VENCENDO O MEDO DA MORTE - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/11/2025 (há 4 meses) 46:26 335 visualizações

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Transcrição

que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Hoje estamos, é, é o último, última segunda-feira do mês de novembro. Então, que nós possamos respirar fundo e vamos a uma breve leitura do livro Vigiai e Orai. Vigiai e orai do nosso irmão José. Criar oportunidades. Esquematiza as tuas prioridades e não deixes para depois as coisas essenciais. Não absorvas todo o tempo com questões sem relevância para a tua felicidade. A tua felicidade é sua, né? Depende de você. Coisas e objetos não são mais importantes que pessoas. Problemas materiais que representam mais ou menos dinheiro para o teu bolso podem ser adiados. Toda vez que eu leio alguma coisa nesse sentido, eu me lembro do Chico, né? Isso passa. Isso também passará. É maravilhoso, né? Eh, aprende a criar oportunidades de estar com os que te alimentam o espírito e se constituem no teu ponto de referência moral da vida. Então, lembrando que a nossa doutrina querida fala da moral cristã. Vamos então elevar os nossos pensamentos, descansar um pouco a nossa mente. Vamos agradecer ao nosso querido colega, amigo, irmão Adolfo, que irá apresentar o tema e toda a bibliografia por ele, utilizado para preparar essa beleza e de reflexão no último dia do mês nosso de segunda-feira de novembro de 2025. Que a paz esteja com todos e vamos passar a palavra pro nosso grande companheiro.

le, utilizado para preparar essa beleza e de reflexão no último dia do mês nosso de segunda-feira de novembro de 2025. Que a paz esteja com todos e vamos passar a palavra pro nosso grande companheiro. >> Bom dia a todos que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da da casa. Cumprimentamos também os que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunião Espírita de Brasília, que abraça a todos, desejando eh acolhê-los com muito carinho, como sempre o faz. Eh, há muitos anos eu frequento a comunhão. Hoje eu estou aqui como palestrante, mas a maioria das vezes eu estou sentado aí assistindo palestras. E não foi nem uma nem duas vezes que o palestrante para descontrair o ambiente, ele perguntava, logicamente uma plateia espírita, ele perguntava: "Quem acredita no mundo espiritual? Levanta a mão". Aí as pessoas levantavam a mão, ele fala: "Quem gostaria de no quando desencarnar fosse para um mundo melhor, tipo eh, nosso lar, ou um mundo onde o bem prevalecesse sobre o mal, onde as pessoas estivessem bem umas com as outras, sem conflitos? Aí levanta a mão, todo mundo levanta a mão." Aí ele para dar a descontra, ele perguntava: "Quem quer desencarnar agora?" Aí todo mundo baixava as mãos e ria. Era uma descontração que se fazia naquele instante, né? Todo mundo acreditava no mundo espiritual, todo mundo queria ir um dia para essa cidade espiritual, mas ninguém queria ir naquele momento. Obviamente que o palestrante ele não tinha o poder de fazer com que você naquele instante desencarnasse, mas naquela brincadeira, naquele momento, o que ele falava tinha um fundo de verdade. E é sobre isso que nós vamos falar. Logicamente muitos dizem: "Não quer desencarnar agora". Não por causa do medo da morte, mas por alguma outra peculiaridade. Mas nós hoje vamos falar exatamente sobre vencendo o medo da morte. E vencer o medo da morte é é um tema que vários palestrantes têm adotado não só na comunhão, mas em outras casas espíritas, o que demonstra que é um tema

lar exatamente sobre vencendo o medo da morte. E vencer o medo da morte é é um tema que vários palestrantes têm adotado não só na comunhão, mas em outras casas espíritas, o que demonstra que é um tema que o espírita tem alguma preocupação. aqueles que têm medo da morte, muitos de nós temos, não precisa me falar, mas a maioria de nós, porque tem o medo da morte, o que que acontece? Eh, não espere sair daqui hoje corajoso. Ah, agora eu não tenho mais meu da morte, não. Nós vamos apenas conversar sobre a temática, esperando que o assunto possa despertar o interesse para o aprofundamento não apenas na na literatura espírita, que é muito ampla a esse respeito, mas também refletindo sobre a as questões que nos envolvem nesse mundo. É importante nessa situação nós distinguirmos dois tipos de temor de morte. Nós temos o primeiro, que é aquele natural, é aquele instinto de sobrevivência. Obviamente você tem medo de andar no parapeito de um prédio de 20 andares, de cair, morrer. Você tem medo de atravessar um trânsito intenso e e morrer. É um instinto que nós temos de sobrevivência. Então, não é esse medo de morte que nós vamos tratar aqui, porque jamais eu gostaria de retirar de qualquer irmão o o medo de despencar de um despenhadeiro. Não é desse medo que nós vamos tratar. Mas nós temos um segundo medo. É aquele decorrente da nossa expectativa do que irá nos acontecer quando deixarmos o corpo físico, afastando-nos das pessoas que amamos, das coisas que temos algum apego e também daquele receio que nós temos. E puxa, eu ainda não tô preparado para ir para lá, porque nós temos uma literatura que vai falando, né, e fala muito sobre umbral. sobre o que pode acontecer do outro lado. E às vezes a gente fala assim: "Poxa, eu até que eu não tenho medo da morte não, mas eu não tô preparado, eu não quero ir agora porque acho que vou para umbral". Então são várias situações que nos envolvem e a nossa doutrina ela nos prepara para a vida nesse mundo espiritual. E é isso que a gente deve vez ou outra parar e

gora porque acho que vou para umbral". Então são várias situações que nos envolvem e a nossa doutrina ela nos prepara para a vida nesse mundo espiritual. E é isso que a gente deve vez ou outra parar e refletir, porque a morte, né, a morte do corpo físico constante, é uma fatalidade na nossa vida. Então essa reflexão para esse momento que vai chegar para todos nós, ela deve ser feita. E como nós elegemos Jesus como nosso guia e modelo, eh, vamos relembrar que ele veio ao mundo para anunciar aquele reino, aquela vida futura. A vida futura no sentido da vida que nos aguarda no mundo espiritual. Ele veio aqui revelar isso e nos mostrar o caminho para que nós possamos adentrar tranquilamente nessa vida futura. Então ele veio trazer o caminho para um reino, um reino que não é desse mundo. É um reino que é construído dentro de cada um de nós, onde nós iluminamos esse caminho para esse reino que é interno através das próprias bem-aventuranças que é desenvolvendo em cada um de nós a humildade, o desapego, a misericórdia, a justiça, o coração puro. Então nós vamos criando luzes dentro de nós. afastando as sombras que ainda nos envolvem, as sombras do egoísmo, dava vaidade, do orgulho. E retirando essas sombras com as luzes das virtudes, nós poderemos então adentrar nesse reino. E esse é o caminho que ele veio nos trazer, anunciando essa vida futura, que nós vamos chegar quando eh perdermos esse corpo físico que temos. Então nós vamos agora navegar um pouquinho na nossa doutrina para relembrarmos é de aspectos essenciais para o salto que pretendemos dar vencendo o quê? Vencendo o medo da morte. Eu vou fazer apenas um parêntese aqui me me permita o desabafo. Eh, eu da minha casa até aqui eu demoro cerca de 20 25 minutos. Então, saiu uma hora antes para chegar ainda a fazer uma harmonização. O trânsito tava tão terrível que deu lá no 50 minutos. Eu quase que não chego aqui. Então, a próxima palestra eu vou fazer vencendo o medo do trânsito, porque eu acho que o trânsito tá tão intenso que a gente tem

ava tão terrível que deu lá no 50 minutos. Eu quase que não chego aqui. Então, a próxima palestra eu vou fazer vencendo o medo do trânsito, porque eu acho que o trânsito tá tão intenso que a gente tem que vencer esse medo primeiro. Eu acho que tava hoje mais do que a morte, viu? Para chegar aqui na hora certa. Então esse vencer medos é do trânsito, é da morte, é de qualquer situação, é o que nós devemos procurar fazer sempre, buscando para dentro de nós uma tranquilidade, uma harmonia, vencendo cada instante da nossa vida, porque a nossa vida ela é feita de instantes. Agora é um instante, daqui a pouco outro, outro e outro. E vivendo intensamente cada instante, nós construímos o nosso destino com as escolhas que fazemos na vida. Então nós vamos iniciar trazendo quatro aspectos que constam no próprio Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 4ro, que tem o título: "Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo". Então, nesse capítulo do Evangelho apresentam quatro alternativas que todos nós teremos. quando morrermos, quando o nosso corpo físico morrer. Então, quais são essas quatro alternativas? A primeira é o nada. Muitas pessoas creem que ao morrerem, ao morrer o corpo físico, acaba tudo. São os materialistas que, para eles, a vida inicia no nascimento e termina com a morte. Depois disso nada mais existe. Isso é a primeira alternativa que se apresenta para algumas pessoas. A segunda é da absorção no todo universal, de acordo com a doutrina panteísta. Então aqui nós temos a nossa individualidade, mas quando passarmos para o outro lado é como uma gota que é absorvida no oceano. Então nós perdemos a individualidade sendo absorvidos pelo todo conforme a doutrina, a doutrina panteísta. É a segunda alternativa. A terceira alternativa que consta no Evangelho Segundo o Espiritismo é da individualidade. Então, nessa nova nova alternativa, eh eh essas pessoas acreditam que ao morrermos continuamos mantendo a individualidade com fixação definitiva da da sorte,

egundo o Espiritismo é da individualidade. Então, nessa nova nova alternativa, eh eh essas pessoas acreditam que ao morrermos continuamos mantendo a individualidade com fixação definitiva da da sorte, segundo a doutrina da igreja. quer dizer o seguinte, a individualidade é mantida, mas conforme o nosso comportamento aqui durante a nossa vida, vai definir se você vai pro céu ou se vai pro inferno. Definiu aí e isso é definitivo. O inferno é eterno e o paraíso também. E tem a quatro, a quarta alternativa também a individualidade, mas com a progressão indefinida, conforme a doutrina espírita. Então, a doutrina espírita também advoga pela individualidade, só que não existe paraíso, não existe inferno e não existe castigo, não existe penas definitivas através do nosso comportamento, das nossas escolhas. Encarnação, após encarnação, nós vamos construindo a nosso processo evolutivo e todos nós, sem exceção, chegaremos à perfeição. Não importa o que você tenha feito na vida, não importa o que você já tenha feito no passado, o importante é nós compreendermos que todos nós chegaremos à perfeição. E essa é o que a doutrina espírita, essa alternativa, perdão, é a que a doutrina espírita eh defende. E se nós formos a avaliar essas quatro alternativas, na primeira, na segunda, quer dizer, o nada e a doutrina panteísta, eh as esperanças terminam, as famílias não se reúnem. é uma situação que acontece a aqui no mundo. Isso tem ocasionado, isso aí é uma estatística que já foi feita de que as pessoas que não acreditam em nada depois desta vida t entrado em profundas depressões, ansiedades e muitas chegam ao próprio suicídio. Porque no sofrimento em que se encontram, não vendo alternativa, ela fala: "Para que que eu vou ficar nesse mundo?" e acabam por tirar a sua própria vida. Já a terceira alternativa da igreja, você pode até encontrar com aqueles seres que você ama, que você conviveu, mas desde que os dois tenham adotado o mesmo comportamento na terra, ou vocês vão se encontrar em

eira alternativa da igreja, você pode até encontrar com aqueles seres que você ama, que você conviveu, mas desde que os dois tenham adotado o mesmo comportamento na terra, ou vocês vão se encontrar em indefinidamente no paraíso ou no inferno. Agora, se um for pro paraíso e outro for pro inferno, não vai encontrar nunca. E uma vez eu perguntei para um irmão de uma outra de uma de uma outra crença, quando ele me falou sobre isso, aí, puxa vida, você ama a sua mãe? Não me lembro quem eu perguntei. Falou: "Amo muito". Falei: "Então você imagina se a sua mãe, porventura vai pro inferno e você vai pro paraíso, como é que você vai se sentir no paraíso? Sabendo que sua mãe tão querida tá no inferno." Ele não falou: "Não, mas há o esquecimento". Falei, pô, se é o esquecimento, paraíso meio dopadão, né? É um negócio meio estranho. E aí, eh, conversamos, não não a conversa não foi adiante, mas tem a segunda, a, aliás, a quarta a possibilidade, essa quarta que nós abraçamos como espíritas que somos, que é de nós sempre podermos nos encontrar pela afinidade que nos serve, pelas vibrações, pelo pelo amor que nós temos pelos pelo pel aqueles que e fazem parte da nossa vida. nós sempre nos encontraremos. Isso é muito confortante, porque você sabe que se você hoje perdeu ou você pode perder uma pessoa muito querida na sua vida, por mais que a gente chore, e é natural que a gente chore, que a gente sinta falta, mas nós sabemos, nós temos a certeza que vamos nos encontrar. Isso é é patente na na nossa vida. Mas a nossa abordagem do tema considerará apenas essa quarta alternativa nesse tema que estamos abordando. E vamos relembrar também o que nos diz o livro da dos espíritos na introdução, porque a doutrina espírita é uma doutrina que foi construída pelos espíritos para nós espíritos que somos, porque nós somos espíritos imortais. E no livro dos espíritos, na introdução, ele diz assim: "O mundo espírita é um mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo." O mundo corporal, esse que nós estamos

os imortais. E no livro dos espíritos, na introdução, ele diz assim: "O mundo espírita é um mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo." O mundo corporal, esse que nós estamos vivendo, é secundário. Poderia até deixar de existir ou não ter jamais existido, sem que por isso, se alterasse a essência do mundo espírita. Os espíritos revestem temporariamente o envoltório material. Esse aqui, ó, nós estamos vendo. Perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade. Tanto, meus irmãos, a gente precisa ter essa consciência de que nós somos seres espirituais. temporariamente estamos aqui e mesmo assim, mesmo sabendo que somos espíritos imortais, que o corpo físico é um simples envoltório, que a verdadeira vida é a vida espiritual, pela simpatia que nos une, iremos nos reencontrar muitos com muitos seres que amamos nessa vida, mas mesmo assim nós ainda temos medo da morte. Muitos de nós têm medo da morte, sabendo disso tudo e se apega profundamente à vida material. A gente conhece todas essas situações, mas a gente se apega tão fortemente à vida, essa vida de ilusão, isso aqui é uma vida de ilusão. Nós vivemos nos iludindo com tudo que tem aqui. O principal a gente às vezes deixa de fazer é a educação do nosso desapego das situações. É desapegia. E a esse respeito, nós vamos lembrar de uma história. Eh, quantas dizem que é verdadeira, eu não sei, eu não não confirmei isso, mas a história é bem interessante. Diz que existia um advogado muito próspero em Los Angeles. Ele tinha muito, era muito rico, gan muito dinheiro na sua advocacia. Em certa ocasião, ele contraiu uma doença terrível e ele foi gastou fortunas para se curar. E quando ele se curou, ele queria conhecer qual era o sentido da vida, porque ele quase morreu. Ele tinha bens demais e ele quase morreu. Ele falou: "Eu quero conhecer o sentido da vida". E saiu viajando pelo mundo para encontrar essa resposta. Ele viajou bastante, até que num país da Ásia disseram para ele: "Olha, no alto

quase morreu. Ele falou: "Eu quero conhecer o sentido da vida". E saiu viajando pelo mundo para encontrar essa resposta. Ele viajou bastante, até que num país da Ásia disseram para ele: "Olha, no alto daquela montanha mora um sábio e provavelmente esse sábio vai elucidar essa sua dúvida. Ele vai esclarecer sobre essa questão do sentido da vida. Ah, é isso mesmo. Dá aí pegou e a montanha íngreme, né? E ele passou alguns dias escalando, ia, subia, até que ele chegou no alto da montanha. Quando ele olhou, tinha um cazebrezinho muito humilde. Aí ele entrou no casebre. Entrou no Casebre e viu uma esteirinha no chão, alguns utensílios e no fundo um senhor sábio, né? Tava ali sentado, quietinho. Ele olhou, falou: "Você é o sábio?" Ele falou: "Não, eu eu sou eu, se eu tal, mas como é que você é um sábio tão conhecido na região toda? Todos falam de você e olha o que que você tem. Você tem uma esteirinha e você tem só esses utensílios junto com você." Ele falou: "Ó, mas você também, você tá só com uma mochila nas costas." Aí o o advogado rico falou: "Ah, mas eu tô de passagem". Aí o sábio falou: "Mas eu também tô de passagem". Então é uma lição que o sábio deixou de que todos nós estamos de passagem. E aquele homem rico então começou a perceber o sentido da vida, que na vida nós estamos de passagem. Mas esse é o primeiro ponto que nós espíritas temos que intronizar no nosso ser é esse. Estamos aqui de passagem e a gente se apega tanto à vida, nós todos sabemos que um dia vamos desencarnar, mas a gente se apega a isso. A gente não quer ir de jeito nenhum com todo o que pode ser problema político, econômico, social, de grana, de tudo, mas a gente não quer sair. A gente tá pegado nesse corpo daqui que não quer sair daqui de jeito nenhum, mas a gente tem que intronizar que estamos aqui de passagem, somos espíritos imortais. E aqui não é o verdadeiro mundo. O verdadeiro mundo é o mundo espiritual. E Jesus veio trazer todo esse caminho para todos nós. Bom, a partir daí nós começamos a tirar de

em, somos espíritos imortais. E aqui não é o verdadeiro mundo. O verdadeiro mundo é o mundo espiritual. E Jesus veio trazer todo esse caminho para todos nós. Bom, a partir daí nós começamos a tirar de dentro o receio da morte. E mais ainda, todos nós que nos amamos, que temos afinidade, todos nós nos reencontraremos. Mas o que que se contrapõe a essa situação que nós estamos falando aqui? Encontramos o quê? O atavismo religioso. E o que vem a ser o atavismo religioso? O atavismo religioso, ele se caracteriza pelo apego aos valores ou traços da herança genética vinculados a uma cultura ancestral que durante séculos eh eh durante séculos foi determinando a nossa maneira de pensar e de agir. Por exemplo, eu fui coroinha de um colégio de um de padres salesianos. Eu rezava a missa, era coroinha, sabia a missa toda em latim. Aquilo tudo é uma herança que quando hoje em dia, mesmo sendo espírita, há muitos e muitos anos, eu me vejo eh a absorvido por esses atavios, por essa herança que está em mim. Então, é comum hoje em dia nós vermos espíritas, eu não faço isso não, que eu vou falar, viu? Nós vemos espíritas fazendo o sinal da cruz, participando de romarias, comemorando os dias santificados pelo catolicismo, bem como discutindo a ideia do paraíso e do inferno a nos esperar após a morte. Nós não temos nenhuma crítica a fazer isso. Acho que cada cada crença, cada religião, ela tem o seu valor e deve ser muito respeitado. Mas nós, como espíritas temos os nossos. Então, nós não podemos confundir as situações por sob pena de causarmos eh temores dentro de nós, misturando eh valores, princípios doutrinários, né? E a questão dovismo, ela é tão importante, ela é tão importante que numa entrevista ao jornal Mundo Espírita, Divaldo Franco, ele falou o seguinte, diz o diz Divaldo Franco, no entanto, considero que o amor que devemos dedicar à doutrina esteja acima das conveniências decorrente das amizades e escrúpulos na abordagem das dificuldades que permeiam o nosso movimento. estava

no entanto, considero que o amor que devemos dedicar à doutrina esteja acima das conveniências decorrente das amizades e escrúpulos na abordagem das dificuldades que permeiam o nosso movimento. estava então fazendo uma crítica ao movimento espírita. Não raro, tais comportamentos inadequados que notamos em diversas casas espíritas são frutos da ignorância e do atavismo. Quer dizer, então nós carregamos para dentro da nossa casa espírita ainda essas essas heranças. Isso daí faz com que nós, sem percebermos, adotemos um temor da morte, um temor de morrermos. Então, o atavismo religioso também é uma fonte de medo que sentimos da morte. Vez que sem mesmo sentirmos a herança dos contos sobre as penas eternas, nós intuitivamente temos o medo de ir pro céu, pro paraíso ou pro inferno. É uma coisa intuitiva que herdamos. E ao contrário do que algumas crenças apregou, a doutrina, a doutrina espírita nos ensina e os espíritos confirmam que não há mudanças miraculosas quando deixamos aqui e vamos para o mundo lá, o espiritual. Não há mudança miraculosa, como algumas outras crenças dizem, você sai daqui, aí você vai para um lugar que é completamente diferente. É uma coisa assim, eh, ou muito bonita ou terrível, né? Não, a doutrina espírita tudo é um processo muito calmo, muito tranquilo, tem que tenha, eh, percalços demasiadamente eh gritantes assim na concepção, né? E a questão que nos impõe é que e que devemos responder, né, a perguntas que nós devemos responder. Quem somos? Quem somos nós? Então, essa pergunta eh parece simples, mas ela é importante. Quem sou eu? Você tem que ter a certeza de que você é um espírito imortal. De onde viemos? Da onde é que eu vim? Eu fui criado no instante do meu nascimento. Eh, eu não fui criado por nada. Ou eu fui criado simples e ignorante. Estou encarnação após encarnação, caminhando num processo evolutivo para chegar à perfeição. E para onde vamos? Essa aí é mais certa. Todos nós vamos para onde? paraa perfeição. Elas falam no caminho, às vezes a gente

após encarnação, caminhando num processo evolutivo para chegar à perfeição. E para onde vamos? Essa aí é mais certa. Todos nós vamos para onde? paraa perfeição. Elas falam no caminho, às vezes a gente vai para um lugar aqui, outro ali, vamos aprendendo, vamos nos educando, vamos conhecendo, vamos espiando, vamos adquirindo eh conhecimentos. Mas para onde vamos? Todos nós vamos paraa luz. Jesus, vós sois luz. Desperte a vossa luz. É isso que nós estamos fazendo, despertando a luz que está dentro de nós. E todos nós temos essa luz. Sabemos que somos espíritos criados por Deus, simples ignorantes, como falamos. cumpre agora fazer uma distinção do que é morte e do que é desencarne. Muitas pessoas eh a a adotam a essa nomenclatura pros dois, mas elas são bem diferentes. Morte é uma coisa, desencarne é outra coisa. Morte é a destruição do envoltório físico. É fenômeno natural que atinge a todos os seres da criação ced ou tarde. Então morte é isso. O o corpo ele perdeu o seu fluído vital. Ele eu acho que de 150 anos para cá todos já foram. Eu já eu já tô mais para lá do que para cá. Daqui a pouco eu vou também. E meus filhos estão crescendo e também vão, é um é um círculo que vai saindo. Já o desencarne é o desfazimento dos laços perespirituais enraizados molécula a molécula no corpo físico, concedendo liberdade ao espírito que passa a viver em outra dimensão da vida. O corpo foi, mas você, eu, espíritos que somos, nos deslaçamos desse corpo. E aí o processo acontece. Quem já teve uma EQM já pode ter presenciado um pouquinho disso. Eu tive três EQMs. E e é uma coisa muito interessante. Você sai você vê aquele túnel existe e você vê os irmãos lá te esperando. Dá uma alegria. Dá vontade de você se jogar embora, mas aí você de repente volta por algum motivo. Você volta. Então, o mundo espírita existe e você não se associa ao corpo que você foi, aquilo que você eh foi na Terra como corpo físico, né? E no nosso objetivo, que é vencer o medo da morte, vamos imaginar um rio caudaloso,

espírita existe e você não se associa ao corpo que você foi, aquilo que você eh foi na Terra como corpo físico, né? E no nosso objetivo, que é vencer o medo da morte, vamos imaginar um rio caudaloso, as margens largas, a correnteza forte e você tá num caminho e você chega num ponto que você sabe que você tem que atravessar esse rio e você vai. Aí você chega num momento em que o rio se apresenta à sua frente, aquela correnteza, aquelas margens largas, aí você sente medo. Por que que você sentiu medo? Porque você aprendeu a nadar muito pouco. Você não sabe nadar direito, então você sente medo. Por quê? Porque você não sabe nadar direito. É a mesma coisa que acontece conosco nesses momentos em que nós temos medo de atravessarmos esse momento de sairmos da vida material para a vida espiritual. Nós muitas vezes não nos sentimos preparados e por não nos sentirmos preparados, temos medo de mergulhar nesse rio e nos lançarmos à vida espiritual que nos aguarda. E aí, meus irmãos, precisamos eh criar em nós essa mentalidade nova, essa mentalidade que possa nos trazer a essa essa verdade que a doutrina espírita vem nos trazer, vem nos ensinar. Toda a doutrina ela é montada para isso. E tanto é que o próprio objetivo da doutrina espírita, qual é o objetivo da doutrina espírita? É a transformação moral da humanidade. Transformação essa que passa pela transformação moral de nós indivíduos. Então eu me transformo moralmente, a minha irmã se transforma, minha filha se transforma, cada um de nós se transforma moralmente. Chega um dia que a humanidade toda estará transformada. Esse é o objetivo. Mas para que isso? Por que que eu tenho que me transformar moralmente? Você não tem que fazer isso. Nada é obrigatório, mas é uma coisa certa. Não é obrigatório. Eu acho até que é, viu, En? Porque se você não vai pelo amor, você vai pela dor. Porque nós temos uma lei, uma lei do progresso, que nos impulsiona, querendo ou não, paraa perfeição, porque Deus é misericordioso. Ele é tão amoroso

rque se você não vai pelo amor, você vai pela dor. Porque nós temos uma lei, uma lei do progresso, que nos impulsiona, querendo ou não, paraa perfeição, porque Deus é misericordioso. Ele é tão amoroso que ele diz, você não quer não, meu filho, mas você vai. Porque assim a gente fica nessa envolvido nessas paixões inferiores que movimentam o nosso ser. São paixões inferiores que nos causam prazeres da carne. O prazer da posse, do eu quero, eu domino, eu faço, eu posso, eu mando. Esse domínio é uma ilusão. Nada disso nós levamos quando daqui deixamos. Então, no momento em que nós nos desfazemos dessas dessas sombras que ainda nos envolvem e nós caminhamos para esse rio caudalo que nos aguarda, nós então conseguimos nos despir dessa ilusão. E eu volto a repetir, e perdemos então aos poucos o medo dessa morte, perdão, dessa morte que a todos nós aguardam. E para concluirmos, nós podemos dizer o seguinte, que o medo da morte é salutar quando sentindo na preservação da vida. Por que preservar a vida? Porque prolongando a vida, nós podemos cumprir a nossa tarefa. Todos nós estamos aqui pro cumprimento de uma tarefa. Tá lá na questão 132 do livro dos espíritos, né? Nós estamos aqui exatamente para eh nos provarmos, chegarmos então um dia à nossa perfeição. Então, existe uma um motivo para estarmos aqui. E o medo da morte, medo do desconhecimento do que nos espera, requer o quê? Se eu tenho medo, se você tem o medo da morte, requer o que de nós? Estudo e prática. Prática do bem. Tá na questão 860 do livro dos espíritos. O único objetivo da nossa vida é a prática do bem. Então, quando você pratica o bem, você vai aquilo que Jesus disse, que o amor ele ele afasta de nós, ele rompe com uma multidão de pecados. Então, se todos nós que já cometemos seja lá o que for, no momento em que você muda a sua vida e começa a praticar o bem, praticar o bem de coração, mesmo sem interesse individual, você começa então >> fazer essa modificação, você começa a trazer um sol, a despertar esse sol que

muda a sua vida e começa a praticar o bem, praticar o bem de coração, mesmo sem interesse individual, você começa então >> fazer essa modificação, você começa a trazer um sol, a despertar esse sol que dá dentro de cada um de nós. O medo da morte, pela incerteza do lugar que nos aguarda, nos inspira o estudo e a prática dos ensinamentos de Jesus. buscando a nossa transformação íntima e na prática da caridade, o desenvolvimento das virtudes que nos transformarão no nadador exímio que atravessa o rio sem temor, convicto do dever bem cumprido. E aí finalizando, trazendo uma um pensamento de Santo Agostinho que diz assim: "A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu. Vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Então, a morte é isso. Nós continuamos sendo o que somos. Então, a construção desse paraíso em nós, ela é importante, porque você construindo um paraíso dentro de você, você enxerga o paraíso. Se você constrói inferno dentro de você, você enxerga infernos. Porque nós não vemos o que vemos, nós vemos o que somos. Então, nós temos que começar a enxergar no outro amor. Nós temos que enxergar na vida a oportunidade de crescimento, de evolução. E com isso, com certeza, não teremos nenhum receio da morte, porque a morte não existe, só existe vida. E vida em abundância. Muito obrigado. Que Deus nos abençoe a todos. Que assim seja. Agradecer então Adulfo porque nos ofereceu uma reflexão. Adorei a ideia de levantar o braço, mas eu não vou pedir para vocês levantarem o braço, não. Não precisa se preocupar. [risadas] Vamos então aproveitar esses momentos mentalizando a espiritualidade, agradecendo por mais um dia que aqui nos encontramos juntos nesse grande aprendizado que se chama reencarnação. Amado mestre Jesus, esse irmão querido, nos auxilia a repensar a nossa experiência reencarnatória e que possamos enfrentar os rios, as montanhas e sermos melhores a cada momento. Que assim seja. Graças a Deus. Então vamos aguardar que seamos chamados pro passe.

r a nossa experiência reencarnatória e que possamos enfrentar os rios, as montanhas e sermos melhores a cada momento. Que assim seja. Graças a Deus. Então vamos aguardar que seamos chamados pro passe. Lembrando que a comunhão tá solicitando ajuda, se for possível, de todos para as cestas, que nós temos a sexta básica, que distribuímos a 300 famílias, mas nós gostaríamos de colocar algo mais nessas cestas básicas. Então, quem puder colaborar com panetone, uma farofinha gostosa, enfim, algo que nós possamos incluir na cesta básica dessas 300 famílias. Não quer dizer que vocês tenham que trazer 300, não. O que vocês trouxerem será muito bem [risadas] aplicado, com certeza. Então, desde já agradecemos e vamos dizer obrigado, senhor, porque mais uma semana eu aqui me encontro encarnada para aprender. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia [música] com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem

odos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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