Uniões e Recomeços: O Propósito Espiritual do Casamento e do Divórcio

TV Goiás Espírita 22/09/2025 (há 6 meses) 1:36:10 20 visualizações

com Rômulo Marques

Transcrição

aniversário. Aliás, tem uma de borboleta. Alô. Som. Um. Dois. Não. >> Com vocês. Senhoras. Pessoal, boa tarde. Eh, agora todo mundo tá vendo a Beatriz. Essa é Beatriz. Ela quer, ela quer não, ela vai fazer hoje a nossa abertura, né, filha? E ela conta com a participação de vocês. Aí >> te ofereço, paz. Te ofereço amor. >> Te ofere ofereço amizade. Tuas necessidades. Vejo tua beleza. >> Sinto seus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconhece esta fonte em ti. >> Trabal, trabalhemos juntos. >> Trabalhemos juntos. Vamos juntos. >> Te ofereço, pai. Te ofereço amor. >> Te ofereço amizade. >> Te ofereço amizade. >> Poro suas necessidades. Vejo tu beleza. >> Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheça essa fonte em ti. >> Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. >> Muito obrigado, minha filha. te falar, na volta eu vou voltar, eu vou sair mais cedo. Oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. Gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. A melhor oração é o amor. >> A melhor oração é o amor. >> Tu precisas orar mais. Deves lembrar que a melhor oração é o amor. >> Caridade. >> Caridade é também oração. >> Gentileza, auxílio e perdão. São as preces, >> são as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio e perdão. Deus está aqui. Aleluia. Tão certo como a que eu respiro, aleluia, tão certo como amanhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus, Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como arquiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. O amor, o amor está aqui. Aleluia. Tão certo como ar que eu respiro. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. sorrir quando a dor torturar e a saudade a atormentar os teus dias tristonhos vazios. Sorri quando tudo

. Aleluia. Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. sorrir quando a dor torturar e a saudade a atormentar os teus dias tristonhos vazios. Sorri quando tudo terminar, quando nada mais restar do teu sonho encantador. Sorri, sorri quando o sol perder a luz. e sentires uma cruz nos teus ombros, cansados, doridos, sorrir. Vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. Sorrir. Vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. Mesmo sem entender, mesmo sem entender, eu confio em ti, mesmo sem entender, eu sei que é o melhor para mim, mesmo sem entender. Deus, mesmo que eu não consiga entender e queira tudo do meu jeito, eu até choro e às vezes até chego a dizer por é que tem que ser tão difícil para mim. Parece que é difícil só para mim. Eu sei, seus pensamentos são mais altos que os meus. O teu caminho é melhor do que o meu. Tua visão vai além do que eu vejo. O Senhor sabe exatamente o que é melhor para mim. Mesmo que eu não entenda o teu caminho, eu confio. E Deus, porque sou tão pequenino assim, vou ficar quietinho aqui no teu colo, esperando o tempo certo de tudo. O que eu sei que vais cuida de mim e o teu melhor está por vir. Eu sei que é o melhor para mim. Mesmo sem entender, mesmo sem entender. Mesmo sem entender, eu confio em ti, mesmo sem entender, eu sei que é o melhor para mim, mesmo sem entender. Sonda-me, Senhor. e me conhece. Quebranta o meu coração. Transforma-me conforme a tua palavra e enche-me até que em mim se achei. Usa-me, Senhor. Usa-me como um farol que brilha à noite como ponte sobre as águas com abrigo no deserto como flecha. que acerto alvo. Eu não quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer orar e em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida. Usa-me, Senhor, como um farol que brilha a noite, como ponte sobre as águas, com abrigo num deserto com flecha que acerto alvo. Eu quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer hora, em

a vida. Usa-me, Senhor, como um farol que brilha a noite, como ponte sobre as águas, com abrigo num deserto com flecha que acerto alvo. Eu quero ser usado da maneira que te agrada em qualquer hora, em qualquer lugar. Eis aqui a minha vida. Usa-me, Senhor. Sunda-me, quebranta-me, transforma-me, enche-me. >> Mais uma vez, sonda-me, >> sonda-me. Quebranta-me, transforma-me, >> enche-me e usa-me, Senhor. Oh. Pai, eu quero te amar, tocar o teu coração e me derramar aos teus pés. Mais perto, >> mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo o que sou e te render. Glória, aleluia, aleluia, aleluia. Aleluia. Aleluia. Quando lutas vierem me derrubouar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. E não importa E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto glória, aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do teu coração, me esconder em teus braços, ó pai, >> toda a minha alma deseja-te junto Com os anjos cantarei. Tu és santo, exaltado. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Boa noite, a todos e todas aqui presentes e também aqueles que nos acompanham pela nossa reunião que é transmitida pelo canal do YouTube. Então, sejam todos muito bem-vindos à nossa casa espírita e estudantes do evangelho. Gostaria de agradecer a Kaká e o Betinho, né, por essas canções aí que já vão tranquilizando o nosso coração e nos sintonizando com a espiritualidade maior. Pessoal, eu tenho eh alguns recadinhos hoje, por isso que nós até começamos, Betinho, uns dois minutinhos antes, porque são bastante recados hoje. A gente cortou aí uma música de vocês, viu? Eh, pessoal, nós gostaríamos de divulgar que no dia 18 de outubro nós teremos o nosso tradicional festival de sorvete, uma atividade que já tem há bastante tempo aqui na Casa Espírita e Estudantes do Evangelho. E os ingressos é possível de comprar com todos os trabalhadores que estão utilizando essa camiseta. Eles têm ingressos para vender. Os ingressos

tempo aqui na Casa Espírita e Estudantes do Evangelho. E os ingressos é possível de comprar com todos os trabalhadores que estão utilizando essa camiseta. Eles têm ingressos para vender. Os ingressos estão no valor de R$ 20. O festival de sorvete ocorrerá dia 18 de outubro e crianças menores de 5 anos não pagam, tá? A gente conta com a colaboração de vocês aí. É um festival bastante bacana. Além de alimentar o corpo, a gente alimenta o espírito nesse dia também. Então é bastante bacana esse festival, bastante tradicional aqui na nossa casa e a gente conta com a participação de vocês. No próximo domingo nós teremos novamente o nosso brechó que ocorre aqui ao lado, né? Então, dia 28 de setembro, no próximo domingo, ocorrerá o brechó eh na durante o a nossa palestra aqui. Eh, o terceiro recado que nós temos hoje, pessoal, não sei se vocês conseguiram observar que nós estamos realizando a pintura do nosso prédio, tanto do auditório quanto das inf da infraestrutura que tem predial da FEGO, tá? E essa essa obra que é bastante importante paraa manutenção física da nossa casa, ela ficou bastante cara, bem bem oneroso o valor e só paraa Casa Espírita Estudantes do Evangelho, saiu num valor aproximado de R$ 40.000, tá? E metade e R$ 40.000 paraa nossa casa e R$ 40.000 R000 paraa Federação Espírita do Estado de Goiás para fazer a manutenção de pintura e reparo na na pintura de de toda a infraestrutura predial. Quem tiver disponibilidade de auxiliar a essa essa manutenção na casa, tem Qode atrás das cadeiras de vocês e se vocês sentirem que é possível fazer o auxílio, nós agradeceríamos para fazer essa manutenção. E agora a gente tem um recado para vocês, pessoal. Eu peço bastante atenção de utilidade pública, tá? Nós estamos com um probleminha de abelhas. Se vocês saírem do prédio, se alguém tiver com o carro estacionado a minha a esquerda aqui, tá? minha esquerda, a lado aqui no na na calçada, tá com probleminha de abelhas. Então, tomem cuidado e evitem para que nós não tenhamos nenhum tipo de acidente.

o estacionado a minha a esquerda aqui, tá? minha esquerda, a lado aqui no na na calçada, tá com probleminha de abelhas. Então, tomem cuidado e evitem para que nós não tenhamos nenhum tipo de acidente. Bom, após os recados, nós vamos então paraa nossa leitura de harmonização de hoje. E a leitura é uma mensagem novamente do espírito Emanuel, que está no livro Caminho, verdade e vida, item 50, psicografia do nosso querido irmão Francisco Cândido Xavier. A mensagem de harmonização é intitulada Conta de si, de maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Paulo, Romanos, capítulo 14, versículo 12, conta de si. É razoável que o homem se consagre à solução de todos os problemas alusivos à esfera que o rodeia no mundo. Entretanto, é necessário, saiba a espécie de contas que prestará ao supremo Senhor, ao termo das obrigações que lhe foram cometidas. Inquieta-se a maioria das criaturas com o destino dos outros, descuidadas de si mesmas. Homens existem que se desesperam pela impossibilidade de operar a melhoria de companheiros ou de determinadas instituições. Todavia, a quem pertencerão de fato os acervos patrimoniais do mundo? A resposta é clara: Por que os senhores mais poderosos desprenderseão da economia planetária, entregando-a a novos operários de Deus para o serviço da evolução infinita? O argumento, contudo, suscitará certas perguntas dos cérebros menos avisados. Se a conta reclamada refere-se ao círculo pessoal que tem o homem a ver pelas contas de sua família, de sua casa, de sua oficina, cumpre-nos então esclarecer que os companheiros da intimidade doméstica, a posse do lar, as finalidades do agrupamento em que se trabalha pertencem ao Supremo Senhor. Mas o homem, na conta que lhe é própria, é obrigado a revelar sua linha de conduta para com a família, com a casa em que se asila, com a fonte de suas atividades comuns. Naturalmente, ninguém responderá pelos outros. Todavia, cada espírito, em relacionando o esforço que lhe compete, será compelido a esclarecer a sua qualidade de ação nos

nte de suas atividades comuns. Naturalmente, ninguém responderá pelos outros. Todavia, cada espírito, em relacionando o esforço que lhe compete, será compelido a esclarecer a sua qualidade de ação nos menores departamentos da realização terrestre, onde foi chamado a viver. Neste momento eu convido a todos a fechar os olhos. a respirar profundamente, agradecendo a Deus que nos permitiu estarmos aqui neste dia de hoje, nessa casa de acolhimento, nessa casa de amor, de caridade, que acalma o nosso coração e a nossa mente de todas as nossas angústias e preocupações, sintonizando com os nossos anjos, com a falange de espíritos amigos que envolvem essa nossa querida casa espírita estudantes do evangelho. Vamos removendo na nossa tela mental tudo aquilo que que nos distancia do nosso guia e mestre Jesus, para que possamos visualizar o nosso mestre de braços abertos ao nosso encontro. E assim vamos sentindo toda essa energia de cura, de paz. de acolhimento que envolve a cada um de nós. envoltos essas energias benéficas, salutares, com o coração sereno, vamos novamente agradecer a Jesus por estarmos aqui, pela oportunidade que teremos de receber os ensinamentos, as reflexões e a palavra da doutrina reveladora. Que o nosso querido irmão Rômulo, nosso palestrante da noite de hoje, seja envolvido e conduzido por toda a espiritualidade maior e que tenhamos a sabedoria, a força, a resiliência de levar todo o saber que vamos adquirir para os nossos lares, para os nossos ambientes de trabalho. E que possamos, pautado no saber que vamos adquirir, disseminar o amor e a paz por onde passarmos o decorrer dessa semana. Que assim seja. Convidamos para estar conosco o nosso querido irmão Rômulo Marques, que trará para nós a palestra nessa tarde e noite de hoje com o tema Uniões e Recomeços, o propósito espiritual do casamento e do divórcio. O nosso irmão Rômulo é trabalhador da nossa casa espírita estudantes do Evangelho e um assído trabalhador. É importante destacar isso. Rômulo, em nome da nossa casa espírita,

casamento e do divórcio. O nosso irmão Rômulo é trabalhador da nossa casa espírita estudantes do Evangelho e um assído trabalhador. É importante destacar isso. Rômulo, em nome da nossa casa espírita, nós te agradecemos novamente por vir aqui partilhar o seu conhecimento conosco. Que Deus te abençoe. Boa noite a todos. Antes de tratar de um tema tão especial, tão encantador e que de alguma forma nos move, mexe com cada um de nós de uma maneira mais ou menos especial, eu não poderia deixar de agradecer a todos os professores que tive nessa existência e provavelmente em outras também, aqueles que tiveram a oportunidade de conviver e realizar um casamento em que se uniram e buscaram ali os traços do amor que falemos essa noite. e também aqueles professores que muitas das vezes, por dificuldades que a própria existência lhes apresentou, tiveram a oportunidade de recomeçar, tenha sido com os mesmos companheiros ou companheiras ou com outras pessoas, mas tiveram a firmeza e a estrutura também de condensar em si uma nova oportunidade para o amor, que não é outra senão a nossa missão nessa existência. O meu obrigado a cada um desses professores, porque de alguma forma mesmo aqueles que parecem que erraram, no final das contas todo aquele que se propõe a amar está no caminho, está naquilo que nós viemos realizar neste mundo da maneira mais especial possível. Tendo dito isso, não poderia deixar de perguntar: qual de nós nunca teve uma experiência difícil com companheiros ou companheiras? Não precisa de estar casado necessariamente? Qual de nós não teve uma experiência de aprendizado em que olhou pro outro e pensou: "Minha nossa senhora, onde eu tô amarrando a minha égua? Com que tipo de gente que eu estou querendo me relacionar daqui paraa frente?" Todos nós, de alguma forma já tivemos que fazer essa pergunta em algum momento. Todos nós já sentimos na alma às vezes a dor daquela pessoa que esperávamos alguma coisa. Porque quando nós nos relacionamos com alguém, nós esperamos que ela nos faça feliz. Nós

nta em algum momento. Todos nós já sentimos na alma às vezes a dor daquela pessoa que esperávamos alguma coisa. Porque quando nós nos relacionamos com alguém, nós esperamos que ela nos faça feliz. Nós queremos de verdade que ela nos torne uma pessoa alegre, que ela nos faça nossas vontades e acabamos que, no final das contas, e muitas das vezes, nos esquecemos que ao desejarmos única e exclusivamente, em qualquer relação que tivermos, seja uma terna amizade ou seja um casamento, queremos exclusivamente sermos servidos. Queremos que o outro nos sirva, nos faça as vontades, que nos torne feliz o tempo inteiro, que realize tudo que desejamos. E assim o sendo, não estamos casando apenas com uma outra pessoa, um espírito diferente. Estamos casando conosco mesmo, fazendo as nossas vaidades e nossas vontades exclusivamente, porque o dia que não o fazem, já nos chateamos, já não queremos mais, já desgostamos daquilo. Quando esquecemos que o grande propósito de toda e qualquer união não é outra senão o ato de servir. servir no espectro mais amplo da palavra, como veremos essa noite no espectro que Jesus nos ensinou a fazer, para que encontremos aquele amor chamado pelos gregos de amor ágape, que transcende o amor Eros, o amor da beleza, o amor do encantamento. Porque Teresa de Calcutá já nos ensinava sabiamente: "Ame não pela beleza, porque um dia ela acaba. Ame não por admiração, porque um dia você se decepciona. Ame simplesmente, pois o tempo ou força alguma é capaz de extinguir um amor que não demanda explicações. Esse amor, esse amor alteridade que reconhece as diferenças no outro, que sabe que ali do outro lado há um espírito que, assim como nós estamos em aprendizado, ele não tem condições, ele não conhece o nosso manual de instruções. Muitas vezes nós usamos essa referência para filhos, não é? Quem aqui tem filhos sabe do que eu digo. Nós não temos manual de instruções para aquelas criaturas. E cada um tem um manual de instruções diferente. E nós não sabemos onde está

ia para filhos, não é? Quem aqui tem filhos sabe do que eu digo. Nós não temos manual de instruções para aquelas criaturas. E cada um tem um manual de instruções diferente. E nós não sabemos onde está escrito esse manual. Mas se pensarmos bem, somos todos os mesmos espíritos, filhos de Deus. E o outro, o companheiro, aquele que nos acompanha em vida, também não temos o manual dele e ele também não tem o nosso. Vejo meu, minha minhas próprias experiências, como lhes disse, agradecendo aos meus antigos professores. Meus próprios pais tiveram oportunidade de um casamento em que começou de uma forma, como todos os casamentos, cheios de amores, de ternuras, e com o passar dos tempos foi se degradando. E aquela degradação acabou nos ensinando a mim e a meus irmãos muito sobre o que fazer e também sobre o que não fazer. Professores magistrais, meus pais. Mas me lembro bem de minha mãezinha ainda dizer num daqueles dias difíceis em que o relacionamento parece que não tem caminho ela dizer: "Eu vou aguentar e resistir até o fim". E quando ela disse isso, aquilo soou o meu coração como uma missionária, uma pessoa que estava resgatando todas as experiências difíceis. Mas ela arremata dizendo: "Porque eu nunca mais quero encontrar com essa criatura em nenhuma vida daqui paraa frente?" E eu na minha pequenez, talvez ali com uns 17, 18 anos, talvez um pouco mais, ouvindo aquilo e pensando comigo, "Deu ruim, mãezinha, a senhora vai nascer de novo". em outras formatações, talvez até mãe, filha, ou novamente como esposa ou sei lá, como irmã, não importa. Mas se nós muitas das vezes associamos a constância e a convivência com uma espécie de dor necessária e profunda que preciso amargar, nós não entendemos o propósito maior da lei de amor, que segundo o próprio Emmanuel tem um sinônimo, a lei de reencarnação. Ninguém nasce para fazer o mal. Ninguém nasce para sofrer mal. Ninguém nasce para sentir-se mal numa existência. E é nesse propósito que o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 22

reencarnação. Ninguém nasce para fazer o mal. Ninguém nasce para sofrer mal. Ninguém nasce para sentir-se mal numa existência. E é nesse propósito que o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 22 nos convida um único capítulo escrito para falar sobre a indissolubilidade do casamento e do divórcio, mostrando-nos que no final das contas Deus não une pessoas por papéis ou por promessas ou por juramentos. A grande proposta de todo relacionamento, seja ela conjugal, matrimonial ou mesmo filial, paternal, entre nós, entre amigos, é para buscarmos o amor. E o amor no sentido, como lhes disse há pouco, não o amor simplesmente erótico, o amor da estampa, o amor deste mundo, o amor filia, mas o amor ágape, o amor que transcende, que faz-nos pensar que, de fato, todas as nossas comunhões são por uma missão muito especial. Porque se pensarmos de forma diferente, colocaremos leis humanas sobrepondo-se a leis divinas. Quando Jesus diz: "Não separeis o que Deus juntou", não estou falando por óbvio, porque o próprio Jesus separou inúmeras vezes o que era a lei do homem, a Torá que os homens escreveram da lei divina escrita no próprio coração e no evangelho e na consciência de cada um. separou, porque enquanto ele não poderia, por exemplo, curar alguém no sábado, a lei humana dizia: "Não cure no sábado". Mas é por amor, não pode curar no sábado. Então, de alguma forma, a lei humana, a lei civil, a lei dos nossos tempos vai mudar. Aquilo que um dia era considerado casamento, hoje já não é mais. Basta imaginar que, por exemplo, por muito tempo as pessoas diziam que na sociedade patriarcal da mais severa, que ainda temos relatos e recessos dela, que trazem muitas vezes uma perspectiva muito machista, por mais que isso tenha sido consolidado num passado e vai sendo aos poucos transformado, de alguma maneira isso ainda persiste. Mas se eu disser e provavelmente muitos que estão aqui sentados comigo, se eu disser quem manda lá em casa e disser que sou eu, alguns vão começar a rir. Eu

ado, de alguma maneira isso ainda persiste. Mas se eu disser e provavelmente muitos que estão aqui sentados comigo, se eu disser quem manda lá em casa e disser que sou eu, alguns vão começar a rir. Eu tenho certeza, é discreto, mas estão rindo, porque não sou eu que mando lá em casa. E nós vamos perceber que essa história de quem manda mais ou quem manda menos num bom relacionamento vai se desfazendo com o tempo, porque numa boa relação em que se propõe realizar-se com amor não está quem é certo ou quem está errado. Luís Fernando Veríssimo, recém-encarnado, dizia de forma muito sábia que um relacionamento, um casamento é uma relação entre duas pessoas em que uma tá sempre certa e a outra é o marido. Eu sempre me lembro disso e penso: "Nós vamos provar que ele está errado. Nós vamos provar que Luís Fernando Verísimo está errado usando a própria literatura também do nosso país. Quando vamos ao belíssimo Ruben Alves, que talvez ali nos dê uma uma espécie de metáfora a ensinar-nos um pouco sobre o que é um bom relacionamento, seja ele conjugal, matrimonial, ou como hoje muitas das vezes as pessoas estão juntas. Diz-nos ele que um homem, uma um relacionamento, qualquer que seja, ele vai ser semelhante, não pode ser semelhante a um jogo de tênis em que nós vamos bater e rebater com violência para que o outro lado não consiga devolver a bolinha. Nós vamos cansar o outro lado. Nós vamos fazer com que ele se sinta pequeno, que ele não consiga realizar o seu trabalho e nós ganhemos, tornando aquele relacionamento vaidoso, orgulhoso, em que nós dizemos muitas das vezes, e por favor, não levantem a mão, mas qual dos relacionamentos aqui presentes já não disseram para o o seu companheiro? Eu disse, eu falei que eu tava certo, eu falei para você, eu sabia e você não? Quantas vezes já não dissemos isso? Quando isso vai se evolumando, nós percebemos que é uma intensa partida de tênis. Ruben Alves diz-nos que no final das contas precisamos jogar frescobol, aquele delicioso joguinho da praia, em que eu

Quando isso vai se evolumando, nós percebemos que é uma intensa partida de tênis. Ruben Alves diz-nos que no final das contas precisamos jogar frescobol, aquele delicioso joguinho da praia, em que eu bato, você rebate, você bate, eu rebato e nós vamos batendo rápido ou devagar, mas no final das contas a bolinha não pode cair, porque se ela cai nós dois perdemos. Nós dois precisamos recomeçar. Nós dois precisamos realinhar para um novo início. Nessa perspectiva e nesse tratamento, vamos então reacender a ideia de que todo relacionamento, qualquer um deles, Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 22, vai falar sobre a indissolubilidade do amor como missão. e como missão de um jeito verdadeiro, de um jeito que não é simplesmente atendendo aos meus desejos, mas que vai demandar sacrifício, vai demandar compreensão, vai demandar tolerância para que os eventualmente, se tudo isso não for posto à prova e eventualmente houver o que nós chamamos de divórcio, isso também pela doutrina espírita não seja considerado como uma falência absoluta. minha vida um espírito que não completou a sua tarefa porque divorciou-se. Imagine o castigo e o sofrimento que alguém não carrega consigo mesmo porque não tem a condição de dizer que muito pior, muito pior do que um divórcio. São as amarras de ódio, de indiferença, de desprazer, de descontentamento. Se nascemos nós para sermos missionários no amor, para aprendermos a amar, Deus nos coloca num lugar e fecha-nos. E cada um sabe, e cada um, exclusivamente consigo mesmo, sabe o tamanho da condição de conviver naquele elevador que acaba a energia parado no meio do bloco, não sobe nem desce. Ali você pode ter um ambiente em que você vai ter tranquilidade e dizer ao outro: "Olha, estamos juntos, vamos sair daqui juntos". Ou dependendo do tempo que você vai ficar lá dentro do elevador, você tá com vontade até de matar a pessoa que tá lá dentro. O nome desse elevador, meus amigos, é família. Nós ficamos dentro desse elevador numa existência inteira.

ê vai ficar lá dentro do elevador, você tá com vontade até de matar a pessoa que tá lá dentro. O nome desse elevador, meus amigos, é família. Nós ficamos dentro desse elevador numa existência inteira. E a nossa habilidade em conviver, a nossa capacidade de conviver e, principalmente a vontade de conviver, é que vai definir a nossa continuidade dentro do elevador ou o desespero para sair dele. O que muitas das vezes o mundo nos convida é para que simplesmente quando acabe energia nós já comecemos o processo de reclamação. Quando alguma coisa nos afeta profundamente ou minimamente, já começamos a desistir do caminho que ali está. E o que Jesus nos diz é que não separeis o que Deus juntou. Se Deus juntou de fato pelo amor, há o desejo, há a vontade, há a vontade real de ali permanecer. Esse amor nós vamos ver descrito em inúmeras obras da doutrina espírita que vão nos convidar a uma profunda reflexão sobre o que nós estamos fazendo. V, Abigaí e Saulo de Tarso, no livro Paulo Esteva, uma das obras magnânimas que a doutrina nos traz. Ali vemos um casal que poderia poderia ter se unido, ter juntos construído algo incrível em termos de pregação, transformação, consolo, mudança. Mas o orgulho, a vaidade de Saulo de Tarso, não permitiu que permanecessem juntos. E a dizer que aquele que nem sequer tornou-se um casamento, mas um noivado, que poderia ter ido adiante, uma relação de amores, chega naquele ponto, Abigail futuramente voltaria desencarnada a dizer ao amado, ao amado, Paulo de Tarso, agora convertido, ama, espera, trabalha e perdoa, ensinando-lhe com ternura. Minha mãezinha, como diz, ela não queria ver nem na próxima esquina, imagina na outra vida aparecer de lá para cá. Mas curiosamente também hoje, depois de anos, tornaram ou começaram a criar um amor de fraternidade que lhes permitiu uma convivência que também nos ensinou muito a respeito do que é o amor. Se pensarmos em Públo, Lentoluz e Lívia, no livro Há 2000 anos, vamos também ver ali o senador cheio de orgulho, querendo

mitiu uma convivência que também nos ensinou muito a respeito do que é o amor. Se pensarmos em Públo, Lentoluz e Lívia, no livro Há 2000 anos, vamos também ver ali o senador cheio de orgulho, querendo encontrar-se com aquele amor puro que Lívia lhe dava, mas desejoso muitas das vezes, das questões do mundo material, não conseguia o sustentar-se num relacionamento, mas que permaneceu de uma forma não conjunta por vidas, uma vez que o próprio Emanuel nos reporta que ficava a deriva E Lívia, que vinha resgatar-lhe, cuidar-lhe, inclusive nas existências subsequentes, já não mais como esposa, mas aquele espírito fraterno que ama profundamente porque quer cuidar daquela criatura que anda destrambelhada, batendo a cabeça nos orgulhos do mundo. Nós às vezes queremos ser a salvação do nosso companheiro e às vezes esquecemos de parar para olhar é que ele é que tá nos salvando. Quando dizemos: "Senhor, me dá paciência porque eu não aguento essa pessoa". Mas Deus está te dando essa pessoa exatamente para testar-lhe a paciência. É dela que você precisa. Mas quando aquilo se torna algo que vai começar a me aprisionar, a destruir um relacionamento, a motivar, obviamente, muito mais ódio indiferência daqui para a frente, nós vamos nos lembrar de Dr. Albert Schweitzer, que mencionava com clareza e sabedoria profunda: "Os anos enrugam a pele, mas a falta de entusiasmo enruga a alma. É preciso em todo relacionamento, qualquer que seja ele, termos ânimo, boa vontade, disposição todos os dias. Quem cuida desse jardim nosso aqui, pequenino que é, o jardineiro dele bem o sabe. Dois, três dias sem cuidar, as ervas daninhas vão chegar, as folhas vão amarelar. Se nós não adotarmos esse mesmo conceito, esse mesmo preceito para os nossos relacionamentos, quaisquer que sejam eles, quaisquer, mas em especial aqueles do dia a dia, da convivência, do cônjuge, do matrimônio. Se nós não adotarmos essa perspectiva, nós também vamos deixar as ervas daninhas tomarem conta. E de repente, quando olharmos lá

pecial aqueles do dia a dia, da convivência, do cônjuge, do matrimônio. Se nós não adotarmos essa perspectiva, nós também vamos deixar as ervas daninhas tomarem conta. E de repente, quando olharmos lá na frente, vamos olhar para o lado e falar: "Aonde foi que eu parei de cuidar?" Como muitas vezes nós dizemos em relação aos filhos que tomam certos caminhos que nós não acreditamos e dizemos que hora foi que isso aconteceu que eu não vi porque deixamos de ser o jardineiro. Deixamos de ser aquela pessoa zelosa de fazer pequenos atos todos os dias. Se voltarmos ao evangelho e a própria obra Paulo Estevão, vamos encontrar Áila e Prisca, casal que recebeu e acolheu Paulo de Tarso em seu momento de conversão, entregou a ele todo o carinho e visitou tantas comunidades cristãs. Era um casal que trabalhava de fato numa missão muito especial. Ambos compraram a ideia, ambos se entregaram a essa proposta. Não é o que acontece na grande maioria dos nossos casamentos. Mas quando assim não o é, nós temos o trabalho de irmos resgatando e trazendo o outro ou nos nos permitindo também compreender e aprender com o outro. Porque esse amor alteridade vai ou amor ágape é exatamente aquele amor que permite dizer: "Eu te amo por todas as virtudes que você traz e pelos defeitos que você carrega também. Porque é exatamente neles que eu tenho condição de ser-lhe útil. Porque naquilo que você é perfeito ou bom, o que eu posso fazer por você? Se você veio para aprender a ser uma pessoa melhor, evoluir, segundo o próprio livro dos espíritos, aprender a amar, mas nesse ponto, especificamente nesse e nesse e nesse, você já é bom nisso. O que eu tenho para lhe entregar, a não ser naquilo que você não tem de melhor. Aqui eu posso lhe servir, aqui eu posso lhe ensinar. E eu digo de maneira muito tranquila, quando vi, já lhes disse disso, quando meus pais, na verdade, tiveram um relacionamento que em certo momento se a encerrou, divorciaram-se, eu guardei comigo a impressão de que ali havia algo a aprender. Minha esposa, minha

e disso, quando meus pais, na verdade, tiveram um relacionamento que em certo momento se a encerrou, divorciaram-se, eu guardei comigo a impressão de que ali havia algo a aprender. Minha esposa, minha professora, minha querida esposa dessa existência teve, tem pais que estão juntos até hoje, mais de 40 anos de casados, coisa especial. Ela tem inúmeras coisas para me ensinar, muitas, mas eu também as tenho. E tenho muitas outras, tantas coisas a dizer para ela. E é somando exatamente esses itens que nós vamos começando a perceber que, de fato, quando estamos prontos para o amor, nós vamos nos entregar a ele como uma grande missão. O que não pode são casamentos feitos meramente de papel ou daqueles que nós dizemos: "Vou juntar as escovas de dente". Quando nós estamos dizendo que vamos simplesmente juntar as escovas de dente, nós não estamos dispostos a amar de verdade, porque estamos apenas vivendo um mundo em que nós unimos e podemos separar e simplesmente podemos recomeçar e não nos conectamos no ato de amar, porque o ato de amar pressupõe sim sacrifício. Basta nos lembrarmos, e aqui, permitam-me lembrar de alguns, muitos desses homens e mulheres que souberam trazer-nos sobre o relacionamento de maneira tão especial. Permitam-me lembrar Paulo de Tarso no mais belo poema trazido a nós sobre o amor, que quando em sua conclusão diz: "O amor tudo crê, tudo espera, tudo". Não é algumas coisas, é tudo suporta. suporta as dificuldades do dia, suporta as missões que nós vamos passar juntos, suporta as ausências, os dias em que Deus não vai nos enviar, por exemplo, os filhos que tanto queremos, que vai nos impungir, não vai nos trazer as dores da dificuldade financeira, tudo suporta. Quando estamos embuídos disso, Cali Bran renova esse mesmo conceito ao dizer-nos que o amor vai apertar-nos, vai movern-nos, vai debulhar-nos, vai peneirar-nos. E quando acharmos que estamos sofrendo, vai nos levar ao fogo. Eu morro de medo de usar esse trecho, porque de alguma forma a pessoa pensa, gente, esse

movern-nos, vai debulhar-nos, vai peneirar-nos. E quando acharmos que estamos sofrendo, vai nos levar ao fogo. Eu morro de medo de usar esse trecho, porque de alguma forma a pessoa pensa, gente, esse negócio de amar não deve ser bom, deve doer para danar. Mas o que Cali Bran quer nos dizer é exatamente aquilo que o Evangelho Segundo o Espiritismo vem nos convidar, exatamente falando sobre o amor. Quando queremos de fato transformarmo-nos, é doído, não é fácil, não é razoável eu me transformar. Mas aí nós vamos em Pablo Neruda, outro grandiosíssimo pensador do amor, que diz-nos: "Então, hoje sou porque tu és. Então és, sou e somos. Mas por amor, apenas por amor serei, serás, seremos. Por amor somos capazes de transformarm-nos. Talvez pegando como uma referência, quem é que é mãe ou pai sabe do que eu digo. Quando nós mudamos por amor a uma criatura, quando escolhemos amar também alguém que nos acompanha, nós vamos precisar mudar. E vencer o orgulho, o egoísmo, a nossa própria vaidade pressupõe debulhar, moer e ser levado ao fogo de alguma forma. Por isso, Clarissor nos diz que nós erramos na matemática quando vamos somar os momentos de compreensão. Nós precisamos somar na matemática do amor os momentos de incompreensão, porque amar quem me ama é fácil, amar quem atende aos meus desejos é bom, mas e quem não me atende? É desta pessoa que eu preciso pensar com carinho. É sobre este relacionamento que eu preciso, então, para finalmente acima de qualquer um desses pensadores, lembrarmos de um que nos disse algo muito especial. quando sentado junto com seus apóstolos na última refeição que fizeram juntos, olha para cada um deles, servindo-lhes uma vida inteira, respeitando-lhes o livre arbítrio, entregando a eles o seu melhor sentimento e esperando de cada um que também lhe ofertasse o seu melhor, sem corrompê-los para me servir, mas servindo permanentemente. Jesus olha para os seus apóstolos e diz de maneira amorosa e carinhosa: "Um novo mandamento vos deixo, que vos ameis como

e o seu melhor, sem corrompê-los para me servir, mas servindo permanentemente. Jesus olha para os seus apóstolos e diz de maneira amorosa e carinhosa: "Um novo mandamento vos deixo, que vos ameis como eu vos amei nos convites que lhes fiz, na tratativa de paciência que eu lhes tive. Mas vejam, somente alguém que ama desta forma é capaz de servir um pão para aquele que já sabe que irá traí-lo logo nas próximas horas. Se nós ainda não somos e verdadeiramente ainda não somos talvez capazes desse amor profundo, precisamos de verdade acionarmos essa conversa antes. Precisamos nos preparar para começar a alimentar os nossos relacionamentos. É, diariamente. Muitos casais vão esperar anos para fazer, por exemplo, renovação de votos. 5 anos, 10 anos, 20 anos, dois em dois, cinco em cinco. Mas se pararmos para pensar com muito carinho, aquele sentimento afetuoso de amor, de serenidade, de encantamento, que começa nos primeiros anos, com o passar dos anos, ele vai se diluindo, não diminuindo, ele vai se diluindo em outras situações, em outras preocupações. Quando assim vivemos, em uma certa altura, o amor vai demandar de nós algo que nós, segundo o próprio evangelho, segundo o Espiritismo, muitas das vezes relegamos a segundo plano, amor vontade. Já o amor sentimento diluído, o amor vontade precisa nascer. Eu preciso querer. Não é alguma coisa natural. Porque lembram, talvez aqui alguns se recordem, nos inícios de namoro, quando a pessoa nos magoava, a gente dizia: "Ah, que é isso, bobeira? Nem fiquei chateado. Tô ótimo, meu amor. E por dentro, a chama viva. Tá tudo sob controle com o passar dos anos, quando isso vai deixando então aos poucos as ervas daninhas, o desencanto, as dificuldades do lar tomarem conta, só há uma forma de reverter ou manter, porque aquele sentimento já não está mais ali presente. vontade. Eu desejo, eu quero perdoar essa pessoa, eu quero estar aqui com ela. Eu quero voltar para casa, porque aqui ainda é um lugar onde eu vejo possibilidade de crescimento e não

ais ali presente. vontade. Eu desejo, eu quero perdoar essa pessoa, eu quero estar aqui com ela. Eu quero voltar para casa, porque aqui ainda é um lugar onde eu vejo possibilidade de crescimento e não de encarceramento. É aqui que eu vejo a oportunidade de crescimento e não de tragédia ou de dor profunda. É aqui que eu vejo a oportunidade de recomeço com o mesmo companheiro, a mesma companheira e não de tragédia e maltrato comigo e com a figura alheia. Então, eu sofro, mas eu sinto ali o desejo, a o amor vontade. E quando assim queremos verdadeiramente, começamos então a agir em pequenas ações. Começamos então a movermo-nos em coisas que muitas vezes deixamos de fazer lá atrás, pequenos gestos de gentileza. um sorriso, um olhar, levar um copo d'água, dar um sorriso, dar um abraço casual, chamar a pessoa para dançar ou para sair, para tomar alguma coisa fora de casa, coisa que deixamos no passado porque não temos mais tempo. Porque se alguma coisa me diz que nós de verdade arrumamos tempo quando queremos, é quando é pelo amor. Se um filho está doente e liga no nosso trabalho, eu pergunto a vocês, nós dizemos para a pessoa: "Cuida dele aí que outra hora eu apareço?" Nós arrumamos magicamente o quê? Tempo. Para as pessoas que amamos, nós sempre vamos arrumar tempo, seja para uma mensagem carinhosa ou para uma dedicação mais profunda. Coisas pequeninas passam então a tomar forma no chamado amor ação. E quando esse amor ação começa-se então a converter-se em atos reais, é como áquila e prisca. Quando um para simplesmente servir um copo d'água ao outro, começa a haver um olhar também de gratidão inesperado. E ali nós começamos a sentir novamente o cheiro daquele sentimento. E assim vamos renovando votos diários quando não deixamos de alguma forma as ervas daninhas tomarem conta com o passar dos anos. Assim vamos criando a condição de perdoar alguém que nos magoa ou de alguém que nos abandonou, nos deixando de alguma forma soltos. A indiferença. Muitos pensam que o ódio é

nta com o passar dos anos. Assim vamos criando a condição de perdoar alguém que nos magoa ou de alguém que nos abandonou, nos deixando de alguma forma soltos. A indiferença. Muitos pensam que o ódio é que leva a separações. O ódio é o contrário do amor. Chico Xavier já nos ensinava dizendo-nos que o ódio é o amor que adoeceu. A indiferença é o oposto do amor. Quando nós deixamos o companheiro, a companheira ou qualquer um de lado, é nesta hora que mostramos a nossa inabilidade em amar. Meu avzinho contava uma história que sempre me faz lembrar disso ao dizer que um casal estava sentado quando um amigo veio chamar um o homem que estava sentado e disse-lhe: "Vamos caminhar um pouco?" Ele então olha paraa sua esposa ao lado e diz: "Meu benzinho, vou caminhar com meu amigo". E o amigo então olha aquela cena e diz a ele: "Meu Deus, que coisa linda, 40 anos de casado e você chama sua esposa de meu benzinho". E ele olha para ele e diz: "É porque depois dos 30 eu esqueci o nome dela." Nós vamos esquecendo o nome das pessoas, vamos esquecendo o amor que temos por elas, porque entendemos, dizemos: "Ela se acostumou comigo, eu sou assim". Meu paizinho me disse certa vez numa daqueles desencontros com minha mãe: "Eu não entendo sua mãe. Eu sou a mesma pessoa com quem ela se casou e ela se apaixonou. E eu olhei para ele e disse: "É esse que é o problema, meu pai. É aí que tá o problema. Porque querer estar pressupõe o sentimento, mas também demanda vontade. E mais do que vontade, é preciso ação para que essa ação se converta de novo em um sentimento nobre que há de vir. Portanto, meus amigos, que nós possamos pensar com muito carinho em cada uma das experiências que nós tivermos, em cada um dos conceitos de relacionamento que nós tivermos, porque muitas das vezes nós vamos estar preocupados em nos servir, em nos fazer a vontade. E a nossa missão não é vir ao mundo para ser servido, mas para servir. E quando nós dizemos servir, não significa exclusivamente que nós nascemos para ter

upados em nos servir, em nos fazer a vontade. E a nossa missão não é vir ao mundo para ser servido, mas para servir. E quando nós dizemos servir, não significa exclusivamente que nós nascemos para ter um único, uma única experiência matrimonial, esta, que assim o seja, que nós façamos construir aqueles que estão embuídos desse desejo e o que estão imersos nesse oceano. Que possamos, sim, fazer o melhor trabalho de servir enquanto cá estamos. Mas não criemos a expectativa de que o casamento ou o divórcio é o fim das coisas. O amor é o fim das coisas. Tanto que nós vamos reencarnar depois com essas mesmas criaturas em outras posições para aprendermos a amar o amor que muitas das vezes não foi possível nesta existência em que nós estamos. Assim, o evangelho nos faz um convite fervoroso para que nós nos dediquemos às relações que nós temos hoje. Faznos o convite para que nós nos lembremos que no final das contas, quando estamos aqui e não nos relacionamos nesse espírito de verdadeira missão, nós estamos jogando fora as nossas oportunidades. Eu vejo aqui nesse salão amigos que eu tive desde a infância, amigos que conheci em um período da minha do meu maior período de trabalho. Eu vejo professores meus da faculdade sentados aqui. Eu vejo pessoas que eu não teria uma gota, nada a ensinar sobre um relacionamento. Mas quando vou ao evangelho, me sinto feliz demais por saber que amigos, professores, meus filhos, minha esposa, de alguma forma, quando nós lemos isso, nós começamos a pensar: "Até o meu vizinho que eu reclamo, tanto do barulho que ele faz no sábado à tarde quando eu quero dormir, eu tenho uma missão com essa pessoa. Eu preciso tratar a minha paciência para poder de alguma forma amá-lo. Porque se uma certa hora eu deixar isso de lado ou pensar, é só mais um na minha existência, eu estarei perdendo a oportunidade de bem fazer. Eu deixo aqui uma mensagem muito especial que para mim das melhores, daquelas que mais me deu assim a oportunidade de pensar com carinho no amor do poeta Casimiro Cunha

do a oportunidade de bem fazer. Eu deixo aqui uma mensagem muito especial que para mim das melhores, daquelas que mais me deu assim a oportunidade de pensar com carinho no amor do poeta Casimiro Cunha a dizer-nos assim sobre qualquer qualquer relacionamento, o tronco e a fonte. Um tronco frondoso e verde erguia-se além da fonte. Perto o solo pobre e seco, longe as luzes do horizonte. Certo dia, disse a fonte: "Dê-me a sombra do teu galho, o duro chão me consome, dá-me teu brando agrasalho." Respondeu-lhe: "O tronco antigo: "Vem a mim e serei feliz. Serás a seiva da seiva que me alimenta a raiz. E desde então o tronco e a fonte uniram-se à plena luz da grandeza que demana da bondade de Jesus. O tronco reconheceu, vibrando de terno amor, que a fonte era mãe bondosa da sua seiva interior. E a fonte viu nele o pai, de sua imensa alegria, repousando em sua paz nas lutas de cada dia. E desde então cantaram hinos de hosanas ao criador, entre frutos dadivos na estrada cheirando a flor. raiz, a água da vida levará a consolação. E o tronco elevou-se ao céu com a fonte em seu coração. Houve sol e sombra amiga, flor e frutos na ramagem, cantigas de passarinho harmonizando a paisagem. Duas almas que se irmanam na luz dos afetos seus são esse tronco e essa fonte guardados no amor de Deus. Que nós sejamos tronco e fonte com quem estivermos. Nós nos lembremos que assim como alguém é a seiva de nosso tronco, nós somos a sombra de quem caminha conosco. Se de alguma forma o tronco enraíza e maltrata a fonte, a fonte não vai conseguir suportar-se por ali, mas ela vai esforçar-se para poder entregar o seu melhor. E da mesma forma, se essa fonte sofre o peso encarcerador e a raiz de alguma maneira o tronco sofre também porque não tem aquele afago, aquele carinho, aquele afeto, vai suportar com a água que lhe é dada para que possa suportar as dificuldades. Mas quando um encarcerar o outro, quando um maltratar o outro, é preciso que nós nos lembremos, o amor é muito maior do que essa fusão. Quando Casimiro Cunha

a para que possa suportar as dificuldades. Mas quando um encarcerar o outro, quando um maltratar o outro, é preciso que nós nos lembremos, o amor é muito maior do que essa fusão. Quando Casimiro Cunha nos convida e Jesus nos acerta sobre isso, é porque quer dizer-nos de uma maneira muito especial. E eu deixo como o último convite para que pensemos e verdadeiramente possamos voltar para os nossos ares, olhando para os nossos parceiros de luta, de caminhada, de dor, para os nossos parceiros que muitas vezes estiveram conosco e que nos ensinaram para uma nova jornada começar. Que vos ameis como ele nos amou. Eu agradeço a todos o carinho, a colaboração e a atenção de todos vocês. Agradecemos ao nosso querido irmão Rômulo pela brilhante palestra. Com certeza tinha uma falange de espíritos superiores iluminando essas palavras e todo esse ensinamento que você nos trouxe nessa noite de hoje. Muito obrigado, viu, Rumo? E que possamos refletir, né, como a querida mãezinha do Rômulo falou, para não ter que voltar na próxima, né? Não, deixando a brincadeira de lado, obrigado, Rômulo, por todas as reflexões e que possamos colocar em prática todos os ensinamentos que nos foram trazidos na noite de hoje. Para quem está frequentando a nossa querida casa espírita estudantes do Evangelho pela primeira vez, nós temos sempre ao final da palestra o costume de uma uma promoção feita pela Nossa Casa Espírita e Estudantes do Evangelho em parceria com a FEGO, a Federação Espírita do Estado de Goiás, o sorteio de livros, né, para que possamos estudar a doutrina espírita e e burilar os nossos conhecimentos em relação à doutrina reveladora. né? Eh, na noite de hoje nós teremos um Evangelho e um livro dos espíritos ofertado pela nossa casa espírita e estudantes do evangelho e dois livros que é que são obras editadas pela própria FEGO, pela editora da FEGO, né, que é o livro peregrinação. Os números estão, para quem está nos visitando pela primeira vez, os números estão no na cadeira de vocês, ao lado

ras editadas pela própria FEGO, pela editora da FEGO, né, que é o livro peregrinação. Os números estão, para quem está nos visitando pela primeira vez, os números estão no na cadeira de vocês, ao lado direito, né, onde que a gente coloca o nosso braço. Então, a gente vai ao sorteio neste momento. E os números contemplados na noite de hoje é o 241 e 36. O 241 ou 36. E o 36 não aqui. Ah, tá OK. Gostaríamos de recordar então em relação ao nosso 4º Congresso Espírita que irá ocorrer no período do carnaval de 2026. Nós já estamos com a oferta dos ingressos sendo vendidos aqui na nossa eh na livraria, né, na saída. Então vocês podem adquirir os ingressos e a compra antecipada, ela traz o benefício de poder adquirir cadeiras numeradas e também com um valor bastante atrativo, tá? Então, o 42º Congresso Espírita, que é muito bacana, tem palestrantes aí conhecidos a nível nacional, com palestras bem interessantes. Ocorrerá no período do carnaval de 2026 e os ingressos já estão à disposição. Neste momento eu convido a todos a já ir se acomodando nas cadeiras e já sintonizando com a espiritualidade maior para que possamos partir então pro nosso segundo momento do passe. Convido os irmãos passistas pro momento da harmonização, que possamos manter o nosso pensamento elevado, a sintonia com a espiritualidade maior para recebermos todas as energias e as energias de cura e de equilíbrio no momento do passe. que ao sairmos dessa casa possamos sair com muito amor e muito carinho nos nossos corações. Pai nosso que estáais no céu, santificado seja o teu nome e venha a nós o teu reino e seja feita. a tua vontade, pai. P meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci, me esquece que o teu amor vela por mim, vela por mim. Que seja feito assim alimento desse dia, dai-nos angor sempre e perdoa. nossas ofensas de um modo maior com que perdoamos. Pai, meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci, me esquecer que o teu amor vela por mim, vela Por mim que seja feito assim, meu pai, meu pai,

ssas ofensas de um modo maior com que perdoamos. Pai, meu pai do céu, meu pai do céu, eu quase me esqueci, me esquecer que o teu amor vela por mim, vela Por mim que seja feito assim, meu pai, meu pai, >> meu pai do céu, meu pai do céu, me esquece, me esquece que o teu amor ela Por mim, vela por mim, que seja feixeis cair em tentação, mas livrai-nos todo mal. la la lai la. Amém. Após esta linda palestra sobre o amor, que nós possamos nesse dia de hoje fazermos uma reflexão a respeito da nossa vida, a respeito desta oportunidade que Jesus no dá, nos dá desta encarnação. diante dessa reflexão, que nós possamos compreender o que de fato estamos fazendo das nossas vidas, o que de fato estamos fazendo com as pessoas que Jesus colocou no nosso caminho. Será que nós estamos tendo tolerância? paciência, vontade de servir, vontade de distribuir amor de maneira abundante. que nós possamos fazer um exame de consciência e compreender qual é o nosso papel nesse mundo, quais são as escolhas, qual é o caminho que nós desejamos de fato escolher. Diante das dificuldades que nos são apresentadas, nós temos a oportunidade de escolhermos sempre o melhor caminho. Jesus, em sua passagem na Terra nos ensinou o princípio do amor. Todos nós sabemos amar. diante das dúvidas, que possamos pedir a orientação das colônias espirituais de luz, que possamos pedir auxílio para amarmos, amarmos aquela pessoa que temos dificuldade de conviver, amarmos, simplesmente amarmos, que possamos escolher servir servir de uma maneira verdadeira. Nós temos o agora, o hoje, não é o ontem, não é o amanhã. deseje verdadeiramente fazer diferença hoje, agora, aqui. Jesus te colocou exatamente no lugar onde você precisa estar. Não duvide nunca disso. Não existe acaso nas leis de Deus. que não nos debatamos como crianças birrentas diante das situações que não desejamos passar. Que nós possamos acolher todas as situações com carinho e pedir discernimento a Jesus. que nós possamos sair daqui hoje com esse aprendizado,

s birrentas diante das situações que não desejamos passar. Que nós possamos acolher todas as situações com carinho e pedir discernimento a Jesus. que nós possamos sair daqui hoje com esse aprendizado, que não fique somente na teoria, que possamos praticar nas pequenas coisas. E com todo o conhecimento que recebemos hoje, que façamos a oração, que Maria, esse sinônimo de amor genuíno, que amou, simplesmente amou, possamos fazer esta oração. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. Que todos nós tenhamos uma semana cheia de luz. cheia de amor e de muita paz. Que assim seja. Quando todos os meus medos já não cabem mais em mim, quando o céu está de bronze, parece que é o fim. Quando o vento está revolto e o mar não quer se acalmar, quando as horas do relógio se demoram a passar, muitas vezes não consigo os teus planos compreender, mas prefiro confiar entender. Eu creio em ti. Eu creio em ti. Eu olho para ti >> e espero em ti. E Deus responde assim essa oração. Quando você sente medo, do teu lado eu estou. E é bom que você saiba que eu sinto a sua dor. Nunca, nunca se esqueça que o mar posso acalmar e que eu sei o tempo certo da vitória te entregar. Esse tempo é necessário para te amadurecer e depois tem novidades para você. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansa em mim. Come a sorrir. O que eu tenho é bem melhor. Pois só eu sei do amanhã. Então, recebe o abraço meu, pois da tua vida cuido eu. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti. Descansa em mim. Comece a sorrir. Muito obrigado. Muito obrigado. E a vitória não pareces enxergar. Espera no Senhor e confia. Espera, ele vem, confia, ele vem e faz um milagre. Se é tão impossível, parece que não dá. Espera no Senhor e confia. Espera, ele vem. Confia, ele vem. E faz um milagre. Ó Deus, eu vim aqui só para te dizer que minha esperança está em ti, >> que eu não tenho nada além,

l, parece que não dá. Espera no Senhor e confia. Espera, ele vem. Confia, ele vem. E faz um milagre. Ó Deus, eu vim aqui só para te dizer que minha esperança está em ti, >> que eu não tenho nada além, nada além ti, mas nada além da promessa, >> da tua promessa, >> eu não tenho nada. Se sentindo sozinho, coração cansado de clamar. Espera no Senhor e confia. Espera, ele vem. Confia, ele vem e faz um milagre. Teu choro não em vão. Teu Deus contigo está. Espera no Senhor e confia. Espera, ele vem. Confia. Ele vem e faz um milagre. Ó Deus, eu vim aqui só para te dizer que minha esperança está em ti, >> que eu não tenho nada além. Nada além de ti, mas nada além da promessa, >> da tua promessa. Eu não tenho nada, >> nada além de ti. Meu caminho só, meu pai pode mudar. Meu caminho, só meu pai. Meu caminho, meu caminho. Só o meu pai pode mudar. Querer >> meu caminho, só meu pai. Meu caminhoá. Gente, a Bia vai encerrar, tá? A Bia vai fazer a última. >> Qual que você quer fazer, minha filha? Sério? >> Sério? pensar chorando por que agora se você tem Deus tá chorando porque se você não tem Deus >> tá chorando Porque se você tem Deus que cuida de você >> e jamais se esqueceu. Ele sabe de tudo que você tá passando >> e mandou te dizer que ele está cuidando. >> Lembra de onde você veio, aonde que você chegou, >> lembrar de todos os livramentos que você já passou. Nem era para você tá aqui, mas Deus falou assim: "Esse aí vou levantar >> e onde colocar a mão eu vou abençoar". Não chore quem cuida de você não dorme. >> Levantar, tem muita gente que te ama. >> Deus mandou te dizer que vai acontecer. Deus mandou te falar que tudo vai passar. >> Lembra de onde você veio, aonde que você chegou. >> Lembra de todos livramentos que você já passou. Nem era para você tá aqui, mas Deus falou assim: >> "Esse aí vou levantar >> e onde colocar a mão eu vou abençoar". Não chore, quem cuida de você não dorme. >> Levanta, tem muita gente que te ama. >> Deus mandou te dizer que vai acontecer. Deus mandou te falar

vou levantar >> e onde colocar a mão eu vou abençoar". Não chore, quem cuida de você não dorme. >> Levanta, tem muita gente que te ama. >> Deus mandou te dizer que vai acontecer. Deus mandou te falar que tudo vai passar. Você é lindo.

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