VIDA SOCIAL - Luzardo Silva [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 07/02/2026 (há 1 mês) 38:16 171 visualizações

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Transcrição

Bom dia, boa tarde para os irmãos que estão nos assistindo. É com satisfação que aqui estamos mais uma vez para esse nosso trabalho singelo, é verdade, mas feito com muito coração, que é esse trabalho de meia hora de harmonização, estudando temas da moral cristã. Antes de nós iniciarmos essa nossa tarefa, peço aos irmãos que entrem em comunhão com o nosso pai maior e comigo para que façamos uma prece de sustentação deste nosso trabalho. Vamos fechar os olhos por alguns instantes para facilitar essa nossa conexão com o nosso pai maior. Pai amoroso, pai infinito. Aqui estamos, Senhor, reunidos em torno dos ensinamentos do nosso amado mestre Jesus e de seus prepostos, para entendermos um pouco mais, um pouco melhor a moral cristã, os ensinamentos contidos nessa sábia doutrina, que possamos ouvir essas orientações que a espiritualidade nos traz através da mediunidade de Divaldo Franco e do Espírito Joana eângeles que irão com certeza abrir a nossa mente e sobretudo os nossos corações para o bom entendimento dessas orientações, desses conselhos e que tenhamos a sabedoria e coragem de implementá-los em nossa vida diária, em nosso cotidiano, na relação que temos com os nossos irmãos mais próximos, em especial os nossos familiares e com aquele com os quais nós Nós trabalhamos. Portanto, que Deus, o nosso pai, abençoe esse nosso trabalho, essa nossa tarefa. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Bom, meus irmãos, o nosso tema de hoje é o capítulo 11, vida social. e está na obra Desperte e Seja Feliz, ditado pelo espírito Joana de Ângeles ao já saudoso Divaldo Franco. Vida Social fala esse capítulo da importância das relações humanas e da convivência equilibrada, harmônica, fraterna entre as pessoas. Eu procurei fazer o seguinte, fiz um resumo concentrando em cinco pontos, cincos aspectos desse texto. Não vou lê-lo porque é um pouco longo e ficaria difícil nesses nossos 25 minutos de conversa apresentar as duas coisas. Portanto, me concentrei em fazer um pequeno resumo

cincos aspectos desse texto. Não vou lê-lo porque é um pouco longo e ficaria difícil nesses nossos 25 minutos de conversa apresentar as duas coisas. Portanto, me concentrei em fazer um pequeno resumo desses cinco principais aspectos para comentar com os senhores. Então, um deles é: a vida social, ela é inevitável. Ela é inevitável. O ser humano é um ser de natureza gregária, ou seja, que busca se associar, se integrar com os demais. Ele é naturalmente chamado a convivência. Portanto, viver de uma maneira isolada, excessiva, gera desequilíbrios, enquanto que a interação saudável favorece o crescimento espiritual. Isso é um fato. Tanto é que a própria antropologia já identifica como não mais como homo sapiens, mas como homossociales, evidenciando essa característica que nós, seres humanos, temos de buscar um entendimento. É, de certa forma a busca para a convivência entre membros da mesma espécie uma forma natural que as criaturas buscam para a sobrevivência. Podemos ver isso no próprio reino animal, onde animais das mais variadas espécies buscam viver em grupo para se protegerem, para que os mais fortes possam dar proteção e amparo aos mais fracos ou aos mais novos que ainda não tem condições de defender por si sós e assim por diante. Então é da natureza animal e também por nós sermos humanos mais natureza ainda de animal que nós buscamos essa vida social, a vida gregária, né? Haja visto que, por exemplo, um bebê não consegue sobreviver por si só, vai demandar anos e anos de dedicação, notadamente da mãe, para que ele venha a se estabelecer como um indivíduo, como ser participante da vida social, da vida daquela comunidade, do isolamento. que muitas vezes alguns optamenas capacidades naturais de integração, de convivência, de aprendizado mútuo, como por exemplo, desenvolver a tolerância, a paciência sem haver uma interação. Se você vive isolado na mantonha ou na mata, não há ninguém com quem você interagir que teste a sua paciência, né? pessoas muitas vezes teimosas,

ver a tolerância, a paciência sem haver uma interação. Se você vive isolado na mantonha ou na mata, não há ninguém com quem você interagir que teste a sua paciência, né? pessoas muitas vezes teimosas, que persiste nos seus erros e você atuar junto dessas pessoas, muitas vezes parentes, filhos, de forma a transmitir-lhe uma visão diferente daquela que ele possui. Isso, apesar da muitas vezes da indiferença, ou pior ainda, da contestação feita por essas pessoas em relação à nossa atitude. Que que você vai desenvolver aí? Paciência. vai desenvolver também fé no nosso pai maior de que a todos e a todos prover do que é necessário para sua sobrevivência e evolução. Sem ter esse intercâmbio, sem essa convivência, eu não tenho como exercitar isso. Alguns Ah, não, mas se você desenvolver essa na mata é possível como? Ah, alguns poder, ah, não, paciência para aguentar os mosquitos, né, que ficam voando próximo ao seu ouvido. Mas se você optar por uma região onde não tem mosquitos, uma região desértica, pico de uma montanha, vai ficar também isolado e lá não vai ter mosquito. São situações menores que com um pouco de capacidade você vai esperar, mas no seio da sociedade, na convivência direta com outros irmãos, com outras pessoas, você é levado naturalmente a conviver com essas situações variadas, como já citei uma da paciência, a outra da tolerância para aqueles que ainda não são capazes de entender. a capacidade de altruísmo, de empatia para com o próximo, que é outro aspecto também abordado no texto, que vamos aprofundar um pouco mais aí adiante, de se colocar na posição do outro e buscar entender o seu ponto de vista, de abrir espaço para o diálogo, porque é num diálogo que não só surge o entendimento, mas a compreensão de uma outra visão sobre aquela realidade que está sendo discutida, debatida. Isso propicia o quê? O enriquecimento de ideias, de pensamentos, desenvolvimento da inteligência. Eu nunca havia pensado desse jeito. Você me colocou um ponto de vista realmente

o discutida, debatida. Isso propicia o quê? O enriquecimento de ideias, de pensamentos, desenvolvimento da inteligência. Eu nunca havia pensado desse jeito. Você me colocou um ponto de vista realmente interessante para ser analisado, para ser refletido. Então você expande a sua consciência, abre o horizonte. Isso é possível através da interação social, da convivência com os demais. Por isso, a necessidade da vida social. Um outro aspecto a destacar desse texto que a Joana de Angela nos traz é sobre relacionamentos como campo de aprendizado. Já comecei a falar um pouco sobre isso, mas ela aqui destaca o seguinte: a vida social oferece oportunidade de desenvolver virtudes como a paciência que eu acabei de citar, tolerância e solidariedade. As dificuldades nas relações não são, ou não, pelo menos, não devem ser encarados como obstáculos, mas sim oportunidades de se exercitar e de se aprimorar diante dessas situações. Portanto, a solidariedade é um sentimento social. Você se solidariza com aquela pessoa que está muitas vezes sofrida porque perdeu emprego, porque terminou uma relação que era era importante para ela e ela não consegue aceitar, não consegue entender a perda de um ente querido. São várias as as situações que nós podemos nos solidarizar com essas pessoas. Ora, sendo o ombro amigo, que ouve os lamentos, que busca acalmar e outras vezes o amigo sincero e leal que fala a verdade não necessariamente para agradar essa pessoa, mas para despertá-la da sua inconsciência, de ajudá-la a ver a vida sob uma uma perspectiva mais otimista, mais pacífica, mais fraterna. Isso são reflexos dessa convivência que desenvolvemos na interação social. São exercícios para que nós próprios tenhamos condições de elaborar melhor o nosso caráter, burilar o nosso caráter e a personalidade poder ir se adaptando ao caráter, que a minha personalidade, que muitas vezes é extrovertida, expansiva, ela não seja fútil, não seja algo de frivolidades, que é outro aspecto. que nós vamos também ver mais

ir se adaptando ao caráter, que a minha personalidade, que muitas vezes é extrovertida, expansiva, ela não seja fútil, não seja algo de frivolidades, que é outro aspecto. que nós vamos também ver mais adiante, mas que seja construtiva, baseada num caráter sincero, de boa índole. Um outro ponto que a Joana de Angeles também destaca na sua mensagem ao Divaldo, é respeito e empatia para com o próximo. A Joana destaca que a convivência exige respeito às diferenças, as opiniões, aos aspectos culturais, a fé, né, a religiosidade, não a querer impor ao outro o seu ponto de vista, você apenas não ouve sem interferir, sem desejar impor a sua opinião, a menos que seja solicitado para isso. Se alguém está com algum tipo de dúvida sobre a sua religião ou sobre suas convicções pessoais e chega até nós com essa dúvida, buscando uma opinião, um conselho. Sim, aí sim temos a autorização, a permissão desse irmão para interagir com ele, dando a sua opinião sincera. Opinião sincera não quer dizer você ser cruel. É você saber dosar as suas palavras. É você buscar atrás vezes, muitas vezes da sua própria experiência falando de si, dando exemplo para o outro. Alguém chega com você porque entrou em desentendimento com alguém no trabalho, criou um clima difícil, uma dificuldade grande da convivência profissional. Essas pessoas precisam interagir, mas elas estão brigadas entre si. Criou-se uma certa animosidade, como se fala. Você pode falar para ela citando muitas vezes experiências reais. Não estou dizendo para você mentir, inventar algo que não ocorreu com sua vida, mas muito provavelmente passamos por diversas experiências e essa possivelmente é uma delas. buscar dizer como numa atitude mais compassiva, empática, perceber que o outro pode ter sido agressivo ou, né, de alguma maneira desagradável nas suas colocações por estar no mau dia, por não ter uma percepção ampliada como você possui, pode ser motivado pelas crenças, limitando tantos que ele tem dentro do conceito religioso que ele adotou,

as suas colocações por estar no mau dia, por não ter uma percepção ampliada como você possui, pode ser motivado pelas crenças, limitando tantos que ele tem dentro do conceito religioso que ele adotou, que impede ele aceitar determinadas atitudes e comportamentos e que talvez se você tivesse na situação dele quisesse até algo pior. Muitas vezes ele está movido, com certeza por um sentimento negativo. Veio você um concorrente, um inimigo a ser vencido e você sem se expor, buscar mostrar para ele que você não é inimigo dele. Tendo a oportunidade de corrigir algo que ele tenha feito de errado no trabalho. passa de maneira discreta, demonstrando que você não quer no popular puxar o tapete dele, derrubá-lo, prejudicá-lo dentro do seu trabalho. Mas ao mesmo tempo a convivência social nos disse para sermos observadores, atentos, para também não cairmos em armadilhas. Aqui não tá dizendo você pôr a cabeça na boca do leão. Osidade de você ficar regugitando sentimentos negativos contra aquele irmão, contra aquela pessoa. ele realmente é algo negativo. Ele precisa cair. Vou pegar ele num erro e vou, né, expô-lo, vou prejudicá-lo, vou combatê-lo. Não, não. Esse sentimento vai atrair mais animosidade, porque é uma questão de sintonia vibratória. momento que você está embuído desse sentimento de vingança, você vai se envolver com toda a energia de vingança que existe no nosso mundo, no nosso planeta. Você vai entrar numa frequência de destruição, de autodestruição, de destruição dos outros, extremamente negativa. Afaste-se disso. Mude o seu campo mental e muda a sua vibração para uma vibração de paz e entendimento. Se ele não aceita, é problema dele. Mas da sua parte, você não cria nenhum tipo de obstáculo a uma convivência, a um entendimento. mas busca desenvolver a sua paciência, né, a sua sabedoria para lidar com essas situações, para saber como contorná-las, para saber calar, que muitas vezes o nosso silêncio diz mais do que palavras, buscar serenidade no seu íntimo, ficar em paz, isso é o mais importante.

om essas situações, para saber como contorná-las, para saber calar, que muitas vezes o nosso silêncio diz mais do que palavras, buscar serenidade no seu íntimo, ficar em paz, isso é o mais importante. Então esse é o aspecto respeito e empatia, buscar entender a posição do outro, saber respeitar as suas posições, suas atitudes e como se relacionar com essa situação. Um outro aspecto que a Joana deângeles nos traz eh que nessa convivência social, nessa interação social, devemos evitar utilidades e superficialidades, um relacionamento apenas de aparência, né, pastor? Não é para que você vai se envolver com todo mundo profundamente, volto a dizer isso, mas na convivência ser você de fato, né? Mas ter você sem agredir ninguém, né? ser você de uma maneira útil, construtiva para o próximo e dessa forma você ter um relacionamento de fato bom, produtivo, útil para ambos. Perfeito. A vida social deve ser vivida com propósito elevado. Isso fala a Joana de Angelo. Sem se perder em banalidades, em frivolidades, sem se envolver em competições, que nem acabamos de falar no exemplo anterior do trabalho, né? O outro vê o competidor, concorrente ou até o inimigo que é pior. Você tem esse tipo de sentimento, percepção ou ainda de vaidades, de querer ostentar, aparecer mais do que o outro, em qualquer que seja situa situação. Se você tem uma boa condição econômico financeira, não há necessidade de você ficar ostentando para quem quer que seja. Tem aquilo que é necessário de acordo com as suas condições e viva tranquilo. Não precisa vocêentar ninguém. Se você tem uma casa bonita, é porque você construiu para a sua satisfação íntima, para o seu bem-estar pessoal e não para ficar mostrando-as as pessoas para que elas se sintam inferiores. Fulano tem uma casa bonita, uma casa, sei lá, de de dois andares, tem garagem para com vários carros. tem uma área arborizada, isso, aquilo, etc. Isso se for feito com intuit ostentação, é pura vaidade. Você tá demonstrando um alo, um elo frágil do seu íntimo, da sua corrente interior

m vários carros. tem uma área arborizada, isso, aquilo, etc. Isso se for feito com intuit ostentação, é pura vaidade. Você tá demonstrando um alo, um elo frágil do seu íntimo, da sua corrente interior e deve buscar superar esse aspecto frívulo da personalidade. Muitas vezes você tem um um imóvel, uma casa onde você vive, uma casa grande, porque você precisa, às vezes você tem uma família grande, precisa acomodar a todos os membros, outras vezes porque recebe muitas pessoas, acomoda muitas pessoas, seja lá qual for o motivo, é necessário que as nossas escolhas sejam feitas com propósito. Se tenho o que tenho, para que tenho? Qual o propósito de ter o que eu possuo? Para que vivo? Vivo para ostentar? Vivo por sustentar a minha vaidade, o meu orgulho? Ou porque busco crescimento, desenvolvimento moral e espiritual? Qual o meu propósito de vida? Quando eu faço esses questionamentos anteriores, eu começo o meu trabalho de autodescobrimento, do autoconhecimento. E a partir de uma observação sincera daquilo que eu tenho escolhido, posso, se assim o desejar, mudar a minha trajetória. Posso observar que as escolhas que eu fiz de uma vida de vaidade, de frivolidade, apenas vivendo de maneira superficial, em festas, ah, em badalações, como se fala, dentro do contexto social, havendo ostentações, etc. Eu vejo que isso não leva a nada, a não ser reforçar esses sentimentos negativos de vaidade, tal, que acaba o quê? Despertando a inveja dos demais. Muitos de nós t uma vida humilde até e desperta a inveja só porque você tem um lar equilibrado. Você tem uma boa relação com a sua esposa ou com seu marido, você tem uma boa relação com seus filhos. Ah, paz, harmonia, entendimento entre as pessoas da sua casa. Só isso é suficiente para muitos terem inveja. Você pode morar numa chopana, mas só você apresentar uma família harmônica, equilibrada, é motivo de inveja de outros. Impressionantes. Vamos pedir então que o nosso pai maior nos dê um amparo, né, que necessitamos para esse momento.

só você apresentar uma família harmônica, equilibrada, é motivo de inveja de outros. Impressionantes. Vamos pedir então que o nosso pai maior nos dê um amparo, né, que necessitamos para esse momento. e que esses irmãos que não são capazes de ver em nós um exemplo de vida, mas apenas um um um uma pessoa a ser invejada, que eles tenham sua consciência aberta, expandida, a sua compreensão, o seu coração possa melhorar. são pessoas verdadeiramente dignas de compaixão, porque muitos sofrem e muito ainda irão sofrer. Veja que coisa lamentável. A cada progresso que eu e você façamos, essa pessoa vai sofrer cada vez mais. Que vida cruel, né? que opção é equivocada, porque está vivendo uma vida de frivolidades. Busquemos qual é o nosso propósito de vida. Com certeza tem a ver com a nossa evolução moral, espiritual, porque esse é o propósito maior de todos nós. Mas para alcançar isso, isso é apenas consequência daquilo que nós estamos vivendo. O crescimento moral espiritual se dá quando eu me torno uma pessoa de convivência pacífica, fraterna, amorosa, colaborativa. É na prática diária, no dia a dia, não é precisa fazer nenhuma grande obra, não precisa ser um grande benemérito, um grande benfeitor da humanidade. Não, não é necessário isso tudo. Isso muitas vezes entra pro campo da vaidade, do orgulho, da ostentação sutil, disfarçada de ato de bondade, de caridade. Fujamos dessas armadilhas que são as mais perigosas, verdadeiras cascas de banana no caminho evolutivo espiritual. busquemos fazer de maneira singela, simples e viver a nossa vida de maneira ordeira, pacífica, disciplinada, amorosa sobretudo. E para fechar essas nossas observações, temos como último item a comentar essa convivência, fala Joana deângelo, como caminho para felicidade e não para perturbação. A convivência tem que ser algo que nos ajude a melhorar o nosso íntimo. Porque muitas vezes nessa interação com o próximo, nós nos vemos, já fala psicologia, o outro é o nosso espelho. Muitas vezes não temos condições de observar

o que nos ajude a melhorar o nosso íntimo. Porque muitas vezes nessa interação com o próximo, nós nos vemos, já fala psicologia, o outro é o nosso espelho. Muitas vezes não temos condições de observar diretamente em nós aquilo que de fato expressamos ou que de fato ainda carregamos no nosso íntimo. As nossas sombras interiores, nós as projetamos nas relações com as pessoas. Você só observa que o outro é egoísta, egoísta. Todo mundo é egoísta. Eu só vejo egoísmo porque o egoísmo está em mim. Se eu acho que o outro é desonesto, todo mundo faz isso, no íntimo eu carrego a desonestidade em mim. Então eu começo a usar o outro. Por isso essa convivência é importante como forma de autodescobrimento daquilo que é existente no meu íntimo, as minhas sombras, que muitas vezes desconheço. Então eu começo a me perceber, me trabalhar e a me libertar da influência desses aspectos do meu subconsciente, vamos dizer assim, inferior, que muitas vezes, por não ter essa consciência dessas sombras, eu sou dominado por elas e me deixo passar a viver de maneira superficial, uma vida de frivolidades, apenas dando vazão a esses tipos de sentimento e de emoção. É isso que nos fala Joana de Angângelo. Essa convivência, essa interação social permite abrir o nosso caminho para felicidade. O caminho para a felicidade não é uma meta em si próprio, mas é uma, volto a dizer, uma consequência de uma vida equilibrada intimamente. A harmonia com os outros é, por essência a base da felicidade. O indivíduo que aprende a viver em sociedade, sem egoísmo, encontra a paz interior e contribui para o bem de todos, para o bem coletivo. Portanto, concluindo de fato agora a nossa reflexão, devemos enxergar a vida social não como uma obrigação ou um mero passatempo, mas como instrumento de evolução espiritual. Era isso que eu tinha para comentar com os irmãos e fico grato por essa oportunidade, pela paciência de todos para comigo de ouvir essas explanações. Peço que aguardem mais um pouco porque logo em seguida teremos o passe virtual.

mentar com os irmãos e fico grato por essa oportunidade, pela paciência de todos para comigo de ouvir essas explanações. Peço que aguardem mais um pouco porque logo em seguida teremos o passe virtual. Louvado seja o nosso pai e louvado seja o nosso amado mestre Jesus. Agora e sempre. Uma boa tarde para todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da [música] misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento [música] desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.

is possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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