#04 • O sentido do Natal • Realeza
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis » O sentido do Natal (série especial) » Tema 04 - Realeza ► Referências Bibliográficas • Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, cap. 03 • O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 02, item 08. • João 18:37 » Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. E nesse mês especial em que nós prestamos nossas simples homenagens a esse mestre de nossas vidas, Jesus, nosso querido modelo e guia da humanidade, esse irmão sempre presente, ao mesmo tempo, um pai tão acolhedor, compreensivo, realmente um representante de Deus, do amor, da luz para nós aqui em nosso grau. de evolução pra Terra. Ele veio nos mostrar como é a perfeição, como é um ser que já traz o amor na sua plenitude, em seu coração, veio ser pra gente essa inspiração, o norte, o guia, o caminho, o nosso objetivo final da nossa evolução espiritual. Então, para demonstrar aqui nosso reconhecimento, nós estamos dedicando os encontros de dezembro para falar dele, para conversar com ele, para fazê-lo se aproximar de nós, né? Porque nós nas nossas correrias e muitas vezes esquecemos Jesus pelo caminho, nos distanciamos dele e aí dedicamos esses minutos para que a gente possa fazer esse esforço, essa busca para trazer mais ele pertinho da gente. A nossa conversa de hoje, nossa reflexão, ela vai se basear no livro de Joana de Angeles, Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda. O capítulo 3. Então, vai ser uma reflexão a partir do capítulo 3 deste livro. E Joana fala sobre a realeza de Jesus. Eh, pra gente falar então sobre a realeza de Jesus, vamos começar fazendo um alongamento, o aquecimento mental. Se alguém perguntar para você o que que é ser rei, qual é a sua imagem a respeito de um rei? Qual é o símbolo que para você um rei representa, carrega? Que seria ser rei? É verdade que tem algo de particular nisso. Para umas pessoas, rei é uma coisa e para outras pessoas às vezes tem uma pequena diferença. Mas em linha geral, com base na experiência da humanidade, daquilo que nós já observamos, dos registros que nós temos a respeito do que é ser rei, o dicionário nos oferece um significado, uma explicação, uma conceituação. Então, se perguntarmos para pro conhecimento geral, os dicionários, eles
registros que nós temos a respeito do que é ser rei, o dicionário nos oferece um significado, uma explicação, uma conceituação. Então, se perguntarmos para pro conhecimento geral, os dicionários, eles nos oferecem isso. o dicionário vem dizer pra gente o que um um verbete, o que um conceito para o coletivo representa, significa. Então, quando nós quisermos saber o que será que as pessoas entendem por tal conceito, nós vamos para o dicionário, porque ele nos traz esse senso comum. E o dicionário, quando nós vamos pesquisar a respeito do que é ser rei, do verbete rei, nós encontramos de maneira resumida algo do tipo: é uma pessoa que exerce um poder absoluto, é o indivíduo mais notável entre todos da sua classe em determinada atividade. Aí nós olhamos isso, esse essa expressão pelo ponto de vista espiritual que nos oferece a visão do da transitoriedade da das coisas da Terra, né? Quando nós olhamos pela visão do espírito, nós entendemos que a passagem pela Terra é rápida, é fugaz, é passageira, é algo muito veloz. O tempo da terra para o espírito que vai ser eterno, que não vai que vai, vai viver eternamente, ela é um um segundo, um milésimo de segundo na vida desse espírito. As coisas da Terra são transitórias. Nós estamos num nível de materialidade necessário pro nosso grau de evolução, mas é algo que faz sentido hoje. Não são valores eternos. Tanto que as coisas da Terra não duram, elas elas se transformam. Aqueles átomos que hoje formam uma uma roupa, daqui 100, 200 anos, eles já vão estar eh envolvidos em outras aglomerações, formando outros corpos materiais. As coisas da Terra elas passam, elas modificam, elas elas são criadas ou elas nascem, elas se desenvolvem, elas morrem, elas terminam, elas estragam, elas apodrecem, elas quebram. Então é transitória a a forma. Aqui é o mundo das formas. E esse mundo das formas, ele é transitório, ele é passageiro e muito rápido. Então, se nós olharmos por esse ponto de vista, o espírito nos diz, o espiritismo nos ensina, a vida na Terra é rápida, é uma
esse mundo das formas, ele é transitório, ele é passageiro e muito rápido. Então, se nós olharmos por esse ponto de vista, o espírito nos diz, o espiritismo nos ensina, a vida na Terra é rápida, é uma fração de segundo na vida desse espírito, as coisas que ele lida na terra são passageiras, são transitórias, não duram. E aí a pergunta vem: "O que é ser rei nessa condição?" Percebe o quanto que esvazia, né, o o conceito de ser rei nesse lugar transitório, passageiro, rápido, fugaz. O que que é ser rei aqui? Aí a gente vai pro dicionário. O dicionário diz assim: "É uma pessoa que exerce um poder absoluto." Oi, como dizem os jovens, né? Oi. Como assim? Que poder absoluto? Esse é um ponto de vista materialista. Quem na terra tem poder absoluto? Os espiritualistas entendem que uma pessoa na Terra, ela tem o que ela tem, enquanto a lei divina entende que é necessário pro seu aprimoramento. Se essa lei, que é uma lei que faz com que a gente cresça, precisar aplicar para esse indivíduo algo diferente, no minuto seguinte, tudo aquilo que ele tinha, ele perde. Tudo aquilo que ele perdeu, ele ganha. Tudo aquilo que é deixa de ser aqui na Terra. É muito tudo muito líquido. Como diz também essa expressão moderna, é muito fluido. Hoje tá nessa condição, amanhã não está mais. A gente não costuma brincar nas rodas sociais que quando a gente não encontra uma pessoa por por algum tempo, quando a gente encontra, a gente toma muito cuidado para fazer alguma pergunta. Ah, como vai seu marido, sua esposa, eu não sei se tá junto, se não tá. Então, a gente fica cheio de dedos. Por quê? Porque a gente sabe que tudo é muito rápido e passageiro. Não dá para perguntar nada, porque se eu encontro com essa pessoa hoje numa condição, é muito veloz para que caso a vida entenda a necessidade, tudo muda muito rápido. Então, como é que a gente pode encontrar no dicionário pessoa que exerce um poder absoluto? Mas teve muito rei na história da humanidade que acreditou que era o poder absoluto e viveu assim e fez muito estrago porque
e a gente pode encontrar no dicionário pessoa que exerce um poder absoluto? Mas teve muito rei na história da humanidade que acreditou que era o poder absoluto e viveu assim e fez muito estrago porque acreditou, vestiu essa essa pseudo qualidade, pseudo, porque não existe na terra nenhum poder absoluto, só Deus. Só Deus. Jesus mesmo mostrou a transitoriedade. Eu não sou daqui. Eu não, Seu, se eu fosse daqui, meus anjos, o exército, entre aspas, do meu pai. Jesus, em muitos momentos mostrou, eu não tenho onde repousar a cabeça e eh a todo momento Jesus falava: "Isso daqui, gente, isso daqui está, mas isso aqui não fica. Olha, olha Jesus, esse templo de poder absoluto." E Jesus fala: "Pois eu digo que não vai ficar pedra sobre pedra". Mas muitos reis acreditaram na história da humanidade que eles eram os detentores desse poder absoluto. Individo mais notável entre os da sua classe. É outra coisa que a gente questiona. Quantas histórias a gente tem de reis que passaram pela terra e que o que eles não eram era alguém mais notável do que os outros? Quantos reis que a gente estudando a biografia a gente fala: "Meu Deus, que pessoa ignorante, que visão estreita, que pensamento limitado, que falta de de criatividade, que falta de liderança, que egoísmo, que orgulho. Quantos então que como que ele pode ter sido o mais notável entre os eh da sua classe, né, em determinada atividade? Bom, tudo isso pra gente perceber que o que a gente chama de de rei, desculpa, de rei aqui na terra é algo que para o espírito não vai fazer nenhum sentido. Olhando pelo olhar do espírito, aquilo que na terra a gente entende por rei, não faz sentido, né? É, é algo que tem a ver com herança, simplesmente porque a pessoa herdou aquele título e às vezes essa essa pessoa que chega, o pai podia até ser alguém mais nobre, mas o filho não. Era um espírito alienado que reencarnou, mas ele vai ter direito de ser rei. Como é que você herda direito de ser rei? Isso é um título que você deveria conquistar, né? Que que você
, mas o filho não. Era um espírito alienado que reencarnou, mas ele vai ter direito de ser rei. Como é que você herda direito de ser rei? Isso é um título que você deveria conquistar, né? Que que você deveria provar, exemplificar. Pensa que nós tivemos reis que eram crianças, que foram colocados no trono crianças adolescentes e a eles era atribuído um poder sobrenatural. Isso sem contar que por muito tempo o título de rei se misturava com o da religião. O rei igreja era tudo uma única coisa porque era o rei era tido por muitos por muitos povos, né, como representante de Deus. Então, era uma mistura de religião com poder, com administração. Hoje a gente tem ainda algumas algumas alguns países que continuam com o sistema de monarquia, mas se adaptaram a grande maioria, a não ser alguns totalitários fechados pro mundo, fechados pro progresso, fechados para pro bom senso, né? Eh, mas a maioria se adaptou, ficou lá como cultura. A monarquia é quase que uma parte da cultura do povo para você não dissolver tudo. fica lá algo para se compreender o passado, de onde veio, mas as decisões são tomadas, né, por sistemas administrativos, por corpos eh eh de de de indivíduos que estudaram para isso ou se tornaram competentes para isso, seja na função de primeiro ministro ou do legislativo, enfim, de parlamento, seja o que for, porque não dá, não tem como hoje a gente falar falar. Essa pessoa que está aqui, ela nasceu num lugar que só por ter nascido nessa família, ela tem um poder supremo e ela é a mais notável. Quem falou que mais notável? Não sei se ela é mais notável, acabou de nascer, né? Então, hoje a gente já tem uma compreensão que a gente se distanciou daquelas daqueles daquelas crendices, quando a gente não compreendia muito bem como funcionava o mundo, as leis, quando a gente não entendia um muito de ciência, quando a gente não tinha compreensão racional de como funcionavam as coisas, a gente acreditava nesses poderes mágicos, né, nessa magia, porque essa pessoa foi Deus que enviou enou
m muito de ciência, quando a gente não tinha compreensão racional de como funcionavam as coisas, a gente acreditava nesses poderes mágicos, né, nessa magia, porque essa pessoa foi Deus que enviou enou para ser um notável. Não, Deus envia sim, mas não com aparência. Basta a gente pensar nos grand nas grandes personagens que passaram pela Terra, né? Foram humildes, a grande maioria. Aqueles que não foram humildes, nem por isso, mesmo assim eles tinham um reconhecimento interno, ou seja, eles tinham competência para estar naquele lugar, né? Então, quando a gente fala aqui de herança, de de de indivíduo que recebeu um poder, indivíduo que era destacado dos outros, a gente questiona em que sentido, porque se for do sentido material, é tão rápido passageiro a terra, o a vida na terra, que não dá pra gente dizer que aqui tem poder absoluto nenhum, né? Pega, vamos lembrar de Sócrates, que ele sim foi um precursor do espiritismo, inclusive de Jesus, inclusive. e do espiritismo também quando perguntaram: "Você é sábio, Sócrates? Você é a mente mais notável que tem aqui. Você é o que mais sabe?" Ele diz: "Ah, eu só sei que eu nada sei, ou seja, eu sei o meu tamanho. Que se eu sei isso e todo mundo sabe isso, não quer dizer que eu sei tudo. Tem tudo isso ainda para aprender. Ou seja, que tamanho que eu sou? Talvez eu perto de vocês seja grande, mas perto de Jesus, perto do da perfeição, ainda estou distante. Essa é a visão mais eh eh real da vida na Terra. Precisamos, mas é preciso que se tenha esse olhar espiritual. Se pensarmos numa única vida na matéria, aí a gente pode concordar um pouco aqui com esse dicionário. Bom, que que Joana no livro Jesus e o Evangelho a Luz da Psicologia profunda, no capítulo 3 fala? Joana explica um pouco dessa história do ser rei. Ela disse: "Ser rei significava no passado a conquista de uma condição que se atribuía como divina, conforme os parâmetros da loucura, apresentando-se superior aos outros, que lhe deviam prestar subserviência, como se sua fragilidade orgânica
a conquista de uma condição que se atribuía como divina, conforme os parâmetros da loucura, apresentando-se superior aos outros, que lhe deviam prestar subserviência, como se sua fragilidade orgânica estivesse indene à presença do sofrimento, da solidão, da amargura, da velícia e da doença da morte." Veja como a gente se enganava. Aí aparecia alguém lá, nasceu o filho do rei, ai vai ser o próximo rei. E aí a gente é é um Deus como se ele fosse diferente de todo mundo, superior. E aí Joana desmagina como se ele não fosse frágil como a gente é organicamente falando. E todos vão sofrer, todos vão ter solidão, amargura, velice, doença e morte. Então Jesus vem para mostrar, Jesus vem para mostrar, para trazer consciência, como se ele falasse, gente, ó, não é por aí, não é procurando aparências na terra que a gente vai encontrar os grandes do espírito. Os espíritos grandes não necessariamente estão vestidos de poderes da terra. Aliás, isso é menos comum, inclusive é menos comum, é mais comum os espíritos grandes terem habitado a terra em condição humilde. Em condição humilde. Tem um trecho no livro Paulo e Estevão, quando Estevão está tem é um discurso maravilhoso que Estevão faz quando ele está sendo eh eh entrevistado, né, investigado lá no Sinédrio e estão fazendo as perguntas para ele. Ele dá uma aula riquíssima. Aliás, é um curso que ele dá. O ponto de vista, a abordagem que ele traz é para é para se ler muitas vezes, para se estudar. E aí, eh, Saulo, numa dessa, numa, num desses embates com Estevão, antes de Saulo, eh, decretar o seu apedrejamento, Saulo diz isso para Estevão. Ah, então você quer dizer que aquele pobre coitado que nazareno, filhos de filho de carpinteiro, carpinteiro ele próprio que não tinha um lugar para viver, que andava como um andarilho de lugar em lugar entre os pobres, os doentes. Você quer dizer, Saulo, que aquele homem que ninguém sabe da onde veio, que não não é doutor da lei e que fica andando por aí igual andarilho, você quer dizer que ele é o rei dos judeus?
, os doentes. Você quer dizer, Saulo, que aquele homem que ninguém sabe da onde veio, que não não é doutor da lei e que fica andando por aí igual andarilho, você quer dizer que ele é o rei dos judeus? E aí Estevão responde assim: Saulo, o que que você esperava que ele viesse como um dominador, decretando a morte? jogando seus exércitos para dizimar as pessoas, para mostrar o seu poder. Você queria que o o mensageiro de Deus viesse sentar num trono para se encher de riqueza, vendo o próprio povo sofrer de fome? E Saulo fica sem saber o que responder, porque de verdade a gente até hoje ainda não entendeu como é que a gente junta as duas coisas. Até hoje nós temos um lado nosso que sabe que as coisas do céu não combinam com as coisas da terra necessariamente, mas a gente continua idolatrando quem tem mais coisas da terra. do que quem mais tem tesouros do céu. Até hoje nós somos Saulos. Até hoje a gente acha que os maiores da terra devem se mostrar com aparência de poder, de riqueza, de dominação. Um lado nosso entende que isso não faz sentido. Quando nós vamos estudar nos templos, nas igrejas, a gente fala das virtudes, da humildade, da simplicidade. A gente fala da atenção aos pobres, aos necessitados e depois a gente vai viver, engata um piloto automático e sai seguindo pessoas que são o quê? famosas, ricas, poderosas, mas que estão distantes da espiritualidade de Deus, da vivência interna. São pessoas do mundo. Nossos ídolos ainda são saulos em out em várias áreas. Nós valorizamos uma coisa e seguimos outra. Quem são aquelas pessoas que a gente segue nas nossas redes sociais? Aí a gente vai ver. Esse aqui é rico, aquela é famosa, esse aqui é super e todo mundo gosta. Mas quem são os seres humanos que estão ali? Que que eles estão acrescentando para valores do espírito? Ainda hoje nós não conseguimos entender o que que tem valor. Ainda somos mais Saulos do que Estevão. Estevãos. Estevão disse: "Como que Jesus viria diferente? Faz sentido vir Deus mandar alguém para
? Ainda hoje nós não conseguimos entender o que que tem valor. Ainda somos mais Saulos do que Estevão. Estevãos. Estevão disse: "Como que Jesus viria diferente? Faz sentido vir Deus mandar alguém para cuidar do seu povo e essa pessoa fica sentada num trono, vestido de purpurina, isolado de todo mundo, dominando, oprimindo, poderoso? Não faz sentido, mas até hoje a gente ainda não escolhe nossos ídolos no sentido de serem nossas inspirações com base na vida cristã da pessoa. Até hoje a gente ainda fica vendo quem ganhou mais dinheiro, quem ficou mais famoso, quem tem mais seguidores, quem é mais aplaudido. Até hoje a gente se impressiona com quem deu certo na terra para os valores da terra. E isso nós estamos falando do quê? Ainda exaltamos o ego. Ego é a nossa, é o centro da nossa consciência. Bom, que que é ter consciência na Terra, no nosso grau de evolução? Que tamanho é nossa consciência? Minúscula. Minúscula. Quem é estudioso da psique diz assim: "Nós temos uma área de sombra, de inconsciente que a que são os nossos registros de todas as nossas vivências dessa e de outras vidas passadas, como se fosse uma grande biblioteca, um arsenal de experiências, memórias, aprendizados, conhecimentos, estão tudo lá. Para nós no nosso grau de evolução está inconsciente. Eu não, eu não sei, eu não consigo lembrar. tá guardar de algum lugar em mim, mas para mim é sombra, eu não vejo. O que que eu vejo? O que que eu tenho consciência do que eu sei, do que eu faço, do que eu lembro desse tamanho, enquanto que o inconsciente é gigante. Vamos pensar, se eu viver a vida na Terra com base na minha consciência, eu vou descartar a maior parte das experiências que eu já tive. E Jesus, qual era a consciência de Jesus? Toda. Jesus não tinha inconsciente. Jesus se lembrava de tudo. Jesus sabia tudo. Jesus enxergava tudo. Jesus já era só luz. Nós ainda somamos um tantinho assim de luz para uma imensidão de sombra. Jesus não. Jesus era luz. Então, quando Jesus estava aqui e ele olhava a terra, as as pessoas, imagina
do. Jesus já era só luz. Nós ainda somamos um tantinho assim de luz para uma imensidão de sombra. Jesus não. Jesus era luz. Então, quando Jesus estava aqui e ele olhava a terra, as as pessoas, imagina que ele estava ele estava enxergando o antes, o depois. Ele estava enxergando o universo, ele ele compreendia Deus. Eu e o Pai somos um. Que nível de consciência é essa, né? Então, quando a gente fala de exaltação do ego, significa: "Eu vivo na terra esquecendo que eu tenho inconsciente. Eu vivo na Terra esquecendo que o meu consciência é pequenininha e eu ajo como se eu soubesse tudo." Isso é exaltação do ego, é colocar o ego maior do que ele é. O ego ele está em oposição ao selfie, que é o espírito profundo, o ser espiritual que eu sou, mas que eu não lembro. O ser total, quem eu lembro que eu sou? A Cris. Ah, mas eu já fui tantas, já devo ter aprontado tanta coisa. Não me identifico com elas hoje conscientemente e inconscientemente elas continuam me influenciando, né? A vez que eu falei grosso com aquela pessoa, puxa, mas eu cris não queria ter falado. Então, provavelmente conteúdos do inconsciente ainda continuam me influenciando. Eu estou me iluminando devagar, de acordo com o progresso. Agora, falar que eu sou Cris, não. A Cris é um é um ser pequenininho assim. perto de um espírito que já viveu tanto, que já tem tantas experiências. Exaltar o ego é eu tratar eu como se eu só fosse essa. Ó que que gigante que eu sou. Não sou. Não sou. Então Joana diz: "A exaltação do ego exacerbava-lhe os interesses daqueles fariseus, os doutores da lei, os poderosos da época, os tais reis. A exaltação do ego exacerbava-lhe os interesses e anestesiava-lhe o discernimento que bloqueado deixava a personalidade conduzir-se como se tudo à sua volta lhe devesse obediência e bajulação, crendo-se indestrutível. imatur psicologicamente, tais indivíduos acreditavam nessa fantasia, disfarçando-se com indumentárias exóticas que, apesar disso, não lhes ocultavam as torpezas morais e as torturas emocionais.
tível. imatur psicologicamente, tais indivíduos acreditavam nessa fantasia, disfarçando-se com indumentárias exóticas que, apesar disso, não lhes ocultavam as torpezas morais e as torturas emocionais. Sabe aqueles filmes, e tem alguns em que o rei eh se veste de plebeu e sai para andar no meio do povo? Ele não é reconhecido. Ele não é reconhecido. Ele precisa estar cheio de pedraria, sentado num trono mais alto dentro de um castelo, para que a gente acredite que ele é o rei. Sabe aqueles outros filmes que mostra que alguém foi lá e trocou o rei com outra pessoa e ninguém percebeu? O rei foi posto para fora, o outro pegou o lugar dele, é, tá lá vestido, tá com todas as indumentárias. Então ele deve ser o tal. Imagina a fragilidade desse ponto de vista da gente achar que alguém é o tal simplesmente porque ele se mostrou cheio de pedras, de brilhos, de fama, de dinheiro, de poder, porque ele está sentado num lugar com um carrão, com uma com um casarão, seja lá o que for. Então Jesus vem mostrar e Joana vai Joana vai denunciar esse pseudo, essa pseudo realeza, né? Então, ser rei na terra ainda é é escolhido com base em critérios do ego, do que é importante na Terra. Ainda não temos uma visão de que rei é aquele que vem das altas, dos altos planos espirituais. Ainda entendemos que rei aquele que tem coisas, projeções terrenas. Até hoje, depois de 2000 anos, a gente ainda acha que ser rei ser poderoso, ter dinheiro, né? Eh, bom, eu trouxe também um trecho que cabe bem aqui, que está lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, de Allan Kardec, no capítulo 2. E tem oito, vou repetir, o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 2 e tem oito. E o título desse trecho é uma realeza terrestre, porque nós vamos ter notícias de uma pessoa que estava nesse poder, que foi rainha e que se mostrou pra gente como é uma rainha, um rei, quando deixa a terra desencarna. Como que é recebido no plano espiritual? é recebido no plano espiritual de acordo com o espírito que foi na terra, de acordo com a a as virtudes que praticou,
um rei, quando deixa a terra desencarna. Como que é recebido no plano espiritual? é recebido no plano espiritual de acordo com o espírito que foi na terra, de acordo com a a as virtudes que praticou, de acordo com o bem que fez, de acordo principalmente com o tanto que investiu para crescer como ser humano e não de acordo com o poder, o dinheiro e o lugar que ocupava. Então, um trechinho para depois a gente ir lá e ler o texto todo, né, que fica esse convite. Quem melhor do que eu pode compreender a verdade destas palavras do nosso Senhor. O meu reino não é deste mundo. O orgulho me perdeu na terra. Quem pois compreenderia o nenhum valor dos reinos da terra se eu não o compreendia? que trouxe eu comigo da minha realeza terrena? Nada, absolutamente nada. E como que para tornar mais terrível a lição, ela nem sequer me acompanhou até o túmulo. Rainha entre os homens. Como rainha eu julguei penetrar o reino dos céus. E não penetrou. apareceu como espírito para si própria, destituída daquele poder. No plano espiritual não foi reconhecida. As os espíritos do plano espiritual não estavam aí com ela. Por quê? Porque para eles não tinha valor mais as coisas do da terra. Então, Joana vem nos convidar a tomar consciência a respeito da diferença que precisa existir quando olhamos para as coisas da Terra pelo olhar da matéria e pelo olhar do espírito. E precisamos lembrar de praticar os dois pontos de vista. Eu preciso viver na terra, correr atrás de dinheiro, tentar me superar, conquistar, né, crescer profissionalmente, desenvolver meu currículo. Isso tudo, se eu fizer bem feito, vai fazer que eu cresça em espírito. Mas eu achar que é só isso que existe, eu posso começar a achar que os fins justificam os meios. Para eu conseguir isso, vale qualquer negócio. Hum, hum. Porque ao invés de eu crescer em espírito, eu vou me eh endividar espiritualmente falando. Então eu pratico sim as a vida na terra. Corro atrás, corro atrás de melhorar salário, currículo, de de conhecer lugares da
s de eu crescer em espírito, eu vou me eh endividar espiritualmente falando. Então eu pratico sim as a vida na terra. Corro atrás, corro atrás de melhorar salário, currículo, de de conhecer lugares da terra, OK? De ter prazer, de ter lazer. Mas eu também pratico o olhar espiritual. Esse olhar espiritual, inclusive, tá de olho. Como é que eu tô fazendo essa parte aqui? Até onde você vai, Cris? Cuidado, porque isso daí pode ser uma tentação para você. Cadê o tempo dedicado ao espírito? Eu preciso lembrar que eu sou espírito e que esse é o valor que eu levo embora para que eu faça que mamon sirva a Deus. Então, eu vou usar mamom, vou usar as coisas da terra para crescer o espírito. Eu não posso esquecer que eu sou espírito. Tem mais um trechinho da rainha, ela diz assim: "Que desilusão essa que chega no plano espiritual, que humilhação. Quando, em vez de ser recebida qual soberana, vi acima de mim, mas muito acima, homens que eu julgava insignificantes e aos quais desprezava por não ter sangue nobre. Olha outra bobagem, sangue nobre. Ó, como então compreende a esterilidade das honras e grandezas que com tanta avidez se request na terra. Então ela se sentiu humilhada, porque aqui na terra via pessoas que ela falava: "Essa pessoa é da plebe, não deve valer nada e esse povo é da nobreza, deve valer muito." Chegou no plano espiritual e viu que isso daí não tinha nada de sentido e viu que aqueles que ela julgava plebe estavam bem acima dela, espiritualmente falando que baita tomada de consciência, como diz Joana, né? Que ela fala do cair em si. Essa rainha caiu em si e ela traz a questão da humilhação. E a gente pode se perguntar, né, que que seria a humilhação? De novo, ponto de vista aqui na Terra costuma ser inverso do do espírito. Eu lembrei de um outro trecho quando Jesus estava nos últimos momentos das momentos da sua vida e ele tem aquela questão com Judas, né? Então, a gente entende, Amélia Rodrigues nos ajuda bastante a compreender esse um pouco mais de de visão eh os últimos todo o
momentos das momentos da sua vida e ele tem aquela questão com Judas, né? Então, a gente entende, Amélia Rodrigues nos ajuda bastante a compreender esse um pouco mais de de visão eh os últimos todo o evangelho, né? Amélia Rodrigue sempre nos traz uma visão um pouco mais ampla. Então, eh, a gente entende que Judas ele tinha um ponto de vista mais identificado com os valores daqui. Então, o que que ele deve? Parece que ele imaginou. Ele imaginou assim, chega, tá na hora o cerco tá se formando, está na hora de Jesus mostrar para esses doutores da lei que se acham quem ele é. Está na hora. Então, Judas achou que quando Jesus fosse encurralado, ele não se deixaria prender. Ponto de vista do Judas. Para Judas, Jesus não se permitiria essa humilhação. E Jesus se mostraria. E aí Jesus tomaria o poder, seria reconhecido por todos. Então Judas tinha essa fantasia, que se Jesus fosse encurralado, ele se mostraria que ele não se permitiria uma humilhação de ser preso. Tanto Pedro também achou que seria uma humilhação Jesus ser Pedro. Desculpa, Pedro também achou uma humilhação, Jesus ser preso. E quando o guarda chegou lá, ele quis enfrentar, cortou a orelha do guarda, como quem diz, meu mestre não vai para a cadeia. Então, o ponto de vista da terra, da gente, quantas vezes a gente fala: "Gente, mas isso que tá acontecendo não é justo". A pessoa que está sendo perseguida, seja lá o que for, é a pessoa que tá fazendo o que é bem, o que é preciso. A outra pessoa que está recebendo palmas não tem caráter, não tem valor. Quantas vezes a gente vê isso no nosso dia a dia e a gente fala: "Esse mundo está perdido esse mundo não tem mais jeito, né?" Então, desde aquela época a gente já fazia isso. Então, os os apóstolos tinham esse ponto de vista. E qual era o ponto de vista de Jesus? Ele se humilharia no sentido de que vergonha o que você fez, Jesus, caso ele não desse conta da missão, caso ele traísse seus princípios por receio da dor e do sofrimento que ele viria passar. Então Jesus não se sentiu
no sentido de que vergonha o que você fez, Jesus, caso ele não desse conta da missão, caso ele traísse seus princípios por receio da dor e do sofrimento que ele viria passar. Então Jesus não se sentiu humilhado. Jesus ficou é com compaixão dos ignorantes que não reconheceram a realeza espiritual dele e debocharam, torturaram, acusaram, ofenderam e e crucificaram. Então para Jesus aquilo que ele passou não foi uma humilhação. O que se que que Jesus se envergonharia caso ele traísse a si próprio? caso ele traísse a Deus. Agora aqui na terra alguém xingar, ofender, bater, matar, isso para Jesus não era humilhação. Era um exemplo de humildade, de aceitação dos desígnios de Deus, de resignação. Então, olha como que é diferente. É sutil a diferença e ao mesmo tempo é antagônica. Judas enxergando uma coisa, Jesus o oposto do que ele estava enxergando. Jesus não entendeu como humilhação. Jesus se pôs humildemente: "Deus, afasta de mim esse cálice, mas já que não é possível, me ajuda a cumprir." E passou por tudo que passou e não se envergonhou. Pelo contrário, saiu daqui maior ainda, se é que é possível, do que quando chegou. Então, nós temos essa visão distorcida aqui na terra, né? E muitas vezes para não passar vergonha a gente passa por cima de princípios. Eu fiz um erro, preciso me redimir, preciso me acusar. Ai, que vão falar de mim, como as pessoas vão achar que eu sou. Aí eu prefiro passar por cima da minha honestidade, não assumir o meu erro para manter uma aparência. Então eu passo por cima de quem eu sou para manter uma aparência de quem eu não sou. E nós fazemos isso muito e muito e muito. Não validamos o espírito para que esse essa persona, essa aparência continue bonitinha na fita, sendo aplaudida, né? Que mais que Joana fala a respeito da realeza de Jesus? Na sua fragilidade, o condenado se apresentava forte e imbatível, que eu acabei de dizer, amarrado e livre. Ele tava amarrado, mas ele era livre. Mais uma vez, lembra Sócrates quando foi eh acusado de forma
fragilidade, o condenado se apresentava forte e imbatível, que eu acabei de dizer, amarrado e livre. Ele tava amarrado, mas ele era livre. Mais uma vez, lembra Sócrates quando foi eh acusado de forma ignorante e condenado à morte pela Sicuta? e os seus aprendizes acreditavam que estavam cometendo um ato bom, porque era injusta a prisão dele. Então eles conseguiram conversar com com o guarda e corromperam o guarda e o guarda aceitou esquecer a porta aberta para ele fugir durante a noite. E quando esses aprendizes de Sócrates vão conversar com ele para falar: "Conseguimos libertar você, essa noite você será livre". E ele falou: "Mas eu nunca fui preso. Eu sou livre. Como você é livre, Sócrates? Você tá dentro de uma prisão? Não, eu sou livre porque o meu pensamento é livre, minha alma está livre, minha consciência está livre. Eu estou hoje nesse cubículo porque me puseram aqui, mas eu nunca perdi minha liberdade. Agora, se eu fizer o que vocês querem, se eu aceitar corromper uma consciência para fugir daqui, eu perco a minha liberdade. Aí eu vou ser escravo da minha consciência que vai me cobrar pro resto da vida. Aí sim eu saio daqui algemado. É a mesma coisa Jesus. Então, na sua fragilidade, o condenado se apresentava forte e imbatível. Quem estava enxergando Jesus frágil? Quem estava identificado com o ego, quem queria um um poder supremo fazendo mágicas? Quem não enxergava que a virtude era o maior tesouro de Jesus. amarrado e livre, lanhado e indiferente ao suplício, porque ele sabia, ele ele ele ele era maior do que o sofrimento, coroado de espinhos e nobre, ao mesmo tempo muito distante das questiúnculas miseráveis da sombra, cuja pergunta não poderia deixar-lhe de ser feita: "És pois, rei?" Os doutores da lei pergunta: "Jesus é o exemplo do ser integrado, perfeitamente destituído de um inconsciente perturbador. Todas as suas matrizes arquetípicas vem da herança divina nele existente, predominante." Então, Jesus não tinha sombra, Jesus não tinha conflito, Jesus
mente destituído de um inconsciente perturbador. Todas as suas matrizes arquetípicas vem da herança divina nele existente, predominante." Então, Jesus não tinha sombra, Jesus não tinha conflito, Jesus não tinha complexo que constelava e atrapalhava e e obstruía seu ponto de vista e o deixava aflito. Não. Jesus estava pleno sempre, porque Jesus era só consciência, era só luz, era como se ele soubesse tudo que está acontecendo. Ele sabia o antes ou depois, ele sabia o propósito divino, ele não, ele não se afetava. Quer ver um exemplo simples pra gente entender? Vamos imaginar que tem uma criança pequenininha aqui e que de repente de dois aninhos, de repente dá um trovão daqueles gigantescos e a luz pisca. Tudo bem que a gente se assusta porque pegou a gente desprevenido. A gente dá um pulo assim e fala: "Nossa, que susto!" E tá tudo bem. E a criança entra em choque e não para de chorar porque ela não tá entendendo o que tá acontecendo. Ela não sabe o que que aquilo, que que aquilo significa. Ela não sabe se vai continuar. Ela não tem compreensão. Ela não tem consciência. A mesma coisa. A gente passando pelo que Jesus passou. Meu Deus, que que tá acontecendo? Porque estão me torturando? que injustiça, eu não fiz nada, eu sou do bem. Jesus passando por aquilo, eu entendo tudo que precisa acontecer. Então, aquilo que nos eh eh perturba, não perturba Jesus, né? Então, é bonito de ver essa plenitude que Joana nos mostra que Jesus trazia. era um ser integrado, perfeitamente destituído de sombra, de inconsciente perturbador. Ela continua: "Ele aceitaria uma coroa de ironia porque não necessitava de nenhuma que ele cingisse a cabeça. Se eu vou vou dar uma coroa de espinhos. Pode pôr qualquer coroa aí. Eu não preciso de nenhuma, nem a cheia de pedras e nem a cheia de espinhos. Se você quer ser um abusador e me infringir dor, a escolha é sua. Eu estou aqui para presenciar o que eu preciso para deixar exemplo pro povo de resignação para servir ao propósito de Deus do meu pai. Eu não preciso de coroa nenhuma. E
nfringir dor, a escolha é sua. Eu estou aqui para presenciar o que eu preciso para deixar exemplo pro povo de resignação para servir ao propósito de Deus do meu pai. Eu não preciso de coroa nenhuma. E para mim tanto faz se essa coroa tem pedra ou tem espinho. As duas são materiais, as duas são passageiras. Olha que visão. Olha que visão. Não é bonito a gente ver a criança? Por isso que Jesus fala, né, que o reino dos céus é para aqueles que se assemelham às crianças. A criança, se você faz o uma joia de miçangas, ela é tão importante quanto uma de pedras. criança não percebe. Ela pode gostar mais de uma ou mais de outra por causa de gosto, mas não porque ela acha que uma tem mais valor do que outro. Eu tenho um anelzinho que eu ganhei do meu filhinho quando ele fez para mim de miçanguinhas. Ele tinha, sei lá, cinco, se aninhos. E aí foi trabalhando, alguém ajudando e ele fez. Eu usei esse anel por muito tempo, não saía da minha mão. E ele está guardado até hoje, onde junto com as minhas coisinhas, com as minhas com as minhas joias, com as minhas coisas preciosas. Ele tá lá porque ele é tão valoroso quanto uma outra coisa que eu recebi que tem valor paraa terra. Então, para Jesus, coroa de espinho, coroa de pedras, passageiras, ele aceitaria uma coroa de ironia, porque não necessitava de nenhuma que lhe cingisse a cabeça, pois que a sua era uma trajetória superior, sem enganos, sem prejuízos, e sua governança permanecia após a morte do corpo físico, sem vicissitudes, sem malquerenças. O cetro e a coroa que expressam o reino de onde ele veio e para onde deseja conduzir suas ovelhas. Como pastor gentil queira apresentá-las ao supremo criador, é o amor que encerra as mais completas aspirações existenciais do ser humano. Esse sim, esse Jesus carregava com o com o maior cuidado, honra, o amor, porque esse é um tesouro eterno. As coisas materiais feitas de átomos da terra passam, ficam. O amor que ele nos oferece nunca mais a gente perde. Sempre vamos levar e ele vai se ampliar.
nra, o amor, porque esse é um tesouro eterno. As coisas materiais feitas de átomos da terra passam, ficam. O amor que ele nos oferece nunca mais a gente perde. Sempre vamos levar e ele vai se ampliar. Esse era o maior tesouro. Esse era o cetro e a coroa e o manto que ele carregava. Jesus se mostrava rei vindo do céu, vindo dos alteplanos espirituais, não por aparências exteriores, mas pelo amor que ele expressava. Isso é que mostrava a sua grandiosidade. Jesus era rei para o lado espiritual da vida, porque o que ele trazia, que denotava a sua grandiosidade, era o amor. Esse não tinha na terra ninguém que pudesse carregar esse manto do amor, a coroa do amor, o cetro do amor. Só ele que aí sim a gente pode dizer que foi nosso maior, nosso grande, nosso querido rei. Jesus diz, está gravado em João, capítulo 18, versículo 37. Não nasci e não vim ao mundo, senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade escuta a minha voz. Jesus veio pelo coletivo, pela família humana, pela fraternidade. Não veio representar grupos, etnias, partidos. Jesus não tinha nichos. Jesus tinha uma única família, essa família universal, essa família terrena. E é essa mensagem que ele veio nos trazer a respeito da transitoriedade das coisas da terra e da perenidade dos valores do céu. Vamos lembrar disso. Que nossos maiores presentes nesse mês de dezembro sejam aqueles frutos do amor que a gente já consegue carregar. Muito obrigada. Até a próxima.
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