TRIUNFO DA IMORTALIDADE - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Boa noite, sejam todos muito bem-vindos a essa casa de Jesus. Boa noite aos irmãos e irmãs que nos acompanham pela TV Comunhão ou que vão nos assistir oportunamente. Sejam todos muito bem-vindos e que possam estar todos na mesma sintonia nessa egrégora de paz, de serenidade, de fraternidade que Jesus nos tem ensinado e nos tem convidado nesse momento que nós nos reunimos aqui. Cada um, por um motivo, adentrou essa casa nesse fim de tarde, buscando algo, na expectativa de receber algo, que nós possamos todos nos unir nesse momento em prece e que nós possamos buscar a conexão com o alto, que nesse momento também a espiritualidade nos dá conta de que é um momento de oração. no plano espiritual de oração, em especial reunidos em oração junto à mãe santíssima, buscando reenergizar-se, buscando renovar os propósitos de estudo, de preparação lá no plano espiritual. E que seja assim também esse nosso desejo nesse momento, que nós possamos nos unir todos a esses irmãos desencarnados que nesse momento oram no momento do Angelos, né? Então, que nós possamos pensar em Jesus, em Maria e nós rogamos que possam abençoar esse nosso encontro entre irmãos aqui na terra, para que possamos air desses breves minutos as orientações, o consolo, o auxílio. que viemos buscar nesta casa, neste fim de tarde. Nós te pedimos, Senhor, que nos ajude a ter os corações abertos para bem acolher as partilhas, as reflexões que aqui serão trazidas e que possamos encontrar nelas ferramentas paraa nossa jornada aqui na Terra. Te pedimos que abençoe cada irmão, cada irmã presente aqui nesse momento, encarnado e desencarado. E que possamos todos nos colocar à disposição ao tratamento que a espiritualidade nos oferece desde quando adentramos essa casa ou nos conectamos a ela pelas
ui nesse momento, encarnado e desencarado. E que possamos todos nos colocar à disposição ao tratamento que a espiritualidade nos oferece desde quando adentramos essa casa ou nos conectamos a ela pelas mídias sociais. Senhor Jesus, abençoe este encontro entre irmãos e seja conosco para que bem possamos aproveitá-lo, tendo ouvidos de ouvir e corações para acolher. Que assim seja. O nosso tema de hoje, ele fala sobre o triunfo da imortalidade. E o que será isso, né? O que será que a gente tá se referindo quando fala do triunfo da imortalidade? E para que nós possamos começar as nossas reflexões e nós vamos pautá-las hoje nessa obra da benfeitora Joana de Angeles, que se chama Vidas Vazias. Essa obra, dentre outras, da benfeitora, ela nos fala desses momentos de mudança, esses momentos de transformações que nós temos vivido já há alguns anos. E nós vamos observar nas suas obras que já há alguns anos ela vem nos retratando dessas mudanças da tecnologia, o avanço dos do conhecimento. E em contrapartida, parece-nos que moralmente nós estamos fazendo o caminho contrário. E ela vai atribuir a isso, né? Ela vai se referir a essas criaturas que caminham no mundo como zumbis semimortos. E nós vamos entender um pouco a que ela tá se referindo por esse sentimento, né, de vazio da vida. Aqui na casa nós temos um serviço que é o atendimento fraterno. O atendimento fraterno é um serviço oferecido pela Diretoria de Atendimento e Orientação aqui no primeiro andar, onde voluntários que fizeram uma formação em atendimento fraterno se revezam ao longo de toda a semana, de segunda a domingo, em diversos horários e estão ali disponíveis para receber irmãos e irmãs que chegam a essa casa em sofrimento ou buscando informação, orientação sobre a doutrina dos espíritos. E tem sido recorrente ali no atendimento fraterno, recebermos pessoas que se colocam à nossa frente e afirmam: "Eu estou buscando preencher um vazio imenso aqui dentro. E cada vez essas pessoas são de mais terra idade, com uma um sentimento de incompletude,
rmos pessoas que se colocam à nossa frente e afirmam: "Eu estou buscando preencher um vazio imenso aqui dentro. E cada vez essas pessoas são de mais terra idade, com uma um sentimento de incompletude, como se aquela pedra, aquela pecinha essencial do quebra-cabeça tivesse faltando. com um olhar de profunda angústia, de profundo sentimento, de desilusão, de fragilidade. É isso que a benfeitora Joana de Angeles se refere quando fala a vidas vazias. Mas vamos caminhar aqui na nossa reflexão para ver se a gente consegue costurar tantas ideias que ela nos traz para falarmos sobre o triunfo da imortalidade. Pois bem, esses processos que nós temos vivido com o avanço da tecnologia, o desenvolvimento da ciência e em contrapartida, nós olhamos e parece um retrocesso das questões morais. Nós temos visto que a partir dessa disponibilidade da tecnologia, a partir do conhecimento científico, muitos de nós temos gastado o nosso tempo e não utilizado o nosso tempo de forma criativa e de forma a nos enriquecer enquanto pessoas. Muitas vezes nos afirma Joana de Angeles, o desenvolvimento tecnológico, a entrega às frivolidades, a libertinagem devastadora, tem nos levado a navegar com muita rapidez em ações mentais frívolas e perturbadoras. E aí um exemplo fácil disso nós podemos pegar quando a gente se se distrai ali no celular vendo o Instagram e ali nós vamos nos envolvendo num circuito de informações, de mensagens nem sempre edificantes. É isso que ela tá falando aqui. Nós vamos nos entregando com rapidez a ações mentais frívolas e perturbadoras que resultam em vidas vazias. Marquem aqueles que têm por hábito estar tão conectado às mídias sociais, quanto tempo do seu dia se fica ali fazendo uso de forma produtiva, de forma criativa, de forma fraterna desse recurso pra gente perceber o quanto a benfeitora tem razão quando ela faz essa afirmativa. Além disso, o ser humano, afirma ela, esvaziou-se dos desejos de servir. Servir está à disposição para auxiliar o outro. tem sido um recurso
anto a benfeitora tem razão quando ela faz essa afirmativa. Além disso, o ser humano, afirma ela, esvaziou-se dos desejos de servir. Servir está à disposição para auxiliar o outro. tem sido um recurso muito escasso em alguns grupos, em algumas culturas, em algumas sociedades, dado aos valores de frivolidade a que tem se apegado. busca cada vez por esportes alternativos que desafiam o corpo, mas edifica um pouco, educa. E nesse mundo acelerado, aturdido, que embala as novas gerações, o desejo de ter, de possuir as coisas e, por vezes, as pessoas vem se propagando em novas ondas e facilitando a aceitação de verdades vertiginosas. que tusado adoecimentos orgânicos de diversas ordens, culminando no desinteresse pela ordem, pela alegria de viver e o progresso de valores éticos. Não sei se vocês concordam com a benfeitora, mas ela tá nos dizendo que quando nós olhamos o mundo, algo está acontecendo na nossa sociedade que parece nos distanciar do sentimento de servir e dos valores éticos. E aqui ela faz um apontamento muito semelhante ao que Allan Kardec fez lá no século XIX, quando ele indagava os espíritos organizando o livro dos espíritos, lá na lei de progresso, ele indagou que bastante grande é a perversidade do homem. Nós falamos aqui de questões que nós olhamos e parece que de fato em meio a tantas, tantos impulsos, tantas demandas que puxam o ser humano para fora, as questões de interiorização, os valores espirituais se perderam. Então é isso que ele tá dizendo, bastante grande é a perversidade do homem. E muitos de nós olhamos pro nosso mundo atual e também achamos. Vivemos num mundo extremamente perverso e mal. Não parece que, ao menos da par, do ponto de vista moral, o homem em vez de avançar não caminha a recus? Nós também já não nos perguntamos isso. Não parece que nós estamos retrocedendo ao que se refere às questões morais ante a evolução da ciência, a evolução da tecnologia e esses desvarinhos que essas possibilidades teriam a nos trazer no bem nos levam a comportamentos que nos
endo ao que se refere às questões morais ante a evolução da ciência, a evolução da tecnologia e esses desvarinhos que essas possibilidades teriam a nos trazer no bem nos levam a comportamentos que nos afastam dele. A pergunta de Kardec no século XIX nos parece muito atual, não parece que do ponto de vista moral o homem retrocede? E os espíritos respondem com muita certeza, convicção e confiança. Engana-te. Observa bem o conjunto e verás que o homem se adianta. pois que melhor compreende o que é mal e vai dia a dia reprimindo os abusos. Quando Joana de Angeles nos fala dessas vidas que se apresentam vazias, que ela chama aqui em alguns momentos de zumbis, de semimortos, ela não tá fazendo um retrato apocalíptico do mundo. Ela está nos convidando a olhar para esse mundo, como os espíritos convidaram a Kardec. Olha, a gente olha para tudo isso, mas se nós olharmos profundamente, nós vamos ver que a existência dessas questões tem ajudado a muitos de nós a identificar o mal, o que em muitas existências pregressas nós não fazíamos. Nós nos envolvíamos da maldade também. Hoje nós temos condição de identificar que aquele comportamento, aquela atitude que adoece, infringe a lei divina, a lei de Deus, a lei natural. Então não há retrocesso. O homem tem avançado sim, inclusive sendo capaz de identificar o mal, a obscuridade e tem sido capaz, ainda que de atitudes singelas, reprimir os abusos. E nós olhamos e vamos vendo alguns movimentos nesse sentido. Por quê? E aí os espíritos concluem a Kardec e nós pensamos que isso se faz presente também na afirmativa de Joana de Angeles. É importante, face misté que o mal chegue ao extremo para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas. Olha que interessante. À medida que nós vamos percebendo esses adoecimentos, esses vazios, essas angústias, nós vamos percebendo, nós vamos identificando em nós, não é no outro, a necessidade de buscarmos outros caminhos, dentre eles, o do espírito, de algo que transcende esse corpo que é
, essas angústias, nós vamos percebendo, nós vamos identificando em nós, não é no outro, a necessidade de buscarmos outros caminhos, dentre eles, o do espírito, de algo que transcende esse corpo que é transitório. Vamos percebendo a necessidade de escolher caminhos que nos ajude a compreender a transcendência da vida. Por que isso? E aí Joana de Angeles vai nos falar que nós vivemos nesse mundo, nas existências na carne, nas jornadas no corpo físico e vamos percebendo a transitoridade da nossa vida. Basta nós pegarmos as nossas fotografias do passado e nós vamos olhar o quanto nós vamos nos modificando. Então, nós estamos aqui nessa existência, na carne, nascendo, vivendo, crescendo, envelhecendo, morrendo, renascendo e progredindo sempre. Assim é a nossa jornada. E a morte nesse processo, quando a gente chega ali no envelhecer e morrer, quando nós nos deparamos com esse mundo que é encantador, com esse desenvolvimento tecnológico, com o avanço da ciência, nós estamos buscando cada vez mais prolongar essa jornada no corpo físico, como se a morte fosse algo devastador e muitas vezes o é. paralisa um voo, paralisa um projeto, paralisa um sonho. E muitas vezes filosofias nos dão conta de que com a morte acabou. E outras filosofias nos dão conta que algo transcende esse corpo e que a morte é uma passagem. nos falam da transitoriedade, da transitoriedade da vida. nos falam de que morrer, renascer e continuar evoluindo ao nosso processo. E aí nós temos visto que a morte se consagra como uma grande incógnita a cada vida, ainda dentro dentre o movimento espírita. nessa luta, nessas filosofias que nos fazem referência à vida que acaba com o corpo e depois da morte nada mais existe. E essas outras filosofias que nos trazem as notícias de que algo persiste, de que algo transcende, que algo sobrevive. E vão nos trazer então notícias da imortalidade. Mas são só notícias? São só teorias para nos ajudar, para nos dar incentivo, para passar pelas nossas dificuldades. Dificuldades essas quando
obrevive. E vão nos trazer então notícias da imortalidade. Mas são só notícias? São só teorias para nos ajudar, para nos dar incentivo, para passar pelas nossas dificuldades. Dificuldades essas quando nós falamos em nascer, crescer, muitos de nós chegamos a esse mundo com corpos perfeitos e ao longo da jornada esse corpo adoece. Esse corpo se atrofia, esse corpo acaba adquirindo deficiências e fragilidades. Por questões de processos da vida, um lindo corpo, um lindo rosto se acidenta. E nós vamos ver questões às vezes de situações que nos causam certo terror, visivelmente porque nós olhamos pra matéria. E como é que nós vamos entender imortalidade, essa história de que morrer, renascer e viver e se aprimorar sempre. Que história é essa? Não é só falácia para nos ajudar a perseverar. E aí, algumas vezes nós somos visitados por essa dúvida. Será que é isso mesmo? Que imortalidade é essa? Quando nós nos colocamos o desafio de falar sobre o triunfo da imortalidade, que triunfo é esse? Que imortalidade é essa? Então, vamos fazer um movimento para trás. Lá na Palestina do século Io, quando aquele jovem galileu, aquele jovem nazareno, andando pelas terras da Galileia, fala um mundo de amor, de tolerância, de paciência, de fraternidade, de perdão. E numa tarde, no início de tarde, numa sexta-feira, ele é preso numa, ele é pregado num madeiro e morre. E a vida do seu corpo físico chega ao fim. E alguns evangelistas vão registrar que a terra estremece, algo acontece no mundo. E aquela multidão que o seguia se sente desolada, abandonada, desamparada. Ele foi derrotado. Quantas vezes não é esse o nosso sentimento nos dias de hoje de derrota, de desesperança, de abandono. E os dias se passaram, o corpo dele foi entregue para ser sepultado. Quando eles sepultavam naquelas catac, naquelas rochas, né, foi orientado a colocar uma pedra e lacrar a pedra. para que não roubassem o corpo daquele impostor. E aqueles que caminharam com ele mais de mais de perto, sofriam e alimentavam esse sentimento de derrota e de
ado a colocar uma pedra e lacrar a pedra. para que não roubassem o corpo daquele impostor. E aqueles que caminharam com ele mais de mais de perto, sofriam e alimentavam esse sentimento de derrota e de abandono. E no primeiro dia da semana, registra o Evangelho de Mateus, no raiar do primeiro dia da semana, as mulheres que lá se encontravam percebem que aquela pedra não estava naquela catacumba e não havia nenhum morto lá dentro, não havia nenhum corpo lá dentro. E Maria Madalena passa a ver um homem quando ela percebe e olha com atenção. Rabi, Maria, diz aos outros que eu voltei como eu prometi. E ela vai dar a notícia. E quando ela dá a notícia, um dos apóstolos diz: "Eu não acredito, ele está morto. Eu não acredito ele ia aparecer para quem?" Para você, justamente para você. Por que que não apareceu para Pedro, para João, para Maria, mãe dele? Apareceu para você. Somos nós diante da realidade da vida que preferimos o caminho da morte, da escuridão? Não acredito, não creio. E é claro que o tempo se passou até que ele se apresentasse. E alguns precisaram, como Tomé, tocar na pele para nos sinais dos cravos nas mãos para confiar que ele estava vivo. E ele diz: "Bem-aventurados aqueles que creem sem ter visto". A prova da imortalidade nos foi dada lá atrás, na Palestina do século I. E no nosso processo de vir e sair do corpo físico, muitas vezes nós nos apegamos à confiança de que a morte é o fim. Quer nós acreditemos ou não, a vida não se acaba. A partir do momento que fomos criados por Deus, somos imortais. Mas esse corpo perece, ele tem prazo de validade, ele é transitório e o nosso aprendizado é cumulativo. Não perdemos nada que aprendemos em cada existência. Também não perdemos nada das bobagens que fizemos. Quando falamos do triunfo da imortalidade, nós estamos falando de dar perenidade, de dar continuidade ao que merece. Jesus nos prova que o amor dele por nós é perene, é para sempre. E eu tenho certeza que se nós parássemos aqui agora e pedíssemos para cada um
ndo de dar perenidade, de dar continuidade ao que merece. Jesus nos prova que o amor dele por nós é perene, é para sempre. E eu tenho certeza que se nós parássemos aqui agora e pedíssemos para cada um aqui dar um testemunho da presença de Jesus nas suas vidas, não faltariam testemunhos dessa natureza. O amor foi o que ele quis. Quando ele se manifesta e diz: "Maria, vai e diga aos outros que eu cumpri a minha promessa. Eu voltei" e ele se apresenta à aqueles homens e mulheres que duvidam sem cobrar, sem dizer: "Olha, eu passei maus bucados naqueles dias, naquela quinta e sexta-feira e ninguém foi lá ficar comigo. Vocês todos fugiram." Ele não fez isso. Ele se apresenta com o mesmo olhar amoroso, compreensivo e compassivo. Porque o que Jesus quer imortalizar na sua passagem na Terra é o amor, a compaixão e a misericórdia. E nós, o que é que nós queremos imortalizar na nossa jornada, nas nossas jornadas? O que é que nós estamos gastando energia para imortalizar nas nossas existências? Lá na Palestina do século nós temos a prova que a morte é uma passagem. Vocês todos devem observar. Se não observaram, vão lá nos evangelhos. Nenhum dos quatro evangelhos termina na crucificação. Todos eles falam do ressurgimento e alguns avançam um pouquinho mais nas reaparições de Jesus. Porque a morte é uma noite e o dia amanhece e nos dá a chance de recomeçar. E quando nós recomeçamos, o que que nós estamos levando para esse recomeço? O amor do Cristo, a compaixão, a fraternidade? Essa é uma pergunta, é uma reflexão proposta pelo Espírito Verdade lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 6, no item 6, que é que nós estamos imortalizando na nossa jornada na Terra, nessa experiência que não é uma experiência ou nós não vivemos aqui entre o berço e o túmulo para pagar boleto. Não é isso que nós viemos fazer aqui. Pagar boleto é uma lição, é um exercício, é uma tarefa de casa que nós estamos aprendendo a lidar com aquilo que nós somos responsáveis. Mas o que que nós viemos imortalizar em
nós viemos fazer aqui. Pagar boleto é uma lição, é um exercício, é uma tarefa de casa que nós estamos aprendendo a lidar com aquilo que nós somos responsáveis. Mas o que que nós viemos imortalizar em nós? Quais são os aprendizados que nós de fato estamos imortalizando para reduzir as nossas jornadas terrenas ou para torná-las mais amenas? menos doloridas, menos adoecedoras. O que que nós temos feito em nós, meus irmãos e minhas irmãs? A doutrina dos espíritos é uma doutrina que nos fala do nosso protagonismo na nossa vida. Então, me desculpem a falta de caridade, mas a nossa vida é responsabilidade nossa de cada um. A minha vida não é responsabilidade dos meus pais, do meu marido, dos meus filhos. Ela é responsabilidade minha. O que não quer dizer que os meus amigos, os meus familiares não me ajudarão, não serão colaboradores, não serão serineus na minha caminhada e na minha jornada para carregar as minhas cruzes, mas é responsabilidade minha. Então, quais são as escolhas que nós temos feito? Como é que a imortalidade tem triunfado nas nossas vidas? Porque cada vez que nós adentramos essa casa e sentamos aqui ou ligamos a o canal da TV Comunhão para assistirmos uma palestra, nós estamos ali buscando recursos paraa nossa jornada na Terra. é paraa nossa caminhada, paraa nossa transformação, para aquilo que nós estamos semeando na vinha do Cristo. E o que é que nós temos feito nessa jornada? O quanto as nossas escolhas nos levam ao sentimento de que estamos mais comprometido com as sombras que com a luz? E sim, nós vamos voltar a falar a mesma coisa. A receita, a prescrição, a dica é olhar para Jesus. Os espíritos dizem, ele é um modelo. Qual foi o ser dado à humanidade como modelo e guia? Modelo a gente imita, é a forma. guia, a gente segue e os espíritos respondem com tranquilidade: Jesus. E aí algumas cabecinhas estão assim, mas Patrícia, isso é tão difícil, é tão fácil falar. É, olha para Pedro, que era um pescador preconceituoso, intolerante e ele é a pedra. Ele se coloca depois no processo de
as cabecinhas estão assim, mas Patrícia, isso é tão difícil, é tão fácil falar. É, olha para Pedro, que era um pescador preconceituoso, intolerante e ele é a pedra. Ele se coloca depois no processo de permitir que as dificuldades o ensinassem. Ele aprende, ele se coloca, ele assume a tarefa que Jesus atribuiu a ele, a pedra sobre a qual Jesus ergueu a igreja. O conciliador, o pai, olha para Paulo que matava torto e direitos os cristãos. Olha para Judas que se enganou, que se equivocou, que se matou e nos processos evolutivos, nas reencarnações, faz a sua grande mudança, a sua transformação. Olha pra Maria Madalena, uma mulher perturbada, presa aos desejos da carne e que se permite ser evangelizado e faz a transformação interna que fez na vida, ao ponto de Jesus ter aparecido para ela quando ressurge, mostrando que não importa, não importa os erros que tenhamos cometidos, mas importa da decisão que tomamos de caminhar com ele, de imortalizá-lo na nossa vida. Olha para Chico Xavier, olha pra irmã Dulce, olha para Edivaldo Fran. E agora pensem nos anônimos que vocês conhecem, nas pessoas da convivência de vocês, que são tolerantes, amorosas, que são luzes nas vidas de vocês. É difícil, foi para elas também, mas não é impossível. Nós não estaríamos aqui nessa jornada se não fosse possível. Esse não é o Deus que nos criou. O Deus que nos criou provê, e isso os espíritos dizem a Kardec, provê tudo daquilo que necessitamos. O resto é com a gente, é com cada um de nós. E nós podemos nos ajudar, nós podemos nos auxiliar, sim. E devemos, porque a nossa jornada é uma jornada de fraternidade. Mas se cada um não fizer a parte que lhe cabe nessa vinha, essa sua parte vai ficar por fazer. Então, meus irmãos, vamos pensar que é que nós estamos imortalizando em nós, porque nós somos espíritos imortais. Nós vamos embora desse mundo. Vamos relembrar as experiências que vivemos. Vamos agradecer as oportunidades que tivemos. Vamos compreender o que hoje nos parece incompreensível. Voltaremos, se não em outros. Viveremos
desse mundo. Vamos relembrar as experiências que vivemos. Vamos agradecer as oportunidades que tivemos. Vamos compreender o que hoje nos parece incompreensível. Voltaremos, se não em outros. Viveremos outras experiências e outras e outras e outras até sermos como Jesus. Vamos fazer isso. E o que que nós estamos angareando para imortalizar em nós, para levarmos nessa nossa viagem cósmica? Que valores? Os que nos esvaziam ou os que nos preenchem? Nós temos usado a nossa palavra de que forma? e o nosso ouvir e o nosso sentir e o nosso pensar e o nosso fazer. Então, sejamos vigilantes em nós, não nos outros, a cada um segundo as suas obras. E que o nosso agir possa em algum momento ser incentivo e exemplo para quem caminha conosco. Quantas vezes e nós nem sabemos, existem pessoas que se admiram do nosso comportamento, que nos admiram, que buscam seguir os nossos exemplos. Para quantos nós somos exemplos sem sabermos? Mas nós temos sido o exemplo do que seguir ou do que não seguir. Nesse início de noite, fiquemos com essas perguntas, porque as respostas elas são de cada um. que nós possamos encontrá-las e se elas não forem muito favoráveis, que nós possamos ter a coragem de um Paulo de Tarso de levantar porque caiu do cavalo, de um filho pródigo que caiu em si, e voltar paraa casa do pai e retomar o caminho e recomeçar, porque é isso que nós estamos fazendo aqui. A gente erra, sim, a gente tropeça, sim, a gente faz bobagem sim. E a vida nos dá sempre a oportunidade do recomeço para que a gente possa ir penerando o que deve ser imortalizado na nossa caminhada. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça nesse propósito e para que nós possamos agora estar em melhores condições ainda para a última etapa do tratamento e do cuidado que vieram buscar nessa casa. Quando adentrarem as cabines de passe. Vamos agradecer ao mestre por ternos trazido aqui nessa noite. Querido mestre Jesus, nós te agradecemos pelo cuidado amoroso em nos trazer nesta casa, nessa noite, em nos inspirar para que nos conectarmos
s agradecer ao mestre por ternos trazido aqui nessa noite. Querido mestre Jesus, nós te agradecemos pelo cuidado amoroso em nos trazer nesta casa, nessa noite, em nos inspirar para que nos conectarmos à TV Comunhão, recebendo essa energia de cuidado, de amor, de amparo e de socorro que o céu preparou para cada um de nós. E que nós possamos, mestre, seguindo o teu exemplo, renovar em nós a coragem e a determinação de continuarmos o processo de mudança e de transformação e de iluminação em cada um de nós. Abençoe cada um irmão, cada irmão, cada irmã presente aqui nessa noite. Proteja-os nos no retorno aos seus lares. Abençoa os trabalhadores desta casa, em especial os nossos irmãos do grupo de Passe dessa dessa sexta-feira, pelo seu amoroso trabalho de oferecer o seu tempo e o seu cuidado para cada um de nós. E que nós possamos estar abertos para receber com gratidão tudo aquilo que a espiritualidade preparou para cada um de nós e que possamos transformar esses lenitivos em força para continuarmos seguindo os teus passos, mestre, hoje, agora e sempre. Que assim seja. Uma boa noite. Fiquem com Deus e permaneçam em silêncio. Não se conectem aos seus celulares nesse momento. Permaneçam conectados com o plano superior para poderem receber com tanto carinho que foi preparado o passe a cada um de vocês. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira
que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,
ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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