VENTO EM PROA - Patrícia Mendes [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada comunhão espírita de Brasília, amigas, a todos que se encontram aqui no nosso salão Dr. Bezerra de Menezes, a todos que nos assistem pela Rádio TV Comunhão, pelas redes sociais, pelo canal do YouTube. Uma boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma palestra de sábado com a nossa querida Patrícia Mendes. No primeiro sábado sempre a Patrícia, né, que nos brinda aqui com seus suas palavras sobre o evangelho de Jesus. A palestra de hoje é vento em proa, né? Vento em proa. E vamos então antes para acalmar os nossos corações, sintonizar com a equipe espiritual que aqui está para aproveitarmos melhor as bênçãos que já estão sendo derramadas aqui no nosso ambiente. Vamos ler do livro Fonte Viva a lição 160. Na luta vulgar. Pois aquilo que o homem semear, isso também se fará. Paulo, Gálatas, capítulo 6, versículo 7. Não é preciso morrer na carne para conhecer a lei das compensações. Reparemos a luta vulgar. O homem que vive na indiferença pelas dores do próximo recebe dos semelhantes a indiferença pelas dores que eles são próprias. Afastemo-nos do convívio social e a solidão deprimente será para nós a resposta do mundo. Se usamos severidade para com os outros, seremos julgados pelos outros com rigor e aspereza. Se praticarmos em sociedade ou em família a hostilidade, aversão entre parentes e vizinhos, encontraremos antipatia e a desconfiança. Se insultamos nossa tarefa com a com a preguiça, nossa tarefa relegar a à inaptidão. Um gesto de carinho para, com desconhecido na via pública, grangear-nos ao concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam. Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria. O trabalho bem vivido produz o
desconhecido na via pública, grangear-nos ao concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam. Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria. O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência. Atitudes de compreensão e gentileza estabelecem solidariedade e respeito junto de nós. Otimismo e esperança, nobreza de caráter e puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço em nosso favor. Todo dia é tempo de semear, todo dia é tempo de colher. Não é preciso atravessar a sombra do túmulo para encontrar a justiça face a face. Nos princípios de causa e efeito, achamos-nos incessantemente sob a orientação dela em todos os instantes de nossa vida. Então, com essa belíssima mensagem de Emanuel, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso mestre amigo, querido, companheiro de todas as horas, que se faz presente neste momento, nesse nosso ambiente de luz, nesse nosso ambiente de reflexão espiritual, pedindo a tua assistência, Jesus, para que possamos entregar os nossos corações a ti nesse momento, entendermos o recado, a lição, abrirmos a nossa alma as bênçãos de luz que estão sendo espargidas neste momento sobre nós. Que a tua luz nos inspire, nos fortaleça, nos console e que daqui partam as gotas de esperança, as luzes de reconforto para tantos sofredores, encarnados e desencarnados. E assim, agradecidos por esse momento, te pedimos permissão, Senhor Jesus. Pedimos permissão ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, para iniciarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Pat, boa palestra. Boa tarde a todos. Boa tarde, comunhão querida. Cumprimento também aqueles que nos acompanham pela rede mundial de computadores. Grata e feliz por estarmos nessa tarde juntos para refletirmos sobre o tema vento em proa. Base-nos no capítulo 21 de Pão Nosso, essa obra magistral da pena do nosso Chico pelo espírito Emanuel, capítulo Marto. Eu confesso a vocês que eu não
ntos para refletirmos sobre o tema vento em proa. Base-nos no capítulo 21 de Pão Nosso, essa obra magistral da pena do nosso Chico pelo espírito Emanuel, capítulo Marto. Eu confesso a vocês que eu não sabia o que significava proa, vento em proa longo da semana. E antes que a Flávia, nossa querida coordenadora de palestra da casa, me contatasse para perguntar qual seria o tema do dia de hoje, um amigo espiritual, já me tentava me sintonizar com a palestra, espiritual aproximou-se de mim e deu o tema. E eu preciso dizer a vocês que eu sou professora de língua portuguesa, mas ultimamente tenho recebido uma lição atrás da outra, porque os espíritos têm reiteradamente me falado temas ou palavras que eu absolutamente não conheço. E eu às vezes discuto com eles e aí eu falei com amigo espiritual, vento em poupa, que é o que eu conheço. Ele não, não, vento em proa. E eu respirei e falei: "Sim, isso significa o quê?" Aí ele falou: "Vai estudar o termo, vai meditar no porquê desse termo, depois eu vou te ajudar a compor a palestra". E eu que estou aprendendo a ser ser obediente, tá pessoal? Aprendamos a lição da obediência, aquela obediência que passou pelo nosso crio da razão e da racionalidade. Não obediência a cega, tá, que alguém mandou fazer, então eu faço. Não essa, mas aquela que é que só passa pelas luzes da nossa reflexão, ela também é um valor para o espírito. E eu estou aprendendo, compartilho com vocês essa lição. e fui estudar e aprendi com amigo espiritual que se conjula bem próximo para coordenar a palestra desse momento, que vento em pro é aquele vento que vem contra o barco. A gente não queria esse não, né? A gente queria era o vento em poupa, aquele que empurra a gente pra frente, que faz tudo dar certo e vamos aí. Mas ele falou que não é. Essa não é a realidade minha, nem a sua, nem a dele, nem a dela, nem a nossa. Não é a realidade de uma terra em transição, de um orb em trans. É um momento duríssimo na nossa história da humanidade em que os ventos parecem nos contrários aos
nem a dele, nem a dela, nem a nossa. Não é a realidade de uma terra em transição, de um orb em trans. É um momento duríssimo na nossa história da humanidade em que os ventos parecem nos contrários aos nossos movimentos, aos nossos esforços, tá? Não tá difícil só para você. Aquele momento em que a gente não quer as palavras, mas elas chegam na nossa casa com nome de adoecimento, enfermidade, deserção, a falta de apoio. A gente até queria fazer, mas percebemos que falta no cenário, falta sustentação, faltou apoio, não tive a base, a gente percebe uma série de dificuldades e ainda assim os espíritos nos convidam a perseverarmos, a acendermos alguma luz. Emana na lição nos ensina que o mar tranquilo não faz bons marinheiros. A gente até queria, né? A gente queria o mar mais calmo, mas preciso contar para vocês que eu também tenho aprendido nas lições reiteradas da espiritualidade que o barquinho no no CIS, no Pier não cumpre a sua finalidade. Nós somos criados para ir mesmo avançando em dificuldades e um dia a gente chega no Mar alto, que é esse momento de dificuldades múltiplas, né? Mas esse momento nos testa, nos faz, nos forja maiores, melhores do que já fomos até ontem, até o dia de ontem, nos ajuda a criar uma coisa que ainda não temos, mas meu Deus do céu, tempo de termos, que é uma musculatura moral. a gente fala em desenvolver, né, aqui a estrutura orgânica nossa, muitas vezes pelo bem da nossa saúde, mesmo que seja assim, mas é muito importante, muito necessário que a gente pense em desenvolver uma musculatura moral para dar conta do dia a dia, das tarefas que t se renovado difíceis, dificultosas para todos nós, né? fazer fazer frente a isso com a tranquilidade do bom marinheiro, do bom marujo, que olha para o mar e conduz a sua embarcação, não sem problema, não sem eh eh arremedos, não sem risco de naufrágio, mas segue cumprindo o itinerário dele, a missão dele, porque é para isso que a gente encarnou. Tá bom, pessoal? Ninguém nos ensina Joana de Angeles em regime de São
emedos, não sem risco de naufrágio, mas segue cumprindo o itinerário dele, a missão dele, porque é para isso que a gente encarnou. Tá bom, pessoal? Ninguém nos ensina Joana de Angeles em regime de São Terra. A gente até queria, né, o vento em poupa para nós, mas na verdade até onde já chegamos, pelo tanto que já sabemos, viu espírita, cristãos que se candidatam à nova era, a era do espírito, pelo tanto de testemunhas que nos observam, segundo Paulo de Tarso, é tempo de darmos conta da tarefa exemplificando, tá? Essa verdadeira divulgação de que o Espiritismo precisa é a nossa vivência, o esforço da vivência, da exemplificação cotidiana. Muitas vezes a gente nem queria, né? A gente não quer esse exemplo para ninguém, não quer a nuvem de testemunha nos olhando. Reconheço isso. A gente queria só ser feliz, mas eu reconheço e preciso compartilhar com vocês também da lição que eu tenho aprendido duríssima nessa encarnação, que a gente vai ser feliz depois de ser bom. Quem nos fala isso épides. Primeiro sejamos bons, depois sejamos felizes. Tá bom? Então a lição nesse momento nos convida a sermos bons, bons, melhores, sermos bons na tarefa, melhores serviçais na causa do bem, do amor e da paz, porque a terra tá precisando muito. O vento em pro, o vento batendo na proa do do navio, do barco, da nossa embarcação, dificuldade cotidiano, barco ameaça virar. Não tá difícil só para você. Siga, prossiga. Como nos diz Euíes também, quem está à frente da sua, do seu barco não dorme. Jesus, o grande timoneiro. Tá bom? Ele vai à frente, nos sustenta, nos ajuda, nos faz manter a embarcação da forma como conseguirmos, em percurso até ao fim, até uma praia mais segura, melhor, tá bom? dias difíceis, requer que desenvolvamos em nós também resistência moral para olharmos para situações com a tranquilidade, com a tranquilidade que sabe porque é que nós estamos aqui, que ninguém, como diz Joana em colônia de férias na terra, podemos até estar adormecidos diante da tarefa, mas basta o mínimo de esforço para acordarmos e
idade que sabe porque é que nós estamos aqui, que ninguém, como diz Joana em colônia de férias na terra, podemos até estar adormecidos diante da tarefa, mas basta o mínimo de esforço para acordarmos e percebermos que não estamos em instância de férias, como diz Joana, e à medida que nos desenvolvemos, vamos conseguir. Olha a lição desafio aprendizado, comunhão. Olhar pros desafios com tranquilidade. Olha que bonito. Joana fala por meio da psografia do nosso Divaldo, agora na Patra dos Espíritos, né? Quando Divaldo encarnado, psografou a obra a obras lindas dela. Em uma delas, ela fala que ela que uma das características das almas superiores é conseguirem olhar pro desafio com a tranquilidade de quem sabe que Deus não manda um desafio que seja maior que os nossos ombros. Olhar sem desespero, olhar com a tranquilidade daquele que mapeia o cenário e fala: "Por onde eu vou, por onde eu começo, o que dá para fazer. Nem sempre vamos conseguir resolver a situação toda, tá bom? Mas há algo a ser feito e é isso que os espíritos esperam que façamos, tá bom? Dias difíceis, mar revolto, mar alto, como diz Emana aqui na lição, esse dia, esse momento do mar alto chega para todos nós na terra. Aí em nos convida na lição. Se chegou esse momento para você, procure buscar recurso na oração e ação. Como ação, pessoal, a oração, pessoal, é quando nos conectamos com aquele que tem o plano de nossas vidas. Tá bom? Recorro antes de encerrar, Emo, aqui nessa fala a um colega trabalhador da Federação Espírita Brasileira que um dia ensinou-nos numa aula que nos nossos desafios aqui na terra a gente tem o plano B. Já viram? Se uma coisa der errada, a gente tem o plano B. Ah, eu tenho plano B. Eh, talvez não viesse hoje. A Cláudia tinha o plano B. Ela acabou de me falar. É isso. A gente tem esse projeto na terra. Aí esse meu amigo lá da Federação Espírita Brasileira, um grande monitor que é o Jarbas, ensinou que Deus tem um plano A, o B, o C, o D, porque a chance da gente não dar conta aqui na na Terra
terra. Aí esse meu amigo lá da Federação Espírita Brasileira, um grande monitor que é o Jarbas, ensinou que Deus tem um plano A, o B, o C, o D, porque a chance da gente não dar conta aqui na na Terra é grande. Então, Emmanuel nos ensina que diante do dos cenários, conectemo-nos na oração e na ação, tá bom? Para que a gente enxerre quais são os planos de Deus para nós, o A, o B, o C, o que a gente conseguir fazer, tá bom? alguma luz. A oração, em nos ensina na lição Maralto, nos conecta com aquele que nos guarda nas palmas das mãos dele, trazendo uma estrutura antropomorfizada pra gente conseguir enxergar o amor de Deus por nós. A gente traz a mão que é humana pra gente compreender como é que Deus nos tem e nos retém nele, né? Na verdade, aprendemos com os espíritos que movemo-nos em Deus, que em tudo está Deus, né? Mas Jesus nos ensina que ele é nosso pai. Então, entendemos com Emanuel que a oração nos conecta de novo, nos faz o perfeito religar, usando uma expressão espiritualista agora pra gente compreender com Deus que nos ama, que é nosso pai, que que nos criou um dia por amor, com amor, no amor, tá? João ensina que Deus é amor. Sinta-se amado, acolhido pelo seu pai, tá bom? Então, a oração nos conecta de novo a ele que sempre nos amou, com quanto muitas vezes tenhamos nós nos desconectado dele. A oração nos permite essa conexão, o perfeito religare, a função das religiões, tá? Qualquer religião tem essa função de nos reconectar à fonte, de onde muitas vezes nos desconectamos porque estamos no ób atrasado, nos perdemos aqui em questões absolutamente desimportantes, questões fortuitas da matéria, né? Não desconectamos. A oração nos faz isso, nos faz compreender onde Deus nos quer, qual é um plano melhor para nós, quais são os projetos de Deus que se materializaram num planejamento encarnatório, amoroso para nós, do qual muitas vezes nós participamos como idealizadores ao lado daqueles que nos amavam e que nos amam e que seguem nos amando até ao retorno. O anjo da guarda,
amento encarnatório, amoroso para nós, do qual muitas vezes nós participamos como idealizadores ao lado daqueles que nos amavam e que nos amam e que seguem nos amando até ao retorno. O anjo da guarda, o mentor é esse mesmo. é aquele que chancelou o nosso desenho encarnatório com todas as dificuldades desse mar alto, tá com entendendo o vento em proa na nossa embargação naqueles momentos mais difíceis, nesse momento aí, Jesus te carregando no colo, certamente. Tá bom? A oração nos faz nos reconectar de novo com essas forças que atuam na terra em nome do Pai, nos sustentando, nos colocando de pé, nos dando a intuição adequada, a visão que a que a visão material nos obnubila, nos faz abrir a mente do espírito para enxergar, para nos permitir ver aquilo que a gente não tá vendo, ver além do que os nossos olhos físicos enxergam, tá? A oração nos permite isso. Se tiver muito difícil, muito difícil, busquemos então o médium de Deus, nosso Jesus, para perguntar: "Senhor, que queres que eu faça?" A melhor forma. Tá bom? A oração nos conecta de novo com a fonte, com a luz que brilha em nós, porque somos filhos da luz. Brilhemos nela, como diz Paulo de Tarso, né? Porque sois filhos da luz. Andai na luz. E Jesus, o insigno e mestre que não passa, nos ensina, brilhe a vossa luz. Esse sentido da oração, tá? Nos fazer rebrilhar em luz que somos desde a origem, nos permite renovarm-nos, né, nos nas aspirações que são divinais e que estão em nós, estão aqui no nosso DNA que é divino, que tá adormecido em nós. Mas desperta, despertemo-nos, tá? pertemnos nós que dormimos há tanto tempo. E a mano fala também que para nos conectarmos nesses dias difíceis de mar alto, vento em pro oração para pegar o mapa. Qual é o mapa, né? O itinerário. Para onde eu vou? Onde que eu tô? Para onde eu vou? Oração para que essa conexão venha, se faça, ligue a tomada, né? Eu sou de origem mineira, pessoal. Então é bem assim mesmo pra gente compreender on para on. A oração nos permite essa conexão, tá? o plug de
para que essa conexão venha, se faça, ligue a tomada, né? Eu sou de origem mineira, pessoal. Então é bem assim mesmo pra gente compreender on para on. A oração nos permite essa conexão, tá? o plug de novo para eu perceber aqui onde eu estou agora o que Deus espera de mim, quem Deus quer que eu seja, o que eu faça, quais são os planos do Pai para mim, não o meu, do meu ego, que sai se batendo na matéria e erra e me leva para caminhos que não são dele, me conduz cenários infelizes. Não esse, não esse o que eu quero, mas aquilo que eu posso diante de tudo que eu já sei, já aprendi e Deus me aguarda. Por isso que os espíritos nos falam no evangelho. É Deus que Emanuel fala também quando ele nos fala, conectamos com oração e ação. No evangelho, os espíritos nos falam que a fé é humana e a fé é divina. É nesse sentido também que a fala: "Dias difíceis, mar alto, vento na proa, oração e ação. Na oração conectamos-nos com ação. Deus age em nós, por nós, conosco, viu? Não só orar, mas também fazer. Ora, elabora, dizia Francisco de Assis, não somente orar, mas também fazer, movimentar-se naquilo que nos é possível. Por isso que no Evangelho os espíritos ensinam de maneira linda, Kardec codifica pra gente: "A fé é humana, a fé é divina". A fé é divina quando conectamos-nos com Deus e repetimos: "Paulo, tudo posso naquele que me fortalece". Sustenta-me de pé, Senhor, hoje também, amanhã, todos os dias da minha vida, com quantos joelhos conjuntados da criatura incipiente no caminho do bem, do belo, do novo que sou. A fé é humana. Quando eu me levanto a partir daquilo que eu já aprendi, quando eu desenterro meu talento, quando eu venço, né, dou um passo com quanto medo, com quanta insegurança, com quanta dúvida e começo a fazer. É necessário fazer nesse momento a fé. Transforma-nos, leva-nos. Gente, é que vai acontecer o sobrenatural. Não, não vai, tá? Não vai acontecer igual a música do Gilberto Gil. A música é linda, amo. Mas não vai acontecer. Quando ele fala, quem deram superhomem venha nos restituir a glória,
r o sobrenatural. Não, não vai, tá? Não vai acontecer igual a música do Gilberto Gil. A música é linda, amo. Mas não vai acontecer. Quando ele fala, quem deram superhomem venha nos restituir a glória, mudando como Deus o curso da história. É lindo, mas não vai acontecer. O céu não vai abrir de maneira sobrenatural para mudar os nossos percursos, mas os espíritos vão nos ajudar. Espíritos vão nos carregar no colo, especialmente nesses dias aí mais difíceis em que o vento bate na proa. Esse é o momento daquele daquela historinha, né, das pegadas na areia, tão repetidas, sempre válida, sempre atual. O homem desencarna e pergunta pro mentor da vida dele, como tinha sido. O mentor projeta num plasma espiritual toda a vida dele. É possível comunhão? Sim, lógico. Como é que se projeta a vida nossa quando a gente desencarna e quando a gente tá pronto para olhar de verdade como é que foi, que às vezes não estamos, né? Às vezes camoteamos, tendemos a colocar culpa no outro. Ah, eu fiz assim por causa do outro. Ah, porque eu nasci assim, porque a situação era assim. É difícil demais, é duro demais trazermos para nós, pra nossa mão. Foi minha escolha. E na fala linda da Cláudia, na abertura, eu incemento e eu colho. Eu incemento e seifo. É duro, né, a gente olhar para isso, mas faz parte do nosso processo, não tem problema. Se eu incementei errado, cemento certo. E que bonito, a colheita se dá conjunta. Eu vou eh ceifando e sementando junto e modificando a qualidade da minha semente, né? Então, a gente eh observa o o processo da nossa da nossa própria encarnação como um roteiro, um convite permanente à nossa própria mudança. M-nos, para olharmos como aqueles que devem, precisam, é tempo, né, de segurar as rédias da própria mão, da própria vida nas mãos e conduzir-nos em processos cada vez mais renovados de transformação, né, para que a colheita se dê melhor para nós, né? Vento na proa. Vento batendo na proa, convida-nos, como nos ensinam os espíritos, a renovação de nós mesmos. E
a vez mais renovados de transformação, né, para que a colheita se dê melhor para nós, né? Vento na proa. Vento batendo na proa, convida-nos, como nos ensinam os espíritos, a renovação de nós mesmos. E dias melhores virão. É a figura mitológica lá do livro dos mórmons, quando os iaredistas iam paraa terra prometida. Veja que as mitologias estão em todas as religiões, na base de todas as religiões, sustentando-nos o tempo todo, né? Lá no livro dos Mórmons, a busca do povo de Deus pra terra prometida. O que eles fazem? Eles vão numa embarcação, no mar. Beijo para vocês. Mar alto nunca é mar fácil, tá? Não vamos nos iludir, tá? Dias difíceis para nós, para todos nós. Mar alto, esse dia chega para toda criatura encarnada. Hoje ou amanhã chega. E aí na no livro dos mórmodos a gente aprende que os riaredistas vão pro mar, né? se jogam no mar e dias difíceis, dolorosos, mar alta, a embarcação tende a virar, eles encontram uma pedra que se ilumina, que é a pedra que Deus deu para eles. E a pedra ilumina para eles conseguirem no meio da escuridão guiar a embarcação. Veja se a pedra que ilumina os areistas na história, na história do livro, se não são as leis de Deus em nós, dentro de nós, para consultarmos a nós mesmos, como dizia, né, o imo da nossa alma, o DNA que está em nós, que é divinal, que nos guia, tá? Nos guia, é só buscarmos em nós mesmos as respostas, não fora, não o outro não vai conseguir lhe dar a resposta que você busca, nenhum outro, tá? Às vezes queríamos, queríamos que o médium dissesse, né? Queríamos que o palestrante dissesse, queríamos que o dirigente, algum líder religioso nos desse a resposta, o que que eu faço? Que porque é mais fácil, né? Porque é muito doloroso eu ter que fazer a minha escolha e talvez essa não seja mais adequada. Busque, busque no seu Deus interior, porque o seu DNA é divinal. Deus está em você. Essa é a pedra que os heredistas encontraram. Deus guiando-lhe, recolha-se, tá? A sua casa psíquica, a sua casa espiritual, ao silêncio do seu quarto emocional, como
DNA é divinal. Deus está em você. Essa é a pedra que os heredistas encontraram. Deus guiando-lhe, recolha-se, tá? A sua casa psíquica, a sua casa espiritual, ao silêncio do seu quarto emocional, como nos ensina Jesus, né? Dias difícil, recolha-se. Recolha-se e busque o Pai e a resposta virá para você, tá? No melhor caminho. Encontre esse esse caminho a partir das suas próprias respostas. O outro não é capaz, tá? A sua maior companhia é você mesmo. Vive com você desde sempre, desde antes. No planejamento encarnatório, como dizia, você estava, né? E naquele momento, retomando a história linda, você fez o seu desenho, às vezes não conseguiu, dependendo do trecho que ser muito doloroso. Aquele que te ama, que te amava, segue te amando. Você aumentou seus amigos espirituais falando aqui, a gente desenha para você. E sabia que ia ser mar alto e que ia ser evento na proa para você desenhar a sua história. Como que aconteceu? a gente retornar na história. Então, após ter visto a a encarnação toda, o homem pede, né? É possível fazer isso? É possível, pessoal. Vem encarnação toda, sim. Como é que tira? Do próprio perespírito. Nosso perespírito funciona como gravador, tá bom? Todas as suas experiências, escolhas, a sua história está gravada em você. Tudo acontece que às vezes a gente desencarna e não tá pronto. Como dizia, às vezes nem na própria encarnação queremos olhar, assumir, né? Falar: "Ah, fui eu, fui eu que fiz essa escolha, mas fácil colocar no outro, né? Quando estamos maduros, é possível projetar a projeção daquilo que foi a nossa vida. De onde você tirou isso, Patrícia? Memória de um suicida. Ivan Pereira nos narra de maneira linda isso lá. Quando os espíritos cometeram aquele erro absurdo, né, mais justificado pela dor que eles sentiam no momento deles, depois de sofrerem as consequências da própria ensamentação, eles estão prontos para olhar paraa encarnação. Encarnação projetada, acontece com todos, tá? Dá para olhar. E aí o homem na história, né, encarnação
sofrerem as consequências da própria ensamentação, eles estão prontos para olhar paraa encarnação. Encarnação projetada, acontece com todos, tá? Dá para olhar. E aí o homem na história, né, encarnação difícil, ela ele pede pro mentor para projetar para ele como é que tinha sido esse planejamento aí. Igual o meu, o seu, o nosso, o dele, o dela, dias difíceis, dia que embarc dias que a embarcação ameaça s sobrar, né? Não só sobra. Confie. E ao olhar para sua, pra sua própria história, havia dizem que ele tava caminhava com Jesus ao lado dele, né? Jesus representado pelos mentores, pelos amigos espirituais. ou o próprio Jesus sustentava, depende da situação, da cenário da pessoa. Alguns momentos ele tava sozinho, né, na visão que ele tinha. E ele pergunta pro mentor: "Como é que foi isso aí?" Nesse momento eu tava sozinho, nessa hora difícil, nessa hora em que o vento bateu forte, na proa do meu barco, na hora em que a pessoa que eu amava foi embora? Na hora que a doença me visitou de maneira inesperada? Numa hora que faltou o apoio, quando eu mais precisava, numa hora que eu perdi alguém pros pros arcos da morte, quando a gente sabe que não perde, só deixa de ver, deixa a convivência, mas ninguém se perde, né? Os corações ficam conectados. Naquele dia, exatamente aquele dia do sonho desfeito, foi nesse dia em que eu fiquei sozinho. Eu tô falando: "Não, filho, nesse dia Jesus te carregou no colo." É assim mesmo. Nosso planejamento encarnatório é para esses dias difíceis, então, de transição planetária, foi feito com momentos de dor, momentos de provação, momentos de renovação de propósitos, momentos de convite pra nossa própria transformação, para que mostrássemos quem já somos ou quem já conseguimos ser. os momentos mais difíceis. Nesse aí, pode ter certeza que você tá sendo carregado no colo, nos braços, tá bom? Sinta-se nos no colo de Deus, amado por ele, para ser levado adiante, tá? Para dias mais felizes, para cenários de mais paz. A história do livro dos mórmos que nos conta dosediços
nos braços, tá bom? Sinta-se nos no colo de Deus, amado por ele, para ser levado adiante, tá? Para dias mais felizes, para cenários de mais paz. A história do livro dos mórmos que nos conta dosediços é replicada no na Bíblia quando em outra história similar, quando Moisés conduz o povo hebreu pelo Mar Vermelho. Vejam vocês, eles iam, tentavam ir pra terra prometida e se deparam com mar, mar alto. E o que que ele faz? Olha para aquilo, todo mundo com medo, inseguro, não dou conta, vamos voltar. Parece que os dias de hoje muito. Moisés é sustentado na fé, né? Que a fé é humana. e divina, sustentado na certeza de que ele não estava só e na capacidade de liderar aquele lugar com aquelas pessoas, porque Deus não teria colocado ali, não tivesse um motivo. O acaso não preside absolutamente nada, tá bom? Então, saibamos disso. Ele bate o cajado no chão. Veja se essa cena simbólica também não significa ele falando: "Estou aqui, vou, tudo posso". Não é aquele que me fortalece. E a mitologia nos fala que o mar se abre. acontece assim também conosco, tá bom? Dias difíceis, busque o seu Deus interior a sua força humana e divinal, conectando-se, como diz Emmanuel, com o Pai que lhe ama e que jamais lhe daria, como os ensinos espíritos, um projeto de vida que você não suportasse, uma encarnação que não contribuísse para você ser maior do que você chegou aqui, tá bom? uma encarnação com desafios que não lhe convidasse cotidianamente à superação. Embora as lições muitas vezes, pessoal, vão durar uma encarnação inteira, aprovações que duram uma encarnação inteira. Não vamos conseguir nos desgarrar dela, delas uma encarnação inteira. Vamos chegar ao final com elas muitas vezes, mas não importa. Importante é você. Olhe para você. Há uma história antiga, espírita, que conta-nos, nesse sentido, de um homem, um homem bom. que queria muito saber qual era a missão dele na Terra, qual era seu objetivo terreno, o que fazer na Terra, né? E aí de tanto elucubrar, de tanto se conectar com o anjo da guarda, com seu espírito
m. que queria muito saber qual era a missão dele na Terra, qual era seu objetivo terreno, o que fazer na Terra, né? E aí de tanto elucubrar, de tanto se conectar com o anjo da guarda, com seu espírito protetor, um dia o mentor fezse para ele em sonho. Tem gente que já conhece a história, mas alguns não conhecem, vamos em frente. Eu vi pelos sinais que me fizeram. comentou, então fala para ele, seu sua meta nessa vida é transformar a pedra que está no seu jardim. Havia uma pedra no jardim dele enorme e ele nunca tinha observado aquela pedra com os olhos de ver. Muito importante, viu, caminhão? a gente sair da superfície das palavras e na essência do ensinamento. É importante que a gente consiga fazer o esforço da visão espiritual para conseguirmos ir além da vista material e enxergar a essência de tudo e aprender a lição, a mensagem ou os recados que os espíritos nos mandam o tempo todo. Onde é que Deus nos quer? Senhor, que queres que eu faça a dizer para nós a pergunta cotidiana? O homem entende então que o projeto de vida dele, já que ele havia buscado muito, como do evangelho, né? Batei e abrirse vosar. E ele bateu e veio a resposta assim mesmo. E aí ele tinha que então lapidar a pedra, transformar a pedra. A pedra enorme, complicadíssima. E ele começa era disciplinado. Lembra? a disciplina, a lealdade, a obediência, quando racionalizadas são valores do espírito que façam fazer parte do patrimônio espiritual seu, tá bom? Não aquela eh lealdade a alguém porque porque é um valor material, mas porque a sua consciência onde habita as leis de Deus cancela. Lealdade é algo que foi dito, especialmente o evangelho de Jesus, que é a maior bússola e diretriz que temos na terra, né? Lealdade aos ensinamentos, a lei de amor, fidelidade à tarefa, respeito a tudo que derivar da tarefa como compromisso para você. O homem então diante da pedra, que era imensa, muito maior do que ele, começa a dar uma lapidação da pedra, começa a transformar pedra difícil, não conseguia, a priori não
como compromisso para você. O homem então diante da pedra, que era imensa, muito maior do que ele, começa a dar uma lapidação da pedra, começa a transformar pedra difícil, não conseguia, a priori não conseguia. Esforço de turno sem conseguir. Não transforma pedra, não move a pedra, não vira a pedra. E se eu virasse a pedra? E se fosse do outro lado? Se eu empurrasse a pedra, muita gente conhece a história, tá vendo pelos rostinhos e agora o que eu faço? Nada, nada acontece. Aí ele começa a mudar o instrumento, começa a mudar o buril. Vou transformar esse buril para conseguir lapidar a pedra, transformar em alguma coisa. Eu modifico, busco um instrumento, empurro a pedra, alguma coisa acontece, a vida passa, começa a passar os dias, como nos diz os espíritos, os dias sucedem, os meses correm em alternância e de repente passa-se um ano, rapidamente passaram 50 anos, muito rapidamente então passa-se uma encarnação, né? André Luiz nos fala que uma encarnação o segundo na caminhada do espírito, né? Com quanto nos dure, durando um século ou um pouco mais. Nós caminhamos para a eternidade que nos cabe a partir do momento que fomos criados por Deus. Para imortalidade é a palavra mais adequada. E, portanto, uma encarnação, um minuto em nossa caminhada. Um, nós somos jornadeiros de mais uma experiência terrena. Pense nisso, tá? Valorize seus dias, seus momentos. Não banalize nunca mais, nenhum instante, porque tudo é muito importante. Não tem nada banal. O homem trabalha na pedra. Vamos. E passa a encarnação. Encerra a encarnação. Ele transforma um pouco. Faz uma lapidação, muda um pouco. Burila ali empurrou um pouquinho. Fez alguma coisa. Os príncipes nos convidam a dias difíceis. Mar alto, vento batendo na proa do navio. Movimente-se, movimente-se, tá bom? Alguma coisa foi feito e ele desencarnou. A desencarnação chega para todos nós, tá? Valorize seus dias, seus momentos. Não vivamos com a com a falta da consciência de que um dia transporemos os portais da chamada morte e nos encontraremos com o tribunal
ação chega para todos nós, tá? Valorize seus dias, seus momentos. Não vivamos com a com a falta da consciência de que um dia transporemos os portais da chamada morte e nos encontraremos com o tribunal da nossa própria consciência conosco mesmos, tá bom? Quando poderemos olhar, se Deus quiser, o mapa da nossa vida, repassando cada dia, cada lição, cada momento, cada queda, cada tombo, cada vitória também, tudo nos pertencendo, tá bom? Quando a gente segura, lembra? Segura firme aí sua vida. As derrotas nos cabem como corret como para serem corrigidas e as vitórias nos pertencem também são suas. Só você sabe. Tá bom? Também solte-se. Solte-se do olhar do outro, da expectativa do outro. Ninguém tem obrigação de cumprir a expectativa do outro, tá bom? Olhe para você. Só você sabe de suas lutas, suas dores, sua história, suas vitórias, suas quedas, suas dificuldades. Quem você, quem você é e por você chegou até aqui, como você conseguiu chegar até aqui, só você sabe. E a luta que você enfrenta todo dia para ser quem você é, para estar onde você está, só você sabe. Valorize também, tá bom? fim da encarnação. Vira uma página, vim de um, vira uma página, fecha um tomo de mais um, um livro de suas múltiplas vidas, porque somos caminheiros da eternidade, né? Viemos um dia comunhão do país da luz, somos filhos das estrelas porque viemos das estrelas, estamos aqui em mais uma experiência. Valorize sua vida, tá bom? Dê valor para as experiências, paraas pessoas. Use as coisas para você transformar o mundo onde você tá inserido e ser um ser humano cada vez melhor. Daqui a pouco chega a desencarnação. É assim mesmo, sem problemas. Outros livros virão, tá? Porque corre cada dia na pauta dessa vida aí correndo por nossa conta, por nossa escolha. Você é autor da sua vida. Segura firme as rédeas do seu barco mesmo, Mar Alto. Tá bom? Homem desencarnou, o mentor chega e o abraça. E ele não está tão contente consigo mesmo depois que ele ouvia, havia visto o mentor décadas atrás em desdobramento,
do seu barco mesmo, Mar Alto. Tá bom? Homem desencarnou, o mentor chega e o abraça. E ele não está tão contente consigo mesmo depois que ele ouvia, havia visto o mentor décadas atrás em desdobramento, o mentor falara para ele: "Sua meta, já que você quer saber, é a transformação da pedra que está no seu jardim". Olha que simbólico, tá pertinho da gente. Às vezes a gente queria ir lá fora, né? Fazer transformação lá do outro lado da terra. E às vezes falavam paraa madre Tercutar, essa trabalhadora linda de Jesus que teve na terra. Muitos chegavam para ela, né, e falavam: "Madre, eu queria transformar o mundo. Eu queria fazer transformação no mundo. O que que você me recomenda, madre?" E ela dizia: "Volte para sua casa e ame sua família". Muito, muito necessário conseguirmos olhar para nós, olharmos para aqueles que estão respirando o nosso há sob o teto, nunca por acaso, tá bom? Acaso não preside nada. E expandirmos o nosso olhar para compreendermos que a nossa família é a família universal, que a nossa família avança por toda a terra, para além da terra. Mas é necessário para subir o monte de fúo dar um passo de cada vez. Se não estamos conseguindo, nós estamos conseguindo esse tal amor debaixo do nosso teto, paramos para refletir sobre isso, né? Paremos para refletir sobre essa necessidade. Tá bom? Como não tava muito feliz não, a ped tava no jardim, mas ele achava que não tinha feito a tarefa, mas o mentor tava feliz, o abraça e ele fala: "Não, não tô feliz não". E o mentor diz a ele: "Por que não tá feliz? Que houve?" E ele fala: "Você não falou que a minha meta era transformar a pedra?" A pedra segue sendo pedra. Veja lá, a pedra segue do jeito que tá. Ele não, você movimentou a pedra um pouco ele um pouco. F assim, transformou a pedra ele um pouco, ele um pouco. Ele falou assim, agora olho para você. Deixa eu te contar um segredo agora. Agora eu posso contar. Ele ouve. Nunca foi sobre a pedra, sempre foi sobre você. O processo de você se esforçar para lapidar o cenário, para
agora olho para você. Deixa eu te contar um segredo agora. Agora eu posso contar. Ele ouve. Nunca foi sobre a pedra, sempre foi sobre você. O processo de você se esforçar para lapidar o cenário, para transformar o cenário, para modificar o cenário, diz respeito a você, aos seus valores, aos seus talentos, a sua força, a sua coragem, a pessoa intimorata que você se torna a partir do processo, sempre foi sobre você, nunca foi sobre a pedra. A pedra você terá outras oportunidades de transformar os espíritos ensinam no evangelho, o que não for feito hoje. Outras encarnações, se for nosso labor, nos convidarão a fazer. Mas olhe para você, o ser humano que você se transformou a partir do processo, né? Mais criativo porque buscou novas soluções, mais resiliente porque depou-se com uma dificuldade que a priori parecia maior do que você mesmo, tornou-se um ser humano mais humilde também por descobrir que há muitas situações em que não conseguiremos transformar. Olhemo-nos para nós nos processos de maralta em que estamos inseridos e pensemos o que essa situação ensina. Quem eu posso ser a partir desse cenário é sobre você, tá? Não é o porquê. Às vezes na casa espírita, quando descobrimos que as múltiplas encarnações nos convidam a à nossa renovação, queremos saber o porquê. Ah, isso aqui é por quê? O que eu fui na encarnação passada? Em que a encarnação passada incide sobre isso? Qual os efeitos da semiatura em cementação? na lição bonita da Cláudia da dação em outra encarnação para esta vida. E às vezes a gente tende aquele orar para o passado quando já aprendemos que mais importante do que o porquou para quê. Para onde eu vou a partir disso? Essa situação, esse mar conduz para qual tipo de praia? Quem é o timoneiro da minha vida? Sou eu. Não nos iludemos. Dias difíceis para todos nós na terra. Cada vez mais a partir do aprendizado, novas lições virão, tá? Essa é a lição do evangelho, quando Jesus nos ensina aquele que muito tem ainda mais se dará. Essa é a esse é o sentido espiritual da
ra. Cada vez mais a partir do aprendizado, novas lições virão, tá? Essa é a lição do evangelho, quando Jesus nos ensina aquele que muito tem ainda mais se dará. Essa é a esse é o sentido espiritual da lição. Embora muitos na terra queiram desvirtuar as palavras de Jesus, muito cuidado, tá? Já fizemos isso em muitas vidas. Alguns dizem que querem transformar as palavras de Jesus em prosperidade material. Eu já tenho ouvido isso muito, tá? Na rede mundial de computadores, em prop eh propaladas teologias de prosperidade, Jesus não fala de riqueza material, pois ele nos ensina, nos ensina que o reino do Pai tá dentro de nós, que o reino dele não é deste mundo e que deveríamos olhar para os líderes do campo, tá bom? Porque nem Salomão em toda sua glória jamais se vestiu como eles, falando das nossas riquezas espirituais. Portanto, aquele que muito tem e que supera com boa vontade, conectando-se com a oração e agindo, ainda mais se lhe dará. Os espíritos nos ensinam no evangelho que aqui na na vida material fazemos pequena réplica daquilo que é a vida espiritual, que é a vida verdadeira de todos nós. E se aqui não entregamos tarefas grandiosas para aquele aprendiz que não tem condições de cumpri-la, quanto menos ainda Deus o faria. Por isso, quanto mais nos desempenharmos moralmente, de maneira responsável, ética, leal, proba, diante das tarefas, outras tarefas maiores ainda mais virão a todos nós. Não tenhamos ilusões disso, tá bom? Mar alto para grandes, grandes trabalhadores do Cristo. Esse é o convite do momento presente. Espelhemo-nos então em Paulo. Paulo de Tarço. Veja uma coisa bonita, né? Paulo, grande trabalhador de Jesus, transforma-se a partir daquela caminhada inesquecível em Damasco e sai pra vivência do evangelho, né, pra divulgação do evangelho a partir da sua própria vivência. E quantos desafios Paulo enfrentou? Mas recortemos nesse momento um cenário apenas pra gente compreender a força do Mar alto, dos ventos adversos em nossa vida e o quanto nos fazem fortes, né? Paulo tenta ir
os desafios Paulo enfrentou? Mas recortemos nesse momento um cenário apenas pra gente compreender a força do Mar alto, dos ventos adversos em nossa vida e o quanto nos fazem fortes, né? Paulo tenta ir para Roma, havia sido condenado. Episódio narrado em Altos Apóstolos e em detalhes na obra Paulo Estevão. Quem não leu, recomendo que leia. tenta ir para Roma, apela para César, pois estava preso e vai na embarcação. A embarcação enfrenta todo tipo de tormenta, todo tipo de mar alto no caminho pra Itália. Vocês imaginam, Paulo era o vaso escolhido para aquele momento, paraa divulgação. Jesus não fez os caminhos de Paulo se abrirem, não transforma a caminhada dele numa caminhada florida na terra, não. Embora ele fosse o convidado de Jesus, né, quando o convida e ele aceita como trabalhador magnífico, que é os caminhos dele não se abrem. Ele faz o caminho, ele conduz a caminhada dele no meio de sofrimento. A a embarcação paraa Itália sofre todo tipo de revés. quatro vezes ameaçado de naufrágio, no final só sobra. No final da da viagem não, mas no meio da viagem só sobra. Numa das tribulações que ele sofre, os os ocupantes da embarcação, tripulantes queriam jogar o Paulo no mar, pois sabiam que ele era cristão. Começaram a achar que ele era a maldição dentro do barco. Não é possível. Tanta tribulação no barco aconteceu só com Paulo, gente. Não, uma atrás da outra, em uma viagem, uma atrás da um, um maral atrás do outro, uma tempestade atrás da outra, um tufão atrás do outro numa só viagem. Aconteceu só com ele, viu? Não acontece só com a gente. Tá bom. Numa delas, o barco vira. Não conseguiram jogar o Paulo no mar, mas narrativa de Lucas e Natos, mas na no momento o barco vira, eles naufrago conseguem chegar com vida na ilha de Malta. E aí? Ufa, que bom, até aqui nos trouxe o senhor. Chegaram na praia, chegaram com vidro. Não importa que o barco virou, não sabiam como é que dali embora agora, mas estavam com vidro. Tava numa numa ilha de noite com frio. Que é que se faz numa
nhor. Chegaram na praia, chegaram com vidro. Não importa que o barco virou, não sabiam como é que dali embora agora, mas estavam com vidro. Tava numa numa ilha de noite com frio. Que é que se faz numa ilha de noite? Vai acender a fogueira. Parece básico. E Paulo vai na boa intenção do trabalhador. E na hora que ele coloca as vidas para montar a fogueira e liga o fogo de dentro das vidas sai uma fíbora e o morde, pois tinha uma cobra no meio dos galhos. Entenderam? E ele mordido ali já se protege do veneno, faz o que dá no conhecimento que tinha, frce oração, ação também não ficou parado, né? Esperando e agora o o veneno vai entrar. Não, movimenta, movimenta, movimenta. Mas veja que Deus não livrou, não livrou da aprovação. Mais uma depois de tantas. Esse exemplo nos mostra o que é que nos aguarda no dia a dia como candidatos a trabalhadores do bem. Tá bom? Não nos ludamos. André Luiz nos ensina, passou uma aprovação, aguarda, você tá maior, musculatura espiritual maior. Joana fala, a gente sabe do espírito superior quando ele olha e fala: "Como que eu ajo agora? Não se desespera, não sai correndo, não pergunta pro outro: "O que eu faço agora? pelo amor de Deus, pode conversar, pode, deve, deve desabafar, deve buscar, deve buscar ouvir, mas você conduz-se. Aconteceu com Paulo, não vai, ninguém vai dizer que vai acontecer conosco nos tempos de hoje, ser pecado para uma cobra, mas acontece de sair de uma provação, mal saiu e outra aparece, mas a musculatura sua, a minha, a nossa de tá cada vez maior e a gente vai superando os desafios de todos os dias. história da revista Brides. Um soldado atravessava um grande nevoeiro com o seu capitão. Nevoeiro foi ficando cada vez mais denso e escuro. Nada enxergava, não conseguia ver o que tinha na frente. Ficou com vontade de ficar parado, paralisado diante do medo, temor, né? A insegurança é marca. A paralisia diante do desconhecido é marca da criatura humana. Mas aquele que o guiava, que era o capitão dele, fala: "Movimente-se, movimente-se, não se
nte do medo, temor, né? A insegurança é marca. A paralisia diante do desconhecido é marca da criatura humana. Mas aquele que o guiava, que era o capitão dele, fala: "Movimente-se, movimente-se, não se permita ficar parado. Faça alguma coisa. Ele continua se movimentando. História verdadeira. Tá bom? Passam, se movimentam a passos lentos, só mais um passo, tá bom? E saem do do ponto nevrálgico do nevoeiro. Quando eles saem, então nesse momento, o capitão mostra para ele agora, olha para trás quantos ficaram paralisados lá. A situação para eles está muito mais difícil que a nossa agora. Eles haviam perdido eh os insumos de alimentação, haviam perdido o instrumental de localização, mas eles tinham saído da parte densa porque se permitiram continuar em movimento. Dias difíceis, tá? Dias de mar alto. Não deixe que o medo, a insegurança paralise sua ação. Busque, como diz Emanuel, reflexão em Deus que é seu pai. Reflita você também nia de ação e avance. avança um passo de cada vez, tá bom? Só mais um passo. A gente lembra que todo dia importa, cada escolha é importante, cada decisão é valorosa na sua vida. Lembrando também que todas as escolhas, tá, comunhão, que nós fizermos na vida, todos os momentos decisivos na nossa vida são escolhas, são momentos espirituais, tá bom? Porque às vezes a gente se confunde, a gente acha que a gente tá aqui na matéria e que a escolha é material, não é uma escolha espiritual que você tá sendo chamada a fazer nesse momento, porque você é um espírito. As nossas escolhas impactam na nossa caminhada, no nosso projeto, nos nossos nos dias que virão. As nossas escolhas são as nossas ensações, como leu a Cláudia, todos os dias. Por isso, pare e olhe-se como espírito diante do mapa da sua vida. Pergunte-se também o que isso importa daqui a 100 anos. Quando eu voltar para casa, quando eu morrer, morrer, voltar para casa, o que isso importou de verdade? Pra gente também se desapegando das situações, dos cenários e conseguir olhar com distanciamento para eles. Essa é a marca
, quando eu morrer, morrer, voltar para casa, o que isso importou de verdade? Pra gente também se desapegando das situações, dos cenários e conseguir olhar com distanciamento para eles. Essa é a marca que Joana fala dos espíritos que acendem. Eles conseguem olhar para os cenários com distanciamento e tomar as decisões mais adequadas, porque somos parte da mudança, somos parte das soluções, somos parte dos processos. Mas vejam, as situações não nos definem, tá bom? Você não é o fracasso, você não é a situação que você não conseguiu, você não é a desistência, você não é aquele dia em que as coisas não deram certo. Isso daí não define você, tá bom? Aprendamos também a olhar para tudo com afastamento, com distanciamento e aprendermos as lições reiteradas e avançarmos cada dia mais, um tanto mais, um pouco mais. Tá bom? Quero lembrar-nos nos nossos 4 minutos finais de Jesus na barca. Aprendamos do dos das falas de Jesus paraa nossa vida. Aprendamos para a eternidade, tá? Porque somos caminheiros da eternidade. Aprendamos a aprender para a eternidade. Jesus havia pregado, pede aos discípulos que se afastem, que entrem em mar, no mar da Galileia. Avança, né? para Mar Alto. É um lago, mas é tão imenso que parece o mar. As escrituras falam que outros barcos o seguiram, mas eles foram distanciando e ficaram sóos. Jesus repousa na popa do barco, num lugar de muita segurança, né? Repousa. Olha a simbologia do momento também para nós. E aí, nesse momento, principia-se uma tempestade. Os discípulos olham pra tempestade com a história de pescadores que tinham, sentem medo, né? É natural da nossa condição humana o temor diante daquilo que é incerto, mas Jesus repousa no barco. Esse é o convite de Euríped Baçanuvo, mentor do trabalho das 19 horas no primeiro sábado aqui da comunhão. Para que todos nós pensemos dias difíceis, dias de luta na terra, dias de mar alto, vento na proa. Jesus está no barco, tá no grande barco terreno que é a nossa. Jesus repousa no barco dos discípulos,
Para que todos nós pensemos dias difíceis, dias de luta na terra, dias de mar alto, vento na proa. Jesus está no barco, tá no grande barco terreno que é a nossa. Jesus repousa no barco dos discípulos, mas os discípulos se assustam, começa a tentar se movimentar para dar conta daquilo, tempestade e mar alto e o barquinho ameaça sobrar nesse momento. Então, Pedro, gosto muito de Pedro, que Pedro nos mostra da humanidade dele e do ser humano que ele conseguiu ser logo após o episódio do Golgota, convidando-nos também, apesar de nós mesmos, da humanidade, da nossa humanidade, a avançarmos no nosso ritmo, tá? O seu ritmo não é o do outro, não se compare com outro, é o seu ritmo, tá bom? Pedro é aquele que tira a orelha do soldado Malcon Malcon, quando Jesus é aprisionado, Jesus repõe a orelha. Vejam você, para daqui a pouco, daqui a pouco transformar-se com uma grande pedra da renovação crística na terra. Pedro se assusta com a tempestade que ameaça sobrar o barco e chama Jesus. Fala: "Mestre, o barco vira, o barco vai te sobrar e tu dormes." A fala de Pedro reverbera em nós também. Muitas vezes, né, na nossa ansiedade natural humana, temos a impressão que as vozes do céu não ecoam diante da nossa rogativa, que o Pai não respondeu ao nosso pedido, ou que talvez Jesus não estivesse ouvindo. Jesus levanta, acalma a tempestade, como a calma a tempestade de nossas vidas também quando chamamos, mas pergunta: "Porque temeis, homens de pouca fé, nos convidando a todos séculos passados. milenos passados a nos perguntarmos também por é que a gente teme, por é que temos medo, qual o tamanho de nossa fé quando o próprio mestre nos ensinou, se a gente tiver a fé do tamanhozinho de um grão de mostarda, que é bem pequeninho, diríamos, diremos pra montanha e a montanha das dores, das lutas, das dificuldades, passa daqui para lá. O passar daqui para lá é Moisés batendo diante do Mar Vermelho. É a junção, aquele momento seu, único, seu, de congruência entre a fé humana e a fé divina. A hora em que eu busco Deus que
qui para lá. O passar daqui para lá é Moisés batendo diante do Mar Vermelho. É a junção, aquele momento seu, único, seu, de congruência entre a fé humana e a fé divina. A hora em que eu busco Deus que mora em mim e revelo o talento que eu enterrei há tanto tempo para avançar um dia de cada vez. Que a pergunta de Jesus reverbere em nós todos os dias, nesses dias de mar alto, de vento na proa, de desafios. Por que é que a gente ainda teme? Jesus é o grande timoneiro, daal terrena, daal de nossas vidas. Dias difíceis, pergunte pro mestre: "Senhor, o que queres que eu faça?" E a resposta de Jesus vai nos ligar, nos levar a caminhos cada vez serenos, cada vez mais serenos, a praias cada vez mais tranquilas. a praia que aspiramos há tanto tempo, mas que ainda não tivemos condições, mas onde não tivemos ainda condiçõ condições de estar. Mas merc de Deus, lá chegaremos. Quero encerrar nossas reflexões de hoje, já que a gente falou de mar, de mar alto, de vento na proa, de dias difíceis, quero rememorar pequeno trechinho da musiquinha do padre Zezinho para todos nós. Que seja assim, tá? que a gente consiga crescer em fé como Pedro, o que chamou, aquele mesmo que chamou Jesus um dia, mestre, vamos afogar e tu dormes. Possamos crescer como Pedro cresceu no nosso tempo. E a gente replica, foi bem assim, ó. Pencontou tu falando de Jesus, traga Jesus agora para seu quadro mental, tá bom? Pra sua mente, pra sua visão psíquica, porque ele é seu mestre e você o conhece. Tu te aberaste da praia, não buscaste nem sábios, nem ricos. Somente queres que eu te siga. Senhor, tu me olhaste nos olhos. Pensa aí, Jesus, chamando-te pelo seu nome, olhando nos seus olhos, tá bom? Sorrindo para você, como diz Divaldo, sorriso mais lindo que a terra jamais viu, parecido. Senhor, tu me olhaste nos olhos. e a sorrir para nãounciasse o meu nome. E foi por isso, Senhor, que lá na praia eu deixei o meu barco para junto a ti buscar outro mar. Que deixemos na praia do desengano, das desilusões, tudo aquilo que não nos comporta mais
se o meu nome. E foi por isso, Senhor, que lá na praia eu deixei o meu barco para junto a ti buscar outro mar. Que deixemos na praia do desengano, das desilusões, tudo aquilo que não nos comporta mais carregar conosco. E com o mestre levemos cada vez mais uma fé robusta que nos transforma nos seres humanos, como diz André Luiz de primeira classe. Obrigada pessoal. esse belíssimo encerramento da nossa querida Patrícia, vamos, quem quiser, fechar os olhos para melhor concentrar, para agradecer esse momento de luz, esse momento de conexão com Jesus, com o nosso mestre amigo, nesses tempos tão difíceis, que possamos amos sair daqui com essa energia revigorada, com essa energia de luz que recebemos aqui, o mestre a nos chamar pelo nosso nome, a nos mostrar o caminho do bem, aquele caminho, aqueles compromissos que assumimos antes de nascer, aqueles que podemos carregar. Jesus nos ensina, nos ensina aceitar resgção ativa as nossas dores, mas também as nossos sucessos, que possamos seguir em frente, seja que problema, seja que desafio tenhamos, seja nos momentos de vento em proa, porque logo estaremos nos momentos de vento em poupa. que tu estejas conosco, Jesus, e que possamos sentir-te a presença divina sempre, sem ingratidão, sem o desamor que carregamos há tanto tempo. Esteja conosco, Senhor Jesus, e com tantos outros que sofrem encarnados e desencarnados. E que a tua luz se faça sobre o nosso planeta, sobre o nosso Brasil, sobre os nossos lares e sobre todos aqueles que passam pela nossa mente nesse momento. Em teu santo nome, Jesus, em nome dos amigos queridos que nos acompanham, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menez, te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma
l da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a
m de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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