#07 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos

FEBtv Brasil 20/05/2025 (há 11 meses) 1:34:26 282 visualizações

"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...

Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo, um programa de estudo continuado eh de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. Nós estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos. Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, a luz da doutrina espírita. Sejam todos bem-vindos. já tá ouvendo a nossa sala, né? A, a Nilzete, o José Maralves, a Márcia Coelha, a Glácia Araújo, Marlene Tax, todo esse pessoal sempre com a gente, a Gisele, né, Barald, o Eduardo. Então, olha, o até o Eduardo falou, os atos valem mais que as palavras. Então, estamos vendo Atos dos Apóstolos e para dar início ao nosso programa de hoje, né, que está sendo oferecido pelo Facebook da FEB Oficial, da FEB TV e também do YouTube da FEB Lives, né, nós vamos convidar a Marlúci para fazer a nossa prece e a leitura. Seja bem-vinda, Marluci, viu? Obrigada, gente. Para o nosso programa de hoje. Muito bem. Alegria enorme estarmos aqui juntos com esse pessoal tão querido que nos acompanha, né, já há tanto tempo aqui vibrando conosco no estudo de hoje. Uma alegria muito grande. Então vamos à nossa leitura de hoje que está no livro Pão Nosso, eh, psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel e está no capítulo 172, intitulado a nossa leitura que despertas. De sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro quando passasse cobrisse alguns deles. Está em Atos, capítulo 5, versículo 15. E Emanuel faz o seguinte comentário a respeito desse versículo: "O conquistador de glórias sanguinolentas espalha terror e ruína por onde passa". O político astucioso semeia a desconfiança e a dúvida. O juiz parcial acorda o medo destrutivo. O revoltado espalha nuvens de veneno sutil. O maledicente injeta disposições malignas nos ouvintes, provocando o verbo desvairado. O caluniador estende fios de treva nacenda que trilha. O preguiçoso adormece as energias daquele

de veneno sutil. O maledicente injeta disposições malignas nos ouvintes, provocando o verbo desvairado. O caluniador estende fios de treva nacenda que trilha. O preguiçoso adormece as energias daquele que encontra, inoculando-lhes fluidos entorpescentes. O mentiroso deixa perturbação e insegurança ao redor dos próprios passos. O galhofeiro com a simples presença inspira e encoraja histórias hilariantes. Todos nós, através dos pensamentos, das palavras e dos atos, criamos a criamos a atmosfera particular que nos identifica aos olhos alheios. A sombra de Simão Pedro, que aceitara o Cristo e a ele se consagrara, era disputada pelos sofredores e doentes que encontravam nela esperança e alívio, reconforto e alegria. Muitas vezes, nas lutas do discípulo sincero do Evangelho, a maioria dos afeiçoados não lhe entende os propósitos. Os amigos desertam, os familiares cedem a sombra e a ignorância. Entretanto, basta que ele se refugie no santuário da própria vida, emitindo as energias benéficas do amor e da compreensão, para que se mova na direção de mais alto o lugar em que se demora com os seus. A prece, per te percida de inquietação e angústia, não pode distanciar-se dos gritos desordenados de quem prefere a aflição e se entrega à imprudência. Mas a oração tecida de harmonia e confiança é força, imprimindo direção à búsola da fé viva, recompondo a paisagem em que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior. Então, com esse comentário de Emanuel, vamos fazer a nossa prece, assim conforme diz Emanuel, tecida de harmonia. e de vibração positiva e elevando o nosso pensamento a Jesus, visualizando a sua figura meiga, suave, a nos envolver nesse instante, penetrando em nosso lar, porque estamos unidos e reunidos em seu nome. Com certeza ele está presente. que possamos ver, sentir o mestre querido pertinho de nós, afagando os nossos cabelos, visualizando todos os nossos entes queridos em nosso lar, observando o nosso coração e juntinho do Senhor, abraçados ao Senhor Jesus,

ntir o mestre querido pertinho de nós, afagando os nossos cabelos, visualizando todos os nossos entes queridos em nosso lar, observando o nosso coração e juntinho do Senhor, abraçados ao Senhor Jesus, digamos assim: "Ó Mestre querido, Quanta aflição haveremos ainda de padecer, Senhor. Quantas dificuldades haveremos de superar com as tuas benesses, com a tua presença amiga, com o teu amor, com a tua assistência. Mas para isso, Senhor, ajuda-nos a entrarmos em sintonia com o Teu coração, a entrarmos em sintonia com os teus atos e através da oração simples, mas sincera, através da oração, às vezes inarticulada, sem palavra alguma, apenas o sentimento, e pequenas palavras a dizer Assim, eis-me aqui, Senhor. Ajuda-me. Ajuda-nos a recuperar a nossa confiança em nós, mas sobretudo a confiança irrestrita em Deus. Sabemos, Senhor, que muitas vezes nos comportamos como o pai daquele daquela criança obsidiada ou lunática, conforme os Evangelhos, onde Jesus pergunta: "Você crê que eu possa curá-lo?" E o Pai na sua aflição e na sua dor diz: "Eu creio, Senhor, ajuda a minha incredulidade." Muitas vezes, mestre querido, assim nos comportamos, nós cremos, nós sabemos, mas às vezes nos falta a chama da esperança verdadeira, a chama da confiança irrestrita em Deus, nosso pai, que nunca, absolutamente nunca nos abandona. Nós, Senhor, apenas muitas vezes esquecemos o endereço do nosso pai e aí a nossa fé bruxa ele. Por isso, Senhor, nesse instante em que estamos aqui reunidos em Teu nome, nesse instante em que te encontras com cada um de nós, envolvendo-nos com o teu amor e com a tua assistência, nós te pedimos, ajuda-nos a aprender a orar cada vez mais com a prece sincera, mas harmoniosa, partida do coração. Por isso te pedimos, abençoa-nos a nós, os teus irmãos menores inferiores. Abençoa a cada um dos nossos familiares nesse instante junto a nós. abençoa a família humana, que é a humanidade inteira, e que juntos possamos elevar a nossa vibração, melhorando a psicosfera do nosso planeta, porque melhorando a nossa

res nesse instante junto a nós. abençoa a família humana, que é a humanidade inteira, e que juntos possamos elevar a nossa vibração, melhorando a psicosfera do nosso planeta, porque melhorando a nossa própria psicosfera, atrairemos para nós a assist a a assistência bendita da tua falange de luz. Gratidão, mestre querido, por tudo que recebemos e pelo que ainda haveremos de receber na misericórdia e no amor de Deus. Gratidão, Senhor. Permanece conosco, Mestre, em nossos pensamentos, palavras e ações, hoje, amanhã e sempre. Gratidão, Senhor. Gratidão, Marlúci. Linda prece. Obrigada. vibrações 1000. Então, queridos, dando continuidade ao nosso estudo, né, Carlinho Taiano, oi Carlinho Taiano, Neusa Santos, a Sandra, a Marcela Esteves, a Glicenita, Fátima Soares, Marlene, que eu já tinha falado, né? Então, sejam todos bem-vindos. Nós hoje dando seguimento, vamos ver o tema sete do livro Atos dos Apóstolos. que que é o capítulo 5 do livro, A fraude de Ananias e de Zafira, Safira, quadro de conjunto, prisão e libertação miraculosa dos apóstolos. Isso está em Atos, capítulo 5, versículos de 1 a 21. Vamos interpretar, vamos conhecer, meditar, sentir e vivenciar sobretudo o evangelho de Jesus. E para isso nós vamos convidar o nosso facilitador da noite de hoje, que é o Max Lânil Super Max. Seja bem-vindo, Max. Saudade, viu? Obrigado, Janis. Muito obrigado. Sejamos todos nós muito bem-vindos a essa oportunidade de estudo, né, que é maravilhosa. Todos nós que encontramos aqui temos o privilégio de tratar esse esse assunto do evangelho com uma qualidade de profundidade que é nunca antes nós vimos no estudo de um Evangelho. Então é uma bção estar aqui. Com certeza. Hoje nós vamos falar, né, né, falar de um tema que Lucas escreveu e que nós vamos ter que examinar com cuidado, porque nós vamos falar de um contato de duas pessoas com Pedro e vai decorrer daí situações insólitas, pelo menos isso podemos dizer. Então, nós vamos utilizar aí o nosso roteiro e vamos lembrar que nós vamos dividir esse tema, eh, que

o de duas pessoas com Pedro e vai decorrer daí situações insólitas, pelo menos isso podemos dizer. Então, nós vamos utilizar aí o nosso roteiro e vamos lembrar que nós vamos dividir esse tema, eh, que aqui na verdade tá, o tema não está correto, nós vamos dividir em duas duas fontes de estudo propriamente ditas, a fraude de Ananias e a prisão e a libertação miraculosa dos apóstolos. Isso que nós vamos estudar tá contido numa no nosso capítulo 5 do Atos e obviamente nós vamos do versículo 1 ao 25 hoje, né? E é isso que nós gostaríamos de trabalhar aqui agora. Então, vamos lembrar que esse item está inserido na parte um do nosso estudo. É sempre bom a gente rememorar isso. E lá tem uma frase bastante interessante para nossas paraas nossas reflexões sempre que abrimos o livro, né? Acima de tudo, cultivai com todo o amor o amor muto. Com todo o ardor, o amor múto, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Primeira carta de Pedro, né? E hoje nós vamos ter Pedro como personagem principal de nosso estudo. E nossa parte um, nós estamos tratando da igreja de Jerusalém, que nós já aprendemos a chamar de Casa do Caminho no começo. E o tema sete que hoje nós estamos tratando, ele trata da fraude de Ananias Safira e obviamente a libertação miraculosa dos apóstolos, como falamos. Então, esses dois assuntos, como está lá no nosso texto, nós vamos trazer aqui para fique bem marcado, e o primeiro repórter hipocrisia, cobiça e mentiras. Então, nós vamos tratar esses três temas e a repercussão disso, que, infelizmente, apesar de passaros quase 2000 anos, estão presentes nas relações sociais dos dias de hoje. O segundo assunto que nós vamos tratar é quando Lucas faz referência à prisão dos apóstolos. Lucas, porque foi Lucas, né, gente, que escreveu ato dos apóstolos. Vamos lembrar que quando ele estava com Paulo, Paulo pediu a ele que registrassem os atos que os apóstolos vinham fazendo desde a partida de Jesus para que não se perdesse. E magistralmente Lucas fez isso. Então, nós vamos fazer aqui também

Paulo, Paulo pediu a ele que registrassem os atos que os apóstolos vinham fazendo desde a partida de Jesus para que não se perdesse. E magistralmente Lucas fez isso. Então, nós vamos fazer aqui também esse tratamento dos apóstolos e pela segunda vez, sem nomear quais dentre os 12 foram presos por ordem dos saduceus. Nós não vamos saber quais são os apóstolos foram presos. Mas foram presos e nós vamos ver que eles foram obviamente libertados de uma forma também insólita para dizer menos. Então vamos pegar agora esse conjunto, né? O primeiro tema que nós vamos tratar é a fraude de Ananias e de Safira, o quadro conjunto disso. Então o texto evangélico diz isso, ó. Vamos ler na íntegra. Eu peço sempre licença para fazer isso, porque é importante a gente não perder nenhuma das das características desse texto, né? Tá aqui. Entretanto, certo homem chamado Ananias com sua mulher safira vendeu uma propriedade, mas com a conveniência da esposa, reteve parte do preço. Levando depois uma parte, depositou aos pés dos apóstolos. Disse-lhes então Pedro: "Ananias, por que encheu Satanás o teu coração para mentires ao Espírito Santo? retendo parte do preço do terreno, porventura, mantendo-o, ou não permaneceria teu? E vendido, não disporias o dinheiro à vontade. Por que, pois, concebeste em teu coração este projeto? Não foi a homens que mentistes, mas a Deus. Ao ouvir estas palavras, Ananias caiu e expirou. E um grande temor sobreveio a todos os que disto ouviram falar. Os jovens acorrendo, envolveram o corpo e o retiraram, dando-lhe sepultura. Passou-se um intervalo de cerca de 3 horas. Sua esposa, nada sabendo o que sucedera. Entrou. Pedro interpelou-a. Dize-me, foi por tal preço que vendeste o terreno? E ela lhe ela respondeu: "Sim, por tal preço", retucou-lhe Pedro, Pedro, por que vos puseste de acordo para tentardes o espírito do Senhor? Eis a porta do aos pés do que sepultaram teu marido, eles levarão também a ti? No momento, no mesmo instante, ela caiu e seus pés, a seus pés e asirou. Os jovens

o para tentardes o espírito do Senhor? Eis a porta do aos pés do que sepultaram teu marido, eles levarão também a ti? No momento, no mesmo instante, ela caiu e seus pés, a seus pés e asirou. Os jovens que entravam de volta encontraram-na morta, levaram-na e a enterraram junto a seu marido. Sobreveio então grande temor à igreja inteira e a todos os que tiveram notícia destes fatos. pelas mãos dos apóstolos, continua relatando Lucas, faziam-se numerosos sinais e prodígios no meio do povo. Então, apesar do acontecido, eles continuavam trabalhando. Costumavam estar todos juntos de comum acordo no pórtico de Salomão, e nenhum dos outros ousava juntar-se a eles, embora o povo os engrandecesse. Mais e mais aderiam ao Senhor pela fé multidões de homens e de mulheres, a ponto de levarem os doentes até para as ruas, colocando-os sobre os leitos em marcas e em marcas, para que ao passar Pedro, ao menos sua sombra, cobrisse algum deles. Também das cidades vizinhas de Jerusalém acorria a multidão, trazendo enfermos e atormentados por espíritos impuros. os quais eram todos curados. Então, nós vamos iniciar aqui tratando esse caso Ananias e Safira. É importante a gente observar que, como dissemos, não é uma coisa muito comum, né? A gente tem um caso aqui de eh um encontro de Pedro com esses dois, um a cada um ao seu tempo, e as coisas realmente saíram como a gente viu, né, com o óbito de ambos. Então vamos primeiro comentar dizer que o caso de Ananis Safis é chocante, como falamos, ele não é comum quando se considera a morte abrupta deles, né? Mesmo em que se pese o comportamento hipócrita do casal. Lucas não fornece informações posteriores a respeito das mortes, de forma que algumas indagações permanecem sem respostas. Então, não vamos ter todas as respostas aqui hoje. Eliseu Rigonate, que é um estudioso do Espiritismo, que esteve encarnado entre nós e já voltou pro plano espiritual, ele escreveu algumas obras, dentre elas uma obra que particularmente me apetece muito, que se chama o Evangelho dos

oso do Espiritismo, que esteve encarnado entre nós e já voltou pro plano espiritual, ele escreveu algumas obras, dentre elas uma obra que particularmente me apetece muito, que se chama o Evangelho dos Humildes. E ele manifesta sobre esse assunto. Vai dizer o Lucas, o Eliseu, que o episódio de Ananias e Safira é bem significativo e cheio de excelentes ensinamentos. Entusiasmado pela obra assistencial que os discípulos desenvolviam, o casal resolve ajudá-los com o produto da venda de um campo que possuía. Realizam a venda e, uma vez da posse do dinheiro, arrependem-se e já não levam aos discípulos o total recebido, mas apenas uma parte. Pedro recebe a intuição de que eles não estavam sendo sinceros e adverte-os de que assim agindo sediam as sugestões das trevas. Querendo fugir a responsabilidade que assumiram, enganariam os homens, mas não a Deus. É o caso de muitas pessoas que hipócritamente vivem duas vidas. uma diante dos homens, aparentemente austera moralizada, e outra as escondidas, satisfazendo os seus instintos inferiores. Uma multidão de testemunhas invisíveis, os espíritos desencarnado, os espreita e na primeira oportunidade os desmascara. Antes de passar esse comentário adiante, gente, é importante a gente perceber que Paulo irá dizer isso na sua carta. que nós estamos rodeados por uma nuvem de testemunhas. Deixamos, deixemos de todo o embaraço. O que significa isso? Que o que se passa em nosso mundo íntimo pelo pensamento, os nossos sentimentos mais recônditos, eles podem ser acessados como imagens ou mesmo como clareza pelo mundo espiritual com o qual nos afinizamos. E aí quando a gente tem ideias que não são ideias de edificarem os corações, mas ideias contraditórias, ideias que corrompem a alma, nós vamos nos associar naturalmente com essa nuvem de testemunhas que se compatibilizam com essas ideias que estão adequadas a elas. E aí aqueles que querem nos apanhar em condição de problemas, que nos espreita, como usou a expressão o rigonat, eles se aproveitam disso para nos desmascarar e

ssas ideias que estão adequadas a elas. E aí aqueles que querem nos apanhar em condição de problemas, que nos espreita, como usou a expressão o rigonat, eles se aproveitam disso para nos desmascarar e nos ridicularizar diante da multidão que nos apresentamos aqui na Terra. Então, muito cuidado com o que vai no nosso mundo íntimo, porque o nosso mundo íntimo é lido, é visto e pode ser revelado para o mundo externo a que nos afeiçoamos. O comportamento de Ananias e Safira foi lamentável. É, infelizmente ainda é ocorrência persistente na sociedade. Aqui nós temos que lembrar, apesar de passaros todos esses anos, a gente teve contato com o evangelho ao longo desses anos todos. Ainda há muitos de nós na sociedade humana que temos comportamentos muito semelhantes e alguns até piores. Esses dois, esse casal agiu de mafé e mentiram, porque o que fizeram foram mentir. A palavra mentir é forte, mas foi o que eles fizeram. Entretanto, certo homem chamado Ananias vai repetir o texto que tá lá, né? Mas com a conveniência da esposa, reteve o preço, reteve parte do preço, ou seja, tinham, como disse agora o Rigonate, ah, inicialmente uma boa intenção de vender e passar tudo paraa igreja. Eles não eram obrigados a fazer isso, foi uma motivação íntima, mas se arrependem e vem numa intenção de querer reteru a parte do que tinham vendido. Eles não precisavam fazer isso na essência. Eles poderiam perfeitamente ter utilizado da verdade e dito: "Olha, nós vendemos o terreno, mas nós vamos precisar da metade do dinheiro, nós não vamos passar tudo, não." Mas não tomaram essa decisão. E nós vamos entender porque que eles não tomaram essa decisão daqui um pouquinho. Como nós em nossas próprias vidas, né, poderíamos ter certas situações que nós não teríamos necessidade de ocultar a verdade às vezes omitindo. Nós poderíamos ser francos, abertos, sem que isso cause malestar a nós mesmos, porque a verdade será mais cedo ou mais tarde sempre descoberta. Não tenhamos dúvida disso. Ainda lá no nosso Novo

tindo. Nós poderíamos ser francos, abertos, sem que isso cause malestar a nós mesmos, porque a verdade será mais cedo ou mais tarde sempre descoberta. Não tenhamos dúvida disso. Ainda lá no nosso Novo Testamento, o Champlin faz uma interpretação interessante que a gente acabou de dizer agora. Não havia nenhuma compulsão sobre a primitiva comunidade cristã que forçasse os seus membros a venderem suas propriedades. Ainda que isso vinha sendo feito, as pessoas espontaneamente vinham fazendo isso e algumas influenciavam outras. É claro que aquele que já estava no discipulado de Jesus com sinceridade, ele para ele o valor material das coisas já não era de mesma significância que fora anteriormente ao conhecer Jesus. Então aqui era uma situação que realmente tinha uma influência dos demais, mas ninguém era constrangido, ninguém era compelido, ninguém era obrigado a vender para poder dar a igreja. Cada um fazia conforme a sua própria consciência, a sua própria condição. Então, obviamente, por que que esse casal buscou o caminho diferente? Eles poderiam ter feito isso de maneira distinta. O certo, a gente sabe, é que o casal, por ignorância ou por fraqueza de caráter, nós não conhecemos. Lucas não dá detalhes. Não sabemos nem nos cabe emitir qualquer julgamento. Então é importante. Não julgueis para não ser julgados. Será que nós naquela mesma ocasião não faríamos o mesmo ou até pior? Qual de nós é capaz de avaliar? Que também era o pensamento de Pedro como está registrado, obviamente. E aí a passagem de novo pra gente lembrar. E Pedro usou o termo Satanás, que é obviamente a influência do mal sobre os nossos corações invigilantes. Por isso que Jesus disse: "Vigiai e orai." Então, se me vem aquela ideia, poxa, eu tinha uma ideia inicial boa, vender e contribuir para que essa igreja nascente formasse uma igreja fortalecida para que Jesus permanecesse na terra. Se isso nasceu em mim de uma forma pura, quando eu comecei a ter a insinuação, mas Max, vende a metade, rapaz. você vai precisar de

ormasse uma igreja fortalecida para que Jesus permanecesse na terra. Se isso nasceu em mim de uma forma pura, quando eu comecei a ter a insinuação, mas Max, vende a metade, rapaz. você vai precisar de dinheiro para poder viver. Veja só, por que que você tem que fazer isso? E você dá guarida a essas ideias que são insinuadas pelo mundo espiritual, mas que entram em ressonância com a nossa intimidade. Por isso demos guarida. É o momento em que Jesus nos ensinou a não deixar isso acontecer quando ele disse: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação". Esses dois não fizeram isso. eles entrarem em tentação com essas ideias que eram ideias que contra, vamos dizer assim, contrapunham ao verdadeiro objetivo da obra, que era de desprender-se dos bens materiais, loar-se completamente, não só os bens materiais, mas doar-se inclusive no seu tempo tudo que era o que os verdadeiros seguidores de Jesus vinham fazendo, mas eles não conseguiram e conceberam no coração o projeto que Pedro chamou de projeto. projeto do demônio. Outra interpretação que Shamplin faz, que é um estudioso do evangelho estadudine. Ele é o americano, né? Que nós precisamos lembrar que são sempre importantes para agregar o nosso trabalho. Nós não nos restringimos aqui ao estudo só das obras espíritas. Todo o estudo sério, todo esp estudo que vai na espiritual, no lado espiritual do evangelho, nós obviamente nos nos utilizamos deles com muita honra e com muita alegria de saber que eles existem. Então ele diz, entretanto, aquele casal de hipócritas, porque eles foram hipócritas naquela situação, desejavam possuir a glória e o prestígio. Então, que é uma interpretação do Champlin, gente, é preciso tomar cuidado nisso, porque ele tá chegando nessa análise de que eles queriam parecer eh em relação aos demais daquela igreja nascente, pessoas que tivessem mais prestígio, que doou uma quantidade grande, que fizeram grande sacrifício, sacrifício aqui aspas, como se já tivessem dado tudo quanto lhes pertencia, quando na

reja nascente, pessoas que tivessem mais prestígio, que doou uma quantidade grande, que fizeram grande sacrifício, sacrifício aqui aspas, como se já tivessem dado tudo quanto lhes pertencia, quando na realidade haviam doado apenas uma parte disso. Gente, é interessante esse comentário dele, porque na igreja que surgiu logo depois que Jesus eh nos deixou lá pro terceiro, quarto século, quando ela se tornou a igreja do estado romano, passou-se ter um processo que foi ia permanece até os dias de hoje, que são as contribuições que são suscitadas pelo pároco e as pessoas que estão ali naquela assembleia que são conhecidas, elas fazem as doações e essas doações ficam conhecidas pelos demais. Então, cria como se fosse uma competição para esses que querem aparecer, que querem, como se diz, ter o prestígio de ter falado: "Olha, ele doou tanto". Eles fazem um esforço tremendo para doar mais do que o fulano, do que o beltrano e aí aparecer. Muito cuidado essa doação. Vamos lembrar quando Jesus fala da do óbvulo da viúva. Muitos davam muito e a viúva dava muito pouquinho e de forma apagada. O que dela dava lhe faltaria. E mesmo assim Jesus afirma que ela foi quem realmente foi reconhecida pelo pai. Os demais não não fazia nenhum esforço, nenhum sacrifício para dar para doar. E é isso que nós estamos falando. Esse casal queria aparecer o que não verdadeiramente faziam ou eram o que queriam, portanto, eram esconder justamente o fato de estarem dando apenas uma parte, pretendendo parecer que estavam dando tudo, a fim de que fossem tidos por recomendáveis por motivos da sua generosidade. caso tivessem dado apenas uma parte, não ocultando o fato, ninguém teria nenhuma objeção, mas temiam ser menos considerados que o sacrifícios de outros companheiros, né, que empanassem um brilho da sua doação, queriam toda a glória possível, embora não tivesse o desejo de pagar o preço para tanto. Então, essa é uma interpretação do porquer isso, qual foi a razão deles terem agido desta maneira, qual é a

ão, queriam toda a glória possível, embora não tivesse o desejo de pagar o preço para tanto. Então, essa é uma interpretação do porquer isso, qual foi a razão deles terem agido desta maneira, qual é a interpretação correta? Nós não sabemos porque, obviamente, as informações fornecidas em Atos dos Apóstolos permitem apenas algumas inferências. Mas Emânio vai nos dar, e é isso que é importante, extrair dessa faixa de entendimento, o sentido profundo, o sentido espiritual, independentemente das interpretações que possam vir depois ou que tenham vindo antes. Não importa. importa é o que nós vamos extrair dessa letra, o sentido profundo. Eu vai fazer um comentário maravilhoso sobre a mentira, gente, que nós f prestar muita atenção porque é delicado. dizendo assim: "Mentira não é ato de guardar a verdade para o momento oportuno, porquanto essa atitude mental, olha, pessoas que mentem com frequência tem uma atitude mental que ela vem acumulando às vezes encarnações sequenciadas. Ela tá tão viciada em mentir que ela vai ter problemas quando falar a verdade, porque as pessoas vão ter muita dificuldade de acreditar que ela está falando a verdade. E é uma atitude mental, como ele usou a expressão, atitude mental, porque tá guardado lá e por isso é um vício que precisa ser modificado. E ele diz, se justifica na própria lição do Senhor, que recomendava aos discípulos não atirassem atirassem a esmo a semente bendita dos seus ensinos de amor. E ele vai dizer: "A mentira é ação capciosa, aquela ação assim que a pessoa faz tudo silenciosamente, de forma astuciosa para poder enganar, que visa o ao proveito imediato de si mesmo, portanto, nasce do nosso famoso egoísmo que está em evidência nele, em detrimento dos interesses alheios em sua afeição legítima e sagrada. deveria ser o inverso, deveria fazer todo o esforço para que tudo que ele falasse fosse em benefício de muitos. E essa atitude mental adverte, Emânio aqui nós grifamos particularmente amarelo para nos chamar atenção. Essa

, deveria fazer todo o esforço para que tudo que ele falasse fosse em benefício de muitos. E essa atitude mental adverte, Emânio aqui nós grifamos particularmente amarelo para nos chamar atenção. Essa atitude mental da criatura é mano que tá falando, gente, não sou eu. das mais que mais humilham a personalidade humana, retardando por todos os modos a evolução divina do espírito, retardando por todos os modos a evolução divina do espírito. Jesus já tinha nos alertado sobre isso, minha amiga e meu amigo, seja o seu falar, sim, sim, não, não, porque tudo que foge disso procede do mal. Jesus nos afirmou isso. Então, gente, a pessoa vai dizer assim: "Ai, Marcos, uma mentirinha pequenininha." Não existe mentirinha pequenininha, mentira, mentira grandona. É claro que você às vezes não deve falar a verdade naquele momento, mas não deve fazer o oposto, falar mentira para poder aquele momento ser amparado por suas palavras. Não. Aquele momento às vezes requer um silêncio, não há o que falar. Quantas vezes nas passagens com o nosso amigo e querido irmão Chico, nosso grande benfeitor, quantas vezes faziam-se perguntas aos espíritos e o que eles recebiam silêncio de resposta. Por quê? porque não estavam prontos para receber aquela resposta, pois não a suportariam, não estavam com aquela estrutura psíquica preparada para comportar a resposta que viria. Então, o silêncio é muitas vezes a melhor resposta em muitas questões cruciais de nossas vidas. Mas atenção, a mentira é uma atitude mental perigosa que retarda o nosso progresso. Bom, vamos falar um pouquinho de imperfeições dos espíritos, porque a mentira destaca claramente uma imperfeição do espírito. Porque o texto de Atos dos Apóstolos que nós estamos analisando nos faz perceber o quanto ainda somos espíritos imperfeitos. E aqui não é só o nosso casal objeto do estudo aqui, não. Qualquer um de nós que se olhar intimamente, semejo, sem esconder, como se fosse outro olhando para si próprio, para outro que não tem do que se ocultar, irá perceber que tem

jeto do estudo aqui, não. Qualquer um de nós que se olhar intimamente, semejo, sem esconder, como se fosse outro olhando para si próprio, para outro que não tem do que se ocultar, irá perceber que tem pontos bons, mas que tem pontos que precisa melhorar. Então, a imperfeição é inerente ao mundo de expiações e provas que nós habitamos. Não tem como ser diferente. O problema é não seguir aquele conselho dos espíritos. Conheça-te a ti mesmo. Ou seja, vamos olhar para dentro de nós e perceber o que precisa ser melhorado e nos esforçarmos muito para domar essas más tendências que ainda em nosso íntimo. A despeito das boas intenções que alimentam nossos nossos anseios de progresso espiritual, nósamos trazemos essas imperfeições que precisam ser corrigidas. As causas das atuais aflições estão diretamente relacionadas às imperfeições que trazemos no íntimo do ser, as quais se manifestam quando menos respiramos, tal como aconteceu a Ananias e Safira. Então, é importante a gente perceber que tudo que a gente sustenta intimamente, que a gente repete, que a gente tem como hábito de fazer, elas vão ter reflexões lá na frente, lei de causa e efeito. O que nós vamos colher será resultado do que nós estamos nutrindo agora, do que nós estamos estabelecendo como nosso modo de viver. Se nós nos esforçarmos para sair do modo de viver que não convém mais pro novo modo de viver, que é o que Jesus nos nos legou como ensino, nós estaremos mudando o roteiro do nosso destino. Nosso reflexo futuro será de uma encarnação, de uma existência muito mais pacificada. Allan Kardec faz comentário sobre isso para nós. Diz ele: "A quem, portanto, deve o homem responsabilizar por todas essas aflições senão a si mesmo? está lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, amigas e amigos, e pode ser depois consultado. O homem, pois em grande número de casos, é o causador de seus próprios infortúnios, mas em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade acusar a sorte, a providência, a chance

m, pois em grande número de casos, é o causador de seus próprios infortúnios, mas em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade acusar a sorte, a providência, a chance desfavorável, a má estrela. Quando sua má estrela está na sua própria incúria, no seu descuido. Os males dessa natureza fornecem seguramente um notável contingente nas vicitudes da vida. O homem, olha o recado, olha a lição, olha a preciosidade que vem nessa frase de Allan Kardec, minha amiga e meu amigo, o homem as evitará. Então, não precisamos estar sofrendo o reflexo do passado, mas nós evitaremos quando trabalharmos pelo nosso aprimoramento moral, tanto quanto o faz pelo seu melhoramento intelectual. O dia que a sociedade envidar os mesmos esforços para educar moralmente a si mesma, nós teremos a modificação completa dos resultados em pouquíssimo tempo evolutivo. Se os pais que hoje não deixam de modo algum de colocar seus filhos na escola convencional, se derem conta de que os seus filhos precisam de escolas de evangelho e com o mesmo esforço, com o mesmo ardor que fazem para colocar seus filhos nas escolas convencionais do mundo, fizerem para colocar seus filhos nas escolas do evangelho, esse mundo se transformará por si próprio. Porque as pessoas, desde pequenininhos, aprenderão a discernir o bem do mal, sem peixo, sem compromissos, com um passado tortuoso, com preconceitos ou coisas que o valham. Por isso, Kardec disse bem claro, aprimoramento moral. E não se faz isso sem o esforço íntimo, sem o conhecimento prévio. Bom, o que nós vamos concluir aqui é o seguinte. No final das contas, as ações de Ananias e Safira prejudicaram apenas eles próprios, que não souberam naquele momento administrar as próprias tendências inferiores. Vamos lembrar de Kardec. Reconhece o verdadeiro espírita como verdadeiro cristão, porque ambos são a mesma coisa, diz Kardec, pelo esforço que faz para domarem as má tendências. As má tendências são as nossas tendências inferiores. E esse casal não se esforçou

o verdadeiro cristão, porque ambos são a mesma coisa, diz Kardec, pelo esforço que faz para domarem as má tendências. As má tendências são as nossas tendências inferiores. E esse casal não se esforçou para tal. A Joana de Anjes, ela afirma a esse respeito uma coisa interessante. Ela diz assim: "Essa tendência perturbadora para fazer-se o que não se deve em detrimento daquilo que é o correto e ideal, ela remanece, ela vem lá, ela tá presa em nós ainda, é o homem velho, é o atavismo, ela remanece em nós com efeito das experiências primevas do processo evolutivo. Se você olhar lá no passado, quando nós éramos ainda criaturas que éramos nômades, não tínhamos casa, ainda tinhamos, nós tínhamos um problema seríssimo que era sobreviver. Nós tínhamos que comer, nós tínhamos que socorrer-nos com a inteligência que estava nascendo em nós contra os ataques das feras. Nós éramos pasto de animais selvagens e nós tínhamos que ser aquelas tipos de pessoas que pensassem em nós. É natural que fosse assim, do contrário, não viveríamos. o que ela tá dizendo, experiências primevas do processo evolutivo que ainda continuam repercutindo em nós, apesar de já não mais precisarmos disso. Mas como isso foi tão marcante, muitos de nós têm dificuldade para livrar desse passado primevo e construir o futuro novo que precisamos alimentar em nós. E a Jana de Anes vai continuar nos dizendo, né, que à medida que o espírito se liberta dos impulsos iniciais, dos instintos, que a gente carrega muito forte em nós ainda e desenvolve a inteligência que nós começamos lá no homem primitivo, consegue, olha só a importância do compreender, consegue entender quais os valores que enriquecem. Quando você consegue compreender, quando você consegue saber das coisas, você consegue discernir. Então você seleciona os conteúdos segundo uma raciocínio, uma lógica segura. Daí porque em espiritismo nós dizemos com Kardec, a nossa fé precisa ser raciocinada. Ou seja, a nossa certeza absoluta, inalterável em Deus, que é a fé, ela precisa ser

raciocínio, uma lógica segura. Daí porque em espiritismo nós dizemos com Kardec, a nossa fé precisa ser raciocinada. Ou seja, a nossa certeza absoluta, inalterável em Deus, que é a fé, ela precisa ser raciocinada. Nós temos que saber porque que é assim, porque que é assado. Compreendendo isso, uma vez que isso faça parte da nossa parte interna do nosso ser, nunca mais a fé se abala. Nunca mais nós deixamos nos deixamosnos titubeiar nas situações que a vida vai nos colocar à frente. Por quê? Porque é uma segurança íntima que foi construída pelo raciocínio primeiro para depois ser transferida pro sentimento e aquilo ser parte inerente da criatura. É um processo evolutivo. Então, ninguém se assuste ou se incomode se ainda não é portador. É natural que seja assim. Gradativamente nós vamos portar isso com a medida que nós vamos avançando. E aí, obviamente, vamos eleger de forma que o mal que está existente em nós vai se transformando em bem. é uma transformação e que o induzirá sempre a maior crescimento no rumo da plenitude que aspira. Por isso que a quem tem mais, mais será dado. Então essa criatura que aspira o bem e mais bem ele consegue, mais bem ele vai conseguindo e assim avança na direção da perfectibilidade. Desse modo, o mal, informa ensina a nossa Joana, é relativo e faz parte dos mecanismos existenciais, faz parte da vida, sendo, portanto, uma experiência iluminativa, a princípio grotesca lá na animalidade e agressiva, transformando-se em reminiscência, uma herança, um atavismo que sempre adverte no momento da decisão qual o caminho a percorrer. Em razão disso, minha amiga, informa Joana, costuma-se dizer que muitas vezes um mal transforma-se em um grande bem, caso o indivíduo possa dele retirar a melhor parte, aquela que lhe proporcione satisfação e sabedoria. Então aqui é muito importante a gente perceber que o mal ele vai ser transformado em bem. Não é que você vai eliminar o mal. O mal é uma energia e essa energia precisa ser transubstanciada para o lado oposto em

é muito importante a gente perceber que o mal ele vai ser transformado em bem. Não é que você vai eliminar o mal. O mal é uma energia e essa energia precisa ser transubstanciada para o lado oposto em que ela tá sendo utilizada. Agora vem um ponto clássico, muito difícil de tratar, que é por que esses dois morreram. Como é que alguém cai e morre diante de um Pedro falando daquele jeito que ele falou? E é importante que morre um, 3 horas depois morre o outro nas mesmas condições, segundo relata Lucas. Bom, após a admoestação de Pedro a Ananias, foi realmente uma chamada de atenção clara, Lucas registra uma ocorrência surpreendente e trágica. Então, a gente sabe o que que aconteceu. Eles saíram e, obviamente, eles vieram para uma morte súbita, para uma morte repentina. Elas foram mortes súbitas e surpreendentes e abrem espaço para muitas especulações. Então, de novo, vamos entrar no campo da interpretação. E interpretação não significa que a interpretação está completa, que a interpretação é aquela e nós temos que tomar cuidado ao analisá-las para não tomarmos aquilo como produto acabado e ali nos apoiarmos de forma infantil. Eliseu vai fazer uma interpretação que também nós vamos ter dúvidas, mas é uma interpretação que vai servir para nossas orientações. Ele vai dizer assim: "Não vamos nem de leve supor que o apóstolo fulminasse o casal". Pedro vai morra, meu filho. Não é isso que aconteceu. Emissário do bem que Pedro era, jamais lhe passa pela cabeça prejudicar Nanias e sua mulher. simplesmente os admoesta, os chama atenção, os chama a realidade. O casal compreendeu que cometera uma falta e mordido de remorço de interpretação de Eliseu Rigonat e pela acusação de sua consciência e pela vergonha não resiste a e desencarna de súbito a morte súbita. Estes casos de desencarnação repentino não são raros. De fato, não são. Eles acontecem. Uma pessoa recebe uma notícia e daquela notícia ela tem uma morte súbita. Quantas pessoas diante de uma desgraça, como ele vai dizer, de uma

repentino não são raros. De fato, não são. Eles acontecem. Uma pessoa recebe uma notícia e daquela notícia ela tem uma morte súbita. Quantas pessoas diante de uma desgraça, como ele vai dizer, de uma fatalidade, uma dor moral, sem forças para resistir o choque, desencarnam sem intervenção de quem quer que seja? Então, uma hipótese é que foi tão grande o choque que eles tiveram intimamente que tiveram a morte súbita que poderia acontecer numa outra situação semelhante. Mas o interessante é que acontece dupla situação e em dupla similaridade. E aí fica assim: "Poxa, os dois tiveram morte súbita também pela mesma situação. É uma é uma probabilidade, amigas e amigos. A interpretação, portanto, é respeitável, nós admitimos. Entretanto, nós não podemos, e aqui nós chamamos atenção, amigas e amigos, nós não podemos afirmar se efetivamente a desencarnação do casal se deu pelos motivos que o nosso Eliseu Rigonate alegou. Até porque Lucas não fornece detalhes. Ele acrescenta apenas que os jovens entraram de volta, encontraram morto. Então não tem informação que subsidie isso. Mas eu quero chamar a atenção e quando estava me preparando para para trazer essas notícias do Atos Apóstolos aqui para estudarmos juntos, eu pedi ao meu benfeitor para me inspirar sobre essa questão que a mim ainda também comporta uma dificuldade de compreensão. E ele me fez lembrar aquela passagem de Jesus com aquele rapaz que disse: "Bom mestre, que preciso fazer para herdar a vida eterna?" E aí Jesus vai dizer aquilo que nós já conhecemos. O rapaz não vai querer vender tudo e dar aos pobres e segui-lo e vai embora. Numa obra que foi publicada por psicografia posterior, informa-se, isso não me falha a memória, foi pelas mãos do nosso querido Divaldo, que aquele rapaz no dia seguinte tinha uma corrida de bigas. Biga era uma carruagem que era tipo aquela esportiva que eles usavam nos circos para competirem. E esse rapaz era muito bom nisso. Ele era muito preparado. Mas acontece que naquele dia, naquela competição, tem um

carruagem que era tipo aquela esportiva que eles usavam nos circos para competirem. E esse rapaz era muito bom nisso. Ele era muito preparado. Mas acontece que naquele dia, naquela competição, tem um acidente e o rapaz desencarna. O rapaz não quis ceder os seus bens para os pobres e seguir Jesus. Não teve força espiritual para tal. Mas a situação posterior, que não foi Jesus que o amoldou, levou de forma constrangedora a doar os seus bens, independentemente da sua ação pessoal. Ele teve que largar tudo e voltar pro mundo espiritual. Essa situação comquanto guarde um paralelo não exato, ela permite nós compreendermos que talvez para aquele casal que talvez venha a ser um casal que mais tarde será muito importante pro evangelho, que nós não conhecemos a história deles, seria melhor retirar-se da vida e entrar no mundo espiritual para refletir os seus passos e voltar depois com uma outra posição mental, com a outra atitude mental que os fizessem realmente seguidores de Jesus. De novo, nós não sabemos, são interpretações. O fato é que quando nós negamos a dar o que já é da nossa responsabilidade espiritual, dar nós estamos correndo o risco de termos o que nós não quis dar de modo próprio, ser retirado de nós, a força, entre aspas. Bom, vamos ver a repercussão que essas mortes tiveram, porque elas tiveram uma repercussão significativa para aqueles que souberam do acontecido. Ela foi ampla, a gente vê na relato que ela foi ampla. O que seria esperado como registro Atos, né? A gente vai obviamente pular aqui. Esse registro que faz, que eles levaram temor, etc., não fez com que os trabalhos dos apóstolos tivessem menor aceitação. Aquilo não causou temor, ai se eu mentir agora eu vou morrer. Não, aquilo simplesmente foi um choque que causou em algumas pessoas que com certeza se lá estivéssemos seria uma advertência que nos preocuparia intimamente. Provavelmente se lá estivéssemos nós faríamos a reflexão íntima. Será que eu não tenho me comportado como esse casal? Será que eu não tenho sido o

eria uma advertência que nos preocuparia intimamente. Provavelmente se lá estivéssemos nós faríamos a reflexão íntima. Será que eu não tenho me comportado como esse casal? Será que eu não tenho sido o Ananias? uma safira. E aí nós teríamos a condição de repensar pela experiência do outro que conosco poderia tá passando no mundo íntimo. Então essa repercussão, além de ser externa, ela tem uma repercussão interna para aqueles que souberam aproveitar aquela experiência. Bom, aí vai falar também, como a gente vai ver, né, que o número significativo de pessoas iam, continuavam, realizavam curas, não parou por causa disso. As pessoas continuaram procurando. Então, Pedro e a sua, o seu discipulado, as pessoas que seguiam Jesus, que eram discípulos como ele, eles faziam cura, gente. Eles já estavam fazendo como Jesus, ou pelo menos na mesma linha de Jesus, curando. Tanto é que a sombra dele já era até buscada. E essas curas, a gente na doutrina espírita tem uma explicação sobre elas, tanto quanto temos também os casos das pessoas que tinham problemas de ordem obsessiva. Então vamos ver primeiro as curas, causa essencial das doenças. A doutrina espírita, todos nós que já somos eh adeptos da doutrina espírita, que professamos e exposamos essa doutrina abençoada, sabemos que as doenças resultam de ações lesivas. Presta atenção na palavra. Lesivas em relação o quê? Em relação às leis divinas cometidas pelo espírito no passado, na encarnação passada, quando a gente não consegue explicar a causa atual, ou no presente, as quais passam a ser registradas nos perespíritos. Esse é o ponto fundamental. É magnetismo. É igual a atração da limalha de ferro pro íã. Uma vez feito, seja o bem, seja o mal, impregna em você e não sai até que você faça a completa depuração. Como o perespírito está em íntimo contato com o corpo físico, quando você encarna o molde físico do perespírito, que é o corpo orgânico, ele vai literalmente reproduzir as imperfeições, as doenças, as enfermidades, ou seja, as corrupções que

com o corpo físico, quando você encarna o molde físico do perespírito, que é o corpo orgânico, ele vai literalmente reproduzir as imperfeições, as doenças, as enfermidades, ou seja, as corrupções que causamos em nós mesmos, que tá registrado no perespírito. E isso transfere-se para o corpo físico na hora aprasada. Às vezes vai acontecer depois dos 40 anos, às vezes vai acontecer no nascimento, segundo as necessidades evolutivas de cada um. E hora que isso acontece, nós vamos ter manifestado em nós os problemas que a vida está aí nos ensinando às mansas. A doença da verdade, por isso é processo de cura. Por quê? Porque tá purgando, tá fazendo uma purga daquilo que tá no perespírito para o corpo. É como se fosse um carvãozinho fazendo assim a chupando a sujeiras que tá lá no per espírito e dando a vazão no corpo físico. Portanto, o corpo físico é um benefício para a alma no sentido de poder purgá-la. E essa limpeza, né, ela acontece ao longo de um tempo necessário para que a criatura entre em harmonia consigo mesma e com Deus. Portanto, a cura, mediúnica ou não, indica que as causas geradoras da enfermidade foram eliminadas. Se não fosse assim, a criatura permaneceria com aquela situação por mais tempo. Ou seja, o indivíduo reparou o mal que cometeu em vidas anteriores ou nas da atual existência. As curas, portanto, realizadas pelos apóstolos, é importante nós sabemos disso, eles elas demonstram que o enfermo que estava ali procurando já estava liberado da dívida a que estava em curso e que, obviamente, após ter passado pelas necessárias provações reparatórias, ele já ia buscar a libertação naquele benfeitor que era Pedro e os seus demais companheiros. Portanto, é uma das nossas realidades. A mediunidade curadora também ela é vista de forma muito clara na doutrina espírita. Uma delas é uma das doenças que Jesus curou bastante, que eram as obsessões, e que os apóstolos continuaram fazendo a mesma sequência de Jesus. Mas é importante considerar que até então os apóstolos intermediavam

uma das doenças que Jesus curou bastante, que eram as obsessões, e que os apóstolos continuaram fazendo a mesma sequência de Jesus. Mas é importante considerar que até então os apóstolos intermediavam sinais e prodígios, sobretudo os relacionados às curas dos males físicos. Passado um momento depois, eles começaram a atender processos obsessivos. Veja, gente, teve uma gradação. A pedagogia de Jesus até para eles foi sequencial. Primeiro as curas físicas, depois começaram a trazer os processos obsessivos. E ninguém se esqueça quando eles estavam com aquele filho daquele daquele pai que o filho tinha uma obsessão severa, se jogava no fogo, se jogava na água e que disse que o que o para Jesus que os seus os apóstolos não tinham conseguido curar. E Jesus disse que era porque tinham pouca fé e obviamente Jesus conseguiu curar o rapaz. Então, veja, daquele momento em diante, eles não estavam preparados para esse tipo de intervenção no mundo espiritual, que são os tratamentos obsessivos, aliás, desobsessivos. E a partir de um momento, como está registrado no Atos, eles começaram a desenvolver isso. E Emanuel vai comentar isso para nós, além da leitura que já foi feito no início, maravilhosa, nós vamos ter aqui uma outra parte dele, tratamento das obsessões. É o título do livro, melhor, o título do capítulo do livro P Nosso. Esse capítulo tá listado como 175 nesse livro. E ele extrai aquele trecho que nós lemos aqui agora a pouco. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, o quais todos eram curados. Bom, diz Emânel, a igreja cristã dos primeiros séculos não estagnava as ideias redentoras do Cristo em prataria e resplendores do culto externo, como muitos de nós fazemos isso hoje. Era viva, cheia de apelos e respostas. Semelhante a ela, aquela igreja primitiva do primeiro século, o espiritismo evangélico abre as suas portas benfeitoras a quem sofre e procura o caminho salvador. Daí porque o nosso estudo chama-se evangelho rediv

ela, aquela igreja primitiva do primeiro século, o espiritismo evangélico abre as suas portas benfeitoras a quem sofre e procura o caminho salvador. Daí porque o nosso estudo chama-se evangelho rediv vivo, ou seja, o evangelho que está vivido do primeiro século. É esse evangelho que nós estamos estudando. É curioso notar que o trabalho enorme dos espiritistas de agora no socorro às obsessões complexas, as chamadas reuniões das desobsessão, era da intimidade dos apóstolos. Veja, eles faziam isso na com frequência, gente. Eles doutrinavam os espíritos perturbados, renovando pelo exemplo e pelo ensino, não só os desencarnados sofredores, mas também os médiuns enfermos que lhes padeciam as influências. O processo das reuniões de desobsessões, das reuniões mediúncas, acontecia na nossa nascente criação do nosso movimento de entender a vida. Desde as primeiras horas de tarefa doutrinária, sabe a alma do cristianismo que seres invisíveis, menos equilibrados, vagueiam no mundo, produzindo chagas psíquicas naqueles que lhes recebem a atuação e não desconhece. as exigências do trabalho de conversão e elevação que lhe cabe realizar. Os dogmas religiosos, porém, impediram-lhe o serviço eficiente há muitos séculos. Daí, por depois do século XIX, o espírito de verdade permitiu que descesse uma nuvem de espíritos por todo esse nosso globo que deu ensejo ao nascimento do do espiritismo. Em plena atualidade, todavia, ressurgem os quadros primitivos da boa nova. Por isso, o Evangelho redimido. Entidades espirituais ignorantes e infortunadas adquirem nova luz e roteiro novo nas casas de amor que o espiritismo cristão institui, vencendo preconceitos e percalços de vulto. O tratamento de obsessões, portanto, não é trabalho excêntrico em nossos círculos de fé renovadora, constitui simplesmente, prestemos atenção nisso, a continuidade do esforço de salvação aos transviados de todos os matizes, começando nas luminosas mãos de Jesus. E o segundo item, prisão e libertação miraculosa dos apóstolos. Miraculosa

nção nisso, a continuidade do esforço de salvação aos transviados de todos os matizes, começando nas luminosas mãos de Jesus. E o segundo item, prisão e libertação miraculosa dos apóstolos. Miraculosa aspas. Bom, texto evangélico para que a gente comece. Interveio então o sumo sacerdote com toda a sua gente, isto é, a seita dos saduceus. Tomar de inveja, lançaram as mãos sobre os apóstolos e recolheram a prisão pública. Anjo do Senhor, porém, durante a noite, abriu as portas do cárcere e, depois de haver-los conduzido para fora, disse: "Ide e apresentai-vos, apresentando-vos no templo, anunciai ao povo tudo que se refere àquela vida. Tendo ouvido isto, entraram no templo ao raiar do dia e começaram a ensinar. pensa, estavam presos, trancafiados e de repente estão entrando no tempo sozinhos, sem nenhuma oposição. Então, esses prodígios, sinais veiculados pelos apóstolos, somados ao trabalho caritativo realizado na Casa do Caminho, que era uma casa que amparava os enfermos, pessoas completamente marginalizadas, e a pregação sobre os ensinos, ensinamentos que eram dados no evangelho, eles dão ênfase à ressurreição do Cristo, ou seja, eles mostram que o Cristo estava vivo. Em consequência, desencadeia a perseguição, porque eles achavam que tinham matado o Cristo e o problema tinha sido resolvido. Mas mata-se uma pessoa, mas não se mata a ideia, porque ela se propaga em outras pessoas. E a perseguição foi daquele jeito que nós conhecemos, prendendo-os. E essa prisão que foi feita teve repercussão no mundo espiritual que amparou os nossos irmãos. Sobre isso, o nosso querido Cavachuto ensina o seguinte: "Imaginai as romarias que enchiam as estradas vinda de todas as cidades circulvizinhas em direção a Jerusalém, conduzindo atormentados pelas enfermidades e subjugados eh por obsessores que recebiam saúde, o remédio que libertavam do mal. Observai ainda as pregações dos apóstolos que conduziam numa urna triunfal a doutrina do ressuscitado, ao mesmo tempo que enfrentavam a sanha

sores que recebiam saúde, o remédio que libertavam do mal. Observai ainda as pregações dos apóstolos que conduziam numa urna triunfal a doutrina do ressuscitado, ao mesmo tempo que enfrentavam a sanha herodiana dos sacerdotes e governos com aquele denodo que lhes era peculiar, com aquela coragem que só mesmo os santos espíritos lhes podiam dar. e tereis estampado às vossas vistas um quadro ainda muito mal delineado do heroísmo em sua mais alta expressão da verdade com suas fugurações modeladas em cores inéditas não só para aquele para aquele povo de então, como até para o povo de hoje. Então, gente, nós temos aqui um caso que mostra o heroísmo desses benfeitores, né? E ela, sabemos que esses subscerdotes eles obviamente continua o nosso querido chuta, dizendo o sumo sacerdote, todos os que estavam com ele, feridos no seu orgulho, porque cheios de inveja, porque apesar da sua grandeza, não podiam fazer o que eles faziam. Eram simples pobres. Os apóstolos, a despeito da sua sabedoria, sendo absolutamente impotentes para imitar os humildes pescadores. Como é que eles reagem quando não se vence? de igualdade, a força prevalece. Então, prendem-nos. Eles não podiam prever que aquele recurso extremo que usavam da prisão, inclusive era contra a lei, contra a justiça, seria mais uma oportunidade proporcionada ao espírito para a ostensiva manifestação, destruindo o poder dos poderosos, de todos, de dando forças aos humildes. Então, gente, nós vamos ver que realmente a situação era muito clara. Os benfeitores estavam amparando o trabalho dos nossos amigos discípulos e eles obviamente estão chegando a fazer a nossa condição de libertação. Nós vamos passar aqui aquele momento em que as portas são abertas como que por mágica, como que por milagre para que a gente possa aprofundar, e aqui nós não vamos aprofundar em função do tempo, existem algumas variedades de manifestações mediúnicas que nós convidamos as amigas e aos amigos a a compulsarem. ruídos, barulhos, pancadas e sons, por exemplo,

o vamos aprofundar em função do tempo, existem algumas variedades de manifestações mediúnicas que nós convidamos as amigas e aos amigos a a compulsarem. ruídos, barulhos, pancadas e sons, por exemplo, casas assombradas, materializações de espíritos, quando a pessoa ou outras pessoas vêm um espírito, voz direta ou pneumatofonia, tudo isso tem tratado. Por exemplo, ruídos tratado na doutrina espírita, ruídos, barulhos, pancados, você pode encontrar no na no livro dos médiuns, materializações dos espíritos, também voz direta opinatografia também. Tudo isso está lá, ó. Só pra gente colocar aqui para depois quem tiver interesse em aprofundar no capítulo 2, itens 64, capítulo 5, itens 82 e 83, capítulo 11, itens 140, 141, capítulo 12, 151, capítulo 16, 187. Então, se quiserem aprofundar nesse tema, usem esse livro fundamental de todo o médium, de todo aquele que quer conhecer os fenômenos da mediunidade e aprofundem-se nesse tema. E para que nós encerremos o nosso encontro de hoje, eu quero aqui agora pedir para que nós façamos uma reflexão naquela passagem que nós sabemos que marcou o momento pelas mãos dos apóstolos. Faziam-se numerosos sinais e prodígio prodígios no meio do povo. Quer dizer isso? Quando se está trabalhando no bem, transcendem-se as forças convencionais do mundo e passa-se a fazer o que não era imaginável de ser feito por uma pessoa comum. E não nos esqueçamos, apesar de estarem junto de Jesus, a maior parte deles eram pessoas comuns que foram selecionadas por Jesus como pessoas como qualquer um de nós que tinham as suas fraquezas. Pedro negou, Judas entregou Jesus e tantos outros, todas as defecções que aconteceram porque estão no campo humano. Mas importante, eles se entregaram a esse trabalho abençoado de servir na seara do Senhor Jesus. E quando fazemos isso, somos providos de recursos que nós não antes imaginávamos que um dia pudéssemos deter. Nós tínhamos a capacidade, nesse caso, de colocar forças que estão dentro de nós, porque nós somos deuses, como

, somos providos de recursos que nós não antes imaginávamos que um dia pudéssemos deter. Nós tínhamos a capacidade, nesse caso, de colocar forças que estão dentro de nós, porque nós somos deuses, como disse Jesus, a serviço do bem. E os nossos benfeitores nos auxiliam nessa tarefa. Portanto, minha amiga e meu amigo, não recalcitremos naquele movimento de achar que só nós que precisamos de ajuda. Todo mundo precisa da ajuda e a ajuda vem do Cristo. Que sejamos nós benfeitores dele. Muita paz a todos. Muita paz a todos. Permanecemos aqui para as nossas conversas. Muito obrigado. Obrigado, Max. Muito bom, viu, Marx? Excelente, pessoal tá aqui participando. Eu vou convidar Mar Lúci para vir pra tela, para pra gente debater os assuntos aqui. Seja bem-vinda de novo, Marlúcia. Nós temos aqui algumas colocações, Max. Tá, pessoal também falando tava com saudade de você, viu? Quer dizer que é bom, não é? Ah, a Gisele Teresa Baralde, ela coloca assim, ó: "O plantil é livre, a colheita é obrigatória". Olha só, Max. Pois é, Gisele tem toda a razão, porque é aquela história, né, Gisele? A gente às vezes, por exemplo, uma condição de uma mãe ou de um pai, né, que vê um filho em sofrimento e a gente chega a pensar, transfira para mim, Senhor, transfira para mim. um filho sofrendo. Isso não é possível porque a herança é daquele espírito que tá reencarnado na condição de filho, mas que antes de ser nosso filho é filho de Deus com as suas pretéritas experiências. Por isso, atenção ao que estamos semeando os nossos caminhos, porque dia virá que a colheita será feita. Como Gisele nos alertou, a lei de causa efeito é indefível, minha amiga e meu amigo, não vacilemos isso. Tão certo, né, Marx? Tão certo. Marlú, quer falar alguma coisa? Não é? É isso mesmo. A gente eh não tá livre, né, do É até porque é um processo de crescimento, é é a lei de progresso. A gente só vai crescer quando estiver depurado o nosso espírito. E para isso tem que curtir ou carpir as nossas ações. Então, somos as

até porque é um processo de crescimento, é é a lei de progresso. A gente só vai crescer quando estiver depurado o nosso espírito. E para isso tem que curtir ou carpir as nossas ações. Então, somos as nossas escolhas, né, como a história de hoje, né, que o Marx colocou para nós, muito bem explicadinho, de Ananias e Safira. Eles tiveram a opção do bem, mas resolveram fazer eh diferente. Então, a morte súbita é uma simbologia de que haveremos de morrer os nossos defeitos, de matar os nossos defeitos para ressurgir, como disse Paulo lá na frente, né? O homem novo, a mulher nova, faz parte do nosso crescimento, né? É isso mesmo. Verdade. Anila também participando. Olha, Anila Menezes. O ser humano deve realizar os dois momentos. O primeiro para o mundo externo, pois é no contato com a matéria realidade que constrói com sua própria mente, que ele aprende a conhecer as leis de Deus. Pai. O segundo é para seu autoconhecimento, quando busca conhecer seus seus processos psíquicos e sua maneira de ser no mundo. Muito bem, com certeza, né? Vamos lembrar que Jesus chegou a dizer numa prece muito sentida que pedia ao Pai que não nos tirasse do mundo, né? Porque nós precisamos do mundo ainda, como ela bem disse, nos contatos com a matéria, para que as experiências dos espíritos se façam, né? Para que naqueles movimentos a gente faça a tpera da nossa alma, né? E é claro que nós precisamos das experiências. Não adianta você conhecer a teoria, se você não passa pela prática, você não vai ser detentor daquele conhecimento porque ainda não penetrou em intensidade no coração. Daí porque nós precisamos do contato. E claro, não há como a gente estar no mundo sem a gente se conhecer, porque nós não vamos ter como enfrentar o mundo. Então é importante, como disse Kardec, reconhece o verdadeiro espírita como verdadeiro cristão pelo conheça-te a ti mesmo, pelo reconhecimento moral que tem dentro de si. Ou seja, que valores eu consigo trazer hoje? Quais são as minhas predisposições principais?

espírita como verdadeiro cristão pelo conheça-te a ti mesmo, pelo reconhecimento moral que tem dentro de si. Ou seja, que valores eu consigo trazer hoje? Quais são as minhas predisposições principais? Quais são as minhas tendências? Que que é muito forte em mim, que me causa problemas? Eu preciso começar a mapear isso para quê? para que eu tenha uma, vamos dizer assim, um caminho de automelhoria conhecido, eu esteja agindo na direção daquilo que é mais necessário. E obviamente fazendo isso, eu estou me melhorando com esforço íntimo que o mundo de fora não vê você fazendo, mas que você sabe o trabalho que dá, porque é aquilo que é você lá do mundo primitivo, voltando ainda querer fazer você ser no mundo atual e você precisa romper com esse homem velho e construir o homem novo que você precisa ser. E isso, gente, dá trabalho. Por que que dá trabalho? Porque esses movimentos instintivos eles são reativos, eles vêm por impulso, são automatizados. E a gente tem que fazer isso acabar. A gente tem que diminuir a energia deles e fazer com que a gente pense, reflita para que esses movimentos não sejam diretos. Antes de reagir, a gente tem que antes de reagir, a gente tem que agir. E para isso a gente tem que ponderar. Então, veio uma situação que a vontade foi de falar aquilo ou de fazer aquilo, mas a gente conseguiu reprimir porque a gente pensou, aí a gente já começou a dominar aquele homem velho e começar a construir um novo. Vamos acertar todas as vezes? Claro que não. É impulsivo. Esse é impulsivo. E se é impulsivo, nem todas as vezes nós vamos conseguir deter esse impulso. Mas se não fizermos esforços, esforços, vamos ficar a mercer deles. Se fizermos esforços, pouco a pouco os impulsos vão se tornando menos incisivos. e a vontade de fazer o bem mais proente, não é mesmo, gente? É mesmo, Marx, isso me lembrou eh eh uma fala do evangelho, né? uma parte do evangelho. Eh, nós estamos no mundo e precisamos das coisas do mundo, mas nós não somos deste mundo. Então, a gente

gente? É mesmo, Marx, isso me lembrou eh eh uma fala do evangelho, né? uma parte do evangelho. Eh, nós estamos no mundo e precisamos das coisas do mundo, mas nós não somos deste mundo. Então, a gente precisa eh precisa conquistar o bem-estar, eh a inteligência, mas a gente não vai levar as coisas daqui. A gente vai voltar para o nosso mundo de origem e a gente deve levar as coisas do espírito, os sentimentos. os atos, né? Então, por isso que a gente precisa ter cuidado. Somos daqui, estamos aqui, estamos, precisamos das coisas daqui, mas não vamos ficar aqui, a gente vai voltar para de onde a gente veio, pro mundo espiritual. E daí todas essas questões que você levantou de que a gente precisa melhorar o nosso interior. E a nossa amiga aqui colocou também, né, que nós precisamos dar esse mergulho interior, descobrir quem somos, o que temos de potencial, o que precisamos melhorar, né? dá esse mergulho, mas depois vira à tona com essas coisas, melhorando umas, aperfeiçoando outras, retificando algumas e assim a gente progredindo, como tá escrito aí, é a lei, né? Tal é a lei. Tal é a lei. E quanto mais evoluirmos nisso, né, mais a gente vai saber que não precisamos da matéria. É mais leve, né, mais leve ficaremos, né, vamos dizer assim, para evolução. A Gele Teresa Baralde coloca também, ó, Marx, Marx, seria as nossas intenções, a princípio muito importantes dentro dos nossos sentimentos? Então, Gisele, eh, Emanu num livro chamado Pensamento e Vida, ele fala exatamente de alguns desses aspectos e ele diz que o desejo íntimo que você carrega, aquele desejo que você tem de fazer, ele externa quem é você por dentro. E Jesus disse isso com palavras muito simples. A boca fala do que tá cheio o coração. Ou seja, se o meu desejo é de fazer o bem da minha boca, vai vazar essa imagem de um coração. Como agora a pouco a Marlúci leu para nós, o o desejo de fazer o bem de Pedro era tão grande que dele irradiava uma energia que lá foi traduzida como sombra, que as pessoas colocavam as

de um coração. Como agora a pouco a Marlúci leu para nós, o o desejo de fazer o bem de Pedro era tão grande que dele irradiava uma energia que lá foi traduzida como sombra, que as pessoas colocavam as marcas pros seus doentes serem pelo menos cobertos por essa sombra. Ou seja, dentro dele pairava um desejo profundo de ajudar os irmãos de caminhada. E esse desejo transcende as ações que as mãos, que os movimentos racionais impõem. Eles simplesmente fazem a nossa revelia, o alcance ser muito mais amplo quando nós temos o sentimento do bem como prevalecente em nós. Se fizermos isso, se os nossos desejos forem realmente de sermos bom, de virá que nós seremos vistos e despertaremos, como foi lido no texto inicial, os outros, não pelas nossas palavras, não pelo que fazemos, mas porque os outros sentem ao nosso lado. É como se fosse um perfume. Você passa e emite um perfume. Aqueles que estão ao seu lado sentem esse perfume. E se esse perfume é bom, você vai ter muita gente querendo se amparar debaixo da sua rozeira. É verdade. É, é isso mesmo, Marcos. A gente não sente o de leitura, né? O que despert, né? Pois é. a gente, a gente não sente realmente o nosso perfume, né? Quando você coloca, você até sente, mas depois você não sente mais. Mas quem passa por você sente. Então, as suas ações falam mais do que você, né? Por isso que Paulo disse assim que a gente deveria ser cartas vivas, né? Não é só carta escrita, palavras ocas, mas cartas vivas, ou seja, os seus atos. falam mais do que você. Você não precisa dizer nada, mas a sua atitude já tá falando sobre você, dizendo quem você é, como foi na leitura de de preparação, né, que despertas. Então, o que você faz desperta no outro um conceito sobre você que você não precisa dizer eu sou bom, eu sou maravilhoso, não precisa, basta ser, né? É isso mesmo. Verdade. Mm. E a Gisele ainda coloca agora eh de novo, olha, mesmo errando, podemos eh persistir, nunca desistir, confiar na misericórdia divina, encerrando até a própria fala dela, né, Marx? Nossa, isso

dade. Mm. E a Gisele ainda coloca agora eh de novo, olha, mesmo errando, podemos eh persistir, nunca desistir, confiar na misericórdia divina, encerrando até a própria fala dela, né, Marx? Nossa, isso é muito importante, gente. Existe uma coisa que chama-se autoperdão. Quando você conhece a história evolutiva de uma comunidade como a dos humanos nesse planeta, você percebe que somos seres falíveis, que estamos em experiências onde o erro e o acerto fazem parte do aprendizado. Não é a questão de ter errado um problema, é a questão de se tomar consciência de que se errou, aprender com esse erro para não cometer erro de novo. O grave não é isso. O grave é quando, mesmo sabendo que estou errando, deliberadamente, portanto, usando do meu livre arbítrio, eu opto por continuar errando por decisão minha, aí sim o problema começa a crescer. Mas quando nós estamos persistindo no bem, caí, me levantei e comecei a fazer melhor, esse sempre será amparado pra sua continuidade de crescer. Aquele outro que ainda está insistindo em reverberar os mesmos erros conscientemente, não estamos dizendo dos inconscientes que precisam, como Jesus diz, pai, perdoa-os. Eles não sabem o que fazem. Não, estamos falando dos que sabem o que fazem. fazem deliberadamente. A esses existe um recurso divino de ajuda também que se chama dor. A dor vai alcançá-los, fará com que eles caiam em si pelo movimento dolorido que a vida imporá sobre eles. E nesse momento eles se darão conta de como estiveram equivocados nos caminhos e tomarão caminhos novos, refazendo aquilo que fizeram de forma equivocada. E nesse processo continuarão amparado como os demais que faziam no primeiro aprendizado. Então é importante que a gente persista assim consciente de que nunca estamos só. Sempre, toda vez que nós deliberamos fazer o bem, junta-se a nós uma comunidade de benfeitores que nos auxiliarão a cumprir a tarefa. Eh, é verdade, Max. E a gente não pode esquecer que, embora Jesus tinha dito, a felicidade não é deste mundo, mas deste mundo de

ós uma comunidade de benfeitores que nos auxiliarão a cumprir a tarefa. Eh, é verdade, Max. E a gente não pode esquecer que, embora Jesus tinha dito, a felicidade não é deste mundo, mas deste mundo de muitas provas e de muitas expiações. Mas a felicidade pode começar nesse mundo quando a gente se esforça para ser um homem de bem, uma mulher de bem. E a gente também não pode esquecer o ensinamento de Kardec Terra, ainda de muitas provas e expiações. Então o planeta Terra não é um mundo feliz onde o bem predomina. Então o erro faz parte. A gente erra porque ainda é muito inferior, ainda está nessa transição para um cidadão melhor. Então errar faz parte. A gente só não pode, meus amigos, é paralisar na culpa. Eu errei e ficar Não é como diz Joana, perdoe-se, reconheça o seu erro, corrija naquele ali, não volte a pecar, né? Não volte a errar e prossiga, porque a nossa trajetória realmente é para os mundos celestes ou divinos. Por enquanto ainda estamos caminhando para uma transição melhor, uma regeneração, mas o erro faz parte. O que não faz parte é paralisar no erro e como a mula de Balaão empacar e não sair do canto. Verdade. Ainda não somos anjos, né? Ainda não somos anos. Não somos. Seremos, né? E aí, viu Janis? Cumprimentando Marlúcio, eu lembrei que Emmanuel disse uma uma coisa muito interessante. Eh, o erro que você comete nesta encarnação, imagine que seja um degrau que você vai ter para na próxima encarnação não começar do zero, você vai começar daquele momento que o aprendizado te proporcionou. Numa outra encarnação ou na mesma encarnação, vários eventos, você vai tendo degraus que vão te promovendo até um dia você ser perfeito e não errar mais. Até lá, o erro é parte do aprendizado. Então, utilizamos os erros para a nossa própria constituição de fortalecimento íntimo. Por quê? Porque naquilo que eu já errei, eu já aprendi a não errar, mas eu precisei errar para aprender. Então, é natural que seja isso. E jamais, como bem reforçou Marúcia, nos entreguemos a

íntimo. Por quê? Porque naquilo que eu já errei, eu já aprendi a não errar, mas eu precisei errar para aprender. Então, é natural que seja isso. E jamais, como bem reforçou Marúcia, nos entreguemos a isso, porque é o pior dos mundos. É como a gente fala assim: "Puxa vida, não tem saído, o que eu fiz é impossível de ser corrigido. Ninguém, eu sou é imperdoável o que eu fiz, gente. Não é, tem um uma passagem que eu vou pedir aqui licença para citar, tá lá no livro Voltei, em que um espírito que Dr. Bezerra de Menezes de uma equipe inclusive da Federação Espírita Brasileira que participava da desencarnação de cerca de 15 pessoas, incluindo o o autor do livro, né, Federico Figner. Eh, tem um momento que um dos homens que estava lá, que tinha desencarnado, que começa a gritar quando vai fazer a travessia pelo umbral, que ele não podia, que ele não tinha, tinha direito, ele era criminoso, que ele era. Dr. Bezerra chama com tranquilidade aquela serenidade. Imagina o Dr. Bezerra conversando com você com aquela serenidade e conversando com ele com aquela serenidade, disse: "Meu filho, sim, você matou, você tirou a vida de alguém, mas pensa nas obras que você fez depois do seu arrependimento." Quantas criancinhas perderiam o seu corpo se não fosse a tua intervenção em auxiliar na compra dos remédios que aquela mãezinha não conseguia fazê-lo? Quantas foram as evitações de mortes que você proporcionou pela sua ação benevolente? Meu filho, o corpo que você tirou, aquele que você tirou, você não poderá realmente dar de novo. Mas Deus, que tudo pode, já deu um novo corpo e ele já tá reencarnado, continuando a sua jornada. E você siga daqui para frente, porque você não tem do que se arrepender mais, porque você já acertou a sua própria consciência com a consciência cósmica. E em movimento final, o rapaz se tranquilizou, quer dizer, o senhor não sei a idade que ele tinha, com segurança pro lado de lá. Então mesmo um assassinato, gente, que é uma coisa grave, pode ser reparado dentro do

final, o rapaz se tranquilizou, quer dizer, o senhor não sei a idade que ele tinha, com segurança pro lado de lá. Então mesmo um assassinato, gente, que é uma coisa grave, pode ser reparado dentro do amómo, mesmo a encarnação. Se você fizer o bem pelo bem daqueles que te cercam, ajudando as pessoas a terem vida, você estará debitando naquela conta negativa, você estará, aliás, acreditando naquela conta negativa o bem que anula o mal. Porque, como lemos logo no iniciozinho, o amor cobre uma multidão de pecados. É verdade. Muito bom. É isso mesmo. Olha, Max tá falando aí em em com Emanuel, né? Aquele degrau que a gente não conseguiu e quando a gente volta, a gente já tem ele ali para já instalado e assim por diante nas diversas encarnações até que a gente chegue numa encarnação que a gente não tenha mais degrau, só um plano, né? Já chega no plano certo. É isso aí, viu, Marcos? Gostei muito dessa do Emanuel. A Rosilene, ela coloca, Rosilane coloca assim, Marx, olha, é um pouquinho, são duas partes. Eu percebi em minha vida que o mal que vivi, na verdade foi momento de superação e crescimento interior, mas só fui ter percepção disso depois de algum tempo. Com os estudos iluminativos, abrindo eh a minha consciência dessa forma, vou mudando atitudes e quando não consigo, me sinto mal, pois já percebo que falhei. Mas hoje me culpo menos. Vou conseguir superar como já superei tantas mazelas. Ela falou e o que a gente acabou de falar, né, a gente vai subindo o degrau até que uma hora não vai ter mais degrau, né? Você já fez todos eles, aí já chega no plano, Rosilane, e nem culpar-se menos. é não culpar mesmo, porque você não fez deliberadamente. Pensa no que a gente falou, quando é deliberadamente, o o preço que a gente tem intimamente é muito alto. Isso gera complexo de culpa, gera remorço, que é um círculo vicioso. Quando a gente erra para tentar acertar, não consegui fazer, eu me decepcionei comigo mesmo, mas não me culpo. Por quê? Porque eu me esforcei no limite das minhas forças atuais. Mas aquele

lo vicioso. Quando a gente erra para tentar acertar, não consegui fazer, eu me decepcionei comigo mesmo, mas não me culpo. Por quê? Porque eu me esforcei no limite das minhas forças atuais. Mas aquele movimento, ele vai me fortalecer para que na próxima opção as minhas forças atuais tenham um quanto mais de aquisição que eu fiz naquela experiência que pareceu mal sucedida. Pareceu porque na verdade ela foi degrau pra sucessão que virá em seguida e nós teremos aquilo que nós preteamos que é a paz íntima de ter a certeza de que nós fizemos o que estava no nosso limite fazer. Isso é que é o ponto fundamental. Se vamos conseguir acertar todas ou não, isso é por conta de Deus. O que nós vamos fazer é o nosso melhor para acertar. Acertando não, não se preocupe. Faz parte do processo evolutivo, o mecanismo divino de voltar para Deus. É isso. Isso vem ao encontro, Marcos, porque você falou da intenção, né? A intenção era melhor, a intenção era de acertar, a intenção era de crescer, não deu certo. Então não se culpe. Haverá outras oportunidades em que a gente vai cada vez mais melhorando as nossas intenções e a nossa ação, né? A nossa realização. Eh, a Marisa Leite coloca, ó. Por isso é preciso nascer, viver, morrer, renascer ainda. É progredir e progredir sempre. Tal é a lei. Obrigado, ela Marx eh, pelo estudo de hoje. Obrigada. Ela me promoveu paraa marquês. Eu tô com um título novo aqui agora. É porque ela não é a primeira não. Muitas vezes as pessoas me chamam de Marx de outros nomes, né? Mas isso é normal porque esse nome não é muito português, não. Ele feito forte. Mas de qualquer forma, é claro, gente, eh aí que a gente percebe a misericórdia de Deus, né? É tão natural que a gente tem o direito de errar, que Deus permite que você reencarne de novo para poder corrigir o que você não conseguiu corrigir na encarnação anterior. É tão benemérito o movimento divino que você, mesmo tendo errado de forma eh assim gritante, chocante, você tem oportunidade de reparar desde que você

cê não conseguiu corrigir na encarnação anterior. É tão benemérito o movimento divino que você, mesmo tendo errado de forma eh assim gritante, chocante, você tem oportunidade de reparar desde que você deseje isso intimamente. Esforce para isso. Tenha o seu esforço de forma persistente. Você um dia chegará lá e não tenha dúvida, chegará lá não sozinho, sempre terá apoio. Lembremos do Jesus quando ele diz: "Vai chegar momentos da vida que a gente vai estar em situações muito complicadas. Mas nenhum de nós é que tá livre disso, com todo o respeito, aqueles que possam pensar diferente. Mas vai chegar um momento da nossa vida que nós vamos estar tão aflito, tão sobrecarregados, tão pesados, tão para baixo, que nós vamos ter que lembrar de Jesus quando ele diz assim: "Vinde a mim, vós que estais aflito sobrecarregado, eu vos aliviarei." Ou seja, aquela sobrecarga que nós não estamos conseguindo assimilar, vem uma força superior e alivia. E quando ele ensina que para sair do alívio, nós precisamos ter aquilo que se chama repouso pra alma, aprendendo o evangelho dele, aprendendo com ele que é manso e humilde, nós passamos a ter uma carga que não é pesada, porque o fardo dele é leve. E o nosso julgo chamado chamado julgo, que é a lei que a gente vai ter que seguir, que é a lei de amor. Essa é suave, gente. Essa é como uma brisa que passa pela gente, roceando os nossas faces, nos trazendo alegria, nos trazendo perfume, nos trazendo paz. É isso que é amor. É viver Jesus, viver Deus dentro de nós. Verdade. Ó, a Marisa se desculpou, tá, Marx? Ah, não, eu gostei. Pode deixar, viu? Obrigado. Achei ótimo brincadeira, gente. Obrigado, Marlut. E para encerrar os comentários, sei que ainda tem mais alguns aqui, mas nosso horário também tá em cima da hora. O Aldo Nobre coloca aí para nós, ó, Max. Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana, onde a matéria é a lição. Sem dúvida. O nosso educandário chama-se matéria e nós vamos extrair daí as lições que essa matéria proporciona ao

ax. Somos seres espirituais vivendo uma experiência humana, onde a matéria é a lição. Sem dúvida. O nosso educandário chama-se matéria e nós vamos extrair daí as lições que essa matéria proporciona ao espírito. Por isso que há uma interação entre um e o outro, né? Um reage no outro. E quando nós dominarmos a matéria aí, nesse momento, não precisaremos mais reencarnar porque seremos espíritos puros. Como disse Jesus, teremos conhecido a verdade e a verdade nos libertará nesse momento de todas as injunções que a matéria necessariamente precisa colocar sobre nós para que a dominemos. E é isso que nós estamos tentando fazer, dominar as nossas imperfeições. É verdade. Verdade, meu amigo. Nós só agradecemos as suas explicações, sua suas reflexões foram maravilhosas nesta noite para todos nós aqui que estamos com vocês. Muito, muito agradecida. Aprendemos bastante. Aprendemos juntos, né, Marlúcia? As reflexões que vêm de vocês são maravilhosas. Juntos, inspirados pelo mais alto. Vamos chegar lá. Se Deus quiser. Vamos. E para encerrar, vamos explorar um pouquinho o Max, pedindo que ele nos nos conduza a nossa prece final, né, Max? Super Max. Muito obrigado, Janis. Muito obrigado, Marlú. Muito obrigado, amigas e amigos. Então, vamos nos aquiietiarmos intimamente, nos colocarmos em posição de genufecção simbólica ao Senhor da vida, para louvá-lo, para senti-lo dentro dos nossos corações, para reverberá-lo em nossos atos, em nossas palavras, em nossos pensamentos, para poder senti-lo onde estivermos, com quem estivermos, em qualquer momento da vida. Por isso te rogamos, Pai, Senhor, ajuda-nos a permanecer em ti, como tu permanece em nós permanentemente. Ajuda-nos, Senhor, a nos afastarmos daquela criatura velha, impulsiva que vínhamos sendo para conquistar aquela criatura nova, regida pela lei de amor, de suavidade, de ternura, de simplicidade, de mansidão. Ajuda-nos, Senhor, a aprender com o evangelho de Teu filho maior, nosso mestre, Senhor Jesus, para que possamos ter um roteiro seguro a nos

mor, de suavidade, de ternura, de simplicidade, de mansidão. Ajuda-nos, Senhor, a aprender com o evangelho de Teu filho maior, nosso mestre, Senhor Jesus, para que possamos ter um roteiro seguro a nos delinear as decisões que tomaremos adiante. Senhor Jesus, gratidão profunda por ter descido de tão alto a nosse roteiro seguro de nos voltarmos ao Pai. Ajuda-nos, Senhor, a ficar contigo, tanto quanto o Senhor tem estado conosco desde os momentos iniciais deste ORP. Fica conosco, mestre Senhor. Fica conosco, Pai. Fiquem conosco, benfeitores. Muita paz. Muita paz. Vamos chamar o Hugo que nos conduziu nesse nesse programa, na técnica. Obrigado, Hugo, por nos conduzir aí, né? Só temos que agradecer. E na segunda-feira que vem estaremos aqui novamente com o tema oito, né, Atos dos Apóstolos e esperamos vocês também na nossa sala de estudo, né, sempre às segundas-feiras 19 horas, tá? Um beijo no coração de todos e até segunda que vem. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos

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