Tua Mensagem

Estudantes do Evangelho TV 02/02/2026 1:30:09

Com Cynthia Arruda

Transcrição

me fez recordar contendo sete letrinhas e todas juntinhas se lê cativar. Cativar [música] e amar é também carregar um pouquinho da dor que alguém tem que levar. >> cativou, disse alguém. Laços fortes criou. Responsável [música] tu és pelo que cativou num deserto [música] tão só entre homens [música] de bem. Vou tentar cativar viver perto de alguém. Uma [música] palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete letrinhas e todas [música] juntinhas, se lê cativar. Cativar é amar, é também carregar um pouquinho [música] da dor que alguém tem que levar. Cativou, disse alguém. Laços fortes [música] criou responsável. Tu és pelo que cativou. Belo para mim é criança brincar. É ouvir mil canções [música] numa concha de mar. É chuva caindo, é campo em flor. E acima de tudo é o amor, [música] é o amor, é o amor belo para mim. Quando estou a sofrer, é nas trevas da alma que eu começo a crescer. >> Lembrar com alegria que além, [música] muito além, a espera de mim existe [música] alguém, alguém, alguém >> Siap. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas [música] orar. Mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. [música] Gentileza, auxílio e perdão. São as preces [música] sublimes do teu coração, gentileza, auxílio [música] e perdão. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas [música] orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é [música] o amor. Caridade é também oração. Gentileza, auxílio [música] e perdão. com as preces sublimes [música] do teu coração, gentileza, auxílio [música] e perdão. >> Mesmo quando tudo pede um pouco mais [música] de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para. Enquanto tempo acelera e pede pressa, [música] eu me recuso, faço hora, vou na valsa. A [música] vida é tão rara. >> Enquanto todo mundo espera a cura do mal e a loucura finge que isso tudo é normal, eu vinjo [música] ter paciência. E o mundo vai girando cada vez mais veloz.

na valsa. A [música] vida é tão rara. >> Enquanto todo mundo espera a cura do mal e a loucura finge que isso tudo é normal, eu vinjo [música] ter paciência. E o mundo vai girando cada vez mais veloz. A gente espera [música] do mundo, o mundo espera de nós. Um pouco mais de paciência. [música] Será que é tempo que lhe falta para perceber? Será que temos esse tempo para perder? E quem quer [música] saber? A vida é tão rara, tão rara. Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, eu [música] sei. A vida não para. A vida não [música] para não. Será que é tempo que lhe falta para perceber? Será que temos [música] esse tempo para perder? E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara, mesmo [música] quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais [música] de alma, eu sei, a vida não para. A vida não para não. A vida é tão rara. Meu Senhor, sábio dos sábios, Pai de toda a criação, põe a doçura em meus lábios [música] e a fé no meu corpo. Sol de amor que me conduz na vida em que me agasalho. Enche os meus olhos de luz e as minhas mãos de trabalho. Dá-me [música] forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo [música] o espinho em flores do meu [música] viver. Pai, não te esqueças de mim. nas bênçãos [música] da compaixão. Guarda-me em teu coração de paz e de amor sem fim. Dá-me [música] forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo [música] espinho em flores do meu viver. Pai, não te esqueças de mim nas bênçãos da compaixão. Guarda-me em teu coração de paz e de amor sem fim. >> Olho em tudo e sempre encontro [música] a ti. Estás nos céus, na terra onde for. Em tudo que me acontece [música] encontro teu amor, já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. [música] É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de [música] ti meu ideal. É [música] impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer [música] de ti

ti. [música] É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de [música] ti meu ideal. É [música] impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer [música] de ti meu ideal. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Estás no céu, na terra onde for, [música] em tudo que me acontece. Se encontro o teu amor, já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. [música] É impossível não te encontrar. [música] É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível [música] não te encontrar. É impossível. não fazer de ti meu ideal. >> Senhor, eu sei que tu me sondas. Sei também que me conhece. Se [música] me acendo ou me levanto, conhece os meus pensamentos, quer deitar. quer andando, sabe [música] todos os meus passos e antes [música] que haja em minim palavra, sei [música] que em tudo me conheces. Senhor, eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sondas, Senhor. Sei que tu me [música] sondas, Deus, tu me cercaste em volta. Tua [música] mão em mim repousa. Tal [música] ciência é grandiosa. Não alcanço de tão alta. >> Se eu subo até o céu, sei que [música] ali também te encontro. Se no abismo está minha alma, sei que ali [música] também me amas. Senhor, eu sei que tu me amas. Senhor, eu sei que tu me amas. Senhor, eu [música] sei que tu me amas. Senhor, eu sei que tu me amas. Obrigado, gente. O sentimento [música] me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração [música] se renova. Sinto [música] a esperança invadir o meu ser. Quero [música] ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito se. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu [música] te ofereço meu pranto, as [música] dores da alma que quer renascer. [música] Eu ouvi tua voz, teu falar [música] me encantou. que seguir, caminhar, que saber para onde vou. Eis-me [música] aqui minha dor [música] sereno. Um [música] sentimento me ronda. Não sei dizer. [música]

Eu ouvi tua voz, teu falar [música] me encantou. que seguir, caminhar, que saber para onde vou. Eis-me [música] aqui minha dor [música] sereno. Um [música] sentimento me ronda. Não sei dizer. [música] Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. [música] Sinto a esperança invadir [música] o meu ser. Quero ser manso, [música] ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra [música] me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto as dores [música] da alma que quer renascer. Eu ouvi [música] tua voz, teu falar me [música] encantou. Que segui, caminhar, que saber. Para onde vou? Eis-me aqui minha [música] dor sereno. Obrigado. Você já vai começar. Tá na hora já. Muito obrigada, Nei, pela sua voz e pelo seu violão, viu? Boa noite a todos. Boa noite. >> Vocês estão dormindo? Boa noite. >> Boa noite. >> Agora melhorou. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso auditório Bezerra de Menezes desta casa espírita Estudantes do Evangelho. É com a mesma alegria que nós recebemos os nossos irmãos internautas que assistem a nossa reunião pública pelo YouTube. Hoje nós temos alguns avisos para passar para vocês e o primeiro deles é em relação aos nossos cursos, aos cursos que são oferecidos aqui na casa. Nós temos cursos virtuais e temos cursos presenciais. As duas maneiras estão com as inscrições abertas e as aulas se iniciam, dia 2 de fevereiro. Então, ainda está em tempo de vocês se inscreverem. Os cursos são excelentes. O segundo aviso é em relação ao grupo de apoio que nós temos aqui na casa, que é chamado grupo aos enlutados. É um grupo de acolhimento às pessoas que perderam alguém de suas famílias, algum amigo. E a primeira reunião do ano será feita agora no sábado, no dia 7 de fevereiro. Se vocês conhecerem alguém que está passando por essa dificuldade, não deixem de avisar que aqui a nossa casa nós temos esse grupo de acolhimento, por favor. O terceiro aviso, e não menos importante, é em relação a um seminário do Eron Santos, em relação à mediunidade

ão deixem de avisar que aqui a nossa casa nós temos esse grupo de acolhimento, por favor. O terceiro aviso, e não menos importante, é em relação a um seminário do Eron Santos, em relação à mediunidade e obsessão em crianças. Esse seminário ele acontecerá no dia 8 de fevereiro, das 14:30 às 16:30. Todas as inscrições da casa, elas podem ser feitas no nosso site www. estudantesdoevangelhlio.com.br. Hoje nós também temos um agradecimento muito importante para fazer, que é em relação à ajuda financeira e doação que as pessoas estão fazendo paraa nossa casa. Isso tudo é muito importante, que vocês sabem que a nossa casa ela vive de apoio e da ajuda de vocês. Nós acabamos de passar por uma reforma para que as reuniões públicas fossem feitas da melhor forma possível. Nosso coração se encontra extremamente agradecido por tudo que vocês têm feito e o nosso pedido é que quem puder continue fazendo. Nós também agora em fevereiro vamos ter o 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Inscrevam-se. As inscrições podem ser feitas aqui na livraria ao nosso lado e no site da FEGO também. Bom, nós vamos passar agora para sorteio de dois livros, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo e o livro intitulado Esperança. Vamos ver os números. Para quem não sabe, os números estão na lateral da cadeira, no braço. Número 236. Levanta a mão, por favor. Número 236. Tá vazio. 171. Levantar as mãos. Vazio também. Próximos próximos números. 352. Não, eu vou ficar com os livros, então. Não vou dar não. Jardel vai ficar comigo. 48. Não é possível. Sorteio novamente. 291. Não, já foi, né? 291. Finalmente. Levanta as mãos. >> 158 aqui. Que vocês possam fazer bom proveito da leitura, viu? Vamos passar agora paraa leitura de harmonização de hoje, que é uma mensagem de Emanuel do livro Justiça Divina, itens 7, psicografada por Francisco Cândido Xavier e intitulada Conversações infelizes. Naturalmente, porque estes são dias de insatisfação, as pessoas que de ti se acercam, se aproximam, trazem quase sempre

, psicografada por Francisco Cândido Xavier e intitulada Conversações infelizes. Naturalmente, porque estes são dias de insatisfação, as pessoas que de ti se acercam, se aproximam, trazem quase sempre comentários negativos e observações deprimentes. Surgem nas conversas apontamentos depreciativos que chamuscam a honra alheia quando atiram. lama na conduta que invejam. Intrigas urdem vinganças sórdidas entre sorrisos e sarcasmos, gerando inquietação, [música] soprando suspeitas e ignóbeis. Assuntos triviais tomam o tempo e expressões chulas, com anedotário vulgar. entorpecem a razão, [música] mantendo psicosfera doentia. Quando te vejas envolvido pelo clima das conversações nefastas, [música] muda de assunto. Propõe tema diferente, conciliador, edificante, [música] substituindo a vulgariedade e o pessimismo, que devem ceder espaço ao conhecimento da beleza e da verdade. Conversas vis envenenam aqueles que [música] sustentam, enquanto vilipendiam vidas outras que padecem constrições e vivem situações difíceis, buscando superá-las a contributo de muito sacrifício. Seja a tua palavra de gentileza e de esperança em qualquer situação. Entretece [música] comentários respeitosos e educa os que te compartem as palavras, gerando otimismo e fraternidade a todo momento. Com essa leitura, eu convido todos vocês a fechar os [música] olhos. se acomodarem na cadeira, esquecer tudo lá fora e procurar se conectar com a centelha divina, com a imagem luminosa do Cristo. Primeiro lugar, que nós possamos agradecer a oportunidade de estarmos [música] aqui reunidos em busca de sermos melhores. Agradecermos a família que nós nascemos, os filhos que nos foram dados, o nosso trabalho, o nosso conviver e o nosso progredir. Nesse momento, eu convido você a pensar naquela pessoa a qual você tem dificuldade de conviver. Essa leitura, ela nos fala a todo momento que a nossa boca profere aquilo que o nosso coração carrega. Muitas vezes nós achamos que uma pessoa é difícil e nós falamos, nós verbalizamos. [música]

iver. Essa leitura, ela nos fala a todo momento que a nossa boca profere aquilo que o nosso coração carrega. Muitas vezes nós achamos que uma pessoa é difícil e nós falamos, nós verbalizamos. [música] Como aquela pessoa é difícil de conviver? Será mesmo que a dificuldade [música] está nela? Será que a trave nos nossos olhos não nos impede de verificar a dificuldade que está em nós mesmos? Será que nós não conseguimos perceber a nossa humanidade? aquilo que nos aproxima muitas vezes dos nossos adversários, [música] pois ambos, nós e eles, estamos passando por um processo de evolução e cada qual a seu nível. que nós possamos num momento de dificuldade olhar por o nosso irmão e compreender que nem sempre o entendimento dele é da forma do nosso. Que nós possamos colocar em prática a tolerância, o amor, a serenidade e pedir a Jesus sabedoria para lidar todos os dias com as situações que nos são impostas. Pois elas nos fazem sermos transformados em pessoas melhores todos os dias e que nós estejamos dispostos [música] a servir em busca do amor. Que [música] assim seja. Nós convidamos para falar para nós sobre o tema tua mensagem a palestrante Ctia Ruda, que é facilitadora dos cursos da nossa casa e também faz parte da diretoria. Cíntia, seja muito bem-vinda e que as suas palavras possam falar ao nosso coração. Obrigada. >> Boa noite a todos. Estão me ouvindo bem? Eu não quero ficar muito perto do microfone porque senão a voz vai ficando mais alta, né? E pode atrapalhar até o entendimento, mas nós estamos aqui depois de uma reforma aqui que a gente vim aqui todo dia olhar para ver como que tava andando. O auditório tá bonito, nós temos algumas algumas facilidades aqui de apresentação agora que o aparelhamento de som, as transmissões, tudo ficou melhor. Isso tudo é visando o conforto daqueles que estão aqui e facilitar para aqueles que estão na internet nos acompanhando ah o entendimento das nossas palavras, né? porque às vezes o som nem saía direito lá do outro lado. E tudo isso, graças a

que estão aqui e facilitar para aqueles que estão na internet nos acompanhando ah o entendimento das nossas palavras, né? porque às vezes o som nem saía direito lá do outro lado. E tudo isso, graças a vocês que nos ajudaram muito. Eu quero reforçar aqui o agradecimento em nome da nossa diretoria, o agradecimento que a Keila fez, porque todos aqueles que colaboraram aqui conosco e têm colaborado em outras ações também fizeram parte desse eh dessa remodelação que nós fizemos aqui, né, para o conforto, a segurança e para que todos estivessem bem. Muito bem. Nós hoje vamos falar sobre uma mensagem de Emanuel que tá nesse livro aqui, ó, Estude Viva. Esse livro Estudo Viva, ele tem, se não me engano, 20 capítulos. Em cada capítulo, ele aborda uma questão do livro dos espíritos e uma do Evangelho conjugadas. São mensagens recebidas lá pelo Chico durante muitos anos nas reuniões mediúnicas. E ele sempre é uma mensagem de Emanuel, uma mensagem de André Luiz em cada capítulo. A mensagem número um sempre é de Emanuel, a número dois é de André Luiz. E esse esse capítulo que nós estamos estudando aqui, que é o dois, nós vamos eh refletir hoje sobre a mensagem número um, que é uma mensagem de Emmanuel intitulada A tua mensagem, tá? Tá lá no capítulo dois do estúdio Viva. Muito bem. Ah, quando a espiritualidade ela é muito muito boa com a gente, quando a gente tá pensando assim, o que que eu vou falar sobre isso? A mensagem é muito clara, ela as pessoas vão ler e vão entender, mas a gente precisa levar uma reflexão que amplie, né, esses horizontes. E aí eu tava fazendo uma pesquisa para uma amiga minha sobre algumas dúvidas que ela tinha lá no negócio de gramática e me deparei com algumas frases. Eu falei assim: "Olha, por aqui a gente pode começar". E eu acho que todo mundo quando tava na escola aqui passou por isso. Frases que t duplo sentido. Olha essa frase aqui. Ela é pode até no não nos assustar, né? Eu quero muito comer, gente. Não tem nenhum canibal aqui, né? Mas se a gente botar uma vírgula, quero

or isso. Frases que t duplo sentido. Olha essa frase aqui. Ela é pode até no não nos assustar, né? Eu quero muito comer, gente. Não tem nenhum canibal aqui, né? Mas se a gente botar uma vírgula, quero muito ir comer, gente, que eu acho que é o que todo mundo tá querendo fazer quando sair daqui, né? Quando tiver chegando no final da palestra, já vai est todo mundo pensando onde vai passar para fazer o lanche da tarde de domingo para poder voltar para casa e reiniciar a rotina da semana, né? Eu coloquei essa frase aqui primeiro porque eu achei ela muito interessante porque ela é curtinha, um pedacinho só. Mas tem uma frase que todo mundo, eu acredito que todo mundo aqui viu essa frase na escola que é essa aqui. Ela tá sem pontuação, ela só tem o ponto final. E os professores costumavam contar uma história pra gente, né, que era um senhor que tinha muitos bens, que fazia, que ajudava muito as pessoas e que no final da vida dele ele fez um testamento. Só que a pessoa que redigiu o testamento dele não colocou pontuação nas frases que ele ia dizendo. E aí os seus herdeiros que se supunham herdeiros naturais dele, né, que eram a irmã dele, porque ele não tinha descendentes dele, não tinha uma esposa, não tinha filhos, ele tinha uma irmã, um sobrinho que era filho dessa irmã, a conta da padaria, né, que a pessoa que trabalhava na casa dele, toda vez ia lá, fazia as compras que precisava lá, deixava e anotava num caderninho, não é? Ó, não sei se ainda faz isso, mas na na época mais para trás, aí a gente fazia assim, né? Principalmente se a gente vivia no interior. E aos pobres que ele ajudava muito, a muitas instituições que ele ajudava. Então, eram os quatro supostos herdeiros e cada um queria levar a sua parte, só que cada um queria levar tudo. E aí, então cada um resolveu disse: "Não, mas eu vou pontuar essa frase porque eu quero a herança para mim". Então a irmã dele foi lá e fez assim, colocou uma vírgula logo depois do nome dela. Então, como que ficou a frase? Deixe meus bens à minha irmã, não ao meu

a frase porque eu quero a herança para mim". Então a irmã dele foi lá e fez assim, colocou uma vírgula logo depois do nome dela. Então, como que ficou a frase? Deixe meus bens à minha irmã, não ao meu sobrinho. Jamais será conta paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. Ou seja, a herança ia ficar toda paraa irmã. Foi a irmã que pontuou. Mas o filho dela, sobrinho, já homem feito, falou assim: "Nada disso, isso não pode ficar assim. Deixa que eu vou pontuar a frase". E aí ele fez uma pequena mudança, mudou uma vírgula de lugar e aí ficou: "Deixe os meus bens e a minha irmã". Não, a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro e nada dou aos pobres. Ah, o padeiro ficou indignado. Como assim? Era da confiança que eu anotava as compras que ele fazia aqui e ele não vai pagar a minha conta. Deixa que eu pontuo essa frase. Mais uma vírgula trocada de lugar. E como que fica a frase? Deixo meus bens a minha irmã. Não, a meu sobrinho jamais. Será paga a conta do padeiro e nada dou aos pobres? Aí o padeiro já ficou feliz porque a conta dele ia ser paga. E os pobrezinhos, as instituições que eram assistidas, poxa, mas não vai ficar nada pra gente. Nós é que somos os necessitados aqui. A senhora que era irmã dele, né, tem uma vida boa. O seu filho também. O padeiro lá pode não receber a conta que o senhor fez lá, mas a a o senhor tem um bom movimento e a gente vai ficar como? Mais uma vírgula mudada de lugar. E como é que fica? Deixo meus bens a minha irmã não. A meu sobrinho jamais. Será paga a conta do padeiro? Nada. Eu dou aos pobres. E assim, cada um, segundo o seu ponto de vista, muda a estrutura da frase e o que a gente entende através dessa frase muda também. Então ela nos mostra em cada situação o desejo das pessoas que estão envolvidas nesse problema. E aí então a gente chega na no cerne dessa mensagem de Emanuel, porque a mensagem, né, a nossa mensagem, aquela que a gente passa para as pessoas, ela não se constitui apenas do discurso ou do título de cerimônia com que a gente se apresenta

a mensagem de Emanuel, porque a mensagem, né, a nossa mensagem, aquela que a gente passa para as pessoas, ela não se constitui apenas do discurso ou do título de cerimônia com que a gente se apresenta no plano convencional, ou seja, é o senhor, a senhora, vossa excelência, majestade, o que quer que seja, você, você lá lá em Minas Gerais é você, né? A gente vai diminuindo, daqui a pouco vai est só o tio, né? Mas é a forma mais coloquial da gente falar com as pessoas. O que que é então a mensagem que a gente passa pros outros? É a essência de nossas próprias ações que se exterioriza de nós alcançando os outros. Ou seja, se aquilo que eu falo não é aquilo que eu faço, ninguém vai acreditar em mim, né? igual nas frases de duplo, triplo, quadruplo, sentido, que apenas mudando uma vírgula de lugar, ela dá uma ideia diferente daquilo que ela quer dizer. Então, as nossas ações é que vão falar muito mais do que as nossas palavras. Tudo aquilo que a gente quer arrastar, convencer, fazer com que as pessoas acreditem naquilo que a gente diz, precisam estar eh suportadas, terem o suporte, a estrutura daquilo que a gente faz, porque aquilo que a gente faz é aquilo em que a gente acredita, não é verdade? E aí a gente vamos colocar aqui uma uma um treinamento para nós. Quando a gente olha no espelho, qual é a imagem que a gente vê? Por que que esse homem tá sem rosto lá no espelho? Porque ele tá representando aqui cada um de nós. Eu não poderia colocar um rosto definido aqui, porque isso é um exercício para cada um de nós, uma reflexão para cada um de nós. Quando a gente se olha no espelho, bom, a gente que já andou muito no tempo assim que nem eu, né? A gente olha lá, vê um cabelo branco aparecer no meu, eu vou ficar surpresa se aparecer um pretinho. Mas já encheu de branco, eu já me me convenci de que ele é a si mesmo, né? Mas aparece uma arruguinha a mais, uma arruga de expressão. Há um dia que a gente olha no espelho, a gente vê uma olheira que não tava ali no dia anterior, por que será que eu tô com

é a si mesmo, né? Mas aparece uma arruguinha a mais, uma arruga de expressão. Há um dia que a gente olha no espelho, a gente vê uma olheira que não tava ali no dia anterior, por que será que eu tô com aquela olheira? Um olhar cansado, um olhar feliz. E aí a gente vai refletir sobre aquilo que a gente tá enxergando, sobre a devolutiva do espelho. O que que o espelho tá me mostrando naquela imagem que está refletida ali. E ela não vai me mostrar a mesma coisa o tempo inteiro. Aquele espelho vai me mostrar a circunstância que eu estou vivendo naquele instante. Triste, alegre, sobrecarregado, preocupado, né, ou vaidoso, né? É, eu quero me olhar lá. E não é só a mulher que é vaidosa, não. O homem é vaidoso também, tá? Vai lá olhar, vai dar uma esticadinha assim, será que assim fica melhor? Vou tirar aqui essa papadinha, as entradas tão grandes, como é que eu faço? Mas a gente olha sempre a aparência do espelho. A gente procura ver aquilo que o espelho nos devolve. O nosso olhar é como ver uma paisagem. A gente nunca se fixa naquilo que a gente é de verdade. A gente nunca para para olhar nos nossos olhos. Alguém aqui já teve a coragem de ir pra frente do espelho e olhar diretamente nos olhos como alguém estivesse olhando pr pra gente? Porque olhar nos olhos é diferente. E eu posso assegurar que quem nunca fez isso? E eu tenho aqui testemunhos de pessoas que experimentaram isso e que se sentiram assim, não é fácil. Não é fácil a gente olhar nos próprios olhos, no espelho. A gente vive tão preocupado só com a aparência que a gente se esquece que por trás daquela imagem que aparece ali existe um espírito imortal que é uma essência divina que temporariamente está vestindo um corpo de carne que se deprecia, que se deteriora, que vai mudar ao longo do tempo e que vai nos mostrar imagens diferentes, não só pelo tempo que vai passar, mas também pelo estado que a gente vai estar vivendo naquele instante. Às vezes eu não dormi direito e acordei com aquela cara amassada, nem um uma

magens diferentes, não só pelo tempo que vai passar, mas também pelo estado que a gente vai estar vivendo naquele instante. Às vezes eu não dormi direito e acordei com aquela cara amassada, nem um uma água fria no rosto às vezes tira aquela expressão de cansaço. Se eu tiver a coragem de olhar nos meus olhos para ver o que que a minha imagem interna me mostra, qual a mensagem que eu vou passar para mim, o que que eu vou enxergar ali naquele espelho. ENG nos afirma que o inconsciente é um verdadeiro oceano no qual a consciência se encontra quase totalmente mergulhada. E nesse oceano encontram-se guardadas todas as experiências do ser. Então, olhando na profundidade dos nossos olhos, os olhos são o espelho da alma, nós vamos encontrar ali as nossas alegrias, as nossas tristezas, as nossas experiências já vividas, né? os nossos acertos, os nossos erros, principalmente com o conhecimento que nós já temos da doutrina espírita, nós sabemos que na profundidade do nosso olhar existe ali um ser que já viveu interminavelmente no tempo e no espaço, em tempos e espaços definidos, situações as mais diversas, já teve vários nomes, várias aparências, várias experiências que acumularam valores méritos e deméritos, não é? Forças, culpa, erro, acerto é a nossa essência, é aquilo que nós somos de verdade. É por isso que olhar nos nossos olhos diante do espelho é tão difícil, porque é um encontro que nós temos que em algum momento da nossa vida fazer, mas que dá medo. E no início, quando a gente começa a olhar para aquela imagem mais profunda que não aparece diretamente para nós na nossa retina fisiológica, mas aquela imagem que só aparece se eu me concentrar bem naquilo que eu quero, naquilo que eu sou, naquilo que eu vivo, eu vou encontrar coisas que não vão me agradar muito, porque as pessoas me conhecem por aquilo que eu mostro para elas no meu dia a dia. Se eu sou mais extrovertida, se eu sou mais tímida, se eu sou uma pessoa mais equilibrada, menos equilibrada, se eu sou uma pessoa afável ou se eu sou uma

ilo que eu mostro para elas no meu dia a dia. Se eu sou mais extrovertida, se eu sou mais tímida, se eu sou uma pessoa mais equilibrada, menos equilibrada, se eu sou uma pessoa afável ou se eu sou uma pessoa turrona, se eu sou agressiva, se eu sou dócil, né? Se eu sou conectada ou se eu sou indiferente, alienada, essa é a imagem que eu estou passando para as pessoas. Mas por que eu sou assim, dessa ou daquela forma? Só eu sei, só eu sei. E preciso ter coragem de fazer esse mergulho interior para saber aquela mensagem, não só porque ela passa para os outros a verdadeira imagem daquilo que eu sou, mas porque ela é resposta às minhas próprias, aos meus próprios questionamentos. Porque minha vida é assim, não é assado. Porque isso acontece assim, não acontece daquela outra forma. Porque eu me entendo como uma pessoa dessa natureza, porque eu consigo fazer isso, não consigo fazer aquilo, né? O que eu estou vivendo agora, está me fazendo feliz ou infeliz? Se me faz feliz, por que me faz feliz? Se me faz infeliz, por que me faz infeliz? A gente tem então que ter aquela coragem de nos olhar como um espírito imortal numa breve experiência no corpo físico e se perguntar quem sou eu? Eu não sou a Cíntia, eu sou a Cíntia, Maria, Judite. Eu sou o João, o Paulo, das minhas muitas vivências. Todos os valores e as personalidades que eu já vesti ao longo do tempo são o meu reflexo hoje. O que que eu faço neste corpo hoje que me serve de berço até o túmulo? Que que eu vim fazer aqui quando eu comecei na doutrina espírita, na nas aulas, hoje se chama ESD, né? estudo sistematizado da doutrina espírita, mas no tempo que eu comecei existia um estudo sistematizado. Então a gente tinha aquelas aulas, tinha os estudos, sim, obviamente a Casa Espírita da Séria sempre teve um bom estudo, mas era de uma forma diferente. Então a nossa a nossa facilitadora, ela falava assim: "Normalmente as pessoas quando começam a se questionar muito, né, elas começam a perguntar quem eu sou, o que que eu faço? que que eu tô

iferente. Então a nossa a nossa facilitadora, ela falava assim: "Normalmente as pessoas quando começam a se questionar muito, né, elas começam a perguntar quem eu sou, o que que eu faço? que que eu tô fazendo aqui, da onde eu vim, por que eu tô aqui? Quem são essas pessoas que estão ao meu lado. Então, esse momento de olhar para o espelho é esse momento de ter coragem de se perguntar e procurar a resposta. Porque não adianta só perguntar e continuar com as dúvidas. A gente precisa ter a coragem de aprofundar essas respostas. E é no que a gente vive, sente, pensa, fala que nós vamos encontrar essas respostas. Porque tudo isso que a gente pensa, sente, eh, fala, vê, a forma como a gente vê as coisas falam de mim, não é? Qual outra pergunta que nós precisamos nos fazer? O que o criador espera de mim? Porque nós fizemos um planejamento reencarnatório e ao fazermos esse planejamento, nós prometemos e até pedimos demais, mas foi nos concedido aquilo que a gente ia dar conta de fazer, porque muito melhor do que nós sabem Deus e os nossos benfeitores espirituais aquilo que nós somos capazes de realizar. Então, para que nós não incorrêsemos em mais débitos, não voltássemos para o plano espiritual com mais dívidas, muitas coisas lá da nossa lista de pedidos, né, nossa cartinha pro Papai Noel, né, eles foram cortando, isso aqui pode, isso não pode, isso aqui pode, isso não pode. E aí fizeram junto conosco um planejamento. Olha, dessa forma aqui vai ser bom para você, porque aí se você conseguir vencer essas etapas, numa próxima oportunidade você vai eh conseguir fazer isso aqui que a gente cortou agora. E é assim que a gente senta com os nossos benfeitores espirituais para poder fazer esse planejamento. Então a gente vem para cá com o esquecimento do passado, com o vel do esquecimento, para que nós tenhamos o mérito das nossas ações, dos nossos acertos e a responsabilidade das consequências daquilo que não foi bem feito. Mas a gente tem a plena intuição, porque aquilo foi trabalhado com a

ue nós tenhamos o mérito das nossas ações, dos nossos acertos e a responsabilidade das consequências daquilo que não foi bem feito. Mas a gente tem a plena intuição, porque aquilo foi trabalhado com a gente. É igual uma prova que a gente faz, estuda um ano inteiro para fazer um vestibular. A gente não sabe tudo que tá escrito no livro, mas a gente já viu, a gente já estudou, então aquilo tá gravado em algum lugar na nossa memória, nos nossos arquivos mentais. E é por isso que a gente faz a prova e consegue resolver os exercícios. Então esse planejamento ele não é uma coisa que a gente senta hoje e resolve amanhã. Esse planejamento demora, demora tempo, pesquisa, a gente vai lá no Ministério das Comunicações, a gente vai lá no Ministério do Auxílio, a gente vai ver as nossas fichas cármicas, a gente vai estudar com o nosso mentor espiritual e eles vão junto com a gente fazer um estudo, um planejamento, porque qualquer coisa que a gente faça sem um planejamento, sem um objetivo, está fadado a dar errado. tudo que a gente faz no impulso automaticamente vai dar errado. Então, a gente precisa planejar porque as coisas eh que acontecerem no meio do caminho, que fugirem um pouco, né, do nosso entendimento, pelo planejamento efetuado anteriormente, a gente é capaz de resolver. E uma última pergunta, o que me espera além da morte? Quem vive bem morre bem. Então, se eu estiver fazendo todas as coisas a que eu me propus aqui nessa existência, se eu estiver vivendo, e eu posso não saber os detalhes desse planejamento, mas se eu estiver vivendo para eh vencer as minhas mazelas, os meus defeitos, para construir virtude, para servir no bem, eu estou cumprindo o meu planejamento reencarnatório, mesmo que de vez em quando eu faço uma curva diferente daquilo que eu planejei, porque o móvel, o objetivo que me leva a vivenciar determinadas experiências é aquilo que eu quero encontrar depois que eu retornar para o lugar de onde eu vim. Porque nós sabemos que a nossa passagem aqui é transitória e muitas das vezes é

vivenciar determinadas experiências é aquilo que eu quero encontrar depois que eu retornar para o lugar de onde eu vim. Porque nós sabemos que a nossa passagem aqui é transitória e muitas das vezes é essa essa noção de vida transitória com a qual a gente não quer eh eh se deparar. A gente não quer pensar, a gente não quer parar para pensar que um dia a gente vai voltar, que um dia a gente vai deixar essa terra, que a gente vai eh voltar com aquilo que a gente fez na bagagem, com as nossas aquisições, né? E com fé em Deus, a gente pode não fazer tudo, mas com fé em Deus a gente pelo menos não vai levar mais débito, esperamos, né? Esse é o nosso eh a nossa o nosso objetivo final, não levar mais débitos para ter que recomeçar outra vez, mas para que a gente possa num retorno, a partir de onde a gente parou, a gente seguir para um próximo patamar. Ou seja, terminado o primeiro ano, eu não fiquei com dependência pro segundo. Eu já posso ir direto fazer as matérias do segundo. Não é assim na escola a pessoa passa com dependência pro segundo ano. Puxa vida, aquilo que eu já vi lá eu vou ter que ver junto com o Então as coisas vão ficando mais difíceis. E é nisso que a gente tem que pensar para saber exatamente se a imagem exterior que eu tenho combina com a minha imagem interior. E a minha imagem interior, ela está calcadas nas minhas ações, nas minha ações no serviço do bem. Muito bem, vamos adiante pra gente entender ainda mais, refletir um pouco mais, sempre lembrando uma história de Jesus. Nós sabemos que Jesus se reunia com seus discípulos todos os dias à tarde e o local preferencial era a casa de Pedro, Simão Pedro. E ali eles, nesse dia que eles estavam reunidos, conversando com Jesus, numa discussão acalorada, né, eh, do que se podia fazer, como é que a gente podia ter compaixão de alguém se a gente não tinha dinheiro. E as discussões foram ficando tão acaloradas que a Jesus levantou a mão, pediu silêncio e começou a contar uma historinha. E que que essa historinha contava? Essa historinha

gente não tinha dinheiro. E as discussões foram ficando tão acaloradas que a Jesus levantou a mão, pediu silêncio e começou a contar uma historinha. E que que essa historinha contava? Essa historinha contava de um senhor que havia sido eh convidado pelas esferas superiores a fazer a beneficência, a fazer a caridade, a fazer alguma coisa para alguém. Mas esse senhor, ele ficou muito, tava muito preocupado como é que ele ia atender ao pedido das esferas superiores de fazer beneficência se ele não tinha dinheiro para botar dentro de casa. Ele vivia numa penúria extrema. Ele tinha muitos filhos, ele vivia para o lar, ele precisava trabalhar muito porque quando ele acordava de manhã, ele não sabia se teria o almoço e o jantar. Então, se ele não trabalhasse muito durante o dia, o que que ele ia levar para casa, pros filhos, pra esposa? Então ele falou, ele pensou, pensou, pensou muito e falou assim: "Meu Deus, eu não sei como que eu vou fazer essa beneficiência. Eu não tenho um centavo para levar um pedaço de pão para alguém e eu não posso dar numa pele de carneiro para alguém se aquecer no frio. Como que eu vou fazer? Então a única coisa que eu tenho é eh são os meus sentimentos. Então eu vou trabalhar em cima disso, das minhas ações, dos meus sentimentos. E à medida que o tempo for passando, se surgir a oportunidade de fazer a caridade, né, de fazer a beneficiência como o senhor deseja, eu eu faço, mas por enquanto é só o que eu tenho para dar. Então esse homem começou em tudo que ele fazia, no trabalho que ele desenvolvia e ele trabalhava pesadamente, né, para poder manter a família, ele começou a agir dessa forma, combater o mal que existia dentro dele e ajudar com seus exemplos a combater o mal que existia dentro das pessoas. Então, se ele ouvia alguma conversa torta sobre alguém, uma maledicência, qualquer coisa assim, ele fazia silêncio, não falava nada. E mas se por acaso ele fosse convidado a dar a sua opinião sobre aquele assunto, ele não falava de nada. Ele só procurava

, uma maledicência, qualquer coisa assim, ele fazia silêncio, não falava nada. E mas se por acaso ele fosse convidado a dar a sua opinião sobre aquele assunto, ele não falava de nada. Ele só procurava exaltar a parte boa que existia naquela pessoa que estava sendo o centro das atenções. Se alguém eh eh fosse caluniado, se alguém fosse prejudicado por alguma coisa e ele soubesse da verdade, ele lutava com muito afinco para ajudar e provar que aquela pessoa era inocente ou que aquela pessoa não tinha feito mal nenhum, eh não se ocupava, né, com conversações desnecessárias, falando aquilo que não precisava. Ele ele esse socorro que ele levava para as pessoas, ele fazia de tão boa vontade que muitas vezes ele foi até eh ofendido e agredido nas suas ações porque diziam que ele era uma mosca morta, né? E ele foi muito ofendido, muito agredido em determinados momentos por todo o trabalho que ele tava realizando. Ele ele chegava ao ponto de retirar pedras e pedaços de paus do caminho para que as pessoas que fossem passar por ali não se prejudicassem, não se machucassem, não tivesse nenhum problema. tamanho foi o a dedicação dele naquele trabalho de combater o mal que existia dentro dele e que existia dentro das pessoas através do seu exemplo. E ele fez isso com os filhos também, educou os filhos nessa sistemática com esse objetivo. A casa dele estava sempre pronta a receber as pessoas. Ele era uma pessoa muito respeitada. E quando ele por acaso era ofendido, agredido, caluniado, ele fazia silêncio. Fazia silêncio e entregava a Deus as suas ações. Isso me fez lembrar, fazendo um parêntese aqui, do Divaldo, porque o Divaldo passou por por muitas dificuldades na vida dele, em que ele foi muito eh caluniado, em que eh foi muito alvo da maledicência. Ele sofreu muito com a incompreensão de muitos grupos, inclusive dentro da nossa doutrina espírita, que hoje o reverenciam, mas que já foram que já foram grandes combatentes dele. E ele não parava. Uma vez ele reclamou paraa Joana de Angeles, né, que senhora, eu

ve dentro da nossa doutrina espírita, que hoje o reverenciam, mas que já foram que já foram grandes combatentes dele. E ele não parava. Uma vez ele reclamou paraa Joana de Angeles, né, que senhora, eu não aguento mais. Isso está me fazendo sofrer demais. E ela perguntou para ele, para quem o senhor trabalha? Quem é o seu patrão? E ele disse: "É Jesus, então deixe que o seu patrão lhe defenda, faça silêncio e continue trabalhando." Então, quando a gente tem certeza que tá trabalhando no bem, quando a gente tá fazendo uma coisa boa, vamos fazer como ele. Na semana passada, nós tivemos em Uberlândia o nono Congresso Espírita de Uberlândia, muito bom, por sinal. E no intervalo das palestras, houve uma entrevista com a Luziane Bahia, que é uma grande trabalhadora da mansão do caminho. E como o passamento Divaldo está recente ainda, o Rubens perguntou para ela eh de todas as coisas, das ações do Divaldo, da sua convivência do dia a dia, o que mais lhe impressionou na sua convivência com ele? O que mais lhe chamava atenção e mais tocou o seu coração? E ela sem titubear, ela nem parou para pensar, ela falou exatamente o silêncio, o silêncio operoso, aquele silêncio que não para, que não para para ouvir o que não acrescenta, o que não gera valor, o que é crítica destrutiva que é feita justamente para minar as boas obras na sua base. E se a gente se melindra, e se a gente se deixa tocar por esses sentimentos, a a as boas obras não seguem adiante. Então, quem conhece o trabalho da mansão do caminho, todo aquele trabalho que foi edificado durante anos a fio, sabe que o silêncio ali foi muito importante para que aquela obra crescesse daquela forma. Mas voltando aqui paraa nossa história, então esse senhorzinho trabalhou assim a vida inteira, fazendo sempre o bem, servindo no bem, além de de trabalhar paraa sua família aquilo que ele podia fazer para servir o seu próximo, ajudar as pessoas que precisavam, sem um tstão, ele fazia, escutava as dores dos outros, eh dava bons conselhos, era sempre amigo de

a sua família aquilo que ele podia fazer para servir o seu próximo, ajudar as pessoas que precisavam, sem um tstão, ele fazia, escutava as dores dos outros, eh dava bons conselhos, era sempre amigo de todos, mas nunca, nunca ele pôde dar um pedaço de pão para ninguém. E quando ele voltou ao mundo espiritual, ele chegou lá muito preocupado. E agora como é que eu vou fazer para prestar contas das minhas ações? Eu não cumpri o que havia sido determinado para mim. Eu tinha que fazer a beneficiência, eu tinha que fazer a caridade. E quando ele foi se aproximando da vez dele de ser atendido, vieram as entidades angélicas com uma linda tiara brilhante, colocaram na cabeça dele e ele começou a chorar. Mas por que que eu sou merecedor desse desse prêmio, né? Por que que eu recebi isso daqui? Por todo o trabalho incansável de combate ao bem que você fez ao longo da sua vida. Mas eu tinha que fazer a caridade. Ah, meu amigo, fazer a caridade é fácil. você juntar uma sacola de pão, uma caixa de roupas, né, que são necessárias, hein, gente, eh, fazer uma visita a alguém aqui, ali, mas combater o mal que existia dentro de você, exemplificando como se faz o serviço no bem, é a melhor caridade ou a maior caridade que se pode fazer aos outros, porque você estava através das suas ações, como nos disse a mensagem aqui no início, né, eh, educando as pessoas que estavam ao seu lado, apaziguando os corações, servindo sem pedir nada em troca. E aí a gente vai lá pra questão 918 do livro dos espíritos, que é uma questão abordada na mensagem de Emmanuel aqui neste livro. Por que indício se pode reconhecer em um homem o progresso real que lhe elevará o espírito na hierarquia espírita? O que que os espíritos respondem? O espírito prova sua elevação quando todos os atos da sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando antecipadamente compreende a vida espiritual. Essa tem que ser a nossa vida. É assim que a gente constrói a verdadeira mensagem. Só que pra gente provar a nossa elevação e fazer das nossas vidas,

ando antecipadamente compreende a vida espiritual. Essa tem que ser a nossa vida. É assim que a gente constrói a verdadeira mensagem. Só que pra gente provar a nossa elevação e fazer das nossas vidas, dos atos das nossas vidas, a prática da lei de Deus, nós precisamos saber quem somos nós. Precisamos olhar para o espelho e entender qual o meu objetivo nessa existência. Por que eu estou aqui e que estou vivendo nessa situação? Por que eu trouxe comigo ao nascer esse problema de saúde? que nem não não me tole as ações, mas me incomoda o tempo inteiro, me traz incômodo. Às vezes, eh, eu preciso até ir trabalhar e tô incomodado com esse problema. Por que depois de viver tantos anos, uma doença tão terrível como essa bate na minha porta? ou porque eu sou uma pessoa que faço ou procuro fazer as coisas certas, recebo em meu lar companheiro difícil ou uma companheira difícil. Por que que eu recebo filhos que me cobram o tempo inteiro a paciência? Porque no ambiente em que eu vivo, as pessoas não me compreendem, não me aceitam. Quando a gente sai da superfície, que a gente começa a mergulhar nas situações em que a gente vive, a gente vai ver que a pergunta não é porque eu, é porque não eu. Porque nós, se olharmos uns para os outros, não somos melhores do que ninguém. Temos roupagens diferentes, mas somos pessoas merecedoras das mesmas bênçãos, dos mesmos reveses, das mesmas tristezas e das mesmas alegrias. E cada um de nós vai vivenciar essas situações de uma forma diferente. Se nós sabemos agradecer pela bênção, a nossa vida vai se tornar melhor. Mas se nós só sabemos reclamar das dificuldades, nós nunca enxergaremos as bênçãos que estão em nossa vida. É a tal história do copo meio cheio ou meio vazio que todos nós conhecemos. Então, nós precisamos provar a nossa elevação para nós mesmos, não é pros outros. é quanto de progresso eu estou fazendo. Quando a gente tava na escola, e a gente sempre volta à escola porque a terra é a nossa escola abençoada e recebíamos o boletim para

mesmos, não é pros outros. é quanto de progresso eu estou fazendo. Quando a gente tava na escola, e a gente sempre volta à escola porque a terra é a nossa escola abençoada e recebíamos o boletim para levar para casa, a gente ficava feliz de ver as boas notas que a gente tinha conseguido lá, porque nosso pai, nossa mãe iam ficar felizes e nós estávamos muito felizes. Significava que a gente tinha se esforçado para aprender, para fazer alguma coisa boa. Mas ao contrário, né, quando a nota não vinha muito boa, a gente já sabia. Nossa, vou ter que fazer recuperação dessa matéria. Nossa, vou levar uma bronca do meu do meu pai, da minha mãe. Então, provar a nossa elevação para nós mesmos é medir a quantidade de esforço que nós estamos fazendo para melhorar quem nós somos, para que nós saibamos responder quem sou eu, de uma forma em que quando a gente encontrar essa resposta, ela me alegre, ela me deixe feliz, porque eu vou reconhecer que mesmo não sendo perfeito, eu estou fazendo alguma coisa boa. Estou me esforçando e lutando para ser melhor. O ser humano somente se identifica com a sua realidade quando age tornando-se útil, desprendido dos bens materiais e das paixões pessoais ainda primitivas. Nosso orgulho, nossa vaidade, né? nosso nosso temperamento muitas vezes agressivo, levado justamente pelo orgulho de nos acharmos melhores do que os outros, pela vaidade de acharmos que somos merecedores mais do que os outros de determinadas situações. É perguntar pra gente mesmo sempre por não eu em vez de perguntar por eu? Porque nós sabemos que nós estamos aqui num processo de aprendizagem, de crescimento, de autoaprimoramento. E esse livro, pelo título dele, ele já nos diz desafios e soluções. Vida, desafios e soluções. E nós vamos ler lá qual é o desafio que às vezes a gente se depara para saber que tipo de solução nós temos que buscar. ainda temos essa ajuda. Os nossos amigos espirituais tentam nos ajudar a responder essas questões, tentam nos ajudar a aprofundar a nossa vida. Quando eu tava com 23

o de solução nós temos que buscar. ainda temos essa ajuda. Os nossos amigos espirituais tentam nos ajudar a responder essas questões, tentam nos ajudar a aprofundar a nossa vida. Quando eu tava com 23 anos, mais ou menos, era mais ou menos essa idade. Um grande amigo meu, uma vez tava no auge, né? A gente tava cheio de atividade na casa espírita, tínhamos passado pela mocidade, já estávamos trabalhando como facilitadores da casa de de vários cursos. éramos evangelizadores, trabalhávamos com muito com muito com muita dedicação, porque nós sempre gostamos de fazer esse tipo de trabalho, mas eh a gente trabalha tanto que às vezes não para fazer essa autoanálise. E de vez em quando ou de vez em sempre, né, a gente vê pequenos rasgos de orgulho, de vaidade, né, batendo na nossa porta, se mostrando na nossa imagem. Esse grande amigo um dia virou para mim e falou assim: "Você tem tanto conhecimento, você trabalha tanto, você ensina, você ensina crianças, você lê, você estuda, você participa de curso, mas você tá vivendo na superfície. Olha, eu vou falar uma coisa para vocês. Foi pior do que olhar nos meus olhos no espelho, porque eu tomei um choque, porque eu achei que estava dentro de uma casa fazendo tantas coisas, tantos trabalhos e que eu tava num caminho de perfeição, que eu tava fazendo a, eu, eu já tava assim lá ombreando lá com Bezerra de Menezes, né? Olha só o que que a juventude faz com a gente, né? E aí quando ele falou isso para mim, eu fiquei até com raiva dele na hora. Fiquei sem falar com ele assim pelo menos um mês. A gente encontrava todo domingo na mocidade, ele sentava de um lado, eu procurava sentar longe dele. Mas eu fui tentar entender porque ele, sendo tão meu amigo, sendo uma pessoa tão próxima de mim, estava me vendo daquela forma. E acabei descobrindo a grande caridade que ele fez comigo de puxar, né, a minha perninha cedo, né, de furar os balões que estavam inflando o meu ego para que eu não saísse por aí voando e achando que já era, né, a última azeitona da

ridade que ele fez comigo de puxar, né, a minha perninha cedo, né, de furar os balões que estavam inflando o meu ego para que eu não saísse por aí voando e achando que já era, né, a última azeitona da empada, tá? E aí pensando nisso, depois um dia lá na mocidade eu abracei muito, agradeci o que ele tinha feito e todas as vezes, porque olha, isso é uma luta constante. A gente tem que ver isso daí todos os dias, todos os instantes da nossa vida. Nenhum de nós está imune a isso. E todas as vezes que eu percebo que eu tô desviando desse caminho de me aprofundar, que eu tô ficando muito na superfície, eu me lembro dele e sou grata a ele, mesmo distância, porque há muitos anos eu não vejo. E ele recebe a minha oração de gratidão lá onde ele estiver. Ele ainda tá aqui trabalhando muito no meio espírita, mas ele me ajudou muito naquela época, né? Ele fez com que de repente eu amadurecesse muito pensando naquilo que ele me falou. A gente precisa ter essa consciência, porque o evangelho nos diz que o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre os seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele. Enfim, se fez a outro em tudo que desejara lhe fizessem. Gente, o evangelho é nosso livro de cabeceira, é nosso livro de todos os instantes. Hoje a gente pode consultar o evangelho no celular, então não temos desculpa para não buscarmos no evangelho as respostas que precisamos para as nossas dúvidas e os nossos questionamentos. para entendermos que a mensagem que nós precisamos passar para nós, para que ela siga para o coração das outras pessoas e para que as pessoas acreditem nela. Porque olha, um ídolo de barro quando tem os pés molhados por qualquer intempere, ele cai. Então, não adianta a gente manter uma imagem paraas pessoas e não conseguir manter porque aquilo não

em nela. Porque olha, um ídolo de barro quando tem os pés molhados por qualquer intempere, ele cai. Então, não adianta a gente manter uma imagem paraas pessoas e não conseguir manter porque aquilo não é verdadeiro. Então, a gente precisa ter a convicção de que seguindo a lei de justiça, de amor, de caridade, vencendo as nossas próprias mazelas junto com as nossas experiências, nós poderemos então guardar essa certeza de que tudo quanto sentirmos, pensarmos, fizermos ou realizarmos é a substância real da nossa mensagem às criaturas e ela será claramente, né, né? Aquilo que a gente fizera as criaturas, fazer aos outros aquilo que nós gostaríamos que os outros nos fizessem. Porque a lei de causa efeito na terra ou noutros mundos nos responde cuidando de nós. Então, quando algum revés chega, quando alguma dificuldade chega, essa lei de causa e efeito que está zelando por nós, fazendo com que nós recuemos um passo para dar passos mais seguros depois, fazendo com que nós desmanchemos um bordado que tem um ponto errado para nós podermos refazer aquele ponto e mostrar um bordado bonito ao final da nossa existência. Que essa reflexão permaneça conosco ao longo da nossa semana. Na próxima semana nós teremos uma palestra muito boa aqui com o Wellerson, né? Ele vai dar o seminário à tarde e em seguida vai fazer a palestra, tá? Mostrando a experiência de Jesus com Judas Iscariotes. E eu convido a todos a estarem aqui novamente no seminário também, porque é um assunto que vai falar, que é uma um tema do seminário que vai falar de um assunto que tá muito recorrente hoje em dia e preocupando muitas famílias, tá bom? Que Deus nos abençoe. Obrigada pela atenção de vocês. Que alegria de ouvir essas palavras por parte da Cíntia. que nós possamos, ao sair daqui, mudarmos uma gotinha que seja ao longo da nossa semana, porque esse é o objetivo de virmos aqui, nos alimentarmos de coisas boas e tentarmos colocar em prática no decorrer dessa semana. Nós convidamos neste momento os nossos irmãos para que nós possamos

a, porque esse é o objetivo de virmos aqui, nos alimentarmos de coisas boas e tentarmos colocar em prática no decorrer dessa semana. Nós convidamos neste momento os nossos irmãos para que nós possamos fazer o passe, que nós possamos nos manter com os pensamentos elevados e em sintonia. Ah. Ave Maria gracia plena >> Homos de bened >> tu emulier benedictos [música] Frutos [música] ventre est Jesus. Santa Maria, Santa Maria, Maria. Or pro pecator. e ora mortis nostre Amen. M. M. M. Vamos fechar os nossos olhos, acalmar o nosso coração, [música] trazer para bem pertinho de nós a figura do nosso mestre Jesus. Querido e amado mestre Jesus, rogamos a ti toda a espiritualidade desta casa, para que possamos, [música] mestre amado, ser a tua mensagem através das nossas atitudes, do nosso exemplo, do entendimento que temos dos teus ensinamentos e do teu evangelho. que possamos [música] levar em nossos corações a lei de justiça, de amor e de caridade. Lei é esta que espera de nós o nosso Pai Celestial. Mãe santíssima, cubra-nos com teu manto para que possamos ser fortes diante das enfermidades [música] dos nossos irmãos, da maledicência, do orgulho, da indiferença e de tudo aquilo que nos desvia [música] do nosso caminho dentro dos ensinamentos do CR. Cristo, que essa energia, que essa fluidificação derrame sobre todos nós aqui presentes, encarnados e desencarnados, toda a medicação necessária para a cura do corpo e do nosso espírito. Amado mestre Jesus, estenda essas bênçãos aos nossos lares, ao nosso ambiente de trabalho e também aqueles irmãos em necessidade, necessidade material, necessidade espiritual, necessidade de [música] esclarecimento, necessidade de apenas uma mão amiga. que possamos ser esta mão [música] amiga de compreensão, de um abraço, de um sorriso, [música] de um simples bom dia, mas que tenhamos dentro do nosso peito todo o amor que Jesus nos ensina. Obrigado, amado mestre Jesus por tudo que tem nos oferecido, por tudo que tem nos ensinado, pelo teu amparo

um simples bom dia, mas que tenhamos dentro do nosso peito todo o amor que Jesus nos ensina. Obrigado, amado mestre Jesus por tudo que tem nos oferecido, por tudo que tem nos ensinado, pelo teu amparo e por aqueles que oram por nós através do teu amor, mestre Jesus, [música] que são os nossos mentores, os nossos espíritos afins. Que essa prece também se estenda a eles, porque assim como nós, eles também precisam de pressa, precisam de incentivo e precisam estar conosco. Mesmo que nós desviamos o nosso caminho, às vezes nos equivocamos, mas que a equipe espiritual tenha paciência e tenha amor conosco, porque chegaremos à luz que o Cristo nos prometeu. Cada um ao seu tempo, cada um com a sua compreensão, cada um com a sua necessidade. Amado mestre Jesus, interceda ao nosso Pai Celestial, que tenha misericórdia com todos nós, com todos nós, Pai, sem exceção. Pai nosso que [música] estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, [música] assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal. Porque vós é o poder, o reino e a glória para hoje e sempre. Que assim [música] seja, mestre Jesus. Que assim seja. Quanta luz nesse [música] ambiente, descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim, como a alma cresce aos olhos de [música] Jesus. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala aos nossos corações. [música] Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz.

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