TOLERÂNCIA: O AMOR QUE APRENDE A ESPERAR - Caio Brasil [A Voz do Coração]

Comunhão Espírita de Brasília 16/07/2025 (há 8 meses) 12:37 835 visualizações

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Transcrição

Caio Brasil apresenta a voz do coração. Tolerância, o amor que aprende a esperar. Queridos irmãos que acompanham a voz do coração, sejam muito bem-vindos a mais uma edição do programa A Voz do Coração, onde buscamos juntos o alimento espiritual capaz de revigorar nossos ânimos e iluminar os caminhos da alma. Hoje convido você a refletir comigo sobre uma das virtudes mais esquecidas em nosso cotidiano agitado e competitivo, a tolerância. Para isso, vamos nos apoiar em palavras simples, mas profundamente sábias, do autor espiritual Carlos Pastorino no livro Minutos de Sabedoria. Lembre-se de que não devemos humilhar ninguém. Os erros que os outros cometem hoje, nós podemos cometê-los amanhã. Não se julgue inatingível, nem infalível. Todos podem falhar. Trate os outros com tolerância, para que possa reerguê-los se errarem. A perfeição não é desta terra. Não exija dos outros aquilo que você também ainda não pode dar. Como é atual e necessária essa mensagem? Vivemos dias em que o julgamento se tornou rápido, a crítica é lançada como pedra e o erro alheio é usado como combustível para a arrogância disfarçada de justiça. nossas famílias, no trabalho e nas redes sociais, a intolerância cresce, gerando conflitos e distanciamentos. Mas Jesus, em seu evangelho de amor, nos deixou outro caminho. No sermão do monte, encontramos uma das mais belas promessas. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Mateus, capítulo 5 versículo 5. A mansidão é filha da tolerância e irmã do perdão. Não se trata de fraqueza, mas de força equilibrada pela compreensão. O próprio Cristo foi o modelo supremo da tolerância, jamais humilhando os pecadores, mas oferecendo-lhes novas oportunidades, mesmo quando ferido por eles. Sua compaixão era a firmeza revestida de doçura, capaz de advertir com brandura e de guiar com luz, que não cega, mas aquece. Um dos exemplos mais comoventes do evangelho é o da mulher surpreendida em adultério, levada pelos fariseus para ser apedrejada conforme as leis da época.

e de guiar com luz, que não cega, mas aquece. Um dos exemplos mais comoventes do evangelho é o da mulher surpreendida em adultério, levada pelos fariseus para ser apedrejada conforme as leis da época. queriam colocá-lo à prova. Mas Jesus, diante da multidão ansiosa por punição, apenas disse: "Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra". João, capítulo 8, versículo 7. E assim os acusadores, um a um, se retiraram, tomados pela consciência e pela vergonha. Então Jesus, olhando a mulher com ternura, lhe disse: "Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?" "Ninguém, Senhor?", respondeu ela. Nem eu também te condeno. Vai-te e não peques mais. João, capítulo 8 versículos 10 e 11. Essa cena resume com sublime clareza a essência da tolerância cristã. Não a conivência com o erro, mas o acolhimento que resgata. Jesus não aplaude o desvio, mas também não a humilha. Ele ensina, restaura e oferece recomeço. Em o Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 9, lemos: "Por estes ensinamentos morais, Jesus estabeleceu como lei a doçura, a moderação, a mansidão, a afabilidade e a paciência. Condena, por conseguinte, a violência, a córlera e até mesmo qualquer expressão de escortez para com os nossos semelhantes. Se até a palavra ofensiva pode ferir como lâmina, por que ainda permitimos que nossos impulsos nos conduzam à impaciência e ao desprezo pelos que tropeçam? Emanuel, no livro Justiça Divina nos lembra que a falibilidade é compreensível no campo de cada um, tanto quanto o erro é natural no aprendiz em experiência na escola. Não somos máquinas nem anjos. Somos aprendizes da vida. Cada qual lidando com lutas interiores que nem sempre os olhos alheios podem perceber. Por isso, a severidade para com o outro revela muitas vezes a dureza que ainda não foi curada em nós. Na obra Pensamento e Vida, Emanuel complementa a tolerância. Por esse motivo, é acima de tudo, completo esquecimento de todo o mal. com serviço incessante no bem. Assim como o médico não ignora a

nós. Na obra Pensamento e Vida, Emanuel complementa a tolerância. Por esse motivo, é acima de tudo, completo esquecimento de todo o mal. com serviço incessante no bem. Assim como o médico não ignora a enfermidade, mas não agride o enfermo, o coração cristão compreende o desvio sem lhe negar a esperança. A tolerância cristã é ativa, transformadora, não aplaude o mal, mas compreende a fragilidade do outro. e busca com amor o seu reerguimento. É como nos diz o mesmo benfeitor espiritual no livro Plantão da Paz. Tolerância é caminho de paz. Diante de criaturas que te enderecem qualquer agressão, conversa com naturalidade, sem palavras de revide que possam desapontar o interlocutor. Ao tolerarmos, não nos omitimos, mas colaboramos silenciosamente para a regeneração alheia, como quem segura a escada. para que o irmão possa subir após uma queda. E se ainda houver dúvidas, lembremo-nos das palavras que refletem a essência desse ensinamento. Não hostilizes criatura alguma, porque o ódio começa onde termina a simpatia. Atacar alguém será destruir hoje o nosso provável benfeitor de amanhã. Precisamos tolerar mais um pouco, tolerar mais um tanto, compreender de algum modo mais um tanto e criar em torno de nós a simpatia de que precisamos para viver. Se hoje observamos um irmão em erro, lembremos que talvez ele esteja no momento que já superamos ou que ainda nos aguarda. Quem caiu pode levantar, quem errou pode se redimir, e quem humilhou aprenderá um dia a amar. Lembremos, tolerância não significa permissividade, mas respeito pela caminhada do outro. Deus não exige da semente a flor imediata e o amor verdadeiro sabe esperar. A tolerância é essa esperança viva que cultiva com paciência o jardim da alma alheia. Mesmo quando as flores ainda não desabrocharam. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Filipenses, capítulo 4, versículo 5. A tolerância é o coração da caridade e a caridade, como nos ensina Paulo, é o elo da perfeição. Se a crítica nos parece natural, façamos

hecida de todos os homens. Filipenses, capítulo 4, versículo 5. A tolerância é o coração da caridade e a caridade, como nos ensina Paulo, é o elo da perfeição. Se a crítica nos parece natural, façamos da empatia nossa escolha. Se a justiça se impõe, que venha sempre entrelaçada à misericórdia. E se a palavra tem poder de ferir, usemos a nossa para curar. Vamos seguir em paz, regando o mundo com compreensão, certos de que mesmo entre pedras, a vida floresce onde há o amor. Se esta mensagem falou ao seu coração, inscreva-se no canal, curta e compartilhe. Amanhã traremos a mensagem: Antes de julgar, procure compreender. Essa história vai tocar você. Até amanhã. Um fraternal abraço. Paz e bem.

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