União e Unificação na área da mediunidade (Palestra 5) - Dia 2 | 3º ENAM

FEBtv Brasil 30/10/2025 (há 5 meses) 40:53 310 visualizações

3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade — “A mediunidade além do fenômeno” Local: Recanto Lins de Vasconcellos (Campo Largo/PR) Data: 12 a 14 de setembro 🎤 Palestra Título: União e Unificação na área da mediunidade (Palestra 5 - Sábado) Palestrante: Jorge Godinho Este vídeo faz parte do 3º Encontro Nacional da Área da Mediunidade, que reuniu lideranças espíritas de todo o Brasil para integração, reflexão e convivência fraterna. A programação contou com palestras, rodas de conversa e ofi...

Transcrição

Bem, bom dia. Bom dia a todos. Aquele bom dia do início foi tão bom, né? Me senti criança mesmo, né? Cantado. Mas muito bem. Esse é um tema que nós vamos procurar tratá-lo com algumas reflexões. União e unificação na área da mediunidade. Nós não podemos falar de união e unificação esquecendo do paladino da união, que é o Dr. Pezerra. Mas antes eu gostaria de levá-los ao capítulo 6 do Evangelho Segundo o Espiritismo, o advento do Espírito de verdade. O Consolador prometido. Tem uma frase que todos nós sabemos. Se eu começar, vocês não precisam dizer não, mas pelo pensamento vão dizer espíritas, primeiro ensinamento, tá? Todo mundo sabe isso. Agora eu pergunto, alguém sabe o que tem no parágrafo anterior? Ninguém sabe. Então vou relembrar o que o Espírito de verdade nos diz no finalzinho desse parágrafo anterior. Ele diz assim: "Creai, amai, meditai sobre as coisas que vos são reveladas. Não mistureis o joio com a boa semente, as utopias com as verdades. Aí logo em seguida vem espíritas, aos, etc. Então eu queria pegar essa parte que eu vos falei relembrando, espíritas, meditais sobre as coisas que vos são reveladas. Então, nós vamos fazer uma meditação. No ano de 1941, no grupo Ismael, pela mediunidade sonabúlica de João Celani, o Dr. Bezerra, ele veio trazer uma mensagem, foi no dia 13 de agosto daquele ano. Dessa mensagem eu vou tirar apenas uma parte. Ele diz assim: "Aqueles que desejarem conduzir uma coletividade espírita de modo seguro, tem que buscar a luz do evangelho. Foi isto que me manteve fiel até o fim. E é isso que vos levará ao seio de Senhor, alegres, ditosos, por terem cumprido o dever. Dessa parte eu vou tirar apenas uma. Aquele que desejar conduzir uma coletividade espírita. O que é que nós entendemos por coletividade espírita? é uma casa espírita, é uma sociedade, é um grupo de pessoas que está estudando espiritismo. Quando eu analisei esta parte, eu entendi e se estiver errado, eu não continuo a falar, eu mudo o tom pra outra fala e eu pergunto a vocês, vocês concordam

o de pessoas que está estudando espiritismo. Quando eu analisei esta parte, eu entendi e se estiver errado, eu não continuo a falar, eu mudo o tom pra outra fala e eu pergunto a vocês, vocês concordam que a área da mediunidade conduz uma coletividade espírita? Quando nós estamos estudando o livro dos médiuns ou qualquer outra obra com duas pessoas, ali existe uma coletividade espírita. >> Ah, quando nós estamos fazendo uma capacitação para outras pessoas serem facilitadores, nós estamos conduzindo a coletividade espírita. Então eu vou prosseguir no raciocínio. Quem quiser conduzir uma coletividade espírita de modo seguro, tem que buscar a luz do evangelho. Vou fazer uma interrogação, não precisa pergunta. Nós estamos conduzindo as coletividades espíritas como líderes que somos à luz do evangelho. Respondam. Já que é assim, o que é que o evangelho nos diz? Quando nós estudamos o evangelho, só nas bem-aventuranças nós vamos encontrar o convite à pacificação, à humidade, a humildade, ao abrandamento dos costumes, a amar os inimigos. Eu não digo agora o amor porque senão eu tinha que parar, porque segundo Lázaro, a doutrina de Jesus está resumida na lei de amor. Mas o evangelho nos ensina que na vida de relação nós temos que aplicar o amor. Será que nós estamos conduzindo de forma segura a coletividade espírita? E quando nós lembramos de um momento muito significativo que o Evangelho nos traz aqueles instantes da última ceia, quando Jesus estava dando as últimas instruções aos apóstolos futuros, aos discípulos, Jesus, primeira coisa que ele faz é retirar aquele que não estava sintonizado com o ambiente, que era Judas, quando ele disse que alguém iria trair, teve aquela confusão. Aí Pedro vê que João está com a cabecinha próximo ao coração de Jesus e diz assim: "Pergunta para ele". Aí Pedro pergunta e Jesus diz: "Olha aquele a quem eu entregar um pedaço de pão as ámo, que era o hábito naquele momento. Ele molha o pão no vinho e entrega realmente para Judas e diz para Judas fazer o que ele tinha

a e Jesus diz: "Olha aquele a quem eu entregar um pedaço de pão as ámo, que era o hábito naquele momento. Ele molha o pão no vinho e entrega realmente para Judas e diz para Judas fazer o que ele tinha que fazer. Eles não entenderam porque Judas era o tesoureiro, era quem tinha uma Oforge com dinheiro. Porque quando ele foi agregado ao colégio apostolar, ele vivia disso, do comércio, de vender coisas, etc. Então, essa atribuição era dele. E eles imaginaram que Jesus tinha pedido para ele ir comprar alguma coisa ou fazer algo para aquela ceia. Aí ele sai. Quando ele sai, a psicosfera muda porque não havia ninguém mais com pensamentos voltados para outra coisa que não fosse aquele momento de prestar atenção a Jesus. E ele aí vem falar algumas coisas. Eu vou ressaltar alguma delas. Trago-vos um novo mandamento porque é novo e já havia um mandamento. É a lei maior, a lei magna. Amar a Deus sobre todas as coisas, teu coração, de toda a tua alma. E ele agregou um que tem igual valor, porque Deus é abstração. época, como a ideia hoje para alguns e amar algo que você não tem ainda o conhecimento suficiente para poder deduzir este amor e verificar, como verificamos hoje, que a expressão do pensamento do criador é a própria natureza. E quando nós amamos a natureza, estamos amando a ele. E a natureza estão todas as criaturas. Aí ele disse assim: "Amai ao próximo como a si mesmo". E nós durante 2000 anos não entendemos esse ensinamento. Nós restringimos a tentativa de amar o semelhante. Ainda não conseguimos. Então ele vai trazer um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros como eu vos amei. Ele mudou a referência, porque lá é amar o próximo conforme nós amamos a nós. Ali ele disse assim que nós deveríamos nos amar conforme ele nos amou. e vem dizer que os seus discípulos serão reconhecidos por muitos se amarem. Isso tá em João de 13 ao 15, que eu não vou ficar citando aqui os versículos, mas ele não se conformou em falar apenas uma vez. Ele depois vem dizer assim: "Não vos chamos mais de servos.

s se amarem. Isso tá em João de 13 ao 15, que eu não vou ficar citando aqui os versículos, mas ele não se conformou em falar apenas uma vez. Ele depois vem dizer assim: "Não vos chamos mais de servos. O servo não conhece aquilo que o Senhor conhece. E você já conhece tudo aquilo que o Pai me enviou. Chamo-vos de amigos. Aí ele ainda vem dizer assim, ó. Eis o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros. Ele tá repetindo. Isso é uma didática de aprendizado. A repetição faz a gente ficar lembrando. E ele vem selar esta coisa informando. Eu mando. Isso é muito forte. Que vos ameis uns aos outros. Isso é uma uma ordem de Jesus. Então, naquele momento, o evangelho nos traz o ensinamento para que diante de uma coletividade, buscando a luz do evangelho, nós possamos conduzi-la de forma segura, procurando instalar o amor na vida de relação. Mas ele prometeu um outro consolador naquele mesmo momento. E esse outro consolador chegou quase 2000 anos depois. E o espírito responsável por esse consolador, no momento em que chega ao Brasil essa doutrina consoladora, aqueles que tinham acesso à língua original, que era o francês, começaram a estudar na costa brasileira era onde chegava dos navios. Aí v de norte, nordeste, sul, rapidamente espalhou-se, mas aí começaram os pontos de vistas que são vistas de um ponto. E aí o movimento espírita, que é aquilo que os espíritas fazem da doutrina, começou muito mal. Porque quando o livro dos espíritos chegou e diz que Jesus é gu modelo, aí depois vê o livro dos médiuns que fala também de caridade, apesar de na pesquisa alguém dizer que fora da caridade não há salvação, porque esse é o lema. Eu lembro da doutrina, os espíritas leram, mas não entenderam. Aí chegou o evangelho de Jesus e aí começou uma discussão, o movimento espírita desorganizado, as pessoas dizendo que era ciência, que era assunto de academia, aqueles que estudavam o evangelho eram chamados de místicos. E aí foi uma confusão inicial. E no ano de 1873, Ismael faz a primeira tentativa, por

dizendo que era ciência, que era assunto de academia, aqueles que estudavam o evangelho eram chamados de místicos. E aí foi uma confusão inicial. E no ano de 1873, Ismael faz a primeira tentativa, por orientação de Jesus, de colocar uma tenda de trabalho na nossa dimensão. E é nessa tenda, o grupo Confúcio que ele traz a sua primeira mensagem aos espíritas do Brasil. Eu vou deixar isso aqui na prateleira e vou pular para 1889, mês de março. A confusão continuou. Os espíritas desorganizados não se arrumavam e ficavam discutido. Ismael chega para Kardec e pede para ele, Kardec, dá uma mensagem póstumas aos espíritas no Brasil. E naquele mês de março, Kardec traz uma mensagem póstuma, está no livro A prece de edição da FEP, logo no início. Tem duas mensagens, uma falada sobre obsessão, porque os médiuns da época eram os instrumentos de divisão. E aí Kardec dá uma mensagem. A síntese dessa mensagem é chamando os espíritas ao estudo. Ol, ele estava estudando a caridade, mas porque estava estudando, não eram caridosos e a unificação. E ele começa a mensagem falando que ele iria, ele pede desculpas porque ele iria usar de um linguajar grotesco e que certamente iria incomodar alguns. Eu vou pensar apenas duas coisas. Tem um momento que ele diz assim: "Vocês se compromissaram com Ismael, o anjo bom, que contava com as tarefas que vocês se compromissaram, que ainda nem terminaram e estão nessa confusão." É como se dissesse assim: "Vocês são traidores". Porque quem assume o compromisso com alguém não cumpre. É o quê? Trair uma confiança. Aí ele vem complementar, que é a segunda parte que eu quero extrair, dizendo assim: "Não posso dizer a vocês o que Jesus nos recomendou. Brilhe a vossa luz, porque vocês não têm luzes. Ouvi isso de Kardec. Aí eu disse: "Meu Deus do céu, 1889, lá atrás caiu minha ficha. Eu hoje estou na mesma condição que ele. Nós hoje estamos na mesma condição porque assumimos o compromisso com Ismael. Nem terminamos. Será que nós estamos cumprindo? O puxão de orelha é atemporal.

a. Eu hoje estou na mesma condição que ele. Nós hoje estamos na mesma condição porque assumimos o compromisso com Ismael. Nem terminamos. Será que nós estamos cumprindo? O puxão de orelha é atemporal. Vale até hoje. Será que nós temos luzes? brilha a vossa luz. E aí, voltando ao paternal Dr. Bezerra, nós verificamos e hoje tá à disposição Bezerra ontem, hoje e sempre que está lá. É um livro que a FEB editou e que vem atualizando. Agora recente, a União Espírita de Vitória da Conquista editou todas as mensagens que Dr. Bezerra deu desde o ano de 1989, lá naquela semana que foi a 72ª que está à disposição de todos. Numa destas mensagens que era naquele momento que era psicofonia degravada, enquanto o Conselho Federativo Nacional estava ali trabalhando, os bastidores, as pessoas estavam colocando a fala no papel e depois dava o Divaldo para que Divaldo consultasse o Dr. Bezerra, porque não tinha título. se o título correspondia e aí depois a gente editava. E quando estavam fazendo aí depois o Geraldo chegou para mim e falou: "Puxa, Godi, essa mensagem aqui do Dr. Bezerra, parece que ele tá falando a mesma coisa". Eu falei: "É, você não nota que quando um pai diz para o filho, meu filho, não faça isso". E o filho educado não faz mais, o pai não repete. Ele repete outra coisa ou diz outra coisa. Mas quando o filho fica renitente, aí o pai vota e fica repetindo. Não faça isso. Isso não é bom. Não é assim. Aí eu dis agora também tem uma outra conotação. Nós no movimento espírita temos um rodízio. Hoje é A, amanhã é B. E o B talvez não lembre daquilo que foi dito pro A. E a estratégia que eu imagino que ele faça de repetição tem essas duas vertentes. Tem a vertente da repetição para o aprendizado e tem a vertente daquele que está chegando, que precisa ouvir aquilo que já foi dito para dar continuidade a esses processos de união, unificação. que quando nós lemos as suas mensagens, mas estudamos, porque ler a gente perde o detalhe, nós vamos verificar que o Dr. Bezerra dá algumas informações.

nuidade a esses processos de união, unificação. que quando nós lemos as suas mensagens, mas estudamos, porque ler a gente perde o detalhe, nós vamos verificar que o Dr. Bezerra dá algumas informações. Kardec, naquela mensagem, ele diz assim: "Fora caridade não há salvação, assim como fora da fraternidade não há união." Isso é Kardec tá no dizendo. E o Dr. bezerra vem nos dizendo que não se faz união sem comunicação, não se faz unificação sem relacionamento. Imagina se nós não estivéssemos aqui agora com as 27 federativas nesse relacionamento. Isso aqui nós estamos convergindo para um ponto que a área está colocando para que todos nós participemos deste ponto. Estamos convergindo. Isso é unificar. Unificar, quer dizer convergir. E é por isso que o Dr. Bezerra vem dizer que a união ela é imediata, porque você não faz a unificação sem ela, sem a união. Porque nós podemos estar juntos e não unidos. Aqui temos os 27 estados. Agora nós estamos juntos fisicamente. Quando sairmos daqui e antes de chegarmos, nós estarmos separados fisicamente, mas estávamos, estamos e continuaremos juntos em um propósito, convergendo para o evangelho, conforme Jesus nos orienta. Aí vem a unificação. Por isso que ele vem dizer que a união ela é imediata. A unificação ela é paulatina, mas o trabalho ele é incessante. Então descanso. Às vezes as pessoas brincam, né? Você tá cansado? Daí eu aproveito e digo assim: "Olha, eu tô dizendo porque eu sou baiano, aí a minha parte que cabe eu posso dizer". Eu digo: "Olha, o baiano tá sempre descansado, né? Então não precisa descansar, eu tá sempre descansado." Então esse trabalho com Cristo de união, de unificação, ele não é um trabalho das federativas. Porque as federativas trabalham em um conselho que trabalha para atender as necessidades das casas espíritas, porque quem faz a sinergia do movimento espírita são os espíritas. E os espíritas estão na célula mãe desse trabalho que é o centro espírita. E o que muit das vezes acontece é que quem está no centro espírito, às vezes o

nergia do movimento espírita são os espíritas. E os espíritas estão na célula mãe desse trabalho que é o centro espírita. E o que muit das vezes acontece é que quem está no centro espírito, às vezes o dirigente do centro espírita, quando fala em movimento espírita, ele fica muito tranquilo porque diz que esse é problema da federativa. E o problema não é da federativa, é ele que faz o movimento espírita. Então, esse processo de união, de unificação, aonde nós temos esse dever de conduzir de forma segura a luz do evangelho, cabe-nos o dever de conscientizar os responsáveis pelo movimento espírita que executa em todas as áreas, especificamente na área da mediunidade, esse trabalho. Agora nós que somos das áreas, eu questiono, preciso responder. Reunião mediúnica, eu participo dela, nós participamos dela nas diversas posições que uma reunião exige. Ou você dirige, ou você é de apoio, ou você é o médio ostensivo, ou você é o dialogador. Mas aquele grupo tá formado. Será que o grupo está conduzindo de forma segura aquela coletividade? Porque a área da mediunidade é a única que tem a oportunidade do colóquio com ambos os planos da vida de forma intensa e ostensiva, porque as outras quando estão realizando as suas atividades tem também essa conexão competores espirituais, mas a área da mediunidade não dialoga, conversa. atende, acolhe. E aí, como é que nós estamos naquele momento como médium, como dialogador, como apoio, como dirigente? Eu estou usando a união e a unificação nesse sentido de conduzir uma coletividade espírita à luz do evangelho. Será que ali existe um ambiente de amorosidade? Será que ao atender eu estou impregnando o meu sentimento aliado à fala que nem sempre é nossa, porque às vezes ela é sempre vem o componente espiritual para todos, porque todos são médiuns. O dirigente é médio, o que dá o apoio vai lhe dar o passe é médio. aquele que é o próprio médium, ele é médium e é deugador porque ele é o primeiro que conversa com espírito. Então, todo mundo está dentro de uma

é médio, o que dá o apoio vai lhe dar o passe é médio. aquele que é o próprio médium, ele é médium e é deugador porque ele é o primeiro que conversa com espírito. Então, todo mundo está dentro de uma conexão constante com o alto. Se não houver o evangelho, a egrégora que ali é formada, o plano espiritual vai ter um trabalho muito grande. Até porque se tiver alguém que atrapalha, eles botam uma cápsula em volta, isola aquele, porque aquele ambiente ali é um ambiente de segurança, só adentra quem eles autorizam para o trabalho. É como se fosse um círculo que aqui dentro só entra quem tá autorizado e aqui fora do circo tem aqueles que estão aguardando para adentrar naquele ambiente. Então, quando esse tema nos é colocado para que nós pudéssemos falar de união e unificação, o que me veio nas reflexões foi justamente esse aspecto para que nós reflexionemos a respeito de que nós somos condutores de uma coletividade espírita. E não só na reunião mediúnica, porque no lar eu faço o evangelho. Quando nós fazemos o evangelho, nós estamos conduzindo uma coletividade espírita. Pai, mãe, filho, avô, neto ou só esposo, esposa, ou não tem ninguém. Aí a coletividade passa a ser um no lar que de forma indireta está conduzindo uma coletividade que ainda não é espírita, mas conduz uma coletividade de espíritos que estão se beneficiando dali e a gente dando o exemplo à constelação familiar que não compartilha conosco do ideal que nós estamos abraçando. Então nós como espíritas temos uma responsabilidade grave. Agora eu vou tirar da prateleira. Lembra que eu botei na prateleira uma coisa? Que que foi? Alguém lembra a primeira mensagem de Ismael. Na primeira mensagem de Ismael, ele nos diz a missão do Brasil, o povo que este país abrigará na nova era. Fala-nos de Jesus para que nós o vejamos conforme a doutrina nos ensina aqui modelo. Aí depois ele vem dizer a missão dos espíritas. Só que no evangelho, ó, tá lá a missão dos espíritas. Essa é cósmica, pode estar em qualquer lugar da face da Terra, mas ele, como é o

sina aqui modelo. Aí depois ele vem dizer a missão dos espíritas. Só que no evangelho, ó, tá lá a missão dos espíritas. Essa é cósmica, pode estar em qualquer lugar da face da Terra, mas ele, como é o governador do Brasil, ele diz assim: "A missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho e espírito e verdade. Aqueles que se compromissaram com esse dever a que se obrigaram antes de nascer, deverão, pois, reunir-se debaixo deste pário trinitário, Deus, Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, eu aí estarei. Ismael fecha aspas. Então, nós temos uma missão a cumprir, que assumimos esse compromisso com ele antes do nascimento. Não que ele nos impôs, mas nós nos obrigamos a isso. E isto tem que ser de forma unida e unificada. Isto tem que ser realizado para que nós não sejamos aqueles que Kardec puxou a orelha e continua puxando. Nós ainda nem terminamos a tarefa porque só vamos terminar na existência quando a gente desencarnar, porque a tarefa ainda vai continuar do outro lado se a gente continuar fazendo aqui. Então, nós temos o dever de realizar esse trabalho de forma isolada, sozinho lá. Tô preocupado quanto eu que vou fazer sozinho. Quem pensa assim tá equivocado. Se juntarmos toda a humanidade para realizar aquilo que Ismael diz na missão do Brasil, nós não daríamos um passo, porque esse é um trabalho de ambos os planos da vida. Nós nos compromissamos antes de nascer para realizar isto com os benfeitores, com os amigos espirituais que hoje estão desencarnados, reencarnado. Mas esse é um processo que parece uma roda. Uma roda ela não faz assim. A parte que tava em cima, ela passa para baixo. Parte tava embaixo passa para cima, né? Como nós não estamos raciocinando nem com baixo, nem com alto, nós estamos raciocinando com encarnado, desencarnados, então é um processo desencarnados vai vindo, os encarnados vai sendo desencarnado. Aí vai chegar uma hora que aquele grupo que estava desencarnado tá encarnado e o que estava encarnado tá desencarnado. E aí a gente vai saber, meu Deus, naquela

, os encarnados vai sendo desencarnado. Aí vai chegar uma hora que aquele grupo que estava desencarnado tá encarnado e o que estava encarnado tá desencarnado. E aí a gente vai saber, meu Deus, naquela hora que eu estava falando, eu achava que era eu, mas quem estava me inspirando tá encarnado. E agora tem uma coisinha chamada gratidão. Talvez esteja na minha hora se eu tiver condições de ajudá-lo. Ele tá precisando de força, coragem. Não, mas eu não tenho força. Mas eu sou uma pessoa que sou especialista em segurança. Ah, então agora eu vou acompanhá-lo com 2 m de altura, três de largura, um Mike Taxo, boxeador, porque quem que chegar perto dele para fazer alguma coisa, já vai olhar que ele tem um segurança, um protetor. E aí cada um vai trabalhar no plano espiritual e gratidão com aquele que está encarnado. Hoje nós aqui estamos ontem, esse período que eu me referi, 1889, início da doutrina, onde é que nós estávamos? Se hoje nós estamos aqui, é porque assumimos um compromisso. Se assumimos um compromisso, Ismael sabe que nós temos condições de cumpri, senão ele não dava essa tarefa a quem não é capaz, porque a gente não pode dar o que não tem. Então, nós estamos neste momento grave da humanidade com uma responsabilidade grave. Só que nós estamos no melhor laboratório para o testemunho do amor. Agora nós estamos diante da oportunidade de testemunhar o amor, não é de ver o que tá um linguajar que o nordestino sabe vendo a bagaceira. Não é pra gente ficar olhando a bagaceira. A gente tem que estar olhando pro futuro que nos aguarda, um futuro tão promissor que a gente nunca usufruiu, mas a gente tem essa clareza que ele terá. Então, nessa expectativa, nessa certeza, nós devemos estar seguros que temos companhias espirituais que está nos ajudando, que está nos fortalecendo, que está nos reabastecendo, que nós não estamos sozinho e que esse é um trabalho de ambos os planos da vida. E no plano material, quanto no plano espiritual, ele é impessoal. Mas ele é comum a todos nós.

está nos reabastecendo, que nós não estamos sozinho e que esse é um trabalho de ambos os planos da vida. E no plano material, quanto no plano espiritual, ele é impessoal. Mas ele é comum a todos nós. Se nós estivermos conduzindo uma coletividade com personalismo, vamos orar pelo irmão e vamos procurar ajudá-lo para que ele faça o trabalho não sozinho, mas a gente ajudando para que a personalidade suma e a gente passe no cartório e mude o nome dos homens, João. Todo mundo vai se chamar João. Como as mulheres não podem chamar João, a gente bota Joana, que é o feminino de João. Mas por que isso? Porque ele, o precursor, foi o que ele disse, ele tinha que sumir, se abaixar para ele aparecer. Então hoje nós somos o João, a gente tem que sumir. Por isso que esse trabalho tem que ser impessoal, não pode surgir, aparecer nós. E se um de nós aparecer, nós temos o dever de falar dele, de evidenciar ele, a fidelidade a Jesus e a Kardec, para que aqueles que nos veem como espíritas saibam que no Espiritismo existe Jesus. Porque tem muita gente que acha que não tem Jesus na doutrina espírita. Por isso que nos chamam de espírita cardecista ou pensam que o nosso líder é Kardec. E o próprio Kardec nunca denominou os espíritas de Cardecista e nunca deixou de colocar Jesus como sendo a referência, porque ele mesmo disse que o outro consolador, o espiritismo que aqui está entre nós, não trouxe nada de novo além daquilo que Jesus nos falou. E é por isso que o Dr. Bezerra nos diz de que o evangelho nos aponta, nos traz a verdade de que o Espiritismo as interpreta. Então Jesus traz a verdade e Kardec as interpreta. Então nós não podemos falar de um só. Se falar de um só é Jesus, não é de Kardec. Agora a gente tem que falar dos dois. Então, queridas irmãs, já estamos no horário, tinha até os 40, tava olhando aqui, já deu até ultrapassado um pouco, 5 minutos já, que nós possamos raciocinar a união e a unificação como um compromisso de ambos os planos da vida, para que nós possamos estar unidos

tava olhando aqui, já deu até ultrapassado um pouco, 5 minutos já, que nós possamos raciocinar a união e a unificação como um compromisso de ambos os planos da vida, para que nós possamos estar unidos de uma forma urgente, A unificação ela vai de forma paulatina, mas que jamais o trabalho deixa de ser incessante. Não há cansaço. O que há é disposição. A indisposição não faz parte do trabalhador do Cristo. E na hora que ela começar, oremos e descansemos se o corpo tá dando essa indisposição para nós continuarmos alegres, ditosos, conforme o Dr. dizer ao falou à luz do evangelho para chegarmos no seio do Senhor com o dever cumprido que nós assumimos antes do de nascer, que é de divulgar o evangelho de Jesus em espírito e verdade, conforme Ismael já nos recomendou. Muita paz e que possamos continuar com essa egrégora maravilhosa, imersos que estamos nessa psicosfera de Jesus. Muita paz.

Vídeos relacionados