VERDADES E FANTASIAS - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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E eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor [música] dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, [música] vibrando luz. Bom dia, sejam bem-vindas aqui na nossa no nosso espaço aqui da comunhão. Nós temos de segunda a sexta esse momento de encontro e de alimentação espiritual, em que a comunhão nos propicia para que nós possamos, além de alimentar o nosso corpo, alimentar também o nosso espírito dos ensinamentos de Jesus no Evangelho e também da doutrina espírita que nos propicia tantos alimentos e tantas coisas que trazem alenta paraa nossa alma. E para começarmos esse nosso encontro de estudos de hoje, vamos alimentar nossa alma com a prece, que é o nosso encontro com Deus mais próximo, elevando o nosso pensamento até Deus, até nosso mestre Jesus, agradecendo pelo dia de hoje, esse dia tão belo que trouxe luz, trouxe calor, trouxe a chuva que lava e banha a alma, trazendo a renovação. que precisamos, todas essas belezas da natureza que se colocam, esses perfumes, essas esses presentes que nós recebemos, agradecer pela nossa encarnação, pela vida que recebemos, pelo fato de estarmos aqui, de termos merecido renascer para reajustar a nossa vida, para refazer aquilo que precisamos, para seguir naquilo que nos propusemos a fazer, para executar as nossas tarefas e receber as boas coisas, receber o amor, o alento, as instruções, receber as mãos que se estendem até nós e que nos guiam pelo nosso caminho até o alto. agradecer a presença dos nossos mentores que estão
ceber as boas coisas, receber o amor, o alento, as instruções, receber as mãos que se estendem até nós e que nos guiam pelo nosso caminho até o alto. agradecer a presença dos nossos mentores que estão conosco, que se comprometeram conosco a estar ao nosso lado, a nos ajudar, a nos orientar, nos nos oferecer o apoio necessário para que nós possamos seguir nas nossas tarefas e ter sucesso, que nós sejamos sempre sensíveis aos apelos e à sugestões que vem daqueles que nos amam e que se compromet meteram conosco para que nós possamos avançar e chegar ao nosso rumo inevitável, certo? Que é a nossa felicidade, a nossa perfeição, a nossa comunhão com Deus nesse nesse compartilhamento de vivências e de valores que nos tornará um com o Pai. Que Jesus, nosso mestre, nosso amigo de todas as horas esteja conosco, que ele nos ampare e nos guie, que esteja no nosso barco e que nós saibamos enxergá-lo mesmo nos momentos difíceis da vida e seguir rumo a ele, reconhecendo que ele é o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida, a nossa direção. não apenas um ponto de chegada, mas um companheiro de caminhada que sempre estará lá, sempre nos estenderá a mão e sempre nos apoiará em todos os momentos. Que assim seja. E hoje o tema desse nosso encontro de estudos, de conversas sobre o evangelho de Jesus está aqui no livro Caminho, verdade e Vida. é um capítulo muito interessante que se chama Verdades e Fantasias. E ele é baseado numa passagem, numa reflexão de Emanuel a respeito de uma passagem que está ali no Evangelho de João, capítulo 8, versículo 45, em que Jesus fala já terminando um uma palavra que ele deu, né, um discurso que ele fez paraos seus discípulos e para as pessoas da multidão, em que ele diz: "Mas por vos digo a verdade, não me credes". Nesse mesmo momento, um pouquinho antes, é que Jesus profere aquelas palavras que são de uma beleza e de uma verdade enorme, uma das mais repetidas e das mais eh estudadas de todo o evangelho, que é aquele versículo que tá em João 8:32.
tes, é que Jesus profere aquelas palavras que são de uma beleza e de uma verdade enorme, uma das mais repetidas e das mais eh estudadas de todo o evangelho, que é aquele versículo que tá em João 8:32. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. em que ele fala para aqueles que perguntam a ele, né, que sobre a liberdade e ele diz: "Se permanecerdes em minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." Então ele fala que a verdade nos liberta em contrassenso, que a mentira, a ilusão, as fantasias nos aprisionam. Hoje nós vivemos um mundo de fantasia, de ilusões, um mundo de falsidade, de mentiras. Hoje estão muito propagadas a as boas e más práticas decorrentes das inteligências artificiais que são capazes de distorcer a verdade e até dizem de criar novas verdades. A partir dessa proliferação já há algum tempo, mas hoje com mais intensidade do que nunca, para nós é difícil saber o que é verdade, porque a gente vê imagens perfeitas e reais de pessoas em situações que jamais seriam colocadas, mas que a inteligência artificial o as coloca. Nós somos capazes de criar tudo o que quisermos. A inteligência artificial cria desde as coisas mais absurdas até as mais verossímeis. E aí tá o perigo. Desde uma imagem de um elefante rosa cheio de purpurina e com bolinhas azuis flutuando no arco íris, que é uma coisa, uma imagem que eu posso desejar criar e que a inteligência artificial faz em poucos segundos para mim, mas também é capaz de criar e imaginar uma pessoa real numa situação que ela jamais viveu e que talvez jamais viveria, mas que cria uma imagem tão real que seria capaz de confundir até mesmo seus amigos próximos ou as pessoas que poderiam acreditar nela, gerando a semente da dúvida, da confusão, da inverdade, gerando as chamadas fake news e gerando também fantasias, fantasias que muitas vezes substituem a realidade. Muito antes das IAS, a gente tinha aqueles programas de segunda vida, Second Life, em que nós somos convidados
fake news e gerando também fantasias, fantasias que muitas vezes substituem a realidade. Muito antes das IAS, a gente tinha aqueles programas de segunda vida, Second Life, em que nós somos convidados a criar um avatar e viver uma vida paralela em que nós podemos escolher um personagem, dar para ele uma forma física, dar uma profissão, dar um estado civil e a partir dali viver uma vida completamente paralela e divorciada daquilo que é a minha vida real. Muitas pessoas embarcam nessas ilusões e esquecem completamente da vida que estamos aqui vivendo, eh, se dedicando integralmente a essa segunda vida, a essa vida que não existe de fato, mas que na cabeça delas é a realidade e é aquilo a que elas dedicam os seus esforços e o seu tempo de uma maneira geral, esquecidas daquilo que estão. Isso é uma analogia para o que nós temos como a nossa vida espiritual também. Eu dou aula na fase 2A do ESD, já dei na fase 1A também. E eu sempre gosto de dizer e repito isso em todos os lugares que eu vou, seja aqui nas palestras, seja nas aulas, seja em outros lugares em que eu estou, que nós temos sempre que nos lembrar que nós somos espíritos. Nós não temos um espírito, não somos um ser que está aqui no mundo e que tem um espírito, não. Nós somos espíritos que temporariamente estão aqui neste mundo, estão aqui habitando aqui na nessa carne, nesse lugar, nesse planeta, nesse país, nessa cidade, neste momento, e que temporariamente utilizam dessa veste, desse local, desses recursos que nos foram concedidos para o nosso aprimoramento do espírito. Então, precisamos nos lembrar do que é a vida espiritual, de que nós somos espíritos, de que devemos cultivar os valores do espírito, atender as necessidades do espírito e buscar o aprimoramento e o crescimento do nosso espírito. Claro, devemos nos preocupar com as nossas condições aqui no mundo também. E Jesus fala isso um pouco além lá no Evangelho de João, no capítulo 17, né? Naquele, na verdade, naquele discurso que ele faz paraos seus
s nos preocupar com as nossas condições aqui no mundo também. E Jesus fala isso um pouco além lá no Evangelho de João, no capítulo 17, né? Naquele, na verdade, naquele discurso que ele faz paraos seus discípulos, que vai desde o capítulo 13 até o capítulo 18. Um encontro belíssimo que Jesus tem com seus discípulos naquele momento, os 11, que Judas já tinha saído, mas que se refere a todos os que viriam a ser seus discípulos. E ele fala que aqueles discípulos estão no mundo, mas não são do mundo. Estando no mundo, nós precisamos viver como pessoas do mundo. Precisamos comer, beber água, dormir, satisfazer aquelas necessidades do nosso corpo, do que Joana de Angângeles chama de homem fisiológico. Mas não devemos nos ater somente a isso. Devemos cultivar também o nosso espírito, a nossa mente, buscando nos eh elevar para além das meras necessidades, né, do nascer, crescer, reproduzir-se e morrer, matar a fome e e morrer. Devemos buscar aprimorar-nos intelectualmente, trabalhar, crescer, desenvolver habilidades e aumentar a nossa capacidade. E mais do que isso, devemos também aprimorar o nosso espírito, que é aquilo que não perece, aquilo que permanecerá. Porque eu não nasci quando respirei pela primeira vez, não nasci quando foi concebida no encontro entre o meu pai e a minha mãe, que que originaram naquele momento o meu corpo carnal. Da mesma forma que eu não morrerei. O meu espírito não deixará de existir quando eu baixar ao túmulo, quando eu respirar pela última vez e quando a última onda cerebral for captada pelos instrumentos do dos médicos, ali o meu corpo deixará de existir, mas o meu espírito permanecerá e viverá ainda pela imortalidade. Porque nós somos espíritos imortais e não perecemos. Podem perecer os prédios, podem perecer as cidades, podem perecer os castelos, podem perecer todas as edificações humanas, perecem as montanhas, os oceanos, perecem os planetas, perecem até mesmo as estrelas, mas nós espíritos não deixaremos de existir. Por isso, somos considerados a obra prima de Deus,
ificações humanas, perecem as montanhas, os oceanos, perecem os planetas, perecem até mesmo as estrelas, mas nós espíritos não deixaremos de existir. Por isso, somos considerados a obra prima de Deus, porque ele nos criou para sermos eternos. Ele nos criou para vivermos para sempre. E aconteça o que acontecer conosco, nós viveremos para sempre. Seja qual for a nossa vitória, seja qual for a nossa derrota, seja qual for a nossa dor ou o nosso sucesso, sempre haverá um dia seguinte, sempre haverá um amanhã, sempre haverá um novo motivo para lutar, um novo motivo para buscar a alegria ou para permanecer nela, um novo ensinamento, uma nova oportunidade de crescer. de desenvolver novas habilidades e de criar novos vínculos e sermos mais felizes. Mas muitas vezes nós permanecemos presos. Muitas vezes nós utilizamos o nosso corpo e os nossos instrumentos que dos quais somos usufrutuários aqui no mundo, não como instrumentos de crescimento, mas como prisões à quais nos acorrentamos. Todo mundo já viu, era muito comum em desenho animado quando eu era criança, em filmes. E isso aconteceu durante muito tempo, né, na vida real. Aquelas pessoas, né, aqueles prisioneiros que estão na prisão e que se acorrentam a uma bola de ferro muito pesada e que essa bola existe para não permitir que as pessoas fujam, que elas vão embora. Mas essas bolas aprisionam e fazem com que aquelas pessoas permaneçam ali naquele lugar. E essas são as nossas ilusões, as nossas fantasias, as inverdades que nós criamos. Nós muitas vezes parecemos flutuar, parecemos crescer, parecemos ser felizes, mas na verdade essas ilusões nos aprisionam e nos mantém ali eh sem que nós possamos seguir o nosso caminho verdadeiro, sem que nós possamos voar, como aquelas também aquelas aqueles sacos de areia que prendem os balões e que nós precisamos soltar para que eles vão. Um grande exemplo disso é um mito que vem lá da Grécia, mas que é muito interessante e que mostra essa inversão de valores que nós temos no mundo. É o
es e que nós precisamos soltar para que eles vão. Um grande exemplo disso é um mito que vem lá da Grécia, mas que é muito interessante e que mostra essa inversão de valores que nós temos no mundo. É o mito, a história do rei Midas. A gente conhece uma parte, mas tem uma parte que antecede e que justifica esse mito. O rei Midas era um rei tido como sábio, um rei tido como inteligente e capaz. Por isso ele foi convidado a ser o juiz de uma querela entre dois deuses. O deus Pan, que era o deus eh que tocava uma flauta, né? E era um deus mais voltado paraa animalidade, um Deus mais instintivo e mais ligado ali às coisas da natureza, do terra a terra, muito habilidoso. E o deus Apolo, que é também o deus da música. mais uma música mais elevada, mais espiritual, voltada para as coisas do alto e que produz uma beleza celestial. E o rei Midas foi chamado, né? Esses dois seres eh divinos entraram numa contenda. quem era o melhor músico, se o deus Pan com essa música do instinto ou essa música que vinha e trazia pra gente essas eh eh esse sentimento do instinto e que nos leva, ou a música celestial de Apolo. E o rei Midas, tendo sido chamado, ouviu as duas músicas e optou pela música do rei, do deus Pan. ele que ainda estava mais sintonizado com essas eh esses chamados que nos trazem, né, nos chamam mais o corpo e os nossos instintos. Então ele achou a beleza que realmente é aquela flauta bem tocada e que aguça os nossos sentidos. tendo atendido o deus pan, disse a ele que seria concedido qualquer desejo que ele quisesse. E aí, sintonizado com os desejos do mundo e com os valores do mundo, ele fez aquele desejo que para ele parecia genial e parecia o melhor que ele podia fazer naquele momento. Ele pediu que tudo o que ele tocasse virasse ouro. E aí foi que ele começou a perdição dele, porque num primeiro momento tudo pareceu maravilhoso. Ele tocava nos objetos do seu castelo e esses objetos se transformavam em ouro. Ele tocava nos utensílios, tocava nas paredes e muito em breve todo o seu
num primeiro momento tudo pareceu maravilhoso. Ele tocava nos objetos do seu castelo e esses objetos se transformavam em ouro. Ele tocava nos utensílios, tocava nas paredes e muito em breve todo o seu castelo de ouro, a porta, a maçaneta, o banheiro, a cozinha, tudo. E ele ficou maravilhado com essa capacidade, com esse dom e com a riqueza infinita que ele poderia produzir a partir disso. Mas esse talento que pareceu tão maravilhoso no começo foi se revelando algo muito pior e muito mais problemático do que ele queria imaginar. Depois de um dia experimentando tudo aquilo e elevado na sua capacidade de produzir tanta riqueza, infinita riqueza, ele sentiu fome e foi procurar algo para comer. Pediu que as pessoas do castelo providenciassem uma refeição muito boa para ele, um banquete. Afinal de contas, ele além de ser rei, era um homem de riqueza infinita nesse momento. Só que ele não contava que quando ele tocou o alimento, aquele alimento também se transformasse em ouro. E desesperou-se porque não conseguia comer nada. tudo o que ele tentava comer. E ele tentou de todos os jeitos, tentou engolir de tentou de todos os jeitos que vocês puderem imaginar que a inteligência dele foi capaz de conceber, mas nada deu certo. Tudo que ele tentava comer se transformava em ouro. Tentou beber água, pois a sede já o desesperava. E a água que ele tentou beber também se transformou em ouro líquido, jamais sendo capaz de saciar a sua sede. Então ele já estava naquele desespero, com fome, com sede, sem conseguir saciar as verdadeiras necessidades. Quando ele encontrou a sua filha pedindo socorro, foi tocou a mão dela, abraçou-a e ela se transformou numa estátua de ouro. Aí veio o desespero dele, porque ele não poderia tocar nem mesmo as pessoas, nem mesmo aquelas pessoas mais amadas, porque elas se transformariam também em ouro. E esse foi o triste fim do rei Midas. morreu de fome e de sede e sem poder sequer tocar aquelas pessoas que ele conhecia e amava, sob pena de condená-las a uma morte, a uma vida na
iam também em ouro. E esse foi o triste fim do rei Midas. morreu de fome e de sede e sem poder sequer tocar aquelas pessoas que ele conhecia e amava, sob pena de condená-las a uma morte, a uma vida na condição de estátuas de ouro naquele momento. Então, ele teve todas as suas fomes do mundo, todos os seus desejos do mundo poderiam ser saciados por aquele ouro, mas os verdadeiros desejos não foram saciados. as suas necessidades reais. E nós muitas vezes buscamos saciar as nossas necessidades aqui materiais, nossas necessidades do mundo, né, com aqueles tesouros que a terra roi, não que a terra que a a traça roi e que a terra rouba, né, o ladrão rouba, mas não conseguimos cultivar. Temos ainda aquela fome e sede de justiça que que Deus fala, né? E que o ouro não sacia. O ouro é aquele ouro de tolo, né? Que a gente vê aquela pedrinha que brilha, mas que não tem valor real. Então, nós muitas vezes nos deixamos levar por esse ouro de tolo que brilha, que nos traz uma alegria momentânea, que nos traz uma realização momentânea, mas que não sacia as nossas verdadeiras necessidades, que pode nos dar a riqueza do momento, pode nos dar os valores do momento, mas que não nos traz a satisfação verdadeira, aquela satisfação do nosso espírito imortal. É o que Jesus fala paraa mulher samaritana no poço, né? que ele fala da água que se pode beber e da verdadeira água da vida, porque aquela água do poço mata momentaneamente a sede, mas a gente é obrigado a voltar sempre a ela e voltar e voltar e voltar, porque a nossa sede volta, enquanto que a água verdadeira, que é a água que mata a sede do espírito, ela nos alimenta para sempre. Assim como o pão do o pão da alma, né? O o verdadeiro pão do céu que mata a nossa fome do espírito, a nossa fome verdadeira, a nossa fome de verdade, a nossa fome daquilo que é bom e belo. Precisamos matar a fome do nosso corpo. Precisamos satisfazer as nossas necessidades materiais. O Cristo sabe disso. Isso está no Pai Nosso que ele nos deu. Eh, quando ele nos dá o Pai
e é bom e belo. Precisamos matar a fome do nosso corpo. Precisamos satisfazer as nossas necessidades materiais. O Cristo sabe disso. Isso está no Pai Nosso que ele nos deu. Eh, quando ele nos dá o Pai Nosso, ele diz que vai nos ensinar a não multiplicar palavras, ou seja, a pedir apenas o essencial. E ali está o pão nosso de cada dia nos dai hoje, reconhecendo a nossa necessidade de pão. Reconhecendo também a necessidade de pão, ele multiplicou os pães e os peixes que havia naquele momento, matando a fome daqueles que precisavam, dando os recursos materiais que precisavam, reconhecendo a necessidade do povo de Deus no deserto, que atravessava naquele momento, saindo do Egito e indo rumo à terra prometida. Deus fez com que viesse o maná para saciar a fome daquele povo. Então, ele jamais deixou desassistido o seu povo. Jamais deixou de saciar a fome e a necessidade daqueles que precisavam. jamais deixou que precisando e tendo nós a fé e o trabalho que alimentam, que nós padecêsemos necessidade ou que passássemos fome. Para aqueles que permaneceram o dia ouvindo a palavra de Jesus, foi dado o pão que saciava a fome, mas foi oferecido também o verdadeiro pão, o pão da vida, o pão da alma, aquele que mata verdadeiramente a fome. Ele buscou a água do poço no meio-dia, no momento em que a sede apertava mais, no momento em que o calor consumia e que beber água era necessário, mas ofereceu principalmente a água da vida. A as águas do mundo são aquelas águas que não matam a sede. E eu sempre gosto de lembrar de um livro que eu li na minha juventude, né, na minha adolescência, que falava de um grupo de náufragos que estava no mar a deriva e que tinha não tinha o que beber. E a primeira tendência deles era buscar aquela água abundante que estava ali, a água salgada. Mas a água salgada não mata a sede. Muito pelo contrário, se a gente bebe água salgada por ter aqueles elementos do sal, ela nos desidrata e ao invés de nos dar água, ela retira a água das do nosso corpo, das nossas células,
ata a sede. Muito pelo contrário, se a gente bebe água salgada por ter aqueles elementos do sal, ela nos desidrata e ao invés de nos dar água, ela retira a água das do nosso corpo, das nossas células, dos nossos órgãos, apressando o nosso processo de morte. Enquanto que a água verdadeira, ela nos traz a, ela nos mata a sede e nos restitui a vida, nos prolongando aquilo que é bom. E aí aqueles náufragos resistiram, né, conhecedores dessas verdades, resistiram à tentação, por maior que fosse a sede, resistiram a essa tentação de beber a água salgada e esperaram pela chuva. E a chuva abundante que eles recolheram com todos os instrumentos que eles tinham, essa sim e nos e trouxe para eles a saciedade que eles precisavam, dando o ânimo que eles precisavam para seguir com a sua jornada e revigorar as suas forças até que fossem resgatados daquele naufrágio, o que realmente aconteceu. Então, muitas vezes nós nos deixamos levar pelas ilusões e bebemos a água salgada do mundo, desidratando o nosso corpo e apressando a morte do nosso espírito, apressando o nosso perecimento. Às vezes, nas nossas carências, nós aceitamos aqueles amores que nos dão o que a gente precisa, que aprofundam a nossa carência. Na nas nossas inseguranças materiais, nós aceitamos aqueles recursos, aquela aqueles prêmios que nos fazem perecer física e moralmente, que são como ouro de tolo, que brilha num primeiro momento, mas que retira tudo que nós temos e aceitamos aquilo que aquele alimento que, apesar de parecer belo, muitas vezes vem envenenado por aquilo que que faz perecer a nossa nossa alma. Então, tendo paciência, nós somos capazes de beber a água da vida, de esperar e a chuva abundante que vem de Deus e traz aquela água que realmente nos renova, traz aquele alimento que nos fortalece e que nos dá a vida. traz aquele tesouro que é o verdadeiro, aquele que está ali naquele terreno, né, em que nós precisamos comprar, precisamos investir, precisamos cavar, precisamos trabalhar, mas que é o tesouro verdadeiro, que nada
esouro que é o verdadeiro, aquele que está ali naquele terreno, né, em que nós precisamos comprar, precisamos investir, precisamos cavar, precisamos trabalhar, mas que é o tesouro verdadeiro, que nada é capaz de retirar de nós. Precisamos comprar, adquirir esse terreno, investir nele, trabalhar e então amealhar esse tesouro, receber os talentos, multiplicá-los. para que eles se transformem em mais. Então, é preciso que a gente esteja atento às ilusões, esteja atento a essas fantasias e que nós nos deixemos levar pela verdade, como diz Jesus, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Quando nós estamos presos nas ilusões, nós nos acorrentamos como aquelas bolas de ferro. nos acorrentamos como aqueles aquela aquelas areias, né? Aqueles sacos de areia que não permitem que o nosso balão suba. Nós nos acorrentamos aquelas miragens no deserto que nos fazem correr e gastar o pouco de energia que ainda temos para perseguir algo que não existe e que na medida em que a gente pensa que vai se aproximando, aquela miragem vai se desfazendo e mostrando apenas o deserto que existe em nós, o deserto que existe nas nossas vidas. Precisamos procurar os verdadeiros oases, os verdadeiros pontos de reabastecimento, os verdadeiros poços que nós encontramos, as verdades que, por muitas vezes doloridas, por muitas vezes eh difíceis nos trazem à vida. E Emanuel nos fala isso, que às vezes nós recusamos essas verdades que o Cristo traz, essas verdades espirituais, porque elas nos parecem difíceis, porque elas nos parecem eh complicadas, porque elas são aquela porta estreita que nós precisamos traçar. Mas ali diz Jesus também no sermão da montanha ali em Mateus 6, né? Buscai primeiro o reino de Deus e tudo vos será acrescentado. Se nós buscarmos a verdade do Cristo, se nós seguirmos o nosso pastor, se nós formos pelo caminho por ele indicado, nós receberemos aquilo que precisamos. Nessa passagem do pastor, ele fala que muitas vezes as ovelhas são enganadas por vozes diferentes que prometem coisas
e nós formos pelo caminho por ele indicado, nós receberemos aquilo que precisamos. Nessa passagem do pastor, ele fala que muitas vezes as ovelhas são enganadas por vozes diferentes que prometem coisas belas, coisas saborosas, que prometem um novo pasto, onde tudo é gostoso, onde tudo é delicioso, onde tudo é eh parece sedutor, mas que quando a gente vê, o que nos espera são os abismos do mundo. Enquanto que se nós vamos com o nosso pastor, mesmo que ele nos leve por encostas, mesmo que ele nos leve por caminhos por vezes difíceis, se nós seguirmos o nosso pastor e reconhecermos nele a verdade e o amor que ele dedica, se nós percebermos que o caminho que o pastor nos leva é o caminho do bem, o caminho que nos dá o verdadeiro alimento, nós confiamos e seguimos com ele, porque sabemos que ali vem tem o alimento verdadeiro e que por mais difícil escarpe que se que esc que seja o caminho, nós encontraremos o alimento que matará definitivamente a nossa fome. Então, percebamos a voz do Cristo, ouçamos o que ele vem nos falar, sigamos o seu caminho e permitamos-nos seguir a verdade. Nos desprendemos da ilusão. Não nos deixemos guiar pelo ouro de tolo. Não busquemos as ilusões da vida que apenas nos levarão à morte, que matarão o nosso espírito de fome, de sede, e que não permitirão que abracemos os valores verdadeiros que realmente nos recompensam. Deixemo-nos beber água verdadeira para que nós possamos enxergar e nos alimentar daquilo que é de bom. Para finalizar, eu quero me lembrar de Saulo, né? Saulo viveu toda aquela vida dele perseguindo uma verdade, perseguindo aquilo que para ele era verdade. Temente a Deus, ele buscava seguir, mas através daquilo que ainda afasta o nosso espírito de Deus, né? Hoje, no livro dos espíritos, a gente tem uma questão que eu também me lembro sempre e repito sempre que pergunta, né? o que é o bem e o mal. E essa questão é uma definição quase tautológica, mas muito bela, que diz, né, o bem é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus e o mal é tudo
o sempre que pergunta, né? o que é o bem e o mal. E essa questão é uma definição quase tautológica, mas muito bela, que diz, né, o bem é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus e o mal é tudo aquilo que nos é contrário, ou seja, o bem é o que nos aproxima de Deus e o mal é o que nos afasta dele. Então, quando nós vamos buscar o bem ou quando ouvimos alguém falar do bem, devemos nos perguntar: "Isso não me aproxima de Deus ou isso me afasta?" Porque quantas pessoas falam de morte, de preconceitos, de divisões, de buscas por pelo ouro do mundo falando em Deus. E aí nós devemos saber que isso não nos aproxima, mas nos afasta de Deus. Então Saulo estava nesse caminho que apesar de buscar a Deus, ele se afastava. se afastava pela violência, se afastava pela arrogância, se afastava por tudo aquilo que fazia com que o o ouro do mundo contaminasse a sua alma. E ele foi se afastando cada vez mais, foi recalcitrando contra o aguilhão e perdendo no jogo da vida, perdendo tudo aquilo que era verdadeiramente importante para ele, perdendo a noiva que ele amava, perdendo a si mesmo, perdendo tudo aquilo que ele havia conquistado de patrimônio espiritual. Até que chegou um momento em que indo aprofundar ainda mais a sua dor e buscando ainda mais esse essa ilusão, ele encontrou-se com o Cristo. Ali na estrada de Damasco. Ele viu quem era o Cristo. Ele viu o Messias que foi prometido ao povo dele. E ali a visão se obscureceu. Na verdade, Saulo não ficou cego naquele momento. Saulo se percebeu cego porque ele foi cego a vida toda, a vida inteira. Ele não foi capaz de enxergar a verdade. Ele enxergava com as escamas. Enxergava por meio daquelas lentes que o aproximavam do mundo, mas o afastavam de Deus. Então, naquele momento, aquelas lentes foram retiradas e ele não tinha se acostumado ainda. Como quando a gente tá no fundo de uma caverna e a gente enxerga aquela escuridão tropeçando e e com dificuldade, mas a gente quando enxerga a luz, a gente não é capaz de absorvê-la. A gente se cega pela luz.
ndo a gente tá no fundo de uma caverna e a gente enxerga aquela escuridão tropeçando e e com dificuldade, mas a gente quando enxerga a luz, a gente não é capaz de absorvê-la. A gente se cega pela luz. Saulo se cegou naquele momento, tendo caído as escamas e ele percebendo a luz da verdade, ele se entendeu cego naquele momento. Demorou três dias e foi Ananias a quem ele ia perseguir, mas que já estava próximo da verdade, que retirou as escamas dos seus olhos e permitiu que pela primeira vez ele efetivamente enxergasse, enxergasse de acordo com aquilo que era de Deus, enxergasse a verdade de Deus, enxergasse a luz. A partir de então, iniciou-se essa caminhada. Ali não foi o fim, foi apenas o começo de uma longa caminhada. uma longa caminhada que ele seguiu de acordo com os parâmetros do Cristo. Eu não vou dar spoiler de tudo que está no livro Paulo e Estevão. Recomendo muito a leitura, mas a gente vê o que é a diferença entre um homem do mundo e um homem de Deus, de um homem que vive a vida das ilusões e o homem que vive a vida verdadeira. O homem da vida verdadeira, o homem do Cristo não sofreu menos. talvez tenha sofrido até mais, mas ele sofreu as aquilo que estava na alma dele vencer. E ele terminou a vida dizendo que travou o bom combate e que ali já não era mais ele que vivia, era o Cristo que vivia nele, né? Ele terminou escrevendo a carta da alegria, uma carta que ele escreveu num momento difícil perante o mundo, no momento em que ele estava preso, torturado, condenado à morte, mas ali ele encontrou a paz no seu espírito, porque ele nunca se sentiu tão próximo de Deus e de do Cristo como naquele momento. Nunca sentiu tão próximo de si mesmo. E é isso que nós precisamos, compreender que nós somos espíritos imortais e que as verdadeiras conquistas são as conquistas do nosso espírito. que utilizemos bem tudo aquilo que nos é dado perante o mundo, todos os recursos dos quais somos os frutuários, mas que compreendamos que as verdadeiras conquistas são aquelas do nosso
nosso espírito. que utilizemos bem tudo aquilo que nos é dado perante o mundo, todos os recursos dos quais somos os frutuários, mas que compreendamos que as verdadeiras conquistas são aquelas do nosso espírito, que essas sejam o nosso ideal, que elas sejam a nossa busca, que elas sejam a água que efetivamente mata a nossa sede e o pão que mata verdadeiramente a nossa fome. Ouro não mata fome, não mata sede, não nos permite abraçar quem tanto amamos. Então, permitamos nos deixar levar por aquilo que é bom, por aquilo que é belo, pelos valores verdadeiros e os tesouros que vem do céu. Que Jesus nos ilumine, nos acompanhe, que seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida, o nosso farol, que nos ensine como mestre que é e que nós somos, sejamos espíritos dóceis a aprender, a buscar e a beber sempre da verdadeira água e a nos alimentar do pão verdadeiro e amar mais do que tudo, a abraçar e a estar próximo do que verdadeiramente amamos e do que nos faz crescer. Muito obrigada a todos. Uma ótima sexta-feira, um ótimo fim de semana e uma ótima vida para todos nós com o Cristo e com amor. Um grande abraço a todos e até a próxima. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da
anquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de [música] nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música]
rdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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