#01 Revista Espírita em Diálogo | Programa de Estreia

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 06/03/2026 (há 3 semanas) 1:01:00 1,118 visualizações 209 curtidas

A Fergs convida você para uma nova jornada de conhecimento e aprofundamento doutrinário! No dia 5 de março, estreia na FergsPlay o estudo sistemático da Revista Espírita, publicada por Allan Kardec entre 1858 e 1869. O programa Revista Espírita em Diálogo propõe encontros quinzenais, às quintas-feiras, a partir das 21h, dedicados a revisitar os conteúdos doutrinários e históricos que ajudaram a consolidar o pensamento espírita. Uma oportunidade de refletir, dialogar e aprofundar o entendimento dessa obra. Inscreva-se na FergsPlay, ative o sininho das notificações e receba um alerta antes do início das atividades: Youtube.com/@FergsPlay #RevistaEpírita #Espiritismo #DoutrinaEspírita #AllanKardec

Transcrição

A coragem de ser bom é um romance espírita [música] que mergulha nos dilemas humanos diante da injustiça, da dor e das escolhas [música] que moldam destinos. Ao acompanhar Nivaldo Cerqueira e sua família, [música] somos levados a refletir sobre as provas da vida que exigem fé, renúncia e firmeza de caráter. Os espíritos apresentados nos livros CPÉ, O guerreiro da Paz. Os espíritos [música] contaram histórias da pandemia, riquezas da [música] alma peregrina e os mensageiros, poesias e crônicas reaparecem neste livro, dando continuidade aos trabalhos de assistência, amparo, consolo e orientação [música] sobre a luz do Evangelho do Mestre Galileu. A coragem de ser bom de Maria Elizabeth da Silva Barbieri pelo Espírito Saulo, você encontra [música] nas principais livrarias espíritas do Brasil. >> Olá, meus amigos. Boa noite. Sejam todos bem-vindos a esse programa de estreia de um estudo periódico da revista Espírita. e vice espírita em diálogo pela nossa Ferxplay. Meus amigos, nós aproveitamos a oportunidade de lembrar a todos que vocês podem se inscrever no canal da Ferplay, podem curtir o vídeo, que é uma forma de impulsionar o programa e alcançar outros corações. Eu estou aqui acompanhado da Ticiana, do Velocino, do Verdo. Nós somos todos da equipe da FERS e vamos aqui tecer esse rico diálogo sobre esse periódico criado por Allan Kardec, que aliás serviu de elo de conexão do movimento espírita à sua época e que nos permite ver a construção do conhecimento espírita e ainda nos dá condições de pensar a respeito da vida contemporânea à luz do pensamento da espiritualidade superior. sistematizados de maneira muito atenta por Allan Kardec. É importante dizer também aos queridos amigos que hoje nós vamos conversar sobre o texto introdutório da revista espírita do mês de janeiro de 1858. E antes da gente entrar propriamente ao diálogo, aproveito o ensejo de passar aqui pros meus companheiros Tana, Verno e Velocino, para eles darem a sua saudação inicial. >> Olá, queridos amigos. É um prazer muito

ente entrar propriamente ao diálogo, aproveito o ensejo de passar aqui pros meus companheiros Tana, Verno e Velocino, para eles darem a sua saudação inicial. >> Olá, queridos amigos. É um prazer muito grande estar aqui e fazer parte desse desse projeto muito bonito e tenho certeza que traremos aí boas reflexões à luz da doutrina espírita com esse belo material que é a revista espírita deixada por Kardec, né? É uma oportunidade muito ímpar para que a gente continue e aprofunde cada vez mais os estudos. Então é um prazer estar aqui na companhia desses amigos aí tão queridos. Olá, queridas irmãs, caros irmãos. Muito boa noite a todos. É uma imensa alegria estar com vocês nesse primeiro episódio do estudo da revista espírita. Vai ser um diálogo fraterno, um diálogo que vai nos fazer trazer reflexões e juntos vamos construir esse conhecimento. Fiquem conosco e nos acompanhem também nas outros episódios. Olá, uma boa noite. Aqui é Velocino Camargo. Sou trabalhador da Sociedade Espírita Caminho da Luz aqui de Porto Alegre e tenho um carinho todo especial por toda a obra de Kardec e a leitura de Kardec nos faz mergulhar nesse mundo fantástico desse grande investigador que foi do mundo espiritual. Então é um prazer estar junto aqui nesse projeto da revista espírita. Espero que vocês nos acompanhem. E o Vinícius certamente vai falar de como será o andamento daqui paraa frente desse projeto que hoje começa a sua concretização, seu primeiro passo. >> Muito bem, muito obrigado, minha gente. Eu vou pedir pro Cris, que está aqui no backstage nos acompanhando, que possa destacar as saudações dos amigos no chat para que nós possamos cumprimentá-los e pedir para aqueles que estão chegando que coloquem o seu nome e a sua cidade, né? Então, boa noite, Saionara. Nós temos aqui a Marta Paz, Pedro Osório. Que bacana. Boa noite, Rosâela. Olha o Sandro de Guaíba nos acompanhando. Esse fotógrafo dedicado da área de comunicação social da Félix também. A Rosa Fest Gato de Caxias. Temos aí a Joceli também nos

ue bacana. Boa noite, Rosâela. Olha o Sandro de Guaíba nos acompanhando. Esse fotógrafo dedicado da área de comunicação social da Félix também. A Rosa Fest Gato de Caxias. Temos aí a Joceli também nos acompanhando. Obrigado, Joceli. Olha, de Charqueadas, Adriana Martins Franco, muito obrigado pela tua presença conosco. E também a Vera Lúcia. Boa noite, então, a todos. Sintam-se todos abraçados, amigos acolhidos. E lembramos que vocês podem contribuir com as reflexões também no nosso chat, fazendo comentários ou apresentando questões que a gente vai procurando encaixar aqui nos nossos diálogos. O velocínio nos lembrava qual vai ser a dinâmica desse programa. Então, nós temos o encontro quizenal e que nós vamos dialogar sempre sobre um texto escolhido da revista espírita. Nós não vamos fazer um estudo linear cartesiano, mas nós vamos adotar alguns textos que a gente entende que deva trazer pro diálogo, paraa reflexão, instigando a leitura. E é claro que qualquer um de nós e aqueles que quiserem podem buscar nas boas livrarias ou até no site da FEB os volumes da revista espírita para download gratuito. pode adquirir para ir acompanhando, mas a nossa intenção é trazer determinados textos para que nós possamos nos debruçar em torno deles, recolher as principais ideias, fazer as nossas análises e conectar com a vida contemporânea. Então vamos juntos para esse diálogo que com certeza nos concede não só a assistência dos bons espíritos, mas também o desenvolvimento de uma boa atmosfera psíquica em tempos que a sociedade que nós vivemos precisa que vibremos pela paz. Vamos lá, meus amigos. Todos prontos, apertando o cinto e vamos lá. Eu tenho aqui uma primeira questão para fomentar o nosso diálogo aqui com os queridos amigos, que é o seguinte, se nós observarmos a revista espírita, imaginemos, né, lançada em janeiro de 1858, não tinha inteligência artificial, não tinha computador, as impressões das gráficas eram tipo trabalhosas e Allan Kardec desenvolve esse volume praticamente

imaginemos, né, lançada em janeiro de 1858, não tinha inteligência artificial, não tinha computador, as impressões das gráficas eram tipo trabalhosas e Allan Kardec desenvolve esse volume praticamente sozinho, com algumas contribuições de correspondentes do movimento espírita nascente de outras regiões da França e, porque não dizer do mundo. E ele vai sistematizando esse compêndio e publicando mensalmente a revista espírita jornal de estudos psicológicos. Pelo que consta, não haviam jornais científicos de psicologia à época, mas cabe a gente pesquisar e verificar. Mas Kardec é vanguardiro nesse estudo da alma. Muito bem, meus amigos. Queria que vocês pudessem aqui trazer reflexões para que nós pensássemos juntos, observando a introdução da revista espírita, com quais propósitos Allan Kardec publicou este jornal? Bom, entre os diversos motivos que a gente sabe que se tem, né, que Kardec cita paraa elaboração da revista, eu destaco uma preocupação dele quanto a ausência de um periódico na França, né? a França, que conforme ele descreve no texto da revista, literalmente o país da Europa, onde rapidamente as ideias se aclimataram, mas que não possuía nenhum tipo de material de divulgação, era uma lacuna que ele pretendia preencher para oferecer um meio de comunicação, né, para aqueles que se interessassem pela compreensão da doutrina espírita e também pela visão que ele tinha de que o público ele deveria estar a par do progresso dessa nova ciência. Então essa é uma preocupação que eu destaco e uma observação que se traz do propósito de Kardec desenvolver a revista espírita. era uma da eh um destaque inicial do texto onde ele fala, né, essa preocupação que ele tinha e essa perpeticidade, porque em outros lugares que não se tinha tanta divulgação e tantas tantas as questões, né, da parte prática, tinham muito mais periódicos e jornais que falavam sobre isso e tratavam sobre a sobre essa questão. Então, esse é um dos pontos que eu trago para destaque sobre o propósito dele na

da parte prática, tinham muito mais periódicos e jornais que falavam sobre isso e tratavam sobre a sobre essa questão. Então, esse é um dos pontos que eu trago para destaque sobre o propósito dele na na edição da revista Espírita. E aí, Vero, que que tu achas disso? >> Só complementando aí que a TI falou, trago a abordagem também do aspecto de que eclode os fenômenos, né, no mundo naquela época das manifestações mediúnicas. E o Kardec, como um grande homem da ciência, da razão, ele havia a necessidade de ter um espaço aonde se pudesse fazer um diálogo, a análise, a comparação, reunir essas informações e dialogar tanto com os espíritas como a sociedade em geral, ao público em geral que pudesse e tivesse interesse de ter acesso a essas informaçõ informações, ele parte a partir daí a nos construir para nós um método que a gente ele vai abordar isso em todas as obras básicas, que tanto que no na introdução do livro dos médiuns, ele vai trazer lá no lá na parte justamente o método que ele utilizou que vai ser consagrado aqui na revista espírita. Então é um espaço aonde ele vai exercitar a razão, principalmente no século das luzes, né, que é o século da codificação da doutrina espírita, aonde ele vai consagrar a nossa fé, a fé raciocinada, que é a fé espírita, né, da doutrina espírita, como a fé a ser utilizada nos nossos estudos a partir desse método, aonde a gente observa, a gente compara, analisa reúne as informações e a partir daí tira as deduções. >> Então, Verno, ã, desculpe, velocío, o que mais a gente poderia acrescentar? Eh, sabe, eh, Vinícius e companheiros e pessoal que tá nos assistindo, eh, quando eu fiz a leitura da introdução, da gente falar um pouquinho sobre a introdução também, quando eu fiz a leitura da introdução, a gente vai vendo a concatenação dos pensamentos do codificador. Isso a gente vê na nas obras toda, né, principalmente na revista espírita, que a gente vê muito desse processo de concaternização das ideias, né, concaternar as ideias. E aí

ensamentos do codificador. Isso a gente vê na nas obras toda, né, principalmente na revista espírita, que a gente vê muito desse processo de concaternização das ideias, né, concaternar as ideias. E aí a gente pode, eh, pelo menos eu fiz um estudo dessa introdução, a gente pode dividir uma parte dela ali sobre as características do fenômeno, que ele vai falar quais são as essas características do fenômeno. Ele vai falar sobre a razão de ser da revista espírita, vai falar sobre a defesa da ciência espírita e depois eh o que conterá efetivamente a revista espírita. Então a gente vê a forma de apresentação das ideias de Kardec. Então nós vamos encontrar até para para instigar o pessoal a ler essa introdução com esse sabor, né? A gente vai encontrar ele falando sobre essa característica do das manifestações espíritas, a razão de ser da revista, eh a defesa dessa ciência espírita e depois sobre conter a revista espírita. Mas especificamente nesse primeiro tópico, a gente pode dizer o seguinte, que também eh Kardecunha com o lançamento da da revista, eh, que era a revista, ela vem a ser um verdadeiro ensaio sobre esta ciência nova. É como se a gente pudesse entrar dentro de um laboratório e poder examinar o fenômeno. Então, a revista espírita, ela passa a ser a partir desse momento esse lugar onde convergem os olhares para o fenômeno, eh, para esta ciência nova, como ele assim se expressa aqui na introdução da revista espírita. Então a revista ela passa a ser esse laboratório, né, onde vão convergir os investigadores, eles vão olhar, vão analisar esta ciência nova, porque Kardec disz que era preciso que o público pudesse atualizar sobre esta ciência, né? Toda a ciência tem um processo de atualização. É importante que isso se dê, ainda mais naquele início. Era necessário, diz o cortificador, prevenir os excessos de credulidade, né? Vamos colocar os pés no chão, vamos ver que efetivamente são os fatos, que que a gente pode deduzir deles e como é que eles se realizam e de que forma. Alguns são verdadeiros,

ssos de credulidade, né? Vamos colocar os pés no chão, vamos ver que efetivamente são os fatos, que que a gente pode deduzir deles e como é que eles se realizam e de que forma. Alguns são verdadeiros, outros são falsos. Então, era possível prevenir esse excesso de credulidade e também até mesmo o ceticismo para dar argumentos que pudessem reforçar este exercício na busca desta manifestação de de compreensão desses fenômenos. E por último, evidentemente, que debater eh as leis que regem esses fenômenos, porque Kardec vai buscar eh ao ao cabinal, como todas as ciências, nós vamos buscar a verdade sobre o objeto que nós estamos analisando. E aí, Kardec, deixa uma frase que é bastante e repetida por nós, né, para aqueles que se propõem ao debate frutífero. Aqui nós vamos discutir, mas nós não vamos disputar. >> Hum. >> Muito bom. Muito bom. a gente se sensibiliza com a lucidez do pensamento de Kardec, a capacidade de metodologicamente apresentar a que vem a revista espírita, né, como vocês lembravam aqui, quanto ao estudo dos fenômenos, o compartilhamento das análises e dessa investigação dessas forças naturais. ele já começa deixando claro que são forças naturais, é uma postura científica, muito ao sabor do racionalismo do século XIX e, aliás, oportuno ainda pros dias de hoje. Ele chega a dizer em algum momento que o que é necessário ao homem racional, é algo que lhe fale a inteligência. Então, dá essa ênfase de trazer o pensamento a respeito dos fenômenos espíritas de maneira muito organizada, muito metódica. E na introdução, como lembrava aqui o Velocía, eu queria destacar pros amigos que estão vendo a gente na nossa Fergs Fergs Play Facebook, que Kardecis ao final vai destacar que matérias, olha o planejamento e a postura >> responsável de Allan Kardec enquanto pesquisador dessa realidade do mundo invisível. Ele vai destacar quais são os temas que ele vai abordar. manifestações, sonos, experiência de lucidez son anambúlica, êxtase, fatos de segunda vista, fatos relativos ao poder oculto

o mundo invisível. Ele vai destacar quais são os temas que ele vai abordar. manifestações, sonos, experiência de lucidez son anambúlica, êxtase, fatos de segunda vista, fatos relativos ao poder oculto atribuído sem razão a certos indivíduos, lendas e crenças populares para que se compreenda o seu viés racional, fatos e visões de aparições, fenômenos psicológicos particulares, problemas morais psicológicos a resolver. E olha, fecha com chave de ouro, fatos morais, porque o espiritismo, como ele bem ensinava, era uma ciência de observação, uma doutrina filosófica com consequências morais ou religiosas. E aí eu passo, meus amigos, saudando aqueles que estão nos acompanhando para uma segunda questão aqui, pro nosso diálogo. Lembrando a todos que podem identificar de onde estão assistindo pra gente ter uma ideia da abrangência aqui da nossa assistência. Mas aqui é uma questão que nós vamos trabalhar com a Tana e com o Verno. E é claro que o Velocínio pode complementar se assim entender. Meus amigos, qual é a importância da revista espírita, seja pro tempo de Kardec, seja para nós outros nos dias que vivemos? Bom, como o Velocino trouxe ali, né, e nos nos colocou muito bem, nos tempos de Kardec, ela pode ser considerada um laboratório de espiritismo. Lá ele fazia realmente as experiências no sentido de colher os fatos, trazer, testava, debatia, consolidava esses princípios, né, que mais tarde, como já os colegas aqui já comentaram, viria a formar as obras fundamentais da codificação, né? Então ela começa com isso e vai fazer trazer toda essa base forte da da codificação da do Pentateuco ali. Então a colega a coleta desse dos fatos nessa época aí era muito grande, era vácil, ele recebia muitos muitas muitos materiais que ele fazia e e fazia muita pesquisa, viajava muito para que pudesse também fazer essa pesquisa em loco ali para trazer os fatos, né? E aí por quê? Porque ele ele, o objetivo central não era só a coleta dos fatos para Kardec, e sim a busca, né, para resolver essas

esse também fazer essa pesquisa em loco ali para trazer os fatos, né? E aí por quê? Porque ele ele, o objetivo central não era só a coleta dos fatos para Kardec, e sim a busca, né, para resolver essas dúvidas e esclarecer esses pontos mais obscuros que ficavam, né, pendentes de de alguma observação. E realmente ele faz isso com muita maestria, porque era um um educador, um pedagogo e realmente um cientista que buscava esse conhecimento através dos fatos, mas com buscava comprovar com a ciência, né, e comparar isso com a ciência através da ciência. Então, não era meramente eh essa colheita de fatos e e se manter nessa nesse achismo. Então ele trazia isso com muita com muita maestria. Bom, na atualidade a importância ela continua sendo assim de extrema relevância, nos proporcionando aí uma ferramenta indiscutível de aprofundamento da doutrina, permitindo inclusive compreender como é que trabalha, como é que o Kardec trabalhava, qual era a lógica da investigação científica dele, como ele lidava com as dificuldades ali do movimento, né? é um cumprimento essencial às obras básicas e uma oportunidade de reflexão muito grande assim sobre os temas que, embora escritos no século, em outro século, né, como o Vinícius trouxe ali no século XIX, são extremamente atuais. Se a gente pega a revista espírita hoje para tratar sobre qualquer tema, a gente consegue aplicá-lo facilmente em qualquer tema da atualidade, porque ela se encaixa muito bem, né? Nos apresentando então esse caráter progressivo, né, da doutrina que se adapta, que acompanha o avanço da ciência e se molda nessas novas descobertas. Então, é extremamente fundamental o conhecimento dessa revista para aquele para aquela pessoa que quer realmente desenvolver um estudo aprofundado da doutrina. E é uma um compêndio assim que nos traz como Vinícius nos elucidou ali o o todas as questões trabalhadas por Kardec fantásticas, né? E inacreditável assim o que ele já naquela época ele trazia de de desafios e para para que a gente

nos traz como Vinícius nos elucidou ali o o todas as questões trabalhadas por Kardec fantásticas, né? E inacreditável assim o que ele já naquela época ele trazia de de desafios e para para que a gente conseguisse inclusive hoje atualizada com com a progressiva a progressividade da doutrina trazer pros dias atuais. Então, é fantástico. >> Essa questão me remete o meu primeiro contato com as obras básicas, porque quando eu fui estudar a obra, As obras básicas, eu percebia que nota de rodapé o Kardec remetia paraa revista espírita, ver revista espírita mês tal, ano tal. Inicialmente aquilo foi me chamando atenção e com o tempo, curiosamente eu comecei a ir paraa revista espírita. Aí percebi a profundidade do que o Kardec estava propondo para um leitor atento. Não era apenas uma nota de rodapé simples, era sim um uma uma chamada, um encaminhamento. com caminho para que a gente fosse na fonte, porque ali que é na revista espírita, Kardec vai trabalhar dentro desse método que nós abordamos na na primeira parte aqui do nosso do nosso encontro de hoje, de uma forma muito clara e profunda, fazendo com que a gente vai entendendo o raciocínio do codificador no processo. percebendo o caminho que ele fez para chegar até o que está contido ali na obra básica. Tem uma tem uma tem duas palavrinhas ali na nesse artigo que me chama muito atenção, que é laço comum. Ele constrói esse laço comum entre a revista espírita e a obra básica. É como se disséssemos de uma forma contrária assim: "Sem a revista espírita, a obra básica não teria mais profundidade ainda. Com a revista, ela se aprofunda muito mais e amplia muito mais. principalmente naquele na na obra do céu e inferno, a gente vê que diversos relatos de espíritos que ele vai entrevistando ao longo, a gente percebe que ali é como se fosse uma manchete e todo o conteúdo do diálogo está na íntegra na revista espírita. Então, a importância da revista espírita é de suma importância, tanto na época em que ela foi lançada mensalmente como nos

ma manchete e todo o conteúdo do diálogo está na íntegra na revista espírita. Então, a importância da revista espírita é de suma importância, tanto na época em que ela foi lançada mensalmente como nos dias de hoje, porque ela aborda, como já trouxemos aqui hoje, a questão moral, o conhecimento com a questão moral. Tanto que o Kardec vai dizer que para o público espírita ela tem um ponto capital que é o ponto da moralidade. O que esses conhecimentos implica em nossa transformação moral? já na introdução ele vai colocar isso. É muito interessante. Então, ressalta muito esse tópico da profundidade da gente mergulhar no caminho que o Kardec fez e entender com muito mais amplitude aquilo que está contido nas obras básicas. É beber da fonte, da fonte pura, da água mais pura. É a fonte primária do conhecimento. Tá ali na revista espírita. E olha que interessante, né? Nós temos um comentário, vou pedir pro o nosso querido Cris colocar, é o comentário da Ji, ela diz assim, né? foi que aconteceu comigo pelas notas de rodapé. Me encontrei com essa maravilha, porque a Kardec faz referências nas outras obras do tipo Víde, revista espírita, fevereiro de 64. E aí a pessoa vai e busca e encontra esse manancial de esclarecimento filosófico da doutrina, não é vendo? >> Exatamente. Exato. >> Vou ler aqui alguns comentários. Nós temos ali também do Mauro. O Mauro diz assim: "A revista espírita nos contempla uma viagem evolutiva na atemporalidade e Aciion Lutes de Silveira lá de Novo Hamburgo também, né, com a nossa reflexão. Gostaria de entender um pouco porque a revista espírita tá um pouco divulgada no meio espírita, nos grupos de estudo e etc. A gente vai dar um presente aqui pro Velocínio. Então, velocío, quem sabe contribui, começa contribuindo com essa questão que o nosso amigo traz. Por que que ela é pouco divulgada? Essa é a visão aqui do lutos. Isto é, tu sabes que eh quando a gente começou a tratar efetivamente da dos estudos da doutrina espírita, eh é evidente que a gente se deparou com a

la é pouco divulgada? Essa é a visão aqui do lutos. Isto é, tu sabes que eh quando a gente começou a tratar efetivamente da dos estudos da doutrina espírita, eh é evidente que a gente se deparou com a importância de analisar as obras básicas da doutrina espírita, é que eram as obras que tinham grande difusão, que uma um número um número grande de de alcance da população. Então, eh, os primeiros estudos foram basicamente em cima das obras básicas. Aqui no Rio Grande do Sul nós começamos, fomos pioneiros no estudo da doutrina espírita. E eu me recordo que a Federação Espírita do Rio Grande do Sul tinha ficulos de estudos das cinco obras básicas. tinha o estudo do livro dos espíritos, o estudo do evangelho, o livro dos médiuns, eh, separados em roteiros para ajudar as pessoas a a poder, então, entender um pouco desta obra. E a gente vai percebendo que isso são ciclos, são caminhos. E na era preciso que a gente tomasse conhecimento eh dessa da pujança do pensamento espírita que estavam contidos nas obras básicas. E aí começa um processo, isso não é muito muito eh dilatado no tempo, não, né? Até a gente ocupar as mentes de todas aquelas pessoas que seguem o movimento espírita no Brasil todo, porque depois começou a campanha do estúdio sematizado em em nível nacional com a FEB. Eh, hoje a gente tá conseguindo resgatar eh esse interesse maior para ampliar o nosso conhecimento. Nós encontrávamos, evidentemente, sempre pessoas e pesquisadores que eh se debruçavam sobre toda a obra espírita, né? Herculano Pires falava bastante sobre a revista espírita. Nós temos espíritas que eh mas estavam ah, né, à frente da grande maioria de nós, né, os estudantes. Então, eh eu acho que agora nós nos encontramos maduros para poder, eh, entender bem esse processo, acompanhar esse processo de formação da doutrina espírita. Eh, a gente tendo conhecimento das obras básicas e a gente se voltando agora paraa revista, a gente começa a extrair coisas extremamente importantes. Então, a gente tá vendo esses

a doutrina espírita. Eh, a gente tendo conhecimento das obras básicas e a gente se voltando agora paraa revista, a gente começa a extrair coisas extremamente importantes. Então, a gente tá vendo esses movimentos, né? Tem o o o Alessandro que escreveu uma obra sobre as pérolas contidas dentro da revista espírita e esse movimento nosso aqui do estado, da Federação Espírita Brasileira de Estudo também eh metódico da revista espírita Casas, já a gente já ouve falar de grupos que se interessam pelo estudo da revista espírita. Então, meus queridos, isso é um processo, né? o nós é que vamos eh escolhendo dentro o material que tem à nossa disposição aquilo que dentro do momento faz mais sentido e agora eh está sendo reavivado o conhecimento, a necessidade do conhecimento da revista daquela, daquela época, daquele tempo de Kardec, como falou o Vinícius, é, eh, esse material é imenso, gente, é gigantesco, porque foi desde 1858 até o desencarne de Kardec era facículo todos os meses. É, é um estudo portentoso da doutrina espírita. é algo assim fantástico. Eu vejo a revista espírita como eh eu sabe, eu pensando pensando sobre a revista e e e a sua importância, ela ela ela vai se ela vai se constituir ainda em objeto de de grandes estudos com o tempo. a gente não, porque pesquisadores de todas as áreas das áreas das ciências humanas quando se debruçarem sobre a doutrina espírita, vão ter que beber das informações aqui da formação desta nova ciência. Então, ela é um recurso, ela é esta obra, vamos dizer, é a obra eh, como é que a gente chama? Uma obra clássica, né? quando é uma obra de referência de um determinado pensamento, ela é uma obra clássica e o clássico não sai de moda. Então ele ele ele vai se propor a muitos estudos sobre a doutrina espírita. A gente vai achar coisas aqui fantásticas que os pesquisadores vão poder extrair desta obra do codificador, porque é fantástico o volume de informações e qualidade que nós encontramos aqui. >> Gente, tá chovendo assim, comentários

fantásticas que os pesquisadores vão poder extrair desta obra do codificador, porque é fantástico o volume de informações e qualidade que nós encontramos aqui. >> Gente, tá chovendo assim, comentários muito bons, mas eu vou trazer alguns elementos aqui para reflexão, né? Nós lembrava aqui o velocínio, que há um processo histórico de apropriação do conhecimento das obras de Kardec. Isso leva tempo. O espiritismo no Brasil chega muito e no passado vinculado a questões da mediunidade. Aos poucos as pessoas foram até por conta do avanço do processo de letramento, alfabetização, buscando as informações em torno das obras. Mas é bom lembrar que em se tratando da revista espírita, a primeira tradução em português foi do Júlio de Abru Filho, né, publicada pela Edsel. Depois nós tivemos o Elias Barbosa, do Instituto de Difusão Espírita. E por fim, no bicentenário de Allan Kardec, nós tivemos essa edição primorosa da revista Espírita publicada pela Federação Espírita Brasileira na traduzão tradução do Evandro Noleto Bezerra. Então a Eva aqui vai faz essa lembrança que a nossa querida Evinha de Bajé, saudade Evinha, porque ela lembra, olha, isso também tem a ver com a tradução, né? levou um tempo para que nós tivéssemos um acesso tão popularizado da revista espírita, mas a providência divina sabe o tempo que nós precisamos para amadurecer ideias. Temos as obras acessíveis a todos nós, mãos à obra, vamos refletir, estudar e perceber na revista esse processo de construção do conhecimento ou da ciência espírita por Allan Kardec. Temos muito aprender e certamente vou lembrar André Luiz, como na Academia do Evangelho somos todos aprendizes, vamos recolher lições primorosas para nossa vida. Vou trazer aqui alguns comentários dos companheiros, tá? Aqui nós temos Felipe dizendo a obra canônica da ciência espírita. Olha que bela síntese sobre críticas contra a metodologia científica do espiritismo. Mais de 12 anos e documentação, relatos e estudos das obras básicas. Bem lembrado, Veloc comentou também. Kardec

a. Olha que bela síntese sobre críticas contra a metodologia científica do espiritismo. Mais de 12 anos e documentação, relatos e estudos das obras básicas. Bem lembrado, Veloc comentou também. Kardec publicava, porque a revista também é o laboratório das ideias, Kardec publicava textos antes na revista, abria para o diálogo com seus pares a partir da publicação e não raro esses textos revisados sobre a sua análise, muitas vezes consultando espírito de verdade, eles vão ser encontrados, sistematizados nas obras que o nosso movimento convencionou chamar de obras básicas. mas que ele, incluindo a revista espírita no catálogo racional, obras para se fundar uma biblioteca espírita, ele chamava de obras fundamentais. Olha que interessante, não é, amigos? Obras que trazem os fundamentos da doutrina. E aí tem vários comentários, pessoal querendo gostaria de estudar em grupo, companheiros falando da importância que esse despertar, vamos ler esse comentário aqui. É a Tam lá de Santa Maria. Então ele diz assim: "Acredito que o despertar para o enorme manancial que possui a revista espírita se dá devido ao amadurecimento intelectual do ser humano, agora em melhores condições de exploração do conhecimento. Obrigado. Tá. Meus amigos, querem fazer mais alguma consideração sobre esse tópico? Eu gostaria aqui, Vinícius, só lembrando que o próprio Kardec, né, no capítulo 3 do método, ele vai sugerir o estudo da revista espírita dentro da doutrina, né? Ele propõe expressamente que os espíritas estudem a revista espírita, né? Então, eh, evidencia mais um elemento desse laboratório de conhecimento, né, que o Kardec vai utilizar a revista e da importância desse desta revista nos grupos de estudo. É o momento como o Velocímio trouxe, né? É o momento de amadurecimento nosso, que o movimento chega para compreender aquilo que o codificador já colocava já no século XIX, né? Lá no livro dos médiuns, vejam que nós tínhamos como obras da codificação apenas o livro dos espíritos e o livro dos médiuns e a

compreender aquilo que o codificador já colocava já no século XIX, né? Lá no livro dos médiuns, vejam que nós tínhamos como obras da codificação apenas o livro dos espíritos e o livro dos médiuns e a revista espírita. E já sinalizava ali naquele momento a importância do estudo da revista. É a nossa maturidade. Nós agora estamos aptos a nos escrevermos nesta turma da revista espírita. Não. Maravilhoso, maravilhoso. Nós temos aqui um comentário antes de partirmos para outras reflexões que também não posso deixar passar, né? Nós temos aqui do nosso querido Juliano Prado Rodrigues, olha o que ele diz. Ler a revista espírita é como se estivéssemos mais próximos da realidade do codificador naqueles tempos. Eu lembrei aqui, amigos, de um livro Caminhos da Mediunidade Serena, sobre a Ivone Pereira do nosso irmão Pedro Camilo. E numa das entrevistas, a Ivone faz uma reflexão sobre a o convívio dela, os contatos mediúnicos dela com Leoni. E ela diz que as leituras desses grandes pensadores, o hábito de ler e meditar sobre essas obras de elevado teor doutrinário e filosófico nos vincula às correntes de pensamento emitidas por esses nobres espíritos. Aí, me permito aproveitar o que disse a dona Ivone, como carinhosamente muita gente se refere a ela, porque nós podemos entender que estudar a revista espírita, as obras de Kardec também é uma oportunidade de nos vincularmos para além das aprendizagens do conteúdo espírita ao pensamento desse missionário de Jesus que codificou, nos apresentou espiritismo. Então é como alguém disse aqui, é como estar perto de Kardec, perto das suas ideias. E aí nós temos muito a ganhar. Dizia lá os pais para nós quando éramos crianças que andando com os bons que a gente fica bom. Então a gente se vincula ao pensamento de Kardec vai ficar melhor. Mas amigos, >> e olha que e olha que bacana, Vinícius, o comentário da da Maria Clecia ali, que traz uma grande alegria pra gente, né, que ela diz: "As obras básicas são essenciais e nas casas espíritas estamos

, >> e olha que e olha que bacana, Vinícius, o comentário da da Maria Clecia ali, que traz uma grande alegria pra gente, né, que ela diz: "As obras básicas são essenciais e nas casas espíritas estamos compreendendo e tendo conhecimento de obra valiosa e clássica da revista espírita. E esse projeto que iniciou hoje vem a somar e oportunizar. Então, olha que bacana a gente conseguir chegar, né, aos centros, que é o nosso objetivo com esse trabalho aí que a gente procura e e acredita que vai dar muitos frutos ainda. >> Muito legal, muito legal. Posso comentar sobre um comentário que tem ali que eu tô vendo ali, eh, tá teer Felipe, acho que é o professor Felipe ali, é o último ali que ele vai corretamente nos sinalizar que nos roteiros do ESD, >> sim, >> no estudo da obra básica, já consta referências da revista espírita nas nas referências bibliográficas. >> Uhum. com o material com que o facilitador pode buscar e se apropriar do conhecimento. Vejo que tava sempre ali, mas aí é a hora que nós estamos vendo. É hoje, >> é nesse momento, é agora que o agora que o grau da nossa visão ajustou para ver que existe a revista espírita. Era um ajuste na lente e a lente tá ajustada. Então, a gente vai começar a ver que tá vários momentos está sendo referida dentro da codificação a questão da revista espírita, né? Vai começar a despertar para nós isso, para nós. >> Muito bom, meus amigos. Kardec observa nesse texto escolhido para essa noite, a introdução da revista espírita, que o espiritismo é uma ciência que revela todo o mundo de mistérios. torna patente verdades eternas e mostra ao homem o caminho do dever, abrindo o mais vasto campo até então jamais apresentado à observação filosófica. Olha só como é que nós podemos interpretar essas considerações de Kardec, considerando que nós vivemos em tempos de tamanho desenvolvimento científico, cada descoberta, tecnologia, área da saúde e que nós já logramos um desenvolvimento então vertiginoso no campo, por exemplo, da inteligência artificial, aplicação de

amanho desenvolvimento científico, cada descoberta, tecnologia, área da saúde e que nós já logramos um desenvolvimento então vertiginoso no campo, por exemplo, da inteligência artificial, aplicação de diversos aspectos para a vida humana, para conhecimento, até se a gente considerar na atualidade essa criação de robôs humanoides paraa tarefa doméstica, não é? Coisa que nós víamos, alguns de nós vão entregar a geração em desenhos animados e que a gente tá vendo, apesar de uma sociedade que tem seus conflitos bélicos, um extraordinário desenvolvimento tecnológico. E aí a pergunta é nesse sentido, como é que a gente pode interpretar essas considerações de Kardec sobre o espiritismo como ciência, o que ele revela e a sua indicação para o caminho do dever? Que a época Kardec entendia que nenhuma outra doutrina filosófica havia apresentado com a assertividade, com o valor que o espiritismo apresenta. E como é que isso se situa nos dias de hoje? E aí, claro que a gente aproveita, se não é preferência de ninguém, a gente indica pro velocío com começar, o verno comenta e a Tana, se quiser, também agrega a reflexão. >> Muito bem. Eh, é fantástico isso, a gente poder fazer eh esses links, né? eh conectar o conhecimento da da revista espírita com o que a gente tá vivendo atualmente, porque nós vamos extrair efetivamente da doutrina espírita eh um fiel paraa gente poder eh se conduzir nesse processo constante de aprimoramento nosso. Então, Kardec, ele vai afirmar que esta ciência nova, que o Espiritismo, ele desde logo ele despertou atenção para a influência inevitável que devem ter as manifestações espíritas sobre o estado moral da sociedade. Vejam Kardec teve contato com as manifestações espíritas em 1854. Esta revista é de 1858 e então não chegava a 4 anos, 3 anos e alguns meses que Kardec tivera contato com um fenômeno que hoje chamamos o fenômeno espírita das manifestações. E nesses 3 anos e pouco ele conseguiu depreender que estas ideias que faziam parte da ciência nova, ela abordava a

vera contato com um fenômeno que hoje chamamos o fenômeno espírita das manifestações. E nesses 3 anos e pouco ele conseguiu depreender que estas ideias que faziam parte da ciência nova, ela abordava a questão da da sua influência inevitável sobre o estado moral da sociedade. A revista espírita também se voltava para unir. Kardec coloca isso na introdução, diz: "Olha, a revista ela também se propõe a unir, a unir os que compreendem a doutrina espírita sobre o seu verdadeiro ponto de vista moral, a prática do bem e da caridade." Então, nisso a gente vai vendo que é a consequência desse estudo dos fatos, dos fenômenos, das leis que a gente consegue abstrair desses fatos. Kardec diz que o o homem eh, a humanidade, né, dotada eh de um conhecimento mais apurado, vai conseguir detectar que desse processo nós podemos retirar, né, eh extrair a a mud a a vamos dizer assim, como ele diz assim, a influência sobre o estado moral da sociedade. Então isso para nós é o fiel da balança, né? Isso é o que vai é um cânone para nós, é aonde vai dar a medida. Por quê? Porque eh nós, enquanto humanidade nós vamos sempre enfrentar desafios. Agora, como é que nós vamos enfrentar esse desafio? Se nós temos um referencial aquilo que é um norte, uma bússola, a gente vai passar bem por esses desafios. E a bússola, é isso que a doutrina traz, é esta influência inevitável sobre o estado moral nosso da sociedade, a prática do bem e da caridade. Então, eh, o Vinícius traz, olha, na atualidade nós temos grandes avanços científicos. Nós temos aí um desenvolvimento vertiginoso, como por exemplo, a inteligência artificial, o uso de robôs humanoides para diversas tarefas. Como é que nós, enquanto espíritas, enquanto eh a aqueles que se debruçam sobre o estudo da doutrina podem extrair elementos para enfrentar esses desafios? Kardec diz: "Olha, o verdadeiro ponto de vista é um ponto de vista moral, é a questão da prática do bem e da caridade". Então, o progresso vai fazer parte da nossa evolução. Então, nós vamos passar por

ardec diz: "Olha, o verdadeiro ponto de vista é um ponto de vista moral, é a questão da prática do bem e da caridade". Então, o progresso vai fazer parte da nossa evolução. Então, nós vamos passar por determinadas desafios, que são desafios para que a gente melhore o nosso ponto de vista sobre nós e sobre o mundo em que nos rodeia. E a gente faz essa mudança de nível quando a gente procura dar melhor. É o caminho mais curto, é é ter como referência aquilo que eu for fazer dentro de um processo de descortinar novas realidades, que nós busquemos um caminho em que haja o bem para todos. Porque quando a gente fala de caridade, fazer o bem e a prática da caridade, é a gente efetivamente pensar no próximo, porque ele é a extensão de nós. E a gente sabe que pela pelo conhecimento da doutrina, tudo a gente tem que fazer para outro aquilo que gostaria que fosse feito para nós. Se a gente faz sem essa consciência, a gente vai necessariamente procurar aprender os resultados daquela ação inconsequente. Então, é importante que a gente abra os olhos. Olha, eu vou fazer o bem. tem uma mudança social, uma mudança de paradigma, de comportamento, de ação, uma nova tecnologia. Como é que eu vou usar isso? De que forma eu, como alguém que influencio, que talvez esteja na base dessas novas tecnologias, desses aparatos que vão chegar a a à a à comunidade? Como é que nós vamos eh levar isso? Porque todo o conhecimento novo, toda a tecnologia, a gente sabe que pode ser usado para qualquer fim. o que vai definir para que caminho nós vamos usar é esse fiel da balança que nós temos. Então, a gente pode usar a inteligência artificial eh para produzir um conhecimento acelerado sobre determinadas pesquisas em certas áreas para produzir um medicamento mais rápido possível. aquilo que a gente levaria anos vasculhando em banco de dados, a inteligência artificial pode nos ajudar a trazer uma solução mais rápida e que resolva a situação de muitos. Então, esses bancos de dados imensos, a gente não tem condições como os seres humanos

os, a inteligência artificial pode nos ajudar a trazer uma solução mais rápida e que resolva a situação de muitos. Então, esses bancos de dados imensos, a gente não tem condições como os seres humanos de estar investigando cada um a velocidade de processamento hoje com essas inteligências artificiais vão nos dar um salto muito grande, mas é saber a direção que nós vamos usar, porque a gente pode usar essa informação para produzir um novo medicamento, uma situação que vai melhorar a sociedade, como também eu posso utilizar para produzir um medicamento falso, para produzir uma uma arma de guerra, de destruição em massa. É qual é o fiel da balança? Então, Kardec vai trazer o fiel da balança é a prática do bem. E como a gente vê na doutrina espírita lá na obra ação e reação, quando o Druso vai falar sobre que é o bem e o que é o mal, ele diz: "Olha, o bem é quando a gente quer segurança e felicidade para todos. Agora o mal é quando a gente quer segurança e felicidade só para mim". Então, é isso, né? O, eu, eu vejo eh, como uma discussão nesse ponto eh isso que a gente já extrai aqui da introdução como sendo um norte, um referencial, uma búsola diante dos desafios da da da novidade do desenvolvimento. >> Perfeito, velocino. Acho que agora o governo pode contribuir e a ti também. você de forma objetiva, né? Eh, considerando o nosso tempo, porque a gente poderia ficar um bom momento aqui ainda conversando. O que que nós estamos tratando aqui hoje na introdução da revista espírita, né, do primeiro do primeira primeira revista, primeiro artigo, a introdução que o Kardec vai colocar, ele deixa bem claro que ele vai utilizar o diálogo como essa ferramenta importantíssima dentro da revista espírita. sinaliza que para nós espíritas o exercício do diálogo é importante. Vai também trazer que ter espírito de aprendiz é de suma importância também o que vai trazer novos conhecimentos. Por que que nós estamos abordando isso? Porque a questão da IA, das novas tecnologias não afasta o espiritismo do diálogo com

prendiz é de suma importância também o que vai trazer novos conhecimentos. Por que que nós estamos abordando isso? Porque a questão da IA, das novas tecnologias não afasta o espiritismo do diálogo com essas ferramentas. Porque Deus a codificação, houve sempre avanços e não foi, e isto não afastou em nenhum momento o diálogo do Espiritismo com esses avanços. Ao contrário, a ciência é utilizada como instrumento de comprovação daquilo que a gente tem como conhecimento. A gente não combate a ciência. O espiritismo não combate a ciência. O o spiritismo tem a ciência como um elemento de de conhecimento e de construção dele. como colocou muito bem, é uma ferramenta neutra, mas ela não traz as questões da alma, da dimensão espiritual, como a doutrina traz, que às vezes busca em nós esses elementos da nossa essência divina. E a gente vai conseguir isto como nos estamos propondo, estudando a revista espírita, dialogando com vocês de uma forma de espírito aprendiz e de conhecimento. Então nós não temos nenhum problema em utilizar IA desde que tenha a questão moral, como bem colocado pelo velocíno, o bom e o mau uso da ferramenta, não só como qualquer outra coisa na vida. Tudo vai depender da nossa condição moral. Vamos ver um pouquinho a Tisana também. Ah, >> é importantíssimo que vocês trazem, né? E Kardec afirma principalmente a gente hoje falando nessas novas tecnologias e no bom uso dessas tecnologias, né? Ele nos afirma que a doutrina ele nos mostra o caminho do dever. E isso é muito importante num mundo onde a Iá tá cada vez mais eh tomando decisões e até substituindo muitas vezes as decisões humanas, essa baseada em probabilidades, né, esse senso ético e moral que vocês já falaram, né, tornando-se ainda mais essencial para que a gente atente para essa questão, né? Então o caminho do dever ele ele vai interpretar essa responsabilidade moral do uso dessas ferramentas, né, éticas. E a revista espírita vai nos trazer isso e toda a codificação e principalmente a base do espiritismo. É isso, né? Conduta ética

retar essa responsabilidade moral do uso dessas ferramentas, né, éticas. E a revista espírita vai nos trazer isso e toda a codificação e principalmente a base do espiritismo. É isso, né? Conduta ética do do ser humano, a questão da da do aperfeiçoamento e da da do crescimento interno de cada um, né? Da reforma íntima que traz. Então, o que o que nos chama o que nos chama atenção é essa questão que ele mostra, né? Kardec nos afirma que o homem tem que ser seguir esse caminho do dever, né, da questão moral, principalmente, aliado a essas tecnologias junto, trabalhando junto, como o ver o verno bem trouxe, a gente não trabalha contra a ciência, muito pelo contrário, nós uma das bases do espiritismo, ela é científica, né, essa tríplice, esse tríplice aspecto da do ciência, filosofia e religião, mas sempre se atentando que nós temos que fazer um bom uso respeitando as questões éticas e morais, não é? é um é um é um conhecimento muito interessante e aprofundado que a revista vai nos trazer e vai cada vez mais nos nos aprimorando nesse sentido. E a gente vê, né, meus amigos, a humildade de Kardecérias, dos conteúdos que iam ser dialogados na vista espírita, ele fala do esforço pessoal que isso ia empenhar para que se realizasse cada novo número e ele deixa aberto a possibilidade das pessoas contribuírem e chegando a manifestar assim que estaria muito reconhecido pelas comunicações. que houverem por bem transmitir-nos acerca de diversos assuntos de nossos estudos >> a respeito dos quais chamamos e aí ele vai falar daqueles pontos. Kardec abre o espaço para colaboração, para cooperação, porque ciência não se faz sozinho. Ainda mais, vamos usar uma expressão que está em o livro dos espíritos, a ciência do infinito. Ele abre um espaço para que os interessados pudessem cooperar com a construção do conhecimento espírita. É claro que também ele devia ter uma percepção muito evidente de que um conhecimento com essa característica que é a mensagem do consolador, existiam outros espíritos

strução do conhecimento espírita. É claro que também ele devia ter uma percepção muito evidente de que um conhecimento com essa característica que é a mensagem do consolador, existiam outros espíritos encarnados, desencarnados, comprometido em trazer e tá ali chamando a todos à cooperação. Meus amigos, se nós pudéssemos dizer o que que nós podemos esperar desses encontros quinzenais em torno da revista espírita, que que os amigos que estão nos acompanhando muito fraternalmente podem aguardar do que vem por aí? Eu acho que com certeza, né, eles podem esperar aí muito aprendizado com base, né, no trabalho deixado por por Kardec através da revista espírita, a essa essa troca e esse diálogo através dos nossos dos convidados aqui. Então isso vai ser fundamental para que a gente consiga desenvolver esse projeto e com certeza cada episódio vai se ficar aquele gostinho de quero mais, né, e de saber. Então, através dos comentários que nós temos visto aqui, o que tem tem desenvolvido da curiosidade das pessoas para ele conhecer a revista espírita. E esse era o objetivo que nós tínhamos desde o início, né? Despertar essa vontade paraa leitura desse desse periódico que é fundamental na vida do estudioso do espiritismo. Então, acho que é isso que fica de de pros nossos encontros quinzenais. Sei, >> eu pensei muito para essa resposta aí, Vinício. Pensei muito. >> E aí eu fiz uma analogia com o triplice aspecto da doutrina espírita, né, fazendo em três tópicos. esses encontros a fazer com que a gente tenha o contato com as raízes vivas do Espiritismo. Revista espírita é a raiz viva do Espiritismo. O outro tópico que nós abordamos é o aprofundamento das obras básicas. vai emergir todo um conteúdo que estava em nota de rodapé e vai abrir uma outra dimensão de conhecimento. E por fim, espiritismo e revista espírita é diálogo, exercitar o diálogo. E é isso que nó estamos fazendo aqui no nosso programa de hoje, dialogando fraternalmente. >> Muito bom. E aí, V? Eu eu entendo que os que nos assistem, vão

ta espírita é diálogo, exercitar o diálogo. E é isso que nó estamos fazendo aqui no nosso programa de hoje, dialogando fraternalmente. >> Muito bom. E aí, V? Eu eu entendo que os que nos assistem, vão acompanhar esse nosso programa, vão encontrar aqui um debate aberto e fraterno para ajudar todos nós, né, a essa ajuda mútua de ampliar os nossos horizontes. E nós vamos descobrir também nessa jornada sobre o homem Kardec. Eh, a gente vai conhecer mais a fundo esse ser, quem foi o Kardec, eh como ele pensava, como ele agia. Eh, a gente vai ter mais intimidade com esse homem chamado Kardec. E evidentemente que, né, nessa nessa jornada a gente também vai entender eh os canais com os quais nos quais naquela época a doutrina espírita reverberava, né, a amplitude dos canais de reverberação da doutrina espírita aquela época. Então, é um mundo fascinante. Eu eu vejo que vai ser essa jornada fascinante eh sobre esse estudo da doutrina da doutrina eh com base na revista espírita. Acho que é por aí também. Muito obrigado, meus amigos, pela excelente oportunidade e reflexão. Agradecemos aqueles que nos acompanharam até aqui e lembramos que quisermente temos um encontro marcado, o programa Revista Espírita em Diálogo. Não deixem de se inscrever no canal Ferg Play, acompanhando este canal da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. E também aproveitem para seguir as outras programações que a nossas mídias apresentam para aqueles que se interessam sobre o espiritismo. Um abraço muito fraterno a todos e até a próxima, se Deus quiser. Dê uma pausa nos ruídos do mundo. >> É assim então que aí os ensinamentos de Jesus voltam com toda a força a partir dos preceitos da doutrina espírita. Todos somos aqui chamados ao processo de autoeducação, [música] de autoiluminação como prática existencial. >> Os espíritos pertencem a diferentes classes [música] e não são iguais nem em poder, nem em inteligência. >> Ferges no Spotify. Sintonize e reflita.

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