VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA SER JULGADO? EMMANUEL RESPONDE COM SABEDORIA - Caio Brasil [A VOZ DO CORAÇÃO]
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Caio Brasil apresenta a voz do coração. Você está pronto para ser julgado? Emanuel responde com sabedoria e misericórdia. Queridos irmãos, sejam todos muito bem-vindos a mais um encontro do programa A Voz do Coração. Na correria do dia a dia, julgamos com facilidade, apontamos com rapidez e muitas vezes esquecemos de olhar para dentro de nós mesmos. Mas a mensagem de hoje nos convida à humildade e à vigilância diante da justiça divina, que tudo vê com equilíbrio, sem perder a ternura da misericórdia. Inspirados em um texto de Emanuel, extraído do livro Construção do Amor, capítulo 16, vamos adentrar um dos temas mais desafiadores da consciência espiritual, o julgamento pelos olhos humanos e pelo olhar da lei divina diante da lei. E lhe disseram: "Mestre, esta mulher foi agora mesmo apanhada em adultério." João, capítulo 8, versículo 4. perante os tribunais divinos. A conspurgação da mulher que malbarata os dons sublimes da vida, não é a única forma de prevaricação que reclama a bênção do reajuste. À frente dos juízes celestes comparecem igualmente. sacerdotes que se venderam ao simonismo, que é a prática de comprar ou vender bens espirituais. Os magistrados que perderam a boa consciência nos mercados do suborno. Os cientistas que negociaram a riqueza inapreciável da inteligência, trocando preciosidades da vida por escuros troféus da morte. Os generais que perverteram a ordem, permutando-a por facilidades econômicas. Os políticos que traficam no altar da confiança do povo, os administradores que dilapidam os tesouros públicos na exaltação dos seus interesses particulares. artistas que rebaixaram as próprias emoções, vendendo as imagens da beleza ao prazer dos sentidos, animalizando a existência ao invés de sublimá-la. Os trabalhadores que corromperam a paz da própria alma, enganando o tempo e a si mesmos. Compadeçamos-nos da mulher, nossa mãe e nossa irmã, nossa filha ou nossa companheira. Que qual fonte cristalina sofreu a visitação dos monstros da natureza a lhes poluírem as águas vivas?
a si mesmos. Compadeçamos-nos da mulher, nossa mãe e nossa irmã, nossa filha ou nossa companheira. Que qual fonte cristalina sofreu a visitação dos monstros da natureza a lhes poluírem as águas vivas? Há misericórdia no céu para os vencidos, que o Senhor mais tarde arrebatará das garras do mal que transitoriamente o senhoreia. Mas examinemos a nós próprios, inventariemos as nossas ações de cada dia e vejamos se o nosso coração não adulterou os mandamentos de amor que nos regem. Estaremos usando a nossa fé para o bem? De que modo utilizamos o conhecimento superior? Que bênçãos extraímos do sofrimento e da luta? Como agimos no círculo das próprias responsabilidades? De que maneira gastamos os empréstimos e as possibilidades do Senhor? Que fazemos do tempo? que Deus nos concedeu. Depois do balanço diário de nossos pensamentos, palavras e atos, pratiquemos a bondade com todos, entre a fé e o serviço incessantes, e não nos faremos réus passíveis de severo julgamento à frente da lei. Talvez em silêncio tenhamos nos reconhecido em algum ponto. Cada item é uma convocação ao autoexame e uma lembrança de que diante da lei divina todos somos aprendizes em evolução. Quantas vezes a história se repete? Como no episódio evangélico em que os fariseus arrastaram uma mulher apanhada em adultério e a colocaram no centro da roda, exigindo de Jesus uma condenação exemplar. A cena é conhecida. Quem dentre vós estiver sem pecado, atire-lhe a primeira pedra. E um a um, todos se retiraram. Jesus não negou o erro, mas também não se colocou no lugar do acusador. Olhou para a mulher com misericórdia e disse: "Nem eu tampouco te condenarei. Vai e não peques mais." Essa cena ecoa com a mensagem de Emanuel. O adultério que escandaliza a multidão não é o único erro. A mal versação dos dons da alma, seja na fé, no poder, na arte, no trabalho ou no tempo, também clama por reajuste, como o próprio Emanuel observa em Pão Nosso, capítulo 85. O caso da pecadora apresentada pela multidão a Jesus envolve considerações
poder, na arte, no trabalho ou no tempo, também clama por reajuste, como o próprio Emanuel observa em Pão Nosso, capítulo 85. O caso da pecadora apresentada pela multidão a Jesus envolve considerações muito significativas, referentemente ao impulso do homem para ver o mal nos semelhantes, sem enxergá-lo em si mesmo. A verdadeira justiça divina não se baseia apenas em comportamentos exteriores, mas na retidão íntima com que usamos os recursos que nos são dados: o tempo, a fé, a inteligência, a sensibilidade, à influência. E quando o erro ocorre, como ocorre com todos, a reencarnação nos oferece o sagrado recomeço. O tempo na pedagogia divina é sempre aliado da regeneração. Nosso olhar, por exemplo, pode ser um instrumento de construção ou de queda. Como alerta Emanuel, há muitos que caminham com os olhos cheios de adultério. Pedro, capítulo 2, versículo 14. acostumados a fixar o mal, a julgar com malícia, a interpretar tudo sob o prisma da inferioridade. Mas o olhar do Cristo é diferente. Ele não vê apenas o erro, ele vê o coração, vê a dor, vê o potencial de recomeço. Conta-se que certo homem muito respeitado caiu em escândalo público e passou a ser hostilizado por todos. Um amigo o procurou e o encontrou humilhado, chorando, escondido do mundo. O amigo disse: "Você errou, sim, mas sabe o que mais me preocupa? Não é seu erro, é o que você fará com ele agora." "Como assim?", perguntou o homem. "Você pode deixar que o erro te afunde? ou pode fazer dele um ponto de partida, um novo chão, uma nova escolha. O homem levantou os olhos e pela primeira vez não viu julgamento, viu esperança. Meus irmãos, Emanuel nos chama ao exame íntimo, a pensar no que temos feito com a fé, com inteligência, com o tempo, não para nos culparmos, mas para nos corrigirmos. Porque a verdadeira maturidade espiritual começa quando deixamos de apontar e começamos a nos transformar. Ao final do dia, mais do que julgar os erros, perguntemo-nos com sinceridade: "Senhor, que fiz dos dons que me deste?
ridade espiritual começa quando deixamos de apontar e começamos a nos transformar. Ao final do dia, mais do que julgar os erros, perguntemo-nos com sinceridade: "Senhor, que fiz dos dons que me deste? Que fiz do tempo, da fé, da inteligência? Como posso servir melhor amanhã? Depois do balanço diário de nossos pensamentos, palavras e atos, pratiquemos a bondade com todos, entre a fé e o serviço incessantes. Se esta mensagem tocou o seu coração, compartilhe com alguém que esteja em crise sob julgamento ou buscando recomeçar. Talvez ela seja o lenço que enxuga lágrimas ou a mão que ajuda a se reerguer e que mesmo diante da lei aprendamos a caminhar com humildade, com vigilância e com misericórdia em nosso olhar. Amanhã estaremos de volta com mais uma mensagem: O que fazer na hora da dor? A escolha que cura. Até lá, um fraternal abraço. Paz e bem.
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