#09 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 03/06/2025 (há 10 meses) 1:40:17 281 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...

Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Vamos ver quem já está na nossa sala. Vamos saudando a Isolete, a Marlene Tre conosco, a Zé Maralves também, a Glácia, essa turma é muito boa. Nizete Perez, a Márcia Coelho, a Gisele Teresa Baralde, a Lid Oliveira. Gente, que maravilha. E então vamos aguardar. Vai entrar até mais pessoas na nossa sala. Estamos transmitindo pelo YouTube da FEB Lives e pelo Facebook da FEB Oficial e a FEB TV. Então, gente, eh para dar continuidade no nosso estudo, nós vamos convidar a Lenira para fazer a nossa preceitura. Lenira, boa noite. Ch, muito bem-vinda, minha amiga. Boa noite, bem-vindo a todos, todos que já estão aqui com a gente, né? Muito bom estar aqui com vocês e vamos fazer a nossa leitura de harmonização, né? Então vou adicionar aqui ao p a nossa leitura aqui. Hoje a gente vai falar sobre os sete auxiliares dos apóstolos. Na verdade, esse texto está no livro de Emanuel, o Evangelho dos de Emanuel, segundo Emanuel. Na verdade, essa coleção por Emanuel, né, compilada pelo Saulo César. Olha aí a coleção todinha. E a gente tá no livro Atos dos Apóstolos, né? E o texto de hoje ele é inspirado, ele ele é retirado do livro Paulo Estevo, do capítulo 3, mas ele inicia com um versículo do Atos dos Apóstolos, o capítulo 6, versículo 2 e 3, que nos traz os 12, convocando a multidão dos discípulos, disseram: "Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus para servir as mesas. Irmãos, selecionai entre vós sete varões atestados, cheio de espírito e sabedoria. os quais constituiremos sobre esta necessidade. Esse é o texto que a gente encontra no texto evangélico, né? Mas é sempre importante a gente ver o que Emanu traz em Paulo Estevan. Ele nos traz detalhes

s quais constituiremos sobre esta necessidade. Esse é o texto que a gente encontra no texto evangélico, né? Mas é sempre importante a gente ver o que Emanu traz em Paulo Estevan. Ele nos traz detalhes riquíssimos. Então ele nos traz a casa dos apóstolos em Jerusalém apresentava um movimento de socorro aos necessitados cada vez maior, requerendo vasto coeficiente de carinho e dedicação. Eram loucos a chegarem de todas as províncias, anciões abandonados, crianças esquálidas e famintas. Não só isso. A hora habitual das refeições, extensas filas de mendigos comuns imploravam a esmola da sopa. Acumulando as tarefas com indigente sacrifício, João e Pedro, com o concurso dos companheiros, haviam construído um pavilhão modesto destinado aos serviços da igreja, cuja fundação iniciavam para difundir as mensagens da boa nova. A assistência aos pobres, entetranto, não dava tréguas ao labor das ideias evangélicas. Foi quando João considerou irrazoável que os discípulos diretos do Senhor menosprezassem a sementeira da palavra divina e despendessem todas as possibilidades de tempo no serviço do refeitório e das enfermarias, visto que dia a dia multiplicava o número de doentes infelizes que recorriam aos seguidores de Jesus como a última esperança para os seus casos particulares. Havia enfermos que batiam a porta. benfeitores da nova instituição que requeriam situações especiais para os seus protegidos. Amigos que reclamavam providências a favor dos órfãos e das viúvas. Na primeira reunião da Igreja Humilde, Simão Pedro pediu então nomeassem sete auxiliares para o serviço das enfermarias e dos refeitórios. Resolução que foi aprovada com geral aprasimento. Entre os sete irmãos escolhidos, Estevão foi designado com a simpatia de todos. Começou para o jovem de Corinto uma vida nova. Aquelas mesmas virtudes espirituais que iluminavam a sua personalidade, que tanto haviam contribuído para a cura do patrício, que o restituí a liberdade, difundiu entre os doentes indigentes de Jerusalém os

s mesmas virtudes espirituais que iluminavam a sua personalidade, que tanto haviam contribuído para a cura do patrício, que o restituí a liberdade, difundiu entre os doentes indigentes de Jerusalém os mais santos consolos. Grande parte dos enfermos, recolhidos ao casarão dos discípulos, recobraram a saúde. Velhos, desalentados encontravam bom ânimo sobre a influência da sua palavra inspirada na fonte divina do evangelho. Mães aflitas buscavam-lhe o conselho seguro. Mulheres do povo, esgotadas pelo trabalho e angústias da vida, ansiosas de paz e consolação, disputavam o conforto da sua presença carinhosa e fraterna. Simão Pedro não cabia em si de contente em face das vitórias do filho espiritual. Os necessitados tinham a impressão de haver recebido um novo aralto de Deus para alívio de suas dores. A caminhada de Estevão não é tão bem descrita em Paulo Estevão, né, amigos? Mas essa inspiração, esse texto, essa lembrança do nosso livro Paulo Estevão, tão, tão gostoso e tão rico pra nossa leitura. Vamos fazer a nossa prece de abertura do nosso estudo de hoje. Vamos elevar os nossos pensamentos para o nosso pai, inteligência suprema, de infinita bondade e amor e agradeçamos. Gratidão, Pai, por mais este momento de reflexão e união de corações desejos de entender e vivenciar suas divinas leis. Permita, Pai, que nossos benfeitores espirituais eliminem nossos pensamentos e nos fortaleçam na coragem de estarmos sempre prontos e atentos às necessidades dos nossos próximos. Que saibamos recolher o tesouro espiritual de cada experiência, de cada aprendizagem. Que nossa sintonia seja sempre com nossa natureza primordial, com a divindade presente dentro de cada um de nós. Afinal, já temos consciência de que somos espíritos imortais em permanente aprendizado. Conte conosco, Pai amado, para a construção do seu reino de amor em nossos corações. Que os espíritos superiores iluminem a nossa amiga querida Marta na condução dos nossos pensamentos em sua luz de amor e misericórdia. Assim é com alegria que

do seu reino de amor em nossos corações. Que os espíritos superiores iluminem a nossa amiga querida Marta na condução dos nossos pensamentos em sua luz de amor e misericórdia. Assim é com alegria que pedimos permissão para iniciarmos o estudo de hoje. Que assim seja. Que assim seja, Lenira. Muito obrigado pela leitura e a prece maravilhosa. Então, queridos amigos, dando sequência ao nosso estudo da noite de hoje, vamos ver quem mais. Olha, já entraram mais a Maria de Ludes Finote, grande amiga lá de Uberlândia, o Carlinhos Taiano, Jair Roberto também, um grande amigo lá de Uberlândia, Marcela Esteves da Argentina, sempre com a gente, todos eles, a Silvestre Ramalheiro, né? Então, pessoal, muito bom vê-los aqui na nossa sala participando do nosso estudo, né? Pode colocar os seus comentários, né? Hoje nós vamos ter a Marta Antunes como facilitadora, apenas que ela ainda não chegou aqui no estúdio, mas está para está para chegar, né? E antes até que ela que ela venha, né, para conduzir e ela gosta que vocês participem na hora, vão colocando seus comentários que ela que eu vou trazendo e ela vai eh respondendo e participando junto com vocês. Eu vou convidar o Hélio para conduzir o nosso o nosso programa até que a Martinha consiga entrar. Oi, Hélio, boa noite. Seja bem-vindo. Boa noite, Janice. Obrigado. Eu que agradeço a oportunidade, os amigos internautas, que a gente possa enquanto que a Marta com seus compromissos e sujeitos, a gente vai dar uma sequência aí e fazer o início que o Hugo possa projetar pra gente aí. Isso vai nos ajudar a trabalhar. E eu chamo já a atenção que este capítulo, vamos se dizer assim, é importantíssimo. Por quê? Porque nós vamos ver que ele finaliza com Estevão e que não é um espírito qualquer. Pra gente poder situar a importância dele nos dias de hoje, ele comanda, né, a atividade dos apóstolos lá num lugar chamado Nova Jerusalém. E ele foi o primeiro márte do cristianismo e segue nos dias atuais trabalhando intensamente. Então eu peço em especial que cada um de nós, já foi

ade dos apóstolos lá num lugar chamado Nova Jerusalém. E ele foi o primeiro márte do cristianismo e segue nos dias atuais trabalhando intensamente. Então eu peço em especial que cada um de nós, já foi citado na leitura que a Elenira fez, na importância do Estevão. Esse espírito, ele nos busca incansavelmente. É um espírito que vale a pena conhecer na sua grandeza, os seus valores, a sua família, a irmã Ibigail, o pai, né? E aí, Jedeb estes que fizeram numa época difícil, mais difícil que nos tempos atuais. Então, mas aí como chegou a chefa maior, Martinha, bem-vinda. Ah, sim. Eu tô fazendo só referência que a gente vamos poder falar de Estevão hoje, que é tão importante, mas eu passo a palavra para você e fica à vontade. Nós vamos ficar atrás da cortina aqui, Martinha. Eh, agora que você apareceu aqui, tá na sala, que bom. Seja muito bem-vinda, amiga. Um prazer vê-la aqui conosco novamente, né, Hélio? É, com certeza. Muito obrigada. Na verdade, eu entrei desde a prece, ainda peguei a prece da Leneira, mas eu entrei no na FEB Live, naquela correria, eu entrei naquí depois. E aí saiu a ficha, a o pessoal do hospital telefonou e eu tinha que pegar hoje porque o negócio de remédio dado pelo governo. Pode, mas tudo bem. Então vamos lá. Vamos aí. Tranquilo, Marta. Tranquila. Vou sair e vou deixar você aí. Obrigada, querida. Então nós temos hoje, boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs. Desculpo por essa atraso, essa correria. são obstáculos, né, que surgem na vida. Mas hoje nós temos um tema muito interessante. Aliás, todos os temas do Evangelho Rede Vivo são interessantes. Esse de hoje ele é muito importante. Eh, ele se destaca entre os temas importantes, porque nós vamos ver o Estevão, né, o nosso querido Gesel, que ele representa o primeiro márte. do cristianismo. Então, é um assunto, é, é sempre emocionante, é sempre bom eh ver a história desses grandes, esses espíritos que vivenciaram a mensagem do Cristo. Então, nós temos somente dois temas e além desse do Estevo, a

um assunto, é, é sempre emocionante, é sempre bom eh ver a história desses grandes, esses espíritos que vivenciaram a mensagem do Cristo. Então, nós temos somente dois temas e além desse do Estevo, a instituição do sete e a prisão de Estevan. Então vamos passar pro segundo. Nós vamos falar um pouquinho do segundo aqui. Então nós podemos fazer um pequeno resumo que já foi estudado em Atos capítulo sobre a igreja cristã de Jerusalém, né, que os discípulos, os cristãos carinhosamente batizaram, chamaram de a casa do caminho. Então, a primeira igreja cristã, como eles falavam no passado, igreja cristã ou comunidade cristã do planeta, era carinhosamente chamado pelos apóstolos e discípulos de casa do caminho. Então, é por isso que no espiritismo a gente termina falando casa do caminho. Tem até 100 espíritas que tem essa denominação, a casa do caminho. deu a casa do caminho. Eh, resumidamente, ela era uma comunidade voltada para convivência eh pacífica entre os seus membros e uma e um compartilhamento de bens. Quer dizer, como como os apóstolos eram pobres e os Então eles fizeram isso, os discípulos, uns ajudavam mutuamente. Havia um caixa, obviamente para comprar alimentos, para comprar vestimentos e um local que os abrigava que era lá. Então, infelizmente eu pesquisei bastante a respeito disso, mas infelizmente tem uma outra ruína em Jerusalém. que eles acreditam que pode ser onde foi a casa do caminho, mas a casa do caminho era muito pobre, era um lugar muito humilde, então não tinha construções grandes, era, então possivelmente eh não são as ruínas que se encontram hoje. existe lá em Jerusalém, na pesquisa que eu fiz, a igreja do Santo Sepulcro, também chamada da ressurreição, que eles supõem supõe toda a suposição a indícios que foi no local, se não foi no local, foi próximo local onde teria ocorrido o sepultamento, a o túmulo de Jesus, que lá eles não sepultavam propriamente dito, mas tudo é hipótese. E então o atos, a casa do caminho tinha essa característica. Havia muitos doentes,

eria ocorrido o sepultamento, a o túmulo de Jesus, que lá eles não sepultavam propriamente dito, mas tudo é hipótese. E então o atos, a casa do caminho tinha essa característica. Havia muitos doentes, havia muitas pessoas necessitadas, doentes do corpo, doentes do espírito. E que era um trabalho incessante, 24 horas trabalhando e abrigando aquelas pessoas. A mediunidade a gente vê que ela que ela se torna mais evidente nessa vivência comunitária. Havia muitas manifestações mediúnicas, seja por parte dos apóstolos propriamente dito, como de alguns discípulos. Havia muitas curas porque havia muitas pessoas doentes e outros e aconteciam outros fenômenos, sobretudo de efeitos físicos. Parece que eu vi que uma pessoa escreveu aí, não sei do do duas, não sei se eu gostaria quem quem é que tá coordenando o chat o chat hoje, hein, Janice? Para ir ou é parece que eu vi o nome apareceu aí ou não foi suposição meu. Que o quê apareceu? Qual? Al, alguém escreveu alguma coisa? Não, não, ainda não. A escreveu, a Gisele escreveu que o livro, né, de grande aprendizado e emoções. É isso. É, é um livro de grande aprendizado. Foi isso. Ah, então tá bom. Eu pensei que tinha uma outrausa. Então o ensino do do do evangelho era assim, a gente como como a gente lê nessa descrição de Atos e Emanuel é um livro que deve ser lido Paulo Estevo. Quem não leu leia, quem quem já leu releia porque é uma complementação. Paulo Estevan. Então o que a gente, a ideia que se tem é que eles tinha muito doente, muitas pessoas necessitadas, era uma, não era pouca gente, era uma multidão de pessoas que vinham de diversos lugares da do próprio Israel, mas da Palestina de uma maneira geral e fora, né, de outros de outros estados, de outros países, da Grécia, da Síria, por ali Ásia menor de uma maneira geral. E a rotina, podemos assim dizer, que a gente imagina quando lê, sobretudo quando vê em Emanuel, é que eles tinham o hábito diário em hora certa de reunir aquela congregação. E os apóstolos pregavam as lições de Jesus, o evangelho ensinavam,

ente imagina quando lê, sobretudo quando vê em Emanuel, é que eles tinham o hábito diário em hora certa de reunir aquela congregação. E os apóstolos pregavam as lições de Jesus, o evangelho ensinavam, falava dos ensinamentos de Jesus. esclarecendo, faziam questão de frisar, de destacar que Jesus era o Messias de Deus que o povo judeu aguardava e que o sacerdote perseguiram e não compreenderam, não aceitaram. Então ele era o Messias de Deus. Então é depois disso, depois dessa pregação, o que que acontecia? havia então a alimentação, seja o café da manhã, o almoço, os hábitos normais e a e o atendimento aos inúmeros necessitários do corpo e da alma. É a ideia que nós temos que quem coordenava, quem administrava a casa do caminho no início era Pedro, que foi quem fundou. Depois, com a perseguição que o apóstolo sofreu, ele teve que fugir de Jerusalém. Então, a administração passou para Thago, filho de Alfeu, porque o Thago maior, irmão de João, ele foi eh assassinado por ordem do governador em uma das perseguições. Então, vamos passar para o segundo. É, são informações para que nos fazem situar como é que era esse imenso trabalho que você fazia ali. Então, essa fundação da primeira comunidade cristã continua ainda em Atos, no capítulo 2. Então, o que que acontece com essa casa do caminho? Ela representa, é o marco dos do primórdios do movimento cristão no mundo. Então, aligue os primórdios. Agora, veja bem, eles não só pregavam, eles ajudavam. Era uma movimentação intensa em Jerusalém. Isso incomodava demais, irritava. Eles foram alvo de inúmeras perseguições, inclusive a de Paulo, que na época eh que chamava Saulo, Saulo de Tarsa, que inclusive foi o principal perseguidor de Estevo, que nós estamos estudando hoje, foi o eh principal perseguidor. Então, com esse início desse movimento cristão, o que que aconteceu? Muitas pessoas eram chamadas, muito dos apóstolos era chamado nas igrejas, nos arredores, naquela cidade de onde aquele povo vinha, Antióquia, em vários lugares da

imento cristão, o que que aconteceu? Muitas pessoas eram chamadas, muito dos apóstolos era chamado nas igrejas, nos arredores, naquela cidade de onde aquele povo vinha, Antióquia, em vários lugares da Ásia Menor, sobretudo. Então foi quando deu início à viagens missionárias, seja dos apóstolos próximo dali da de Jerusalém, com mais distante, como outros apóstolos fizeram, como nós vamos ver aqui na sequência no long ao longo do livro Atos dos Apóstolos, sobretudo de Pedro, de João, tem outros, mas no Atto dos Apóstolos, Lucas se deteve Mais em Pedro e Lucas, em Pedro, desculpa, em Pedro e em Paulo, que mais tarde recebeu o nome essas de Saul de Paulo, Saulo que passou a ser Paulo. Então, essas viagens missionária, eles viajavam com todas as dificuldades para pregar o evangelho de Jesus. Eles eram muito perseguidos. A perseguição era maciça e não era uma perseguição só de xingamento, de implicando, mas de prisão, de espancamento. Então era uma ai morte, como foi o caso do Thago, irmão de João, Thago chamado Boanéges, Thago Maior. Então, o isso com esse desencadeamento dessas perseguições, sobretudo pelos membros do Sinéso, que é uma coisa assim que ainda hoje não tem justificativa, porque esses membros do Sinério eram religiosos que conheciam, vamos dizer assim, a palavra de Deus, que conheciam o Antigo Testamento, as leis de Moisés, dos profetas, inclusive nos 10 mandamentos que falava para não matar, para não perseguir. Então eles, como pensava diferente, eles pensaram que com a morte do Cristo que daria um livro do cristianismo, mas não. Por aí que os que os os apóstolos propriamente ditos eh viveram a mensagem do Cristo. O próximo, por favor, quem é que pode ler, Janice, para nós aí esse texto do Caibá? Tem alguém aí que pode colaborar? O Hélio, sou eu, Martinha. Ah, que bom te ver a pauta da última vez. Muito bom, muito bom participar aqui com você. Alegria e honra. Eu que fico feliz. Fala aí, lê e comenta o que você acha necessário. Tá legal. Então fala aqui o caibuta.

te ver a pauta da última vez. Muito bom, muito bom participar aqui com você. Alegria e honra. Eu que fico feliz. Fala aí, lê e comenta o que você acha necessário. Tá legal. Então fala aqui o caibuta. Enquanto os apóstolos se esforçavam para pôr em prática os preceitos do Senhor, os sacerdotes desnaturam e desvalorizam a obra do cristianismo. Os apóstolos e seus discípulos viviam para a religião, chegando a sacrificar seus bens em benefício da comunidade. sacerdotes viviam da religião, traficando com as coisas santas e sugando o dinheiro dos homens para viverem comodamente, sempre fora da lei do máximo esforço. Isso está no livro Cai Buduto, né, Vida e Atos dos Apóstolos, no capítulo comunidade cristã. É, ele ele aqui faz uma um paralelo, né, entre o que os apóstolos, a que os apóstolos se dedicavam. efetivamente. E o que os sacerdotes faziam? Então, os apóstolos eles doavam, né, repartiam na verdade todos os seus bens com a comunidade e todos viviam de igual modo. O que um comia, o outro comia, se vestiam tudo igual em eh eh em comum, enquanto que os sacerdotes eles usufruíam, né, do das doações da comunidade. Eles viviam da religião. Então, a religião era quem eh eh fazia com que eles tivessem as coisas boas, agradáveis, eh, as roupas, como ainda hoje, né, Martinha, ainda hoje é assim, a gente vê que há muito, muitos dízimos, né, igrejas suntuosas, né, palacetes, verdadeiros palacetes. E os apóstolos, ele pregavam, eles pregavam o, a, a, os ensinamentos de Jesus e pregavam e empregavam, praticavam efetivamente, enquanto que os da religião, né, os sacerdotes apenas pregavam, viviam as expensas, as custas da comunidade, que era totalmente diferente dos apóstolos. E isso gerou eh muitos ciúmes, muita inveja, perseguições, enfim, era isso que que estava acontecendo. Muito bem, Marlus. É isso mesmo. Então, a gente nota que foi daí dessa prática do judaísmo em que os religiosos não precisavam trabalhar, não precisava ter uma profissão, mas eles tinham que se sustentar. Então, a comida, a roupa que

Então, a gente nota que foi daí dessa prática do judaísmo em que os religiosos não precisavam trabalhar, não precisava ter uma profissão, mas eles tinham que se sustentar. Então, a comida, a roupa que vestia, que não era, eles viviam em lugares, em o o sumo sacerdote, sobretudo, ele morava numa espécie de paracete. Não era casinha humilde, não, que nem Jesus, Jesus que não teve nem uma, né, nem um uma casa, nada para encostar a cabeça. Então eles viviam disso. Então tinha não só os dízimos naquela época todas viviam de uma maneira assim ostensivamente eh um impostos cobrando para a igreja. Essa é uma prática que a gente tá falando aqui que é que merece uma reflexão hoje em dia, por exemplo, como não havia naquela época, mas hoje em dia os sacerdotes, sejam de qualquer denominação cristã, não cristãos, do ocidente ou do Oriente, eles são pessoas mais preparadas, inclusive tem faculdades, tem diplomas, né, de de teologia ou é até diplomas. Nós temos eh de sacerdotes e pastores que t diploma de de outras faculdades que não seja a da teologia, mas no entanto eles vivem ainda as expensas dos fiéis do do dos seguidores. Eu não sei. Isso me parece que é uma prática muito antiga que começou no judaísmo, que tem no islamismo e que desenvolveu no cristianismo. Hoje nós temos milhares de igrejas espalhadas pelo mundo e que vivem às custas da comunidade. Então é algo para se refletir, porque essas pessoas deviam trabalhar. ter uma profissão, um horário, alguma coisa para ele se sustentar. Como nós tismo ensina que nós devemos eh ter o nosso trabalho, o nosso ganha pão, mas esse ganha pão nosso, ele ele ele ele não tem nada a ver com a nossa prática espírita. Nós vamos no centro espírita, realizamos nossos trabalhos, mas esse é um trabalho gratuito de amor. Nós não temos nada que fazer a respeito disso. O próximo, então é algo que merece uma reflexão. Eu acho que no futuro, quem sabe, os sacerdotes possam trabalhar, os os, né, esses líderes possa ter um emprego, nem que seja um

azer a respeito disso. O próximo, então é algo que merece uma reflexão. Eu acho que no futuro, quem sabe, os sacerdotes possam trabalhar, os os, né, esses líderes possa ter um emprego, nem que seja um emprego humilde para se sustentar. Aqui nós temos o na primeira parte do estudo do Atos dos Apóstolos, o chamado a constituição dos sete. Os sete foram sete diáconos, né? sete pessoas para ajudar naquela administração. Eu imagino que era uma população imensa ali. Esses diáconos eh deveriam ser pessoas, homens de boa reputação, cheio de Espírito Santo, quer dizer, pessoas bondosas, pessoas que não necessariamente que tivesse o dom mediúnico, mas pessoas que tivessem essa capacidade, essa empatia de relacionar-se com os demais. Eh, deveria ter essa sabedoria, saber relacionar e saber falar, replicar, reproduzir, divulgar o evangelho, explicar e auxiliar a todos ali. Então, eram pilares além dos apóstolos. Esses discípulos que foram instituídos na igreja do caminho, na casa do caminho, eram pessoas que estavam ligados diretamente à administração formada pelos apóstolos. E ao mesmo tempo eles eles fazia a relação com a com a comunidade. Então era um ponto, ele serviu de ponto de intercâmbio para levar até os administradores da casa do caminho, que eram os apóstolos, para as necessidades e as coisas. Vamos ver o próximo. E como é que foi que começou isso? Eu gostaria que um de vocês aí lesse o o Atos capítulo 6 versículo 1. E aí tá a explicação 61 62. É você, né, minha amiga Lenira? Tá sendo uma vovoz, uma vovó do ano. Vovó do ano. Graças a Deus. Linda. Mas vamos lá. Então o Atos, o o versículo 1, né, ele diz pra gente: "Naqueles dias, crescendo o número de discípulos, os judeus de fala grega entre eles queixaram-se dos judeus de fala hebraica, porque suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimento." E ele continua no versículo dois. Então, os 12es convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: "Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para

idas na distribuição diária de alimento." E ele continua no versículo dois. Então, os 12es convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: "Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir as mesas." Então, houve naquele primeiro momento da formação da casa do caminho, houve uma preocupação com o tarefismo e o esquecimento da divulgação da palavra do Cristo. Então, eles ouveram por bem redistribuir aquelas tarefas de modo que como fazendo parte das tarefas sempre tivesse presente os ensinamentos do Cristo. quer dizer, o exemplo vivo, que era o que eles vivenciavam no dia a dia, mas junto com a palavra lembrada por tudo aquilo que o Cristo já tinha deixado com eles naquele tempo que conviveu com eles. Então é uma é um é o que a gente tem que lembrar hoje em dia, né, de fazer de unir essas duas coisas. Não só o proletin não só falar a respeito da da mensagem cristã, mas vivenciá-la. Então hoje a gente se cobra mais por vivenciá-la. naquela época eles vivenciavam demais e falaram assim: "Olha, mas não podemos nos esquecer também de levar a palavra". Então, as duas coisas têm que estar em equilíbrio, né? É, muito obrigado, Lenilda. É isso mesmo. A gente fica pensando, né, como como foi desafiante para aqueles apóstolos. Eles não estavam acostumado a administrar nada. Eles não estavam acostumades. Cada um era pescador, o outro era era publicano, cada um fazendo uma atividade. Mas de repente eles tiveram que uma congregação grande que não era pequena, pelo menos pelo que se descreve, eh mais de 1000 pessoas, qu segundo Atos, três a 4.000 que que se converteram para criar a casa do Caminho. Mesmo que fosse a metade disso, ter alimento, ter distribuição, ter que eh divulgar o evangelho, eles foi um aprendizado que ele intenso, vamos dizer assim, não foi um aprendizado para longos anos. Então, começou a haver reclamação. O que é é importante destacar aqui em termos histórico cultural é que Jerusalém os judeus, aliás, os judeus que era de Jerusalém, de Israel, de

ado para longos anos. Então, começou a haver reclamação. O que é é importante destacar aqui em termos histórico cultural é que Jerusalém os judeus, aliás, os judeus que era de Jerusalém, de Israel, de Israel, os judeus que eram dali, eles eram assim espo de elitizados. Então eles olhavam rabo de olho assim, com certa indiferência e crítica aos judeus de outros países fora de Israel. Então para eles, os judeus mesmo, era aqueles que viviam em Israel e falava língua hebraica. aqueles que falava grego ou outras línguas eram judeus, mas não era tão judeus como com eles. Não havia a esse tipo de competição, essa e o judeu de Israel era elite. Então aqui tem uma queixa, aparece essa queixa que alguns autores acha que e foi de propósito, que os apóstolos faziam tudo para ninguém ficar abandonado. Então os gregos, você vê, coloca que era os de fala grega, os judeus que era fora de Israel, que as viúvas não estava sendo atendido. Imediatamente Pedro e junto com os demais, com os 12, né, reúnem-se e falou: "Não, nós não podemos deixar de levar a palavra de Deus para servir a mesa. Se alguém tá com fome, vai ter que comer. Mas nós não podemos deixar de fazer a palavra de Deus. A palavra de Deus manifestada através do Messias que era Jesus. Então havia além de dessa boa vontade da casa do caminho de agregar tudo, havia esses pequenos desentendimentos e muitos outros problemas por certo. O próximo, por favor. E aqui quem é que vai ler esses esses versículos e ver o que que eles fizeram? Como é que eles resolveram esse problema? Vamos ver. Sou eu que vou ler, Martinha. Então, eh, Atos, o versículo 3 e 4 explica: "Irmãos, escolham entre vocês sete homens de bom testemunho, cheios do espírito e de sabedoria. Passaremos a eles essa tarefa e nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra". Todos concordaram com a proposta dos apóstolos. Então escolheram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e também Felipe, Prócoro, Nicanô, Timon, Pármenas e Nicolau de Antioquia, um não

avra". Todos concordaram com a proposta dos apóstolos. Então escolheram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e também Felipe, Prócoro, Nicanô, Timon, Pármenas e Nicolau de Antioquia, um não judeu que antes tinha se convertido ao judaísmo. Então resolveram delegar tarefas, né, para que não deixasse de falar da palavra do Senhor, mas também não deixasse de assistir a as demandas daquela comunidade, que eram muitas, né? Era de de enfermidades, de alimentação, de vestimenta, o que hoje se faz na assistência e promoção social espírita. Bom, muito obrigada, Marl. Então você nota que era uma coisa imensa e uma coisa que é interessante observar, queridos irmãos e irmãs, foi a descentralização do poder da administração, com a escolha de sete irmãos chamado, pela tradição chamado de diáconos, ajudaria não só na administração junto com o núcleo central dos apóstolos, mas também caberia esses homens que foram escolhidos, que foram eleitos pela comunidade toda, sete para levar a palavra de Deus através o equo evangelho e dedicasse a oração. Quer dizer, olha que coisa, que exemplo que a casa do Caminho nos dá. Mesmo uma comunidade que cuidava do corpo e do espírito, das necessidades materiais e das necessidades espirituais, que eh é nesse primeiro momento eram os apóstolos que que dirigiam o Pedro era o cabeça. Depois surge essa reclamação. Aí que que eles fazem? Vamos dividir as tarefas, mas não só as tarefas materiais de alimento ou mesmo eh levar um consolo, ajudar na na cura de algum doente. Vocês vão também faz se dedicar à oração e a divulgação do evangelho. Então veja como é importante. nos fala muito a fundo, gente, porque numa casa espírita, que é a unidade básica do movimento espírita, nós precisamos descentralizar as tarefa. Ninguém é dono da da tarefa. Nós precisamos descentralizar, formar pessoas, preparar pessoas para agir em todas as instâncias. Então esse é mais um exemplo. E eles escolheram essas pessoas, eles deram quais eram as condições, né? Não era, ah, eu quero ir,

zar, formar pessoas, preparar pessoas para agir em todas as instâncias. Então esse é mais um exemplo. E eles escolheram essas pessoas, eles deram quais eram as condições, né? Não era, ah, eu quero ir, eu quero, eu quero. Não, não era, não. Eram pessoas de bom testemunho, que saber bom testemunho, que testemunhavam, que vivenciavam a mensagem, cheio de espírito e sabedoria, quis eram pessoas de para falar, para ver, porque é um processo de descentralização, de organização que serve que nós aplicamos na nossa casa espírita. O próximo, por favor, aqui nós temos um só umas informações a respeito desses primeiros líderes que surgiram na Casa do Caminho, que a tradição chama de diáconos. Até hoje existe diáconos que são, por exemplo, na na Igreja Católica, o diácono nem não é necessariamente não é um padre, ele ele é religioso, obviamente, mas ele não tem uma formação teológica e ele é auxiliar do padre junto à comunidade. Então ele auxilia o padre, mas ele é um veículo, é o intermediário entre o sacerdote e a comunidade católica. São raras as igrejas católicas que não tm um diácono. A maioria tem, acho que todas elas têm, quase todas elas. Então nós vamos ver com uma breve descrição tirada do Chample no livro Atos dos Apóstolos a respeito desses setes que foram escolhidos, não foram indicado, foram escolhidos pela comunidade. Olha que democracia, gente. Olha que liberalidade. Nós estamos falando de mais de 2000 anos. Então, Estevon, que o nome dele era Gesiel, nós vamos daqui a pouco contar um pouquinho mais da história dele. Ele foi o que se destacava, era uma liderança marcante, dedicado, servidor do evangelho e ele era notável orador. Aliás, o que fez Paulo implicar com ele foi justamente porque ele atraí a multidão, não só da casa do caminho, mas dos arredores todos. E Paulo, que na época se chamava Saulo, estava já era lá do Sinédrio, era membro doutor da lei, começou a estranhar aquela multidão que eu vi aquele expositor, o que era Estevo. Aí chamou a atenção dele, ó, Marta,

na época se chamava Saulo, estava já era lá do Sinédrio, era membro doutor da lei, começou a estranhar aquela multidão que eu vi aquele expositor, o que era Estevo. Aí chamou a atenção dele, ó, Marta, a Gisele, ó, depois ela coloca Estevão, ó, ela escreveu Estevan. A, além de ser muito espiritualizada, era muito inteligente, tinha o conhecimento do Antigo Testamento impressionante. Exatamente, Gisel. Você tem toda a razão, porque ele e ele era um homem muito espiritualizado, era um espírito muito levado. Daqui a pouco a gente vai falar um pouquinho mais da história dele no último item. Ele era um espírito muito levado. Então, quando ele falava, ele não só impregnava as multidões com aqueles ensinamentos, mas ele até curava, ele não tinha, ele curava pela palavra que chegava e as pessoas absorvia aquela mensagem de amor. Então, quando a gente lê o livro é Paulo Estevo, não, o Atos dos Apóstolos e Paulo Estevo junto, a gente vê a descrição de este, a gente se emociona as lágrimas, porque realmente, como a Gisela notou, era um espírito eh que vivenciou a mensagem, foi o primeiro márte e nota-se que Paulo foi o principal autor e executor da prisão e morte de Estevão. Mas depois que Paulo que se eh que Saulo se converteu ao cristianismo, passando a chamar Paulo por orient por sugestão de Lucas, ele Estevo passa a ser o seu protetor que espírito elevado. o seu aquele alg aquele perseguidor que o levou à morte por apedrejamento, a ele se transforma em protetor dele para divulgar a mensagem do Cristo. Isso aqui era espírito elevado. Nós temos também o Felipe, mas não é o Felipe dos daquele do 12 apóstolos. Era um outro Felipe membro do grupo dos 70 discípulos 70 da galha a pena ler Boa nova de Humberto Campos que ele fala sobre isso. E Lucas no capítulo 10 fala sobre Felipe. Ele pregou tanto o evangelho na Samaria, foi pra África, olha as viagens missionárias. E ele não era apóstolo, ele era um discípulo sincero, ele era um dos diáconos. Mas ele foi longe. Ele foi longe pregando o evangelho. Lá ele ergueu uma

a, foi pra África, olha as viagens missionárias. E ele não era apóstolo, ele era um discípulo sincero, ele era um dos diáconos. Mas ele foi longe. Ele foi longe pregando o evangelho. Lá ele ergueu uma igreja cristã e ele viveu nessa região da África até o final dos seus dias. Felipe era casado, tinha quatro filhas e todas elas eram médios, eh, profetas, né, profetizas, que anunciava as coisas futuras. O prócoro teria escrito o livro apóstolo apócrifo, Atos de João. Quem sabe que nós ainda viemos estudar quando terminar o apocalipse continuar com os livros apócrifos. Eu vou fazer essa proposta à direção da febre, quem sabe eles aprovam. Então ele teria escrito esse livro Atos de João. Atos de João. João pode ser o João Batista ou João, eu acredito, João Evangelista. e que ele teria sido um b de Nicomeia indicado por Pedro. Tem é o que a gente sabe dele. Unicanou, Timor, Otimão e Penas. Não temos notícia, não temos notícia, não sabemos nada a respeito disso. Eles devem ter vivido ali na casa do caminho e ajudavam. eram elementos de ligação entre a coordenação e a comunidade. E temos também o Nicolau, um projeto de Antióquia ou Antioquia, eu falo Antióquia, mas pode ser Antioquia. Acredita-se que ele era gentílico. Ele era um converteu-se ao judaísmo e depois converteu-se ao cristianismo. Só informações pra gente se situar aquelas sete pessoas que estariam agora atuando de forma descentralizada na casa do caminho. próximo, por favor. Aí eu quero fazer uma reflexão com a Marlúci, com, vamos ver com quem é, não sei se é a Marlúcia, se também a Lenira, a Lenira, como os discípulos estariam, os discípulos cristãos, gente, não estão falando, estava iniciando, Cristo tinha eh já tinha morrido, o Cristo já tinha feito a aparecer a todos eles. já tinha acendido, já tinha ascendido aos céus, mas os cristãos estariam preparados para essa tarefa de divulgar, cuidados doentes, eu acho até que eles teriam, mas de divulgar a mensagem do Cristo, o que que vocês acham, Lenira, minha amiga, o que que

os cristãos estariam preparados para essa tarefa de divulgar, cuidados doentes, eu acho até que eles teriam, mas de divulgar a mensagem do Cristo, o que que vocês acham, Lenira, minha amiga, o que que você acha que será que nós que estivéssemos naquela situação estaríamos preparado? Eu não sei se a gente estaria preparada, mas acho que quando chega a tarefa significa que a gente tem possibilidade de desenvolver aquele trabalho, né? Então a gente tendo boa vontade, a gente se predispõe ao desafio que nos é colocado, acreditando que a providência divina tá junto com a gente, né? Então eu imagino assim que mesmo que eles não estivessem totalmente preparados, a cada desafio, a cada encontro com o outro, a colocação das palavras, uma coisa vai puxando a outra, a gente vai recebendo inspiração, o apoio espiritual. Então essa preparação ela vai junto com essa caminhada, é junto com a com a vivência, ela vai ocorrendo. Então tem essa leitura aí, você quer fazer pra gente? Ele fala assim: "O número de necessitados que procuravam valer-se da obra assistencial dos discípulos crescia sem cessar, acarretando-lhes cada vez mais trabalhos. O serviço de cada dia consistia não só nas pregações evangélicas, mas distribuição de sopa e alimentos aos pobres, dentre os quais dedicavam especial atenção às viúvas desamparadas. Eu acho que essa vivência junto com essa com a pregação deixava bem claro para eles as palavras do Cristo, porque eles eles colocavam aquilo na prática. Então isso vai ia reforçando o entendimento da mensagem cristã. Pois é, no início, na lá na antes, na sua prece, um pouco antes, e você falou, eu ouvi você falando que onde se se reforça mais, se trabalha mais, a gente dá mais ênfase à vivência, mas você vê naquela época, é como diz o ditado popular, se não tem tu, vai tu mesmo. Então eles tinham que aprender, estavam conver, eram convertidos a maioria, todos eles eram eram convertido, a exceção dos apóstolos. Eles tinham que aprender a mensagem do Cristo e vivenciá-las,

smo. Então eles tinham que aprender, estavam conver, eram convertidos a maioria, todos eles eram eram convertido, a exceção dos apóstolos. Eles tinham que aprender a mensagem do Cristo e vivenciá-las, divulgá-las e vivenciá-las. Você vê que era trabalho triplo, conhecer, divulgar e vivenciar. Isso vivenciando ali era um serviço e inclusive eles destacam no trecho de atos as viúvas, porque naquela época as mulheres, os homens que tinham bens, as mulheres não herdavam. A a elas ficavam pobres, ela vivia mercade. E muitas dela ficava desamparada, ela se transformava em mendingas, pessoas que pedir esmola, porque os bens ia para os filhos ou pros os descendentes da família, o chefe da família. Se o marido tivesse morrido, a elas ficavam sem nada. Então elas viviam por conta da bem de câncer mesmo. Isso é importante destacar o o a gente esse quadro aí você vê que essa imagem aí mostra, eles discutiam muito entre si, eles discutiam, subia em cima da mesa, falavam, porque eles estavam também aprendendo, não é? tava conhecendo a mensagem, tava divulgando a mensagem e estavam vivenciando a mensagem. Nossa, trabalho triplo. E eles amenizavam essas discussões, essas divergências através da oração. É muito interessante esse programa, né, que foi montado para eles ali. Então, pro, obrigada, viu, Lenira? Agora nós vamos entrar no próximo na prisão de Estevo, que é o segundo, a segunda parte do nosso estudo que está em Atos dos Apóstolos, capítulo 6, que nós estamos estudando no versículo 8 a 15. Então aqui o próximo, por favor, chamo, acho que vai ser a mais lúci dessa vez, né? 6.8 e os versículos 8, 9 e 10 para ler e comentar. Minha amiga, tá sem som, sem som, Marlúci, tá, já, já corrigi. Muito bem. Então, vamos lá. O seis, versículo 8. Estevão, um homem muito abençoado por Deus e cheio de poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo. Contudo, levantou-se a oposição dos membros da chamada sinagoga dos libertos, dos judeus de Sirene e de Alexandria, bem como das províncias da

poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo. Contudo, levantou-se a oposição dos membros da chamada sinagoga dos libertos, dos judeus de Sirene e de Alexandria, bem como das províncias da Silícia e da Ásia. Esses homens começaram a discutir com Estevan. Claro, Estevon estava se destacando. Eh, as pessoas provavelmente comentavam os milagres, a palavra eh bem clara e lúcida de Estevon nas pregações. Então, isso começou a criar um ciúme, eh, disputa, inveja entre todos aqueles que viam e ouviam, né, e sabiam das falas de Estevo. Então, era atributos que, com certeza, como Jesus havia eh suscitado isso também, né, pela fala de Jesus, pelos sinais, pelas pregações, o mesmo estava acontecendo com Estevo. Então, naturalmente que iria haver perseguições por conta da inveja e não deu outra. Foi exatamente o que aconteceu posterior a isso, né? O brilho de Estevon, a sabedoria de Estevãon, a amorosidade de Estevão, tudo isso chamava atenção e provocava inveja nas pessoas, né, nesses líderes religiosos. É isso mesmo, Arnus. Eles fazem. Então ele despertou isso. Faz, você vê como é que a prática do bem, né? O exercício do bem, a divulgação do bem mexe com aqueles espíritos muito atrasados, muito imperfeitos, que não que quer que o mal predomina, porque ele só falava coisa boa, só ensinamentos bons. Mas você falou os milagres entre o povo, o que que você entende, interpreta? Será que você podia dar um exemplo? O que que é esse milagre? Porque o espírito de milagre, ele é ele fazia curas também, porque como um dos critérios, né, para os sete escolhidos era que eles estivessem cheios do espírito, né, então ele também fazia esses milagres, ele fazia cura, ele eh aconselhava. Era esses eram os milagres, os sinais que João fala. Maravilhas. Exatamente. Porque para nós espírita, nós temos uma interpretação diferente e nem a gente usa a palavra milagre, entre aspas, né? Porque para a teologia a palavra milagre significa fazer uma coisa que é uma derrogação, como diz Kardec lá em Gênese, derrogação das leis

ferente e nem a gente usa a palavra milagre, entre aspas, né? Porque para a teologia a palavra milagre significa fazer uma coisa que é uma derrogação, como diz Kardec lá em Gênese, derrogação das leis natural. Como é que Deus vai permitir que derrogue as suas leis? Então isso teologicamente falando, tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo também fala, mas para nós milagres é uma coisa assim que a pessoa achava difícil de acontecer. Por exemplo, aqui Jesus curar um paralítico de mais de 40 anos, um cego de nascença. Então ele chamava isso milagre. Então, milagre para o espiritismo no sentido de espírito, é algo que chamava atenção, algo assim que a pessoa já tava até achando que não ia conseguir, uma pessoa que paralítica, que passava a andar, tudo isso aí. Então, é importante para nós saber distinguir que é um sentido figurado. Eh, na verdade era uma intervenção espiritual. Você ia falar alguma coisa? Não, era isso mesmo? Esses milagres eram as curas, algo que para as pessoas era algo extraordinário, além do comum. Então era tido como um milagre, mas como você falou, não derrogava as leis da natureza. Eram situações naturais, só que desconhecidas para muitos até hoje, né? a o verdadeiro sentido. Então, eram as curas, os as o a as questões que as pessoas viam como sobreumano que os os comuns não podiam fazer, né? Exato. Então, a gente vê que era uma ação mediúnica, né? Porque não era só o Estevo, que era o instrumento, o Estevo, os demais era instrumento, mas os espíritos que a da, né, da falange do espírito de verdade, do de Jesus, do Messias, eles tá falando de espírito de verdade mesmo, eles agiam e faziam acontecer essas coisas maravilhosas. Bom, agora, obrigado, Biga. Agora nós temos mais um versículo que é além de temos um comentário aqui, Martin. Aí faz, faz, querida. Ó, é a Gisele de novo. Eh, dona Marta, eh, podemos comparar o trabalho de hoje pelas casas espíritas. A mensagem do evangelho alivia as a alivia as obras sociais eh do pão do pão de cada dia. Do pão de

, é a Gisele de novo. Eh, dona Marta, eh, podemos comparar o trabalho de hoje pelas casas espíritas. A mensagem do evangelho alivia as a alivia as obras sociais eh do pão do pão de cada dia. Do pão de cada dia. Enfim, o pão material, espiritual e emocional. E emocional. Exatamente. Podemos pensar que isso eh, viu, Gisele, eh, é uma ação, é uma das ações, né, a fazer a assistência, o pão de cada dia materialmente, fazer uma beneficência. Hoje, hoje tá publicado no site da FEB, lá naquela coluna que eu tenho, um assunto sobre isso, beneficência e caridade. Beneficência e caridade. Então, quando a gente dá uma roupa, quando a gente dá um pão, uma pessoa que tem fome, uma pessoa que não tá vestida, quando você dá uma cesta básica, é uma beneficência. Isso é bom, porque a pessoa não tá desamparada por você dá um abrigo, mas nós queremos fazer mais. Jesus nos ensinou fazer mais e além. Então, aí vem o o apoio, a assistência, o auxílio espiritual, seja através da prece, seja através da mediunidade, seja do diálogo fraterno, atendimento eh fraterno, que você faz também um auxílio emocional, psicológico. Então é um é levando a palavra, a fé, a esperança, né? Aí nós estamos praticando não só a beneficência, mas a caridade e tudo isso, Gisele, na verdade que os apóstolos, que os discípulos faziam nessa casa do caminho, sobretudo os diáconos, a exemplo de de Estevão, era seguir aquele ensinamento de Jesus que resumia tudo que foi dito no no Antigo Testamento, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Então, como ele falou, né, é nesses dois mandamentos contidas as leis e os profetas. Então, agora voltando aqui ao ao estudo, é muito bom a gente fazer essa reflexão que nós fazemos agora o que foi ensinado. Então, agora nós temos aqui no próximo slide o fechamento do nosso estudo do 15. É Atos 15, em que ele esteve perante, foi condenado, foi não foi levado pelo foi preso, né? Foi levado ao sinétrio e ele foi condenado. Então fala aí para nós quem é que vai ler o 15, o último

do 15. É Atos 15, em que ele esteve perante, foi condenado, foi não foi levado pelo foi preso, né? Foi levado ao sinétrio e ele foi condenado. Então fala aí para nós quem é que vai ler o 15, o último versículo da noite. Eu posso ler então versículo 15. Todos os que estavam sentados no cinédrio tinham os olhos fixos sobre Estevão e viram seu rosto como o rosto de um anjo. Ou seja, todos viram no semblante dele uma pessoa boa, uma pessoa do bem. Então a gente percebe que houve de fato uma trama, como o livro Paulo Estevano nos traz, porque mesmo assim ele foi considerado blasfemmo hier, sendo condenado à morte por apedrejamento. Então eles sentiam alguma coisa e agiram de forma contraditória com com a forma como eles sentiram a presença dele. Ou seja, eles não deram a oportunidade de ouvi-lo de fato. Eles já tinham delineado o destino dele, né? É. Então assim, é é complicado isso, né? Muitas vezes a gente se abre pro que o sentimento, pro que a espiritualidade muitas vezes tá querendo fazer com a gente. Então a gente fala assim, no trabalho assistencial, muitas vezes a gente tem que deixar essa sensibilidade aflorar até para que a providência divina consiga agir através da gente, consiga atuar no em benefício do próximo de fato, né? E fala, exatamente, Lenir, eu te agradeço muito essas considerações, porque a gente vê era uma pessoa do bem, era uma pessoa boa, como você falou, eles tinha como eles no sinedrio, os membros do sinédro viram o seu rosto como se fosse de um anjo, de uma pessoa boa, de uma pessoa pura, elevada, mas eles não tiveram a coragem moral. E mesmo assim mandaram ele, quer dizer, foi foi considerado blasfemia here e condenado à morte, uma morte terrível por apedrejamento. Então a gente percebe como será uma reencarnação de uma pessoa que vê a pessoa vê que era uma pessoa de bem, tal como aconteceu com Cristo, que nada fez, que era bom, que era honesto, que era direito, que estava pregando bem e condena essa pessoa numa morte tão triste. Você vê como é que é a

a pessoa de bem, tal como aconteceu com Cristo, que nada fez, que era bom, que era honesto, que era direito, que estava pregando bem e condena essa pessoa numa morte tão triste. Você vê como é que é a superficialidade da interpretação, porque eles eram doutores da lei, era pessoas que conheciam muito o Antigo Testamento. Então nós é uma reflexão que a gente precisa fazer que muitas aí no mesmo tendo essa informação, eles não tinham se transformado, tanto que optado por fazer o mal. Então tá. Então agora obrigado Lenira querida. Nós vamos falar um pouquinho de Estevo que para chegando ao final do nosso estudo. Martinha, olha que Martinho, olha que colocação excelente do Carlinhos Taiano. Já imaginou se as igrejas ditas cristãs continuassem desde a casa do caminho aos dias atuais com o mesmo objetivo do servir? Com certeza as misérias do mundo seriam muito menores. Toda razão, Carlin. Muito boa colocação. É uma reflexão muito boa. Talvez a gente não existisse, se não conseguíssemos erradicar a pobreza, a miséria, mas pelo menos diminuiria muito. Diminuiria muito. Então o que que tava precisando? É isso que você falou. O que que tava fal que que falta para acabar com essa miséria ou pelo menos reduzi-la essa pobreza que existe no mundo? Não é só no Brasil. Uma amiga minha acabou de chegar dos Estados Unidos, chegou ante três qu dias atrás e ela estava no estado da Pensilvana e porque a fam a filha dela parentes mora lá nos Estados Unidos, ela vai frequentemente aos Estados Unidos e ela diz que nunca viu tantas pessoas de rua, tanta pobreza como ela viu agora nessa viagem a Penilvânia. Mas muitas pessoas, coisa que a gente vê lá em Nova York com aqui, agora você vê como é que está. Então, se nós servíssemos, se nós nos uníssemos atentos à mensagem cristã, a mensagem do evangelho, começar a servir, a gente contribuiria muito para pelo menos amenizar. Muito bem colocado, Carlos. Então agora no próximo vamos falar um pouquinho, lembrar um pouquinho de eh Paulo Estevo, que

ngelho, começar a servir, a gente contribuiria muito para pelo menos amenizar. Muito bem colocado, Carlos. Então agora no próximo vamos falar um pouquinho, lembrar um pouquinho de eh Paulo Estevo, que Emanuel nos traz mais esclarecimento, aprofunda, na verdade, os esclarecimento de Lucas em Atos dos Apóstolos. O nome dele era Jesiel, né? Ele era judeu da tribo de Isaacá. tribo que pertenceu Jacó, filho de Joseb Josedeb. Esse bem é com é com N, Jarete. Então, pai dele tinha esse nome e ele era irmão de Abigail. E veja só, foi noiva de Paulo de Tarço, o seu principal acusador. Você vê como é que as tramas do destino e eh Paulo foi muito apaixonado por Abigail. Ele amava profundamente. Emanuel conta esse momento em que Estevo foi sacrificado, em que ele foi morto por aprendejamento. É uma coisa sublime essa explicação que tá em Paulo e Espevo. A gente se emociona. Ela tinha perdido o irmão quando, porque a história diz que ele foi perseguido, a família dele foi perseguida em Corinto, né, que ele era de Corinto. E lá ele sendo perseguido, resultou na morte do do pai dele. E essa perseguição Esteevo foi condenado a escravo e trabalhar nas galéias. Então ele trabalhava nos navios. naquele naquele trabalho de esforço, mas lá na história dele, eh, a e aion, que era a não, desculpa, Abigail, que era irmã dele, foi levada por uma família, foi adotada por uma família e foi para Jerusalém, nos redores de Jerusalém, na verdade, eles perderam o contacto, um foi condenado, a outra ficou, o pai morreu, ela ficou sozinha. que possivelmente a mãe já estava morta. Então é uma história linda. E só tô lembrando alguns fatos para que vocês peguem os livros e leiam. O livro Paulo Estevele Leio e lá ela e estão nas galés naquele trabalho terrível, pesado, os navios era ela levado pelos braços humanos e a a e entra no navio numa certa altura, em um dos portos, uma grande personalidade romana, um homem que era praticamente embaixador do imperador, o Sérgio. Paulo, ele era um homem muito importante, alta

a e entra no navio numa certa altura, em um dos portos, uma grande personalidade romana, um homem que era praticamente embaixador do imperador, o Sérgio. Paulo, ele era um homem muito importante, alta autoridade e de repente ele fica doente. O o Sérgio Paulo fica doente. Era uma doença infecciosa muito grande. E por que que eu era uma doença não só infecciosa, mas de grande contágio. E o Estevo, mesmo ele escravo e trabalhando, recebendo os açoites, que para acelerar aquela embarcação, recebi açoite, o estímulo, não era só falar a eh vão acelerar o navio, não açoitavam, mas ele era sempre bondoso, aquele espírito de anjo, aquele espírito generoso. Então, na quando ele não estava, terminava o serviço nas galeras, ele orava e as pessoas, ele envolvia as pessoas, os sofredores que estavam com ele em vibrações elevadas. E o chefe, o comandante do navio começou a ver que ele era uma pessoa muito fina, muito educada, muito gentil. Então, quando o representante de César, Sérgio Paulo, do o representante do imperador chega, o que que acontece? Ele fica doente. Uma doença contagiosa, possivelmente ele trouxe o contágio, ele foi isolado num navio, mas tinha que ter alguém para cuidar. Então o comandante lembra nesse momento do Jesiel que era gentil, que era atencioso, que orava. Então, tira ele das galerias e põe ele como enfermeiro desse romano. Acontece, vamos ver no próximo, continuando a história, no próximo slide, acontece que esteve um terminou, o outro curou, ele tratou o outro com muito cuidado, com muita gentileza naquele o jeito dele, mas que era uma pessoa realmente espírito elevado que estava entre nós, um dos mensageiros de Jesus. E ele adoece, ele pega o contágio, fica muito doente. Até ele ficou mais doente que o próprio que o próprio eh o representante César, né? Porque que ele ficou com Sérgio Paulo, era forte, era saudável, bem alimentado. E Steve era um escravo que tava na num trabalho duro, então ele fica muito doente. Mas acontece que o o o Sérgio Paulo, ele ficou muito grato,

om Sérgio Paulo, era forte, era saudável, bem alimentado. E Steve era um escravo que tava na num trabalho duro, então ele fica muito doente. Mas acontece que o o o Sérgio Paulo, ele ficou muito grato, que se não fosse os cuidados de Estevo, ele teria morrido. Então ele quer pagar de alguma maneira, mas ele vê que ele é um condenado, ele não pode libertá-lo. Ele não podia ir contra a lei romana. Então o que que ele faz? Ele combina com o comandante do navio e deixar Estu semimorto nas praias próximo de Jerusalém, onde ele tava passando por ali. Ele deixava ali e ele deu até dinheiro para Estevo, deu algum dinheiro para ele comprar alguma coisa, mas ele tava muito doente. Então ele ele não podia libertá-lo oficialmente. Então Sérgio Paulo falando ao subordinado diz o seguinte: "Isso é um um trechinho que nós tiramos do livro Paulo Estevão eh na no capítulo três, Sérgio Paulo falando aos subordinados depois que ele curou e ele não queria ser ingrato ao Estevão." Então ele falou: "Então, logo alcancemos o porto, levarei Gesel no bote até as margens, pretestando o ensejo de exercício muscular". Então ele ia fingir que ele ia levar o Estevo num bote porque ele tava fazendo um exercício, né? O bote tinha que ser também. Recorremo inventando uma desculpa que ele iria fazer um exercício muscular, que preciso recomeçar porque ele ficou muito doente. Seria aí uma espécie de fisioterapia. Aí então lhe daremos liberdade. Deixava ele livre solto lá. é feito que se me impõe em obediência ao meu princípio. Ele não podia, ele não podia abandonar este ter, mas ele também não podia libertar. Então ele usa desse argumento e deixa ele numa praia semimor com algum dinheiro. O próximo, então ele é deixado na praia, sendo encontrado por um por um assaltante. Gente, a gente lê a história lá, Emanuel, ele foi encontrado nas praias por um assaltante, um homem que chamado Irineu de Crotona. E a Estevan conversou muito com ele, falou com ele. Aí aquele assaltante foi tocado, viu que era uma pessoa boa, que

oi encontrado nas praias por um assaltante, um homem que chamado Irineu de Crotona. E a Estevan conversou muito com ele, falou com ele. Aí aquele assaltante foi tocado, viu que era uma pessoa boa, que a gente vê que essa qualidade de Estevo, de homem bom, de pessoa boa, todos sentiam, porque ele era um espírito e muito elevado, possivelmente até um espírito puro, não sei, segundo a escala espírita que estava reencarnando em missão. Então Estevo, conversou com ele, deu o dinheiro que ele recebeu do Sérgio Paulo, deu para ele. E aí ele, essa pessoa resolveu levá-lo. Quem é que cuida dos doentes? A do idoso, que era cristão, que membro da casa do do caminho chamado Efraim. Então esse explicou a situação que encontrou ele na praia, tal e foi embora. Mas ele foi o veículo que Deus, que Jesus encontrou para que Estevo sobrevivesse, não morresse daquela doença e fosse auxiliado. Esse o Efraim cuidou dele e mais tarde apresentou ele a Pedro e ele contou para Pedro toda a sua história desde Corinto. Então é quando Pedro sugere que como ele foi condenado, escapou do da do da ação romana, foi colocado na praia por um oficial que não podia libertá-lo, mas deu liberdade para ele. Ele estaria escondido, mas ele queria mudar de nome. E agora ele sugeriu a Estev que se passasse a chamar a Jesiel que passasse se chamar Estevão. Então foi aí que Jesiel passou a chamar-se, a denominar-se Estevo. Assim como Sao de Tarso, o seu grande perseguidor que o levou à morte, passou a chamar mais tarde eh Paulo de Taro. Então essa é uma história resumidamente para nós fecharmos o nosso estudo de hoje. Não sei se alguém tem alguma coisa a colocar mais. Tem mar o Gerson Carvalho, ele coloca assim: "Penso que a condenação de Estevon foi porque Saulo era muito influente no Sinédrio e para não contrariá-lo, né, não contrariar o Sinédrio, concordaram em na execução dele, né? É isso sim. Isso é o que ele fala, Paulo que teve uma ação ativa na condenação, ele estava nessa nessa altura. Eh, Paulo já era Saulo já era estava no lugar de

io, concordaram em na execução dele, né? É isso sim. Isso é o que ele fala, Paulo que teve uma ação ativa na condenação, ele estava nessa nessa altura. Eh, Paulo já era Saulo já era estava no lugar de Gamaliel, ele era membro doutor da lei e ele era uma pessoa que convencia a ter pedra. Quando ele abria a boca para falar, ele convencia ter pedra. Tanto que depois da condenação de Estevão, que ele foi na casa do Caminho e fez aquela coisa toda e prendeu gente, fez isso e só não prendeu Tiago, mas prendeu João, prendeu, prendeu Pedro, prendeu todo mundo. Depois desses dois fatos que ele foi a Damasco, para ir perseguir os cristãos. nessa na indo para Damasco, na estrada de Damasco, o Senhor Jesus apareceu a ele e ele se converteu ao cristianismo. Verdade. Mas tem mais uma aqui, Marta, ó. Fala aí. Pode falar. a Márcia Coelho. Eh, muitos, como Pilatos, lavaram as mãos diante dos mártires dos primeiros cristãos por covardia, por interesses eh mundanos, por falta de empatia, por falta de amor. De amor. Isso mesmo, Márcia. Isso mesmo. Então, a gente vê que às vezes a gente tá diante de uma prova, a gente diante de uma decisão, como que essas essas as nossas escolhas, o nosso livra, essa liberdade pode marcar o nosso destino às vezes numa numa mesma encarnação ou em própria ou em próximas encarnações. deles tivesse um pouquinho de amor, pinguinho de amor, bem pequenininho, eles daria lá uma surra, como eu tinha um hábito de bater, dar uma surra e como aconteceu com Pilato, ele não condenaria a morte porque a condenação à morte, em outras palavras, significa vão significa vamos nos livrar do problema. E não livrava. Eles acumularam mais problemas sobre a sua própria cabeça. Então é isso aí, meus irmãos. O fazemos o fechamento, o próximo slide, lembrando de Estevo como exemplo de servo e Marte. Muito obrigada, foi uma alegria estar aqui com você. Reli esse romance de Emânia nessa parte e fiquei muito emocionada e muito tocada. Muito obrigado, Martinha. Vamos chamar a Lenira e também a Marlúci, o Hélio que

, foi uma alegria estar aqui com você. Reli esse romance de Emânia nessa parte e fiquei muito emocionada e muito tocada. Muito obrigado, Martinha. Vamos chamar a Lenira e também a Marlúci, o Hélio que tá aí também, se ele quiser aparecer para ficar conosco. Excelente, viu, Marta? Ah, nós falamos de todos os comentários aqui do chat, né? Então, o pessoal tá grato pela pelo nosso estudo de hoje, né? Então vocês temos temos ainda tempo para conversarmos, discutirmos mais alguma coisa. Eu acho que aqui a gente tá estudando Atos dos Apóstolos, mas assim, a obra Paulo Estevão é a verdadeira obra, né, que a gente fala assim, o estudo que a gente deve fazer, porque ela toca mais ao nosso coração pelos detalhes, pela riqueza da forma como é colocada, como o Emano coloca os sentimentos que estão envolvendo cada personagem nessa construção. E isso é a nossa vida, né? A nossa vida é uma construção de sentimentos. Então que a gente, para quem não leu, leia. É um livro para assusta alguns pelo volume dele, mas é um um livro que nos conquista. Acaba muito rápido. Ele é grande, mas acaba muito rápido porque a gente não para de ler. Verdade. A impress eu eu ouso eu ouso afirmar, sempre falo isso, que emân é coautor do ato dos apóstolos, que tem hora que ele continua a ideia de Exatamente. Lucas termina aqui, ele vai continuando. Então eu falo em eu acho que você é o é o qual tor junto com Lucas, viu? Medos dos. É verdade. A Gisele também coloca, ó, Lenira, sobre o livro, né? Quando li Paulo Estevon, eh, me transportava na história e parecia que eu estava vivenciando. E é verdade. Verdade. É. É, muito bonito. Eu não tenho dúvida disso. Ô, Marta, tem uma novidade belíssima. Ano que vem a Comissão Regional Centro vai ser lá em Pedro Leopoldo, na no lugar lá, lá na fazenda modelo. É uma conspiração favorável dos deuses, né? Para que a gente se encontre lá nesse lugar onde o Chico escreveu, né? Ele ficou e viveu e nasceu, né? É. É. Ah, que beleza. Então, foi, é muito bonito. Foi uma, ficou entre Pedro Leopoldo e

uses, né? Para que a gente se encontre lá nesse lugar onde o Chico escreveu, né? Ele ficou e viveu e nasceu, né? É. É. Ah, que beleza. Então, foi, é muito bonito. Foi uma, ficou entre Pedro Leopoldo e Uberaba. Eram duas questões, mas se optou por Pedro Leopoldo e aí eu acho que vai ser uma oportunidade bacana a todos nós, porque eu acho que é muito difícil a gente não modificar alguma coisa de ler essa obra, né? Então, aos poucos, a humanidade vai descobrindo isso e quando a gente tiver, como tem agora, né, tantos conflitos, tantas necessidades, voltar esses tempos, poder se reabastecer é uma graça divina, né? Poder se valer. E não é por um acaso que os espíritos dizem, tiver qualquer dificuldade em relação ao centro espírita, etc., volte à Casa do Caminho e vê o que se fazia lá e tenha isso como modelo, né, que eu acho que é fundamental para todos nós. Obrigado aí pelo estudo. É verdade. A gente vê que ainda passado mais de 2000 anos, né, nós estamos no século XX e ainda não temos uma comunidade chamada Casa do Caminho. É, se ainda é um projeto, quer dizer, teve o exemplo que ainda um dia nós vamos chegar lá, né? Com certeza, mas ainda é um projeto a ser concretizado. Carlinho Taiano, né, Marta? naquele comentário do Carlin Stano, né, que se a a comunidade cristã, né, ele se referindo a toda a religião tivesse dado seguimento à aquele objetivo da casa do caminho, sempre, né? Hoje acho que teríamos menos mal entre nós, sabe? Mais muito mais bem, sabe? Eu eu acho que no na regeneração, na hora que o tiver ocorrido bem essa peneira, essa peneiração de separar, né, aqueles que não estão realmente querendo a melhoria e ser levada, encaminhados a a renascer em outros mundos. E eu acho que no iní é uma no início da regeneração, uma das primeiras coisas vai ser essa, aprender acabar com essas misérias, porque gente não se justifica a quantidade de crianças de a gente é de partir o coração. Criança jovem que não tem absolutamente nada, vive nas ruas. É muito triste isso. Quer dizer, eh

ssas misérias, porque gente não se justifica a quantidade de crianças de a gente é de partir o coração. Criança jovem que não tem absolutamente nada, vive nas ruas. É muito triste isso. Quer dizer, eh eh não há uma injustiça social. Então nós vamos, acho que no início da regeneração, essas questões fundamentais vão ser resolvidas, vão ser equacionadas. Acho que a gente tem bons exemplos também, né? A gente tem, por exemplo, a mansão do caminho com Divald. É, é o que a Gisele Teresa Baralde trouxe, ó. Temos a mansão do caminho. A mansão do caminho que é um modelo é um modelo muito forte, muito bom, mas eu acho que vai nascer várias, tava falando em termos de comunidade universal, nascendo várias comunidades. Eh, eu tive hospedada na manção do caminho por uma semana, quando antes de escrever aquele livro da mediunidade, Fenômeno de Miranda. Mas gente, você não sabe quem é que tá que é trabalhador, quem é que tá recebendo o auxílio, porque é uma comunidade, eu sempre falava com Divaldo, a mansão do caminho para mim é uma colônia espiritual na no nosso plano físico. É admirável, tem problemas, tem dificuldade, tem mil desafios, mas é é uma beleza aquilo ali. Então é um exemplo que poderá ser repartido, quem sabe pelas federativa, pelas casas espíritas e pelas igrejas, pela população de maneira geral. É, a Márcia Coelho também fala que em Juiz de Fora, onde ela está, né, temos a Casa do Caminho fundada pela Isabel Salomão. Salomão, conhecido. Isso é com trabalhos muito ativos. Pois é. São pequ. Eu conheci dona Isabel. Então é é isso. Tá nascendo essas sementes em vários lugares até que um dia nós vamos ter um mundo mais melhorado. Mas você vê, a gente conta nem Jas de Fora, na Bahia. Eu não tô, não sei se o Hélio, se é Marlú, seis, porque tem várias pequenas comunidades que fazem esse trabalho, né? Várias creches, vários asilos. né? Tem várias iniciativas nesse sentido. É que o exemplo do Divaldo, ele integrou tudo, né? Desde quando a criança, desde a gravidez da mãe, da

fazem esse trabalho, né? Várias creches, vários asilos. né? Tem várias iniciativas nesse sentido. É que o exemplo do Divaldo, ele integrou tudo, né? Desde quando a criança, desde a gravidez da mãe, da necessidade que ela tem, a educação, até a preparação da do jovem para o trabalho, ele conseguiu fazer uma interligação que é um exemplo para todos nós. Dizer, a gente tem pequenas fatias isoladas, mas esse trabalho integrado, ele nos deu o exemplo dessa possibilidade. Isso é possível fazer. É possível porque o que vejo é o seguinte, tem várias casas de idosos, várias inclusive de iniciativa espírita, casa idosa assistida por espírita, atendimento à criança de iniciativa espírita. Mas a gente vê assim que são isolados, meus filhos, a a família espírita, nós vamos atender lá. não integra como aconteceu na mansão, que você não sabe às vezes quem é quem é trabalhador, quem é que é assistido porque tão tão é essa integração que acho que falta hoje, como havia na Casa do Caminho, né, lá no passado que eles juntavam, haviam. Então é, hoje nós temos muitas creches, muitas coisas, é um benefício, é, e muito e precisamos, mas essa integração é que tá faltando. É, o Carlinho Taianos coloca, ó, com certeza temos casas do caminho espalhadas pelo planeta, mas penso que ainda é um pouco tímido, né? É, eu também acho. Também acho. Também acho. Ainda quer fazer um comentário. Eu queria comentar o que a Marta lembrou. Bem lembrado, né? Hoje eu li um artigo sobre Eusébio de Cesareia, que foi um bispo lá pelos anos 236, 300 depois de Cristo. E ele escreve sobre Lucas e falando do acerto, né, da perfeição, da correlação e de que devia ser alguém muito inteligente e muito capaz para escrever, citando a continuidade do Evangelho de Lucas com os Atos dos Apóstolos, como ele disse. muita coisa para falar. E aí ele, de uma certa forma, eu fiquei muito feliz porque eu não tenho dúvidas também, né? E alguém, vamos se dizer assim, que não conviveu com o Cristo, alguém que recolheu eh e soube, né, de alguma

E aí ele, de uma certa forma, eu fiquei muito feliz porque eu não tenho dúvidas também, né? E alguém, vamos se dizer assim, que não conviveu com o Cristo, alguém que recolheu eh e soube, né, de alguma forma, então, possivelmente essa conexão com Emanuel ocorra e porque são muito lindos os textos e muito nos aproximam dessa verdade aí. Muito feliz com isso. Eh, Hélio, amigos, eu também concordo com esse ponto de vista aí que Lucas fez um resumo da obra, vamos dizer assim, uma sinopse. E Emanuel fez a obra completa, ele deu os detalhes, ele fez todo o enredo dos Atos dos Apóstolos, realmente, eh, todos os detalhes, os complementos que a gente fica realmente encantado. E a gente se encanta com a narrativa de Lucas, né? Imagine com os detalhamentos que Emanda trouxe para nós. E também concordo com a Martinha. Eu acho que a regeneração é sim a casa do caminho em ação, como se diz, em espírito e verdade, né? Com certeza será assim. Eu conheci um centro espírita em Belo Horizonte, na periferia de Belo Horizonte. E lá agora conversando, eu lembrei. E lá eu vi isso, eu vi esse trabalho de integração. A criança, eh, filha do trabalhador, ela estava na evangelização junto com o filho do assistido. Então, a pessoa, o adulto, o assistido que estava estudando, por exemplo, o Evangelho, estava estudando um dos livros, o Eade, o ESD, o ESD é o mais comum, estava junto com trabalhador da casa, estudando, matriculado juntos, então não havia diferença porque ele era pobre, porque ele era assistido daquele que Então eu achei essa ideia muito muito interessante. Fui lá fazer um seminário sobre o passe daqui do do livro e nós vimos, eu vi essa comunidade periferia que eu fiquei encantada, que eu fiquei encantada dessa integração da casa do caminho. Então nó aí vai começando a espalhar essas células até que a gente forme um corpo maior integrando. É, o pessoal tá falando do Paulo Estevo, que é emocionante, o Jair Roberto, a Gisele fala também aqui da aqui em São Paulo, né, tem a casa espírita seara

é que a gente forme um corpo maior integrando. É, o pessoal tá falando do Paulo Estevo, que é emocionante, o Jair Roberto, a Gisele fala também aqui da aqui em São Paulo, né, tem a casa espírita seara bendita, né, e temos o Lar Meimei, né, São Paulo. Então são sementes, né, Mart são sementes que ainda estão eh salpicadas pelo nosso mundo, pelo planeta, né? E a gente eh espera que as raízes dessa semente vão se encontrando debaixo da terra e vão se entelaçando, né, se comunicando, né, é um desejo, né, e criaremos assim uma um vasto um um vamos dizer assim, benefício, né, para todos nós que vivemos na no planeta tão lindo que é o planeta Terra. E nós estamos então chegando no final. Nossa hora, né, tá terminando aqui. Eh, foi maravilhoso o nosso estudo. Agradecemos a todos que participaram aqui no chat ativamente. Muito obrigada. E vou convidar Marlú para fazer a nossa prece e depois a gente volta aqui. Não vão embora, tá gente? Lúci contigo. Então, resta nos agradecer. ao mestre Jesus pelos ensinamentos, pelos exemplos, pela assistência que continua a colocar a cada um de nós pela inspiração do trabalho fraterno. agradecer aos amigos da Casa do Caminho que ainda hoje reverbera por toda a humanidade o trabalho de amor, de amparo, de esclarecimento e de consolo. agradecer a Estevão, a Paulo, a todos aqueles que nos primeiros momentos trouxeram para nós a fidelidade a Jesus e que hoje devemos dar continuidade a essa fidelidade a Jesus e a Kardec, considerando que trouxe Jesus de volta em espírito e verdade. agradecer aos amigos da atualidade, a nossa querida Marta, que trouxe também para nós a facilidade do estudo rediv vivo, de compreender melhor os ensinamentos de Jesus, de extrair o espírito da letra e trazer Jesus para o nosso coração, senti-lo dentro de nós, mas depois ter a coragem e a descência de vivenciá-lo, tirar do coração para fora na vivência com os dois planos da vida. Obrigado, mestre querido. E aqui te rogamos por todo o nosso planeta, que mais cedo do

is ter a coragem e a descência de vivenciá-lo, tirar do coração para fora na vivência com os dois planos da vida. Obrigado, mestre querido. E aqui te rogamos por todo o nosso planeta, que mais cedo do que imaginemos possamos transformá-lo na casa do caminho planetário, a fim de que juntos sejamos um, como falou João. Obrigado, Senhor, pela oportunidade de estarmos aqui vivenciando, discutindo, refletindo, sentindo os teus ensinamentos. Quçá a nossa oportunidade de redenção seja de fato colocar as mãos na charrua, as mãos no trabalho, a fim de que colaboremos na obra do Senhor. Obrigado, mestre querido, e fica conosco, Senhor, em nossos pensamentos, palavras e ações sempre. Gratidão, Senhor. Gratidão, Marlúci. Vamos retornando todo mundo, chamar o Hugo também, nossa equipe querida. Martinha. Isso. Cadê o Guinho? Ah, lá tá aí. Obrigado, Hugo, pela técnica para nos conduzir, né, nesse estudo maravilhoso. Nossa equipe maravilhosa. Marta, agradecemos. É sempre um conforto muito grande, uma emoção muito grande ter você aqui no nosso no nosso evangelho, facilitando o nosso estudo. E como Marlúcio mesmo falou, né, agradecendo, né, a essa a essa coordenação do Evangelho Rede Vivo, trazendo pra gente esse estudo maravilhoso, né, dispondo para semeando, semeando, Marta, né, semeando nesse nesse mundo todo aí que a gente já sabe que já está no exterior, né, muitas equipes e é gratificante estar aqui, né? Muito obrigado, gente. Obrigada a todos. Eu queria eu queria pedir desculpa porque eu foi uma correria porque o hospital normalmente ele avisa com 24 horas que eu tenho que pegar o remédio. É um controle governamental sobre os centros ecológicos muito rígido. Eu não posso pegar nem ontem o remédio chegou lá, mas eu não posso pegar ontem nem amanhã. É naquele dia que é na hora que falam, né, Mar? C. E geralmente as o pessoal lá da farmácia, do hospital avisa, manda uma mensagem avisando, olha o medicamento chegou, a senhora vem pegar amanhã, tal. Mas não avisou. Quando eles lembraram, ou talvez

. E geralmente as o pessoal lá da farmácia, do hospital avisa, manda uma mensagem avisando, olha o medicamento chegou, a senhora vem pegar amanhã, tal. Mas não avisou. Quando eles lembraram, ou talvez eu vou contar, menina, eles me ligaram, eu tava, eu saí correndo menino, sai daqui, era mais ou menos umas 5:30, era só para pegar o remo, tem que assinar, tem que fazer aquele negócio seguro, tal. Pegamos lu Mas o trânsito, né? Eu rezei tanto, mas olha, Marta, foi muito bom, Marta. Não, não, não teve tr Mas deu tudo certo. Eu falei assim: "Jesus tá entrega você nas suas mãos". Tá certo? Mas foi muito bom o nosso estudo, né? E pessoal, agradecidos que estamos. Segunda-feira nós estaremos aqui, né, também com o nosso estudo do Evangelho Rede Vivo mais uma vez e contando com a presença de vocês, todos vocês. Um beijo no coração e até mais. Até mais. Um beijo. Muito obrigada. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. É, independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez,

gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.

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