VIDA ESPIRITUAL - PERCEPÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTO DO ESPÍRITOS Q.237 a 256 - Marta Caldas
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mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Bem, boa noite. Nós vamos mais uma vez iniciar nosso encontro da quarta-feira. Há 29 anos na comunhão espírita de Brasília. As quartas são dedicadas ao estudo de O Livro dos Espíritos. E no avançar deste tema, nós estaremos hoje continuando o estudo que Kardec fez da vida espírita. Lembrando que espírito somos nós, todos nós criados por Deus, se estejamos encarnados ou desencarnados. Então, nessa parte hora se fala de nós na terra ou de nós nas esferas espirituais. E hoje nossa irmã Marta Caldas vai nos falar sobre percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos. Nós desencarnados sentimos algo, o que sentimos? Como sentimos, por que mecanismo? Sofremos ou não? é uma reflexão sobre a existência no mundo maior. Saudamos a todos os nossos irmãos e irmãs aqui no salão, aos que estão agora conectados conosco pela TV e rádio comunhão, nosso abraço fraterno. Também registramos aqui nossas saudações a aqueles que nos assistirão pelas cinco redes sociais da comunhão em tempo oportuno. Uma vez que os trabalhos gravados ficam disponíveis para estudo, pesquisa, meditação, reflexão, enfim, é um conteúdo que a comunhão oferece para que todos nós possamos tirar o melhor proveito no nosso avanço em busca do esclarecimento que nos habilita a um novo tempo e a uma nova vida. Como leitura preparatória, escolhemos o livro Romo, certo, que Emanuel ditou a nosso querido Chico Xavier, chamado o capítulo 22 desse livro, Rumo Certo, intitula-se Ensinamento espírita para nós refletirmos com aquilo que nós estamos fazendo da doutrina ou com a doutrina em nossa vida. Dividimos o prato com os irmãos em penúria, extinguindo o suplício da fome. Dividimos o vestuário com os que sofrem
rmos com aquilo que nós estamos fazendo da doutrina ou com a doutrina em nossa vida. Dividimos o prato com os irmãos em penúria, extinguindo o suplício da fome. Dividimos o vestuário com os que sofrem nudez, para que o frio não lhes anule a existência. Diga-se passagem, a comunhão está recolhendo roupas de frio, todas as idades, todos os gêneros, porque a gente precisa dar assistência a 150 famílias cadastradas no projeto Alta de Souza, além de outras demandas que nos surgem. Providenciamos remédio em favor dos enfermos desamparados. Partilhamos o teto com os que vagueiam sem rumo. Mas não é só. Ensinamos lições de justiça para que a desordem não nos induza à barbária. Espalhamos noções de higiene preservando a saúde. Quanto mais se adianta a civilização, mais se nos desdobram os bens da vida. Imperioso lembrar que é necessário distribuir também os valores da alma. Nós, os tarefeiros desencarnados e encarnados da doutrina espírita em plena renovação da terra, não podemos ouvidar que é preciso repartir o conhecimento superior. Saibamos repartir, através da palavra e da ação, da atitude e do exemplo o ensinamento espírita à luz do evangelho do Cristo, imunizando a vida terrestre contra as calamidades de ordem moral. Nós que levantamos a escola para remover as sombras do cérebro, atendamos a educação espiritual que dissipa as trevas do coração. Então, um convite a levarmos adiante aquilo que um dia recebemos e que continuamos continuamos recebendo como hoje nessa noite de estudos. Vamos agradecer a Deus, pedindo a sua paz, sua serenidade, para nos desligar momentaneamente das coisas do mundo, dos desafios, dos problemas, até mesmo das alegrias, para que nós possamos ter uma paz interior, neutra, sincera, honesta, silenciosa, para também ouvirmos dentro de nós os ecos do divino amor que sempre vem em nossas vidas. Peçamos ao Pai que nos dê abundância da saúde física, mental, espiritual para termos saúde integral, a fim de levarmos adiante o seu divino nome a todos os nossos irmãos.
e sempre vem em nossas vidas. Peçamos ao Pai que nos dê abundância da saúde física, mental, espiritual para termos saúde integral, a fim de levarmos adiante o seu divino nome a todos os nossos irmãos. traduzidos em traduzidas em ações de esperança, de paz, de consolo e de acolhimento. Peçamos ao Cristo que nos abençoe, nos fortalecendo na nossa convicção para que nós sejamos também apóstolos nos dias atuais. Os apóstolos dos primeiros anos da cristandade enfrentaram a intolerância, pagando com a vida a ousadia de proclamar o reino de Deus e a sobrevivência do espírito depois da morte física, de dizer que Deus era pai e não apenas um ente superior. Nós hoje temos por obrigação enfrentarmos a discrença, enfrentarmos o materialismo, enfrentarmos o derrotismo e a desesperança, porque isso é um grande mal pra humanidade, de onde surge uma vasta gama de doenças psíquicas, emocionais e mentais. Peçamos ao Cristo que nos abençoe com a presença dos espíritos amigos e guardiães, porque eles estão aqui em nome de Deus e sob o comando de Jesus. Tudo que se faz numa casa espírita vem em nome de Deus. possamos receber a divina presença que eles nos trazem, nos tratando fisicamente, nos acalmando, também tirando de nós vibrações infelizes, miasmas, criações mentais inferiores oriundas de nós, da nossa inveigilância e também nos dando aquele ânimo, aquela coragem de seguir adiante e com alegria. alegria de ser, de viver, de existir, de estar neste mundo e movido pela fé raciocinada que nos dá esperança e motivações para a caridade, sejamos exemplos vivo da água da vida que Cristo representa para nós. Unidos, coesos e em paz, conectados a todos aqueles que se juntam a nós em vibrações e pensamento, peçamos permissão para o início das atividades desta noite. Que assim seja. Então, Márcia Marta Caldas, que tava fazendo estágio em Alvorada Nova, resolveu aparecer na comunhão hoje, nos fala sobre percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos. Questões de 237 a 256 para quem quiser depois estudar,
que tava fazendo estágio em Alvorada Nova, resolveu aparecer na comunhão hoje, nos fala sobre percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos. Questões de 237 a 256 para quem quiser depois estudar, rever o conteúdo. Obrigado, querida. Boa noite. Então, antes da gente entrar aqui nas questões, esse é o nosso momento de estudo, eu quero refletir com vocês sobre quem somos aqui e agora. Como é que a gente sente o que a gente sente? Será que todo mundo sente igualmente? Vocês acham que sim? Não, né? Isso. Mas todo mundo sente dor, não é? Tem alguém aqui que nunca sentiu dor nenhuma? Pode levantar a mão. Só os encarnados que eu não enxergo os desencarnados. Então, todo mundo já sentiu em algum momento a dor. E a ciência já nos mostra, né, já nos fala sobre as emoções, sobre os sentimentos. Isso o nosso cérebro registra é algo rápido. Tá comprovado isso que a gente sente, a gente registra, mas aquele registro ele não fica ad eterno. Então o que que fica? Por que para uns esses dias eu ouvi uma jovem falando: "Ah, eu sou a Maria das Dores". E a gente já deve ter ouvido essa frase por aí, né? Ah, ela é Maria das dores ou "Eu sou, ah, eu dou aqui, eu dou ali, cada dia é do lugar." ou mesmo as nossas percepções, as nossas sensações, elas também não são iguais para nós aqui e agora. Tudo bem até aqui? Então, o que que muda? É o livro dos espíritos. Nós que aqui estamos escolhemos conhecer esta doutrina. E conhecer requer não só passar os olhos, mas de fato estudá-la. Kardec, que foi o codificador, tá lá registrado, tá aqui registrado, tá no evangelho, que aquele que se considere e quer ser espírita, precisa aprender a domar as suas más inclinações. É uma tarefa individual. Mas quais são as nossas más inclinações? Com certeza as minhas podem não ser iguais à do Marcos e as dele também e minha diferentes de cada um de vocês. Cada um tem as suas más inclinações. Então, enquanto espíritas, a gente precisa lembrar também que outra escolha que fazemos é que se nós queremos de fato
ambém e minha diferentes de cada um de vocês. Cada um tem as suas más inclinações. Então, enquanto espíritas, a gente precisa lembrar também que outra escolha que fazemos é que se nós queremos de fato domar essas más inclinações, nós precisamos nos conhecer. É por isso que a doutrina fala em reforma íntima. íntima é meu. Eu é que sei o que eu dou conta, até onde eu posso ir e quando eu identifico o que eu preciso identificar. Percebem? Mas esse capítulo 6, que é a parte dois, é o livro dois do livro dos espíritos, ele vem falar pra gente da vida espiritual e por isso percepções, sensações e sofrimento dos espíritos. E nós estamos aqui neste corpo físico que a gente consegue ver. tocar, sentir, perceber através dele. A gente pode imaginar agora na nossa mente, eu vou pegar uma criança, porque eu acho que todo mundo consegue trazer pra mente aí uma criança. Pode ser um bebê, traga a sua mente um bebê que não está vivo. Ele não conseguiu estar entre nós. Ele chegou, mas partiu. E os médicos mexem, mexem, mexem, mexem nele de todos os jeitos, mas ele não responde. Mas o corpo tá ali, né? Conseguiram imaginar esse esse bebê, esse corpo de bebê que não tem vida? A gente pode apertar, virar de cabeça para baixo, bater nas costas, ele não vai reagir. Por quê? Que ele está sem vida. O que que tá faltando ali nele? O que anima corpo. E o que anima o nosso corpo? É o espírito. É quem somos. verdadeiramente nessa existência eu sou Marta, ele é Marcos. Mas em outras existências eu tive outros nomes e ele também e cada um de vocês também. Então essa doutrina também nos traz o paradigma da reencarnação. E eu faço esse breve comentário inicial antes de entrarmos nas questões para que a gente possa se perceber nesse universo de espíritos. E é esse espírito que anima esse corpo. Dependendo de quem eu sou, eu vou reagir conforme a minha história, os meus conhecimentos, as minhas dores, as minhas sensações, as minhas percepções, elas são minhas. É por isso que quando a gente fala de um ponto de vista, é geralmente
gir conforme a minha história, os meus conhecimentos, as minhas dores, as minhas sensações, as minhas percepções, elas são minhas. É por isso que quando a gente fala de um ponto de vista, é geralmente o nosso ponto de vista é o ponto em que eu vejo algo. Mas a realidade tem vários pontos de vistas, certo? Nós somos no mundo espiritual o que somos aqui e agora com uma grande diferença. Lá nós temos o nosso espírito liberto, o nosso perespírito, que é o corpo que faz essa união entre o espírito e a matéria. Ele vê e ouve por todo ele. Olha que coisa linda. Nós aqui muitas vezes já nós sentimos isso, nós estamos limitados por essa matéria, mas se vier alguém se colocar aqui atrás na nossa matéria, né? Tô falando para vocês que eu não vejo para além desses olhos. Pode ser que alguém aí atrás veja que tem gente aqui comigo, mas se tiver alguém encarnado aqui atrás ficar me olhando, eu não preciso me virar. para sentir que tem alguém de fato aqui atrás me olhando. É ou não é? Já sentiram isso? Em casa, às vezes você pode estar num lugar, mãe, pai, chega, tio, avó e para, não fala nada e só fica te observando. Você vai levantar a cabeça e vai perceber que tem alguém ali. A gente percebe com este corpo espiritualmente a gente vê, a gente vê mesmo estando virado para cá, a gente ouve para além. O pensamento é assim, ó. Assim somos nós. E lidar com tudo isso é uma novidade para quem não é espírita, até para quem é espírita também é uma novidade muitas vezes. Mas a gente aqui precisa conhecer e estudar sobre isso. E aí Kardec pergunta aos espíritos na questão 237. Uma vez no mundo dos espíritos, a alma tem ainda as percepções que tinha na terra. Que que vocês acham? Tem ou não tem? Tem, tem sim. Acabei de dizer para vocês que eu posso até não ver, não me virar aqui, mas eu percebo, né? Eu sinto. E se eu sinto aqui nesta matéria desprovido dela, então aí é que eu vou sentir. Sim. E outras que não possuía porque seu corpo era como um véu que as obscurecia. Lembra que eu falei
ebo, né? Eu sinto. E se eu sinto aqui nesta matéria desprovido dela, então aí é que eu vou sentir. Sim. E outras que não possuía porque seu corpo era como um véu que as obscurecia. Lembra que eu falei que nosso perespírito vê e sente, ouve por todos os lados, de todas as formas. A inteligência é um atributo do espírito, mas que se manifesta mais livremente quando não tem obstáculos a vencer. Observem isso que mais à frente a gente vai falar sobre esses obstáculos. Na 238 ele continua: "As percepções e os conhecimentos dos espíritos são ilimitados numa palavra. Os espíritos sabem tudo. Qualquer espírito, todo espírito sabe tudo. Vocês acham que sabe? Sim ou não? Muito bem, todo mundo atento. Assim que eu gosto. Eu gosto mesmo é de conversar. Por quê? Porque se nós somos lá, o que somos aqui, aqui cada um de nós sabe tudo. Não. Eu posso ser muito boa em algumas coisas, mas posso não saber nada de outras, não é? E é junto que a gente vai aprendendo um com o outro, que a gente vai. É assim também no mundo espiritual. Então os espíritos nos respondem: "Quanto mais se aproximam da perfeição, tanto mais sabem". Ou seja, se eu aqui busco estudar um pouquinho de cada coisa, cada vez eu vou saber mais sobre diversas coisas. Mas é necessário não só o intelecto, é necessário desenvolver também a emoção e a nossa espiritualidade. A ciência já fala na nossa inteligência emocional. E aí quando se fala em inteligência aqui, eu não estou falando somente da inteligência intelectual, de conhecer sobre diversos assuntos, mas também de conhecer dessa inteligência emocional, porque eu posso saber muito de muita coisa, mas não me perceber emocionalmente. E aí, se alguém vira a cara para mim ou fala comigo de uma maneira que eu sinto que foi ofensiva, que foi de uma forma para me diminuir, eu posso até não revidar com palavras, mas eu posso sair batendo pé, eu posso bater a porta, eu vou agir como um adolescente. Como uma adolescente. Por quê? Porque na minha emoção eu ainda não cuidei das minhas
té não revidar com palavras, mas eu posso sair batendo pé, eu posso bater a porta, eu vou agir como um adolescente. Como uma adolescente. Por quê? Porque na minha emoção eu ainda não cuidei das minhas dores. Então a minha inteligência emocional precisa de cuidados. E mais quando eu desenvolvo o meu contato com a divindade, com Deus, que é um ser que é difícil, não dá nas nossas limitações para descrevê-lo, nós sentimos, percebemos, mas com as palavras e com o conhecimento que temos, ele não é humano. Ele não é o Cristo na doutrina espírita. Jesus é nosso mestre, é nosso exemplo, mas Deus é o incriado, é o pai amoroso, misericordioso. Então, nós precisamos aprender a nos comunicar, a senti-lo, a percebê-lo. Percebem que essa inteligência precisa ir para além do que a gente aprende nos livros? E hoje na internet é preciso estar atenta ao que a gente sente, ao que a gente percebe nesse corpo, porque esse corpo dá mostras. A gente sente um impacto quando alguém nos ofende, não sente? O corpo nos estremece. Às vezes a gente tem raiva, às vezes a gente respira fundo para, né, o corpo sente. E dependendo de quem somos espiritualmente, a gente leva isso com a gente. Então, na medida em que a gente de fato vai evoluindo, a gente vai sabendo mais. Os espíritos inferiores são mais ou menos ignorantes acerca de todas as coisas. E eu sei que eu sou um espírito ainda muito ignorante. Não me sinto tão inferior, mas eu sei que eu tô ainda mais para cá do que para lá, porque a gente tem que trabalhar isso tudo. E não é fácil, não é simples, mas quando a gente tem vontade, a gente vai se percebendo todo dia, um tiquinho. Todo dia, todo dia, todo dia. Cada um tem que fazer essa análise. Onde é que eu tô nessa escala evolutiva? Eu ainda faço parte desses espíritos inferiores? Como é que anda a minha emoção? Como é que anda a minha espiritualidade? E tudo bem se a gente ainda tá aqui. Nós estamos num um num planeta, num mundo de provas e expiações. Isso também é trabalhar o nosso orgulho, é olhar paraa nossa vaidade, de
a minha espiritualidade? E tudo bem se a gente ainda tá aqui. Nós estamos num um num planeta, num mundo de provas e expiações. Isso também é trabalhar o nosso orgulho, é olhar paraa nossa vaidade, de achar que já sabemos muito, já estamos aqui galgando, saindo dessa inferioridade. Eu acho graça porque a gente tenta e eu creio e quero dar um passinho a mais. Quero até voltar para cá, se for possível, numa próxima existência, né? Mas vamos continuar. Eu falo de mim porque é só de mim que eu posso falar. E cada um tem que fazer de fato seriamente essa reflexão antes de dormir todos os dias para se perceber, para olhar como é que eu estou, como é que eu reajo, como é que eu percebo o outro, como é que eu sofro. Todo mundo sente dor, mas permanecer no sofrimento, a espiritualidade já nos disse, Chico repetiu, isso, é opcional. Ah, mas falar de quem tá em depressão, dizer que é uma opção, ele está doente. E quando a gente adoece, a gente está comprometido. E aqui os espíritos vão trazer uma palavra para esse estado nosso. Vou continuar por aqui. 239. Os espíritos conhecem o princípio das coisas. como é que tudo começou, de onde tudo surgiu? Se nós que estamos aqui ainda estamos buscando isso, né? É igual, vou sempre repetir isso, é igual o mundo espiritual. É por isso que a gente tem que cuidar do aqui e agora. A gente não muda o que a gente viveu, como a gente agiu, se a gente gritou, não gritou, ficou nervoso, não vai mudar. Já passou. É agora que a gente tem que cuidar. É estar atento ao pensamento hoje. Hoje eu posso mudar. Agora eu posso fazer diferente. E se eu todo dia tento isso, é claro que com o passar do tempo eu vou me sentir melhor comigo mesmo. E aqueles que andam comigo vão perceber a minha mudança. Não porque eu quero convencê-los, porque eu quero me convencer, porque eu quero estar bem comigo. Percebem a diferença? Eu cuidando de mim, cada um tem que cuidar de si. O mestre disse a Deus amar a Deus sobre todas as coisas. Esse foi um ensinamento que veio desde
orque eu quero estar bem comigo. Percebem a diferença? Eu cuidando de mim, cada um tem que cuidar de si. O mestre disse a Deus amar a Deus sobre todas as coisas. Esse foi um ensinamento que veio desde Moisés, né? Mas ame ao próximo como a si mesmo. Ah, eu perdoei o outro. Mas você se perdoa? O que você faz ao outro, você faz a si mesmo. Você cuida de você. Ou você espera que o outro cuide de você, ou você espera que o outro te dê a felicidade, como é que você cuida de você aqui e agora? Não. Os espíritos não compreendem todas as coisas, né? Conforme a sua elevação e a sua natureza. Então, à medida que a gente evoluir, a gente vai compreendendo o princípio das coisas. Os espíritos inferiores não sabem mais que os homens. Aqui os homens ele se refere aos seres humanos, homens e mulheres. Os espíritos inferiores não sabem mais do que nós aqui e agora na nossa maioria. Os espíritos compreendem a duração como nós a questão do espaço ou melhor do tempo. O tempo para espiritualidade é igual ao nosso tempo. Alguém aqui leu o livro Nosso lar? Levanta a mão só para eu ou assistir o filme. Levanta mesmo. Ninguém vai estar olhando vocês. Só eu. Isso. Que bom. André Luiz, lá no que nós chamamos de umbral, ele relata, né, no livro as percepções dele, as sensações dele, que ele não aguentava mais ficar naquele lugar, mas ele tava ali sofrendo, vivendo e ele não tem ideia de quanto tempo passou ali. Quando ele vai pro nosso lar, quando ele vai melhorando, quando ele tem a oportunidade de visitar a família dele, é que ele vai ter noção do tempo. Vocês perceberam isso, né? A esposa dele já estava de novo casada, os filhos estavam grandes, mas a sensação dele era diferente, era de que ele não tinha passado tanto tempo naquele lugar. Então os espíritos nos respondem: "Não, os espíritos não compreendem como nós." E é isto que faz que nem sempre nos compreendeis, ou seja, nós os compreendamos quando se trata de determinar datas ou épocas. Os espíritos vivem fora do tempo, tal como o compreendemos. O tempo no mundo
isto que faz que nem sempre nos compreendeis, ou seja, nós os compreendamos quando se trata de determinar datas ou épocas. Os espíritos vivem fora do tempo, tal como o compreendemos. O tempo no mundo espiritual não é igual ao tempo que nós temos aqui. Primeiro que o tempo que nós temos é uma convenção humana. Vocês sabem disso, né? O homem para viver, para se organizar, foi observando os astros, as estrelas, foi observando o movimento do dia e da noite, foi observando as estações do ano até a estação é o nome que a humanidade, os homens que vieram antes deram para compreender esses ciclos da natureza e a gente poder se organizar com isso. E a gente foi se ligando tanto nos números e no calendário que se desconectou da própria natureza de perceber quando é que as folhas caem, quando é que as flores aparecem, quando é que os frutos vêm, porque se a gente observar a natureza, a gente vai saber disso. E a gente vai no calendário, a gente entrou na primavera, agora é verão. Aqui em Brasília a gente tem as duas estações, né, a chuva e a seca, né? A gente ainda percebe isso porque é muito visível. A gente não precisa do calendário, não é? Porque a gente sente no nosso corpo, sente no nosso nariz a seca aqui. Os espíritos vivem fora desse tempo, tal como compreendemos. A duração para eles anula-se, por assim dizer. E os séculos para nós tão longos não passam aos olhos deles de instantes. Olha que interessante, instantes. 100 anos pra gente pode ser instante para um espírito que se apagam na eternidade do mesmo modo que as desigualdades do solo se apagam e desaparecem para quem se eleva no espaço. A gente não precisa nem chegar no espaço, basta pegar um avião que a gente já percebe, né? a gente já não vê mais essa diferença da distância de um lugar pro outro. É ou não é? É por isso que quando a gente atende os irmãos na espiritualidade, quem trabalha em centros espíritas, quem dialoga com esses irmãos que estão na erraticidade e que se apresentam, né, Marcos? A gente vê espíritos que aqui se
gente atende os irmãos na espiritualidade, quem trabalha em centros espíritas, quem dialoga com esses irmãos que estão na erraticidade e que se apresentam, né, Marcos? A gente vê espíritos que aqui se apresentam com vestimentas de cavaleiros, com roupas que você fala: "Meu Deus, quanto tempo ele ficou ali?" Para ele não parece esse tempo. Nós sabemos pela nossa contagem, porque muitas vezes eles vêm com vestimentas, com falas que a gente percebe que não é de hoje. Percebe isso? E vai ficar nesse campo espiritual o tempo suficiente para que ele desperte para ele mesmo e pra vida. Imagina você partir sem acreditar que existe vida para além deste corpo. Imagina se você ouviu e traz a crença de que você vai dormir até o dia do juízo final. Você vai dormir até o momento do seu despertar, porque é nisso que você acredita, entende? Nós somos lá o que somos cá. Então, a gente precisa entender, conhecer tudo isso para nos auxiliarmos aqui e agora e entre esses dois planos também. Eles nos ajudam. Nós temos esse livro maravilhoso e tantos outros que a espiritualidade nos apresenta para que a gente possa viver melhor aqui e agora, compreendendo que existem coisas a mais do que esse corpo pode perceber. Eu posso não ver aqueles que estão aqui sentados nos lugares que não estão ocupado pelos corpos que eu vejo, mas eles estão aqui. Há quem os veja. Percebem? E eu digo isso não é pra gente ter medo, não é pra gente ficar tranquilo, porque são como nós. Muitas vezes nós atribuímos aos irmãos que estão no plano espiritual a a causa de todos os males. Aí é o obsessor. Esse obsessor é alguém como nós que está em sofrimento, que precisa ser acolhido, cuidado como nós. Percebem? Então, se eu sinto que algo tá assim, que que eu tenho que fazer? Orar. Orai e vigiai. Esti atento às suas percepções, as suas sensações e ore. Ai, Marta, eu tenho medo. Vai lá que vai chegar. Vou sonhar, vou ver, não quero ver, não quero ouvir. Então, ora e usa o pensamento e traga-o para cá. Isso ajuda tanto,
pções, as suas sensações e ore. Ai, Marta, eu tenho medo. Vai lá que vai chegar. Vou sonhar, vou ver, não quero ver, não quero ouvir. Então, ora e usa o pensamento e traga-o para cá. Isso ajuda tanto, tanto qualquer que seja a situação. E outra coisa é, faça o culto do evangelho na sua casa. Reze na sua casa. Estabeleça um dia e um horário. Se nós sabemos que há uma vida espiritual, que há irmãos na erraticidade, e vocês vão ver aqui pela continuidade desse estudo, eles podem estar em qualquer lugar. em qualquer lugar. depende de nós, quem nós estamos atraindo para andar conosco. Então, a gente precisa orar em casa, principalmente. Os espíritos fazem do presente uma ideia mais precisa e mais justa do que nós. Eu disse que a gente tem que viver o agora, o presente, o aqui, mais ou menos como aquele que vê claramente faz ideia mais exata das coisas do que o cego. Olha que interessante. Os espíritos vem o que não vedes. Julgam, pois, de modo diverso dos vossos. Mas ainda uma vez, isso depende da elevação deles. Como é que os espíritos têm conhecimento do passado? Eles têm esse conhecimento é limitado para eles. O passado, quando com ele nos ocupamos é presente. Traz na sua memória agora uma lembrança que você gosta. Lembrança é algo que já passou. Imagina aí na sua mente um momento bonito, um momento que você se sentiu acolhido, lembra de alguém ou de um lugar? Lembrou? Você esteve lá, você viu de novo. É presente, é agora. O seu pensamento está nesse lugar, está com essa pessoa, você atrai. Então, cuide de trazer coisas boas à sua mente. O presente é exatamente como te lembras de uma coisa que te impressionou no curso de teu exílio. Simplesmente, como já não temos o véu material que obscurece a tua inteligência, lembramos-nos de coisas que para ti estão apagadas. Vocês viram que eu pedi para vocês buscarem na lembrança? Se a gente não trouxer a lembrança, fica esquecido, fica apagado, não é? Mas tá lá registrado. É assim também no mundo espiritual. Só que a gente vai ter uma uma
pedi para vocês buscarem na lembrança? Se a gente não trouxer a lembrança, fica esquecido, fica apagado, não é? Mas tá lá registrado. É assim também no mundo espiritual. Só que a gente vai ter uma uma surpresinha já já. Eu fico me empolgando, mas eu não posso esquecer de chegar no final. Mas nem tudo os espíritos sabem, a começar pela sua própria criação. A gente ainda não sabe de fato como foi criado. Sabemos porque tá aqui que fomos criados todos, simples e ignorantes. Um princípio inteligente que passa pelos reinos até chegar à humanidade. os detalhes a gente tem que conhecer mais. Os espíritos conhecem o futuro e isso também depende da perfeição deles. Muitas vezes apenas o entrevém, mas nem sempre lhes é permitido revelá-lo. Às vezes você tá conversando com uma entidade, quer saber do seu futuro. Ele pode até perceber, entrever, mas isso não quer dizer que ele deva falar. Então, estejam atentos até a isso. Quando vem, o futuro lhes parece o presente. O espírito vê o futuro mais claramente, o espírito. Nós, no plano espiritual vemos o futuro mais claramente à medida que se aproxima de Deus. Após a morte, a alma vê e abarca num piscar de olhos. suas migrações passada. Lembra que eu falei? Após a morte, a alma vê e abarca num piscar de olhos suas migrações passadas. Eu acho que vocês já podem ter visto em algum filme, porque nós temos filmes que já mostram isso, é não piscar de óleo a pessoa, naquelas experiências de quase morte, alguns também podem ter essa experiência de visualizar a sua as suas vidas e volta com outra consciência. pode acontecer, mas aqueles que já partiram contam que tiveram a oportunidade de ver as suas vidas anteriores, mas não pode ver o que Deus lhe reserva o futuro. Não, o que passou, sim. Para isso é preciso que esteja completamente integrada a ele, a Deus, depois de muitas existências. O espírito, os espíritos que alcançar a perfeição absoluta tem conhecimento completo do futuro. Perfeição absoluta, só Deus. Só Deus. Completo não é bem o termo, pois
us, depois de muitas existências. O espírito, os espíritos que alcançar a perfeição absoluta tem conhecimento completo do futuro. Perfeição absoluta, só Deus. Só Deus. Completo não é bem o termo, pois só Deus é soberano Senhor, e ninguém o pode igualar. Essa é a, entre aspas, pobreza do nosso vocabulário. Como a gente não tem palavras para decifrar, para distinguir, para nomear Deus, a gente usa as que a gente conhece, né? Vocês já devem ter ouvido isso. Então, a gente fala numa coisa como absoluta porque é a palavra que a gente tem. Mas esse grau de evolução, ele é grande. Então, pra gente chegar a Deus perto dele, vai levar um tempinho. Os espíritos vem Deus, esses espíritos vem Deus. Só os espíritos superiores o vem e o compreendem. Ou seja, tem que passar por uma outra questão que também a nossa palavra diz aqui, que é compreender Deus. Só de falar em compreender Deus, não basta eu olhar para achar que já sei quem é, o que é. Não basta ver. Eu tenho que compreender. Percebem? Só os espíritos superiores o veem, o compreendem. Os inferiores o sentem e o adivinham. Quando um espírito inferior diz que Deus lhe proíbe ou permite uma coisa, como sabe que isso vem de Deus? Como é que a gente sabe? Às vezes a gente tem intuição, né? Isso é de Deus mesmo. E os espíritos nos dizem, ele não vê a Deus, mas sente a sua soberania. E sempre que uma coisa não deve ser feita ou uma palavra não deve ser dita, ele sente uma espécie de intuição, uma advertência invisível que o proíbe de fazê-lo, mas às vezes ele faz, mas ele sente. Vós mesmos que não tendes pressentimentos que são como avisos secretos para fazerdes ou não isto ou aquilo, não é? O mesmo acontece conosco, só que mais sutil do que as vozes. O mesmo acontece conosco, só que num grau superior. Pois hás de compreender que, por ser mais sutil do que as vossas, a essência dos espíritos, eles podem receber melhor as advertências divinas. A ordem lhes é transmitida diretamente de Deus? Kardec perguntando, ou por intermédio de outro
mais sutil do que as vossas, a essência dos espíritos, eles podem receber melhor as advertências divinas. A ordem lhes é transmitida diretamente de Deus? Kardec perguntando, ou por intermédio de outro espírito. Ela não vem diretamente de Deus. Para se comunicar com Deus é preciso ser digno disso. Deus lhe transmite suas ordens por meio de espíritos mais elevados em perfeição e instrução. Por isso que é tão importante a gente manter esse desenvolvimento nosso espiritual, essa inteligência de sentir, de conversar com Maria, com Jesus, com aqueles que nós chamamos de mentores, que são espíritos que demonstraram em vida a sua evolução. Eles nos ajudam nesse momento, claro que com as bênçãos divinas. A a visão dos espíritos é circunscrita como a dos seres corpóreos? Não. Ele reside neles por inteiro. Eu falei isso para vocês, né? Os espíritos podem ver por todos os lados. Os espíritos precisam da luz para ver. Por que que ele pergunta isso? Porque os nossos olhos, se nós estivermos num lugar muito escuro, escuro, escuro, escuro, a gente vai ficar, não tá vendo nada, tá tudo escurão, mas se tiver uma frinha de luz, a gente já começa a enxergar. É ou não é? Esses órgãos precisam dessa luz. O do espírito não precisa. Vezis, vem por si mesmo, sem precisarem de luz exterior. Para eles não há trevas, a não ser aquelas em que podem achar-se por expiação. Se eu achar que eu mereço estar na nas trevas, eu estarei porque eu estou espiando alguma coisa. Os espíritos têm necessidade de transportar-se para vem o que se passa em dois pontos diferentes. Podem, por exemplo, ver simultaneamente nos dois hemisférios do globo terrestre. Será que os espíritos podem ver em dois lugares ao mesmo tempo? pela mente, no nosso pensamento. Se eu conheço um lugar lá no Nordeste, eu fecho os olhos, eu não me transporto para lá e eu conheço também um lugar no Sul. Se eu fechar os olhos, eu não me transporto para lá, sim ou não? Sim, pelo pensamento, não é? Olha o que que eles nos respondem. Como o espírito se transporta com a
eu conheço também um lugar no Sul. Se eu fechar os olhos, eu não me transporto para lá, sim ou não? Sim, pelo pensamento, não é? Olha o que que eles nos respondem. Como o espírito se transporta com a rapidez do pensamento, pode-se dizer que vê em toda parte ao mesmo tempo. Ele tem essa capacidade. Seu pensamento pode radiar e dirigir-se para muitos pontos diferentes ao mesmo tempo. Por isso que todo mundo pode rezar para Maria, a gente pode rezar para Jesus. Porque eles podem nos perceber em todos os lugares ao mesmo tempo. Mas essa faculdade depende de sua pureza. Quanto menos puro é o espírito, tanto mais limitada é a sua visão. Só os espíritos superiores podem abarcar este conjunto. E diz Kardec faz uma observação aqui no espírito, a faculdade de ver é uma propriedade inerente à sua natureza e que reside em todo o seu ser, como a luz reside em todas as partes de um corpo luminoso. Se a gente olhar para aquela lâmpada, a gente vai ver luz nela toda, né? E fica até sentindo nos olhos por ter olhado para ela. Não é assim? É assim também no espírito. É uma espécie de lucidez universal que se estende a tudo, que abrange simultaneamente o espaço, os tempos e as coisas, lucidez para a qual não há trevas, nem obstáculos materiais. Então, quando o espírito se convence que ele é luz, ele é a luz, que ele traz a centelha divina, ele vai reconhecer nele essa centelha divina. Compreende-se que deve ser assim no na humanidade a visão se dá pelo funcionamento de um órgão que a luz impressiona. Não havendo luz, ele fica na obscuridade. No espírito, como a faculdade de ver é um atributo próprio. Abstração feita de qualquer agente exterior é a visão independe da luz. Estou chegando no final. O espírito ver as coisas tão distintamente como nós mais ainda, pois sua visão penetra o que nós não podemos penetrar. O espírito percebe os sons? Sim, até mesmo os sons que os vossos sentidos obtusos são incapazes de perceber. No espírito, a faculdade de ouvir está em todo o seu ser, como há de
não podemos penetrar. O espírito percebe os sons? Sim, até mesmo os sons que os vossos sentidos obtusos são incapazes de perceber. No espírito, a faculdade de ouvir está em todo o seu ser, como há de ver. Todas as percepções são atributos do espírito e fazem parte de seu ser. Quando estáais revestido de um corpo material, elas só lhe chegam pelo conduto dos órgãos. Essas percepções são atributos do próprio espírito. Será possível, subtrair-se a elas, ou seja, eu percebo neste corpo. O espírito percebe na condição que ele encontra. Ele pode não perceber. O espírito só vê e ouve o que quer. Isto é dito de forma geral, sobretudo para os espíritos elevados, pois os imperfeitos muitas vezes ouvem e vem à revelia deles, o que possa ser útil ao seu aperfeiçoamento. Os espíritos são sensíveis à música. Isso é lindo, gente. E aí os espíritos nos dizem que sim, que a música no plano espiritual é uma música celestial e que muitas vezes a gente não percebe, mas há irmãos na erraticidade que vem para aproveitar a nossa música, curtir a nossa música, porque eles ainda não conseguem perceber essa música celestial. Os espíritos são sensíveis às belezas da natureza igual a gente, mas também a beleza no todo que eles não são capazes de perceber. Na Gênese, quando Kardec fala sobre a passagem, e vale a pena estudar esse trecho da Gênese, ele vai contar como se dá a nossa morte. Quando é que a gente vai deixando esse corpo e entrando no mundo espiritual? E quando ele detalha isso pra gente, ele fala dos mundos que existem também, né? Eu falei na Gênese, mas é no céu e inferno. No na Gênese ele fala dos mundos que existem, em que os espíritos vão e às vezes eh não encontram, não há essa natureza que há no nosso planeta. Mas lá eles percebem uma imensidão linda. A beleza que eles enxergam é muito diferente da nossa. E muitas vezes a gente não percebe a beleza da natureza dessas flores que aqui estão aqui no palco, não é verdade? Os espíritos são sensíveis. Sim, os espíritos são sensíveis a essas
ferente da nossa. E muitas vezes a gente não percebe a beleza da natureza dessas flores que aqui estão aqui no palco, não é verdade? Os espíritos são sensíveis. Sim, os espíritos são sensíveis a essas belezas, segundo as aptidões que tenham para apreciar e compreender. Os espíritos experimentam as nossas necessidades e sofrimentos físicos. Eles os conhecem porque os sofreram, mas não os experimentam como vós materialmente, são espíritos. Os espíritos sentem fadig necessidade de repouso. Quando um espírito diz que sofre, de que natureza é seu sofrimento? E a última questão, como é que alguns espíritos se têm queixado de sofrer frio ou calor? E aí eu vou resumir aqui como Kardec diz, mas cada um pode voltar ali para olhar cada resposta. Como nós guardamos tudo que nós vivemos aqui nesse corpo, isso vai com a gente, isso vai para onde a gente for. Então, eu sei o que é um puxão de cabelo, um beliscão, um corte. Eu sei o que é, porque eu registrei isso em mim. Então aquele que tá no plano espiritual, ele sente pelas lembranças. Ele vai ficar sofrendo por uma opção até ele despertar paraa luz. As angústias morais que o torturam mais dolorosamente do que os sofrimentos físicos. Percebem isso? Inclusive aqueles que partem de uma forma violenta, às vezes eles ficam no lupiver aquele momento, mas a maior angústia é saber que ele tá vivo e que ele tem em si, como todos nós, as leis divinas. E quando a gente infringe uma lei divina, a gente mesmo se condena e a gente leva tempo para se perdoar. Entendem isso? Então eles sentem como nós, entre aspas, porque eles sabem que dor é essa, mas eles são espíritos. E é por isso que num diálogo a gente pode ajudá-los a transformar tudo isso num instalar de dedos, certo? E a gente continua semana que vem e vai ser lindo. Venham. Gratidão pela atenção. Geralmente nós enfatizamos muito a nossa observância em relação às palavras que proferimos, as nossas ações, os nossos pensamentos. Mas Marta tocou num ponto que nós gostamos muito de frisar. Também é
Geralmente nós enfatizamos muito a nossa observância em relação às palavras que proferimos, as nossas ações, os nossos pensamentos. Mas Marta tocou num ponto que nós gostamos muito de frisar. Também é preciso observar o que nós sentimos. E o sentimento às vezes é silencioso. Você percebe as consequências dele que algo não está bem. Você não tá se sentindo bem, mas você não sabe definir o porquê. Uhum. A causa, ela usou o termo inteligência emocional, que me chamou muita atenção, porque a gente convive muitas vezes com sentimentos e nós não tratamos. A gente passa uma vida inteira com aquilo, uma revolta, uma mágua, uma ansiedade, uma dor, um sentimento de rejeição, de não pertencer, de não se encontrar, de não tá satisfeito. Tá faltando algo, mas não sei o que que é. Por favor, não levem esses sentimentos paraa eternidade, porque lá é o mundo da verdade. Lá essas coisas p explodem. Então, resolva na terra todos os seus problemas ou pelo menos os conheça e consiga mapeá-los e colocá-los ali no devido lugar. Eu sei que eu tenho isso daqui, sei que a causa é essa e vou trabalhar nisso. Um pouco de consciência. Eu acho que é muito importante esse conceito de inteligência emocional para nós partirmos para uma maturidade emocional. O espírita, na presta abertura, nós falamos propositadamente de saúde integral. A minha saúde, minha maturidade emocional tá adequada, é compatível com a minha existência, porque lá é o mundo da verdade. Então, a pessoa chega, ela vai encontrar uma realidade que vai refletir o que ela sente. Tem muita gente que acha que o morrer ou desencarnar é uma solução mágica de todos os problemas. Não, pelo contrário, pode até ser o começo, porque aqui o corpo mascara. Todos nós temos as nossas máscaras. Eu escondo minha dor. Tem gente que não vai perceber que eu sou frustrado, que eu tenho alguma coisa que eu nunca disse para ninguém. Mas lá isso vem à tona, é forte e a gente precisa construir uma saúde integral com base também na maturidade espiritual.
ue eu sou frustrado, que eu tenho alguma coisa que eu nunca disse para ninguém. Mas lá isso vem à tona, é forte e a gente precisa construir uma saúde integral com base também na maturidade espiritual. Vamos fazer da terra um bom preparo para uma viagem feliz para a eternidade. Senão o dia de amanhã não será tão bom como poderia ser. Depende de nós. Nós continuaremos com esse tema no próximo encontro, fazendo um resumo sobre a sensação dos espíritos pautada agora no perespírito, esse grande veículo de conexão nossa com o universo. Vamos ter uma noite de paz, um excelente transcurso de semana. Desejamos saúde, crescimento, bom ânimo, alegria de viver para todos os corações. Um bom fim de noite. Até a próxima quarta-feira. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da
ritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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