VÍCIOS E PAIXÕES - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/05/2025 (há 11 meses) 46:49 613 visualizações

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Transcrição

Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, tantos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes quanto que nos acompanham aqui pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de de forma gravada, né? Que a paz de Jesus possa estar conosco. A gente tá aqui, né, terça-feira de manhã com o nosso irmão Adolfo Marques, que vai trazer a palestra com o tema vícios e paixões. Saudando aqui quem tá no chat do YouTube, mestra Branca, a Rosana e a Ana Rogéria também. Então, bom dia a todos. Para, como é de prh, a gente sempre tem o hábito de ler um trecho de um livro. E o objetivo desse dessa leitura é pra gente acalmar os nossos pensamentos, deixar as coisas do mundo, as coisas do dia a dia em standby, em pausa, né? A gente vai voltar a pensar nelas, mas nesse momento é pra gente nos ajudarmos a estarmos concentrado aqui no momento da palestra. E vou ler um texto então do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 45. Sempre chamados. O cristão é chamado a servir em toda parte. Na casa do sofrimento ministrará consolação. Na furna da ignorância fará esclarecimento. No castelo do prazer ensinará a moderação. No despenhadeiro do crime sustará quedas. No carro do abuso exemplificará sobriedade. Na toca das trevas acenderá luz. No nivoeiro do desalento, abrirá portas ao bom ânimo. No inferno do ódio multiplicará bênçãos de amor. Na praça da maldade dispensará o bem. No palácio da justiça, colocar-seá no lugar do réu, a fim de examinar os erros dos outros. Em todos os ângulos do caminho encontraremos sugestões do Senhor, desafiando-nos a servir. Então, André Luiz, né, trazendo essa reflexão no capítulo 45, que a gente sempre é convidado pelo Senhor para contribuirmos, né, onde quer que estejamos. Nessa reflexão, agradecemos a Deus, nosso pai por mais esta oportunidade deste dia que se apresenta diante de nós. Agradecendo a Jesus e a espiritualidade maior por ter preparado este ambiente para estarmos aqui

xão, agradecemos a Deus, nosso pai por mais esta oportunidade deste dia que se apresenta diante de nós. Agradecendo a Jesus e a espiritualidade maior por ter preparado este ambiente para estarmos aqui reunidos para refletirmos ensinamento de Jesus e também os esclarecimentos que a doutrina espírita nos traz. Que a gente possa estar atento das reflexões que serão aqui ditas. que possa amparar, intuir nosso irmão Adolfo para que ele seja traga para cada um de nós a mensagem que a gente esteja precisando neste momento. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia a todos que estão nos assistindo pelas redes sociais vinculadas à Comunião Espírita de Brasília e aos encarnados e desencarnados que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa nessa manhã tão bonita, né? Nós estamos aqui, pássaros cantam lá fora, o céu que nos aquece, essa brisa gostosa que nos envolve a todos, né? E diz que essa cor do mundo é a cor que nós temos dentro de cada um de nós. Nós damos a cor à nossa vida. Se estivermos levando uma vida assisentada, com pensamentos negativos, a vida parece que é cinza, né? Vamos colocar as cores do amor, da esperança, para que possamos caminhar com Jesus sempre conosco. E eu peço que a espiritualidade que aqui já se encontra possa realmente me intuir para que a mensagem espírita possa tocar todo o nosso coração e possa trazer realmente algo que nos dê uma orientação, nos dê o alento que estamos precisando nesse instante e tão decisivo da nossa vida, né? Todo instante é decisivo. A todo momento você pode decidir a sua vida. Eh, tava refletindo a respeito desse tema e pensei assim: todos os que estão nesse mundo de expiação em provas e que acreditam que algo sobrevive à matéria, todos têm esperança de chegar a um lugar melhor. Os nossos irmãos católicos evangélicos acreditam realmente que numa única vida, se praticarem a perfeição, chegarão ao paraíso. Mas se não praticarem, o inferno os aguarda pela eternidade. Os nossos irmãos de não cristãos, alguns deles acreditam

tam realmente que numa única vida, se praticarem a perfeição, chegarão ao paraíso. Mas se não praticarem, o inferno os aguarda pela eternidade. Os nossos irmãos de não cristãos, alguns deles acreditam piamente que quando chegarem a um lugar melhor, terão 80 virgens para eles. Cada um dá a dimensão daquilo que acha importante na vida, né? Nós espíritas também acreditamos que fatalmente chegaremos à perfeição. Isso é fatal. Todos nós chegaremos à perfeição, independentemente do credo que professemos. A prática do bem é o caminho que nos direciona a esse a esse estágio da vida de consciência através de múltiplas encarnações. O que acontece é que nós temos uma realidade em nossa vida. Nós não conhecemos bem como esse mundo de espíritos puros que nos aguardam, onde não existem paixões. A gente tem uma informação muito vaga que a espiritualidade nos traz desse mundo. A gente sabe que lá não ficaremos na ociosidade. O que nós temos de mais concreto na nossa vida é a notícia do umbral, que certamente todos nós em algum momento em outra encarnação já estivemos lá. Então, mesmo que nós não possamos objetivamente compreendê-lo, nós podemos sentir como é que deve ser a dor da consciência da culpa, né? As dores que possam ter no umbral. O melhor que nós temos informações e através de André Luiz particularmente são das colônias espirituais que ainda estão nas regiões do Umbral para muitos espíritas chegar ao nosso laro o paraíso. E ainda é uma situação de umbral. Então, se nós formos fôssemos hoje eh discorrer a respeito desse mundo que nós objetivamos chegar quando tivermos na perfeição, nós teremos que fazer um exercício de pensamento. Teremos que imaginar como é que seria um espírito puro, desmaterializado para chegarmos lá. Mas para a nossa tranquilidade, não é disso que nós vamos tratar. Nós vamos tratar de um assunto que todos nós conhecemos com muita propriedade. Nós conhecemos muito dessa desse assunto. Nós vamos falar de vícios e paixões. Quem é que nunca teve uma paixão? Quem nunca sentiu

tratar de um assunto que todos nós conhecemos com muita propriedade. Nós conhecemos muito dessa desse assunto. Nós vamos falar de vícios e paixões. Quem é que nunca teve uma paixão? Quem nunca sentiu a dor de um vício na sua vida, né? E esse e esse tema que poderia ser eh conduzido, explorado de várias maneiras, ele foi retirado para dar o um encaminhamento ao que vamos falar de um livro que o livro é de eh de autoria do de Joana de Angeles, é o capítulo 11 do livro Amor e sexualidade, à conquista eh da alma. autoria de Joana de Angel na psicografia do nosso querido Divaldo Franco, que ontem completou 98 anos. Que a espiritualidade esteja sempre com ele, o atendendo. Bem, mas nós vamos falar de vícios e paixões e seguindo Joana de Angeles, que também está sempre coerente, porque não poderia ser de outra maneira, com a nossa doutrina espírita. E ela inicia essa mensagem citando um comentário que Kardec fez, a questão 908 do livro dos espíritos. Então ela define dessa maneira as paixões. Diz ela, diz ela citando Allan Kardec, as paixões são alavancas que decuplicam as forças do homem e o auxiliam na execução dos desígnios da providência. Mas se em vez de as dirigir deixa que elas o dirijam, cai o homem nos excessos e a própria força que manejada pelas suas mãos poderia produzir o bem, contra ele se volta e o esmaga. Então, olhem só a preocupação, né, que nós devemos ter com as paixões que podem nos envolver. Elas são, conforme nos diz Kardec, alavancas que podem nos impulsionar para coisas bo coisas boas ou podem nos esmagar se nós não tivermos o controle dela. Um exemplo, alguém se apaixona intensamente por outra pessoa, o que é muito natural, porque pela paixão, pela união das pessoas, coisas boas vem, vem a família, vem uma relação boa, não precisa se casar, mas vem uma um relacionamento bom que faz os dois caminharem progredir. Então, a pessoa se apaixona. Isso é natural no nosso mundo. Mas se esse amor se desequilibra a ponto de sufocar o outro, de controlar o outro ou viver em função do outro,

os dois caminharem progredir. Então, a pessoa se apaixona. Isso é natural no nosso mundo. Mas se esse amor se desequilibra a ponto de sufocar o outro, de controlar o outro ou viver em função do outro, essa paixão vira o quê? Vira ciúme, obsessão e, por fim, sofrimento. Isso nós vemos diariamente, não somente com as pessoas, mas nós também em algum momento já passamos por isso. E aí surge o quê? Surge um vício, porque o vício decorre dessa paixão e desequilíbrio, surge o vício da posse. A alma perde autonomia e vive no julgo emocional do outro. E o espiritismo alerta para os casos em que essa situação de desequilíbrio eh perpetua até após a morte. E pode entrelaçar essas pessoas envolvidas nessa posse, nesse desequilíbrio de um querer possuir o outro como se fosse sua propriedade, pode levar a situações de obsessão entre encarnados e desencarnados. Isso é muito comum na literatura espírita, nos romances que nós lemos a respeito desse assunto. E eu vou citar apenas um. é o livro Memórias de um Suicida ditado pelo espírito de Camilo Cândido Botelho, psicografado por Ivone Amaral Pereira, onde são relatados inúmeros casos onde a paixão desequilibrada colocou aquele aquelas pessoas ah numa situação de tal desequilíbrio que muitas delas chegaram ao suicídio e aí são preparadas eh momentos de encarnação e toda a espiritualidade se envolve para que possa acolher aquelas pessoas envolvidas. Então, nós podemos ter aí uma dimensão onde isso pode chegar quando uma paixão que seria equilibrada em que você tem as rédeas daquilo que você sente, o que ela pode chegar se você perde as réas. É igual quem já montou a cavalo. Se você monta um cavalo e você tem conhecimento do que você faz, você toma as rédeas e esse cavalo vai pro lugar que você quer, se desequilibra, ele vai pular, você vai cair, vai se machucar. Então, quando nós tomamos as rédias das nossas paixões, então nós caminhamos bem, porque a paixão, como diz Kardec, ela nos impulsiona a vida. Eh, isso que nós estamos falando nos

ir, vai se machucar. Então, quando nós tomamos as rédias das nossas paixões, então nós caminhamos bem, porque a paixão, como diz Kardec, ela nos impulsiona a vida. Eh, isso que nós estamos falando nos alerta que a paixão doentia gera prisão espiritual, pois mantém o espírito nas faixas vibratórias densas. Quando a pessoa está com essa paixão desequilibrada, ela não enxerga nada. Se uma pessoa estivesse hoje aqui nesse salão, nesse desequilíbrio da paixão e o que é muito natural no nosso mundo, não estaria nem ouvindo o canto dos passarinhos aqui fora, entendeu? Então, eh, a, a paixão nos aprisiona realmente, né? E a paixão, olhem só que interessante, ela pode denunciar o nosso nosso nível de evolução, porque nós estamos falando aqui não para você, corpo material, esse que nós estamos vendo, nós estamos falando aqui para nós que somos espíritos imortais. Então, quando quando a doutrina nos fala sobre a evolução, é do espírito. Então, essa paixão que nós sentimos, ela pode inclusive indicar em que nível de evolução você está. Quer ver só? No livro dos espíritos e no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós encontramos uma escala espírita apenas para título de poder classificar, para estudo e posicionamento de cada um. E ela se baseia essa escala espírita no grau do nosso adiantamento, do adiantamento dos espíritos, que são classificados em três ordens. Na terceira ordem, os espíritos imperfeitos, que eu vou ler o trechinho no Os espíritos imperfeitos, a predominância da matéria sobre o espírito, propensão para o mal, ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequentes. Consequente de quem? do egoísmo. E nessa ordem de espíritos, eles têm uma intuição de Deus, mas ainda não o compreendem. Na segunda ordem são os bons espíritos, onde a predominância do espírito sobre a matéria, o desejo do bem e não estando ainda completamente desmaterializados, conservam mais ou menos os traços da existência corporal. Na forma, isso aqui é bem interessante também, Anderson. Na forma da linguagem

ejo do bem e não estando ainda completamente desmaterializados, conservam mais ou menos os traços da existência corporal. Na forma, isso aqui é bem interessante também, Anderson. Na forma da linguagem e dos hábitos se descobrem algumas de suas manias. De outro modo, seriam espíritos perfeitos. E, na primeira ordem, espíritos puros. nenhuma influência da matéria, superioridade intelectual e moral absoluta com relação aos espíritos de outra ordem. Eu acredito que quando eu estava falando dessa ordem, eu eu faria isso. Cada um tá pensando assim, em que ordem que eu estou, né? tá se colocando assim, eu sou mais materializado, normalmente a gente pura, procura sair dessa terceira ordem, né, dos espíritos ainda materializados que t a propensão para uma e acredito que realmente nós não estamos nessa ordem, né? E muitos se colocam na segunda ordem onde fica assim, um pé aqui, ah, tô segunda ordem, mas ainda tem um pé naquela outra e tal. Mas tem uma parte que é interessante que a gente analise. Mas quando eu falo analise, não é analisar assim: "Ah, o meu amigo Anderson, ele tem essa ou aquela situação e aí eu fico olhando os outros, né?" É, é isso. É pra gente fazer pra gente naquela segunda, eh, naquela segunda ordem dos espíritos e espíritos bons, eh, ele fala uma coisa assim: "Na forma da linguagem, dos e dos hábitos se descobrem algumas de suas manias. De outro modo, seriam espíritos perfeitos." Então, avaliar o que é que você anda pensando, o que é que está tomando conta da sua mente durante o dia? Qual é o principal móvel que tá na tua mente? Malícia, julgamento, vontade de descontar no outro alguma coisa, muita tristeza? O que que você anda falando? Qu o o que que você dirige a sua palavra para uma pessoa? É julgando? É com uma piada de malícia? Eh, enfim, o que que você anda fazendo também? É, pensa, fala e age. O que que você anda fazendo? lóg tá trabalhando, tá cuidando de casa, mas isso aí vai dar um caminho do tempo que você está às vezes desperdiçando nessa vida que é tão curta

bém? É, pensa, fala e age. O que que você anda fazendo? lóg tá trabalhando, tá cuidando de casa, mas isso aí vai dar um caminho do tempo que você está às vezes desperdiçando nessa vida que é tão curta e que tem por objetivo nos trazer uma modelação da nossa moralidade para que possamos caminhar para esse caminho de chegar a ser espíritos puros, né? E Joana de Angeles nos ensina e nos alerta que as paixões não podem ser destruídas. Quando eu li isso, eu falei: "Nossa, eu não posso destruir essas paixões?" Ela diz o seguinte: "Você não pode destruir as paixões porque elas fazem parte da nossa natureza animal e nós temos essa natureza animal em nós." Mas aí ela nos alenta, ela nos dá então um alívio. Ela diz assim: "Mas podem ser direcionadas, canalizadas para as edificações de engrandecimento de cultura, de solidariedade e paz, de beleza e arte, de fé e de amor." Então, ah, então me aliviou porque eu tenho paixões que às vezes eu nem falo, tá no meu pensamento. Diz que o espírita porque tá dando uma palestra, não chegou em nível melhor do que ninguém, não. Nós estamos também nesse mesmo caminho e temos essas paixões que muitas vezes povoam o nosso sentimento, a nossa mente, a nossa palavra, a nossa atitude. Mas quando nós podemos canalizar é um alento. E nós estamos dentro de uma casa com União Espírita de Brasília que nos ajuda a canalizar essas paixões. Você vem para cá com tanta, muitas vezes nós entramos aqui com a nossa cabeça em eh em num turbilhão e ela canaliza para quê? Paraa prática do bem. Você vem, você começa, tá com a vida assim agitada, né? Aí você vem aqui, você tem o o atendimento fraterno que vai te ouvir, vai te encaminhar para um tratamento espiritual. Você tem o passe, água fluidificada, mas se você já quer trabalhar mesmo para canalizar melhor ainda, isso é a prática do bem. Você tem a campanha Alta de Souza, você tem eh nas sextas-feiras tantos trabalhos voluntários onde você pode direcionar toda a sua palavra, o seu pensamento e a sua atitude para isso.

prática do bem. Você tem a campanha Alta de Souza, você tem eh nas sextas-feiras tantos trabalhos voluntários onde você pode direcionar toda a sua palavra, o seu pensamento e a sua atitude para isso. Porque tá na questão 860 do livro dos espíritos, que o único objetivo da vida é a prática do bem. E é a bandeira da doutrina espírita, a prática do bem. Porque praticando o bem, nós nos afastamos do egoísmo, do orgulho e da vaidade. E aí, meus irmãos, Kardec perguntou paraa Joana de Angeles: "Será substancialmente o mal o princípio originário das paixões?" Embora esteja na natureza? E ela responde: "Não, a paixão está no excesso de que se acresceu à vontade. Então, toda paixão tem uma vontade em si." Uma vontade em si. Por exemplo, você quer eh você quer interagir com a sua família e nós não precisamos passar a nossa vida inteira dentro da igreja, dentro da comunhão para se tornar pessoas melhores. Nós temos que viver a vida em sociedade. Até uma lei divina, a vida em sociedade. E no nosso Brasil nós gostas gosta muito de quê? De futebol, não é verdade? Não gosta muito de futebol. A gente se diverte com futebol, brinca com amigo e às vezes você que gosta, tem essa paixão pelo futebol, só por um exemplo aqui brasileiro, você vai a um estágio com a sua família, com o seu filho, para quê? Para se divertir, para ver o time jogar. É uma paixão. Mas se você pega essa paixão por aquele time e começa a agredir outro, a atacar uma pedrada na cabeça dele, a destruir um ônibus que tem uma torcida, o que que você fez? Você desvirtuou a paixão, uma coisa que seria boa, um momento de lazer com a família. E aí você faz o quê? Você desvirtua aquilo, faz aquilo. Uma festa que nós todos gostamos de ir para uma festa, né, com a namorada, com o marido, com os amigos. Você vai para quê? Para interagir, para se divertir, para relaxar. E aí o que é que acontece? As pessoas brigam, consome a droga, bebe demais, acaba tendo a briga na família, marido, mulher. Então são as desvirtuações de paixões

ragir, para se divertir, para relaxar. E aí o que é que acontece? As pessoas brigam, consome a droga, bebe demais, acaba tendo a briga na família, marido, mulher. Então são as desvirtuações de paixões pequenas. Não podemos entender a paz, não só aquelas coisas grandes que mata, que agride, não. Coisinhas pequenininhas que podem levar a uma questão muito maior. Bom, e Joana nos diz o seguinte, que ninguém pode viver sem paixões e que uma paixão bem direcionada alavanca até o próprio mundo. Você uma pessoa que tenha paixão e quis descobrir a eletricidade, por exemplo, ele lutou a vida inteira, fez mais de 1000 experimentos apaixonado e descobriu a eletricidade. A a as descobertas dos continentes, navegadores de vários países apaixonados pela navegação, foram atrás de novas terras. Irmãos nossos apaixonados para resolver o problema da dor do homem, da dor física, inventavam a penicilina, a inúmeras vacinas, a anestesia. É muito bom. Agora, outros, por uma paixão doente e desequilibrada, fazem o quê? Pegam a embarcação, que é para nos transportar daqui para ali e bota um canhão nela e vai fazer a guerra. A imprensa. Maravilha. Nós podemos através da imprensa lermos essa a nossa codificação. Vários livros nós podemos ler, nos instruir, mas o que fazem com o livro? Colocam uma série de teorias que levam à violência, que levam à maledicência, que levam o homem a se destruir pela leitura. Então, são as paixões quando elas são equilibradas ou desequilibradas. E Joana ainda falando sobre paixão, ela complementa a cada um, portanto, cabe o dever de as bem conduzir. Cada um de nós tem o dever de bem eh eh conduzir as suas paixões, né? E aí ela vai na mesma mensagem e vai nos falar dos vícios. E ela diz assim: "Os vícios são os devastadores efeitos da paixão. Quer dizer, toda paixão nos leva a um vício que se enraízam em forma de hábitos de qualidade inferior, responsáveis pelos desastres morais e emocionais que trucidam as criaturas imprevidentes." E aí Kardec pergunta na questão

os leva a um vício que se enraízam em forma de hábitos de qualidade inferior, responsáveis pelos desastres morais e emocionais que trucidam as criaturas imprevidentes." E aí Kardec pergunta na questão 913, qual é o dos vícios? Qual é o que pode ser mais radical? O egoísmo. O egoísmo é um vício. Nós nos viciamos no egoísmo. A pessoa egoísta é viciada em si mesma. E vamos dar um exemplo. Vamos trazer aqui uma lei divina, que é a lei da reprodução. É uma lei divina, reproduzir. Nós somos espíritos imortais e precisamos de um corpo para vir para cá. Então a gente tem que fazer esse corpo aqui, né? Ele não nasce assim de mágica. Então a lei da reprodução, ela é divina. Por isso, nós ao procriarmos, nós fazemos corpo. O nosso pai e nossa mãe fez o nosso corpo e nós vamos fazer de outros. Isso aí é uma linha de reprodução. Para o espiritismo, o sexo é visto sob um aspecto muito natural e importante da vida, tanto para a perpetuação da espécie quanto para o desenvolvimento espiritual nosso. A doutrina espírita não proíbe o sexo, longe disso, mas defende que ele deve contribuir para o equilíbrio e o nosso discernimento. E a finalidade principal do sexo sempre será a reprodução. Contudo, nós não vamos ficar só na reprodução. Eu eu eu tive sete filhos produzir bem. Quer dizer, eu já botei no mundo sete corpos aí para espíritos encarnarem. Mas o a finalidade não é só essa não. Ele diz aqui para o equilíbrio psíquico e o desenvolvimento afetivo. Porque nós ainda precisamos de um abraço, né, de uma coisa mais carinhosa ali com a pessoa que nós amamos. Porém, aí vem o porém, quando essa energia se desequilibra, essa energia sexual se desequilibra e excede os seus limites e passa a ter um fundo egoístico, o que que acontece? poderá trazer o seu filho, o filho da paixão, os vícios, como a pornografia, a ideiação para a traição, o que pela lei de, perdão, pela lei de sintonia nos cercará de espíritos afins a essas vibrações. Tá errado, tá certo? Não, não existe certo e errado, existe

a pornografia, a ideiação para a traição, o que pela lei de, perdão, pela lei de sintonia nos cercará de espíritos afins a essas vibrações. Tá errado, tá certo? Não, não existe certo e errado, existe escolha. Existe escolha. E nós estamos nesse mundo de expiação e provas ainda para aprender. Então isso pode acontecer, pode, não deveria não. Porque vamos lembrar da a primeira ordem de espírit de espíritos puros, o que que diz para você chegar lá? É desmaterializar, desapegar. Mas às vezes a gente fica tendo vício, né? E e às vezes você não quer pensar naquilo, mas aquilo te procura a todo instante. Faz parte do aprendizado, do esforço. Lembra para você sair dessa paixão desequilibrada, desse animal que está vocêgando a ré, não consegue controlar, você precisa ter vontade. Ninguém vai fazer essa vontade por você, mas um dia você vai conseguir. O o bom da nossa doutrina é que ela sempre diz assim: "Olha, você pode, você vai conseguir". Pode ser nessa vida, pode até não ser aqui, mas existe uma lei, uma lei de progresso, que nos levará a todos, a esse mundo que a gente nem sabe bem como é que é, mas deve ser muito bom de espíritos puros, onde nós nos desapegamos dessas situações que nos envolvem. E ela diz ainda assim: "O egoísmo é a fonte de todos os vícios". Por isso que na doutrina espírita e tem até uma palavra bem forte que fala assim: "O egoísmo deve ser destruído. Ele é a fonte de todos os vícios, de todas as paixões em desequilíbrio." E Jesus nos fala isso naquela, nas bem-aventuranças, quando ele diz assim: "Bem-aventurados os que têm puro coração, porque verão a Deus". E o que é ter puro coração? Ter puro coração é você tirar do seu lado emocional o coração significando as suas emoções. Quando você passa o arado no seu coração e planta a boa semente que frutifica. Mas isso é um trabalho de muitas encarnações, não é numa única encarnação, como os nossos amigos, nossos irmãos cristãos pensam, que você vai chegar ao paraíso. Eu me recordo, já finalizando que aos 11 anos de idade eu

alho de muitas encarnações, não é numa única encarnação, como os nossos amigos, nossos irmãos cristãos pensam, que você vai chegar ao paraíso. Eu me recordo, já finalizando que aos 11 anos de idade eu fui interno num colégio salesiano de padre. Eu era coroinha nesse colégio, tinha missa todos os dias. E eu via nos nos livros do catecismo que nós fazemos todos os dias, um céu, um paraíso maravilhoso, um Deus com uma coroa de ouro cheia de de brilhante, sentado no num trono de ouro, uma barba espessa. Angíamos assim em volta dele, tocando flauta, arpa, né? Em volta dele os espíritos que tinham chegado ao paraíso cantando aleluias numa única vida. E aquilo ali eu ficava querender, um dia que eu falava um palavrão no colégio interno, eu me confessava imediatamente porque eu queria ir pro paraíso. Mas não é esse o paraíso do que o espírita vê. Ele vê com muito mais realidade. É um paraíso que todos nós vamos chegar pelo esforço que nós fazemos. Para quê? Para tirar do nosso coração essas paixões que nos desequilibram, essas paixões que nos trazem os vícios, que nos corroem, que nos amarguram e que nós não queremos muitas vezes tê-los. dentro de cada um de nós. E e é muito difícil às vezes tirar. Às vezes nós precisamos de um amigo para conversar, de um atendimento fraterno e às vezes até de um psicólogo, quem sabe. Mas nós temos um guia para tudo isso, que é Jesus. Questão 625 do livro do livro dos espíritos, é o nosso guia. E ele diz: "O meu reino não é desse mundo". Então ele disse, se o reino dele não é desse mundo, é um reino ah muito melhor, é um reino onde ele tá. Deve ser muito bom um reino onde Jesus está. E é um reino que para ele chegar lá, ele já percorreu um caminho. Ele sabe qual é o caminho. Por isso que ele é guia. E por que que ele é modelo? Porque ele diz, ele, ele como modelo, ele exemplifica todo esse caminho que percorreu, queelee, eu sou o caminho da verdade, da vida, e ninguém vai ao Pai se não for por mim. E o que Jesus fez? Ele não tinha paixões, ele não tinha vícios. Aliás, se

ifica todo esse caminho que percorreu, queelee, eu sou o caminho da verdade, da vida, e ninguém vai ao Pai se não for por mim. E o que Jesus fez? Ele não tinha paixões, ele não tinha vícios. Aliás, se ele pudesse eh se nós pudéssemos dar a Jesus alguma paixão, seria paixão pela humanidade, a paixão pelo amor, a paixão pela fraternidade, a paixão pela união. Esse se nós podemos dizer, se ele é a grande paixão dele. Então, se ele é o nosso modelo, se ele é o nosso guia, é ele que nós devemos seguir para que possamos tirar de dentro de nós esses vícios e paixões desequilibrantes. E o caminho o primeiro deles. Primeiro você tem que ter humildade, né? A humildade vai fazer com que você tenha esse reconhecimento. E tendo humildade, é a melhor coisa para chegar nesse caminho é perdão. É você perdoar você, porque a gente todos os instantes comete alguma coisa. Pela própria ignorância. A gente comete, mas vamos perdoar. Já passou. Daqui pra frente vamos construir alguma coisa de boa. Perdoa você mesmo, perdoa o outro. Perdoar não é levar para sua casa e e e tercer um um um caminho de abraços e beijos, não é? Você poder desapegar desse peso. Então, meus irmãos queridos, desta manhã tão bonita, vamos seguir Jesus, vamos seguir, seguir o que a nossa doutrina nos encaminha. Vamos procurar refletir a respeito dos nossos pensamentos, palavras, atitudes, das paixões desequilibradas que ainda porventura possam estar no nosso coração, na nossa alma. e vamos nos esforçar para que isso possa ser canalizado para o bem, para a prática do bem e do amor. E todos tenham uma manhã muita felicidade, um dia maravilhoso e que Deus nos abençoe a todos. Que assim seja. Caiu a placa. Muito obrigado, Adolf, pelas palavras, pela reflexão desta manhã, né, sobre os vícios e e paixões. Eh, agradecer também todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes, também os que nos acompanham pela internet. Tivemos aqui participação da Albertina, Leonardo, Pedro, Clévon, Davis, Raquel, tem bastante mensagem

que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes, também os que nos acompanham pela internet. Tivemos aqui participação da Albertina, Leonardo, Pedro, Clévon, Davis, Raquel, tem bastante mensagem aqui no chat. Eh, eu queria destacar só uma que a Rosana chegou a fazer duas perguntas aqui, mas eu não vou ler por conta do horário, né? A gente tem um compromisso com relação ao horário, mas peço a gentileza da Rosana de pegar essa pergunta e colocar nos comentários do vídeo, né? Que aí depois assim eu vejo aqui com com Adolfo pra gente responder a pergunta, né? E e aí fica também o convite para todos, né, que tiverem interesse em interagir, utilizar aqui o YouTube, né, que é uma forma da gente também tá trocando eh figurinha, trocando informação. Nessa ideia também de trocando informação, eh a gente além daqui do canal do Comunhão Espírita, né, no YouTube, nós temos um outro canal no YouTube chamado TV Comunhão. Lá nós temos canais diários, né, com reflexões também. E ontem a gente retomou um programa chamado Páginas Espíritas. E ele vai ser um programa semanal e a gente vai trazer reflexões com relação ao livro Boa Nova. Então vai ser uma leitura corrida do livro Boa Nova. Eles vão estar lendo o livro e fazendo reflexões do dia a dia, até porque a proposta do livro Boa Nova, de autoria de Humberto de Campos, é trazer os bastidores das lições de Jesus, né? Então vai ser o a ideia é fazer um bate-papo e ter a participação de todos nós. Pensando também em avisos aqui na Comão Espírita de Brasília, no horário do almoço às 13 horas, nós também temos palestras aqui presencialmente, também são transmitidas pelo YouTube. Eh, e especificamente na quarta-feira nós também incluímos um um horário de passe. Então, de 30 às 14 horas, a tem a palestra às 13, né? E de me 30 às 14 horas nós temos o passe presencial. Então, para quem está em Brasília, né, eh, precisou ali de um renovar energia, não tá se sentindo bem, pode vir aqui a Com Espírita para assistir a palestra das 13 horas, mas na quarta,

se presencial. Então, para quem está em Brasília, né, eh, precisou ali de um renovar energia, não tá se sentindo bem, pode vir aqui a Com Espírita para assistir a palestra das 13 horas, mas na quarta, especificamente na quarta-feira também temos o passe. Estou em Brasília, não posso vir presencialmente em aqui na comunita ou não estou em Brasília. Fica um um conselho, né, que a Maise Braga gosta muito de falar nas palestras dela e e gostei muito desse conselho, eh, da gente não tá se sentindo bem a gente e se imaginar estar aqui no salão Bezerra de Menezes, né? Essa imagem que tem aqui no no púlpito, eu fico com ela muito guardada na minha mente. Quando vem algum mal-estar, algum sentimento um pouco negativo, eu me imagino sentado aqui no banco olhando esse púlpito e dar uma uma paz, né? uma calma ali. Então fica essa essa sugestão, né? Quem não puder estar aqui presencialmente fazer esse exercício aí que a a Ma Bagra propôs eh é muito eficaz. Então agradecer todos que estão aqui na internet, todos que estão aqui presencialmente e principalmente aqui o nosso irmão Adolfo pelas reflexões dessa manhã. Estamos todos aqui conectados, né? e agradecer mais uma vez a a Deus nosso pai por esta oportunidade de estarmos aqui reunidos, conectados em seu nome, conectados nessa esperança por dias melhores, nessa proposta de autoconhecimento, de percebermos no dia a dia nossos vícios e nossas paixões. E como foi bem frisado na palestra, essa sugestão, nessa reflexão da nossa irmã Joana de Angeles, que a paixão faz parte da nossa natureza animal. Então, precisamos nos esforçar para canalizar, para direcionar essa paixão que está dentro de nós de forma positiva, pensando sempre em Jesus. Jesus nosso mestre, nosso modelo e nosso guia. Porque como bem relembrada, ninguém vai ao Pai se não for por intermédio dele. que a gente possa ter essa imagem de Jesus e nessa reflexão no nosso dia a dia para domarmos as nossas mais inclinações. Aproveitando este momento, direcionar energias positivas para nosso irmão Divaldo

e a gente possa ter essa imagem de Jesus e nessa reflexão no nosso dia a dia para domarmos as nossas mais inclinações. Aproveitando este momento, direcionar energias positivas para nosso irmão Divaldo Franco, passando por momento de dificuldade na sua atual encarnação, os desafios dele com relação à saúde do corpo, mas também pensemos se tivermos em nossa família, em nosso ciclo de amizades, aquelas pessoas que também estão precisando dessa energia positiva para renovar a esperança por dias melhores e que na essência é só o corpo que está doente. Ficaremos todos sãos e na lei do progresso estaremos todos caminhando ao encontro de Jesus. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for

nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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