principalmente as horas mais graves de nossa vida. Gratidão, mestre, por este momento tão especial em nossa vida. começar o dia voltando os nossos pensamentos para as suas lições de amor. Nos envolva, mestre, fazendo o que cada palavra aqui refletida possa fazer eco em nossos corações, a fim de que possamos melhorar a cada dia. Que assim seja. Graças a Deus. Vamos então passar a palavra ao nosso amigo Julião, que fará a leitura e o comentário do texto de hoje. Vamos lá então aguardar o texto. Está aí, queridos irmãos, o [música] texto de hoje que se encontra no livro Ave Cristo, psicografado pelo nosso querido [música] Chico Xavier, autoria do espírito Emanuel. Hoje o texto se encontra no capítulo 4to, página 217, sacrifício, que diz assim: "Choremos pelos nossos perseguidores, orando por eles. Haverá maior desventura que a de confiar-se alguém ao engano do poder para acordar nos braços terríveis da morte. Queridos irmãos, conforme nós sabemos, este livro ele narra as perseguições desumanas e terríveis que se praticaram contra os cristãos primitivos. As prisões eram feitas em massa. Bastava que as pessoas estivessem em determinado local suspeito para serem presas e levadas aos circos, para serem devoradas por feras, para serem queimadas, crucificadas e torturadas. Por isso, quando nós percebemos isso, a gente vai melhor entender o texto. Diz aqui, e quem fala isso aqui é um cristão já idoso, sob o domínio dos perseguidores terríveis do cristianismo nascente. Diz ele, então, choremos pelos nossos perseguidores, ou seja, vamos ter compaixão desses indivíduos que perseguem com tanta brutalidade. Eu lhe diz, né? Oremos pelos nossos
s do cristianismo nascente. Diz ele, então, choremos pelos nossos perseguidores, ou seja, vamos ter compaixão desses indivíduos que perseguem com tanta brutalidade. Eu lhe diz, né? Oremos pelos nossos perseguidores, orando por eles, sendo caridosos, profundamente caridosos com essas criaturas, como foi Jesus com seus perseguidores, pedindo ao Pai que os perdoassem, porque eles não sabiam o que faziam. Aí ele continua dizendo: "Olha, haverá maior desventura, meus irmãos. Desventura é infelicidade, sabe? aflição. Haverá maior desventura que a de confiar-se alguém ao engano do poder. Isso aqui é sério. que o poder, queridos irmãos, é, vamos dizer assim, um valor imenso que é colocado nas mãos de muitos de nós, jamais para fazer o mal, para perseguir, compreendem? Para vingar. O poder nos é conferido para que sejamos transmissores do poder de Deus. E o poder de Deus é o amor, é a bondade, é a compaixão e a misericórdia. Por isso diz ele aqui, olha, haverá maior desventura, ou seja, maior infelicidade, maior erro, que é de confiar-se, confiar-se mesmo, né, a alguém, ao engano do poder, para acordar nos braços terríveis. da morte. Esses irmãos que abusam do seu poder, que indiscriminadamente coloca o seu poder no interesse de si próprio, interesse da vingança, descarregando o ódio contra o seu semelhante, pode estar certo, porque regidos pela lei de causa e efeito, e a lei de causa e efeito divina, ela engloba inclusive o nosso sentimento, a nossa intenção, a nossa maldade, a nossa crueldade. Não é só o fato em si, todo o conjunto de consciência com a qual nós agimos em desfavor do nosso semelhante, não é isso, mar? É isso mesmo, Julião. E a doutrina espírita, ela tira toda e qualquer ilusão que o poder pode trazer para nós. Então é isso. Temos que fazer prece para os poderosos, como diria o Chicro, e pedir para que Deus possa iluminar as suas decisões, as suas mentes, dando a ele sabedoria para que possa usar desse poder em benefício da humanidade. E que nós também nos alertemos, porque
Chicro, e pedir para que Deus possa iluminar as suas decisões, as suas mentes, dando a ele sabedoria para que possa usar desse poder em benefício da humanidade. E que nós também nos alertemos, porque se um dia e passaremos por essa fase, se não for honesta outra encarnação, temos poder que possamos também usá-la de acordo com os ensinamentos do Cristo, sem humilhar, sem fazer um instrumento de perseguição [música] e sim um instrumento de progresso para toda a humanidade. Mas o nosso tempo era curto. Eu vou pedir pro nosso irmão Julião fazer nossa prece final. >> Vamos lá, amados irmãos. Jesus asseverou que onde houvesse dois ou mais reunidos em seu nome, ele se faria presente. Nos lembramos daquela passagem em que Jesus, diante da multidão faminta e sofrida, precisava alimentá-la e ofereceram a ele cinco pãezinhos e dois peixinhos. Ele multiplicou esses cinco pães, esses dois peixes para alimentar mais de 4.000 pessoas. E ao final ainda sobraram 12 cestos. Meus irmãos, nós não temos o pão material e o peixe, mas temos o nosso sentimento, [música] o nosso sincero sentimento em favor dos famintos, famintos [música] de justiça, famintos de paz, famintos, queridos irmãos, de amor. Senhor Jesus, eis-nos aqui, mestre amado, irmãos ainda pequeninos, mas desejos de que a paz se faça em nosso planeta, de que a caridade se constitua em atitudes perenes e reiteradas entre todos nós que aqui habitamos. Por isso é que vos imploramos, mestre, abençoa-nos o sincero desejo de servir na vossa vinha. Fazei-nos, Jesus amado, instrumentos do vosso amor, da vossa luz, da vossa consolação e da vossa paz em favor de todos os habitantes da terra. encarnados e desencarnados, principalmente, Senhor Jesus, socorre, mestre, ide ao encontro dos perseguidores, daqueles, Senhor, que se encontram escravizados ao orgulho, ao egoísmo, a ambição, a prepotência, a inveja, Senhor. ainda estão contaminados pela sensação negativa e doentia do ódio contra o seu próximo, [música] contra o seu semelhante.
cravizados ao orgulho, ao egoísmo, a ambição, a prepotência, a inveja, Senhor. ainda estão contaminados pela sensação negativa e doentia do ódio contra o seu próximo, [música] contra o seu semelhante. Mestre amado, querido meigo Rabi da Galileia, certos, Senhor Jesus, de que podemos contar sempre convosco. Agradecidos por tudo, Mestre, em vosso nome [música] encerramos a nossa humínima oração matinal do dia de hoje. E que assim seja. Ó Jesus, >> que assim seja. Antes de encerrarmos, gostaria de chamar o nosso irmão Francisco também para dar o bom dia. >> Bom dia, Simar. Bom dia, Julião. Bom dia a todos que nos acompanham. Fiquem com Deus. Muita paz. >> Obrigado, meus irmãos. Bom domingo a todos. Excelente semana. Um abraço. Até o próximo programa.
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