06-07-2015 GEML - Cacildo Martins - O Óbolo da Viúva

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 07/07/2015 (há 10 anos) 21:54 1,442 visualizações

Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 06-07-2015 as 20hs, com o tema "O Óbolo da Viúva", E.S.E. Cap. 13 – QUE A MÃO ESQUERDA NÃO SAIBA O QUE FAZ A DIREITA, pelo orador Cacildo Martins. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.com.br

Transcrição

Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Que a paz de Jesus continue entre nós. Bem, nós vemos por essa passagem dos Evangelhos de São Marcos, São Lucas, sobre o óbulo da viúva. a prática da verdadeira caridade sobre o seu aspecto de beneficência. Evidente que muita gente lamenta não poder fazer todo o bem que desejaria por falta de recursos suficientes. Muitos gostariam de ser ricos justamente para poder realizar todo benefício possível em prol do seu próximo. até mantém a ilusão de, por um motivo qualquer, uma causa qualquer, ganhar uma fortuna. E hoje é muito comum entre nós a pessoa que tem o hábito de jogar nas loterias que existem no país, já planejando, antes mesmo de serem beneficiados aquilo que faria com o dinheiro caso fosse contemplado. planeja distribuir entre a família, planeja realizar todos os seus sonhos de ordem material e depois planejam distribuir entre as pessoas necessitadas. A lição nos diz que esse intento até que é louvável, mas será que essas pessoas realmente elas não desejariam se enriquecer? Primeiramente, para poder superérflo que lhe falta, justamente para poder realizar todos os seus sonhos e depois distribuir o restante para os pobres, para os necessitados. Se essa for a intenção realmente no fundo da pretensão dessa pessoa, evidentemente que ela anularia toda a sua boa intenção. Porque a verdadeira caridade, ela tem como princípio em que a pessoa que a pratica pensa primeiramente no próximo do que em si mesma. A pessoa que realmente é voltada para a prática da caridade, ela sacrifica os seus próprios interesses para beneficiar o próximo. Jamais ela se lembra se lembra de que o que ela está dispondo em benefício do próximo possa prejudicá-la nos seus próprios interesses. Mas nos diz a lição, será que a única forma de praticar a verdadeira caridade é através dos bens materiais? Nós sabemos que a caridade ela é tanto praticada através da beneficência, que é a doação de coisas

s diz a lição, será que a única forma de praticar a verdadeira caridade é através dos bens materiais? Nós sabemos que a caridade ela é tanto praticada através da beneficência, que é a doação de coisas materiais, como também sobre o seu aspecto moral. E a informação que temos é de que a caridade sobre o aspecto moral é muito mais difícil de ser praticada do que a outra. Então, evidente que em ambos os aspectos nós notamos que a humanidade, apesar de já ter passado, embora tenham passado mais de 2000 anos da vinda do Cristo, a humanidade ainda não absorveu, não assimilou e muito menos vem praticando a caridade conceituada pelo próprio mestre Jesus, quando ele afirma que a verdadeira caridade é a benevolência, ou seja, a bondade para com todos, a indulgência para as faltas alheias e o perdão das ofensas. Evidente que Jesus reconhece como a verdadeira caridade aquela que a pessoa faz pelos seus próprios esforços, na beneficência pelo seu trabalho, pelos seus parcos, recursos materiais, mas que a faz do coração, que a faz pensando primeiramente no próximo, no beneficiado. do que em si mesmo. Aliás, Emanuel, na lição do livro eh livro da esperança, com o título Deveres humildes, ele faz uma comparação ao a ao interpretar justamente esse essa passagem do óbulo da viúva com as nossas atividades, com as grandes e as pequenas coisas. coisas. Ele começa por afirmar que é o sol com a sua grandeza que sustenta os mundos. É a grande semente que nutre o homem. Por essas duas comparações, nós já deduzimos o que que ele quer dizer. A grande semente que nutre o homem, o sol na sua grandeza, na sua majestade, que sustenta os homens. Se nós formos analisar num sentido mais profundo, nós vamos verificar que quando ele se refere à pequenina semente como a grande semente que nutre os homens e se refere à majestade do sol que sustenta os mundos, evidentemente que ele quer dizer que a semente comparadamente com o sol, talvez no conceito universal ou nos nos objetivos divino do nosso pai, que é

refere à majestade do sol que sustenta os mundos, evidentemente que ele quer dizer que a semente comparadamente com o sol, talvez no conceito universal ou nos nos objetivos divino do nosso pai, que é Deus, tem é muito maior, tem muito mais importância do que o próprio sol, ou a importância é a mesma em termos de finalidade. Por quê? Porque o principal objetivo das criaturas de Deus, pelo menos no nível em que nós nos encontramos de evolução e no planeta em que estamos reencarnados, o objetivo principalmente do Pai é nós mesmos, os espíritos, é a nossa evolução moral, espiritual. Por quê? Porque nós, como espíritos, somos uma das inteligências do universo. E Deus é inteligência suprema do universo e nós somos filhos dele. Portanto, nós devemos ter, ele deve nos considerar na mesma importância ao nível dele mesmo. Depois, a razão porque tão majestoso é o sol que sustenta os mundos, como grande, igualmente como sol, a semente que nutre o nosso corpo físico aqui no planeta para que nós evoluamos moral e espiritualmente. Nessa lição, afirma Emanuel que o engenheiro projeta as estradas no seu escritório consultando as informações necessárias para tanto. E essa estrada, dentro em breve, ela se edifica no meio da mata como uma verdadeira avenida. Por quê? Porque além do projeto do engenheiro, que é a sua estrutura, sua base, ela contou com a mão de obra dos pobres operários que removeram todos os obstáculos para que a estrada se construísse. Da mesma forma, ele afirma que técnicos avançados fabricam as máquinas que exaltam a indústria. Mas para que isso aconteça, Operários expõe a sua própria vida junto dos fornos escaldentes de ferro e aço para que o material da máquina seja elaborado. E assim ele continua e ele termina a sua lição nos advertindo no sentido de que nada pode ser discriminado entre nós humanos. Ou seja, ninguém pode discriminar ninguém. Semelhante não pode discriminar o seu semelhante e muito menos um pode desprezar o outro. Por quê? Porque segundo os princípios do

iminado entre nós humanos. Ou seja, ninguém pode discriminar ninguém. Semelhante não pode discriminar o seu semelhante e muito menos um pode desprezar o outro. Por quê? Porque segundo os princípios do universo, segundo Emanuel, nós somos iguais, somos espíritos, portanto, inteligências do universo e filhos de Deus. Não há como discriminar quem quer que seja. E vem André Luiz no livro Vivendo o Evangelho no segundo volume, dizendo o seguinte: "Sobre o óbvulo da viúva, embora pobre de virtudes, nós devemos dar o máximo de nós mesmos em favor dos outros. Porque o óbvulo da viúva a que se refere Jesus no Evangelho não é apenas a doação material com sacrifício, mas sobretudo o esforço para amar o próximo quando ainda temos tão pouco amor. Então, tudo está ligado ao amor. E na lição do Evangelho de hoje, nós vemos muito claro, será que é só através do dinheiro que pode beneficiar o próximo? Será que aquele que não tem recursos materiais disponíveis para tanto, não dispõe do seu trabalho, não dispõe do seu tempo, não dispõe da sua boa vontade para servir o nosso próximo que necessita de apoio, de consolo, de uma palavra amiga, não dispõe da oportunidade da prece, já que nós auxiliamos o nosso próximo, talvez de forma melhor, através de uma prece proferida com a fé robusta e do fundo do coração. E nós, como disse no decorrer da fala, nós ainda não assimilamos os princípios do Evangelho de Jesus para praticá-los no relacionamento nosso, na reciprocidade de um para com o outro, que é justamente a prática do amor Irmãos que são irmão para irmão, filhos do mesmo pai. Nós não adoramos os nossos irmãos carnais. Nós não adoramos os nossos pais, os nossos sobrinhos, enfim, a nossa família. Nós não somos gentis, não amamos os nossos amigos de um círculo mais próximo, que não pertence à nossa família sanguína. E no entanto, nós somos ainda incapazes de perceber e compreender que nós pertencemos a uma única família, a família humana que existe, em quais sob o mesmo aspecto material, em todos os

lia sanguína. E no entanto, nós somos ainda incapazes de perceber e compreender que nós pertencemos a uma única família, a família humana que existe, em quais sob o mesmo aspecto material, em todos os planetas que se encontram espalhados pelo universo. E o evangelho de Jesus complementado pela doutrina dos espíritos, pelos ensinamentos da codificação de Kardec e de forma muito mais clara, como nós vimos, pelos ensinamentos das obras complementares, sobretudo as psicografadas pelo grande exemplo de Jesus no nosso planeta. nosso querido Chico Xavier nos dão essa certeza de forma muito mais clara e nos ensina amplamente de que forma nós podemos amar e auxiliar os nossos irmãos em humanidade. Prezados irmãos, esse óbvulo da viúva representa a verdadeira caridade, a prática do verdadeiro amor. Enquanto os contemporâneos dela ricos, ao chegarem no templo em frente ao gasofilácio, abundava-o com moedas, com riquezas. justamente dava ou colocava no gajofilácio o que sobrava do seu superérflo. Aquela viúva na sua humildade, na sua pobreza, colocava as duas moedinhas que corresponde para nós, cada um a 10 centavos. dava tudo que tinha, deu tudo que tinha, segundo Jesus, até mesmo aquilo que lhe faltaria para o seu sustento foi dado. E por isso é que ele considerou que o seu óbulo era muito mais importante do que toda aquela riqueza, todos aqueles valores maiores que os ricos contribuíram naquela oportunidade. E esse pensamento é evidente que continua o mesmo. É pelo sacrifício que nós evoluímos. Nós estamos eh com amplo conhecimento da própria doutrina, que é através da dor, do sacrifício, do esforço, do trabalho permanente continuado, no sentido de nós nos libertarmos dos das nossas tendências, dos nossos vícios. é que nós vemos galgando a escada de Jacó degrau por degrau, que representa justamente essa escalada infinita da nossa evolução espiritual em rumo à perfeição, à perfeição e a felicidade que todos nós desejamos. Pureza, perfeição, felicidade, caminham juntos. Jamais seremos

a justamente essa escalada infinita da nossa evolução espiritual em rumo à perfeição, à perfeição e a felicidade que todos nós desejamos. Pureza, perfeição, felicidade, caminham juntos. Jamais seremos felizes se não buscarmos a pureza do coração e justamente a nossa perfeição espiritual. Já se diz que caridade sem a fé, somente a caridade, somente a beneficência, a caridade mais praticada entre nós, é impossível de fazer, de constituir uma sociedade realmente feliz, sem a presença da fé que realmente representa aquela convicção que nós temos no futuro, que nós somos filhos de Deus, criados para sermos perfeitos, entre aspas, relativamente, como perfeito é o nosso pai que nos criou e que está no céu da felicidade. A felicidade é o céu que cada um de nós busca. E para alcançá-la, é preciso que realmente nós assimilemos e coloquemos em prática os ensinamentos do Evangelho de Jesus, que vieram com a sua base nos 10 mandamentos de Moisés com a lei da justiça, depois com a reencarnação de Jesus que nos trouxe o insuperável amor. E agora com a verdade que é a doutrina dos espíritos, o consolador prometido por Jesus, que nos demonstra com a sua ampla literatura a forma mais clara daquilo que se iniciou com Jesus. Foi levantado por Jesus, por Jesus. com Moisés, foi levantado por Jesus e agora será acabado pela doutrina espírita, como diz Emanuel, através dos milênios porvindolos. A nossa caminhada é longa, mas nós somos eternos. O espírito é imortal e o amor de Jesus está sempre nos envolvendo, confirmando para nós o amor que o Pai tem para cada um de nós. Que Jesus continue nos amparando e nos protegendo sempre.

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