1ª Jornada Espírita da UESCC - Deus, Cristo e Caridade - Lindomar Coutinho
Lindomar Coutinho palestrante e trabalhador espírita - Ilhéus BA. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5809546386210816
As sementes de mansinho e angelina flor no seu caminho e a vida está sempre a se renovar. Tenha fé e saiba. Tudo vai passar. Sempre após o inverno, a primavera conhecerá. O sol de primavera virá te aquecer em uma nova era. As sementes de maninho irão germinar florindo o seu caminho e a vida está sempre a se renovar. Tenha fé e saiba, tudo vai passar. Sempre apois o inverno, a primavera florecerá. É difícil ver o homem como ele é ainda se manter a fé na vida e na humanidade. É no mundo tanta maldade, mas não importa o tempo que passar, o amor em cada perna será. E aquele que acredita um dia calentará com flor e o novo horizonte surgirá e que a paz brilhará em cada olhar e um grande mestre semeador Virá colher as flores. Virá colher as flores. acolher as flores do amor. E o novo horizonte surgirá, em que a paz brilhará em cada olhar e o grande mestre serador virá colher as flores, virá colher as flores, virá colher as flores. amor Jesus. Hoje acordei e vi Pelas janelas flores do meu jardim. O sol sem desuberante parecia sorrir os pássaros nãoavam como a exaltar o criador. Senti que faço parte desta maravilha que Deus criou. Parece tudo está de acordo que necessitam aprendiz a nossa volta está convidar. Sintonize o seu coração. na faixa do amor e escute o prazer de sentir o amparo das mãos do Senhor. Oh. Acredite que tempos melhores vão chegar. Muitas oportunidades à sua frente irão passar. Oferta o seu melhor mesmo com oferecer. Acredita que eu venho por através de você. Sintonize o seu coração. Sintonize na paixa do amor e destrue o prazer de sentir o amparo das mãos do Senhor. Aos poucos você vai conseguir mudar. Jesus segurará sua mão. As ondas do amor irão te encontrar. Mergulhe nessa doce emoção. Sintonize o seu coração. Sintonize na paixa do amor e desfrute o prazer de sentir o amparo das mãos do Senhor. Oh. Senhor, tu que és a fonte generosa de toda luz. Ilumina os meus passos pelo mundo. Tu que me oferecestes as flores mais belas e sua ternura em tudo se revela.
e sentir o amparo das mãos do Senhor. Oh. Senhor, tu que és a fonte generosa de toda luz. Ilumina os meus passos pelo mundo. Tu que me oferecestes as flores mais belas e sua ternura em tudo se revela. Me leva a voar. Pelo alto das montanhas, sobem seidão dos céus. Tu que enquanto durmo mandas anjos pousar em meu sonho. Sonho, sonhos e me faz acordar. Alegre rista de mim conta de mim pois se tomas conta de mim. Tu que criou tão lindas constelações, planetas, galáxias e sóis incontáveis também. Também o jasmim. Tu que elegeu meu coração, tua morada faz a minha vida leve e perfumada com as flores no jardim. Tu que ascendeste em mim uma cerelha de luz através dos passos do M Jesus. Me guia ao teu amor sem. Pois seis tomas conta de mim. me guia o teu amor semลра. Tu que criou tão lindas constelações, planetas, galáxias e sóis incontáveis também. Também o jasmim que elegu meu coração. Tua morada faz a minha vida leve e perfumada como as flores num jardim. Tu que acendeste uma centelha de luz através dos passos do ver Jesus me guia teu amor sem fim. Foi sempre tomas conta de mim. Me guia o teu amor sempre. Ele voltou. >> Ele voltou. E veio para ficar. Ele guardou nas terras do Cruzinho do Sul, >> as matas, os rios e o mar. E essa terra que há muito se formou ainda espera o amor universal desconstruindo ilusões, regenerando multidões. E é o amor. >> É o amor. >> O chamado de luz. >> O chamado de luz. Pátria do Evangelho. >> Deus caridade Jesus Deus caridade de Jesus. Nós não estamos aqui por um acaso. A urgência de renovação. tempo chamado de servir com coração. E é teu amor. Céo amor, >> um chamado de luz. >> Chamado de luz. >> Pátria do Evangelho. >> Deus caridade Jesus. >> Deus caridade Jesus. Nós não estamos aqui por um acaso. A urgência de renovação. faz tempo o chamado de servir com coração. Mestre amado Jesus, agradecido, Senhor, nos encontramos com os corações cheios de alegria, por mais amanhã por mais um final de semana de trabalho no bem. Rogamos, Senhor, que a tua luz e o teu amor,
Mestre amado Jesus, agradecido, Senhor, nos encontramos com os corações cheios de alegria, por mais amanhã por mais um final de semana de trabalho no bem. Rogamos, Senhor, que a tua luz e o teu amor, que se esparge por todo este planeta, alcance nossas mentes e os nossos corações, renovando em nós a fé, a esperança e a perseverança no bem. Despertando-nos para o olhar íntimo, reconhecendo-nos imortais. Que a semente, mestre, que em teu nome é plantada neste final de semana, no movimento espírita de Santa Cruz Cabralha, seja cuidada, regada, germinada. Que sejamos todos nós encarnados e desencarnados. envolvidos neste movimento de luz, contagiados e que sejamos nós multiplicadores da tua mensagem, Senhor, sendo-nos não apenas os mensageiros, mas também a própria mensagem. envolve mestre nosso irmão Lindomar, para que através do verbo fácil tudo que fora preparado carinhosamente permaneça em nossos corações. Que assim seja. Queridos amigos, ao longo desta jornada espiritual, nós fomos guiados pela luz de Deus, inspirados pelo exemplo sublime do Cristo e tocados pela força transformadora da caridade. que possamos compreender que a verdadeira evolução não se mede apenas pelo conhecimento adquirido, mas sobretudo pela capacidade de amar e de servir. Cristo nos ensinou que a caridade é o elo que nos une ao Pai e é por ela que nos tornamos instrumentos da paz divina. Deus, Cristo e caridade é o tema deste momento e quem nos falará sobre ele será nosso querido amigo Lindomar Coutinho de Ilheus, Bahia. Lindomar é professor do ensino superior na UESC, Afia e Tabuna e faculdade de LELS, na clínica Persona curso de formação e psicanálise e hipnoterapeuta em Itabuna. é presidente do Centro Espírita Porto da Esperança, médium com diversos livros psicografados e publicados. Vom Marcinho, por favor. Que a paz e o amor de nosso Senhor Jesus Cristo permaneça, permaneçam em nossos corações. Eu quero começar eh abraçando carinhosamente nosso presidente da Federação Espírita Brasileira
nho, por favor. Que a paz e o amor de nosso Senhor Jesus Cristo permaneça, permaneçam em nossos corações. Eu quero começar eh abraçando carinhosamente nosso presidente da Federação Espírita Brasileira e o presidente da nossa Federação Espírita Baiana, respectivamente Jorge Godinho e Luciano Cresp Sim, aqui presentes, pessoas muito queridas ao nosso coração e dizer que aqui nós temos muitas pessoas que ocupam esse lugar de serem queridas. Há anos eu era magro e jovem. E para a tristeza de alguns, eu envelheci, engordei, mas continuo com cabelos e outros eh viveram a lição do desprendimento capilar. Eh, bom, que Deus nos perdoe por isso. Olha, esse é um tema que eu considero de enorme responsabilidade. E diga-se de passagem os três temas que nós vivemos neste evento, o São aunidade de constatar isto, observando novamente a programação. Na sexta-feira nós eh corremos bastante para chegar em tempo e ouvir sobre o Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, desenvolvido pelo nosso querido Jorge Rodinho. É um tema que nos toca profundamente e não necessariamente por questões de ordem social. mas de ordem espiritual. Às vezes que já estive nessa região, seja Porto Seguro, Trancoso, Cabralha, Arraial da Juda. E aqui há 26 anos eu estive no dia 5/06/199 na Fundação da Casa de Jesus. E nós já tivemos as experiências extremamente interessantes de encontrar espíritos vinculados a essa proposta de renovação, a essa implantação do evangelho, né, da árvore do evangelho aqui em nossas terras e vê-los com a dedicação, à amorosidade, na maioria das vezes silenciosamente, continuando cumprindo a sua tarefa para que a gente possa, participando desse processo, viver a missão dos espíritas, a missão dos espíritas no caminho da humanidade, como tratado ontem. por Luciano Cresp. E dentro destas questões tão importantes e que às vezes podem até parecer meio meio distantes para nós, uma vez uma pessoa me disse que leu o livro Brasil, operação do Mundo, pátria do Evangelho, mas não tinha gostado
uestões tão importantes e que às vezes podem até parecer meio meio distantes para nós, uma vez uma pessoa me disse que leu o livro Brasil, operação do Mundo, pátria do Evangelho, mas não tinha gostado muito porque era tipo uma aula de história. E aí eu disse, fazendo aquela brincadeira do trocadilho de história com h e história com e, eu disse, mas que história é aí a pessoa disse: "É, não é não". Eu disse: "Bom, então você tem que ler de novo, porque você não percebeu o espiritual que tá ali o tempo inteiro." E aí a pessoa disse assim: "Mas aquilo é verdade?" Eu disse: "É verdade, é sério, Lindomar". Eu disse: "É sério? Você não tinha entendido isso ainda?" E aí a pessoa me disse: "Não, eu achei que era assim, buscando dar um sentido." Aí eu disse pra pessoa assim: "Vamos combinar uma coisa? lê de novo e antes de começar a ler, faça uma oração e pensa em Jesus. E aí a pessoa fez e da próxima vez que nós nos encontramos, ela disse: "Eu orei, liorei. Eu me senti tocado por algumas". E tem textos que se a gente não consegue entrar na frequência, não vai fazer sentido para nós. Ouvir vocês cantando é muito bom. Bem baianamente dizendo, na gilha da minha época de jovem é massa, né? As letras. E eu fiquei pensando no exercício que vocês precisam fazer, porque se um artista só já dá trabalho, vários no mesmo grupo, né, assim, e o dar trabalho é de encontrar o ponto, a afinação. Eu não tô nem falando das questões humanas, eu tô falando da arte em si, né, de como um entra, o outro vai um tipo de voz, a combinação. São muitas variáveis. E quando eu vejo vocês cantando, eu penso, por isso que eu não sei cantar, né? Porque de fato, e é verdade, são muitas variáveis que a gente precisa ir ajustando e encontrando na frequência do que se está fazendo para gerar essa vibração que vocês geram. Parabéns. Continuem assim. A mesma coisa quando lemos um livro, nós podemos ficar na letra que é morta e não acessar o espírito, que significa. E aí dentro desta perspectiva, na sexta-feira,
ês geram. Parabéns. Continuem assim. A mesma coisa quando lemos um livro, nós podemos ficar na letra que é morta e não acessar o espírito, que significa. E aí dentro desta perspectiva, na sexta-feira, quando Godion, obviamente dentro do tema, porque ele tinha que falar da obra, ele foi tocando em coisas que eu teria que falar hoje, eu diz assim: "Jesus Cristo, comandante, não vai sobrar nada para eu dizer." Hã. Aí é porque ele tome de Deus Cristo e caridade, vocês viram, né? e desenvolvendo com a maestria vibracional dele. E no caso aqui maestria, porque maestria é para vocês que fazem com maestria. Então, à medida que eles que ele ia desenvolvendo, eu dizia assim: "Mais um, ele deve parar por aí". Aí ele citava outro, ele deve parar por aí outro. Aí por fim, quando eu disse: "Não, gente, já acabou". ele citou o último porque a expressão do do, né, que é título da nossa palestra hoje aparece cinco vezes na obra. Então ele fez o papel dele, ele anunciou, ele semeou e o semeador saiu a semear. Aí ontem Luciano Crispim vem nos falando da perspectiva da missão dos espíritas, luzes do caminho da humanidade nos lembra o tempo inteiro das formas mais variadas na perspectiva filosófica, científica, religiosa, né, ou moral, como queira, de que eh essa conexão precisa existir em nós. Nós não podemos perder a relação com Deus. Nós não podemos pretingir, dizer: "Olha, tudo bem, agora eu já sei ponto vô, pontot". Há, a gente continua precisando do guia para ir moldando a nossa forma de viver ao modelo crístico que Jesus nos oferece. E a forma de fazer isto é a caridade. E a maior caridade que a gente pode fazer para a gente mesmo é se melhorar. Quando a gente se melhora, a gente faz a maior qualidade para todo mundo, inclusive para nós do mesmo, porque a gente deixa de pesar na economia dos outros. E além do entusiasmo, e aí eu aproveitei que Luciano Crispin saiu um pouco antes do jantar, eu aproveitei a ausência dele para dizer para Gogin que assim, eh, a marca que cada um deixe na parte
utros. E além do entusiasmo, e aí eu aproveitei que Luciano Crispin saiu um pouco antes do jantar, eu aproveitei a ausência dele para dizer para Gogin que assim, eh, a marca que cada um deixe na parte histórica que ele estava apresentando, para quem já leu e sabe, tipo, isso a gente já sabe, mas A fór forma entusiasmada que Crispin trazia para a gente lá das irmãs Fox do início da da das pesquisas do trabalho de Kardec. É era aquele entusiasmo de alguém que havia acabado de descobrir. E a gente sabe que esses cabelos brancos que ele já tem, né, é exatamente do esforço de estudar e mergulhar nos textos. E aí assim o entusiasmo de trazer uma mensagem que conhecemos, os que conhecemos, mas com o revestimento da energia de quem tá falando. E isso nos toca, isso coloca a na mensagem um ponto a mais. E aí, por fim, chegamos à pérola que Luciano nos ofereceu ontem, ensinando citando Fernão Capelo Got. Ele nos disse para voar. Voi, mas voe mesmo. Voial, vá além, vá ao horizonte. E o voo sendo usado aí como uma metáfora da evolução. Ele disse: "Olha, não tenha medo de evoluir, porque onde a gente estiver, a gente vai encontrar um cá de gente evolua." E eu sorri porque eu perdi o meu medo de evoluir. E aí assim, e a gente pensa, né, o quanto efetivamente a gente vai se descobrindo nesses processos e o quanto é bom ir além, o quanto é bom se dispor a sair do lugar que a gente está, porque a gente se aprisiona tantas vezes. Às vezes a gente aprisiona até os dentes, não é, presidente? Essa essa pérola é de gordinho. Ah, o senhor presidente é surpresa aos dentes, né? Então, quando nós vamos observando essa construção, a gente diz assim: "Olha, tem um lugar para mim". E aí, Gordinho anunciou e o Gordinho vai demonstrar, ó, tá na obra, né, no capítulo degredados, páginas 25 e 26, a primeira referência a Deus Cristo e caridade. Ismael recebe oaro bendito das mãos compassivas do Senhor, banhado em lágrimas de reconhecimento e como se entrar em ação o impulso secreto da sua vontade. Eis que aí bandeira tem agora
to e caridade. Ismael recebe oaro bendito das mãos compassivas do Senhor, banhado em lágrimas de reconhecimento e como se entrar em ação o impulso secreto da sua vontade. Eis que aí bandeira tem agora um guinha. Na sua branca substância, uma tinta celeste, escreveram o lema imortal, Deus, Cristo e caridade. E aí observem agora a gente, né, vendo aí o texto, o quanto aquele momento deve ter sido de uma de uma importância singular para todos que ali estavam. Porque da mesma forma que nós podemos ter muitos anos trabalhando na médiúnica, que podemos ter muitos anos em contatos com alguns médiuns, nós ainda nos surpreendemos com fenômenos espirituais. É algo incrível. Aí você não comentou nada. Você tá lá com uma questão e aí você chega e aí o espírito diz na reunião mediúnica, olha isso, isso e isso você faz. Ah, e eu não falei para ninguém como se essa fosse a novidade última de todas as descobertas do mundo, embora a gente saiba, mas aquilo aconteceu com a gente naquele momento. Nossa, de fato. Aí você tá numa reunião, resolve pensar um negócio, o espírito vai e lhe responde, mas com a precisão do seu CPF. Não é aquele negócio genérico que a gente interpreta, não. Com a precisão do seu CPF. E aí você diz assim: "Meu Deus, eu não falei para ninguém, pensei aqui, o espírito disse. E essas situações e essas vivências, se aproveitadas por nós, elas vão fortalecendo a nossa fé e vão nos tirando da crença para o saber." E aí nós vamos observar quando alguns disseram na história da humanidade: "Eu não creio em Deus ou na existência de Deus. Eu sei que ele existe e isso é diferente, porque quem quiser pode inventar o raciocínio mais complexo e bem elaborado na tentativa de nos confundir e a gente vai ouvir com respeito o esforço intelectual daquele ateu, compreender que é processo, porque a gente também possivelmente já passou por lá. E aí você diz assim, interessante, eu também já acreditei nisso, só que agora eu sei que é diferente. E esse saber nos coloca em uma outra condição que nos leva para o capítulo os
te já passou por lá. E aí você diz assim, interessante, eu também já acreditei nisso, só que agora eu sei que é diferente. E esse saber nos coloca em uma outra condição que nos leva para o capítulo os negros do Brasil, na página 49, quando temos a segunda citação. E aí, nas estradas escuras e tristes da angústia espiritual, viu-se então que falanges imensas, ansiosas e estasiadas avançavam com fervorosa coragem para as clareiras abertas naquela mansão de dor e de sombras. Quando Ismael podia resgatar hã nos irmãos, todos queriam no seu testemunho de agradecimento, beijar a bandeira sacrossanta do mensageiro divino, o seu emblema, Deus Cristo e caridade, refugia agora nas penumbras, iluminando todas as coisas e clarificando todos os caminhos. E aí nós não temos como não pensar nas situações que a gente possa viver às vezes em momentos de desespero, de impotência, de confusão. E às vezes uma palavra que não seja dito muda e às vezes a gente chega a dizer: "Nossa, eu queria aqui ter 3 horas conversando com tal pessoa. precisa. Às vezes basta uma palavra, às vezes um olhar, às vezes um abraço, às vezes a presença em silêncio e é tudo que o outro precisa. às vezes uma resposta no WhatsApp simplesmente dizendo: "Vamos ajudar e faz toda a diferença." Então a gente começa a perceber que frente às situações mais delicadas e o cansaço de estar sofrendo daquela forma, quando alcançamos o ponto de uma lei espiritual, que é a lei de saturação, por maior que seja a nossa dor, a nossa revolta, o nosso orgulho, a gente pede, Senhor, por favor. E o clarão se faz. E uma mão se estende para nós. E então o nosso desejo sincero naquele momento, ou seja, sem caera, tá? Buscando a etimologia lá das produções, hã, das das esculturas, quando elas eram comercializadas, viajavam, que quebravam nariz, não sei o quê. Aí o técnico lá que fazia a composição de cera e na hora de vender era diferente. Aqui não tinha, né, cera, as que eram sinceras, autênticas, tinha um preço maior, as que tinham tido
z, não sei o quê. Aí o técnico lá que fazia a composição de cera e na hora de vender era diferente. Aqui não tinha, né, cera, as que eram sinceras, autênticas, tinha um preço maior, as que tinham tido o retoque com cera, né, elas tinham um preço menor. Por isso que aí a gente pega e fica esperando que o outro seja sincero, sem cedo, sem camuflagem, né? Sem reparação, sem jeitinho no discurso que a pessoa possa falar e você possa sentir. Aí neste momento, com toda a sinceridade do mundo, a gente diz: "Senhor, eu quero". Pode derrapar? Pode, pode, pode. Fazemos isso o tempo inteiro. Mas se o nosso propósito permanece, se a gente continua no sentido do caminho que é Jesus, a gente continua na conexão com Deus e gradativamente nós vamos conseguindo a disposição para mantermos na caridade. Por mais e todos vivemos isso, uma vezinha ou outra, que estejamos sendo visitados pelo suave, discreto desânimo, o espírito perigoso. O desânimo vai chegando como quem não quer nada, senta sem fazer barulho. Quando a gente vê, já tá encostado na gente, se a gente deixar ele deita no ombro da gente, abraça e quando a gente vai relaxando que se entrega, ele diz: "É meu". E a gente fica sem saber mesmo como sair daquela situação aparentemente confortável. E como o desânimo, o espírito do desânimo é extremamente inteligente, ele dá um jeitinho de arranjar alguns motivos bem interessantes pra gente justificar racionalmente. Tô cansado, tô trabalhando demais, não me aceitam, disseram algo que eu não quero, discordaram de mim. Ó, a versão muda de acordo com o freguê que a gente tá sendo naquele momento. E é nesse momento que a gente tem que dizer sendo baiano ou não. Oxe, ah, tá lá, trem, s retrodisânimo. E aí, sério, e sair da faixa vibratória, acordar. Quando a gente pensa nisso, busque, busque logo sua reconexão com Deus. Senhor, me ajude, porque o bicho tá pegando e eu não quero que ele continue. Negar é um passo extremamente importante para aquelo. Não, não vou falar para ninguém que eu tô assim. Não fale,
com Deus. Senhor, me ajude, porque o bicho tá pegando e eu não quero que ele continue. Negar é um passo extremamente importante para aquelo. Não, não vou falar para ninguém que eu tô assim. Não fale, faça como uma verbalização e mude a disposição. E vá e vá com alegria, porque aí a gente chega na terceira citação do Deus Cristo de caridade, no capítulo A obra de Ismael, página 128 129, da edição que eu consultei, por volta de 1840, quando Godinho nasceu, ao influxo das falanges de Ismael. Hã, chegavam dois médicos humanitários ao Brasil, eram Beit Mur e Vicente Martins que foram citados aqui denominados. Inclusive na época não tinha CPF, mas Godinho disse: "Se já tivesse CPF, o número seria". E aí falou, né? Préciência tecnologizada. que fariam da medicina homeopática verdadeira apostolado muito antes da codificação carddeciana, conheciam ambos os transes mediúnicos e o elevado alcance da aplicação do magnetismo espiritual que nós conhecemos também, né? introduziram vários serviços de beneficência no Brasil e traziam por lema dentro da sua maravilhosa intuição, a mesma inscrição divina da bandeira de Ismael, Deus, Cristo e caridade. E o povo continua trabalhando silenciosamente, continua oferecendo as ideias. E aí quem tiver sensibilidade que tenha repercussão que capte. Se tiver competência e habilidade que aplique, porque senão as ideias passam. Nossa, eu tive uma ideia boa, eu nem lembro mais. Temos que ter a disposição de saber aproveitar e entender o momento oportuno. Se a gente consegue fazer isso, a gente se coloca à disposição de Jesus, a gente passa efetivamente a ser um colaborador ativo para que o bem aconteça. E o grande detalhe, na hora que a gente muda o paradigma, muda as lentes da perspectiva do mundo ou mesmo nossa, em relação ao espiritual, o que aparentemente para o mundo físico pode parecer extremamente pequeno, para o mundo espiritual tá de um aproveitamento fantástico. Aí assim, meu Deus. É. E e é com esta alegria, a alegria cristã que nós nos colocamos
para o mundo físico pode parecer extremamente pequeno, para o mundo espiritual tá de um aproveitamento fantástico. Aí assim, meu Deus. É. E e é com esta alegria, a alegria cristã que nós nos colocamos para fazer com a mesma amorosidade a nossa energia para saciar a sede de um peregrino que transita pelo caminho ou se for possível para matar a sede de milhões. que aí nós estamos falando de uma água, lembrando Jesus, que mata a sede para sempre. A água que desperta em nós a capacidade de ressignificar as situações, de observar a importância de cada momento, de dar a nossa contribuição. Uma vez eu tava fazendo uma palestra em um lugar e uma senhora bem simples que tinha e aí ela, eu ia falando, ela fazia assim, ó. Maravilha. Atenta. Em nenhum momento pareceu que era cochilo, né? Joia. Um brilho diferente no olhar mesmo. Aquele uma expressividade. Quando eu termino a palestra, aí ela me veio, me abraçou e me disse assim: "Eh, você gostou do quanto eu lhe ajudei a falar? Aí eu disse para ela, gostei muito. E a senhora via que eu olhava para a senhora e a senhora fazia assim e eu também. A nossa telepatia e eh calango, hã, nãoo, né? Não foi Luciana que terminou falando aí. E aí ela sorriu e me disse esta pérola. É, meu filho, no dia, olhe mesmo, pessoa simples assim, sabia que não tinha, hã, no dia que todas as pessoas entenderem que quando elas estão assistindo uma palestra, elas não só assistem a palestra, quanto a gente vai poder ajudar vocês, né? Ó o espiritual que ela tava trazendo. É, ou não é? Às vezes você tá ali na conexão, vibrando, gerando energia para todo o trabalho espiritual que tá acontecendo. Às vezes a gente fica doelando mentalmente e não é nem porque quem falou, o que falou tá errado, é porque é um pouquinho diferente do que eu faria se eu estivesse falando. E aí Crispe ontem chamou atenção quando ele nos disse assim: "Olha, às vezes não arrumar isso a gente percebe que é só inveja. Você falou isso é o ciúme aí assim, vamos nos colocar na disposição.
ndo. E aí Crispe ontem chamou atenção quando ele nos disse assim: "Olha, às vezes não arrumar isso a gente percebe que é só inveja. Você falou isso é o ciúme aí assim, vamos nos colocar na disposição. Olha, o Deus que nós estamos no exercício de amar nos convida para que a gente conviva, nos convida para que a gente possa verdadeiramente nos sentirmos irmãos, nos convida a que cada um assuma a sua missão do tamanho. entrar naquela. Às vezes eu acho que o movimento espírito pegasta um tempo terrível para discutir umas coisas que não faz muito sentido. Se alguém diz assim, eu tenho uma missão assim é vaigoso. Rapaz, deixa a pessoa ter o mís do tamanho que ela queira. Hã, ol, é missão. Não, porque é tarefa, porque é missão, rapaz. Vá, se for tarefa, viva como missão. E se for missão, viva como missão. Faça o melhor que você possa. Às vezes a gente fica brincando por uma questão de conceito que não tá certo, nem tá errado. Vai e faz. Aí, Emmanuel disse para Chico Xavier, nessa lição maravilhosa, chegou uma pessoa dizendo que ia fazer, ia acontecer e aí Chico fez uma ponderação com a pessoa e aí em mand assim: "Chico, se alguém chegar para você lhe dizendo que vai varrer o mundo, não desanim. Se puder de uma vassoura de presente, porque olha, olha a conclusão queando chega, porque a pessoa pode ter a disposição que você não tem para fazer isso. É bem verdade que quando a pessoa chega assim, né, com algumas ideias que você vê que precisa de uma construção, você pode refletir com a pessoa naturalmente, mas ele estava falando, não tire a motivação da pessoa, vá, deixa lá, se puder, você ajuda. OK? Aí vamos para outra também no mesmo capítulo, a obra de Ismael página 131 e 132. Os mensageiros de Ismael, triunfando da discórdia que destruiu o grande núcleo nascente, fundavam sobre ele em 1876 a Sociedade de Estudos Espíritas Deus Cristo e Caridade. Eu ia fazer a brincadeira agora dizendo que nesse ano foi que Crispin nasceu, mas o mentor dele disse assim: "Não brinca agora não,
ele em 1876 a Sociedade de Estudos Espíritas Deus Cristo e Caridade. Eu ia fazer a brincadeira agora dizendo que nesse ano foi que Crispin nasceu, mas o mentor dele disse assim: "Não brinca agora não, então não vou brincar." Aí sob a direção esclarecida de Francisco Leite de Vit Sampaio, grande discípulo doissário de Jesus, ó Ismael Bitencu Sampaio, discípulo dele. Tá aqui a informação que justamente com Bezerra, nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, tivera a sua tarefa previamente determinada no alvo. A ele se reuniu Antônio Luiz Saião em 1878 para as grandes vitórias do evangelho nas terras dos cruzeiros para que pudéssemos ajustar. Eu acho interessante e respeito, mas assim é a gente precisa entender o corpo da doutrina nessa sí. Aí tem gente assim: "Não, eu só gosto do espiritismo científico." Outros diz assim: "Eu só gosto do espiritismo filosófico". Diz assim: "Não, só gosto do espiritismo religioso". Mas se tirar uma das pernas, o banco cai, o tamburete cai, entendeu? Ó, eu posso não ter muita afinidade por uma questão de formação, né, do meu perfil que seja, mas eu preciso compreender esse trípice aspecto, como foi bem colocado ontem por nosso Luciano Crispim. E aí assim e acrescentaria um ponto que eh Leonir tanto chama atenção, a arte como uma outra forma, sim, também de nos desenvolver a sensibilidade, inclusive a sensibilidade gnosiológica, né, do conhecimento, da epistemologia, ou seja, a sensibilidade de amar o conhecimento, de viver essa experiência de busca constante, de compreender ali os processos e as construções que cada grupo, né, o ramo escola do conhecimento nos oferece para o nosso acesso à verdade. Aí vamos para a última citação no capítulo A Federação Espírita Brasileira, página 159, quando então Dr. Bezerra retorna à pátria espiritual. desprendeu-se do tendo consolidado sua missão para que a obra de Ismael pudesse ser livremente cultivada no século XX que já vivemos. Já estamos no século XX e essa obra prossegue sempre. Podem as inquietações
u-se do tendo consolidado sua missão para que a obra de Ismael pudesse ser livremente cultivada no século XX que já vivemos. Já estamos no século XX e essa obra prossegue sempre. Podem as inquietações da Terra separar muitas vezes os trabalhadores humanos do seu terreno de ação. Mas a sociedade benemérita, onde se ergue a flâmula luminosa, Deus Cristo e Caridade permanece no seu porto de paz e de esclarecimento. A sua organização federativa é o programa ideal da doutrina no Brasil, quando chegar a ser integralmente compreendido por todas as agremiações de estudos evangélicos no país e nas nossas atividades. Hã, eh, e o reforço chegou, hã, Patrick e Renata, que estava no evento no Arraial da Juda, acabaram de chegar, chega a repe todo agora, viu? Muito bem. Trabalhador no quartel quer trabalho. Então aí nessa situação que nós estamos vendo aqui, a gente observa o quanto nós podemos sair. Sim, como o Bezerra saiu. Tarefa cumprida. Fiz a minha parte. Ah, poderia ser melhor, tá? Poderia ser melhor. OK, mas a minha parte eu fiz. Pense no quanto a gente pode se incomodar podendo ter feito e não ter feito. E às vezes é por tão pouco que a gente não consegue. Às vezes falta um detalhe. Existe relatos espirituais de pessoas que em um sofrimento muito grande teria uma existência de mais uma semana. Interrompeu a existência. Uma semana se comprometendo profundamente. E é nesse sentido que o setembro amarelo vem nos lembrar da vida. Desistir nunca. Viver é a solução. Viver é o que nos coloca nas possibilidades de experimentarmos sim a consciência de que Deus está no comando, de que Cristo nos conduz da forma mais amorosa possível e tanto nos oferece a possibilidade dos benefícios quando recebemos a caridade, assim como a multiplicação dessa felicidade quando nós fazemos. Ô Jesus, como é bom ficar cansado de fazer o bem. Nossa, como eu tô cansado hoje, mas aliviei muitos. Tem uma música de Jorge Fernand que Jorge Fernando canta que lá tem um trechozinho que ele diz que o meu cansaço há muitos descansam.
e fazer o bem. Nossa, como eu tô cansado hoje, mas aliviei muitos. Tem uma música de Jorge Fernand que Jorge Fernando canta que lá tem um trechozinho que ele diz que o meu cansaço há muitos descansam. Obrigado pela sugestão d aí. Eu lembro que uma vez nós estávamos saindo de uma demanda umas duas, três horas da manhã em uma emergência e quando eu entro no carro que eu ligo, a música que começou a tocar foi exatamente esta. Eu estava cansado e com sono, mas a pessoa precisava de uma atividade presencial. E fomos eu e meu amigo Jorge Santana, o vice-presidente do Sim. E aí quando eu entrei no carro que respirei fundo que liguei o som hã também foi ligado, saindo da garagem. E aí, Jorge Fernando, com a voz dele, eh, que nos acalenta e que ele receba as vibrações, de amor e de gratidão. A música dizia que o meu cansaço há outros descansem e há muitos descansem. E eu lembro que eu parei, eu vi e disse assim para Jesus, entendi o que é mais uma horinha ou duas de son a gente pode aliviar alguém. E o quadro que a gente encontrou era um quadro terrível. uma senhora que gritava que o quarteirão inteiro via, já tinha tomado todos os remédios. E quando a gente chegou que olhou, tinha um espírito com muita raiva dela, com uma faca enfiando na barriga dela. E a cada facada que ele dava, ela gritava, ela honrava de dor. Eu lembro que nesse momento eu descobri que eu ainda sou ruim, porque a minha vontade era fazer o mesmo com espírito, que não tem nada a ver com a caridade. A atrocidade, a crueldade era tão grande. E aí eu eu fiz um procedimento lá que repercutiu no espírito e aí ele caiu no chão e o meu impulso primeiro foi assim: você poderia sentir agora a mesma coisa. E aí, nesta hora, tanto nosso querido Dr. Ris quanto Samuel Blamar, que é o dirigente espiritual da do Porto da Esperança, interferiram e disseram assim: "Meu filho, a caridade, você não sabe porque ele está assim. Eu me repenterei na hora. Eu me desculpei ao espírito, a eles, por aquela reação que me envergonhava,
rança, interferiram e disseram assim: "Meu filho, a caridade, você não sabe porque ele está assim. Eu me repenterei na hora. Eu me desculpei ao espírito, a eles, por aquela reação que me envergonhava, porque o leão tinha acordado naquela hora e disse para o espírito assim: "Meu irmão, nós vamos cuidar de você para que você nunca mais precise fazer isso". E fiquei com essa lição. Já pensou se Deus fizesse com a gente ou se ele tivesse a reação que eu tive naquele momento? Já pensou se Jesus nos abandonasse a própria sorte sem nos oferecer a caridade do reergimento? Se nós não tivéssemos todas as oportunidades que nós temos, o que seria de nós? Porque assim, a gente pode até parecer anjo. É verdade. Tem horas que a gente pode passar por anjo, sim. A a bondade que exala da gente, sabe? Pode nem ter um olho bonito como você tem, né? E aí assim, cara, mas a depender do que mexa na gente, aquelas asinhas brancas simbólicas mudam de cor e ganham características diferentes. E é nessa hora que a gente precisa ter a coragem de dizer o impulso ainda vem, mas a direção vai ser outra. O sentido que eu preciso dar é outro. E é neste momento que a gente vai construindo a nossa relação de propósito. Olha, eu vou propor um para vocês. Esse é um que eu que eu escolhi para mim. Eu não quero sair daqui como eu cheguei, nem que seja um pouquinho, eu quero sair diferente. Isso parece tão simples e é. Mas o que isso exige de mim no dia a dia? O que isso exige de mim no desprendimento de mim mesmo? O que isso? Me faz pensar como também é cantado naquela música. Eu quero me curar de mim. E às vezes a gente precisa assim como Chico César, cantar a música para que Deus cuide da gente. Para que cuide da gente, sim, quanto agentes em relação a nós mesmos. Mas que nos proteja das pessoas boas que fazem coisas ruins e das pessoas ruins também, para que a gente possa encontrar sempre a disposição de continuar seguindo Jesus e de encontrar uma disposição de em um dado momento, qualquer que seja, nos
em coisas ruins e das pessoas ruins também, para que a gente possa encontrar sempre a disposição de continuar seguindo Jesus e de encontrar uma disposição de em um dado momento, qualquer que seja, nos fazermos uma pergunta extremamente importante a respeito deste ser. Que é Deus? A primeira pergunta do livro dos espíritos, que não somente atende ao nosso intelecto, que não somente atende os nossos anseios cognitivos, mas que traz uma uma consolação, traz uma tranquilidade, uma calma aos nossos coração. Deus é a inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas. E Kardec, na sua sabedoria, na inspiração de Jesus, vai de primeira e acerta em cheio. Nós precisamos ter uma relação com Deus. Nós precisamos nos sentir objetos da criação. Nós precisamos compreender um pouquinho mais de Deus. E por conta disso, a gente traz algumas informações que nos permita pensar um pouquinho e nos aproximar de Deus. Os atributos filosóficos de Deus referem-se às qualidades que definem a sua natureza, como onipotência, onisciência, onipresença, os mais comuns citados. eternidade que é discutido no próprio livro dos espíritos, assim como a infinitude, são atributos incomunicáveis, bem como a bondade, o amor e a sabedoria são atributos comunicáveis que se refletem nos seres humanos. Outras características incluem a existência necessária, e lembrando, necessário é aquilo que tem que ser e não pode deixar de ser, se não é necessário. E aceidade, que é independência, imutabilidade, não mudança, e a autossuficiência. ade pouco discutida. Quando nós pensamos sobre esses atributos, sejam eles comunicados ou não comunicados, e aí nos resta uma questão e aí óbvio que de forma sintética. Sim, mas como mesmo eu posso pensar sobre esses atributos? Vamos lá. Atributos incomunicáveis ou inerentes. Estes são atributos exclusivos de Deus que não podem ser partilhados ou refletidos dos seres humanos. Primeiro, onipotência, capacidade de fazer tudo o que é possível. E se Deus é onipotente e a gente acredita nisso, a gente não pode
Deus que não podem ser partilhados ou refletidos dos seres humanos. Primeiro, onipotência, capacidade de fazer tudo o que é possível. E se Deus é onipotente e a gente acredita nisso, a gente não pode ficar acreditando que o que tá acontecendo no mundo é ali a vontade de Deus. senão Deus não é onipotente. Agora, infelizmente, esses caminhos que acontecem acontecem em função dos, né, procedimentos, das escolhas, das nossas inclinações, mas tá mudando. Onisciência, conhecimento de tudo. Ah, como eu gostaria que Deus soubesse do que eu tô precisando. Não faz sentido. Ele sabe. Onipresença. presença em todo lugar. Eu acho que eu tô me sentindo tão só que eu acho que até Deus me abandonou. Vamos lá. A gente brinca filosoficamente dizendo nem se ele quisesse, porque se o atributo dele é presença, ele está em toda parte, mesmo que não queira. E eu inclusive acredito que tem horas que ele pode até não querer quando a gente tá fazendo certas coisas. Tipo assim, eu não queria nem tá aí agora. Hã. Infinitude, ser limite, sem fim. Isso discutido tá no livro dos eternidade. No livro dos espíritos, existência sem começo nem fim, fora do tempo. E a gente continua querendo colocar tempo em Deus. Essa é uma questão filosófica, inclusive muito discutida. Alguns tem até uma anedota filosófica, alguns atribuem a Abelardo, outros a Aurélio Agostinho ou Santo Agostinho, como referirem. Agostinho de Pona. Em uma das aulas concorridíssimas, os alunos participavam, refletiam e aí tem sempre um aluno chato que nem Sérgio Rodrigues na juventude, que ia fazer aquelas perguntas que eu dizia assim: "Senhor Jesus, segura esse menino". Hã? E ele falando sobre Deus, a criação e a eternidade. Quando ele termina de explicar brilhantemente sobre a criatura, levanta a mão e pergunta: "Bom, se Deus é eterno, ele sempre existiu. Se ele construiu o mundo a partir de determinado momento e aí surge o tempo, o que é que ele fazia antes? Tirava um ronco eterno?" Resposta do filósofo. Não criava o inferno para botar pessoas e fazer
Se ele construiu o mundo a partir de determinado momento e aí surge o tempo, o que é que ele fazia antes? Tirava um ronco eterno?" Resposta do filósofo. Não criava o inferno para botar pessoas e fazer perguntas assim. Hã, criar o inferno para botar pessoas que faz pergunta assim. Não, mas tem alunos que precisa de uma criatividade dessa. Precisa, né? Eu tô na dúvida se Crispin faria uma pergunta dessa. E antes, hã, mas e observe como isto é, a gente acaba pensando com a nossa forma de ser. Então assim, eu sou um ser temporal enquanto encarnado. Então assim, tirar a categoria de tempo é um negócio muito estranho. Tirar a categoria de espaço também é estranho. E se a pessoa não se acostumar nos loops, né, meu comandante, o espaço, na hora que o avião faz ó, o que foi voltou, a pessoa ela fica com uma noção de espaço ótimo, não sabe onde é que tá, nem para onde vai. se vai ou se volta, porque assim, as referências todas mexem. Tem uns inclusive e aí vocês podem lembrar lá do TopGun, tá? O piloto pode desmaiar. Eu lembro quando eu brincava naqueles aviões. Então, na minha imaginação, aí a dizer assim, gente, é passou o nosso limite, a gente vai ficar com questionamentos, é ou não é? É assim ou não é? OK, vamos mais. Aceidade, existência que não depende de nenhuma outra coisa, não possui causa. Por isso que Aristóteles define o ser ou Deus como ser a causa incausada, porque se tivesse causa, seria outro que era maior do que ele que o fez. Imutabilidade na mudança na sua natureza ou na perfeição. Não mudança, tá? Porque se mudar é porque não é perfeito. Para ser perfeito tem que ser imutado. Por isto aquela referência que os nossos primos fazem, Deus é fiel. é fiel porque é perfeito. Porque se fosse imperfeito poderia ter movimento, mudança. A corrupção no sentido filosófico teve mudança, teve ajustamento. A é por isso que ele consegue ser fiel. Hã, é perfeito, não tem falta, não, não tem carência e unidade. A sua natureza é una e indivisível. Quando a gente começa a pensar e a
udança, teve ajustamento. A é por isso que ele consegue ser fiel. Hã, é perfeito, não tem falta, não, não tem carência e unidade. A sua natureza é una e indivisível. Quando a gente começa a pensar e a sentir essas possibilidades, é algo que me lembra o que eu li no em um paralama de caminhão nessas tantas viagens. Teve um dia, inclusive que eu tava com sono, quando eu paro no fundo de um caminhão que eu leio, eu comecei a dar risada tanto que até o sono foi embora, porque o cara tinha botado lá, a autoestima dele é ótima. Ele tinha botado assim: "Sou filho de Deus, irmão de Jesus, é o fraco." Aí eu achei aquilo tão fantástico que eu disse: "Eu também, né?" O sono foi embora. E aí eu disse assim: "Bom, eu só tenho que ter cuidado com o pé agora no acelerador, né? Porque eu posso pensar que posso pisar fundo. Atributos comunicados são qualidades que de alguma forma são comunicadas e refletidas nos seres humanos. Amor, um dos maiores atributos de Deus expressos na entrega e misericórdia. Bondade, a sua natureza intrínseca de ser bom. E aí vale uma questão aí filosófica. Dizermos que Deus é bom não é a melhor forma de expressar, porque já que Deus é perfeito, nós temos que usar toda a extensão do texto. Então assim, Deus não é bom, bom somos nós? Deus é bondade. E aí teve um paranino de uma formatura que fez isso e o povo ficou zangado porque o aluno foi fez o discurso e disse estar agradecendo a Deus que Deus era bom. Ele levantou e disse: "Olha, eu quero dizer para vocês que Deus não é bom". Ele só disse isso, não disse o resto. Todo mundo ficou decepcionado com aquele paranico que tinha escolhido e que foi lá e estragou a festa. Ele só precisava ter completado. Olha, Deus é bondade, bons somos nós. A limite em Deus não é extensão plena, sabedoria, a capacidade de discernir e agir de forma correta. justiça, a sua retidão e imparcialidade, misericórdia, a compaixão e o perdão que concede aos pecadores, como está na tradição aqui, poderíamos, h, colocar de outra forma na versão espírita, mas vale
justiça, a sua retidão e imparcialidade, misericórdia, a compaixão e o perdão que concede aos pecadores, como está na tradição aqui, poderíamos, h, colocar de outra forma na versão espírita, mas vale lembrar que pecado errar o alvo. Errar o alvo. Você tem aqui a sua meta é essa. Quando você erra o o alvo, você peca, você errou. Daí que algumas traduções usam erro e não pecado, algumas usam pecado. Aí tem aquela anedote, né, com um japonês de nome Joaquim, que diz que tava lá naquela cena de Jesus. E quando Jesus disse, aquele que nunca errou, atire a primeira pedra, ele viu a pedra passar, pá. Quando ele olhou, Joaquim, aí ferrou desta distância nunca raste, entendeu? Nunca rasta. E esse é o grande problema nosso, a gente vai interpretando de acordo a nossa conveniência. Hã bom, aqui a gente já começa o fim, hã, o começo do fim. Como você se relaciona com Deus? Aqui agora a gente vai arrumar essas ideias, tá? uma síntesezinha, alguns esquemas. Como você se relaciona com Deus? Isso é importante. O do Antigo ou do Novo Testamento? É o Deus que castiga, é o Deus guerreiro, é o Deus vingativo ou é o amoroso, misericordioso na proposta de Jesus? Na hora que o bicho pega pra gente, a gente sabe que com que Deus a gente se relaciona. Na hora que alguém maltrata a gente, que a gente fica querendo contratar Deus para Deus ir lá e dar um jeito, a gente sabe com que Deus a gente tá se relacionando. Hã? Um Deus social, pronto, a gente usa aqui, fala de Deus e tal, na hora que o bicho pega é de quem menos a gente lembra. Aí é só o social, só das relações. OK? É um Deus psicológico. É ótimo. O Deus psicológico é fantástico, tanto de forma positiva quanto de forma negativa, tá? No Deus psicológico negativo, o Deus é o responsável por todas as nossas culpas, pelo remorço, pelo sofrimento, porque eu tô mal, por quê? Por quê? Então eu projeto nesse Deus psicológico todas as minhas questões emocionais de forma positiva, será aquele que me dará sustentação para que eu vá além, para que eu me equilibre. Um Deus pronto
or quê? Então eu projeto nesse Deus psicológico todas as minhas questões emocionais de forma positiva, será aquele que me dará sustentação para que eu vá além, para que eu me equilibre. Um Deus pronto socorro. É aquele que a gente só busca na hora da boca. Eu tive uma colega na minha graduação que ela se dizia até. Bom, predominantemente ela se dizia à toa e aí nada de Deus. Teve um dia que ela teve uma dor de cabeça louca, louca, louca, uma coisa assim. E ela a gente estudava na Wesque e ela morava ali no Salubrinho. Inclusive quando eu vi, né, a União Espírita, ó, tá aqui, União Espírita Santa Cruz Cabralha, o S. Eu disse: "Meu Deus, se tirar o último S, eu nem saio do lugar que eu trabalho". Último C. C. Obrigado. Último C. né? Eu tinha certeza. Eh, Sérgio, você tinha uma uma missão especial nessa palestra de hoje. Eu falei essa, ó, de tirar o último C. Eu 13 horas, eu achei que eu saí da, mas eu continuei lá o final de semana todo, né? Tá aqui. E aí ela desesperada e tome-lhe remédio, tome outro, daqui a pouco queria tomar outro comprimento, não pode mais, senão morre. Aí alguém fazia, trazia, não, porque o alho é bom, cheiro o alho, massa, o alho, outro não, porque a folha não sei o quê, toma um chá e a dor estava tanto que ela tava rasgando a roupa mesmo. E aí na hora do desespero, né, teve uma hora que ela tava assim naquela posição assim deitada sobre os pés, com a cabeça enfiada no colchão e gritando de dor. Aí ela disse: "Ai, meu Deus". Aí todo mundo pera aí, pera aí, pera aí, per. Eu falei pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Aí todo mundo é o qu? Pera aí, pera aí, pera aí. Ó, ó, ô, ô, fulana, você falou o quê? Aí ela parou de gritar. Hã, você falou o quê? Você falou: "Meu Deus, gente, essa dor tá tão grande que você passou a acreditar em Deus agora." Resposta dela. Ah, lindo. Esse é o deus ponto socorro. A gente só grita quando não aguenta mais. Ai, que tá gritando. E voltou a gritar novamente. Olhe, todo a turma toda, um com chá na mão, outro com remédio, não sei o quê.
. Esse é o deus ponto socorro. A gente só grita quando não aguenta mais. Ai, que tá gritando. E voltou a gritar novamente. Olhe, todo a turma toda, um com chá na mão, outro com remédio, não sei o quê. Todo mundo começou a dar risada que a gente esqueceu a doente, né? Aí ela para e diz assim: "Vocês não vão cuidar de mim não?" Aí a gente depois que a gente parar de rir, ora, né? Então assim, o Deus não socorro, mas também tem um deus bancário. Na hora que a gente tá sem dinheiro, meu Deus, senhor, libera o financiamento, tá? Nem que seja num cigano, né? Aí assim, gente, a gente ouve coisas, viu? Aí assim, o povo vai dando as pérolas, aí fal assim: "Mas você pediu isso para Deus?" Eu pedi, mas rapaz, isso não vai ser bom para você. Mas eu pedi, olha, eu tava tão desesperado que eu quero que Deus dê um jeito, né? E aí assim, bom, né? Tá lá. Mas nós podemos nos relacionar com Deus, pai querido, amar, como Jesus se referia, se referia a ele, uma relação de reconhecimento da origem, da causa e uma marca afetiva significativa. É querido. Aí ontem eu fiquei ouvindo aqui Luciano falar por várias vezes, queridos, querida, não foi queridos. Olha que coisa bonita ser querido, gente, todo mundo quer. Porque normalmente quando a gente é querido, a gente também é requerido. A gente é solicitado, nos quer em pé. Quando a situação é difícil, você pode até amar a pessoa, mas sabe que vai ter que respeitar uma distância. a distância saudável. Ó, você não me faz muito bem, pera. Então assim, eu vou lhe continuar amando, porque amar pode. Essa é a destinação de todos nós. Deus é amor. Hã, mas assim, respeite o espaço ali, a distância que você tem que ter da outra pessoa, porque ela desarruma. Mas ame, continue amando, tá? Senão depois vai ter que passar a amar. Cristo, Cristo não é sobrenome de família. E é sério, muita gente pensa ainda hoje que Jesus Cristo é sobrenome. Que o Cristo é sobrenome de Jesus. É designação de condição espiritual. A condição crística significa ungido. A palavra Cristo significa ungido. Ela
ente pensa ainda hoje que Jesus Cristo é sobrenome. Que o Cristo é sobrenome de Jesus. É designação de condição espiritual. A condição crística significa ungido. A palavra Cristo significa ungido. Ela vem do grego Cristos, que é uma tradução do hebraico, mas ou messias, o enviado. No contexto bíblico, Cristo é um título que se refere a Jesus indicando que ele é ungido por excelência e possui um propósito divino. Todas as referências que a gente encontra no livro dos espíritos para Cristo é se referindo a Jesus. Mas eu achei muito interessante que a inscrição fosse Cristo e não Jesus, porque Jesus é o nome da personalidade. E naquela comunhão de Ismael com Jesus, ele não faria isso com Jesus. Quando a gente gosta muito de uma pessoa, a gente não constrange, você até se refere a ela, todo mundo sabe que é a ela, a própria pessoa sabe que a gente tá fazendo referência a ela, mas a gente não rasga um elogio lá para não incomodar. Então assim, Cristo é uma condição que ele tem, que ele nos inspira, ó, é o sentido que ele dá, o propósito que ele nos dá. Ele espera que todos nós cheguemos na condição crística de elevação espiritual, mas aí sem fechar nele. Eu acho isso fantástico. Inclusive a proposta que o próprio Espiritismo nos oferece, ó, um conjunto, ó, todos podemos participar. Cada um do seu jeito, da sua forma pode contribuir e isso faz a diferença fenomenal. E a caridade, Linomar, qual o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como entendia Jesus o Cristo? Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Mas não, eu já confundo isso. Eu não lembro na hora. O B I T gra B e T não tem o PIB que é o produto em Pernambuco. Se fosse o contrário, perdão, indulgência e benevolência, mas não é B. Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Se eu não tiver benevolência, se eu não tiver indulgência, eu vou ter perdão. Não tem como. Agora, se eu sou benevolente para com todos, eu não vou
para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Se eu não tiver benevolência, se eu não tiver indulgência, eu vou ter perdão. Não tem como. Agora, se eu sou benevolente para com todos, eu não vou poder negar o perdão para alguém. E às vezes a gente faz isso, mas logo essa pessoa for fazer isso comigo, não perdoo. Porque foi ela não benevolência, imperfeição, perdão. E aí você tem consciência disso? Trindade universal, Deus espíritos de matéria. Foi falado aqui do modelo metodológico kardequiano. Estudo mais experimentação igual experiência. quer, faz a sua parte. proposta de convivência espírita, trabalho, solidariedade e tolerância, que também foi lembrado aqui. Olha, se tivermos consciência da Trindade Universal, Deus, espírito e matéria, se tivermos o cuidado de observarmos modelo metodológico ardequiano, estudo, experimentação, que isso vai resultar em experiência para todos nós, nós iremos ter uma predisposição de viver essa proposta de convivência espírita. trabalho, lei espiritual, solidariedade, lei espiritual, tolerância, lei espiritual. Sem tolerância a gente compromete o trabalho. Sem tolerância a gente não é solidário. Não consegue ser, mas precisamos. E André Luiz nos dá a fórmula para resolver a questão. Todas as vezes que você estiver intolerante com alguém, lembre, tá nervoso com alguém? Lembre o quanto as pessoas lhe toleram. Quando eu lembro disso, eu digo: "Gente, mas essa pessoa é tão gente boa". Mas e é sério, muda algo dentro da gente. Vocês são tão tolerantes com a gente? Vocês são tão, né? Assim, eu só preciso aqui agora não ficar focando nessa parte que me incomoda só. E aí, vamos lá. Se Jesus, né, Elana lendo ali no no café há pouco a um página do livro Jesus no dia a dia do José de Moraes através do Agnaldo Paviani, aí o texto dizia assim: "Se Jesus aceita as minhas dificuldades, por que que você tem que tolerar tanto?" E aí eu digo assim: Jesus é quem mais sabe da gente, nós. Jesus sabe de todos os nossos erros, o que a gente já fez, o que a gente tá
a as minhas dificuldades, por que que você tem que tolerar tanto?" E aí eu digo assim: Jesus é quem mais sabe da gente, nós. Jesus sabe de todos os nossos erros, o que a gente já fez, o que a gente tá fazendo, o que a gente ainda poderá fazer. E ainda assim é quem mais nos ama. Óbvio que isso ele não está dizendo assim: "Continua, vai, pode enfiar o pé na jaca que tá tudo bem". Não, Jesus está dizendo: "Olha, eu compreendo que você ainda não consegue, mas eu tenho tanta certeza que você vai conseguir que eu continuo lhe dando a oportunidade lhe amar." Essa é a mensagem. Os sistemas espiritualismo, materialismo, espiritualismo é inclusivo. Materialismo é excludente porque exclui o espírito. E isso faz a diferença. O espiritismo tá aqui conforme foi discutido ontem. E não podemos deixar de pensar no espiritismo enquanto uma teoria que explica os fenômenos e o método. Nos diz como fazer a partir de determinada compreensão. Não é apenas crer de uma ideia, mas como a compreende e aplica na atuação. Isso faz a diferença. Este é o ponto. E aí a gente não confunde as coisas. fica com extrema clareza do que se propõe. E se fizermos isto, nós teremos a alegria de viver, nós viveremos o cristianismo, que é a a base fundamental, com essa ampliação que o Espiritismo nos oferece. E aí nós podemos ter a alegria cristã. Então, por favor, Deus, Cristo e caridade, qual a relação entre eles? Criador, condição, ação, pai, evolução, amor. Referência maior, absoluta, única, Cristo, guia, modelo, amor, lei. Se a gente arruma isso na nossa cabeça, a gente vai transitar nessa relação proposta com mais tranquilidade e segurança. E quando estamos seguros, nos sentimos alegres. Deus, Cristo e caridade. Canção da alegria cristã. E agora eu convido vocês. Somos companheiros, amigos irmãos que vivem alegres pensando no bem. A nossa alegria é de bons cristãos. Não ofende a Jesus, nem fere a ninguém. A nossa alegria, a nossa alegria é bem do evangelho. É bem do evangelho. Vibrai e contagia. Vibrai e contagia. Da
do no bem. A nossa alegria é de bons cristãos. Não ofende a Jesus, nem fere a ninguém. A nossa alegria, a nossa alegria é bem do evangelho. É bem do evangelho. Vibrai e contagia. Vibrai e contagia. Da criança ao velho. Da criança ao velho. Quem não cantar não vai pro céu. Nesentre perigos. Nesmre perigos. Daremos as mãos. Daremos as mãos como os bons amigos. Como os bons amigos. Como bons cristãos, sempre ombro a ombro, sempre lado a lado, vamos trabalhar com muita alegria pelo espiritismo, mas cristianizado pela implantação da paz e harmonia. A nossa alegria, a nossa alegria evangelho. Evangelho da criança da criança entre >> as mãos. Daremos as mãos >> como os bons amigos. >> Como os bons amigos. Como vos Cristã. Muita paz Cristo. Caridade. Eh, eu não tenho agenda para shows, tá? Queremos agradecer, né, ao nosso querido irmão Lindo Marcoutinho. por iluminar a nossa manhã com tanta leveza. Obrigada, amigos. Este recado aqui é justamente para os internautas. Nós teremos 20 minutos de intervalo e em breve retornamos. Queremos já passar um recadinho, um recadinho aqui que tem um um veículo, um Corolla final 76 que o vidro tá aberto e apesar do aparente sol, de vez em quando cai uma chuvinha aí, então é bom dar uma olhadinha lá. Meus queridos irmãos, nós vamos receber com todo o carinho neste momento as crianças da nossa jornadinha espírita. Pedimos a vocês a atenção e o nosso carinho para esse momento. Agradecemos a todos pela pontualidade. Daremos início agora à nossa roda de conversa. Mas antes queremos agradecer aos nossos apoiadores que depositaram em nós sua confiança nos trabalhos prestados. São eles: Marinho Dental Quer, Exatel Casa e Construção, Horizonte, Tendas e Eventos, Hotel Porto Bale, Hotel Suebes, Morada dos Coqueiros, Praiahotel, PC Casa de Praia e Net Center Telecom. Também contamos com o apoio da TV Porto, associada à TV Cultura. Queremos ainda agradecer as casas espíritas aqui representadas, Associação Chico Xavier, que fica aqui em Porto Seguro, né? Fica
lecom. Também contamos com o apoio da TV Porto, associada à TV Cultura. Queremos ainda agradecer as casas espíritas aqui representadas, Associação Chico Xavier, que fica aqui em Porto Seguro, né? Fica lá em Porto Seguro. Fonte de Luz em Trancoso, Luz da Auda em Arraial da Juda, Sítio da Paz em Onolis. Maria Dolores, Porto Seguro, Porto da Paz, Porto Seguro, Porto da Esperança, Ilus Itabuna, Fundação Chico Xavier, Santa Cruz Cabralha, Casa de Francisco e Anápolis. Também agradecer as pessoas que vieram de Mucuri e Tabatã. Mais alguma que não foi dita aqui? Tabã. >> Grupo espírita >> André Luiz de Tabatã. >> André Luiz de Tabatã. Pronto. Mais alguém? Mais alguma? >> Caminho da Paz de Muc. >> Caminho da Paz de Mucuri. Pronto. Vamos lá. >> Sítio da Paz e Anápolis. >> Foi dito. Sítio da Paz Eonápolis. Vamos lá então para esse momento tão aguardado da nossa manhã que é a nossa roda de conversa. E para compor, né, a nossa roda de conversa, nós chamamos aqui ao palco Jorge Godinho, por gentileza, Jorge Godinho, acredito que todos saibam, né, presidente da Federação Espírita Brasileira, ele é de Brasília, Distrito Federal. Convidamos agora Luciano Crispim, presidente da Federação Espírita do Estado da Bahia, Luciano Crispinha de Salvador e Lindomar Coutinho, nosso querido Lindomar de Lus, Bahia. Por favor, Lindomar. Ele tá só, tá só autografando. Dizem que ele está comendo, mas nós acreditamos que ele está autografando. É o trabalhador de última hora. Dizem aslíngu que vocês sabem, mas nós vamos acreditar, meus queridos. E para e para conduzir a nossa roda de conversa, convidamos Gessi Júnior, que também levará a nossa jornada espírita até o final. Jess, fique à vontade. Dando continuidade, então, à nossa jornada, nesse momento nossa roda de conversa, pedimos já aos amigos que preparem as perguntas. Daqui a pouquinho os microfones estarão sendo encaminhados para vocês. E enquanto vocês vão formulando as vossas perguntas, já inicialmente chegaram para nós algumas que eu já vou trazer a cada um
as. Daqui a pouquinho os microfones estarão sendo encaminhados para vocês. E enquanto vocês vão formulando as vossas perguntas, já inicialmente chegaram para nós algumas que eu já vou trazer a cada um dos nossos três convidados. Primeira pergunta para Godinho. Ao longo de sua trajetória na FEB e em tantos países, como o senhor percebe a missão espiritual do Brasil se manifestando na prática do movimento espírita? O Brasil, coração do mundo, parte do evangelho, é um trabalho de longo prazo, é um fato, é uma realidade que já começou e naturalmente conta com todos nós. Desde o primeiro momento, quando a obra foi lançada, houve uma certa reação no próprio movimento espírita. e a época tumultos. E a gente sabe que os defeitores já sabem que contam com interferências dos nossos irmãos que não desejam que o bem seja implantado na terra, nem que tampouco o Brasil seja coração do mundo, passa do evangelho. Mas essas reações elas foram como fogo de palha. O fato é que aí está. E nós somos aqueles que devemos ter esta consciência para que nós possamos cumprir as tarefas que nos competem. E essas tarefas elas estão sobre o cargo de todos nós. Porque o próprio livro, quando Jesus convida Ismael e diz a ele que não abandonaria no instante em que ele estivesse fazendo, cumprindo os seus deveres, e com esses deveres, ele iria traçar um novo caminho nos próximos séculos para a humanidade. E este caminho é a revivescência do cristianismo. E nós aqui estamos como trabalhadores nesta obra de Ismael. Ele conta conosco. O que nós devemos ter consciência é de que nenhum de nós somos missionários. É claro que tem tarefas que cai sobre as nossas responsabilidades em condição dos trabalhos que nós estamos executando, mas não tem nenhuma maior do que outra. Todas são idênticas, são iguais, são responsabilidades assumidas e não devemos ter esta consciência que estamos aqui como missão. Nós somos tarefeiros, trabalhadores desta seara e devemos ter a consciência de que ela só vai acabar nesta dimensão quando nós
ssumidas e não devemos ter esta consciência que estamos aqui como missão. Nós somos tarefeiros, trabalhadores desta seara e devemos ter a consciência de que ela só vai acabar nesta dimensão quando nós desencarnarmos. Se antes da desencarnação nós desistirmos, nós vamos verificar que está faltando alguma coisa. E o outro cuidado que nós devemos ter é de confiança, porque Ismael confiou cada um de nós nas tarefas para que esta obra ela seja implantada. Se nós não cumprimos, o que é que nós somos? traidores. Eu afirmo que sim, de uma confiança, porque nos confiou uma tarefa e nós não cumprimos. E ele conta com o cumprimento da tarefa. Se nós não cumprimos ao respeito, à liberdade, e eles vão buscar recursos. Ismael sempre vence e ele vai buscar recursos outros para poder substituir aquilo que nós não fizemos. O grande problema que nós vamos ter é de que quando nós desencarnarmos, teremos aqueles entes queridos, Dr. Bezerra e outros espíritos que vão nos esperar, né? É isso que nós queremos, sim. Esse é no segundo momento, se fomos merecedores. Porque a grande surpresa de todos nós, de todos os espíritos que saem da dimensão material para espiritual, é o encontro com si mesmo. Depois deste encontro, aí é que vem o papai, a mamãe, o filho, os benfeitores espirituais. E neste encontro conosco mesmo vai passar o filme das nossas responsabilidades. E se nós chegarmos do outro lado, porque desistimos no meio do caminho ou próximo ao final, porque só acaba quando chega no final. Recordam-me, e eu sempre faço referência daquela olimpíada. Se eu perguntar aqui o nome de quem ganhou aquela maratona das mulheres, ninguém lembra. Agora, se eu disser aquela corredora que quando entrou no estádio, ela levantou o estádio toda entravada, o corpo sem condições, os rúos não estavam distendidos naturalmente, mas ela foi persistente. Ela levantou aquele estádio e levantou o mundo que estava assistindo, porque eu estava em casa assistindo e vibrando para que ela cruzasse aquela linha. Ela
idos naturalmente, mas ela foi persistente. Ela levantou aquele estádio e levantou o mundo que estava assistindo, porque eu estava em casa assistindo e vibrando para que ela cruzasse aquela linha. Ela não quis ajuda e foi quando cruzou ela caiu. Se eu fosse daquele comitê olímpico, eu criaria uma medalha para ela. Porque quem ganhou em primeiro lugar foi fácil. Agora, chegar como ela chegou, talvez quem ganhou em primeiro lugar não chegaria, mas ela trouxe demonstrações de um poder íntimo, de uma capacidade, de um compromisso. Dizer assim: "A prova acaba quando acaba e acaba só quando cruzar ali. Eu vou ser a última, mas eu vou chegar." E ela chegou. Tanto que hoje eu lembro dela com tanta emoção e eu não sei quem ganhou. Não me lembro de quem ganhou. Agora ela ganhou uma medalha pelo menos no coração, no respeito daqueles que assistiram e que lembra daquela imagem que cruzou o mundo em função da sua perseverança. Assim deveremos ser nós. Devemos chegar lá no plano espiritual na moda. Sabe por que eu tô dizendo isso? Porque quando era criança, quem tinha calças rasgadas no joelho, nas pernas, eram os mendigos que não tinham roupas. Hoje são as grifes mais caras. Então você ter uma roupa rasgada é chique. E nós vamos chegar lá com os joelhos rasgados. Não porque acompamos na grife com os cotovelos arraiados, porque nós vamos encontrar dificuldades ao longo da implantação deste evangelho nestas terras que tem a responsabilidade de ser o celeiro luminoso da humanidade e de levar a humanidade uma fé raciocinada. Então, o que eu posso dizer a esse respeito é que o movimento espírita deve estar conscientizado disto. E conscientização é um trabalho paulatino, vagaloso, constante. Para isto devemos lembrar do Dr. Bezerra que diz que a união ela é imediata. A unificação ela é paulatina, mas o trabalho ele é incessante. Então esta caminhada da união, da unificação, e aí eu parabenizo aqui nessa primeira jornada vocês terem colocado esse tema, que é um tema que aviva em nós estas
tina, mas o trabalho ele é incessante. Então esta caminhada da união, da unificação, e aí eu parabenizo aqui nessa primeira jornada vocês terem colocado esse tema, que é um tema que aviva em nós estas responsabilidades e os compromissos que nós assumimos e cada um o seu local. E cada local tem o seu propósito. Teresa de CCultá dizia que não era nada. Ela era uma gota no oceano. Mas o oceano sem essa gota faltava alguma coisa. Então assim somos nós. Somos grãos de areia neste nessa praia, vamos dizer assim, de Cafarnaú. Mas se faltar um grão, tá faltando alguma coisa. somos nós. Então eu vejo assim que a implantação desse trabalho no movimento espírita, em especial do Brasil, não esperemos encontrar facilidades. Estejamos preparados para as dificuldades, que são elas que vão fazer-nos crescer e criar o laboratório apropriado para nós demonstrarmos a nossa coragem. A bandeira quando Jesus mostrou, eu vou repetir a frase para Ismael, ele disse assim: "Guarda este símbolo da paz, inscreve nele a tua coragem e o teu propósito de bem servir a causa do Pai. E sobretudo não esqueças que eu estarei contigo durante o cumprimento dos teus deveres, com os quais traçarás caminhos para a humanidade dos próximos séculos na revivescência do cristianismo. Sita Ismael. E aí ele para executar, o que é que ele fez? Tá aqui, ó. Nós somos voluntários. Porque quando ele diz qual é a nossa missão como espíritas do Brasil, ele diz que nós nos obrigamos a ajudá-lo nesse propósito. Ele não obrigou ninguém. Nós despertamos e diante do despertar ele ofereceu oportunidade. Aí eu digo, eu me obrigo a estar neste programa e ao mesmo tempo divulgar o evangelho, espírito e verdade, começando por mim mesmo, para que eu possa fazer a minha autoiluminação. E como eu faço parte da humanidade, se um membro da humanidade já faz esta regeneração, a humanidade já começou a mudar. Mas como nós não somos um no Brasil somos em torno de 3 milhões e pouco. Dos 8 bilhões de espíritos encarnados, nós temos bilhões que se dizem cristãos.
a regeneração, a humanidade já começou a mudar. Mas como nós não somos um no Brasil somos em torno de 3 milhões e pouco. Dos 8 bilhões de espíritos encarnados, nós temos bilhões que se dizem cristãos. E essa terra ela é diferente. Desde o início, as coisas que aconteceram no nosso país é diferente do resto do mundo. Não existe registro na história do mundo de que o colonizador abandonou suas terras para vir pra colônia. Não existe na história do mundo um registro de um país sem as condições tecnológicas que nós temos hoje para preservar 8.000 km de costa no litoral, que é o nosso litoral. Aqui nós não tivemos a presença dos ingleses que tinha a maior frota na época. E quando a gente lêu o livro, e a primeira vez que eu li, eu falei assim: "Mas os nossos patrícios não tem inteligência, fizeram um acordo chamado de Metuinca, o nome do inglês, porque a época a Revolução Industrial deu à Inglaterra as condições delas terem dela ter produtos manufaturados. Portugal não tinha, só tinha o vinho e o do que era exportava. Mas, entretanto, o tecido inglês, as coisas que a revolução industrial tinha trazido, Portugal importava e a balança comercial com a Inglaterra, ela era deficitária. E Portugal fez um acordo chamado de Lintando ao Inglês, os portos abertos em todas as colônias de Portugal. Aí quando eu li aquilo, eu digo, pensei. Quando eu continuei a ler, eu dispensei. Dispensei. Eu tive que pensar porque foi uma estratégia de Ismael para evitar que aqui estivesse os ingleses. Porque se tivessem talvez nós seríamos hoje de América do Norte, América do Sul, do jeito que são, porque lá é o cérebro aqui é o coração. É por isso que lá nasce Edson, nasce as cabeças, aqui nasce Bezerra, nasce BC Sampaio, nasce Chico, nasce Irmã Dus e assim vai. Há um planejamento espiritual e nós fazemos parte desse programa. Nós temos que ter consciência disso, não por orgulho ou vaidade, porque fomos nós mesmos que nos impomos, mas com a responsabilidade de no primeiro encontro conosco mesmo,
azemos parte desse programa. Nós temos que ter consciência disso, não por orgulho ou vaidade, porque fomos nós mesmos que nos impomos, mas com a responsabilidade de no primeiro encontro conosco mesmo, após o desenlace do corpo físico, nós estarmos com a consciência tranquila. E para estar com a consciência tranquila, somente se tivermos o evangelho como roteiro. Ismael em 73, 1873 ele disse a missão do Brasil. E o livro em 38 a gente vê a conexão da universalidade de ensino. É Ismael Médio, 1873, é Chico Médio, é Humberto de Campo, é Emmanuel. Ismael diz assim: "A missão do Brasil é cristianizar. O Brasil é a terra de todos. É ou não é? Tem algum lugar no mundo que você sente que não tem alguém aqui no Brasil? Se não é da primeira geração, é de outra e assim vai. Então, o Brasil é a terra de todos. O Brasil é a terra da promissão. Nós, na vocação que nós temos, alimentamos o mundo, se nós assim desejarmos. de norte a sul, de leste a oeste, onde você plantar nessa terra. Quando a gente compara com outros locais, a gente verifica a bênção que é este local que Jesus escolheu, sabedor ele daquelas riquezas que aqui tinha e que aqui permanece. Então, o Brasil é a terra de todos, é a terra da promissão, é a terra do evangelho, é a terra de Jesus. Quando a gente pega essa síntese de Ismael e vê o livro, a gente vai observar esta conexão. Abrigará o povo que será reconhecido do futuro pelos seus costumes cristãos. Nós temos no nosso país mais de 90% de brasileiros denominando-se cristãos. Não há no mundo um país que teve e se tiver vai trazer consequências graves. Uma inflação de 80% no mês sem guerra civil e buscando soluções como nós chegamos e hoje temos o plano cruzado aí conosco. São exemplos. Nós tivemos a Copa do Mundo, perdemos, mas a imagem que ficou lá fora é um povo fraterno, uma terra ensolarada, tem flor o ano inteiro, frutas diversas, uma que é sentida. Quando foi feito a Olimpíada em seguida, muitos vieram, porque esta imagem que ficou lá fora é imagem de um povo bom,
uma terra ensolarada, tem flor o ano inteiro, frutas diversas, uma que é sentida. Quando foi feito a Olimpíada em seguida, muitos vieram, porque esta imagem que ficou lá fora é imagem de um povo bom, fraterno, amoroso e vieram conhecer o Brasil. Se vocês lembrarem, antes da Copa teve uma série de tumultos, teve a questão da zica, teve eh pneus nas estradas para que as coisas não acontecessem. Porque lembrem-se, o trabalho de Ismael foi muito grande. Quando você faz um evento desse, as câmeras do mundo convergem para aquele país. Eu imagino que ninguém aqui foi a Rússia, mas se assistiu à Olimpíada na Rússia, conheceu parte da Rússia, porque ali era trazido todas as informações. Só que quando foi no Brasil, os nossos irmãos equivocados disseram: "É agora que a gente vai mostrar pro mundo que esse país não é esse que é pátrio do evangelho o coração do povo. Essa foi a intenção deles. Nós não temos ideia dos recursos e do trabalho que Ismael e sua falange naquele momento preparou para que as coisas desenvolvessem do jeito que pode. Então o amparo não falta. Ismael trabalha na sua obra. Jesus está com ele ajudando na construção desse futuro e nós somos as formidinhas que ele conta com cada um de nós, mas conta para que nós cumpramos a tarefa até voltarmos à parte espiritual. Se antes a gente desiste, o encontro com a consciência vai nos trazer as tristezas ou as alegrias, dependendo do esforço que nós possamos empreender para que este país seja Brasil, o coração do mundo, pátria do evangelho, que não é responsabilidade só dois espíritas, é de todo o brasileiro. A diferença nossa é que nós conhecemos, temos a clareza deste propósito e as responsabilidades são maiores. Obrigado, Jorge. Amigos, eh, levantem a mão que o Mateus já tá ali com o microfone. Quem desejar trazer perguntas para nós, por favor, esse é o momento. Temos algum aí? Eh, antes de Naiara fazer a pergunta, só vou pedir aos nossos amigos para que a gente possa contemplar mais perguntas para sermos mais breve nas respostas.
por favor, esse é o momento. Temos algum aí? Eh, antes de Naiara fazer a pergunta, só vou pedir aos nossos amigos para que a gente possa contemplar mais perguntas para sermos mais breve nas respostas. >> Bom dia, sou Naiara do Sítio da Paz de Anápolis. Eh, ontem na fala de Luciano fez altas reflexões sobre o trabalho nas casas espíritas, sobre a união espírita e agora falando com o teclou mais ainda, né? Falando sobre a dificuldade que a gente não vá pensando que vai encontrar, que vai ser fácil, que vamosão ser desafios nos trabalhos. Mas aí eu tenho uma pergunta, eh, quando a gente sente essa falta de interesse das casas, dos trabalhadores, de unir, de divulgar a doutrina, de quebrar tabu, que a gente sabe que existe eh sobre a doutrina espírita. Como prosseguir com o trabalho, com a união dentro das casas? Bem, como já disse presidente, continuemos. Mais alguma pergunta? Só levantar a mão. >> Bom dia a todos. Rafa pr mostra da casa de Jesus. Eh, talvez um um pouco nesse nesse canal, né, nessa direção. Eu pergunto à mesa na visão dos senhores, qual é a função de uma casa espírita? Bom, eh eh Rafael da Casa de Jesus que trabalha na FM, não é? Ó, função da casa espírita. Eh, e essa é uma questão básica que a gente eh encontra em formatos de síntese aí. E a gente, né, Dr. Bezerra, Joana, todos eles colocam bastante essa questão, estudar, servir, né, e espiritualidades. A casa espírita, como esse núcleo de possibilidades que temos, nos leva exatamente a isto. Emanu nos diz que a maior caridade que a gente pode fazer em termos de doutrina espírita é divulgar, porque isso vai levar exatamente o esclarecimento às pessoas, independentemente se tem religião, se não tem religião. Eu adoro as pessoas que seguem esses princípios e dizem que não tem religião e vivem isso. pessoas que, sendo eh vinculadas a uma igreja protestante, reconhece e valida os princípios se a doutrina espírita coloca, inclusive a questão da própria mediunidade, e dar exemplo fantástico de uma espiritualidade.
ndo eh vinculadas a uma igreja protestante, reconhece e valida os princípios se a doutrina espírita coloca, inclusive a questão da própria mediunidade, e dar exemplo fantástico de uma espiritualidade. Então assim, se nós conseguirmos cumprir essa função do estudar, do se espiritualizar e do servir, nós estaremos cumprindo essa função que contempla essas dimensões aí que a que o seu espírito utiliza. Como se falou fal só com a lembrança, pegando o gancho aqui do Lomar, quando a gente fala estudo, divulgação e vivência da doutrina, a função da casa espírita não é ser somente uma escola de espiritismo, ao contrário, a gente deve mudar isso. A casa espírita deve ser uma escola do espírito. É, conforme o líder falou, tem pessoas que frequentam a casa e não precisa ter denominação de espírita, pode ter a religião que tiver, mas se a casa espírita oferece esses princípios através do estudo, da meditação, esta pessoa está numa escola do espírito, aonde ela está aprendendo aqueles princípios que são e que deve devem ser de conhecimento e propriedade dois espíritos que somos todos nós. Então, essa é uma visão que a gente deve eh procurar manter na casa para que ela não seja só uma escola de espiritismo, mas uma escola do espírito. E o outro aspecto é que a casa espírita ela deve se transformar na casa do caminho. Você estão entendendo? casa do caminho. É para que aí haja o espírito de fraternidade, conforme Pedro, os apóstolos fizeram naquela casa dita do caminho, para que esse ambiente de fraternidade ele exista na casa e ele seja sentido pelas pessoas que adentrem a instituição verificando a irmandade que ali existe. Isso é acolhimento, que a pessoa sente que é um ambiente diferente de onde ela está vindo, porque ali existe fraternidade, existe amor, existe compreensão entre aqueles que ali se encontram e ela passa a fazer parte integrante disto, que é normalmente que a pessoa anseia, é uma mão amiga, é um abraço, não é esse sentimento de olhar o outro com alteridade, porque o problema do outro passa a ser
passa a fazer parte integrante disto, que é normalmente que a pessoa anseia, é uma mão amiga, é um abraço, não é esse sentimento de olhar o outro com alteridade, porque o problema do outro passa a ser nosso. E se a casa espírita tiver essas duas características, nós vamos prosseguir muito bem. Aí ela cumpre a sua função. >> Rafael, sendo descrito, dois pontos. Laboratório paraá plenitud do C. Bom, Sérgio, sempre por parte seguro. Ele >> tá vendo >> ele não era para você. Tá vendo? >> Dentro da perspectiva >> com mais idade as perguntas ficam mais difíceis. Dentro da perspectiva vivencial Brasil, coração do mundo, pários do evangelho, temos experienciado nos últimos tempos uma divisão ideológica, política muito grande que chegou a visitar o movimento espírita. Qual deve ser a nossa ação? como devemos nos portar frente frente a essa diversidade ideológica, político-partidária que tem visitado a o movimento espírita, muitas vezes levado algumas pessoas inclusive a se afastar, cumprindo o princípio da objetividade. Eh, eu tenho buscado viver isso. Eu costumo dizer com base no que eu tenho aprendido com os espíritos. Enquanto a gente quiser ser de direita ou de esquerda, a gente vai continuar com os problemas. Em vez de ficar de um lado ou do outro, a gente tem que ficar em cima com Jesus e fazer todo o bem que precisa. O resto diferença de perceber a realidade. Eu volto com ele para fazer. Se nós analisarmos os temas que são tratados hoje, seja de saúde, seja de educação, seja de comércio, qualquer tema que hoje nós observamos, verificamos que tem uma polaridade, infelizmente. De um lado, alguém que defende o lado, o outro lado, o que defende o outro lado. Não que esteja certos ou errados, mas que estão diante de um momento de polarização. Qualquer tema que nós imaginarmos, só tem um tema que não tem polarização. pode ter desentendimento que é Jesus, mas ninguém que segue Jesus reparte Jesus dizendo que é de esquerda, é de direita, é de cima, de baixo. É Jesus. O caminho que eu tô tomando é um e eu
olarização. pode ter desentendimento que é Jesus, mas ninguém que segue Jesus reparte Jesus dizendo que é de esquerda, é de direita, é de cima, de baixo. É Jesus. O caminho que eu tô tomando é um e eu posso até dizer que o outro não vai ser salvo porque a forma de seguir Jesus tá errado, mas não tem polarização. Por quê? Porque o tema é único, a sua doutrina é clara, é só deprçar sobre ela que cada um vai tirar suas conclusões. Agora, se nós desejarmos saber quais as companhias espirituais que estão conosco quando se fala de polarização política, etc., vai ser fácil. Depois vocês confiram. É o último parágrafo do livro dos espíritos. Isso é fácil. Quando Santo Augustinho na conclusão ele vai dizer lá, se nós desejarmos saber as companhias espirituais que nós temos, ele diz assim que os benfeitores, os espíritos novos evoluídos, eu tô dizendo com minha palavra, não coadunam com os ódios dos partidos. Então, aonde tem partido não tem unicidade e onde tem partido tem ódio, tem raiva, tem vingança, tem qualquer sentimento, mágoa, porque tá partido, seja ele político, seja na área de saúde, que eu tô tomando uma posição, o outro tá tomando outra, aí vem as polaridades. Mas isto faz parte desse percurso que nós estamos feito na transição. Cabe-nos, com o discernimento que temos seguir quem é o PT dúvida, gente? que nós temos um guia, temos um GPS que nos leva no ponto correto, sem erro, não precisa nem ligar o aparelho, é, é só uma sintonia rápida. Nós estamos imersos nessa psicosfera deste planeta que foi criado por ele e que aqui vige uma psicosfera. não tão próximo da coxa, que essa é feita por nós e que, infelizmente, nos dias de hoje, se nós tivéssemos condições de olhar a psicosfera da Terra, porque o que nós vemos é assim, olha, é o tempo, é quando tem chuva, tem trovoado, isso a gente vê. Agora, os vibriões dos nossos pensamentos nós não vemos, mas eles, os benfeitores, quando vêem, diz que olham a terra e verifica uma coisa pegajosa. Eu posso até comparar aqui pra gente
so a gente vê. Agora, os vibriões dos nossos pensamentos nós não vemos, mas eles, os benfeitores, quando vêem, diz que olham a terra e verifica uma coisa pegajosa. Eu posso até comparar aqui pra gente poder entender aquela gosma de qu, né, cozinhar, que é tipo daquela coisa. E ali os vibriões dos nossos pensamentos navegando e encontrando sintonia naqueles que sintonizam com essa faixa. E hoje a face da Terra tá encoberta desse tipo de psicosfera. Porque só se fala em desilusão, pessimismo, não tem futuro, é guerra. E a gente vai olhando para o invés de olhar pro futuro. E nós somos es que vamos fazer diferente nesse momento. Eu vou repetir o que eu disse antes que se eu não me engano a minha fala. Este momento é o laboratório para a prática do amor. A humanidade tá precisando de amor e nós é que temos que praticar o amor, porque a gente fica mais ligado ao horizontal, como falou, nós temos que tá aqui, ó, quando disso verticalizar, quer dizer, é amor. Esse laboratório que nós estamos vivendo é o nosso momento pra gente praticar o amor, ao invés de estar desiludido, olhando que as coisas estão polarizadas, estão difíceis, realmente estão, mas não é por aí que a gente tem que ir. A gente tem que ir pelo caminho do amor. Pessoal, falando sério também, não tem dor, nós temos que ter muito cuidado para não levar a política partidária para espírita. Isso é fundamental. Eu fiz política, eu fui aos 28 anos candidato para estadual. Eu tava na FM na época. Assim que eu fui candidato, eu saí da F, me licenciei e não entrei em nenhum respeito na época porque eu respeitei o espaço doutrinário. Então eu tenho que ter esse cuidado. O partido é divisão, né? Você v tem tem ideal, sonha quando chegou no partido você obidva ficar preso, agora partido quer ver a sua. Então isso é muito muito muito sério. Espírita tem que cuidar do espírito. As questões transitórias passam, passam. Você fala Godinho P gordinho, olha, cada um sabe fez. O corrupto sabe que é corrupto e nós ganham o alcance. Então
sério. Espírita tem que cuidar do espírito. As questões transitórias passam, passam. Você fala Godinho P gordinho, olha, cada um sabe fez. O corrupto sabe que é corrupto e nós ganham o alcance. Então ele sabe porque ele tem consciência. Nosso trabalho é cuidar da alma, do espírito, conhecer espiritismo, fazer o espiritismo realmente que consiga movimentar sociedade para ir para cima e não ficar numa divisão que é puramente humã transitória, né? Eu só para finalizar mesmo que tem como eu sou sou muito pegado, eu fui na prefeito de alguns tempos aqui. Qual é o discurso na na na no o discurso? O partido A amamos o município X, vou dizer agora porque não convido B amamos. Aí eu falei: "Tá bom". Aí o seu desafio foi o seguinte, já que todos nós amamos o município, foi o seguinte, vamos fazer uma uma reunião, fazer um sorteio e os três grupos, um governo 4 anos, outro outro topa e já ama, vamos a município, vamos influencializar. Deu certo? Claro que não deu. Claro que não deu. Seu discurso tem outro interesse. Então a gente tem que tá muito atento para preservar o interesse do espiritismo, que serve à direita, esquerda, centro, serve ao inteiro, ao coletivo, assim que essa consciência e com sentido. Tem um livro que eu testei com aqui aqui de cruz, você vem aqui e congelas. Ele é muito legal porque ele aborda essa questão de ver a minascela mostrando que o espiritismo, meus amores, é muito mais que isso. Nós não podemos diminuir o sentito, uma questão provisória e transitória, onde as pessoas estão no momento numa posição X, amanhã tá na Y e o espírito, né, as leis de são imputáveis. Entendemos isso. Então o trabalho é muito importante em fazer desvios necessários. Não se quita, tem vocação política, você vá pro seu partido, se passou político agora preserva a instituição porque ela é de todos. Círcita não tem partido. Crisa serve ao coletivo, ao conjunto, a UNO. A Deus. Obrigado. >> Mais alguma pergunta? Muito bem. Ah, >> olá, bom dia. Eu sou Viviene, sou trabalhadora da cara de casa de Jesus e
ita não tem partido. Crisa serve ao coletivo, ao conjunto, a UNO. A Deus. Obrigado. >> Mais alguma pergunta? Muito bem. Ah, >> olá, bom dia. Eu sou Viviene, sou trabalhadora da cara de casa de Jesus e eu tenho uma pergunta assim, eh, na verdade eu queria eh uma explicação também e enfim a formação estatutária das casas espíritas, eh a gente vem conversando muito na Casa de Jesus sobre a mudança da descentralização das diretorias, né? Eh, e essa ideia do colegiado e isso surtiu um efeito muito bom pra gente, porque como foi uma reabertura e a gente se sentiu pertencente todos, né? Eh, e muito unidos. E eu queria, eu sei que foi me dito que isso foi uma, um movimento iniciado no estado da Bahia. E eu queria um pouco saber um pouco, né, comentar a opinião de vocês e se isso vai se abranger eh pro resto do país no movimento espírita. >> Antes de passar para os mais referendados aqui a falar sobre a questão, eu quero sinalizar algo que é histórico e que é espiritual. Gordinho, ele falou do colegiado que tem a diretoria, o conselho, né, que ali na fé. Eh, Luciano certamente vai trazer da experiência que ele vive hoje, que já viveu com peixinho, que permitia exatamente, né, essa essa discussão. É interessante a gente observar dentro dessas duas perspectivas que até na mitologia grega tem vários deuses, mas tinha deus em todos os grupos de colegiados. Esse é um modelo, por exemplo, que a psicanálise também usa em alguns grupos de estudos. Todo mundo tá querendo estudar, mas eu tenho que se chama de mais um, que é aquela pessoa que mesmo que não vá usar de autoritarismo, que não vai determinar, é aquela pessoa que é reconhecida pelo grupo como que tem uma experiência, que tem um maior conhecimento sobre aquilo. E o perfil dessa pessoa sendo este da partilha, de ouvir o grupo, das pessoas participarem, se comprometerem mais, esse formato vai acontecer. Se a gente não tiver cuidado, vai acontecer o mesmo que aconteceu com a educação quando se discutiu que o Golsor tinha que sair da carteira do professor
comprometerem mais, esse formato vai acontecer. Se a gente não tiver cuidado, vai acontecer o mesmo que aconteceu com a educação quando se discutiu que o Golsor tinha que sair da carteira do professor para não ser autoritário. Aí mandava todo mundo fazer uma rodinha porque era mais, né, participativo, todo mundo se olhava e o professor continuava com a postura autoritária, só que não na carteirinha dele. Então assim, eu vejo esse movimento como algo extremamente legal, em que chama as pessoas a uma responsabilidade de participação, de decidir, de pensar juntos. A gente só tem que ter o cuidado para não achar que o modelo simplesmente vai mudar nosso aso. Se a gente muda, isso acontece naturalmente. Lá no CEP é o modelo tradicional. Eu estou como presidente, mas nem por isso todo mundo trabalha o tempo todo ele tá lá fazendo. Eu acho que tem a ver com as nossas características. Senão a gente vai encorrer em um erro que Kardec chama atenção. Fica preocupado com a fórmula e esquece a essência. É um bom exercício. É, mas a gente precisa interpersonalizar mais, a gente precisa fazer esse movimento nosso para que o modelo dê certo, tá? Acho que concordo com o nosso amigo aqui, vizinho à direita. É o seguinte, ô D falar, Luciano. Pessoal, na verdade a forma sempre é detalhe, o que importa é o fundo. O ideal é que não se disso. Tem que ser todo mundo, todo país, legislação. Se eu não tivesse adulto arrumado conforme o Código Civil, não vou nem registrar. Não serj. Então a Feb hoje tem uma gestão que a partir de André ele criou uma sessão que nós fciamos em linha horizontal mesmo, mas tem um responsável e como disse o nosso companheiro aqui, meu parceiro aqui, se você for autoritário, se você modelo, você entend o seguinte, o líder espírito é um líder servidor e lembrar muito menos muito menos que lembrar é viver a orientação doméstica. O maior é aquele que mais serve. Se ele fizer isso, qualquer modelo funciona. Que por, por exemplo, tem tem na na Bahia tem casas assim terríveis que o modelo que você
é viver a orientação doméstica. O maior é aquele que mais serve. Se ele fizer isso, qualquer modelo funciona. Que por, por exemplo, tem tem na na Bahia tem casas assim terríveis que o modelo que você faz no seu caso, eu digo presidente, ele acha que o C é dele, mas acha mesmo e incorpora. E para ele às vezes ninguém tem competência. Aí existe vários casos, tá? Dá dá fazer um congresso. O indivíduo caso com ele, então temos que repensar. E a tem contribuição, tem materiais, tem publicações, textos que nos orientam. A gestão horizontal é mais moderna, fato, administrativamente, tenha dúvida, mas requer um certo grau de maturidade. Obrigidade que acontece, olha, eu sou presidente, tenho uma meta, delego para você fazer, você não faz, eu vou e faço no nível horizontal, qual o princípio? Não há a possibilidade de você não fazer, porque você tem autonomia, tem responsabilidade e é copartícipe. Então a gente tá muito muito atento a aos caminhos que propõe o evangelho, porque senão a gente fica muito preso na forma. O que importa é a essência. Eu não tava aqui ontem pela manhã, coloquei coloquei algumas coisas lá lá até com pessoa aqui com com PowerPoint da nossa modelo lá que tá funcionando, mas você tá funcionando de vezes muito caráter experimental, porque a gente fez uma mudança experienciando para ver se funcionava. Aí na no fechamento André desencarna. Aí nós vamos tocando o barco, mas sempre com humildades dizer que nós estamos aprendendo, bem em síntese sintética, havendo amor, havendo respeito, havendo entendimento que nós somos complementares, o que é isso? Eu preciso fazer outro faz. Eu estimular outro fazer o melhor dele. Se todos nós fizermos o melhor de nós, o sempre será um laboratório para a nossa para desenvolver as nossas perspectividades. É assim que eu penso. Quero ouvir o nosso presidente da >> Quando a gente lê Brasil, coração do mundo, Pangelho, tem uma frasezinha que é importante. Trabalho com Cristo e Ismael é pessoal, mas é comum a todos. No meu entendimento são essência.
esidente da >> Quando a gente lê Brasil, coração do mundo, Pangelho, tem uma frasezinha que é importante. Trabalho com Cristo e Ismael é pessoal, mas é comum a todos. No meu entendimento são essência. Qual a estrutura organizacional que eu vou fazer, que eu vou buscar? Então interessa. Se essa estrutura funcionar de maneira que o trabalho seja executado de forma impessoal, mas comum a todos, ela tá correta. Porque é a única personalidade que tem que aparecer é Jesus. Nós não. E nós temos que aprender a trabalhar conforme a teologia de Kardec, com solidariedade, compartilhando até para que alivie os nossos ombros. Imagine eu aqui agora com vocês, fim de semana em Brasília, tá encerrando hoje o encontro do Evangelho Rede Vivo com 250 pessoas. AED com atividades, tem evangelização de manhã para as crianças, tem palestra à tarde. Essas 250 pessoas vão chegar antes das 5 horas, porque a palestra começa às 5. Tem reuniões mediúnicas todos os dias, exceto domingo na FEB, tem estudos todos os dias, tem um movimento internacional, tem um movimento brasileiro. E se esse trabalho não for impessoal e comum a todos, eu não estaria aqui. O ideal é quando a instituição funciona com sem rico. Ela tá indo bem. Por quê? Tá compartilhado. Senão a gente fica com a sobrecarga que a gente não dorme, atrasa o trabalho porque a gente não pode dar velocidade prevista. E na hora que a gente delega, e todos têm a consciência de que ninguém está trabalhando um para o outro na horizontalidade, mas que todos estão trabalhando para aquele que é o Cristo, que tem um projeto e para Ismael que tem uma obra, tudo muda, porque ninguém vai dá satisfação ao outro, sabe o que tem que fazer e faz, porque a consciência dele tá ligada com o alto. Às vezes o pessoal fala assim: "Ah, estamos aqui tá blando para Ismael". Aí o dia cai ficha, eu falei assim: "Olha, se a gente perguntar para Ismael, ele vai dizer: "Olha, meus filhos, eu trabalho para o Cristo, então todos nós temos para Jesus. Agora, se a gente está na casa espírita
ficha, eu falei assim: "Olha, se a gente perguntar para Ismael, ele vai dizer: "Olha, meus filhos, eu trabalho para o Cristo, então todos nós temos para Jesus. Agora, se a gente está na casa espírita e tem uma estrutura, uma organização que o trabalho não é impessoal, ele passa a ser pessoal, a gente nós fugimos do foco, porque a gente começa a trabalhar para aquela pessoa. E como falou o Luciano, a casa espírita antes de até as quatro paredes aqui, ela já existia no alto. E quando ela existia, tá ligado a uma colônia espiritual, tá ligado o governador do país, tá ligado ao governador da terra. Então a casa não é nossa. A gente recebeu a responsabilidade de iniciar, botar os tijolos, etc., botar até o dinheiro do bolso, ou seja, construir a casa, mas ela não é nossa. Então esta visão é que nós trabalhadores devemos ter e buscar a melhor estrutura organizacional que atende, desde que este princípio da impessoalidade e o trabalho comum a todos, ele seja o objetivo dessa casa. Odinho ele se autoapresentou e eu duas informações que eu achei relevantes da fala dele. Primeiro, o líder ideal é quando ele desaparece, a obra continua. Segundo, forme sempre substituto, porque se você não vier escravo. Então, importante formar sempre substitutos. Tudo que fizer, bote dois, fazer porque senão você não faz. Então, são esse tipo de administração básico. Básico, liberar é capacitar, é sonhar, é compartilhar os sonhos para que outros se aproprie dele e toquem aas negócios, toquem nosso nosso nosso propósito. Então, e não se apegue a cargos, a funções. Isso são papéis como tais provisórios. É igual a vida. Eu nasci filho, hoje sou pai, mas vou ser avô. A gente vai passando, tem que ter esta consciência e quando desencarnar vamos com espiritual e a gente vai dizer: "Pera aí, né? Eu não sou o que eu pensei que eu era, eu sou o que eu sou". Então a gente tem que estar muito certo disso e incluir as pessoas sempre, pessoal, sempre é fundamental. Inclua o outro, escute, capacite, ouça,
sou o que eu pensei que eu era, eu sou o que eu sou". Então a gente tem que estar muito certo disso e incluir as pessoas sempre, pessoal, sempre é fundamental. Inclua o outro, escute, capacite, ouça, inclua. Porque é assim que nós vamos formar uma obstista coeso, forte, capaz de atender as demandas da sociedade que está nos aguardando. Obrigado. >> Muito bom. Eh, usou uma expressão aí que você retomou que eu sempre uso lá no no público da Esperança. E aí eu proponho eh para esse esse sentido para vocês, partindo do pressuposto, que a nossa contribuição seja boa, né? A nossa de cada um. Aí partindo desse pressuposto, eu digo assim, ó, semigo deve funcionar bem, comigo melhor, por quando a minha parte que eu acrescento. Então assim, se a gente tiver essa certeza e que a gente ali colabora e não dificulta, vai funcionar bem semigo e comigo melhor. Em nome de Jesus. Mais uma vez nossa profunda gratidão a Jorge Godinho, Luciano Crispim, Lindo Macotinho por esses momentos de alegria, de sementes lançadas, de reflexões profundas. A presença de vocês foi parte da pedra fundamental que marca a história da União Espírita de Santa Cruz Cabralha, representada pelo Centro Espírita Coroa de Luz, pela Fundação Espírita Casa de Jesus, aqui representados, que possam levar aos seus lares toda a emoção, o reconhecimento e a gratidão que sentimos por terem deixado os seus para que pudéssemos nos nutrir de reflexões e ensinamentos compartilhados aqui, que retornem envolvidos pela luz e pela paz desta pátria do Cruzeiro, levando consigo o carinho de todos nós. Que Deus os abençoe e inspire sempre. E assim chegamos aos minutos finais de nossa primeira jornada. Ficam aqui registrados as nossas lembranças, agradecimentos e saudades. Agradecemos a Associação Nutre Vida que nos acolheu durante todos esses dias com toda vibração de amor e de paz. Gratidão à União Espírita de Santa Cruz Cabralha, representada pelos trabalhadores dos centros espíritas Coroa de Luz da Fundação Casa Espírita, Fundação Espírita Casa de Jesus.
ação de amor e de paz. Gratidão à União Espírita de Santa Cruz Cabralha, representada pelos trabalhadores dos centros espíritas Coroa de Luz da Fundação Casa Espírita, Fundação Espírita Casa de Jesus. Nossa gratidão a todos os presentes e aos internautas que estiveram conosco nestes dias. A Deus e a equipe espiritual que sempre nos fortalece, nos intui e nos orienta para continuarmos persistindo no caminho do bem através da doutrina que nos consola. toda a nossa gratidão e amor. E para finalizar, temos uma música que encerra a nossa jornada.
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