VISITAS ESPÍRITAS ENTRE PESSOAS - QUESTÕES 412 A 418 - Jefferson Bellomo [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 02/10/2025 (há 6 meses) 1:05:20 377 visualizações

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Transcrição

E eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. Olá, pessoal. Muito boa noite. Tudo bem? Hoje, quarta-feira, primeira quarta-feira, primeiro dia do mês de outubro, né? Vamos dar continuidade ao nosso estudo. Já quero observar que neste mês haverá na quarta semana seminário do DA, aqueles seminários que a comunhão faz sobre temas específicos. Então você já desde já já estão todos convidados. Ele vai ser na, eu recebi o calendário aqui na quarta, sexta, quarta-feira, quer dizer, dia 22. e volto a falar sobre o tema envelhecimento. Já foi abordado esse tema, mas é muito importante o envelhecimento. Depois nós damos mais especificações. Então, nesse mês de outubro, nós estaremos aqui na quarta quarta-feira com o estudo livros espíritos, mas haverá esse seminário de segunda a sábado com o tema central envelhecimento e desde já estão todos convidados. Nós vamos então dar continuidade ao nosso trabalho e nós estamos falando agora da vinda dos espíritos ao mundo material. Vinda no sentido, perdão, o contrário, a emancipação, a possibilidade do espírito mesmo encarnado adentrar o mundo espiritual. Na vez passada nós vimos sono e sonhos. Hoje visitas espíritas entre vivos. Se vocês pegarem 10 filmes de terror, nove é de fantasma e assombração. E o que que é isso? Espíritos entre vivos. Esse esse filão, digamos, é muito explorado, né, pelo cinema, até pela literatura, mas mais o cinema e gera muito temor em relação a esse tema. Será que todos os espíritos que chegam até nós, que vem nos visitar, são assombração? Jefs vai responder daqui a pouco. Então, gera muito esse mito do terror, né, associado à morte associada ao terror. O palco de um filme de terror é um cemitério. E cemitério é vazio, né, Jeferson? Porque quem que tá lá dentro? Só os coveiros, né? Não há nenhum espírito lá dentro. E a questão da visita dos espíritos, a

alco de um filme de terror é um cemitério. E cemitério é vazio, né, Jeferson? Porque quem que tá lá dentro? Só os coveiros, né? Não há nenhum espírito lá dentro. E a questão da visita dos espíritos, a vinda ao nosso meio também é um é uma coisa explorada e gera distorções a respeito dessa dessa temática. Mas na doutrina está aqui para nos aclarar, nos elucidar e nos trazer a uma compreensão natural, verídica, oportuna dos fatos do universo. Vamos então agradecer a nosso Deus, nosso Pai, por mais esse encontro, pedindo paz, serenidade, que nos acalme, que possamos relaxar aqui dentro no sentido de vivermos esse momento com profundidade, aprender, nos elucidar, tirar de nossas ideias, de nossas mentes ideias preconcebidas, tradições, eh superstições, encararmos a vida com beleza. com alegria, com firmeza de propósito para colaborarmos mais e melhor, que é essa a nossa missão como indivíduos, como espíritos que já somos, porque Deus nos criou. Agradeçamos a Jesus, mestre amado, que nos traz a sua paz, a sua brandura. Jesus é sempre para nós aquele grande conforto espiritual que representa todas as nossas melhores aspirações, tudo que a gente considera bom, bonito, belo, Jesus encarna isso, representa isso para nós. E só doutrina de luz. O evangelho hoje traduzido pela literatura espírita, nos dá oportunidade de irmos mais a fundo na compreensão de todas essa mensagem que Cristo deixou à humanidade, deixou e nos envia, porque a o objetivo da doutrina é nos permitir mantermos sempre essa conexão com a verdade. Coisas vão chegar, coisas surgirão conforme a nossa capacidade moral e, digamos, de conhecimento, de maturidade, de conhecimento científico, de aprender todas essas revelações que nos chegam. E agradecer também aos espíritos amigos que colaboram conosco, que dão suporte a esse trabalho, que nos incentivam, que nos acolhem, que cuidam de nós, que tratam de nós durante esse trabalho. Particularmente o dirigente da casa, Dr. de Menezes, sempre lembrado por nós, a quem devemos toda a dinâmica da comunhão

m, que nos acolhem, que cuidam de nós, que tratam de nós durante esse trabalho. Particularmente o dirigente da casa, Dr. de Menezes, sempre lembrado por nós, a quem devemos toda a dinâmica da comunhão espírita de Brasília, a nossa instrutora Alexandre, que é o nosso patrono das atividades da noite de quarta-feira, desse estudo, que ele e seus amigos e companheiros possam trazer sempre inspirações para fazermos mais e melhor por tudo e por todos. E saudamos a Ismael, que guarda o Brasil como ente coletivo, que caminha para a construção da pátria do evangelho, contando inclusive com a nossa colaboração. Que esses irmãos nos abençoem nessa noite e nos tragam a sua luz e a sua bondade em benefício de todos nós. Saudamos aos que nos acompanham paraa TV Rádio Comunhão, nosso imenso braço fraterno, tanto quantos que nos assistiram um dia pelas redes sociais. Quando apertarem o botãozinho e começar nos assistir, sintam-se também abraçados em nome da comunhão espírita de Brasília. Então, feita essa apresentação inicial, repetimos, estamos falando hoje sobre visitas espíritas entre vivos e o nosso palestrante é o irmão Jeferson Belomo. Vamos falar de assombrações, Jeferson, Casa Malsombrada. Vamos lá. Meus amigos, uma ótima noite. Vamos falar então um pouquinho dessa parte do livro dos espíritos. E eu sempre gosto, antes de começar qualquer assunto espírita, tentar botar todo mundo na mesma página, porque nem todos que participam de uma palestra, que presenciam uma palestra, são espíritas. Tem muita gente que é curiosa, tem muita gente que é simpatizante, tem muita gente que se afastou do espiritismo e acabou perdendo contato com a doutrina. Então, é bom a gente pegar pela base e pela base a gente tentar levantar o mesmo prédio de conhecimentos, todos na mesma página, todos juntos. Então, no espiritismo, e é fundamental isso, pois são assim os princípios basilares do espiritismo. O espiritismo, ele tem muitos princípios, mas o que diferencia o espiritismo das outras propostas religiosas?

espiritismo, e é fundamental isso, pois são assim os princípios basilares do espiritismo. O espiritismo, ele tem muitos princípios, mas o que diferencia o espiritismo das outras propostas religiosas? O espiritismo diz que os espíritos se comunicam, porque acreditar em espírito, muita, quase todas as religiões acreditam. A maioria esmagadora das religiões vai acreditar na existência de uma entidade que sobrevive a morte do corpo físico. Então, o espiritismo acredita nisso também. Mas essas religiões, ah, muitas religiões vão acreditar principalmente no oriente, na reencarnação. A reencarnação não é só uma crença do espiritismo. A reencarnação, ela faz parte da crença de boa parte da população do mundo. No Ocidente são poucas pessoas reencarnacionistas, mas a maior parte da população do mundo não está no Ocidente, está no Oriente. E hoje a Índia, que é massivamente reencarnacionista, ultrapassou a China em número de habitantes. Então nós temos muita gente que acredita em espírito e acredita em reencarnação, mas nem por isso são espíritas. O diferencial do espiritismo é acreditar que esses espíritos existem, principalmente depois que o corpo desce para o cemitério. Acreditar que esses espíritos têm uma continuidade. Então, nós falamos de vidas e não de vida. Porque nós temos várias vidas, nós somos seres interesistentes. Nós ora estamos na matéria, ora estamos no mundo espiritual. Então, nós somos reencarnacionistas, mas o espiritismo ele tem esse diferencial, é a comunicação com aqueles que já não têm mais essa matéria, esse corpo físico. Por que essa base de comunicação? Porque o espiritismo ele parte do princípio, tanto faz você estar vivo ou você estar morto. No vocabulário espírita. Tanto faz você estar encarnado ou desencarnado. Você é espírito. A sua natureza não é uma natureza material. A sua natureza não é uma natureza biológica. A sua natureza é uma natureza espiritual. Estar num corpo físico é uma situação contingente. Não é a sua natureza, não é a sua essência. A sua essência é espiritual,

reza não é uma natureza biológica. A sua natureza é uma natureza espiritual. Estar num corpo físico é uma situação contingente. Não é a sua natureza, não é a sua essência. A sua essência é espiritual, que em determinados momentos estará no corpo físico, em determinados momentos estará plenamente no mundo espiritual. Mas a nossa natureza é uma natureza espiritual. Vivemos na matéria, mas não somos matéria. Então, no espiritismo existe essa dualidade. Nós, enquanto encarnados vivemos na matéria, habitamos num corpo de matéria, estamos eh vivendo tudo que a matéria nos oferece, mas não somos seres materiais, somos seres espirituais. E qual a dificuldade das pessoas que vêm para conhecer o espiritismo? Tudo fora do centro espírita, ele vai ser calcado em dizer, em propagar, em doutrinar que nós somos seres materiais. Então, o nosso pensamento, os nossos sentimentos, os nossos sonhos são frutos do nosso cérebro. A nossa índole, a nossa personalidade, ela é resultado da criação que os nossos pais deram ou da cultura do país que nós nascemos. Os nossos problemas ou as nossas tendências físicas são heranças genéticas e nós somos bombardeados com isso todo santo dia e todos os momentos da nossa vida. Quando nós chegamos em um centro espírita, nós de repente nos deparamos com algo que a gente assim: "Ah, tá beleza, entendi, acredito, é, faz sentido." Mas olha a diferença. Você vem para o centro espírita uma vez por semana, duas vezes por semana, assiste uma palestra de 40, 50 minutos. Isso quando a maioria não chega só para tomar o passe, lê um romance ou de sabedoria, um livrinho de mensagem, muito de vez em quando. Agora, falar que nós somos seres materiais e que nós não somos seres espirituais é todo santo dia, várias vezes ao dia. E aí nós acabamos, já que assumimos esse comportamento, assumimos essa proposta, já que somos matéria, sofremos, porque a matéria ela é da sua natureza estar eternamente em transformação. Quando nós tiramos um carro da concessionária, quando nós construímos uma casa,

ssa proposta, já que somos matéria, sofremos, porque a matéria ela é da sua natureza estar eternamente em transformação. Quando nós tiramos um carro da concessionária, quando nós construímos uma casa, aquilo lá vai requerer manutenção. Porque a natureza da matéria é a corrupção, é desagregar, porque tudo que existe precisa gastar energia para continuar existindo. Se nós não damos manutenção, por exemplo, os bancos aqui do salão, se de vez em quando, né, eles não são lixados, não se passa um verniz, não se troca o estofamento, eles vão deteriorando. Mesma coisa as paredes, mesma coisa os telhados, tudo, porque a matéria se deteriora. Se nós assumimos que somos seres materiais, nós sofremos porque assumimos que somos seres em um processo de deterioração. No espiritismo, nós não somos seres em deterioração, porque somos seres espirituais. Seres espirituais significa o seguinte. Se por, vamos pegar um exemplo bem dramático, se por acaso cair uma bomba atômica exatamente onde nós estamos e essa bomba explodir, eu não tô falando de bomba de São João, tô falando de uma bomba atômica. Tudo em quilômetros se desfaz, vira vira poeira, vira nuvem. Os nossos espíritos permanecem. Uma bomba atômica, uma estrela de nêutrons, um buraco negro, nada afeta a nossa natureza espiritual, porque são eventos cósmicos, são eventos da natureza que afetam a nossa natureza material. Se nós quisermos entendermos espiritismo, nós vamos ter que mudar o nosso eixo de raciocínio, sair do raciocínio da matéria e começar a pensar como espíritos. Porque quando nós pensamos como espíritos, nós pensamos de acordo com aquilo que nós realmente somos. E eu sempre insisto, né? É muito comum as pessoas falarem assim: "Não, o médium fulano recebeu uma mensagem do espírito do Bezerra de Menezes, do espírito do Emanuel, do espírito de eh Clara de Assis. Na verdade, você não recebe mensagem do espírito do fulano. Você recebe mensagem do fulano, porque o fulano é o espírito. O fulano não tem ele e o espírito.

Emanuel, do espírito de eh Clara de Assis. Na verdade, você não recebe mensagem do espírito do fulano. Você recebe mensagem do fulano, porque o fulano é o espírito. O fulano não tem ele e o espírito. Então, o espírito do Emanuel tem o Emanuel e tem o espírito dele. O Emanuel é o espírito. Ah, o meu pai desencarnou. Recebi uma carta consoladora do espírito do meu pai. Na verdade, você recebeu uma carta consoladora do seu pai, que agora está na condição de espírito. Nós temos que trazer para a naturalidade dessas relações e não como se fosse algo sobrenatural, como se fosse algo místico, como se fosse algo folclórico, porque não é. é tão comum como qualquer outra forma de comunicação. Se somos espíritos e estamos num corpo material, as nossas qualidades e as nossas habilidades como espíritos, elas não desaparecem, porque continuamos, a nossa natureza continua sendo espírito. Quando você coloca um pássaro numa gaiola, não é porque ele está numa gaiola que ele deixou de ser pássaro. Ele continua sendo um pássaro. Se é um pássaro com capacidade de voar, você abriu a porta da gaiola, ele vai fazer o que o pássaro nasceu para fazer. Ele vai voar. Se nós pegarmos um peixinho e colocarmos no aquário, nós por se por algum motivo tirarmos ele do aquário e colocarmos no rio ou no mar, né, a depender se vai ser um peixe de água doce ou água salgada, ele vai para a natureza e vai ser livre, porque é a natureza do peixe. Nós somos espíritos num corpo de carne. Uma vez que esse corpo de carne ele enfraquece os seus laços com o espírito, o espírito faz a mesma coisa que o pássaro faz quando abre a gaiola. Ele assume quem ele é. Ele nasceu para voar. O nosso espírito nasceu para ser livre. O corpo material, o corpo físico é um instrumento nosso para o nosso aperfeiçoamento na Terra. Mas ele é um instrumento. Não somos o instrumento. Se eu pegar um alicate, o alicate não é a extensão do meu braço. O alicate é um instrumento do qual eu me uso para do qual eu faço uso para eh trabalhar de alguma forma, resolver

somos o instrumento. Se eu pegar um alicate, o alicate não é a extensão do meu braço. O alicate é um instrumento do qual eu me uso para do qual eu faço uso para eh trabalhar de alguma forma, resolver alguma coisa. Mas o alicate não é uma extensão do meu braço. O corpo não sou eu. O corpo é o instrumento do meu espírito. Instrumento tão útil, tão necessário, que eu preciso dele para me realizar enquanto ser. Porque ele vai me oferecer oportunidades que no mundo espiritual eu não terei. Tem oportunidades que a gente só tem aqui. Por isso que a reencarnação para os espíritas é tão importante. Os espíritas não menosprezam a vida física, pelo contrário, eles valorizam cada minuto da vida física, porque é aqui que a gente realmente mostra que vem. No mundo espiritual, nós estamos livres, nós estamos eh capacitados, a gente continua aprendendo, mas é aqui que nós nos realizamos. É a mesma coisa do que você ter inúmeras aulas sentado numa sala de aula com projetor, com quadro negro, com eh recebendo informações sobre como nadar, mas você só nada entrando na água. É a mesma coisa. A gente só realmente diz a que veio quando reencarna. Os espíritos eles não podem forçar a gente a nada, eles só podem sugerir. Se o espírito ele quer resolver alguma coisa aqui na terra, ele só resolve de um jeito, ele reencarna, porque senão ele não resolve. Ah, mas é um espírito lá, sei lá, né, de um avatar, de um iluminado. Maravilha. Ele pode sugerir o que ele for, mas ele não faz. Se ele quiser fazer, ele tem que assumir um corpo biológico. Aí ele faz. Por isso que nós estamos aqui para fazer, mas somos espíritos. Esse corpo ele é ligado ao nosso corpo espiritual, que no espiritismo ele é um corpo, mas de uma matéria diferente. É a matéria está para o encarnado, como o fluído está para o desencarnado. O fluído é a matéria do mundo espiritual. O nosso corpo espiritual, ele é formado de uma matéria chamada fluídica. E o corpo que nós temos, esse complexo orgânico do espírito, se chama perespírito.

o. O fluído é a matéria do mundo espiritual. O nosso corpo espiritual, ele é formado de uma matéria chamada fluídica. E o corpo que nós temos, esse complexo orgânico do espírito, se chama perespírito. Aí ele é algo que ainda está sendo estudado. Nós temos muito conhecimento, mas o perespírito é muito mais rico do que o nosso conhecimento atual. Então, nós sabemos que boa parte das pessoas que desencarnam, quando desencarnam, elas se apresentam na espiritualidade do jeito que elas eram aqui. E quando eu falo do jeito que é aqui, é pulmão, coração, fígado, rim, intestino. Isso é um corpo espiritual. E detalhe, na espiritualidade, boa parte disso, em tese, nós não precisaríamos. Mas como a maior parte da população. E por que que não precisaríamos? Porque espírito não come hambúrguer. Então ele não precisa de um aparelho digestório. O espírito ele não respira oxigênio. Então em tese ele não precisa de um aparelho respiratório. Não da forma que nós temos. O espírito, em tese, ele não enxerga pelos olhos, porque todos os sentidos estão distribuídos em todo perespírito. Uma um espírito evoluído, se ele quiser, ele enxerga 360º, porque ele não precisa dos olhos para ver. Os olhos são uma necessidade dos órgãos físicos, mas a massa, 99% vai chegar do outro lado e vai precisar de tudo, porque são pessoas materializadas. A maioria é gente que não sabe viver fora do parâmetro que conhece, não são pessoas espiritualizadas. Então vai ter olhinho, vai ter boca, vai ter dedo, vai ter pé, vai ter tudo que nós temos aqui. Só aqueles mais evoluídos que conforme não precisa, a sua forma fica cada vez uma forma mais etérea, mais espiritualizada e menos materializada. Essa forma materializada só se assume quando reencarna no processo de reencarnação. Aí vai condensando tudo de novo, formando tudo de novo para assumir um novo corpo físico. Espíritos de alta envergadura tão num outro patamar. Claro que quando eles se apresentam, apresentam com toda a sua humanidade. Mas vejam tantos relatos que

de novo para assumir um novo corpo físico. Espíritos de alta envergadura tão num outro patamar. Claro que quando eles se apresentam, apresentam com toda a sua humanidade. Mas vejam tantos relatos que nós temos que aparecem espíritos chamados angelicais que são só um foco de luz. É como se chegasse um sol ali, porque é a irradiação que eles têm. Eles não precisam mais. Tudo acontece no plano do pensamento, do desejo. Eles já estão numa outra esfera, já estão numa outra vibe. Não é mais essa coisa tão terra a terra que nós temos. Pois bem, somos espíritos num corpo de carne. Somos espíritos. Uma lâmpada não é a luz, mas a luz irradia pela lâmpada. O corpo é a lâmpada, o espírito é a luz. Nós irradiamos do nosso corpo. Quando os espíritas dizem todos somos médiuns é por causa disso. Não é porque todos nós podemos psicografar, não é porque todos nós podemos ver espíritos. Não é porque todos nós podemos dar o nosso aparelho vocal para os espíritos falarem por nós. É porque nós somos espíritos num corpo de carne. Então, num grau maior ou menor, nós recebemos as influências espirituais. E mais do que isso, nós também influenciamos o os próprios espíritos. Nós os atraímos ou os repilimos. Nós construímos e nós destruímos. eh criações fluídicas, porque somos seres espirituais num corpo de carne. Agora eu estou falando, eu estou ativo, meu cérebro ele tá processando tudo muito rapidinho. Vocês estão prestando atenção no que eu tô falando, vocês estão atentos. Nós estamos naquilo que se chama vigília. é o estado de atenção. Nesse estado de atenção, nós estamos 100% aqui. Isso aqui nós estamos ligado. Então, agora, neste momento, é o aqui e agora. Somos seres espirituais, mas agora totalmente focados na nossa experiência carnal, na nossa experiência material. Problema. Nossa espiritualidade, ela é muito acelerada, ela é muito dinâmica. É uma voltagem muito alta. Se nós ficássemos assim 12 horas, 24 horas, 48 horas, 72 horas, o nosso corpo entraria em colapso. Ah, do ponto de vista biológico, nós

uito acelerada, ela é muito dinâmica. É uma voltagem muito alta. Se nós ficássemos assim 12 horas, 24 horas, 48 horas, 72 horas, o nosso corpo entraria em colapso. Ah, do ponto de vista biológico, nós diríamos, a pessoa está com privação de sono, ela está cansada, então ela começa a ter alucinação, ela começa a ter comportamentos e eh psicóticos, porque ela tá com privação de sono. do ponto de vista espírita é um pouquinho mais do que isso. Se você não deixar o teu corpo descansar, ou seja, o espírito baixar a atividade dele para que o corpo se recupere, você vai exigir de uma máquina. Imagina como se fosse um um carro que o sujeito tivesse com o pé no fundo do acelerador o tempo inteiro. Não tem motor que aguente, vai estourar o motor. É a mesma coisa o corpo físico. Por isso que nós necessitamos do sono. O sono repara o nosso corpo, porque o nosso espírito também diminui, tranquiliza-se, acalma. Olha que sono mais gostoso. Aquele que você está vendo televisão no sofá olhando e de repente quando você acorda já tá um outro programa. Você cochilou vendo televisão, tava lendo um livro. Quando acorda o livro tá caído no chão, no colo, porque você dormiu, o corpo relaxou. Quando o corpo relaxa, os laços que nos prendem ao corpo também relaxam. Então, os porque nós somos ligados ao nosso corpo célula a célula. Então, quando nós, conforme o nosso corpo vai descansando, a nossa mente vai tranquilizando, esses laços, eles vão ficando flexíveis. O corpo dormiu, aí a nossa alma tem liberdade, liberdade relativa, porque ela estará vinculada à aquele corpo biológico. A liberdade total só acontece quando a morte, aí o corpo fica, existe um desenlace e o espírito prossegue. Esse assunto que é tratado no livro dos espíritos tem por título a emancipação da alma. Por que que Kardec não fala a emancipação do espírito? Porque do ponto de vista espírita, a terminologia é alma, um espírito que está vinculado ao corpo. O que que é a alma? é um cara vivo num corpo, tá vivo. O que é o espírito? O Zezinho, quando o

írito? Porque do ponto de vista espírita, a terminologia é alma, um espírito que está vinculado ao corpo. O que que é a alma? é um cara vivo num corpo, tá vivo. O que é o espírito? O Zezinho, quando o corpo morre, ele está liberado do corpo. Então é o mesmo Zezinho. Quando ele tava no corpo era a alma, o corpo morreu, agora é espírito. É só uma questão de palavras. A natureza é a mesma, não muda nada. É a mesma coisa. É, por exemplo, você mora e aqui em Brasília, você mora na ASA Sul e muda seu endereço para Asa Norte. Você mudou o endereço, mas você continua a mesma pessoa. Então, as sul é como se fosse a alma, as norte é como se fosse o espírito. Você só trocou o endereço, mas você continua sendo você. O que é a alma? O espírito preso ao corpo. O que é o espírito? A alma sem o corpo. A emancipação da alma. E a palavra emancipação significa sair do controle. Manus é mão em latim. Emancipar é sair da manus, é libertar-se da mão. Algo que te prende, algo que te sufoca. A emancipação da alma é a libertação desta alma. Porque é alma e não espírito, porque a pessoa está encarnada. Por que que ela se liberta? Porque o corpo tá dormindo. O corpo estando dormindo, esses laços entre alma e corpo estão flexíveis, estão relaxados. E aí cada pessoa vai procurar, enquanto o corpo descansa, enquanto o corpo dorme, vai procurar os seus interesses. Porque lembre-se que no começo da nossa conversa, nós somos espíritos. O corpo quando dorme é a gaiola com a porta aberta. Nós temos a liberdade de exercitar a nossa verdadeira natureza. E aí nós saímos em tese, né? Saímos mais com um laço nos ligando. As pessoas vão chamar normalmente de cordão prateado, né? o cordão de prata, porque normalmente é a cor desse cordão que liga o corpo espiritual, o perespírito ao corpo físico. Então, a pessoa, o corpo tá dormindo bonitinho. As pessoas agora elas têm liberdade para agir. Pô, maravilha. Legal. Então, todo mundo que tá dormindo, o espírito tá vagando? Não, porque tem gente que é tão materializada ou simplesmente não tem

ho. As pessoas agora elas têm liberdade para agir. Pô, maravilha. Legal. Então, todo mundo que tá dormindo, o espírito tá vagando? Não, porque tem gente que é tão materializada ou simplesmente não tem interesse nenhum na vida espiritual que quando dorme, o espírito também dorme, fica sonhando, delirando, porque o sonho para o espírito é como se fosse um delírio do seu subconsciente. Agora, quando nós temos alguma intenção, quando nós temos algum propósito, quando nós temos uma vontade firme, aí o nosso espírito provisoriamente liberto do corpo, e aí vem a palavra, né, emancipado do corpo, ele está livre dentro de uma de uma de uma possibilidade, não é total. Ele está livre para agir. E a pergunta de Kardec é a seguinte: Tudo bem? É tranquilo de entender que eu sendo espírito e o meu corpo dormindo, eu entro em contato com outros espíritos? Porque o pessoal já morreu, já desencarnou, então eles estão com liberdade plena. Eu quando durmo, eu tenho essa liberdade vigiada. é uma espécie de regime semiaberto ao contrário, porque no regime semiaberto o preso trabalha o dia inteiro e a noite ele se recolhe pro presídio. No caso eh dos espíritos quando estão emancipados é o inverso. Ele trabalha o dia inteiro preso ao corpo e ele está livre à noite. A penitenciária que é o corpo, ele está livre quando o corpo dorme. Então, à noite ele está livre para agir. Pois bem, se eu quando eu estou livre, eu mantenho contato com quem já está livre porque morreu. Aí eu volto pro corpo, vida que segue aqui. Mas outras pessoas também estão livres, estão encarnadas. Eu mantenho contato com essas pessoas, eu converso com essas pessoas. É possível isso? E os espíritos falam plenamente, por quê? Somos espíritos. Tanto faz tá na carne, tá fora da carne, somos espíritos. Se temos afinidade, desejos em comum, interesses em comum, seja para o bem, seja para o mal, quando o nosso corpo dorme, aquilo que nós escondemos no nosso dia a dia, aquilo que ocultamos das pessoas, quando o corpo dorme, a nossa verdadeira

eresses em comum, seja para o bem, seja para o mal, quando o nosso corpo dorme, aquilo que nós escondemos no nosso dia a dia, aquilo que ocultamos das pessoas, quando o corpo dorme, a nossa verdadeira personalidade assume. Então, as pessoas se encontram por afinidade. Eu vindo para cá, eu passei por uma igreja evangélica e passei por vários barzinhos até chegar aqui no salão da comunhão espírita de Brasília. Aqui tá cheio de gente, porque todo mundo aqui tem mais ou menos as mesmas afinidades. A massa que está aqui, tirando alguém que que esteja aqui por engano, presumo que não tenha, mas vai que, né? tá aqui porque gosta de espiritismo, acha espiritismo interessante, é espírita, aqui encontra algum consolo, mas quem tá no boteco também está afim por outros interesses. Quem tá na igreja evangélica, na igreja católica, neste horário também tá encontro, porque tem afinidades. Quando nós dormimos, os espíritos se encontram por afinidade. E aí eles, estando afim, é possível manter diálogo, manter reuniões, participar de palestras, decidir estratégias, brigas, porque o corpo tá descansado. O que é muito interessante, imaginem, e não é incomum, amigos ou familiares de outras existências que reencarnam, mas que por interesses, estratégias na reencarnação, eles não nascerão na mesma família, porque tem tarefas a cumprir, tem desafios a superar e para aquela encarnação não é possível todo mundo tá junto. Então, enquanto uns estão no Brasil, outros estão é no Paraguai, ou senão lá em Moçambique. Quando essas pessoas estão dormindo, é possível pela afinidade espiritual que elas têm, elas, lembrando a nossa memória dessa encarnação, ela está circunscrita ao nosso cérebro físico. Quando o corpo dorme, nós assumimos a memória espiritual, que é muito mais extensa. Hoje eu não conheço a Maria, que foi minha mãe na última encarnação. Não sei nem quem é Maria, não sei onde ela está, mas quando o meu corpo dorme, o meu espírito, nossa, a minha mãe da encarnação passada, Maria tá lá em

a Maria, que foi minha mãe na última encarnação. Não sei nem quem é Maria, não sei onde ela está, mas quando o meu corpo dorme, o meu espírito, nossa, a minha mãe da encarnação passada, Maria tá lá em Moçambique. Vou lá encontrar com ela, porque o meu espírito sabe por que que eu não lembro, por que que eu não sei. preparei uma breve analogia para entender esse papelzinho aqui vai representar a memória do nosso cérebro. Isso aqui é o a capacidade do nosso cérebro lembrar das coisas. Tudo que acontece na nossa vida da atual reencarnação cabe aqui. Aqui é a memória do nosso espírito. Tudo que acontece no mundo espiritual cabe aqui. Imaginem que o nosso espírito está emancipado, ou seja, provisoriamente liberto do corpo biológico. Outro jargão espírita que se usa é a palavra desdobramento. O espírito está em desdobramento. O corpo dorme e ele tá ativo do outro lado. Tudo que ele vivencia na espiritualidade, ele vivencia com essa memória aqui. Quando ele retorna pro corpo, a capacidade do corpo é isso daqui. Como é que faz isso daqui caber nisso daqui? Tudo que tá escrito aqui, como é que cabe nisso daqui? Por isso que os sonhos da gente são, via de regra, confusos. Por isso que a gente, por exemplo, eh, tá no interior de Minas Gerais. Eh, não vou até melhorar. A gente sonha que está indo para Minas Gerais. Vamos pegar uma cidade aleatória, Ouro Preto. E quando o ônibus para em Ouro Preto, abre a porta do ônibus e eu desço. Eu estou na beira da praia. Aí você fala: "Que sonho mais maluco! Ouro Preto tá incrustrado no meio do Brasil. Aí abre a porta do ônibus. Eu tô na praia. Porque o cérebro físico ele vai fazer analogias com aquilo que o espírito vivenciou na espiritualidade. Só título de exemplo, eu fui para uma colônia espiritual. É um exemplo hipotético, tá? Não aconteceu. É só exemplo hipotético. Eu vou para uma colônia espiritual. Essa colônia espiritual tem prédios que me lembram o Brasil da época colonial, prédios que me remetem a construções do século XVI. E essa colônia espiritual tem um mar ou

para uma colônia espiritual. Essa colônia espiritual tem prédios que me lembram o Brasil da época colonial, prédios que me remetem a construções do século XVI. E essa colônia espiritual tem um mar ou um grande lago, o que for. Quando o meu espírito retorna para o corpo, eu nunca tive nessa colônia espiritual, nessa encarnação. Eu não tenho sinapse da memória dessa experiência. O meu cérebro vai ter que se virar através de símbolos para traduzir para o meu consciente aquilo que eu vi na espiritualidade. Bom, eram arquiteturas parecidas com o século eh XVI. O que que eu conheço de arquitetura do século XVI? Ouro Preto. Ouro Preto. Ah, tinha um lago grande, tinha uma uma grande extensão de águas. O que que eu conheço aqui nessa encarnação? Ipanema. Então beleza, eu junto ouro preto com Ipanema no mesmo sonho, mas são símbolos que o meu cérebro de encarnado tem que se virar para fazer as relações daquilo que eu vivencio na minha espiritualidade. Por isso que quando eu encontro na espiritualidade pessoas encarnadas que eu nunca tive contato no estado de vigília, ou seja, acordado, eu vou pensar que era um primo, vou pensar que era um amigo, que era um vizinho, alguém que o meu cérebro conhece. Eu vou fazer as devidas adaptações porque eu não conheço essa pessoa. E aí eu encontro com essa pessoa em algum momento, vamos lá, em algum momento num congresso espírita eu encontro com essa pessoa. É o Joãozinho, que é da Federação Espírita lá de Pernambuco. Aí a gente tá num congresso espírita nacional, eu encontro com o Joãozinho. em espírito, quando a minha alma está emancipada, eu encontrei com Joãozinho várias vezes, várias palestras, vários cursos na espiritualidade, mas no tete a tete como encarnado, eu nunca vi o Joãozinho. Quando eu encontro ele no tete a tete como encarnado, eu tenho aquela nítida exceção. Cara, eu te conheço de algum lugar. Tu por acaso não estudou? Não, nunca estudei. Tu já morou? Não, eu sempre morei lá em Recife, nunca tive. Pô, mas eu te conheço. Eu sei que tu é, a tua

ida exceção. Cara, eu te conheço de algum lugar. Tu por acaso não estudou? Não, nunca estudei. Tu já morou? Não, eu sempre morei lá em Recife, nunca tive. Pô, mas eu te conheço. Eu sei que tu é, a tua cara não me é estranha. Não é estranha porque eu conheci na espiritualidade. Por quê? Porque a nossa natureza é uma natureza espiritual. Nós somos espíritos num corpo de carne. Bom, então beleza. Somos espíritos num corpo de carne. Maravilha. Eu então hoje à noite quando dormi eu quero dar a minha contribuição para o mundo. Eu quero trazer paz para a terra. Então hoje à noite eu vou me programar para encontrar com Zelensk e com Putin para tentar fazer a paz lá no Leste Europeu. Porque eu tô bem intencionado. Hoje à noite eu tô querendo arrumar o mundo. Vou conseguir não. Por que não? Porque eu estou falando isso como encarnado. Estou pensando como pensa alguém que tá na carne. Será que quando eu estiver no mundo espiritual emancipado, o corpo tá dormindo, tô lá no mundo espiritual? Será que é esse o meu interesse? Será que é isso mesmo que eu quero? Será que a Netflix da espiritualidade não é mais interessante? Será que ir para uma raiv não é mais maneiro? Qual que é o meu interesse enquanto espírito? Nem sempre aquilo que eu me proponho a fazer, enquanto meu corpo estiver livre, eu vou fazer. Porque aqui eu penso, lembre-se, né, daquilo que eu falei, eu penso com isso daqui. Quando isso daqui tá dormindo, aí eu penso com isso daqui. Meu interesse muda. Meu interesse muda. Por isso que não é fácil, por exemplo, grupo mediúnico, principalmente grupo mediúnico de desobsessão. O que faz um grupo mediúnico? conversa com desencarnados, gente que já morreu, conversa como através de médiuns, que são pessoas, todo mundo é médium, a gente já falou sobre isso, mas são médiuns ostensivos, ou seja, tem um grau de sensibilidade que põe um pezinho na espiritualidade. Show de bola. O que que é uma obsessão? é a ação pertinado. Não vou entrar aqui em todas as minudências porque pode ser de um

seja, tem um grau de sensibilidade que põe um pezinho na espiritualidade. Show de bola. O que que é uma obsessão? é a ação pertinado. Não vou entrar aqui em todas as minudências porque pode ser de um encarnado para encarnado, desencarnado para desencarnado. Eu não vou entrar nisso. Vamos lá. ação pertin prejuízo de um desencarnado para o encarnado. No grupo mediúnico, o diálogo com esses espíritos via de regra 10, 15 minutos. 10, 15 minutos é muito pouco tempo. Boa parte desse trabalho tem que ser feita no mundo espiritual. Por que que os mentores não resolvem isso? Porque esses espíritos estão tão materializados. que os mentores não conseguem ser percebidos por esses irmãos. Eles conseguem perceber os encarnados, porque o encarnado quando está emancipado em desdobramento, tá materializado para o nível espiritual. Então eles conseguem entender, conseguem ver qual é o grande trabalho. O grupo mediúnico muitas vezes durante a semana precisa que esses médiuns em desdobramento deem continuidade ao trabalho da do grupo mediúnico, da desobsessão. E quando esse pessoal desdobra, faz o quê? Uns vão para Netflix, outros vão para Rave, outros vão para a praia e trabalhar que é bom. Porque os interesses nessa hora aparecem e aí a nossa disciplina espiritual ou ausência dessa disciplina acontece. Só espírito altamente evoluído, um guru, né, um espírito iluminado, é que tem essa capacidade de desdobrar e ser ativo. Não. Muito espírito ruim também faz isso, porque tem vontade, tem desejo, tem disciplina. A questão não é quem faz, a questão é o que faz. Gente ruim também desdobra. Gente ruim também se emancipa. Gente ruim também faz reunião no mundo espiritual. E não sejamos hipócritas, tem gente ruim no mundo. Ah, são irmãos em desequilíbrio. São, mas são ruins. Que que faz uma pessoa ser má? É quando ela tem desejo de praticar o mal, desejo de lascar com o seu semelhante e tem prazer nisso. Isso é uma pessoa amar. Uma pessoa desequilibrada, não necessariamente ela pisa no pé do

oa ser má? É quando ela tem desejo de praticar o mal, desejo de lascar com o seu semelhante e tem prazer nisso. Isso é uma pessoa amar. Uma pessoa desequilibrada, não necessariamente ela pisa no pé do outro porque ela tá em desequilíbrio, não é porque ela quer machucar. São coisas diferentes. Um animal quando ataca uma pessoa porque tá com espinho no pé, ele não ataca por maldade, ele ataca por desespero. Tem muita gente que ataca por desespero, não por maldade. Tem gente que ataca por maldade. Graças a Deus é uma minoria, mas existe. E esse pessoal também por afinidade quando o corpo dorme se encontra. Então, um caso muito interessante contado no livro Entre entre a terra e o céu, dos anos 50, psicografado por Chico Xavier, escrito pelo espírito de André Luiz, que ele encontra um caso bem interessante de um rapaz que a noiva o havia trocado por um outro. Ela desfez o o noivado e se casou com esse novo namorado. E lá pelas tantas ele lembra da ex-namorada e tem uma raiva muito grande na cabeça dele do homem que tirou a mulher da vida dele. E ele falou: "Eu quero matar esse cara. Se eu pego ele, eu esgano. Se eu encontro com ele, ele vai ver só. Ele vai dormir fomentando esses pensamentos na cabeça. Quando o corpo dorme, adivinha o que acontece? O espírito com esse tipo de radar, ele se destina ao objeto do seu desejo. Espírito não precisa de GPS. O espírito não precisa de CEP para encontrar quem ele quer. A maior velocidade que existe no universo é a velocidade do pensamento. A velocidade da luz é rápida, mas, por exemplo, para nós atravessarmos, né, de uma do nosso sistema solar para o próximo, são 2 anos luz, ou seja, 2 anos na velocidade da luz. em pensamento é instantâneo. O espírito desse rapaz pensa no objeto do seu desafeto e se dirige à casa dele. E aí, olha que interessante, o rapaz que agora já estava casado, né, com a ex-noiva do do que estava querendo agredi-lo, tava dormindo em casa. Ele presente a agressão e para defender a sua família, porque ele tinha uma eh uma criança pequena e a

já estava casado, né, com a ex-noiva do do que estava querendo agredi-lo, tava dormindo em casa. Ele presente a agressão e para defender a sua família, porque ele tinha uma eh uma criança pequena e a esposa, ele vai para a porta para que o seu desafeto em espírito, os dois em espírito, não entrasse na casa. Os dois estão encarnados. A alma dos dois está emancipada, estão em desdobramento e eles quase estão duelando, saindo nas vias de fato na espiritualidade. E assim somos nós. Por isso, da importância, antes de nós dormirmos, de termos uma qualidade na nossa postura espiritual. Porque temos que começar a preparar tudo isso que mexe conosco quando o nosso corpo descansar. Porque quando o nosso corpo estiver dormindo, nos manifestaremos na nossa integridade. E talvez nós não gostemos do nosso lado mais feio, mais eh medroso, mais rancoroso, mais luxurioso que nós temos. Talvez a gente não goste de olhar no espelho e ver que sem as amarras do corpo, sem as convenções sociais, mostramos a fera que habita em nós. Por isso da importância de cultivarmos antes de dormir boas influências. O que que estamos vendo no celular? O que que estamos vendo na televisão? O que que estamos lendo? No que estamos ocupando a nossa mente antes do nossa, da nossa consciência encontrar o nosso travesseiro. Me despeço com essa pergunta para vocês, aqueles que tiverem curiosidade. Capítulo oitavo, segunda parte do livro dos espíritos de Allan Kardec, na no item chamado A emancipação da alma. Porque a emancipação do encarnado toda a noite é uma preparação para a grande emancipação que todo encarnado um dia terá, quando deixará de ser uma alma encarnada para ser um espírito liberto. Uma ótima noite a todos. Bons estudos. Fiquem com Deus. Obrigado. O estudo desses temas e a conscientização de que somos espíritos, independente de onde estejamos ou como estejamos, exatamente nos ajuda a nos despojarmos, ainda que aos poucos, de superstições, de medos, dessas coisas que estão por aí premiando o mundo, como

ritos, independente de onde estejamos ou como estejamos, exatamente nos ajuda a nos despojarmos, ainda que aos poucos, de superstições, de medos, dessas coisas que estão por aí premiando o mundo, como o G também apontou hoje, que a gente encontra fora da casa espírita. Ninguém fica aqui dentro 24 horas por dia, todos os dias da semana. Nós temos que ir lá fora onde está o nosso grande campo de batalha. E lá essas coisas contrárias vêm, né? Nós fizemos alusão no início propositadamente de que sinônimo de terror tá sempre vinculado à morte. Cemitério é o palco do filme de terror. Morte é terror. Eh, assombração, fantasma, espíritos entre nós é terror. Então, a gente tem que despojar disso, porque essas coisas vão minando a nossa percepção, né? e pode nos induzir a grandes equívocos. Outra coisa que o Jeeps apontou hoje bem interessante é a questão dos da processo de emancipação dos sonhos. Há pessoas que costumam perguntar para nós que somos médiuns, mandam o WhatsApp com um relato imenso de um sonho. Pá pá pá pá pá pá pá. Quase 500 linhas de um sonho e pergunta que que eu por que que eu sonhei isso? Minha resposta é: me conheço se eu tô errado, Jefferson. Eu não te conheço verdadeiramente. Ou seja, o espírito Gerson eu não conheço. Eu conheço Gson que se apresenta por meio do corpo físico. Dois, eu não sei onde você esteve, o que que o que o que te motivou a ir a tal lugar. E três, eu não sei quais são as conexões que o teu cérebro fez para gravar percepções, eh, sensações, as coisas que você viu e imagens. Então, é impossível. literalmente falando, é impossível desvendar um sonho. Você que quando acordar, né, Jeferson, vai ter uma uma intuição, uma sensação. Você pode acordar apreensivo, leve, alegre. a tua, aquele primeiro momento abrir dos olhos é que vai traduzir o que você vivenciou, que que é a emoção gravada no espírito. Então, são muitas coisas que a gente estuda, são pequenos detalhes, mas que fazem muita diferença na vida. Vamos ter uma visão correta das coisas,

cê vivenciou, que que é a emoção gravada no espírito. Então, são muitas coisas que a gente estuda, são pequenos detalhes, mas que fazem muita diferença na vida. Vamos ter uma visão correta das coisas, entendimento correto das coisas, olhos de ver e ouvidos para ouvir, é o que a doutrina nos faculta. Nós vamos então encerrar os trabalhos de hoje. O Jeferson se disponibiliza a estar aqui para responder perguntas sobre a doutrina espírita, por favor, sobre a palestra de hoje. Alguns minutos também não vai ficar aqui até meia-noite, alguns minutos sobre o tema espírita, dúvida sobre doutrina espírita. Ele estará aqui. Nós estamos voltamos na quarta-feira que vem dando continuidade a esse tema. Lembrando que na quarta quarta-feira deste mês haverá seminário sobre envelhecimento, aspectos relacionados ao processo de envelhecimento físico. Então a gente terá nesse mês quatro encontros apenas. Agradeçamos a Deus por essas oportunidades. Tenhamos paz em Jesus e que a espiritualidade sempre nos cultive a prática do bem, da oração e do estudo, porque o estudo vai corrigir visões equivocadas, sobretudo do passado, e nos fazer situar melhor diante da vida que se desdobra infinitamente diante de todos nós. Uma noite de paz, um bom transcurso de semana. Je está aqui para quem quiser bater um papo com ele sobre algum tema da doutrina espírita. E nos vemos na próxima semana. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um

ções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação,

sso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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