TUAS INSATISFAÇÕES - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 30/10/2025 (há 5 meses) 43:25 182 visualizações

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Transcrição

Boa tarde, amigos. Sejam todos bem-vindos a esse nosso momento de harmonização do grupo Francisco, eh, Chico Xavier, né, que eu não vou falar Franciscante Xavier, né? Eh, Chico Xavier. É muito bom estar com vocês mais uma vez. E para começar esse nosso momento de harmonização, de preparando para o passe virtual, nós vamos fazer nossa precevando os nossos pensamentos, os nossos corações. A Deus, a Jesus, a equipe do de Chico Xavier que está nos assistindo, nos assistindo no sentido de nos ajudando nesse momento. levamos esses nossos pensamentos e os corações em forma de agradecimento. Agradecimento por hoje nós podermos estar aqui falando para o mundo todo, o mundo todo. e principalmente por nos podermos nos modificarmos que seje uma uma coisa insignificante, mas que seja que nós evoluímos, que nós nos modificamos, que nós nos aprendemos através da do tema de hoje. Então a gente pede que esses bons espíritos fiquem conosco, conosco, todos nós, eu da minha casa, vocês da casa de vocês e nos ampara e nos consola sempre. Muito obrigada, espiritualidade maior, que nos envolva sempre nesse nesse envolvimento de muita paz, de muitas bênçãos e de muito carinho. Bom, amigos, nós hoje estamos aqui, você está aqui comigo, eu estou aqui com vocês, né? E nós vamos falar, nós estamos usando ainda este livro, já estamos no final dele. Daqui a pouco vocês vão ver que vai aparecer este aqui. Este aqui vai aparecer, eu acho que semana que vem. Semana que vem já vamos começar porque o renovando atitudes já terminou. Tá vendo? Nós estudamos o livro todo através de quê? Através de uma harmonização. É muito bom. Por isso que quando vocês perderem um dia, assista o outro, porque aí vocês podem falar: "Não, eu estudei renovando atitudes. Não, eu estudei a busca do melhor, nós vamos estudar os livros do Ramed, que são poucos, né? Mas vamos estudar sim. E hoje nós vamos falar sobre tuas insatisfações. Aí eu coloco nossas insatisfações, né? Somos pessoas, indivíduos muito insatisfeitos. E aí a gente pergunta: "O

são poucos, né? Mas vamos estudar sim. E hoje nós vamos falar sobre tuas insatisfações. Aí eu coloco nossas insatisfações, né? Somos pessoas, indivíduos muito insatisfeitos. E aí a gente pergunta: "O que que é insatisfação, né? Porque ah, insatisfação é o que eu não gosto, eu não gosto disso." Às vezes a gente tá insatisfeito, mas aquele insatisfeito é porque a gente queria daquela forma, queria aquilo e dar birra e eu não gosto disso. Aí eu fico insatisfeito, não é? Então ele fala que eh eh que insatisfação é eu querer que as coisas sejam diferente, que as coisas sejam do jeito que eu quero, do jeito que eu posso, eh do jeito que eu planejei. Isso é uma insatisfação muito grande. Então aí ele começa falando assim, muito interessante, um dos defeitos nossos que ele fala da humanidade, eu vou falar de nós, nós estamos falando de nós, é ver o mal de outro antes de ver o que está em nós. Aí a gente vê que tá aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, lá no capítulo 10, item 9. O que que tem no item do capítulo 10? Ele fala do argueiro e a trave no olho. Que que é isso? Às vezes a gente pega, ah, eu não sei, eu nunca vi isso no evangelho. Nós nem todo mundo pode est lendo o evangelho ou tá querendo, tá com disposição, né? Ou esqueceu o argueir a trave. Eu vou só fazer ler a primeira perguntinha que Kardec colocou aqui, não? que os Mateus, o espírito eh o Mateus capítulo 7 versículo 3 a 5. Por que vedes um argueiro no olho do vosso irmão, vós que não vedes uma trave no vosso olho? Quer dizer, ele quis dizer para nós que por que que a gente vê vê um um cisquinho no olho do outro e não vemos um uma trave, uma venda no nosso? Traduzindo mais fácil, por que que eu vejo um defeito mínimo no outro e não vejo um defeito grande em mim? E tem aquele um uma uma uma fala, eh, uma um professor botou um quadro branquinho na parede, um quadro bem grande e lá ele botou um pinguinho preto com a canetinha e falou assim: "O que que vocês estão vendo aqui?" Ai, nós estamos vendo um quadro branco.

botou um quadro branquinho na parede, um quadro bem grande e lá ele botou um pinguinho preto com a canetinha e falou assim: "O que que vocês estão vendo aqui?" Ai, nós estamos vendo um quadro branco. Ninguém percebeu o pinguim preto conosco é inverso. A gente vê aquilo, aliás, a gente vê o pequenininho dos outros e não vemos o grande nosso. E aí a gente julga o outro pelo pequenininho. a gente acha que a vida tá ruim pelo pequenininho, que nós não damos certo na vida pelo pequenininho e aí a gente fica nesse pequenininho. Aí o nosso amigo Ramed vem falando para nós que incontestavelmente é o orgulho que nos leva a dissimular os próprios defeitos. Eu sou orgulhosa, então eu vou falar que eu sou desse jeito. Eu vou falar que eu sou intransigente, que eu sou nervosa, que eu sou briguenta. Eu não vou falar isso, né? Por quê? Porque eu sou muito orgulhosa. Como todo mundo vai saber que eu sou desse jeito, né? Então a gente diminui, dissimula. Não, eu não sou nervosa. Eu não, eu não gosto é que faça isso. Então eu me defendo, eu me me coloco, né? Não permito que o outro faça. Na realidade é é um orgulho, né? Entendeu? Não querer ver tanto morais como físicos, né? E está lá no capítulo 10, item 10, que eu li o item nove, que foi só um pedacinho, né? Só uma pergunta. Vamos lá e e ver para vocês verem para vocês sentirem como que é. Então aí Ramed vem, que eu vou acompanhar aqui, ele vem assim colocando várias situações, nossa, nossa mesmo, atual pra gente começar a ver, por exemplo, e fos assim que os adultos, os jovens, os adultos, os idosos, criaturas das várias posições sociais, dos mais diferentes contextos da vida, quer dizer, todo mundo sofre a E a agulhada da insatisfação, ele botou, sofre a aguilhoada, né? Sofre a eh aquele aquele momento da insatisfação. Tô insatisfeita. É uma coisinha que que acumula aqui que não me deixa tranquila. Quer dizer, todos nós sofremos sim essa agulhadinha da insatisfação. Quantas insatisfações nós temos, né? Nós temos uma insatisfação que talvez seja

ha que que acumula aqui que não me deixa tranquila. Quer dizer, todos nós sofremos sim essa agulhadinha da insatisfação. Quantas insatisfações nós temos, né? Nós temos uma insatisfação que talvez seja produtiva e outra não, mas não é o caso da gente tá falando nela agora, né? Então ele vem falando que então todos nós da face da terra tem momentos que nós sofremos da insatisfação. Eu não tô contente com a minha vida, eu não tô contente com o meu trabalho, eu não tô contente com aquela amizade, eu não não tô contente como a pessoa que trabalha na minha casa tá agindo. Eu não tô contente com com o a eh a comportamento dos meus filhos ou do meu companheiro ou da minha companheira. Então é esse que tá falando que todos nós. Então não adianta alguém falar assim: "Não, eu nunca tô insatisfeito não. Tô sempre satisfeito. Olha, eu cada um vai julgar, né? Cada um vai pensar como aí o o espírito ramed continua muitos solteiros. Tá faltando para aqueles tá falando para aqueles que não têm um compromisso com alguém, né? procura incessantemente pessoas para nos acalentar, né? Eh, companheiros, parceiros afetivos, né? Eh, para que a gente não sofra da solidão. Hoje a gente vê muito pessoas procurando. Qualquer pessoa que nos encanta um pouquinho a gente já entra nesse relacionamento, porque nós estamos insatisfeitos, nós estamos vivendo uma solidão e não fazemos uma uma crítica a respeito, crítica no bom sentido. Será que é isso mesmo que eu preciso? Será que é dessa pessoa ou eu não me basto? Eu posso estar com alguém pelo prazer de estar com alguém, mas eu tenho a minha vida, não, né? Eh, aí ele fala assim: "Afetivo que o que para que as sarças da solidão não passam alfinetada alet alfinetar suas necessidades, quer dizer, íntimas de se de se completar no amor." Então, é o que nós acabamos de falar, né? Eh, nós procuramos alguém que não nos fira, né, não possam alfinetar as nossas necessidades íntimas e que nos completa naquilo que nós estamos precisando. A gente sabe o que que é uma alfinetada,

né? Eh, nós procuramos alguém que não nos fira, né, não possam alfinetar as nossas necessidades íntimas e que nos completa naquilo que nós estamos precisando. A gente sabe o que que é uma alfinetada, todo mundo já tomou alfinetada, furou o dedo, todo mundo tomou uma vacina e doeu, foi ruim aquela agulha, né? Mas a gente não quer, a gente quer procurar alguém, a gente procura incessantemente alguém que não faça isso conosco, né? Mas que me completa intimamente com amor, com carinho, com honestidade, né? Mas nós esquecemos de uma coisa, amigos, muito, muito séria, muito séria. Eu tenho palestrando falar, eu vou falar uma coisa muito séria para vocês, né? A gente não fala isso. Nós esquecemos de alguma coisa muito séria, de que a solidão é a falta de confiança em nós mesmos. Às vezes tem pessoas que vivam uma solidão imensa e nunca parou para falar: "Eu me basto". E ter alguém ao meu lado é muito importante, é muito bom, é muito agradável. Eu cresço, eu evolu tendo alguém. Quer dizer, talvez a gente evolua sempre também, mas quando dois soma, a gente tem aulas com um, com outro, até porque para tolerância, para tudo isso é evolução. Então, nós esquecemos que solidão é a falta de confiança em nós mesmos. Nós podemos ser solitários. Eu sou uma solitária, eu gosto muito de ter momentos só comigo, mas tem horas que eu gosto muito de estar com as pessoas, né? Então, quando nos rejeitamos e nos desprezamos, e não apenas a falta de alguém em nossas vidas, né? É, na, e não apenas a falta de nossa vida. Eh, então a solidão não é a falta de pessoa só em nossa vida. É um fatorzinho, sim, mas é quando eu me rejeito, quando eu me desprezo, quando eu não acho que eu sou nada, né? Eu não sou nada. Isso aí eu estou causando uma solidão muito grande dentro de mim. Mas quando eu me acho, me acho, me me cuido, me aceito, me aceito, né? Eh, eu não preciso talvez de ter alguém na minha vida, alguém assim particular. Eu tenho todos, todo mundo. Eu tô aqui falando e tô imaginando que eu tenho

acho, me me cuido, me aceito, me aceito, né? Eh, eu não preciso talvez de ter alguém na minha vida, alguém assim particular. Eu tenho todos, todo mundo. Eu tô aqui falando e tô imaginando que eu tenho vocês também. Eu não sei onde que vocês estão, onde tá sentado, o que que tá fazendo, mas eu sei que vocês estão ouvindo e isso já me alimenta, me alimenta. Eu termino satisfeita porque vocês vão achar bom. Não, porque eu pude falar, porque teve alguém que me ouviu. É isso que o Ramed tá falando. É quando nós comportamos desta forma. Aí ele continua falando que muitos casados, né, ou ou que moram juntos, casado é uma forma de falar: "Olha, eu estou com alguém, eu permaneço com alguém, nós temos um compartilhamento, né? Não é casado na igreja ou na evangélica ou em algum lugar, não. Muitos casados reclamam sistematicamente que já não veio mais o cônjuge ou a o companheiro ou a companheira com os mesmos olhos de antes, né? E por isso sente-se desiludidos e abalados diante da união infeliz que muitos até falam: "Nossa, vocês são um casal perfeito". E eu brinco, só Deus sabe, né? Só Deus sabe. Então acontece sim se nos relacionamentos, né, da com duas pessoas, as se não tem esse amor verdadeiro, se cada um é cada um, eu falar: "Ah, ele é a metade, ele é a minha metade". Não, não. Ninguém tem que ser metade de ninguém. A gente tem que ser o inteiro pro outro e o outro inteiro para nós. Eu respeitando aquilo que o outro traz, aquilo que o outro é e o outro fazendo a mesma forma. E nós nos ligados, nos ligados por sentimentos maiores do que o egoísmo, do que a insatisfação. Ah, não sei, eu não tô bem, eu acho que não tá legal nossa relação. É porque não tinha não tinha substância para aquilo se eh eh calcificar, solidificar, certo? Então, eh se aí se vê diante de uma união infeliz, né? E que muita gente acha, porque quando a gente, a pessoa que sai com o outro tá fazendo carinha de paisagem, tá tudo bem, o outro também. Então todo mundo vai falar: "Nossa, eu queria tanto ser igual aquele

muita gente acha, porque quando a gente, a pessoa que sai com o outro tá fazendo carinha de paisagem, tá tudo bem, o outro também. Então todo mundo vai falar: "Nossa, eu queria tanto ser igual aquele casal, não peça isso mais não, porque vocês não sabem o que que acontece, não é?" Aí ele continua: "Contudo, não observaram que a decepção não era não era como o outro, porém eh não era como o outro, né? Não era com o outro, perdão. Então observamos que essa decepção que nós estamos tendo não é com o outro, não é como o outro está, mas é comigo mesma. comigo mesmo. A gente fala: "Ah, eu não tô dando, não tô saindo, tô bem com a fulano de tal, porque olha, fulano de tal é isso, aquilo, aquilo, outro, aquilo outro". Não. Se eu gostasse, se eu quisesse que aquele relacionamento, que aquela convivência desse certo, eu ia fazer de tudo para que a gente tivesse um entendendo o outro, né? Mas não sabe, então eu tô ruim comigo e se eu tô ruim comigo, eu fico ruim com todo mundo, né? Por que não aceitarem seus fracassos, né? Por que não aceitarem seu os nossos fracassos? Por que que a gente não fala assim: "É, eu não dou conta mesmo, é, eu não sei o que que eu faço, eu vou procurar uma ajuda. É porque a gente projeta nas nossas incompetências e insatisfações como sendo do outro, né? e nunca por nós, sendo pelos outros e não por nós. Tá vendo como que nós eh jogamos para cima do outro aquilo que compete a todos nós, a cada um de nós? Várias criaturas, Ramed disse, ele enfrenta a pobreza. Várias, nós sabemos, não sabemos? Várias enfrenta pobreza luta incansavelmente para aquisição de recursos financeiros. amoedados, né, tentando dessa forma sair das dificuldades da miséria. Quer dizer, a gente vê para as pessoas, ah, essa vida tá muito difícil, que coisa mais chata, né? Eh, e luta e luta e trabalha e faz uma coisa, faz outra. E às vezes fala: "Ah, eu vou fazer um bico que o meu salário não tá dando". Não é que eles fala assim? eh tentando dessa forma eh sair das dificuldades que essa parte financeira traz, mas eles

outra. E às vezes fala: "Ah, eu vou fazer um bico que o meu salário não tá dando". Não é que eles fala assim? eh tentando dessa forma eh sair das dificuldades que essa parte financeira traz, mas eles não percebem ou nós não percebemos que prosperidade é uma é uma atitude de espírito e que quanto mais declaram a sua mente, mais eu penso que estão abertas para aceitar a abundança do universo, mais consciência se torna próspera e que a verdadeira prosperidade não se expressa, eu achei muito interessante essa parte, não se expressa em quantidade de bens materiais que possui, mas no receber e no dividir tudo, tudo, no dividir todo esse imenso tesouro de possibilidades é dado pela criação divina. Essa, olha aí, tesouro de possibilidades. Muito interessante isso aqui. E a gente luta, luta para ter dinheiro, luta para para sair das dificuldades, né? Eh, que eu quero ser próspera, eu quero ganhar dinheiro, eu quero ter uma vida melhor. Sim, é justo. É justo. É, é, deve ser assim, deve ser assim. Mas eh mas ele fala eh mas a gente tem que também aceitar que estão abertas eh uma abundância da universal e né, que mais consciência eh próspera nós temos eh de ver que a quantidade que a a qualidade quantidade de bens materiais que possuímos não Não, não, não é possí não vai nos nos fortalecer, não vai nos trazer um bem-estar, né? Então, mas sim aquilo aquilo eh que eu tenho que dado pelo criador é um tesouro. É, são as possibilidades ser dada. possibilidades, amigo. Eu posso fazer, eu quero fazer, eu dou conta de fazer, eu dou, quero, posso ser mais do que eu sou, mas nós botamos menos do que a gente pode ser. Porque Deus na nossa criação, ele nos fez com possibilidades imensas, imensas. Mas aí nós femos a insatisfação. Por quê? Porque eu quero a coisa para agora. que eu quero ser aquilo que eu não tô preparada para ser ainda. Por isso que a gente fala que tem que ter muito cuidado nas orações, no que nós estamos pedindo, que nós podemos pedir tanto uma coisa que nós não estamos preparados, que Deus

reparada para ser ainda. Por isso que a gente fala que tem que ter muito cuidado nas orações, no que nós estamos pedindo, que nós podemos pedir tanto uma coisa que nós não estamos preparados, que Deus fala assim: "Espera aí, vou deixar ele experimentar daquilo que ele quer e nos dar". E o fardo fica tão pesado. Aí nós começamos fazer o quê? eh, trazendo pra vida diária, nós começamos entrar nas viciações da vida. Ou eu compro muito, ou eu gasto o que eu não tenho, ou eu entro para tomar remédio e vou no psiquiatra, tô tomo tudo quanto é remédio para porque tem uma coisa ruim aqui dentro, ou eu tomo uso alguma substância, ou eu começo a beber demais. Quer dizer, porque nós não encaixamos ou eu começo a ser uma pessoa supérfa, eu vou numa festa que me passo por a mais a top, a top, né? E não nossas possibilidades herdadas, elas estão dentro de nós e não fora de nós. Aí ele fala aqui, que aí a gente vai até entender isto que muitos ricos lá lutam, né, constantemente para acumular mais e mais. trabalha dia e noite, não tem, não tem hora, não tem hora paraa família, não tem hora para descansar, para quê? Acumular muito, muitos bens, né? E afirma que isso é necessário para segurar e a manutenção dos bens já amontoados. Quer dizer, eu tenho, se eu trabalho muito e ganho muito, eu trabalho mais e ganho mais para poder fazer tudo isso aí dar certo, né? por previdência e cautela. E não, eu tô com cautela. Eu tenho que trabalhar que eu não sei o dia de amanhã, eu tenho que trabalhar muito. Eu tenho tanto, mas eu preciso de mais um tiquinho, porque se vier alguma coisa eu já tô prevenido. Não é assim que acontece. É assim mesmo, né? Não se dão conta. Aí vem Ramed, não se dão conta, né, de de que sua insatisfação é produto da ganância desmedida por alimentar crenças de escassez e míngua, e por acreditar que a riqueza é que os faz homens respeitados e consideráveis, pois ainda não tomaram consciência de que é ser e do que é terra. Então, olha aí, às vezes não dá conta que essa insatisfação

r acreditar que a riqueza é que os faz homens respeitados e consideráveis, pois ainda não tomaram consciência de que é ser e do que é terra. Então, olha aí, às vezes não dá conta que essa insatisfação é produto de uma ganância. Eu eu quero mais, eu quero mais, eu quero mais, eu tô sendo gananciosa, eu tô sendo insatisfeita, eu não não dou conta disso, né? E é uma insatisfação desmedida que ele usa, né? Eh, ele ele fala de crenças, de escasez, né? Eh, porque eu preciso de ter, porque eu tendo eu sou respeitado. Eu ser respeitado porque pelo que eu tenho materialmente não vai. Eu tenho aproveitador. Aproveitador que chega perto de mim porque eu tenho, né? Eh, mas a gente não, eles, quando nós estamos nessa paz, nós não temos consciência de que é ser e do que é ter. Vocês querem ser ou querem ter? Porque quando eu sou, ninguém me tira. Quando eu tenho, a vida pode me tirar, né? As pessoas podem me tirar, eu vou morrer e vou ficar. Outra coisa que ele disse aqui para nós, outros tantos buscam o poder como forma de encobrir desgosto e de se autoafirmar perante o mundo. Olha que engraçado, né? Muitos busca esse poder, nós falamos ali da riqueza, né, da eh para ele ser respeitado, né, para ele ser respeitado, para ele ser aceito, né? Então, eh, então esse busca para encobrir um desgosto, né? E um desgosto tão grande que ele ele tem que ter para ele mostrar pro mundo que ele se afirmar como sujeito do mundo, porque às vezes, se não for desse jeito, eu nem acho que eu sou do mundo, né? Então, escravizando em plena atualidade criaturas simplórias e incal incautas para satisfazer seu ego neurótico. É, é aquela escravidão, né? Aquela escravidão. Eu contrato uma pessoa, mas põe ela como escrava. Como escrava assim, né? Eu eh para quê? para eu ter mais, mas para eu ser vista mais é um ego, é um ego neurótico. Eu não dou condições pro outro trabalhar numa situação confortável e que não é insalubre. Então eu exploro até o última gotinha que a gente fala de sangue dele, última energia, né? O

um ego neurótico. Eu não dou condições pro outro trabalhar numa situação confortável e que não é insalubre. Então eu exploro até o última gotinha que a gente fala de sangue dele, última energia, né? O desânimo tomou tamanha dimensão. Aí aqui ele falou que é é agora tá acontecendo isso agora também na atualidade já foi e já continua sendo, né? O desânimo tomou tamanha dimensão em torno dessas pessoas que acreditam sim que mandando arbitrariamente, desrespeitosamente leis e limite dos outros podem eliminar o desalento que sempre usa ameaça. Quer dizer, se eu for dona da razão, se eu mandar no outro, se eu colocar ele numa situação às vezes de risco no trabalho ou ele trabalhando sem folga ou ou mesmo as amizades que eu abraço e sufoco ela, isso pode me eliminar o meu desalento que eu sempre tenho, né? ou um desalento que me ameaça ou me torna poderosa porque eu mando. Eu tenho pessoas que eu mando e eles me e eles me obedecem, mas eu sou mais odiado, diz no evangelho, né? Aí ele tá falando também que os jovens e os adultos buscam simular a insatisfação, né, interior e para isso adquirir títulos acadêmicos. Olha aí, dissimular insatisfação. Tem pessoas que falam assim: "Não, porque eu tenho tantos cursos superiores e eu p graduação, tô fazendo doutorado, eu eu faço aquilo, aquilo, outro, aquilo outro, aquilo outro". Eu fico assim: "Ué, mas que hora que ele tem tempo para ele?" Para ele até para não fazer nada, né? Mas por isso adquir acadêmicos, supondo que a outorga dessa distinção, essa coisa que eu apresento possa trazer-lhe permissão diante da sociedade para dominar e sobressair com prestígio e capacidade que pesam, pensam possuir. Tudo é o egoísmo. tudo. Eu quero muito para eu ser o melhor, para eu ser mais vista, para eu ser mais querida, para todo mundo ter inveja de mim. Não é assim que acontece? O que ocorre, no entanto, é que não descobriram ainda que o verdadeiro prestígio e capacidade somente possível, somente é possível a partir do momento em que investirem seus

Não é assim que acontece? O que ocorre, no entanto, é que não descobriram ainda que o verdadeiro prestígio e capacidade somente possível, somente é possível a partir do momento em que investirem seus valores mais íntimos em busca do autodomínio. Quer dizer, essas pessoas pensam, né, que isto, tudo isto vai dar um prestígio, vai dar uma capacidade, né, mas que não é bem desse jeito, né, dá capacidade, dá prestígio, que o verdadeiro prestígio e capacidade, ele é dado a partir da hora que eu reconheço meus valores íntimos. Quando eu reconheço meus valores íntimos, eu tenho domínio, um autodomínio que ninguém me tira. Exemplo simples que vocês vão ver. Às vezes a gente fala: "Nossa, mas aquela pessoa sabe o que ela quer. Aquela pessoa ela é taxativa. Aquela pessoa é é é tranquila, aquela pessoa resolve. aquela pessoa é autoconfiante, é porque ela não usa, não faz que eh nada para nada que não é do espírito para se para se engrandecer. insatisfação, que foi o tema nosso, não se cura projetando, projetando a essa satisfação sobre situações, pessoas, título, poder, posições sociais, olha aí, mas reconhecendo a fonte que a produz. Se eu sei o que que me traz a insatisfação, eu vou mudar. Mas não é pessoas, não é causa, como diz aqui, não é pessoas, situações, títulos, poder, posões sociais, mas é eu reconhecer a fonte que me trouxe essa insatisfação. Quando eu é, é como é um exemplo, porque Ramed às vezes ele ele fica assim, parece que ele fala muito acima de nós e é mesmo, é um exemplo. Eu estou com muita dor de cabeça. Eu estou com enxaqueca. A Fernanda da produtora hoje estava com enxaqueca. Eu tô com enxaqueca. Aí eu tomo um remedinho para eu não posso falar aqui para não fazer propaganda. Eu tomo um remedinho e ela passa. Eu tratei de quê? Do sintoma. Eu tratei da dor de cabeça. Mas é a causa. Eu fui buscar a causa, não fui buscar a causa, não é? Então aqui não é isto eu tratar do do de ser uma pessoa eh eh pessoas tido poder, eu ser tudo isto, não. Eu vou lá na fonte que me que me

a causa. Eu fui buscar a causa, não fui buscar a causa, não é? Então aqui não é isto eu tratar do do de ser uma pessoa eh eh pessoas tido poder, eu ser tudo isto, não. Eu vou lá na fonte que me que me deu minha que eu achei que eu precisava disto para ser reconhecida. Quando eu vou lá, eu falo: "Não, eu sou, eu sou reconhecida pelas coisas boas que eu faço, pela caridade, pela tolerância, pelo amor ao meu semelhante. Isso sim, né? Eu sou, isso me traz satisfação. Eu não preciso de tanto dinheiro, eu tenho para comida, para roupa, para isso. Eu não, eu preciso ter um estudo. Basta isto, eu não preciso ter 200 sapatos para eu ficar satisfeita. Eu só tenho dois pés, não é? E terminando, Jesus de Nazaré, né, o sublime preceptor das almas, aquele que nos acolhe, ele nos convoca a distinguir as verdadeiras traves. Quais são as traves do meu olho, dos meus olhos, né? Será que tamanho que ela é que eu não tô enxergando as coisas direito, não tô enxergando o outro, eu tô julgando o outro. Então, distinguir as verdadeiras traves que não nos deixam avistar as causas reais e nossas insatisfações, já não é nem outra pessoa. Que que eu tô escondendo que eu não quero ver as causas que me trazem satisfação, gente? Eu tô com espinho no dedo. Eu não quero ver, não quero ver o espinho. Não quero saber como que ele entrou. Mas tá doendo, né? Mas tá doendo. Mas por que que foi? Porque eu fui pegar aquilo ali sem perceber. Eu fui pegar uma suculenta que tá cheia de espinho, né? Então é isso não deixa a trave, não deixa eu ver as causas reais daquilo que eu estou insatisfeita e nos receita de forma implícita o remédio ideal através do autoconhecimento. Olha aí, Dual, eu me conhecer, eu saber quem eu sou, que que eu sinto, como que eu me porto, fazer emergires, nossas profundezas lá da nossa profundeza, vim à tona as matrizes, as coisas de nossos comportamentos inadequados. Eu preciso de me conhecer o que é bom em mim e o que não é bom em mim inadequadas que provocam esse incômodo, essa incômoda

eza, vim à tona as matrizes, as coisas de nossos comportamentos inadequados. Eu preciso de me conhecer o que é bom em mim e o que não é bom em mim inadequadas que provocam esse incômodo, essa incômoda atmosfera de descontentamento e envolver-nos de tempos em que nos envolve de tempos em tempos. Então eu tirar essa trave, essa coisa que tampa meus olhos para eu falar, ver a coisa com clareza. Nossa Senhora, mas eu sou egoísta. Nem pensei que eu era egoísta, mas eu fui lá nas causas reais. Eu fui egoísta quando eu falei: "Não, o bolo maior, o pedaço de bolo maior é meu". Eu pensei: "Ué, por quê? Por que que eu sempre faço isso? Porque eu sempre quero maior. Vou me analisar". Ah, quando eu era pequena, minha mãe falou assim: "Olha, a gente não pega o maior, a gente fica com o menor, vamos deixando." Isso é gulice. A mãe falava desse jeito, né? Então, mas isso é um exemplo bobinho que ele vai da infância, né? Mas a gente tem que ver essas causas que me causam, que me traz tanta infelicidade que eu fico tão agoniada. Então essa é a insatisfação nossa que a gente que o Ramed quis que nós começássemos a observar. Então vamos tirar a trave e pra gente poder nos ver de uma maneira melhor, tá certo? Então é um recado do Ramed para todos nós e que a luz paz de Jesus esteja com o coração de vocês, meu também, nosso, né? E agora a gente vai ficar com o passe virtual. Então, beijo no coração e até a próxima. Virtualidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque

er utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso [música] que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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