#06 Estudo O Evangelho Redivivo | Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos
"O Evangelho Redivivo - Livro VI - Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos" Estude conosco todas as segundas-feiras, às 19h. O Livro VI traz o estudo interpretativo de Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos e faz parte do programa O Evangelho Redivivo, uma proposta de estudo sistematizado e sequencial dos 27 Livros que compõem o Novo Testamento. Estudo Interpretativo de Atos dos Apóstolos. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que est...
Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a este abençoado estudo do Evangelho Rede Vivo. É um programa de estudo continuado de iniciativa da nossa Federação Espírita Brasileira. E nós estamos vendo o livro seis, Atos dos Apóstolos, né? Vamos interpretar a mensagem de Jesus do Novo Testamento, versículo a versículo, à luz da doutrina espírita. Então, queridos, vamos dar boas-vindas à aqueles que já estão aqui na nossa sala, a Nilzete Perez, a Maria Canedo, José Mar Alves, todos sempre conosco aqui, todas as segundas, a Márcia Coelha, Glácia Araújo, Carlinhos Taiano, sejam bem-vindos, bem-vindos, bem-vindos, amigos, sempre conosco aqui. E a gente hoje vai ver o tema seis de Atos do dos Apóstolos, né? Estamos transmitindo pelo Facebook da FEB TV e também Facebook da FEB Oficial. E pelo YouTube nós estamos transmitindo pelo Feb Lives. Então vamos chamar a a nossa amiga Carmen para que ela possa fazer a nossa prece e a nossa leitura. Seja bem-vinda, Cém. Muito bom tá aqui com você. Abre o seu áudio aí. Tá fechado? Não, agora tá bom. Pode falar. Então, boa noite, Janice. É um prazer imenso estar aqui de maneira assim, né, remota. Então, nós estamos hoje com a oportunidade de levarmos a mensagem e depois a prece de início. Cumprimentamos os nossos companheiros, aqueles que nos acompanham, estão toda segunda-feira aqui conosco estudando essa maravilha da doutrina espírita e através do Evangelho Redical. Que Jesus possa nos abençoar sempre. Assim seja. Pedir pro Robinson trazer a nossa leitura. A leitura se encontra no vinha de luz de Francisco C Xavier pelo espírito Emanuel. O capítulo é 98 e o título é muito interessante e bonito. A prece recompõe. E está em Atos dos Apóstolos, eh, capítulo 4, versículo 31. E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos. E Emanuel desen devolve a mensagem dizendo: "Na construção de simples casa de pedra, há que desfender longo esforço para ajustar ambiente próprio, removendo óbisos, eliminando aspiras e melhorando a paisagem.
l desen devolve a mensagem dizendo: "Na construção de simples casa de pedra, há que desfender longo esforço para ajustar ambiente próprio, removendo óbisos, eliminando aspiras e melhorando a paisagem. Quando não é necessário acertar o solo rugoso, é preciso muitas vezes aterrar o chão, formando leito seguro, a base forte. Instrumentos variados movimentam-se metódicos no trabalho renovador. Após dominar pela força física, pela cultura intelectual e pela inteligência nobre, voltou-se para o que tear obscuro, conquistando o próprio sustento com suor diário, ingressando nos espinosos testemunhos para servir ao próximo, por amor a Jesus, recebeu a ironia e o desamparo de familiares, a desconfiança e o insulto dos velhos amigos, os açoes da maldade e as pedradas da incompreensão. O convertido de Damasco, no entanto, jamais desanimou, prosseguindo invariavelmente para o alvo, que ainda e sempre é a união divina do discípulo com o mestre. Nem sempre se caracteriza por sons articulados na conceituação verbal, mas invariavelmente é projoso poder espiritual, comunicando emoções e pensamentos, imagens e ideais, desfazendo limpando estradas, reformando concepções e melhorando quadro mental em que nos cabe ir air a tarefa a que o Pai nos convoca. Muitas vezes, nas lutas do discípulo ser do evangelho, a maioria dos afeiçoados não se entende os propósitos. Os amigos desertam, os familiares cedem a sombra da ignorância. Entretanto, basta que se refugie no santuário da própria vida, emitindo as energias benéficas do amor e da compreensão, para que se mova na direção de mais alto o lugar em que se demora, como seus. A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos grços desordenados de quem prefere aflição e se entrega à impudência. Mas a oração precisa de harmonia e confiança. É força imprimindo direção a bússola da fé viva, recompondo a paisagem que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior. Senhor Jesus, divino médico, companheiro das nossas almas, aqui nos
nça. É força imprimindo direção a bússola da fé viva, recompondo a paisagem que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior. Senhor Jesus, divino médico, companheiro das nossas almas, aqui nos encontramos reunidos em teu santo nome, pedindo misericórdia. Mas antes de pedirmos, Senhor Jesus, gostaríamos de louvar-te louvando a nossa mãe Maria Santíssima. Louvando nosso pai, nosso Deus de misericórdia e amor, que entendendo as nossas deficiências, as nossas dificuldades, ampara-nos com o cajado da boa vontade, da compreensão, da misericórdia. Senhor Jesus, suplicamos misericórdia para todos os sofridos da terra, mas no dia de hoje, especialmente nessa hora, Senhor, gostaria de pedir que as tuas mãos misericordiosas e boas descesso dealdo lá na mansão do caminho, envolvendo o nosso companheiro de trajetória. e vibrações de amor, de caridade e de muita paz. Nós amamos, Senhor, bem sabemos disso e sabemos a necessidade do regresso, mas tende misericórdia de todos nós. volvas na doçura do teu amor, para que a compreensão chegue aos nossos corações e possamos deixá-lo partir, fazendo o seu voo à plenitude e a solidade do teu coração. Permita, Senhor e Mestre Jesus, que estejamos contigo. Sabemos que constantemente estás conosco. Envolve-nos as tuas bênçãos, Senhor Jesus, e dai-nos a tua paz. Dai-nos a tua misericórdia e permita que o estudo de hoje sirva para todos nós como lição demarcadora de nossos propósitos de bem viver e de bem estar com as leis e com a vontade do nosso Deus Pai misericordioso e bom. Dai, Senhor Jesus, já que tu és o caminho, a verdade e a vida. o roteiro para o nosso viver. Que possamos viver com Jesus, segundo as suas pegadas luminosas em romp a claridade da paz. Que assim seja, Senhor. Que assim seja. Que bela prece, Carmen. Muito bom. para dar continuidade ao nosso estudo que nós estamos vendo a primeira parte do livro Atos dos Apóstolos, que é a igreja de Jerusalém, o tema seis e o capítulo 4ro, né? Obrigado, Carmencita. Eh, o tema seis é o capítulo 4ro do
osso estudo que nós estamos vendo a primeira parte do livro Atos dos Apóstolos, que é a igreja de Jerusalém, o tema seis e o capítulo 4ro, né? Obrigado, Carmencita. Eh, o tema seis é o capítulo 4ro do livro Atos dos Apóstolos. Nós vamos ver Pedro e João diante do Sinédrio. Oração dos apóstolos na perseguição. A primeira comunidade cristã. Perseguição. A primeira comunidade cristã. A generosidade de Barnabéis. Tudo está em Atos 4, capítulo 4, versículos de 1 a 37. E vamos ver quem já chegou mais na nossa sala. Já tá bastante, tem bastante pessoas. Olha que legal. A Marlene Tax tá sempre com a gente. A Sirlei, Enmique, a Maria Celina, Roselane, a Maria de Lourdes Finote, grande amiga lá de Uberlândia também, o Jairo Roberto de Uberlândia, amigão. A Jacira, Nimar, a Andreia, Aldila, Neri e outros que ainda vão entrar aqui. Obrigado pela presença de vocês. Nós queremos dizer que durante a apresentação vocês podem já ir interagindo com a com a Marta, que vai ser a nossa facilitadora. Podem podendo colocar, eu sei que ela vai pedir para vocês, para vocês escreverem aqui no chat, tá? participando conosco e eu vou trazer o comentário ainda durante a apresentação. Então fiquem à vontade para participar e com isso vamos chamar nossa nossa facilitadora do dia que é a Marta Antunes. Oi Marta, seja muito bem-vinda, muito bem-vinda ao nosso estudo, né? E é tudo contigo, minha amiga. Vamos aqui aguardando. Tá certo? Muito obrigada, querida Janice. Estamos de volta, queridos amigos e amigas. Ah, vocês nem imaginam como é bom o meu coração eh estar com vocês, eh estudar essas lições. E nós agora, enquanto o Robson vai preparando aí o projetar slide, eh nós lembramos que nós estamos no Atos dos Apóstolos, como a Janice falou, acabou de falar qual é o tema de hoje, mas a o que eu, o lembrete que eu quero fazer de Atos dos Apóstolos é a história do movimento cristão. A gente vai ver com passar do tempo que as coisas daquela época, mais de 2000 anos atrás, não são muito diferentes de hoje, quando a gente
azer de Atos dos Apóstolos é a história do movimento cristão. A gente vai ver com passar do tempo que as coisas daquela época, mais de 2000 anos atrás, não são muito diferentes de hoje, quando a gente analisa movimento espírita brasileiro ou internacional, mas nós vamos tocando o nosso barco, o timoreiro é Jesus, e vamos fazendo o que nós podemos e fazemos de coração. É uma alegria muito grande estar com você. Então, esse vai ser o estudo de hoje. Na verdade, o tema seis é uma prorrogação, é uma continuação. Os temas são interligados do circudado na semana passada, né? A a a Pedro no templo, em pleno dia, hora da tarde, 3 4 horas da tarde, Pedro encontra uma pessoa, uma pessoa que tinha um defeito físico, um coxo, e ele cura essa pessoa em nome de Jesus. e depois faz um discurso e lembra do de Jesus, do México, porque Jesus já não estava mais com ele. Eu quero que vocês observam uma coisa, queridos irmãos. Eh, Jesus montou um colégio apostolar, 12 apóstolos. Depois teve aquela coisa com Judas, né? Judas saiu e teve a substituição pro Matis. Mas o que a gente percebe que a despeito de nós falarmos colégio apostolar, os 12 apóstolos, eles até então com Jesus, enquanto Jesus estava aqui, eles eram discípulos, estava aprendendo. Ora, depois que Jesus ressuscita e que, segundo Lucas, vocês já estudaram isso, ele apareceu por cerca de 40 dias em diversas situações, em diversos momentos e para diferentes públicos, diferentes pessoas. Então, com prova com prova da imortalidade da alma, que ele estava ele como ele era o amigo querido, nosso Messias, a individualidade, a imortalidade da alma. Então, agora em Atos dos Apóstolos, que vamos ver a transformação de aprendizes de discípulos em apóstolos. aquele que guia, aquele que orienta, aquele que tem e como eles se transformaram. Inclusive o foco da nossa atenção hoje que é o Pedro, João Menor, eh, mais o Pedro e foi um grande apóstolo em todos ele imenso e a custo de muitos desafios, de muito sacrifício. Então, feita essa introdução, nós vamos eh ver nesse nesse
e que é o Pedro, João Menor, eh, mais o Pedro e foi um grande apóstolo em todos ele imenso e a custo de muitos desafios, de muito sacrifício. Então, feita essa introdução, nós vamos eh ver nesse nesse estudo de hoje uma coisa interessante. curou uma pessoa. Aquela pessoa tinha muitos anos que tinha aquela deficiência, aquele defeito físico, ficava mendingando e curou em nome de Jesus. Isso foi um escândalo, não foi um escândalo pequeno, não. Se fosse até hoje, se acontecesse hoje na porta de uma igreja, uma pessoa chegar para curar uma pessoa que estava com essa dificuldade, ele seria também chamar de atenção, ia sair em todas as mídias. Pois bem, naquela época o que que aconteceu? os responsáveis pelo tempo. Sempre tinha um grupo de religiosos que tomava conta do tempo e os saduce seus ficaram empuros. Em, olha você vê essa mentalidade, em vez de dar graças a Deus que aquela pobre criatura agora podia andar, podia cuidar da sua vida, não ficar ali portador de uma deficiência grosseira, terrível, que não que eh que impedia dele fazer qualquer coisa na vida. Então não, eles não observaram isso. O foco deles para porque a pessoa foi curada. Então, como eles já era de tarde, eles pegaram o apóstolo Pedro e João, que estava na companhia dele, e os pendreiros na prisão do templo. Inclusive, quando eu li isso, eu reli de novo o próprio templo, o templo de Jerusalém, que hoje não existe mais, foi destruído, que era ima era chamada o o templo de Deus, o lugar mais importante, ele tinha uma prisão. Eu achei interessante isso, interessante modo de dizer que é difícil a gente imaginar que uma igreja, que uma um templo religioso de qualquer interpretação tem uma prisão. Foi bem. Ah, tinha havia. E eles prendem os dois apóstolos, Pedro e Paulo, sobretudo, não só por causa da cura, mas também pelo discurso de Pedro, que falava que era em nome de Jesus e Jesus que foi crucificado, foi perseguido e tal. É aquela aquele discurso do P. Então vamos embora para a segunda parte. Então isso
também pelo discurso de Pedro, que falava que era em nome de Jesus e Jesus que foi crucificado, foi perseguido e tal. É aquela aquele discurso do P. Então vamos embora para a segunda parte. Então isso é uma, essa é a cena principal que em torno dela vai gerar o nosso estudo. Então, nós vamos ver aqui que os membros do Sinedro e outras autoridades no outro dia de manhã, eles saíram da prisão do templo e foram levadas para a prisão do Sinédrio, né, no chamado Supremo Tribunal Religioso Judaico. Então, lá no no Sinédrio, eles estavam presos ainda. Depois ele foi convocado uma reunião do Tribunal de Equela reunião, eh, os apóstolos, dois foram chamado a falar, eles foram interrogado, eles eram prisioneiro, mas ninguém em nenhum momento dá graças a Deus porque uma pessoa que estava com um grande problema foi resolvido. o problema. Ninguém ninguém o que prenderam ele. E prenderam por quê? Justamente porque o discurso de Pedro que falava de Jesus. Então, né, para ver, para que possa perceber como é que aquela coisa causou um impacto naquele meio religioso, que nessa nesse tribunal convocado urgentemente, nessa reunião do Supremo Tribunal, tinha não só o sumo sacerdote, tinha também o ex sumo sacerdote. Então tava nada de caifaz, estavam os parentes diretos dele, que todos eram religiosos, eram pessoas considerada quase que Deus por eles. Toda a cúpula estava ali para dois simpos apóstolos. Por quê? Porque eles realizaram a cura, mas eles não deram importância à cura. era importância no que o Pedro falou, que vocês viram, nós estudamos desde do roteiro anterior, desde o tema anterior, o tema C. Então eles odiavam na verdade o cristianismo, o evangelho. Então eles pensavam que com a condenação, crucificação do Cristo, mesmo com aquele burbuninho, com toda aquela conversa, mesmo com a criação da casa do caminho, a primeira comunidade cristã do planeta, eles achavam que como Jesus tava morto, tava crucificado, não ia acontecer nada, mas mostram que eles não se detinham para
mo com a criação da casa do caminho, a primeira comunidade cristã do planeta, eles achavam que como Jesus tava morto, tava crucificado, não ia acontecer nada, mas mostram que eles não se detinham para analisar o que que era a mensagem do evangelho. Eles odiavam e aí esse ódio passou a gente vê de imediato para os apóstolos. Então nós temos esses os motivos. Ele por isso eles são encaminhado paraa prisão. Como é que a gente encaminha uma pessoa que tá falando do amor? Então, os motivos que a gente destaca nesse turno é foi a cura realizada na porta do tempo, a pregação do evangelho ao povo, que aí começou a pregar o evangelho, os ensinamentos Jesus, agora ele estava começando a agir não mais como discípulo, mas como apóstolos e inclusive sofrendo os reveses de serem apóstolos. A prisão já foi madeira. E o cristianismo, então, é um objeto de ódio de percepção. Então fica claro que qualquer pessoa que falasse, que ousasse falar do cristianismo, elas seriam odiadas e perseguidas. O próximo, Robson. Então, nesse nesse nessa projeção aqui, nós estamos vendo algumas cenas em que os membros, sumo sacerdote, todas aquelas autoridades religiosa, se atira contra João e Pedro, sobretudo Pedro. Pedro era o mais culpado da história, porque ele ousou falar de uma pessoa que tinha sido crucificado, que então para eles aquela história tinha acabado, sabia? Esse que tava começando mesmo. Então eles apontam Pedro, eles fazem acusações a Pedro e João diante do Sineg, eles são acusados. O próximo, por favor. Então, nesse próximo slide agora é que nós vamos ver que agarraram-se, esse item aqui importante, agarraram Pedro e João, como já estava no terceiro e colocaram na prisão, já falando prisão do tempo, mandaram fazer Pedro e João diante eh deles e começaram a interrogá-los. Como que poderou? Em nome de quem vocês fizeram isso? Então eles estavam sendo tratados como criminosos, criminosos de pior espécie, porque tava todo o supremo tribunal reunido, eh, vendo a corais de Pedro e de João e percebendo que
m vocês fizeram isso? Então eles estavam sendo tratados como criminosos, criminosos de pior espécie, porque tava todo o supremo tribunal reunido, eh, vendo a corais de Pedro e de João e percebendo que eram comuns, homens comuns e sem instrução, ficaram admirados da defesa porque João apresentou, mas sobretudo Pedro, como fala o texto aqui que nós estamos estudando no no o na texto seis, tema seis, que Pedro foi tomado pelo espírito. Então o espírito dele, porque Pedro era um homem rústico, era um homem simples, era um homem que inclusive falava errado algumas vezes, porque ele não tinha muita instrução, diferente de João. João, apesar de jovem, era mais preparado, mas naquele momento ele foi arrebatado em espírito e ele não era ele que falava, ele tava agindo como médium. Nós difícil saber perfeitamente que ele tava agindo como médium, um médio psicofônico ou talvez até um médico sonambúlico, falava em nome e ele teve a coragem, já que ele estava sendo acusado com o Supremo Tribunal Religioso, ele teve a coragem de falar para eles, como consta aqui nos versículos, nesse nosso estudo diante do Sinedo. nos versículos 1 a 22, ele teve a coragem de falar que ele curou em nome do Cristo e o Cristo que eles perseguiram, que eles crucificaram. E Pedro desculpa aqui, quer dizer que eles eram os criminosos e tem um momento aí de que ele fala com muita ênfase e aí eles ficam admirados. Como é que pessoas estão rudes, como é que pessoas que não sabem de nada falam desse jeito? E assim, depois de muita conversa, de muita coisa, Pedro e João fazendo as defesas, mas sobretudo o João e Pedro inclusive pra cara deles e fala: "Eu vou seguir a Deus seguir vocês". Mas no fim eles liberam os dois. Isso tá em Ato, no capítulo 4. No capítulo 4ro. Então, estão chendo versículo 15. O próximo, por favor, Rob. Então aqui nesse slide agora, diante desses fatos, eu gostaria os companheiros, por exemplo, o Robson, que tá aí conosco, que nós vamos fazer uma reflexão espírita, nós temos aqui quatro quatro quatro ideias que nós
e slide agora, diante desses fatos, eu gostaria os companheiros, por exemplo, o Robson, que tá aí conosco, que nós vamos fazer uma reflexão espírita, nós temos aqui quatro quatro quatro ideias que nós colocamos aqui. Eu vou colocar uma para Janis, outra pro Rob, uma pro e se não tiver mais gente volto de novo. Vamos ver essa primeira aqui, quem é que vai ler de Pedro e Paulo e comentar. Rob, você comenta pra gente esse primeiro. Posso começar então? Então, aí, boa noite. Bom, Pedro e João foram presos porque pregavam o evangelho e a crucificação de Jesus após a cura de um coxo. Gostaria de um, Eu queria que você comentasse a luz do Espiritismo. Como analisar isso? É condenado porque fizeram o bem. Então, é a questão do não entendimento, né? ainda. Primeiro a questão da da na Terra a gente sabe que eh cada espírito tem estágios diferentes de evolução e somado a isso ainda existe o quê? Aqueles espíritos que ainda não tão esclarecidos ou ainda que não compactuam com bem, tentam impedir, quer dizer, tentam impedir esse crescimento do bem, eh, fazendo mal, no caso, talvez incitando para que fosse presos, para que o impedimento do bem, do progresso do bem, da divulgação do bem. Esse foi o entendimento que eu tive, Marta. Pois é. E você, nota, Robson, muito bem. É um bom entendimento. E nota que esse essas pessoas que tavam eh impedindo, criando obstáculo a difusão do bem, eram autoridades. Não era qualquer autoridade, não. Eram autoridade, vamos dizer assim, da cúpula, não é mesmo? Exatamente. Ou seja, acabaram sendo cegados, né, pelo o pelo eh eh o o fim era o bem, mas pelo meio, ou seja, não era de acordo com aquilo que eles acreditavam. Eles ficaram como que cegos, né? Aí e ignoraram talvez aquela questão do Cristo quando ele fala, né? Anális a árvore pelo fruto, não? Analisaram o fruto que o Cristo estava colocando ali. E aí o que ocorre com isso? Eles foram opositores pelo simples fato de talvez não compactuar ou não seguir, né, as suas práticas, os seus interesses ainda do mundo, né? E Jesus
o estava colocando ali. E aí o que ocorre com isso? Eles foram opositores pelo simples fato de talvez não compactuar ou não seguir, né, as suas práticas, os seus interesses ainda do mundo, né? E Jesus dise que ele venceu o mundo, não venceu no mundo. Esses estavam preocupados em vencer no mundo, ter a, né, a sua autoridade, as suas ideias em detrimento do verdadeiro bem, né, do bem ao próximo e dos ensinamentos de Deus, né? Isso mesmo. Muito bem. Muito obrigado, gostei. R agora o outro, a outra coluna, quem é que vai ler? Porque o julgamento defesa de P, quem é que vai? É, você sobre isso analisa pra gente no contexto da época e como trazer a situação pro contexto atual a luz do espíritismo. OK. julgamento seguido da defesa de Pedro perante as autoridades supremas do Sinétrio. Você mencionou muito interessante, né, que esses tempos não são muito diferentes os tempos atuais, onde um grupo se junta e faz de uma certa forma o julgamento. E uma das coisas que nos chamou atenção, já que eu dei a aula anterior, foi o discurso do Pedro, né? Porque o Pedro altamente inspirado, ele de uma certa forma, ele poderia ter falado dele, né, Pedro e do João que estava ali ao lado, mas não, ele fala de Jesus, ele enaltece Jesus e dá todo o mérito para Jesus. E é uma atitude assim altamente inspirada. E o que que acontece diante daquele discurso que eh de uma certa forma mexeu com a as pessoas que estavam no templo, o pessoal se sentindo ameaçado não teve dúvidas, né? Recorre a esse, entre aspas, julgamento e de uma certa forma prende então o Pedro. Mas é uma questão interessante porque a gente percebe que esses eventos todos eles ajudam a fortalecer, né, o evento. A gente tá no segundo discurso de Pedro, o primeiro foi lá no Pentecostes e é uma coisa muito interessante, era para chamar atenção na época. E a gente se lembra que nesse tempo de Jerusalém, nós tínhamos uma parte reservada pro pessoal do judaísmo, tínhamos uma parte reservada proses, uma sala e a outra parte era pros gentios, era para pro
E a gente se lembra que nesse tempo de Jerusalém, nós tínhamos uma parte reservada pro pessoal do judaísmo, tínhamos uma parte reservada proses, uma sala e a outra parte era pros gentios, era para pro povão, vamos se dizer assim. E aí a pregação feita foi exatamente no pórtico de entrada. E eles tinham, eu até entendo que de uma certa forma eles tinham que tomar uma atitude mediante aquilo. Mas o que que aconteceu? Eu acho que o fato deles terem feito isso só fez aumentar a importância do evento, da cura propriamente dita e do daquilo que Pedro falou. Exatamente. Muito obrigado pela sua interpretação, porque você vê primeiro a coragem de Pedro, ele não tava, ele tinha convicção, não é? a convicção dele que ele enfrentava, que se fosse com imaginando nós, um de nós vamos diante do de um Supremo Tribunal ou diante de uma grande autoridade, a gente procura se conter, não é, de medo dela, mas a convicção dele fazia com que ele tivesse aquela coragem, não aquela coragem de desastrosa, mas ele era inspirado, como você falou, foi a intuição dele, a inspiração falou e fez ele falar as palavras certa. Então, diante daquelas autoridades, o que que isso que você acabou de falar no final, em vez de a coisa ficar pequena, escondida, amenizar, aumentou, porque aí o povo todo juntou muita gente ali para escutar aquiles ali. Quer dizer, na verdade aquela reunião do Supremo Tribunal Judaico virou um um, um, vamos dizer assim, um verdadeiro escâo que tomou uma dimensão que eles não imaginavam tomar, né? Porque eles queriam abafar, a coisa ficou muito mais ampla. Muito bem. É, agora quem é que vai falar do terceiro? Oi, Marta. Eu pode ser. Fala aí, minha querida. Motivos da liberação de Pedro e João tinha algum? Não tinha, né? Mas então eles falaram que eles eram pessoas simples, sem instrução, né? Pessoas que não tinha importância, né? Apesar de ter curado um coxo que nasceu assim e há anos estava ali mendigando na porta do templo, né, Mata? Mas eh eles não aceitavam, na verdade a
nstrução, né? Pessoas que não tinha importância, né? Apesar de ter curado um coxo que nasceu assim e há anos estava ali mendigando na porta do templo, né, Mata? Mas eh eles não aceitavam, na verdade a supremacia, né, dos discípulos, os apóstolos, né, que tinham, né, esse vinham com Pedro tava mediunizado. Ele tinha todo tava todo forrado, vamos dizer assim, todo abraçado pela doutrina e de Jesus, o amor e tudo, né? Que eles eles de quê? De curar. Não, né? Eh, como o Luel falou, acabou que o evento ficou picado de luz, né? Sal picado de luz. Aí que acendeu tudo, né? Acendeu tudo, iluminou tudo, atraiu pessoas até que talvez no dia a dia nem se interessasse, mas é com certeza, né? E aí eles tinham que liberar eles, né? Mas Pedro tinha a certeza de que ele estava ali amparado por Jesus, fazer tudo aquilo, né? E você vê que uma coisa que a gente precisa refletir muito e pensar muito, eles terminaram liberando os dons porque eles falaram assim: "Ah, pessoas simples de pessoas ignorantes, sem instrução, subestimaram o valor da pessoa, certeza pelo título em todo." Então você nota que esse acontece muito no mundo, não é, Janice? Acontece é não. E outra coisa, né? Eles como supremo de tudo, que que sabia da lei e de tudo, né? Eles também se sentiram, né? Eh, eh, ameaçados ali. Então eles tinham que botar as unhas para fora, né? Como se diz. Vocês não sabem nada. Quem sabe as coisas aqui somos nós, né? Exatamente. Quer dizer, de qualquer maneira, eles fizeram teatro, eles não preparar um, quer dizer, no fundo, no fundo eu refleti muito quando eu li esse texto, essa segunda parte, eu fiquei pensando, mas gente, para que que esse povo fez isso? Porque que isso sabe doceu? Depois convocou o Tribunal Supremo do Judaí, para que que eles fizeram isso? Então, no fundo, a gente vê que toda eh eh é uma insegurança. Eles não estavam seguros, com certeza, né? A famosa frase de Jesus, né? São sepulcros eh caiados por fora e podres por dentro, né? Por dentro, entendeu? as mãos, tem todo aquele ritual, aquelas
rança. Eles não estavam seguros, com certeza, né? A famosa frase de Jesus, né? São sepulcros eh caiados por fora e podres por dentro, né? Por dentro, entendeu? as mãos, tem todo aquele ritual, aquelas roupas limpas e tudo, mas vivia das aparências, vivia da aparência, mas não eles não tinha nem firmeza com a própria doutrina que eles professam que ajudar. Com certeza. Absoluta, absoluta. Isso mesmo. Bem, ótimo. Agora vamos pro último. Quem é que vai falar o último dos três que estão aí? Se aparecer mais alguém. Olha, meus amigos e amigas queridos, por favor, coloca coisa aí no chat, viu? Vocês também não são só ouvintes, não são coparticipantes. Quem é que posso ler aqui? Então, diz o seguinte, né? O desafio lançado por Pedro é o Sinédrio quanto à cura realizada. Que que eu entendo? Então, é, como a Janice, o Hélio também muito bem colocou, eh, envolveu a clara afirmação, né, Marta? Porque a cura foi feita em nome de Jesus, desafiando então essa autoridade religiosa, questionando a veracidade do milagre, o poder de Jesus. admiraram aquela população que ficaram espontadas, ou seja, deu mais, né, ênfase ali o que aconteceu. É claro que apesar da ameaça, depois liberação, eles continuaram a a pregação. O que que é mais importante quando, pelo menos eu vejo nesse sentido, um resumo, né? É que esse desafio de Pedro ao Sinedédrio foi uma demonstração da sua fé, o quê? Inabalável. Inabalável. e do seu compromisso em proclamar, né, a mensagem de Jesus mesmo diante da oposição e das ameaças. Ou seja, aí eu fico pensando, né, Marta, se já que a gente não pode encontrar essas situações em nossas vidas quando chegarmos, né, a realmente dentro das nossas possibilidades, saber se nós temos realmente a nossa fé inabalável diante das diversidades ali, com toda certeza, Pedro, né, ele conseguiu demonstrar uma fé inabalável e dando continuidade da mensagem do Cristo. Esse é o entendimento, tá, Marta? Muito bom entendimento. E essa fé inabalável é que na hora dessa dificuldade, mesmo ele de fato sendo um
uma fé inabalável e dando continuidade da mensagem do Cristo. Esse é o entendimento, tá, Marta? Muito bom entendimento. E essa fé inabalável é que na hora dessa dificuldade, mesmo ele de fato sendo um homem simples, mesmo tendo esse rótulo de homem simples, mas ele era inspirado e Jesus não abandonou, colocou palavra na sua boca e ele falou. Porque você vê aqui, ó, no versículo, só para citar alguns que tá no nosso texto. Então, Pedro repleto de Espírito Santo, quer dizer que Jesus, quando ele apareceu na ressurreição, ele passou a ser chamado Espírito Santo. Ele, né, passou a se denominar Espírito Santo. Então Pedro, repleto de Espírito Santo, quer dizer, repleto das vibrações de Jesus, do apoio de Jesus, disse-lhe: "Chefe do povo e anciãos, uma vez que hoje somos interrogados judicialmente a respeito do benefício feito a um enfermo, ele fez questão de trazer a questão para coisa. E da e de que maneira lhe foi cuidado, curado, seja manifesto a todos vós e a todo o povo de Israel. É em nome que aconteceu em nome de Jesus Cristo Nazareno, aquele que vós crucificastes, mas a quem Deus ressuscitou dentro dos mortos, é por seu nome por e por nenhum outro que este homem se apresenta curado diante de B. E aí ele fala e ele quer dizer, ele desafia todo o povo morria de medo. Quando passava o pariseu, sabe o senhor, o pessoal se passava, tinha até medo da presença física por causa da autoridade. Aí Pedro conclui seu discurso e fala assim: "E ele, falando de Jesus, é a pedra desprezada por vós, os construtores, mas que se tornou a pedra angular. Pois por isso não há debaixo do céu outro nome dado aos homens ao qual devemos ser salvos. Então você vê, era um homicía, mas botou todo aquele aparato, todo aquele Supremo Tribunal, todos os fariseus, todos os religiados, inclusive os anciãos, o sumo sacerdote, o gerro dele que foi exacerdote, botou todo mundo no seu cantinho, colocou contra parede e eles não tinham argumento para isso. muito interessante que Pedro fez realmente um desafio e eles não tiveram,
gerro dele que foi exacerdote, botou todo mundo no seu cantinho, colocou contra parede e eles não tinham argumento para isso. muito interessante que Pedro fez realmente um desafio e eles não tiveram, não é, coragem, coragem eles tinham de fazer maldade, mas eles não tinha como responder porque diante das argumentação tão básicas que Pedro fez. Bom, então vamos. São reflexões que o estudo nos traz, mas que mostra como o Robson falou como é a fé inabalável do Pedro. Ele tinha uma fé, ele confiava no Senhor diante das dificuldades. Isso nós trazemos os dias atuais, diante das nossas dificuldades, como foi lembrado, nós precisamos confiar no Senhor. Por que que nós passamos por dificuldade? vezes são obstáculos a vencer para ter um alcançar algo na frente. Às vezes essas dificuldades resulta de um resgate. Vale a pena até ler, viu, gente? Eu volto eh a repetir aqui, vale a pena ler no céu inferno o Código Penal da Vida Futura que a Ana Kardecou 33 artigos e ele fala isso inclusive sobre essa questão de reparação de dívida. Então a pessoa se fortalece, ela pode tá passando pela pior dificuldade, os maiores sofrimentos, mas ela tem uma força essa força que vem do Senhor, da fé, da confiança, de ter certeza que tá fazendo melhor. Então, foi a demonstração da lei de da integridade de Pedro e que ele realmente merecia o título de apóstolo. Então, vamos para a outra parte. Agora nós vamos entrar num outro item do estudo do ainda, ó, Mar, Glá, a Gláus falou, falou tudo, Robson, grande prova de amor de Pedro, né? E a e dedicação à fé inabalável. Inabalável. Então eu acho, viu? Quem é que Quem é que falou, Jan? A Gláudia. Foi a Cláudia. A a Gláudia. Eu Gláudia, eu acho que às vezes hoje nesse mundo tão conturbado, nós precisamos não da fé cega, mas de uma fé inabalável. Porque você pegar a fé, Pedro não era cega, ele tinha argumento e argumento que camava a boca. calava a boca porque era um argumento só me sendo uma pessoa com rotulada de pessoa assim na conversa para não pessoa
pegar a fé, Pedro não era cega, ele tinha argumento e argumento que camava a boca. calava a boca porque era um argumento só me sendo uma pessoa com rotulada de pessoa assim na conversa para não pessoa assim. Muito bem Glá, obrigado. Mais participação, viu, gente? Agora vamos pro próximo slide. Eu gostaria que alguém desse esse Atos 4:10, depois eu vou pedir outro para ler o 411 e o outro 491 e explicar. Nós vamos, OK? O 410. Saibam, senhores, e todo o povo de Israel, que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores. É, eu eu queria acrescentar que, vamos dizer, era conhecido esse coxo era conhecido porque ele vivia mendigando há muito tempo ali. E foi exatamente o momento escolhido, vamos dizer assim. Outra coisa que me chamou atenção foi a alegria dele, que passava anos medicando ali. E quando ele recebe, olha que Pedro fala, eu não tenho ouro nem prata, mas o que eu tenho eu te dou. Então essa expressão me marcou profundamente, porque é uma expressão que mostra a grandeza de Pedro, a alta inspiração, o amor que ele tem. E aí, em nome de Jesus levanta e anda. Então, a gente percebe que a espiritualidade usa, né, alguém que era conhecido pela multidão, pela igreja, porque viva estava ali medicando há muito tempo. E exatamente aquele a quem Pedro, como diz a Marta, tomada pelo Espírito Santo, de uma certa forma consegue curar. Então esse evento ele passa a ter uma dimensão, né, muito grande em função disso e passa realmente a mexer com todo mundo. Exatamente. Então, como ele já estava todo mundo acalmado que tinha que crucificar Jesus, agora eles estão diante de um problema que eles não sabiam como resolver, porque o Pedro e também a bondade do coração de Pedro, né? Ele se teve piedade, ficou com pena, ficou como é triste, tocou o coração dele quando ele viu aquele homem e ele chamou Jesus e Jesus veio, fez a cura, como ele atribuiu a cura. Então, eh, a gente vê esses valores, né
de, ficou com pena, ficou como é triste, tocou o coração dele quando ele viu aquele homem e ele chamou Jesus e Jesus veio, fez a cura, como ele atribuiu a cura. Então, eh, a gente vê esses valores, né Hélio, eh, piedade para o sofrimento do outro, fazer uma empatia com o outro. A pessoa, já pensou uma pessoa que tá mais de 40 anos desde que nasceu, assim, mendigando, se arrastando para chegar até o tempo, se arrastando para voltar onde morava, vivendo do de esmola. Às vezes podia ter alguma coisa, podia não ter. Então essa empatia com as pessoas que sofrem, o Pedro se compadeceu. Claro que a gente vê que tudo isso tinha uma ordem superior. Tudo foi, como você falou, foi no momento chamou atenção, até o horário era no período da tarde, assim, no momento mais que todos estavam ali. Então a gente vê nos dias de hoje também que diante do sofrimento às vezes a gente vê uma pessoa que dá uma resposta até grosseira pra gente, a gente não precisa aprender a fazer empatia. O que que tá por detrás daquilo ali, né? Não brigar, não responder, envolver a pessoa em vibrações superiores. Bom, agora o outro. Obrigado. Hélio. O a dos 411, quem vai falar? Ou se alguém quiser postar aí, posso posso ler e comentar. Pois não. Então ele é a pedra que que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. Atos 4, capítulo 4, versículo 11. Então, né, eu entendo que é foi rejeitado pelos homens, mas é, no entanto, a pedra angular, né, é a nossa essência paraa salvação, paraa construção da vida espiritual. Então, aquilo que foi rejeitado inicialmente por que era inadequado, né, talvez a ao como ele se refere aqui, né, aos edificadores ou aos construtores, na realidade tornou o quê? A base do edifício, a pedra angular, né? Pedra angular. mesma forma, Jesus foi rejeitado pelos judeus, mas ele é a base da fé cristã, né? Isso é importante. E é emocionante quando dá essa passagem, até porque, por exemplo, nós vemos aqueles que, como Pedro negou Jesus, né, de repente ele se
los judeus, mas ele é a base da fé cristã, né? Isso é importante. E é emocionante quando dá essa passagem, até porque, por exemplo, nós vemos aqueles que, como Pedro negou Jesus, né, de repente ele se torna uma pessoa que tem uma fé nego, né, cantar, que tem aquela passagem e tudo mais, ele se transformou, ele se transformou e adquiriu a fé inabalável. E mais do que isso, enxergou no Cristo, então, que essa pedra que tava sendo rejeitada, mas com toda a certeza, foi a pedra angular para construção do quê? Não da construção física, né, da da ali, mas da construção espiritual, né, que nós precisamos. Uma coisa que me chamou atenção nesse texto, além de tudo isso que ele falou, falou muito bem, são duas palavras. Ele diz assim, ele é a pedra que vou que foi rejeitada por vó. Os edificadores, ele chama o judeu, aquele povo lá, os membros dos edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina. O que que é isso? Cabeça de esquina. E por que que eles falam que eles, a responsabilidade dele, por que que eles eram chamados edificador? consegue pensar? É porque o povo, eu entendi que o povo judeus foi o escolhido, né? Foi nele que veio Jesus, mas eles os eles o recusaram, né? Então, como como essa pedra para paraa construção, né, do de daquele que foi escolhido por Deus, né, e não pelos judeus ali, né? Eh, eu acho que é porque cabeça de esquina é aquela pedra angular que eu tava comentando, né? é aquilo que sustenta. Então, ou seja, ele ele é a base, né, fundamental para essa construção e foi rejeitada os construtores do povo judeu, que era escolhido, mas apesar de ser rejeitada por eles, foi aproveitado o quê? Numa construção de uma nova que foi a a fé cristã, né, que aí os apóstolos. Esse foi o meu entendimento, viu, Marta? Não sei se E nesse diálogo no Jesus poderia ter nascido. Por que que Jesus nasceu? foi no meio do judeu, porque ele não poderia ter sido grego, ele não poderia ter sido romano, ele não poderia ter nascido em qualquer lugar. Exato. Mas por que que ele nasceu no
que que Jesus nasceu? foi no meio do judeu, porque ele não poderia ter sido grego, ele não poderia ter sido romano, ele não poderia ter nascido em qualquer lugar. Exato. Mas por que que ele nasceu no meio dos judeus? Porque que foi ali? Porque que que tem essa palavra construção e o que Jesus tinha que nascer ali? Por quê? Qual era a base que representava o judaísmo? que eu acho que eles já acreditavam num único Deus, né? Então, e aproveitou-se, né? Eles já tinham isso sedimentado, então já estava, vamos dizer assim, encaminhado. Seria mais fácil o que nascer dali a essa questão da do que era necessário paraa construção dessas novas ideias, desses novos ensinamentos. Ali já tinha a base, já, vamos dizer assim, já estava sedimentada a base monoteísta da crença em Deus. Então, a partir dali, Jesus como pedra angular, pedra de esquina, ele virou, virou as coisas. Agora vai ser outra realidade. Vocês foram os construtores, ficaram mais em culto externa e tudo isso. Agora vamos mudar, vamos dar uma feição para levar isso ao povo escolhido que é a humanidade terrestre. Muito bem, Rob. E por último, paraa gente fechar, que é a parte mais importante desse estudo, é essa primeira, essa parte. Quem é que vai falar de seiados nos versículos 19 e 20? Pode ser. Eu, Marta, vai lá, minha amiga. Mas Pedro e João lhe disseram: "Vocês decidiram, vocês decidam se é certo. É, vocês decidam se é certo diante de Deus". obedecer a vocês ao invés de obedecer a ele. Nós não podemos deixar de falar a respeito das coisas que vimos e ouvimos nas caminhadas que eles fizeram com junto com Jesus toda a o a o plano de de edificação da doutrina cristã. né? O coração dos judeus, eles eles não podem deixar de não dizer, né? Apesar deles terem crucificado, rejeitado aquela pedra angular, né? A pedra de esquina que era, né? Eles, os edificadores, aqueles que já tinham um Deus único, eles já estavam escolhidos para edificarem a doutrina de Jesus. Jesus chega e eles os o rejeita, né? Então, eh, nada mais simples do que
né? Eles, os edificadores, aqueles que já tinham um Deus único, eles já estavam escolhidos para edificarem a doutrina de Jesus. Jesus chega e eles os o rejeita, né? Então, eh, nada mais simples do que Pedro perguntar: "Vocês querem que eu vou rejeitar o que Deus fala comigo para poder aceitar o que vocês estão me dizendo aqui?" É, então isso foi uma um ato de muita coragem, de muita competição, perguntar diante do tribunal paraos seus ministros, senhor, pela cúpula toda, vou seguir o quem? Seguir vocês ou seguir a deusa? É lógico, né? Vamos falar das coisas, nós não vamos falar das coisas que nós vimos e ouvimos, presenciamos a cada minuto da da convivência com Jesus. Não tem lógica, né? Tanto é que o o coxo entrou ao templo lá dentro pulando e saltando, rindo e agradecendo. Mas isso isso não foi nada para eles, né? Porque isso daí é que tava na na pauta do dia, né? A cura do coxo, né? E eles ficaram o Diana torno e o principal o ponto principal. Isso, com certeza. Então, se minha mãe fosse viva Marta, ela falaria assim: "Que que é isso, gente? Vocês estão procurando chifre na cabeça de cavalo?" Exatamente. Exatamente. É, é uma expressão bem mineira, bem mineira, bem mineira mesmo. Então, muito obrigada, Janice. É isso que nós queremos, fazendo essa discussão, tá dentro do contexto atual, porque às vezes a gente começa uma discussão, às vezes não é discussão perante, autoridade, não, às vezes até dentro da casa da gente com os amigos, com a família, por questões secundárias. O essencial fica para terceiro, aliás, esquece do essencial, dos efeitos benéficos que aquela questão eh principal estava trazendo. Isso é uma lição. Temos participação, Marta, hein? Nós temos participação aqui no chat, ó. Vai aí, fala aí que você que Carlinhoso, ele diz como poderíamos interpretar, considerando o conhecimento que Jesus tem para manipulação da matéria, energia, para a cura e as a e os apóstolos que também curavam, mas sem este conhecimento, sem esse conhecimento, quer dizer, para manipular
do o conhecimento que Jesus tem para manipulação da matéria, energia, para a cura e as a e os apóstolos que também curavam, mas sem este conhecimento, sem esse conhecimento, quer dizer, para manipular a matéria e a energia para cura, né? E os após também. Exatamente. Como poderia interpretar? Você tá fazendo uma pergunta, não é? Car isso mesmo. Carlinhos tá fazendo uma pergunta. Como que a gente pode interpretar, considerando o conhecimento que Jesus tinha de manipulação da matéria, da energia para cura? e os a dos apóstolos, né, que também curvam, mas eles não tinham esse conhecimento. Eles não tinham conhecimento. Então, na hora, é por isso que Lucas fala, era o Espírito Santo que falava, porque quando a gente viu lá no capítulo um de Atos, logo naquela ressurreição, ele Jesus passou a ser cognominado Espírito Santo. Então ele manifestava através da mediunidade. A gente tem que também, né, abrir um parêntese aqui. Nós estamos analisando Pedro, João, apóstolo, no contexto daquela existência. É obviamente que era um espírito para fazer parte do colégio apostolar, para ter aquela missão que eles desenvolveram. foi dada a missão, agora podia cumprir ou não. Era o espírito que tinha uma bagagem naquela encarnação. Pedro, que é o foco da nossa conversa aqui, ele tava revestido de uma pessoa idosa, era o mais idoso dos apóstolos, uma pessoa de pouca cultura, mal sabia escrever ou ler. naquela encarnação, a gente vê que ele eles para vir com uma missão dessa preparado, eles tinham que ter alguma bagagem. Mas naquele momento, mesmo sem considerar isso, era o médium que tava falando, ele tava sendo intermediário. Eles falavam aí o médiun que tinham uma fé, que tinha uma crença, que testemunharam o fato, então era fácil fluir essas ideias, mesmo com a pouca cultura ou nenhuma cultura que ele que eles tinham. Agora, essa energia curadora eles tinham, né? Todos eles tinham energia curadora da própria bioenergia do corpo, dos elementos da natureza e tudo isso que poderia ajudar nesse processo. Mate, se
nham. Agora, essa energia curadora eles tinham, né? Todos eles tinham energia curadora da própria bioenergia do corpo, dos elementos da natureza e tudo isso que poderia ajudar nesse processo. Mate, se Jesus foi considerado médium de Deus, né, os apóstolos, discípulos dele, eram médiuns dele naquele momento e nem ficaram muito tempo. Até nós vamos ver o último que a gente tem notícia aparição Jesus um apocalipse, né, de João, continuou mais escaramente aparecendo. Muito bem. Se é bom a gente fazer esse contexto a gente Mas a Mar a Marisa Leite, ó, por que os judeus já tinham a crença no Deus único? Ele, segundo consta, vale a pena dar uma revisão, dar uma olhada no livro A Caminho da Luz de Emanuel, ele conta a história, né, que quando chegou o momento que a Terra ainda era primitiva, os homens, mas já havia homens, pesso homens, que eu digo assim, espécie humana, mas era muito primitivo, via mais da casa, da reprodução. Então Jesus aceitou que houvesse uma missigenação. E quando vieram os capelinos para nós, os capelinos eram espíritos da constelação do coochiro de capela e que havia vários mundos, não é um mundo só. E mas eram espíritos que não estava acompanhando a evolução média daquele mundo. Então aqueles espíritos rebelde que ainda ficava não estava acompanhando a evolução, Jesus acertou para me genar com os habitantes do planeta que existiam e aí merolhar não só o aspecto físico, biológico da espécie humana, porque o como também trazer conhecimento. Foi aí que vieram os judeus de um mundo que tinha noção de Deus do que conhecia, sabia que de Deus único. Outros, como o povo que foi paraa Roma, que foi pra Índia, que for para Roma, para pra Grécia, pros filósofos gregos de outro mundo, ah, e de outros da Índia, como também do Egito, sobre a imortalidade, sobre a morte. Então esses espíritos vieram nesse genaric da terra e por isso que os judeus chamado judeus aquele povo que acertou que eles vinham já trazendo a ideia de Deus único. É chamado o trato que fez com Abraão. É o
ses espíritos vieram nesse genaric da terra e por isso que os judeus chamado judeus aquele povo que acertou que eles vinham já trazendo a ideia de Deus único. É chamado o trato que fez com Abraão. É o trato que fez acreditar em Deus único que Moisés relata nos seus primeiros cinco livros. Então é basicamente isso. Agora é como os filósofos. filósofos vieram no meio do judeu, que era na Grécia, teve em Roma, teve teve também em Roma, mas principalmente na Grécia. Então, meus amigos, é isso aí. É bom a gente às vezes rever essas visões, porque quando fala o povo escolhido, o judeu pensava que era ele. Ainda pensa judeus tradicionais, mas não tava se referindo Jesus à humanidade terrestre. Então vamos pro próximo. O próximo é o At 4:18. O capítulo 4 versículo 18. Eu só destaquei aqueles versículos que que levam mais um tipo de discussão, de discussão que eu digo assim de troca de idei. Então aqui nós estamos. Então chamaram e ordenaram duramente que eles não falassem nem ensinaram nada a respeito de Jesus. Eles foram liberados, foram considerados pessoas, pessoas ignorantes, que não sabia de nada. Vamos embora. Mas vocês estão proibidos. Eles foram duramente a eh falaram com ele, ordenaram duramente para ele não falar nada sobre Jesus, nada a respeito de Jesus que o sinava nem nada. Mas Pedro e João, como nós estamos aqui no como no no tema, não sei, ele não entrar pelo um dia sair pelo outro. Eles falaram para falar de Jesus, eles continuaram falando cada vez mais. E nós vamos ver no texto que vem agora que eles foram paraa casa do caminhão que eles tinham fundado lá quando aconteceu pentecoste. E lá eles foram orar, fazer uma oração agradecendo a oração chamada a oração apostólica de agradecimento e continuaram cada vez mais firme pregando o evangelho aqui. Quem gostaria de ler esse texto para nós cai baixo? Só um pedacinho, só para ler. Posso ler? Vê aí. Eles mesmos, eles mesmos reconheceram os poderes dos apóstolos manifestados publicamente no Sinédrio por Pedro e João. Diziam
texto para nós cai baixo? Só um pedacinho, só para ler. Posso ler? Vê aí. Eles mesmos, eles mesmos reconheceram os poderes dos apóstolos manifestados publicamente no Sinédrio por Pedro e João. Diziam abertamente que eles haviam feito um grande milagre, mas não lhes convinha que a glória de Deus fosse proclamada com a manifestação de maravilhas que seus apóstolos tinham o poder de operar. Caiutel, né? A vida dos apóstolos. Então você vê em concluência, fez o bem, mas não pode divulgar o bem, vamos divulgar o mal. É uma falta de lógica, sobretudo partindo de religiosos. Então vamos lá, vamos tocar o barco. Aí a oração que nós já falamos, né? Eh, aí, mas a partir dessa desse momento, desse fato, desse acontecimento, dessa cura do coacho, do discurso de Pedro, de Pedro de Pedro e João no Sinedo, iniciou-se uma grande perseguição a ele, uma perseguição grande. Daqu depois a gente vai ver Paulo entrar no cenário. Paulo, então chamado de Saulo, de Tar. Então começou, mas eles, olha outra lição, o próximo, por favor, Robert, eles oraram. Eles oraram depois de tudo que eles passaram, olha a oração dos apóstolos tá no capítulo 4, versículo 23 a 31. O próximo aqui. Então eu vou ler um, eu vou ler isso aqui agora, pois eu só tirei um pedacinho da prece que conta naqueles versículo citado anteriormente, um trechinho. disso. Depois de tudo que aconteceu, não esqueceu de agradecer o Senhor, porque na verdade tudo aquilo aconteceu pela vontade do Senhor, pela vontade de Deus, pela vontade de Jesus, pelo apoio, pela assistência. Então ele fala assim, Pedro e os demais orando, agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra, enquanto entendes estendes, enquanto estendes a tua mão para curar e para que se façam sinais e prodígio pelo nome nome de teu santo filho Jesus. E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. Quer dizer, eles oraram, eles
nome de teu santo filho Jesus. E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. Quer dizer, eles oraram, eles agradeceram e cada vez mais eles forem envolvidos naquela necessidade de pregar a palavra de Deus. segundo o evangelho de Jesus. E aí que começa nessa história de Atos dos Apóstolos, a grande perseguição aos apóstolos, sobretudo aqueles mais apoito, como Pedro e João e outros. Então o Tiago, irmão de João, Thago que repedeu, vocês vão ver que no próximo, logo em brevemente que ele vai ser assassinado, ele vai ser morto por ordem do governador da Judeia. Então eu queria agora no próximo slide que falassem, que alguém lesse para mim esse culto à prece de Emanuel no livro Fonte Vivo, só para vibrar uma vibração o do da necessidade do culto da prece, como foi falado na abertura que a Carmen leu aquela página de Eman do livro Vinha de Luz. Então, por favor, alguém gostaria de ler? Você lê para nós? É. Leio. Todos lançamos em torno de nós forças criativas ou destrutivas, agradáveis ou desagradáveis ao círculo pessoal em que nos movimentamos. Assim também o homem vive no seio das criaturas, das criações mentais, a que dá origem. Os nossos pensamentos são paredes em que nos enclausuramos ou asas com que progredimos na cese. Como pensas, viverás a nossa vida íntima, nosso lugar. Não ouvides, pois que o culto à prece é marcha decisiva. A oração renovar-te para a obra do Senhor dia a dia, sem que tu mesmo possas perceber. Em, você quer fazer um breve comentário? É, é belíssima, né? Só podia ser de Emanuel com toda a sua sabedoria, seu amor para com nós, né? E ele nos lembrando o poder da oração, né? o poder de nós estarmos bem com uma casa mental alinhada, termos confiança em Deus, porque realmente o que foi mencionado, né, o fato deles terem se unido, terem orado, mostra a a o respeito e a conexão com Deus e de uma certa forma buscando então se colocar à disposição para servir. Então, claro,
te o que foi mencionado, né, o fato deles terem se unido, terem orado, mostra a a o respeito e a conexão com Deus e de uma certa forma buscando então se colocar à disposição para servir. Então, claro, unidos de fé e cada vez mais valorosos, eles abrem esses mecanismos belíssimos que contextualizando, nós podemos trazer pro dia atual, nas pros dias atuais, nas nossas situações, que façamos o mesmo, que nos voltemos à oração com mais fé e convicção para fazer com que a gente possa ser instrumento nesse nesse momento que o mundo necessita tanto de Jesus, a gente ter essa oportunidade, se valer ler deste exemplo, né, contextualizar, trazer ele pro nosso contexto respeitados obviamente as dimensões, né? Estamos falando de João, de Pedro, mas todos nós podemos repetir, fazer e como diz Emanuel, né, buscar a o culto da prece para a nossa marcha ser decisiva, o nosso pensamento melhor alinhado e possamos auxiliar o Cristo na cristianização da humanidade. Belíssimo exemplo de lembrança. É muito bom, porque nós encontros espírito imperfeitos, então nós às vezes pensamos coisa errada, às vezes temos pensamentos são muito positivos, mas a prece faz com que a gente se alinhe, né? Se alinhe melhor e se alegre. Bom, então o próximo, né, o próximo e último parte do nosso estudo de hoje, nós vamos falar sobre a primeira comunidade cristã que foi denominada a Casa do Caminho e tem uma razão de ser, né, nós vamos falar sobre a primeira comunidade cristã, a casa chamada Casa do Caminho e a generosidade Barnabé, que era um os discípulos, né? e que tá nessa última parte do nosso estudo, a casa do caminho, os primeiros cristãos, inclusive um livro, essa casa do caminho, ela tinha esse nome porque acolhiam as pessoas que estavam no caminho. Às vezes não só os desabrigados, era onde que todos os apóstolos foram morar, viviam ali. Eles viviam uma sociedade que nem na atualidade, mais de 2000 anos, nós conseguimos viver numa comunidade como era a casa do caminho, né? A casa do caminhão era uma
apóstolos foram morar, viviam ali. Eles viviam uma sociedade que nem na atualidade, mais de 2000 anos, nós conseguimos viver numa comunidade como era a casa do caminho, né? A casa do caminhão era uma comunidade que, como fala os textos aqui de atos em que as pessoas chegavam lá, eram acolhidas, elas elas tinham representantes diversas, porque vez vinha de uma cidade, vinha de outro, elas davam seus bens para a comunidade, davam seus bens e era tudo repartido entre si. Já existiram no mundo iniciativas a esse respeito, mas nós não temos no planeta uma comunidade nem religiosa ou não religiosa em que as pessoas dão seus bem e vivam. Cada um trabalha, cada um l cada um coopera como pode cooperar de acordo com as suas habilidades e tudo, mas os seus bens são entregues para a comunidade, comunidade viva. E eles tinham um hábito também de um momento de pré-eleção que era feito pelos apóstolos. Tinha um apóstolo que administrava nessa ocasião que nós estamos situando agora, quem administrava a casa do caminho era Pedro. Quando começaram as grandes perseguições, cada vez reporando as perseguições, Pedro teve que fugir, Tiago, filho de Zebedeu, irmão de João, foi morto, outros perseguidos e eles tiveram que fugir. Então, quem ficou administrando foi Tiago, filho de Alfeu, que Tiago nunca saiu de Jerusalém, sempre ficou em Jerusalém. E ele veio até ter morto, né, jogado ele lá de cima do prédio e ele foi morto. Mas a gente é importante a gente destacar a casa do caminho, esse modelo de organização social que nós não temos ainda no planeta uma sociedade desse jeito. Com esses ajustes que as pessoas dão os seus bens, vivem pacificamente. O próprio Barnabé deu, ele tinha uma terra, um um mal e deu, vendeu, entregou pra comunidade. Além de ser um desprendimento em que você existe uma outra questão, é que aprender a conviver ali, não era, ah, eu sou, eu sou dono de terra, ah, eu sou pobre. Não, ali você a partir do momento que se doava seu bem, você era igual, todo mundo era igual, estava no mesmo nível.
render a conviver ali, não era, ah, eu sou, eu sou dono de terra, ah, eu sou pobre. Não, ali você a partir do momento que se doava seu bem, você era igual, todo mundo era igual, estava no mesmo nível. Então as pessoas viviam, não era só para pregar, não vivia só em processos de evangelização, de oratório, tudo isso. Eles faziam bem, eles viajam, eles faziam, mas tudo de acordo com uma diretriz geral. É estabelecido entre eles, não só com os apóstolos, mas com os líderes dele. Estevão foi um dos líderes, vão ver depois. E tem outros tanto que juntos mantinha aquela organização que ainda é uma organização ideal. Então nós ainda temos muito, a gente percebe que trabalhar para melhorar o nosso status inclusive aqui no planeta. O próximo, por favor. Então, ali naquela comunidade, a casa do comil e era um coração e a alma da multidão dos que criam. E ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas eram com os íêos tentaram ter uma vida semelhante. anteriormente essa essa maneira de viver assim em sociedade com distribuir nos bens, cada um no mesmo nível, cada um contribuía com a força do seu trabalho, a sua inteligência, seus cuidados. Isso tinha nos recênios, os recên não é uma novidade aqui, mas a casa do caminho tinha essa proposta e foi mantida desse jeito. O próximo, por favor, Robson. Então aqui destaca a figura de Barnabé. Barnabé, né? José era um levito chamado José, ele era um levito de Chipre. Quer dizer, ele nem era, segundo a tradição do judaísmo, era judeu de verdade, legítimo, os que nascessem Jerusalém, né, em Israel. Mas os Lucas, por exemplo, era um judeu que nasceu fora em Antióquia. Paulo de Tarque nasceu em Tarque. Então, José ele era da ilha de Chipre, né, que pertencia a Grécia e que o os apóstolos deram o nome dele de Barnabé, que significa encorajador, porque ele tinha esse papel de estimular de as pessoas a ter coragem, a ter confiança. Então ele tinha um campo, tinha uma propriedade rural e vendeu e deu o colocou dinheiro para que os
encorajador, porque ele tinha esse papel de estimular de as pessoas a ter coragem, a ter confiança. Então ele tinha um campo, tinha uma propriedade rural e vendeu e deu o colocou dinheiro para que os apóstos de ministrado. Essa que foi a bondade de Então agora nós encaminhando pro encerramento. Eu vou pedir aos amigos que estão colaborando. Tenho dois uma mensagem de Amélia Rodrigues como fechamento. Gostaria que ela tá um pouquinho grande, tem dois slides, que lem interpretasse pra gente para nós chegarmos ao final do nosso estudo. Quem vai ler? Interpretar? Posso ler o primeiro aqui, Marta, por favor? Eh, os que possuíam algo vendiam, oferecendo valor aos apóstolos do Mestre, para que fosse repartido entre todos os participantes da irmandade. A pobreza dos bens materiais enriquecia-os com os tesouros da solidariedade e da legítima compreensão dos deveres que os reuniam no serviço de iluminação de consciências, como socorro moral e material a vivez, a orfandade, as necessidades de toda ordem. Repartia-se o pão entre todos igualitariamente e compartia-se a luz que jorrava do alto em forma de inspiração e amor. Então eu vejo sempre me chamou atenção esse primeiro belíssimo exemplo. Tanto é que ele é citado por vários espíritos que toda vez que a gente encontre dificuldades no movimento espírita com centro espírita, a gente volte a esses exemplos e de alguma forma se abasteça aí. né? Então dizem, né, obviamente nessa solidariedade construída, o problema de um era o problema de outro, né? A dor de um era a dor de todos e havia uma profunda solidariedade natural, vamos ser dizer assim. Claro que se isso partiu dos homens, daqueles que frequentavam com seus diferentes problemas, isso só poderia ser iluminado por essa espiritualidade para nos deixar um marco belíssimo. E quantas vezes, né, nós tivemos oportunidade de fazer algo parecido e não fizemos. Então é um exemplo belíssimo fazer com que a gente conviva. tem uma vida. A Marta citou tão bem, né, a questão dos enênios e essa
es, né, nós tivemos oportunidade de fazer algo parecido e não fizemos. Então é um exemplo belíssimo fazer com que a gente conviva. tem uma vida. A Marta citou tão bem, né, a questão dos enênios e essa essa questão de comunidades que tentaram e é um belíssimo exemplo para nos encorajar pra gente, por exemplo, respeitadas as dimensões nossas, que a gente repita esse exemplo, que a gente se são tantas igrejas, tantas comunidades espalhadas por este Brasília e pelo mundo, que a gente se apoie nesses exemplos de profunda solidariedade, de um amor cristão que mesmo no limite dos encarnados, ele crescia, ele se profess iluminava e ajudava todo mundo. Belíssimo exemplo. Obrigado, por suas palavras. Foram muito boas e sábias. E a gente percebe também que que não devia ser uma coisa fácil. Claro que havia uma liderança para ajeitar as coisas, para administrar, até para receber esses bens e fazer uma boa distribuição. Poder distribuir, tinha que ter uma liderança, tudo isso, mas nós ainda ficamos muito focados no aqui e agora, em acumular bem, acumular bem. Ah, eu vou deixar, eu quero acumular, quero ter uma casa, quero ter isso, quer ter um móvel, quero ter aquilo, vou deixar paraos meus filhos, né? Então a gente ainda se preocupa muito com isso de ter quando na verdade quando a gente desencarnar e voltar plano espiritual não vai levar nada. É bom a gente começar ler essas coisas, ouvir dessas coisas, ainda que nós ainda estamos muito distante, creio eu, na sociedade humana de ter uma casa do caminho, mas nós podemos já ir tentando com essas pequenas coisas no centro espírita que a gente frequenta, começar a criar uma coisa mais humana, mais humilde, mais assim fraterna de apoio. Agora, o outro ponto que vem daí, que eram coisas muito boas, são coisas muito boas, respeitado, é que era uma movimentação em Jerusalém, era uma grande movimentação. A pessoa que tava em dificuldade corria para lá, os órfes, o fez, tudo isso que fala isso. Então o que que acontecia? Isso incomodava
ue era uma movimentação em Jerusalém, era uma grande movimentação. A pessoa que tava em dificuldade corria para lá, os órfes, o fez, tudo isso que fala isso. Então o que que acontecia? Isso incomodava demais os religiosos incomodaram demais. E o próximo, quem vai fechar o nosso estudo? O próximo, a presença psíquica do Eu vou ler, vai lá, vai lá, minha amiga, vai lá. Um pouquinho atrasada aqui, mas vou ler. Olha, eu me atrasei na entrada. A presença psíquica do mestre não permitia que o sentissem ausente, o que os vitalizava sobre a maneira. Respirava-se o odor da pureza e da abnegação. A ampla casa no caminho entre Jerusalém e Jope tornara-se o santuário que acolhia a dor e alcançava o indivíduo, crente ou não, mas que fosse necessitado aos patamares mais nobres da evolução. Amélia Rodrigues é do livro Dias Venturosos de Vivaldo Fran e Amélia Rodrigues como espírito. Com certeza, né, Marta? Aliás, Jesus nunca ficou ausente, né, Marta? Ele está sempre, a gente sente a presença dele até hoje, né? Agora dirá naquela época em que se estava estabelecendo, né, o cristianismo e que ele tinha os seus discípulos, né, e ele teria que dar essa resistência a eles também. E ele falou que ficaria com eles, né? É, ficaria sempre com eles. Então, é lindo essa casa do caminho. A gente bem que podia já ter isso nas nossas vidas aqui, né? Não sei, talvez em algum lugar, num cantinho aí, né? que nem os enênios naquela época a gente nem tinha. Tanto é que tem aquele livro A Grande Espera, né, do que é do Euríped, né? Então ele fala muito ali, fala dos enênios ali, né? Eles eram muito muito restritos, mas depois que a Jesus em em era um adolescente, foi visitá-los, né? e falou da necessidade deles irem a andar, ir atrás, não esperar, né? Ir atrás daqueles que necessitavam. É, só que os enênios eles faziam assim um modelo semelhante, não era igual, mas eles estavam fechado entre eles. Hum. é entre eles. E isso foi o modelo que foi reproduzido ao longo do primeiro século, do século, aí com a igreja católica,
m um modelo semelhante, não era igual, mas eles estavam fechado entre eles. Hum. é entre eles. E isso foi o modelo que foi reproduzido ao longo do primeiro século, do século, aí com a igreja católica, depois a igreja protestante, todas as diferentes que temos hoje, interpretações religiosas e de templos no mundo. Cada um fez o seu templo. Agora, se a gente pensasse dentro do tempo que eu vivo, eu vi uma casa espita lá, eu nós podemos começar a implantar esse modelo que os atendidos, aqueles chamados pobres, as pessoas que não têm recurso, que recebem e nós que temos um emprego, que temos um salário, podemos trabalhar juntos e mandados. Então, trabalhar junto, unir junto. Então, isso a gente pode começar a ter essas iniciativas. Sim. Agora, a liderança é necessária, a gente não ficar no num processo de igrejismo, que é a tendência no mundo é que a o igrejismo apareça, que a gente tenha uma relação mais humana de ser humano de relacionamento. Bom, tem muita coisa que a gente vai estudar aqui em Atos dos Apóstolos. Nós estamos apenas no início, mas é uma boa viagem, é uma viagem boa mesmo de aprendizado e de reflexão. Muito obrigado, que Deus nos abençoe por essa nós que agradecemos. Vamos pedir para todos virem em tela a nossa equipe. Robson, o Hélio. Então, muito bem. Foi ótimo o nosso estudo, viu, Marta? A gente só tem que te agradecer muito, viu? Eu vou pedir pro Hélio fazer a nossa prece de encerramento, porque a gente também já tá em cima da hora. É, acabou bem certinho, Marta. Tá bom. Obrigado por tudo. Nós que agradecemos, ó Marta e nós agradecemos a espiritualidade amiga. Com certeza esses que ouvem, que nos acompanharam aqui, aqueles que o farão no futuro, ouvindo essa esse essa essa abordagem, vão poder refletir sobre a importância desses tempos primeiros. essências. Essa essência que muitas vezes nós perdemos ao longo dos tempos é preciso resgatar. E agradecemos ao Senhor pela oportunidade que nos dás como essa de agora de estarmos junto refletindo e buscando aprimorar os
ncia que muitas vezes nós perdemos ao longo dos tempos é preciso resgatar. E agradecemos ao Senhor pela oportunidade que nos dás como essa de agora de estarmos junto refletindo e buscando aprimorar os nossos entendimentos sobre aquilo que nos dissestes há 2000 anos atrás. Senhor, permita, por acréscimo da misericórdia de nosso Pai, que este entendimento alcance aos embotados de raciocínio e auxilie principalmente também aqueles que, como Pedro, sensibilizado pelo coxo, possam esses ser sensibilizados pelas situações que o dia nos oferece. São tantas as oportunidades de nós nos apresentarmos e colaborarmos contigo, mestre. Por isso te pedimos, renove-nos as oportunidades, amplie o nosso próprio entendimento para que de mãos postas possamos melhor te servir, buscando aliar os nossos corações, fazendo uma espécie de anelário de luz para que a gente consiga auxiliar esta humanidade a se cristianizar e a melhorar. Senhor, faça-te luz onde a sombra ainda está, vibração de paz onde há tanta aflição, guerra, e que mais uma vez os raios nascentes do teu amor, na forma da tolerância, do perdão, da humildade, simplicidade possam entre nós crescer, para que possas mais uma vez entre nós nos auxiliar e reavivar a de uma certa forma interromper tantos ciclos de matar e morrer com o renascimento que nos ofereces. Senhor, envolva aqueles que ainda são tão belicosos, aqueles que recitrantes, renites, não conseguem te compreender, mas são nossos irmãos. Continuemos vibrando por eles, orando, trabalhando o nosso melhor exemplo para podermos servir. E agradecidos, então, que estamos. Tua luz signos vivificando a sabedoria. Teu amor siga nos oferecendo essa condição bendita de estarmos vivos cada vez mais em teus ensinos, para que a paz que busquemos possa se fazer no meio de nós. Que assim seja. Que assim seja, Hélio. Muito bom, né, Marta? tá aqui com você, te ver falando aqui conosco, é maravilhoso, viu? Muito obrigada pela sua participação, a gente então se despede do nosso pessoal que tá aqui com a
seja, Hélio. Muito bom, né, Marta? tá aqui com você, te ver falando aqui conosco, é maravilhoso, viu? Muito obrigada pela sua participação, a gente então se despede do nosso pessoal que tá aqui com a gente, agradecendo a participação de todos e na segunda-feira que vem nós veremos o tema sete, né? E um beijo no coração de todos. Beijo no coração. Obrigada, viu, gente? Obrigada aí por tudo. Nós te agradecemos, Marta. Beijão. Beijo. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. Eu quero ver.
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