Vânia Ramos | A VERDADEIRA PROPRIEDADE (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 20/03/2025 (há 1 ano) 44:13 442 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Bom dia a todos. Sejam muito, muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. É tão gostoso estar aqui, né, de manhã, que nos acalma, nos traduz tanta paz, tanto carinho, nos cerca de amor. Então, para iniciarmos esse momento, eu vou ler um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, que tá no capítulo 16, que depois vai ser abordado pela nossa irmã Avânia. No não se pode servir a Deus e a mamã, mas só que é um pequeno trechinho mesmo do item 14, desprendimento dos bens terrenos. Venham, meus irmãos, meus amigos, trazer-vos o meu óbvulo a fim de vos ajudar a avançar desassombradamente pela cenda do aperfeiçoamento em que entraste. Não nos devemos uns aos outros, somente pela união sincera e fraternal entre os espíritos e os encarnados. Será possível a regeneração. A gente se deve, mas a gente se deve amor, a gente se deve compaixão, a gente se deve carinho e amizade. Então, vou sugerir novamente que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir essa paixa que provém do nosso pai, a quem também chamamos de Deus. agradecer o fato de ter encaminhado, ternos enviado o nosso irmão mais velho, Jesus, que nos mostrou o que é o amor, como devemos amar, como amarmos de verdade. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor dessa nossa casa tão linda, que nos abraça, que nos acalma, que abre seus braços para nos receber. Bezer de Menezes, médico pobres, que não foi para um mundo que poderia ter ido, um mundo melhor, com menos lágrimas, com mais sorrisos, para que nos

nos acalma, que abre seus braços para nos receber. Bezer de Menezes, médico pobres, que não foi para um mundo que poderia ter ido, um mundo melhor, com menos lágrimas, com mais sorrisos, para que nos auxiliasse a conquistar em nós próprios o amor. Vamos agradecer também a dona Ivone, a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora que fracassou inúmeras vezes, mas que se arrependeu e fez de seus arrependimentos os degraus que precisava para acender. nos mostrou que é possível transformar si própria, dirige os trabalhos aqui neste salão e que com muito amor nos estende os braços e nos perde para não desistirmos de nós próprios. Senhores, amigos, irmãos queridos, vamos sentir essas flores que perfumam o nosso ambiente, que perfumam o nosso caminhar. E vamos nos lembrar daqueles que sofrem, vamos nos lembrar também de nós próprios e vamos aprender a nos amar. Assim, já mais serenos, mais tranquilos, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, permitam-me chamá-los assim. Primeiro eu explico que eu fico com esse celular aqui na mão, mas não é porque eu tô olhando o celular outras coisas, não, tá? É porque eu tô entrando em contato com os amigos que nos assistem pelo TV Comunhão, porque nós agora estamos na era, né, da internet. Então, às vezes eu preciso responder algumas coisas e falo com eles por aqui e socorro um às vezes ou simplesmente digo: "Oi, bem-vindo". E a nossa querida amiga a Vânia vai falar conosco sobre a verdadeira propriedade que tá aqui no Evangelho e ela vai conversar sobre o que foi que isso aqui quis dizer para nós uma das vezes, uma das vertentes sobre isso. Com a palavra, Vânia. Obrigada. Bom dia. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes, os nossos corações. E com certeza essa energia de amor que aqui se encontra presente nos envolvendo chega até os nossos irmãos e nossas irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de

erteza essa energia de amor que aqui se encontra presente nos envolvendo chega até os nossos irmãos e nossas irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. E a nossa irmã Valéria, né, já deu um spoilerzinho do qual é o tema, né? Ela citou o capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que não se pode servir a Deus e a mamã. E ela falou exatamente sobre o desprendimento dos bens terrenos. E a nossa mensagem da nossa reflexão, o título, como ela já disse, a verdadeira propriedade. E essa mensagem está lá no item nove, é a primeira mensagem da instrução dos espíritos. E quem nos passa essa mensagem é o nosso irmão Pascal, que ele era um cientista matemático francês. E ele vem nos falar e eles vem nos dar o conceito da verdadeira propriedade que tem uma conotação diferente da que nós temos aqui no nosso mundo material. Então ele nos diz o seguinte: "O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo." E olha só, nós muitas vezes temos essa preocupação de do ter, né? Esquecemos do ser. E nós somos espíritos imortais. Nós sabemos que tudo que nós conquistamos aqui, honestamente, é super válido. Tanto que a lei do progresso e a do trabalho é uma das leis naturais. Mas o que ele vem nos mostrar exatamente esse apego excessivo que nós muitas vezes desenvolvemos em relação aos bens materiais, esquecemos do mais importante, que é a conquista dos bens espirituais e que esses nós vamos levar quando nós desencarnarmos. E nós muitas vezes esquecemos e muitas vezes nos eh adoecemos por causa da dessa questão, né? Nós sabemos que tem irmãos e irmãs que se dedicam ao trabalho de uma forma tão excessiva que adoece porque esquece de cuidar de si próprio ou até no relacionamento com a família prioriza. Então é o bom senso, o equilíbrio que nós devemos observar como nós estamos pautando as nossas vidas. O trabalho é importantíssimo, é necessário. Tanto que hoje, como nós sabemos, o nosso planeta evoluiu

ão é o bom senso, o equilíbrio que nós devemos observar como nós estamos pautando as nossas vidas. O trabalho é importantíssimo, é necessário. Tanto que hoje, como nós sabemos, o nosso planeta evoluiu bastante em termos da ciência, da tecnologia e quanto nos beneficia quanto é necessário, mas é a questão de nós termos essa esse limite, até onde e o que é mais importante. Então ele vem nos dizer do que encontra ao chegar e deixa ao partir, goza o homem enquanto aqui permanece. Forçado, porém, quer abandonar tudo isso, não tendo as suas riquezas a posse real, mas simplesmente o uso fruto. E é isso, nós quando desencarnamos, nem o nosso corpo, né, físico nós levamos ou vai ser enterrado ou cremado. Então, é um empréstimo que Deus nos dá. E esse corpo físico, nós temos que cuidar dele, sim. né? É um instrumento que Deus nos dá, mas eu não posso usar o meu corpo como uma coisa, como objeto. Há uma preocupação muito grande com o físico, com a forma, com com a beleza. E esquecemos da beleza interior, a beleza espiritual, que nós devemos também ter como objetivo maior. Então o que ele fala, né, que nós todas as riquezas nossas, embora a maior parte conquista essas riquezas de forma honesta, é um é transitória, não é para sempre. Nós não, inclusive tem uma expressão muito antiga que falavam assim que mortalha não tem bolso e caixão não tem gaveta. Então, realmente, né, vamos nos reportar lá no Egito antigo por por falta de conhecimento, eles, os faraós, né, juntavam todas as riquezas ali, enterravam junto, porque eles achavam que iriam retornar com todas aquelas riquezas. Hoje nós sabemos que não é bem assim. Muitas vezes o pobre de hoje vai reencarnar numa condição financeira extremamente boa em termos de de poder aquisitivo material. Então, tudo isso é essas essa alerta que ele vem nos fazer. E aí ele faz uma pergunta: que é então o que ele possui? Ou seja, nós o que que nós possuímos verdadeiramente na nossa vida terrena, na nossa condição de reencarnado. Nada do que é do uso do

os fazer. E aí ele faz uma pergunta: que é então o que ele possui? Ou seja, nós o que que nós possuímos verdadeiramente na nossa vida terrena, na nossa condição de reencarnado. Nada do que é do uso do corpo, tudo que é de uso da alma. E o que que é o uso da alma? Aí ele vem nos dizer a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais. Então isso nós vamos levar sim todas as conquistas da inteligência, das nossas ações no bem, né? A conquista das virtudes do reino do céu. Tudo isso é um patrimônio que ninguém nos toma, é nosso e nós vamos levar. como também, infelizmente, aqueles que estão ainda no mundo dos vistos, dos desequilíbrio, das desonestidade, dos atos impensados, infelizmente também ele tá levando um patrimônio ruim que vai prejudicá-lo na vida espiritual. Então, o patrimônio que nós levamos, tanto as virtudes como os defeitos. Tanto que a gente é bom lembrar muitas vezes uma pessoa extremamente eh materialista e o fato dela desencarnar, ela não vai passar por uma condição imediata de uma pessoa altamente presa aos bens materiais para um uma condição mais evoluída espiritual. Então é o que ele vem nos dizer. Isso que ele traz e leva consigo que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Então, o que vai ser útil para nós quando nós chegarmos no mundo espiritual é exatamente essas condições, o patrimônio que nós conquistamos em termos de virtude. que nós muitas vezes eh viemos com um propósito, né, que a reencarnação é uma bênção, é a misericórdia divina. E nós vimos com compromissos, com responsabilidade, chegamos aqui, nos acomodamos e adiamos, não vamos deixar para depois. E os serviços a a são ofertados a nós, vem a ao nosso encontro. E nós não é agora. Eu não posso, deixo para depois. E quantas vezes nós perdemos essas oportunidades de fazer o bem, de auxiliar o nosso irmão e de nos renovarmos em termos de atitude, exendo, evoluindo na questão da paciência, da tolerância, da humildade, da benevolência. e que nós esquecemos e

ades de fazer o bem, de auxiliar o nosso irmão e de nos renovarmos em termos de atitude, exendo, evoluindo na questão da paciência, da tolerância, da humildade, da benevolência. e que nós esquecemos e lembremos sempre da questão da caridade, que a caridade não é só a material, é a moral que é a mais difícil e que nós vamos adiante. A caridade moral é que faz com que conquistemos esse patrimônio que ele vem nos dizer que é esse que nós levamos pro mundo espiritual. E ele diz o seguinte, é interessante, ele faz uma metáfora para comparar a partida nossa quando nós desencarnamos, que é como fosse uma viagem. E é, mas que essa viagem, quando nós vamos para um país ou por uma cidade litorânea, dependendo, né, uma cidade litorânea, normalmente nós vamos levar roupas mais leves, mais frescas, roupas mais confortáveis. Se a gente vai para um país, um local onde a neve, o frio é intenso, nós vamos levar outro tipo de bagagem. Então, o que ele tá colocando, olha só, ele faz essa metáfora. O que que nós estamos levando na nossa bagagem? O que que nós Qual a bagagem que nós estamos preparando para o nosso mundo espiritual? Para onde eu quero ir? Vai depender da minha bagagem e para onde eu vou. Então, quanto mais essa bagagem seja formada, colocada, coisas, virtudes, coisas do bem, eu vou com certeza chegar no lugar adequado àquela bagagem. E ele diz, então, quando alguém vai a um país distante, a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país não se preocupa com que alias seriam inúteis. Então, por que que eu vou ficar preocupando em amuntoar riquezas se eu sei que para onde eu vou, eu não vou levá-las quando eu partir para o mundo espiritual? E ele diz o seguinte: "Procedei do mesmo modo com relação à vida futura. Aprovisionai-vos de tudo o que lá vos possais servir." Então, o que vai nos servir é exatamente essa questão do que nós estamos levando. E essa quando ele diz que só depende dele ser mais rico a partir do que ao chegar. Vamos lembrar que, né, inclusive no capítulo 16 também fala sobre a parábola

essa questão do que nós estamos levando. E essa quando ele diz que só depende dele ser mais rico a partir do que ao chegar. Vamos lembrar que, né, inclusive no capítulo 16 também fala sobre a parábola dos talentos. Nós sabemos que o Senhor ia fazer uma longa viagem e distribuiu para cada um, olha só, e lá tá bem claro, de acordo com a capacidade de cada um. Então, os talentos nos foram dados de acordo com a capacidade que nós vamos ter de desenvolvê-los, de multiplicá-los. Então, aquela que todos aqui com certeza devem conhecer que a quem foi dado cinco talentos, ele produziu mais cinco. O que foi dado dois, produziu mais dois. E aquele que recebeu um talento, que que aconteceu? Ele o enterrou. E é o que nós muitos fazemos. Nós recebemos os talentos da inteligência para desenvolver para o bem. E muitas vezes enterramos porque utilizamos ele para o mal. Aquele que veio com a condição financeira boa ou adquiriu pelo seu trabalho, pela sua honestidade, mas o que que ele faz? Ele retém só para ele. Então ele enterra o talento. Ele não produz no sentido de ampliar o bem, de ajudar tantos que ele pode necessitar. Então, a parábola dos talentos vem nos mostrar isso. A gente vem para multiplicar os talentos que nos foi dado e nós muitas vezes os enterramos. Então vamos estar observando como nós estamos usando a nossa capacidade, o que que nós estamos fazendo com as nossas mãos, com a nossa visão, com a nossa audição, com as nossas emoções, com os nossos pés onde eles estão nos conduzindo e que ele nos conduz de acordo com a nossa vontade. E lembremos aí você fala: "Ah, mas eu lutei, conquistei um direito meu". É um direito seu, sim. Mas o livre arbítrio é exatamente para que você saiba usá-lo de forma correta, de forma amorosa, de forma que você vá ao encontro do necessitado e o auxilio. e que nós muitas vezes ficamos, muitas vezes até usamos aquela fortuna pros familiares e alguns mais e quando a gente pode estender muito e a capacidade também, não necessariamente a fortuna

auxilio. e que nós muitas vezes ficamos, muitas vezes até usamos aquela fortuna pros familiares e alguns mais e quando a gente pode estender muito e a capacidade também, não necessariamente a fortuna material, nós temos uma capacidade de amor em todos nós a uma centelha divina e que nós podemos ampliar esse sentimento maior e vamos produzir ir mais e conquistar uma riqueza inigualável e que ninguém vai tomar de nós. E vejamos, ele vem nos dizer ao viajante, é muito interessante essa esse trecho, ao viajante que chega a um albergue, bom alojamento é dado se o pode pagar. Ao outro de parcos recursos toca um menos agradável. Que recursos são esses? É a riqueza material. Não, eu vou conseguir um lugar no mundo espiritual com os recursos que eu tenho do das virtudes que eu conquistei. Lá não se tem cobrança, pagamento de moeda. Não é o rico que vai chegar lá e ter um lugar privilegiado. E tem uma historinha que é muito interessante. Conta-se que um engenheiro muito capacitado, muito competente e ele eh eh dirigia, acompanhava obras, prédios maravilhosos, perfeitos, mansões. Então ele tinha uma capacidade, mas infelizmente no aspecto moral ele se envolveu com a série de desvios, eh um comportamento desequilibrado, envolvido com com paixões eh negativas, com problemas de de vícios de toda ordem e ele desencarnou. Chegando lá, um mundo espiritual, ele foi recebido e levaram ele e ele chegou numa cidade e ele começou a observar prédios lindos, construções que ele nunca imaginou em construir. Ficou encantado e aquele espírito que o recebeu foi andando com ele. E à medida que foi afastando ali daquela região, ele foi vendo casas mais simples e ele falou assim: "Ah, eu devo ficar num daqueles prédios maravilhosos". Ele foi andando e quando chegou num lugar bem precário, uma chopana, e ele virou: "Onde que eu vou ficar?" E aí o o espírito disse para ele, o irmão que o acolheu, você vai morar aí nessa chopana. Mas como eu edifiquei tantas obras, ele falou assim, olha, infelizmente o material que você mandou

vou ficar?" E aí o o espírito disse para ele, o irmão que o acolheu, você vai morar aí nessa chopana. Mas como eu edifiquei tantas obras, ele falou assim, olha, infelizmente o material que você mandou lá do da terra foi a única coisa que a gente teve capacidade de construir, foi essa chopana. Ou seja, o que ele edificou em termos de bens espirituais foi pouquíssimo. Então, foi dado a eles, é claro, a metáfora, né? uma forma de nos exemplificar como que nós, o que nós qual o material que nós estamos mandando pro mundo espiritual para quando chegarmos lá, nós vamos ser acolhidos numa casa harmoniosa com um jardim, com janelas amplas, confortável, ou nós vamos para uma chopana sem nenhuma condição? Somos nós que edificamos o nosso local em função do que fazemos. E aí ele vem nos dizer: "O mesmo sucede ao homem à sua chegada no mundo dos espíritos. O lugar para onde vai dependerá dos seus haveres. Não será, todavia com o seu ouro que ele pagará." Então, tá bem claro qual é o patrimônio que nós vamos adquirir aqui e o que nós chegando lá nós vamos utilizá-lo. Então, é bem claro o que nós devemos cuidar da nossa vida nesse sentido. Trabalhar sim, vamos progredir sim, mas o progresso não é só um aspecto material. O progresso mais importante é a nossa renovação, a nossa transformação moral. Tanto que lá o Santo Agostinho na questão 919 nos orienta que a forma de nós evoluirmos é o autoconhecimento. Eu tenho que desenvolver a humildade e me autonhecer, perceber onde eu estou errando, onde eu posso melhorar, onde eu tenho que renovar, porque não sou eu que vou dizer a você que o que você tem que fazer. Aqui nós falamos e também é para mim, porque nós todos aqui estamos num processo de mudança, de evolução, de renovação. Somos todos aprendizes, mas isso a gente tem que trabalhar cada um por si. Eu não tenho que esperar que o outro que vai me transformar sou eu. Eu sou a responsável pela minha mudança, pela minha renovação, pela minha transformação. E aí ele faz o seguinte: "Ninguém lhe perguntará quanto

que esperar que o outro que vai me transformar sou eu. Eu sou a responsável pela minha mudança, pela minha renovação, pela minha transformação. E aí ele faz o seguinte: "Ninguém lhe perguntará quanto tinhas na terra, que posição ocupavas, era príncipe ou operário?" Então, quando chegarmos lá, não vai ser o a condição que eu tinha de poder, né? Era autoridade, era a príncipe, não. Vai depender das minhas ações. E tem um relato no capítulo 2 do Evangelho Segundo Espiritismo, meu reino não é deste mundo. É o último item. é o depoimento de uma rainha da França. E ela vem colocar que ela quando chegou lá no mundo espiritual, porque ela dizendo que ela antes de partir pro mundo espiritual, ela já perdeu o seu reinado, que ela foi perdeu e foi decaptada. Então, tem um depoimento lindo. Eu vou ler só um trechinho para vocês. E ela disse: "Que trouxe eu comigo da minha realeza terrestre?" Nada. Absolutamente nada. Como rainha, julguei que penetrasse no reino dos céus. Que desilusão, que humilhação. Quando em vez de ser recebida aqui como soberana, vi acima de mim, mas muito acima. Homens que eu julgava insignificantes e aos e aos quais desprezava por não terem sangue nobre. Então, compreendi a esterilidade das honras e grandeza que com tanta com tanta avidez nós exigimos na terra. Olha só. e um depoimento dela de humildade, porque ela foi perceber que não era a condição de rainha que ela ia conquistar uma posição no mundo espiritual e que seria recebida com louros, com com um acolhimento diferenciado. Não. O mundo espiritual que vai valer, como o nosso irmão diz, é o que nós levarmos efetivamente de valores morais, éticos e espirituais. O bem que fizermos, esse vai ser contado realmente. Lembremos da parábola dos talentos. E para encerrar, ele fala, né, os lugares aqui não se compram, conquistam por meio da prática do bem. Então, reforçando o que nós estamos falando, nós vamos conquistar um lugar mais tranquilo. E isso, gente, é a oportunidade também de nós chegarmos lá,

e compram, conquistam por meio da prática do bem. Então, reforçando o que nós estamos falando, nós vamos conquistar um lugar mais tranquilo. E isso, gente, é a oportunidade também de nós chegarmos lá, já estarmos alinhados à prática do bem, a trabalhar no bem. Ó o exemplo do nosso irmão André Luiz, que chegou lá numa condição difícil, mas à medida que ele se propôs a se reformar e aproveitar a oportunidade no mundo espiritual de ser útil, ele já foi trabalhar com equipes, aprender. Então, quando nós levamos essa bagagem de forma já equilibrada, nós já chegamos lá com emprego, com trabalho no bem, já somos requisitados. Olha que beleza, né? chegar no mundo espiritual e já tá mais livre, menos preso às coisas da terra e sermos úteis na seara do Cristo. E encerrando, ele faz o seguinte: "Com a moeda terrestre has podido comprar fazendas, casas, mansões, palácios. Aqui tudo se paga com as qualidades da alma. És rico dessas qualidades. Se bem-vindo e vai para um dos lugares da primeira categoria, onde te esperam todas as venturas. És pobres delas? vai para uns da última, onde será tratado de acordo com seus havers. Não há privilégio. Ninguém é tratado mais nem menos daquilo que fez por merecer. E é isso que a gente tem que ter essa consciência. Deus é amor, Deus é misericórdia, mas também é justiça. E diante, desculpa, diante da nossa própria consciência, quando chegarmos ao mundo espiritual, nós mesmo vamos nos dar conta do que fizemos de bem e de mal. Vamos aproveitar a nossa reencarnação e vamos buscar conquistar esta verdadeira propriedade e que já nos ajuda aqui neste planeta a nos renovarmos e a nos tornarmos mais úteis na seara do Cristo, sendo instrumento do seu amor. E assim, meus irmãos, fica a mensagem para todos nós, para a nossa reflexão. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e nos fortaleça. Obrigada pela atenção. Obrigada, Vânia, pelo carinho da sua mensagem. Agora eu vou sugerir novamente que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir essas vibrações tão amorosas dos nossos amigos que nos

. Obrigada pela atenção. Obrigada, Vânia, pelo carinho da sua mensagem. Agora eu vou sugerir novamente que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir essas vibrações tão amorosas dos nossos amigos que nos abraçam, que nos oferecem essas flores, que provém dessas mensagens. e agradecer, agradecer por nos sustentarem, por estarem ao nosso lado a todos os momentos, nos bons momentos em que sorriem conosco, nos momentos difíceis em que nos sustentam. agradecer a Deus, esse pai amoroso que nos auxilia a sermos melhores. agradecer a Jesus que nos mostrou o caminho e como caminharmos mais fortes, mais rápido e mais serenos também. agradecer a Bezerde Menezes por não nos deixar sozinhos neste caminho de amor, onde também encontramos tantas amarguras, onde derramamos lágrimas, mas que nos damos as mãos porque nunca estivemos sós. Vamos agradecer a dona Ivone, que com os braços cheios de flores, mesmo que essas flores contenham espinhos, nos pede para prosseguirmos, cercados por esses amigos e mais aqueles que nos amam com tanto carinho, nós também nos damos as mãos e vamos prosseguir juntos e vamos conquistar afeição. Affeição por nós mesmos e por aqueles que nos cercam. E vamos dizer: "Obrigado, Senhor, pela oportunidade que tem nos oferecido a cada minuto de todos os dias. Muito obrigada. Assim, mais serenos por esse momento, nós vamos pedir licença para iniciar esse dia, dando graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz,

s pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à

. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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