VIVO SOZINHO DENTRO DA MINHA PRÓPRIA FAMÍLIA - Pedro Paulo Záu [REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília nessa tarde de sábado. Hoje estamos aqui com Pedro que vai nos trazer esse tema que nos esclarece bastante sozinho dentro de casa, dentro da minha própria família. Quem já se sentiu sozinho dentro da minha própria família, né? Eh, aqueles que nos assistem através dos nossos canais, ao final da palestra, deixe o seu like, compartilhe a nossa página, ative as notificações e aqueles que estão aqui, que quiserem ter notícias e ser avisado das palestras da comunhão, ali no painel nós temos o nosso um Qcode em que você pode colocar para seguir as nossas páginas e seguir o canal da comunhão pelo WhatsApp, que ali você vai est sendo notificado. Vamos paraa nossa prece final. Convido a todos que estão aí nos canais a ficarem para ouvir o Pedro. Então vamos para uma breve prece e passar a palavra para o nosso irmão. Convido a todos a fechar os nossos olhos, colocar eh confortavelmente na cadeira, aqueles que estão aqui, aqueles que estão em casa, que estão através dos nossos canais, que possam fazer o mesmo, dizendo: Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, peço a ti orientação, que a palestra do nosso irmão Pedro hoje seja inspirada pelos bons espíritos. por aqueles que trabalham a nossa nossa psicologia, pela equipe que toma conta deste horário. Agradecemos a ti, Senhor, por tudo e por este momento e que eu possa extrair aquilo que é para mim, dando graças a Deus e graças a Jesus, dizendo que aqueles que quiserem fazer perguntas, eh, o Pedro coloca ali o número do WhatsApp, vocês eh vocês podem fazer através do
xtrair aquilo que é para mim, dando graças a Deus e graças a Jesus, dizendo que aqueles que quiserem fazer perguntas, eh, o Pedro coloca ali o número do WhatsApp, vocês eh vocês podem fazer através do WhatsApp, através do do chat do YouTube também podem podem fazer suas perguntas, tá bom? Muito obrigado a todos. Boa palestra, Pedro. Te passo a palavra. Boa tarde a todos. Todo mundo me escuta bem aí atrás? Legal. Tava lembrando aqui com um companheiro que acho que tem dois meses que eu não dou palestra aqui. Passa rápido, né? É sempre bom estar aqui. Eu queria agradecer primeiramente a Deus pelo dom da vida, pela oportunidade de estar reencarnado. Às vezes a gente não valoriza a reencarnação, né? Pelo que falo aí, diz que é uma fila enorme pra gente ter a oportunidade de ter novas chances, de novas escolhas, de novas trilhas, de novas histórias. Então, a reencarnação ela é algo muito importante pra gente. A nossa vida é muito importante, ainda que às vezes muito difícil, né? Ainda que às vezes a gente ache que não tá fazendo a coisa certa, não tá conseguindo evoluir, não tá conseguindo crescer, mas segundo o Evangelho, a vida é uma mescla entre felicidades, tristezas, dores, amores, graça, desgraça. E é através dessa mescla que o nosso espírito vai se sensibilizando e vai gerando força para caminhar e evoluir. É, essa palestra de hoje é veio a partir de uma de uma inspiração, de uma intuição, porque eu como psicólogo às vezes atendo muitas pessoas no consultório e que elas falam que elas se sentem sozinhas, apesar das vezes, né, conviverem com outras pessoas, trabalharem com outras pessoas, serem às vezes casadas, terem filhos, pais, irmãos, mas se sentem sozinhas, se sentem desconectadas, não conseguem extrair dessas relações eh uma troca saudável. E e isso sempre chama atenção, porque quando essas pessoas se sentem sozinhas, e nós vamos falar aqui os vários motivos que isso pode acontecer, eh às vezes elas não conseguem entender o porquê dessa desconexão, do porquê de não conseguir fazer uma
as pessoas se sentem sozinhas, e nós vamos falar aqui os vários motivos que isso pode acontecer, eh às vezes elas não conseguem entender o porquê dessa desconexão, do porquê de não conseguir fazer uma troca saudável nas suas relações. E e dentro disso é é muito importante que a gente busque perceber e entender e trazer qual é a nossa responsabilidade desse sentimento de solidão, porque não tem como a gente crescer, evoluir, se desenvolver sozinho. Não tem como. Eu só vou conseguir desenvolver o máximo do meu potencial a partir do momento que eu me conecto com as pessoas. E todas as conexões são importantes, ainda que eu possa escolher e determinar qual é a intensidade que eu vou exercer nas minhas relações, porque nem todas as relações eu vou precisar estar conectado de forma intensa. Às vezes eu vou ser impedido por uma série de fatores. E agora a gente estava conversando aqui nos bastidores sobre essas essas variações, né, de conexões e desconexões. Às vezes você nasce numa família, né, cresce, você tem pai, mãe, irmãos, mas por contingências da vida, você depois cria o seu próprio núcleo familiar ou se distancia dessa família e você não tem tanto contato com ela, você não tem tanta troca com ela, seja porque você foi morar em outro outro estado, outro país, seja porque a sua vida tomou um outro rumo, né? Existem vários motivos de você não ter esse contato tão intenso. Eh, porém, uma coisa que é muito importante, as conexões das relações, eu sempre repito aqui, elas podem ser realizadas em diversas dimensões. Então, por exemplo, quando eu eu sou casado, tenho minha esposa, tenho minhas filhas, diariamente eu estou em contato com elas. Moro com a minha filha mais nova, com a minha esposa, minha filha mais velha mora eh na na casa dela. Esse contato físico é uma dimensão da nossa relação, né, que eu vejo todo dia, que eu falo todo dia, às vezes por telefone, às vezes por WhatsApp. Mas para além dessa dimensão, eu vou ter o contato emocional, eu vou ter o contato energético,
sa relação, né, que eu vejo todo dia, que eu falo todo dia, às vezes por telefone, às vezes por WhatsApp. Mas para além dessa dimensão, eu vou ter o contato emocional, eu vou ter o contato energético, espiritual com essa pessoa. A gente não se relaciona só fisicamente. Um exemplo prático disso que tem acontecido o tempo todo é quando a gente pensa numa pessoa, do nada vem a lembrança da pessoa e aí ou o telefone toca ou chega uma mensagem do celular da pessoa. Já aconteceu isso com vocês? Já vocês pensam numa pessoa e quando vê logo segundos depois chega uma mensagem. Essa é a prova de que nós temos uma conexão mental e emocional espiritual. Eu não preciso somente da conexão física para me relacionar com outra pessoa. E por que que isso é importante? Porque às vezes a gente fica muito limitado, a gente acha que a gente só pode se relacionar com a pessoa se a gente tiver convivendo fisicamente com ela. E não é isso. A maior conexão que a gente tem é a conexão invisível, entre aspas, é a conexão emocional, espiritual. Quando a gente fala dentro dos centros espíritos, dentro da doutrina espírita, sobre os obsessores, né? Muito se fala dos obsessores. Olha, você tá obsediado, você tem os obsessores, você tem, você tem que fazer um tratamento de desobsessão. O obsessor, ele é um espírito desencarnado. Ele não tem o corpo físico, mas ele está totalmente conectado conosco, não é isso? Ou seja, ele não precisa de um corpo físico para se relacionar comigo. A mesma coisa nós, porque nós estamos encarnados, mas a nossa a nossa fonte de inteligência, de conexão, ela não é física, ela é espiritual e emocional. Então, em algumas em algumas situações, eu não consigo estar fisicamente com a minha família, mas eu posso me ligar com ela na questão espiritual e emocional, principalmente quando eu durmo. Esses dias tinha um companheiro que tava falando que eh ele percebeu que um terço da vida dele ele fica dormindo e ele achou que era muito tempo. E aí ele começou a diminuir o sono,
e quando eu durmo. Esses dias tinha um companheiro que tava falando que eh ele percebeu que um terço da vida dele ele fica dormindo e ele achou que era muito tempo. E aí ele começou a diminuir o sono, o tempo de sono, porque ele achava que dormir era perca de tempo. Aí eu sugeri para ele um livro chamado Um terço da vida. Sugiro para vocês também um livro muito bom do Vanderlei Oliveira chamado 1/3 da vida. Eu acho que tem aí na biblioteca da comunhão. Esse livro ele fala tudo que a gente pode fazer e o que acontece durante o sono. E a gente não fica perdendo tempo dormindo, não. Só se a gente quiser. Durante o sono. A gente pode, o nosso espírito pode fazer várias coisas, várias conexões, vários trabalhos, vários tratamentos, vários estudos. O nosso espírito pode fazer se assim você direcioná-lo, né? Se assim você eh condicionar. Pedro, como é que eu direciono o espírito para isso? Antes de dormir, peça pro seu anjo da guarda. Olha, eu vou dormir. Se você puder me direcionar para um estudo, para um trabalho, para um tratamento, para eu de repente conversar com alguém que eu tô tendo um problema junto com o anjo da guarda dele, você pode pedir, é simples. E se for permitido, ele vai te direcionar durante o sono para essas atividades. Então, uma das formas que a gente tem às vezes de se sentir sozinho ou desconectado da nossa família é quando a vida vai nos afastando, né? Vai trazendo outros núcleos familiares, por exemplo, né? Quando você casa, tem mulher, tem filhos e às vezes você não tem tanta a esse núcleo familiar não tem tanta conexão com o núcleo familiar original seu. Já tem famílias que t essa conexão muito forte. Nós conhecemos uma família há pouco tempo, eh, em que são três irmãos. Eu acho que tem o pai, a mãe, são três filhos e, se eu não me engano, seis netos e todos cuidam do filho do outro. Todos. Não, não tem distinção praticamente dos cuidados. Todos eles vivem sempre muito juntos, sempre cuidando dos filhos um do outro. Pedro disse: "É bom, é bom, é ruim, é ruim." É
do filho do outro. Todos. Não, não tem distinção praticamente dos cuidados. Todos eles vivem sempre muito juntos, sempre cuidando dos filhos um do outro. Pedro disse: "É bom, é bom, é ruim, é ruim." É as duas coisas, né? Porque quando a gente também tá muito junto, há o que a psicologia chama, pode acontecer o que a psicologia chama de emaranhamento. O que que é o emaranhamento? É quando todo mundo toma conta da vida de todo mundo e aí as pessoas às vezes não conseguem separar a sua individualidade, a sua identidade. Tudo que a pessoa tem que tomar de decisão, ela tem que tomar decisão com toda a galera. E isso cria insegurança, dependência, isso cria fofoca, isso cria interferência. Isso às vezes faz com que você não consiga criar seus filhos baseado na cultura que eles querem, porque aí tem que ter a a anuência do pai, da mãe, do avô, do tio, do periquito, do cachorro, de todo mundo, entende? Então isso é muito bom. por um lado, que criam unidade. As pessoas, né, têm uma rede de apoio, de afeto, mas é preciso sempre, gente, sempre nós não podemos esquecer do seguinte, nós somos espíritos únicos, com trajetória única e com autorresponsabilidade única. Nós nos desenvolvemos dentro dos grupos, dentro das famílias, mas nós temos uma responsabilidade para conosco e toda a família deveria apoiar a autonomia e a individualidade dos que estão sob o cuidado delas. Isso não quer dizer que você vai ignorar a pessoa, não. Isso quer dizer que você vai respeitar a trajetória, as escolhas e a individualidade daquele ser, o que às vezes é muito difícil. E aí isso já começa a fazer com que as desconexões ocorram e você às vezes se sinta sozinho, né? Um outro fator às vezes que ocorre é que você não se conecta com a sua família é quando eh você tem às vezes cada um de nós tem um, eu vou dizer assim, tem uma inteligência social, tem uma o nível de inteligência relacional. É como se fosse, o pessoal usa o termo agora aí bateria social, né? O que que é uma bateria social? é quanto eu consigo
assim, tem uma inteligência social, tem uma o nível de inteligência relacional. É como se fosse, o pessoal usa o termo agora aí bateria social, né? O que que é uma bateria social? é quanto eu consigo ser sociável, quanto eu consigo estar junto com as pessoas, conviver, interagir, fazer trocas ou não. 1/3 da população do mundo é mais introvertida. Isso quer dizer o quê? Que as habilidades sociais, que é a capacidade de me de eu me relacionar com as outras pessoas, ela é mais baixa por uma série de fatores, às vezes fisiológicas, às vezes psicológicas. às vezes por questões de traumas e às vezes por questões reencarnatórias, a pessoa já traz esse processo de vidas passadas. Essas pessoas elas vão tender a se socializar só se elas forem demandadas, só se elas forem convidadas. Elas sempre vão preferir estar mais na delas, mais quietas, mais sozinhas, tá? E não tem nenhum problema nisso a partir do momento em que ela não atrapalha o desenvolvimento dela, tá? E o que que quer dizer atrapalhar o desenvolvimento? Vamos supor que eu vim com essa característica. Eu sou mais tímido, eu sou mais introvertido, eu sou mais retraído, mas eu preciso eh desenvolver eh superar essas características. Porque uma coisa que é importante, esses dias a gente estava numa aula de reflexão, de estudo e tal sobre comportamento humano e tinha umas três pessoas que são muito tímidas no grupo. E aí a gente falando sobre timidez e tal, eu disse assim: "Você sabe qual é a raiz da timidez?" Aí a pessoa disse assim: "Ah, é uma insegurança, né? É um é um é um processo de vergonha e tal". Eu disse, a raiz da timidez chama-se orgulho. Todo tímido tem um orgulho muito forte, inconscientemente bloqueando ele. E aí a pessoa se assustou, né, e virou para mim e disse: "Você tá dizendo que eu sou orgulhosa?" Eu disse: "Não, eu tô dizendo para você refletir sobre isso. Você é que vai descobrir aí, né? Por quê? Porque muit das vezes o que que leva a uma introversão? Se você não tiver um fator fisiológico que às vezes ocorre, né? Eh, a
o para você refletir sobre isso. Você é que vai descobrir aí, né? Por quê? Porque muit das vezes o que que leva a uma introversão? Se você não tiver um fator fisiológico que às vezes ocorre, né? Eh, a introversão, o introvertido ou o tímido, ele sempre acha que ele não tem nada interessante para expor, tanto que ele não quer nem aparecer. Se ele puder ficar lá no cantinho quieto, ele não tá bom para ele. Por quê? Porque ele sempre tem dentro dele duas medidas. dicotômicas, ou é tudo, ou é nada, ou é oito, ou é 80. Então, para ele, as outras pessoas que falam e tudo mais são ótimas, são perfeitas. Ele não é, por isso ele não tem que falar nada. Esse conceito é um conceito orgulhoso. O orgulho que diz isso: ou você é tudo ou você é nada. Já a humildade, que é o contrário do orgulho, ele não diz isso. Ele diz: "Olha, tudo bem, pode ter pessoas que se expressam melhor, mas você pode se expressar da sua maneira. Você pode expor seus pensamentos, porque tem muitas pessoas que vão gostar do que você pensa. Você não precisa ser igual fulano, você não precisa ser igual ao cicrano, você precisa ser você. E tenha certeza que se você falar, alguém vai te ouvir e vai achar interessante. É um conceito mediano, é um conceito com mais bom senso. Por isso que a timidez ela sempre está apoiada por um conceito orgulhoso, sabe? De perfeccionismo ou de achar que tem que a pessoa só pode falar se ela tiver certeza de tudo, se ela tiver profundidade ou se ela tiver isso. Não é. O mundo não é assim. O mundo não é feito de catedráticos. O mundo não é feito de especialistas. O mundo tem a academia e tem o senso comum. Os dois formam opiniões, os dois, os dois conceitos, tanto a ciência quanto o senso comum. O que que é o senso comum? É o que todo mundo fala no dia a dia, sem precisar de de teoria, nem de faculdade, nem nada. E existe as teorias que são científicas. Essas duas se compõem e faz com que o mundo evolua. A gente aprende de todas as formas, seja no senso comum ou seja na ciência.
ia, nem de faculdade, nem nada. E existe as teorias que são científicas. Essas duas se compõem e faz com que o mundo evolua. A gente aprende de todas as formas, seja no senso comum ou seja na ciência. Mas se eu venho com um conceito orgulhoso de que eu só tenho que falar alguma coisa, se eu tiver baseado numa teoria extremamente experimentada, eu nunca vou falar nada se eu não for esse esse esse cientista, entende? E isso vai levando a uma introversão. Quando a gente tem essas questões, às vezes é por isso, às vezes é por uma questão cultural, né? Muitos de nós eh no planeta vivemos às vezes culturas que não deixam que você tenha espontaneidade, que você fale, que você interage e você vai criando uma baixa autoestima em função disso. Às vezes você você é é vítima de sofrimentos, de famílias muito críticas, muito punitivas, muito abusivas, muito tóxicas, que fazem também com que você tenha uma limitação nesse sentido. você começa a achar que você é culpado, que você não não serve para nada. Essa é uma é uma é um extremo da dificuldade que às vezes a gente tem de conexão social. Agora existe um outro ponto que é o quê? De um lado eu tenho o tímido, o introvertido. Do outro eu vou ter o extrovertido ou às vezes o arrogante que a gente tá falando agora, o prepotente, o presunçoso, o dominante. Aí esse outro lado já cria um outro problema que é o quê? É aquela pessoa que ela vive constantemente querendo impor os seus pensamentos, os seus sentimentos, as suas ideias pros outros. ou então gerando demanda dos outros, né? Querendo que os outros sejam assim, seja assado, faça de um jeito, faça do outro, principalmente pais e filhos. Essa pessoa, quando você começa a criar muita expectativa sobre o outro, o que que vai acontecer? Vamos raciocinar junto. A gente muda a vida de alguém, sim ou não? Não, >> não. E e eh eh tirando como exceção as crianças que a gente tem que comandar, que a gente tem que dominar, que ainda não tem o próprio discernimento, quando uma quando o espírito ele se torna
Não, >> não. E e eh eh tirando como exceção as crianças que a gente tem que comandar, que a gente tem que dominar, que ainda não tem o próprio discernimento, quando uma quando o espírito ele se torna adulto, que ele consegue decidir, pensar, raciocinar, ele vai fazer aquilo que ele quer e às vezes até a própria criança também. Então essa ideia de que eu consigo fazer com que as outras pessoas façam alguma coisa é uma ideia que pode te gerar uma arapuca relacional, uma armadilha. Por quê? Porque quando a pessoa não faz o que a gente quer, a gente se sente como? Frustrado, não é isso? Poxa, mas meu filho podia fazer isso, minha mulher podia fazer aquilo, meu patrão podia fazer não sei o quê, meu vizinho, meu irmão, meu pai. a gente se sente frustrado. Quando a gente se sente frustrado, significa que a gente não é reconhecido, que a gente não tem razão. E o reconhecimento e a razão são duas necessidades do ser humano. Todos nós precisamos de reconhecimento, de validação. Todos nós precisamos eh ter a razão em alguns momentos para entender que a gente tá fazendo a coisa correta. O problema é que quando eu busco isso de maneira excessiva, eu vou ter muito mais frustrações do que validações. E quando eu começo a ter frustrações sucessivas, eu me sinto impotente, não é isso? Às vezes eu eu sinto raiva, revolta, eu acho que as pessoas estão sendo ingratas, eu acho que as pessoas estão malucas, porque só eu tô vendo a coisa certa. Será que as pessoas não conseguem enxergar o óbvio? E aí você começa a a alimentar vários sentimentos negativos de desconexão em relação aos outros. Eh, ao ao acho que ano passado eu fiz uma palestra aqui chamado eh se seu senso de eh seu senso de revolta eh te gera seu senso de justiça te gera revolta, né? Por quê? A gente tem que tomar cuidado eh quando a gente quando a gente vê o o o código moral, as bem-aventuranças, né? a os princípios espirituais. A gente diz assim: "Ah, fulano não pode mentir, não pode mentir. Mentir é feio. Mentir não é legal.
a gente quando a gente vê o o o código moral, as bem-aventuranças, né? a os princípios espirituais. A gente diz assim: "Ah, fulano não pode mentir, não pode mentir. Mentir é feio. Mentir não é legal. Moralmente não é legal, né? Mas você conhece alguém que não mente? Sim ou não? >> Você consegue não mentir? >> Então eu preciso relativizar esse conceito, entendeu? Eu preciso situacionar isso porque senão eu vou entrar num conflito entre o ideal e o real. Pedro, tá dizendo que é para mentir? Não, eu tô dizendo que é para evitar o máximo possível de você mentir. Mas você vai conseguir fazer isso o tempo todo? Não. As outras pessoas vão conseguir fazer isso todo? Não. Por quê? Porque nós somos espíritos medianos. O que que são espíritos medianos? São espíritos que estão no meio do seu processo evolutivo, correto? a gente já andou metade, falta andar mais metade. Então, a imperfeição, a incongruência, a a irracionalidade, a falta de lógica faz parte ainda do nosso nível evolutivo. E a gente precisa aprender a conviver e a lidar com isso, porque senão a gente fica o tempo todo querendo perseguir algo que ainda não é alcançável, que é o absolutismo do código moral. Eu vou me esforçar o tempo todo para não mentir, mas eu vou conseguir o tempo todo. Não. A mesma coisa as outras pessoas. Mas aí eu gero uma expectativa. Olha só como é interessante. A gente já sabe que a gente mente. Aí a gente vai lá engravida, tem um filho, o filho começa a crescer. O que que a gente ensina pro nosso filho? Não minta. Aí menino, tá bom, papai. Tá bom, mamãe. Não vou mentir, não vou mentir, não vou mentir, não vou mentir. Até que uma hora você pega o menino mentindo e aí às vezes você fica surpreendido, frustrado, triste, magoado porque a criança tá mentindo. Mas você não consegue perceber que a nossa realidade ainda promove esse tipo de situação, seja através do exemplo, seja através das minhas incongruências, seja através das minhas expectativas irreais, né, em relação ao que eu posso fazer.
ossa realidade ainda promove esse tipo de situação, seja através do exemplo, seja através das minhas incongruências, seja através das minhas expectativas irreais, né, em relação ao que eu posso fazer. Você quer ver uma coisa simples que às vezes a criança, criança e adulto mente. Todos nós temos que ter alto limite, autocontrole e autodomínio. Todos nós, né? Para várias coisas na nossa vida. É fácil a gente se autocontrolar. Por exemplo, todos nós temos que nos autocontrolar da nossa cólera. Todos nós temos que nos autocontrolar da nossa alimentação, do nosso sono, do nosso exercício. Tem várias coisas que a gente tem que se autocontrolar, né? Das nossas brigas, do nosso julgamento. A gente consegue isso o tempo todo? Não, mas a gente quer que uma criança de 5 anos consiga, né? a gente exige, às vezes a gente até pune, bate. Se eu que sou um adulto, que já tenho todas as capacidades de reflexão, eu não consigo, como que uma criança vai conseguir? Como que um adolescente que tá em processo de ebulição, de transição, vai conseguir? Aí eu começo a criar as expectativas irreais e muit das vezes eh eh revestidas por padrões de rigidez, que é o que o texto do Hamed traz aqui, ó. Eu trouxe aqui para vocês. Vamos ler um pouco do Ramed. Eh, é do livro As Dores da Alma. Ele tem dois dois ou três capítulos que ele vai falar sobre rigidez. Ele diz assim, ó: "Teimosia é uma forma de rigidez da personalidade. É um apego obstinado às próprias ideias e gostos, nunca admitindo insuficiências e erros. Quando eu não admito insuficiências e erros, eu estou sendo o quê? Humilde ou orgulhoso? Orgulhoso. Aí o orgulho opera aqui, entendeu? Quando eu começo a ser querer ser o perfeito, o perfeito demais, o orgulho tá operando em mim. Pedro, mas eu não tenho que buscar me aperfeiçoar? Tenho, mas considerando que às vezes eu não vou conseguir e tá tudo bem, eu continuo tentando. Correto? Conviver com criaturas que estão sempre com a razão, que acreditam que nasceram para ensinar ou salvar o todo mundo e
do que às vezes eu não vou conseguir e tá tudo bem, eu continuo tentando. Correto? Conviver com criaturas que estão sempre com a razão, que acreditam que nasceram para ensinar ou salvar o todo mundo e que jamais transgridem a nada é viver relacionamentos desgastantes e insatisfatório. É o é a famosa pessoa tóxica. E todos nós em algum grau temos um nível de toxicidade. O que que é a toxicidade? O que que é tóxico? É algo nocivo, é algo ruim. É quando eu gero dentro de mim pensamentos e sentimentos que me levam a atitudes negativas contra mim e contra as relações que eu estabeleço, contra Deus, contra tudo. Isso é uma toxicidade, entende? Quanto mais eu eu exercer essa postura, mais toxicidade eu vou trazer pra relação. E qual é a tendência disso na relação? É que as pessoas se afastem. Elas se mantém junto de você ou por uma codependência ou por uma dependência, seja emocional, material ou física. A partir do momento que as pessoas tiverem o mínimo de autonomia, elas vão o quê? Se afastar. Porque é natural. Todos nós quando temos um estímulo aessivo, quando vivemos uma dor muito intensa, é natural do nosso organismo buscar o quê? sair dessa dor, se afastar dessa dor. E isso acontece muito nas relações familiares. Mas vamos adiante, tá? Vamos já abrir para você. Quase sempre fugimos desses indivíduos dogmáticos, incapazes de aceitar e considerar um ponto de vista diferente do seu. Nesses relacionamentos, ficamos confinados a representação de papéis, instrutor e aprendiz, orientador e orientado, mentor e pupilo. Somente escutamos, nunca podemos expressar nossa opinião sobre os eventos e as experiências que compartilhamos. As pessoas teimosas vão ao excesso do desrespeito por não darem o devido espaço para as diferenças pessoais que existem nos amigos e familiares. Pelos vossos excessos, chegais à saciedade e vos punis a vós mesmos. Então assim, às vezes eu estou sozinho nas relações porque eu estou muito rígido com os meus conceitos e principalmente com as minhas exigências em relação às
ais à saciedade e vos punis a vós mesmos. Então assim, às vezes eu estou sozinho nas relações porque eu estou muito rígido com os meus conceitos e principalmente com as minhas exigências em relação às outras pessoas. Eu atendi uma uma paciente que é ela é servidora pública e ela tava sofrendo um um processo administrativo de assédio moral, né? denunciaram ela que ela tava sendo muito grossa, que tava isso e aquilo. E aí o processo foi adiante. Segundo ela, a ela ela tem uma personalidade mais dominante, ela tem uma personalidade mais diretiva, ela é a chefa, né? Ela tem que conduzir todo mundo. E uma das coisas que indignas faziam o corpo mole, é que as pessoas não queriam fazer as coisas, né, como deveriam ser. E aí, provavelmente isso irritava muito ela e na irritabilidade a comunicação dela passava a ser o quê? Agressiva. Que é natural, né? Quando a gente tá irritado, a gente consegue ser fofinho um com o outro? Não. Quando a gente tá irritado, a gente é agressivo. Ou a gente se cala, ou a gente vai ser agressivo. E aí dentro desse processo todo que ela que ela tava passando, que ela tava vivendo, a gente foi trabalhando isso na terapia, né? Primeiro ela ficou muito revoltada e tal, mas depois ela começou a perceber que ela ela virou para mim e disse assim: "Pedro Paulo, então quer dizer que o que tiver de errado eu não tenho que fazer nada, eu tenho que fechar meus olhos e calar minha boca?" Aí eu disse: "Não, a questão não é você não repreender o errado, a questão é como você vai repreender o errado, porque eu posso me comunicar de várias formas para dar um feedback negativo a um a um subalterno, a um funcionário, um colaborador. Isso serve para todas as nossas relações. Lá em casa a gente divide as tarefas domésticas. Eu tenho que lavar a louça e minha filha tira a louça do escorredor. Aí às vezes ela esquece de tirar a louça do escorredor, eu não consigo lavar a louça. Quando eu chego para ela e digo assim: "Minha filha, por favor, tire a louça do escorredor porque eu tenho que lavar o
s vezes ela esquece de tirar a louça do escorredor, eu não consigo lavar a louça. Quando eu chego para ela e digo assim: "Minha filha, por favor, tire a louça do escorredor porque eu tenho que lavar o restante da louça". Ela age de uma forma, normalmente ela vai lá e tira. Quando eu chego para ela, disse assim: "Já é a quarta vez que eu te pedi para tirar a louça do escorredor". Às vezes ela não tira. Entende a diferença do tom, da forma, da palavra, do jeito? Ah, Pedro Paulo, mas às vezes eu pedi a primeira, pedi a segunda, pedi a terceira, pedi a quarta, a pessoa não quer e a gente ainda quer ficar falando fofinho. É, a gente tem que a gente tem que educar pelo fofinho. Sabe por quê? Tá lá. É uma das bem-aventuranças. Bem-aventurados, mansos e pacíficos, porque esses herdarão o reino dos céus. Não sou eu que falei isso, entende? A afabilidade, a doçura tem que ser a primeira opção, a segunda, a terceira, a quarta. Lá depois de muitas tentativas, talvez você imponha um tom mais mais forte. Só que o que que a gente faz? A nossa paciência deixa a gente ser fofinho cinco vezes? Não, às vezes a gente é fofinho, um, metade de um, e aí depois a gente já vem logo rachando, porque a gente tá estressado, porque a gente tá isso, porque a gente tá aquilo, porque não sei o quê, porque não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Então a gente precisa se esmerar mais, se esforçar mais sobre essa essa questão da fabilidade da doçura, né, para quebrar essa rigidez. Eh, tem uma pergunta aqui, né, do chat? >> Tem duas. Vou fazer uma primeiro. >> Vamos. Como >> tá tá tá desligado, acho >> desculpa, >> desculpa. Eh, como cultivar o respeito nas relações quando a teimosia do outro ultrapassa o limite do diálogo e se transforma em desrespeitos a diferenças pessoais. >> OK? Eh, lembra que eu falei da questão da relação tóxica, da relação abusiva, >> né? Eh, no evangelho tem um capítulo que ele fala sobre amai os vossos inimigos. Eu vou tirar inimigo, eu vou dizer assim: "Amai com quem você conflita".
stão da relação tóxica, da relação abusiva, >> né? Eh, no evangelho tem um capítulo que ele fala sobre amai os vossos inimigos. Eu vou tirar inimigo, eu vou dizer assim: "Amai com quem você conflita". Tá? pra gente poder entender, porque nem todo mundo é nosso inimigo, mas nós temos os conflitos, nós temos os debates nas nossas relações. Quando ele fala para amar os vossos inimigos, Kardec faz um comentário dizendo assim: "Amar os vossos inimigos não significa se rebaixar ele ou viver o tempo todo com ele ou viver no mesmo teto que ele amar os vossos inimigos é você não desprender sentimentos negativos para com o seu oponente de vingança, de raiva, de ódio, né, de uma série de coisas. Mas às vezes lidar com ele é muito difícil, porque um tá numa frequência e outro tá em outra. E aí a gente vai ter que ter uma inteligência relacional e emocional para isso. Primeiro verificar qual o tipo de relação que eu estou vivendo ali, qual é o objetivo da relação, qual é a intensidade dessa relação. Vamos supor que seja um pai, uma mãe e um filho. Esse tipo de relação, eu vou usar um termo que a a usa na internet, não dá para cancelar essa relação. É muito difícil, né? cancelar uma relação. Às vezes é necessário, às vezes você não é nem cancelar, mas você precisa se afastar. Eu já vi situações de filhos, por exemplo, eh, que que são dependente químicos, aonde o nível de agressividade, de conflito, de abuso era muito grande e que os pais precisaram colocar um limite e se afastar até por uma integridade física. Esse é um contexto. Dentro de cada relação, eu acho que a primeira coisa que a gente tem que ver é o seguinte: qual é a minha responsabilidade desse conflito? O que que eu estou fazendo para alimentar, fomentar ou causar esse conflito? E aí entra a questão do autoconhecimento, né? Eu estou sendo arrogante, eu estou sendo autoritário, eu estou sendo rígido, eu estou querendo comandar, né? Ou então eu estou sendo negligente demais, eu tô sendo passivo demais, eu tô sendo permissivo demais, o que que eu
e, eu estou sendo autoritário, eu estou sendo rígido, eu estou querendo comandar, né? Ou então eu estou sendo negligente demais, eu tô sendo passivo demais, eu tô sendo permissivo demais, o que que eu tô alimentando dentro desse processo? A partir do momento que você perceber isso, você vai ver o que que pode mudar em você para melhorar a relação. Ah, eu tô sendo arrogante demais. Por exemplo, essa história que eu falei da da minha filha, agora saí de casa, eu usei o tom fofinho, porque eu tenho eu tenho o modo fofinho, que é raro e eu tenho o modo openheine, sabe? Do filme Openhe, da bomba atômica. Normalmente o que entra é o openhe. Eu tenho que estar segurando, apagando o pavio, a pólvora lá para não, pra bomba não explodir. Aí eu fui e usei o modo fofinho, fofinho com ela. Melhora, ela, ela funciona. Então eu já sei que eu se eu mudar isso dentro de mim causa um outro resultado. Mas às vezes, mesmo eu sendo fofinho, mesmo eu sendo isso, mesmo eu sendo aquilo, a pessoa desrespeita, a pessoa é negligente, a pessoa não assume, a pessoa não isso, isso, isso aquilo. Aí você vai ver como é que você lida, quais são os instrumentos que você tem para modular essa essa relação. Porque antes de mais nada, gente, não existe fórmula mágica pra relação, seja ela qual for, tá? Principalmente relações conflituosas. O espiritismo já explicou pra gente que os núcleos familiares eles são aglomerados de pessoas, de espíritos que são afinados, ou seja, que são afetos um dos outros, mas que também tem espíritos que são desafetos um dos outros, correto? Então, a gente tem aí também todo um histórico. Porém, o que que o que que o evangelho fala pra gente? que a partir do momento que eu utilizar da lei do amor, em todas as suas nuances, e todas as suas possibilidades, eu consigo modificando as coisas. Então assim, se a pessoa tá me desrespeitando muito, primeira coisa, eu tenho que ser assertivo e colocar os limites. Segunda coisa, eu tenho que bancar esses limites. Ah, Pedro Paulo, mas lá em casa meus
o assim, se a pessoa tá me desrespeitando muito, primeira coisa, eu tenho que ser assertivo e colocar os limites. Segunda coisa, eu tenho que bancar esses limites. Ah, Pedro Paulo, mas lá em casa meus pais me desrespeitam, eu não tenho dinheiro para morar sozinho, eu dependo deles e tal e tal e tal, tal. OK? Então o que que você vai ter que trabalhar nesse sentido? Enquanto você não conseguir sua autonomia, você vai ter que trabalhar a sua resiliência, que é a sua capacidade de suportar essa pressão até que você consiga a sua autonomia e crie um plano para você ter a sua autonomia, correto? Até porque se você tá nessa família, entre aspas, opressora e tóxica, alguma necessidade o seu espírito tem, entendeu? alguma necessidade, alguma coisa, você vai aprender ali, mesmo que seja o que não fazer. Por exemplo, eu fui criado sobre pancada. Meu pai me batia, minha mãe me batia. O que que eu aprendi com eles? A não bater. Hoje eu sei como é que como é que se sente uma pessoa que é espancada. Eu sei o que que causa dentro da pessoa em relação a isso. Eu às vezes discuto, brigo, mas eu jamais vou agredir fisicamente uma pessoa. Jamais. E eu aprendi, provavelmente porque em épocas passadas eu batia muito, né? E agora eu fui sensibilizado por um período da minha vida a não bater, entende? Ah, mas se for um abuso muito grande, eu vou ficar lá sendo sensibilizado. A pessoa, por exemplo, o o marido espanca a mulher, eu tenho que ficar lá sendo espancado para eu ser sensibilizado? Não, não. Eu falei de uma condição aonde você às vezes não tem um processo de autonomia. Eu com 5 anos de idade ser despancado, eu ia fazer o quê? Naquela época nem Conselho Tutelar tinha. Ou às vezes o Conselho Tutelar vai e não resolve nada. Eu tenho que ter uma estrutura emocional para mim se sustentar diante daquilo, correto? Porque nem sempre todas as coisas que eh são hoje possíveis de se fazer, elas vão se resolver daquela forma. E aí o que que eu preciso? Eu preciso de uma estrutura emocional,
diante daquilo, correto? Porque nem sempre todas as coisas que eh são hoje possíveis de se fazer, elas vão se resolver daquela forma. E aí o que que eu preciso? Eu preciso de uma estrutura emocional, espiritual, para poder lidar com aquilo e criar planos de mudança para mim. Porque se eu não se eu não me sustentar emocionalmente e se eu não tiver alternativas, o que que vai acontecer comigo? Eu vou sucumbir. Ou eu vou me deprimir, ou eu vou adoecer, ou eu vou me revoltar, ou eu vou me drogar, ou eu vou fazer várias outras coisas. A gente já sabe que a vida ela não ela não se equivoca nas nossas realidades. Agora, como eu vou lidar com isso? Aí eu preciso buscar internamente como desenvolver. Então existem situações que eu tenho que interromper ou às vezes que eu tenho que afastar ou às vezes que eu tenho que denunciar ou às vezes que eu tenho que lidar, eu tenho que suportar. Como é que você vai lidar, por exemplo, com pai e uma mãe idosa com Alzheimer agressivo, que xinga o tempo todo, que não reconhece, que não faz, que é teimoso, que é isso, que é aquilo? Como é que você faz? Você vai ligar para quem? Para resolver o quê? Você precisa buscar uma estrutura emocional, espiritual, para que a sua piedade filial se estabeleça. Mas ao mesmo tempo é preciso que você busque informações técnicas sobre a doença da pessoa e como você como familiar vai ser afetado por essa doença. Porque a ignorância também prejudica a questão das relações. Eu atendo famílias que lidam com idosos com Alzheimer e que eles ficam ainda lidando com a pessoa como se ela ainda tivesse sem a doença. Eu digo, ele não tá mais como era antes. Ele tá numa outra condição. Você precisa olhar, você precisa intervir, você precisa buscar medidas diferentes daquela que você sempre foi acostumado a fazer. Porque hoje aquela pessoa, ela está numa outra condição, fisiológica, mental, emocional, espiritual. E às vezes a gente não não não se percebe disso, não entende isso e fica tentando fazer do nosso jeito.
ue hoje aquela pessoa, ela está numa outra condição, fisiológica, mental, emocional, espiritual. E às vezes a gente não não não se percebe disso, não entende isso e fica tentando fazer do nosso jeito. E isso também é um problema. Quando a gente tem um conflito na relação, às vezes a gente fica querendo resolver do nosso jeito. Às vezes eu preciso de ajuda. Pode ser uma ajuda terapêutica, pode ser uma ajuda médica, pode ser uma ajuda espiritual, pode ser uma ajuda de um amigo que que já passou por uma situação, mas a gente precisa buscar uma alternativa em relação a isso, né? Então assim, tem várias formas de eu lidar com problemas diferentes a nível relacional, mas a a melhor maneira é você se autoperceber dentro da relação, verificar o que você tá fazendo de certo e errado e buscar a sua fortificação em todas as dimensões, físicas, mentais, emocionais, espirituais, energéticas, profissionais, financeiras, acadêmicas, porque a vida sempre vai dar alternativas pra gente. A vida nunca vai deixar a gente com um problema eternamente ou que não tem alternativas de soluções ou adaptações. Porque às vezes o problema ele não vai ser solucionado como eu quero, mas eu consigo me adaptar a ele, entende? Eu tenho alternativas em relação a isso. Vamos ver o que que o Romé continua falando aqui sobre rigidez. Os limites traçados pela natureza nos ensinam onde e quando devemos parar, bem como por onde e quando devemos seguir. A natureza respeita nossos dons próprios, ou seja, nossa individualidade. Assim, devemos também aceitar e respeitar nosso jeito exclusivo de ser, bem como a de todos aqueles com quem compartilhamos a existência terrena. O excesso de rigidez e severidade faz com que criemos um padrão mental que influenciará os outros para que nos trate da mesma forma como os tratamos. Eu conheço uma pessoa que ela diz assim: "Eu me sinto sozinha aqui. Eu não consigo me conectar com os meus filhos, com meu marido, com minha mãe, com meu pai, com ninguém, com meu meu trabalho
atamos. Eu conheço uma pessoa que ela diz assim: "Eu me sinto sozinha aqui. Eu não consigo me conectar com os meus filhos, com meu marido, com minha mãe, com meu pai, com ninguém, com meu meu trabalho e eu não sei porquê. Aí você vai avaliar a conduta da pessoa. A pessoa tem vários padrões rígidos dentro dela, principalmente para com as outras pessoas. Essa pessoa, ela é uma codependente nata. O que que é um codependente? Um codependente, ele vive para salvar a vida dos outros. E detalhe, ele sempre acha que a vida dos outros tá uma catástrofe, que os outros vão morrer a qualquer momento e que ele tem que salvar. Olha o rolo. Vocês conhecem alguém assim? Já viram alguém assim? Não pode olhar pro lado, por favor. Não olhe pro lado, sinal da confusão, né? Então, os codependentes, eles têm essa mania de salvador da pátria. E nessa boa intenção ele leva ele e os outros pro inferno, porque vira uma confusão total. Porque o codependente, ele quer ser o quê? Ele quer ser Deus na vida dos outros. Ele quer ter o poder da vida e da morte. Ele quer dizer o que vai fazer, o sucesso profissional, acadêmico, amoroso, familiar, físico. Eu tenho um paciente que ele tem um um pais já acho que mais de 70 e ele vive brigando com a mãe dele, que ele quer que a mãe dele faça exercício, faça não sei o quê, faça isso. Com 70 anos de idade, você tem que se preocupar ainda com isso. Você tem que fazer outras coisas na vida. Se quiser fazer, faz. Se não quiser, tá bom. Não, mas tem que fazer porque senão vai dar isso, porque senão vai dar aquilo, porque senão vai dar problema. A gente sabe que o exercício físico é bom em qualquer idade, mas tem gente que não gosta e você tem que respeitar. Tem gente que ama, vai de domingo a domingo na academia e posta e tira foto e não sei o quê e faz não sei o quê. Ótimo. Eu vivo rezando todo dia. Deus me faz eu gostar desse negócio. >> Me faz pelo menos uma vez na semana, né? Para minha mulher se acalmar, que minha mulher fica doida lá. Tá pagando academia e não vai não sei o quê. Eu
todo dia. Deus me faz eu gostar desse negócio. >> Me faz pelo menos uma vez na semana, né? Para minha mulher se acalmar, que minha mulher fica doida lá. Tá pagando academia e não vai não sei o quê. Eu disse: "Eu vou para lá". Só que eu chego lá, eu pareço um boi Marte. Tem nada a ver. Mas eu vou para lá. De vez em quando eu faço. Legal. Eu sou flamenguista. Tem uns palmeirenses lá que eu fico zoando deles, mas é difícil para mim. Eu não gosto disso. Me dá 10.000 cobertores para entregar na rua no inverno eu vou. Eu ando 150.000 km na rua entregando cobertor. Agora me mande pra academia pra natação. Agora ela tá mudando. Ela disse que eu não vou mais pra academia, vou pra natação. Tá bom, bora ver o que que vai dar. Mas entende que às vezes o padrão rígido vai gerar uma série de condutas frustradas na relação com o outro e isso vai afastar, isso vai dstoar, isso vai criar confusão. Aí você fica numa situação que ao mesmo tempo você quer salvar o outro, você se enche de amor porque você quer salvar o outro e depois você se enche de culpa porque você tá brigando com o outro. O que era para salvar tá sendo uma confusão. Tem vezes que eu falo com a minha mulher, a a a mãe dela mora em Manaus, já tem 75 anos, e aí ela liga para ela, aí no início ela fala baixinho, oi, tudo bom? Sei qua uma confusão no telefone. Eu disse: "Ei, maninha, quem é a mãe é ela, tu é a filha, tu não é a mãe dela, não. Para de querer ficar mandando na vida do outro, sabe?" Então, às vezes a gente precisa E aí, eh, olha o que Ramed fala aqui. O tempo voa, né? Olha o que ele fala aqui sobre a questão dos excessos. Isso aqui é um indicador muito importante, tá? Quando eu tenho uma boa intenção e essa boa intenção ela se desvirtua para uma má intenção, é porque eu estou fazendo ela com muito excesso. Ele diz aqui, ó, atitudes aqui embaixo, atitudes exageradas de um indivíduo significa quase sempre o contrário do que ele declara. Excesso de pudor significa o quê? Compensações de desejos sexuais normais
diz aqui, ó, atitudes aqui embaixo, atitudes exageradas de um indivíduo significa quase sempre o contrário do que ele declara. Excesso de pudor significa o quê? Compensações de desejos sexuais normais reprimidos. Excesso de afabilidade, compensação de agressividade mal elaborada. Excesso de alimentação, compensação de insegurança ou necessidade de proteção. Excesso de religião, compensação de dúvidas desmoralizadoras existentes na inconsciência. Excesso de dominação, compensação de fragilidade e desamparo interior. Através de todo excesso ou rigidez se encontra a não aceitação da naturalidade da vida fora e dentro de nós mesmos. O que que ele tá querendo dizer aqui? Qual é o melhor caminho? O do meio. O do meio. Mas como que eu vou pelo caminho do meio? Quando eu entender como a vida funciona? Por exemplo, a gente tem só uma vida, a que a gente nasce até que a gente morre. É só essa vida que a gente tem? Sim ou não? Segundo a o Espiritismo. Não. Mas a gente vive às vezes como se tivesse só essa vida. Quer ver um exemplo bem simples disso? Quando alguém adoece morrer, a gente se desespera. Mas não tem outras vidas. tem, mas eu não quero que a pessoa morra, né? Ou então quando a gente percebe que uma pessoa ela tem uma idade astral inferior e ainda comete uma série de erros e isso provavelmente vem de vidas passadas. Não, nessa vida, essa pessoa ela tem que atender a todas as expectativas que eu quero que ela tenha. Eu ignoro a vida anterior. A gente precisa, gente, assim, eh, independentemente da religião, dos princípios espirituais que a gente busque, eu acho que a gente precisa, eh, colocar na prática essas ideias. Eh, não sei se todos vocês conhecem essas palestras que eu dou todo todo final do mês. É é parte de um programa que tem na comunhão chamado Reforma íntima na prática. você não vai conseguir colocar em prática tudo. Mas se você tentar na hora que você tiver sofrendo, na hora que você tiver em conflito, pensar em algum desses conceitos e praticar, isso já
na prática. você não vai conseguir colocar em prática tudo. Mas se você tentar na hora que você tiver sofrendo, na hora que você tiver em conflito, pensar em algum desses conceitos e praticar, isso já ajuda. Isso já ajuda. Às vezes eu olho pras minhas filhas, eu tenho uma filha de 28 e outra de 31 e eu tenho várias expectativas para elas e às vezes essas expectativas não se não se concretizam. Eu digo: "Tá bom." Eu fico frustrado. Às vezes eu gostaria que elas fossem de outro jeito, mas tá bom. Elas têm a vida inteira aqui para resolver isso ou talvez várias vidas para resolver isso. Eu não preciso ficar aqui me acabando ou me culpando, achando que eu não sou um pai, que eduquei, que fiz isso e que aquilo. Eu sempre estou buscando me melhorar como pai. Eu não sou um pai perfeito, eu sou um pai possível em aperfeiçoamento. Vou acertar, vou errar, quando errar vou pedir desculpa. Já pedi desculpa delas, já pedi perdão delas de muitas coisas que fiz errados lá atrás e que hoje eu tenho uma outra mentalidade, entende? Tento reparar da melhor maneira possível. Às vezes consigo, às vezes não consigo. Mas o que eu o que eu não posso deixar de esquecer é que nós somos viajantes, eu e elas, de um processo eterno. E que eu não posso deixar que a ansiedade me consuma, que as ideias catastróficas, né, de tudo ou nada, ou de achar que elas nunca vão conseguir, de que e o o futuro delas é negativo, é pessimisto, porque elas não estão fazendo isso, porque não estão fazendo aquilo. Não, eu não tenho todas as informações do que é necessário pro para pra jornada delas aqui. Às vezes a gente quer, obviamente, todos nós queremos, né, que nossos filhos estudem, eh, se for possível ter uma família, eh, que ganhe dinheiro, que possa se sustentar, que possam fazer isso, fazer aquilo. Mas será que se isso tudo é a programação, é a necessidade do espírito deles? Eu olho paraa minha vida e eu percebo que muita coisa que hoje eu vim conseguir, eu só consegui a partir do momento que eu consegui uma uma
sso tudo é a programação, é a necessidade do espírito deles? Eu olho paraa minha vida e eu percebo que muita coisa que hoje eu vim conseguir, eu só consegui a partir do momento que eu consegui uma uma maturidade. Porque se eu conseguisse as coisas que eu tenho hoje há 20 anos atrás, há 30 anos atrás, eu não ia saber aproveitar nada. Eu ia jogar tudo no lixo por conta da minha ignorância, sabe? por conta da minha reatividade, por conta das minhas explosões. Hoje eu consigo ter mais ponderação, mais bom senso, mais reflexão. E isso a gente não sabe. Quem sabe é a vida. A vida vai determinando. Isso quer dizer que eu tenho que deixar todo mundo viver do jeito que quer? Não necessariamente. Mas a gente pode se colocar como instrumento da vida na vida das outras pessoas, não como uma pessoa que tem que determinar a vida das outras pessoas. é diferente. Todos os dias eu peço para que se eu puder ajudar as minhas filhas de acordo com a necessidade do espírito delas, eu tô à disposição para que eu seja intuído, para que eu seja inspirado, para que eu seja utilizado, para que a minha vontade se adeque à vontade do que elas necessitam. Assim é com a minha esposa, assim é com meus irmãos, meus amigos e tudo mais. E principalmente que eu consiga usar toda a força de querer ajudar os outros também para que eu me ajude, porque eu necessito, eu tenho muita coisa para fazer dentro de mim e que eu não desfoque isso, que eu me conecte com os outros fazendo uma troca. Eu posso doar alguma coisa, eu posso receber alguma coisa. Porque quando eu acho que eu não posso receber nada, eu me desconecto. Quando eu acho que eu tenho que fazer tudo pra pessoa, a pessoa se desconecta de mim. E é isso que faz a gente se sentir sozinho, entende? É isso que faz a gente não ter essa essa esse respeito recíproco, essa ajuda mútua. Existem, como eu falei aqui, várias situações que são extremas, que são complicadas, que precisam ser avaliadas, que não são simples, realmente, mas a grande maioria das nossas relações, se a
a mútua. Existem, como eu falei aqui, várias situações que são extremas, que são complicadas, que precisam ser avaliadas, que não são simples, realmente, mas a grande maioria das nossas relações, se a gente colocar esse ponto de equilíbrio, se a gente flexibilizar esses nossos conceitos, se a gente se entregar mais a Deus, se a gente conseguir compreender mais a providência divina na minha vida e na vida da minha família, da vida dos meus amigos, eu vou conseguir ficar mais calmo, a minha ansiedade vai diminuir, o meu meu medo vai diminuir a minha insegurança, sabe? A minha agressividade, a minha a minha o meu ressentimento. Jesus deixou duas leis pra gente, só pra gente finalizar. A primeira é amar a Deus sobre todas as coisas. A segunda é amar o próximo como a si mesmo. Eu não consigo fazer a segunda se eu não fizer a primeira. E esse é o nosso desafio. Todas as noites eu peço a Deus que protejam todas as pessoas que eu amo. Mas eu digo para ele, se não for possível, se elas tiverem que passar por alguma provação, por alguma expiação, que eu continue segurando na sua mão e confiando nos seus desígnios, porque para onde tu levares as tuas leis levar a gente vai ser o melhor pra gente. E eu não tenho dúvida disso. Eu posso ter medo, eu posso às vezes não acreditar, mas eu não duvido disso. Eu não duvido da inteligência, da onipotência, da onipresença, da onisciência. da justiça soberana de Deus e e por tabela de Jesus. E é isso que faz eu buscar essa minha reforma e agradecer todos os dias por todas as provas que eu recebo desse amor infinito, desse Deus, desse Pai que nos ama, através de todos os anjos, de todos os espíritos que praticam a sua lei na seara do bem. E é isso que eu desejo a todos nós, a mim, a minha família, aos meus amigos, a família de vocês, aos amigos de vocês, que a gente confie e que a gente se conecte com as pessoas, porque amando o próximo que a gente ama a si mesmo. Muito obrigado pela atenção, pelo silêncio e pela paciência de todos vocês na noite de hoje. Vocês possam
e e que a gente se conecte com as pessoas, porque amando o próximo que a gente ama a si mesmo. Muito obrigado pela atenção, pelo silêncio e pela paciência de todos vocês na noite de hoje. Vocês possam retornar para suas casas melhores do que chegaram. Que assim seja. Obrigado a todos. Como Pedro agradeceu, dar breves avisos a no inverno que ainda estamos é chegada a campanha do agasalho. Pedro até falou sobre a situação >> dos moradores de rua. >> Dos moradores de rua. Então, nós temos aqui, atendemos, a comunhão espírita de Brasília atende a 150 famílias e a 40 moradores de rua, no qual nós temos o projeto aqui mão estendidas, que toda sexta-feira passamos a manhã inteira aqui acolhendo eles naquele trabalho de consolar, né? O que doar? Cobertores, agasalhos, femininos e masculinos, infantis e masculinos. Aonde entregar? Aqui do lado nós temos o nosso almoxerifado Alto de Souza, mas se não quiserem entrar na portaria da comunhão em horário comercial, sempre que tiver alguém lá eles vão receber e encaminhar para cá. Convidamos a todos a participarem dessa campanha, não só do agasalho, mas todo o decorrer do ano. Deixa eu só acrescentar uma coisa rapidinho. >> Sim. Pera aí que o Pedro vai acrescentar alguma coisa. >> Aproveitando essa questão da campanha do agasalho, vocês viram minha blusa aqui, tem um pão com ovo aqui, né? É o projeto social que a gente tem que de 15 a 15 dias a gente vai nas madrugadas entregar cobertor, pão com ovo, chocolate quente, água, meia para as pessoas em situação de rua. Uma quinzena é aqui no plano piloto, outra quinzena é em Itaguatinga, em Ceilândia. Ontem nós fomos lá e atendemos aproximadamente 400 pessoas. Todos estão convidados a participar, não só na entrega, mas tem também durante o dia o preparo. A gente entrega mais de 800 pães, são mais de 60 L de chocolate quente. Então tem uma um pessoal que vai para lá fazer isso e também tem o pessoal da montagem dos kits que a gente entrega. Depois é só entrar no Instagram pão ovo df e qualquer coisa chama a
ocolate quente. Então tem uma um pessoal que vai para lá fazer isso e também tem o pessoal da montagem dos kits que a gente entrega. Depois é só entrar no Instagram pão ovo df e qualquer coisa chama a gente lá, tá? Obrigado. Convite ao trabalho. Gente, temos aqui o atendimento fraterno. Se depois dessa conversa aqui com o Pedro você achou que precisou demais de desabafar, de falar, hoje nós temos o horário de 17:30 que vai até às 19:30. E temos todos os horários de segunda a quinta, temos sexta, sábado, e temos o novo horário dos domingos que é das 17:30 às 19:30. Esse cartaz nós temos ali no nosso painel na entrada do auditório, aonde você pode tirar foto com todos os horários. Do mesmo jeito os grupos de apoios que temos aqui na casa. Temos o grupo Acolher, o grupo Viver, o grupo Dependência Química, que também os horários estão ali disponível no painel logo no início do auditório Bezerra de Menezes, que é o auditório que estamos. Agradecemos ao Paulo, ao Pedro Paulo, por mais uma de suas excelentes reflexões para conhecer um pouco de nós, né? Espiritismo nos convoca isso, falar de nós mesmos. Hermano, Ramed, Joana de Angeles, com sua coleção de psicologia que se eu não me engano, né, Paulo, são mais de 18, né? São muita coisas. Então, Haroldo Dutra, palestrante espírita, ele sempre fala que o espírita, ele tem, por costume comprar livros que não verá nessa encarnação. Quando ele falou isso, eu entrei em desespero quando eu cheguei em casa e viia estante. Então, que possamos sempre buscar esse conhecimento. Agradeço aqui a as pessoas que estão nos ouvindo, né, a Lorena, a Karen, a todos que estão aqui. carinhosamente deixando as suas reflexões e muitas vezes se colocando. Outra coisa também vamos para a nossa prece final, encerramento para que a nossa irmã que está ali ansiosa chamar todos para o passe, né, Andreia? Então que possamos nos preparar. Peço que mantenham os celulares desligados ou em modo avião, aqueles que ou em no modo silencioso para quando entrar na
ansiosa chamar todos para o passe, né, Andreia? Então que possamos nos preparar. Peço que mantenham os celulares desligados ou em modo avião, aqueles que ou em no modo silencioso para quando entrar na cabine e não haver nenhuma interferência nesse momento que nos colocamos à disposição e em conexão. Todos aqueles que assistiram nossa palestra pelos nossos canais, convido a ativar as notificações, seguirem a nossa página, compartilhar para que possamos levar o evangelho a todos os cantos. E aqueles que estão aqui, que querem participar dessa família comunhão, ali no painel, mais uma vez tem o os canais que podemos seguir, tem o o canal do WhatsApp, você coloca seu Qode lá, segue, tá sempre sendo informado das palestras, dos estudos, do ESD, que agora tá começando a matrícula lá também nós temos. Vamos buscar a a conhecer esse movimento que nos trouxe até aqui, que é o espiritismo. Sabendo que o espiritismo não provoca a salvação, ele provoca a gente ser uma pessoa, um ser humano melhor. Então, nos colocando à disposição, possamos fechar os nossos olhos, aqueles que sentirem mais à vontade aqui, que nos enovouem através dos canais, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado por mais essa tarde de estudo, por mais essa oportunidade e esse bom ânimo de estar aqui na casa espírita, pois eu tinha a escolha de estar em qualquer lugar e escolhid Ele está aqui, escolher o melhor para mim neste momento, que é ouvir o teu evangelho à luz da doutrina espírita. Obrigado ao nosso amigo Pedro Paulo, que é tão solícito, sempre nos traz as suas reflexões falando um pouco de nós à luz da doutrina espírita. Assim, mestre Jesus, damos por encerrado mais essa etapa do tratamento de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Obrigado a todos. Que todos possam retornar para casa melhor do que chegaram. Um grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,
lhor do que chegaram. Um grande abraço. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a
tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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