VIGIAI - Bárbara Britto [EXPLORANDO O ESPIRITISMO]

Comunhão Espírita de Brasília 17/08/2025 (há 7 meses) 58:03 4,654 visualizações

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Transcrição

Vamos fazer uma breve leitura de harmonização, deixar os recados para o final e passar a palavra para nossa irmã Bárbara Brito, que como todo o terceiro sábado está aqui nos falando de Explorando o Espiritismo, que é um programa que ela tem na TV Comunhão, quem quiser assistir, lá tem todos os episódios, ela vai explicar ali. E é toda quarta-feira, né, Bárbara? toda quarta-feira um episódio novo e aí dentro desses episódios ela pega um e traz para cá pro plenário, para que a gente possa ouvi-la pessoalmente, que é bem melhor, né? ter a sua energia explanando para nós. E o tema hoje é vigiai. Eu vou fazer uma breve leitura desse livro de Joana de Angeles, Vida Feliz, psicografado pelo nosso saudoso Divaldo Franco, no item 113, em que ela fala da lei de amor. Então, a benfeitora começa dizendo assim: "Nunca percas a esperança. O que houver, permanece confiando. Se tudo estiver contra e o insucesso te ameaçar com o desespero, a ainda aí espera a divina ajuda. Somente nos acontece o que será melhor para nós. A lei de amor, a lei de Deus é lei de amor. E o amor tudo pode, tudo faz. Quando pensares que o socorro não chegará em tempo e continuares esperando, descobrirás alegre que ele te alcançou minutos antes do desastre. A divina providência, né? Quem se desespera já perdeu parte da luta que irá travar avançando e prejudicando. Joana deângeles sempre é assim. Ela sempre trabalha nossas potencialidades, o nosso brilho, a nossa centelha divina, como Jesus fez e faz conosco. Que possamos fechar os nossos olhos, aqueles que sentirem mais confortáveis, nos melhorarmos a posição no banco. aqueles que nos estão ouvindo aí através dos nossos canais, os que vão assistir gravado, possam também aproveitar essa prece aonde estiverem, se puderem também participar, fechar os olhos, desde que não estejam no trânsito, dizendo: "Mestre amado, querido pai eterno, nossa querida mãe Maria de Nazaré, ao nosso diretor espiritual da casa Bezerra de Menezes. Agradecemos por mais um momento de

e que não estejam no trânsito, dizendo: "Mestre amado, querido pai eterno, nossa querida mãe Maria de Nazaré, ao nosso diretor espiritual da casa Bezerra de Menezes. Agradecemos por mais um momento de estarmos aqui com um bom ânimo, de ouvir os teus ensinamentos, ó Mestre. Que a nossa irmã Bárbara Brito receba as inspirações do alto, trazendo o teu evangelho à luz da doutrina espírita. que possamos tirar aquilo que é para nós e sair daqui um pouco melhor do que chegamos. Sendo assim, pedimos aos espíritos aqui presentes, aos trabalhadores desse horário do sábado às 17 horas, permissão para darmos mais o início do Explorando o Espiritismo com Bárbara Brito. Obrigado a todos. Uma boa palestra. Que os bons espíritos nos iluminem. Minha irmã, te passo a palavra. Boa tarde a todos. Então, obrigada, Wagner. Agora eles falaram bem animados. Eh, como o Wagner disse, né, a gente tem o programa Explorando Espiritismo na TV Comunhão, que fica no canal do YouTube. E a ideia é levar, apresentar a doutrina espírita em vídeos curtos de 15, 20 minutinhos, numa linguagem de fácil entendimento para quem tem curiosidades ou tem interesse em conhecer e não possui o estudo, né, da doutrina. e os que possuem também, porque a linguagem é é mais voltada eh paraa interpretação do nosso dia a dia. Então, são sempre reflexões que reforçam o conhecimento que a gente tem, né? Toda quarta-feira às 18:45 a gente divulga um vídeo novo, a gente põe um vídeo novo no ar. Quem nunca assistiu tá convidado a maratonar, vai lá que já temos eh acho que mais de 90 episódios. Já até perdi o controle, embora lá tenha, embora lá diga. E então dá para maratonar, mas quem vem acompanhando aí continua sempre acompanhando, às vezes não consegue assistir na hora que lança, né, que é ali na quarta-feira às 18:45, mas consegue assistir depois, já que fica gravado e disponível. E eu não costumo acompanhar os comentários em tempo real, os comentários que o pessoal vai fazendo lá, mas eu sempre leio. Às vezes eu sou mais rápida, às vezes eu

s, já que fica gravado e disponível. E eu não costumo acompanhar os comentários em tempo real, os comentários que o pessoal vai fazendo lá, mas eu sempre leio. Às vezes eu sou mais rápida, às vezes eu demoro mais um pouquinho, mas eu sempre leio, eu sempre comento. É muito gostoso quando o pessoal comenta lá, eh, até porque as próprias observações que são feitas nos dão ideias de novos temas a serem trabalhados, né? porque a gente vai percebendo como estão as interpretações e as buscas pelo esclarecimento. Pois bem, então, todo terceiro sábado do mês, às 17 horas a gente se reúne aqui presencialmente e traz um dos temas que nós trabalhamos lá. E hoje, então, eu tô trazendo o tema vigiai, OK? E todo mês no programa tem um tema que é fatiado semanalmente. Então a gente trabalha o mesmo tema durante o mês, mas cada semana tem um subtema, vamos dizer assim. Então, a gente vai falar aqui eh de vigiai, mas pra reflexão da vigilância que nós precisamos, a gente vai falar então da alegria, da vergonha, da aflição e da tentação. OK? Por que que a gente começa falando da alegria quando a gente traz o tema vigilância? Eh, bom, Deus nos, Deus nos ama e Deus é justo, Deus é bom. Então, Deus nos direciona na nossa trajetória evolutiva o tempo inteiro em cumprimento à justiça e a bondade. Portanto, tudo o que nós vivenciamos, exatamente tudo, possui uma justiça impressa, possui a benevolência divina. Deus, como um pai educador e fiel às nossas necessidades, vai sempre nos direcionando nos caminhos que vão nos despertar o progresso, a evolução. Mas por que que Deus quer tanto a nossa evolução? Porque Deus nos criou para sermos amor, mas ele nos criou simples e ignorante. Então ele não vai desistir, né, desse nosso sucesso. A o propósito da vida física é o sucesso na nossa evolução. Então tudo que nós vivenciarmos vai ser a mão divina nos conduzindo a essa evolução. Como temos o livre arbítrio, nós escolhemos caminhos. Então, às vezes, Deus nos proporciona um caminho mais leve, mais gostoso, mas

ós vivenciarmos vai ser a mão divina nos conduzindo a essa evolução. Como temos o livre arbítrio, nós escolhemos caminhos. Então, às vezes, Deus nos proporciona um caminho mais leve, mais gostoso, mas como nós estamos buscando prazer, é muito normal, é muito eh comum que a gente acabe preferindo negar a proposta do caminho melhor de Deus. E a gente escolhe caminhos que nós estamos acostumados, porque são caminhos que nós já conhecemos. Então, a gente já consegue se curar nesse caminho, a gente já consegue promover bem-estar nesse caminho de alguma forma, mesmo que seja um caminho que nos prejudique muito, só o fato de eu já saber lidar com esse caminho exige menos de mim do que um outro caminho que, embora seja brando e pacífico, eu ainda não sei lhe dar. Então, vai exigir um esforço meu, um raciocínio de aprender a lidar com aquilo. Mas todos nós da nossa vida possui possui eh possuímos, né, na nossa história alguma situação que a gente teve uma resistência de viver, mas depois lá na frente a gente falou assim: "Nossa, Deus, tava certo, ainda bem que foi esse caminho que eu fui obrigado mesmo a seguir, né? Então é o pai, né? É o pai educando, é o pai direcionando. Pois bem, estamos sempre buscando os prazeres. Nós gostamos do bem-estar porque nós somos derivados do amor. O amor é harmonioso. Então, tudo que nos traz paz, que nos traz bem-estar, tudo que interage com o amor que há em nós, nos proporciona o equilíbrio, a harmonia. Então, nós buscamos, só que a gente confunde muito o bem-estar com o prazer, porque o prazer provoca no nosso corpo físico reações orgânicas que nos causam um bem-estar instantâneo, né? Então, acontece algo que eu gosto, meu corpo reage aquilo e eu sinto conforto nesse corpo, eu sinto prazer, eu sinto alegria. Às vezes esse sentimento dura pouco tempo, né? Nós podemos inclusive provocar esses sentimentos através da química, que é uma questão biológica. Então, existem químicas que se eu introduzir no meu corpo, eu vou provocar no meu corpo

uco tempo, né? Nós podemos inclusive provocar esses sentimentos através da química, que é uma questão biológica. Então, existem químicas que se eu introduzir no meu corpo, eu vou provocar no meu corpo essas sensações de bem-estar, de leveza, de alegria, mesmo que não estejam acontecendo coisas ao meu redor. E aí eu sinto aquele prazer, mas daqui a pouco ele vai embora. Qual é a minha tendência em querer viver esse prazer de novo? Quero mais. Aí eu procuro essa química de novo para provocar esse bem-estar no corpo. Só que essa química provoca outros efeitos colaterais. São preços que a gente acaba pagando para poder vivenciar esse prazer. Então é quando a gente precisa raciocinar se esse prazer realmente está me causando bem-estar. Porque não é só o efeito do momento, é o resultado final, né? Então, eh, ah, se eu introduzir determinado alimento que me dá prazer, eu vou me proporcionar um bem-estar agora, mas ele vai me causar algum problema depois? Então, até onde esse alimento me provoca o bem-estar? Entendem? Então, a gente mistura o prazer com o bem-estar. Nós temos o instinto da conservação. Se a gente for no livro dos espíritos, a gente vai ver lá. Lei de conservação é uma das leis naturais da vida. Nós temos por natureza a busca, por preservar a nossa vida, por conservar o que nos faz bem. Então, continuamos em busca do bem-estar. Mas a gente precisa ter a consciência de que isso realmente me causa bem-estar e não eh uma maquiagem em que traz um prazer momentâneo, mas que depois vai me trazer um preço alto a pagar. Então, com o meu livre arbítrio, eu escolho como eu vou lidando com as propostas do caminho e eu me responsabilizo pelos efeitos. Portanto, a alegria tem um papel muito importante educativo na nossa vida, que é justamente nos convidar a desenvolver o raciocínio sobre o que essa alegria significa na minha vida enquanto espírito. Essa alegria está me convidando a uma ação responsável ou ela está me convidando a um autoabandono, ao prejuízo do outro.

raciocínio sobre o que essa alegria significa na minha vida enquanto espírito. Essa alegria está me convidando a uma ação responsável ou ela está me convidando a um autoabandono, ao prejuízo do outro. Nós não precisamos aprender somente através da dor. O processo educativo do Pai tem infinitas linguagens. e infinitas formas. Há muitas moradas na casa do Pai. São muitos os caminhos que podemos percorrer e em todos eles encontraremos justiça e bondade. Terão fases que esses caminhos vão exigir de mim uma desconstrução dos meus padrões. E daqui a pouco a gente vai chegar lá quando a gente falar das tentações, mas terão outras partes do caminho que vão me promover o bem-estar. E neste lugar eu me revigoro, eu me revitalizo, porque eu estou me sentindo bem. Eu estou encaixada num lugar emocional e psíquico que me promove a harmonia. Então, enquanto espírito que amo, que sou filho de Deus, eu me equilibro nesse lugar. Acontece que a gente confundiu muito a proposta da matéria na nossa vida. A gente descobriu, né, na através do nosso crescimento e a civilização, a gente descobriu que a matéria nos proporciona bem-estar, nos proporciona longevidade, nos proporciona agilidade, qualidade. E então nós começamos a investir na matéria. E é isso mesmo, isso é progresso, estamos aqui para isso e tá tudo bem. O problema é que nós começamos a disputar esse bem-estar. E aí eu eu adquiro, eu luto muito, por exemplo, para adquirir um carro, mas se eu olho pro outro e ele conseguiu um carro mais eh atualizado, mais tecnológico, mais inovado, eu me reduzo. Nós aprendemos a interpretar quem somos através da matéria. Nós aprendemos a nos enxergar através da matéria. Então eu interpreto quem você é através da roupa que você utiliza, dos lugares que você frequenta, até da forma de falar. E olha que a forma de falar é uma influência do meio em que a gente vive ou que a gente nasceu e que fomos introduzidos durante a nossa trajetória. Essas diferenças da matéria são importantes mesmo, porque cada contexto

de falar é uma influência do meio em que a gente vive ou que a gente nasceu e que fomos introduzidos durante a nossa trajetória. Essas diferenças da matéria são importantes mesmo, porque cada contexto provoca uma inteligência diferente. Então, quando eu tô com quando eu não tenho carro, a minha inteligência é provocada de uma forma, porque eu preciso resolver as minhas necessidades criando soluções que não são, não estão ali na minha mão, né? Possuem uma complexidade maior. Aí quando eu consigo um carro simplesinho, eu já, opa, consegui uma facilidade, né? Porque ele tá ali na minha mão, quando eu preciso, eu pego, eu vou e tudo mais. Aí quando eu consigo um carro mais inovado, essa facilidade ainda eh aumenta, né? Então eu começo a achar que tem uma diferença em quem eu sou de quando eu não tinha o carro e de agora que eu tenho um carro evoluído. Só que quando Deus ora me coloca no lugar sem carro, ora me coloca num carro simples, ora me coloca num carro eh eh mais desenvolvido, ele está me convidando a desenvolver a inteligência com diferentes provocações. Então, Bárbara, agora sem carro você vai ter que buscar umas outras soluções. Sim, você vai estar cansado, vai pegar um ônibus, vai estar lotado o ônibus, não vai ter lugar para sentar, vai começar a chover, vão fechar as janelas, vocês vão se sentir abafados e você vai ter que saber lidar com isso. Quando você chegar em casa, vai ter uma criança pequena precisando do seu amor, da sua tolerância, do seu acolhimento e da sua paciência, mesmo você estando aflita dentro desse ônibus, passando horas eh nesse desconforto. Então, percebam que eu, espírito, estou sendo desenvolvida nesse momento a desenvolver uma habilidade de lidar com desconforto, com amor, com paciência, com generosidade e buscar em mim provocar, né, a produção da vitalidade em mim mesma. Então, eu estou cansada, eu ainda vou enfrentar uma chuva, vou chegar em casa, mas eu vou amar aquela criança que está precisando de mim. Eu não vou chegar gritando com ela, abandonando ela,

im mesma. Então, eu estou cansada, eu ainda vou enfrentar uma chuva, vou chegar em casa, mas eu vou amar aquela criança que está precisando de mim. Eu não vou chegar gritando com ela, abandonando ela, porque eu tive um momento difícil. Esse é um convite de desenvolvimento moral dentro de um contexto. Daqui a pouco eu consigo um carrinho simples e aí eu estou sendo provocada a solucionar as situações da minha vida de outra forma. Então eu não vou mais precisar estar lá dentro de um ônibus em pé por horas com vidro fechado e tudo mais. E e aí eu vou conseguir usufruir de um de um bem-estar. O que que eu estou fazendo com isso? Eu dou carona, eu ajudo, eu ofereço ajuda, eu estou ostentando, eu estou reduzindo o outro, julgando o outro que não tem, eu estou me sentindo acima das pessoas ou eu estou utilizando isso com responsabilidade, quer dizer, se eu conseguir agilidade, se eu conseguir conforto, estão abrindo outros campos de oportunidades para que eu também trabalhe. Está sobrando mais tempo. Se eu levava uma hora para chegar no meu lar, 2 horas para chegar no meu lar, hoje eu tô levando 30 minutos, 20 minutos. O que que eu estou fazendo? O que que eu vou fazer com o tempo que sobrou? De novo, Deus está me colocando nessa situação para me provocar ainda a utilização da minha inteligência, o desenvolvimento de outras habilidades. Agora vai te sobrar tempo para que esse tempo você utilize em benefício de algo, com benevolência, com responsabilidade. E aí, daqui a pouco eu estou num carro ainda mais confortável. Para quê? Para passar nos lugares e dizer: "Olha onde eu cheguei". Eu fui criada para amar. E eu realmente acho que Deus me colocou nesse contexto só para chegar nos lugares e dizer: "Olha como eu cheguei". É isso que faz a vida perder sentido. Eu coloco tanta importância nisso que quando Deus vira e fala: "Bárbara, agora vamos mudar de novo e esse carro você não vai ter mais. Eu acho que a minha vida é um insucesso quando Deus, na verdade está só me modificando os cenários para que eu

Deus vira e fala: "Bárbara, agora vamos mudar de novo e esse carro você não vai ter mais. Eu acho que a minha vida é um insucesso quando Deus, na verdade está só me modificando os cenários para que eu desenvolva habilidades diferentes. É muito comum a gente falar, né? Nossa, é tão difícil voltar a morar com os pais depois que a gente mora sozinho. Porque a gente mora sozinho, quando a gente mora com os pais, existe até uma fome diferente, né? A gente tem bastante fome, aí mora sozinho, como a gente que tem que cozinhar, até a fome a gente reduz, né? Ah, não tô com fome não, eu vou ter que cozinhar, lavar a louça, deixa, não vou comer não, vou jantar pipoca, né, de microondas. E aí a gente volta a morar com os pais e volta a ter vontade de comer um arroz e feijão na janta, né? Eh, a gente tinha eles opinando na nossa vida e parou de ter, agora voltou a ter, né? Eh, por que essas mudanças? Porque uma coisa eu estar, por exemplo, nessa relação com os meus pais, num lugar que eu só aprendi a ter essa relação, quer dizer, eu nasci na relação com os meus pais. Depois que eu saí de casa, eu aprendi a não estar mais, né, nesse lugar. Então, eu tenho mais autonomia, eu tenho que negociar menos, eu não preciso ficar flexibilizando tanto, é o meu jeito, é o meu tempo, é a minha forma. Aí Deus fala assim: "Então tá, agora vamos voltar. E vamos fazer não no automatismo, porque vai te gerar desconforto. Como que você vai lidar com isso? Você vai ser provocado a ter paciência, a negociar, a dialogar, a servir, a amar. Percebem? E a gente tá aqui hipnotizado na matéria, dizendo: "Ó, você voltou a morar com seus pais, então você está mais atrasado que eu". Que entendem? a gente confundiu. Aí há quem diga que a doutrina espírita nega a matéria, mas não, a gente não nega a matéria. A gente ama a matéria por reconhecer que a matéria é um recurso que Deus criou para servir a nós de recurso paraa evolução. A questão é essa. Pro espírita, a matéria é recurso, entende? Não há uma dependência em que

atéria por reconhecer que a matéria é um recurso que Deus criou para servir a nós de recurso paraa evolução. A questão é essa. Pro espírita, a matéria é recurso, entende? Não há uma dependência em que ela define quem eu sou. Ora, eu vou estar me relacionando com a matéria de uma forma, ora eu vou estar me relacionando com a matéria de outra forma. Inclusive as relações também pessoais vão se modificando através da proposta evolutiva. Então, a alegria nós não temos que ter culpa de sentir. Porque quando a gente tá e no bem-estar da vida e a gente assiste um jornal e vê crianças perdendo suas pernas, seus braços numa guerra, pessoas no hospital sem serem atendidas, a gente se sente até mal. vezes acontece que a gente tem que entender que a alegria não é privilégio. A alegria não é não nos coloca acima de ninguém. A alegria continua nos sendo educativa. A alegria está vindo nos ensinar a se relacionar com a própria vida neste lugar emocional. Acontece que como a gente aprendeu a usar o lugar da alegria para se colocar acima das pessoas e para esbanjar, esnobar, reduzir o outro, tem hora que a gente nem se permite ter a alegria. Aí há quem diga que a doutrina espírita nega a prosperidade, a abundância, porque a bandeira da doutrina espírita é a caridade, ignorância. Porque a caridade, sim, é a bandeira da doutrina espírita, mas a caridade é servir. E servir não nega. Servir é um ato de benevolência. A gente dá, a gente faz, a gente promove. Nós espíritas aprendemos sobre a autorresponsabilidade de eu construir a minha história e a responsabilidade de utilizar das minhas experiências pro meu aprendizado e pro bem do outro. Portanto, por que que a prosperidade e abundância negaria isso? Não nega. É que nós estamos aculturados a ver que quem ganha esnoba, que quem progride intelectualmente ou materialmente se coloca acima do outro. E o que a doutrina espírita vem ensinar é que tudo que você conseguir conquistar, você tem uma responsabilidade, porque te é recurso. Te é recurso.

tualmente ou materialmente se coloca acima do outro. E o que a doutrina espírita vem ensinar é que tudo que você conseguir conquistar, você tem uma responsabilidade, porque te é recurso. Te é recurso. Então, vá atrás, sim. Vamos buscar o nosso bem-estar. Vamos buscar os nossos progressos, os nossos sucessos, os nossos, as nossas prosperidades nas nossas ações. Lembrando que tudo que iremos vivenciar nessa estrada e todo resultado que iremos alcançar nos será recurso para a prática do amor. O que a doutrina nega é você utilizar do recurso contra a lei de amor. Quem fez o mundo? Deus. Quem fez a matéria? Deus. Quem nos criou? Deus. Quem enviou nós, espíritos para o mundo? Deus. Portanto, nós não podemos negar o instrumento que Deus nos deu jamais. Então vamos ressignificar a relação da alegria na nossa vida, porque a alegria não é degrau acima enquanto outro está abaixo. Alegria é mudança de cenário, é harmonia, é a experiência que me convida a, no lugar da harmonia continuar aprendendo e servir, porque quem tem mais tem mais para dar. Então, quando eu estou bem, o que que eu estou fazendo com isso, né? Se eu estou me colocando acima das pessoas, com certeza eu estou fazendo mau uso. Mas tudo bem, temos a eternidade pela frente para aprendermos a lidar com isso. Deus segue nos ensinando. Daí a gente entra no nesse subtema da vergonha, né? Porque como a gente criou esse equívoco, né, da dessa competição e quem tá acima, quem tá abaixo, quem tá certo, quem tá errado e tudo mais, a gente fica se julgando muito, né? E aí a gente também se cobra muito, porque a gente quer ser classificado pela sociedade num lugar de admiração. A gente quer ser aceito, a gente quer ser incluído e a gente quer ser aplaudido. Então, a gente se cobra uma personalidade que não é nossa. A gente se cobra estar na moda, a gente se cobra eh acompanhar as inovações, a gente se cobra estar em determinados lugares porque o pessoal todo tá indo, né? A gente se cobra uma série de coisas e a gente se cobra

ra estar na moda, a gente se cobra eh acompanhar as inovações, a gente se cobra estar em determinados lugares porque o pessoal todo tá indo, né? A gente se cobra uma série de coisas e a gente se cobra perdoar, a gente se cobra amar, a gente se cobra ajudar, mas nem sempre a gente consegue. Aliás, é muito mais difícil ainda pra gente. É mais difícil a gente conseguir fazer do que do que não fazer, porque somos imperfeitos, né? Aí cada cada um de nós tem mais facilidade ou menos em algum setor dessas virtudes, mas estamos no planeta Terra, né? Então, só isso já já fala que somos imperfeitos, temos muito ainda a desenvolver essas virtudes em nós. E aí quando eu tenho uma atitude que eu entendo que não tá enquadrado n na categoria que eu deveria estar, eu me envergonho. Então eu tenho vergonha de dizer que eu estou com raiva. Eu tenho vergonha de dizer que eu estou apaixonado. Eu tenho vergonha de dizer que eu traí. Eu tenho vergonha de dizer que eu ã menti, porque eu determinei que eu não posso mentir. Então quando eu minto, eu me envergonho, né? Eu determinei que eu tenho que amar sempre. Então quando eu não amo, eu me eu me envergonho. E qual é o problema do sentimento de vergonha? É porque você está negando as suas próprias verdades. É como se você estivesse dizendo: "Eh, eu não sou assim, mas se você fez, você é assim". Ah, mas eu estava influenciado. A gente só topa a influência de quem a gente concorda com a opinião. E aí, olha a grandeza divina, né? Quando a gente acha que amadureceu, vem Deus e nos coloca num contexto que faz tudo vir à tona de novo. Ou ele nos traz uma personalidade na nossa vida que me provoca eh emoções e pensamentos que eu acho hoje que são atrasados, porque eu achava que eu já tinha vencido. Então, nós estamos sempre nos surpreendendo com a gente mesmo, porque nós determinamos que nós somos uma categoria X. E Deus está aqui como um pai, querendo me mostrar o que eu sou. E você não precisa ter vergonha, porque Deus já sabia. Ele já sabia que

te mesmo, porque nós determinamos que nós somos uma categoria X. E Deus está aqui como um pai, querendo me mostrar o que eu sou. E você não precisa ter vergonha, porque Deus já sabia. Ele já sabia que você ia trair. Ele já sabia que você não ia perdoar. Ele já sabia que você ia sentir raiva. Ele sabia que você ia ceder, porque ele te conhece. Ele não determinou para você uma idade que você não tem. Ele é seu pai, ele te criou. Ele sabe exatamente todas as suas estradas até aqui. Tudo que você amadureceu e tudo que ainda tem amadurecer. Quando você se surpreende, é porque você tinha uma outra expectativa. Ele não tinha uma expectativa diferente disso. Por isso, para Jesus era muito, muito tranquilo, gente. Atira a primeira pedra. Quem quem não pecou, quer dizer, é da natureza da idade moral de vocês. Se você se arrependeu, vai lá e tenta fazer diferente. É da sua natureza, entende? A gente traz aqui o tema desse sentimento de vergonha na vigilância, porque com esse sentimento de vergonha a gente se culpa, a gente se pune ou a gente tenta se defender para não ter que acreditar que isso é verdade. E nenhuma dessas atitudes vão me transformar, nenhuma dessas atitudes vão me reformar. Qual é a atitude que me reforma? o reconhecimento, o arrependimento e a reparação. Então, quando a gente estuda sobre a lei do progresso, a lei de liberdade, a lei de conserva sobre as leis morais que estão no na terceira parte do livro dos espíritos, a gente aprende que o arrependimento faz parte do processo evolutivo. Não é errado se arrepender, pelo contrário, é uma grandeza, é um progresso, porque a gente só se arrepende quando reconhece e a gente só reconhece quando aprende, porque quando a gente estava agindo, a gente achava que tava certo. Então agora eu reconheço que eu estava equivocada porque eu tive um novo aprendizado, então eu cresci, aí eu venho com o arrependimento. arrependimento é uma expressão emocional desse reconhecimento. Como a nossa natureza é divina, eu me sinto mal em não estar em harmonia com a

dizado, então eu cresci, aí eu venho com o arrependimento. arrependimento é uma expressão emocional desse reconhecimento. Como a nossa natureza é divina, eu me sinto mal em não estar em harmonia com a vida, com a lei de amor. Por isso o arrependimento. E Jesus nos ensinou, vai lá e entra de novo. Se você aprendeu e reconheceu, pronto, a experiência te proporcionou a reforma. Vai lá e tenta uma nova conduta. Tentei e consegui. Pronto, agora vamos. Aí vem a história da tentação. Porque o que que é a tentação? Eu repeti tanto aquelas atitudes que a minha natureza é fazê-las. Então, quando me chamam para algo que provoca a minha natureza, eu tenho um instinto, uma uma vontade natural de fazer. No programa que tá lá na na no YouTube, eu até trago um exemplo, né, que é que é de fácil entendimento. É assim, eu sempre gostei de eh atender as pessoas na fome delas, né, que é uma situação hipotética. Então, sempre que alguém diz que tá com fome, eu me levanto e resolvo a fome. Então, eu vou, eu cozinho, eu pego uma coisa que já tava pronta, né? Eh, eh, tem personalidades assim, né? Os avós costumam estar nesse lugar, alguns que não sei o que que é que eles têm como meta fazer a gente comer. Não sei porquê, mas você não pode dizer que tá com fome, você não pode sempre vai se levantar. E aí um dia, então você tem esse padrão, tá, de anos ou de vidas, né, de encarnações. Aí um dia você tá doente, o médico fala assim: "Olha só, você tem que repousar, não pode fazer esforço deitada, não pode ficar em pé, nada disso." Beleza? Então, você não pode cozinhar, você não pode ficar lá lavando louça, não pode nada disso. Aí você tá lá deitado, aí vem alguém e fala assim: "Hum, tô com uma fome, qual vai ser a sua natureza?" Se levantar e lá e preparar uma cobita. Essa é a tentação. Aí você vai se sentir mal de não fazer, porque a sua natureza é fazer. Então você vai ter um instinto de eu não estou fazendo o que eu deveria estar fazendo. Eu tenho que fazer. E o corpo vai desejar aquilo, porque o corpo está

e não fazer, porque a sua natureza é fazer. Então você vai ter um instinto de eu não estou fazendo o que eu deveria estar fazendo. Eu tenho que fazer. E o corpo vai desejar aquilo, porque o corpo está viciado nesse comportamento. Daqui a pouco você se levantou, fez a comida e serviu. Aí falam assim para você: "Mas você não tinha que estar de repouso? Ah, eu não consegui. Eu vim, fiz, pronto, comi vícios. É o vício comportamental. A tentação é exatamente quando me chamam, quando eu escuto algo, você vê o exemplo que eu tô trazendo, a pessoa nem falou: "Faz uma comida para mim". Ela só disse: "Eu estou com fome". Então, às vezes as pessoas nem nos convidam diretamente, mas é porque a situação é um gatilho para mim. A situação me provoca esse padrão. Isso é a tentação. E por que que Deus permite que ela venha? Para me mostrar que há um vício. É um vício comportamental. Nós não temos só vícios orgânicos. Aliás, os próprios vícios orgânicos vêm de vícios comportamentais, né? Então eu preciso desconstruir esse padrão. E aí vem a aflição. É onde a gente sente dor. Eu tenho que lidar de uma forma que eu não sei. Eu tenho que lidar com uma situação que eu não domino. Eu tenho que solucionar. Eu não sei o que fazer. Tá tudo diferente, tá tá doendo, tá tá sem sentido. Se eu não posso fazer comida para as pessoas, eu vim fazer o quê? Porque era o meu padrão. Eu achava que isso era um sentido da vida. Então, se eu não posso fazer isso, o que eu posso fazer? Aí a gente sente a dor. Aí vem Joana de Ângeles, esse espírito maravilhoso, nos esclarecer que a dor é um dos instrumentos do progresso. Assim como o arrependimento, não tem como progredirmos sem sermos tocados pelo arrependimento. Não tem como progredirmos sem sermos tocados pela dor, porque a dor é uma expressão eh emocional e psíquica de que algo precisa ser mudado, de que algo está em transformação. Então eu tô tendo, vamos nesse exemplo, ah, eu não posso cozinhar. Eu vou ter que suportar a dor de não ir cozinhar, porque vai doer. O

que algo precisa ser mudado, de que algo está em transformação. Então eu tô tendo, vamos nesse exemplo, ah, eu não posso cozinhar. Eu vou ter que suportar a dor de não ir cozinhar, porque vai doer. O corpo vai falar: "Eu quero ir, eu vou me culpar, eu vou me sentir mal, eu vou Tem um monte de coisa que vai vir. Eu vou ter que suportar essa dor para ser fiel ao direcionamento que vai me causar bem-estar". Aí a gente volta no início da palestra. Se eu quiser sentir prazer, eu vou me levantar e vou fazer comigo, porque eu vou sentir ali na hora. Aí eu vou voltar pra cama, meu corpo não vai estar recuperando legal e aí eu vou ter o efeito colateral, o preço vai ficar muito alto por esse prazer. Então eu promovi bem-estar. Não, eu não promovi bem-estar. Entendem? Por isso a gente aí a gente vai vendo como as coisas estão interligadas, né, a essa relação da da dor, eh, que que é a aflição que me causa por conta de eu ter que vencer tentações. E essas tentações vêm por conta de que eu estou buscando prazeres, achando que esses prazeres vão me trazer alegria, que é um direito meu como filho de Deus, que está sob a lei de amor. Aí eu visito a alegria e faço mau uso dela porque eu acho que ela é um benefício, é um privilégio. Então por que vigiai? Porque embora sejamos espíritas e nós sabemos que somos espíritos, que a vida é eterna, que a gente tá aqui para evoluir, uma coisa é saber disso no intelecto. Só que a gente, quando a gente tá vivendo, a gente não fica lembrando disso. Quando eu tô adquirindo o carro, eu não tô lembrando disso. Eu só lembro disso lá na palestra. Quando eu estou tendo que lidar com o vizinho, eu não estou lembrando disso. Eu estou só emitindo a minha opinião. Então, vigiai porque a gente tem que raciocinar, ter, ter lucidez enquanto vive, enquanto as coisas estão acontecendo, eu tenho que estar lúcida do que isso significa na minha verdadeira vida de espírito que sou. e que está em evolução. E aí vem, né, a famosa frase, né, que é vigiai e orai.

s coisas estão acontecendo, eu tenho que estar lúcida do que isso significa na minha verdadeira vida de espírito que sou. e que está em evolução. E aí vem, né, a famosa frase, né, que é vigiai e orai. Porque embora eu esteja sendo chamada à vigilância para não escorregar, para não interpretar errado, para não fazer mau uso, para não tombar, por conta das minhas, dos meus vices e as minhas tendências e a minha ignorância, eu vou cair, eu vou me, eu vou tombar, eu vou ceder. E aí Jesus nos ensinou a buscar a Deus. Ora, porque quando você for fazer uma prece, você vai elevar os seus pensamentos para a frequência de energia elevada. Quem está lá? os espíritos elevados que já passaram por essa estrada que estamos passando. Então eles vão nos sugerir soluções, eles vão soprar em nossos pensamentos insightes, intuições, para que a gente tire proveito educativo. É que a gente tá buscando solução, né? Normalmente a gente quer solução. A gente busca ajuda porque a gente quer solução. Qual botão eu aperto? qual remédio eu tomo, qual palavra eu falo para que o quadro mude. Só que eu não tô vivendo essa situação para eu tomar um remédio e eu tô vivendo essa situação para aprender com a situação. Então, a espiritualidade vai nos ensinando como lidar com a situação. Muitas pessoas chegam no atendimento fraterno aqui pedindo ajuda pro, ah, tô passando por uma fase difícil, muita coisa acontecendo assim, assim, assado, né? Ah, então tá bom. você vai passar por um um tratamento desobsessivo. Então, uma pessoa acha que vai entrar numa sala de passe, vai receber o passe e a vida vai mudar. Mas a ela também é convidada ao estudo, a reflexões, a mudança de conduta, porque nós somos autorresponsáveis, somos filhos de Deus, como deuses que somos, somos criadores. Nós criamos os nossos caminhos futuros. O que nós precisamos ter lucidez? o objetivo da matéria na nossa vida, o objetivo das pessoas na nossa vida, o objetivo das situações na nossa vida. Então, tem situações que vêm como efeitos das nossas ações e esses efeitos

r lucidez? o objetivo da matéria na nossa vida, o objetivo das pessoas na nossa vida, o objetivo das situações na nossa vida. Então, tem situações que vêm como efeitos das nossas ações e esses efeitos nos ensinam. Tem situações que vêm que não são efeitos, são necessidades. Então, nem tudo que a gente vive a gente merece no sentido de eu não fiz algo e por isso eu tô vivendo isso. Eu estou vivendo isso porque isso provoca o aprendizado que eu preciso ter, entende? Então, lidar com o desconforto não vai só lidar com o desconforto quem causou o desconforto. Eu, espírito, não vou me aperfeiçoar se eu não souber lidar com o desconforto. Entende? Então, é outro lugar também que a gente tem que ressignificar, porque tudo que acontece a gente acha que a gente fez alguma coisa para merecer. Não. Independente é necessário, é justo e é bom. Então, o que eu preciso é viver, é parar de ficar criando a expectativa de que o mundo, a min, a minha vida no mundo é como quando eu era criança que eu brincava. Porque quando a gente é criança e vai brincar, a gente que define a regra. Ó, você vai usar esse carrinho aqui, eu vou usar esse carrinho, esse boneco, não sei que e você vai ser isso. Olha, agora você vai fazer tal coisa, tá bom? Ai, agora eu vou falar tal coisa. Aí a vida real não é, a gente não decide, a gente planeja, a gente idealiza, a gente tem desejos e a gente começa a agir para construir isso. E Deus, como um pai responsável que é, vai ajustando a rota. Então tem porta que ele vai fechar e dizer assim: "Opa, filho, não é por aqui. Ai, pai, mas é tão gostoso, deixa eu ir". Ele vai dizer: "Por aqui não, vem por aqui". Aí a gente vai olhar e falar: "Nossa, pai, mas aqui é desconfortável". É, filho, você tem que aprender a lidar com esse caminho também. Não dá para repetir mais do mesmo. Não dá para você ser o gênio da matemática em todas as encarnações. Você também vai ter que aprender a a sensibilizar, a humanizar, a trabalhar em outras frentes intelectuais para desenvolver outras moralidades.

você ser o gênio da matemática em todas as encarnações. Você também vai ter que aprender a a sensibilizar, a humanizar, a trabalhar em outras frentes intelectuais para desenvolver outras moralidades. Então, vamos viver. A gente se frustra com a vida porque a gente eh romantiza a vida. A gente realmente acha que a vida é uma sequência de ações que vai trazer o a felicidade no final da história. E Jesus disse, gente, a felicidade não é desse mundo. Ele disse, eu sei que é difícil. A gente quer acreditar que ele quis dizer outra coisa atrás disso, que ele tava equivocado ou que a gente não tem que entender isso dessa forma. Mas a felicidade não é desse mundo, porque esse mundo é uma escola. Eu não vou encontrar o final feliz. O a o final feliz não é agora, porque inclusive o final feliz esse mundo nem proporciona ainda, porque o esse mundo abriga eh espíritos imperfeitos. Então não há fraternidade. A felicidade é o amor. A gente não vai viver esse amor fraterno ainda. Lá na frente. Sim, estamos transitando de provas e expiações para para regeneração. Mas agora não dá. Agora a gente precisa conviver com as imperfeições, inclusive as nossas, reconhecer as nossas, curar as nossas, amadurecer nossas ignorâncias, nossos equívocos. Foi para isso que a gente veio. Então, quando eu começo a entender a vida, eu começo a ver sentido em tudo que eu tô vivendo. A alegria passa a fazer sentido, a aflição passa a fazer sentido, a provocação da tentação passa a fazer sentido. E esse como faz sentido me revigora, me traz a alegria de viver. E aí a gente conclui entendendo. Ai perdão, não briguem comigo que eu modifico aqui, às vezes atrapalha o pessoal que tá online. Eh, aí a gente conclui entendendo a proposta da alegria na nossa trajetória, porque a gente não precisa estar sentindo prazer para ter alegria. Alegria é um estado emocional de gratidão, de reconhecimento e de vontade de viver aquilo. Então, não é que eu vou estar passando por uma uma dor e eu vou dizer: "Oh, pai, que gostoso sentir dor". Porque não

é um estado emocional de gratidão, de reconhecimento e de vontade de viver aquilo. Então, não é que eu vou estar passando por uma uma dor e eu vou dizer: "Oh, pai, que gostoso sentir dor". Porque não é gostoso sentir dor. Inclusive a proposta da dor é me causar o desconforto para que eu eh exercite novos comportamentos. Mas quando a dor vem e eu entendo que ela tem um sentido, eu me motivo em resolver, em buscar solução, em entender o que isso tá me ensinando, porque eu quero sair do outro lado. Eu sei que essa dor tá vendo, vindo como uma educativa. Eu sei que essa dor tá dentro da lei de justiça e de bondade. Então, tem alguma coisa para aprender aqui. Aí eu começo a ficar mais atento. Que que essa situação tá me pedindo de conduta? Deixa eu tentar fazer isso, aí vem um efeito, aí eu aprendo. Deixa eu tentar fazer diferente, vem um efeito, eu aprendo. Então isso me dá alegria de viver estando no bem-estar ou no desconforto, estando com os meus desejos realizados ou frustrados, porque eu vou encontrar sentido. É quando a gente começa a entender verdadeiramente a proposta da vida. Entender a existência da reencarnação, conhecer que a vida continua, saber que somos espíritos, não nos consola, não nos liberta, não cura a nossa dor. O que nos liberta, nos consola e cura dor é ver sentido no que nós estamos vivendo. E vendo o sentido, eu vou colaborar com isso. E ao colaborar com isso, a proposta de crescimento atinge o sucesso. Eis o objetivo da vida na Terra é o sucesso da minha evolução. Então, pai, agora é sem carro, vou sem carro. O que que o Senhor tá pedindo de mim de comportamento? Então vou agir aqui. Vou agir aqui. Pai, tá doendo. Me dê força, me dê instrumentos, me ajuda. Aí eu choro, ponho para fora, né? Eu costumo muito dizer: "Quem fez a lágrima?" Deus. É para expelir mesmo. Põe para fora os desconfortos e as dores. Descansa. Busca recursos que te alimentem a esperança e a fé. Leia. Procure companhias que vão te fortalecer. Ah, não encontro essas companhias. Eu me

mesmo. Põe para fora os desconfortos e as dores. Descansa. Busca recursos que te alimentem a esperança e a fé. Leia. Procure companhias que vão te fortalecer. Ah, não encontro essas companhias. Eu me sinto sozinho. Olha, olha outra proposta educativa. Por que que tem gente que tá sempre com boas companhias e você está só? Não há injustiça. Há justiça, há bondade. Há um propósito nesse seu sentimento. Há um comportamento que a vida tá te pedindo aí. Então vem, vamos. É isso que Deus tá tá dizendo. Vem, vamos. Aprende com isso. Tenta lidar com isso com amor. Você vai descobrir coisas que você não faz ideia que existem. E foi assim que você se tornou quem você é. Essa é só uma das diversas encarnações que você já teve. Em todas elas você sentiu alegrias e aflições. Em todas elas você teve que lidar com as tentações e você está aqui. O que significa que em todas elas, de alguma forma você venceu, você superou, mesmo que depois de desencarnado, porque a verdadeira vida é contínua. Então, nós temos todos os recursos necessários para interagirmos com a vida no amor, na alegria, porque somos criaturas divinas. Nós nos reduzimos muito porque nós nos avaliamos pelas circunstâncias ou pela matéria, mas nada disso nos define. O que me define é a minha história de sucesso que já me trouxe até onde eu estou. O que me define é a capacidade que eu tenho de lidar com o que eu estou tendo que lidar. Porque se eu não fosse capaz, eu não estaria vivendo isso. É isso que me define. O que me define é que eu sou um filho de Deus. inteligência, luz, força e ação. E compreendendo a proposta minha frente à vida, tudo passa a ter sentido. Então, Pai, agradeço. Esteja ao meu lado, que eu vou viver o que o Senhor me apresentar como proposta. de crescimento, porque eu sei que o que vier pela frente é justo e é bom. Muito obrigada a todos. Nos encontramos de novo na terceira, no terceiro sábado do mês que vem e até lá. Até mais. Muito bom ouvir a Bárbara Brito, né? Dar uns breves avisos para que a gente possa

om. Muito obrigada a todos. Nos encontramos de novo na terceira, no terceiro sábado do mês que vem e até lá. Até mais. Muito bom ouvir a Bárbara Brito, né? Dar uns breves avisos para que a gente possa encerrar nossa transmissão e fazer a nossa prece. Vamos fazer a prece primeiro. Fechar nossos olhos. Agradecendo a Deus pelas palavras da nossa irmã hoje aqui, que nos trouxe um pouquinho do que nós somos, das nossas potencialidades, da nossa capacidade, ferramentas para que possamos melhorarmos a cada dia. Assim, mestre Jesus, pai amado, querida Maria de Nazaré, Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual desta casa, te peço e te agradeço por cada momento dessa palestra de hoje. e os ensinamentos do teu evangelho, à luz da à luz da doutrina espíritas, trazido aqui pela nossa irmã Bárbara Bí, possa me servir para que eu busque ferramentas do meu melhoramento, para que eu busque a cada dia ser uma pessoa, um ser humano melhor, através do servir, do amar e do buscar. Te agradecemos ao mestre e a essa equipe maravilhosa que trabalha espiritualmente pela sustentação dessa palestra, desse estudo. Pedimos permissão para dar encerrado os trabalhos de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Dá uns breves avisos. da Comunhão Espírita de Brasília, ela tem os canais e aqueles que nos ouvem através dos canais, possam ativar as suas notificações, seguir a nossa página, deixe o seu like, que é o seu aplauso após a palestra. E temos ali também no mural da comunhão um QR code com os canais da comunhão, a TV Comunhão, o YouTube e os e o canal do WhatsApp, né? que possamos seguir e ser informados dos programas que temos diários na comunhão. Temos com a Bárbara Brito, temos com o Anderson Portugal, temos o episódio diário onde eu, a Flaviana, o Mário Augusto, a Cláudia Piva, todos os dias 10 minutos falamos um pouco. Nós gostamos tanto de seguir, né, os canais das celebridades para saber como é que está o mundo da badalação, como diz a nossa irmã. Muitas vezes para nos frustrarmos, por

10 minutos falamos um pouco. Nós gostamos tanto de seguir, né, os canais das celebridades para saber como é que está o mundo da badalação, como diz a nossa irmã. Muitas vezes para nos frustrarmos, por que não seguir os canais da comunhão que nos traz bons exemplos, que nos traz palavras de equilíbrio, pois estamos aqui para isso, para estudar, para buscar o evangelho. Então, convido a todos que vá ali no mural, coloque seu celular, siga os canais, compartilhe, mande para um amigo. São canais que nos programinha de 10 minutos, tá bom? Temos também os grupos de atendimento, temos o grupo de apoio fraterno, temos grupos que trabalham ansiedade, o alcoolismo, temos o grupo viver, o grupo dependência, tudo temos ali também nos nossos, no nosso mural os avisos. Temos o atendimento fraterno, lá nós temos todos os horários e dias. E agora o novo horário de domingo às das 17 às 19:30. Sim, aos domingos temos atendimento fraterno. A comunhão espírita deseja a vocês um bom final de semana, um bom domingo, uma boa semana a todos de muita felicidade, de muita paz. E estamos próximo da nossa MCES, que é a nossa amra de arte e cultura da comunhão espírita, que é na primeira semana de setembro. Logo logo vamos ter os avisos ali também. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações e que vocês possam seguir em paz para o seu lar. Um grande abraço a todos.

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