UNIÃO DA ALMA E DO CORPO - Q.344 A 356 - Marcus Marques [ESTUDO DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS]
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Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. >> Muito boa noite. Muito boa noite. >> Desejamos paz, serenidade, bom ânimo. Iniciamos o estudo do livro dos espíritos, realizado às quartas-feiras e nós tivemos um ajuste entre os oradores do dia de hoje. Então, o nosso irmão que estava previamente anunciado não poderá estar. E assumimos então a continuidade deste trabalho. Agradecemos a presença e que esse encontro seja profico para todos nós. Saudamos as pessoas que estão nos acompanhando nesse instante pela TV, pela Rádio Comunhão, bem como recebam também o nosso abraço fraterno as pessoas que nos assistirão futuramente por meio das redes sociais da comunhão espírita de Brasília. São cinco redes onde os trabalhos são gravados, estão à disposição. Para a nossa reflexão inicial, nós temos no livro Missionários da Luz, um instrutor Alexandre, que acompanha André Luiz no todo dessa obra, a seguinte frase: "É sempre possível transformar o mal em bem, quando a firme disposição da criatura no serviço de fidelidade ao Senhor." É uma frase que deve nos impactar de alguma forma. É sempre possível transformar o mal em bem. Sim, porque na verdade é o que acontece conosco. Pela lei da evolução, todo mal em nós será um dia transmutado pelo nosso esforço, pela nossa vontade, pelo nosso crescimento, pelo nosso empenho. Tanto quanto também nós somos convocados ao bom combate de também batalhar para que o mal ao redor de nós se transforme em bem, não perdure, não persista. E isso será sempre possível no serviço de fidelidade ao Senhor, ou seja, atuando com a consciência de que Deus sendo amor, o que está faltando ao redor de nós é a divina presença, um encontro com Deus, uma maior comunhão com Deus.
serviço de fidelidade ao Senhor, ou seja, atuando com a consciência de que Deus sendo amor, o que está faltando ao redor de nós é a divina presença, um encontro com Deus, uma maior comunhão com Deus. E por Deus e com Deus nós somos trabalhadores. Por isso que Paulo apóstolo, nos nos ensinou combatir o bom combate. Que que Paulo fez? Semeou o evangelho. Levou uma mensagem que era inicialmente circunscrita a um povo para todo o mundo clássico daquela eh região mediterrânea. Então, nós somos sempre capazes de transformar o mal e bem. com fidelidade a Deus, com empenho em Deus e com desejo de que as verdades do Pai e o amor do Pai sejam conhecidos e sentidos por todas as criaturas. Lembremo-nos disso. Vamos então agradecer pela oportunidade de estarmos reunidos mais uma vez em estudo, em aprendizado. Que seja transformador para todos nós, nos aprimorando como criaturas, como pessoas humanas, para que nós se reflita a luz e a glória do Pai. Agradeçamos a Jesus que nos congrega também nessa noite de estudo e aprendizado, porque o que fazemos aqui é estudar o que ele nos ensinou e o que ele nos exemplificou. por e também por meio dele recebemos pelo consolador prometido um descortinar de novos horizontes, ampliando nossos entendimentos e nos fortalecendo para encarar o tempo presente e o futuro que virá para cada um de nós. Agradecemos também aos amigos e mentores espirituais que estão conosco. São inúmeros irmãos que estão nesse momento trabalhando nesta casa, que estão neste salão, que estão conosco aqui nesta reunião. Citamos apenas como exemplo Bezer de Menezes, que é o patrono de todo esse trabalho da comunhão espírita de Brasília, insultor Alexandre, nosso paraninfo de grupo, tanto quanto os amigos do mundo maior que estão conosco, cujos nomes seriam impossível citar todos, e Ismael, que guarda a todos nós como família. como pátria, como pessoas com destino comum, que possamos e com fidelidade a Deus construímos na nossa pátria, em nossas vidas, em nossos lares, o bem maior. Que assim seja.
a todos nós como família. como pátria, como pessoas com destino comum, que possamos e com fidelidade a Deus construímos na nossa pátria, em nossas vidas, em nossos lares, o bem maior. Que assim seja. Continuando o nosso trabalho, que nós vimos no encontro passado os prelúdios do retorno, como que o espírito começa a se preparar, percebe que é hora dele reencarnar, algo que nós fizemos não muito distante. Nós estamos reencarnados, passamos por esse processo. Estamos no mundo maior, na erradicidade, de repente suou um tipo de sirene e nós nos vimos no processo reencarnatório. Na continuidade desse tema, o livro dos espíritos nos propõe hoje a união da alma com o corpo, abortos. Abortos, na verdade, pedagogicamente ficou separado para o próximo encontro. Nós vamos falar da alma com corpo. Alma no sentido de espírito, né? Espírito que reencarna. Para quem quiser dar uma lida em casa é das questões 344 até a 356. A 57 fica para o próximo encontro, cujo tema aborto. Então, o que que aborda Kardec nesse tema? Kardec está em 1857 trabalhando com informações que ele recebeu de vários médiuns, de vários países, confrontando umas com as outras, tirando conclusões em comum, transcrevendo num livro de forma pedagógica para nós. Então, as perguntas de Kardec são muito didáticas. Aparentemente até elas possam soar repetitivas, mas não são. Está colocando todas as possibilidades de contradições, alguma ideia para que nós tivéssemos nos dias atuais um pensamento firmemente pautado na lógica, o entendimento racional, o entendimento plausível. Então, vamos ler essas questões que não são muitas e nelas refletir. Em que momento a alma se une ao corpo? em que momento o espírito se une ao corpo? Bom, vamos nos lembrar, nós estamos usando uma terminologia para um caso mediano, certo? De tudo que nós falamos aqui pode e certamente há exceções. Então, nós estamos falando de espíritos como nós, digamos assim. Nós não temos uma situação de de reencarne à força inconsciente, porque saímos lá das trevas. E também
i pode e certamente há exceções. Então, nós estamos falando de espíritos como nós, digamos assim. Nós não temos uma situação de de reencarne à força inconsciente, porque saímos lá das trevas. E também não somos seres luminosos que encarnaram na Terra em missões transformadoras da humanidade. Então, nós vamos falar de situações medianas. Há exceções, há. Por quê? Porque nenhum reencarne ou nenhum desencarne é igual. Cada um tem uma história de vida e isso não se repete. Então, não tomem o que nós estudamos aqui como uma regra. A comigo foi assim ou comigo será assim? Porque cada um tem a própria história. O processo é o mesmo, evidentemente, porém as nuanças variam a infinito, tá certo? Então, nós vamos falar de uma situação padrão. O que seria o comum? Então, não há um desencarne ou um reencarne igual ao outro. Vai ter sempre os ajustes consoante aquilo que nós somos. Em que momento? Então, resposta dos espíritos. A união começa na concepção, mas não se completa senão no instante do nascimento. O espírito para reencarnar precisa de um corpo físico. Esse corpo físico, pelas leis da natureza, é formado de homem e de mulher, de células masculinas e de células femininas. As duas juntas vão gerar um corpo físico. Então, o espírito para reencarnar precisa de um corpo. E o primeiro processo da reencarnação é qual corpo se destina à aquele espírito. Porém, não é corpo a ênfase. Corpo é importante, mas o corpo está dentro de um contexto social que deve ser chamado de família. Porque eu não nasço apenas para ter um corpo. Eu nasço para ter relações com as pessoas. Eu encarno para me relacionar com pessoas que estarão comigo naquele momento, naquela, naquela localidade, naquela situação. Ou seja, há um momentum, eu venho para me encontrar com pessoas, não venho apenas para ter um corpo, eu venho para me encontrar com pessoas. O corpo é o meu instrumento de expressão neste plano. Nós não somos desse plano. Nós não somos desta dimensão. Então, para nos expressarmos aqui, nós temos que ter o soma, o corpo material.
m pessoas. O corpo é o meu instrumento de expressão neste plano. Nós não somos desse plano. Nós não somos desta dimensão. Então, para nos expressarmos aqui, nós temos que ter o soma, o corpo material. Sem ele, eu não me expresso. Não que vocês percebam, não que eu perceba. Há inúmeros espíritos aqui, muitos. Eles não estão dentro do corpo. Então, aparentemente, nós não os vemos. Nós não o sentimos, mas eles estão aqui. Mas eles não estão se expressando diretamente neste plano vibratório. Então, é necessário que haja um corpo. Como existe um contexto familiar de vínculos com pessoas, é esse núcleo de pessoas que a espiritualidade nos ajuda a encontrar, nos situa. Que não é só pai e mãe. Às vezes pai e mãe é só a porta de entrada. Você vai nascer aqui, mas vai desenvolver-se por certos caminhos e vai encontrar outras pessoas com as quais a sua história terá um desdobramento. Há pessoas que nascem aqui, mas vão morar em outro país, vão para outras regiões, vão conviver com outras pessoas. Então, todo esse planejamento é algo que nos foge a compreensão, mas se situa inicialmente vínculos, uma razão de ser, uma historicidade. Portanto, quando existe a fertilização do óvulo feminino e começa a haver multiplicação de células para aquilo que nós vamos chamar de de feto, que começa com zigoto, aí se dá a vinculação, uma união. Como é que é essa união? Você tem o ser aqui que vai reencarnar. Eu pego essa aqui, apenas uma imagem, um pedaço do espírito dele e começo a infiltrar naquelas células. E aos poucos ele vai migrando daqui para aquele corpo. Já viram aquele relógio de areia ampolheta que você coloca para cima areia. A areia corre por um um vidro fininho, estreito e cai embaixo, seria a contagem de tempo, ampoleta. Mesma coisa. do espírito, quando vinculado ao corpo, ele vai gradativamente migrando pro corpo material, ele vai envolvendo o corpo material. Então, o que é o que eles estão aqui nos dizendo e isso demanda um tempo. A espiritualidade diz que o processo é o nascimento. Porque quando a criança
po material, ele vai envolvendo o corpo material. Então, o que é o que eles estão aqui nos dizendo e isso demanda um tempo. A espiritualidade diz que o processo é o nascimento. Porque quando a criança chora, se mexe, abre os olhinhos, começa a ter a mamar, a ter seus processos fisiológicos, ali você sinaliza o espírito encarnado. Porém, com a literatura de André Luiz, nós vimos que a conclusão plena desse processo, sobretudo do espírito consciente, pensante, se dá durante um período de, alguém se lembra? >> 7 anos. Então, o começo da vida é o nascimento. Vocês, a criança, né? está no mundo. Até então, ela está totalmente vinculada à mãe. Porém, a chegada total integral, aquela migração da areia da parte de cima da ampulheta pra parte de baixo são 7 anos. A união entre o espírito e o corpo é definitiva desde o momento da concepção? Durante um período, um primeiro período do o espírito poderia renunciar a tomar o corpo que lhe foi designado? Resposta. A união é definitiva no sentido em que outro espírito não poderia substituir o que foi designado para o corpo. Mas como os laços que o prende são muito frágeis, fáceis de romper, podem ser rompidos pela vontade do espírito que recua ante a prova escolhida. Os espíritos podem se rebelar ao nascimento e recuar. Isso é uma situação hipotética. Nós já explicamos isso no encontro anterior. Vale a pena repassar. O espírito evoluído, ele não teme os desafios da vida, ele segue os mandamentos de Cristo, a porta estreita. O espírito menos evoluído, ele tem medo, ele tem profundas inseguranças, mas como ele não é tão evoluído, ele é assessorado no processo. Ele não vem pra Terra consciente, ninguém reencarna consciente. Então é uma situação teórica possível, mas dificilmente acontece isso porque os espíritos evoluídos querem a prova. Até os espíritos medianos querem nascer porque eles querem enfrentar os seus desafios. Embora nós já vimos a um medo, há uma insegurança. Poxa, e se eu falhar? E se não der certo? Eu tô tão bem aqui em nosso lar e na terra. E se
erem nascer porque eles querem enfrentar os seus desafios. Embora nós já vimos a um medo, há uma insegurança. Poxa, e se eu falhar? E se não der certo? Eu tô tão bem aqui em nosso lar e na terra. E se eu me desviar, me desequilibrar? Então existe esse temor de falhar, de errar. E os menos evoluídos são trazidos compulsivamente ou compulsoriamente. Eles tm essa consciência apagada e são trazidos para misericórdia divina. Porque é é aquela criança que tem medo do médico, mas ela está enfê, ela precisa ir ao médico. Nós vemos que crianças às vezes tem medo do médico, tem medo de injeção, por exemplo, medo de agulha, mas se ela tá enferma, os pais e a mãe, os pais, né, pai e mãe vão levá-la ao médico para que ela seja tratada, porque a criança está enferma. Você não considera que a criança tem medo do médico e chora. você vai levá-la porque ela ela pode estar com febre, com vômitos, uma situação perigosa. A mesma coisa age Deus. Deus nos leva ao médico, que seria a encarnação, mesmo que nós tenhamos medo. Por quê? Porque nós estamos enfermos. A encarnação é o início de nossa cura, assim como o médico esperança de cura para uma criança enferma. Então eles dizem isso de uma forma teórica. O espírito pode recuar, mas se ele recua é porque ele não é evoluído. Se ele não é evoluído, ele já estará com a mente serenada num estado de sono, de torpor. Ele não percebe a coisa acontecer. Que acontece ao espírito? Se o corpo que ele escolheu morre antes de nascer, escolhe outro. E aqui Kardec pontua muito a situação das crianças natortas, que hoje não é tão comum por causa dos avanços da ciência, da tecnologia, do acesso à saúde pública, né? Existe hoje o pré-natal, as mães são estimuladas a fazê-lo, muitas vezes até em troca de benefícios. Mas isso 1957 não era assim. Há 50 anos atrás não era assim. Havia muito desencarne da mulher no parto, partos complicados, situações em que ou vive um ou vive outro, ou a criança ou a mãe. Hoje, claro, com a tecnologia, com a ciência e com o acesso a esse serviço, a
muito desencarne da mulher no parto, partos complicados, situações em que ou vive um ou vive outro, ou a criança ou a mãe. Hoje, claro, com a tecnologia, com a ciência e com o acesso a esse serviço, a tendência é diminuir. Ou a criança tem algum problema, o tratamento pode ser até intrauterino. Você tem até cirurgias intrauterinas, faz cirurgias em Nenê, que ainda não nasceu, mas estamos falando de 1157 ou de décadas atrás onde isso não acontecia. Então, se caso há um problema de natureza fisiológica e aquela aquele corpo desvanece, o espírito terá oportunidade de uma nova escolha, de migrar para outro corpo. E a frustração que o espírito percebe, serve para ele de alguma lição? Certamente que sim, mas vamos lembrar que se o espírito for não for muito evoluído, ele não vai estar consciente que ele já está sonolento, apagado. Agora se ele for evoluído, ele entende que ele tá vendo uma situação desafiadora para ele de saber perder. E nós vamos no encontro que vem, que se falar de aborto, mostrar que a espiritualidade também se compadece dessas situações. Há casos em que a espiritualidade chora quando não consegue consumar um momento de reencarnação. Então, há possibilidade de escolha. Todo mundo reencarnará. Quem estiver na realidade reencarnará no tempo certo e no momento certo. Se não for de uma forma, será de outra, porque é a lei da evolução. Não nos faltará corpos, não nos faltarão oportunidades de vir ao mundo. Qual pode ser a utilidade dessas mortes prematuras? as imperfeições da matéria. Não apenas as imperfeições da matéria. Com André Luía, a gente aprende que padrão vibratório de pai e mãe também influencia muito a gestação. E isso que no capítulo 13 de Missionários da Luz, que é o livro de referência pro encontro de hoje junto com o livro dos espíritos, que é o reencarne seismundo, um texto muito detalhado sobre um processo de reencarnação. É, a criança que vai reencarnar, no caso sejaismundo, tinha total repulsa da parte do pai, porque no passado seismundo e a futura mãe dele tinham
xto muito detalhado sobre um processo de reencarnação. É, a criança que vai reencarnar, no caso sejaismundo, tinha total repulsa da parte do pai, porque no passado seismundo e a futura mãe dele tinham tido um envolvimento amoroso. E aí apareceu a terceira figura que seria o pai dele e houve uma disputa e acabou havendo homicídio. O reencarnante era assassino do próprio futuro pai. Então, naturalmente, sem a lembrança consciente, o pai dele quando vê o espírito se aproximando, tem uma repulsa, uma rejeição pelo padrão vibratório. Ele reconhece instintivamente que aquele ser não é positivo para ele, não é um ser de boas lembranças para ele. E aqui a espiritualidade vem nos dizer da questão dessa harmonia vibratória que é necessário ter para que a gestação ocorra bem e sobretudo para casais que às vezes não estão conseguindo gravidar, tenho essa preocupação não apenas um tratamento físico, médico, mas também busquem esse esse essa abertura do coração. essa sensibilidade para espiritualmente também tornar-se receptivo, abrir-se a como se abre uma janela pro pra luz solar que o sol entra, abrir-se para isso. Então eles falam que é muito importante essa questão da reencarnação em vista de conflitos vibratórios causado pela incompreensão das criaturas terrestres. Então, no caso desse pai, o futuro pai aqui de Seismundo, se a espiritualidade não intervie, ele não ia aceitar nunca aquele espírito. Por quê? Porque ele tinha uma lembrança inconsciente que aquele ser não era positivo para ele, havia sido assassino dele. Então, havia um um rechaço, uma refração. A espiritualidade precisa orientá-lo por meio de desdobramento, ele desdobrado, convencê-lo a acolher e perdoar, abrir-se. Então é necessário ter esse cuidado que a doutrina nos aponta para que o processo de concepção de uma criança, gestação de uma criança se dê num clima bem acolhedor. e outras obras. A literatura espírita mostra uma mulher que está gestante, grávida, não deve estar exposta a conflitos, a brigas, a discussões, a
gestação de uma criança se dê num clima bem acolhedor. e outras obras. A literatura espírita mostra uma mulher que está gestante, grávida, não deve estar exposta a conflitos, a brigas, a discussões, a coisas assim perturbadoras, porque isso repercute na criança, pode repercutir até na permanência da criança no ventre materno. Então, muito cuidado com essa sensibilidade espiritual para trazer uma criança em condições normais ao mundo. Que utilidade pode ter para um espírito a sua encarnação num corpo que morre poucos dias depois de nascer? Nós dizemos que já dissemos que o espírito que tem um conhecimento das coisas, ele entende como uma prova para ele, a prova da persistência. Tipo assim, você faz um concurso, uma prova para um concurso e não passa. Aí você se prepara para fazer uma nova prova e passar. Talvez você não passe na segunda, mas você se prepara mais e melhor, numa terceira você passa. Então são aqueles desafios que a vida nos traz de você persistir, se qualificar melhor, saber aceitar uma perda, uma perda, uma frustração naquele determinado momento e superar aquilo. Também eles dizem aqui na resposta que muitas vezes é uma prova pros pais. Pessoas que tiveram em vidas pretéritas. uma certa familiaridade com o aborto, elas podem vir numa situação ao revés de ter dificuldade de conceber. Não quero, não estou dizendo impossibilidade, mas uma dificuldade inicial. Há casais que a mulher engravida e durante a gestação um pequeno problema, a criança é abortada naturalmente, não se consuma a concepção. É uma tremenda frustração por os pais, evidentemente, que estão investindo em ter um bebê. Mas repetimos, se é o seu desejo verdadeiro, insista. Não se intimide com uma com uma com fracasso inicial. Não se intimide com uma derrota inicial. Insista. Segue adiante. Vá se preparando para superar isso. Ah, quer dizer que eu cometi aborto no passado? Não. Não fique trazendo as leis gerais paraa sua vida de uma forma automática. Cada caso é um caso. E se de forma alguma a concepção
para superar isso. Ah, quer dizer que eu cometi aborto no passado? Não. Não fique trazendo as leis gerais paraa sua vida de uma forma automática. Cada caso é um caso. E se de forma alguma a concepção natural ali daquele casal, gente, há muita criança órfã. Há muita criança órfã. Você chega no local, olha, bate o olho, às vezes no olhar ali você já percebe que existe um gatilho, um vínculo que nós dissemos há pouco. Às vezes pai e mãe é apenas uma porta de entrada no mundo, mas a criança pode ter toda uma história desenvolvida em outros ambientes. Então, não se esqueça que se às vezes a tentativa biológica não tem sucesso, há muitas crianças órfã. A comunhão é como mantenedora do nosso lar, que é uma instituição ali pertinho do núcleo Bandeirante, com muitas crianças querendo uma família. Então, pode ser uma prova para os pais que tiveram uma em ocasiões pretéritas em algum momento do passado, ou o aborto ou o rechaço, a recusa de crianças, pessoas que tiveram filhos e simplesmente os abandonaram. Pode ser. São possibilidades. O espírito sabe com antecedência que o corpo por ele escolhido não tem possibilidade de viver. Sabe algumas vezes se é o espírito evoluído, ele tem consciência. Se não é, ele tá dormente, ele não tá consciente, ele não percebe esse processo. Mas se o escolheu por esse motivo, é que recua ante a prova. Então, muitas vezes é uma possibilidade teórica, o espírito não quer encarnar, então ele opta por não vir. Mas isso é Kardec colocando possibilidades teóricas, porque a gente sabe que depois o espírito não tem condições de escolha, ele não tem a consciência do que está acontecendo. Quando falha uma encarnação para o espírito por uma causa qualquer, é ele suprida imediatamente por outra existência? Nem sempre imediatamente. E aqui a espiritualidade nos alerta que o número de pessoas para reencarnar é muito grande. Nossa população terrena hoje em torno de 8 bilhões aproximadamente. No mundo maior tem o dobro disso um pouco mais. To, 17, 18 bilhões.
s alerta que o número de pessoas para reencarnar é muito grande. Nossa população terrena hoje em torno de 8 bilhões aproximadamente. No mundo maior tem o dobro disso um pouco mais. To, 17, 18 bilhões. Então tem muito mais gente lá em cima do que aqui. Aí espiritualidade diz: "Aproveite bem quando você reencarna. Aproveite cada segundo." É como você quisesse fazer uma viagem e não tinha recursos. você consegue recurso, consegue realizar aquele sonho. Então, aproveite a encarnação. É um sonho que se realiza. Aproveite, viva intensamente seus dias, porque nem sempre é imediato. A fila é grande, como dizem os espíritos. O espírito, uma vez unido ao corpo da criança e não podendo mais retroceder, lamenta algumas vezes a escolha feita. Aqui ele insiste nesse argumento, mas nós já explicamos. O ser não consciente não vai perceber o que está acontecendo. O espírito consciente tá querendo vir e nós medianamente temos um medinho lá dentro de nós, mas somos assessorados pelos irmãos da espiritualidade. No intervalo da concepção ao nascimento, o espírito gozas suas faculdades mais ou menos segunda fase, porque não está ainda encarnado, mas ligado ao corpo. E aí nós vamos falar dessa questão desses primeiros anos de vida. No encontro passado, nós fizemos uma pontuação do reencarne da senhora Laura e da mãe de André Luiz, cujo nome nós não sabemos. Nome assim, o pseudônimo, né? No caso da senora Laura, antes dela reencarnar nas vésperas, senhora Laura, para nos situar, é a mãe de Lízias, aquele enfermeiro que se torna amigo de André, de André Luiz, porque André Luiz no nosso lar fica sozinho. Ele não tem família em nosso lar, não tem parente. A mãe dele estava onde? Um plano superior. O pai estava onde? umbral. As duas irmãs deles estavam onde? No umbral também. E uma tinha recarnado quando ele encontra a mãe a primeira vez, alguns dias antes, uma semana antes. Então ele é acolhido fraternalmente na casa desses amigos, não para morar. Ele acaba morando tipo num dentro das instalações de onde ele trabalhava, como
eira vez, alguns dias antes, uma semana antes. Então ele é acolhido fraternalmente na casa desses amigos, não para morar. Ele acaba morando tipo num dentro das instalações de onde ele trabalhava, como se fosse eh assim o local de trabalho que tem a parte de moradia, de descanso dos dos servidores, mas ele frequentava aquela família para se instruir, para ter uma convivência familiar social. Então, Laura dizia: "Olha, André, eu não sou sua mãe, mas me tenha como se eu fosse sua mãe. O que eu puder te auxiliar, te orientar, eu estou aqui para fazê-lo." E quando Laura vai reencarnar, a família que está lá no mundo maior, vamos repassar a família de Laura, porque no final, no encontro passado, nós não fomos muito nesse tema. Era o Ricardo. Ricardo já tinha reencarnado, estava na Terra 3 anos antes. Ele veio primeiro, Ricardo. Então, Ricardo tinha três aninhos quando Laura está reencarnando. Isso aqui era setembro de 1940. 40 eh para 2024, 80 e 4 anos. Então, se Ricardo tiver na terra hoje, é um senhor de 87 anos e Laura uma senhora de 84 ou 85 ou 88. Será que não está aqui no salão agora? Ricardo e Laura? Quem sabe? Então, na no momento em que ela vai reencarnar, Ricardo é invocado. Ele é chamado de desdobramento na Terra. é uma criança de 3 anos, já vinculada ao corpo físico, mas ele se manifesta em nosso lar. E aqui vale a pena repassar essa página. Eles colocam tipo um globo, um globo assim como se fosse uma bola de cristal grande. E ele se manifesta ali dentro. E André Luiz pergunta: "Mas por que esse cuidado?" Ele disse: "Porque Ricardo está numa transição, é aquela areia da poleta descendo de cima para baixo. Ele tá vinculado ao corpo físico, né? No mundo material, uma criança de 3 anos, ele não tá dentro da da da do planeta Terra com as suas faculdades plenas. É um espírito tá numa situação de fragilidade. É como se fosse um paciente aberto numa mesa cirúrgica. Você abre um paciente tá aberto, sei lá, uma cirurgia no estômago, por exemplo. Então você tem que tomar cuidado com com a
uação de fragilidade. É como se fosse um paciente aberto numa mesa cirúrgica. Você abre um paciente tá aberto, sei lá, uma cirurgia no estômago, por exemplo. Então você tem que tomar cuidado com com a higienização, certo? paciente tá aberto, você não pode ali contaminar o paciente. Então, Ricardo tava assim guardando eh usando como uma imagem nessa situação, numa sensibilidade. Ele não tava consciente na Terra, reencarnando com 3 anos de idade num processo de migração para esse plano. Então eles colocam esse globo para que se manifestasse lá dentro, para que os pensamentos deles que estavam ali assistindo aquele aquele trabalho, aquela reunião não afetasse de nenhuma forma. Vejam bem, ele tá sendo levado para nosso lar, uma colônia. Mesmo assim, eles têm esse cuidado, digamos, de asepsia com Ricardo, com a sensibilidade do espírito reencarnante. Então, André Luiz relata que observei com surpresa que as filhas, porque a família toda já tinha voltado para pro mundo maior, foi primeiro o na ordem de desencarne foi o Ricardo. Depois a dona Laura o seguiu 18 anos depois. Aí foram Lízias, Judit e Holanda, que eram filhas desse casal, três irmãs. E depois foi Eloía, que era uma neta da dona Laura, e depois a mãe da Eloía, que era Teresa. Então, na verdade, esse casal na terra tinha tido três filhas, Judite, Holanda e Teresa, Lísias. A gente não sabe se eles foram casados ou não, se deixaram esposas e filhos, mas Eloía, que era filha de Teresa, também tinha voltado. Desencarnou nos anos 39, 40 com tuberculose no Rio de Janeiro. Então, esse pessoal que está em nosso lar, que vai ficar lá agora, porque Ricardo tinha vindo e Laura tinha voltado, vão ficar tomando conta dos próprios pais, que é o nosso caso. Nós estamos aqui na terra, mas tem parentes nós tomando conta de nós, que são os nossos protetores, anjos, guardiães, como queiram chamar. São eles que estão vinculados a nós, além de outros amigos. Então, André fica surpreso. Aqui eles fazem um cântico de de eles compõem uma
o os nossos protetores, anjos, guardiães, como queiram chamar. São eles que estão vinculados a nós, além de outros amigos. Então, André fica surpreso. Aqui eles fazem um cântico de de eles compõem uma música e cantam essa música pro pai como uma prece de invocação e de agradecimento ao pai. E dentro desse globo, André, depois de um certo momento, vislumbra a figura de um homem de idade madura. Na terra, uma criança de 3 anos. Quando chega a nosso lar, naquele instante, um curto período de tempo, um homem maduro. Então, por isso que são 7 anos para reencarnar, porque essa migração demanda tempo. E é por isso que a criança até 7 anos de idade, ela é vive muitos momentos mediúnicos. Vocês podem ver que filme americano geralmente quando é terror sempre tem uma criança envolvida. É ela que primeira que vê, ela que primeiro percebe ou ela que é atacada, ela é a vítima de alguma coisa. Por quê? Porque essa criança ela tá entre dois mundos. Ela tem uma sensibilidade natural para isso. Então, a gente sabe na psicologia que a criança tem aqueles amiguinhos, né? A criança, mãe, tem um amigo brincando comigo aqui. Muitos pais já passaram por isso. Ué, que amigo, filha, aqui esse é meu amigo. Eu tenho um amigo fulano cicrano e procura até às vezes a própria casa espírita, como a comunha espírita do Brasil. Meu filho tá tá vendo o fantasma? Não tá vendo o fantasma. É, é normal para eles nessa época. Com a fase adulta isso passa, isso vai vai se desvencilhando. Claro, já existe casos que é processos obsessivos da outra história, mas normalmente, normalmente é um processo que por si mesmo se esvai com o tempo. A criança ter o amiguinho, aquela amiguinha que ela faz referência, aí você, ué, mas quem que é? Você não tá vendo, não tá percebendo nada. Porque isso é normal, porém deve passar na medida que a criança vai crescendo e ela vai se desligando dessas amizades invisíveis, digamos assim. Então, o senhor Ricardo aparece adulto na terra tinha 3 anos. Estava vinculado ao corpo, estava. tava completamente reencarnado,
endo e ela vai se desligando dessas amizades invisíveis, digamos assim. Então, o senhor Ricardo aparece adulto na terra tinha 3 anos. Estava vinculado ao corpo, estava. tava completamente reencarnado, não. Tanto que era possível para ele essa manifestação. Próxima questão. No instante do nascimento, o espírito recobra imediatamente a plenitude de suas faculdades? Óbvio que não, né? A gente mesmo, pouca coisa se lembra de quando a gente tinha 4, 5 anos de idade. Nossa memória desse período não é muito clara. A gente começa a lembrar das coisas mais pelo sétimo, oitavo ano. Você já se lembra do seu primeiro ano de escola, seus amiguinhos de escola, a primeira professora, a primeira aula. E é uma coisa gradual. Essa essa memória, gente, é o que nós chamamos de maturidade. Não no sentido assim de maturidade emocional, de responsabilidade, não. Maturidade de você se sentir que é você, é você, que você tá aqui, que você tem gostos, escolhas, gosto, não gosto, faço, não faço, tem opções. Você se sente mais pleno. Então isso demanda tempo, tá certo? Então a criança não é porque encarnou PFT. Você não se lembra do seu do seu primeiro ano de vida? Quem se lembra do segundo ano de vida? Muito difícil, né? Você pode ver a foto do seu primeiro aniversarinho, segundo aniversário, qualquer coisa assim, mas você não tem essa lembrança. Mas você estava ali, você vivia, existia, mas a tua mente ainda não estava totalmente incorporada a este plano. Então, a espiritualidade diz, não, ele se desenvolve gradualmente com os órgãos. Nós precisamos ter os órgãos amadurecidos para nos expressar. Uma criança de 4 anos de idade não corre uma maratona. Ela não tem condições físicas para isso. Uma criança de 5 anos não pode tomar, comer e beber certas coisas que um adulto come e bebe. Levaria uma intoxicação fatal para essa criança. Ela não tem nem constituição física para isso. A união do espírito com o corpo, não estando completa e definitivamente consumada, senão depois do nascimento, pode considerar-se o o feto como
criança. Ela não tem nem constituição física para isso. A união do espírito com o corpo, não estando completa e definitivamente consumada, senão depois do nascimento, pode considerar-se o o feto como tendo uma alma. Aí é uma questão que a gente vai desenvolver mais no encontro que vem. Resposta dos espíritos. O espírito que o deve animar existe de qualquer maneira fora dele. Propriamente falando, ele não tem uma alma, pois o a encarnação está apenas em vias se realizar, mas está ligado à alma que deve possuir. Então, no sentido de que um feto que se desenvolve normalmente tem um espírito de molde, sim, já há esse vínculo. Agora, se dizer que ali já tem um ser plenamente encarnado, ainda não. Porém, o espírito está migrando. É a areia que sai de cima, passa por aquela parte estreita do vidrozinho e tá indo para baixo. Está chegando. Como se explica a vida intruterina? Quem se lembra dos ve meses na barriga da mãe? Como é que você respirava na água? Como é que você dormia? Como é que você se alimentava? Coisa fantástica, né? Na na ventre da mãe, como se fôssemos uma ave dentro de um ovo. Mas nós estávamos vivos e sendo nutridos. O espírito aqui esp a espiridade nos compara a uma planta. É uma planta que vegeta. É como se nós fôssemos essas flores que aqui estão. Temos vida, mas não temos aquela consciência. Eles não comparam uma planta. A criança vive a vida animal. O homem possui a vida animal e a vida vegetal que completa nascer com a vida espiritual. Então eles fazem uma uma analogia. A criança é como se fosse uma plantinha. Nasceu é como se fosse um bichinho. Tornou-se adulto um espírito pensante. É como se a gente reproduzisse a nossa evolução já do pretérito numa encarnação só. Aliás, toda vez que a gente reencarna, a gente refaz os passos que nós tivemos sobre o planeta Terra desde o começo dos tempos do primitivo, até chegarmos ao ser humano de hoje. Há, como o indica a ciência da época, crianças que desde o ventre da mãe não tem possibilidade de viver. E com que fim
erra desde o começo dos tempos do primitivo, até chegarmos ao ser humano de hoje. Há, como o indica a ciência da época, crianças que desde o ventre da mãe não tem possibilidade de viver. E com que fim acontece isso? Repare que Kardec insiste nessa questão, porque ele fica amarrando todas as possibilidades de um argumento contrário. E aqui eles repetem a prova. Um fracasso de uma gestação é prova pro espírito, é prova para os pais ou é prova para ambos? A frustração inicial que deve ser vencida. Há crianças natortas que não foram destinadas à encarnação de um espírito? Sim. Aqui é o caso do da gestação ani. Me ajuda os médicos aí. Quando a mulher forma como se fosse um tipo de um cisto, uma massa, mas não é um feto, é apenas um um acidente, digamos, e aquilo é expulso do corpo. Eh, anim, eu não me lembro agora esse termo, me perdoem. Sim, há casos em que a mulher tem uma falsa gestação, não apenas a psicológica, ela forma às vezes como se fosse um cisto que cresce, desenvolve, dá sintomas de de gravidez, tipo interrompe fluxo menstrual, cresce o ventre, se julga a grávida, mas aquilo não vai pra frente. Isso seria apenas um acidente de percurso, algo orgânico que a ciência moderna trata sem qualquer problema, tá? Então existe casos assim e nesses casos não há espírito vinculado. É como se fosse um tumor, não tem um espírito ali dentro, não é um espírito vinculado, tá? É apenas uma patologia que é tratada e superada. Um ser dessa natureza pode chegar a tempo normal de nascimento. Quer dizer, se a mulher tiver um tipo de gravidez dessa natureza e chegar a conceber, vai surgir um ser vivo? Não, porque não tem um espírito vinculado, não é um corpo, é apenas um uma massa, um tumor, digamos, um cisto, que esses casos são raros, mas acontece. Toda criança que sobrevive tem necessariamente um espírito encarnado. Ué, como é que ela seria um ser humano se não tivesse espírito ou se não fosse um espírito encarnado? ela não seria humano. Essas são as questões que Kardec aponta
cessariamente um espírito encarnado. Ué, como é que ela seria um ser humano se não tivesse espírito ou se não fosse um espírito encarnado? ela não seria humano. Essas são as questões que Kardec aponta fazendo um um fechamento das questões teóricas sobre a vinculação do corpo ao espírito. Nós já vimos então o reencarne de Ricardo. Reencarne não, eh, a chamada dele é um mundo maior. E e tomando o caso de Segesis Mundo, vamos ver à luz dessa da obra de André Luiz essas etapas do processo reencarnatório. Vamos resumir aqui para encerrar. Primeiro, a escolha do núcleo de pessoas onde onde aquele ser vai reencarnar. Isso tá dentro de uma história universal nossa, com a nossa família ou com os nossos inimigos também. Então, em determinado momento, é mapeado para você uma história. Você vai chegar e conviver com X pessoas determinadas circunstâncias, determinada situação. Feito isso, vem o momento do nascimento, que é a questão do corpo. O corpo não é apenas escolhido pelo espírito. ele tem ah que refletir as nossas necessidades e os nossos desafios. E aí existe uma aula de genética que André Luiz dá nessa obra que nós vamos passar por cima. É feito um mapeamento genético pela espiritualidade, igual esses cromossomos que a gente vê na ciência, que parece código de barras, aqueles risquinhos assim. que a gente leigo não não entenderia. Andre se vê a espiritual se vê diante dos amigos espirituais vendo esse tipo de mapa. Ele mesmo como médico não entendeu, não entendeu nada. Ele sabia apenas que eram cromossomos e genes. E ali Alexandre e a equipe estão detalhando a formação do corpo que seismundo irá habitar. Então primeiro a escolha do núcleo familiar das pessoas com as quais você vai encarnar. ou ter uma um relacionamento nessa vida que eu vou fazer amizades que não são dentro da família, eu também vou encontrar pessoas fora. Então aquele momento e as circunstâncias para que aquelas pessoas se se encontrem de alguma forma. Dois, o corpo, o teu corpo físico é perfeito para você.
amília, eu também vou encontrar pessoas fora. Então aquele momento e as circunstâncias para que aquelas pessoas se se encontrem de alguma forma. Dois, o corpo, o teu corpo físico é perfeito para você. Ah, mas eu não gosto do meu corpo porque eu gostaria de ser diferente. Tá, a gente nunca tá satisfeito com as coisas, via de regra, mas o teu corpo foi preparado para você. nos mínimos detalhes, até mapas cromossômicos espirituais foram estudados, elaborado pelos construtores para que você tivesse o corpo com as condições dessa encarnação, inclusive as enfermidades. Regismundo, como era um assassino, ele vai nascer com problema cardíaco, provavelmente uma deficiência cardíaca, pelo que a gente entende aqui, a questão do tônus muscular. Então, Sismundo seria uma pessoa e é se tiver encarnado ainda, de saúde normal, sem qualquer diferencial, digamos assim, a não ser que numa certa idade, não sabemos qual, mas maduro, ele teria uma deficiência cardíaca. Então, as nossas enfermidades, quando nós não as provocamos por invigilância nessa encarnação, elas são reflexos da nossa história de vida, por isso que devemos encará-las como crescimento a ser superado. Ah, eu tô doente. Ah, não entre em pânico, não. Não é isso. Encare de frente e viva o processo de crescimento e aprendizado com aquilo de propicia. é parte da tua história. Nunca se desespere diante de uma doença, uma enfermidade, entre pânico. Não, não é isso. Encare de frente e use todos os recursos possíveis para preservar a tua saúde, conforto e bem-estar. Então, ele teria essa deficiência cardíaca. Feito isso, escolha da da família, preparação do corpo, a espiritualidade intervém na escolha do da célula sexual masculina que vai fertilizar o óvulo. Eles escolhem, eles conseguem diferenciar dentro dos espermatozóides o mais adequado para compor aquele corpo que eles querem que seja formado. Então, a gente acha que a corrida dos espermatozóides ao óvulo é mero acaso. Venceu o mais rápido. Existe uma interferência espiritual para que o
compor aquele corpo que eles querem que seja formado. Então, a gente acha que a corrida dos espermatozóides ao óvulo é mero acaso. Venceu o mais rápido. Existe uma interferência espiritual para que o vencedor desta disputa, digamos assim, seja o mais adequado. E quando você vê isso e fala: "Gente, é tanto investimento na minha existência, na minha vida, que às vezes eu não dou valor, é tanto planejamento. Vocês já assistiram um filme inteiro? Vocês já tiveram paciência de ver o final do filme? Depois que aparece a frase fim, que vi de regra para nós no Brasil é the end, porque a gente maioria das vezes assiste filmes de origem norte-americana em língua inglesa. Você já tiveram paciência de ficar no cinema esperando a fila sair e ver o tanto de nomes que vem, que eles põem música, música, música e põe trilha sonora e repete aquilo não acaba nunca até aparecer aquelas logotipa, aqueles registros autorais, ponto aí a tela fica escura, acabou. O dia que a gente desencarna, naquele momento que a gente tá desencarnando, acho que começa a aparecer todos aqueles nomes de pessoas que estão envolvidas com aquela nossa existência. A vida nossa pode ser comparada a um filme e seria bom que no final a gente visse os nomes de todo mundo envolvido no nosso pelo fato de estarmos aqui agora. Pronto. Vamos resumir. No ser reencarnos mundo. Tá escrito aqui, tinham 100 espíritos trabalhando, que o caso dele era complexo. Começava pelo por romper a animosidade do pai para com ele. Tinha uma centena de pessoas trabalhando. Então quando você às vezes não se der muito valor a si mesmo, se sentir, sei lá, meio que por baixo, lembre-se que você é um filme, sabe aquelas produções bem grandes que fica assim 3 horas passando aquele monte de nomes e ainda passa rápido que a gente não consegue nem ler direito, que vai aquilo vai assim correndo vum vum vum vum vum para acabar logo. Trabalhando por você que está aqui me olhando agora ou me ouvindo em casa ou me ouvirá em vídeo. Cada um de nós tem
ler direito, que vai aquilo vai assim correndo vum vum vum vum vum para acabar logo. Trabalhando por você que está aqui me olhando agora ou me ouvindo em casa ou me ouvirá em vídeo. Cada um de nós tem esse número de pessoas. vinculadas à nossa existência. Por isso que nós temos que fazer a nossa parte. É muito investimento. Ninguém está aqui à toa. Ninguém está aqui de passagem, ninguém tá aqui de férias, ninguém está aqui para brincar. E quando nós temos pela doutrina espírita a consciência desse investimento, eu acho que a gente consegue se sentir mais amado por Deus. Aquele Deus que parece ser meio distante se manifesta em nós por meio desses irmãos que estão nesse exato momento investindo em cada um de nós. Vocês vão sair daqui, vão tomar um passe na maioria, mas aqui dentro vocês estão sendo tratados. Aqui dentro vocês estão sendo tratados. Vocês não não estão nem percebendo. E não é um só cuidando de cada um, são vários cuidando de cada um que está sentadinho aqui agora. Então, quando você conhece a doutrina espírita, você valoriza a vida, inclusive a sua própria vida. Bom, aí vem a parte psicológica. Eu sou um ser que tô desencarnado, tenho minha consciência, ela já se expandiu depois de anos de erradicidade. Eu tenho lembranças até do passado e eu preciso reencarnar, preciso voltar a ser uma criança. Então é um processo de passes e magnetização para que a mente daquele espírito diga: "Olha, tchau, eu vou encarnar". a gente se vê daqui alguns anos e ela vai se tipo adormecendo, diminuindo. É como se fosse uma ave ovo, o caminho contrário, do ovo para ave Vamos imaginar o contrário. E é assim que a gente se torna uma sementinha vinculado ao corpo físico no qual nós vamos encarnar. E depois de todo esse planejamento, ainda tem quatro influências na nossa formação. Primeira, nós já falamos, a herança dititária de pai e mãe. Então, fisicamente você tem pai e mãe em você. Isso é lei natural. Por mais que a espiritualidade intervenha, ela não consegue cortar 100%
. Primeira, nós já falamos, a herança dititária de pai e mãe. Então, fisicamente você tem pai e mãe em você. Isso é lei natural. Por mais que a espiritualidade intervenha, ela não consegue cortar 100% a fluência genética. Você tem heranças do pai e da mãe. Uma. Segunda, a sua mãe, a sua mãe te formou. É a segunda influência. Por que o nosso vínculo com a mãe é mais forte que o vínculo com o pai, porque é ela que nos recebe. Nós pegamos carona no espírito, no per espírito de nossa mãe. Ela nos formou. Nosso vínculo com a mãe demora séculos a ser rompido. Por isso que a mãe tem que se preparar. Quando ela realmente é uma mulher quer ser mãe, ela tem que se preparar muito, não só psicologicamente, mas também essa parte emocional, digamos, espiritual, para não é religiosa, para receber a criança. A mulher não deve ser exposta à violência, a fatores de eh desto durante uma gestação. Três, o próprio interessado. Eu tenho uma história de vida. Quando eu chegar na matéria, eu vou impactar. Meu perespírito impacta. Então, eu sou herança de mim mesmo. E por fim, quatro, o concurso da espiritualidade superiora, que faz aquele mapeamento genético que fica no meu perespírito e que vem junto comigo. Então, você aqui agora é herança genética do pai e da mãe. Dois, o pensamento de sua mãe, de forma resumida. três, você mesmo, a tua história aqui tá aqui presente. Eu não preciso sempre saber quem eu fui, mas a pessoa que eu fui está aqui, que sou eu. E isso impacta o meu corpo, impacta o meu ser atual. E quarto, a influência dos amigos. E somente um Jesus Cristo que não teria necessidade desses amigos intervindo, né? Porque a gente não é um ser evoluído, então eles nos auxiliam a estarmos aqui como nós estamos. sobretudo no aspecto fisiológico, porque na maturidade nós temos escolhas, aí nós escrevemos a nossa própria história. Então, pessoal, essa é a beleza da vida que nunca se dá sozinha. Nós estamos sempre sendo monitorados por seres mais superiores a nós, que nos traz o infinito amor e nos ajudam a
ssa própria história. Então, pessoal, essa é a beleza da vida que nunca se dá sozinha. Nós estamos sempre sendo monitorados por seres mais superiores a nós, que nos traz o infinito amor e nos ajudam a existir na terra ou nos planos espirituais. Que a nossa noite seja abençoada e a nossa jornada produtiva. Semana que vem continuamos com esse estudo. Tenhamos um bom transcurso de saúde, de paz, de equilíbrio, de crescimento, de aprendizado e sigamos juntos rumo às glórias do infinito. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares,
Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.
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